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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Produção, transmissão e reequadramento do conhecimento por via da história das mulheres: o caso da 1.ª républica]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Production, transmission and reframing of knowledge through the history of women: the case of the 1st Republic]]></article-title>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Producción, transmisión y reencuadramiento del conocimiento a través de la historia de las mujeres: el caso de la primera República]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,ISCTE-IUL Centro de Estudos de História Contemporânea ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The social and political history of the 1st Republic example expresses particularly well the Women’s History contribution because it reveals the worry to deconstruct silences that subjugated women for long. It also shows the intent to integrate interventions and feminine life experiences in different domains of society and everyday life trough sources that break their mutism reveling women. In doing so, new interpretations become possible, hence, nearer the reconstruction of a global and total history, because it is inclusive. Through Women History, there has been a large amount of historiographical production and media in that period of time, with an impact in academics and public.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El caso de la historia social y política de la primera República es particularmente expresivo cuanto al contribución de la Historia de las Mujeres, porque denota la preocupación de deconstruir silencios que hace mucho las subyugaban y de integrar la intervención y vivencias femeninas en los diferentes dominios de la sociedad y del cotidiano, con las fuentes quebrando mutismos, revelando las mujeres y haciéndose pasibles de otras reinterpretaciones y, como tal, más próximas de la reconstrucción de una historia total, porque inclusiva. Por vía de la Historia de las Mujeres hubo vasta producción historiográexfica y mediática en el periodo en causa, con impacto en la academia y en el público más generalista.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[história das mulheres]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 
    <p align="right"><b>DOSSIER: HISTÓRIA, HISTÓRIA DAS MULHERES, HISTÓRIA DO GÉNERO. PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO</b></p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>Produção, transmissão e reequadramento do conhecimento por via da história das mulheres: o caso da 1.ª républica</b></p>
    <p><b>Production, transmission and reframing of knowledge through the history of
women: the case of the 1st Republic</b></p>
    <p><b>Producción, transmisión y reencuadramiento del conocimiento a través de la historia
de las mujeres: el caso de la primera República</b></p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>João Esteves<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a></b></p>
    <p><sup>1</sup> Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Centro de Estudos de História Contemporânea,
Portugal.<i> E-mail:</i> <a href="mailto:jotaesteves@sapo.pt">jotaesteves@sapo.pt</a></p>
    <p>&nbsp;</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>
    <p>O caso da história social e política da 1.ª República é particularmente expressivo
quanto ao contributo da História das Mulheres, porque denota a preocupação de desconstruir
silêncios que há muito as subjugavam e de integrar a intervenção e vivências femininas
nos diferentes domínios da sociedade e do quotidiano, com as fontes a quebrarem
mutismos, a revelarem as mulheres e a tornarem-se passíveis de outras reinterpretações e,
como tal, mais próximas da reconstrução de uma história global e total, porque inclusiva.
Por via da História das Mulheres houve vasta produção historiográfica e mediatismo no
período em causa, com impacto na academia e no público mais generalista.</p>
    <p><b>Palavras-chave:</b> história das mulheres, historiografia, 1.ª República, reescrita.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>ABSTRACT</b></p>
    <p>The social and political history of the 1st Republic example expresses particularly
well the Women’s History contribution because it reveals the worry to deconstruct silences
that subjugated women for long. It also shows the intent to integrate interventions and
feminine life experiences in different domains of society and everyday life trough sources
that break their mutism reveling women. In doing so, new interpretations become possible,
hence, nearer the reconstruction of a global and total history, because it is inclusive.
Through Women History, there has been a large amount of historiographical production
and media in that period of time, with an impact in academics and public.</p>
    <p><b>Keywords:</b> women’s history, historiography, 1st Republic, rewriting.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>RESUMEN</b></p>
    <p>El caso de la historia social y política de la primera República es particularmente
expresivo cuanto al contribución de la Historia de las Mujeres, porque denota la preocupación
de deconstruir silencios que hace mucho las subyugaban y de integrar la intervención
y vivencias femeninas en los diferentes dominios de la sociedad y del cotidiano, con
las fuentes quebrando mutismos, revelando las mujeres y haciéndose pasibles de otras
reinterpretaciones y, como tal, más próximas de la reconstrucción de una historia total,
porque inclusiva. Por vía de la Historia de las Mujeres hubo vasta producción historiográexfica y mediática en el periodo en causa, con impacto en la academia y en el público más
generalista.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palabras clave:</b> historia de las mujeres, 1.ª república, historiografía, reescrita.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p>A história social e política da 1.ª República é, de certa forma, exemplar
quanto ao contributo da História das Mulheres e dos Estudos Sobre as Mulheres
na renovação das suas abordagens historiográficas.</p>
    <p>A 1.ª República foi vivida no quotidiano por mais de três milhões de portuguesas
(mais de metade da população coeva) e, perfilhassem ou não aqueles
ideais, os seus percursos marcaram, mesmo, as trajetórias do país durante aquele
período (Pinto, 2010).</p>
    <p>Atualmente, é adquirido o envolvimento político de alguns milhares na preparação,
triunfo, defesa e construção do novo regime, mediante continuada intervenção
individual e coletiva a partir de 1908, ano a que se assistiu à tentativa
consciente de republicanização das mulheres e à sua visibilidade associativa e
política (Esteves, 2008), assim como, do lado oposto, coexistiram monárquicas
(Stone, 2010, 2011) e católicas (Moura, 2010, 2011) não menos empenhadas e ativas.
Estas vivências revelaram-se antagónicas nos anos que antecederam a República,
não se cruzaram durante os dezasseis anos que ela durou, nem mesmo durante o
período da Guerra quando todas procuraram envolver o país no apoio aos militares
mobilizados para África e Europa e suas famílias, procurando auxiliá-los,
material e moralmente, e continuaram independentes na vigência das Ditaduras
Militar e do Estado Novo.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>Celebrações da 1.ª República: silenciamentos e visibilidades</b></p>
    <p>No entanto, recuando até 1960, aquando do quinquagésimo aniversário da
República, pouquíssimas mulheres mereceram citação, fotografia ou enquadramento
na historiografia daquele período, centrada na valorização unilateral dos
intervenientes masculinos, dando continuidade à omissão das incursões femininas
no espaço público na transição do século XIX para o XX.</p>
    <p>Na década seguinte, Helena Neves (1972) introduziu na <i>Seara Nova</i> a problemática
«A mulher portuguesa no advento da República», com destaque de capa,
e traçou, na extinta revista <i>Mulheres</i>, em mais de duas dezenas de artigos de
divulgação junto do público feminino, a evolução dos movimentos de mulheres
em Portugal, caracterizando a imprensa, organizações, ideologias, reivindicações
e lutas durante a Monarquia, República e Estado Novo (Neves, 1979-1981). Por
sua vez, Maria José Madail Rosa (1979) realizou, na Faculdade de Letras da Universidade
de Lisboa, uma tese de licenciatura sobre a Liga Republicana das
Mulheres Portuguesas e, quase uma década depois, João Esteves (1988) concluiu, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a
dissertação de mestrado em História dos Séculos XIX e XX sobre aquela organização
política e feminista.</p>
    <p>A septuagésima quinta celebração (1985) passou, deliberadamente, quase
despercebida, no octogésimo aniversário destacou-se o texto de Fátima Ribeiro
de Medeiros (1991) sobre Ana de Castro Osório e na última década e meia, «As
Mulheres da República», enquanto objeto de estudo, adquiriram inusitada relevância,
beneficiando, em parte, do Centenário da República Portuguesa, com as
comemorações realizadas a nível nacional e local, fossem elas de carácter oficial,
académico, escolar ou associativo, estendendo-se ainda à edição, à blogosfera e à
comunicação social, a incluí-las enquanto intervenientes ativas. Aliás, este incontestado
interesse pelo papel das mulheres de há cem anos terá constituído a sua
caraterística mais inovadora e proeminente, extravasando o espaço universitário
e atraindo o interesse do público, de coletividades e da imprensa.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Depois de arredadas dos manuais dos sucessivos ciclos de escolaridade
(Alvarez, 2007), excluídas ou menorizadas em dicionários, enciclopédias, cronologias,
memórias, Histórias de Portugal e teses, situação exposta em repertórios
(Coelho <i>et al.</i>,1995), nas inventariações de Irene Vaquinhas (1996, 2000, 2002,
2003) e de Anne Cova (1999, 2003) e nas bibliografias detalhadas de Ana Nunes
de Almeida (1987), de Luís Esteves de Melo Campos (1989) e de Maria Regina
Tavares da Silva (1999), ausentes de conferências, colóquios e congressos (Esteves,
2003), as atenções recaíram em catadupa sobre as protagonistas – feministas,
pacifistas, maçónicas, republicanas, sufragistas, monárquicas, católicas, conservadoras
– no advento da revolução de Outubro de 1910, resgatando-as e transformando-
as, repentinamente, em «heroínas». Do lado republicano e do lado
monárquico e católico, em abordagens historiográficas nunca antes tão claramente
concretizadas.</p>
    <p>O busto feminino da República foi revisitado enquanto símbolo do regime
triunfante, entretanto caído em desuso; as doutoras Adelaide Cabete e Carolina
Beatriz Ângelo emergiram como bordadeiras clandestinas de uma vintena de
bandeiras verdes e rubras usadas durante o 5 de Outubro; a mesma Carolina
converteu-se em referência sufragista ao contornar a lei eleitoral e votar em
1911, tornando-se a primeira mulher a fazê-lo em toda a Europa do Sul e uma
das primeiras a exercer esse direito em todo o mundo; despontaram aquelas
que, pela proximidade à monarquia e/ou religiosidade, intervieram na defesa de
princípios e valores agora ameaçados; desenterraram-se nomes locais; evidenciaram-
se episódios há muito olvidados; vislumbrou-se um associativismo
pujante e diversificado.</p>
    <p>Passou-se da inexistência ou silenciamento das incursões femininas no
espaço público para a sua valorização e a temática «As Mulheres e a República»
tornou-se incontornável e até <i>politicamente correta</i>.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>Momentos de mudança</b></p>
    <p>O que é que de tão extraordinário sucedeu entre os anos 1980 e a primeira
década do século XXI para que se verificasse esta súbita transformação na produção
historiográfica, a par da crescente visibilidade junto da opinião pública e em
encontros científicos da área das Ciências Sociais e Humanas?</p>
    <p>Por um lado, o papel desempenhado desde finais dos anos 1970 pela então
Comissão da Condição Feminina (CCF)/Comissão para a Igualdade e Direitos das
Mulheres (CIDM)/Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) (Silva,
2013) e o trabalho precursor de valorização e divulgação de ativistas e intelectuais
das primeiras décadas do século XX. Por outro, durante a primeira metade da
década de 1980, a relevância que o enfoque nos papéis históricos das mulheres
ganhou nos meios académicos, explícita no colóquio <i>A Formação de Portugal Contemporâneo:
1900 – 1980</i>, organizado em dezembro de 1981 pelo então Gabinete de
Investigações Sociais e que contou com comunicações de Maria Regina Tavares da
Silva, Judite de Almeida Rodrigues e José Machado Pais na secção «Cultura e
Vida Quotidiana» (<i>Análise Social</i>, vol. XIX (77-78-79), 1983-3º-4º-5º) e, depois, nos
seminários e simpósios centrados na «Mulher» promovidos, em 1983, pela Comissão
da Condição Feminina (<i>Seminário de Estudos sobre a Mulher</i>) e, em 1985, Instituto
de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (<i>Colóquio Interdisciplinar sobre a
Mulher em Portugal</i>) e Instituto de História Económica e Social da Faculdade de
Letras da Universidade de Coimbra (<i>A Mulher na Sociedade Portuguesa</i>, envolvendo
uma plêiade de historiadores e atraindo numerosa assistência.</p>
    <p>Na década seguinte, intensificou-se a edição de dissertações de Mestrado
publicadas no âmbito do Prémio Mulher Investigação Carolina Michaëlis de Vasconcelos,
patrocinado pelas Organizações Não Governamentais do Conselho
Consultivo da CIDM, nomeadamente <i>Quotidianos Femininos (1900-1933)</i> de Paulo
Guinote (1997), <i>As mulheres no mercado de trabalho em Portugal: representações e quotidianos
(1890-1940)</i>, de Virgínia do Rosário Baptista (1999), e <i>«Onde há galo não
canta galinha» – Discursos femininos, feministas e transgressivos nos anos vinte em Portugal</i>,
de Anne Martina Emonts (2001); implementaram-se os Estudos Sobre as
Mulheres (Cova, 1998), englobando núcleos localizados em meios universitários
(Souza, 2003); concretizou-se a criação de Mestrados, de que se destaca o da Universidade
Aberta, criado em 1994 e a funcionar desde 1995; surgiram associações
de investigadores – APEM, em 1991 e APIHM, em 1997 – com resultados na promoção
de colóquios temáticos e a publicação de duas revistas nessa área – <i>ex-aequo e Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher</i> –, ambas datadas de 1999 e que se
continuam a editar; a par da organização regular de encontros multidisciplinares
de caráter científico, académico e generalista.</p>
    <p>No mesmo espaço temporal, Cecília Barreira publicou <i>História das nossas
avós (Retrato da burguesa em Lisboa, 1890-1930)</i> e António Candeias (1994), António
Nóvoa (1987, 1992), Helena Costa Araújo (2000) e Joaquim Ferreira Gomes (1987,
1991), entre outros investigadores da área das Ciências da Educação, produziram estudos com enfoque na educação e instrução femininas e o papel das professoras
na transição do século XIX para o XX e primeiras décadas deste.</p>
    <p>Individualmente, ou em simultâneo, tais iniciativas, algumas à margem das
cátedras universitárias, determinaram novos caminhos da investigação e proporcionaram
o aparecimento de uma bibliografia recente envolvendo a transição da
Monarquia para a República, a 1.ª República e a sua substituição pelas Ditaduras,
Militar e do Estado Novo, e que tem servido de referência a outros olhares sobre
esses períodos, redescobrindo os papéis femininos até há pouco ignorados,
secundarizados ou menosprezados.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
    <p><b>Teses, estudos, exposições, catálogos, biografias, agendas, roteiros e dicionários</b></p>
    <p>Num curto espaço de tempo constituiu-se um alargado conjunto de estudos
abarcando catálogos de exposições, biografias, agendas e roteiros, dicionários,
livros didáticos, histórias e outras obras de referência.</p>
    <p>Primeiro, os estudos centraram-se no associativismo feminino, envolvendo
a Liga Republicana das Mulheres Portuguesas (1908-1919), a Associação de Propaganda
Feminista (1911-1918), a Associação Feminina de Propaganda Democrática
(1915-1916) (Esteves, 1992, 1998a, 1998b) e o Conselho Nacional das Mulheres
Portuguesas (1914-1947) (Gorjão, 1994, Lamas, 1995, Esteves, 2006a, Costa 2007),
e nas protagonistas republicanas (Armada, 2010, 2011), sendo ainda de referir,
para o período entre 1910 e 1926, a síntese <i>Mulheres e Republicanismo</i> (1908-1928)
(Esteves, 2008) e <i>As Mulheres e a I República</i> (Mariano, 2011).</p>
    <p>Mas a análise mais abrangente desse período, por não se confinar ao associativismo
e olhar para a plenitude de mulheres que se cruzaram naquele tempo,
encontra-se no Catálogo <i>Percursos, conquistas e derrotas das mulheres na 1.ª República</i>
(Pinto, 2010), referente à Exposição de 28 painéis com o mesmo nome, organizada
na Biblioteca Museu República e Resistência no âmbito das Comemorações
Municipais do Centenário da República, inserindo textos de Ilda Abreu, Isabel
Lousada, João Esteves, Maria do Céu Borrêcho, Maria Emília Stone, Maria Lúcia
de Brito Moura, Natividade Monteiro, Paulo Guinote, Teresa Pinto e Zília Osório
de Castro. Uma década antes, em 2001, organizara-se a Exposição <i>Quotidiano
Feminino (1900-1940)</i> (2001) por proposta de Paulo Guinote, cujo Catálogo reuniu
textos e 120 fotografias que procuraram retratar o universo mental, social e político
das mulheres naquelas décadas, combinando a esfera pública (educação, trabalho,
lazer e diversão, moda, cultura, política, cidadania, marginalidade, prostituição)
com aquela mais privada (do nascimento à adolescência, namoro,
casamento, maternidade, divórcio, adultério, homossexualidade, corpo).</p>
    <p>A obra coletiva <i>Mulheres na I República: percursos, conquistas e derrotas</i> (Castro
<i>et al.</i>, 2011), prefaciada por Fernando Catroga e colaboração de Isabel Baltazar,
João Esteves, Maria do Céu Borrêcho, Maria Emília Stone, Maria Lúcia Brito de 
Moura, Natividade Monteiro, Paulo Guinote, Sandra Leandro e Zília Osório de
Castro, deu continuidade à mesma perspetiva ao destacar as vivências das
mulheres, suas conquistas e derrotas, e abarcar a vertente política, fosse ela republicana,
monárquica ou católica, o associativismo, a intelectualidade, o ensino, a
educação, o trabalho, o teatro, as artes e as «marginalidades», representadas pela
criminosa, a prostituta, a adúltera e a homossexual.</p>
    <p>As biografias, uma das grandes deficiências da historiografia portuguesa
(Oliveira Marques, 2004), evoluíram e prosperaram na última década e meia,
enquanto género recuperado pela academia e junto do público generalista, sob a
influência, evidente, da História das Mulheres e dos Estudos Sobre as Mulheres.</p>
    <p>Depois dos textos de Regina Tavares da Silva e, pontualmente, de Ana
Vicente no <i>Boletim da Condição Feminina</i> em finais da década de 1970, as biografias
e histórias de vida tiveram impulso significativo e impuseram-se. Sobre a
feminista e republicana Ana de Castro Osório escreveram-se: «A Coleção Castro
Osório – Ana de Castro Osório (1872-1935)» (Esteves, 1997); <i>Ana de Castro Osório
et le mouvement féministe portugais</i> (Karine Coelho, 2000), Mémoire pour l’obtention
du DEA d’Etudes Portugaises Brésiliennes et de l’Afrique Lusophone, sob a
direção de Anne-Marie Quint; <i>Ana de Castro Osório e as origens do feminismo em
Portugal</i> (Moacho, 2003), dissertação de mestrado apresentada no ISCTE sob
orientação de Fátima Sá Melo Ferreira; e, recentemente, <i>Ana de Castro Osório e a
Mulher Republicana Portuguesa: Veículo de Regeneração da Nação e de Preservação da
Identidade Nacional</i> (Cordeiro, 2012), dissertação de mestrado apresentada na Universidade
de Minnesota e editada com prefácio de Fátima Sequeira Dias.</p>
    <p>Sob a orientação de Anne Cova, concluíram-se, na Universidade Aberta,
dissertações de mestrado versando Maria Lamas (Fiadeiro, 2003), Adelaide
Cabete (Eduardo, 2004), Domitila de Carvalho (Carvalho, 2004) e Maria Veleda
(Monteiro, 2004a, 2012). Não por acaso, tendo em atenção as respetivas responsáveis,
a CIDM, atual CIG, iniciou, em 2004, a publicação da Coleção Fio de Ariana,
dedicada a mulheres que lutaram pelos seus direitos cívicos e políticos, de que se
editaram <i>Maria Veleda</i> (1871-1955) (Monteiro, 2004b), Carolina Beatriz Ângelo
(1877-1911) (Silva, 2005) e <i>Adelaide Cabete</i> (1867-1935) (Lousada, 2010), estando
prevista a saída, em 2014, de <i>Ana de Castro Osório</i> (1872-1935). Por sua vez, coincidindo
com o centenário, a editora Fonte da Palavra inseriu na coleção Livros
República opúsculos dedicados a Adelaide Cabete (Lousada, 2011) e Carolina
Beatriz Ângelo (Garcia, 2011).</p>
    <p>A mesma Comissão realizou, em outubro de 2004, a <i>Exposição Fotobiográfica
de Elina Guimarães (1904-2004)</i>, comemorativa do centenário do nascimento da
jurista, feminista e defensora dos direitos das mulheres, e colaborou, em 2005,
com a Biblioteca Museu República e Resistência na Exposição dedicada a <i>Maria
Veleda – Uma Professora Feminista, Republicana e Livre-Pensadora</i>, na sequência das
investigações feitas por Natividade Monteiro, ambas com edições de consulta
preciosa. O carácter biográfico estendeu-se a <i>As Primeiras Damas da República Portuguesa
(1910-2005)</i> (2006), nome da Exposição organizada pelo Museu da Presidência da República em Outubro de 2005 que incluiu um núcleo centrado na I
República onde se valorizou, entre outros aspetos, a intervenção associativa de
Elzira Dantas Machado. A mesma temática mereceu, no âmbito da Coleção dedicada
às Fotobiografias dos Presidentes da República, a edição <i>As Primeiras-Damas</i>, dividida cronologicamente em três períodos – Primeira República (Esteves,
2006b), Ditadura Militar / Estado Novo, Democracia. Na sequência do centenário
da República, o Museu da Guarda dedicou uma exposição a Carolina Beatriz
Ângelo – <i>Intersecções dos sentidos / palavras</i>, actos e imagens –, cujo catálogo, sob
coordenação de Dulce Helena Pires Borges, registou a colaboração de escritos da
autoria de António Lopes, Dulce Helena Pires Borges, Isabel Lousada, João Esteves,
Madalena Braz Teixeira, Manuela Tavares, Maria Antonieta Garcia, Maria
do Sameiro Barroso, Maria Helena Carvalho dos Santos e Teresa Pizarro Beleza
(Borges, 2010).</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Dentro do âmbito biográfico, por reconhecida influência da História das
Mulheres, é ainda de referir a tese de Mestrado em Comunicação e Jornalismo da
Universidade de Coimbra Virgínia Quaresma (1882-1973). <i>A primeira jornalista portuguesa</i>
(Seixas, 2004), sob orientação de Isabel Vargues; e as obras <i>Operárias e
Burguesas. As mulheres no tempo da República</i> (Samara, 2007) e <i>Carolina Beatriz
Ângelo – Guarda(dora) da Liberdade (1878-1911)</i> (Garcia, 2009).</p>
    <p>Um género que denota o crescente interesse pelas mulheres da República é
o das Agendas (<i>As Mulheres e a República – Agenda Feminista 2010, e Agenda 2009
para a Igualdade</i>) e dos Roteiros (2010), direcionados para o grande público, tendo
como pressupostos a releitura das fontes, a redescoberta daquelas enquanto
sujeitos e agentes da história e a sua divulgação.</p>
    <p>O impacto da História das Mulheres estendeu-se, inegavelmente, aos dicionários,
com repercussões no <i>Dicionário de Educadores Portugueses</i> (Nóvoa, 2003),
contendo muitas dezenas de entradas de educadoras, professoras e pedagogas, e
Dicionário de <i>História da I República e do republicanismo</i> (2013, 2014). Assumidamente,
passou a haver consciência da valorização da pesquisa de nomes femininos
e da sua presença em obras de consulta. Por sua vez, o <i>Dicionário no Feminino
(séculos XIX-XX)</i> (Castro e Esteves, 2005) e Feminae. <i>Dicionário Contemporâneo</i>
(Castro e Esteves, 2014), projetos coletivos de dezenas de estudiosos que, entre
outros objetivos, procurou dar visibilidade a mulheres que, dalgum modo, lutaram
pelos seus direitos e/ou intervieram publicamente, compreendendo, ainda,
entradas sobre periódicos, instituições, congregações religiosas, organizações,
contêm relevantes dados para a época em análise. A lista de autores/autoras e a
comparação com dicionários anteriores, onde são notórias as lacunas e ausências
de nomes femininos, por mais relevantes que fossem, evidenciam o quanto já se
retificou nos enfoques a ter quando se estuda a 1.ª República.</p>
    <p>Também os livros didáticos, que condicionam, direta e indiretamente, a formação
anual de milhares e milhares de alunos e, simultaneamente, refletem a historiografia
dominante em cada época, têm sido reatualizados, apesar de se notar
que «a sub-representação e a estereotipia são os traços que caracterizam as imagens de mulheres nos manuais escolares de História do ensino secundário, nos
conteúdos relativos à época contemporânea» (Alvarez, 2014: 364). Continua-se a
não valorizar a sua relevância «para o conjunto da sociedade de mulheres e de
homens, num dado momento histórico» (Alvarez, 2014: 366), embora se constate
a introdução pontual de mulheres – Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo,
Carolina Michaëlis de Vasconcelos… –, dando seguimento ao conteúdo sexista há
muito predominante, quer quanto a imagens, quer quanto a conteúdos.</p>
    <p>Embora de forma muito incompleta, referia-se a multiplicidade de artigos
surgidos nos últimos quinze anos em periódicos espalhados pelo país e em revistas
de especialidade, uns mais de natureza teórico-metodológica, como os publicados
em <i>ex-aequo</i>, outros mais centrados em histórias de vida, como os inseridos
em <i>Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher</i>, e outros mais analíticos, nomeadamente
os incluídos na <i>Análise Social, Ler História e Penélope</i>, e que revelam, indiscutivelmente,
mudança e/ou ruturas de paradigma na abordagem aos dezasseis anos da
1.ª República.</p>
    <p>Um último reduto, quase inexpugnável, tem sido o das Histórias de Portugal,
onde as mulheres continuam a não ter destaque na narrativa enquanto sujeitos
e agentes históricos, ressalvando-se o texto, significativamente remetido para
Apêndice, «História no feminino: os movimentos feministas em Portugal» (Silva,
s./d.) na obra dirigida por João Medina. Combatida a exclusão e a ausência, predomina
a sua secundarização ou guetização nos capítulos referentes à contemporaneidade,
exatamente o período mais fértil na afirmação feminina nos vários
domínios do espaço público político, económico, cultural e social.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>Rompendo fronteiras</b></p>
    <p>O impacto destes estudos ultrapassou, nos últimos anos, as fronteiras nacionais,
ainda que de forma desigual. Depois de um prolongado desconhecimento
internacional do caso português, verificou-se na última década e meia intercâmbio
profícuo com as principais referências internacionais da área dos Estudos
sobre as Mulheres – Ann Taylor Allen, Anne Cova, Bonnie S. Anderson, Christine
Bard, Efi Avdela, Françoise Thébaud, Gisela Bock, Karen Offen, Mary Nash,
Michela De Giorgio, Michelle Perrot, Michelle Zancarini-Fournel, Mônica Raisa
Schpun –, com a participação destas em encontros científicos no país. Simultaneamente,
avançou-se para a edição de alguns desses colóquios com incidência
nas perspetivas teóricas e metodológicas: <i>Falar de Mulheres: Da Igualdade à Paridade</i>
(Castro <i>et al.</i>, 2003); <i>Écrire l’Histoire des Femmes en Europe du Sud: XIXe-XXe
Siècles</i> (Cova et al., 2003); <i>Novos Olhares: Passado e Presente nos Estudos Sobre as
Mulheres em Portugal</i> (Teresa Joaquim <i>et al.</i>, 2003); <i>Desafios da Comparação: Família,
Mulheres e Género em Portugal e no Brasil</i> (Cova <i>et al.</i>, 2004); <i>História Comparada das
Mulheres: Novas Abordagens</i> (Cova <i>et al.</i>, 2008); <i>Falar de Mulheres: História e Historiografia</i>
(Castro <i>et al.</i>, 2008).</p>
    <p>Se as obras de referência internacionais, sejam de matriz anglo-saxónica,
francófona ou castelhana, não incorporam a singularidade portuguesa ou abordam-
na sumariamente, pouco relevo lhe atribuindo nos estudos comparativos,
seja sob o ponto de vista fatual, interpretativo ou transnacional, há crescente interesse
na vizinha Espanha: Rosa M. Ballesteros García (2001) sintetizou o movimento
feminista português desde o despertar republicano à exclusão salazarista
(1909-1947), socorrendo-se de estudos parcelares já editados por autores portugueses
e da pesquisa de fontes nacionais, também trabalhadas e dissecadas por
aqueles, enveredando também por estudos de figuras femininas das primeiras
décadas. Mais recentemente, Ángeles Ezama Gil tem confrontado os casos português
e espanhol.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
    <p><b>Autores a autoras</b></p>
    <p>Se se atentar nos autores e autoras mencionados, constata-se que muitos e
muitas frequentaram Mestrados em Estudos Sobre as Mulheres, nomeadamente
o da Universidade Aberta, ou integraram associações e grupos de investigação
por si influenciados, podendo-se dizer que aqueles proporcionaram, mediante
releitura e revisão dos documentos e fontes primárias, a redescoberta das mulheres
na estruturação do passado, contrariando uma visão assexuada dos acontecimentos,
deram-lhes visibilidade ao centrar os olhares nelas e na história das relações
entre os sexos em múltiplos domínios, produziram novos estudos,
influenciaram muitos outros e facilitaram a sua divulgação quer entre a comunidade
académica, quer entre o público generalista. E não menos relevante, conseguiu-
se transformar em objeto de estudo todas as mulheres, e não apenas as
experiências singulares, e fazer chegar a um público alargado e heterogéneo o
papel das mulheres enquanto fazedoras da história.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>Da «moda» de <i>As mulheres e a República</i> à reescrita da História</b></p>
    <p>O caso da 1.ª República é, pois, particularmente significativo quanto à
absorção de influências via História das Mulheres, porque houve a preocupação
de desconstruir os silêncios que há muito as subjugavam e de integrar a intervenção
e vivências femininas nos diferentes domínios da sociedade e do quotidiano,
não as limitando nem à família, ao lar e à esfera privada, nem à história política e
associativa das vencedoras – aquelas que enfileiraram no republicanismo militante
–, e das temporariamente vencidas – monárquicas, católicas e conservadoras,
irmanadas até então no mesmo mutismo historiográfico. Espaços, nomes,
vozes, testemunhos de figurantes ou protagonistas, episódios, vivências, percursos,
factos, costumes, domesticidade, trabalhos, empregos, profissões, educação,
instrução, ensino, assistência, crenças, beneficências, associativismo, imprensa – feminina, feminista, republicana, monárquica, literária, instrução e educação –,
artes, quotidianos e marginalidades (Guinote, 1997), até então subvalorizados,
mereceram ser olhados, estudados, divulgados e reenquadrados em abordagem
interpretativas plurais e multifacetadas.</p>
    <p>O espaço público deixava de ser pertença exclusivamente masculina e a perceção
dessa contaminação adveio também, ou sobretudo, da História das Mulheres.
Talvez o exemplo mais paradigmático dessa simbiose esteja patente na mostra
intitulada <i>Percursos, conquistas e derrotas das mulheres na 1.ª República</i>, em que
«catálogo e a respetiva exposição conferiram centralidade às mulheres no processo
da Primeira República», não se confinando a «conferir identidades às
mulheres, ou a grupos de mulheres, através da sua inscrição no tempo, mas […]
contribuir para ressignificar o conhecimento histórico sobre o período republicano
» (Pinto, 2010: 13).</p>
    <p>Porque as mulheres conquistaram visibilidade e a temática «As Mulheres e
a República» e o rótulo «no feminino» viraram «moda», é imperativo acautelar
riscos – evidenciados pelo frenesim comemorativo e por imediatismos, facilitismos
e oportunismos –, como descontextualizações, anacronismos, visões unilaterais,
valorização de microcosmos, propagação dos mesmos enfoques, baseados
em fontes repetidas e restritas, ausência do seu escrutínio, incorreções factuais,
generalizações, mitificação de nomes e de acontecimentos, textos laudatórios e
inexistência de uma visão global. E como a investigação também se deve rever na
sua própria história, importa resgatar trabalhos pioneiros da autoria de Fernando
Catroga (1988), de Ivone Leal (1992, 1994) e de Maria Regina Tavares da Silva.</p>
    <p>Perante o recente volume de obras, estudos e artigos, importa: ler e reler as
fontes primárias; reescrever a História com homens e mulheres a formarem um
todo; integrar e enquadrar a republicanização feminina na própria dinâmica da
1.ª República, retirando-a de uma espécie de gueto histórico; revisitar documentação;
proporcionar outros olhares; integrar a dinâmica destas mulheres, nem
sempre coincidentes, e respetivos movimentos sociais no contexto histórico mais
vasto, não as confinando a painéis específicos de análise e de interpretação. O seu
acantonamento não é uma solução historiográfica.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em síntese, a História das Mulheres e os Estudos Sobre as Mulheres proporcionaram
intercâmbios entre áreas do saber e integraram estudiosos de formações
e profissões diversas, com reflexos explícitos na produção historiográfica
recente. Influenciaram, mesmo se de forma indireta, a Academia, percetível no
número crescente de dissertações de mestrado e de doutoramento envolvendo a
temática das mulheres no âmbito da 1.ª República ou integrando-as na análise
desta (há quase trinta anos, em 1985, quando me propus fazer uma dissertação
sobre Ana de Castro Osório, esta foi considerada irrelevante e, como tal, não merecedora de reflexão, quanto mais de uma tese). Não só alargaram o universo
documental, como impuseram outras abordagens, quer quanto a conteúdos, quer
quanto a metodologias, com as fontes a quebrarem silêncios, a «falarem» das
mulheres e a tornarem-se passíveis de outras reinterpretações e, como tal, mais
próximas da construção de uma História total e global, porque inclusiva. Falta
reescrevê-la e reconstrui-la, provavelmente de raiz, sabendo o quão difícil e
moroso é contornar o conservadorismo académico e institucional que dificulta o
reconhecimento dos contributos da História das Mulheres.</p>
    <p>Por via da História das Mulheres houve, pois, produção. Transmissão e
publicitação, também. Reenquadramento? Reescrita? É o que urge aprontar. Uma
coisa é complementar e reformular a visão mais tradicionalista da República,
outra é reescrever a sua História, sendo este o salto decisivo que falta dar, e o
mais difícil, por implicar posturas historiográficas e de mentalidade (quase) diametralmente
opostas.</p>
    <p>O caso da 1.ª República parece constituir uma (feliz) exceção, tendo vindo a
contaminar os períodos temporais contíguos.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>Referências bibliográficas</b></p>
    <!-- ref --><p><i>A Mulher na Sociedade Portuguesa. Visão histórica e perspetivas atuais </i>(1986), Coimbra, IHES,
Faculdade de Letras.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0874-5560201400020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p><i>Agenda 2009 para a Igualdade (2008)</i>, Lisboa, CIG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0874-5560201400020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p><i>As Mulheres e a República – Agenda Feminista 2010</i> (2009), Lisboa, UMAR e Faces de Eva,
FCSH da UNL.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0874-5560201400020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p><i>As Primeiras Damas da República Portuguesa 1910-2005</i> (2006), Lisboa, Museu da Presidência
da República.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0874-5560201400020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Almeida, Ana Nunes de (1987), <i>Bibliografia sobre a família e a mulher no Portugal do século
XX</i>, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0874-5560201400020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Alvarez, Teresa (2007), <i>Género e Cidadania nas Imagens de História</i>, Lisboa, CIG, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0874-5560201400020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Alvarez, Teresa (2014), «Imagens de mulheres nos manuais escolares de História», in João
Esteves e Zília Osório de Castro (dir.), <i>Feminae. Dicionário Contemporâneo</i>, Lisboa,
CIG, 364-366.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0874-5560201400020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Araújo, Helena Costa (2000), <i>Pioneiras na educação – as professoras primárias na viragem do
século: contextos, percursos, experiências, 1870-1933</i>, Instituto de Inovação Educacional.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0874-5560201400020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Armada, Fina d’ (2010), <i>As Mulheres na Implantação da República</i>, Lisboa, Ésquilo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0874-5560201400020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Armada, Fina d’ (2011), <i>Republicanas quase desconhecidas</i>, Temas e Debates – Círculo de Leitores.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0874-5560201400020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Barreira, Cecília (1992), <i>História das nossas avós (Retrato da burguesa em Lisboa, 1890-1930)</i>,
Lisboa, Edições Colibri.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0874-5560201400020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Ballesteros García, Rosa Maria (2001), <i>El movimiento feminista portugués. Del despertar republicano
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    <!-- ref --><p>Balsinha, Antónia (2005), <i>As Mulheres de Alhandra na Resistência – Anos quarenta, século XX</i>,
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    <!-- ref --><p>Baptista, Virgínia do Rosário (1999), <i>As mulheres no mercado de trabalho em Portugal: representações
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    <!-- ref --><p>Borges, Dulce (2010) (coord.), <i>Carolina Beatriz Ângelo – Intersecções dos sentidos / palavras,
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    <!-- ref --><p>Campos, Luís Esteves de Melo (1989), <i>A mulher em textos e contextos – Um recenseamento
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    <!-- ref --><p>Candeias, António (1994), <i>Educar de outra forma: A Escola-Oficina N.º 1 de Lisboa, 1905-1930</i>,
Instituto de Inovação Educacional.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0874-5560201400020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Carvalho, Margarida de (2004), <i>Domitila de Carvalho: biografia de um percurso singular!</i>,
Lisboa, Universidade Aberta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0874-5560201400020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Castro, Zília Osório de <i>et al.</i> (2003) (dir.), <i>Falar de Mulheres: Da Igualdade à Paridade</i>, Lisboa,
Livros Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0874-5560201400020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Castro, Zília Osório de <i>et al.</i> (2008), <i>Falar de Mulheres: História e Historiografia</i>, Lisboa,
Livros Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0874-5560201400020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Castro, Zília Osório de <i>et al.</i> (2011), <i>Mulheres na I República: percursos, conquistas e derrotas</i>,
Lisboa, Edições Colibri.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0874-5560201400020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Castro, Zília, Esteves, João (2005) (dir.), <i>Dicionário no Feminino (séculos XIX-XX)</i>, Lisboa,
Livros Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0874-5560201400020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Castro, Zília, Esteves, João (2014) (dir.), <i>Feminae. Dicionário Contemporâneo</i>, Lisboa, CIG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0874-5560201400020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Catroga, Fernando (1988), <i>A militância laica e a descristianização da morte em Portugal – 1865-1911</i>, Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0874-5560201400020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
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    <!-- ref --><p>Coelho, Maria Helena da Cruz, Ribeiro, Maria Manuela Tavares, Carvalho, Joaquim
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    <!-- ref --><p>Cova, Anne, Bock, Gisela (2003) (dir.), <i>Écrire l’histoire des femmes en Europe du Sud: XIXe-XXe siècles</i>, Oeiras, Celta Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0874-5560201400020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
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    <!-- ref --><p>Emonts, Anne Martina (2001), <i>«Onde há galo não canta galinha» – Discursos femininos, feministas e transgressivos nos anos vinte em Portugal</i>, Lisboa, ONG do Conselho Consultivo
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    <!-- ref --><p>Esteves, João (1988), <i>A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas – uma organização política e
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    <!-- ref --><p>Esteves, João (1992), <i>A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas – uma organização política e
feminista (1909-1919)</i>, Lisboa, ONG do Conselho Consultivo da CIDM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0874-5560201400020000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Esteves, João (1997), <i>«A Colecção Castro Osório – Ana de Castro Osório (1872-1935)»</i>, Leituras,
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    <!-- ref --><p>Esteves, João (1998a), <I>As Origens do Sufragismo Português</I>, Lisboa, Editorial Bizâncio.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0874-5560201400020000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Esteves, João (1998b), «A fidelidade das mulheres republicanas a Afonso Costa: a Associação
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    <!-- ref --><p>Esteves, João (2003), «Falar de Mulheres: Silêncios e Memórias», in Zília Osório de Castro
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    <!-- ref --><p>Esteves, João (2006a), «Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas (1914-1947)», <i>Faces
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    <!-- ref --><p>Esteves, João (2008), <i>Mulheres e republicanismo (1908-1928)</i>, Lisboa, CIG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0874-5560201400020000400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Fiadeiro, Maria Antónia (2003), <i>Maria Lamas. Biografia</i>, Lisboa, Quetzal Editores.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S0874-5560201400020000400047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Garcia, Maria Antonieta (2009), <i>Carolina Beatriz Ângelo – Guarda(dora) da Liberdade (1878-1911)</i>, Guarda, Câmara Municipal da Guarda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S0874-5560201400020000400048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Garcia, Maria Antonieta (2011), <i>Carolina Beatriz Ângelo (Médica, republicana, sufragista…)</i>,
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    <!-- ref --><p>Gomes, Joaquim Ferreira (1987), <i>A Mulher na Universidade de Coimbra – Alguns dados para
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    <!-- ref --><p>Gomes, Joaquim Ferreira Gomes (1991), «Domitila de Carvalho: a primeira mulher na
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    <!-- ref --><p>Gorjão, Vanda (2002), <i>Mulheres em tempos sombrios. Oposição feminina ao Estado Novo</i>, Lisboa,
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    <!-- ref --><p>Guinote, Paulo (1997), <i>Quotidianos Femininos (1900-1933)</i>, Lisboa, ONG do Conselho Consultivo
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    <!-- ref --><p>Joaquim, Teresa et al. (orgs.) (2003), <i>Novos Olhares. Passado e Presente nos Estudos Sobre as
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    <!-- ref --><p>Lamas, Rosmarie Wank-Nolasco (1995), <i>Mulheres para além do seu tempo</i>, Lisboa, Bertrand
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    <!-- ref --><p>Leal, Ivone (1992), <i>Um século de periódicos femininos</i>, Lisboa, CIDM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0874-5560201400020000400057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Leal, Ivone (coord.) (1994), <i>Fontes Portuguesas para a História das Mulheres</i>, Lisboa, IBNL.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0874-5560201400020000400058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Lousada, Isabel (2010), <i>Adelaide Cabete (1867-1935)</i>, Lisboa, CIG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0874-5560201400020000400059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Lousada, Isabel (2011), <i>Perfil de uma pioneira: Adelaide Cabete (1867-1935)</i>, s.l., Fonte da Palavra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0874-5560201400020000400060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p><i>Maria Veleda, Uma Professora Feminista, Republicana e Livre-Pensadora </i>(2005), Lisboa, CML –
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    <!-- ref --><p>Mariano, Fátima (2011), <i>As Mulheres e a I República</i>, Casal de Cambra, Caleidoscópio.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S0874-5560201400020000400062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
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    <!-- ref --><p>Monteiro, Natividade (2004b), <i>Maria Veleda (1871-1955)</i>, Lisboa, CIDM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S0874-5560201400020000400067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Monteiro, Natividade (2012), <i>Maria Veleda (1871-1955) – Uma professora feminista, republicana
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    <!-- ref --><p>Neves, Helena (1979-1981), «Para a história dos movimentos de mulheres em Portugal»,
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    <!-- ref --><p>Nóvoa, António (1992) (org.), <i>Vidas de professores</i>, Porto, Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0874-5560201400020000400075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
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    <!-- ref --><p>Pimentel, Irene Flunser (2000), <i>História das Organizações Femininas no Estado Novo</i>, Círculo
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    <!-- ref --><p>Pimentel, Irene Flunser (2007), <i>Mocidade Portuguesa Feminina</i>, Lisboa, A Esfera dos Livros.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0874-5560201400020000400078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    ]]></body>
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Lisboa, CML – Biblioteca Museu República e Resistência.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0874-5560201400020000400079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
    <!-- ref --><p>Pinto, Teresa (2010), «Percursos, conquistas e derrotas na 1.ª República. <i>Um lugar de memória</i>
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    <!-- ref --><p><i>Quotidiano feminino, 1900-1940</i> (2001), Lisboa, DPC– Arquivo Municipal de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0874-5560201400020000400081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
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    <!-- ref --><p>Seixas, Maria Augusta (2004), <i>Virgínia Quaresma (1882-1973). A primeira jornalista portuguesa</i>,
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    <!-- ref --><p><i>Seminário de Estudos sobre a Mulher</i> (1984), «Estudos sobre a Mulher: atas», <i>Boletim da
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    <!-- ref --><p>Silva, Maria Regina Tavares da (2005), <i>Carolina Beatriz Ângelo (1877-1911)</i>, Lisboa, CIDM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000254&pid=S0874-5560201400020000400090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>
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    <!-- ref --><p>Stone, Maria Emília (2011), «Vivências monárquicas», in Zília Osório de Castro, João Esteves
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    <!-- ref --><p>Vaquinhas, Irene (1996), «Estudos sobre as mulheres na área da História», <i>História</i>, ano
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    <!-- ref --><p>Vaquinhas, Irene (2000), «Breve reflexão historiográfica sobre a história das mulheres em
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    <!-- ref --><p>Vaquinhas, Irene (2002), «Impacte dos estudos sobre as mulheres na produção científica
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    <!-- ref --><p>Vaquinhas, Irene (2003), «L’historiographie sur les femmes au Portugal: le XIXe siècle», in
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    <p>&nbsp;</p>
    <p><i>Artigo recebido em 28 de março de 2014 e aceite para publicação em 27de julho de 2014.</i></p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><b>Notas</b></p>
    <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup>Autor de livros, artigos, biografias, comunicações e conferências
sobre o associativismo político, republicano, maçónico, feminino e feminista
das mulheres na 1.ª metade do séc. XX. Publicou <i>A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas:
uma organização política e feminista (1909-1919); As Origens do Sufragismo
Português; e Mulheres e Republicanismo (1908-1928)</i> [2008]. Dirigiu, com Zília Osório
de Castro, o <i>Dicionário no Feminino</i> [2005] e <i>Feminae. Dicionário Contemporâneo</i> [2013].</p>

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