<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0874-5560</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Ex aequo]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Ex aequo]]></abbrev-journal-title>
<issn>0874-5560</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres - APEM]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0874-55602018000200015</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[L´Europe des Femmes. XVIIIe-XXIe siècle: coordenado por Julie Le Gac e Fabrice Virgílio, Paris: Perrin, 2017, 351 pp.]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Teresa]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Aberta Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<numero>38</numero>
<fpage>191</fpage>
<lpage>194</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0874-55602018000200015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0874-55602018000200015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0874-55602018000200015&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>RECENS&Otilde;ES</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b> <i>L&acute;Europe des Femmes. XVIIIe-XXIe si&egrave;cle</i>, coordenado por Julie Le Gac e Fabrice Virg&iacute;lio, Paris: Perrin, 2017, 351 pp.</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Teresa Pinto</b></p>     <p>Centro de Estudos das Migra&ccedil;&otilde;es e das Rela&ccedil;&otilde;es Interculturais, Universidade Aberta, Portugal.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>L&acute;Europe des Femmes </i>&eacute; um livro de conhecimento e de interven&ccedil;&atilde;o.</p>     <p> Esta obra &eacute; o produto de um projeto comum da Associa&ccedil;&atilde;o Mn&eacute;mosyne<a name="top1" id="top1"></a><a href="#1"><sup>1</sup></a> e do Grupo <i>Genre &amp; Europe </i>do Laborat&oacute;rio de Excel&ecirc;ncia <i>&Eacute;crire une nouvelle histoire de l&acute;Europe </i>(LabEx EHNE<a name="top2" id="top2"></a><a href="#2"><sup>2</sup></a>), fruto da iniciativa e coordena&ccedil;&atilde;o de um coletivo de doze investigadoras e investigadores,<a name="top3" id="top3"></a><a href="#3"><sup>3</sup></a> movido por uma dupla finalidade: contribuir para a reescrita da hist&oacute;ria das popula&ccedil;&otilde;es europeias, do s&eacute;culo XVIII &agrave; atualidade, dando voz &agrave;s mulheres que sempre a integraram, e intervir na altera&ccedil;&atilde;o de mentalidades, sensibilizando, a partir da comunica&ccedil;&atilde;o do conhecimento produzido, para as desigualdades de g&eacute;nero. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na introdu&ccedil;&atilde;o geral, o coletivo de coordenadoras confronta criticamente os curtos momentos em que as mulheres surgem no centro de decis&otilde;es fundamentais para a vida das sociedades com o longo silenciamento a que &eacute; votado o papel das mulheres ao longo da hist&oacute;ria. Pretende-se conferir &laquo;aujourd'hui chair et parole &agrave; celles qui, par leurs id&eacute;es, leurs r&eacute;sistances, leurs combats, ont contribu&eacute; &agrave; transformer nos soci&eacute;t&eacute;s&raquo; (p. 19). Voltar &agrave;s fontes, nomeadamente a textos cl&aacute;ssicos na sua vers&atilde;o original, para melhor captar as nuances sociais e culturais do respetivo contexto, e estabelecer um di&aacute;logo entre essas fontes foi o caminho escolhido para melhor percecionar din&acirc;micas e redes entre os movimentos e mulheres de diferentes pa&iacute;ses, bem como identificar desfasamentos no tempo e no espa&ccedil;o. Estamos perante uma antologia que inclui textos em franc&ecirc;s, ingl&ecirc;s, sueco, alem&atilde;o, holand&ecirc;s, portugu&ecirc;s, espanhol, italiano, romeno, latim, grego, &iacute;diche, russo, polaco, servo- -croata, alban&ecirc;s e turco. </p>     <p>&Agrave; voz de figuras bem conhecidas e de refer&ecirc;ncia, como Olympe de Gouges, Condorcet, Mary Wollstonecraft, Concepci&oacute;n Arenal, August Bebel, Alexandra Kollonta&iuml;, Anne Frank, Virg&iacute;nia WolfWoolf, Maria Isabel Barreto, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, juntou-se a de camponesas, oper&aacute;rias, dom&eacute;sticas, migrantes... Fic&ccedil;&otilde;es, cantigas, discursos, ensaios, correspond&ecirc;ncias e fontes iconogr&aacute;ficas diversificadas foram escrutinadas e reinterpretadas &agrave; luz de um conjunto de refer&ecirc;ncias comuns de acordo com uma preocupa&ccedil;&atilde;o comum, a de promover a igualdade de mulheres e homens. S&atilde;o, pois, essas fontes que nos s&atilde;o apresentadas, analisadas e comentadas. </p>     <p>Os documentos organizam-se em torno de tem&aacute;ticas transversais e interrogam interroga campos abrangentes: estere&oacute;tipos sexistas, rela&ccedil;&atilde;o com o corpo, desafios da educa&ccedil;&atilde;o, influ&ecirc;ncia das religi&otilde;es, experi&ecirc;ncia da guerra, feminismos, lutas pela igualdade de direitos civis e pol&iacute;ticos, migra&ccedil;&otilde;es, o reconhecimento das mulheres nas artes, nas ci&ecirc;ncias e no mundo do trabalho, conferindo &agrave;s mulheres o papel de agentes da hist&oacute;ria. S&atilde;o onze os cap&iacute;tulos aglutinadores, cada um deles contendo seis a oito sequ&ecirc;ncias de documentos, num total de setenta e oito, apresentados na sua vers&atilde;o original e na tradu&ccedil;&atilde;o em franc&ecirc;s, a que se segue a respetiva informa&ccedil;&atilde;o sobre a autoria do documento e o contexto da sua produ&ccedil;&atilde;o, bem como o coment&aacute;rio e pistas bibliogr&aacute;ficas para aprofundamento futuro, da responsabilidade da pessoa autora respons&aacute;vel por cada uma das sequ&ecirc;ncias. Em geral, os documentos ocupam uma p&aacute;gina, uma segunda p&aacute;gina para a tradu&ccedil;&atilde;o, no caso dos documentos textuais, e os coment&aacute;rios ocupam outras duas p&aacute;ginas. S&atilde;o s&iacute;nteses bem estruturadas e sustentadas em investiga&ccedil;&atilde;o, o que constitui um valor acrescentado &agrave; oferta alargada de vozes e de situa&ccedil;&otilde;es a que se reportam. </p>     <p>Colaboraram neste projeto mais de sessenta autoras e autores que, embora na sua maioria perten&ccedil;am a Centros de Investiga&ccedil;&atilde;o e Universidades francesas, integram catorze Investigadoras de outros pa&iacute;ses da Europa (Alemanha, It&aacute;lia, Su&iacute;&ccedil;a, Portugal, Su&eacute;cia, B&eacute;lgica, Espanha, Pol&oacute;nia) e um de um pa&iacute;s extra-europeuextraeuropeu (Brunei). O alargamento a investiga&ccedil;&otilde;es provenientes de outros lugares de produ&ccedil;&atilde;o de conhecimento, apesar de n&atilde;o revelar um crit&eacute;rio bem definido, permitiu a introdu&ccedil;&atilde;o de algumas vis&otilde;es provenientes de &acirc;ngulos e perspetivas distintas e menos contaminadas pelo contexto franc&ecirc;s. Sublinhe-se o contributo de J&uacute;lia Garraio, da Universidade de Coimbra, sobre as <i>Novas Cartas Portuguesas das tr&ecirc;s Marias</i>, atr&aacute;s referidas (pp. 44-47). </p>     <p>Numa obra com estas caracter&iacute;sticas, justifica-se a enumera&ccedil;&atilde;o dos contributos, de forma a dar uma ideia da pan&oacute;plia de assuntos nela contemplados. </p>     <p>O 1.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>On ne na&icirc;t pas femme: on le devient</i>, congrega documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Mary Wollstonecraft (Myriam Boussahba-Bravard), Concepci&oacute;n Arenal (Yannick Ripa), Otto Weininger (Jacques Le Rider), Alexandra Kollonta&iuml; (Magali Delaloye), Simone de Beauvoir (Sylvie Chaperon), Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa (J&uacute;lia Garraio), <i>Bonne f&ecirc;te maman!</i> [imagem] (Claudine Marissal).</p>     <p> O 2.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>Entr&eacute;es en politique</i>, inclui documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Nicolas de Condorcet (Caroline Fayolle), William Thompson (Michel Prum), Hedwig Dohm (Anne-Laure Briatte), Agence Rol [fotografia] (Myriam Boussahba-Bravard), Victoria Kent (Yannick Ripa), Aslan Tufan Egemen (Emmanuel Szurek), Laura Boldrini (por Anna Scattigno).</p>     <p> O 3.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>La guerre, une affaire de femmes</i>, apresenta documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de &Eacute;tienne-Nicolas M&eacute;hul [m&uacute;sica] e Marie-Joseph Ch&eacute;nier [letra] (Fabrice Virgili), Florence Nightingale (Fabrice Virgili), Paolina Schiff (Ruth Nattermann), Bertha von Suttner (Anne-Laure Briatte), Trois affiches de la guerre civile espagnole [imagens] (Maud Joly), Anne Frank (Julie Le Gac), Nina Lobkovskaia (Amandine Regamey).</p>     <p> O 4.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>&Agrave; corps perdus</i>, re&uacute;ne documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Mme du Coudray [imagem] (V&eacute;ronique Garrigues), Magnus Hirschfeld (Agathe Bernier-Monod), Marie Carmichael Stopes (Myriam Boussahba-Bravard), Giuliana Dal Pozzo (Anna Scattigno), Papa Paul Paulo VI (Anthony Favier), Roger Jackson [fotografia] (Ludivine Bantigny), Simone Veil (Yannick Ripa).</p>     <p> O 5.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>F&eacute;minismes en tous genres</i>, compreende documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Josefa Amar y Borb&oacute;n (Mercedes Yusta Rodrigo), August Bebei (Jean-Numa Ducange), Arma Kuliscioff (Simonetta Soldani), Report of the Fourth Conference of the International Woman Suffrage Alliance (Myriam Boussahba- Bravard), Astrid Lindgren (Eva S&ouml;derberg), Hymne du MLF (Fabrice Virgili e Michelle Zancarini-Fournel), Vida Tomsic (F&aacute;bio Giomi), MARShojm&euml; S'festojm&euml; [fotografia] (Francoise Th&eacute;baud.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> O 6.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>Et Dieu cr&eacute;a la femme</i>, abarca documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Gl&uuml;ckel von Hameln (Sylvie Anne Goldberg), Predikatorul Jurnal Eklesiatic (Constanta Vintila-Ghitulescu), Franz Hipler (Malgorzata Sokolowicz. Nelly Roussel (V&eacute;ronique Rieu), Hasnija Berberovic (F&aacute;bio Giomi), The Church of EnglandIgreja Anglicana (R&eacute;my Bethmont).</p>     <p> O 7.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>&Agrave; l'&eacute;cole du genre</i>, incorpora documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Jean-Jacques Rousseau e Nicolas de Condorcet (Dominique Picco), Caterina Franceschi Ferrucci (Simonetta Soldani), Emilia Pardo Baz&aacute;n (Yannick Ripa), &Eacute;cole de Carouge (Marianne Thivend), Pavel Cubinskij (Denise Karnaouch), Dr Rudolf Bode (Nicolas Patin), Dr Benjamin Spock (Didier Lett). </p>     <p>O 8.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>Travailleuses de tous les pays</i>, abrange documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Pedro Rodr&iacute;guez de Campomanes (Ofelia Rey Castelao), Vittoria e Felice Carpano (Beatrice Zucca Micheletto), Molteni [fotografia] (Marie- -&Eacute;lisabeth Handman), Adelheid Popp (Paul Pasteur), Olive Schreiner (Myriam Boussahba-Bravard), Coco Chanel [imagem] (Louis-Pascal Jacquemond), Internationale du personnel des PTT (Peggy Bette).</p>     <p> O 9.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>Parcours d'exil</i>, introduz documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de The Hon. Mrs. Stuart Wortley (Marie Ruiz), Raden Adjeng Kartini (Frank Dhont), Joseph-Porphyre Pinchon [imagens] (Jo&euml;l Cornette), Weronika Kapusta (Louis-Pascal Jacquemond), Solange Fasquelle e Maurice Henry [imagens] (Bruno Tur), Sabine de Dresde (Anne-Laure Briatte), Lina Prosa (Camille Schmoll). </p>     <p>O 10.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>Place aux artistes</i>, cont&eacute;m documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Maria Rosa Coccia (M&eacute;lanie Traversier), Marie Bashkirtseff [imagem] (Charlotte Foucher Zarmanian), Virginia Woolf (Anne Besnault-Levita), Mariama B&acirc; (Pascale Barth&eacute;l&eacute;my), VALIE EXPORT (Louis-Pascal Jacquemond), Carlos S&aacute;nchez P&eacute;rez, dito Ceesepe [imagem] (Brice Chamouleau), Niki de Saint Phalle [fotografia] (Louis-Pascal Jacquemond).</p>     <p> O 11.&ordm; cap&iacute;tulo, <i>&Agrave; la conqu&ecirc;te des sciences</i>, convoca documentos e coment&aacute;rios, respetivamente, de Maria Gaetana Agnesi (Clara Silvia Roero), Sophie Germain (Sonia Bledniak), Hertha Marks Ayrton (Louis-Pascal Jacquemond), Franziska Tiburtius (Johanna Bleker), Benjamin Coupri&eacute; [fotografia] (Louis-Pascal Jacquemond), Komsomol'skaia Pravda [texto e imagem] (Sylvain Dufraisse), Mary Nash (Yannick Ripa).</p>     <p> O livro termina com um coment&aacute;rio a um pormenor da representa&ccedil;&atilde;o &laquo;Europa sobre o touro&raquo; de Ast&eacute;as, 340 a.C., sugestivamente intitulado &laquo;<i>Europe, la belle &eacute;trang&egrave;re</i>&raquo;.</p>     <p> <i>L'Europe des Femmes</i>, n&atilde;o s&oacute; confere visibilidade a mulheres e contextos hist&oacute;ricos que marcaram a vida das popula&ccedil;&otilde;es europeias e as rela&ccedil;&otilde;es entre mulheres e homens do s&eacute;culo XVIII &agrave; atualidade, como sugere uma op&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica metodol&oacute;gico que pode ser desenvolvida e aprofundada atrav&eacute;s do alargamento das redes de investiga&ccedil;&atilde;o intra e internacionais.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>NOTAS</b></p>     <p><a name="1" id="1"></a><a href="#top1">1</a> A Associa&ccedil;&atilde;o Mn&eacute;mosine, cujo nome remete para a deusa da mem&oacute;ria e m&atilde;e das musas, promove a hist&oacute;ria das mulheres e do g&eacute;nero numa dimens&atilde;o internacional, europeia e franc&oacute;fona (<a href="http://www.mnemosyne.asso.fr" target="_blank">http://www.mnemosyne.asso.fr</a>). Constitu&iacute;da em 2000, p&uacute;blica a revista em linha Genre &amp; Histoire.</p>     <p> <a name="2" id="2"></a><a href="#top2">2</a> O LabEx EHNE surgiu em 2012, no contexto da crise da Uni&atilde;o Europeia e do projeto europeu, propondo-se abordar a hist&oacute;ria da Europa a partir de eixos tem&aacute;ticos que recobrem uma ampla gama de campos que, no quadro institucional em que a investiga&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica &eacute; conduzida, s&atilde;o apenas apreendidos nas suas evolu&ccedil;&otilde;es aut&oacute;nomas (<a href="http://www.labex-ehne.fr" target="_blank">http://www.labex-ehne.fr</a>).</p>     <p> <a name="3" id="3"></a><a href="#top3">3</a> Face &agrave;s dificuldades editoriais colocadas pelo elevado n&uacute;mero de pessoas coordenadoras da obra, foram escolhidos coletivamente dois nomes que assumiram formalmente a coordena&ccedil;&atilde;o para efeitos da publica&ccedil;&atilde;o do livro. A justa refer&ecirc;ncia ao coletivo est&aacute; presente numa nota do editor (p. 9): Peggy Bette, S&oacute;nia Bledniak, Myriam Boussahba-Bravard, Anne-Laure Briatte, V&eacute;ronique Garrigues, Louis-Pascal Jacquemond, Julie Le Gac, Amandine Malivin, Dominique Picco, Yannick Ripa, M&eacute;lanie Traversier e Fabrice Virg&iacute;li.</p>      ]]></body>
</article>
