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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to analyze women’s anticipation and emotional experience of labor and childbirth of the first child. Additionally, it was our intention to examine the association between anticipation of childbirth and the real experience of childbirth. One hundred and ninety seven primiparous women, aged between 15 and 39 years old participated in this study. After signing an informed consent, a social and demographical questionnaire was fulfilled as well as the Anticipation of Childbirth Questionnaire (QAP, Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, & Pais, 2005) in the 2nd trimester of pregnancy. In the first week after childbirth these women were contacted again in order to fulfill the Childbirth Experience and Satisfaction Questionnaire (QESP, Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, & Pais, 2005). The results show that birth planning is beneficial for women in terms of fear, pain and concerns regarding the newborn during childbirth. The implementation of measures to promote information, emotional support and involvement indecision making by the health services can be of high value to enhance parent’s experiences.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Antecipação do Parto]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Antecipação e experiência emocional do parto</b></p>
	    <p><b>Emotional anticipation and experience of childbirth</b></p>
    <p>&nbsp;</p>
	    <p><b>Raquel Costa, Alexandra Pacheco, &amp; B&aacute;rbara Figueiredo</b></p>

	

	    <p>Escola de Psicologia. Universidade do Minho. Braga, Portugal</p>

		    <p> Contato:<a href="mailto:rcosta@psi.uminho.pt">rcosta@psi.uminho.pt</a></p>
	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>RESUMO</b></p>
	
	    <p>Este estudo tem como objectivo geral analisar a forma como as mulheres por um lado antecipam e, por outro lado, experienciam emocionalmente o parto do seu primeiro filho. Foi tamb&eacute;m nosso interesse averiguar a rela&ccedil;&atilde;o entre a antecipa&ccedil;&atilde;o e a experi&ecirc;ncia real de parto. Para o efeito, 197 gr&aacute;vidas prim&iacute;paras, com idades compreendidas entre 15 e 39 anos e utentes da Consulta Externa de Obstetr&iacute;cia da Maternidade J&uacute;lio Dinis (Porto) participaram no estudo. Ap&oacute;s consentimento informado as participantes preencheram um Question&aacute;rio Sociodemogr&aacute;fico e o <i>Question&aacute;rio de Antecipa&ccedil;&atilde;o do Parto</i> (QAP, Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, &amp; Pais, 2005) no 2&ordm; trimestre de gravidez. Na primeira semana ap&oacute;s o parto foram novamente contactadas as participantes na Unidade de Internamento na Maternidade de J&uacute;lio Dinis no sentido de responderem ao <i>Question&aacute;rio de Experi&ecirc;ncia e Satisfa&ccedil;&atilde;o com o Parto</i> (QESP, Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, &amp; Pais, 2005). Os resultados mostram que o planeamento do parto parece ser ben&eacute;fico para algumas mulheres em termos do medo, dor e preocupa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao beb&eacute; durante o parto. Deste modo, a implementa&ccedil;&atilde;o de medidas que promovam a informa&ccedil;&atilde;o, suporte emocional e envolvimento nas tomadas de decis&atilde;o por parte dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de materno&#45;infantis poderiam constituir uma mais&#45;valia para o melhoramento das experi&ecirc;ncias dos pais.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras&#45;Chave:</b>Antecipa&ccedil;&atilde;o do Parto, Experi&ecirc;ncia de Parto, Tipo de Parto, Parto.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>ABSTRACT</b></p>

	    <p>This study aims to analyze women&rsquo;s anticipation and emotional experience of labor and childbirth of the first child. Additionally, it was our intention to examine the association between anticipation of childbirth and the real experience of childbirth. One hundred and ninety seven primiparous women, aged between 15 and 39 years old participated in this study. After signing an informed consent, a social and demographical questionnaire was fulfilled as well as the <i>Anticipation of Childbirth Questionnaire</i> (QAP, Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, &amp; Pais, 2005) in the 2<sup>nd</sup> trimester of pregnancy. In the first week after childbirth these women were contacted again in order to fulfill the <i>Childbirth Experience and Satisfaction Questionnaire</i> (QESP, Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, &amp; Pais, 2005). The results show that birth planning is beneficial for women in terms of fear, pain and concerns regarding the newborn during childbirth. The implementation of measures to promote information, emotional support and involvement indecision making by the health services can be of high value to enhance parent&rsquo;s experiences.</p>

	    <p><b>Key&#45;Words</b>: Anticipation of Childbirth, Childbirth Experience, Childbirth</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>A gravidez e o parto s&atilde;o acontecimentos de vida de extrema import&acirc;ncia, n&atilde;o s&oacute; para a mulher como tamb&eacute;m para o homem. Durante o per&iacute;odo gestacional, a mulher constr&oacute;i expectativas relativas ao parto que, embora positivas quando se reportam ao apoio por parte dos significativos e dos profissionais de sa&uacute;de (e.g., Beaton &amp; Gupton, 1990), s&atilde;o menos positivas no que concerne &agrave;s capacidades pr&oacute;prias para lidar com a situa&ccedil;&atilde;o (Ip, Chien, &amp; Chan, 2003) e envolvem muitas vezes preocupa&ccedil;&atilde;o, ansiedade e medo (e.g. Areskog, Uddenberg, &amp; Kjessler, 1981; Heymans &amp; Winter, 1975; Hofberg &amp; Brockington, 2000; Pacheco, Figueiredo, Costa, &amp; Pais, 2003; Sjogren, 1997). Preocupa&ccedil;&atilde;o, ansiedade e medo s&atilde;o comuns durante a gravidez, mas podem ter repercuss&otilde;es adversas ao n&iacute;vel das complica&ccedil;&otilde;es obst&eacute;tricas (e.g. Rondo, Ferreira, Nogueira, Ribeiro, Lobert, &amp; Artes, 2003), do desenvolvimento fetal (e.g. Field, Diego, Hernandez&#45;Reif, Schanberg, Kuhn, Yando, &amp; Bendell, 2003) e neonatal (e.g. Buitelaar, Huizink, Mulder, de Medina, &amp; Visser, 2003), interferindo tamb&eacute;m na pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia emocional de parto (Areskog, Uddenberg, &amp; Kjessler, 1983).</p>

	    <p>Uma antecipa&ccedil;&atilde;o de parto menos positiva tem essencialmente a ver com o risco que o parto comporta para a sa&uacute;de da mulher e do beb&eacute; (Melender, 2001; Saisto et al., 2001a; Sjogren, 1997). Tem sido observada sobretudo em mulheres com gravidezes de elevado risco obst&eacute;trico, menos informadas e com n&iacute;veis de ansiedade mais elevados (Heaman, Beaton, Gupton, &amp; Sloan, 1992), assim como em casais com caracter&iacute;sticas psicol&oacute;gicas menos favor&aacute;veis (e.g. Saisto et al., 2001b; Saisto &amp; Halmesm&auml;ki, 2003).</p>

	    <p>Desejavelmente, a gravidez dever&aacute; culminar ao fim de 9 meses com o nascimento de um beb&eacute; saud&aacute;vel. O parto &eacute;, normalmente, aguardado com ansiedade pela generalidade dos casais e constitui um marco extremamente significativo nas suas vidas. Est&aacute; associado a altos n&iacute;veis de ansiedade que se elevam &agrave; medida que a gr&aacute;vida se vai apercebendo que o parto se aproxima e que n&atilde;o existe uma forma f&aacute;cil de o beb&eacute; nascer (Colman &amp; Colman, 1994). Durante este per&iacute;odo, a mulher vai desenvolvendo expectativas acerca de como poder&aacute; ser a sua experi&ecirc;ncia de parto. Alguns estudos t&ecirc;m vindo a demonstrar que a natureza destas expectativas depende de v&aacute;rios factores e em certas circunst&acirc;ncias podem (e.g. Green, 1993; Scott&#45;Heyes, 1982) ou n&atilde;o concretizar&#45;se (e.g. Fridh, &amp; Gaston&#45;Johansson, 1990; Knight &amp; Thirkettle, 1987).</p>

	    <p>De uma forma geral, a experi&ecirc;ncia de parto &eacute; percepcionada pela maioria das mulheres como sendo dif&iacute;cil (Figueiredo, Costa, &amp; Pacheco, 2002), essencialmente por envolver elevados n&iacute;veis de dor, ansiedade, perda de controlo, perda de no&ccedil;&atilde;o de tempo e lugar e emocionalidade negativa (Thune&#45;Larsen e Pederson, 1988). Apesar disso, a avalia&ccedil;&atilde;o que as mulheres fazem acerca da sua experi&ecirc;ncia de parto depende, em parte, de factores demogr&aacute;ficos, obst&eacute;tricos e psicossociais como a idade (e.g., Low, Martin, Sampselle, Guthrie, &amp; Oakley, 2003; Windridge &amp; Berryman, 1999), paridade (e.g., Fridh, Kopare, Gaston&#45;Johansson, &amp; Norvell, 1998), antecipa&ccedil;&atilde;o de parto (Green, 1993; Scott&#45;Heyes, 1982), tipo de parto (e.g., Costa, Figueiredo, Pacheco, &amp; Pais, 2003; Cranley et al., 1983; DiMatteo, Morton, Lepper, Damush, Camey, Pearson, &amp; Kahn, 1996; Field &amp; Windmayer, 1980; Garel, Lelong, &amp; Kaminski, 1988; Marut &amp; Mercer, 1979), analgesia de parto (e.g., Costa, et al., 2003; Glosten, 1999; Morgan, Bulpitt, Clifton, &amp; Lewis, 1992; Paech, 1991), participa&ccedil;&atilde;o activa da mulher nas decis&otilde;es m&eacute;dicas (e.g., Cranley et al., 1983; Marut &amp; Mercer, 1979), expectativas pr&eacute;vias (e.g., Niven, 1988), factores psicol&oacute;gicos (e.g., Mackey, 1998; McCrea &amp; Wright, 1999), suporte de figuras significativas (e.g., Brazelton, 1981; Cranley, Hedhal, &amp; Pegg, 1983; Gainer &amp; Van Bonn, 1977; Marut &amp; Mercer, 1979) e atitudes dos profissionais de sa&uacute;de (e.g., Hodnett, 2002; Mosallam, Rizk, Thomas, &amp; Ezimokhai, 2003).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Alguns estudos mostram uma associa&ccedil;&atilde;o significativa entre antecipa&ccedil;&atilde;o e experi&ecirc;ncia de parto, no entanto, Knight e Thirkettle (1987) n&atilde;o verificam esta associa&ccedil;&atilde;o, uma vez que as mulheres consideram a experi&ecirc;ncia de parto desagrad&aacute;vel, embora n&atilde;o esperassem que tal fosse acontecer. Tamb&eacute;m DiMatteo, Kahn, e Berry (1993) verificam que as mulheres sentem dor e t&ecirc;m reac&ccedil;&otilde;es emocionais inesperadas durante o parto. Fridh e Gaston&#45;Johansson (1990), por sua vez, observam que as expectativas pr&eacute;vias, nomeadamente no que respeita &agrave; dor, de um modo geral n&atilde;o se concretizam. Independentemente da paridade, as mulheres n&atilde;o desenvolvem expectativas realistas acerca da experi&ecirc;ncia de parto: contrariamente ao que estavam &agrave; espera, experienciam maior suporte por parte dos profissionais de sa&uacute;de durante o trabalho de parto e sentem&#45;se menos sozinhas, mas tamb&eacute;m mais dor e desconforto (Fridh &amp; Gaston&#45;Johansson, 1990).</p>

	    <p>Green (1993), verifica que as mulheres que preferem evitar a medica&ccedil;&atilde;o fazem&#45;no com maior probabilidade e est&atilde;o mais satisfeitas com o parto, do que as mulheres que recorrem &agrave; medica&ccedil;&atilde;o. Os exerc&iacute;cios de respira&ccedil;&atilde;o e relaxamento s&atilde;o tamb&eacute;m mais utilizados e com maior sucesso pelas mulheres que assim esperavam que acontecesse. O autor constata ainda que a ansiedade relativa ao parto &eacute; um forte predictor de experi&ecirc;ncias negativas durante o trabalho de parto, falta de satisfa&ccedil;&atilde;o com o parto e menor bem&#45;estar p&oacute;s&#45;natal. Tamb&eacute;m Scott&#45;Heyes (1982) mostra que as avalia&ccedil;&otilde;es de parto antecipadas e reais est&atilde;o significativamente correlacionadas, e que a ansiedade pr&eacute;&#45;natal se relaciona com insatisfa&ccedil;&atilde;o e ansiedade ap&oacute;s o parto. Fridh et al. (1998) acrescentam que expectativas irrealistas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dor e ao desconforto est&atilde;o relacionadas com maior intensidade de dor durante o trabalho de parto. Goldberg, Cohen, e Lieberman (1999) observam que as gr&aacute;vidas que planeiam recorrer a analgesia epidural t&ecirc;m maior probabilidade de a receber e, geralmente, mais cedo do que as outras. Tamb&eacute;m ao n&iacute;vel do al&iacute;vio da dor se verifica que as mulheres aplicam e confirmam as expectativas no controlo do al&iacute;vio de dor (Wright, McCrea, Stringer, &amp; Murphy&#45;Black, 2000). Um outro conjunto de estudos mostra que, de uma forma geral, as mulheres confirmam as suas expectativas pr&eacute;vias. Gevry e Goulet (1994) defendem contudo que a concretiza&ccedil;&atilde;o das expectativas varia de acordo com a sua natureza e n&atilde;o tanto com a import&acirc;ncia que lhe &eacute; atribu&iacute;da.</p>

	    <p>Embora por vezes a antecipa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se confirme totalmente, a forma como a mulher prev&ecirc; o parto, nomeadamente as expectativas que alimenta, o medo e ansiedade que sente e a informa&ccedil;&atilde;o de que disp&otilde;e, influencia a forma como o parto decorre. Por exemplo, Areskog et al. (1983) constatam que as mulheres com medo ante&#45;natal do parto t&ecirc;m risco acrescido de ter uma experi&ecirc;ncia de parto negativa e maiores dificuldades de vincula&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; no per&iacute;odo p&oacute;s&#45;natal imediato. Tamb&eacute;m Ryding, Wijma, &amp; Wijma (1998) concluem que o medo do parto, ao 3&ordm; trimestre de gravidez, pode aumentar o risco de subsequente cesariana de emerg&ecirc;ncia.</p>

	    <p>Para al&eacute;m do medo e ansiedade que se possa sentir em rela&ccedil;&atilde;o ao parto, a informa&ccedil;&atilde;o e o conhecimento interferem igualmente com a experi&ecirc;ncia. Crowe e von Baeyer (1989) observam que as gr&aacute;vidas que participam em cursos de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto e que demonstram maior conhecimento do parto e maior confian&ccedil;a ap&oacute;s as aulas reportam um parto menos doloroso. Hallgren, Kihlgren, Norberg, e Forslin (1995) acrescentam que a falta de informa&ccedil;&atilde;o ou informa&ccedil;&atilde;o inconsistente contribui para uma experi&ecirc;ncia de parto mais negativa do que o esperado.</p>

	    <p>Em suma, a investiga&ccedil;&atilde;o nesta &aacute;rea tem vindo a mostrar que durante o per&iacute;odo gestacional, a mulher constr&oacute;i expectativas relativas ao parto que, sendo positivas quanto a aspectos espec&iacute;ficos como o suporte social (e.g., Beaton &amp; Gupton, 1990), s&atilde;o menos positivas noutros aspectos como a capacidade para lidar com a situa&ccedil;&atilde;o (Ip, et al., 2003) e envolvem muitas vezes preocupa&ccedil;&atilde;o, ansiedade e medo (e.g. Areskog, et al., 1981; Heymans &amp; Winter, 1975, Hofberg &amp; Brockington, 2000; Pacheco, et al., 2003; Sjogren, 1997). O parto, por seu turno, &eacute; uma experi&ecirc;ncia pautada por elevados n&iacute;veis de stress, principalmente quando ocorre pela via normal (Figueiredo et al., 2002). A maioria das pu&eacute;rperas vivencia elevados n&iacute;veis de dor, mas, apesar disso, considera o parto uma experi&ecirc;ncia gratificante (e.g. Waldenstrom et al., 1996). No entanto, s&atilde;o m&uacute;ltiplos os factores que interferem de forma mais ou menos positiva no modo como a mulher vivencia o parto. A experi&ecirc;ncia varia em fun&ccedil;&atilde;o da interac&ccedil;&atilde;o complexa e subjectiva de m&uacute;ltiplos factores demogr&aacute;ficos, obst&eacute;tricos e psicossociais, nomeadamente a idade (e.g. Low et al., 2003), paridade (e.g. Fridh et al., 1998), tipo de parto (e.g. Costa et al., 2003), analgesia de parto (e.g. Costa et al., 2003), participa&ccedil;&atilde;o nas decis&otilde;es m&eacute;dicas (e.g. Cranley et al., 1989), atitudes dos profissionais de sa&uacute;de (e.g. Hodnett, 2002), auto&#45;controlo (e.g. McCrea &amp; Wright, 1999) e auto&#45;efic&aacute;cia (e.g. Mackey, 1998).</p>

	    <p>Embora alguns estudos n&atilde;o encontrem uma rela&ccedil;&atilde;o entre expectativas e experi&ecirc;ncia de parto (e.g. DiMatteo et al., 1993; Fridh &amp; Gaston&#150;Johansson, 1990; Knight &amp; Thirkettle, 1987; Lundgren, Berg, &amp; Lindmark, 2003), a maior parte mostra que as expectativas pr&eacute;vias se relacionam e s&atilde;o suscept&iacute;veis de influenciar a experi&ecirc;ncia de parto (e.g. Scott&#45;Heyes, 1982), no que concerne ao tipo de parto (e.g. deOliveira, 2002; Ryding et al., 1998), &agrave; dor (e.g. Crowe &amp; von Baeyer, 1989; Green, 1993), analgesia de parto (e.g. Goldberg et al., 1999), qualidade da experi&ecirc;ncia (e.g. Areskog et al., 1983; Kihlgren et al., 1995) e ansiedade (e.g. Crowe &amp; von Baeyer, 1989).</p>

	    <p>O objectivo deste estudo &eacute; compreender de que forma a experi&ecirc;ncia de parto &eacute;, por um lado, antecipada e, por outro lado, vivenciada. Foi tamb&eacute;m nosso interesse averiguar a rela&ccedil;&atilde;o entre antecipa&ccedil;&atilde;o e experi&ecirc;ncia de parto e analisar at&eacute; que ponto as expectativas influenciam a experi&ecirc;ncia efectiva de parto, bem como examinar quais as expectativas mais favor&aacute;veis para uma experi&ecirc;ncia satisfat&oacute;ria de parto.</p>

	    <p>Estes objectivos justificam&#45;se atendendo a que, do ponto de vista desenvolvimental, quanto mais adequada a capacidade para lidar com as sucessivas tarefas inerentes &agrave; gravidez, melhor ser&aacute; a viv&ecirc;ncia emocional do parto, ocasi&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica entre m&atilde;e e beb&eacute; (Colman &amp; Colman, 1994). Por outro lado, e de acordo com a teoria do coping, uma melhor prepara&ccedil;&atilde;o para lidar com uma experi&ecirc;ncia que implica stress como o parto, reduz o n&iacute;vel de ansiedade possibilitando que a experi&ecirc;ncia seja mais eficaz (Doering, &amp; Entwisle, 1975).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>MÉTODO</b></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Participantes</i></p>

	    <p>A amostra do estudo &eacute; constitu&iacute;da por 197 gr&aacute;vidas prim&iacute;paras utentes da Consulta Externa de Obstetr&iacute;cia da Maternidade de J&uacute;lio Dinis (Porto), no per&iacute;odo compreendido entre Setembro de 2001 e Julho de 2002. A cada participante foram explicados os objectivos e procedimentos da investiga&ccedil;&atilde;o, bem como o seu papel e o papel dos investigadores em todo o processo. Foi solicitada a colabora&ccedil;&atilde;o em regime volunt&aacute;rio e garantida a confidencialidade de todas as informa&ccedil;&otilde;es prestadas; ap&oacute;s o consentimento informado foi iniciada a colheita de dados. A amostra foi seleccionada de acordo com alguns crit&eacute;rios de exclus&atilde;o: n&atilde;o saber ler e/ou escrever portugu&ecirc;s, multiparidade e idade gestacional superior a 26 semanas.</p>

	    <p>As participantes no estudo s&atilde;o gr&aacute;vidas prim&iacute;paras com idades compreendidas entre 15 e 39 anos, sendo a m&eacute;dia de 25,21 anos, como podemos observar atrav&eacute;s Quadro 1. No momento da entrevista, as participantes tinham entre 17 e 26 semanas de gravidez, sendo que em m&eacute;dia se encontravam com 21,6 semanas de gesta&ccedil;&atilde;o.</p>

	    <p>&nbsp;</p>
	    <p>Quadro 1 - Caracterização Social e Demográfica </p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a03q1.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p>A maioria dos sujeitos &eacute; de etnia caucasiana (98,5%) e de naturalidade Portuguesa (94,4%). No que diz respeito ao estatuto matrimonial, verificamos que mais de metade das gr&aacute;vidas &eacute; casada (62,9%), as restantes vivem em regime de coabita&ccedil;&atilde;o (23,4%) ou s&atilde;o solteiras (13,7%). As participantes solteiras t&ecirc;m, na maior parte dos casos namorado (88,9%), das que est&atilde;o casadas ou em regime de coabita&ccedil;&atilde;o, verifica&#45;se que a m&eacute;dia de anos de vida conjunta com o companheiro &eacute; de 2,4 anos.</p>

	    <p>Na sua maioria, as gr&aacute;vidas vivem com o companheiro (86,3%) e, normalmente, apenas com o companheiro (66,5%), embora, nalgumas situa&ccedil;&otilde;es com o companheiro e outro familiar (19,8%), no entanto algumas n&atilde;o vivem com o companheiro (13,7%). A maioria (85,3%) &eacute; de religi&atilde;o cat&oacute;lica, no entanto, alguns afirmam n&atilde;o ter religi&atilde;o (11,7%) ou professar outra religi&atilde;o (3,0%). Quase metade das m&atilde;es n&atilde;o possui a escolaridade obrigat&oacute;ria (42,2%), muitas t&ecirc;m entre 9 e 12 anos de estudo (48,6%) e apenas 9,2% enveredaram pelo ensino superior, sendo a m&eacute;dia de anos de estudo da amostra de 9,4 anos.</p>

	    <p>Na altura em que engravidou, grande parte das participantes do estudo encontrava&#45;se empregada (85,8%), contudo algumas estavam desempregadas (6,1%), enquanto 5,6% eram estudantes, 2,0% dom&eacute;sticas e 0,5% estavam empregadas mas encontram&#45;se com licen&ccedil;a de maternidade ou por doen&ccedil;a. Por&eacute;m, por altura do primeiro momento de avalia&ccedil;&atilde;o, apenas 73,6% da amostra se encontra empregada, 15,8% est&aacute; desempregada, 5,6% &eacute; estudante, 2,5% dom&eacute;stica e 2,5% empregada com licen&ccedil;a de maternidade ou de doen&ccedil;a.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Uma percentagem significativa de participantes apresentam adversidades de vida, dado que prov&eacute;m de fam&iacute;lias que passaram por separa&ccedil;&atilde;o ou div&oacute;rcio parental (25,9%), &eacute; &oacute;rf&atilde; de m&atilde;e (3,0%) ou de pai (17,3%), foi adoptada (3,6%) ou esteve separada da m&atilde;e (2,0%), do pai (10,2%), ou de ambos os pais (7,1%) por um per&iacute;odo superior a 1 ano antes dos 17 anos de idade.</p>

	    <p>No que diz respeito &agrave; hist&oacute;ria psiqui&aacute;trica, verificamos que poucos sujeitos estiveram alguma vez internados num hospital psiqui&aacute;trico (1,0%), no entanto, 14,7% referem ter recorrido a consultas de psiquiatria, 21,8% ao m&eacute;dico de fam&iacute;lia devido a problemas emocionais, e 24,5% j&aacute; fizeram alguma vez uso de psicof&aacute;rmacos.</p>

	    <p>Quando nos reportamos &agrave; hist&oacute;ria de problemas obst&eacute;tricos, verificamos que 14,2% da amostra relata hist&oacute;ria deste tipo de problemas. Saliente&#45;se que uma percentagem consider&aacute;vel de m&atilde;es relata aborto espont&acirc;neo (9,1%), morte neonatal anterior (1,0%) ou problemas de fertilidade (5,6%). Das participantes com problemas de fertilidade, com uma dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia na amostra de 24,5 meses, a maior parte (5,1%) necessitou de recorrer a tratamento m&eacute;dico.</p>

	    <p>No que respeita &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es obst&eacute;tricas actuais (cf. Quadro 2), verificamos que 43,6% das mulheres tiveram parto eut&oacute;cico (21,5% sem e 22,1% com anestesia epidural) e as restantes 56,4% parto dist&oacute;cico, assim sendo 46,4% se reportam a cesariana (29,0% com anestesia geral e 17,4% com anestesia epidural) e 10,0% a parto instrumental (1,3% sem e 8,7% com anestesia epidural). Desta forma, 22,8% dos partos ocorreram sem anestesia, 29,0% com anestesia geral e 48,2% com anestesia epidural.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Quadro 2 - Condições Obstétricas do Parto</p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a03q2.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p>Complica&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas decorrentes do parto ocorreram em 17,1% dos casos e 26,5% das mulheres foram medicadas com antibi&oacute;tico pelo m&eacute;dico assistente, sendo que 34,6% das mulheres tiveram problemas periparto (complica&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e/ou antibi&oacute;tico). Ap&oacute;s o parto, mais de metade das mulheres n&atilde;o teve oportunidade de tocar no beb&eacute; nos primeiros 5 minutos de vida (53,4%), nem de pegar no beb&eacute; nos primeiros 30 minutos de vida (52,7%).</p>

	    <p>O peso do beb&eacute; &eacute; inferior a 2,5 kg em 10,3% dos casos. No que respeita ao estado neonatal, constatamos que alguns beb&eacute;s necessitaram de internamento nos cuidados intensivos (10,8%), fototerapia (25,6%) ou medica&ccedil;&atilde;o antibi&oacute;tica (13,3%). No total, 32,9% dos beb&eacute;s tiveram problemas neonatais (cuidados intensivos e/ou fototerapia e/ou medica&ccedil;&atilde;o antibi&oacute;tica).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Material</i></p>

	    <p>Question&aacute;rio S&oacute;cio&#45;Demogr&aacute;fico &#45; Foi utilizado um question&aacute;rio de 45 quest&otilde;es que permite recolher informa&ccedil;&atilde;o social e demogr&aacute;fica da gr&aacute;vida e do seu companheiro, bem como dados relativos ao agregado familiar, hist&oacute;ria de problemas obst&eacute;tricos e psiqui&aacute;tricos das participantes.</p>

	    <p>Question&aacute;rio de Antecipa&ccedil;&atilde;o do Parto (QAP, Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, &amp; Pais, 2005) &#45; O QAP foi desenvolvido a partir da necessidade de perceber de que forma as mulheres antecipam e planeiam a sua experi&ecirc;ncia de parto. Trata&#45;se de um question&aacute;rio de auto&#45;relato, com um tempo m&eacute;dio de resposta de 15 minutos, constitu&iacute;do por 52 quest&otilde;es respeitantes &agrave;s expectativas da gr&aacute;vida relativamente a diferentes acontecimentos referentes ao trabalho de parto, parto e p&oacute;s&#45;parto. As respostas s&atilde;o do tipo <i>Likert</i> numa escala entre 1 e 4 que corresponde a "nada", "algum", "bastante", "muito". Existem ainda 2 quest&otilde;es que assumem um formato dicot&oacute;mico (sim/n&atilde;o).</p>

	    <p>O question&aacute;rio &eacute; composto por 6 sub&#45;escalas: <i>1. Planeamento e prepara&ccedil;&atilde;o para o parto</i> (8 itens), <i>2. Expectativas quanto ao parto</i> (14 itens); <i>3. Preocupa&ccedil;&otilde;es com a sa&uacute;de e consequ&ecirc;ncias adversas do parto</i> (13 itens); <i>4. Expectativas quanto ao p&oacute;s&#45;parto</i> (6 itens); <i>5. Expectativas quanto &agrave; rela&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; e com o companheiro</i> (4 itens); <i>6. Expectativas quanto ao suporte social</i> (7 itens). As sub&#45;escalas est&atilde;o organizadas para que quanto mais elevada a cota&ccedil;&atilde;o mais positiva a antecipa&ccedil;&atilde;o da gr&aacute;vida. O tempo m&eacute;dio de resposta a este question&aacute;rio &eacute; de 15 minutos. O question&aacute;rio mostra&#45;se fidedigno (Teste&#45;reteste = 0,690) e com boa consist&ecirc;ncia interna (<i>Alpha de Cronbach</i> = 0,8512 e <i>Split&#45;Half</i> = 0,5895) (Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, &amp; Pais, <i>2005</i>).</p>

	    <p>Question&aacute;rio de Experi&ecirc;ncia e Satisfa&ccedil;&atilde;o com o Parto (QESP, Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques &amp; Pais, 2005) &#45; Deste question&aacute;rio de auto&#45;relato, com uma dura&ccedil;&atilde;o aproximada de administra&ccedil;&atilde;o de 30 minutos, fazem parte um total 104 quest&otilde;es referentes &agrave;s expectativas, experi&ecirc;ncia, satisfa&ccedil;&atilde;o e dor relativas ao trabalho de parto, parto e p&oacute;s&#45;parto imediato. As perguntas respeitantes &agrave; experi&ecirc;ncia, satisfa&ccedil;&atilde;o e dor s&atilde;o do tipo <i>lickert</i> numa escala que varia entre 1 e 4 ("nada", "um pouco", "bastante", "muito"). Os itens que se reportam &agrave;s expectativas tamb&eacute;m s&atilde;o do tipo <i>lickert</i> numa escala que varia entre 1 e 4 ("muito pior", "pior", "melhor", "muito melhor" ou "muito menos", "menos", "mais", "muito mais"). As quest&otilde;es que se relacionam com a intensidade da dor, embora sejam igualmente do tipo <i>lickert,</i> variam numa escala entre 0 e 10 ("nenhuma", "m&iacute;nima", "muito pouca", "pouca", "alguma", "moderada", "bastante", "muita", "muit&iacute;ssima", "extrema", "a pior jamais imagin&aacute;vel"). Este question&aacute;rio &eacute; composto por 8 sub&#45;escalas: 1. Condi&ccedil;&otilde;es e Cuidados Prestados (14 itens); 2. Experi&ecirc;ncia Positiva (22 itens); 3. Experi&ecirc;ncia Negativa (12 itens); 4. Relaxamento (6 itens); 5. Suporte Social (3 itens); 6. Suporte do Companheiro, (8 itens); 7. Preocupa&ccedil;&otilde;es (14 itens) e, 8. P&oacute;s&#45;Parto (25 itens). Quanto mais elevada a cota&ccedil;&atilde;o obtida em cada uma das sub&#45;escalas e na escala total, mais positiva a experi&ecirc;ncia da parturiente. O QESP apresenta muito boa consist&ecirc;ncia interna (<i>Alpha de Cronbach</i> = 0,9087, C<i>oeficiente de Split&#45;half</i> = 0,6828) e &eacute; fidedigno (Teste&#45;Reteste=0,586) (Costa, Figueiredo, Pacheco, Marques, &amp; Pais, 2005).</p>

	    <p><i>Procedimentos</i></p>

	    <p>As participantes foram contactadas na Consulta Externa da Maternidade de J&uacute;lio Dinis, durante o 2&ordm; trimestre de gravidez. Ap&oacute;s consentimento informado, os sujeitos preencheram o question&aacute;rio S&oacute;cio&#45;Demogr&aacute;fico e o QAP, no 2&ordm; trimestre de gravidez. Na primeira semana ap&oacute;s o parto foram novamente contactadas na Unidade de Internamento da Maternidade de J&uacute;lio Dinis, no sentido de responderem ao QESP. Neste momento de avalia&ccedil;&atilde;o, 143 (72,6%) das 197 participantes devolveram todos os question&aacute;rios devidamente preenchidos.</p>

	    <p>As &uacute;nicas instru&ccedil;&otilde;es que foram dadas reportaram&#45;se ao facto de as participantes lerem com aten&ccedil;&atilde;o todas as quest&otilde;es, de n&atilde;o haver respostas certas ou erradas e de responderem da forma que corresponde com mais exactid&atilde;o ao seu caso.</p>

	    <p>Para a prossecu&ccedil;&atilde;o do primeiro objectivo deste estudo, recorremos &agrave; an&aacute;lise descritiva das respostas. Seguidamente a an&aacute;lise de correla&ccedil;&atilde;o R&oacute; de Spearman foi utilizada para analisar o segundo objectivo deste estudo.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESULTADOS</b></p>

	    <p><b>Antecipa&ccedil;&atilde;o da Experi&ecirc;ncia de Parto</b></p>

	    <p>O question&aacute;rio de Antecipa&ccedil;&atilde;o do Parto permite&#45;nos avaliar diversas dimens&otilde;es da antecipa&ccedil;&atilde;o do parto, nomeadamente: 1. Planeamento e prepara&ccedil;&atilde;o para o parto, 2. Expectativas quanto ao parto, 3. Preocupa&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; sa&uacute;de e consequ&ecirc;ncias adversas do parto, 4. Expectativas quanto ao p&oacute;s&#45;parto, 5. Expectativas quanto &agrave; rela&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; e com o companheiro, 6. Expectativas quanto ao suporte social e, 7. Antecipa&ccedil;&atilde;o Global de Parto. Desta forma, podemos analisar o modo como todas estas dimens&otilde;es s&atilde;o antecipadas pelas gr&aacute;vidas na expectativa de uma primeira experi&ecirc;ncia de parto.</p>

	    <p>No que respeita ao <i>planeamento e prepara&ccedil;&atilde;o para o parto</i>, verificamos que, no 2&ordm; trimestre de gravidez, os valores obtidos nesta sub&#45;escala oscilam entre os 9 e 25 (valor m&iacute;nimo e m&aacute;ximo, respectivamente), sendo a m&eacute;dia de 16,73. Nesta altura, a maioria das mulheres ainda n&atilde;o decidiu como quer que seja o seu parto (56,3%), embora j&aacute; tenha decidido onde quer que ocorra (95,9%). Apenas uma pequena parte da amostra est&aacute; a treinar m&eacute;todos de respira&ccedil;&atilde;o e relaxamento para p&ocirc;r em pr&aacute;tica durante o trabalho de parto (5,6%) e parto (16,2%). N&atilde;o obstante, consideram que a respira&ccedil;&atilde;o e o relaxamento pode ajudar &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; durante o trabalho de parto (21,8% e 64,5%, respectivamente) e parto (30,5% e 55,8%, respectivamente). Na sua maioria, as participantes desconhecem ou t&ecirc;m pouco conhecimento acerca de todos os procedimentos relativos ao trabalho de parto (72,6%) e parto (72,1%), sendo que as restantes det&ecirc;m &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; conhecimento acerca de todos os procedimentos envolvidos no trabalho de parto (27,4%) e parto (27,9%).</p>

	    <p>Quando nos reportamos &agrave;s <i>expectativas quanto ao parto</i>, verificamos que a m&eacute;dia da pontua&ccedil;&atilde;o obtida &eacute; de 32,20, o valor m&iacute;nimo 18 e o m&aacute;ximo 47. No que respeita aos itens constituintes desta sub&#45;escala, podemos afirmar que mais de metade da amostra espera vir a sentir &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muita&rsquo; dor durante o trabalho de parto (68,2%) e parto (79,7%), no entanto, algumas esperam sentir &lsquo;pouca&rsquo; ou &lsquo;nenhuma&rsquo; dor durante o trabalho de parto (21,8%) e parto (20,3%). Em conson&acirc;ncia, a maior parte das participantes reporta que, em m&eacute;dia, os outros consideram que elas sentir&atilde;o &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muita&rsquo; dor durante o trabalho de parto (79,7%), parto (79,2%) e p&oacute;s&#45;parto (48,8%),</p>

	    <p>Assim sendo, a maior parte das gr&aacute;vidas antecipa que o trabalho de parto e parto v&atilde;o ser per&iacute;odos &lsquo;bastante&rsquo; (52,8% e 43,1%, respectivamente) ou &lsquo;muito&rsquo; (27,4% e 33,1%, respectivamente) dolorosos, embora algumas considerem que v&atilde;o ser &lsquo;pouco&rsquo; (16,8% e 20,8%, respectivamente) ou &lsquo;nada&rsquo; (3,0% e 3,0%, respectivamente) dolorosos.</p>

	    <p>Desta forma, as expectativas em rela&ccedil;&atilde;o ao medo que ir&atilde;o sentir s&atilde;o elevadas, sendo que muitas consideram que v&atilde;o sentir &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; medo durante o trabalho de parto (72,6%) e parto (67,5%) e algumas que v&atilde;o sentir &lsquo;pouco&rsquo; ou &lsquo;nenhum&rsquo; medo durante o trabalho de parto (27,4%) e parto (32,5%).</p>

	    <p>N&atilde;o obstante o medo e dor que pensam vir a sentir, mais de metade das participantes considera que ir&aacute; sentir &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muita&rsquo; confian&ccedil;a, quer durante o trabalho de parto (64,0%) quer durante o parto (64,5%), enquanto as restantes pensam sentir &lsquo;pouca&rsquo; ou &lsquo;nenhuma&rsquo; confian&ccedil;a durante o trabalho de parto (36,0%) e parto (35,5%). Quanto ao sentimento de controlo, as expectativas s&atilde;o mais positivas para o trabalho de parto do que para o parto, sendo que mais de metade da amostra pensa sentir &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; controlo durante o trabalho de parto (54,8%), embora algumas pensem sentir um &lsquo;pouco&rsquo; (37,6%) ou &lsquo;nenhum&rsquo; controlo neste per&iacute;odo (7,6%). J&aacute; durante o parto, menos de metade da amostra considera vir a sentir &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; controlo (46,7%), uma parte consider&aacute;vel pensa vir a sentir pouco controlo (42,6%) e algumas pensam n&atilde;o sentir controlo nesta altura (10,7%).</p>

	    <p>Quando questionamos as participantes acerca da sua capacidade para aproveitar plenamente o primeiro contacto com o beb&eacute;, a maioria responde &lsquo;muito&rsquo; (63,5%) ou &lsquo;bastante&rsquo; (32,0%) embora algumas considerem que v&atilde;o ter &lsquo;pouca&rsquo; (4,0%) ou &lsquo;nenhuma&rsquo; (0,5%).</p>

	    <p>&nbsp; No que respeita &agrave; sub&#45;escala <i>preocupa&ccedil;&otilde;es com a sa&uacute;de e consequ&ecirc;ncias adversas do parto</i>, constatamos que o valor m&iacute;nimo &eacute; 16 e o m&aacute;ximo 51, sendo a m&eacute;dia de 38,10 valores. As respostas aos itens mostram que a preocupa&ccedil;&atilde;o com o estado de sa&uacute;de pr&oacute;prio est&aacute; presente nalgum grau, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o ao parto (87,8%), mais do que em rela&ccedil;&atilde;o ao p&oacute;s&#45;parto (78,7%) sendo que a intensidade da preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; com maior frequ&ecirc;ncia no parto (54,3%), do que no p&oacute;s&#45;parto (38,6%). N&atilde;o obstante, uma pequena parte da amostra pensa &lsquo;muito&rsquo; (6,6%) ou &lsquo;bastante&rsquo; (6,6%) que pode morrer no parto, enquanto a maioria pensa &lsquo;pouco&rsquo; (24,4%) ou &lsquo;nada&rsquo; (62,4%) que pode morrer no parto. A preocupa&ccedil;&atilde;o com as consequ&ecirc;ncias f&iacute;sicas que o parto pode ter em si pr&oacute;pria est&aacute; presente nalgum grau em 74,1% (sendo que 13,7% se preocupam muito e 20,8% bastante) da amostra, dado que apenas 25,9% da amostra n&atilde;o mostra preocupa&ccedil;&atilde;o com este aspecto. As participantes preocupam&#45;se, normalmente, com sequelas f&iacute;sicas (60,9%) mais do que com sequelas psicol&oacute;gicas (50,8%) decorrentes do parto. Para a maioria, o regresso a casa ap&oacute;s o parto vai demorar &lsquo;pouco&rsquo; (64,0%), embora algumas considerem que vai demorar &lsquo;bastante&rsquo; (19,3%) ou &lsquo;nada&rsquo; (14,7%) e uma pequena parte que pode demorar &lsquo;muito&rsquo; (2,0%).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As preocupa&ccedil;&otilde;es com o estado de sa&uacute;de do beb&eacute; durante o parto e com as consequ&ecirc;ncias do parto para o beb&eacute; est&atilde;o presentes numa parte significativa da amostra. Apenas 22,3% das participantes acham que o parto n&atilde;o vai interferir no estado de sa&uacute;de do beb&eacute;, 41,1% consideram que pode interferir &lsquo;pouco&rsquo;, 23,9% &lsquo;bastante&rsquo; e &lsquo;12,7%&rsquo; muito. Cerca de metade da amostra n&atilde;o pensa que o beb&eacute; possa morrer durante o parto (50,8%), no entanto a outra metade pensa &lsquo;um pouco&rsquo; (29,4%), &lsquo;bastante&rsquo; (15,7%) ou &lsquo;muito&rsquo; (4,1%). A inquieta&ccedil;&atilde;o com as consequ&ecirc;ncias que o parto possa ter no beb&eacute; est&aacute; presente na maior parte das gr&aacute;vidas (89,9%), sendo que em 25,9% preocupa&#45;se &lsquo;muito&rsquo;, 25,4% &lsquo;bastante&rsquo; e 38,6% &lsquo;um pouco&rsquo;. Constatamos igualmente que a apreens&atilde;o com as sequelas f&iacute;sicas do parto no beb&eacute; est&aacute; presente com maior frequ&ecirc;ncia (64,0%) do que a apreens&atilde;o com as sequelas psicol&oacute;gicas (44,7%). A preocupa&ccedil;&atilde;o com o peso do beb&eacute; &agrave; nascen&ccedil;a est&aacute; tamb&eacute;m presente, sendo que &eacute; &lsquo;muita&rsquo; para 24,9%, &lsquo;bastante&rsquo; para 22,8% e &lsquo;pouca&rsquo; para 26,9% da amostra.</p>

	    <p>No que concerne as <b><i>expectativas quanto ao p&oacute;s&#45;parto</i></b>, verificamos que a m&eacute;dia obtida nesta sub&#45;escala &eacute; de 19,00, sendo os valores m&iacute;nimo e m&aacute;ximo de 7 e 24, respectivamente. Considerando as respostas item a item, observamos que a intensidade de dor que se espera sentir ap&oacute;s o parto aumenta desde os momentos imediatos ao parto at&eacute; ao primeiro dia do p&oacute;s&#45;parto e, a partir dessa altura diminui at&eacute; ao primeiro m&ecirc;s ap&oacute;s o parto. Logo ap&oacute;s o parto, mais de metade das participantes pensa vir a sentir &lsquo;pouca&rsquo; dor (50,2%), outras &lsquo;bastante&rsquo; (38,6%) e uma pequena parte &lsquo;muita&rsquo; (4,1%) ou &lsquo;nenhuma&rsquo; dor (7,1%). A percentagem de gr&aacute;vidas que pensam vir a sentir &lsquo;pouca&rsquo; ou &lsquo;nenhuma&rsquo; dor aumenta desde o primeiro dia ap&oacute;s o parto (72,6%), segundo dia (81,2%), terceiro dia (88,4%), primeira semana (90,3%) e primeiro m&ecirc;s (91,4%).</p>

	    <p>Quando nos reportamos &agrave;s <i>expectativas quanto &agrave; rela&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; e com o companheiro</i>, verificamos que a pontua&ccedil;&atilde;o obtida oscila entre 7 e 16 (m&iacute;nimo e m&aacute;ximo, respectivamente), com m&eacute;dia na sub&#45;escala de 13,12. Relativamente aos itens, constatamos que a maior parte da amostra antecipa que a dor que possa vir a sentir n&atilde;o interferir&aacute; na rela&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; (61,4%) ou com o companheiro (50,8%), embora algumas admitam que possa interferir &lsquo;um pouco&rsquo; na rela&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; (25,9%) e com o companheiro (41,1%) e poucas que possa interferir &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; na rela&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; (12,7%) e com o companheiro (8,1%). Na sua maioria as gr&aacute;vidas esperam que v&atilde;o ser &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; capazes de amamentar (76,1%) e cuidar (80,2%) do beb&eacute;, no entanto algumas consideram que v&atilde;o ser &lsquo;pouco&rsquo; ou &lsquo;nada&rsquo; capazes de amamentar (23,9%) e cuidar (19,8%) do beb&eacute; logo ap&oacute;s o parto.</p>

	    <p>No que respeita &agrave;s <i>expectativas quanto ao</i> <i>suporte proporcionado por figuras significativas</i>, verificamos que os valores obtidos nesta sub&#45;escala variam entre 11 e 28, sendo a m&eacute;dia de 21,41. De um modo geral, as participantes esperam contar &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; com o apoio do companheiro e de algu&eacute;m significativo (familiar ou amigo), quer durante o trabalho de parto (78,1% e 65,5%), quer durante o parto (72,6% e 60,9%), mas principalmente no p&oacute;s&#45;parto (95,4% e 89,9%).</p>

	    <p>Finalmente, a pontua&ccedil;&atilde;o obtida na <i>Escala Global</i> d&aacute;&#45;nos uma ideia da Antecipa&ccedil;&atilde;o Global da Experi&ecirc;ncia de Parto e oscila entre 87 e 173 pontos, sendo a m&eacute;dia de 140,54. Metade da amostra (50%) tem pontua&ccedil;&atilde;o entre 87 e 141 e, as restantes superior a 141 e inferior ou igual a 173.</p>

	    <p><b>Experi&ecirc;ncia Emocional de Parto</b></p>

	    <p>O Question&aacute;rio de Experi&ecirc;ncia e Satisfa&ccedil;&atilde;o com o Parto permite&#45;nos avaliar a experi&ecirc;ncia de parto da mulher em termos de: 1. Condi&ccedil;&otilde;es e Cuidados, 2. Experi&ecirc;ncia Positiva, 3. Experi&ecirc;ncia Negativa, 4. Relaxamento, 5. Suporte Social, 6. Suporte do Companheiro, 7. Preocupa&ccedil;&otilde;es, 8. P&oacute;s&#45;Parto e 9. Experi&ecirc;ncia Global de Parto.</p>

	    <p>Quando analisamos as <i>condi&ccedil;&otilde;es e cuidados</i> proporcionados pela Institui&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de, verificamos que a m&eacute;dia da pontua&ccedil;&atilde;o obtida &eacute; de 49,13, sendo o valor m&iacute;nimo 22 e o m&aacute;ximo 64. As respostas aos itens mostram que as expectativas quanto &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas da maternidade s&atilde;o confirmadas com maior frequ&ecirc;ncia durante o trabalho de parto (75,5%) do que no parto (70,6%) ou p&oacute;s&#45;parto (56,6%). Algumas consideram que as condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas foram &lsquo;pior&rsquo; ou &lsquo;muito pior&rsquo; do que o esperado, ou que foram &lsquo;melhor&rsquo; ou &lsquo;muito melhor&rsquo; do que o esperado durante o trabalho de parto (6,3% e 18,2%, respectivamente), parto (5,6% e 23,8%, respectivamente) e p&oacute;s&#45;parto (33,6% e 9,8%, respectivamente). No que respeita aos cuidados proporcionados pelos profissionais de sa&uacute;de, verificamos que as expectativas s&atilde;o confirmadas com maior frequ&ecirc;ncia durante o parto (65,0%) do que durante o trabalho de parto (62,2%) ou p&oacute;s&#45;parto (60,8%). As restantes avaliam os cuidados dos profissionais de sa&uacute;de como &lsquo;pior&rsquo; ou &lsquo;muito pior&rsquo; (8,4%, 16,8% e 21,7%, respectivamente) ou &lsquo;melhor&rsquo; ou &lsquo;muito melhor&rsquo; do que o esperado (26,6%, 21,0% e 17,5%, respectivamente).</p>

	    <p>O tempo que demorou o parto vai mais de encontro com as expectativas das participantes (39,2%) do que o tempo que demorou o trabalho de parto (30,1%). A maioria das mulheres acha que o trabalho de parto demorou &lsquo;mais&rsquo; ou &lsquo;muito mais&rsquo; (51,7%) e apenas 18,2% considerou que demorou &lsquo;menos&rsquo; ou &lsquo;muito menos&rsquo; do que o esperado. J&aacute; o parto, demorou &lsquo;menos&rsquo; ou &lsquo;muito menos&rsquo; para muitas mulheres (34,2%), embora 26,6% tenham considerado que demorou &lsquo;mais&rsquo; ou &lsquo;muito mais&rsquo; do que o esperado.</p>

	    <p>A satisfa&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas da institui&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s o parto &eacute; nula ou reduzida para mais de metade das participantes (51,8%), no entanto, as restantes est&atilde;o &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; satisfeitas (48,2%). J&aacute; no que respeita &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o com a qualidade dos cuidados proporcionados pelos profissionais de sa&uacute;de ap&oacute;s o parto, a maioria das participantes est&atilde;o &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; satisfeitas (68,6%), embora algumas estejam pouco (22,4%) ou nada (9,0%) satisfeitas.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A satisfa&ccedil;&atilde;o com os cuidados e condi&ccedil;&otilde;es proporcionados pela institui&ccedil;&atilde;o est&aacute; presente nalgum grau na maioria das participantes quer durante o trabalho de parto (93,0%), quer durante o parto (93,0%), assim como a satisfa&ccedil;&atilde;o com os cuidados proporcionados pelos profissionais de sa&uacute;de no trabalho de parto (92,3%) e parto (94,4%).</p>

	    <p>Quando nos reportamos &agrave; <i>experi&ecirc;ncia positiva</i>, constatamos que o valor m&iacute;nimo obtido nesta sub&#45;escala &eacute; de 22 e o m&aacute;ximo de 81, sendo a m&eacute;dia de 53,33. As respostas aos itens mostram que, para a maior parte das mulheres o trabalho de parto e parto n&atilde;o decorre de encontro com as suas expectativas pr&eacute;vias (69,9% e 68,5%, respectivamente), sendo que para muitas delas corre &lsquo;pior&rsquo; ou &lsquo;muito pior&rsquo; (46,9% e 35,7%, respectivamente) e para algumas &lsquo;melhor&rsquo; ou &lsquo;muito melhor&rsquo; (23,0% e 32,8%, respectivamente) do que o esperado. Nomeadamente, no que respeita &agrave; dor sentida, a maior parte das mulheres n&atilde;o confirma as suas expectativas pr&eacute;vias durante o trabalho de parto e parto (66,4% e 62,9%, respectivamente), sendo que durante o trabalho de parto a dor &eacute; &lsquo;pior&rsquo; ou &lsquo;muito pior&rsquo; do que o esperado (42,0%) para a maioria e apenas para algumas &eacute; &lsquo;melhor&rsquo; ou &lsquo;muito melhor&rsquo; (24,4%); no entanto, a maioria avalia o parto como &lsquo;melhor&rsquo; ou &lsquo;muito melhor&rsquo; (33,5%) e apenas algumas consideram que foi &lsquo;pior&rsquo; ou &lsquo;muito pior&rsquo; (29,4%).</p>

	    <p>A capacidade de controlo durante o trabalho de parto e parto &eacute; para a maioria das mulheres nula ou reduzida (78,4% e 79,1%, respectivamente), assim como a confian&ccedil;a durante o trabalho de parto e parto (56,5% e 62,8%, respectivamente) e a capacidade para sentir prazer ou satisfa&ccedil;&atilde;o durante o trabalho de parto e parto (88,8% e 76,9%, respectivamente), j&aacute; que durante o trabalho de parto e parto apenas uma pequena parte da amostra sentiu &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; controlo (21,6% e 20,9%) confian&ccedil;a (43,5% e 37,2%) ou prazer e satisfa&ccedil;&atilde;o (11,2% e 23,1%).</p>

	    <p>A maioria das mulheres afirma ainda desconhecer de todo ou conhecer pouco os procedimentos envolvidos no trabalho de parto, parto ou p&oacute;s&#45;parto (70,0%, 74,2% e 71,3%, respectivamente) pois apenas algumas dizem ter &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; conhecimento acerca desses procedimentos (30,0%, 25,8% e 28,7% respectivamente). N&atilde;o obstante, a maioria considera que foi &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; &uacute;til e cooperativa com os profissionais de sa&uacute;de&nbsp; durante o trabalho de parto, parto e p&oacute;s&#45;parto (58,8%, 55,3% e 68,6%, respectivamente), algumas pensam que foram &lsquo;pouco&rsquo; ou &lsquo;nada&rsquo; &uacute;teis e cooperativas (41,2%, 44,7% e 31,4%, respectivamente).</p>

	    <p>A generalidade das participantes encontra&#45;se satisfeita nalgum grau com a forma como decorreu o trabalho de parto, parto e p&oacute;s&#45;parto (80,4%, 86,0% e 81,8%, respectivamente), mas uma consider&aacute;vel parte n&atilde;o est&aacute; de todo satisfeita com a forma como decorreu o trabalho de parto, parto e p&oacute;s&#45;parto (19,6%, 14,0% e 18,2%, respectivamente). De igual forma, as participantes encontram&#45;se satisfeitas nalgum grau com o tempo que demorou o trabalho de parto, parto e p&oacute;s&#45;parto (67,1%, 83,2% e 80,4%, respectivamente), no entanto algumas n&atilde;o est&atilde;o de todo satisfeitas com o tempo que demorou o trabalho de parto, parto e p&oacute;s&#45;parto (32,9%, 16,8% e 19,6%, respectivamente).</p>

	    <p>No que respeita &agrave; <i>experi&ecirc;ncia negativa</i>, verificamos que a m&eacute;dia das pontua&ccedil;&otilde;es obtidas se posiciona nos 29,33 e que o valor m&iacute;nimo obtido nesta sub&#45;escala &eacute; de 13 e o m&aacute;ximo de 48. De um modo geral, observamos que a maioria das mulheres sente algum grau de medo no trabalho de parto (80,4%) e parto (70,6%), sendo que apenas algumas n&atilde;o sentem medo no trabalho de parto (19,6%) e parto (29,4%). Verificamos igualmente que no trabalho de parto e parto, a maioria das participantes sente mal&#45;estar nalgum grau (86,0% e 65,7%, respectivamente), embora algumas n&atilde;o sintam qualquer mal&#45;estar nesta altura (14,0% e 34,3%, respectivamente).</p>

	    <p>A maioria das mulheres recorda o trabalho de parto e parto como doloroso (83,9% e 62,2%, respectivamente) dado que somente 16,1% das participantes no trabalho de parto e 37,8% no parto, os recordam como per&iacute;odos ausentes de dor. A intensidade m&eacute;dia e m&aacute;xima de dor sentida no trabalho de parto foi considerada &lsquo;extrema&rsquo; (24,4% e 43,3%, respectivamente) ou &lsquo;moderada&rsquo; a &lsquo;muita&rsquo; (44,1% e 35,7%, respectivamente) na maior parte dos casos, mas algumas relatem ter sentido &lsquo;muito pouca&rsquo; a &lsquo;alguma&rsquo; dor (14,7% e 7,0%, respectivamente) ou dor &lsquo;m&iacute;nima&rsquo; ou &lsquo;nula&rsquo; (16,8% e 14,0%, respectivamente). J&aacute; no parto, a intensidade m&eacute;dia e m&aacute;xima de dor sentida foi avaliada como &lsquo;m&iacute;nima&rsquo; ou &lsquo;nula&rsquo; (42,7% e 42,0%, respectivamente) na maior parte dos casos, embora haja quem relate ter sentido &lsquo;muito pouca&rsquo; a &lsquo;alguma&rsquo; dor (12,5% e 7,7%, respectivamente), &lsquo;moderada&rsquo; a &lsquo;muita&rsquo; (27,3% e 23,0%, respectivamente) ou &lsquo;extrema&rsquo; (17,5% e 27,3%, respectivamente).</p>

	    <p>N&atilde;o obstante, a satisfa&ccedil;&atilde;o com a dor sentida, tanto no trabalho de parto como no parto esteja presente nalgum grau (62,9% e 76,9%, respectivamente), uma percentagem significativa de participantes considera estar &lsquo;nada&rsquo; satisfeita com a dor sentida durante o trabalho de parto (37,1%) e parto (23,1%).</p>

	    <p>No que se refere ao <i>relaxamento</i>, verificamos que, o valor m&iacute;nimo obtido nesta sub&#45;escala &eacute; de 2 e o m&aacute;ximo de 22, sendo a m&eacute;dia das pontua&ccedil;&otilde;es nesta sub&#45;escala de 7,57. As respostas aos itens mostram que, durante o trabalho de parto e parto, grande parte das mulheres n&atilde;o utiliza m&eacute;todos de respira&ccedil;&atilde;o e relaxamento (46,9% e 60,8%, respectivamente), embora algumas recorram a estes m&eacute;todos (53,1% e 39,2%, respectivamente), sendo que 74,3% e 81,7% (respectivamente) das participantes afirma que &lsquo;pouco&rsquo; ou &lsquo;nenhum&rsquo; relaxamento foram capazes de alcan&ccedil;ar durante o trabalho de parto e parto, e apenas 25,7% e 18,3% julga ter sido capaz de alcan&ccedil;ar &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; relaxamento. Assim sendo, na sua maioria, as mulheres avaliam que o relaxamento ajudou &lsquo;pouco&rsquo; ou &lsquo;nada&rsquo;, quer durante o trabalho de parto (67,6%) quer durante o parto (63,3%), sendo que as restantes (32,4% e 36,7%) referem que ajudou &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo;.</p>

	    <p>No que respeita ao <i>suporte social</i>, constatamos que os valores m&iacute;nimos e m&aacute;ximos obtidos s&atilde;o 3 e 12, sendo a m&eacute;dia de 7,80. Os resultados mostram que o apoio &eacute; mais evidente durante o p&oacute;s&#45;parto, seguido pelo trabalho de parto e parto, dado que a maioria das mulheres contam com &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; apoio de familiares ou amigos durante o p&oacute;s&#45;parto (77,6%) e trabalho de parto (56,5%), embora n&atilde;o tanto durante o parto (39,2%).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quando nos reportamos ao <i>suporte do companheiro</i>, observamos valores m&iacute;nimos e m&aacute;ximos de 12 e 32, respectivamente, com m&eacute;dia na sub&#45;escala de 24,58. Durante o trabalho de parto, mais de metade da amostra afirma ter contado com &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; apoio do companheiro (69,9%), no entanto, durante o parto apenas 45,5% contaram com &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; apoio e, ap&oacute;s o parto novamente uma grande maioria (89,5%) contou com &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; suporte por parte do companheiro. Assim durante o trabalho de parto, parto e p&oacute;s&#45;parto, algumas mulheres dizem que n&atilde;o contaram ou contaram com pouco apoio por parte do companheiro (30,1%, 54,5% e 10,5%, respectivamente). A utilidade do suporte do companheiro est&aacute; em conson&acirc;ncia com a intensidade, sendo que &eacute; considerado com maior frequ&ecirc;ncia &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; &uacute;til ap&oacute;s o parto (91,6%) e no trabalho de parto (73,4%) do que no parto (46,9%). Apenas 11,9% das mulheres n&atilde;o conversaram com os companheiros acerca da experi&ecirc;ncia de parto, pelo que a maioria conversou (88,1%); das que conversaram, grande parte (73,2%) sente&#45;se &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; melhor depois de o fazer.</p>

	    <p>A m&eacute;dia obtida na sub&#45;escala <i>preocupa&ccedil;&otilde;es</i> com a sa&uacute;de pr&oacute;pria e do beb&eacute; &eacute; de 35,48, sendo o valor m&iacute;nimo 15 e o m&aacute;ximo 55. Verificamos que a preocupa&ccedil;&atilde;o com o estado de sa&uacute;de pr&oacute;prio &eacute; nula com maior frequ&ecirc;ncia durante o trabalho de parto, parto, p&oacute;s&#45;parto e no momento de preenchimento do question&aacute;rio (39,2%, 37,1%, 30,8% e 30,1%, respectivamente), do que a preocupa&ccedil;&atilde;o com o estado de sa&uacute;de do beb&eacute; (11,5%, 16,8%, 11,2% e 8,4%, respectivamente). Assim, a percentagem de mulheres que est&atilde;o nalgum grau preocupadas com o seu estado de sa&uacute;de durante o trabalho de parto, parto, p&oacute;s&#45;parto e no momento do preenchimento do question&aacute;rio, embora elevada, &eacute; menos frequente (60,8%, 62,9%, 69,2% e 69,9% respectivamente), quando comparado com a percentagem de mulheres que se preocupam com o estado de sa&uacute;de do beb&eacute; (88,5%, 83,2%, 88,8% e 91,6%, respectivamente).</p>

	    <p>A preocupa&ccedil;&otilde;es com as consequ&ecirc;ncias do parto em si s&atilde;o igualmente menos prevalentes do que a preocupa&ccedil;&atilde;o com as consequ&ecirc;ncias do parto no beb&eacute;, j&aacute; que a preocupa&ccedil;&atilde;o com as consequ&ecirc;ncias do parto em si &eacute; nula em 28,0% dos casos, reduzida em 49,7% dos casos e bastante ou muita nos restantes casos (22,3%), enquanto que a preocupa&ccedil;&atilde;o com as consequ&ecirc;ncias do parto para o beb&eacute; &eacute; nula em apenas 25,9% dos casos, reduzida em 28,6% dos casos e bastante ou muita em quase metade dos casos (45,5%).</p>

	    <p>A maior parte das mulheres est&aacute; de alguma forma preocupada com as dificuldades em amamentar e com o ganho de peso do beb&eacute; (73,4% e 81,1%, respectivamente), embora algumas n&atilde;o estejam de todo preocupadas com esses aspectos (26,6% e 18,9%, respectivamente).</p>

	    <p>Na sua maioria, as mulheres consideram que os companheiros est&atilde;o &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; preocupados com a dor por elas sentida (82,5%), no entanto, algumas acham que est&atilde;o &lsquo;pouco&rsquo; (10,5%) ou &lsquo;nada&rsquo; (7,0%) preocupados com a sua dor.</p>

	    <p>Finalmente, apenas algumas mulheres est&atilde;o &lsquo;bastante&rsquo; (17,5%) ou &lsquo;muito&rsquo; (11,2%) preocupadas com o regresso a casa, visto que a maioria das mulheres est&aacute; &lsquo;pouco&rsquo; (29,3%) ou &lsquo;nada&rsquo; (42,0%) preocupada com esse aspecto.</p>

	    <p>Os valores m&iacute;nimos e m&aacute;ximos obtidos na sub&#45;escala relativa &agrave; viv&ecirc;ncia do <b><i>p&oacute;s&#45;parto</i></b> s&atilde;o de 38 e 104, respectivamente. Constatamos que o p&oacute;s&#45;parto n&atilde;o decorre na maior parte dos casos de encontro com as expectativas pr&eacute;vias (59,4%) da mulher, sendo que na maior parte das vezes corre &lsquo;pior&rsquo; ou &lsquo;muito pior&rsquo; (44,8%) e noutras &lsquo;melhor&rsquo; ou &lsquo;muito melhor&rsquo; (14,6%). Assim, apenas 40,6% confirmam as suas expectativas pr&eacute;vias acerca da forma como decorre o p&oacute;s&#45;parto. A dor sentida &eacute; tamb&eacute;m &lsquo;pior&rsquo; ou &lsquo;muito pior&rsquo; do que o esperado para muitas mulheres (41,3%), embora algumas vejam as suas expectativas confirmadas (37,1%) ou superadas (22,6%). J&aacute; no que respeita ao tempo que demorou a recupera&ccedil;&atilde;o, a maior parte das mulheres v&ecirc;em as suas expectativas confirmadas (51,0%) mas algumas consideram que demorou &lsquo;mais&rsquo; ou &lsquo;muito mais&rsquo; (36,4%) e poucas superem as suas expectativas (12,6%). J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo que demorou a tocar e pegar no beb&eacute; ap&oacute;s o parto, grande parte das m&atilde;es v&ecirc; as suas expectativas confirmadas (49,7 e 48,3%, respectivamente), muitas pensam que demorou &lsquo;mais&rsquo; ou &lsquo;muito mais&rsquo; (35,0% e 39,9%, respectivamente) e algumas que demorou &lsquo;menos&rsquo; ou &lsquo;muito menos&rsquo; tempo do que o esperado (15,3% e 11,8%, respectivamente).</p>

	    <p>A generalidade das mulheres sente algum grau de controlo (79,0%), confian&ccedil;a (90,2%), prazer (86,0%), mas tamb&eacute;m medo (59,0%), mal&#45;estar (82,5%) e dor (86,0%) ap&oacute;s o parto, apesar de algumas n&atilde;o sentirem qualquer controlo (21,0%), confian&ccedil;a (9,8%), prazer (14,0%), medo (41,0%), mal&#45;estar (17,5%) ou dor (14,0%).</p>

	    <p>A intensidade de dor sentida &eacute; classificada como sendo de &lsquo;muito pouca&rsquo; a &lsquo;muita&rsquo; pela esmagadora maioria das mulheres, quer durante o p&oacute;s&#45;parto imediato, quer no 1&ordm; dia, 2&ordm; dia ou no momento do preenchimento do question&aacute;rio (75,6%, 71,4%, 74,9% e 66,5%, respectivamente). Algumas avaliam a dor sentida como &lsquo;nula&rsquo; ou &lsquo;m&iacute;nima&rsquo; (16,7%, 9,7%, 13,2% e 29,2%, respectivamente), enquanto outras classificam a dor como &lsquo;extrema&rsquo; (7,7%, 18,9%, 11,9% e 4,3%, respectivamente). A satisfa&ccedil;&atilde;o com a dor sentida ap&oacute;s o parto &eacute; nula (28,7%) ou reduzida (37,1%) para a maior parte das mulheres, mas poucas est&atilde;o &lsquo;bastante&rsquo; (26,6%) ou &lsquo;muito&rsquo; (7,6%) satisfeitas com a intensidade de dor sentida.</p>

	    <p>A dor experienciada n&atilde;o interfere, na maior parte dos casos, nos cuidados proporcionados ao beb&eacute; (55,2%) ou na rela&ccedil;&atilde;o com o companheiro (72,0%), algumas mulheres relatam contudo que interfere de algum modo nos cuidados proporcionados ao beb&eacute; (44,8%) ou na rela&ccedil;&atilde;o com o companheiro (28,0%). No entanto a dor parece interferir mais na realiza&ccedil;&atilde;o das actividades do dia&#45;a&#45;dia (82,5%) e nas actividades sociais (59,4%) para a maior parte das mulheres, pelo que apenas algumas afirmam n&atilde;o interferir de todo quer nas actividades do dia&#45;a&#45;dia (17,5%) quer nas actividades sociais (40,6%).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os equipamentos m&eacute;dicos utilizados n&atilde;o causam mal&#45;estar &agrave; maioria das participantes (60,8%) embora muitas sintam algum grau de mal&#45;estar provocado pelos equipamentos m&eacute;dicos (39,2%).</p>

	    <p>A maior parte das mulheres aproveitaram &lsquo;bastante&rsquo; ou &lsquo;muito&rsquo; o primeiro contacto com o beb&eacute; (68,6%), embora algumas aproveitassem &lsquo;pouco&rsquo; (27,2%) ou n&atilde;o tivessem sido de todo capazes de aproveitar esse momento (4,2%). No entanto, na sua maioria est&atilde;o satisfeitas nalgum grau com o tempo que demorou a tocar e a pegar no beb&eacute; ap&oacute;s o parto (85,3% e 81,1%, respectivamente); contudo uma percentagem significativa n&atilde;o est&aacute; de todo satisfeita com o tempo que decorreu entre o parto e poder tocar e pegar no beb&eacute; (14,7% e 18,9%, respectivamente).</p>

	    <p>A maioria das mulheres n&atilde;o expressa qualquer tipo de dificuldade em cuidar do beb&eacute; (60,8%), no entanto, algumas expressam &lsquo;um pouco&rsquo; (34,3%), &lsquo;bastante&rsquo; (3,5%) ou &lsquo;muita&rsquo; (1,4%) dificuldade na presta&ccedil;&atilde;o destes cuidados.</p>

	    <p>Finalmente, analisando a <i>Escala Total</i>, verificamos que os valores oscilam entre 189 e 371 (valor m&iacute;nimo e m&aacute;ximo, respectivamente), sendo a m&eacute;dia de 282, 07.</p>

	    <p><b>Antecipa&ccedil;&atilde;o e Experi&ecirc;ncia de Parto</b></p>

	    <p>Pretendemos agora analisar a rela&ccedil;&atilde;o entre a antecipa&ccedil;&atilde;o e experi&ecirc;ncia de parto. Para tal, recorremos ao teste param&eacute;trico de correla&ccedil;&atilde;o de <i>Pearson</i> que permite analisar a rela&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis para uma mesma amostra. Desta forma, estudamos a rela&ccedil;&atilde;o entre as expectativas quanto ao parto avaliadas durante a gravidez (QAP) e a percep&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia efectiva de parto avaliada na primeira semana que se segue ao parto (QESP) (cf. Quadro 3).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Quadro 3 - Dimensões de antecipação e experiência de parto analisadas</p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a03q3.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Verificamos que as dimens&otilde;es de antecipa&ccedil;&atilde;o do parto relacionadas com o <i>planeamento e prepara&ccedil;&atilde;o para o parto</i>, as <i>expectativas quanto ao parto</i>, <i>expectativas quanto &agrave; rela&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; e com o companheiro</i> e <i>quanto ao suporte social</i>, bem como a <i>antecipa&ccedil;&atilde;o global</i> n&atilde;o se correlacionam significativamente com a experi&ecirc;ncia de parto em nenhuma das dimens&otilde;es consideradas no estudo.</p>

	    <p>No entanto, a subescala das <i>preocupa&ccedil;&otilde;es com a sa&uacute;de e consequ&ecirc;ncias adversas do parto</i> relaciona&#45;se de forma estatisticamente significativa com o <i>suporte social</i> durante a experi&ecirc;ncia de parto (r=0,17, p=0,048), dado que menores preocupa&ccedil;&otilde;es com a sa&uacute;de e consequ&ecirc;ncias adversas do parto durante a gravidez se relacionam com maior suporte social durante o parto. Por seu turno, as <i>expectativas quanto ao p&oacute;s&#45;parto</i> relacionam&#45;se positiva e significativamente com a <i>viv&ecirc;ncia efectiva do p&oacute;s&#45;parto</i> (r=0,17, p=0,047), dado que expectativas mais positivas relativas ao p&oacute;s&#45;parto se relacionam com uma viv&ecirc;ncia efectiva mais positiva deste per&iacute;odo (cf. Quadro 4).</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Quadro 4 - Teste de correlação de Pearson para analisar a correlação entre as subescalas de antecipação de parto e as subescalas de experiência de parto</p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a03q4.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p><b>DISCUSSÃO</b></p>

	    <p>Os resultados do nosso estudo mostram que a maioria das mulheres n&atilde;o planeou ainda o seu parto ao 2&ordm; trimestre de gravidez, uma vez que, na sua generalidade, ainda n&atilde;o escolheu como quer que o seu parto ocorra, desconhece os procedimentos m&eacute;dicos relativos ao trabalho de parto e parto e, embora considere importante, ainda n&atilde;o treinou m&eacute;todos de respira&ccedil;&atilde;o e relaxamento. Apesar do sentimento de confian&ccedil;a ser elevado, as expectativas s&atilde;o de vir a sentir muita dor e medo e, consequentemente, s&atilde;o diminutas as expectativas de controlo. Em conson&acirc;ncia com este resultado est&atilde;o os encontrados por v&aacute;rios outros investigadores que relatam a antecipa&ccedil;&atilde;o de medo durante a experi&ecirc;ncia de parto (<i>e.g.</i>, Areskog, et al., 1981; Heymans &amp; Winter, 1975, Hofberg &amp; Brockington, 2000) e por Ip et al. (2003) que verificaram que as mulheres t&ecirc;m expectativas reduzidas no que toca &agrave;s suas pr&oacute;prias capacidades para lidar com as exig&ecirc;ncias do parto. De uma forma geral, est&atilde;o presentes preocupa&ccedil;&otilde;es com o estado de sa&uacute;de pr&oacute;pria e do beb&eacute;, tal como t&iacute;nhamos j&aacute; anteriormente verificado (Pacheco et al., 2003) e como relatam outros investigadores que constatam que o medo de parto se relaciona essencialmente com a percep&ccedil;&atilde;o do risco para a sa&uacute;de da mulher e do beb&eacute; (<i>e. g.</i>, Melender, 2001; Saisto et al., 2001a; Sjogren, 1997). No entanto, as expectativas quanto &agrave; capacidade de proporcionar cuidados ao beb&eacute; e respeitantes &agrave; rela&ccedil;&atilde;o com o beb&eacute; e com o companheiro s&atilde;o positivas, tal como as de suporte por parte do companheiro, familiares ou amigos. Tamb&eacute;m Beaton e Cupton (1990) verificaram que as expectativas das gr&aacute;vidas no que respeita ao suporte de pessoas significativas s&atilde;o positivamente elevadas.</p>

	    <p>Quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia de parto, as expectativas s&atilde;o confirmadas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e cuidados proporcionados pelos profissionais de sa&uacute;de sendo que, apesar da satisfa&ccedil;&atilde;o com o primeiro aspecto n&atilde;o ser elevada &eacute;&#45;o em rela&ccedil;&atilde;o ao segundo aspecto. O trabalho de parto e parto decorrem de forma pior do que o esperado para a maioria das mulheres, particularmente no que respeita &agrave; dor sentida. Os sentimentos de controlo, confian&ccedil;a, prazer e satisfa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o reduzidos durante a experi&ecirc;ncia, tal como os conhecimentos relativos aos procedimentos m&eacute;dicos. Por seu turno, a experi&ecirc;ncia de medo, mal&#45;estar e dor est&aacute; presente. Este resultado est&aacute; em conson&acirc;ncia pelo obtido por DiMatteo, Kahn, e Berry (1993) e por Fridh e Gaston&#45;Johansson (1990) que verificaram que para al&eacute;m das mulheres sentirem mais dor do que o esperado durante a experi&ecirc;ncia de parto t&ecirc;m tamb&eacute;m reac&ccedil;&otilde;es emocionais inesperadas.</p>

	    <p>N&atilde;o obstante, a satisfa&ccedil;&atilde;o com a experi&ecirc;ncia est&aacute; presente na maior parte das participantes, nomeadamente com o tempo que decorreu a experi&ecirc;ncia. Tamb&eacute;m Waldenstrom et al. (1996) verificaram que a maioria das mulheres, apesar de vivenciarem elevados n&iacute;veis de dor, considera que a experi&ecirc;ncia de parto &eacute; gratificante, pelo que a avaliam positivamente. Os m&eacute;todos de respira&ccedil;&atilde;o e relaxamento n&atilde;o s&atilde;o usados na maioria dos casos e, quando usados n&atilde;o se mostram eficazes. &Uacute;til e eficaz parece ser o apoio do companheiro, principalmente durante o p&oacute;s&#45;parto e trabalho de parto, alturas em que est&aacute; mais presente. A experi&ecirc;ncia de parto &eacute; partilhada com o companheiro na maior parte dos casos e contribui para o bem&#45;estar materno. Tamb&eacute;m outros autores constataram que o suporte emocional por parte de figuras significativas contribui para uma melhor experi&ecirc;ncia emocional de parto (<i>e.g.</i>, Cranley et al., 1983; Marut &amp; Mercer, 1979).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A preocupa&ccedil;&atilde;o com o estado de sa&uacute;de pr&oacute;prio e do beb&eacute; est&aacute; igualmente presente no nosso estudo como noutros estudos (Saisto et al., 2001a). Alguma preocupa&ccedil;&atilde;o com as consequ&ecirc;ncias do parto para a pr&oacute;pria, mas principalmente para o beb&eacute; est&atilde;o presentes; sobressaem, no entanto, as preocupa&ccedil;&otilde;es com a amamenta&ccedil;&atilde;o e ganho de peso do beb&eacute;.</p>

	    <p>O p&oacute;s&#45;parto n&atilde;o decorre de encontro com expectativas pr&eacute;vias, nomeadamente no que respeita &agrave; dor sentida, que &eacute; mais elevada. A grande maioria das mulheres sente maior capacidade de controlo, confian&ccedil;a e prazer nesta altura, mas sente tamb&eacute;m medo e dor. Apesar de tudo, a dor n&atilde;o interfere nos cuidados ao beb&eacute; ou na rela&ccedil;&atilde;o como companheiro e com o beb&eacute;; interfere, no entanto nas actividades do dia&#45;a&#45;dia e sociais. A satisfa&ccedil;&atilde;o com o tempo para pegar e tocar no beb&eacute; &eacute; elevada, assim como a capacidade para aproveitar o primeiro contacto com o beb&eacute;.</p>

	    <p>Foi poss&iacute;vel constatar que algumas dimens&otilde;es da antecipa&ccedil;&atilde;o do parto, avaliadas durante a gravidez, se relacionam positiva e significativamente com a experi&ecirc;ncia do parto: expectativas mais positivas no que concerne &agrave; experi&ecirc;ncia de parto relaciona&#45;se com melhor experi&ecirc;ncia efectiva do p&oacute;s&#45;parto e menores preocupa&ccedil;&otilde;es com a sa&uacute;de e consequ&ecirc;ncias adversas do parto relacionam&#45;se com maior suporte social durante o parto. Estes resultados levam&#45;nos a pensar que provavelmente as mulheres mais preocupadas com a sa&uacute;de e consequ&ecirc;ncias adversas do parto s&atilde;o aquelas que disp&otilde;em &agrave; partida de menor suporte por parte de significativos, o que pode ocorrer por dois motivos distintos: ou porque eles n&atilde;o existem de facto ou porque ela n&atilde;o disp&otilde;e de recursos para mobilizar o suporte social dispon&iacute;vel.</p>

	    <p>No entanto, n&atilde;o encontramos qualquer rela&ccedil;&atilde;o entre as restantes dimens&otilde;es de antecipa&ccedil;&atilde;o do parto e a experi&ecirc;ncia efectiva de parto, nomeadamente ao n&iacute;vel do planeamento e prepara&ccedil;&atilde;o para o parto. Pelo contr&aacute;rio, Crowe e von Baeyer (1989) constatam que maior conhecimento acerca do parto se relaciona com menores n&iacute;veis de dor e uma experi&ecirc;ncia de parto mais positiva. No entanto, neste estudo, os investigadores analisaram a experi&ecirc;ncia de parto em mulheres que frequentaram aulas especificamente orientadas para a educa&ccedil;&atilde;o para o parto. No nosso estudo, a prepara&ccedil;&atilde;o e planeamento do parto reporta&#45;se &agrave; decis&atilde;o acerca do local e tipo de parto, ao treino de m&eacute;todos de respira&ccedil;&atilde;o e relaxamento e ao conhecimento acerca dos procedimentos relativos ao trabalho de parto e parto que, tal como reportamos, s&atilde;o escassos na maior parte das mulheres da amostra, o que n&atilde;o seria de esperar caso elas frequentassem aulas de prepara&ccedil;&atilde;o para o parto. Na direc&ccedil;&atilde;o dos nossos resultados Lundgren, Berg, e Lindmark (2003) constatam que o planeamento do parto n&atilde;o se relaciona com uma melhor experi&ecirc;ncia global de parto, apesar de ser ben&eacute;fico para algumas mulheres em termos do medo, dor e preocupa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao beb&eacute;.</p>

	    <p>Conclu&iacute;mos por isso que, h&aacute; v&aacute;rios factores a considerar quando se pretende analisar a tem&aacute;tica de experi&ecirc;ncia de parto, no sentido de intervir preventivamente para reduzir experi&ecirc;ncias adversas, suscept&iacute;veis de interferir no bem&#45;estar global das m&atilde;es, pais e beb&eacute;s. Deste modo, a informa&ccedil;&atilde;o, o suporte emocional de profissionais e significativos (e.g. Hodnett, 2002), bem como o envolvimento em tomadas de decis&atilde;o relativas a procedimentos m&eacute;dicos (e.g. Cranley et al., 1989), s&atilde;o alguns dos pontos que podem e devem ser implementados/melhorados servi&ccedil;os de sa&uacute;de materno&#45;infantis e que contribuiriam certamente para o melhoramento das experi&ecirc;ncias dos pais.</p>

	    <p>Dado o impacto da antecipa&ccedil;&atilde;o do parto ao n&iacute;vel da viv&ecirc;ncia emocional durante o per&iacute;odo gestacional e da pr&oacute;pria qualidade da experi&ecirc;ncia de parto, torna&#45;se relevante perguntar &agrave; gr&aacute;vida acerca dos seus sentimentos e percep&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; gravidez actual e parto, bem como proporcionar &agrave;s mulheres que expressam expectativas menos favor&aacute;veis uma oportunidade para as discutir (Melender, 2002). A detec&ccedil;&atilde;o precoce de dificuldades ao n&iacute;vel da antecipa&ccedil;&atilde;o do parto constitui&#45;se de extrema import&acirc;ncia, uma vez que tal percep&ccedil;&atilde;o se relaciona com a experi&ecirc;ncia de parto (Scott&#45;Heyes, 1982). Deste modo, para o bem&#45;estar da mulher e do beb&eacute;, &eacute; essencial que os profissionais de sa&uacute;de tomem medidas especializadas apropriadas que favore&ccedil;am a antecipa&ccedil;&atilde;o positiva do parto, as quais t&ecirc;m vindo a ser apontados por investiga&ccedil;&otilde;es fidedignas nesta &aacute;rea.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>

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	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Areskog, B., Uddenberg, N., &amp; Kjessler, B. (1983) Experience of delivery in women with and without antenatal fear of childbirth. <i>Gynecologic and Obstetric Investigation, 16</i>(1), 1&#45;12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1645-0086201200010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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	    <!-- ref --><p>Costa, R., Figueiredo, B., Pacheco, A., Marques, A., &amp; Pais, A. (2004). Question&aacute;rio de Experi&ecirc;ncia e Satisfa&ccedil;&atilde;o com o Parto (QESP). <i>Psicologia: Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, 5</i>(2), 159&#45;187.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1645-0086201200010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>de Oliveira, S. M., Riesco, M. L., Miya, C. F., &amp; Vidotto, P. (2002). Type of delivery: women's expectations. <i>Revista Latino Americana de Enfermagem</i><i>, 10</i>(5), 667&#45;674.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1645-0086201200010000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Field, T., Diego, M., Hernandez&#45;Reif, M., Schanberg, S., Kuhn, C., Yando, R., &amp; Bendell, D. (2003). Pregnancy anxiety and comorbid depression and anger: effects on the fetus and neonate. <i>Depression and Anxiety</i>, <i>17</i>(3), 140&#45;151.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1645-0086201200010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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	    <!-- ref --><p>Fridh, G., &amp; Gaston&#45;Johansson, F. (1990). Do primiparas and multiparas have realistic expectations of labor. <i>Acta Obstetrica Et Gynecologica Scandinavica</i>, 69(2), 103&#45;109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1645-0086201200010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Recebido em 28 de Dezembro de 2009/ Aceite em 25 de Maio de 2010</p>
	
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