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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Cuidadores familiares de idosos dependentes com e sem demência: Rede social, pessoal e satisfação com a vida]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Family caregivers of dependent elderly with and without dementia: Social Personal network and life satisfaction]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to analyse and compare social personal network and life satisfaction in family carers of demented and non-demented elderly. The sample comprises 99 participants: 52 care of a demented elderly and 47 of a non-demented one. Social personal network was studied by a questionnaire designed from Social Personal Network Analysis Instrument. Life satisfaction was evaluated by the Portuguese version of Satisfaction With Life Scale. Main findings suggest: both sub-samples have small and mainly primary social personal networks; technical support is the less represented function; life satisfaction is generally low for both sub-samples, nevertheless lower among those who care for a demented elderly; family carers of a demented elderly with smaller social personal networks are less satisfied with life. These results emphasize the importance of psychosocial interventions centred on the personal network, developing additional support sources.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[cuidador familiar]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 
	    <p><b>Cuidadores familiares de idosos dependentes com e sem demência: Rede social, pessoal e satisfação com a vida</b></p>
	
	    <p><b>Family caregivers of dependent elderly with and without dementia: Social Personal network and life satisfaction</b></p>
    <p>&nbsp;</p>
	    <p><b>Daniela Figueiredo<sup>1, 2</sup>, Margarida Pedroso Lima<sup>3</sup> e Liliana Sousa<sup>2, 4</sup></b></p>

	

	    <p><sup>1</sup> Escola Superior de Sa&uacute;de da Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal.</p>

	    <p><sup>2</sup> Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o e Forma&ccedil;&atilde;o sobre Adultos e Idosos &#45; UniFAI, Porto, Portugal.</p>

	    <p><sup>3</sup>Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal. <sup>4</sup> Sec&ccedil;&atilde;o Aut&oacute;noma de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de da Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal.</p>

	    <p> Contato:<a href="mailto:daniela.figueiredo@ua.pt">daniela.figueiredo@ua.pt</a></p>
	    <p>&nbsp;</p>

		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>
		    <p>Este estudo visa analisar e comparar a rede social pessoal e a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em cuidadores familiares de idosos dependentes com e sem dem&ecirc;ncia. A amostra compreende 99 cuidadores familiares: 52 cuidam de um idoso demente e 47 de um idoso sem dem&ecirc;ncia. Para analisar a rede social pessoal construiu&#45;se um question&aacute;rio baseado no Instrumento de An&aacute;lise da Rede Social Pessoal. A satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida foi avaliada com a Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o com a Vida. Os resultados sugerem que: os cuidadores t&ecirc;m redes sociais pequenas centradas na fam&iacute;lia; o apoio t&eacute;cnico &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o menos representada; os cuidadores sentem&#45;se pouco satisfeitos com a vida, embora os que cuidam de um idoso com dem&ecirc;ncia se sintam menos satisfeitos; nas situa&ccedil;&otilde;es de dem&ecirc;ncia, os cuidadores com redes mais pequenas sentem&#45;se menos satisfeitos com a vida. Torna&#45;se relevante desenvolver e implementar interven&ccedil;&otilde;es psicossociais que desenvolvam as redes sociais, principalmente ativando elementos n&atilde;o familiares.</p>

	    <p><b>Palavras&#45;Chave</b>: cuidador familiar, idoso dependente, rede social pessoal, satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>ABSTRACT</b></p>
	    <p>This study aims to analyse and compare social personal network and life satisfaction in family carers of demented and non&#45;demented elderly. The sample comprises 99 participants: 52 care of a demented elderly and 47 of a non&#45;demented one. Social personal network was studied by a questionnaire designed from <i>Social Personal Network Analysis Instrument</i>. Life satisfaction was evaluated by the Portuguese version of <i>Satisfaction With Life Scale</i>. Main findings suggest: both sub&#45;samples have small and mainly primary social personal networks; technical support is the less represented function; life satisfaction is generally low for both sub&#45;samples, nevertheless lower among those who care for a demented elderly; family carers of a demented elderly with smaller social personal networks are less satisfied with life. These results emphasize the importance of psychosocial interventions centred on the personal network, developing additional support sources.</p>

	    <p><b>Key&#45;words</b>: family caregiver; dependent elderly; social personal network, satisfaction with life.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Cuidar de um idoso dependente durante um longo per&iacute;odo de tempo pode ter efeitos adversos na sa&uacute;de e bem&#45;estar do cuidador familiar. A literatura tem largamente descrito os impactos das exig&ecirc;ncias do cuidar em termos de: morbilidade f&iacute;sica, nomeadamente, elevada incid&ecirc;ncia de doen&ccedil;as cr&oacute;nicas, perce&ccedil;&atilde;o desfavor&aacute;vel do estado de sa&uacute;de, sistema imunit&aacute;rio debilitado, elevado consumo de f&aacute;rmacos (Glaser &amp; Kiecolt&#45;Glaser, 1997; Hooker, Bowman, Coehlo, Lim, Kaye, Guariglia et al., 2002; Kim &amp; Knight, 2008; Pinquart &amp; S&ouml;rensen, 2007, Pressler et al., 2009; Schulz &amp; Beach, 1999; Son, Erno, Shea, Femia, Zarit &amp; Stephens, 2007); <i>distress</i> psicol&oacute;gico, como depress&atilde;o ou ansiedade (Cooper, Belamurali &amp; Livingstone, 2007; Haley, Allen, Grant, Clay, Perkins &amp; Roth, 2009; Kim &amp; Schulz, 2008; Lavela &amp; Ather, 2010); e bem&#45;estar subjetivo, designadamente ao n&iacute;vel da satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (Ferrario, Cardillo, Vicario, Balzarini &amp; Zotti, 2004; Forsberg&#45;W&auml;rleby, M&ouml;ller &amp; Blomstrand, 2004).&nbsp;</p>

	    <p>Os modelos de stress e <i>coping</i> t&ecirc;m fundamentado a pesquisa neste &acirc;mbito, destacando o papel do suporte social como fator moderador relevante entre as exig&ecirc;ncias da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados e seus impactos na sa&uacute;de do cuidador familiar (Aneshensel, Pearlin, Mullan, Zarit &amp; Whitlatch, 1995; Clay, Roth, Wadley &amp; Haley, 2008; Wilks &amp; Croom, 2008; Williams, Williams, Zimmerman, Munn, Dobbs &amp; Sloane, 2008) e no seu bem&#45;estar subjetivo (Pinquart &amp; S&ouml;rensen, 2000; Wyller, Holmen, Laake &amp; Laake, 1998). Todavia, o enfoque dado pela investiga&ccedil;&atilde;o ao estudo do suporte social como vari&aacute;vel moderadora tem impedido a compreens&atilde;o das largas estruturas que o enquadram &#150; a rede social &#150; e, consequentemente, das diferentes formas de apoio que da&iacute; poder&atilde;o emergir.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O apoio social depende do contexto envolvente de v&iacute;nculos e de afilia&ccedil;&otilde;es, que se tem denominado rede social pessoal. Apesar de intimamente relacionados, os conceitos de suporte social e de rede social pessoal s&atilde;o conceptualmente distintos. A no&ccedil;&atilde;o de rede informa acerca do total complexo de v&iacute;nculos e seus contextos social e institucional; o suporte social refere&#45;se a tipos espec&iacute;ficos de rela&ccedil;&otilde;es que derivam da rede social (Antonucci, 2001).</p>

	    <p>Sluzki (1996) define rede social pessoal como "a soma de todas as rela&ccedil;&otilde;es que um indiv&iacute;duo percebe como significativas ou define como diferenciadas da massa an&oacute;nima da sociedade" (p.42). As fronteiras do sistema significativo do indiv&iacute;duo abrangem o conjunto de v&iacute;nculos interpessoais (quadrantes) e de pr&aacute;ticas sociais: fam&iacute;lia, amigos, rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, de estudo, de inser&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria. A rede pode ser avaliada pelas caracter&iacute;sticas estruturais (propriedades morfol&oacute;gicas), funcionais (fun&ccedil;&otilde;es dos v&iacute;nculos, i.e. tipo prevalecente de interc&acirc;mbio interpessoal) e pelos atributos dos v&iacute;nculos (propriedades espec&iacute;ficas de cada rela&ccedil;&atilde;o) (Sluzki, 1996).</p>

	    <p>A literatura sugere que a exist&ecirc;ncia de uma rede social ativa, acess&iacute;vel, est&aacute;vel e integrada tem um efeito positivo na sa&uacute;de do indiv&iacute;duo (Kahn &amp; Antonucci, 1980; Ramos, 2005; Serra, 1999; Sluzki, 1996). Inversamente, a presen&ccedil;a de uma doen&ccedil;a na pessoa (ou na vida do cuidador), especialmente quando assume contornos de cronicidade e depend&ecirc;ncia, deteriora a qualidade da sua intera&ccedil;&atilde;o social e pode reduzir o tamanho e acessibilidade da rede social (Love, Street, Harris &amp; Lowe, 2005; Sit, Wong, Clinton, Li &amp; Fong, 2004; Sluzki, 1996; Upton &amp; Reed, 2006). Sluzki (1996) descreve este processo como dupla a&ccedil;&atilde;o que designa por: <i>c&iacute;rculos virtuosos</i>, isto &eacute;, a presen&ccedil;a de uma rede social s&oacute;lida protege a sa&uacute;de do indiv&iacute;duo e a sa&uacute;de do indiv&iacute;duo mant&eacute;m a rede social; e <i>ciclos viciosos</i>, ou seja, a presen&ccedil;a de uma doen&ccedil;a cr&oacute;nica no indiv&iacute;duo afeta negativamente a sua rede social, tendo um impacto negativo sobre a sua sa&uacute;de, o que aumenta a retra&ccedil;&atilde;o da rede e assim sucessivamente no sentido da deteriora&ccedil;&atilde;o rec&iacute;proca.</p>

	    <p>Estudos pr&eacute;vios evidenciaram tamb&eacute;m o efeito positivo de redes sociais e de suporte no bem&#45;estar subjetivo dos indiv&iacute;duos (Jones, Rapport, Hanks, Lichtenberg &amp; Telmet, 2003; Karademas, 2006). Especificamente, tem&#45;se observado associa&ccedil;&otilde;es significativas entre as caracter&iacute;sticas estruturais e funcionais das redes e a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida definida enquanto componente cognitiva do bem&#45;estar subjetivo (Bowling, Farquhar &amp; Browne, 1991).</p>

	    <p>Este estudo tem como objetivos analisar e comparar a rede social pessoal de cuidadores familiares de idosos dependentes com e sem dem&ecirc;ncia e estudar a rela&ccedil;&atilde;o entre o tamanho da rede social e a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida nos dois grupos de cuidadores. Este estudo &eacute; relevante porque: i) alarga o conhecimento sobre a rede social pessoal dos cuidadores, permitindo saber mais acerca de membros dispon&iacute;veis para prestar apoio; ii) a investiga&ccedil;&atilde;o tem focado a experi&ecirc;ncia de cuidar no contexto da dem&ecirc;ncia e este estudo inclui e compara cuidadores familiares de idosos com e sem dem&ecirc;ncia, permitindo ponderar a necessidade de interven&ccedil;&otilde;es diferenciadas; iii) centra&#45;se na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida como um indicador positivo de bem&#45;estar, contrariando a tend&ecirc;ncia verificada na literatura de analisar os impactos psicol&oacute;gicos da experi&ecirc;ncia de cuidar em termos da afetividade negativa, como a depress&atilde;o ou a ansiedade.</p>

	    <p>Al&eacute;m disso, o estudo tem importantes implica&ccedil;&otilde;es para a interven&ccedil;&atilde;o, pois conhecer as caracter&iacute;sticas e regularidades das redes sociais pessoais pode dar indica&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento de interven&ccedil;&otilde;es psicossociais e comunit&aacute;rias de promo&ccedil;&atilde;o a sa&uacute;de e bem&#45;estar dos cuidadores familiares.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>MÉTODO</b></p>

	    <p><i>Participantes</i></p>

	    <p>Os objetivos do estudo implicaram a constitui&ccedil;&atilde;o de uma amostra diferenciada. Assim, foi constitu&iacute;da uma amostra de 99 cuidadores familiares, 52 (52,5%) cuidam de uma pessoa idosa com dem&ecirc;ncia e 47 (47,5%) de um idoso dependente sem dem&ecirc;ncia.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Durante o procedimento de constitui&ccedil;&atilde;o das subamostras, procurou&#45;se que ambas cumprissem crit&eacute;rios semelhantes de caracteriza&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio&#45;demogr&aacute;fica relativamente &agrave;s seguintes vari&aacute;veis: idade, g&eacute;nero, estado civil, habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias, situa&ccedil;&atilde;o profissional, grau de parentesco, exist&ecirc;ncia de filhos a cargo, dist&acirc;ncia geogr&aacute;fica e grau de depend&ecirc;ncia da pessoa idosa. Assim, as subamostras apresentam distribui&ccedil;&otilde;es id&ecirc;nticas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s vari&aacute;veis s&oacute;cio&#45;demogr&aacute;ficas consideradas (Tabela 1). Os cuidadores s&atilde;o maioritariamente do g&eacute;nero feminino (84,8%), com m&eacute;dia et&aacute;ria de 57,1 anos (DP=12,3) e casados (78,8%). Predominam os 4 anos de escolaridade (54,5%) e situa&ccedil;&otilde;es de reforma (28,3%) ou de dom&eacute;sticas (25,3%).</p>
    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Tabela 1 - Caracterização sócio-demográfica e familiar dos cuidadores</p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a11t1.jpg"> </p>

	    
<p>&nbsp;</p>
	    <p>A maioria dos cuidadores s&atilde;o descendentes (52,5%) ou c&ocirc;njuges (24,2%) da pessoa de quem cuidam, n&atilde;o t&ecirc;m filhos a cargo (64,6%) e coabitam com o familiar dependente (82,8%). Quanto ao grau de depend&ecirc;ncia, verifica&#45;se que a maioria (51.5%) dos recetores de cuidados s&atilde;o totalmente dependentes.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><i>Procedimentos</i></p>

	    <p>Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o da amostra foram: ser cuidador principal, isto &eacute;, ser o familiar que assume a responsabilidade pela presta&ccedil;&atilde;o de cuidados; cuidar h&aacute; mais de 6 meses; cuidar de uma pessoa idosa dependente (&Iacute;ndice de Barthel) sem e com dem&ecirc;ncia (diagn&oacute;stico cl&iacute;nico).</p>

	    <p>A identifica&ccedil;&atilde;o dos participantes foi realizada com a colabora&ccedil;&atilde;o de institui&ccedil;&otilde;es do Distrito de Aveiro, Portugal, que prestam servi&ccedil;os de apoio a idosos dependentes, nomeadamente servi&ccedil;o de apoio domicili&aacute;rio e/ou centro de dia. Cumpridos os aspetos formais de apresenta&ccedil;&atilde;o dos objetivos do estudo e pedidos de autoriza&ccedil;&atilde;o &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es contactadas, os diretores t&eacute;cnicos identificaram os cuidadores familiares dos utentes que satisfizessem os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e mediaram o seu contacto com os investigadores. Ap&oacute;s este procedimento, as pessoas foram contactadas pelos investigadores e informadas acerca da natureza, objetivos e m&eacute;todos do estudo. Foi&#45;lhes solicitada a sua colabora&ccedil;&atilde;o, tendo&#45;lhes sido garantida a confidencialidade das respostas. Aos cuidadores que aceitaram participar, foi&#45;lhes solicitada a assinatura do termo de consentimento livre e informado.</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Material</i></p>

	    <p>Para a caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra foi constru&iacute;do um question&aacute;rio s&oacute;cio&#45;demogr&aacute;fico a partir do qual se recolheu informa&ccedil;&atilde;o acerca de: g&eacute;nero, idade, estado civil, habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias e situa&ccedil;&atilde;o profissional do cuidador; rela&ccedil;&atilde;o de parentesco com a pessoa cuidada; exist&ecirc;ncia de filhos a cargo; dist&acirc;ncia geogr&aacute;fica em rela&ccedil;&atilde;o ao idoso dependente; e grau de depend&ecirc;ncia da pessoa idosa.</p>

	    <p>Para o estudo da rede social pessoal construiu&#45;se um question&aacute;rio, baseado no Instrumento de An&aacute;lise da Rede Social Pessoal (IARSP) (Alarc&atilde;o &amp; Sousa, 2007), para analisar as caracter&iacute;sticas estruturais e funcionais da rede e a reciprocidade como atributo dos v&iacute;nculos (Ver Quadro 1). O IARSP tem&#45;se revelado como um instrumento adequado no quadro de investiga&ccedil;&otilde;es que visem a caracteriza&ccedil;&atilde;o das redes sociais de determinadas popula&ccedil;&otilde;es (Alarc&atilde;o &amp; Sousa, 2007). Antes da recolha de dados, realizou&#45;se um pr&eacute;&#45;teste com cinco participantes no sentido de averiguar poss&iacute;veis dificuldades no preenchimento do question&aacute;rio.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Quadro 1 - Rede social pessoal: Descrição das questões e variáveis</p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a11q1.jpg"> </p>

	    
<p>&nbsp;</p>

	    <p>A satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida foi avaliada com a vers&atilde;o portuguesa da <i>Satisfaction With Life Scale</i> (SWLS) de Diener, Emmons, Larsen e Griffin (1985), validada por Sim&otilde;es (1992). A SWLS &eacute; composta por 5 itens organizados numa escala tipo Likert de 5 pontos: discordo muito (1), discordo um pouco (2), n&atilde;o concordo nem discordo (3), concordo um pouco (4) e concordo muito (5). Os resultados oscilam entre 5 e 25, e valores mais elevados indicam maior satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. A SWLS tem revelado boas propriedades psicom&eacute;tricas, com valores de consist&ecirc;ncia interna aceit&aacute;veis: alfa de Cronbach de 0.77 (Sim&otilde;es, 1992). Neste estudo o valor do alfa de Cronbach foi bastante satisfat&oacute;rio (0.834).</p>

	    <p>A capacidade funcional da pessoa idosa para realizar as atividades de vida di&aacute;ria foi avaliada pela vers&atilde;o portuguesa adaptada do &Iacute;ndice de Barthel (Mahoney &amp; Barthel, 1965), que faculta uma estimativa do seu grau de depend&ecirc;ncia. Trata&#45;se de uma escala de f&aacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o, apresentando elevados n&iacute;veis de fiabilidade e validade (Ruzafa &amp; Moreno, 1997). Para cada tipo de atividade considerada, existe uma pontua&ccedil;&atilde;o que pode assumir os valores de 0, 5, 10 ou 15 pontos. A pontua&ccedil;&atilde;o total varia entre 0 e 100, pelo que pontua&ccedil;&otilde;es mais elevadas significam maior grau de independ&ecirc;ncia.</p>

	    <p><i>Procedimentos de an&aacute;lise dos dados</i></p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A an&aacute;lise descritiva dos dados implicou o c&aacute;lculo de frequ&ecirc;ncias e de medidas de tend&ecirc;ncia central (m&eacute;dia) e dispers&atilde;o (desvio&#45;padr&atilde;o). A compara&ccedil;&atilde;o de resultados foi realizada atrav&eacute;s do c&aacute;lculo do teste <i>t</i>. O estudo da associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis envolveu o c&aacute;lculo do coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson. Estes procedimentos implicaram um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de p&lt;0,05. Os dados foram analisados atrav&eacute;s programa SPSS (<i>Statistical Package for the Social Sciences</i>), vers&atilde;o 16 para <i>Windows</i>.&nbsp;&nbsp;</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>RESULTADOS</b></p>

	    <p><b>Rede social pessoal</b></p>

	    <p>Uma rede de tamanho m&eacute;dio tem entre 13 a 20 elementos (Alarc&atilde;o &amp; Sousa, 2007), da&iacute; que a rede social pessoal dos cuidadores familiares neste estudo &eacute; reduzida (Tabela 2): m&eacute;dia de 6,44 elementos para os cuidadores familiares de uma pessoa demenciada e de 7,21 para os que cuidam de um idoso sem dem&ecirc;ncia. N&atilde;o existem diferen&ccedil;as estatisticamente significativas.</p>
    <p>&nbsp;</p>

	    <p>Tabela 2 - Rede social pessoal dos cuidadores familiares: tamanho. composição. funções e reciprocidade</p>
	    <p><img src="/img/revistas/psd/v13n1/13n1a11t2.jpg"> </p>

	    
<p>&nbsp;</p>
	    <p>Quanto &agrave; composi&ccedil;&atilde;o, em ambas as subamostras o quadrante familiar &eacute; o mais significativo, seguido pelas rela&ccedil;&otilde;es de amizade e vizinhan&ccedil;a. As rela&ccedil;&otilde;es de natureza institucional e de trabalho s&atilde;o menos comuns para ambas as subamostras.</p>


	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nas caracter&iacute;sticas funcionais da rede tamb&eacute;m n&atilde;o se observaram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas (Tabela 2). Nem todas as fun&ccedil;&otilde;es assumem a mesma intensidade, observando&#45;se o mesmo gradiente decrescente do n&iacute;vel de apoio em ambos os grupos: o apoio emocional, seguido pela companhia, apoio instrumental, apoio financeiro e aconselhamento, s&atilde;o as fun&ccedil;&otilde;es cujo n&iacute;vel de apoio foi considerado como "suficiente". Destaca&#45;se ainda o significado dos valores observados para o apoio t&eacute;cnico que exprimem a sua insufici&ecirc;ncia.</p>

	    <p>Na reciprocidade n&atilde;o se verificaram diferen&ccedil;as com significado estat&iacute;stico entre os grupos. Os cuidadores sentem que s&atilde;o "algumas vezes" solicitados para prestar apoio e que "frequentemente" retribuem o apoio que recebem.</p>

	    <p><b>Satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida</b></p>

	    <p>Considerando que um resultado de 15 representa na SWLS o ponto neutro, isto &eacute;, o marco no qual a pessoa se encontra igualmente satisfeita e insatisfeita ("n&atilde;o concordo, nem discordo), verificou&#45;se que os cuidadores de ambas as subamostras n&atilde;o est&atilde;o satisfeitos com a vida: 11,79 (DP=4,94) para os que cuidam de um idoso com dem&ecirc;ncia e 14,02 (DP=6,16) para o outro grupo. Observaram&#45;se diferen&ccedil;as significativas entre as subamostras (t=1,99; p=0,004): os cuidadores que t&ecirc;m um familiar com dem&ecirc;ncia a seu cargo est&atilde;o ainda menos satisfeitos com a vida do que aqueles que cuidam de um familiar cujo estado cognitivo n&atilde;o se encontra comprometido.</p>

	    <p><b>Rela&ccedil;&atilde;o entre o tamanho da rede social pessoal e a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida</b></p>

	    <p>O c&aacute;lculo do coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson permitiu observar a exist&ecirc;ncia de correla&ccedil;&otilde;es significativas apenas para os cuidadores familiares de um idoso com dem&ecirc;ncia (r=0,494; p &lt;0,01): as pessoas que t&ecirc;m redes sociais mais pequenas tendem a sentir&#45;se menos satisfeitas com a vida.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>DISCUSSÃO</b></p>

	    <p>Os resultados demonstram que, de uma forma geral, os familiares que cuidam de uma pessoa idosa dependente tendem a apresentar redes sociais pequenas, muito concentradas nas rela&ccedil;&otilde;es familiares e a sentir&#45;se pouco satisfeitos com a vida, sublinhando a natureza <i>desgastante</i> da experi&ecirc;ncia de cuidar.</p>

	    <p>As redes pequenas tendem a ser pouco eficazes em situa&ccedil;&atilde;o de sobrecarga ou tens&atilde;o prolongada, por evitamento do contacto com a pessoa focal ou por sobrecarga do (ou dos) elemento(s) mais diretamente envolvidos (Alarc&atilde;o &amp; Sousa, 2007; Sluzki, 1996). Assim, criam&#45;se condi&ccedil;&otilde;es para o <i>c&iacute;rculo vicioso</i> que amea&ccedil;a o bem&#45;estar do cuidador. Esta situa&ccedil;&atilde;o &eacute; particularmente relevante nas situa&ccedil;&otilde;es em que a pessoa cuidada sofre de dem&ecirc;ncia. Os resultados evidenciaram a exist&ecirc;ncia de uma correla&ccedil;&atilde;o significativa entre a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida e o tamanho da rede social apenas naqueles que cuidam de um idoso com dem&ecirc;ncia: os que t&ecirc;m redes sociais mais pequenas s&atilde;o aqueles que se encontram menos satisfeitos com a vida. S&atilde;o tamb&eacute;m os cuidadores de idosos com dem&ecirc;ncia que, quando comparados com os outros, se encontram significativamente menos satisfeitos com a vida, refor&ccedil;ando que a dem&ecirc;ncia &eacute; uma das condi&ccedil;&otilde;es de doen&ccedil;a mais complexa, dif&iacute;cil e <i>stressante</i> (Dupuis, Epp &amp; Smale, 2004; Leinonen, Korpisammal, Pulkkinen &amp; Pukuri, 2001; Ory, Hoffman III, Yee, Tennstedt &amp; Schulz, 1999; Parks &amp; Novielli, 2003).</p>

	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>N&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas entre as subamostras relativamente ao estudo das caracter&iacute;sticas das redes sociais pessoais. Os v&iacute;nculos familiares e informais (rela&ccedil;&otilde;es de amizade e vizinhan&ccedil;a) assumem maior relev&acirc;ncia para ambos os grupos por compara&ccedil;&atilde;o com as rela&ccedil;&otilde;es de cariz formal ou institucional. Acresce que todas as fun&ccedil;&otilde;es est&atilde;o representadas na rede, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o do apoio t&eacute;cnico, que consiste numa fun&ccedil;&atilde;o desempenhada pelos elementos ligados a servi&ccedil;os estruturais e formais, tais como profissionais de sa&uacute;de ou de a&ccedil;&atilde;o social. Estudos pr&eacute;vios v&atilde;o tamb&eacute;m neste sentido, sugerindo que os cuidadores valorizam mais o apoio da fam&iacute;lia e/ou redes informais em detrimento dos servi&ccedil;os formais (Bourgeois, Beach, Schulz &amp; Burgio, 1996; Chiou, Chang, Chen &amp; Wang, 2009).</p>

	    <p>De facto, os participantes do estudo articulam os cuidados que prestam com os servi&ccedil;os de apoio formal, mas os profissionais n&atilde;o s&atilde;o percecionados como elementos significativos nas redes sociais dos cuidadores. Estes resultados poder&atilde;o ter v&aacute;rias explica&ccedil;&otilde;es. Em primeiro lugar, as respostas sociais de que os cuidadores familiares "usufruem" n&atilde;o s&atilde;o especificamente direcionadas para as suas necessidades, mas sim para as necessidades da pessoa idosa, centrando&#45;se sobretudo no apoio ao n&iacute;vel das atividades b&aacute;sicas de vida di&aacute;ria; portanto, &eacute; o idoso dependente o principal benefici&aacute;rio dos servi&ccedil;os. Al&eacute;m disso, a literatura tem destacado que os cuidadores valorizam mais o apoio (e quem o presta) para lidar com conflitos emocionais, sentimentos de culpa, de tristeza ou ansiedade do que o apoio ao n&iacute;vel dos cuidados instrumentais (Dupuis, Epp &amp; Smale, 2004; Figueiredo, 2009; Nolan, Grant &amp; Keady, 1996). Outro aspeto relevante refere&#45;se ao padr&atilde;o que tem caracterizado as intera&ccedil;&otilde;es entre profissionais e cuidadores, assente numa rela&ccedil;&atilde;o assim&eacute;trica de poder, na qual o profissional se perspetiva (e &eacute; perspetivado) como <i>expert</i> e o cuidador como desprovido de conhecimentos e compet&ecirc;ncias para lidar com a situa&ccedil;&atilde;o de cuidados. Acresce que um dos motivos evidenciados em estudos pr&eacute;vios para a resist&ecirc;ncia dos cuidadores familiares em aceitar apoio formal prende&#45;se precisamente com a aus&ecirc;ncia de reconhecimento e valoriza&ccedil;&atilde;o do seu papel e das suas compet&ecirc;ncias por parte dos servi&ccedil;os e o receio do comportamento impositivo dos profissionais (Brodaty, Thomson, Thompson &amp; Fine, 2005; Carretero, Garc&eacute;s &amp; R&oacute;denas, 2007; Dupuis, Epp &amp; Smale, 2004; Figueiredo, 2009).</p>

	    <p>Os resultados colocam assim v&aacute;rios desafios &agrave; interven&ccedil;&atilde;o em rede, &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os formais de apoio e &agrave; intera&ccedil;&atilde;o entre os profissionais e os cuidadores familiares. O desenvolvimento de quadrantes adicionais parece essencial na preven&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es sintom&aacute;ticas no cuidador e/ou noutros membros da fam&iacute;lia. Salienta&#45;se, desse modo, o papel preponderante que as interven&ccedil;&otilde;es psicossociais podem assumir. O impacto da tarefa de cuidar pode ser atenuado pela partilha, n&atilde;o s&oacute; dentro da rede social de suporte existente, mas recorrendo a outras redes de apoio como os grupos de suporte ou os grupos psicoeducativos. Tem&#45;se verificado um efeito positivo da troca de experi&ecirc;ncias no bem&#45;estar dos cuidadores no contexto dos grupos psicoeducativos desde logo pelo facto de os retirar da solid&atilde;o a que a doen&ccedil;a cr&oacute;nica do familiar muitas vezes obriga (Chiquelho, Neves, Mendes, Relvas, &amp; Sousa, 2010; Figueiredo, 2009; Guerra, Mendes, Figueiredo &amp; Sousa, 2011; S&ouml;rensen, Pinquart, &amp; Duberstein, 2002), representando tamb&eacute;m uma oportunidade de partilha de informa&ccedil;&atilde;o sobre a doen&ccedil;a, servi&ccedil;os e recursos comunit&aacute;rios dispon&iacute;veis, ou de estrat&eacute;gias para promover a autoefic&aacute;cia da gest&atilde;o emocional.</p>

	    <p>&nbsp;Os servi&ccedil;os devem procurar ser mais facilitadores e flex&iacute;veis, atendendo e valorizando a perspetiva dos cuidadores sobre as suas necessidades espec&iacute;ficas para que sejam mais efetivos (Hanson, Nolan, Magnusson, Sennemark, Johansson &amp; Nolan, 2006). A pr&oacute;pria intera&ccedil;&atilde;o entre profissionais e cuidadores, frequentemente baseada em padr&otilde;es de assimetria, deve ser questionada e desafiada. A ideia de <i>expertise</i> associada ao saber profissional leva a que frequentemente se ignore os conhecimentos e compet&ecirc;ncias dos cuidadores entretanto adquiridas pela sua experi&ecirc;ncia, criando neles relut&acirc;ncia em aceitar ajuda (Nolan, Grant &amp; Keady, 1996; Figueiredo, 2009).</p>

	    <p>Outro dado relevante do estudo refere&#45;se &agrave; reciprocidade. Os cuidadores de ambos os grupos perspetivam a troca equitativa dos recursos dispon&iacute;veis na rede. Este resultado &eacute; de import&acirc;ncia primordial para o desenvolvimento e interven&ccedil;&atilde;o na rede, pois a oportunidade do sujeito central poder ser fonte de apoio para outros membros traz&#45;lhe gratifica&ccedil;&atilde;o e torna&#45;o mais recetivo &agrave; ajuda dos outros.</p>

	    <p>A aus&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as significativas entre os dois grupos relativamente &agrave; an&aacute;lise das redes sociais tamb&eacute;m merece ser escrutinada. Apesar da maioria dos idosos com dem&ecirc;ncia sofrer de doen&ccedil;a de Alzheimer, n&atilde;o se recolheu informa&ccedil;&atilde;o acerca do est&aacute;dio da evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a em que se encontravam. Por&eacute;m verificou&#45;se que a maioria (77%) apresentava depend&ecirc;ncia funcional severa a total, tal como os idosos dependentes sem dem&ecirc;ncia (66%), condi&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica das etapas tardias da doen&ccedil;a. A investiga&ccedil;&atilde;o tem apontado como fatores de redu&ccedil;&atilde;o do bem&#45;estar dos cuidadores familiares, os comportamentos problem&aacute;ticos e altera&ccedil;&otilde;es cognitivas da dem&ecirc;ncia, caracter&iacute;sticos dos est&aacute;dios iniciais e interm&eacute;dios da doen&ccedil;a (Black &amp; Almeida, 2004; Neil &amp; Bowie, 2007; Neri, Bonati, Pinelli, Borella, Tolve &amp; Nigro, 2007; Shaji, George, Prince &amp; Jacob, 2009). Possivelmente, a aus&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as significativas no estudo ocorre porque os idosos com dem&ecirc;ncia se encontram no est&aacute;dio mais avan&ccedil;ado da doen&ccedil;a, caracterizado pela total depend&ecirc;ncia e inatividade. Ou ent&atilde;o, n&atilde;o &eacute; o tipo de doen&ccedil;a <i>per se</i> que influencia as caracter&iacute;sticas das redes sociais, mas as exig&ecirc;ncias da doen&ccedil;a cr&oacute;nica em determinado momento de progress&atilde;o. Trata&#45;se de uma limita&ccedil;&atilde;o do estudo que exige a considera&ccedil;&atilde;o do est&aacute;dio da progress&atilde;o da doen&ccedil;a de Alzheimer em pesquisas futuras. Estudos posteriores poderiam analisar a evolu&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas estruturais e funcionais das redes sociais dos cuidadores em fun&ccedil;&atilde;o da progress&atilde;o da dem&ecirc;ncia.&nbsp;</p>

	    <p>Este estudo apresenta importantes contributos te&oacute;ricos e pr&aacute;ticos. Salienta&#45;se o desenho comparativo, contrariando a tend&ecirc;ncia na literatura de focalizar os estudos da experi&ecirc;ncia de cuidar nas situa&ccedil;&otilde;es de doen&ccedil;a demencial. Al&eacute;m disso, a pesquisa neste dom&iacute;nio tem&#45;se centrado nos impactos psicol&oacute;gicos decorrentes da presta&ccedil;&atilde;o de cuidados avaliados em termos de afetividade negativa, como a depress&atilde;o, sobrecarga ou ansiedade. Este estudo, ao avaliar a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, centra&#45;se em indicadores positivos de bem&#45;estar, trazendo um acrescento ao estado do conhecimento neste &acirc;mbito. Ao realizar&#45;se um estudo comparativo das redes sociais pessoais, ultrapassa&#45;se o &acirc;mbito do estudo do apoio social, para se considerar outras caracter&iacute;sticas importantes para a interven&ccedil;&atilde;o em rede, nomeadamente o tamanho, a composi&ccedil;&atilde;o e a reciprocidade.</p>

	    <p>&nbsp;</p>

	    <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>

	    <!-- ref --><p>Alarc&atilde;o, M., &amp; Sousa, L. (2007). Rede social pessoal: do conceito &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o. Psychologica, 44, 353&#45;376.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1645-0086201200010001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

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