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<abstract abstract-type="short" xml:lang="fr"><p><![CDATA[L'article n'a pas le but de retracer exhaustivement la trajectoire de dix ans de publication de la revue ex æquo. On soulignera, surtout, les aspects les plus remarquables de son existence, dont ses objectifs et ses options éditoriales; son appartenance à l'APEM – Association Portugaise d'Etudes sur les Femmes; son autonomie institutionnelle; son fonctionnement; l'analyse de la composition de son comité de rédaction dès le début; les thématiques qu'elle a publiées; son développement et progressive internationalisation.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper aims at pointing out the most distinctive aspects of the journal ex æquo throughout its ten years of existence. The journal's objectives and editorial options; its affiliation to APEM – Portuguese Women Studies Association and its independence towards any other organization; the working method and the composition of its editorial board all over this years; the central subjects that have been published up to now; the journal's reorganisation and internationalisation.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <b>     <p>EX AEQUO: 10 Anos em revista</p> </b>      <p align="right"><b>Teresa Pinto</b></p>     <p align="right">Directora da <i>Ex aequo</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resumo </b></p>     <p>Neste texto não se pretende apresentar exaustivamente o percurso da <i>ex æquo</i>    ao longo dos seus dez anos de publicação, mas, sobretudo, sublinhar aspectos    que a particularizam, como sendo: os seus objectivos e opções editoriais; a    sua relação com a APEM e a sua autonomia em relação a qualquer outra entidade;    o seu modo de funcionamento; o mapeamento da composição do seu conselho de redacção;    os temas que nela foram sendo publicados; o seu crescimento e progressiva internacionalização.</p>     <p><b>Palavras-chave</b> Estudos sobre as mulheres, estudos de género, estudos    feministas, multidisciplinaridade e interdisciplinaridade, teorias e práticas    políticas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Résumé</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b><i>Ex aequo:</i> 10 années em revue</b></p>     <p> L'article n'a pas le but de retracer exhaustivement la trajectoire de dix    ans de publication de la revue ex æquo. On soulignera, surtout, les aspects    les plus remarquables de son existence, dont ses objectifs et ses options éditoriales;    son appartenance à l'APEM – Association Portugaise d'Etudes sur les Femmes;    son autonomie institutionnelle; son fonctionnement; l'analyse de la composition    de son comité de rédaction dès le début; les thématiques qu'elle a publiées;    son développement et progressive internationalisation.</p>     <p><b>Mots-clé</b> Études femmes, études genre, études féministes, multidisciplinarité    et interdisciplinarité, théories et pratiques politiques.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Abstract</b> </p>     <p> <b><i>Ex aequo</i>: 10 years in review</b></p>     <p> This paper aims at pointing out the most distinctive aspects of the journal    ex æquo throughout its ten years of existence. The journal's objectives and    editorial options; its affiliation to APEM – Portuguese Women Studies Association    and its independence towards any other organization; the working method and    the composition of its editorial board all over this years; the central subjects    that have been published up to now; the journal's reorganisation and internationalisation.</p>     <p><b>Keywords</b> Women studies, gender studies, feminist studies, multidisciplinarity    and interdisciplinarity, political theories and practises.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Percurso e razão de ser</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A ex æquo é mais jovem do que qualquer das revistas representadas neste número.    O seu título, segundo Teresa Joaquim, remetendo para «a expressão usada num    concurso para traduzir a situação de igualdade de desempenho em igualdade de    circunstâncias (…) reflecte de certo modo como a própria constituição deste    campo de Estudos sobre as Mulheres esteve, após 1974, ligado a uma instituição    da Administração Pública para a igualdade, a Comissão da Condição Feminina (1977),    posteriormente Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres» (Joaquim,    2004: 90)<sup><a href="#1">1</a></sup>.<a name="top1"></a></p>     <p>Assumindo-se como uma revista científica inter e multidisciplinar, foi fundada    por um colectivo que apresenta a particularidade de ser uma Associação de Estudos    sobre as Mulheres, a APEM, de âmbito nacional. Integrando, não só investigadoras/es    de diversas instituições de ensino superior e/ou centros de investigação de    todo o país, como elementos de ONG de mulheres e estudiosas não vinculadas à    academia, tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento, visibilização    e legitimação do conhecimento produzido no âmbito dos Estudos sobre as Mulheres/Estudos    Feministas/Estudos de Género, favorecendo o intercâmbio entre quem faz investigação    sob a égide das perspectivas destes estudos, ao nível académico, governamental    ou das organizações cívicas e culturais. Permanece, assim, vinculada à APEM    e, portanto, independente de qualquer instituição académica, sendo a direcção    da revista assegurada, desde o início, pela presidente da associação. A sua    direcção e corpo redactorial têm-se mantido rotativos, acompanhando as mudanças    nos corpos sociais da Associação, sendo que cada um desses colectivos tem integrado    sempre elementos de distintas pertenças institucionais e geográficas.</p>     <p>Virgínia Ferreira (U. de Coimbra), fundadora, e Helena Costa Araújo (U. do    Porto) precederam a actual directora. O conselho de redacção, passou, em 2003,    de nove membros para sete (circunscrevendo-se à composição das direcções da    APEM) e tem sido maioritariamente constituído por investigadoras de diversas    universidades. Regista-se, todavia, a presença de elementos que estiveram ligados    profissionalmente, de forma mais ou menos continuada, à CIG (ex-CIDM). Apesar    da rotatividade, verifica-se que apenas dezanove pessoas passaram por este conselho    e que, mesmo em momentos de alteração, se mantiveram sempre alguns dos elementos    da equipa anterior, pelo que a rotatividade nunca se traduziu em descontinuidade<sup><a href="#2">2</a></sup>.<a name="top2"></a>    As investigadoras do Porto (5 da U. do Porto, 1 da U. Fernando Pessoa, 1 da    ESE do Porto) têm predominado na história do conselho de redacção (com 37% do    total de pessoas que dele fizeram parte); seguem-se Lisboa (U. Aberta com 3    e U. Técnica com 1) e Coimbra (U. de Coimbra com 3); os restantes 26% distribuem-se    pelas U. de Évora e do Minho (1 elemento de cada) e pela filiação à CIG (3 elementos).</p>     <p>Em 2004 foi formado um grupo de sete consultoras, quatro das quais do Porto<sup><a href="#3">3</a></sup><a name="top3"></a>,    que constituiu o núcleo inicial de um conselho editorial constituído em 2006.    Para este, mais alargado, apenas transitaram alguns dos elementos do grupo anterior.    Os seus 14 membros distribuíam-se por dez instituições diferentes, universidades    na sua maior parte, predominando agora a de Coimbra, mas também ONG de mulheres    e a CIDM<sup><a href="#4">4</a></sup>. <a name="top4"></a></p>     <p>Ao modo de funcionamento rotativo do conselho de redacção não têm sido alheios    momentos de dificuldade e de instabilidade. No entanto, mercê, eventualmente,    de uma certa continuidade assegurada pela permanência de elementos anteriores    a par da integração de elementos novos, a revista não perdeu a periodicidade    semestral e manteve uma assinalável coerência de percurso e capacidade de mudança    perante os desafios que se lhe foram colocando. A sua autonomia institucional    face a instituições de ensino superior ou a centros de investigação repercute-se,    à semelhança das experiências relatadas sobre as outras revistas, em pesados    encargos financeiros. O facto de a sua publicação ser assegurada desde o início    por uma editora comercial<sup><a href="#5">5</a></sup> <a name="top5"></a>não    a exime de custos, suportados pela Associação e por alguns subsídios, dos quais    se destaca, pela sua renovação anual desde 2001, o da FCT<sup><a href="#6">6</a></sup>.<a name="top6"></a></p>     <p>Em 2001, no balanço dos dez anos da APEM, Maria José Magalhães refere que,    nas entrevistas realizadas, «a revista, considerada como um marco na vida da    APEM, concentra todas as avaliações positivas, deixando outras iniciativas mais    escondidas nas memórias» (Magalhães, 2001: 48). Esta percepção da revista tem-se    repercutido, por um lado, no grande investimento que nela tem sido feito por    parte da Associação e, por outro lado, no significativo interesse que ela tem    mantido junto de um público que se tem revelado crescente. Sublinhe-se que continua    a ser a única revista em Portugal que, aberta ao contributo das diversas disciplinas    e correntes na área dos Estudos sobre as Mulheres, do Género e Feministas, visa    contribuir para a alteração de práticas e representações estereotipadas e discriminatórias    em função do sexo ou de outras pertenças identitárias.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Um olhar sobre os temas publicados</b></p>     <p>Vários têm sido os temas abordados ao longo dos dez anos de publicação. O número    inaugural organizou-se em torno das «Representações sobre o Feminino », incluindo    abordagens provenientes da filosofia, da história, da literatura, da educação    e da teologia, bem como artigos de balanço sobre os estudos sobre as mulheres    em Portugal. Estes voltaram a assumir centralidade por altura do décimo aniversário    da APEM, sendo-lhes dedicados dois números (n.º 5 e n.º 6 – «A construção dos    Estudos sobre as mulheres em Portugal»), nos quais se examinam os percursos,    não só da própria Associação, como de áreas do saber, das expressões e da intervenção,    como a Filosofia, a Literatura, os Estudos Culturais, o Teatro, a Educação,    a Psicologia Social, o Direito, a Economia, a Sociologia e a História. Campos    mais recentes de pesquisa foram evidenciados num número dedicado a «Polifonias    na investigação em torno dos Estudos sobre as Mulheres » (n.º 11) e foram publicados    balanços mais recentes, no que respeita à História das Mulheres e do Género    e à dimensão dos estudos de género nos currículos do ensino superior em Portugal    (n.º 16). A divulgação em língua portuguesa de alguns textos teóricos fundamentais    de autoras estrangeiras (Genevieve Lloyd, Carole Pateman, Luce Irigaray, Nancy    Fraser, Kathleen Weiler, Iris Marion Young), organizados sob a temática «Reconceptualizações    filosóficas e de teoria política. Perspectivas feministas» (n.º 8), pretendeu    estimular um    <br>   debate, ainda muito incipiente no nosso país, sobre a relação entre teorias    feministas, filosofia e teoria política. O enfoque nas políticas da igualdade    foi objecto de um duplo número (n.º 2/3 – «Políticas de Igualdade») e, posteriormente,    outros números privilegiaram as dinâmicas político-sociais e as problemáticas    da cidadania participativa: «Um legado de cidadania. Homenagem a Maria de Lourdes    Pintasilgo» (n.º 12); «Mulheres, participação e democracia» (n.º 13); o dossier    «Género, Responsabilidade Social e Cidadania. Voluntariado e Educação Não-formal»    (n.º 16). As dimensões interculturais da cidadania e os processos de empoderamento    das mulheres, designadamente em contextos educacionais foram aprofundadas em    «Outros sentidos para novas cidadanias» (n.º 7). A educação volta a ser foco    de análise em «Género, problemáticas e contextos educacionais » (n.º 15), num    artigo sobre o Brasil (n.º 17) e num outro sobre as estudantes-trabalhadoras    universitárias (n.º 18).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os temas «Mulheres e Desporto» (n.º 4), «Filosofia e Literatura em textos de    mulheres» (n.º 9), «Direito da Igualdade de Género» (n.º 10), «Representações    mediáticas de mulheres» (n.º 14), «Vozes de Mulheres do Sul» (dossier do n.º    17), «Género e Mercado de Trabalho» (dossier do n.º 18) e «Fazer o Género: performatividades    e abordagens queer» (dossier do n.º 20) reflectem o empenho da revista em «dar    conta da pluralidade de perspectivas nos estudos sobre as mulheres» (Ferreira,    1999: 9) e dar «acolhimento às contribuições que reflictam projectos sociais    emancipatórios, na sua caleidoscópica complexidade» (ibidem). Referindo apenas    os mais recentes, têm sido introduzidos campos menos enraizados no panorama    investigativo nacional, caso das representações das mulheres nos média, da análise,    numa perspectiva de género, de questões emergentes das novas realidades sociais    geradas pelos fenómenos da globalização e da mobilidade, obrigando à reflexão    sobre as relações de poder e de diálogo Norte-Sul e, ainda, das ligações entre    género, identidade e desejo, a da discussão em torno da performatividade do    género e da teoria queer. Retomar a abordagem das relações de género no mercado    de trabalho assume, hoje, inquestionável pertinência, face a mecanismos geradores    de práticas de segregação e discriminação sexual cada vez mais complexos.</p>     <p>Nos artigos publicados, desde 2007, na nova secção de Estudos e Ensaios e ainda    não referidos, conferiu-se destaque a classes profissionais, caso das pioneiras    psicólogas espanholas (n.º 16) ou das enfermeiras numa perspectiva de história    comparada (n.º 18); a mulheres que, apesar do papel fundamental que desempenharam    na e para além da sua época, caso de Clara Zetkin, são pouco conhecidas no contexto    nacional (n.º 16); ao corpo como lugar de manifestação do género enquanto sistema    de poder, a partir de questões como o aborto (n.º 16), a feminização da pobreza    (n.º 17) e a violência doméstica (n.º 18).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Alargamento e Internacionalização</b></p>     <p>Em 2005 a revista deixou de publicar exclusivamente em língua portuguesa e    passou a integrar artigos em espanhol, francês e inglês, procurando reforçar    o diálogo internacional, estimular as abordagens comparadas e favorecer a divulgação    da revista e das investigações por ela veiculadas. A revista foi adquirindo    espaço de maior destaque no sítio internet da APEM, com a disponibilização em    linha, em português e em inglês, dos objectivos e linha editorial, das normas    para apresentação e avaliação de artigos, dos apelos a contribuições, bem como    dos índices e resumos dos artigos publicados em cada número.</p>     <p>Estruturada em números temáticos até 2007, apresentou-se com um novo formato,    a partir do n.º 16 desse ano, que conciliou a intenção de abordar problemáticas    substanciais e significativas a partir de abordagens disciplinares e perspectivas    teóricas distintas (<i>Dossier temático</i>) com a necessidade de divulgar artigos,    provenientes de investigação diversa, e alargar o intercâmbio de informação    e de conhecimento científico na área dos estudos sobre as mulheres, do género    e feministas (<i>Estudos e ensaios</i>). A secção de leituras e/ou recensões    de obras manteve-se.</p>     <p>A abertura da revista a uma colaboração mais alargada, nacional e internacional,    conduziu, também, a um aperfeiçoamento do seu sistema de arbitragem científica,    integrando referees externos, de modo a garantir uma elevada qualidade dos artigos    de acordo com os padrões de exigência das revistas de aquém e além fronteiras.    O processo de alargamento e internacionalização do conselho editorial encontra-se    em curso. A este processo, não foi alheia a integração, primeiro no Catálogo    da Latindex e, depois, na base de indexação SciELO, em cujo portal os artigos    integrais em versão pdf ou html passam a poder ser livremente acedidos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Referências</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Magalhães, Maria José (2001), «Dez anos da APEM: percorrer as vozes, significar    os percursos », <i>ex æquo</i>, n.º 5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000043&pid=S0874-5560200900010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ferreira, Virgínia (1999), «Editorial», <i>ex æquo</i>, n.º 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000044&pid=S0874-5560200900010000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Joaquim, Teresa (2004), «Ex æquo: Contributo decisivo para um campo de estudos    em Portugal», <i>Revista de Estudos Feministas</i>, vol. 12, n.º especial, pp.    88-93 [em linha], disponível em <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s0104026X2004-000300009&Ing=en&nrm=iso&tlng=pt" target="_blank">http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=s0104026X2004-000300009&amp;Ing=en&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt</a>    [consultado em 02/10/2006].</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Notas</b></p>     <p><a href="#top1">1</a> <a name="1"></a>Actualmente Comissão para a Cidadania    e a Igualdade de Género.</p>     <p><a href="#top2">2</a><a name="2"></a> Por ordem cronológica da primeira participação:    1999: Fernanda Henriques, Helena Costa Araújo, Luísa de Paiva Boléo, Maria José    Magalhães, Maria Regina Tavares da Silva, Sílvia Portugal, Teresa Tavares, Virgínia    Ferreira; 2000: Teresa Pinto; 2002: Ana Luísa Amaral, Ana Maria Ferreira, Conceição    Nogueira, Laura Fonseca Fernandes; 2004: Maria Helena Koning, Sofia Marques    da Silva; 2007: Isabel Cruz, Sara Falcão Casaca, Teresa Alvarez, Teresa Toldy.</p>     <p><a href="#top3">3</a> <a name="3"></a>Anne Marie Fontaine, Cristina Rocha,    Laura Fonseca, Lígia Amâncio, Manuela Ferreira, Teresa Joaquim e Virgínia Ferreira</p>     <p><a href="#top4">4</a><a name="4"></a> Graça Abranches, Helena Costa Araújo,    Lígia Amâncio (até 2007, por razões profissionais), Manuela Silva, Manuela Tavares,    Margarida Chagas Lopes, Maria do Céu da Cunha Rego, Maria Irene Ramalho, Regina    Tavares da Silva, Teresa Joaquim, Teresa Tavares, Teresa Vasconcelos, Tereza    Beleza, Virgínia Ferreira.</p>     <p><a href="#top5">5</a> <a name="5"></a>Primeiro a Celta Editora e, desde 2004,    Edições Afrontamento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#top6">6</a><a name="6"></a> Registou-se apenas uma interrupção deste    subsídio entre o n.º 8/2003 e o n.º 10/2004. Outros subsídios menos continuados    foram atribuídos à APEM para a publicação da revista: ONGM do Conselho Consultivo    da CIDM (n.º 1/1999, n.º 4 e n.º 5/2001, n.º 6 e n.º 7/2002); Centro de Filosofia    da Universidade de Lisboa (n.º 1/1999; n.º 9/2003); Fundação Calouste Gulbenkian    (n.º 2-3/2000); Centro de Direito da Família da FD da U. Coimbra (n.º 10/2004);    CIIE – Centro de Investigação e Intervenção Educativas da FPCE da U. do Porto    (n.º 15/2007) O apoio concedido algumas vezes pelo Instituto Português do Livro    e das Bibliotecas do Ministério da Cultura (n.º 4 e n.º 5/2001, n.º 6 e n.º    7/2002; n.º 8 e n.º 9/2003; n.º 18/2008) foi sempre atribuído directamente à    editora.</p>      ]]></body><back>
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