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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Trabalho em call-center: Comparação entre os serviços inbound e outbound]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The impact of call-center work on various physical and psychological dimensions of the individual has been subject of several studies; however, research comparing the types of services in this work context is scarce. Thus, in this study, besides analysing the characteristics of the work, the main sources of stress and the organizational commitment in this type of context, also compared the inbound and outbound services according to such dimensions. In total, 274 call-center operators participated, 191 of the inbound service and 83 of the outbound service. In the data collection the protocol used consisted in several scales, in paper format and online. It was found that participants in the inbound group perceive a greater variety of skills in their work and higher levels of stress related to family problems than the participants of the outbound group. No significant differences were found relatively to the commitment to the organization.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b>Trabalho em <i>call-center</i>: Compara&ccedil;&atilde;o entre os servi&ccedil;os <i>inbound</i> e <i>outbound</i></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>Work in call-center: Comparison between inbound and outbound services.</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Susana Gon&ccedil;alves<sup>1</sup>, Isabel Soares Silva<sup>1</sup> &amp; Ana Veloso<sup>1</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup> Escola de Psicologia da Universidade do Minho, Campus de Gualtar, 4710-057 Braga, Portugal.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b><sup>c</sup><a href="#c0">Autor para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a> </b></font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O impacto do trabalho em <i>call-center</i> em v&aacute;rias dimens&otilde;es f&iacute;sicas e psicol&oacute;gicas do indiv&iacute;duo tem sido alvo de diversos estudos; no entanto, pouca investiga&ccedil;&atilde;o tem comparado os tipos de servi&ccedil;os neste contexto de trabalho. Assim, este estudo, al&eacute;m de fazer uma an&aacute;lise das caracter&iacute;sticas do trabalho, das principais fontes de <i>stress</i>e do compromisso com a organiza&ccedil;&atilde;o neste tipo de contexto, comparou os servi&ccedil;os <i>inbound</i> e <i>outbound</i> em fun&ccedil;&atilde;o de tais dimens&otilde;es. No total, participaram 274 operadores de <i>call-center</i>, 191 do servi&ccedil;o <i>inbound</i> e 83 do servi&ccedil;o <i>outbound</i>. Na recolha de dados foi usado um protocolo de investiga&ccedil;&atilde;o constitu&iacute;do por diversas escalas, em formato papel e <i>online</i>. Verificou-se que participantes do grupo <i>inbound</i> percecionam uma maior variedade de compet&ecirc;ncias no seu trabalho e n&iacute;veis superiores de <i>stress</i> relacionados com problemas familiares do que os participantes do grupo <i>outbound</i>. N&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas em rela&ccedil;&atilde;o ao compromisso com a organiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Call-center; caracter&iacute;sticas do trabalho; stress; compromisso organizacional.</font></p>  <hr size="1" noshade>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">The impact of call-center work on various physical and psychological dimensions of the individual has been subject of several studies; however, research comparing the types of services in this work context is scarce. Thus, in this study, besides analysing the characteristics of the work, the main sources of stress and the organizational commitment in this type of context, also compared the inbound and outbound services according to such dimensions. In total, 274 call-center operators participated, 191 of the inbound service and 83 of the outbound service. In the data collection the protocol used consisted in several scales, in paper format and online. It was found that participants in the inbound group perceive a greater variety of skills in their work and higher levels of stress related to family problems than the participants of the outbound group. No significant differences were found relatively to the commitment to the organization.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords:</b> Call-center; work characteristics; stress; organizational commitment.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2">As constantes altera&ccedil;&otilde;es das sociedades, bem como o avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico, potenciaram o estudo de novas estrat&eacute;gias de trabalho. A promo&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e o apoio a clientes atrav&eacute;s de meios telef&oacute;nicos e inform&aacute;ticos foi uma das estrat&eacute;gias de trabalho adotadas nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, fazendo assim emergir os denominados <i>call-centers.</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os <i>call-centers</i> caracterizam-se pela promo&ccedil;&atilde;o, entrega e venda de produtos/servi&ccedil;os por via telef&oacute;nica e por meio da utiliza&ccedil;&atilde;o de um terminal de computador, de forma &aacute;gil, r&aacute;pida e com custos reduzidos para a organiza&ccedil;&atilde;o (Legros et al., 2018; Mustosm&auml;ki et al., 2013; S&aacute; &amp; S&aacute;, 2014; Vilela &amp; Assun&ccedil;&atilde;o, 2004; Zapf et al., 2003). O trabalho a&iacute; desempenhado &eacute; descrito como sendo feito sentado, de frente para um computador, com <i>headset</i>, e regidos por um protocolo empresarial desenhado de forma a maximizar o n&uacute;mero de chamadas efetuadas (e.g., Holman et al., 2002; Moreira et al., 2015; Rose &amp; Wright, 2005). Esta forma contempor&acirc;nea de trabalho promove a facilidade no contacto entre empresas e os seus clientes, o que fez aumentar significativamente o n&uacute;mero de <i>call-centers</i> (Echchakoui, 2016; Roque, 2013; Scolari et al., 2009). O crescimento significativo do n&uacute;mero de <i>call-centers</i> tem chamado a aten&ccedil;&atilde;o da comunidade cient&iacute;fica e este interesse n&atilde;o surge apenas pela relativa novidade do setor de atividade, mas tamb&eacute;m pelas quest&otilde;es do &acirc;mbito da seguran&ccedil;a e sa&uacute;de no trabalho que tal tem&aacute;tica suscita (Moreira et al., 2015).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De acordo com o <i>European Contact Center Benchmark</i> realizado em 30 pa&iacute;ses europeus no ano 2015, o n&uacute;mero de <i>call-centers</i> tem vindo a apresentar uma taxa de crescimento de 3.02% ao ano, o que significa um aumento do n&uacute;mero de operadores neste tipo de servi&ccedil;os. Nesse ano, existiam na Europa perto de 40 000 <i>call-centers</i> que empregavam mais de 3,85 milh&otilde;es de pessoas (1.15% da popula&ccedil;&atilde;o ativa da Europa), sendo que a maioria desses profissionais s&atilde;o do sexo feminino (64.4%), 42.7% possuem o ensino secund&aacute;rio e 66.4% trabalham a tempo inteiro <i>no call-center</i> (Altitude, 2016). Em Portugal, comparados os dados recolhidos em 2013 no<i>European Contact Center Benchmark</i> com os de 2014, a taxa de crescimento dos <i>call-centers</i>foi de 9%.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar de ser um tipo de atividade econ&oacute;mica relativamente recente, a forma como o trabalho em <i>call-center</i> est&aacute; organizado &eacute; considerado, por diversos autores, uma nova vertente do trabalho <i>taylorizado</i> (Costa &amp; Costa, 2018; Moreira et al., 2015; S&aacute; &amp; S&aacute;, 2014; Mustosm&auml;ki et al., 2013; Santos &amp; Marques, 2006; Vilela &amp; Assun&ccedil;&atilde;o, 2004). A organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho <i>taylorizado</i>, proposta por Taylor (1911/1998), preconiza que o trabalho deveria estar organizado em tarefas simples, separado em pequenas atividades e distribu&iacute;do por postos de trabalho de forma a especializar o operador naquela fun&ccedil;&atilde;o e minimizar o tempo de realiza&ccedil;&atilde;o da mesma, o que se assemelha ao que &eacute; pretendido nos servi&ccedil;os de <i>call-center</i>(Costa &amp; Costa, 2018; Moreira et al., 2015). De acordo com Santos e Marques (2006), os operadores de <i>call-center</i> s&atilde;o submetidos a uma monitoriza&ccedil;&atilde;o constante feita de forma autom&aacute;tica por parte de um supervisor direto que, atrav&eacute;s de <i>software</i> espec&iacute;fico, acompanha e controla todo o desempenho em tempo real. A instala&ccedil;&atilde;o de tal <i>software</i>permite conduzir as falas dos operadores, n&atilde;o admitindo altera&ccedil;&otilde;es ou interpreta&ccedil;&otilde;es, tornando-as objetivas e padronizadas. Deste modo, todo o discurso do operador &eacute; limitado e controlado, reduzindo ao m&aacute;ximo a sua autonomia e o tempo de atendimento (Venco, 2006). Os operadores n&atilde;o t&ecirc;m autoriza&ccedil;&atilde;o para determinar o momento e dura&ccedil;&atilde;o das chamadas, ficando sujeitos a tarefas rotineiras, de baixa complexidade, com reduzidas oportunidades para organizar o seu trabalho e a rece&ccedil;&atilde;o de <i>feedback</i>que, por vezes, &eacute; feito no decorrer da chamada (Costa &amp; Costa, 2018; Santos &amp; Marques, 2006; Roque, 2008). Os operadores de <i>call-center</i> consideram ainda estar sujeitos a um elevado ritmo de trabalho, justificado pelo reduzido intervalo de tempo entre chamadas, e a tarefas mon&oacute;tonas (Rose &amp; Wright, 2005).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente &agrave; forma como o trabalho est&aacute; organizado nos servi&ccedil;os de <i>call-center</i>, Holman (2003) prop&otilde;e dois modelos distintos. Por um lado, o trabalho pode ser orientado pelo modelo de servi&ccedil;o de elevado compromisso (<i>high commitment service</i>), caracterizando-o por ter oper&aacute;rios qualificados, atendimento ao cliente personalizado e pela realiza&ccedil;&atilde;o de tarefas complexas n&atilde;o controladas por entidades superiores. Por outro lado, pode seguir o modelo de servi&ccedil;o em massa (<i>mass service</i>), que o caracteriza por n&atilde;o necessitar de oper&aacute;rios qualificados, por apresentarem baixa autonomia para os seus operadores na realiza&ccedil;&atilde;o de tarefas pouco complexas, seguidas de processos previamente estabelecidos, propiciando assim um maior volume de chamadas. Conforme referido por Frenkel et al. (1998), a maioria dos <i>call-centers</i> consideram mais importante a quantidade de chamadas efetuadas/atendidas do que propriamente a qualidade do servi&ccedil;o. Tamb&eacute;m Costa e Costa (2018), num estudo comparativo do trabalho em <i>call-center</i> entre Portugal e Brasil, verificaram que em ambos os pa&iacute;ses, os rendimentos podem variar em fun&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de vendas, o que vem sugerir que a maioria dos servi&ccedil;os de <i>call-center</i> opta ent&atilde;o por trabalhar de acordo com o segundo modelo proposto por Holman (2003), ou seja, o <i>mass service</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Atendendo a que a literatura tem evidenciado uma liga&ccedil;&atilde;o entre as caracter&iacute;sticas do trabalho em <i>call-center</i> e o bem-estar dos operadores (e.g., Holman, 2002; Scolari et al., 2009) alguns estudos t&ecirc;m focado a rela&ccedil;&atilde;o deste tipo de trabalho com vari&aacute;veis relacionadas com o estado de sa&uacute;de f&iacute;sica e psicol&oacute;gica dos operadores. Assim, estudos realizados sobre este tema t&ecirc;m indicado que este tipo de servi&ccedil;os apresenta uma elevada press&atilde;o nos operadores e provocam dificuldades n&atilde;o s&oacute; ao n&iacute;vel f&iacute;sico como ao n&iacute;vel psicol&oacute;gico, conduzindo a problemas de vincula&ccedil;&atilde;o e identifica&ccedil;&atilde;o com a tarefa (Ziliotto &amp; Oliveira, 2014). Roque (2008), por exemplo, observou que a n&iacute;vel psicol&oacute;gico, os operadores apresentavam desmotiva&ccedil;&atilde;o para a vida social e familiar como principal consequ&ecirc;ncia dos permanentes e elevados n&iacute;veis de exig&ecirc;ncia e de <i>stress</i>. Moreira et al. (2015) analisaram tamb&eacute;m o impacto deste trabalho ao n&iacute;vel do <i>stress</i>nos operadores, verificando que estes, devido a estarem insatisfeitos com o conte&uacute;do das suas fun&ccedil;&otilde;es e com as caracter&iacute;sticas organizacionais, rescindiam do seu contrato.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Outro aspeto a salientar em rela&ccedil;&atilde;o a este tipo de servi&ccedil;os &eacute; a forma como os operadores telef&oacute;nicos interagem com os clientes. Esta intera&ccedil;&atilde;o pode ser feita atrav&eacute;s de tr&ecirc;s diferentes modelos (Chuchual et al., 2010). Um operador que apenas recebe chamadas de clientes com d&uacute;vidas ou queixas relacionadas com um dado produto/servi&ccedil;o &eacute; orientado pelo modelo <i>inbound</i>, enquanto um operador que tem de contactar diferentes pessoas para promover os produtos/servi&ccedil;os da organiza&ccedil;&atilde;o (<i>telemarketing</i>), para fazer question&aacute;rios ou, ainda, para solicitar donativos, &eacute; orientado pelo modelo <i>outbound</i>. No entanto, esta divis&atilde;o pode n&atilde;o ser totalmente distinta, podendo os operadores ter de efetuar os dois modelos de chamadas (<i>inbound</i> e <i>outbound</i>), modelo que &eacute; designado como misto (Chuchual et al., 2010). Numa tentativa de diferenciar os servi&ccedil;os <i>inbound</i> (cultura de servi&ccedil;o) e <i>outbound</i>(cultura de vendas), Echchakoui (2016, p. 72) sistematizou a literatura e apresentou as principais caracter&iacute;sticas dos servi&ccedil;os <i>inbound</i> (cultura de servi&ccedil;o) e <i>outbound</i>(cultura de vendas), descritas na <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a06t1.jpg">Tabela 1</a>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os estudos citados at&eacute; ao momento exp&otilde;em certas caracter&iacute;sticas do trabalho em <i>call-center,</i> bem como o seu impacto nos operadores em geral. Por&eacute;m, tendo em considera&ccedil;&atilde;o os diferentes tipos de servi&ccedil;o &ndash; <i>inbound</i> ou <i>outbound</i> &ndash;, alguns estudos t&ecirc;m procurado apurar se o tipo de servi&ccedil;o tem influ&ecirc;ncia no impacto que o trabalho em <i>call-center</i> tem nos operadores. Lin et al. (2010), compararam os dois tipos de servi&ccedil;o mencionados ao n&iacute;vel do <i>stress</i> experienciado no desempenho da profiss&atilde;o no sentido de identificar as principais fontes de <i>stress</i>. Os autores constataram que n&atilde;o existiam diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os servi&ccedil;os <i>inbound</i> e <i>outbound</i> nas fontes de <i>stress</i>. No entanto, em termos descritivos, identificaram como principal fonte de <i>stress</i>para ambos os tipos de servi&ccedil;o &ldquo;<i>ter que lidar com clientes dif&iacute;ceis</i>&rdquo;. Mais recentemente, tamb&eacute;m Khalid et al. (2013), recorrendo a uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de <i>stress</i> no trabalho, compararam os dois tipos de servi&ccedil;o e verificaram que os operadores do servi&ccedil;o <i>inbound</i> reportavam n&iacute;veis mais elevados de <i>stress</i> geral. Os autores apontam como explica&ccedil;&otilde;es para esta diferen&ccedil;a o facto de estes operadores estarem mais expostos &agrave; hostilidade por parte do cliente, sendo que muitas das chamadas recebidas est&atilde;o relacionadas com queixas destes. Igualmente, Rod e Ashill (2013) estudaram a magnitude da rela&ccedil;&atilde;o existente entre fontes de <i>stress</i>, exaust&atilde;o emocional e realiza&ccedil;&atilde;o pessoal nos servi&ccedil;os <i>inbound</i> e <i>outbound</i>. Em primeiro lugar, verificaram que a rela&ccedil;&atilde;o entre exaust&atilde;o emocional e a despersonaliza&ccedil;&atilde;o era significativamente superior para o servi&ccedil;o <i>outbound</i>, o que foi explicado pelo facto de tais operadores sujeitos a esse servi&ccedil;o estarem focados na venda. Adicionalmente, constataram que a rela&ccedil;&atilde;o entre a despersonaliza&ccedil;&atilde;o e a baixa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal era significativamente mais elevada para o grupo <i>inbound</i>, resultado que foi justificado pelo facto desses operadores sentirem que tratam os clientes de uma forma impessoal.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ainda a prop&oacute;sito da vari&aacute;vel <i>stress</i> e como vimos na descri&ccedil;&atilde;o anterior, enquanto alguns autores (e.g., Khalid et al., 2013) optam por avaliar os n&iacute;veis de <i>stress</i> geral, outros (<i>e.g</i>., Lin et al., 2010), procuram identificar as potenciais fontes indutoras de tal resposta, constituindo o segundo caso o foco do nosso trabalho. Neste contexto, sublinhe-se tamb&eacute;m a diversidade de modelos explicativos do <i>stress</i> ocupacional; com efeito e, como referem Lorente &amp; Yeves (2016), &ldquo;(&hellip;) desde as primeiras defini&ccedil;&otilde;es de <i>stress</i>laboral como excesso de exig&ecirc;ncias face &agrave; capacidade para enfrent&aacute;-las, desenvolveram-se diversos modelos concetuais de <i>stress</i>, baseados no princ&iacute;pio do equil&iacute;brio entre as caracter&iacute;sticas do trabalho e as do trabalhador&rdquo; (p. 72).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Outra vari&aacute;vel que tem sido estudada no contexto deste tipo de trabalho com o intuito de compreender a elevada taxa de <i>turnover</i> existente nos servi&ccedil;os de <i>call-center</i>e a precariedade no trabalho, &eacute; o compromisso do trabalhador com a organiza&ccedil;&atilde;o (Costa &amp; Costa, 2018; Roque 2008). De acordo com Meyer e Allen (1991), o compromisso organizacional corresponde ao estado psicol&oacute;gico que caracteriza a rela&ccedil;&atilde;o do trabalhador com a organiza&ccedil;&atilde;o e que tem implica&ccedil;&otilde;es na sua decis&atilde;o de continuar como membro dela. Segundo o Modelo das Tr&ecirc;s Componentes do Compromisso Organizacional proposto pelos autores citados, os trabalhadores encontram-se comprometidos com a organiza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de rela&ccedil;&otilde;es emocionais (compromisso afetivo), rela&ccedil;&otilde;es transacionais apoiadas num investimento pessoal que visa um determinado retorno (compromisso calculativo) e de sentimentos de obriga&ccedil;&atilde;o e de dever moral para com a organiza&ccedil;&atilde;o (compromisso normativo). Dos estudos realizados, os dados t&ecirc;m evidenciado que, no geral, h&aacute; um baixo n&iacute;vel de compromisso por parte dos operadores de <i>call-centers</i> (Echchakoui, 2016; Maia, 2011; Paiva et al., 2015). No estudo realizado por Maia (2011), verificou-se que os operadores de um <i>call-center</i> portugu&ecirc;s n&atilde;o se sentiam comprometidos com a organiza&ccedil;&atilde;o em qualquer uma das tr&ecirc;s componentes analisadas. Por seu lado, Paiva et al. (2015), observaram que os operadores sentiam uma obriga&ccedil;&atilde;o para se esfor&ccedil;ar pela empresa, que estavam comprometidos de forma afetiva com a organiza&ccedil;&atilde;o, mas que apresentavam n&iacute;veis baixos de compromisso no que se refere ao sentido de obriga&ccedil;&atilde;o moral em permanecer na organiza&ccedil;&atilde;o. Visando perceber as raz&otilde;es que levam o operador a estar comprometido, ou n&atilde;o, com a organiza&ccedil;&atilde;o, alguns autores t&ecirc;m apontado a import&acirc;ncia de vari&aacute;veis do contexto do trabalho, como a forma como o trabalho est&aacute; organizado (Jaaron &amp; Backhouse, 2011) e o suporte recebido pela organiza&ccedil;&atilde;o (Wu &amp; Liu, 2014), ao passo que outros t&ecirc;m salientado a relev&acirc;ncia de vari&aacute;veis do pr&oacute;prio indiv&iacute;duo, tais como o capital psicol&oacute;gico e o envolvimento com a organiza&ccedil;&atilde;o (Simons &amp; Buitendach, 2013), o contrato psicol&oacute;gico e a inten&ccedil;&atilde;o de sair da organiza&ccedil;&atilde;o (Dhanpat et al., 2018; Alcover et al., 2012). Echchakou (2016) observou uma rela&ccedil;&atilde;o positiva e significativa entre a identifica&ccedil;&atilde;o do trabalhador com a organiza&ccedil;&atilde;o e a inten&ccedil;&atilde;o de sa&iacute;da. Constatou ainda que os operadores<i>inbound</i> apresentam menor identifica&ccedil;&atilde;o com a organiza&ccedil;&atilde;o quando comparados com os operadores <i>outbound</i>, apresentando como poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o para este resultado a diferen&ccedil;a do controlo e da miss&atilde;o do servi&ccedil;o de <i>inbound</i> e <i>outbound</i>, isto &eacute;, os operadores <i>inbound</i> querem atender bem todos os clientes, no entanto, tamb&eacute;m sabem que devem fazer o maior n&uacute;mero de chamadas por dia para otimizar a produtividade.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dado o continuo aumento do n&uacute;mero de <i>call-centers</i> e uma vez que este tipo de atividade tem sido indicado como geradora de elevados n&iacute;veis de <i>stress</i> e insatisfa&ccedil;&atilde;o para com o emprego, continua a ser pertinente a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos nesta &aacute;rea. Assim, o presente estudo, al&eacute;m de fazer uma an&aacute;lise das caracter&iacute;sticas do trabalho, das principais fontes de <i>stress e</i> do compromisso com a organiza&ccedil;&atilde;o neste tipo de contexto, pretende contribuir para o aprofundamento da compreens&atilde;o das diferen&ccedil;as entre os servi&ccedil;os <i>inbound</i> e <i>outbound,</i> tendo para o efeito comparado tais servi&ccedil;os em fun&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis mencionadas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Participantes</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No total, participaram no estudo 292 operadores telef&oacute;nicos de um <i>call-center</i>de telecomunica&ccedil;&otilde;es localizado no Norte do pa&iacute;s e inserido num modelo de trabalho <i>mass service</i>. No entanto, seis operadores n&atilde;o indicaram o tipo de servi&ccedil;o em que trabalhavam e 12 referiram que trabalhavam em ambos os servi&ccedil;os (i.e., <i>inbound</i> e <i>outbound</i>) e dado o interesse em proceder &agrave; compara&ccedil;&atilde;o destes, as suas respostas tamb&eacute;m n&atilde;o foram consideradas. Deste modo, a amostra ficou constitu&iacute;da por 274 operadores telef&oacute;nicos com idades compreendidas entre os 18 e os 55 anos (<i>M</i>= 28.20, <i>DP</i>= 6.04).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente ao tipo de servi&ccedil;o que os operadores executavam, verificou-se que a maioria se encontrava afeta ao servi&ccedil;o <i>inbound</i> (<i>n</i> = 191, 69.7%) e os restantes 83 (30.3%) estavam inseridos no servi&ccedil;o <i>outbound</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a06t2.jpg">Tabela 2</a> &eacute; apresentada a caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra ao n&iacute;vel sociodemogr&aacute;fico e profissional, considerando quer o total da amostra quer os dois tipos de servi&ccedil;os de <i>call-center</i>. No global, a amostra &eacute; constitu&iacute;da na sua maioria por participantes do sexo feminino (60.8 %), solteiros (70.5%) e com um n&iacute;vel de escolaridade correspondente ao ensino secund&aacute;rio (61.0%). Relativamente &agrave; situa&ccedil;&atilde;o profissional, a maioria dos participantes trabalhava a tempo inteiro (84.9%) e encontrava-se na empresa entre 1 a 6 anos (71.3%). De um modo geral, n&atilde;o se registaram diferen&ccedil;as assinal&aacute;veis em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de servi&ccedil;os nas dimens&otilde;es avaliadas.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Instrumentos</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os dados foram recolhidos atrav&eacute;s de um protocolo de investiga&ccedil;&atilde;o, integrando v&aacute;rias medidas que passamos a descrever.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico e profissional. </b>O question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico e profissional visou recolher informa&ccedil;&atilde;o sobre os participantes e sobre o seu local de trabalho, por forma a caraterizar a amostra (e.g., sexo, idade, n&iacute;vel de escolaridade, tipo servi&ccedil;o).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Caracter&iacute;sticas do trabalho. </b>Para avaliar as caracter&iacute;sticas do trabalho foi usada a vers&atilde;o revista por Silva e Keating (2011) do <i>Job Diagnostic Survey</i> (Hackman &amp; Oldhan, 1976) a partir das recomenda&ccedil;&otilde;es da literatura (e.g., Boonzaier et al., 2001; Harvey et al., 1985; Idaszak &amp; Drasgow, 1987) com vista a melhorar as propriedades psicom&eacute;tricas do instrumento, nomeadamente a reformula&ccedil;&atilde;o dos itens negativos em itens positivos e a operacionaliza&ccedil;&atilde;o de &acirc;ncoras em todos os pontos da escala. A escala inclui 15 itens divididos em duas sec&ccedil;&otilde;es e respondidos numa escala de <i>Likert</i> de sete pontos, sendo que quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o obtida numa dada caracter&iacute;stica do trabalho, maior a perce&ccedil;&atilde;o da sua presen&ccedil;a por parte do trabalhador. Os itens est&atilde;o organizados em cinco subescalas (tr&ecirc;s itens por subescala), nomeadamente: (i) &ldquo;<i>Variedade de Compet&ecirc;ncias</i>&rdquo;, queavalia o grau em que determinado trabalho requer a concretiza&ccedil;&atilde;o de tarefas muito variadas, exigindo conhecimentos muito diferentes e complexos;(ii)&ldquo;<i>Identidade da tarefa</i>&rdquo;, querefere que o trabalho do operador implica que seja feito do princ&iacute;pio ao fim por si, com um resultado vis&iacute;vel;(iii) &ldquo;<i>Significado da tarefa</i>&rdquo;, quedescreve o impacto que determinado trabalho tem na vida ou trabalho de outras pessoas, quer no contexto organizacional quer no contexto externo;(iv)&ldquo;<i>Autonomia</i>&rdquo;,que descreve o grau de liberdade que determinado trabalhador tem para realizar as suas tarefas de forma independente e com poder para planear e organizar o trabalho conforme a sua decis&atilde;o e (v) &ldquo;<i>Feedback</i>&rdquo;,querefere o grau de informa&ccedil;&atilde;o que determinado trabalhador recebe sobre a realiza&ccedil;&atilde;o do seu trabalho.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Atendendo aos objetivos que nortearam o presente estudo bem como a preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o ter um protocolo de investiga&ccedil;&atilde;o muito extenso, optou-se por incluir tr&ecirc;s das cinco subescalas, designadamente as seguintes: &ldquo;<i>Autonomia</i>&rdquo; (e.g., &ldquo;<i>Quanta autonomia existe no seu trabalho? Ou seja, at&eacute; que ponto o seu trabalho &eacute; decidido por si?</i>&rdquo;), &ldquo;<i>Variedade de compet&ecirc;ncias</i>&rdquo; (e.g., &ldquo;<i>Que variedade existe no seu posto de trabalho? Ou seja, at&eacute; que ponto tem de fazer tarefas diferentes que exigem conhecimentos diferentes?</i>&rdquo;) e &ldquo;<i>Feedback</i>&rdquo;(e.g., &ldquo;<i>Independentemente do que possam dizer os seus colegas ou chefias, at&eacute; que ponto tem no&ccedil;&atilde;o se est&aacute; a fazer bem ou mal o seu trabalho?</i>&rdquo;), tendo os alfas de <i>Chronbach</i>sido de.87, .75 e .68, respetivamente<i>.</i>Estes valores s&atilde;o similares aos obtidos em estudos com a vers&atilde;o usada em amostras de trabalhadores portugueses (e.g., Afonso, 2011; Neiva, 2011). Por exemplo, no estudo de Neiva (2011), os valores de alfa de <i>Chronbach obtidos</i>foram de .80 (&ldquo;<i>Autonomia</i>&rdquo;), .78 (&ldquo;<i>Variedade de Compet&ecirc;ncias</i>&rdquo;) e .69 (&ldquo;<i>Feedback</i>&rdquo;).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No &acirc;mbito da avalia&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas do trabalho pretendia-se ainda avaliar o <i>ritmo de trabalho</i> dos operadores de <i>call-center</i>. Uma vez que n&atilde;o foi encontrada uma escala validada para o contexto portugu&ecirc;s que medisse este constructo, optou-se por criar uma escala para conhecer a perce&ccedil;&atilde;o de cad&ecirc;ncia de trabalho que os oper&aacute;rios de uma organiza&ccedil;&atilde;o est&atilde;o sujeitos no decorrer da sua fun&ccedil;&atilde;o a partir de alguns dos itens presentes na 6.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Inqu&eacute;rito Europeu Sobre as Condi&ccedil;&otilde;es de Trabalho (Eurofound, 2016). Especificamente, foram considerados seis itens que avaliam o ritmo de trabalho e dois itens que avaliam a dura&ccedil;&atilde;o e o intervalo m&eacute;dio entre chamadas. Assim e, relativamente ao ritmo de trabalho, os seis itens que comp&otilde;em a medida s&atilde;o: i) &ldquo;<i>Permanecer sentado</i>&rdquo;; ii) &ldquo;<i>Movimentos repetitivos da m&atilde;o ou do bra&ccedil;o</i>&rdquo;; iii) &ldquo;<i>Trabalhar com computadores, port&aacute;teis, smatphones, etc</i>.&rdquo;; iv) &ldquo;<i>Velocidade de trabalho elevada</i>&rdquo;; v) &ldquo;<i>Trabalhar em fun&ccedil;&atilde;o de prazos r&iacute;gidos</i>&rdquo; e vi) &ldquo;<i>O meu trabalho implica tarefas breves e repetitivas</i>&rdquo;. Estes itens foram avaliados numa escala tipo <i>Likert</i>, de sete pontos, variando entre (1) &ldquo;<i>Nunca</i>&rdquo; e (7) &ldquo;<i>Todo o tempo</i>&rdquo;. Dado que esta medida foi desenvolvida no &acirc;mbito do presente estudo, ser&aacute; alvo da an&aacute;lise das suas propriedades psicom&eacute;tricas, an&aacute;lise essa que ser&aacute; apresentada na sec&ccedil;&atilde;o dos Resultados. &Agrave;s duas quest&otilde;es cujo objetivo era conhecer o <i>tempo m&eacute;dio</i> de dura&ccedil;&atilde;o de uma <i>chamada</i>e o tempo m&eacute;dio de <i>descanso</i> dos operadores entre chamadas, as respostas eram dadas com base numa escala de <i>Likert</i> de seis pontos, que variava entre (1) &ldquo;<i>Menos de 3 minutos</i>&rdquo; e (6) &ldquo;<i>Mais de 15 minutos</i>&rdquo;.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Fatores de</b><i><b> Stress </b></i><b>Ocupacional. </b>Para avaliaros fatores de <i>stress</i> foi utilizado o Question&aacute;rio de <i>Stress</i> Ocupacional &ndash; Vers&atilde;o Geral (QSO-VG; Gomes, 2010), tendo este sido usado em v&aacute;rias amostras portuguesas de trabalhadores (e.g., Baganha et al., 2016; Carvalho &amp; Lobo, 2015). Este instrumento pretende avaliar as potenciais fontes indutoras de<i>stress,</i> sendo tais fontes avaliadas por 24 itens numa escala de <i>Likert</i> que varia entre (0) &ldquo;<i>Nenhum stress</i>&rdquo; e (4) &ldquo;<i>Elevado Stress</i>&rdquo;. Estes itens est&atilde;o distribu&iacute;dos por sete subescalas: &ldquo;<i>Rela&ccedil;&atilde;o com os utentes</i>&rdquo;, que descreve o <i>stress</i> relacionado com as pessoas a quem o profissional presta servi&ccedil;os (e.g., &ldquo;<i>Cumprir com aquilo que &eacute; esperado pelas pessoas a quem presto os meus servi&ccedil;os (ex: clientes, cidad&atilde;os, etc.)</i>&rdquo;; &ldquo;<i>Rela&ccedil;&atilde;o com as chefias</i>&rdquo;, que refere o <i>stress</i> relacionado com a rela&ccedil;&atilde;o do profissional com os superiores hier&aacute;rquicos (e.g., &ldquo;<i>A falta de apoio e ajuda por parte dos meus superiores</i>&rdquo;); &ldquo;<i>Rela&ccedil;&atilde;o com os colegas</i>&rdquo;, que apresenta o <i>stress</i> relacionado com a rela&ccedil;&atilde;o do profissional com os colegas de trabalho (e.g., &ldquo;<i>Conflitos e problemas com colegas de trabalho&rdquo;</i>; &ldquo;<i>Excesso de trabalho</i>&rdquo;, que avalia o <i>stress</i> do profissional relacionado com a carga de trabalho e com o n&uacute;mero de horas de trabalho a realizar (e.g., &ldquo;<i>Trabalhar muitas horas seguidas</i>&rdquo;); &ldquo;<i>Carreira e remunera&ccedil;&atilde;o</i>&rdquo;, que descreve o <i>stress</i>do profissional relacionado com as perspetivas de desenvolvimento da carreira profissional e sal&aacute;rio recebido (e.g., &ldquo;<i>A falta de possibilidades de desenvolvimento e promo&ccedil;&atilde;o na carreira</i>&rdquo;); &ldquo;<i>Problemas familiares</i>&rdquo;, que se refere ao <i>stress</i> do profissional relacionado com o relacionamento familiar e apoio por parte de pessoas significativas (e.g., &ldquo;<i>Falta de tempo para manter uma boa rela&ccedil;&atilde;o com as pessoas mais pr&oacute;ximas (ex: c&ocirc;njuge, filhos, amigos, etc.</i>)&rdquo;; e &ldquo;<i>Condi&ccedil;&otilde;es de trabalho</i>&rdquo;, que apresenta o <i>stress</i> dos profissionais relacionado com os meios humanos e materiais dispon&iacute;veis para a realiza&ccedil;&atilde;o adequada das tarefas profissionais (e.g., &ldquo;<i>Falta de condi&ccedil;&otilde;es de trabalho</i>&rdquo;).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os valores de alfa de <i>Cronbach</i>obtidos por cada subescala foram: .77 (<i>Rela&ccedil;&atilde;o com utentes</i>), .79 (<i>Rela&ccedil;&atilde;o com chefias</i>), .87 (<i>Excesso de trabalho</i>), .86 (<i>Rela&ccedil;&atilde;o com colegas</i>), .81 (<i>Carreira e remunera&ccedil;&atilde;o</i>), .92 (<i>Problemas familiares</i>) e .84 (<i>Condi&ccedil;&otilde;es de trabalho)</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Compromisso Organizacional. </b>Na avalia&ccedil;&atilde;o do compromisso organizacional foi usada a vers&atilde;o portuguesa (Nascimento et al., 2008) da Escala de Compromisso Organizacional de Meyer e Allen (1997). Esta vers&atilde;o inclui 19 itens, sendo solicitado ao participante para avaliar o seu grau de concord&acirc;ncia com as afirma&ccedil;&otilde;es que lhe s&atilde;o apresentadas, numa escala de <i>Likert</i>de sete pontos, variando entre (1) &ldquo;<i>Discordo totalmente</i>&rdquo; e (7) &ldquo;<i>Concordo totalmente</i>&rdquo;. De referir que pontua&ccedil;&otilde;es mais elevadas correspondem a maior compromisso com a organiza&ccedil;&atilde;o. Estes itens est&atilde;o organizados em tr&ecirc;s subescalas: &ldquo;<i>Compromissoafetivo</i>&rdquo;, constitu&iacute;da por seis itens que descrevem o n&iacute;vel de compromisso dos operadores com a organiza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de rela&ccedil;&otilde;es emocionais (e.g., &ldquo;<i>N&atilde;o me sinto &ldquo;emocionalmente ligado&rdquo; a esta empresa</i>&rdquo;); &ldquo;<i>Compromisso calculativo</i>&rdquo;, composta por sete itens, apresenta o n&iacute;vel de compromisso resultante das rela&ccedil;&otilde;es transacionais apoiadas num investimento pessoal que visa um determinado retorno (e.g., &ldquo;<i>Acredito que h&aacute; muito poucas alternativas para poder pensar em sair desta empresa</i>&rdquo;; e &ldquo;<i>Compromisso normativo</i>&rdquo;, formada por seis itens, representa o compromisso com a organiza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de sentimentos de obriga&ccedil;&atilde;o e de dever moral (e.g., &ldquo;<i>Sinto que n&atilde;o tenho qualquer dever moral em permanecer na empresa onde estou atualmente</i>&rdquo;). Os valores de alfa de <i>Cronbach</i> para a vers&atilde;o portuguesa foram de .91 (<i>Compromisso afetivo</i>), .84 (<i>Compromisso normativo</i>) e de .91 (<i>Compromisso calculativo</i>).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No presente estudo foi tamb&eacute;m analisada a fiabilidade das subescalas atrav&eacute;s dos alfas de <i>Cronbach</i>tendo sido obtidos valores de .82 (<i>Compromisso afetivo</i>), .65 (<i>Compromisso Calculativo</i>) e .84 (<i>Compromisso normativo</i>).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Espa&ccedil;o para sugest&otilde;es e coment&aacute;rios. </b>No final do protocolo de investiga&ccedil;&atilde;o existia ainda um espa&ccedil;o para os participantes deixarem algum coment&aacute;rio/sugest&atilde;o ou referirem algum ponto que considerassem relevante em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; experi&ecirc;ncia que tinham como operadores de <i>call-center,</i>caso assim o desejassem.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Procedimento</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Depois de constru&iacute;do o protocolo de investiga&ccedil;&atilde;o em vers&atilde;o <i>online</i>e em vers&atilde;o papel<i>,</i> foi realizado um primeiro pr&eacute;-teste. Nesta fase foram contactados alguns operadores de <i>call-center,</i>explicando o objetivo do estudo. Ap&oacute;s aceitarem participar neste pr&eacute;-teste, o protocolo <i>online</i> foi enviado por <i>e-mail</i> a tr&ecirc;s operadores de <i>call-center</i>(<i>inbound</i>e<i>outbound</i>) que responderam, por <i>e-mail</i> e por entrevista telef&oacute;nica, com algumas observa&ccedil;&otilde;es e recomenda&ccedil;&otilde;es ao n&iacute;vel de estrutura&ccedil;&otilde;es fr&aacute;sicas dos enunciados. Introduzidas as altera&ccedil;&otilde;es recomendadas, foi concretizado um segundo pr&eacute;-teste, tendo nele participado seis operadores de <i>call-center</i>(<i>inbound</i>e<i>outbound</i>), os quais n&atilde;o sugeriram qualquer tipo de altera&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De seguida, contactou-se um <i>call-center</i>de uma operadora de telecomunica&ccedil;&otilde;es localizado no distrito do Porto, tendo sido explicitados os objetivos e pertin&ecirc;ncia do estudo, bem como os respetivos procedimentos, enviando, em anexo, o <i>link</i> da vers&atilde;o <i>online</i> apresentando a forma como os dados seriam recolhidos. Depois de aprovada a recolha de dados na organiza&ccedil;&atilde;o, o <i>link</i>do protocolo foi enviado por <i>e-mail</i> a todos os operadores <i>inbound</i> e <i>outbound.</i> No corpo de <i>e-mail</i> foram descritas informa&ccedil;&otilde;es acerca do estudo assim como do preenchimento do question&aacute;rio. Todavia, devido &agrave; fraca ades&atilde;o a tal formato (64 respostas, 15 <i>inbound</i> e 49 <i>outbound</i>), optou-se por recorrer ao formato em papel.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente &agrave; recolha de dados em papel, esta implicou tr&ecirc;s desloca&ccedil;&otilde;es &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o: uma para conhecer a estrutura f&iacute;sica da organiza&ccedil;&atilde;o e presenciar chamadas <i>inbound</i>e <i>outbound</i>, outra para a entrega dos protocolos de investiga&ccedil;&atilde;o e a &uacute;ltima para a recolha dos mesmos. Foram entregues, na primeira visita, 300 protocolos, correspondendo ao n&uacute;mero de operadores existentes no <i>call-center</i>, tendo sido devolvidos 228 (taxa de resposta de 76%). Foram tamb&eacute;m entregues cartas dirigidas &agrave;s chefias diretas, uma vez que foram elas que efetuaram a distribui&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios pelos operadores. Nessas cartas encontravam-se descritas as informa&ccedil;&otilde;es acerca do estudo, do preenchimento do protocolo e das condi&ccedil;&otilde;es de participa&ccedil;&atilde;o. Aos participantes foi tamb&eacute;m entregue um consentimento informado onde estas informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m eram apresentadas. Por forma a garantir o anonimato e a confidencialidade total dos dados recolhidos, foram fornecidos a cada operador dois envelopes endere&ccedil;ados &agrave; equipa de investiga&ccedil;&atilde;o, um para devolu&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio e outro para o consentimento.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Procedimentos de an&aacute;lise dos dados. </b>Para a an&aacute;lise dos dados quantitativos recorreu-se ao programa estat&iacute;stico de an&aacute;lise de dados <i>Statistical Package for the Social Sciences</i> (IBM&reg; SPSS&reg;, vers&atilde;o 23.0) e foram realizadas an&aacute;lises descritivas e an&aacute;lises inferenciais, nomeadamente teste de diferen&ccedil;as entre os grupos em an&aacute;lise. Tendo em conta o cumprimento ou n&atilde;o dos pressupostos para a utiliza&ccedil;&atilde;o de testes param&eacute;tricos (Martins, 2011), recorreu-se ao teste <i>t</i> de <i>Student</i> ou ao teste de <i>Mann-Whitney</i> (<i>U</i>) para a an&aacute;lise de diferen&ccedil;as entre os grupos <i>inbound</i> e <i>outbound</i>. No entanto, em termos de apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados derivados de tais an&aacute;lises, seguimos a estrat&eacute;gia recomendada por Fife-Schaw (2006) e citada por Martins (2011), ou seja, quando os resultados dos testes param&eacute;tricos e n&atilde;o-param&eacute;tricos chegam exatamente &agrave;s mesmas conclus&otilde;es (i.e., em termos de aceita&ccedil;&atilde;o ou rejei&ccedil;&atilde;o da hip&oacute;tese nula), optamos pela apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados dos testes param&eacute;tricos.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As respostas dadas no espa&ccedil;o destinado &agrave;s sugest&otilde;es e coment&aacute;rios foram sujeitas a an&aacute;lise de conte&uacute;do (Amado, 2000). Uma vez que a medida relativa ao &ldquo;ritmo de trabalho&rdquo; foi elaborada no contexto do presente estudo, a an&aacute;lise dos resultados iniciou-se, no entanto, pela an&aacute;lise das caracter&iacute;sticas psicom&eacute;tricas de tal medida.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>An&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria da medida &ldquo;ritmo de trabalho&rdquo;</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Como referido, a an&aacute;lise dos dados iniciou-se pela an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria dos componentes principais com rota&ccedil;&atilde;o varimax dos seis itens que avaliavam o &ldquo;ritmo de trabalho&rdquo;. O valor de KMO (<i>Kaiser&ndash;Meyer&ndash;Olkin measure of sampling adequacy</i>) obtido foi de .70, estando acima do valor recomendado (.50) para aceita&ccedil;&atilde;o da amostra (Field, 2013). Tamb&eacute;m o teste de esfericidade de Bartlett permitiu a continuidade da an&aacute;lise, pois o resultado obtido foi significativo, &chi;<sup>2</sup>(15)= 230.84, p &lt; .001.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Desta an&aacute;lise extra&iacute;ram-se dois fatores que explicavam 56.34% da vari&acirc;ncia total. A <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a06t3.jpg">Tabela 3</a> apresenta os resultados dessa an&aacute;lise fatorial, com os pesos de satura&ccedil;&atilde;o obtidos por cada item em cada fator extra&iacute;do, bem como os resultados da an&aacute;lise de fiabilidade (alfa de Cronbach) realizada para os dois fatores.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Tendo em considera&ccedil;&atilde;o que o item &ldquo;<i>Movimentos repetitivos da m&atilde;o ou do bra&ccedil;o</i>&rdquo; teve valores de satura&ccedil;&atilde;o abaixo de .50, de acordo com o crit&eacute;rio recomendado por Pestana e Gageiro (2008), este foi exclu&iacute;do. A exclus&atilde;o deste item resultou num fator com apenas dois itens o que, de acordo com Costello e Osborne (2005), tornava tal fator fraco e inst&aacute;vel uma vez que tem menos de tr&ecirc;s itens. Por outro lado, o valor do alfa de <i>Cronbach</i> obtido (.40) &eacute; tamb&eacute;m considerado inaceit&aacute;vel (Field, 2013). Assim, foi retido o primeiro fator constitu&iacute;do por tr&ecirc;s itens ao qual foi dado o nome de &ldquo;<i>Ritmo de trabalho</i>&rdquo;. Na cota&ccedil;&atilde;o desta escala, quanto maior o valor obtido maior a perce&ccedil;&atilde;o do ritmo de trabalho.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>An&aacute;lise descritiva</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As an&aacute;lises descritivas para cada vari&aacute;vel em estudo s&atilde;o apresentadas na <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a06t4.jpg">Tabela 4</a>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente &agrave;s caracter&iacute;sticas do trabalho, os resultados apontam para uma baixa autonomia percecionada pelos trabalhadores assim como para um elevado ritmo de trabalho. A rela&ccedil;&atilde;o com a carreira e a remunera&ccedil;&atilde;o foi reportada como a principal fonte de <i>stress</i>. Por sua vez, no que concerne ao compromisso organizacional, os operadores mostraram um n&iacute;vel m&eacute;dio de compromisso com a organiza&ccedil;&atilde;o onde trabalham.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">As medidas descritivas relativas &agrave; dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de chamadas e ao intervalo m&eacute;dio existente entre chamadas s&atilde;o apresentadas na <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a06t5.jpg">Tabela 5</a>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O teste de <i>Mann-Whitney</i> revelou a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre o servi&ccedil;o <i>inbound</i> e <i>outbound</i> em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de chamadas, <i>U</i> = 5501.00, <i>p</i> &lt; .001. Os participantes do servi&ccedil;o <i>inbound</i> (<i>Ordem M&eacute;dia</i> = 149.20) relataram tempos m&eacute;dios de chamadas superiores aos participantes do servi&ccedil;o <i>outbound</i>(<i>Ordem M&eacute;dia</i> = 108.59).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por outro lado, n&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os servi&ccedil;os <i>inbound</i> (<i>Ordem M&eacute;dia</i> = 136.66) e <i>outbound</i> (<i>Ordem M&eacute;dia</i> = 134.47) em rela&ccedil;&atilde;o ao intervalo entre chamadas, como revelaram os resultados do teste de <i>Mann-Whitney, U</i> = 7623.50, <i>p</i> = .69.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Compara&ccedil;&atilde;o entre servi&ccedil;os </b><i><b>Inbound</b></i><b> e </b><i><b>Outbound</b></i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a06t6.jpg">Tabela 6</a> s&atilde;o apresentados os resultados resultantes da compara&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis em estudo entre os servi&ccedil;os <i>Inbound</i> e <i>Outbound</i>.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s caracter&iacute;sticas do trabalho, foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os dois servi&ccedil;os relativamente &agrave; perce&ccedil;&atilde;o de &ldquo;<i>Variedadedecompet&ecirc;ncias</i>&rdquo; existente no trabalho, sendo que os operadores do servi&ccedil;o <i>inbound</i>reportaram haver uma maior variedade de compet&ecirc;ncias do que os participantes do servi&ccedil;o <i>outbound</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Tamb&eacute;m relativamente &agrave;s fontes de <i>stress,</i>apenas foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os servi&ccedil;os de <i>inbound</i> e <i>outbound</i> ao n&iacute;vel dos &ldquo;<i>Problemas Familiares</i>&rdquo;, sendo que, tamb&eacute;m neste caso, foram os operadores alocados ao servi&ccedil;o <i>inbound</i>querelataram mais <i>stress</i> resultante dos problemas familiares em compara&ccedil;&atilde;o com os operadores do servi&ccedil;o <i>outbound</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>An&aacute;lise das sugest&otilde;es e coment&aacute;rios</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Dos 274 operadores de call-center que constitu&iacute;am a amostra, 33 (12%) fizeram algum tipo de coment&aacute;rio na &uacute;ltima se&ccedil;&atilde;o do protocolo de investiga&ccedil;&atilde;o. Uma resposta foi exclu&iacute;da dado que n&atilde;o estava relacionada com o tema analisado. Assim, foram analisadas 32 respostas (11.7%), sendo que a maioria pertencia ao servi&ccedil;o <i>inbound</i> (<i>n</i> = 25, 78.1%) e apenas sete (21.9%) ao servi&ccedil;o <i>outbound</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Uma grande parte dos operadores (<i>n</i> = 13, 40.6%; quatro <i>outbound</i> e nove <i>inbound</i>) fez coment&aacute;rios relacionados com o baixo tempo de intervalo entre as chamadas e o desgaste psicol&oacute;gico inerente a este tipo de trabalho (e.g., &ldquo;<i>S&oacute; temos dez segundos entre chamadas. Evitem este trabalho ao m&aacute;ximo, escravatura do s&eacute;culo XXI</i>&rdquo;). Tamb&eacute;m 12 participantes (37.5%; dois <i>outbound</i> e dez <i>inbound</i>) fizeram refer&ecirc;ncia a aspetos relacionados com a falta de progress&atilde;o na carreira e a baixa remunera&ccedil;&atilde;o (e.g., &ldquo;<i>Sendo operador de call-center h&aacute; tr&ecirc;s anos o que mais me revolta &eacute; n&atilde;o existir a possibilidade de evoluir neste momento, e n&atilde;o &eacute; um trabalho de todo compensat&oacute;rio ao n&iacute;vel pessoal e monet&aacute;rio (...)</i>&rdquo;). Dois operadores (6.3%; um <i>outbound</i> e um <i>inbound</i>) apontaram ainda como problema o terem poucas f&eacute;rias e descanso (e.g., &ldquo;<i>Gest&atilde;o de f&eacute;rias e pausas incomport&aacute;vel</i>&rdquo;). Um participante (3.1%), do grupo <i>inbound</i>, fez ainda refer&ecirc;ncia a problemas relacionados com a rela&ccedil;&atilde;o com as chefias (&ldquo;<i>(&hellip;) uma vida de trabalho em call-center n&atilde;o compensa a n&atilde;o ser que sejamos namorados e "companheiros" e amiguinhos dos chefes para subir de posto&rdquo;</i>) e outro participante (3.1%), tamb&eacute;m do grupo <i>inbound</i>, apontou aspetos relacionados com as consequ&ecirc;ncias do ritmo de trabalho ao n&iacute;vel de problemas familiares (&ldquo;<i>Trabalhar num call-center &eacute; um trabalho ao n&iacute;vel psicol&oacute;gico muito desgastante e stressante levando por vezes a n&atilde;o ter paci&ecirc;ncia para quando chegamos a casa aturar os nossos amigos, namorada e fam&iacute;lia</i>&rdquo;). De referir ainda que tr&ecirc;s participantes, do grupo <i>inbound</i>, indicaram aspetos positivos deste tipo de trabalho (e.g., &ldquo;<i>Para mim este trabalho n&atilde;o &eacute; mau, como muita gente fala eu pelo menos gosto daquilo que fa&ccedil;o&rdquo; e &ldquo;gosto de "resolver" os problemas dos clientes</i>&rdquo;).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo teve como principais objetivos: realizar uma an&aacute;lise descritiva das caracter&iacute;sticas do trabalho, dos fatores de <i>stress</i> ocupacional e do n&iacute;vel de compromisso com a organiza&ccedil;&atilde;o por parte dos operadores de um <i>call-center</i> portugu&ecirc;s e, tamb&eacute;m, comparar os servi&ccedil;os <i>inbound</i> e <i>outbound</i> relativamente a estas vari&aacute;veis para apurar se existiam diferen&ccedil;as significativas.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente ao primeiro objetivo, em termos descritivos, verificou-se que os operadores de <i>call-center</i> revelavam ter pouca autonomia na realiza&ccedil;&atilde;o de tarefas, recebiam algum <i>feedback</i> do seu trabalho e, ainda, tinham um elevado ritmo de trabalho. Estes dados s&atilde;o consistentes com estudos anteriores (e.g., Santos &amp; Marques, 2006; Venco, 2006), que mostraram que os operadores de <i>call-center</i>n&atilde;o t&ecirc;m autonomia para planear e organizar o trabalho de forma independente, estando sujeitos a algum <i>feedback</i>, e com a perce&ccedil;&atilde;o de um ritmo de trabalho excessivo (Rose &amp; Wright, 2005).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s fontes de <i>stress</i>, os operadores de <i>call-center</i> apresentaram como principal fonte de <i>stress</i>a carreira e a remunera&ccedil;&atilde;o, o que foi apoiado pela an&aacute;lise de conte&uacute;do das sugest&otilde;es/coment&aacute;rios de alguns operadores (e.g., &ldquo;...<i>n&atilde;o existir possibilidade de evoluir neste momento, e n&atilde;o &eacute; um trabalho de todo compensat&oacute;rio ao n&iacute;vel pessoal e monet&aacute;rio</i>&rdquo;). Este resultado n&atilde;o vai de encontro ao estudo de Lin et al. (2010) que apontava a &ldquo;rela&ccedil;&atilde;o com os clientes&rdquo; como a principal fonte de <i>stress.</i>Esta diferen&ccedil;a pode estar relacionada com o contexto espec&iacute;fico da organiza&ccedil;&atilde;o estudada, tendo em conta que Lin et al. (2010) analisaram o contexto de trabalho em <i>call-center</i> numa institui&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ainda, em termos descritivos, os resultados mostraram que os trabalhadores apresentavam um compromisso organizacional m&eacute;dio nas tr&ecirc;s dimens&otilde;es. Estes dados s&atilde;o consistentes com estudos anteriores (e.g., Maia, 2011; Paiva et al., 2015), sendo que este compromisso organizacional pode n&atilde;o ser t&atilde;o elevado devido ao descontentamento dos trabalhadores com a forma como o trabalho est&aacute; organizado ou com o baixo capital psicol&oacute;gico, como sugeriram outros autores (e.g., Jaaron &amp; Backhouse, 2011; Simons &amp; Buitendach, 2013). Esta ideia foi tamb&eacute;m apoiada pelos coment&aacute;rios feitos pelos participantes no &uacute;ltimo t&oacute;pico do protocolo, &ldquo;(&hellip;) <i>e n&atilde;o &eacute; um trabalho de todo compensat&oacute;rio ao n&iacute;vel pessoal e monet&aacute;rio</i>&rdquo;).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Quanto ao segundo objetivo, no que diz respeito &agrave;s caracter&iacute;sticas do trabalho, apenas foram encontradas diferen&ccedil;as entre os servi&ccedil;os ao n&iacute;vel da variedade de compet&ecirc;ncias, com os participantes do servi&ccedil;o <i>inbound</i> a reportarem uma maior variedade de compet&ecirc;ncias no seu trabalho do que os participantes do servi&ccedil;o <i>outbound</i>. Estas diferen&ccedil;as podem ser justificadas pelo facto dos trabalhadores do servi&ccedil;o <i>inbound</i> receberem chamadas e terem de lidar com um variado leque de situa&ccedil;&otilde;es, adaptando-se ao discurso/problema do cliente, tendo assim que usar uma maior variedade de compet&ecirc;ncias para lidar com um telefonema (Chuchual et al., 2010). Tal facto foi, ainda, confirmado pela an&aacute;lise qualitativa, sendo que um participante do grupo <i>inbound</i>apontou este como um aspeto positivo (&ldquo;&hellip;<i>gosto de "resolver" os problemas dos clientes</i>&rdquo;)<i>.</i>Em rela&ccedil;&atilde;o ao ritmo de trabalho e ao tempo m&eacute;dio entre chamadas, n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os tipos de servi&ccedil;os, o que pode dever-se ao facto dos servi&ccedil;os de <i>call-center</i> considerarem mais importante a quantidade de chamadas efetuadas/atendidas do que propriamente a qualidade do servi&ccedil;o (Frenkel et al., 1998). Na possibilidade de ambos os servi&ccedil;os se regerem por este princ&iacute;pio, compreende-se a aus&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as ao n&iacute;vel do ritmo de trabalho. No entanto, verificou-se que os participantes do servi&ccedil;o <i>inbound</i> relataram tempos m&eacute;dios de chamadas superiores aos do servi&ccedil;o <i>outbound</i>. Este resultado &eacute; congruente com a caracter&iacute;stica do tipo de servi&ccedil;o, uma vez que os operadores <i>inbound</i> precisam de mais tempo para resolver os problemas dos clientes, enquanto os operadores <i>outbound</i> t&ecirc;m como objetivo captar a aten&ccedil;&atilde;o do cliente e vender um produto o mais rapidamente poss&iacute;vel. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s fontes de <i>stress</i>, verificou-se que os participantes do servi&ccedil;o <i>inbound</i>declararam ter mais <i>stress</i> ao n&iacute;vel dos problemas familiares do que os participantes do servi&ccedil;o <i>outbound</i>. Tendo em conta que os operadores do servi&ccedil;o <i>inbound</i> t&ecirc;m como fun&ccedil;&atilde;o receber chamadas de clientes no sentido de resolver problemas, podem ficar mais suscet&iacute;veis aos problemas apresentados fora do contexto de trabalho, gerando problemas em termos de contexto familiar e social. Este resultado &eacute; consistente com o indicado por Roque (2008), que apresentou como principal problema a desmotiva&ccedil;&atilde;o dos operadores para a vida social e familiar causada pelos elevados n&iacute;veis de exig&ecirc;ncia e de <i>stress</i> permanente e com o de Khalid et al. (2013), que apontou que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; hostilidade por parte dos clientes como uma das principais fontes de <i>stress</i>. Esta ideia tamb&eacute;m foi defendida por um participante do servi&ccedil;o <i>inbound</i> &ldquo;<i>(&hellip;) levando por vezes a n&atilde;o ter paci&ecirc;ncia para quando chegamos a casa aturar os nossos amigos, namorada e fam&iacute;lia</i>&rdquo;.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Ainda no contexto da discuss&atilde;o sobre as fontes de <i>stress</i>ocupacional, de referir tamb&eacute;m que al&eacute;m da &ldquo;rela&ccedil;&atilde;o dos clientes&rdquo; e dos &ldquo;problemas familiares&rdquo;, tanto para a amostra global como em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de servi&ccedil;o (<i>inbound</i> ou <i>outbound</i>), as fontes que exibiriam valores m&eacute;dios acima do ponto interm&eacute;dio da escala foram &ldquo;carreira e remunera&ccedil;&atilde;o&rdquo; e &ldquo;excesso de trabalho&rdquo; o que, a par da baixa perce&ccedil;&atilde;o de autonomia e elevado ritmo de trabalho, aponta, globalmente, para condi&ccedil;&otilde;es laborais que poder&iacute;amos classificar como exigentes do ponto de vista do bem estar e sa&uacute;de ocupacional. Neste &acirc;mbito, importa ainda referir que tem sido observado o impacto de tais condi&ccedil;&otilde;es na sa&uacute;de dos operadores de <i>call center</i> (e.g., Lin et al., 2010; Oh et al., 2017). Por exemplo, no estudo de Oh et al (2007), a vari&aacute;vel identificada como mais cr&iacute;tica nesse impacto em termos de sa&uacute;de mental foi a &ldquo;disson&acirc;ncia emocional&rdquo; exigida pelo trabalho (i.e., discrep&acirc;ncia entre as emo&ccedil;&otilde;es sentidas e as exibidas), levando os autores a recomendarem a necessidade de uma monitoriza&ccedil;&atilde;o frequente desta dimens&atilde;o no contexto dos <i>call-center</i> de modo a minimizar tal impacto.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente ao compromisso organizacional, n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os grupos, o que contraria os resultados obtidos por Echchakoui (2016) onde operadores <i>inbound</i> apresentaram uma menor identifica&ccedil;&atilde;o com a organiza&ccedil;&atilde;o quando comparados com os operadores <i>outbound</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na interpreta&ccedil;&atilde;o destes resultados, devem ter-se em considera&ccedil;&atilde;o algumas limita&ccedil;&otilde;es. Em primeiro lugar, a possibilidade de enviesamento na recolha dos dados, pois a entrega e a recolha dos question&aacute;rios foram efetuadas pelos respons&aacute;veis das equipas da organiza&ccedil;&atilde;o contactada, o que n&atilde;o permitiu controlar a forma de distribui&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios junto dos operadores. Tamb&eacute;m, os protocolos n&atilde;o foram aplicados todos da mesma forma, alguns foram aplicados em formato <i>online</i>,enquanto outros (a maioria neste estudo) foram aplicados em formato papel. Deve-se tamb&eacute;m ter em conta a relativa assimetria no n&uacute;mero de participantes de cada servi&ccedil;o, sendo que a maioria se encontrava no servi&ccedil;o <i>inbound</i>. Ao n&iacute;vel do ritmo de trabalho, teria sido interessante medir o n&uacute;mero de chamadas atendidas por cada participante do grupo <i>inbound</i> e <i>outbound</i>. Por fim, a amostra deste estudo foi bastante homog&eacute;nea na medida que se restringe a um contexto muito espec&iacute;fico dentro do trabalho em <i>call-center</i>. No futuro, seria importante replicar este estudo com amostras mais heterog&eacute;neas incluindo grupos distintos dentro do contexto de trabalho em <i>call-center</i>, permitindo uma maior generaliza&ccedil;&atilde;o dos resultados.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar das limita&ccedil;&otilde;es referidas, e tendo em conta que poucos estudos t&ecirc;m comparado o servi&ccedil;o <i>inbound</i>e<i>outbound</i>ao n&iacute;vel do impacto deste tipo de servi&ccedil;os nos operadores, este foi, tanto quanto &eacute; do nosso conhecimento, o primeiro estudo em contexto portugu&ecirc;s a fazer esta compara&ccedil;&atilde;o incluindo v&aacute;rias dimens&otilde;es relacionadas com o contexto de trabalho dos operadores de <i>call-center</i>. Assim, este estudo vem enriquecer a compreens&atilde;o deste tipo de trabalho e das suas repercuss&otilde;es nos operadores dos servi&ccedil;os inbound e outbound em contexto portugu&ecirc;s. Dadas as perspetivas de crescimento deste modo de organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho no contexto nacional e internacional (e.g. Altitude, 2015, 2016; Costa &amp; Costa, 2018; Roque, 2008), refor&ccedil;a ainda mais a relev&acirc;ncia do aprofundamento da investiga&ccedil;&atilde;o nesta &aacute;rea.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Afonso, M. M. (2011). <i>O modelo das caracter&iacute;sticas do trabalho o compromisso organizacional &agrave; luz da troca social</i> (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestradon&atilde;o publicada). Escola de Psicologia, Universidade do Minho, Braga.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Alcover, C. M., &Iacute;&ntilde;igo, D. M., &amp; Chambel, M. J. (2012). Perceptions of employment relations and permanence in the organization: Mediating effects of affective commitment in relations of psychological contract and intention to quit. <i>Psychological Reports, 110</i>(3), 839-853. <a href="https://doi.org/10.2466/01.07.21.PR0.110.3.839-853" target="_blank">https://doi.org/10.2466/01.07.21.PR0.110.3.839-853.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510350&pid=S0874-2049202000010000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Altitude (2015). <i>European Contact center Benchmark Platform Whitebook 2014</i>. <a href="http://www.aprocs.pt/activeapp/wp-content/uploads/2015/11/Altitude_European_CC_Benchmark_ExecSummary.pdf" target="_blank">http://www.aprocs.pt/activeapp/wp-content/uploads/2015/11/Altitude_European_CC_Benchmark_ExecSummary.pdf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510352&pid=S0874-2049202000010000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Altitude (2016). <i>International customer contact benchmark 5th edition</i>. <a href="https://www.altitude.com/downloads/international-customer-contact-benchmark-2016-infographic.pdf" target="_blank">https://www.altitude.com/downloads/international-customer-contact-benchmark-2016-infographic.pdf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510354&pid=S0874-2049202000010000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Amado, J. (2000). A t&eacute;cnica de an&aacute;lise de conte&uacute;do. <i>Revista Refer&ecirc;ncia, 5</i>, 53-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510356&pid=S0874-2049202000010000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Baganha, C., Gomes, A. R., &amp; Esteves, A. (2016). Stresse ocupacional, avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva, burnout e comprometimento laboral na avia&ccedil;&atilde;o civil.&nbsp;<i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as</i>,&nbsp;<i>17</i>(2), 265-281. <a href="https://doi.org/10.15309/16psd170212" target="_blank">https://doi.org/10.15309/16psd170212</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510358&pid=S0874-2049202000010000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Boonzaier, B., Ficker, B., &amp; Rust, B. (2001). A review of research on the job characteristics model and the attendant job diagnostic survey. <i>South African Journal of Business Management, 32</i>, 1&ndash;24.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Carvalho, J. P. M. T., &amp; Lobo, F. (2015). Experi&ecirc;ncias de recupera&ccedil;&atilde;o e o stress ocupacional em psic&oacute;logos(as), no exerc&iacute;cio da sua fun&ccedil;&atilde;o. <i>Revista de Estudios e Investigaci&oacute;n en Psicolog&iacute;a y Educaci&oacute;n, Extr.,14</i>, 077-085. <a href="https://doi.org/10.17979/reipe.2015.0.14.941" target="_blank">https://doi.org/10.17979/reipe.2015.0.14.941.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510360&pid=S0874-2049202000010000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Chuchual, P., Chongpravatisakul, N., Kusolmanomai, T., &amp; Komolavanij, S. (2010, junho). <i>Inbound and outbound calls assignment for an efficient call center</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510362&pid=S0874-2049202000010000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Artigo apresentado na 7<sup>th</sup> International Conference on Service Systems and Service Management, T&oacute;qio <a href="https://doi.org/10.1109/ICSSSM.2010.5530196" target="_blank">https://doi.org/10.1109/ICSSSM.2010.5530196</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Costa, H. A, &amp; Costa, E. S. (2018). Trabalho em call centers em Portugal e no Brasil a precariza&ccedil;&atilde;o vista pelos operadores. <i>Tempo Social,10</i>(1), 105-127. <a href="https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2018.123181" target="_blank">https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2018.123181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510364&pid=S0874-2049202000010000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Costello, A. B., &amp; Osborne, J. (2005). Best practices in exploratory factor analysis: Four recommendations for getting the most from your analysis. <i>Practical Assessment Research &amp; Evaluation, 10</i>(73), 1-9. <a href="https://doi.org/10.1.1.110.9154" target="_blank">https://doi.org/10.1.1.110.9154.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510366&pid=S0874-2049202000010000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Dhanpat, N., Modau, F. D., Lugisani, P., Mabojane, R., &amp; Phiri, M. (2018). Exploring employee retention and intention to leave within a call centre. <i>SA Journal of Human Resource Management, 16</i>(1), 1-13. <a href="https://doi.org/10.4102/sajhrm.v16i0.905" target="_blank">https://doi.org/10.4102/sajhrm.v16i0.905</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510368&pid=S0874-2049202000010000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Echchakoui, S. (2016). Addressing differences between inbound and outbound agents for effective call center management. <i>Global Business and Organizational Excellence, 36</i>(1), 71-86. <a href="https://doi.org/10.1002/joe.21757" target="_blank">https://doi.org/10.1002/joe.21757.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510369&pid=S0874-2049202000010000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Eurofound (2016). Inqu&eacute;rito Europeu Sobre as Condi&ccedil;&otilde;es de Trabalho. <a href="http://www.eurofound.europa.eu/sites/default/files/page/field_ef_documents/pt_questionnaire.pdf" target="_blank">http://www.eurofound.europa.eu/sites/default/files/page/field_ef_documents/pt_questionnaire.pdf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510371&pid=S0874-2049202000010000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Field, A. P. (2013). <i>Discovering statistics using IBM SPSS Statistics: And sex and drugs and rock 'n' roll</i> (4<sup>th</sup> ed.). Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510373&pid=S0874-2049202000010000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Frenkel, S., Tam, M., Korczynski, M., &amp; Shire, K. (1998). Beyond bureaucracy? Work organization in call centres. <i>The International Journal of Human Resource Management, 9</i>(6), 957-979. <a href="https://doi.org/10.1080/095851998340694" target="_blank">https://doi.org/10.1080/095851998340694.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510375&pid=S0874-2049202000010000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Gomes, A. R. (2010). <i>Question&aacute;rio de Stresse Ocupacional &ndash; Vers&atilde;o Geral (QSO-VG)</i> (Relat&oacute;rio t&eacute;cnico n&atilde;o publicado). Universidade do Minho, Escola de Psicologia, Braga.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Hackman, J. R., &amp; Oldham, G. R. (1976). Motivation through the design of work: Test of a theory. <i>Organizational Behavior and Human Performance, 16</i>, 250-279. <a href="https://doi.org/10.1016/0030-5073(76)90016-7" target="_blank">https://doi.org/10.1016/0030-5073(76)90016-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510378&pid=S0874-2049202000010000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Harvey, R., Billings, R., &amp; Nilan, K. (1985). Confirmatory factor analysis of the Job Diagnostic Survey: Good news and bad news. <i>Journal of Applied Psychology, 70</i>(3), 461&ndash;468. <a href="https://doi.org/10.1037/0021-9010.70.3.461" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0021-9010.70.3.461</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Holman, D. (2002). Employee wellbeing in call centres. <i>Human Resource Management Journal, 12</i>(4), 35-50. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1748-8583.2002.tb00076.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1748-8583.2002.tb00076.x.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510381&pid=S0874-2049202000010000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Holman, D. (2003). Call centres. In D. J. Holman, T. D. Wall, C. W. Clegg, P. Sparrow, &amp; A. Howard (Eds.), <i>The new workplace: A guide to the human impact of modern working practices</i>(pp. 115-134). Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510383&pid=S0874-2049202000010000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Holman, D., Chissick, C., &amp; Totterdell, P. (2002). The effects of performance monitoring on emotional labor and well-being in call centers. <i>Motivation and Emotion, 26</i>(1), 57-81. <a href="https://doi.org/10.1023/A:1015194108376" target="_blank">https://doi.org/10.1023/A:1015194108376.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510385&pid=S0874-2049202000010000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Idaszak, J. R., &amp; Drasgow, F. (1987). A Revision of the Job Diagnostic Survey: Elimination of a measurement artifact. <i>Journal of Applied Psychology, 72</i>(1), 69&ndash;74.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Jaaron, A. A. M., &amp; Backhouse, C. J. (2011). Systems thinking for call centre service design: Affective commitment implications in manufacturing enterprises. <i>The Service Industries Journal, 31</i>(4), 613-628. <a href="https://doi.org/10.1080/02642069.2010.504301" target="_blank">https://doi.org/10.1080/02642069.2010.504301.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510388&pid=S0874-2049202000010000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Khalid, A., Sarfaraz, A., Ahmed, S., &amp; Malik, F. (2013). Prevalence of stress among call center employees. <i>Pakistan Journal of Social and Clinical Psychology, 11</i>(2), 58-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510390&pid=S0874-2049202000010000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Legros, B., Jouini, O., &amp; Koole, G. (2018). Blended call center with idling times during the call service. <i>IISE Transactions, 50</i>(4), 279-297. <a href="https://doi.org/10.1080/24725854.2017.1387318" target="_blank">https://doi.org/10.1080/24725854.2017.1387318</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510392&pid=S0874-2049202000010000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lin, Y.-H., Chen, C.-Y., Hong, W.-H., &amp; Lin, Y.-H. (2010). Perceived job stress and health complaints at a bank call center: Comparison between inbound and outbound services. <i>Industrial Health, 48</i>(3), 349-356. <a href="https://doi.org/10.2486/indhealth.48.349" target="_blank">https://doi.org/10.2486/indhealth.48.349.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510393&pid=S0874-2049202000010000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Lorente, L., &amp; Yeves, J. (2016). Modelos explicativos do <i>stress</i> laboral. In M. J. Chambel (Coord.), <i>Psicologia da sa&uacute;de ocupacional</i> (pp. 71-94). Pactor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510395&pid=S0874-2049202000010000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Maia, V. H. M. (2011). <i>Comprometimento organizacional nos operadores de call center: Um estudo de caso</i> (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicada). Instituto Superior de Economia e Gest&atilde;o, Universidade de Lisboa, Lisboa.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Martins, C. (2011). <i>Manual de An&aacute;lise de dados quantitativos com recurso ao IBM SPSS: Saber decidir, fazer, interpretar e redigir</i>. Psiquil&iacute;brios Edi&ccedil;&otilde;es.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510398&pid=S0874-2049202000010000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meyer, J. P., &amp; Allen, N. J. (1991). A three-component conceptualization of organizational commitment. <i>Human Resources Management Review, 1</i>(1), 61-89. <a href="https://doi.org/10.1016/1053-4822(91)90011-Z" target="_blank">https://doi.org/10.1016/1053-4822(91)90011-Z.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510400&pid=S0874-2049202000010000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Meyer, J. P., &amp; Allen, N. J. (1997). <i>Commitment in the workplace: Theory, research, and application</i>. Sage Publications, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510402&pid=S0874-2049202000010000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Moreira, V., Alves, P. M., &amp; Botelho, M. C. (2015). Desumaniza&ccedil;&atilde;o do trabalho e turnover num call center de uma institui&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria. <i>International Journal on Working Conditions, 10</i>, 1-22. <a href="http://ricot.com.pt/PT/jornal.php?subop=0&amp;search=undefined&amp;language=PT" target="_blank">http://ricot.com.pt/PT/jornal.php?subop=0&amp;search=undefined&amp;language=PT.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510404&pid=S0874-2049202000010000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mustosm&auml;ki, A., Anttila, T., &amp; Oinas, T. (2013). Engaged or not? A comparative study on factors inducing work engagement in call center and service sector work. <i>Nordic Journal of Working Life Studies</i>,&nbsp;<i>3</i>(1), 49-67. <a href="https://doi.org/10.19154/njwls.v3i1.2520" target="_blank">https://doi.org/10.19154/njwls.v3i1.2520</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510406&pid=S0874-2049202000010000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Nascimento, J. L., Lopes, A., &amp; Salgueiro, M. F. (2008). Estudo sobre a valida&ccedil;&atilde;o do &ldquo;Modelo de Comportamento Organizacional&rdquo; de Meyer e Allen para o contexto portugu&ecirc;s. <i>Comportamento Organizacional e Gest&atilde;o, 14</i>(1), 155-133). <a href="http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=0872-9662&amp;lng=pt" target="_blank">http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=0872-9662&amp;lng=pt.</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Neiva, F. O. (2011)<i>. Efeitos da rota&ccedil;&atilde;o dos postos de trabalho nos trabalhadores e na organiza&ccedil;&atilde;o</i> (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicada). Escola de Engenharia, Universidade do Minho, Guimar&atilde;es.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Oh, H., Park, H., &amp; Boo, S. (2017). Mental health status and its predictors among call center employees: A cross-sectional study. <i>Nursing &amp; Health Sciences, 19</i>(2), 228-236. <a href="https://doi.org/10.1111/nhs.12334" target="_blank">https://doi.org/10.1111/nhs.12334</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510409&pid=S0874-2049202000010000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Paiva, K. C. M., Dutra, M. R., &amp; Luz, T. R. (2015). Comprometimento organizacional de trabalhadores de call center. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o, 50</i>(3), 310-324. <a href="https://doi.org/10.5700/rausp1202" target="_blank">https://doi.org/10.5700/rausp1202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510410&pid=S0874-2049202000010000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Pestana, M. H., &amp; Gajeiro, J. N. (2008). <i>An&aacute;lise de dados para ci&ecirc;ncias sociais &ndash; A complementaridade do SPSS</i>(5&ordf; Ed.). Edi&ccedil;&otilde;es Silabo, Lda.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rod, M., &amp; Ashill, N. J. (2013). The impact of call centre stressors on inbound and outbound call-centre agent burnout. <i>Managing Service Quality: An International Journal, 23</i>(3), 245-264. <a href="https://doi.org/10.1108/09604521311312255" target="_blank">https://doi.org/10.1108/09604521311312255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510413&pid=S0874-2049202000010000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Roque, I. (2008, junho). <i>Trabalho e precariedade no sector das telecomunica&ccedil;&otilde;es: Uma experi&ecirc;ncia local num quadro transnacional</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510415&pid=S0874-2049202000010000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Artigo apresentado no VI Congresso Portugu&ecirc;s de Sociologia, Lisboa<i>.</i> <a href="http://www.aps.pt/vicongresso/" target="_blank">http://www.aps.pt/vicongresso/.</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Roque, I. (2013). A precariedade dos estudantes acad&eacute;micos no universo dos call centres. <i>International Journal on Working Conditions</i>, 6, 18-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510417&pid=S0874-2049202000010000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rose, E., &amp; Wright, G. (2005). Satisfaction and dimensions of control among call centre customer service representatives. <i>Journal of Human Resource Management, 16</i>(1), 136-160. <a href="https://doi.org/10.1080/0958519042000295000" target="_blank">https://doi.org/10.1080/0958519042000295000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510419&pid=S0874-2049202000010000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">S&aacute;, A. C. A. G. P., &amp; S&aacute;, P. H. F. L. M. (2014). As caracter&iacute;sticas da fun&ccedil;&atilde;o e seu impacto nos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o do funcion&aacute;rio de contato: Um estudo em uma grande empresa de telecomunica&ccedil;&otilde;es. <i>Revista Brasileira de Gest&atilde;o de Neg&oacute;cios, 16</i>(53), 658-676. <a href="https://doi.org/10.7819/rbgn.v16i52.1553" target="_blank">https://doi.org/10.7819/rbgn.v16i52.1553.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510421&pid=S0874-2049202000010000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Santos, M. J., &amp; Marques, A. P. (2006). O caso dos call centres: Organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho e atitudes face ao trabalho e emprego. S<i>ociologia, Problemas e Pr&aacute;ticas, 52</i>, 67-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510423&pid=S0874-2049202000010000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Scolari, C., Costa, S. G., &amp; Mazzilli, C. (2009). Prazer e sofrimento entre os trabalhadores de call-center. <i>Psicologia USP, 20</i>(4), 555-576. <a href="https://doi.org/10.1590/S0103-65642009000400005" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0103-65642009000400005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=510425&pid=S0874-2049202000010000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Silva, I., &amp; Keating, J. (2011). Escala de diagn&oacute;stico das caracter&iacute;sticas do trabalho (Relat&oacute;rio n&atilde;o publicado). Escola de Psicologia, Universidade do Minho, Braga.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Simons, J., &amp; Buitendach (2013). 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