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</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Editorial</b></p>
	
	    <p><b>Jos&eacute; Luis Pais Ribeiro</b></p>
	    <p>O presidente da Sociedade Portuguesa de Psicologia da Sa&uacute;de</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Com este n&uacute;mero do nosso jornal cient&iacute;fico, "Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as", conclu&iacute;mos um ciclo da sua vida e iniciamos outro.</p>

	    <p>Desde a cria&ccedil;&atilde;o dos dois primeiros jornais cient&iacute;ficos em 1665 (o <i>Journal des S&ccedil;avans</i> e o <i>Philosophical Transactions of the Royal Society</i>), que os investigadores liam os textos que os interessava, em papel, publicados e agrupados em jornais cient&iacute;ficos com prest&iacute;gio. Durante s&eacute;culos os jornais cient&iacute;ficos foram um meio conveniente para organizar a informa&ccedil;&atilde;o por tema, e para os interessados acederem aos textos neles publicados. Os motores de busca vieram alterar profundamente esse estatuto dos jornais.</p>

	    <p>Hoje a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; disponibilizada, n&atilde;o em papel, mas em formato digital, de modo que a procura dos artigos j&aacute; n&atilde;o &eacute; feita por jornais mas sim pelos t&oacute;picos que cada artigo cobre, atrav&eacute;s de meios eletr&oacute;nicos, em artigos online. Assim os artigos que s&atilde;o acedidos e citados s&atilde;o&#45;no pelo seu pr&oacute;prio m&eacute;rito e n&atilde;o pelo m&eacute;rito dos jornais onde s&atilde;o publicados, de tal modo, que a correla&ccedil;&atilde;o entre as cita&ccedil;&otilde;es recebidas por um artigo e as recebidas pelo jornal onde &eacute; publicado tende a decrescer. Esta mudan&ccedil;a na forma da publica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, ocorrida principalmente no &uacute;ltimo dec&eacute;nio, imp&otilde;e altera&ccedil;&otilde;es &agrave;s publica&ccedil;&otilde;es.</p>

	    <p>Estas altera&ccedil;&otilde;es das condi&ccedil;&otilde;es de publica&ccedil;&atilde;o, a quantidade crescente de artigos propostos, a necessidade de tornar a revis&atilde;o dos artigos mais &aacute;gil, e o acesso aos textos publicados mais r&aacute;pido, leva&#45;nos a fazer mudan&ccedil;as no nosso jornal. Este n&uacute;mero de Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, vem fazer a transi&ccedil;&atilde;o entre o formato antigo e o que come&ccedil;amos este ano a implementar.</p>

	    <p>A Doutora B&aacute;rbara Figueiredo, executou com dedica&ccedil;&atilde;o as fun&ccedil;&otilde;es de editora respons&aacute;vel pelos procedimentos que se iniciam com a rece&ccedil;&atilde;o de um artigo, revis&atilde;o, corre&ccedil;&atilde;o se necess&aacute;rio, edi&ccedil;&atilde;o do artigo, indexa&ccedil;&atilde;o, e todos os demais procedimentos conducentes &agrave; publica&ccedil;&atilde;o de cada n&uacute;mero de Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as. A responsabilidade da Doutora B&aacute;rbara Figueiredo iniciou&#45;se em 2008 e termina no presente n&uacute;mero.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Psicologia da Sa&uacute;de, organiza&ccedil;&atilde;o a quem o jornal pertence, vem deste modo, publicamente, expressar o seu agradecimento &agrave; Doutora B&aacute;rbara Figueiredo por ter garantido a continuidade do jornal cient&iacute;fico e pelo seu trabalho nestes quatro anos. Muito obrigado em nome pessoal e da Sociedade.</p>




	
     ]]></body>
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