<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0874-2049</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Psicologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Psicologia]]></abbrev-journal-title>
<issn>0874-2049</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa de Psicologia (APP)Edições Colibri]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0874-20492020000100010</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.17575/psicologia.v34i1.1496</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Impacto dos fatores psicossociais de risco na qualidade de vida da população no processo de reforma]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Impact of psychosocial risk factors on the population's quality of life in the retirement process]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaspar]]></surname>
<given-names><![CDATA[Tania]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
<xref ref-type="aff" rid="A05"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomez-Baya]]></surname>
<given-names><![CDATA[Diego]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[Isabel]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A04"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerqueira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ana]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
<xref ref-type="aff" rid="A05"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Correia]]></surname>
<given-names><![CDATA[Manuela Faia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Margarida Gaspar de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
<xref ref-type="aff" rid="A05"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Lusíada de Lisboa CLISSIS COMEGI]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade de Lisboa FML ISAMB]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Universidade de Huelva Departamento de Psicologia Social, Desenvolvimento e Educacional ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A04">
<institution><![CDATA[,Universidade Lusíada do Porto CLISSIS ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A05">
<institution><![CDATA[,Universidade de Lisboa FMH ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>08</month>
<year>2020</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>08</month>
<year>2020</year>
</pub-date>
<volume>34</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>121</fpage>
<lpage>134</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0874-20492020000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0874-20492020000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0874-20492020000100010&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo principal deste estudo é compreender e caracterizar a relação entre os fatores de risco psicossocial relacionados ao trabalho e as dimensões de qualidade de vida (QV) em adultos profissionalmente ativos e reformados em Portugal. Os dados foram recolhidos ao nível nacional. Participaram 1.330 indivíduos, sendo 62,2% do género feminino, com idades entre 55 e 75 anos. Foram analisadas as diferenças de género, idade e situação profissional (profissional ativo e reformado) em relação aos fatores psicossocial de risco e QV. Para analisar esta relação foram testados cinco modelos de regressão. Os resultados mostraram que a gestão do stress/burnout e a sobrecarga de trabalho são os fatores de risco psicossocial que apresentaram um impacto mais forte na qualidade de vida. O estudo permitiu concluir que a QV no processo de reforma é influenciada pelos riscos psicossociais relacionados com o trabalho, principalmente a gestão do stress e a sobrecarga de trabalho.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The main objective of this study is to better understand and characterize the relationship between work-related psychosocial risk factors and quality of life dimensions in working and retired population. The data were collected at national level in Portugal. Participants were 1,330 persons, 62.2% of which female, with ages ranging between 55 and 75 years old. Were analyzed gender, age and professional status (professional active and retired) differences in relation to psychosocial risk factors and quality of life. Five regressions models were tested. Results showed that the stress/burnout management and work overload are the psychosocial risk factors that presented a strong impact in quality of live. Quality of live dimensions. Our study allowed to conclude that quality of life in retirement and aging process is influenced by work-related psychosocial risks, especially stress management and work overload.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[gestão do stress]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[qualidade de vida]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[situação de trabalho]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[saúde física e psicológica]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Work-related psychosocial risks factors]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[stress management]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[quality of life]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[working status]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[physical and psychological health]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[  <head>      <p><font face="Verdana" size="4"><b>Impacto dos fatores psicossociais de risco na qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o no processo de reforma</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="3"><b>Impact of psychosocial risk factors on the population's quality of life in the retirement process.</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Tania Gaspar<sup>1, 2, 5, c</sup>, Diego Gomez-Baya<sup>3</sup>, Isabel Torres<sup>4</sup>, Ana Cerqueira<sup>1, 5</sup>, Manuela Faia Correia<sup>1</sup> &amp; Margarida Gaspar de Matos<sup>2, 5</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Universidade Lus&iacute;ada de Lisboa/CLISSIS/ COMEGI</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>2</sup>Universidade de Lisboa/FML/ISAMB</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>3</sup>Universidade de Huelva/Departamento de Psicologia Social, Desenvolvimento e Educacional</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>4</sup>Universidade Lus&iacute;ada do Porto/CLISSIS</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><sup>5</sup>Universidade de Lisboa/FMH/Aventura Social</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><sup>c</sup><a href="#c0">Autor para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></font></p>  <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O objetivo principal deste estudo &eacute; compreender e caracterizar a rela&ccedil;&atilde;o entre os fatores de risco psicossocial relacionados ao trabalho e as dimens&otilde;es de qualidade de vida (QV) em adultos profissionalmente ativos e reformados em Portugal. Os dados foram recolhidos ao n&iacute;vel nacional. Participaram 1.330 indiv&iacute;duos, sendo 62,2% do g&eacute;nero feminino, com idades entre 55 e 75 anos. Foram analisadas as diferen&ccedil;as de g&eacute;nero, idade e situa&ccedil;&atilde;o profissional (profissional ativo e reformado) em rela&ccedil;&atilde;o aos fatores psicossocial de risco e QV. Para analisar esta rela&ccedil;&atilde;o foram testados cinco modelos de regress&atilde;o. Os resultados mostraram que a gest&atilde;o do stress/burnout e a sobrecarga de trabalho s&atilde;o os fatores de risco psicossocial que apresentaram um impacto mais forte na qualidade de vida. O estudo permitiu concluir que a QV no processo de reforma &eacute; influenciada pelos riscos psicossociais relacionados com o trabalho, principalmente a gest&atilde;o do stress e a sobrecarga de trabalho.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave:</b> Fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho; gest&atilde;o do stress; qualidade de vida; situa&ccedil;&atilde;o de trabalho; sa&uacute;de f&iacute;sica e psicol&oacute;gica.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">The main objective of this study is to better understand and characterize the relationship between work-related psychosocial risk factors and quality of life dimensions in working and retired population. The data were collected at national level in Portugal. Participants were 1,330 persons, 62.2% of which female, with ages ranging between 55 and 75 years old. Were analyzed gender, age and professional status (professional active and retired) differences in relation to psychosocial risk factors and quality of life. Five regressions models were tested. Results showed that the stress/burnout management and work overload are the psychosocial risk factors that presented a strong impact in quality of live. Quality of live dimensions. Our study allowed to conclude that quality of life in retirement and aging process is influenced by work-related psychosocial risks, especially stress management and work overload.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords:</b> Work-related psychosocial risks factors; stress management, quality of life, working status, physical and psychological health.</font></p>      <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana" size="2">O envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o acarreta mudan&ccedil;as e consequ&ecirc;ncias a um n&iacute;vel individual e global, refletindo-se na sociedade em geral (Illario et al., 2016; Mari et al., 2016; World Health Organization (WHO), 2015). De acordo com o INE, Portugal caracteriza-se pelo o decr&eacute;scimo da popula&ccedil;&atilde;o jovem e da popula&ccedil;&atilde;o em idade ativa, a par do aumento da popula&ccedil;&atilde;o idosa, em resultado da queda da natalidade e do aumento da longevidade nos &uacute;ltimos anos. De acordo com as proje&ccedil;&otilde;es nacionais, prev&ecirc;-se que, em 2030, os idosos representem cerca de 26% da popula&ccedil;&atilde;o e, em 2060, cres&ccedil;am para 29%. A esperan&ccedil;a m&eacute;dia de vida aos 65 anos em Portugal ultrapassava os 19 anos (perto de 21 anos no caso das mulheres e 17 anos para os homens), j&aacute; no que respeita ao indicador que mede a esperan&ccedil;a de vida saud&aacute;vel aos 65 anos, o ano mais recente com informa&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica para Portugal refere-se a 2014 e apresenta para as mulheres 5,6 anos ap&oacute;s os 65 em que pode esperar viver em condi&ccedil;&otilde;es de vida saud&aacute;vel e os homens 6,9 anos ap&oacute;s os 65. O envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o residente em Portugal contribuiu determinantemente para a evolu&ccedil;&atilde;o da estrutura do mercado de trabalho. Neste sentido, os indiv&iacute;duos com 55 e mais anos representavam 19,5% do total da popula&ccedil;&atilde;o ativa, sendo que 14,8% se situava entre os 55 e os 64 anos. O trabalho proporciona quer uma atividade estruturada dentro de um quadro temporal, um sentimento de prop&oacute;sito e &eacute; tamb&eacute;m fonte de significado A reforma &eacute; um acontecimento de vida muito relevante que normalmente acorre no processo de envelhecimento. A reforma implica a retirada (de forma mais ou menos progressiva) do mundo do trabalho (Byles et al., 2013), o que se pode refletir ao n&iacute;vel do bem-estar e qualidade de vida (QV), devido ao afastamento do local de trabalho e dos colegas e, tamb&eacute;m, ao surgimento de sentimentos negativos como, a diminui&ccedil;&atilde;o da autoestima, ansiedade e depress&atilde;o. Para al&eacute;m disso, nesta fase assiste-se a um aumento no risco de aparecimento de doen&ccedil;as cr&oacute;nicas e de dificuldades em realizar as atividades di&aacute;rias, tendendo a associar-se a piores resultados ao n&iacute;vel da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental dos indiv&iacute;duos (Behncke, 2012). Um ajustamento positivo &eacute; essencial para manter o bem-estar f&iacute;sico e psicol&oacute;gico mais tarde na vida. (Wong &amp; Earl,2009), proporcionando conforto face &agrave; vida na reforma (Wang et al., 2011).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Existem evid&ecirc;ncias na literatura relativamente &agrave; reforma ser, s&oacute; por si, um evento causador de stress (Coe &amp; Zamarro, 2011; Fonseca, 2012). Nos casos em que a reforma &eacute; encarada como a perda de contactos, de relacionamentos interpessoais e de valores intr&iacute;nsecos, esta mudan&ccedil;a pode aumentar os n&iacute;veis de stress (van der Heide et al., 2013), comparativamente com aqueles vivenciados antes deste processo. Os reformados tamb&eacute;m perdem a sua identidade social e valor pr&oacute;prio derivados do trabalho. De acordo com Wang et al. (2011), os recursos f&iacute;sicos, financeiros, sociais, emocionais, cognitivos e motivacionais tendem a diminuir depois da reforma. No entanto, alguns investigadores defendem que a reforma n&atilde;o &eacute; necessariamente traum&aacute;tica ou stressante (e.g., Kim &amp; Moen, 2002; Fehr, 2012), e nem toda a experi&ecirc;ncia de reformado diminui o seu bem-estar f&iacute;sico e psicol&oacute;gico (Wang, 2007).A QV &eacute; um estado relacionado ao bem-estar f&iacute;sico, mental e social, (WHO, 2002) e &eacute; um conceito que engloba diversos aspetos, tais como a sa&uacute;de f&iacute;sica, mental, o estado psicol&oacute;gico (cognitivo e emocional), as rela&ccedil;&otilde;es sociais e laborais, a condi&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica e as atividades recreativas e de lazer. Assim, a sua avalia&ccedil;&atilde;o baseia-se em indicadores objetivos e/ou subjetivos relativos a aspetos f&iacute;sicos, cognitivos, emocionais e sociais (Efklides &amp; Moraitou, 2013; Halvorsrud &amp; Kalfoss, 2007).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O bem-estar dos indiv&iacute;duos &eacute; claramente influenciado pela condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, mas tamb&eacute;m pelas condi&ccedil;&otilde;es financeiras, as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, o desempenho de pap&eacute;is e as atividades sociais (Steptoe, Deaton &amp; Stone, 2015) e reflete-se ao n&iacute;vel da qualidade de vida dos indiv&iacute;duos (Friedman, et al., 2017). Os estilos de vida, o ambiente no qual os indiv&iacute;duos se inserem e a inclus&atilde;o social t&ecirc;m emergido como fatores relevantes que condicionam o envelhecimento (European Commission, 2015, 2018; Illario, et al., 2016).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A atividade laboral e os fatores psicossociais relacionados com esse ambiente constituem-se como aspetos importantes para a qualidade de vida dos indiv&iacute;duos (Helkavaara et al., 2011; J&ouml;nsson, 2012; Nieuwenhuijsen et al., 2010; Theorell et al., 2015). No seu dia a dia, os trabalhadores est&atilde;o expostos a diversas condi&ccedil;&otilde;es potencialmente prejudiciais para a sua QV (Burgard &amp; Lin, 2013), sendo que quanto maior &eacute; o risco psicossocial do ambiente laboral, maior ser&aacute; o preju&iacute;zo ao n&iacute;vel da qualidade de vida f&iacute;sica e psicol&oacute;gica, presente e futura (Bonde, 2008; Eatough et al., 2012; Nieuwenhuijsen et al., 2010).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Com o aumento da idade surgem alguns estere&oacute;tipos face aos trabalhadores mais velhos que tendem a relacion&aacute;-los com uma menor capacidade de trabalho, de aprendizagem e de crescimento. Assim, transparecem algumas assun&ccedil;&otilde;es, nomeadamente a de estarem &agrave; espera da reforma, de serem mais resistentes ao uso das novas tecnologias, menos aptos para a aprendizagem, mais lentos no processamento de informa&ccedil;&atilde;o, mais inflex&iacute;veis, menos motivados, entre outros aspetos (Gaillard &amp; Desmette, 2010; Malinen &amp; Johnston, 2013; Truxillo et al., 2012). Estas ideias e assun&ccedil;&otilde;es negativas que surgem em torno dos trabalhadores mais velhos, podem constituir-se como um fator de stress, na medida em que se refletem nos fatores relacionados com o trabalho e podem condicionar diversos aspetos da sua vida laboral (Kulik et al., 2016; Rabl, 2010). Quando efetivamente estas ideias est&atilde;o presentes no ambiente laboral, isso pode conduzir a preju&iacute;zos na experi&ecirc;ncia e desempenho das tarefas (Adams et al., 2006; Smith et al., 2007) e a uma redu&ccedil;&atilde;o significativa ao n&iacute;vel da confian&ccedil;a nas suas pr&oacute;prias capacidades (Koch et al., 2008).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Nos casos em que os indiv&iacute;duos ainda se encontram com atividade profissional ativa, existem diferentes fontes de stress presentes no contexto laboral, como por exemplo, o fraco suporte e/ou conflitos com colegas e/ou chefias, os ambientes de elevada exig&ecirc;ncia, rela&ccedil;&atilde;o fam&iacute;lia/trabalho (Khamisa et al., 2015; Nieuwenhuijsen et al., 2010), que trazem in&uacute;meras repercuss&otilde;es para a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental dos indiv&iacute;duos (Teles et al., 2014).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo pretende compreender e caracterizar a rela&ccedil;&atilde;o entre os riscos psicossociais e a qualidade de vida e respetivas dimens&otilde;es. Pretende-se, ainda, estudar o impacto do g&eacute;nero, idade e situa&ccedil;&atilde;o profissional dos participantes nesta rela&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Participantes </b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Participaram no presente estudo um total de 1330 indiv&iacute;duos com idades entre os 55 e os 75 anos, residentes em Portugal continental, sendo que 62,2% s&atilde;o do g&eacute;nero feminino. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; situa&ccedil;&atilde;o profissional, 47% t&ecirc;m atividade profissional ativa, 46,5% s&atilde;o reformados e 6,5% s&atilde;o reformados, mas com atividade profissional ativa. Quanto ao estado civil, 64,8% s&atilde;o casados ou unidos de facto e 35,2% referem ser solteiros, divorciados ou vi&uacute;vos. A maioria tem escolaridade at&eacute; ao 12.&ordm; ano (inclusive) e 36,2% completou o ensino superior, mestrado ou doutoramento. Trata-se de uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica, por conveni&ecirc;ncia.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Instrumento</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O instrumento foi composto por quest&otilde;es sociodemogr&aacute;ficas, e por instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o relacionados com a qualidade de vida e fatores psicossociais.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Qualidade de Vida (WHOQOL-BREF).</b> O nome do instrumento &eacute; WHOQOL-BREF (World Health Organization Quality of Life &ndash; Bref), os autores e a vers&atilde;o original s&atilde;o do Grupo WHOQOL, 1994 (Grupo de Qualidade de Vida da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de) e neste estudo foi utilizada a vers&atilde;o portuguesa (Canavarro, et al., 2007). &Eacute; uma medida gen&eacute;rica, multidimensional e multicultural para avaliar a qualidade de vida subjetiva. &Eacute; composto por 26 itens e inclui quatro dom&iacute;nios de qualidade de vida: F&iacute;sico &ldquo;Tem energia suficiente para a sua vida di&aacute;ria?&rdquo;, Psicol&oacute;gico &ldquo;At&eacute; que ponto est&aacute; satisfeito(a) consigo&rdquo;, Social &ldquo;At&eacute; que ponto est&aacute; satisfeito(a) com o apoio que recebe dos seus amigos?&rdquo; e Ambiental &ldquo;At&eacute; que ponto est&aacute; satisfeito(a) com o acesso que tem aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de?&rdquo;. Cada um desses dom&iacute;nios consiste em facetas de qualidade de vida. Esta medida, tamb&eacute;m, permite o c&aacute;lculo de um indicador global da qualidade de vida. Os itens s&atilde;o avaliados numa escala do tipo Likert de 5 pontos: 1 - muito m&aacute; / muito insatisfeito / nada / nunca a 5 - muito mau/muito insatisfeito/ completamente /sempre.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A consist&ecirc;ncia interna, medida pelo alfa de Cronbach, mostra valores aceit&aacute;veis, seja analisando os quatro dom&iacute;nios (0,90) ou cada dom&iacute;nio individual variando de 0,86 (Ambiental) e 0,95 (Psicol&oacute;gico).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Fatores psicossociais do trabalho (COPSOQ). </b>O instrumento utilizado para medir os fatores psicossociais no trabalho (Copenhagen Psychosocial Questionnaire &ndash; COPSOQ II), foi desenvolvido e validado por Kristensen et al. (2005) em colabora&ccedil;&atilde;o com o Instituto Nacional Dinamarqu&ecirc;s de Sa&uacute;de Ocupacional em Copenhaga. O seu objetivo principal &eacute; avaliar os fatores psicossociais no trabalho. O COPSOQ II segue um conceito multidimensional e destina-se a incluir as necessidades gerais envolvidas na base do conceito de "stress no trabalho". Pretende explicar os fatores de risco psicossocial no trabalho, como resultado de altas exig&ecirc;ncias de trabalho e baixo suporte social. Neste estudo foi utilizada a vers&atilde;o em portuguesa (Silva, et al., 2011), mas foi retirada a escala de viol&ecirc;ncia no trabalho porque &eacute; uma quest&atilde;o muito sens&iacute;vel e numa perspetiva &eacute;tica n&atilde;o foi considerada uma vari&aacute;vel fundamental para o presente estudo. Esta vers&atilde;o resumida inclui as dimens&otilde;es psicossociais com evid&ecirc;ncias epidemiol&oacute;gicas relacionadas &agrave; sa&uacute;de. Todas as vers&otilde;es avaliam indicadores de exposi&ccedil;&atilde;o (riscos psicossociais) e indicadores de seus efeitos (sa&uacute;de, satisfa&ccedil;&atilde;o e stress). Todos os itens das tr&ecirc;s vers&otilde;es s&atilde;o avaliados numa escala do tipo Likert de 5 pontos: 1 - nunca / quase nunca a 5 - sempre/quase sempre. Atrav&eacute;s da An&aacute;lise Fatorial Explorat&oacute;ria com rota&ccedil;&atilde;o varimax foram identificadas seis dimens&otilde;es com uma vari&acirc;ncia explicada total de 69,85%. De seguida, ser&atilde;o apresentadas as dimens&otilde;es identificadas, consist&ecirc;ncia interna (alfa de Cronbach) e exemplos ilustrativos dos respetivos itens e : Gest&atilde;o Stress/ <i>Burnout</i>(<i>&alpha;</i> = 0,90) &ldquo;Com que frequ&ecirc;ncia se sente emocionalmente exausto?&rdquo;; Sobrecarga de Trabalho (<i>&alpha;</i> = 0,86) &ldquo;Com que frequ&ecirc;ncia n&atilde;o tem tempo para completar todas as tarefas do seu trabalho?&rdquo;; Autonomia (<i>&alpha;</i> = 0,82) &ldquo;Tem um n&iacute;vel elevado de influ&ecirc;ncia sobre o seu trabalho?&rdquo;; Transpar&ecirc;ncia de papel (<i>&alpha;</i> = 0,60) &ldquo;Sabe exatamente o que &eacute; esperado do seu trabalho?&rdquo;; Suporte chefia (<i>&alpha;</i> = 0,58) &ldquo;Costuma ter ajuda e apoio do seu superior direto?&rdquo;; Confian&ccedil;a/Justi&ccedil;a (<i>&alpha;</i> = 0,56) &ldquo;&Eacute; tratado de forma justa no seu local de trabalho?&rdquo;.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>Procedimento</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Foram contactadas diversas organiza&ccedil;&otilde;es, como sindicatos, empresas, munic&iacute;pios, universidades seniores, e Institui&ccedil;&otilde;es Particulares de Solidariedade Social (IPSS) que inclu&iacute;am pessoas na faixa et&aacute;ria do estudo. Ou seja, pessoas com idades entre os 55 e os 75 anos, dez anos antes e dez anos depois da idade oficial de reforma. A recolha de dados foi realizada com as institui&ccedil;&otilde;es que concordaram em cooperar e com as pessoas que concordaram em preencher o question&aacute;rio. O question&aacute;rio foi de autopreenchimento, an&oacute;nimo e confidencial. Relativamente aos participantes reformados foi-lhes pedido que reportassem as suas respostas ao &uacute;ltimo ano de trabalho.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O projeto foi aprovado pela comiss&atilde;o de &eacute;tica da ARSLVT / Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de pro. 023 / CES / INV / 2014.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>RESULTADOS</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Na <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t1.jpg">Tabela 1</a> apresentam-se as m&eacute;dias e consist&ecirc;ncia interna das dimens&otilde;es das escalas em estudo, a maioria das subescalas apresenta bons valores de consist&ecirc;ncia interna, com exce&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s dimens&otilde;es dos fatores psicossociais de trabalho que apresentam valores menos adequados, nomeadamente, na dimens&atilde;o transpar&ecirc;ncia, Suporte da chefia e Confian&ccedil;a e justi&ccedil;a que apresentam valores entre os .60 e .56.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Atrav&eacute;s da an&aacute;lise da <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t2.jpg">Tabela 2</a>, &eacute; poss&iacute;vel verificar que existem correla&ccedil;&otilde;es entre todas as vari&aacute;veis, com exce&ccedil;&atilde;o da sobrecarga de trabalho com a baixa transpar&ecirc;ncia de papel e com a QV geral. Assim, pode observar-se que existe uma forte rela&ccedil;&atilde;o entre as dimens&otilde;es dos fatores psicossociais e as dimens&otilde;es da qualidade de vida.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Atrav&eacute;s dos resultados obtidos (<a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t3.jpg">Tabela 3</a>) pode observar-se que existem diferen&ccedil;as significativas no que diz respeito ao g&eacute;nero, na dimens&atilde;o gest&atilde;o de stress/burnout, baixa confian&ccedil;a/justi&ccedil;a, QV f&iacute;sica, psicol&oacute;gica e ambiental, sendo o g&eacute;nero masculino aquele que apresenta m&eacute;dias mais elevadas nestas dimens&otilde;es, com exce&ccedil;&atilde;o da perce&ccedil;&atilde;o de baixa confian&ccedil;a/justi&ccedil;a, na qual &eacute; o g&eacute;nero feminino que apresenta um valor mais elevado.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Relativamente &agrave; idade (<a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t4.jpg">Tabela 4</a>), podem observar-se diferen&ccedil;as estatisticamente significativas nas seguintes dimens&otilde;es: gest&atilde;o de stress/burnout, sobrecarga de trabalho, QV geral, f&iacute;sica, psicol&oacute;gica e social. Assim, verifica-se que s&atilde;o os indiv&iacute;duos at&eacute; aos 60 anos que apresentam valores mais elevados de sobrecarga de trabalho e de QV geral, f&iacute;sica, psicol&oacute;gica e relativa &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es sociais. Por outro lado, s&atilde;o os indiv&iacute;duos com 61 ou mais anos que apresentam menores n&iacute;veis de stress/burnout.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados da <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t5.jpg">Tabela 5</a> indicam diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre as diferentes situa&ccedil;&otilde;es profissionais para todas as vari&aacute;veis com exce&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o referente &agrave; baixa transpar&ecirc;ncia de papel. Deste modo, verifica-se que as dimens&otilde;es dos fatores psicossociais (com exce&ccedil;&atilde;o da referida) e da qualidade de vida variam consoante a situa&ccedil;&atilde;o profissional. S&atilde;o os participantes reformados com atividade profissional ativa que apresentam uma melhor perce&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida geral, qualidade de vida f&iacute;sica e psicol&oacute;gica, assim como melhor gest&atilde;o de stress/burnout e maior autonomia. Os participantes reformados apresentam uma perce&ccedil;&atilde;o mais negativa em rela&ccedil;&atilde;o ao suporte da chefia, confian&ccedil;a e justi&ccedil;a remetendo-se ao seu &uacute;ltimo ano de atividade profissional. Tamb&eacute;m s&atilde;o os praticantes reformados que referem uma perce&ccedil;&atilde;o de QV geral mais negativa. Os participantes com atividade profissional ativa apresentam menor capacidade de gest&atilde;o do stress/burnout, maior sobrecarga de trabalho, melhor perce&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida social e ambiental.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De forma a compreender e explicar o impacto dos fatores psicossociais nas diferentes &aacute;reas da qualidade de vida, foram realizados cinco modelos de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla para cada uma das situa&ccedil;&otilde;es profissionais em estudo (reformados, profissionais ativos e reformados com atividade profissional), que incluem vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas (g&eacute;nero, idade, estado civil e escolaridade) e vari&aacute;veis relacionadas com os fatores psicossociais no trabalho (<a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t6.jpg">Tabela 6</a>, <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t7.jpg">7</a> e <a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t8.jpg">8</a>).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o aos indiv&iacute;duos com situa&ccedil;&atilde;o profissional ativa (<a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t6.jpg">Tabela 6</a>), de uma forma geral e em rela&ccedil;&otilde;es &agrave;s vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas, salienta-se que o g&eacute;nero n&atilde;o se relaciona significativamente com nenhuma das dimens&otilde;es da QV, a idade apenas surge como vari&aacute;vel explicativa da QV f&iacute;sica, o estado civil (solteiro/divorciado/vi&uacute;vo) associa-se de forma negativa e significativa com as dimens&otilde;es da QV, com exce&ccedil;&atilde;o da referente &agrave; f&iacute;sica e, por &uacute;ltimo, a escolaridade relaciona-se com a QV em todas as dimens&otilde;es menos na social. No que diz respeito aos fatores psicossociais, a dimens&atilde;o da gest&atilde;o do stress/burnout relaciona-se de forma positiva e significativa com todas as dimens&otilde;es da QV (maior valor, menos stress) e a dimens&atilde;o que reflete baixa transpar&ecirc;ncia de papel apresenta uma rela&ccedil;&atilde;o negativa com todas as dimens&otilde;es da QV &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da social.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">De acordo com o primeiro modelo (QV geral), verifica-se que a escolaridade, a sobrecarga de trabalho e a gest&atilde;o do stress/burnout se associam de forma positiva e significativa com a QV geral. O estado civil (solteiro/divorciado/vi&uacute;vo), a baixa autonomia e a baixa transpar&ecirc;ncia de papel, por sua vez, t&ecirc;m uma associa&ccedil;&atilde;o negativa e significativa com esta dimens&atilde;o. No seu conjunto, o poder explicativo do modelo 1 &eacute; de 28% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.439) = 18.28; <i>p </i>&lt; 0.001.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por sua vez, no segundo modelo (QV f&iacute;sica), as vari&aacute;veis idade, escolaridade, baixa autonomia, baixa transpar&ecirc;ncia de papel, baixo suporte da chefia, baixa confian&ccedil;a/justi&ccedil;a e gest&atilde;o do stress/burnout surgem como explicativas da QV f&iacute;sica. Este modelo apresenta um poder explicativo de 35% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.428) = 24.64; <i>p </i>&lt; 0.001.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No terceiro modelo (QV psicol&oacute;gica), as vari&aacute;veis que surgem associadas com esta dimens&atilde;o s&atilde;o o estado civil, a escolaridade, a baixa autonomia, a baixa transpar&ecirc;ncia de papel, a baixa confian&ccedil;a/justi&ccedil;a e a gest&atilde;o do stress/burnout. O modelo 3 explica 36% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.432) = 25.78; <i>p </i>&lt; 0.001.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O quarto modelo (QV social) permite observar que apenas as vari&aacute;veis estado civil, baixa autonomia, baixa confian&ccedil;a/justi&ccedil;a e gest&atilde;o do stress/burnout surgem como explicativas da QV social. No seu conjunto, o poder explicativo deste modelo &eacute; de 17% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.444) = 10.50; <i>p </i>&lt; 0.001, sendo o modelo que apresenta o menor poder explicativo.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Por &uacute;ltimo, no modelo cinco (QV ambiental), o estado civil, a escolaridade, a baixa transpar&ecirc;ncia de papel e a gest&atilde;o do stress/burnout surgem significativamente associados &agrave; QV ligada ao ambiente. Este modelo apresenta um poder explicativo de 36% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.416) = 24.81; <i>p </i>&lt; 0.001.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">No que diz respeito aos reformados (<a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t7.jpg">Tabela 7</a>), pode observar-se que o estado civil (solteiro/divorciado/vi&uacute;vo) se relaciona de forma negativa e significativa com todas as dimens&otilde;es da QV e a escolaridade de forma positiva e significativa com todas, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da QV social. No que diz respeito aos fatores psicossociais, e tal como acontece no caso dos indiv&iacute;duos com atividade profissional ativa, a dimens&atilde;o de gest&atilde;o do stress/burnout evidencia uma rela&ccedil;&atilde;o positiva e significativa com todas as dimens&otilde;es da QV (maior valor, menos stress) e a dimens&atilde;o da baixa transpar&ecirc;ncia de papel apresenta uma rela&ccedil;&atilde;o negativa com todas as dimens&otilde;es da QV &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da social.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No primeiro modelo &eacute; poss&iacute;vel verificar que o estado civil, a escolaridade, a baixa transpar&ecirc;ncia de papel e a gest&atilde;o do stress/burnout se relacionam com a QV geral. No seu conjunto, o poder explicativo do modelo 1 &eacute; de 26% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.353) = 13.94; <i>p </i>&lt; 0.001.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No modelo referente &agrave; QV f&iacute;sica, as vari&aacute;veis: idade, estado civil, escolaridade, baixa transpar&ecirc;ncia de papel e gest&atilde;o do stress/burnout surgem como explicativas desta dimens&atilde;o. Este modelo apresenta um poder explicativo de 39% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.352) = 23.78; <i>p </i>&lt; 0.001.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O terceiro modelo (QV psicol&oacute;gica) permite observar que, nos fatores sociodemogr&aacute;ficos, apenas o g&eacute;nero n&atilde;o se relaciona com esta dimens&atilde;o da QV. No que diz respeito aos fatores psicossociais, aqueles que surgem como explicativos s&atilde;o a falta de autonomia, a falta de transpar&ecirc;ncia de papel e gest&atilde;o do stress/burnout. Este modelo explica 43% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.350) = 27.82; <i>p </i>&lt; 0.001.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O modelo da QV social demonstra que apenas o g&eacute;nero, estado civil e a gest&atilde;o do stress/burnout se constituem como vari&aacute;veis explicativas desta dimens&atilde;o da QV. No seu conjunto, o poder explicativo deste modelo &eacute; de 21% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.343) = 10.24; <i>p </i>&lt; 0.001.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o ao modelo cinco (QV ambiental), que explica 31% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.348) = 17.00; <i>p </i>&lt; 0.001, pode observar-se que as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas com exce&ccedil;&atilde;o da idade, a sobrecarga de trabalho, a baixa transpar&ecirc;ncia de papel e gest&atilde;o do stress/burnout surgem significativamente associados &agrave; QV ligada ao ambiente.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">No que diz respeito aos reformados com atividade profissional (<a href="/img/revistas/psi/v34n1/34n1a10t8.jpg">Tabela 8</a>), salienta-se a import&acirc;ncia da escolaridade para a explica&ccedil;&atilde;o da QV geral e ambiental e a relev&acirc;ncia da gest&atilde;o do stress/burnout para a compreens&atilde;o da QV f&iacute;sica e psicol&oacute;gica. Os modelos referentes &agrave; QV geral e QV social n&atilde;o s&atilde;o estatisticamente significativos. O modelo referente &agrave; QV f&iacute;sica apresenta um poder explicativo de 41% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.33) = 4.03; <i>p</i> &lt; 0.001.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O terceiro modelo (QV psicol&oacute;gica) explica 29% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.33) = 2.77; <i>p</i> &lt; 0.01. Em rela&ccedil;&atilde;o ao modelo cinco (QV ambiental) que explica 22% da vari&acirc;ncia, <i>F</i>(10.37) = 2.30; <i>p</i> &lt; 0.05.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O presente estudo pretendeu compreender e caracterizar a rela&ccedil;&atilde;o entre os riscos psicossociais e a qualidade de vida e respetivas dimens&otilde;es. Pretendeu-se, ainda, estudar o impacto do g&eacute;nero, idade e situa&ccedil;&atilde;o profissional dos participantes nesta rela&ccedil;&atilde;o.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os resultados revelam que existe uma rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre as dimens&otilde;es da qualidade de vida e dos diferentes riscos psicossociais. Salienta-se a rela&ccedil;&atilde;o entre a capacidade gest&atilde;o de stress/burnout e a qualidade de vida f&iacute;sica e psicol&oacute;gica, e entre a sobrecarga de trabalho e a qualidade de vida f&iacute;sica. A sa&uacute;de e qualidade de vida devem ser compreendidas numa perspetiva biopsicossocial, que envolve a sa&uacute;de f&iacute;sica, psicol&oacute;gica, social, laboral e ambiental. Estes fatores influenciam a express&atilde;o e experi&ecirc;ncia de sa&uacute;de e doen&ccedil;a, adapta&ccedil;&atilde;o e desadapta&ccedil;&atilde;o, e a sa&uacute;de e doen&ccedil;a podem resultar da interliga&ccedil;&atilde;o destes fatores (Schneider et al., 2005; Taylor, 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Verificamos diferen&ccedil;as de g&eacute;nero, sendo que as mulheres apresentam perce&ccedil;&atilde;o mais negativa em rela&ccedil;&atilde;o qualidade de vida f&iacute;sica, psicol&oacute;gica e ambiental, e menor capacidade de gest&atilde;o de stress/burnout e baixa perce&ccedil;&atilde;o confian&ccedil;a/justi&ccedil;a. As mulheres frequentemente aparecem como um grupo de risco e diversos estudos apresentam resultados que refor&ccedil;am o facto de as mulheres apresentarem uma perce&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida e bem-estar mais negativa, assim como perce&ccedil;&atilde;o de desigualdade de g&eacute;nero ao n&iacute;vel das compet&ecirc;ncias e oportunidades (Gholami, et al., 2013).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os participantes mais velhos, com mais de 60 anos de idade referem uma melhor capacidade de gest&atilde;o do stress/burnout. Os participantes mais novos, com 60 anos ou menos de idade apresentam uma perce&ccedil;&atilde;o mais positiva da sua qualidade de vida em termos gerais, assim como na qualidade de vida f&iacute;sica, psicol&oacute;gica e social.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Quando se analisam os dados comparando a situa&ccedil;&atilde;o profissional dos participantes, verificamos que de um modo geral, o grupo com uma perce&ccedil;&atilde;o mais positiva dos riscos psicossociais e da qualidade de vida &eacute; o grupo de participantes reformados, mas que mant&eacute;m uma atividade profissional ativa. A maior preocupa&ccedil;&atilde;o dos participantes com atividade profissional &eacute; a capacidade de gest&atilde;o do stress/burnout e sobrecarga de trabalho. O processo de envelhecimento e reforma trazem altera&ccedil;&otilde;es e desafios psicol&oacute;gicos e sociais, por um lado verifica-se uma redu&ccedil;&atilde;o do stress e press&atilde;o pelo exerc&iacute;cio de uma profiss&atilde;o (Khamisa, et al.,2015) mas, por outro lado, pode-se verificar uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o social e a perda de uma identidade relacionada com a profiss&atilde;o (Clark &amp; Hapson, 2001; Eatough et al., 2012; Gaspar &amp; Torres, 2015; SAMHSA Advisory, 2013; Nieuwenhuijsen, et al., 2010).O presente estudo permite compreender a rela&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o profissional (profissionalmente ativo; reformado e reformado com atividade profissional), dos fatores psicossociais e da perce&ccedil;&atilde;o de QV dos participantes no processo de envelhecimento e reforma. O estudo revela que grande parte das dimens&otilde;es dos fatores psicossociais e a qualidade de vida e respetivas dimens&otilde;es variam consoante a situa&ccedil;&atilde;o profissional. Os participantes com atividade profissional ativa apresentam menor capacidade de gest&atilde;o do stress/burnout, maior sobrecarga de trabalho, melhor perce&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida social e ambiental. S&atilde;o os participantes reformados com atividade profissional ativa que apresentam uma melhor perce&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida geral, qualidade de vida f&iacute;sica e psicol&oacute;gica, por serem provavelmente aqueles que maior empenhamento afetivo t&ecirc;m no trabalho, n&atilde;o sentido o peso da obrigatoriedade de terem de trabalhar porque a decis&atilde;o de continuar ativo foi um comportamento de escolha motivado que pode facilitar a transi&ccedil;&atilde;o e ajustamento &agrave; reforma total (Kim &amp; Feldman, 2000).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Analisando a rela&ccedil;&atilde;o de cada um dos riscos psicossociais com cada uma das diferentes dimens&otilde;es da qualidade de vida, verificamos que, de um modo geral, s&atilde;o as dimens&otilde;es capacidade de gest&atilde;o do stress/burnout e sobrecarga de trabalho que mais influ&ecirc;ncia t&ecirc;m na qualidade de vida e respetivas dimens&otilde;es, especialmente, na qualidade de vida f&iacute;sica e psicol&oacute;gica. As dimens&otilde;es psicol&oacute;gicas apresentam um grande impacto na qualidade de vida, perce&ccedil;&atilde;o de bem-estar e perce&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias, no processo de envelhecimento a qualidade de vida f&iacute;sica ganha um peso tamb&eacute;m muito relevante uma vez que o envelhecimento pode estar associado ao aumento de problemas de sa&uacute;de f&iacute;sica com tend&ecirc;ncia para a cronicidade (Gaspar et al., 2012; Gaspar et al., 2009; Scheibe &amp; Kuba, 2017).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A preven&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o no processo de pr&eacute;-reforma, reforma e envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o deve incluir a promo&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias sociais e psicol&oacute;gicas na popula&ccedil;&atilde;o-alvo, na fam&iacute;lia e comunidade. A promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e comportamentos saud&aacute;veis em todas as idades contribui para prevenir ou retardar o desajustamento e o desenvolvimento de doen&ccedil;as cr&oacute;nicas ou outras doen&ccedil;as relacionadas ao envelhecimento. Se a doen&ccedil;a j&aacute; existe, &eacute; importante minimizar as consequ&ecirc;ncias atrav&eacute;s da dete&ccedil;&atilde;o precoce, atendimento de qualidade e promo&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias psicossociais. A interven&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel da promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de deve criar ambientes f&iacute;sicos, sociais e laborais que promovam a sa&uacute;de e a participa&ccedil;&atilde;o de pessoas e &eacute; importante mudar as atitudes pessoais e sociais, a fim de incentivar a participa&ccedil;&atilde;o das pessoas no processo de envelhecimento (WHO, 2012).</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">A avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida e riscos psicossociais, nomeadamente nos &uacute;ltimos anos de atividade profissional, pode ser &uacute;til na triagem e identifica&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos que est&atilde;o em risco de desenvolver comportamentos ou complica&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, o que &eacute; crucial para programas sociais, programas de promo&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, que em &uacute;ltima an&aacute;lise deveriam ser da responsabilidade das organiza&ccedil;&otilde;es. Torna-se relevante compreender a rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade de vida, riscos psicossociais e o impacto que a idade, g&eacute;nero, e situa&ccedil;&atilde;o profissional podem ter no processo de reforma e envelhecimento. Estes indicadores fornecem um forte argumento para a investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica em qualidade de vida e riscos psicossociais na popula&ccedil;&atilde;o mais idosa usando uma perspetiva biopsicossocial por psic&oacute;logos, gestores de recursos humanos, outros profissionais de sa&uacute;de / sociais e contextos comunit&aacute;rios que t&ecirc;m que enfrentar o desafio de fornecer servi&ccedil;os sens&iacute;veis &agrave;s diferen&ccedil;as, e mudan&ccedil;as sociais, culturais e individuais, tais como, permitir que o mercado de trabalho responda &agrave;s consequ&ecirc;ncias econ&oacute;micas e sociais do envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o, como gerir um n&uacute;mero elevado de gera&ccedil;&otilde;es de trabalhadores com caracter&iacute;sticas t&atilde;o dispares, promovendo a solidariedade entre gera&ccedil;&otilde;es e locais de trabalho saud&aacute;veis e sustent&aacute;veis. (Huebner et al., 2004; WHO, 2012): As pr&oacute;prias organiza&ccedil;&otilde;es devem ter responsabilidade, que fornecer&aacute; sobretudo aos Psic&oacute;logos Organizacionais e aos Gestores de Recursos Humanos a oportunidade de dar contributos que s&atilde;o consistentes com a miss&atilde;o da &aacute;rea cient&iacute;fica de Comportamento Organizacional e que tem potencial de elevar a &aacute;rea aos olhos da sociedade.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">O estudo apresentou algumas limita&ccedil;&otilde;es, nomeadamente a representatividade, pois utilizou-se uma amostra nacional de conveni&ecirc;ncia. Portanto, os resultados n&atilde;o podem ser considerados representativos para a popula&ccedil;&atilde;o em estudo. Uma vez que os fatores f&iacute;sicos e psicol&oacute;gicos foram os mais relevantes, pode ser interessante estudar a popula&ccedil;&atilde;o com situa&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de especificas, nomeadamente, doen&ccedil;as cr&oacute;nicas espec&iacute;ficas e comorbilidade entre as doen&ccedil;as, incluindo problemas de sa&uacute;de mental relacionados &agrave; dem&ecirc;ncia, depress&atilde;o e ansiedade, assim como aprofundar situa&ccedil;&otilde;es profissionais, situa&ccedil;&atilde;o profissional, profiss&atilde;o, fun&ccedil;&atilde;o, escolaridade entre outras. Idealmente, dever-se-ia conduzir um estudo longitudinal comparando a situa&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;-reforma com a de reforma. Teria, tamb&eacute;m, interesse aprofundar as raz&otilde;es subjacentes a manter-se ativo mesmo estando reformado, i.e os designados <i>bridge employment</i>.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Apesar das limita&ccedil;&otilde;es do estudo, os resultados e modelos propostos podem ser considerados contribui&ccedil;&otilde;es para uma melhor compreens&atilde;o e promover uma interven&ccedil;&atilde;o mais efetiva relacionada ao risco psicossocial, promo&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida e ajustamento no processo de reforma e envelhecimento.</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados sugerem fortemente que ser mulher, ter mais de 60 anos e ser reformado sem atividade profissional podem ser considerados fatores ligados ao risco, e podem prejudicar a perce&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida ou pelo menos levar ao aumento da vulnerabilidade. A capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o e ajustamento aos desafios e mudan&ccedil;as no processo de envelhecimento e o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias socioemocionais s&atilde;o fatores ligados &agrave; prote&ccedil;&atilde;o. Numa perspetiva biopsicossocial, este processo de ajuste com enfoque nas oportunidades de um envelhecimento positivo, deve ter o envolvimento global, das pessoas, das fam&iacute;lias, assim como das entidades empregadoras, dos servi&ccedil;os de suporte e pol&iacute;ticas de sa&uacute;de e sociais (Brown, et al., 2010; Miranzi et al., 2008; Odili et al., , 2008).</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Adams, G., Garcia, D.M., Purdie-Vaughns, V., &amp; Steele, C.M. (2006). The detrimental effects of a suggestion of sexism in an instruction situation. J<i>ournal of Experimental Social Psychology, 42</i>, 602&ndash;615. <a href="https://doi.org/10.1016/j.jesp.2005.10.004" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.jesp.2005.10.004</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Behncke, S. (2012). Does retirement trigger ill health? <i>Health economics, 21</i>(<i>3</i>), 282-300. <a href="https://doi.org/10.1002/hec.1712" target="_blank">https://doi.org/10.1002/hec.1712</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511376&pid=S0874-2049202000010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Bonde, J. P. E. (2008). Psychosocial factors at work and risk of depression: a systematic review of the epidemiological evidence. <i>Occupational and environmental medicine, 65</i>(7), 438-445. <a href="https://doi.org/10.1136/oem.2007.038430" target="_blank">https://doi.org/10.1136/oem.2007.038430</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511377&pid=S0874-2049202000010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Brown, D., Pleasants, R., Ohar, J., Kraft, M., Donohue, J., Mannino,D., Liao, W. &amp; Herrick, H. (2010). Health-related quality of life and chronic obstructive pulmonary disease in North Carolina. <i>North American Journal of Medical Sciences, 2</i>(2), 60-65. <a href="https://doi.org/10.4297/najms.2010.260" target="_blank">https://doi.org/10.4297/najms.2010.260</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511378&pid=S0874-2049202000010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Burgard, S. A., &amp; Lin, K. Y. (2013). Bad jobs, bad health? How work and working conditions contribute to health disparities. <i>American Behavioral Scientist, 57</i>(8), 1105-1127. <a href="https://doi.org/10.1177/0002764213487347" target="_blank">https://doi.org/10.1177/0002764213487347</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511379&pid=S0874-2049202000010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Byles, J., Tavener, M., Robinson, I., Parkinson, L., Smith, P. W., Stevenson, D., Leigh, L. &amp; Curryer, C. (2013). Transforming retirement: New definitions of life after work. <i>Journal of women &amp; aging, 25</i>(<i>1</i>), 24-44. <a href="https://doi.org/10.1080/08952841.2012.717855" target="_blank">https://doi.org/10.1080/08952841.2012.717855</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511380&pid=S0874-2049202000010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Canavarro, M. C., Sim&otilde;es, M. R., Vaz Serra, A., Pereira, M., Rijo, D., Quartilho, M. J., Gameiro, S., Paredes, T., &amp; Carona, C. (2007). Instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de: WHOQOL-Bref. In M. Sim&otilde;es, C. Machado, M. Gon&ccedil;alves, &amp; L. Almeida (Eds.),&nbsp;<i>Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica: Instrumentos validados para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa&nbsp;</i>(Vol. III, pp. 77-100).&nbsp;Quarteto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511381&pid=S0874-2049202000010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Clark, M., &amp; Hampson, S. E. (2001). Implementing a psychological intervention to improve lifestyle self-management in type 2 diabetes. <i>Patient Education and Counseling, 42</i>, 247&ndash;256. <a href="https://doi.org/10.1016/s0738-3991(00)00128-2" target="_blank">https://doi.org/10.1016/s0738-3991(00)00128-2</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Coe, N. B., &amp; Zamarro, G. (2011). Retirement effects on health in Europe. <i>Journal of health economics, 30</i>(<i>1</i>), 77-86. <a href="https://doi.org/10.1016/j.jhealeco.2010.11.002" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.jhealeco.2010.11.002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511384&pid=S0874-2049202000010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Eatough, E. M., Way, J. D., &amp; Chang, C. H. (2012). Understanding the link between psychosocial work stressors and work-related musculoskeletal complaints. <i>Applied ergonomics, 43</i>(3), 554-563. <a href="https://doi.org/10.1016/j.apergo.2011.08.009" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.apergo.2011.08.009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511385&pid=S0874-2049202000010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Efklides, A. &amp; Moraitou, D. (2013). Introduction: Looking at quality of life and well-being from a positive psychology perspective. In M. Platsidou, D. Moraitou (Eds) <i>A positive psychology perspective on quality of life</i> (Vol. 51, pp.1-16). Springer Science &amp; Business Media.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511386&pid=S0874-2049202000010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">European Commission. (2015). <i>The 2015 Ageing Report - Economic and budgetary projections for the 28 EU Member States (2013-2060)</i>. <a href="https://ec.europa.eu/economy_finance/publications/european_economy/2015/pdf/ee3_en.pdf" target="_blank">https://ec.europa.eu/economy_finance/publications/european_economy/2015/pdf/ee3_en.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511388&pid=S0874-2049202000010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">European Commission. (2018). <i>The 2018 Ageing Report - Economic and budgetary projections for the 28 EU Member States (2016-2070)</i>. <a href="https://ec.europa.eu/info/sites/info/files/economy-finance/ip079_en.pdf" target="_blank">https://ec.europa.eu/info/sites/info/files/economy-finance/ip079_en.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511389&pid=S0874-2049202000010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fehr, R. (2012). Is retirement always stressful? The potential impact of creativity. <i>American Psychologist</i>, 67, 76&ndash;77. <a href="https://doi.org/10.1037/a0026574" target="_blank">https://doi.org/10.1037/a0026574</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Fonseca, A. M. (2012). Do trabalho &agrave; reforma: quando os dias parecem mais longos. <i>Sociologia, Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2</i>, 75-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511391&pid=S0874-2049202000010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Friedman, E. M., Ruini, C., Foy, R., Jaros, L., Sampson, H., &amp; Ryff, C. D. (2017). Lighten UP! A community-based group intervention to promote psychological well-being in older adults. <i>Aging &amp; mental health, 21</i>(<i>2</i>), 199-205. <a href="https://doi.org/10.1080/13607863.2015.1093605" target="_blank">https://doi.org/10.1080/13607863.2015.1093605</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511393&pid=S0874-2049202000010001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gaillard, M. &amp; Desmette, D. (2010). (In)validating Stereotypes About Older Workers Influences Their Intentions to Retire Early and to Learn and Develop. <i>Basic and Applied Social Psychology, 32</i>(<i>1</i>), 86-98. <a href="https://doi.org/10.1080/01973530903435763" target="_blank">https://doi.org/10.1080/01973530903435763</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511394&pid=S0874-2049202000010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gaspar, T., Matos, M. G., Ribeiro, J. L., Leal, I., Erhart, M., &amp; Ravens-Sieberer, U. (2012). Health-related quality of life inchildren and adolescents: Subjective well being. <i>Spanish Journal of Psychology, 15</i>(1), 177-186. <a href="http://dx.doi.org/10.5209/rev_SJOP.2012.v15.n1.37306" target="_blank">http://dx.doi.org/10.5209/rev_SJOP.2012.v15.n1.37306</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511395&pid=S0874-2049202000010001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gaspar, T., Matos, M. G., Ribeiro, J., Leal, I., &amp; Ferreira, A. (2009). Health-related quality of lifein children and adolescents and associated factors.<i>Journal of Cognitive and Behavioral Psychotherapies</i>,<i>9</i>, 33&ndash;48.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gaspar, T. &amp; Torres, I. (2015). <i>Fatores psicossociais e profissionais promotores de qualidade de vida no processo de reforma e envelhecimento ativo</i>. Estudo de envelhecimento ativo. Universidade Lus&iacute;ada de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511397&pid=S0874-2049202000010001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Gholami, A., Azini, M., Borji, A., Shirazi, F., Sharafi, Z., &amp; Zarei, E. (2013). Quality of life in patiets with type 2 diabetes: Application of WHOQOL-BREF scale. <i>Shiraz E-Medical Journal, 14</i>(3),162-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511399&pid=S0874-2049202000010001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Halvorsrud, L. &amp; Kalfoss, M. (2007). The conceptualization and measurement of quality of life in older adults: a review of empirical studies published during 1994-2006. <i>European Journal of Ageing, 4</i>, 229-246. <a href="https://doi.org/10.1007/s10433-007-0063-3" target="_blank">https://doi.org/10.1007/s10433-007-0063-3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511401&pid=S0874-2049202000010001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Helkavaara, M., Saastamoinen, P., &amp; Lahelma, E. (2011). Psychosocial work environment and emotional exhaustion among middle-aged employees. <i>BMC research notes, 4</i>(1), 101. <a href="https://doi.org/10.1186/1756-0500-4-101" target="_blank">https://doi.org/10.1186/1756-0500-4-101</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511402&pid=S0874-2049202000010001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Huebner, E., Suldo, S., Smith, L., &amp; McKnight, C. (2004). Life satisfaction in children and youth:Empirical foundations and implications for school psychologists.P<i>sychology in the Schools</i>,<i>41</i>,81&ndash;93. <a href="https://doi.org/10.1002/pits.10140" target="_blank">https://doi.org/10.1002/pits.10140</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Illario, M., Vollenbroek-Hutten, M. M., Molloy, D. W., Menditto, E., Iaccarino, G., &amp; Eklund, P. (2016). Active and healthy ageing and independent living 2016. <i>Journal of aging research, 2016</i>. <a href="https://doi.org/10.1155/2016/8062079" target="_blank">https://doi.org/10.1155/2016/8062079</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511404&pid=S0874-2049202000010001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">J&ouml;nsson, S. (2012). Psychosocial work environment and prediction of job satisfaction among Swedish registered nurses and physicians&ndash;a follow-up study. <i>Scandinavian Journal of Caring Sciences, 26</i>(2), 236-244. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1471-6712.2011.00924.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1471-6712.2011.00924.x</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Khamisa, N., Oldenburg, B., Peltzer, K., &amp; Ilic, D. (2015). Work related stress, burnout, job satisfaction and general health of nurses. <i>International journal of environmental research and public health, 12</i>(1), 652-666. <a href="https://doi.org/10.3390/ijerph120100652" target="_blank">https://doi.org/10.3390/ijerph120100652</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511406&pid=S0874-2049202000010001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, S., &amp; Feldman, D. C. (2000). Working in retirement: The antecedents of bridge employment and its consequences for quality of life in retirement. <i>Academy of Management Journal, 43</i>, 1195-1210. <a href="https://doi.org/10.2307/1556345" target="_blank">https://doi.org/10.2307/1556345</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511407&pid=S0874-2049202000010001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kim, J. E., &amp; Moen, P. (2002). Retirement transitions, gender, and psychological well-being a life-course, ecological model<i>. Journal of Gerontology, series B: Psychological Science and Social Science, 57</i>(3), 212&ndash;222. <a href="https://doi.org/10.1093/geronb/57.3.P212" target="_blank">https://doi.org/10.1093/geronb/57.3.P212</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Koch S.C., M&uuml;ller, S.M., Sieverding, &amp; M. (2008). Women and computers: Effects of stereotype threat on attribution of failure. <i>Computers &amp; Education, 51</i>, 1795&ndash;1803. <a href="https://doi.org/10.1016/j.compedu.2008.05.007" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.compedu.2008.05.007</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Kristensen, T., Hannerz, H., Hogh, A. &amp; Borg, V. (2005). The Copenhagen psychosocial Questionnaire &ndash; a tool for the assessment and improvement of the psychosocial work environment. <i>Scandinavian Journal of Work, Environment and Health, 31</i>(6), 438-449. <a href="https://doi.org/10.5271/sjweh.948" target="_blank">https://doi.org/10.5271/sjweh.948</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kuba, K., &amp; Scheibe, S. (2017). Let it be and keep on going! Acceptance and daily occupational well-being in relation to negative work events.&nbsp;<i>Journal of Occupational Health Psychology, 22</i>(1), 59-70. <a href="http://dx.doi.org/10.1037/a0040149" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/a0040149</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511411&pid=S0874-2049202000010001000032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Kulik, C., Perera, S. &amp; Cregan, C. (2016). Engage me: The mature-age worker and stereotype threat. <i>The Academy of Management Journal, 59</i>(<i>6</i>), 1-57. <a href="https://doi.org/10.5465/amj.2015.0564" target="_blank">https://doi.org/10.5465/amj.2015.0564</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511412&pid=S0874-2049202000010001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Malinen, S. &amp; Johnston, L. (2013). Workplace ageism: discovering hidden bias. <i>Experimental Aging Research, 39</i>, 445-465. <a href="https://doi.org/10.1080/0361073X.2013.808111" target="_blank">https://doi.org/10.1080/0361073X.2013.808111</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511413&pid=S0874-2049202000010001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Mari, F. R., Alves, G. G., Aerts, D. R. G. S. &amp; Camara, S. (2016). O processo de envelhecimento e a sa&uacute;de: o que pensam as pessoas de meia-idade sobre o tema. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 19(1)</i>, 35-44. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/1809-9823.2016.14122" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1809-9823.2016.14122</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511414&pid=S0874-2049202000010001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Miranzi, S. D. S. C., Ferreira, F. S., Iwamoto, H. H., Pereira, G. D. A.&amp; Miranzi, M. A. S. (2008). Qualidade de vida de indiv&iacute;duos com diabetes mellitus e hipertens&atilde;o acompanhados por uma equipe de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. <i>Texto Contexto Enfermagem, 17</i>(4), 672. <a href="https://doi.org/10.1590/S0104-07072008000400007" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0104-07072008000400007</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511415&pid=S0874-2049202000010001000036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Nieuwenhuijsen, K., Bruinvels, D., &amp; Frings-Dresen, M. (2010). Psychosocial work environment and stress-related disorders, a systematic review. <i>Occupational medicine, 60</i>(4), 277-286. <a href="https://doi.org/10.1093/occmed/kqq081" target="_blank">https://doi.org/10.1093/occmed/kqq081</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511416&pid=S0874-2049202000010001000037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Odili, V., Ugboka, L., &amp; Oparah, A. (2008). Quality of life of people with diabetes in Benin City as measured with WHOQOL-BREF. <i>Internet J Law, Healthc Ethics, 6</i>(2).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511417&pid=S0874-2049202000010001000038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Rabl, T. (2010). Age, discrimination, and achievement motives: A study of German employees. <i>Personnel Review, 39</i>(4), 448-467. <a href="https://doi.org/10.1108/00483481011045416" target="_blank">https://doi.org/10.1108/00483481011045416</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511419&pid=S0874-2049202000010001000039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">SAMHSA Advisory. (2013). Diabetes care for clients in behavioral health treatment. <i>Fall, 12</i>(1), 1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511420&pid=S0874-2049202000010001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Schneider, W., Gruman, J., &amp; Coutts, L. (2005). <i>Applied social psychology: Understanding and addressing social and practical problems</i>. Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511422&pid=S0874-2049202000010001000041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Silva, C., Amaral, V., Pereira, A., Bem-haja, P., Pereira, A., Rodrigues, V., Cotrim, V., Silv&eacute;rio, T., &amp; Nossa, P. (2011). <i>Copenhagen Psychosocial Questionnaire. Portugal e Pa&iacute;ses Africanos de L&iacute;ngua Oficial Portuguesa</i>. Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Aveiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511424&pid=S0874-2049202000010001000042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Smith J.L., Sansone, C., &amp; White, P.H. 2007. The stereotyped task engagement process: The role of interest and achievement motivation. <i>Journal of Educational Psychology, 99</i>(<i>1</i>), 99&ndash;114. <a href="https://doi.org/10.1037/0022-0663.99.1.99" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0022-0663.99.1.99</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Steptoe, A., Deaton, A., &amp; Stone, A. A. (2015). Subjective wellbeing, health, and ageing. <i>The Lancet, 385 (9968)</i>, 640-648. <a href="https://doi.org/10.1016/ S0140-6736(13)61489-0" target="_blank">https://doi.org/10.1016/ S0140-6736(13)61489-0</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511427&pid=S0874-2049202000010001000044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Taylor, S. E. (2012). <i>Health Psychology</i> (8th ed.). McGraw Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511428&pid=S0874-2049202000010001000045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Teles, M. A. B., Barbosa, M. R., Vargas, A. M. D., Gomes, V. E., Ferreira, E. F., de Barros Lima, A. M. E., &amp; Ferreira, R. C. (2014). Psychosocial work conditions and quality of life among primary health care employees: A cross sectional study. <i>Health and Quality of Life Outcomes, 12</i>(1), 72. <a href="https://doi.org/10.1186/1477-7525-12-72" target="_blank">https://doi.org/10.1186/1477-7525-12-72</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511430&pid=S0874-2049202000010001000046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Theorell, T., Hammarstr&ouml;m, A., Aronsson, G., Bendz, L. T., Grape, T., Hogstedt, C., Marteinsddottir, I., Skoog, I. &amp; Hall, C. (2015). A systematic review including meta-analysis of work environment and depressive symptoms. <i>BMC public health, 15</i>(1), 738. <a href="https://doi.org/10.1186/s12889-015-1954-4" target="_blank">https://doi.org/10.1186/s12889-015-1954-4</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511431&pid=S0874-2049202000010001000047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">Truxillo, D. M., McCune, E. A. &amp; Bertolino, M. (2012). Perceptions of older versus younger workers in terms of big five facets, proactive personality, cognitive ability and job performance. <i>Journal of Applied Social Psychology, 42</i>(<i>11</i>), 2607-2639. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1559-1816.2012.00954.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1559-1816.2012.00954.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511432&pid=S0874-2049202000010001000048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">van der Heide, I., van Rijn, R. M., Robroek, S. J., Burdorf, A., &amp; Proper, K. I. (2013). Is retirement good for your health? A systematic review of longitudinal studies. <i>BMC public health, 13</i>(<i>1</i>), 1180. <a href="https://doi.org/10.1186/1471-2458-13-1180" target="_blank">https://doi.org/10.1186/1471-2458-13-1180</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511433&pid=S0874-2049202000010001000049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wang, M. (2007). Profiling retirees in the retirement transition and adjustment process: examining the longitudinal change patterns of retirees&rsquo; psychological well-being. <i>Journal of Applied Psychology, 92</i>, 455&ndash;474. <a href="https://doi.org/10.1037/0021-9010.92.2.455" target="_blank">https://doi.org/10.1037/0021-9010.92.2.455</a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Wang, M., Henkens, K. &amp;, van Solinge, H. (2011). Retirement adjustment: a review of theoretical and empirical advancements. <i>American Psychologist, 66</i>(3), 204&ndash;213. <a href="https://doi.org/10.1037/a0022414" target="_blank">https://doi.org/10.1037/a0022414</a></font></p>      <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">World Health Organization. (2002). <i>The World Health Report 2001. Mental Health: New Understanding, New Hope.</i> <a href="https://www.who.int/whr/2001/en/whr01_en.pdf?ua=1" target="_blank">https://www.who.int/whr/2001/en/whr01_en.pdf?ua=1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511436&pid=S0874-2049202000010001000052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">World Health Organization. (2012). <i>Good health adds life to years: Global brief world health 2012</i>. <a href="https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/70853/WHO_DCO_WHD_2012.2_eng.pdf;jsessionid=644E60BD52D2ABE1420DB76B0EA38242?sequence=1" target="_blank">https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/70853/WHO_DCO_WHD_2012.2_eng.pdf;jsessionid=644E60BD52D2ABE1420DB76B0EA38242?sequence=1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511437&pid=S0874-2049202000010001000053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">World Health Organization (WHO). (2015). <i>World report on ageing and health</i>. <a href="https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/186463/9789240694811_eng.pdf?sequence=1" target="_blank">https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/186463/9789240694811_eng.pdf?sequence=1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=511438&pid=S0874-2049202000010001000054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="Verdana" size="2">Wong, J. Y., and Earl, J. K. (2009). Towards an integrated model of individual, psychosocial, and organizational predictors of retirement adjustment. <i>Journal of Vocational Behaviour. 75</i>, 1&ndash;13. <a href="https://doi.org/10.1016/j.jvb.2008.12.010" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.jvb.2008.12.010</a></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Historial do artigo</i></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Recebido</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">05/2019</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Aceite</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">07/2020</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Publicado</font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">08/2020</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>c</sup><a href="#topc0">Morada para correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></font></p>      <p><font face="Verdana" size="2">Rua da Junqueira n&ordm;188-198 1340-001 Lisboa. E-mail: <a href="mailto:tania.gaspar.barra@gmail.com" target="_blank">tania.gaspar.barra@gmail.com</a>.</font></p>       ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Adams]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Purdie-Vaughns]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Steele]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The detrimental effects of a suggestion of sexism in an instruction situation]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Experimental Social Psychology]]></source>
<year>2006</year>
<volume>42</volume>
<page-range>602-615</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Behncke]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Does retirement trigger ill health?]]></article-title>
<source><![CDATA[Health economics]]></source>
<year>2012</year>
<volume>21</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>282-300</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bonde]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychosocial factors at work and risk of depression: a systematic review of the epidemiological evidence]]></article-title>
<source><![CDATA[Occupational and environmental medicine]]></source>
<year>2008</year>
<volume>65</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>438-445</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brown]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pleasants]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ohar]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kraft]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Donohue]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mannino]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Liao]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Herrick]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Health-related quality of life and chronic obstructive pulmonary disease in North Carolina]]></article-title>
<source><![CDATA[North American Journal of Medical Sciences]]></source>
<year>2010</year>
<volume>2</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>60-65</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Burgard]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. Y.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Bad jobs, bad health? How work and working conditions contribute to health disparities]]></article-title>
<source><![CDATA[American Behavioral Scientist]]></source>
<year>2013</year>
<volume>57</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>1105-1127</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Byles]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tavener]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Robinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parkinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Smith]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stevenson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leigh]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Curryer]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Transforming retirement: New definitions of life after work]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of women & aging]]></source>
<year>2013</year>
<volume>25</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>24-44</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Canavarro]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simões]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vaz Serra]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rijo]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Quartilho]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gameiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paredes]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carona]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Instrumento de avaliação da qualidade de vida da Organização Mundial de Saúde: WHOQOL-Bref]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Simões]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Machado]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Avaliação psicológica: Instrumentos validados para a população portuguesa]]></source>
<year>2007</year>
<page-range>77-100</page-range><publisher-name><![CDATA[Quarteto Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Clark]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hampson]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Implementing a psychological intervention to improve lifestyle self-management in type 2 diabetes]]></article-title>
<source><![CDATA[Patient Education and Counseling]]></source>
<year>2001</year>
<volume>42</volume>
<page-range>247-256</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coe]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zamarro]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Retirement effects on health in Eu]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of health economics]]></source>
<year>2011</year>
<volume>30</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>77-86</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Eatough]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Way]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chang]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Understanding the link between psychosocial work stressors and work-related musculoskeletal complaints]]></article-title>
<source><![CDATA[Applied ergonomics]]></source>
<year>2012</year>
<volume>43</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>554-563</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Efklides]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraitou]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Introduction: Looking at quality of life and well-being from a positive psychology perspective]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Platsidou]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraitou]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A positive psychology perspective on quality of life]]></source>
<year>2013</year>
<page-range>1-16</page-range><publisher-name><![CDATA[Springer Science & Business Media]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>European Commission</collab>
<source><![CDATA[The 2015 Ageing Report - Economic and budgetary projections for the 28 EU Member States (2013-2060)]]></source>
<year>2015</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>European Commission</collab>
<source><![CDATA[The 2018 Ageing Report - Economic and budgetary projections for the 28 EU Member States (2016-2070).]]></source>
<year>2018</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fehr]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Is retirement always stressful? The potential impact of creativity]]></article-title>
<source><![CDATA[American Psychologist]]></source>
<year>2012</year>
<volume>67</volume>
<page-range>76-77</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fonseca]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Do trabalho à reforma: quando os dias parecem mais longos]]></article-title>
<source><![CDATA[Sociologia, Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto]]></source>
<year>2012</year>
<volume>2</volume>
<page-range>75-95</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Friedman]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ruini]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Foy]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jaros]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sampson]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ryff]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Lighten UP! A community-based group intervention to promote psychological well-being in older adults]]></article-title>
<source><![CDATA[Aging & mental health]]></source>
<year>2017</year>
<volume>21</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>199-205</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaillard]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Desmette]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[(In)validating Stereotypes About Older Workers Influences Their Intentions to Retire Early and to Learn and Develop]]></article-title>
<source><![CDATA[Basic and Applied Social Psychology]]></source>
<year>2010</year>
<volume>32</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>86-98</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaspar]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leal]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Erhart]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ravens-Sieberer]]></surname>
<given-names><![CDATA[U.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Health-related quality of life inchildren and adolescents: Subjective well being]]></article-title>
<source><![CDATA[Spanish Journal of Psychology]]></source>
<year>2012</year>
<volume>15</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>177-186</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaspar]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leal]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Health-related quality of lifein children and adolescents and associated factors]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Cognitive and Behavioral Psychotherapies]]></source>
<year>2009</year>
<volume>9</volume>
<page-range>33-48</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaspar]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Fatores psicossociais e profissionais promotores de qualidade de vida no processo de reforma e envelhecimento ativo. Estudo de envelhecimento ativo]]></source>
<year>2015</year>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Lusíada de Lisboa]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gholami]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Azini]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borji]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shirazi]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sharafi]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zarei]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Quality of life in patiets with type 2 diabetes: Application of WHOQOL-BREF scale]]></article-title>
<source><![CDATA[Shiraz E-Medical Journal]]></source>
<year>2013</year>
<volume>14</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>162-171</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Halvorsrud]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kalfoss]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The conceptualization and measurement of quality of life in older adults: a review of empirical studies published during 1994-2006]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Ageing]]></source>
<year>2007</year>
<volume>4</volume>
<page-range>229-246</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Helkavaara]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saastamoinen]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lahelma]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychosocial work environment and emotional exhaustion among middle-aged employees]]></article-title>
<source><![CDATA[BMC research notes]]></source>
<year>2011</year>
<volume>4</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>101</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Huebner]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Suldo]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Smith]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McKnight]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Life satisfaction in children and youth:Empirical foundations and implications for school psychologists]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychology in the Schools]]></source>
<year>2004</year>
<volume>41</volume>
<page-range>81-93</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Illario]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vollenbroek-Hutten]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Molloy]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Menditto]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Iaccarino]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eklund]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Active and healthy ageing and independent living 2016]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of aging research, 2016]]></source>
<year>2016</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jönsson]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychosocial work environment and prediction of job satisfaction among Swedish registered nurses and physicians-a follow-up study]]></article-title>
<source><![CDATA[Scandinavian Journal of Caring Sciences]]></source>
<year>2012</year>
<volume>26</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>236-244</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Khamisa]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oldenburg]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Peltzer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ilic]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Work related stress, burnout, job satisfaction and general health of nurses]]></article-title>
<source><![CDATA[International journal of environmental research and public health]]></source>
<year>2015</year>
<volume>12</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>652-666</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Feldman]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Working in retirement: The antecedents of bridge employment and its consequences for quality of life in retirement]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>2000</year>
<volume>43</volume>
<page-range>1195-1210</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moen]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Retirement transitions, gender, and psychological well-being a life-course, ecological model]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Gerontology, series B: Psychological Science and Social Science]]></source>
<year>2002</year>
<volume>57</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>212-222</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Koch]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Müller]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sieverding]]></surname>
<given-names><![CDATA[& M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Women and computers: Effects of stereotype threat on attribution of failure]]></article-title>
<source><![CDATA[Computers & Education]]></source>
<year>2008</year>
<volume>51</volume>
<page-range>1795-1803</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kristensen]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hannerz]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hogh]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borg]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Copenhagen psychosocial Questionnaire - a tool for the assessment and improvement of the psychosocial work environment]]></article-title>
<source><![CDATA[Scandinavian Journal of Work, Environment and Health]]></source>
<year>2005</year>
<volume>31</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>438-449</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kuba]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scheibe]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Let it be and keep on going! Acceptance and daily occupational well-being in relation to negative work events]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Occupational Health Psychology]]></source>
<year>2017</year>
<volume>22</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>59-70</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kulik]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perera]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cregan]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Engage me: The mature-age worker and stereotype threat]]></article-title>
<source><![CDATA[The Academy of Management Journal]]></source>
<year>2016</year>
<volume>59</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1-57</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Malinen]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Johnston]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Workplace ageism: discovering hidden bias]]></article-title>
<source><![CDATA[Experimental Aging Research]]></source>
<year>2013</year>
<volume>39</volume>
<page-range>445-465</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mari]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alves]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aerts]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. R. G. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Camara]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O processo de envelhecimento e a saúde: o que pensam as pessoas de meia-idade sobre o tema]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia]]></source>
<year>2016</year>
<volume>19</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>35-44</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Miranzi]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. D. S. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Iwamoto]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. D. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miranzi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade de vida de indivíduos com diabetes mellitus e hipertensão acompanhados por uma equipe de saúde da família]]></article-title>
<source><![CDATA[Texto Contexto Enfermagem]]></source>
<year>2008</year>
<volume>17</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>672</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nieuwenhuijsen]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bruinvels]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Frings-Dresen]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychosocial work environment and stress-related disorders, a systematic review]]></article-title>
<source><![CDATA[Occupational medicine]]></source>
<year>2010</year>
<volume>60</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>277-286</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Odili]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ugboka]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oparah]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Quality of life of people with diabetes in Benin City as measured with WHOQOL-BREF]]></article-title>
<source><![CDATA[Internet J Law, Healthc Ethics]]></source>
<year>2008</year>
<volume>6</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rabl]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Age, discrimination, and achievement motives: A study of German employees]]></article-title>
<source><![CDATA[Personnel Review]]></source>
<year>2010</year>
<volume>39</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>448-467</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<collab>SAMHSA Advisory</collab>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Diabetes care for clients in behavioral health treatment]]></article-title>
<source><![CDATA[Fall]]></source>
<year>2013</year>
<volume>12</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1-11</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schneider]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gruman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coutts]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Applied social psychology: Understanding and addressing social and practical problems]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-name><![CDATA[Sage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Amaral]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bem-haja]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cotrim]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silvério]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nossa]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Copenhagen Psychosocial Questionnaire. Portugal e Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-name><![CDATA[Departamento de Educação, Universidade de Aveiro]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Smith]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sansone]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[White]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The stereotyped task engagement process: The role of interest and achievement motivation]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Educational Psychology]]></source>
<year>2007</year>
<volume>99</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>99-114</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Steptoe]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Deaton]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stone]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Subjective wellbeing, health, and ageing]]></article-title>
<source><![CDATA[The Lancet]]></source>
<year>2015</year>
<volume>385</volume>
<numero>9968</numero>
<issue>9968</issue>
<page-range>640-648</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Taylor]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Health Psychology]]></source>
<year>2012</year>
<edition>8th ed.</edition>
<publisher-name><![CDATA[McGraw Hill]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teles]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vargas]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[de Barros Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychosocial work conditions and quality of life among primary health care employees: A cross sectional study]]></article-title>
<source><![CDATA[Health and Quality of Life Outcomes]]></source>
<year>2014</year>
<volume>12</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>72</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Theorell]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hammarström]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aronsson]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bendz]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grape]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hogstedt]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marteinsddottir]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Skoog]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hall]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A systematic review including meta-analysis of work environment and depressive symptoms]]></article-title>
<source><![CDATA[BMC public health]]></source>
<year>2015</year>
<volume>15</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>738</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Truxillo]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McCune]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bertolino]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Perceptions of older versus younger workers in terms of big five facets, proactive personality, cognitive ability and job performance]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Social Psychology]]></source>
<year>2012</year>
<volume>42</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>2607-2639</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[van der Heide]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van Rijn]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Robroek]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burdorf]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Proper]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Is retirement good for your health? A systematic review of longitudinal studies]]></article-title>
<source><![CDATA[BMC public health]]></source>
<year>2013</year>
<volume>13</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1180</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Profiling retirees in the retirement transition and adjustment process: examining the longitudinal change patterns of retirees&#8217; psychological well-being]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Psychology]]></source>
<year>2007</year>
<volume>92</volume>
<page-range>455-474</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Henkens]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van Solinge]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Retirement adjustment: a review of theoretical and empirical advancements]]></article-title>
<source><![CDATA[American Psychologist]]></source>
<year>2011</year>
<volume>66</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>204-213</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[The World Health Report 2001. Mental Health: New Understanding, New Hope]]></source>
<year>2002</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[Good health adds life to years: Global brief world health 2012]]></source>
<year>2012</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>World Health Organization (WHO)</collab>
<source><![CDATA[World report on ageing and health]]></source>
<year>2015</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wong]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Earl]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Towards an integrated model of individual, psychosocial, and organizational predictors of retirement adjustment]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Vocational Behaviour]]></source>
<year>2009</year>
<volume>75</volume>
<page-range>1-13</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
