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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Transplante de células-troco hematopoéticas e qualidade de vida após alta hospitalar]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This research aimed to analyze the quality of life of patients submitted to Hematopoietic Stem-Cell Transplantation (HSCT). The sample consisted of 12 patients submitted to HSCT within a maximum period of 100 days preceding the research, in an average of 96 days. The quality of life scale SF-36 and the specific Bone Marrow Transplantation functionality scale (FACT-BMT) were used. The procedure of analysis was started by listing/coding and data classification made by two judges, psychologists with expertise in psychological assessment, independently. On the SF-36, it was found that most quality of life domains were preserved, except for Physical Aspects. The commitment of the Physical Aspect domain may be associated with the implications inherent in the HSCT itself. Professional teams should pay special attention to these results when planning intervention strategies, considering patients’ singularity and the effects of HSCT on their quality of life.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[transplante de medula óssea]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Transplante de células-troco hematopoéticas e qualidade de vida após alta hospitalar</b></p>
	    <p><b>Hematopoietic stem-cell transplantation and quality of life after hospital discharge</b></p>
    <p>&nbsp;</p>
	    <p><b>Roberta Pinheiro Alves, &Eacute;rika de Oliveira&#45;Cardoso, Ana Paula Mastropietro J&uacute;lio C&eacute;sar Voltarelli, &amp; Manoel Ant&ocirc;nio dos Santos</b></p>

	

	    <p>Faculdade de Filosofia, Ci&ecirc;ncias e Letras de Ribeir&atilde;o Preto da Universidade de S&atilde;o Paulo. Ribeir&atilde;o Preto&#45; SP. Brasil e Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina de Ribeir&atilde;o Preto da Universidade de S&atilde;o Paulo. Ribeir&atilde;o Preto&#45; SP. Brasil.</p>

		    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>RESUMO</b></p>
	    <p>Este estudo objetivou analisar a qualidade de vida de pacientes submetidos ao Transplante de C&eacute;lulas&#45;Tronco Hematopo&eacute;ticas (TCTH). A amostra foi composta por 12 pacientes submetidos ao TCTH h&aacute; no m&aacute;ximo 100 dias, em uma m&eacute;dia de 96 dias. Utilizou&#45;se a escala de qualidade de vida SF&#45;36 e a escala espec&iacute;fica de funcionalidade do TMO (FACT&#45;BMT). O procedimento de an&aacute;lise dos resultados foi iniciado pela cota&ccedil;&atilde;o/codifica&ccedil;&atilde;o e classifica&ccedil;&atilde;o dos dados feitos por dois ju&iacute;zes, psic&oacute;logos com experi&ecirc;ncia em avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica, de forma independente. Constatou&#45;se preserva&ccedil;&atilde;o na maioria dos dom&iacute;nios da qualidade de vida, &aacute; exce&ccedil;&atilde;o dos Aspectos F&iacute;sicos, segundo a SF&#45;36. O comprometimento no dom&iacute;nio Aspecto F&iacute;sico pode estar associado &agrave;s implica&ccedil;&otilde;es inerentes ao pr&oacute;prio TCTH. Esses resultados merecem uma aten&ccedil;&atilde;o especial por parte da equipe de profissionais no planejamento de estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&otilde;es, considerando a singularidade de cada paciente e os efeitos do TCTH em sua qualidade de vida.</p>

	    <p><b>Palavras chave</b>: transplante de medula &oacute;ssea, qualidade de vida, funcionalidade</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

	    <p><b>ABSTRACT</b></p>
	    <p>This research aimed to analyze the quality of life of patients submitted to Hematopoietic Stem&#45;Cell Transplantation (HSCT). The sample consisted of 12 patients submitted to HSCT within a maximum period of 100 days preceding the research, in an average of 96 days. The quality of life scale SF&#45;36 and the specific Bone Marrow Transplantation functionality scale (FACT&#45;BMT) were used. The procedure of analysis was started by listing/coding and data classification made by two judges, psychologists with expertise in psychological assessment, independently. On the SF&#45;36, it was found that most quality of life domains were preserved, except for Physical Aspects. The commitment of the Physical Aspect domain may be associated with the implications inherent in the HSCT itself. Professional teams should pay special attention to these results when planning intervention strategies, considering patients&rsquo; singularity and the effects of HSCT on their quality of life.</p>

	    <p><b>Keywords</b>: bone marrow transplantation, quality of life, functionality</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>O Transplante de C&eacute;lulas&#45;tronco Hematopo&eacute;ticas (TCTH), mais conhecido como Transplante de Medula &Oacute;ssea (TMO), tem sido utilizado em v&aacute;rios tratamentos como terapia alternativa, quando as convencionais n&atilde;o oferecem progn&oacute;stico satisfat&oacute;rio. Trata&#45;se de um procedimento eficaz em casos de doen&ccedil;as hematol&oacute;gicas, como fal&ecirc;ncias medulares, desordens adquiridas, doen&ccedil;as auto&#45;imunes e altera&ccedil;&otilde;es hematol&oacute;gicas, e em v&aacute;rios tipos de neoplasias como: leucemias, linfomas e tumores s&oacute;lidos (Thomas, 2000).</p>

	    <p>O <i>modus operandi</i> do TCTH consiste, basicamente, em destruir a medula doente e transferir c&eacute;lulas progenitoras normais para o indiv&iacute;duo enfermo. Essa transfer&ecirc;ncia visa reconstituir todo o sistema hematopo&eacute;tico. Assim, a medula implantada passar&aacute; a assumir a produ&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas sangu&iacute;neas e estar&aacute; envolvida tamb&eacute;m com a destrui&ccedil;&atilde;o citot&oacute;xica de c&eacute;lulas doentes, remanescentes, do receptor. Ap&oacute;s o sucesso do transplante, a hematopoese torna&#45;se subordinada ao novo enxerto (Thomas, 2000).</p>

	    <p>Segundo Riul (1995), o TCTH divide&#45;se em cinco momentos: a prepara&ccedil;&atilde;o pr&eacute;&#45;transplante, caracterizado pelo per&iacute;odo pr&eacute;&#45;admissional, no qual &eacute; feita avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica e admiss&atilde;o do paciente em isolamento protetor na enfermaria; regime de condicionamento, quando o paciente recebe quimioterapia em dose maci&ccedil;a; aspira&ccedil;&atilde;o, processamento e infus&atilde;o de medula &oacute;ssea, sendo a infus&atilde;o feita na pr&oacute;pria Unidade; enxertamento da medula &oacute;ssea, momento marcado pela pega da medula; e alta hospitalar e acompanhamento ambulatorial, que ocorre quando o enxertamento &eacute; considerado bem&#45;sucedido, ou seja, quando n&atilde;o ocorrem complica&ccedil;&otilde;es decorrentes do transplante.</p>

	    <p>Embora o TCTH seja considerado uma terapia para salvar vidas, tamb&eacute;m traz s&eacute;rios riscos para o paciente em decorr&ecirc;ncia de seus efeitos adversos, que podem variar desde a perda da integridade f&iacute;sica at&eacute; a morte. Portanto, trata&#45;se, ao mesmo tempo, de um tratamento salvador e amea&ccedil;ador (Copper &amp; Powell, 1998; Contel et al., 2000; Oliveira, Mastropeitro, Santos, &amp; Voltarelli, 2007).</p>

	    <p>Segundo Andrykowski (1994), o TCTH &eacute; um procedimento agressivo que submete o paciente a estressores f&iacute;sicos e psicol&oacute;gicos, como: mudan&ccedil;as bruscas no quadro de sa&uacute;de, prolongada hospitaliza&ccedil;&atilde;o, frequentes procedimentos invasivos, efeitos colaterais do tratamento, extrema depend&ecirc;ncia da equipe, risco de infec&ccedil;&otilde;es e possibilidade de morte.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Devido a essas intensas demandas f&iacute;sicas e emocionais associadas ao TCTH, a qualidade de vida dos pacientes submetidos a esse procedimento poder&aacute; sofrer seus efeitos psicossociais, tais como: baixa autoestima, disfun&ccedil;&atilde;o sexual, dificuldades nas intera&ccedil;&otilde;es sociais e relacionamento interpessoal, desemprego, limita&ccedil;&otilde;es quanto &agrave;s atividades recreativas, dist&uacute;rbios alimentares, transtornos de adapta&ccedil;&atilde;o, perda da motiva&ccedil;&atilde;o, medo de morrer, desorienta&ccedil;&atilde;o, sentimento de t&eacute;dio, transtornos depressivos, irritabilidade, dificuldade de concentra&ccedil;&atilde;o (Oliveira, Santos, Mastropietro, &amp; Voltarelli, 2009).</p>

	    <p>Nos &uacute;ltimos anos, a qualidade de vida tem sido estudada em diferentes contextos de sa&uacute;de. Para a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS, 1947), sa&uacute;de &eacute; definida como estado de completo bem&#45;estar f&iacute;sico, ps&iacute;quico e social e n&atilde;o apenas a aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a (Mackeigan &amp; Pathak, 1992). Essa defini&ccedil;&atilde;o conceitual admite que a doen&ccedil;a n&atilde;o afeta somente a dimens&atilde;o f&iacute;sica, mas tamb&eacute;m repercute sobre o estado psicol&oacute;gico do indiv&iacute;duo e impacta seu n&iacute;vel de independ&ecirc;ncia e suas rela&ccedil;&otilde;es sociais, dimens&otilde;es que extrapolam o objeto da sa&uacute;de da medicina tradicional (Guyatt, Feeny, &amp; Patrick, 1993; Orley &amp; Kuyken, 1994).</p>

	    <p>De acordo com os especialistas em qualidade de vida da OMS, tr&ecirc;s caracter&iacute;sticas consensuais comp&otilde;em esse construto: subjetividade, multidimensionalidade e bipolaridade. A subjetividade est&aacute; relacionada &agrave; maneira como o indiv&iacute;duo percebe seus estados f&iacute;sicos, cognitivos e afetivos, suas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais e os pap&eacute;is sociais que desempenha em sua vida. O constructo multidimensionalidade inclui pelo menos tr&ecirc;s dimens&otilde;es: a f&iacute;sica, a psicol&oacute;gica e a social, sempre na dire&ccedil;&atilde;o da subjetividade. E, por &uacute;ltimo, a bipolaridade refere&#45;se &agrave;s dimens&otilde;es positivas _ como desempenho de pap&eacute;is sociais, mobilidade, autonomia _ e &agrave;s dimens&otilde;es negativas, como dor, fadiga e depend&ecirc;ncia, enfatizando as percep&ccedil;&otilde;es dos indiv&iacute;duos acerca dessas dimens&otilde;es (OMS, 1994).</p>

	    <p>A Qualidade de Vida, se adequadamente mensurada, permite avaliar o efeito das interven&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas, possibilitando inclusive o repensar de algumas modalidades de tratamento tendo&#45;se em vista a estimativa dos efeitos a m&eacute;dio e longo prazo na vida do paciente (Orley, Saxena, &amp; Herman, 2001). Nos &uacute;ltimos anos, tem sido dada aten&ccedil;&atilde;o crescente aos aspectos relacionados &agrave; qualidade de vida dos pacientes oncol&oacute;gicos, como os submetidos ao TCTH, em decorr&ecirc;ncia da eleva&ccedil;&atilde;o crescente do &iacute;ndice de sobrevida proporcionado pelo aprimoramento tecnol&oacute;gico dos procedimentos m&eacute;dicos (Oliveira et al., 2009).</p>

	    <p>Recentemente, tem sido valorizada uma faceta da qualidade de vida, denominada Qualidade de Vida Relacionada &agrave; Sa&uacute;de (QVRS), que pode ser definida como o valor atribu&iacute;do &agrave; vida, ponderado pelas deteriora&ccedil;&otilde;es funcionais, percep&ccedil;&otilde;es e condi&ccedil;&otilde;es sociais que s&atilde;o induzidas pela doen&ccedil;a, tratamento e organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e econ&ocirc;mica do sistema assistencial (Auquier, Simeone, &amp; Mendizabal, 1997). Trata&#45;se de um conceito multidimensional, que abrange a percep&ccedil;&atilde;o que o indiv&iacute;duo tem de sua posi&ccedil;&atilde;o na vida, dentro do contexto cultural e do sistema de valores nos quais ele est&aacute; inserido, relacionado aos seus objetivos, expectativas, padr&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es (Fleck et al. 1999). Ferrel, Grant e Schmidt (1992) descreveram os aspectos relacionados ao conceito de qualidade de vida afetados pelo TCTH: 1) <i>bem&#45;estar f&iacute;sico,</i> que inclui sintomas f&iacute;sicos e habilidade funcional: fadiga, mucosite, dor na boca, n&aacute;usea, problemas de sono, mudan&ccedil;as no apetite, mudan&ccedil;as na vis&atilde;o, ru&iacute;dos no ouvido e problemas de fertilidade; 2) <i>bem&#45;estar psicol&oacute;gico</i>,que reflete os aspectos emocionais da doen&ccedil;a e pode incluir perspectivas positivas ou negativas: ansiedade, medo, depress&atilde;o, mudan&ccedil;as na cogni&ccedil;&atilde;o, mudan&ccedil;as de prioridades e medo de reca&iacute;da; 3) <i>bem&#45;estar social</i><u>,</u> que contempla o papel do paciente na fam&iacute;lia e sociedade: preocupa&ccedil;&otilde;es com responsabilidade financeira, relacionamentos, desempenho de pap&eacute;is, afei&ccedil;&atilde;o, fun&ccedil;&atilde;o sexual, apar&ecirc;ncia, e retorno ao trabalho e ao estudo; 4) <i>bem&#45;estar espiritual</i><u>,</u> que inclui aspectos religiosos e preocupa&ccedil;&otilde;es existenciais: esperan&ccedil;a, perspectiva de vida, incerteza, paz interna e religiosidade.</p>

	    <p>De acordo com a literatura consultada, imediatamente ap&oacute;s o TCTH os pacientes sofrem uma deprecia&ccedil;&atilde;o nos dom&iacute;nios de sua qualidade de vida, em especial nos aspectos f&iacute;sicos, com perda de apetite, cansa&ccedil;o, dor, falta de ar, n&aacute;usea e v&ocirc;mito, sendo esses sintomas bastante prevalentes nesse per&iacute;odo (Andorsky, Loberiza &amp; Lee, 2006; Hoodin, Uberti, Lynch, Stelle &amp; Ratabatharathorn, 2006).</p>

	    <p>Sutherland (1997) comparou as condi&ccedil;&otilde;es de vida dos sobreviventes do TCTH com as da popula&ccedil;&atilde;o normal. Avaliou 251 pacientes submetidos ao TCTH, utilizando as escalas <i>Medical Outcomes Survey &#45; Short Form</i> 36 (MOS SF&#45;36), <i>Satisfaction with Life Domains Scale &#45; Bone Marrow Transplantation</i> (SLDS&#45;BMT) e um <i>checklist</i> de sintomas. O estudo concluiu que existem muitos fatores de qualidade de vida que aparecem depreciados nos pacientes submetidos ao TCTH, sendo que essas limita&ccedil;&otilde;es tendem a diminuir com o decorrer dos anos de sobrevida ap&oacute;s o TCTH.</p>

	    <p>Nesse cen&aacute;rio, tem sido observado um interesse crescente, tamb&eacute;m no &acirc;mbito brasileiro, de investigar a qualidade de vida de pacientes submetidos ao TCTH (Almeida, Loureiro &amp; Voltarelli, 1998; Torrano&#45;Masetti, Oliveira &amp; Santos, 2000; Souza et al., 2002, Oliveira et al., 2009). Esse interesse &eacute; permeado pela preocupa&ccedil;&atilde;o com a adapta&ccedil;&atilde;o dos pacientes fora do hospital, especialmente com a qualidade de vida e o bem&#45;estar subjetivo, &aacute; medida que o sucesso crescente da terap&ecirc;utica tem promovido maior tempo de sobrevida (Costa &amp; Franco, 2005; Drumond&#45;Santana, Costa, Zen&oacute;bio &amp; Soares, 2007; Lopes et al., 2007; Mastropietro et al., 2009).</p>

	    <p>Apesar desse crescente interesse, no Brasil, ainda s&atilde;o escassas as investiga&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas sobre os aspectos psicol&oacute;gicos experimentados pelos pacientes submetidos ao TCTH, apesar do &iacute;ndice cada vez mais elevado de sobrevida dos portadores de doen&ccedil;as hematol&oacute;gicas e da ang&uacute;stia que vivenciam para decidirem pela realiza&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o do procedimento, que implica riscos significativos, proporcionais ao seu potencial benef&iacute;cio (&Aacute;lvares, Bach &amp; Campos, 2003; Oliveira &amp; Santos, 2009).</p>

	    <p>Assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar diferentes aspectos da qualidade de vida de pacientes submetidos ao TCTH, imediatamente ap&oacute;s a sua realiza&ccedil;&atilde;o. Espera&#45;se compreender melhor as implica&ccedil;&otilde;es psicossociais imediatas dessa terap&ecirc;utica, para que estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&otilde;es sejam planejadas pela equipe multiprofissional.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

	    <p><b>MÉTODO</b></p>

	    <p>O presente estudo pode ser caracterizado como uma pesquisa cl&iacute;nica, descritiva e transversal, com enfoque quantitativo.</p>

	    <p><i>Participantes</i></p>

	    <p>Foi selecionada uma amostra consecutiva, vinculados ao servi&ccedil;o de uma Unidade de Transplante de Medula &Oacute;ssea (UTMO) de um hospital p&uacute;blico do interior de S&atilde;o Paulo, que aceitaram participar deste estudo.</p>

	    <p>Os crit&eacute;rios de sele&ccedil;&atilde;o utilizados foram: ter sido submetido ao TCTH h&aacute; no m&aacute;ximo 100 dias (p&oacute;s&#45;TCTH imediato); ter idade superior ou igual a 18 anos; apresentar condi&ccedil;&otilde;es e disponibilidade para colaborar voluntariamente com a pesquisa, formalizando sua concord&acirc;ncia por meio do Termo de Consentimento e estar preservado do ponto de vista das habilidades cognitivas. Os crit&eacute;rios de exclus&atilde;o foram: acentuada deteriora&ccedil;&atilde;o do estado geral de sa&uacute;de e sequelas graves nas fun&ccedil;&otilde;es cognitivas.</p>

	    <p>Dos 14 pacientes contactados, 12 aceitaram participar da pesquisa. Todos estavam rec&eacute;m&#45;transplantados, tendo em m&eacute;dia 96 dias p&oacute;s&#45;TMO, com desvio padr&atilde;o de 2,24. O menor tempo p&oacute;s&#45;TMO foi 93 dias e o maior 100 dias.</p>

	    <p>O Quadro 1 apresenta uma caracteriza&ccedil;&atilde;o dos volunt&aacute;rios que participaram da investiga&ccedil;&atilde;o, segundo o perfil sociodemogr&aacute;fico.</p>
    <p>&nbsp;</p>
	    <p>Quadro 1</p>
	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Distribuição numérica e percentual dos pacientes submetidos ao transplante de células-tronco. de acordo com as características sociodemográficas e clínicas (n=12).</p> 
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a08q1.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p><i>Material</i></p>

	    <p>SF&#45;36 &#45; A Escala Gen&eacute;rica de Qualidade de Vida &#45; Medical Outcomes Short&#45;Form Health Survey (MOS SF&#45;36) &eacute; um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica da sa&uacute;de, multidimensional, de f&aacute;cil administra&ccedil;&atilde;o e compreens&atilde;o.&nbsp; A SF&#45;36 foi originalmente elaborada na l&iacute;ngua inglesa. Ciconelli, Ferraz, Santos, Mein&atilde;o e Quaresma (1999) traduziram e adaptaram o instrumento para a l&iacute;ngua portuguesa, sendo que apenas duas quest&otilde;es da escala original foram modificadas. Al&eacute;m disso, confirmaram suas propriedades de medida, como reprodutibilidade e validade preditiva. &Eacute; constitu&iacute;da por itens que podem ser classificados em dois grandes componentes: Componente f&iacute;sico, composto por: capacidade funcional, aspectos f&iacute;sicos, dor e estado geral de sa&uacute;de e o Componente mental, formado por: aspectos sociais, vitalidade, aspectos emocionais e sa&uacute;de mental.</p>

	    <p>Conv&eacute;m ressaltar que a escala oferece uma estimativa da satisfa&ccedil;&atilde;o subjetiva em diferentes dom&iacute;nios da QVRS. Na literatura espec&iacute;fica sobre o TCTH, encontram&#45;se v&aacute;rios estudos que utilizaram esse instrumento, entre eles: Hann, Jacobsen, Martin, Kronish e Azarello (1997), Shuterland et al. (1997), Silva (2000), Berlim e Fleck (2003), Mastropietro et al. (2007), Oliveira&#45;Cardoso et al. (2009). A consist&ecirc;ncia interna desse instrumento variou do valor m&iacute;&shy;nimo para o alfa de Cronbach igual a 0,68 e m&aacute;ximo igual a 0,95 (Silqueira, 2005).</p>

	    <p>A avalia&ccedil;&atilde;o da SF&#45;36 seguiu as instru&ccedil;&otilde;es de Ciconelli et al (1999). Ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o, foi atribu&iacute;do um escore para cada quest&atilde;o, que, posteriormente, foi transformado em escala de 0 a 100. Quanto mais pr&oacute;ximo do escore 100, mais preservado encontra&#45;se aquele dom&iacute;nio. Portanto, cada aspecto &eacute; analisado separadamente, n&atilde;o existindo um valor geral.</p>

	    <p>FACT&#45;BMT&#45; A escala de Avalia&ccedil;&atilde;o Funcional da Terapia de C&acirc;ncer &#150; Transplante de Medula &Oacute;ssea (Funcional Assessment C&acirc;ncer Therapy &#150; Bone&#45;Marrow Transplantation &#45; FACT&#45;BMT) &eacute; uma escala de funcionalidade espec&iacute;fica para avaliar aspectos referentes &agrave; realidade vivenciada pelo paciente com c&acirc;ncer. &Eacute; subdividida em cinco subescalas, que abarcam todos os aspectos envolvidos no conceito de qualidade de vida: bem&#45;estar f&iacute;sico, bem&#45;estar s&oacute;cio&#45;familiar, rela&ccedil;&atilde;o com o m&eacute;dico, bem&#45;estar emocional e bem&#45;estar funcional (McQuellon et al.,1997).</p>

	    <p>Essa escala, na sua terceira vers&atilde;o, ficou composta por seis dom&iacute;nios (Mcquellon et al., 1997): Bem&#45;estar f&iacute;sico, Bem&#45;estar social&#45;familiar, Relacionamento com o m&eacute;dico<u>,</u> Bem&#45;estar emocional, Bem&#45;estar funcional e Preocupa&ccedil;&otilde;es adicionais.</p>

	    <p>Nos &uacute;ltimos anos, a FACT&#45;BMT tem sido utilizada por v&aacute;rios estudiosos com o intuito de mensurar os aspectos funcionais dos pacientes submetidos ao TCTH nas dimens&otilde;es sociais, emocionais, f&iacute;sicas e familiares (Cella et al., 1993; McQuellon, Craven &amp; Russel, 1996; McQuellon et al., 1997; McQuellon et. al., 1998; Kemmler et al., 1999; Kopp et al., 2000;&nbsp; Bonomi, Patrick, Bushnell e Martin, 2000<i>;</i> Mastropietro et al., 2007). No Brasil, os pesquisadores que utilizaram tal escala salientaram que &eacute; adequada para investigar o funcionamento do cotidiano do paciente, conforme sua percep&ccedil;&atilde;o e seus valores frente a essa modalidade de tratamento.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em um estudo de valida&ccedil;&atilde;o para a l&iacute;ngua portuguesa, os autores referem que o question&aacute;rio manteve as caracter&iacute;sticas descritas para o instrumento original quanto &agrave; consist&ecirc;ncia interna (alfa de Cronbach igual a 0,88), confiabilidade e sensibilidade, podendo, assim, ser utilizada na pr&aacute;tica cl&iacute;nica e em pesquisas (Mastropietro et al., 2007).</p>

	    <p><i>Procedimentos</i></p>

	    <p>Cuidados &eacute;ticos &#45; O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa (processo n&ordm; 7675/2006). Foram adotados os procedimentos &eacute;ticos de respeito aos volunt&aacute;rios e &agrave; institui&ccedil;&atilde;o, de acordo com a resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 196/96 sobre pesquisa envolvendo seres humanos (Brasil: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Conselho Nacional da Sa&uacute;de, 1996).</p>

	    <p>A coleta de dados foi realizada com todos os pacientes que realizaram o TCTH no ano de 2007 e no primeiro semestre de 2008, que sobreviveram &agrave; terap&ecirc;utica e que concordaram em colaborar com a pesquisa.</p>

	    <p>Os instrumentos foram aplicados no per&iacute;odo de at&eacute; 100 dias ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o, per&iacute;odo referente ao p&oacute;s&#45;TCTH imediato, em que o paciente j&aacute; recebeu alta da enfermaria, por&eacute;m precisa fazer retornos di&aacute;rios ao hospital.</p>

	    <p>Todo o processo de coleta de dados foi realizado, dentro das possibilidades, em um ambiente preservado, livre de interfer&ecirc;ncias externas, para melhor execu&ccedil;&atilde;o da tarefa, resguardando&#45;se os princ&iacute;pios de conforto e privacidade. Os instrumentos foram aplicados em uma sess&atilde;o, com dura&ccedil;&atilde;o aproximada de quarenta minutos.</p>

	    <p>O procedimento de an&aacute;lise dos resultados foi iniciado pela cota&ccedil;&atilde;o/codifica&ccedil;&atilde;o e classifica&ccedil;&atilde;o dos dados feitos por dois ju&iacute;zes, psic&oacute;logos com experi&ecirc;ncia em avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica, de forma independente. Os protocolos das t&eacute;cnicas (SF&#45;36, FACT&#45;BMT) foram cotados segundo as recomenda&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas dispon&iacute;veis para cada uma delas.</p>

	    <p>A avalia&ccedil;&atilde;o do SF&#45;36 seguiu as instru&ccedil;&otilde;es de Ciconelli (1997), sendo que ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o foi dado um escore para cada quest&atilde;o, que posteriormente foi transformado numa escala de 0&#45;100. Quanto mais pr&oacute;ximo do escore 100, mais preservado encontra&#45;se aquele aspecto. Por outro lado, quanto mais pr&oacute;ximo de 0, mais comprometido encontra&#45;se o aspecto no paciente. Portanto cada aspecto &eacute; analisado separadamente, n&atilde;o existindo um valor geral.</p>

	    <p>O FACT&#45;BMT &eacute; pontuado pelos seus dom&iacute;nios, pela soma dos escores de suas quest&otilde;es. O formato <i>Likert</i> das respostas permite escores de zero a quatro para cada quest&atilde;o, sendo considerado o escore reverso para as quest&otilde;es constru&iacute;das de forma negativa. O escore final do FACT&#45;BMT varia de zero a 164. (Mastropietro e cols, 2007).</p>

	    <p>Depois de cotados, os dados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise estat&iacute;stica descritiva, com medidas de freq&uuml;&ecirc;ncia, dispers&atilde;o e medida central, utilizando o programa SPSS, vers&atilde;o 13.0.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

	    <p><b>RESULTADOS</b></p>

	    <p>Como pode ser visualizado no quadro 2, que apresenta os escores m&eacute;dios de QVRS obtidos nas fases p&oacute;s&#45;TCTH&nbsp; pela SF&#45;36, a an&aacute;lise dos dados evidenciou uma preserva&ccedil;&atilde;o da maioria dos dom&iacute;nios da qualidade de vida, com exce&ccedil;&atilde;o dos aspectos f&iacute;sicos, o que significa que, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas decorrentes da terap&ecirc;utica desempenham um papel importante na dificuldade que esses pacientes encontram para realiza&ccedil;&atilde;o de trabalho e atividades di&aacute;rias.</p>
    <p>&nbsp;</p>
	    <p>Quadro 2 - Distribuição dos escores médios dos domínios da SF-36 no momento pós-TCTH (n=12).</p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a08q2.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>
	    <p>O aspecto mais preservado &eacute; a Sa&uacute;de Mental, no qual s&atilde;o avaliados sentimentos relativos &agrave; depress&atilde;o, ansiedade, descontrole emocional, altera&ccedil;&atilde;o do comportamento e sua persist&ecirc;ncia durante o tempo.</p>


	    <p>O quadro 3 mostra os resultados obtidos na qualidade de vida, avaliada pela FACT&#45;BMT. A an&aacute;lise dos dados evidenciou uma preserva&ccedil;&atilde;o de todos os aspectos avaliados, com destaque para Relacionamento com o m&eacute;dico, Bem&#45;estar emocional e Bem&#45;estar social/familiar. O aspecto que encontra com menor preserva&ccedil;&atilde;o &eacute; o Bem&#45;estar funcional, que &eacute; um componente relativo &agrave; capacidade de realizar atividades em casa e relacionadas a lazer, bem como a satisfa&ccedil;&atilde;o com a condi&ccedil;&atilde;o de vida atual.</p>
    <p>&nbsp;</p>
	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quadro 3 - Distribuição dos escores médios dos domínios da FACT-BMT no momento pós-TCTH . 2008.</p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a08q3.jpg"></p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>

	    <p>Na avalia&ccedil;&atilde;o com a SF&#45;36, no momento de sa&iacute;da da enfermaria, cerca de 30 dias ap&oacute;s o transplante, a QVRS aparece preservada, com exce&ccedil;&atilde;o dos Aspectos F&iacute;sicos (<i>M</i>=16,6 &plusmn;22,20), o que pode ser um reflexo das limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas decorrentes da terap&ecirc;utica, que comprometem a realiza&ccedil;&atilde;o de trabalho e atividades di&aacute;rias. &Eacute; pertinente lembrar que o paciente, recentemente, estava confinado no isolamento protetor da enfermaria e vivenciou o efeito t&oacute;xico da administra&ccedil;&atilde;o de altas doses de quimioterapia, as in&uacute;meras implica&ccedil;&otilde;es do tratamento em seu n&iacute;vel de autonomia pessoal e a possibilidade muito palp&aacute;vel de complica&ccedil;&otilde;es decorrentes do pr&oacute;prio procedimento (Oliveira&#45;Cardoso et al., 2009). &shy;Cabe destacar que o Componente F&iacute;sico da FACT&#45;BMT, espec&iacute;fica para TCTH, n&atilde;o aparece rebaixado, o que pode ser compreendido que considerando a realidade de pacientes que foram submetidos ao TCTH o Aspecto F&iacute;sico n&atilde;o apresenta um grande preju&iacute;zo.</p>

	    <p>O comprometimento de alguns aspectos no p&oacute;s&#45;TCTH imediato &eacute; dado esperado pela literatura (Meyers, Weitzner, Byrne, Valentine, Champlin &amp; Przepiorka, 1994; Leighh, Wilson, Burns &amp; Clark, 1995; Grassi, Rosti, Albertazzi &amp; Marangolo, 1996; Broers et al., 2000; Kiss et al., 2002; Oliveira, 2005; Oliveira&#45;Cardoso et al., 2009).</p>

	    <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; A experi&ecirc;ncia altamente invasiva do TCTH resulta em altera&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, fisiol&oacute;gicas, mobiliza&ccedil;&otilde;es emocionais, funcionais, sociais, familiares e espirituais (Dor&oacute; &amp; Pasquini, 2000). Com rela&ccedil;&atilde;o ao p&oacute;s&#45;TCTH imediato, Steeves (1992) acrescenta que se trata de um per&iacute;odo de renegocia&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o social e de uma tentativa de elaborar experi&ecirc;ncias ainda n&atilde;o compreendidas e elaboradas.</p>

	    <p>&nbsp;&nbsp; Em rela&ccedil;&atilde;o aos aspectos mais preservados, apareceram Sa&uacute;de Mental, Estado Geral da Sa&uacute;de, Dor e Vitalidade. Merece &ecirc;nfase o dado de Sa&uacute;de Mental ser um aspecto bastante preservado, sendo que, nesse aspecto, s&atilde;o avaliados sentimentos relativos &agrave; depress&atilde;o, ansiedade, descontrole emocional, altera&ccedil;&atilde;o do comportamento e sua persist&ecirc;ncia durante o tempo. A preserva&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental no p&oacute;s&#45;TCTH foi um achado corroborado pela investiga&ccedil;&atilde;o de Oliveira&#45;Cardoso et al. (2009).</p>

	    <p>Isso revela que, apesar de o TCTH ser uma experi&ecirc;ncia estressante, com limita&ccedil;&otilde;es e restri&ccedil;&otilde;es, os participantes deste estudo demonstrara ser capazes de lidar com os desafios pr&oacute;prios do momento imediatamente posterior ao transplante, que exige adapta&ccedil;&atilde;o a estressores espec&iacute;ficos. Al&eacute;m disso, est&atilde;o conseguindo superar as conseq&uuml;&ecirc;ncias negativas desse procedimento.</p>

	    <p>De acordo com a literatura (Litwins, Rodrigue e Weiner, 1994;&nbsp; Somerfield, Curbow, Wingard, Baker e Fogart, 1996) ap&oacute;s o TCTH os pacientes tendem a optar por estrat&eacute;gias de enfrentamento adaptativas para lidar com as repercuss&otilde;es do tratamento, a ter um bom reajustamento psicossocial e a apresentar n&iacute;veis de qualidade de vida semelhantes ao de indiv&iacute;duos submetidos a modalidades terap&ecirc;uticas mais convencionais e comparativamente menos amea&ccedil;adoras, como a quimioterapia.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esses resultados merecem uma aten&ccedil;&atilde;o especial por parte da equipe de profissionais, uma vez que se corre o risco, em fun&ccedil;&atilde;o das exig&ecirc;ncias e implica&ccedil;&otilde;es do pr&oacute;prio tratamento, de manter a rotina do paciente reduzida aos in&uacute;meros e repetitivos cuidados com a sa&uacute;de, que se fazem necess&aacute;rios imediatamente ap&oacute;s a sa&iacute;da da enfermaria. O perigo &eacute; for&ccedil;ar a instaura&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica de h&aacute;bitos que preencham a rotina de forma quase autom&aacute;tica, com preju&iacute;zo para sua capacidade funcional, espontaneidade e prazer com a vida (Mastropietro et al., 2009).</p>

	    <p>Nesse contexto, &eacute; muito f&aacute;cil recair em um modo de viver estereotipado, no qual as necessidades subjetivas desses pacientes podem assumir uma dimens&atilde;o empobrecida, restringindo&#45;se a conseguir reproduzir minimamente as exig&ecirc;ncias para a manuten&ccedil;&atilde;o do corpo biol&oacute;gico. Como auxili&aacute;&#45;los a superar essa perspectiva que esmaga a subjetividade e estreita os horizontes existenciais representa um desafio para os profissionais que se ocupam com o cuidado dos aspectos da sa&uacute;de mental desses pacientes.</p>

	    <p>Um dos maiores desafios dos profissionais que trabalham com essa popula&ccedil;&atilde;o &eacute; favorecer um espa&ccedil;o no qual cada um consiga encontrar seu caminho, perceber suas habilidades e descobrir outras alternativas, de forma ativa e criativa. &Eacute; preciso auxiliar o paciente a examinar a realidade, mas sem esquecer de entrar em contato com seus desejos e necessidades, tentando adequ&aacute;&#45;las ao poss&iacute;vel de suas capacidades. Desse modo, o profissional precisa ter flexibilidade, permitindo&#45;se romper com o esperado e programado, sem perder&#45;se no vazio da d&uacute;vida (Anders &amp; Lima, 2003).&nbsp;</p>

	    <p>&Eacute; desse contexto firme e flex&iacute;vel ao mesmo tempo que o paciente necessita para reconstruir seu cotidiano, ap&oacute;s vivenciar uma situa&ccedil;&atilde;o&#45;limite em que boa parte de sua espontaneidade ficou embotada pela imposi&ccedil;&atilde;o esmagadora e onipresente de uma rotina automatizada (Mastropietro et al., 2009).</p>

	    <p>&nbsp;&nbsp; O trabalho dos profissionais de sa&uacute;de mental que comp&otilde;em a equipe deve considerar a singularidade de cada paciente e os efeitos do TCTH em sua QVRS. Estrat&eacute;gias de apoio psicol&oacute;gico podem contribuir para atenuar o impacto desencadeado pelas situa&ccedil;&otilde;es de amea&ccedil;as e sofrimento, valorizando os recursos e potencializando&#45;os para um processo de enfrentamento mais efetivo.</p>

	    <p>&nbsp;&nbsp; &Eacute; preciso mencionar os limites do presente estudo, como a casu&iacute;stica. Finalmente, com base nos resultados analisados, pode&#45;se concluir que melhorar a qualidade de vida e a adapta&ccedil;&atilde;o dos pacientes &agrave; realidade do TCTH deve se constituir em um importante foco de interven&ccedil;&atilde;o e assist&ecirc;ncia no decurso do tratamento. Considera&#45;se que essa deveria ser uma preocupa&ccedil;&atilde;o imperiosa da equipe respons&aacute;vel pelo transplante a curto, m&eacute;dio e longo prazo, ao lado da aten&ccedil;&atilde;o dada &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o hematopo&eacute;tica p&oacute;s&#45;transplante. Al&eacute;m disso, s&atilde;o necess&aacute;rios novos estudos, com uma casu&iacute;stica ampliada e delineamentos mais sofisticados de pesquisa, para assegurar o enriquecimento do conhecimento produzido nessa &aacute;rea e garantir melhores condi&ccedil;&otilde;es de assist&ecirc;ncia e acompanhamento dos pacientes submetidos ao TCTH.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>

	    <!-- ref --><p>Almeida, A. C.; Loureiro, S. R., &amp; Voltarelli, J. C. (1998). O ajustamento psicossocial e a qualidade de vida de pacientes submetidos ao transplante de medula &oacute;ssea. <i>Medicina (</i>Ribeir&atilde;o Preto), 31(2), 296&#45;304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1645-0086201200010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>&Aacute;lvares, M., Bach, C., &amp; Campos, E. M. P. (2003). Estados emocionais do paciente candidato a transplante de medula &oacute;ssea. <i>Psicologia: Teoria e Pr&aacute;tica</i>, 5(2), 23&#45;36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1645-0086201200010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Anders, J. C., &amp; Lima, R. A. G. (2004). Crescer como transplantado de medula &oacute;ssea: repercuss&otilde;es na qualidade de vida de crian&ccedil;as e adolescentes. <i>Revista Latino&#45;Americana de Enfermagem</i>,<i>&nbsp;12</i>(6), 866&#45;874.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1645-0086201200010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Andorsky, D. J.; Loberiza, F. R., &amp; Lee, S. J. (2006). Pre&#45;transplantation physical and mental functioning is strongly associated with self&#45;reported recovery from stem cell transplantation. <i>Bone Marrow Transplantation</i>, <i>31</i>(1), 889&#45;895.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1645-0086201200010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Andrykowski, M. A. (1994). Psychiatric and psychosocial aspects of bone marrow transplantation. <i>Psychosomatics, 35</i>(1), 13&#45;24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1645-0086201200010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Auquier, P.; Simeone, M.C., &amp; Mendizabal, H. (1997). Approches theoriqu&eacute;s methodologiqu&eacute;s de l&aacute; qualit&eacute; de vie lie&eacute; &agrave; la sant&eacute;. <i>Revue Prevenir</i>, <i>33</i>(1), 77&#45;86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1645-0086201200010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Berlim, M. T., &amp; Fleck, M. P. A. (2003). Quality of life": a brand new concept for research and practice in psychiatric. <i>Revista Brasileira de Psiquiatria,</i><i>25</i>(41), 249&#45;252.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1645-0086201200010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <p>Bonomi, A. E., Patrick, D. L, Bushnell, D. M., &amp; Martin, M. (2000). Validation of the United States&rsquo; version of the World Health Organization Quality of Life (WHOQOL) instrument. <i>Journal of Clinical Epidemiology</i>, <i>53</i>(1), 1&#45;12.</p>

	    <!-- ref --><p>Brasil Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (1996). <i>Resolu&ccedil;&atilde;o 196/96 sobre pesquisa envolvendo humanos.</i> Bras&iacute;lia: Conselho Nacional da Sa&uacute;de.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1645-0086201200010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Broers, S., Kaptein, A., Cessie, S., Fibbe, W., &amp; Hengeveld, M. W. (2000). Psychological functioning and quality of life following bone marrow transplantation: a 3&#45;year follow&#45;up study. <i>Journal of Psychosomatic Research</i>, <i>48</i>(1), 11&#45;21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1645-0086201200010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Cella, D. F., Tulsky, D. S., Gray, G., Sarafian, B., Linn, E., Bonomi, A., Silberman, S. B., Yellen, P., Winicour, P., &amp; Brannon, J.(1993). The functional assessment of cancer therapy scale: development and validation of the general measure. <i>Journal of Clinical Oncology, 11</i>(3), 570&#45;9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1645-0086201200010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Ciconelli, R. M.; Ferraz, M. B., Santos, W., Mein&atilde;o, I., &amp; Quaresma, M. R. <b>(1999).</b> Tradu&ccedil;&atilde;o para a lingual portuguesa e valida&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio gen&eacute;rico de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida da SF&#45;36 (Brasil SF&#45;36). <i>Revista Brasileira de Reumatologia, 39</i>(3), 143&#45;50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1645-0086201200010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

	    <!-- ref --><p>Cooper, M. C., &amp; Powell, G. (1998). Technology and care in bone marrow transplantation unit: creating and assuaging vulnerability. <i>Holistic Nursing Practice</i>, <i>12</i>(4), 57&#45;62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1645-0086201200010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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	    <p>&nbsp;</p>

	    <p> Recebido em 10 de Maio de 2010/ Aceite em 4 de Mar&ccedil;o de 2011</p>

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