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<abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[A publicação de rankings das escolas secundárias, iniciada em 2001, teve um impacto apreciável a vários níveis, suscitando uma série de comentários e especulações nos diversos meios de comunicação social e influindo realmente nas decisões (ou pelo menos aspirações) de muitas pessoas. Beneficiando da disponibilidade de cinco anos de dados, e da possibilidade de comparar os rankings respectivos, o nosso exercício de análise de dados procurou verificar a posteriori até que ponto a hipótese implícita na utilização entusiástica dos rankings é razoável. Ou seja, serão os rankings um indicador fiável da qualidade, ou da eficácia, das escolas? A conclusão geral do exercício aponta para a necessidade de não sobrevalorizar os rankings baseados em exames, sem deixar de os considerar uma peça de informação útil, para as escolas se situarem e para se compararem coisas comparáveis. Por outro lado, sendo evidente o interesse social por este tipo de ordenações, valerá a pena investir na identificação dos factores de caracterização da qualidade que poderão ser utilizados para complementar a informação dos exames, com o cuidado de privilegiar aspectos compreensíveis, objectivos e acessíveis.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center" ><b> &nbsp;</b><b>Reflexões sobre os <i>rankings</i> do secundário</b></p>     <p align="center">Manuel Matos<sup>†</sup></p>     <p align="center">Carla Teixeira Lopes <sup> ‡</sup></p>     <p align="center"> Sérgio Nunes <sup>§</sup></p>     <p align="center" >Isabel Venâncio <sup>¥</sup></p>     <p align="center" >&nbsp;</p>     <p align="center" ><sup>† </sup>FEUP &amp; INESC Porto</p>     <p align="center" ><a href="mailto:mam@fe.up.pt">mam@fe.up.pt</a></p>     <p align="center" ><sup>‡ </sup> ESTSP – IPP</p>     <p align="center" > <a href="mailto:carla.lopes@acm.org">carla.lopes@acm.org</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center" ><sup>§ </sup> FEUP</p>     <p align="center" > <a href="mailto:sergio.nunes@fe.up.pt">sergio.nunes@fe.up.pt</a></p>     <p align="center" ><sup>¥ </sup> EB2/3 Soares dos Reis</p>     <p align="center" ><a href="mailto:isabel.venancio@gmail.com">isabel.venancio@gmail.com</a></p>     <p  >&nbsp; 	</p> 	     <p align="center"  ><b>Considerations about the High School Rankings </b>     <p align="center" > <b>Abstract</b></p>     <p align="justify"  > The publication of rakings about high schools, started in    2001, had a significant impact at several levels, initiating a series of comments    and speculations in main stream media and influencing the decisions (or at least    the aspirations) of many people. Taking advantage of the availability of five    years of data, and the possibility of comparing the rankings, our data analysis    has tried to verify a posteriori if the implicit hypothesis in the enthusiastic    adoption of rankings is reasonable. Using other words, are the rankings an accurate    measure of the quality, or of the effectiveness, of schools? The main conclusion    points to the necessity of not overrating the rankings based on examinations,    nevertheless considering them as a useful piece of information, for school’s    self-assessment and for comparing comparable things. On the other side, being    evident the social interest for these kind of orderings, it is worth investing    on the identification of quality characterization factors that could be used    to complement the information, always preferring understandable, objective and    accessible aspects.</p>     <p >&nbsp;</p>         <div align="center">&nbsp;<b>Resumo</b> </div>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">A publicação de <i>rankings</i> das escolas secundárias, iniciada    em 2001, teve um impacto apreciável a vários níveis, suscitando uma série de    comentários e especulações nos diversos meios de comunicação social e influindo    realmente nas decisões (ou pelo menos aspirações) de muitas pessoas. Beneficiando    da disponibilidade de cinco anos de dados, e da possibilidade de comparar os    <i> rankings</i> respectivos, o nosso exercício de análise de dados procurou    verificar a posteriori até que ponto a hipótese implícita na utilização entusiástica    dos <i>rankings</i> é razoável. Ou seja, serão os <i>rankings</i> um indicador    fiável da qualidade, ou da eficácia, das escolas? A conclusão geral do exercício    aponta para a necessidade de não sobrevalorizar os <i>rankings</i> baseados    em exames, sem deixar de os considerar uma peça de informação útil, para as    escolas se situarem e para se compararem coisas comparáveis. Por outro lado,    sendo evidente o interesse social por este tipo de ordenações, valerá a pena    investir na identificação dos factores de caracterização da qualidade que poderão    ser utilizados para complementar a informação dos exames, com o cuidado de privilegiar    aspectos compreensíveis, objectivos e acessíveis.</p>     <p align="justify"  > <b>Palavras Chave:</b> <i>Rankings</i>, Ensino secundário,    Análise de dados, Decisão</p>     <p  >&nbsp; </p>     <p >Texto completo apenas disponível em PDF. </p>     <p  > Full text only in PDF.</p>     <p  >&nbsp; </p>     <p  ><b> </b><b>Referências</b></p>     <!-- ref --><p>Venâncio, Isabel e Otero, Agustin (2003), Eficácia e Qualidade na Escola, Ed.  Asa: Porto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=328917&pid=S0874-5161200600010000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Clímaco, Mª do Carmo (1992), Monitorização e práticas da avaliação das escolas, Lisboa:  GEP.</p>     <p  > Coleman, J.S. et  al (1966), Equality of educational opportunity, Washington U.S.: Governement  Printing Office.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p  > Rutter, M.,  Maugham, B., Mortimore, P., Ouston, J., Smith, A. (1979), Fifteen thousand hours:  Secondary schools and their effects on children, Cambridge, MA: Harvard  University Press.</p>     <p  > Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos – Parecer nº 126/2001    [Em linha]. Lisboa, 2001. [Consultado em 29 de Outubro de 2006]. Disponível    em URL: <a href="http://www.cada.pt" target="_blank">http://www.cada.pt/paginas/parecer01/parec126.htm</a></p>     <p  >  Fidalgo, Joaquim – Enfim “a Lista”. E Agora?…. Jornal Público. Lisboa. ISSN  0872-1556. 2 de Setembro de 2001.</p>     <p  >  Correia, F., Santiago, R. A., Tavares, O., Pimenta, C. – Um olhar sobre os <i> rankings</i>. 1ª ed Coimbra/Matosinhos : CIPES/FUP, 2004. ISBN 972-98848-8-9.</p>     <p  > Chitas,  P., Pena, P. – Entrevista com David Justino. Revista Visão. Lisboa. Nº 505  (2002).</p>     <p> Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular [Em linha]. 2006.    [Consultado em 29 de Outubro de 2006]. Disponível em URL: <a href="http://www.dgidc.min-edu.pt/" target"=_blank">www.dgidc.min-edu.pt</a></p>     <p  ><b> &nbsp;</b></p>     <p  >&nbsp; </p>       ]]></body><back>
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