<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0874-2049</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Psicologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Psicologia]]></abbrev-journal-title>
<issn>0874-2049</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa de Psicologia (APP)Edições Colibri]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0874-20492018000100007</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.17575/rpsicol.v32i1.1277</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Escola e instituição: Relações significativas e autoconceito de adolescentes em acolhimento residencial]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[School and Institution: Significant Relationships and Self-Concept in Adolescents from Residential Care]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[Catarina Pinheiro]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[Mónica]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Paula Mena]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Vila Real ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Centro de Psicologia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Porto ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>01</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>01</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<volume>32</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>87</fpage>
<lpage>100</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0874-20492018000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0874-20492018000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0874-20492018000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O presente estudo testa o efeito preditor da qualidade da ligação a figuras significativas (professores, funcionários da escola e da instituição) no desenvolvimento do autoconceito dos jovens. Pretende-se ainda testar o efeito mediador da qualidade da ligação aos pares e o efeito moderador do tempo de acolhimento residencial nesta associação. A amostra é composta por 400 jovens em acolhimento residencial entre os 12 e 18 anos de ambos os sexos, do Norte e Centro de Portugal. Os resultados sublinham a importância da qualidade da ligação às figuras significativas de afeto para o de um autoconceito positivo. A ligação aos pares mostra-se relevante corroborando o papel mediador no desenvolvimento do autoconceito. O tempo de acolhimento residencial não se mostrou significativo na relação entre a qualidade da ligação estabelecida com os adultos significativos e o autoconceito. À luz da teoria da vinculação realça-se a importância das ligações seguras entre adultos e jovens.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims tests the predictive effect of the quality of relationship to significant figures (teachers, school and institutional staff) in the development of self-concept of young people. Also tests the mediational effect of the quality of relationship to peers and the moderating effect of the time of residential care in this association. The sample was composed by 400 institutionalized young people, between 12 and 18 years from both genders, in Portugal. The results underline the importance of the quality of the relationship to the significant figures of affection (in school and institution) for the development of a positive self-concept. The relationship with peers shows to be relevant corroborating the mediational role in the development of self-concept. The time of residential care didn&#8217;t show significant relationship between the quality of relationship established with significant adults and self-concept. Attachment theory emphasizes the importance of secure relationships between adults and young people.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Autoconceito]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[cuidadores]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[pares]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[acolhimento residencial]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Self-concept]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[caregivers]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[peers]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[residential care]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Escola e institui&ccedil;&atilde;o: Rela&ccedil;&otilde;es significativas e autoconceito de adolescentes em acolhimento residencial</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>School and Institution: Significant Relationships and Self-Concept in Adolescents from Residential Care</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Catarina Pinheiro Mota<sup>1, c</sup>, M&oacute;nica Costa<sup>2</sup> &amp; Paula Mena Matos<sup>2</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal. Centro de Psicologia da Universidade do Porto, Porto, Portugal</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>2</sup>Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto, Porto, Portugal. Centro de Psicologia da Universidade do Porto, Porto, Portugal</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>c</sup><a href="#c0">Autor para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo testa o efeito preditor da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o a figuras significativas (professores, funcion&aacute;rios da escola e da institui&ccedil;&atilde;o) no desenvolvimento do autoconceito dos jovens. Pretende-se ainda testar o efeito mediador da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares e o efeito moderador do tempo de acolhimento residencial nesta associa&ccedil;&atilde;o. A amostra &eacute; composta por 400 jovens em acolhimento residencial entre os 12 e 18 anos de ambos os sexos, do Norte e Centro de Portugal. Os resultados sublinham a import&acirc;ncia da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas de afeto para o de um autoconceito positivo. A liga&ccedil;&atilde;o aos pares mostra-se relevante corroborando o papel mediador no desenvolvimento do autoconceito. O tempo de acolhimento residencial n&atilde;o se mostrou significativo na rela&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o estabelecida com os adultos significativos e o autoconceito. &Agrave; luz da teoria da vincula&ccedil;&atilde;o real&ccedil;a-se a import&acirc;ncia das liga&ccedil;&otilde;es seguras entre adultos e jovens.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Autoconceito; cuidadores; pares; acolhimento residencial.</font></p>  <hr size"1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">This study aims tests the predictive effect of the quality of relationship to significant figures (teachers, school and institutional staff) in the development of self-concept of young people. Also tests the mediational effect of the quality of relationship to peers and the moderating effect of the time of residential care in this association. The sample was composed by 400 institutionalized young people, between 12 and 18 years from both genders, in Portugal. The results underline the importance of the quality of the relationship to the significant figures of affection (in school and institution) for the development of a positive self-concept. The relationship with peers shows to be relevant corroborating the mediational role in the development of self-concept. The time of residential care didn&rsquo;t show significant relationship between the quality of relationship established with significant adults and self-concept. Attachment theory emphasizes the importance of secure relationships between adults and young people.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords:</b> Self-concept; caregivers; peers; residential care.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2">O acolhimento residencial de jovens constitui um fen&oacute;meno social inquietante no mundo atual e uma tem&aacute;tica presente na realidade de muitas fam&iacute;lias portuguesas, representando mais de 90% das medidas de coloca&ccedil;&atilde;o extrafamiliar.Em 2014 encontravam-se em acolhimento residencial 8630 crian&ccedil;as e jovens, sendo a maior parte adolescentes (55,6%) (Instituto da Seguran&ccedil;a Social, 2015). Neste momento, Portugal tem uma taxa de acolhimento residencial de crian&ccedil;as e jovens superior &agrave; m&eacute;dia europeia(Gaspar, Alcoforado, &amp; Santos, 2015). As investiga&ccedil;&otilde;es no dom&iacute;nio do acolhimento residencial com adolescentes escasseiam em Portugal e raramente assentam numa perspetiva de estudo dos processos relacionais e emocionais. Alguns estudos apontam para a necessidade de rever as condi&ccedil;&otilde;es de acolhimento residencial, numa perspetiva dos jovens e dos cuidadores, destacando as condi&ccedil;&otilde;es de acolhimento e a sua relev&acirc;ncia para a adapta&ccedil;&atilde;o positiva (Calheiros &amp; Patr&iacute;cio, 2014; Rodrigues, Barbosa-Ducharne, &amp; Valle, 2013). &Agrave; luz da teoria da vincula&ccedil;&atilde;o, a perspetiva de uma nova casa onde os jovens n&atilde;o escolheram estar pode traduzir, em alguns casos, um sentimento de abandono e rejei&ccedil;&atilde;o, podendo resultar em atribui&ccedil;&otilde;es depreciativas e de autodesvaloriza&ccedil;&atilde;o (Alberto, 2002; Anaut, 2005; Spence &amp; Matos, 2000). Com a transi&ccedil;&atilde;o para um novo contexto, a institui&ccedil;&atilde;o de acolhimento, abre-se um espa&ccedil;o para a constru&ccedil;&atilde;o de novos relacionamentos afetivos significativos. Quando as condi&ccedil;&otilde;es de viv&ecirc;ncia f&iacute;sica, emocional e social geradas no seio familiar n&atilde;o comportam condi&ccedil;&otilde;es de ajustamento para o desenvolvimento saud&aacute;vel dos jovens, a transi&ccedil;&atilde;o para o acolhimento residencial pode funcionar como um contexto de reorganiza&ccedil;&atilde;o interna(Mota &amp; Matos, 2015 a, 2015b).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Neste sentido, o enfoque da investiga&ccedil;&atilde;o recai cada vez mais em perceber o potencial dos fatores de prote&ccedil;&atilde;o no contexto institucional (Haskett, Nears, Ward, &amp; McPherson, 2006; Olivos, Gallagher &amp; Aguilar, 2010). O autoconceito positivo tem sido considerado um importante fator de prote&ccedil;&atilde;o para os adolescentes que vivem em acolhimento residencial (Luke &amp; Coyne 2008). O autoconceito assume uma importante componente na adolesc&ecirc;ncia e relaciona-se com a perce&ccedil;&atilde;o de aceita&ccedil;&atilde;o social por parte dos demais, assim como com o reconhecimento das suas capacidades ou compet&ecirc;ncias pessoais (Berndt &amp; Burgy, 1996). De acordo com Vaz Serra (1986), o autoconceito &eacute; caracterizado por cren&ccedil;as e atitudes que atuam no seio da organiza&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o subjetiva das experi&ecirc;ncias. Trata-se de um conceito representado por um construto multidimensional que comporta vari&aacute;veis como a aceita&ccedil;&atilde;o, autoefic&aacute;cia, maturidade psicol&oacute;gica e atividade. Para os jovens que vivem em acolhimento residencial, a perce&ccedil;&atilde;o de aceita&ccedil;&atilde;o das figuras significativas que os rodeiam associa-se ao desenvolvimento da efic&aacute;cia social (Berndt &amp; Burgy, 1996), emocional (e.g., Barth, Lloyd, Green, James, Leslie, &amp; Landsverk, 2007; Mota &amp; Matos, 2015a, 2015b) e acad&eacute;mica (Harder et al., 2014). Desta forma, a imagem que os adolescentes criam de si e dos outros est&aacute; intimamente ligada &agrave; qualidade das rela&ccedil;&otilde;es que estabelecem com as figuras significativas (Bowlby, 1973). No contexto do acolhimento residencial, o papel das figuras significativas de afeto &eacute; desenvolvido maioritariamente por figuras n&atilde;o pertencentes &agrave; fam&iacute;lia, nomeadamente, pelos funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o, pelos professores e pelos pares (Mota &amp; Matos, 2015a; Siqueira &amp; Dell&rsquo;Aglio, 2006).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Figuras significativas de afeto (professores, funcion&aacute;rios da escola e institui&ccedil;&atilde;o) e a constru&ccedil;&atilde;o do autoconceito dos adolescentes</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ao longo da literatura, v&aacute;rios s&atilde;o os estudos que ressaltam a import&acirc;ncia da qualidade dos la&ccedil;os emocionais no desenvolvimento do autoconceito (e.g., Dekovic &amp; Meeus, 1997; Fuentes, Garc&iacute;a, Gracia &amp; Lila, 2011; Heinonen, Raikkonen &amp; Keltikangas-Jarvinen, 2003; Verschueren, Doumen, &amp; Buyse, 2012). Neste sentido, considera-se que o autoconceito est&aacute; intimamente ligado ao desenvolvimento da vincula&ccedil;&atilde;o segura com figuras significativas potenciando a constru&ccedil;&atilde;o de modelos positivos de si e dos outros. Os modelos de si s&atilde;o particularmente relevantes na medida em que traduzem a ess&ecirc;ncia do autoconceito, j&aacute; os modelos dos outros adquirem relev&acirc;ncia para a o desenvolvimento do comportamento interpessoal e a implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de procura de apoio, traduzindo a confian&ccedil;a no outro (Bowlby, 1973; Trzesniewski, Robins, Roberts &amp; Caspi, 2004).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As figuras de vincula&ccedil;&atilde;o desempenham assim um importante papel na no&ccedil;&atilde;o de <i>self</i>que as crian&ccedil;as e jovens v&atilde;o internalizando ao longo do tempo, de acordo com a disponibilidade e a qualidade dos cuidados prestados (Cassidy, 1999; Sroufe, 2000). No contexto do acolhimento residencial, as figuras cuidadoras assumem especial relev&acirc;ncia na rede primordial de apoio aquando da transi&ccedil;&atilde;o da casa para a institui&ccedil;&atilde;o (e.g., Collins, Spencer, &amp; Ward, 2010; Mota &amp; Matos, 2015a; Siqueira &amp; Dell&rsquo;Aglio, 2006). Os funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o frequentemente assumem um papel capaz de desenvolver liga&ccedil;&otilde;es afetivas positivas, pelas suas caracter&iacute;sticas pessoais e disponibilidade para acolher os jovens, podendo vir a constituir importantes portos seguros (e.g., Collins et al., 2010; Fergus &amp; Zimmerman, 2005; Luthar, Cicchetti, &amp; Becker, 2000; Mota &amp; Matos, 2016; Munson, Smalling, Spencer, Scott, &amp; Tracy, 2010; Yunes, Miranda &amp; Cuello, 2004).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Luke e Coyne (2008) sugerem, num estudo realizado com adolescentes acolhidos, que apesar de alguns adolescentes apresentarem um baixo autoconceito aquando da mudan&ccedil;a, a qualidade do relacionamento entre cuidadores e jovens parece ter potenciado melhorias nesta dimens&atilde;o, pelo apoio, afeto, estabilidade, confian&ccedil;a e equil&iacute;brio vivenciados na rela&ccedil;&atilde;o com os cuidadores. Assim, contextos alternativos de seguran&ccedil;a poder&atilde;o criar as condi&ccedil;&otilde;es para a revis&atilde;o dos modelos internos din&acirc;micos, potenciando uma avalia&ccedil;&atilde;o do <i>self</i>mais positiva, como algu&eacute;m pass&iacute;vel de ser amado e cuidado (Luke &amp; Coyne, 2008). Bowlby (1973) enfatiza esta ideia na medida em que os jovens que percebem as suas necessidades satisfeitas atrav&eacute;s do apoio de figuras emocionalmente dispon&iacute;veis e afetuosas, internalizam-nas como confi&aacute;veis e seguras, em virtude de se sentirem investidos emocionalmente e valorizados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A este prop&oacute;sito, Santana e Koller (2004) defendem que a institui&ccedil;&atilde;o constitui um local onde os jovens podem construir referenciais identificat&oacute;rios positivos. Os cuidadores da institui&ccedil;&atilde;o poder&atilde;o desempenhar um papel fulcral nas suas vidas, dado que constituem figuras pr&oacute;ximas dos jovens, fazendo, assim, parte da sua rede de apoio social e afetivo pelo suporte aportado. Neste sentido, as experi&ecirc;ncias em contexto institucional v&atilde;o depender da natureza e da qualidade dos v&iacute;nculos afetivos e do apoio social prestado, constituindo mais um fator para a forma&ccedil;&atilde;o do autoconceito dos adolescentes e do seu desenvolvimento em geral. Ahrens e colaboradores (2011) tamb&eacute;m consideram que as figuras cuidadoras da institui&ccedil;&atilde;opodem promover o processo de adapta&ccedil;&atilde;o positiva dos jovens e facilitar a cria&ccedil;&atilde;o de projetos de vida.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Todavia, neste contexto importa salientar que, para al&eacute;m dos funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o, as viv&ecirc;ncias emocionais e afetivas destes jovens podem ser pautadas por outras figuras adultas significativas externas &agrave; institui&ccedil;&atilde;o, igualmente relevantes no desenvolvimento pessoal dos jovens, nomeadamente, os professores e funcion&aacute;rios da escola (e.g., Costa &amp; Mota, 2012, 2014; Mota &amp; Matos, 2014; Pesce, Assis, Santos &amp; Oliveira, 2004; Rutter, 2006). &Eacute; sabido que os jovens despendem um consider&aacute;vel tempo da sua vida na escola, onde desenvolvem rela&ccedil;&otilde;es afetivas de especial relev&acirc;ncia. Nesta medida, ainda que o contexto escolar esteja muitas vezes direcionado para a obten&ccedil;&atilde;o de resultados acad&eacute;micos, importa valorizar toda a envolv&ecirc;ncia constru&iacute;da nas rela&ccedil;&otilde;es, num verdadeiro laborat&oacute;rio social para os adolescentes (Costa &amp; Matos, 2007). Riley (2011) descreve a escola enquanto espa&ccedil;o para a constru&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es afetivas seguras, n&atilde;o s&oacute; com os pares, mas tamb&eacute;m com os adultos significativos como o professor, e salienta o seu papel na express&atilde;o afetiva e autoconfian&ccedil;a dos jovens. A presen&ccedil;a de figuras alternativas de afeto como o professor ou os funcion&aacute;rios da escola torna-se especialmente importante em contextos familiares n&atilde;o tradicionais em que os cuidadores prim&aacute;rios est&atilde;o indispon&iacute;veis, prevenindo o desajuste emocional dos jovens (Rhodes, Spencer, Keller, Liang, &amp; Noam, 2006). Alguns estudos apontam para que a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com os adultos significativos no contexto escolar potencie uma maior adapta&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica e pessoal, facilitando o desenvolvimento de estrat&eacute;gias construtivas de resolu&ccedil;&atilde;o de problemas e um melhor conhecimento de si (e.g., Al-Yagon &amp; Mikulincer, 2006; Davis, 2003; Mota &amp; Matos, 2014; Pianta, 1999; Soenens &amp; Vansteenkiste, 2005). Mikami, Gregory, Allen, Pianta e Lun (2011) sugerem ainda que a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o estabelecida com o professor assume relev&acirc;ncia face &agrave; possibilidade de crescimento pessoal na discuss&atilde;o de cren&ccedil;as, ideias, prefer&ecirc;ncias sociais e inclusivamente na integra&ccedil;&atilde;o e escolha do grupo de pares.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares, o tempo de acolhimento residencial e a constru&ccedil;&atilde;o do autoconceito dos adolescentes</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A rela&ccedil;&atilde;o com os pares assume na transi&ccedil;&atilde;o para a adolesc&ecirc;ncia uma crescente import&acirc;ncia, facilitando o preenchimento de necessidades afetivas e de afilia&ccedil;&atilde;o, no que diz respeito &agrave; partilha de viv&ecirc;ncias emocionais, bem como aspetos f&iacute;sicos, habilidades atl&eacute;ticas e popularidade (e.g., Eccles, Templeton, Barber, &amp; Stone, 2003). Neste sentido, o movimento desenvolvimental que rodeia os jovens desperta sentimentos de procura de proximidade, desempenhando um papel crucial no seu desenvolvimento pessoal e social, na medida em que se tornam importantes fontes de apoio emocional pela reciprocidade, conforto e partilha &iacute;ntima (e.g., Matos &amp; Costa, 1996). Ainda que n&atilde;o t&atilde;o frequente, em alguns casos estas rela&ccedil;&otilde;es podem vir a ser percebidas como rela&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o (e.g., Allen, 2008; Ainsworth, 1989; Meeus, Osterwegel, &amp; Vollebergh, 2002; Nickerson &amp; Nagle, 2005), sobretudo quando os contextos vivenciais dos jovens se apresentam fragilizados sob o ponto de vista do cuidado parental.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Desta feita, o papel de figuras significativas como os pares, que acompanham o percurso dos jovens, poder&aacute; exercer um fator de prote&ccedil;&atilde;o no dom&iacute;nio emocional (Verschueren et al., 2012; Zegers, Schuengel, Ijzendoorn &amp; Janssens, 2006) e na aquisi&ccedil;&atilde;o de um sentido de estima pessoal, designadamente em adolescentes em acolhimento residencial (Farineau, Wojciak, &amp; McWey, 2013). Tamb&eacute;m alguns estudos t&ecirc;m vindo a salientar o autoconceito n&atilde;o s&oacute; como uma vari&aacute;vel motivadora, mas tamb&eacute;m como um importante fator de prote&ccedil;&atilde;o face a situa&ccedil;&otilde;es adversas e aquisi&ccedil;&atilde;o de maior qualidade de vida (Branden, 2000; Prince-Embury &amp; Saklofske, 2013).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A literatura tem vindo a destacar que jovens que desenvolvem rela&ccedil;&otilde;es afetivas de qualidade no seio do grupo de pares parecem ter um autoconceito mais positivo, na medida em que disp&otilde;em de maior suporte e partilha aquando de situa&ccedil;&otilde;es de adversidade (e.g., Laible, Carlo &amp; Rafaelli, 2000;Farineau et al., 2013; Wilkinson &amp; Walford, 2001). A rela&ccedil;&atilde;o com os pares amigos poder&aacute; traduzir-se assim numa mais-valia face &agrave;s mudan&ccedil;as da fase da adolesc&ecirc;ncia e jovem adult&iacute;cia, potenciando a constru&ccedil;&atilde;o da identidade e o sentimento de satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal pela partilha e identifica&ccedil;&atilde;o de aprendizagens (Verschueren et al., 2012; Wilkinson &amp; Parry, 2004).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Desta forma, apesar de haver uma crescente abordagem da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o das figuras  significativas com os jovens em acolhimento residencial, pouco se tem destacado o papel dos pares na sua adapta&ccedil;&atilde;o ao novo contexto.  Este estudo procura colmatar lacunas face ao papel mediador da liga&ccedil;&atilde;o aos pares no desenvolvimento do autoconceito dos jovens. Por  outro lado, a an&aacute;lise do tempo de acolhimento residencial, escassamente descrito na literatura, destaca uma nova abordagem, questionando a  sua relev&acirc;ncia na intera&ccedil;&atilde;o com a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras cuidadoras e a exist&ecirc;ncia de  outros fatores que podem fazer a diferen&ccedil;a na adapta&ccedil;&atilde;o e bem-estar dos jovens. Nesta medida, fatores contextuais como o tempo  de perman&ecirc;ncia em acolhimento residencial podem associar-se com a qualidade da adapta&ccedil;&atilde;o dos jovens, e a rela&ccedil;&atilde;o  que estabelecem com as figuras significativas de afeto (Barth, 2005). Assim, jovens que foram acolhidos em idades mais precoces, e em  simult&acirc;neo, permanecem h&aacute; mais tempo na institui&ccedil;&atilde;o tendem a estar mais pr&oacute;ximos das figuras significativas de  afeto dentro da institui&ccedil;&atilde;o (Baker, Wulczyn, &amp; Dale, 2005), nomeadamente dos pares, aumentando o sentido de perten&ccedil;a pela similitude e partilha de experi&ecirc;ncias (Mota &amp; Matos, 2013).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, embora escassos, h&aacute; alguns estudos que descrevem o longo tempo de acolhimento residencial  como um fator associado a resultados positivos na adapta&ccedil;&atilde;o dos jovens, nomeadamente nas componentes educacionais  (Ringle, Ingram, &amp; Thompson, 2010). Estudos recentes suportam ainda que a n&iacute;vel da sa&uacute;de mental n&atilde;o parecem existir diferen&ccedil;as no que respeita a jovens que vivem per&iacute;odos longos em acolhimento residencial e jovens que vivem em fam&iacute;lias de acolhimento (James, 2011; James, Roesch, &amp; Zhang, 2012). James, Zhang e Landsverk, (2012), sugerem tamb&eacute;m que a falta de associa&ccedil;&atilde;o entre o tempo de perman&ecirc;ncia em acolhimento residencial e a sa&uacute;de mental poder&aacute; dever-se &agrave; exist&ecirc;ncia de outros fatores relacionados com caracter&iacute;sticas inerentes &agrave; tipologia de acolhimento e o seu contexto f&iacute;sico, social e emocional.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Assim, o primeiro objetivo do estudo prende-se com a an&aacute;lise do contributo da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o estabelecida com as figuras significativas de afeto, nomeadamente funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o, professores e funcion&aacute;rios da escola no desenvolvimento do autoconceito em adolescentes em acolhimento residencial. Pretendeu-se de seguida testar o papel da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares amigos enquanto mediadora, bem como o tempo de acolhimento residencial dos jovens enquanto moderador da associa&ccedil;&atilde;o anterior.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>M&eacute;todo</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Participantes</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No estudo participaram 412 adolescentes portugueses a viver em regime de acolhimento residencial por motivos de abandono ou neglig&ecirc;ncia parental, tendo sido exclu&iacute;das institui&ccedil;&otilde;es com adolescentes cujas raz&otilde;es de acolhimento se prenderam com comportamentos de cariz desviante, a fim de evitar a inclus&atilde;o de jovens que cometam uma ofensa significativa e s&atilde;o colocados em uma institui&ccedil;&atilde;o com condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, como reabilita&ccedil;&atilde;o social e que permanecem a maior parte do tempo em regime de internato, distando dos objetivos do presente estudo. Os jovens compreendem idades entre os 12 e os 18 anos (<i>M</i> = 14.92; <i>DP</i>= 1.80), 231 (56.1%) do sexo feminino e 181 (43.9%) do sexo masculino, com n&iacute;veis de escolaridade entre o 4.&ordm; e o 12.&ordm; ano (<i>M</i> = 8.16; <i>DP</i> = 1.93).No que concerne ao tempo de acolhimento residencial, 42 (10.2%) adolescentes est&atilde;o em acolhimento residencial apenas h&aacute; 6 meses; 117 (28.4%) de 6 meses at&eacute; 2 anos; 113 (27.5%) de 2 at&eacute; 5 anos; 103 adolescentes (25%) 5 anos at&eacute; 10 anos e 29 (7%) vivem h&aacute; mais de 10 anos (8 jovens n&atilde;o apontam este dado, constitu&iacute;do 1.9% de valores omissos na amostra).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Instrumentos</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i><b>Inventory of Parent and Peer Attachment (IPPA)</b></i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O IPPA (Armsden &amp; Greenberg, 1987; adapta&ccedil;&atilde;o de Ferreira &amp; Costa, 1998) &eacute; um question&aacute;rio de autorrelato, desenvolvido para avaliar a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pais e aos pares na adolesc&ecirc;ncia. Foi usada a vers&atilde;o para os pares, sendo constitu&iacute;da por 25 itens em que est&atilde;o presentes tr&ecirc;s dimens&otilde;es: confian&ccedil;a (10 itens), comunica&ccedil;&atilde;o (10 itens) e aliena&ccedil;&atilde;o (10 itens). Cada item &eacute; avaliado atrav&eacute;s de resposta tipo <i>Likert</i> com 6 pontos, de 1 <i>discordo totalmente</i> a 6 <i>concordo totalmente</i>. Os alfas de Cronbach para a presente amostra foram adequados: Confian&ccedil;a = .86 - &ldquo;Os meus amigos compreendem-me&rdquo;; Comunica&ccedil;&atilde;o = .84 - &ldquo;Quando n&oacute;s discutimos alguma coisa, os meus amigos t&ecirc;m em conta a minha opini&atilde;o&rdquo;, e Aliena&ccedil;&atilde;o = .82 - &ldquo;Falar dos meus problemas com os meus amigos faz-me sentir envergonhado&rdquo;. Testou-se a adequa&ccedil;&atilde;o da estrutura dimensional atrav&eacute;s de uma an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria tendo-se obtido &iacute;ndices de ajustamento adequados (acima de .90 para CFI e valores abaixo de .08 para os &iacute;ndices RMR e RMSEA e Racio inferior a 5.0) (MacCallum,Widaman, Preacher, &amp; Hong, 2001; Schumacker &amp; Lomax, 2004), CFI = .970, RMR = .080 e RMSEA = .060, &chi;<sup>2</sup> (22) = 90.22, <i>p</i> = .001, <i>Xi</i><sup>2</sup><i>/gl</i> = 4.1.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i><b>Question&aacute;rio de Liga&ccedil;&atilde;o a Professores e Funcion&aacute;rios (QLPF)</b></i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Trata-se de um question&aacute;rio de autorrelato (Mota &amp; Matos, 2005), desenvolvido em Portugal para avaliar a perce&ccedil;&atilde;o da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o a figuras alternativas de afeto, designadamente aos professores, funcion&aacute;rios da escola e funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; constitu&iacute;do por 28 itens: 7 itens referentes &agrave; qualidade de liga&ccedil;&atilde;o aos professores -&ldquo;Fico triste quando algum professor se zanga comigo&rdquo;, 14 itens para avaliar a qualidade de liga&ccedil;&atilde;o aos funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o &ndash; &ldquo;Alguns funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o onde vivo ficam preocupados comigo&rdquo;, e 7 itens referentes &agrave; qualidade de liga&ccedil;&atilde;o aos funcion&aacute;rios da escola - &ldquo;Sinto que alguns dos funcion&aacute;rios da escola est&atilde;o dispon&iacute;veis para me ajudar&rdquo;. Cada item &eacute; avaliado atrav&eacute;s de resposta tipo <i>Likert</i> com 6 pontos, de 1 <i>discordo totalmente</i> a 6 <i>concordo totalmente</i>. Os alfas de <i>Cronbach</i> para a presente amostra foram adequados: Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos professores = .79; Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o = .91 e Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos funcion&aacute;rios da escola = .88. Testou-se a adequa&ccedil;&atilde;o da estrutura dimensional atrav&eacute;s de uma an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria tendo-se obtido &iacute;ndices de ajustamento adequados CFI = .975, RMR = .055 e RMSEA = .077, <i>&chi;</i><sup>2</sup> (61) = 68.97, <i>p</i>= .001, <i>Xi</i><sup>2</sup><i>/gl</i> = 1.1.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i><b>Invent&aacute;rio do Autoconceito</b></i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Foi constru&iacute;do (Vaz Serra, 1986) com o objetivo de medir os aspetos emocionais e sociais do autoconceito, de acordo com a maneira de ser habitual do indiv&iacute;duo e n&atilde;o o estado em que transitoriamente se encontre. &Eacute; constitu&iacute;do por 20 quest&otilde;es, organizadas em 4 dimens&otilde;es: <i>Aceita&ccedil;&atilde;o/Rejei&ccedil;&atilde;o social</i>(5 itens; &quot;Eu sei que sou uma boa pessoa&quot;); <i>Autoefic&aacute;cia</i> (6 itens; &quot;Eu costumo desistir das tarefas quando tenho dificuldades&rdquo;; <i>Maturidade psicol&oacute;gica</i> (4 itens; &quot;Eu costumo ser honesto quando exprimo a minha opini&atilde;o&rdquo;); e <i>Impulsividade/Atividade</i> (3 itens; &quot;Quando tenho uma ideia v&aacute;lida, eu gosto de a colocar em pr&aacute;tica&rdquo;). Os participantes respondem numa escala tipo Likert de 5 pontos de 1 <i>discordo</i>a 5 <i>concordo muito</i>. A an&aacute;lise da consist&ecirc;ncia interna revelou valores de alfa de Cronbach moderados e baixos em concord&acirc;ncia com os valores do autor original: .74 para a Aceita&ccedil;&atilde;o/rejei&ccedil;&atilde;o social; .53 para a Autoefic&aacute;cia; .68 para a Maturidade psicol&oacute;gica e .55 para a Impulsividade/atividade. Testou-se a adequa&ccedil;&atilde;o da estrutura dimensional atrav&eacute;s de uma an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria tendo-se obtido &iacute;ndices de ajustamento adequados (MacCallum et al., 2001; Schumacker &amp; Lomax, 2004),CFI = .801, SRMR = .059 e RMSEA = .071; <i>&chi;</i><sup>2</sup>(62) = 69.97, <i>p</i> = .001, <i>Xi</i><sup>2</sup><i>/gl</i> = 1.1.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><i><b>Question&aacute;rio S&oacute;cio-Demogr&aacute;fico</b></i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Teve como prop&oacute;sito a obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es individuais dos participantes, sendo aplicado em conjunto com o protocolo de instrumentos. O question&aacute;rio continha dados tais como: o g&eacute;nero, a idade, dados relativos &agrave; institui&ccedil;&atilde;o (tempo de acolhimento residencial, idade de entrada na institui&ccedil;&atilde;o), bem como da identifica&ccedil;&atilde;o escolar.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Procedimento</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente trabalho enquadra-se numa investiga&ccedil;&atilde;o de &iacute;ndole transversal em institui&ccedil;&otilde;es de acolhimento da regi&atilde;o Norte e Centro de Portugal. A recolha da informa&ccedil;&atilde;o foi realizada mediante uma ficha demogr&aacute;fica e question&aacute;rios de autorrelato, preenchidos pelos adolescentes acolhidos. Por conseguinte, o preenchimento dos mesmos decorreu em contexto institucional, ap&oacute;s pr&eacute;vio consentimento informado conforme solicitado aos diretores das respetivas institui&ccedil;&otilde;es. O contacto estabelecido previamente foi realizado de forma pessoal, com vista ao esclarecimento dos objetivos, poss&iacute;veis d&uacute;vidas, procedimento e implica&ccedil;&otilde;es pessoais para os jovens. Em todas as administra&ccedil;&otilde;es os jovens receberam um conjunto de instru&ccedil;&otilde;es <i>standard</i>onde foram explicados, de uma forma sucinta, os objetivos gerais do estudo, assim como as instru&ccedil;&otilde;es para o preenchimento dos question&aacute;rios, sendo assegurado o car&aacute;ter sigiloso e confidencial da informa&ccedil;&atilde;o inerente aos question&aacute;rios. Foi tamb&eacute;m enfatizado o car&aacute;ter volunt&aacute;rio da sua colabora&ccedil;&atilde;o e participa&ccedil;&atilde;o no estudo, e a possibilidade de desist&ecirc;ncia a qualquer momento. Salienta-se que a ordem dos question&aacute;rios foi invertida aleatoriamente no intuito de evitar o enviesamento dos resultados, derivados do fator cansa&ccedil;o e sequ&ecirc;ncia dos instrumentos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Para a an&aacute;lise estat&iacute;stica dos dados adquiridos, foi utilizada a vers&atilde;o 20.0 do SPSS (<i>Statistical Package for the Social Sciences).</i>Por outro lado, foram realizadas an&aacute;lises de acordo com modelos de equa&ccedil;&otilde;es estruturais com recurso ao programa EQS vers&atilde;o 6.1.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O modelo apresentado neste artigo testa o efeito preditor da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o a figuras significativas (professores, funcion&aacute;rios da escola e funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o) no autoconceito dos adolescentes em acolhimento residencial. O modelo testa, tamb&eacute;m, o papel mediador da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares na associa&ccedil;&atilde;o anterior. Por &uacute;ltimo, foi realizada uma an&aacute;lise de modera&ccedil;&atilde;o do tempo de acolhimento residencial dos jovens na associa&ccedil;&atilde;o inicial entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas e o desenvolvimento do autoconceito. Com recurso ao teste de Sobel, observou-se a exist&ecirc;ncia de efeitos mediadores, analisando a decomposi&ccedil;&atilde;o dos efeitos (atrav&eacute;s do valor <i>&beta;</i> estandardizado, o erro no seu valor estandardizado e a probabilidade com signific&acirc;ncia de 0.5), constatou-se a exist&ecirc;ncia de media&ccedil;&atilde;o e a presen&ccedil;a de efeitos indiretos no modelo. O modelo do estudo encontra-se representado na <a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a07f1.jpg">Figura 1</a>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Efeito da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o a figuras adultas significativas no desenvolvimento do autoconceito</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Analisando os resultados diretos apresentados na <a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a07f2.jpg">Figura 2</a>, observa-se que a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras adultas significativas exerce um efeito preditor significativo na qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares (<i>&beta;</i>= .36, <i>p</i>&lt; .05). Para al&eacute;m disso, os resultados revelam que a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas exerce ainda um efeito no autoconceito dos adolescentes (<i>&beta;</i> = .31, <i>p</i>&lt; .05), tal como seria teoricamente esperado. O modelo apresenta &iacute;ndices de ajustamento razoavelmente adequados (&chi;<sup>2 </sup>(25)<i>=</i>149.31; <i>p</i> = .001; <i>Xi</i><sup>2</sup><i>/gl</i> = 5.9; CFI = .93; RMSEA = .09).</font></p>      <p>&nbsp;</p> <a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a07f3.jpg">Figura 3</a>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Papel mediador da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares na associa&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas e o autoconceito</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ao encontro dos pressupostos do teste de Sobel, foram analisados os 4 passos principais de testagem do efeito mediador da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares. Em conson&acirc;ncia com as an&aacute;lises anteriores, o primeiro passo reporta uma predi&ccedil;&atilde;o positiva da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas (professores e funcion&aacute;rios da escola e da institui&ccedil;&atilde;o) na qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares (<i>&beta;</i> = .36, <i>p</i>&lt; .001). O segundo passo confirma um efeito positivo da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas (professores e funcion&aacute;rios da escola e da institui&ccedil;&atilde;o) no desenvolvimento do autoconceito dos adolescentes (<i>&beta;</i>= .31, <i>p</i>&lt; .001). O terceiro passo desta an&aacute;lise apresenta uma predi&ccedil;&atilde;o positiva da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares no autoconceito (<i>&beta;</i>= .52, <i>p</i>&lt; .001)  (<a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a07t1.jpg">Tabela 1</a>). No &uacute;ltimo passo foram inclu&iacute;das todas as vari&aacute;veis em estudo na testagem do modelo. Tal como seria teoricamente esperado, os pares exercem um efeito positivo no desenvolvimento do autoconceito (<i>&beta;</i> = .52, <i>p</i>&lt; .05), verificando-se a perda de signific&acirc;ncia da associa&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas (professores e funcion&aacute;rios da escola e da institui&ccedil;&atilde;o) e o autoconceito (<i>&beta;</i>= .12, <i>p</i>&gt; .05). Nesta medida, a an&aacute;lise segundo o Teste de Sobel permitiu observar a exist&ecirc;ncia de um efeito mediador total da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares (z = 4.70; EP =.029, <i>p</i> = .001; <i>&beta;</i> = .167) entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas (professores, funcion&aacute;rios da escola e funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o) e o autoconceito. O modelo final apresenta &iacute;ndices de ajustamento adequados (<i>&chi;</i><sup>2</sup><sub> (24)</sub><i>=</i>67.41, <i>p</i> = .001; <i>Xi</i><sup>2</sup><i>/gl</i> = 2.80, CFI = .97; RMSEA = .07).</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2"><b>Papel moderador do tempo de acolhimento residencial na associa&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas e o autoconceito</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A an&aacute;lise de regress&atilde;o m&uacute;ltipla hier&aacute;rquica permitiu realizar a testagem do papel moderador da vari&aacute;vel &ldquo;tempo de acolhimento residencial&rdquo; na associa&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas (professores, funcion&aacute;rios da escola e da institui&ccedil;&atilde;o) e o autoconceito. Nesta medida, foram testadas as dimens&otilde;es do autoconceito de forma separada (aceita&ccedil;&atilde;o, autoefic&aacute;cia, maturidade psicol&oacute;gica e impulsividade/atividade), introduzindo no 1.&ordm; modelo as vari&aacute;veis &ldquo;Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas&rdquo; e o &ldquo;Tempo de acolhimento residencial&rdquo;. No 2.&ordm; modelo foi introduzida a intera&ccedil;&atilde;o - <i>Qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com as figuras significativas</i> (num valor comp&oacute;sito de todas as dimens&otilde;es em estudo) x <i>Tempo de acolhimento residencial.</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados observados destacam que, no 1.&ordm; modelo (&ldquo;qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas&rdquo; e &ldquo;tempo de acolhimento residencial&rdquo; introduzidas separadamente), existe uma signific&acirc;ncia preditiva da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas em algumas das dimens&otilde;es do autoconceito, ao inv&eacute;s do &ldquo;tempo de acolhimento residencial&rdquo; que n&atilde;o parece exercer um efeito direto no autoconceito. No 2.&ordm; modelo, aquando da introdu&ccedil;&atilde;o da intera&ccedil;&atilde;o de ambas vari&aacute;veis, verifica-se um efeito significativo (intera&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis) na dimens&atilde;o <i>Aceita&ccedil;&atilde;o</i> (Autoconceito) <i>F</i>(3, 391) = 3.61, p = .001, com um contributo de 4.3% da vari&acirc;ncia total (<i>R</i><sup>2</sup>= .043), e 0.4% de vari&acirc;ncia individual explicada para o modelo (<i>R</i><sup>2</sup>change =.004). Todavia, a an&aacute;lise do coeficiente da intera&ccedil;&atilde;o entre <i>Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas e o tempo de acolhimento residencial</i>n&atilde;o apresentou valores significativos (<i>&beta;</i> = 1.25; p = .214), n&atilde;o se verificando por isso um efeito moderador da vari&aacute;vel &ldquo;tempo de acolhimento residencial&rdquo;. No que concerne &agrave; vari&aacute;vel <i>Autoefic&aacute;cia</i> (Autoconceito), os resultados permitiram observar um efeito positivo da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas de forma isolada (<i>&beta;</i> = .257; <i>p</i> = .021), no entanto verificou-se um efeito significativo do 2.&ordm; modelo <i>F</i>(3, 389) = .946, p = .045, com um contributo de 2.0% da vari&acirc;ncia total (<i>R</i><sup>2</sup>= .020), e 0.5% de vari&acirc;ncia individual explicada para o modelo (<i>R</i><sup>2</sup>change =.005). A an&aacute;lise do coeficiente da intera&ccedil;&atilde;o entre <i>Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas x Tempo de acolhimento residencial</i>n&atilde;o apresentou igualmente valores significativos (<i>&beta;</i>= .334; p = .172), verificando-se a inexist&ecirc;ncia de um efeito moderador da vari&aacute;vel &ldquo;tempo de acolhimento residencial&rdquo;. Face &agrave; vari&aacute;vel <i>Maturidade psicol&oacute;gica</i> (Autoconceito), verificou-se, tal como para a autoefic&aacute;cia, um efeito positivo da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas de forma isolada (<i>&beta;</i> = .257; <i>p</i> = .018). Constatou-se ainda um efeito significativo do 2.&ordm; modelo <i>F</i>(3, 391) = 5.04, <i>p</i>= .001, com um contributo de 5.4% da vari&acirc;ncia total (<i>R</i><sup>2</sup>= .054), n&atilde;o contribuindo para a vari&acirc;ncia individual explicada do modelo (R<sup>2</sup>change =.000). A an&aacute;lise do coeficiente da intera&ccedil;&atilde;o entre <i>a Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas x Tempo de acolhimento residencial</i>n&atilde;o revelou valores significativos (&beta; = -.263; p = .792), refutando a exist&ecirc;ncia de um efeito moderador da vari&aacute;vel tempo de acolhimento residencial. Por &uacute;ltimo, a vari&aacute;vel <i>Impulsividade/Atividade</i> (Autoconceito) apresentou igualmente um efeito significativo da vari&aacute;vel qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas isoladamente (&beta; = .298; p = .007). Contudo, os resultados apontam ainda um efeito significativo no 2.&ordm; modelo <i>F</i>(3, 391) = 3.39, p = .002, com um contributo de 3.6% da vari&acirc;ncia total (R<sup>2</sup>= .036), e 0.5% de vari&acirc;ncia individual explicada para o modelo (R<sup>2</sup>change =.005). A an&aacute;lise do coeficiente da intera&ccedil;&atilde;o entre <i>a Qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas x Tempo de acolhimento residencial</i> n&atilde;o apresentou valores significativos (&beta; = -.329; p = .174), refutando o efeito moderador da vari&aacute;vel Tempo de Acolhimento  Residencial (<a href="/img/revistas/psi/v32n1/32n1a07t1_2.jpg">Tabela 2</a>).</font></p>       <p><font face="Verdana" size="2"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo pretendeu testar o efeito da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o a figuras significativas (professores, funcion&aacute;rios da escola e da institui&ccedil;&atilde;o) no desenvolvimento do autoconceito dos jovens. Foi tamb&eacute;m um objetivo do presente estudo, testar o efeito mediador da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares e o efeito moderador do tempo de acolhimento residencial na associa&ccedil;&atilde;o anterior.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados revelaram que a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas exerce um efeito preditor no autoconceito dos adolescentes. A literatura corrobora este resultado, demonstrando uma associa&ccedil;&atilde;o positiva entre a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com cuidadores substitutos e o autoconceito dos adolescentes (Ackerman &amp; Dozier, 2005; Luke &amp; Coyne, 2008; Hegar &amp; Rosenthal, 2009). No meio institucional o autoconceito &eacute; visto segundo uma perspetiva interacionista, pois os adolescentes respondem ao meio ambiente com base nos significados que os elementos do meio lhes fornecem.Tamb&eacute;m no contexto escolar &eacute; poss&iacute;vel perceber que a rela&ccedil;&atilde;o entre professores e jovens promove o desenvolvimento de recursos emocionais aumentando a autoestima, motiva&ccedil;&atilde;o, empatia e estrat&eacute;gias construtivas para resolver conflitos internos e externos (e.g., Mikami et al., 2011; Mota &amp; Matos, 2014; Pianta, 1999; Riley, 2011; Soenens &amp; Vansteenkiste, 2005; Zimmer-Gembeck &amp; Locke, 2007). Esta quest&atilde;o toma contornos relevantes nos jovens em acolhimento residencial do presente estudo, na medida em que a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras da institui&ccedil;&atilde;o e da escola assumem pap&eacute;is relevantes no desenvolvimento de uma imagem positiva de si e a cria&ccedil;&atilde;o de um autoconceito positivo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Constatou-se ainda que a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o a figuras adultas significativas se constitui como preditora significativa da qualidade da liga&ccedil;&atilde;o aos pares. Nesta medida, os resultados sugerem que a liga&ccedil;&atilde;o afetiva de qualidade desenvolvida com os adultos da institui&ccedil;&atilde;o pode constituir uma importante fonte de apoio pessoal, recriando nos jovens sentimentos de cuidado e perten&ccedil;a (Mota &amp; Matos, 2016). Estes resultados s&atilde;o consistentes com a literatura ao demonstrarem que experi&ecirc;ncias relacionais de qualidade com as figuras que rodeiam os jovens em acolhimento residencial s&atilde;o extremamente importantes, pois poder&atilde;o promover a seguran&ccedil;a necess&aacute;ria para que estes se tornem mais recetivos a outras rela&ccedil;&otilde;es e desenvolvam rela&ccedil;&otilde;es de confian&ccedil;a com os pares (e.g., Ahrens et al., 2011; Formosinho, Ara&uacute;jo &amp; Sousa, 2002; Legault, Anawati, &amp; Flynn, 2006; Wekerle, Waechter, Leung, &amp; Leonard, 2007). De referir que este aspeto se transp&otilde;e para todas as figuras significativas de afeto, todavia alguns estudos t&ecirc;m vindo a suportar a import&acirc;ncia do papel dos professores e funcion&aacute;rios da institui&ccedil;&atilde;o enquanto fonte de apoio e compreens&atilde;o para os jovens, podendo funcionar como base segura (e.g., Mota &amp; Matos, 2010, 2014, 2015a). Estudos revelam que os adolescentes disp&otilde;em de contextos e figuras relacionais seguras s&atilde;o mais populares no grupo de pares, mostrando-se mais dispon&iacute;veis para estabelecer novos relacionamentos (e.g., Farineau et al., 2013; Lieberman, Doyle &amp; Markiewicz, 1999; Nickerson, &amp; Nagle, 2005). Estes resultados v&atilde;o ao encontro dos pressupostos da teoria da vincula&ccedil;&atilde;o na medida em que os adolescentes que constroem modelos internos din&acirc;micos seguros e integram uma imagem positiva de si e dos demais procuram a proximidade e similitude de viv&ecirc;ncias com os pares. Deste modo, poder&aacute; assistir-se &agrave; transfer&ecirc;ncia de modelos de vincula&ccedil;&atilde;o dos cuidadores para os pares (e.g., Hazan &amp; Shaver, 1994; Hazan &amp; Zeifman, 1994; Trinke &amp; Bartholomew, 1997; Weiss, 1991), apoiando a ideia do alargamento da rede para cumprimento de fun&ccedil;&otilde;es de vincula&ccedil;&atilde;o (e.g., Friedlmeier &amp; Granqvist, 2006; Rocha &amp; Matos,2012). Assim, as rela&ccedil;&otilde;es sociais, nomeadamente, com os pares, evoluem das rela&ccedil;&otilde;es iniciais de vincula&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a e da capacidade e disponibilidade dos cuidadores para satisfazer as suas necessidades, constituindo a primeira base de seguran&ccedil;a. No caso das crian&ccedil;as e dos adolescentes que vivem em institui&ccedil;&otilde;es, a sua principal rede de apoio passa a ser pessoas n&atilde;o pertencentes &agrave; fam&iacute;lia, nomeadamente, cuidadores e as restantes crian&ccedil;as e adolescentes que habitam o espa&ccedil;o institui&ccedil;&atilde;o e escola (Ahrens et al., 2011; Legault et al., 2006; Mota &amp; Matos, 2015a, 2015b).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os resultados observados apontam tamb&eacute;m para a confirma&ccedil;&atilde;o da qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com os pares enquanto mediador na associa&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas (professores e funcion&aacute;rios da escola e da institui&ccedil;&atilde;o) e o autoconceito dos adolescentes.A adolesc&ecirc;ncia constitui uma fase que tradicionalmente remete para a no&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;a, constru&ccedil;&atilde;o de novos interesses e estabelecimento de novas rela&ccedil;&otilde;es com o exterior. Diversos estudos destacam a influ&ecirc;ncia que a qualidade da rela&ccedil;&atilde;o com os pares tem no autoconceito, salientando-se a import&acirc;ncia que estas figuras exercem no bem-estar dos jovens no per&iacute;odo da adolesc&ecirc;ncia, pela partilha de experi&ecirc;ncias e o suporte perante situa&ccedil;&otilde;es adversas (e.g., Laible et al., 2000; Wilkinson &amp; Walford, 2001;Farineau et al., 2013).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dito de outra forma, os pares assumem uma parte importante na vida dos adolescentes n&atilde;o s&oacute; pelo acompanhamento das mudan&ccedil;as pr&oacute;prias desta fase (cognitivas, s&oacute;cioemocionais, familiares, vocacionais e de imagem), como na constru&ccedil;&atilde;o da identidade e o autoconceito (Verschueren et al., 2012). Deste modo, uma boa integra&ccedil;&atilde;o no grupo de pares, percebidos como semelhantes, e o desenvolvimento de sentimentos de partilha, identifica&ccedil;&atilde;o e aprendizagem, proporciona satisfa&ccedil;&atilde;o capaz de aumentar o autoconceito e a realiza&ccedil;&atilde;o pessoal dos jovens (Verschueren et al., 2012; Wilkinson &amp; Parry, 2004). De ressaltar que a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s figuras significativas de afeto, particularmente no presente estudo, n&atilde;o &eacute; substitu&iacute;da pela rela&ccedil;&atilde;o com os pares. Ao inv&eacute;s, ambas as figuras assumem pap&eacute;is espec&iacute;ficos que sugerem complementaridade no preenchimento das necessidades dos adolescentes, pelo que os cuidadores continuam a representar figuras importantes de suporte afetivo capazes de proporcionar aos adolescentes uma base segura (Dell`Aglio &amp; Hutz, 2002; Rocha, Mota &amp; Matos, 2011).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por &uacute;ltimo, os resultados permitiram constatar que a intera&ccedil;&atilde;o entre a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o a figuras significativas e o tempo de acolhimento residencial n&atilde;o afeta significativamente o autoconceito. S&atilde;o escassos os estudos que abordam o tempo de acolhimento residencial dos jovens e a sua rela&ccedil;&atilde;o na adapta&ccedil;&atilde;o. Todavia, em situa&ccedil;&otilde;es de car&ecirc;ncia significativa no seio familiar, existem evid&ecirc;ncias de que a transi&ccedil;&atilde;o e perman&ecirc;ncia em acolhimento residencial pode ser relevante quer para a organiza&ccedil;&atilde;o interna dos jovens (Mota &amp; Matos 2013), quer a n&iacute;vel de adapta&ccedil;&atilde;o ao contexto social ou acad&eacute;mico (Ringle et al., 2010). Embora escassos, os estudos corroboram a ideia de que a sa&uacute;de mental e o bem-estar emocional dos jovens n&atilde;o depende do tempo de perman&ecirc;ncia em acolhimento residencial, mas sim de fatores relacionais e contextuais de acolhimento que permitam o crescimento pessoal (James et al., 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Nesta perspetiva, os dados do presente estudo procuraram destacar que a qualidade da liga&ccedil;&atilde;o a figuras significativas parece predizer positivamente o desenvolvimento do autoconceito, independentemente do tempo de perman&ecirc;ncia dos jovens na institui&ccedil;&atilde;o. Os dados observados permitem discutir a ideia de que mais do que o tempo de acolhimento residencial, na presente amostra o autoconceito poder&aacute; associar-se com a imagem positiva de si e do outro, baseada na qualidade do suporte emocional aportado pelos adultos significativos (e.g., Mota &amp; Matos, 2014, 2016).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Desta feita, torna-se fundamental garantir aos jovens em acolhimento residencial uma transi&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel do contexto afetivo descontinuado para um espa&ccedil;o de acolhimento e cuidado emocional efetivo. O acolhimento residencial pode, neste sentido, proporcionar um sentimento de perten&ccedil;a, no seio de uma nova fam&iacute;lia constitu&iacute;da pelos cuidadores e pares da institui&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m por outros adultos significativos no contexto escolar.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Como nota final, importa discutir as implica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas, limita&ccedil;&otilde;es e pistas futuras do presente estudo. Neste sentido, a constata&ccedil;&atilde;o de que o papel dos cuidadores &eacute; particularmente relevante no desenvolvimento dos jovens suporta a ideia de que o processo de acolhimento residencial deve assumir novos compromissos. Neste sentido, urge repensar formas de gest&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es, mais voltadas para a adequa&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de cuidadores por adolescente, aus&ecirc;ncia de rotatividade dos mesmos e maior forma&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, no sentido de fazer face &agrave;s dificuldades que se constatam neste contexto (Calheiros &amp; Patr&iacute;cio, 2014). Destaca-se ainda a necessidade de encontrar um acordo entre a escola e a institui&ccedil;&atilde;o, &agrave; luz do que tenta realizar com as fam&iacute;lias tradicionais, privilegiando o di&aacute;logo e colabora&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua. Por outro lado, algumas limita&ccedil;&otilde;es prenderam-se com a operacionaliza&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica deste estudo num modelo transversal, n&atilde;o permitindo verificar efeitos casuais, sendo relevante repensar uma abordagem longitudinal no sentido de acompanhar os jovens ao longo do seu percurso. Outra limita&ccedil;&atilde;o constituiu o uso de instrumentos de autorelato, mais suscet&iacute;veis de enviesamento nesta popula&ccedil;&atilde;o. Em estudos futuros seria ainda pertinente a utiliza&ccedil;&atilde;o de outras fontes, como seja a perspetiva dos cuidadores e professores, para al&eacute;m da complementaridade das an&aacute;lises qualitativas desenvolvidas atrav&eacute;s de entrevistas aos jovens e cuidadores. Perspetiva-se, face a estes dados, a relev&acirc;ncia de implementa&ccedil;&atilde;o futura de um projeto de interven&ccedil;&atilde;o com os cuidadores, versando a forma&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica para as din&acirc;micas relacionais e as vicissitudes do contexto que comporta a bagagem de muitos dos jovens em acolhimento residencial.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ackerman, J.P., &amp; Dozier, M. (2005) The influence of foster parent investment on children&rsquo;s representations of self and attachment figures. <i>Applied Developmental Psychology</i>, <i>26</i><b>,</b>507&ndash;520. <a href="https://doi.org/10.1016/j.appdev.2005.06.003" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.appdev.2005.06.003</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ahrens, K. R., DuBois, D. L., Garrison, M., Spencer, R., Richardson, L. P., &amp; Lozano, P. (2011). Qualitative exploration of relationships with important non-parental adults in the lives of youth in foster care. <i>Children and Youth Services Review, 33,</i> 1012&ndash;1023.<a href="https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2011.01.006" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2011.01.006</a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ainsworth, M. D. S. (1989). Attachment beyond infancy. <i>American Psychologist, 44</i>, 709-716.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499423&pid=S0874-2049201800010000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Alberto, I. (2002), <i>Como p&aacute;ssaros em gaiolas? Reflex&otilde;es em torno da institucionaliza&ccedil;&atilde;o de menores em risco</i>. In: Machado, C., &amp; Gon&ccedil;alves, R.A. (Coordenadores), <i>Viol&ecirc;ncia e v&iacute;timas de crimes</i>(Vol.2), Coimbra, Quarteto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499425&pid=S0874-2049201800010000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Allen, J.P. (2008) The attachment system in adolescence. In J. Cassidy, P. R. Shaver, editors. <i>Handbook of attachment: Theory, research, and clinical applications</i> (2<sup>nd</sup> ed., pp. 419-435). New York: Guilford.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499427&pid=S0874-2049201800010000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Al-Yagon, M., &amp; Mikulincer, M. (2006). Children&acute;s appraisal of teacher as a secure base and their socio-emotional and academic adjustment in middle childhood. <i>Research in Education</i>, <i>75</i>, 1-18.<a href="https://doi.org/10.7227/RIE.75.1" target="_blank">https://doi.org/10.7227/RIE.75.1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499429&pid=S0874-2049201800010000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Anaut, M. (2005). <i>A resili&ecirc;ncia. Ultrapassar os traumatismos</i>. Climepsi Editores: Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499430&pid=S0874-2049201800010000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Armsden, G. C., &amp; Greenberg, M. T. (1987). The Inventory of Parent and Peer Attachment: Individual differences and their relationship to psychological well-being in adolescence. <i>Journal of Youth and Adolescence</i>, <i>16</i>, 427-454.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499432&pid=S0874-2049201800010000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Baker, A. J., Wulczyn, F., &amp; Dale, N. (2005). Covariates of length of stay in residential treatment.<i>Child Welfare, 84(3),</i>363&ndash;386.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Barth, R. P. (2005). Residential care: From here to eternity.<i>International Journal of Social Welfare, 14(3),</i>158&ndash;162. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1468-2397.2005. 00355.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1468-2397.2005. 00355.x</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Barth, R. P., Lloyd, E., Green, R. L., James, S., Leslie, L. K., &amp; Landsverk, J. (2007). Predictors of placement moves among children with and without emotional and behavioral disorders. <i>Journal of Emotional and Behavioral Disorders, 15</i>(1), 46&ndash;55. <a href="https://doi.org/10.1177/10634266070150010501" target="_blank">https://doi.org/10.1177/10634266070150010501</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Berndt, T. J., &amp; Burgy, L. (1996). Social self-concept. In B. A. Bracken (Ed.), <i>Handbook of self-concept</i>(pp. 171&ndash;209). New York: John Wiley &amp; Sons.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bowlby, J. (1973). <i>Attachment and loss. (</i>Vol. 2 Separation: Anxiety and anger). New York, NY: Basic Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499438&pid=S0874-2049201800010000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Branden, N. (2000). <i>O poder da auto-estima.</i>S&atilde;o Paulo: Saraiva.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499440&pid=S0874-2049201800010000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Calheiros, M.M., &amp; Patr&iacute;cio, J. N. (2014). Assessment of needs in residential care: Perspectives of youth and professionals. <i>Journal of Child and Family Studies</i>, <i>23</i>(3),461-474. <a href="https://doi.org/10.1007/s10826-012-9702-1" target="_blank">https://doi.org/10.1007/s10826-012-9702-1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499442&pid=S0874-2049201800010000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Collins, M. E., Spencer, R., &amp; Ward, R. (2010). Supporting youth in the transition from foster care: Formal and informal connections. <i>Child Welfare, 89,</i> 125&minus;143. <a href="https://doi.org/10.1177/0743558414554803" target="_blank">https://doi.org/10.1177/0743558414554803</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Cassidy, J. (1999). The nature of child's ties. In J. Cassidy &amp; P. Shaver (Eds.), <i>Handbook of attachment: Theory, research and clinical applications</i> (pp. 3-20). New York: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499444&pid=S0874-2049201800010000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Costa, M. E., &amp; Matos, P. M. (2007). <i>Abordagem sist&eacute;mica do conflito</i>. Lisboa: Universidade Aberta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499446&pid=S0874-2049201800010000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Costa, M., &amp; Mota, C.P. (2012). Configura&ccedil;&atilde;o familiar, g&eacute;nero e coping em adolescentes: Papel dos pares. <i>Psicologia em Estudo, 17,</i> 567-575.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499448&pid=S0874-2049201800010000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Costa, M., &amp; Mota, C.P. (2014). Papel da liga&ccedil;&atilde;o aos pares e estrat&eacute;gias de coping na auto-estima de adolescentes institucionalizados. <i>Psicologia Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura,</i>18<i>(1),</i> 81-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499450&pid=S0874-2049201800010000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Davis, H. A. (2003). Conceptualizing the role and influence of student-teacher relationships on children&rsquo;s social and cognitive development. <i>Educational Psychologist</i>, <i>38</i>, 207-234.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Dekovic, M., &amp; Meeus, W. (1997). Peer relations in adolescence: Effects of parenting and adolescents&rsquo; self-concept. <i>Journal of Adolescence, 20</i>, 163-176. <a href="https://doi.org/10.1006/jado.1996.0074" target="_blank">https://doi.org/10.1006/jado.1996.0074</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dell`Aglio, D. D., &amp; Hutz, C.S. (2002). Estrat&eacute;gias de <i>coping</i> de crian&ccedil;as e adolescentes em eventos estressantes com pares e com adultos. <i>Psicologia - USP, 13</i>, 203-225.<a href="https://doi.org/10.1590/S0103-65642002000200012" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0103-65642002000200012</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499454&pid=S0874-2049201800010000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Eccles, J. S., Templeton, J., Barber, B., &amp; Stone, M. (2003). Adolescence and emerging adulthood: the critical passage ways to adulthood. In M.H. Bornstein, L. Davidson, C. L.M. Keyes &amp; K. A. Moore (Eds.), <i>Well-beings: Positive development across the life course</i>(pp.383-406). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Farineau, H. M., Wojciak, A. S., &amp; McWey, L. M. (2013). You matter to me: important relationships and self-esteem of adolescents in foster care. <i>Child &amp; Family Social Work, 18,</i>129-138.<a href="https://doi.org/10.1111/j.1365-2206.2011.00808.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1365-2206.2011.00808.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499456&pid=S0874-2049201800010000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fergus, S., &amp; Zimmerman, M.A. (2005). Adolescent resilience: A Framework for understanding healthy development in the face of risk: <i>Annual Review of Public Health, 26</i>, 399-419<i>.</i><a href="https://doi.org/10.1146/annurev.publhealth.26.021304.144357" target="_blank">https://doi.org/10.1146/annurev.publhealth.26.021304.144357</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499457&pid=S0874-2049201800010000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Ferreira, M., &amp; Costa, M. E. (1998). <i>Inventory of peer and parental attachment</i>. Adapta&ccedil;&atilde;o do instrumento. Manuscrito n&atilde;o publicado. Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499458&pid=S0874-2049201800010000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Formosinho, J., Ara&uacute;jo, S.E., &amp; Sousa, Z. (2002). A institucionaliza&ccedil;&atilde;o enquanto transi&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica: A fenomenologia da experi&ecirc;ncia no momento de p&oacute;s-transi&ccedil;&atilde;o. <i>Cadernos de Consulta Psicol&oacute;gica, 17</i>,267-276.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499460&pid=S0874-2049201800010000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Friedlmeier, W., &amp; Granqvist, P. (2006). Attachment transfer among Swedish and German adolescents: A prospective longitudinal study. <i>Personal Relationships</i>, <i>13</i>, 261-279. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1475-6811.2006.00117.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1475-6811.2006.00117.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499462&pid=S0874-2049201800010000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fuentes, M.C., Garc&iacute;a, J.F., Gracia, E., &amp; Lila, M. (2011). Self-concept and psychosocial adjustment in adolescence. <i>Psicothema, 23,</i> 7-12.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gaspar, J. P, Alcoforado, J. &amp;. Santos, E. (2015). Respostas educativas para menores em risco: estudo de caso duplo da institucionaliza&ccedil;&atilde;o em lares de inf&acirc;ncia e juventude. <i>Revista Pol&ecirc;mica,15</i>(1), 1 - 20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499464&pid=S0874-2049201800010000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Harder, A., Huyghen, A.M., Knot-Dickscheit, J., Kalverboer, M., K&ouml;ngeter, S., Zeller, M., &amp; Knorth, E.  (2014). Education secured? The school performance of adolescents in secure residential youth care. <i>Child &amp; Youth Care Forum, 43</i>(2),  251-268. <a href="https://doi.org/10.1007/s10566-013-9232-z" target="_blank">https://doi.org/10.1007/s10566-013-9232-z</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499466&pid=S0874-2049201800010000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Haskett, M. E., Nears, K., Ward, C. S., &amp; McPherson, A. V. (2006). Diversity in adjustment of maltreated children: Predictors of resilient functioning. <i>Clinical Psychology Review</i>, <i>26,</i> 796-812.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499468&pid=S0874-2049201800010000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hazan, C., &amp; Shaver, P. R. (1994). Attachment as an organizational framework for research on close relationships. <i>Psychological Inquiry</i>, <i>5</i>, 1-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499470&pid=S0874-2049201800010000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hazan, C., &amp; Zeifman, D. (1994). Sex and the psychological tether. In K. Bartholomew &amp; D. Perlman (Eds.), <i>Advances in personal relationships</i>(vol. 5, pp 17-52). London: Jessica Kingsley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499472&pid=S0874-2049201800010000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Hegar, R.L., &amp; Rosenthal, J.A. (2009) Kinship care and sibling placement: Child behavior, family relationships, and school outcomes. <i>Children and Youth Services Review, 32,</i>670&ndash;679. <a href="https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2009.01.002" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2009.01.002</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Heinonen, K., Raikkonen, K., &amp; Keltikangas-Jarvinen, L. (2003). Maternal perceptions and adolescent self-esteem: A six-year longitudinal study. <i>Adolescence, 38</i>, 669-687.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499475&pid=S0874-2049201800010000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Instituto da Seguran&ccedil;a Social, I.P. (2015). <i>CASA: Relat&oacute;rio de caracteriza&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as e jovens em situa&ccedil;&atilde;o de acolhimento</i> (art.&ordm; 10.&ordm; do Cap&iacute;tulo V da Lei n.&ordm; 31/2003, de 22 de Agosto).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499477&pid=S0874-2049201800010000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">James, S. (2011). What works in group care? A structured review of treatment models for group homes and residential care.<i>Children and Youth Services Review, 33,</i>308&ndash;321. <a href="https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2010.09.014" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2010.09.014</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">James, S., Roesch, S., &amp; Zhang, J.J. (2012). Characteristics and behavioral outcomes for youth in group care and family-based care: A propensity score matching approach using national data.<i>Journal of Emotional and Behavioral Disorders, 20,</i>144&ndash;156.<a href="https://doi.org/10.1177/1063426611409041" target="_blank">https://doi.org/10.1177/1063426611409041</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">James, S. S., Zhang, J. J., &amp; Landsverk, J. (2012). Residential care for youth in the child welfare system: Stop-gap option or not? <i>Residential Treatment for Children &amp; Youth, 29(1),</i>48-65. <a href="https://doi.org/10.1080/0886571X.2012.643678" target="_blank">https://doi.org/10.1080/0886571X.2012.643678</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499481&pid=S0874-2049201800010000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Laible, D. J., Carlo, G., &amp; Raffaelli, M. (2000). The differential relations of parent and peer attachment to adolescent psychological adjustment. <i>Journal of Youth Adolescence</i>, <i>29</i>, 45-59.<a href="https://doi.org/10.1023/A:1005169004882" target="_blank">https://doi.org/10.1023/A:1005169004882</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499482&pid=S0874-2049201800010000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Legault, L., Anawati, M., &amp; Flynn, R. (2006). Fators favoring psychological resilience among fostered young people. <i>Children and Youth Services Review, 28</i>, 1024&ndash;1038.<a href="https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2005.10.006" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2005.10.006</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lieberman, M., Doyle, A., &amp; Markiewicz, D. (1999). Developmental patterns in security of attachment to mother and father in late childhood and early adolescence: Associations with peer relations. <i>Child Development</i>, <i>70</i>, 202-213.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499484&pid=S0874-2049201800010000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Luke, N., &amp; Coyne, S. M. (2008). Fostering self-esteem: Exploring adult recollections on the influence of foster parents. <i>Child &amp; Family Social Work, 13,</i> 402-410. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1365-2206.2008.00565.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1365-2206.2008.00565.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499486&pid=S0874-2049201800010000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Luthar, S. S., Cicchetti, D., &amp; Becker, B. (2000). The construct of resilience: A critical evaluation and guidelines for future work. <i>Child Development, 71</i>, 543-562.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499487&pid=S0874-2049201800010000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">MacCallum, R. C., Widaman, K. F., Preacher, K. J., &amp; Hong, S. (2001). Sample size in fator analyses: The role of model error. <i>Multivariate Behavioral Research</i>, <i>36</i>, 611-637. <a href="https://doi.org/10.1207/S15327906MBR3604_06" target="_blank">https://doi.org/10.1207/S15327906MBR3604_06</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499489&pid=S0874-2049201800010000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Matos, P.M. &amp; Costa, M.E. (1996). Vincula&ccedil;&atilde;o e processos desenvolvimentais nos jovens e adultos. <i>Cadernos de Consulta Psicol&oacute;gica, 12</i>, 45-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499490&pid=S0874-2049201800010000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meeus, W., Oosterwegel, A., &amp; Vollebergh, W. (2002). Parental and peer attachment and identity development in adolescence. <i>Journal of Adolescence, 25,</i>93-106.<a href="https://doi.org/10.1006/jado.2001.0451" target="_blank">https://doi.org/10.1006/jado.2001.0451</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499492&pid=S0874-2049201800010000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mikami, A. Y., Gregory, A., Allen, J. P., Pianta, R. C., &amp; Lun, J. (2011).Effects of a teacher professional development intervention on peer relationships in secondary classrooms. <i>School Psychology Review, 40,</i> 367-385.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499493&pid=S0874-2049201800010000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2005). <i>Question&aacute;rio de liga&ccedil;&atilde;o a professores e funcion&aacute;rios &ndash; QLPF.</i>Manuscrito n&atilde;o publicado. Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto: Porto.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2010). Adolescentes institucionalizados: O papel das figuras significativas na predi&ccedil;&atilde;o da assertividade, empatia e autocontrolo<i>. An&aacute;lise Psicol&oacute;gica</i>, <i>2</i>, 245-254.<a href="https://doi.org/10.14417/ap.278" target="_blank">https://doi.org/10.14417/ap.278</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499496&pid=S0874-2049201800010000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2013). Peer attachment, coping and self-esteem in institutionalized adolescents: The mediating role of social skills. <i>European Journal of Psychology of Education, 28,</i> 1, 87-100. <a href="https://doi.org/10.1007/s10212-012-0103-z" target="_blank">https://doi.org/10.1007/s10212-012-0103-z</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499497&pid=S0874-2049201800010000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C.P., &amp; Matos, P.M. (2014). Padres, profesores y pares: Contribuciones para la autoestima y <i>coping</i> en los adolescentes. <i>Anales de Psicologia</i>, <i>30</i>(2), 656-666. <a href="https://doi.org/10.6018/analesps.30.2.161521" target="_blank">https://doi.org/10.6018/analesps.30.2.161521</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499498&pid=S0874-2049201800010000700054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2015a). Adolescents in institutional care: Significant adults, resilience and well-being. <i>Child and Youth Care Forum, 44</i>(2), <i>209-224.</i><a href="https://doi.org/10.1007/s10566-014-9278-6" target="_blank">https://doi.org/10.1007/s10566-014-9278-6</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499499&pid=S0874-2049201800010000700055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C.P., &amp; Matos, P. M. (2015b). Does sibling relationshipmatter to self-concept and resilience in institutionalized adolescents? <i>Child &amp; Youth Service Review, 56</i>, 97-106. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.childyouth.2015.06.017" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.childyouth.2015.06.017</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499500&pid=S0874-2049201800010000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2016). Caregiver&rsquo;s attachment and mental health: Effects on perceived bond in institutional care. <i>Professional Psychology: Research and Practice 47</i>(2), 110-119. <a href="http://psycnet.apa.org/doi/10.1037/pro0000047" target="_blank">http://psycnet.apa.org/doi/10.1037/pro0000047</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Munson, M. R., Smalling, S. E., Spencer, R., Scott, L. D., Jr., &amp; Tracy, E. (2010). A steady presence in the midst of change: Non-kin natural mentors in the lives of older youth exiting foster care. <i>Children and Youth Services Review, 32,</i>527&minus;535. <a href="https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2009.11.005" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.childyouth.2009.11.005</a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Nickerson, A. B., &amp; Nagle, R. J. (2005). Parent and peer attachment in late childhood and early adolescence. <i>Journal of Early Adolescence, 25</i>, 223-249. <a href="http://dx.doi.org/10.1177/0272431604274174" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1177/0272431604274174</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499503&pid=S0874-2049201800010000700059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Olivos, E.M., Gallagher, R.J., Aguilar, J.A. (2010). Fostering collaboration with culturally and linguistically diverse families of children with moderate to severe disabilities. <i>Journal of Educational and Psychological Consultation, 20</i>, 1, 28-40. <a href="http://dx.doi.org/10.1080/10474410903535372" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/10474410903535372</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499504&pid=S0874-2049201800010000700060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pesce, R. P., Assis, S.G., Santos, N., &amp; Oliveira, R.V. C. (2004). Risco e protec&ccedil;&atilde;o: Em busca de um equil&iacute;brio promotor de resili&ecirc;ncia. <i>Psicologia: Teoria e pesquisa, 20</i>, 135-143.<a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0102-37722004000200006" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-37722004000200006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499505&pid=S0874-2049201800010000700061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Pianta, R. C. (1999). <i>Enhancing relationships between children and teachers</i>. Washington DC: American Psychological Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499506&pid=S0874-2049201800010000700062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Prince-Embury, S., &amp; Saklofske, D. H. (Eds.). (2013). <i>Resiliency in children, youth and adults: Translating research into practice.</i>New York: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499508&pid=S0874-2049201800010000700063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Rhodes, J. E., Spencer, R., Keller, T. E., Liang, B., &amp; Noam, G. (2006). A model for the influence of mentoring relationships on youth development. <i>Journal of Community Psychology, 34</i>, 691&minus;707.<a href="http://dx.doi.org/10.1002/jcop.20124" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1002/jcop.20124</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Riley, P. (2011). <i>Attachment theory and the teacher-student relationship.</i> 1<sup>st</sup> Edition. Oxon: Routdlege.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499511&pid=S0874-2049201800010000700065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Ringle, J.L., Ingram. S.D., &amp; Thompson, R.W. (2010). The association between length of stay in residential care and educational achievement: Results from 5- and 16-year follow-up studies. <i>Children &amp; Youth Services Review, 32</i>, 974&ndash;980. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.childyouth.2010.03.022" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.childyouth.2010.03.022</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rocha, M. &amp; Matos, P.M. (2012). Componentes de apego em adolescentes portugueses. <i>Revista Argentina de Cl&iacute;nica Psicol&oacute;gica, 21</i>(3), 197-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499514&pid=S0874-2049201800010000700067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rocha, M., Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2011). Vincula&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e e liga&ccedil;&atilde;o aos pares na adolesc&ecirc;ncia: O papel mediador da autoestima. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, 2,</i> 185-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499516&pid=S0874-2049201800010000700068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rodrigues, S., Barbosa-Ducharne, M. &amp; Valle, J.F. (2013). La calidad del acogimiento residencial en Portugal e el ejemplo de la evoluci&oacute;n Espa&ntilde;ola. <i>Papeles del Psic&oacute;logo, 34</i> (1), 11-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499518&pid=S0874-2049201800010000700069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rutter, M. (2006). The promotion of resilience face of adversity. In A. Clarke Stewart, &amp; J. Dunn (Eds.), <i>Families count: Effects on child and adolescent development: The Jacobs Foundation series on adolescence</i>(pp. 26-50). Cambridge University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499520&pid=S0874-2049201800010000700070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Santana, J. P., &amp; Koller, S. H. (2004). As institui&ccedil;&otilde;es de atendimento e as fam&iacute;lias dos jovens em situa&ccedil;&atilde;o de rua: Fun&ccedil;&otilde;es excludentes ou complementares? Em M. R. F. de Azambuja, M. V. Silveira &amp; D. D. Bruno (Orgs.), <i>Inf&acirc;ncia em fam&iacute;lia: Um compromisso de todos</i> (pp. 129-135). Porto Alegre: IBEDFAM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499522&pid=S0874-2049201800010000700071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Schumacker, R. E., &amp; Lomax, R. G. (2004). <i>A beginner&rsquo;s guide to structural equation modeling</i> (2<sup>nd</sup> ed.). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Siqueira, A. C., &amp; Dell&rsquo;Aglio, D. D. (2006). O impacto da institucionaliza&ccedil;&atilde;o na inf&acirc;ncia e na adolesc&ecirc;ncia: Uma revis&atilde;o da literatura. <i>Psicologia &amp; Sociedade</i>, <i>18</i>, 71-80. <a href="http ://dx.doi.org/10.1590/S0102-71822006000100010" target="_blank">http ://dx.doi.org/10.1590/S0102-71822006000100010</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Soenens, B., &amp; Vansteenkiste, M. (2005). Antecedents and outcomes of self-determination in three life domains: The role of parents&rsquo; and teachers&rsquo; autonomy support. <i>Journal of Youth and Adolescence, 34</i>, 589-604. <a href="https://doi.org/10.1007/s10964-005-8948-y" target="_blank">https://doi.org/10.1007/s10964-005-8948-y</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Spence, S., &amp; Matos, M. (2000). Interven&ccedil;&otilde;es preventivas com crian&ccedil;as e adolescentes. In M. Matos, C. Sim&otilde;es, &amp; S. Carvalhosa (Org.), <i>Desenvolvimentode compet&ecirc;ncias de vida na preven&ccedil;&atilde;o do desajustamentosocial</i>. Lisboa: IRS/MJ.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499527&pid=S0874-2049201800010000700075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Sroufe, L. (2000). Early relationships and the development of children. <i>Infant Mental Health Journal, 21</i>, 67-74. <a href="https://doi.org/10.1002/(SICI)1097-0355(200001/04)21%3A1/2&amp;&lt;67%3A%3AAID-IMHJ8&amp;&gt;;3.0.CO%3B2-2" target="_blank">https://doi.org/10.1002/(SICI)1097-0355(200001/04)21%3A1/2&lt;67%3A%3AAID-IMHJ8&gt;3.0.CO%3B2-2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499529&pid=S0874-2049201800010000700076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Strecht, P. (2002). <i>Crescer vazio: Repercuss&otilde;es ps&iacute;quicas do abandono, neglig&ecirc;ncia e maus tratos em crian&ccedil;as e adolescentes.</i>Lisboa: Ass&iacute;rio e Alvim.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499530&pid=S0874-2049201800010000700077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Trinke, S. J., &amp; Bartholomew, K. (1997). Hierarchies of attachment relationships in young adulthood. <i>Journal of Social and Personal Relationships</i>, <i>14</i>, 603-625.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499532&pid=S0874-2049201800010000700078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Trzesniewski, K. H., Robins, R. W., Roberts, B. W., &amp; Caspi, A. (2004). Personality and self-esteem development across the lifespan. In P. T. Costa, Jr. &amp; I. C. Siegler (Eds.), <i>Recent advances in psychology and aging</i>(pp. 163-185). Amsterdam, The Netherlands: Elsevier Science.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499534&pid=S0874-2049201800010000700079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Vaz-Serra, A. (1986). O Invent&aacute;rio Cl&iacute;nico do Auto-Conceito. <i>Psiquiatria Cl&iacute;nica, 7</i>, 67-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499536&pid=S0874-2049201800010000700080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Verschueren, K., Doumen, S., Buyse, E. (2012). Relationships with mother, teacher, and peers: Unique and joint effects on young children&rsquo;s self-concept. <i>Attachment &amp; Human Development, 14</i>, 233-248.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Weiss, R. S. (1991). The attachment bond in childhood and adulthood. In C. M. Parkes, J. Stevenson-Hinde &amp; P. Marris (Eds.), <i>Attachment across the life cycle</i>(pp.66-76). London, New York: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499539&pid=S0874-2049201800010000700082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wekerle, C., Waechter, R., Leung, E., &amp; Leonard, M. (2007). Adolescence: A window of opportunity for positive change in mental health. <i>First Peoples Child &amp; Family Review, 3</i>, 8-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499541&pid=S0874-2049201800010000700083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wilkinson, R. B., &amp; Walford, W. A. (2001). Attachment and personality in the psychological health of adolescents. <i>Personality and Individual Differences, 31</i>, 473-484.<a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0191-8869(00)00151-3" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/S0191-8869(00)00151-3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499543&pid=S0874-2049201800010000700084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wilkinson, R. B., e Parry, M. M. (2004). Attachment styles, quality of attachment relationships, and components of self-esteem in adolescence.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499544&pid=S0874-2049201800010000700085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> <i>Proceedings of the 39</i><sup><i>th</i></sup> <i>Australian Psychological Society Annual Conference (pp.30-305).</i>Melbourne,Australia: The Australian Psychological Society.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Yunes, M. A. M., Miranda, A. T., &amp; Cuello, S. E. S. (2004). Um olhar ecol&oacute;gico para os riscos e as oportunidades de desenvolvimento de crian&ccedil;as e adolescentes institucionalizados. In S. H.Koller (Ed.). <i>Abordagem ecol&oacute;gica do desenvolvimento humano: Experiencia no Brasil</i> (pp.193-214). Editora Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499546&pid=S0874-2049201800010000700086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Zegers, M.A.M., Schuengel, C., Ijzendoorn, M.H.V., &amp; Janssens, J.M.A.M. (2006). Attachment representations of institutionalized adolescents and their professional caregivers: Predicting the development of therapeutic relationships. <i>Journal of Orthosychiatry, 3,</i> 325- 334.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499548&pid=S0874-2049201800010000700087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Zimmer-Gembeck, M. J., &amp; Locke, E. M. (2007). The socialization of adolescent <i>coping</i> behaviours:  Relationships with families and teachers. <i>Journal of Adolescence</i>, <i>30</i>, <i>1-16.</i> <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.adolescence.2005.03.001" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.adolescence.2005.03.001</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><i>Historial do artigo</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Recebido</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">07/02/2017</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Aceite</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">10/09/2017</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Publicado</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">05/2018</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Financiado por</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Esta investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; parcialmente suportada pela FCT atrav&eacute;s do projeto PEst-C/PSI/UI0050/2011 e o FEDER com fundos do programa COMPETE sob o projeto FCOMP-01-0124-FEDER-022714.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>c</sup><a href="#topc0">Autor para correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Catarina Pinheiro Mota, Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia da UTAD, Quinta de Prados, 5000-801, Vila Real. E-mail: <a href="mailto:catppmota@utad.pt">catppmota@utad.pt</a>.</font></p>       ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ackerman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dozier]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The influence of foster parent investment on children&#8217;s representations of self and attachment figures]]></article-title>
<source><![CDATA[Applied Developmental Psychology]]></source>
<year>2005</year>
<volume>26</volume>
<page-range>507-520</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ahrens]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DuBois]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garrison]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Spencer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Richardson]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lozano]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Qualitative exploration of relationships with important non-parental adults in the lives of youth in foster care]]></article-title>
<source><![CDATA[Children and Youth Services Review]]></source>
<year>2011</year>
<volume>33</volume>
<page-range>1012-1023</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ainsworth]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. D. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Attachment beyond infancy]]></article-title>
<source><![CDATA[American Psychologist]]></source>
<year>1989</year>
<volume>44</volume>
<page-range>709-716</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alberto]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Como pássaros em gaiolas? Reflexões em torno da institucionalização de menores em risco]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Machado]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Violência e vítimas de crimes(Vol.2)]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[Coimbra ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Quarteto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Allen]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The attachment system in adolescence]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Cassidy]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shaver]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of attachment: Theory, research, and clinical applications]]></source>
<year>2008</year>
<edition>2</edition>
<page-range>419-435</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guilford]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Al-Yagon]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mikulincer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Children´s appraisal of teacher as a secure base and their socio-emotional and academic adjustment in middle childhood]]></article-title>
<source><![CDATA[Research in Education]]></source>
<year>2006</year>
<volume>75</volume>
<page-range>1-18</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Anaut]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A resiliência. Ultrapassar os traumatismos]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Climepsi Editores]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Armsden]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Inventory of Parent and Peer Attachment: Individual differences and their relationship to psychological well-being in adolescence]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Youth and Adolescence]]></source>
<year>1987</year>
<volume>16</volume>
<page-range>427-454</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Baker]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wulczyn]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dale]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Covariates of length of stay in residential treatment]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Welfare]]></source>
<year>2005</year>
<volume>84</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>363-386</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barth]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Residential care: From here to eternity]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Social Welfare]]></source>
<year>2005</year>
<volume>14</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>158-162</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barth]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lloyd]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Green]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[James]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leslie]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Landsverk]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Predictors of placement moves among children with and without emotional and behavioral disorders]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Emotional and Behavioral Disorders]]></source>
<year>2007</year>
<volume>15</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>46-55</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Berndt]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burgy]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social self-concept]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Bracken]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of self-concept]]></source>
<year>1996</year>
<page-range>171-209</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley & Sons]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bowlby]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Attachment and loss: (Vol. 2 Separation: Anxiety and anger)]]></source>
<year>1973</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York, NY ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Basic Books]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Branden]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O poder da auto-estima]]></source>
<year>2000</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Saraiva]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Calheiros]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Patrício]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Assessment of needs in residential care: Perspectives of youth and professionals]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Child and Family Studies]]></source>
<year>2014</year>
<volume>23</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>461-474</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Collins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Spencer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ward]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Supporting youth in the transition from foster care: Formal and informal connections]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Welfare]]></source>
<year>2010</year>
<volume>89</volume>
<page-range>125&#8722;143</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cassidy]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The nature of child's ties]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Cassidy]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shaver]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of attachment: Theory, research and clinical applications]]></source>
<year>1999</year>
<page-range>3-20</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[The Guilford Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Abordagem sistémica do conflito]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Aberta]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Configuração familiar, género e coping em adolescentes: Papel dos pares]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia em Estudo]]></source>
<year>2012</year>
<volume>17</volume>
<page-range>567-575</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Papel da ligação aos pares e estratégias de coping na auto-estima de adolescentes institucionalizados]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia Educação e Cultura]]></source>
<year>2014</year>
<volume>18</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>81-98</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Davis]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Conceptualizing the role and influence of student-teacher relationships on children&#8217;s social and cognitive development]]></article-title>
<source><![CDATA[Educational Psychologist]]></source>
<year>2003</year>
<volume>38</volume>
<page-range>207-234</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dekovic]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Meeus]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Peer relations in adolescence: Effects of parenting and adolescents&#8217; self-concept]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Adolescence]]></source>
<year>1997</year>
<volume>20</volume>
<page-range>163-176</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dell`Aglio]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hutz]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estratégias de coping de crianças e adolescentes em eventos estressantes com pares e com adultos]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia - USP]]></source>
<year>2002</year>
<volume>13</volume>
<page-range>203-225</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Eccles]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Templeton]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barber]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stone]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adolescence and emerging adulthood: the critical passage ways to adulthood]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Bornstein]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Davidson]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Keyes]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moore]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Well-beings: Positive development across the life course]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>383-406</page-range><publisher-loc><![CDATA[Mahwah ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Farineau]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wojciak]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McWey]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[You matter to me: important relationships and self-esteem of adolescents in foster care]]></article-title>
<source><![CDATA[Child & Family Social Work]]></source>
<year>2013</year>
<volume>18</volume>
<page-range>129-138</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fergus]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zimmerman]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adolescent resilience: A Framework for understanding healthy development in the face of risk]]></article-title>
<source><![CDATA[Annual Review of Public Health]]></source>
<year>2005</year>
<volume>26</volume>
<page-range>399-419</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Inventory of peer and parental attachment. Adaptação do instrumento]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-name><![CDATA[Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Formosinho]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Araújo]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A institucionalização enquanto transição ecológica: A fenomenologia da experiência no momento de pós-transição]]></article-title>
<source><![CDATA[Cadernos de Consulta Psicológica]]></source>
<year>2002</year>
<volume>17</volume>
<page-range>267-276</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Friedlmeier]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Granqvist]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Attachment transfer among Swedish and German adolescents: A prospective longitudinal study]]></article-title>
<source><![CDATA[Personal Relationships]]></source>
<year>2006</year>
<volume>13</volume>
<page-range>261-279</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fuentes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[García]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lila]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Self-concept and psychosocial adjustment in adolescence]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicothema]]></source>
<year>2011</year>
<volume>23</volume>
<page-range>7-12</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaspar]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P,]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alcoforado]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Respostas educativas para menores em risco: estudo de caso duplo da institucionalização em lares de infância e juventude]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Polêmica]]></source>
<year>2015</year>
<volume>15</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1 - 20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Harder]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Huyghen]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Knot-Dickscheit]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kalverboer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Köngeter]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zeller]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Knorth]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Education secured? The school performance of adolescents in secure residential youth care]]></article-title>
<source><![CDATA[Child & Youth Care Forum]]></source>
<year>2014</year>
<volume>43</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>251-268</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Haskett]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nears]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ward]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McPherson]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Diversity in adjustment of maltreated children: Predictors of resilient functioning]]></article-title>
<source><![CDATA[Clinical Psychology Review]]></source>
<year>2006</year>
<volume>26</volume>
<page-range>796-812</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hazan]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shaver]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Attachment as an organizational framework for research on close relationships]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychological Inquiry]]></source>
<year>1994</year>
<volume>5</volume>
<page-range>1-22</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hazan]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zeifman]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sex and the psychological tether]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Bartholomew]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perlman]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Advances in personal relationships]]></source>
<year>1994</year>
<page-range>17-52</page-range><publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Jessica Kingsley]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hegar]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rosenthal]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Kinship care and sibling placement: Child behavior, family relationships, and school outcomes]]></article-title>
<source><![CDATA[Children and Youth Services Review]]></source>
<year>2009</year>
<volume>32</volume>
<page-range>670-679</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Heinonen]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Raikkonen]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Keltikangas-Jarvinen]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Maternal perceptions and adolescent self-esteem: A six-year longitudinal study]]></article-title>
<source><![CDATA[Adolescence]]></source>
<year>2003</year>
<volume>38</volume>
<page-range>669-687</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Instituto da Segurança Social, I.P.</collab>
<source><![CDATA[CASA: Relatório de caracterização das crianças e jovens em situação de acolhimento (art.º 10.º do Capítulo V da Lei n.º 31/2003, de 22 de Agosto)]]></source>
<year>2015</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[James]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[What works in group care? A structured review of treatment models for group homes and residential care.]]></article-title>
<source><![CDATA[Children and Youth Services Review]]></source>
<year>2011</year>
<volume>33</volume>
<page-range>308-321</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[James]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Roesch]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zhang]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Characteristics and behavioral outcomes for youth in group care and family-based care: A propensity score matching approach using national data]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Emotional and Behavioral Disorders]]></source>
<year>2012</year>
<volume>20</volume>
<page-range>144-156</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[James]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zhang]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Landsverk]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Residential care for youth in the child welfare system: Stop-gap option or not?]]></article-title>
<source><![CDATA[Residential Treatment for Children & Youth]]></source>
<year>2012</year>
<volume>29</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>48-65</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Laible]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carlo]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Raffaelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The differential relations of parent and peer attachment to adolescent psychological adjustment]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Youth Adolescence]]></source>
<year>2000</year>
<volume>29</volume>
<page-range>45-59</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Legault]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anawati]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Flynn]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fators favoring psychological resilience among fostered young people]]></article-title>
<source><![CDATA[Children and Youth Services Review]]></source>
<year>2006</year>
<volume>28</volume>
<page-range>1024-1038</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lieberman]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Doyle]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Markiewicz]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Developmental patterns in security of attachment to mother and father in late childhood and early adolescence: Associations with peer relations]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>1999</year>
<volume>70</volume>
<page-range>202-213</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Luke]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coyne]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fostering self-esteem: Exploring adult recollections on the influence of foster parents]]></article-title>
<source><![CDATA[Child & Family Social Work]]></source>
<year>2008</year>
<volume>13</volume>
<page-range>402-410</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Luthar]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cicchetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Becker]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The construct of resilience: A critical evaluation and guidelines for future work]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>2000</year>
<volume>71</volume>
<page-range>543-562</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MacCallum]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Widaman]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Preacher]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hong]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sample size in fator analyses: The role of model error]]></article-title>
<source><![CDATA[Multivariate Behavioral Research]]></source>
<year>2001</year>
<volume>36</volume>
<page-range>611-637</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Vinculação e processos desenvolvimentais nos jovens e adultos]]></article-title>
<source><![CDATA[Cadernos de Consulta Psicológica]]></source>
<year>1996</year>
<volume>12</volume>
<page-range>45-54</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Meeus]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oosterwegel]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vollebergh]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Parental and peer attachment and identity development in adolescence]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Adolescence]]></source>
<year>2002</year>
<volume>25</volume>
<page-range>93-106</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mikami]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gregory]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Allen]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pianta]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lun]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of a teacher professional development intervention on peer relationships in secondary classrooms]]></article-title>
<source><![CDATA[School Psychology Review]]></source>
<year>2011</year>
<volume>40</volume>
<page-range>367-385</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Questionário de ligação a professores e funcionários - QLPF]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Adolescentes institucionalizados: O papel das figuras significativas na predição da assertividade, empatia e autocontrolo]]></article-title>
<source><![CDATA[Análise Psicológica]]></source>
<year>2010</year>
<volume>2</volume>
<page-range>245-254</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Peer attachment, coping and self-esteem in institutionalized adolescents: The mediating role of social skills]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Psychology of Education]]></source>
<year>2013</year>
<volume>28</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>87-100</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Padres, profesores y pares: Contribuciones para la autoestima y coping en los adolescentes]]></article-title>
<source><![CDATA[Anales de Psicologia]]></source>
<year>2014</year>
<volume>30</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>656-666</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adolescents in institutional care: Significant adults, resilience and well-being]]></article-title>
<source><![CDATA[Child and Youth Care Forum]]></source>
<year>2015</year>
<month>a</month>
<volume>44</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>209-224</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Does sibling relationshipmatter to self-concept and resilience in institutionalized adolescents?]]></article-title>
<source><![CDATA[Child & Youth Service Review]]></source>
<year>2015</year>
<month>b</month>
<volume>56</volume>
<page-range>97-106</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B57">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Caregiver&#8217;s attachment and mental health: Effects on perceived bond in institutional care]]></article-title>
<source><![CDATA[Professional Psychology: Research and Practice]]></source>
<year>2016</year>
<volume>47</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>110-119</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B58">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Munson]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Smalling]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Spencer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scott]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. D., Jr.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tracy]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A steady presence in the midst of change: Non-kin natural mentors in the lives of older youth exiting foster care]]></article-title>
<source><![CDATA[Children and Youth Services Review]]></source>
<year>2010</year>
<volume>32</volume>
<page-range>527&#8722;535</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B59">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nickerson]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nagle]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Parent and peer attachment in late childhood and early adolescence]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Early Adolescence]]></source>
<year>2005</year>
<volume>25</volume>
<page-range>223-249</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B60">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Olivos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gallagher]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aguilar]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fostering collaboration with culturally and linguistically diverse families of children with moderate to severe disabilities]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Educational and Psychological Consultation]]></source>
<year>2010</year>
<volume>20</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>28-40</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B61">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pesce]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Assis]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.V. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Risco e protecção: Em busca de um equilíbrio promotor de resiliência]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Teoria e pesquisa]]></source>
<year>2004</year>
<volume>20</volume>
<page-range>135-143</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B62">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pianta]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Enhancing relationships between children and teachers]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Washington DC ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[American Psychological Association]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B63">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Prince-Embury]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saklofske]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Resiliency in children, youth and adults: Translating research into practice]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Springer]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B64">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rhodes]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Spencer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Keller]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Liang]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Noam]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A model for the influence of mentoring relationships on youth development]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Community Psychology]]></source>
<year>2006</year>
<volume>34</volume>
<page-range>691&#8722;707</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B65">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Riley]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Attachment theory and the teacher-student relationship]]></source>
<year>2011</year>
<edition>1st Edition</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Oxon ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Routdlege]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B66">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ringle]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ingram]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thompson]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The association between length of stay in residential care and educational achievement: Results from 5- and 16-year follow-up studies]]></article-title>
<source><![CDATA[Children & Youth Services Review]]></source>
<year>2010</year>
<volume>32</volume>
<page-range>974-980</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B67">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Componentes de apego em adolescentes portugueses]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Argentina de Clínica Psicológica]]></source>
<year>2012</year>
<volume>21</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>197-208</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B68">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Vinculação à mãe e ligação aos pares na adolescência: O papel mediador da autoestima]]></article-title>
<source><![CDATA[Análise Psicológica]]></source>
<year>2011</year>
<volume>2</volume>
<page-range>185-200</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B69">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa-Ducharne]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Valle]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[La calidad del acogimiento residencial en Portugal e el ejemplo de la evolución Española]]></article-title>
<source><![CDATA[Papeles del Psicólogo]]></source>
<year>2013</year>
<volume>34</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>11-22</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B70">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rutter]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The promotion of resilience face of adversity]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Stewart]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. Clarke]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunn]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Families count: Effects on child and adolescent development: The Jacobs Foundation series on adolescence]]></source>
<year>2006</year>
<page-range>26-50</page-range><publisher-name><![CDATA[Cambridge University Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B71">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santana]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koller]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[As instituições de atendimento e as famílias dos jovens em situação de rua: Funções excludentes ou complementares?]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[de Azambuja]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bruno]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Infância em família: Um compromisso de todos]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>129-135</page-range><publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IBEDFAM]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B72">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schumacker]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lomax]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A beginner&#8217;s guide to structural equation modeling]]></source>
<year>2004</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Mahwah ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B73">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Siqueira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dell&#8217;Aglio]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O impacto da institucionalização na infância e na adolescência: Uma revisão da literatura]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia & Sociedade]]></source>
<year>2006</year>
<volume>18</volume>
<page-range>71-80</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B74">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Soenens]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vansteenkiste]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Antecedents and outcomes of self-determination in three life domains: The role of parents&#8217; and teachers&#8217; autonomy support]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Youth and Adolescence]]></source>
<year>2005</year>
<volume>34</volume>
<page-range>589-604</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B75">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Spence]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Intervenções preventivas com crianças e adolescentes]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simões]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalhosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Desenvolvimentode competências de vida na prevenção do desajustamentosocial]]></source>
<year>2000</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IRS/MJ]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B76">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sroufe]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Early relationships and the development of children]]></article-title>
<source><![CDATA[Infant Mental Health Journal]]></source>
<year>2000</year>
<volume>21</volume>
<page-range>67-74</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B77">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Strecht]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Crescer vazio: Repercussões psíquicas do abandono, negligência e maus tratos em crianças e adolescentes]]></source>
<year>2002</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Assírio e Alvim]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B78">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Trinke]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bartholomew]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Hierarchies of attachment relationships in young adulthood]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Social and Personal Relationships]]></source>
<year>1997</year>
<volume>14</volume>
<page-range>603-625</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B79">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Trzesniewski]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Robins]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Roberts]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caspi]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Personality and self-esteem development across the lifespan]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Costa, Jr.]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Siegler]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Recent advances in psychology and aging]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>163-185</page-range><publisher-loc><![CDATA[Amsterdam ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Elsevier Science]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B80">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vaz-Serra]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O Inventário Clínico do Auto-Conceito]]></article-title>
<source><![CDATA[Psiquiatria Clínica]]></source>
<year>1986</year>
<volume>7</volume>
<page-range>67-84</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B81">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Verschueren]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Doumen]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Buyse]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Relationships with mother, teacher, and peers: Unique and joint effects on young children&#8217;s self-concept]]></article-title>
<source><![CDATA[Attachment & Human Development]]></source>
<year>2012</year>
<volume>14</volume>
<page-range>233-248</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B82">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Weiss]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The attachment bond in childhood and adulthood]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Parkes]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stevenson-Hinde]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marris]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Attachment across the life cycle]]></source>
<year>1991</year>
<page-range>66-76</page-range><publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Routledge]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B83">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wekerle]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Waechter]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leung]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leonard]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adolescence: A window of opportunity for positive change in mental health]]></article-title>
<source><![CDATA[First Peoples Child & Family Review]]></source>
<year>2007</year>
<volume>3</volume>
<page-range>8-16</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B84">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wilkinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Walford]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Attachment and personality in the psychological health of adolescents]]></article-title>
<source><![CDATA[Personality and Individual Differences]]></source>
<year>2001</year>
<volume>31</volume>
<page-range>473-484</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B85">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wilkinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parry]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Attachment styles, quality of attachment relationships, and components of self-esteem in adolescence]]></source>
<year>2004</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B86">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cuello]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. E. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Um olhar ecológico para os riscos e as oportunidades de desenvolvimento de crianças e adolescentes institucionalizados]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Koller]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Abordagem ecológica do desenvolvimento humano: Experiencia no Brasil]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>193-214</page-range><publisher-name><![CDATA[Editora Casa do Psicólogo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B87">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zegers]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schuengel]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ijzendoorn]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.H.V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Janssens]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.M.A.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Attachment representations of institutionalized adolescents and their professional caregivers: Predicting the development of therapeutic relationships]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Orthosychiatry]]></source>
<year>2006</year>
<volume>3</volume>
<page-range>325- 334</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B88">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zimmer-Gembeck]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Locke]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The socialization of adolescente coping behaviours: Relationships with families and teachers]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Adolescence]]></source>
<year>2007</year>
<volume>30</volume>
<page-range>1-16</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
