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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade de vida relacionada com sáude oral avaliada em adultos: revisão integrativa]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Changes in oral health can affect feeding, communication, social interaction, intellectual performance and rest. In assessing subjective experiences related to the impact of oral health conditions - Oral Health-Related Quality of Life (OHRQoL) - valuable information can be collected with the intend of improving it. This integrative review aims to gather consistent information about OHRQoL focusing on assessment tools for adults. The electronic databases consulted were PubMed, SciELO and B-ON with the use of the descriptors "oral health-related quality of life", "questionnaires" and "adults". Recommendations proposed in PRISMA guide were adopted. The 19 assessed publications comprise observational studies published between 2005 and 2014, pointing to a diversity of instruments empirically validated, referring generic approach to oral health (OHIP-14, OIDP, GOHAI, OHQOL) and specific approach (PIDAQ).Overall, the instruments showed good sensitivity and construct validity, as distinguished by the diversity of domains and items that focus on the physical, emotional and social functioning. The instruments are brief, easy to understand and of quick administration. Generally, they focus on negative impact of oral health on QoL and only two instruments (GOHAI, PIDAQ) integrate, simultaneously, the two kinds of impact. Compared to other instruments, the OHIP-14 has more cultural versions, versatility by including more domains and provides access to information on the severity, extent and prevalence of perceived impacts, suggesting it may be the most appropriate in contexts for clinical intervention and intercultural research.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Qualidade de vida relacionada com s&aacute;ude oral avaliada em adultos: revis&atilde;o integrativa </b></p>     <p><b>Oral health- related quality of life assessed in adults: integrative review</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Andreia Castro Afonso, &amp; Isabel Silva</b></p>     <p>Faculdade de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas, Universidade Fernando Pessoa, Porto</p>     <p>&nbsp;</p> <a href="#c0">Endereço para Correspondência</a><a name="topc0"></a>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>As altera&ccedil;&otilde;es da sa&uacute;de oral podem afetar a alimenta&ccedil;&atilde;o, a comunica&ccedil;&atilde;o, a intera&ccedil;&atilde;o social, o desempenho intelectual e o descanso. Ao avaliar as experi&ecirc;ncias subjetivas relacionadas com o impacto das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de oral -Qualidade de Vida Relacionada com a Sa&uacute;de Oral (QdVRSO) - &eacute; poss&iacute;vel recolher informa&ccedil;&otilde;es valiosas para melhor&aacute;-la.Esta revis&atilde;o integrativa visareunir informa&ccedil;&otilde;es consistentes sobre QdVRSO com foco nos instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o para adultos. As bases de dados eletr&oacute;nicas consultadas foram PubMed, SciELO e B-ON com o uso dos descritores &ldquo;<i>oral health-related quality of life</i>&rdquo;, &ldquo;<i>questionnaires</i>&rdquo; e &ldquo;<i>adults</i>&rdquo;. Foram adotadas as reco&shy;menda&ccedil;&otilde;es propostas no guia PRISMA. As 19 publica&ccedil;&otilde;es analisadas consistem em estudos observacionais, publicados entre 2005 e 2014, que apontam para uma diversidade de instrumentos validados empiricamente, com abordagem gen&eacute;rica de sa&uacute;de oral (OHIP-14, OIDP, GOHAI, OHQOL) e abordagem espec&iacute;fica (PIDAQ). Globalmente, os instrumentos revelam boa sensibilidade e validade de construto, distinguindo-se pela diversidade de dom&iacute;nios e de itens, que se focalizam no funcionamento f&iacute;sico, emocional e social. Os instrumentos s&atilde;o breves, de f&aacute;cil compreens&atilde;o e r&aacute;pida administra&ccedil;&atilde;o. Centram-se no impacto negativo da sa&uacute;de oral na QdV e apenas dois instrumentos (GOHAI, PIDAQ) integram simultaneamente os dois tipos de impacto. Comparativamente aos restantes instrumentos, o OHIP-14 apresenta mais vers&otilde;es culturais, maior versatilidade por incluir mais dom&iacute;nios e permite aceder a informa&ccedil;&atilde;o relativa &agrave; gravidade, extens&atilde;o e preval&ecirc;ncia dos impactos negativos percebidos, sugerindo que pode ser o mais adequado para contextos de interven&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e investiga&ccedil;&atilde;o intercultural.</p>     <p><b>Palavras-chave</b><i>:</i> sa&uacute;de oral, qualidade de vida, instrumentos, avalia&ccedil;&atilde;o, adultos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>Changes in oral health can affect feeding, communication, social interaction, intellectual performance and rest. In assessing subjective experiences related to the impact of oral health conditions - Oral Health-Related Quality of Life (OHRQoL) - valuable information can be collected with the intend of improving it. This integrative review aims to gather consistent information about OHRQoL focusing on assessment tools for adults. The electronic databases consulted were PubMed, SciELO and B-ON with the use of the descriptors &quot;oral health-related quality of life&quot;, &quot;questionnaires&quot; and &quot;adults&quot;. Recommendations proposed in PRISMA guide were adopted. The 19 assessed publications comprise observational studies published between 2005 and 2014, pointing to a diversity of instruments empirically validated, referring generic approach to oral health (OHIP-14, OIDP, GOHAI, OHQOL) and specific approach (PIDAQ).Overall, the instruments showed good sensitivity and construct validity, as distinguished by the diversity of domains and items that focus on the physical, emotional and social functioning. The instruments are brief, easy to understand and of quick administration. Generally, they focus on negative impact of oral health on QoL &nbsp;and only two instruments (GOHAI, PIDAQ) integrate, simultaneously, the two kinds of impact. Compared to other instruments, the OHIP-14 has more cultural versions, versatility by including more domains and provides access to information on the severity, extent and prevalence of perceived impacts, suggesting it may be the most appropriate in contexts for clinical intervention and intercultural research.</p>     <p><b>Key-words</b><i>:</i>oral health, quality of life instruments, assessment, adults.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A sa&uacute;de oral afeta a sa&uacute;de em geral ao interferir e limitar nas atividades di&aacute;rias, destacando-se os impactos das suas altera&ccedil;&otilde;es nos dom&iacute;nios funcionais, psicol&oacute;gicos e sociais (Sischo &amp; Broder, 2011; Slade, 2002; Slade &amp; Spencer, 1994; Steele, Ayatollahi, Walls, &amp; Murray, 1997). Dado que partilham fatores de risco comuns, sobretudo em termos de estilos de vida, as doen&ccedil;as orais podem ter um impacto sobre muitos aspetos da sa&uacute;de geral verificando-se uma reciprocidade causal como em doen&ccedil;as cardiovasculares e cerebrovasculares, aterosclerose, diabetes e prematuridade (Gibson, Yumoto, Takahashi, Chou, &amp; Genco, 2006; Griffin, Jones, Brunson, Griffin, &amp; Bailey, 2012; Ordem dos M&eacute;dicos Dentistas [OMD], 2013). Para al&eacute;m disso, constituem, muitas vezes, a evid&ecirc;ncia prim&aacute;ria de doen&ccedil;as sist&eacute;micas, nomeadamente em casos de diabetes ou HIV/SIDA (Griffin et al.,2012; Petersen, Bourgeois, Bratthall, Ogawa, Estupinan-Day, &amp;&nbsp;Ndiaye, 2005). Para al&eacute;m de que, melhores cuidados de higiene oral parecem prevenir infe&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias e morte por pneumonia em idosos nos hospitais e lares (Sj&ouml;gren, Nilsson, Forsell, Johansson, &amp; Hoogstraate, 2008) e ainda a escovagem frequente de dentes pode estar associada a n&iacute;veis baixos de doen&ccedil;a cardiovascular (Oliveira, Watt, &amp; Hamer, 2010).</p>     <p>A c&aacute;rie e as doen&ccedil;as de gengivas afetam cerca de 90% da popula&ccedil;&atilde;o mundial e a dor, a dificuldade em comer, mastigar, sorrir e comunicar devido a dentes descoloridos, danificados ou mesmo ausentes, altera&ccedil;&otilde;es no sono e no descanso, na intera&ccedil;&atilde;o social e na capacidade intelectual s&atilde;o os problemas mais frequentemente referidos e algumas das principais causas referidas de absentismo laboral (Allen, 2003; OMD, 2013; Petersen et al., 2005; Sheinam, 2005; Steele et al., 1997). O n&uacute;mero e distribui&ccedil;&atilde;o de dentes, a utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese dent&aacute;ria e a presen&ccedil;a de doen&ccedil;a est&atilde;o associados a problemas alimentares, para al&eacute;m de que a exist&ecirc;ncia de espa&ccedil;os anteriores n&atilde;o preenchidos, presen&ccedil;a de c&aacute;ries generalizadas e doen&ccedil;a encontram-se associadas &agrave; insatisfa&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica (Steele et al., 1997).</p>     <p>&Eacute; cada vez mais preconizada a associa&ccedil;&atilde;o de medidas cl&iacute;nicas de sa&uacute;de oral com os relatos de perce&ccedil;&atilde;o de bem-estar geral e oral e de funcionamento f&iacute;sico, social e psicol&oacute;gico (Gift &amp; Atchinson, 1995). Esta abordagem permite centrar, n&atilde;o na doen&ccedil;a, mas no indiv&iacute;duo e nas suas avalia&ccedil;&otilde;es subjetivas dos impactos da doen&ccedil;a.</p>     <p>As pol&iacute;ticas de or&ccedil;amento do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para a Sa&uacute;de Oral em Portugal conduzem a uma das taxas de tratamento dent&aacute;rio mais baixas da Europa, da&iacute; a import&acirc;ncia de estudos que permitam recolher informa&ccedil;&otilde;es de modo a melhorar o bem-estar dos pacientes como resultado do tratamento dent&aacute;rio (OMD, 2010).</p>     <p>&Eacute; imperativo demonstrar a import&acirc;ncia que as doen&ccedil;as orais t&ecirc;m na sa&uacute;de f&iacute;sica e psicol&oacute;gica dos indiv&iacute;duos e isso s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel atrav&eacute;s da avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade de Vida Relacionada com a Sa&uacute;de Oral - QdVRSO (Allen, 2003; Locker, 1997; Sischo &amp; Broder, 2011; Slade &amp; Spencer 1994). As quest&otilde;es de QdV tornam-se cruciais em qualquer pol&iacute;tica de sa&uacute;de p&uacute;blica na medida em que apoia os profissionais cl&iacute;nicos na sele&ccedil;&atilde;o de tratamentos e na monitoriza&ccedil;&atilde;o dos resultados dos pacientes, os investigadores na identifica&ccedil;&atilde;o de fatores determinantes de sa&uacute;de e de risco para a sa&uacute;de, na determina&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os necess&aacute;rios a providenciar &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es, para al&eacute;m de que auxilia os pol&iacute;ticos na elabora&ccedil;&atilde;o de programas e prioridades institucionais, bem como nas decis&otilde;es pol&iacute;ticas e de financiamento (Bennadi &amp; Reddy, 2013; Gift &amp; Atchinson, 1995; Slade, 2012). As evid&ecirc;ncias destacam a necessidade de aumentar a investiga&ccedil;&atilde;o nesta &aacute;rea bem como a import&acirc;ncia da converg&ecirc;ncia das Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de com as Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas, pois s&oacute; assim ser&aacute; poss&iacute;vel desenvolver estudos e instrumentos v&aacute;lidos que sustentem novas pol&iacute;ticas de sa&uacute;de e de programas de preven&ccedil;&atilde;o e de interven&ccedil;&atilde;o (Silva, Meneses,&amp; Silveira, 2009).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A presente revis&atilde;o integrativa visa a recolha de evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica que permita sintetizar o conhecimento atual sobre os instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o devidamente validados para indiv&iacute;duos adultos e que permitam avaliar a qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de oral enquanto perce&ccedil;&atilde;o dos impactos psicossociais das condi&ccedil;&otilde;es orais. Uma revis&atilde;o integrativa apresenta a mesma linha de orienta&ccedil;&atilde;o da revis&atilde;o sistem&aacute;tica, contudo permite a inclus&atilde;o simult&acirc;nea de estudos experimentais, quasi-experimentais e n&atilde;o experimentais, proporcionando uma compreens&atilde;o mais completa do tema de interesse (Mendes, Silveira, &amp; Galv&atilde;o, 2008). Entendemos que &eacute; uma quest&atilde;o direcionada para o m&eacute;todo, pelo que foi mais desenvolvido nesse dom&iacute;nio.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>M&Eacute;TODO</b></p>     <p>Na linha da Pr&aacute;tica Baseada na Evid&ecirc;ncia h&aacute; necessidade de produzir m&eacute;todos de revis&atilde;o de literatura que permitam a pesquisa, a avalia&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica e a s&iacute;ntese de evid&ecirc;ncias dispon&iacute;veis relativamente a um tema de investiga&ccedil;&atilde;o, destacando-se dois m&eacute;todos: revis&atilde;o sistem&aacute;tica e revis&atilde;o integrativa (Mendes et al., 2008). Este artigo cient&iacute;fico consiste numa revis&atilde;o integrativa da literatura que visa reunir e analisar resultados de pesquisas relativos aos instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o de QdVRSO, de forma sistem&aacute;tica e ordenada, possibilitando a formula&ccedil;&atilde;o de conclus&otilde;es gerais e, assim, contribuir para o aprofundamento do conhecimento do tema (Mendes et al., 2008). Nesse sentido, foram adotadas as recomenda&ccedil;&otilde;es propostas no guia <i>Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses</i> (PRISMA) e seguidas as etapas: estabelecimento da quest&atilde;o ou objetivos da revis&atilde;o; estabelecimento de crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e exclus&atilde;o de artigos (sele&ccedil;&atilde;o da amostra); categoriza&ccedil;&atilde;o dos estudos; an&aacute;lise dos resultados; discuss&atilde;o e apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados; e a &uacute;ltima etapa constitui-se na apresenta&ccedil;&atilde;o da revis&atilde;o (Mendes et al., 2008). O per&iacute;odo da recolha de dados desenvolveu-se entre Mar&ccedil;o e Maio de 2014.</p>     <p><i>Quest&atilde;o e Objetivos de investiga&ccedil;&atilde;o </i></p>     <p>No sentido de descrever todos os componentes relacionados com o problema identificado foi estruturada a seguinte quest&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o: Quais os instrumentos existentes na literatura que permitem avaliar a qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de oral em adultos com altera&ccedil;&atilde;o do estado de sa&uacute;de oral?</p>     <p>Com esta revis&atilde;o pretende-se compreender como este fen&oacute;meno tem sido avaliado em indiv&iacute;duos com mais de 18 anos independentemente do tipo de abordagem metodol&oacute;gica dos estudos. Como objetivos espec&iacute;ficos esta revis&atilde;o visa caraterizar e analisar, de forma cr&iacute;tica e reflexiva, cada instrumento relativamente aos dom&iacute;nios/dimens&otilde;es avaliadas, ao modelo conceptual de base, ao n&uacute;mero de itens, &agrave;s qualidades psicom&eacute;tricas (fidelidade, validade e sensibilidade) e qualidades clinim&eacute;tricas.</p>     <p><i>Crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e de exclus&atilde;o </i></p>     <p>A defini&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios de elegibilidade (inclus&atilde;o e exclus&atilde;o) tem como finalidade orientar a pesquisa e a sele&ccedil;&atilde;o dos estudos prim&aacute;rios, de modo a aumentar a precis&atilde;o dos resultados face &agrave; quest&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o e aos objetivos do estudo. Com a leitura do texto completo, os artigos foram selecionados segundo os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: publica&ccedil;&otilde;es de texto integral e referentes a estudos prim&aacute;rios; publica&ccedil;&otilde;es nos idiomas Portugu&ecirc;s, Espanhol ou Ingl&ecirc;s; estudos que utilizassem vari&aacute;veis cl&iacute;nicas em conjunto com a avalia&ccedil;&atilde;o da QdVRSO, em indiv&iacute;duos com idade igual ou superior a 18 anos e que avaliassem a autoperce&ccedil;&atilde;o. Ao associar como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o estudos que utilizassem medidas cl&iacute;nicas associadas &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o da QdVRSO pretende-se aumentar a probabilidade de obter estudos com instrumentos de abordagem gen&eacute;rica de sa&uacute;de oral e/ou espec&iacute;fica para altera&ccedil;&otilde;es da sa&uacute;de oral. Tendo em considera&ccedil;&atilde;o as carater&iacute;sticas do construto de QdVRSO de subjetividade e multidimensionalidade preconizam-se as auto-avalia&ccedil;&otilde;es (Ribeiro, 2002).Foram exclu&iacute;dos estudos que n&atilde;o cumprissem os crit&eacute;rios anteriores e ainda revis&otilde;es de literatura, coment&aacute;rios, sum&aacute;rios de confer&ecirc;ncias e disserta&ccedil;&otilde;es. A acrescentar como crit&eacute;rios de exclus&atilde;o: estudos que inclu&iacute;ssem participantes submetidos a tratamentos que pudessem alterar a cavidade oral (como quimioterapia e/ou radioterapia) e/ou apresentassem patologias que alteram as condi&ccedil;&otilde;es da cavidade oral bem como indiv&iacute;duos portadores de doen&ccedil;as que manifestassem, em simult&acirc;neo, sintomas orais e sist&eacute;micos (como HIV/SIDA, doen&ccedil;a de Beh&ccedil;et, cancro), visto que fatores n&atilde;o relacionados com a sa&uacute;de oral podem afetar a QdVRSO. N&atilde;o foram definidos limites temporais.</p>     <p>Dada a heterogeneidade dos dados (desenhos de estudo, instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o, vari&aacute;veis associadas) n&atilde;o foi conduzida meta-an&aacute;lise.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Estrat&eacute;gia de pesquisa </i></p>     <p>A procura da evid&ecirc;ncia tem in&iacute;cio com a defini&ccedil;&atilde;o de termos ou palavras-chave, das bases de dados e de outras fontes de informa&ccedil;&atilde;o a serem pesquisadas. Uma pesquisa adequada nas bases de dados eletr&oacute;nicas &eacute; uma habilidade importante na realiza&ccedil;&atilde;o de uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica, pois permite maximizar a possibilidade de encontrar artigos relevantes num tempo reduzido (Sampaio &amp; Mancini, 2007). Neste sentido, foram identificadas as bases de dados relevantes a serem consultadas mediante a tem&aacute;tica em estudo e definidas palavras-chave ou descritores que representassem os termos da quest&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Na pesquisa de artigos publicados foram consultadas as bases eletr&oacute;nicas PubMed (National Library of Medicine), a B-ON (Biblioteca do Conhecimento Online) e SciELO(Scientific Eletronic Library Online). Os descritores para pesquisa circunscreveram-se &agrave;s vari&aacute;veis que decorrem da pergunta de investiga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o sendo utilizados descritores referentes a vari&aacute;veis cl&iacute;nicas de forma a obter uma maior diversidade de artigos, pelo que procedeu-se &agrave; leitura completa de cada publica&ccedil;&atilde;o para confirmar a presen&ccedil;a de vari&aacute;veis cl&iacute;nicas associadas.</p>     <p>&nbsp;Na base eletr&oacute;nica PubMed,o termo &ldquo;Oral Health-Related Quality of Life&rdquo; n&atilde;o &eacute; um Medical Subject Heading (MeSH). De modo a evitar a perda de artigos, foram utilizados os termos &ldquo;oral health-related quality of life&rdquo;, &ldquo;questionnaires&rdquo;, &ldquo;adults&rdquo; e o operador &ldquo;AND&rdquo; que permitiu que, na pesquisa avan&ccedil;ada, apenas fossem inclu&iacute;dos os estudos com todos os termos de busca. Para al&eacute;m disso foram selecionados os filtros &ldquo;full text available&rdquo; e &ldquo;free full text available&rdquo; resultando em: (((&quot;mouth&quot;[MeSH Terms] OR &quot;mouth&quot;[All Fields] OR &quot;oral&quot;[All Fields]) AND health-related[All Fields] AND (&quot;quality of life&quot;[MeSH Terms] OR (&quot;quality&quot;[All Fields] AND &quot;life&quot;[All Fields]) OR &quot;quality of life&quot;[All Fields])) AND (&quot;questionnaires&quot;[MeSH Terms] OR &quot;questionnaires&quot;[All Fields])) AND (&quot;adult&quot;[MeSH Terms] OR &quot;adult&quot; [All Fields] OR &quot;adults&quot;[All Fields]) AND (&quot;loattrfull text&quot;[sb] AND &quot;loattrfree full text&quot;[sb]), obtendo-se um total de 90 artigos.</p>     <p>Na base eletr&oacute;nica B-ON foi utilizada a frase <i>booleana</i> &ldquo;oral health-related quality of life and questionnaires and adults&rdquo; resultando em 2 940 artigos, pelo que a pesquisa foi refinada atrav&eacute;s de: t&oacute;picos: <b>Questionnaires</b>,&nbsp;<b>Oral Health-related Quality Of Life</b>,&nbsp;<b>Adults</b>; idioma: <b>Ingl&ecirc;s;</b>&nbsp;&nbsp; (novamente) t&oacute;picos: <b>Oral Health,</b>&nbsp;&nbsp;<b>Health-related Quality Of Life;</b>&nbsp;tipo de recurso: eliminando publica&ccedil;&otilde;es referentes a coment&aacute;rios. Desta pesquisa resultaram 24 publica&ccedil;&otilde;es das seguintes bases: Wiley Online Library (3 artigos),SpringerLink&nbsp;&nbsp; (3 artigos), SciVerse Science Direct &ndash; Elsevier (10 artigos), SciELO Brazil - Scientific Electronic Library Online&nbsp;(1 artigo), PMC - PubMed Central&nbsp;(5 artigos), OneFile - GALE (12 artigos), MEDLINE - National Library of Medicine - NLM&nbsp;&nbsp;(16 artigos), JSTOR&nbsp;(1 artigo), Health Reference Center Academic (Gale)(11 artigos), Directory of Open Access Journals &ndash; DOAJ &nbsp;(5 artigos) e BioMed Central (4 artigos).</p>     <p>Na base eletr&oacute;nica SciELO (Scientific Electronic Library Online) foi utilizada a frase <i>booleana</i> &ldquo;oral health-related quality of life and questionnaires and adults&rdquo;, op&ccedil;&atilde;o All indexes e Public Health, obtendo-se 2 publica&ccedil;&otilde;es.</p>     <p><i>Procedimento de sele&ccedil;&atilde;o dos estudos</i></p>     <p>O procedimento de sele&ccedil;&atilde;o dos estudos permite diminuir enviesamentos e poss&iacute;veis erros humanos, fazendo com que todos os artigos sejam selecionados da mesma forma e assegurando a validade e a veracidade dos resultados (Liberati et al., 2009). Na primeira fase de sele&ccedil;&atilde;o, foram selecionadas publica&ccedil;&otilde;es com t&iacute;tulo, resumo ou corpo do texto relacionado com o tema do presente estudo sendo eliminadas 5 publica&ccedil;&otilde;es: 3 duplicadas, uma apresentar idioma diferente do definido nos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e uma por n&atilde;o permitir aceder ao texto completo. De seguida, foi realizada a leitura de cada publica&ccedil;&atilde;o, sendo eliminadas 91 publica&ccedil;&otilde;es segundo crit&eacute;rios de elegibilidade PRISMA descritos. Desta an&aacute;lise foram selecionadas 19 publica&ccedil;&otilde;es. Na <a href ="/img/revistas/psd/v16n2/16n2a09f1.jpg">figura 1</a> &eacute; apresentado o fluxograma que descreve as fases do processo de sele&ccedil;&atilde;o segundo o m&eacute;todo PRISMA (Liberati et al., 2009).</p>     
<p>Os principais motivos de exclus&atilde;o foram n&atilde;o avaliar a QdVRSO, n&atilde;o associarem a avalia&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis cl&iacute;nicas, n&atilde;o utilizar instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o devidamente validado para o contexto cultural do estudo, estudos com indiv&iacute;duos que apresentam doen&ccedil;as sist&eacute;micas que alterem a condi&ccedil;&atilde;o oral, com participantes com idade inferior a 18 anos ou sem refer&ecirc;ncia &agrave; sua idade e revis&otilde;es de literatura.</p>     <p>Foram considerados como instrumentos bem validados aqueles que avaliam a autoperce&ccedil;&atilde;o de QdV pelo indiv&iacute;duo, com qualidades psicom&eacute;tricas de validade, fidelidade e sensibilidade consideradas pelo menos satisfat&oacute;rias e que incluam a avalia&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, estado mental e intera&ccedil;&atilde;o social.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na an&aacute;lise de cada estudo foram recolhidas informa&ccedil;&otilde;es relativas a cada um dos instrumentos seguindo os seguintes crit&eacute;rios: objetivo e popula&ccedil;&atilde;o; construto avaliado e base conceptual; tipo de valida&ccedil;&atilde;o: emp&iacute;rica, te&oacute;rica ou mista; descri&ccedil;&atilde;o do instrumento: n&uacute;mero e tipo de itens (um item &eacute; constru&iacute;do pela positiva, no sentido em que afirma a presen&ccedil;a de determinadas caracter&iacute;sticas ao inv&eacute;s da aus&ecirc;ncia de outras, sendo nesse caso, constru&iacute;do pela negativa); pontua&ccedil;&atilde;o total (como &eacute; obtida e como &eacute; interpretada) e carater&iacute;sticas do instrumento relativamente &agrave;s qualidades psicom&eacute;tricas e clinim&eacute;tricas (Ribeiro, 2007). Na an&aacute;lise das qualidades psicom&eacute;tricas foram considerados os valores de refer&ecirc;ncia propostos por sugeridos por Pestana e Gageiro (2008) e as qualidades clinim&eacute;tricas tal como definidas por Ribeiro (1999).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p>Os 19 artigos inclu&iacute;dos nesta revis&atilde;o foram publicados entre os anos de 2005 e 2014. Identifica-se uma publica&ccedil;&atilde;o em 2005 e uma em 2006, entre 2008 e 2011 foram encontradas 9 publica&ccedil;&otilde;es (duas em 2008, tr&ecirc;s em 2009, uma em 2010, tr&ecirc;s em 2011), quatro em 2012, tr&ecirc;s em 2013 e apenas uma em 2014. Os estudos s&atilde;o, maioritariamente, de desenho observacional transversal, identificando-se dois estudos de desenho observacional longitudinal (Silvola et al., 2012; Wright et al., 2009). Houve uma grande varia&ccedil;&atilde;o quanto ao tamanho das amostras dos estudos, sendo a menor relativa ao estudo brasileiro de Pereira et al. (2009) com 33 participantes e a maior referente ao estudo de Thomson et al. (2006), na Nova Zel&acirc;ndia, com 923 participantes.</p>     <p>&Eacute; apresentado no <a href="#q1">quadro 1</a> o resumo do m&eacute;todo dos estudos selecionados.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q1"></a> <img src="/img/revistas/psd/v16n2/16n2a09q1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>O instrumento Oral Health Quality of Life (OQOL) surge apenas num estudo americano (Wright et al., 2009), tal como o Psychosocial Impact of Dental Aesthetics Questionnaire (PIDAQ) num estudo brasileiro (Sardenberg et al., 2011). O instrumento Oral Impact on Daily Performances (OIDP) &eacute; identificado num &uacute;nico estudo, desenvolvido em Espanha, na sua vers&atilde;o validada lingu&iacute;stica e culturalmente (Montero et al., 2008).O instrumento Geriatric (ou General) Oral Health Assessment Index (GOHAI) surge em 3 estudos: vers&atilde;o chinesa para Ilha Formosa (Hsu et al., 2014); vers&atilde;o alem&atilde; (Pistorius et al., 2013) e, vers&atilde;o original, utilizado em simult&acirc;neo com o Oral Health Impact Profile (OHIP) no estudo de Locker e Gibson (2005).</p>     <p>O OHIP &eacute; o instrumento mais frequentemente identificado nesta revis&atilde;o integrativa e com maior n&uacute;mero de vers&otilde;es adaptadas a l&iacute;nguas e culturas. Surge como instrumento &uacute;nico de avalia&ccedil;&atilde;o em 13 estudos: na Jord&acirc;nia (Al Habashneh et al., 2012); no Brasil (Pereira et al., 2009); Jap&atilde;o (Inukai et al.,2010); na China (Zheng et al., 2011); no Ir&atilde;o (Motallebnejad et al., 2011); Finl&acirc;ndia (Miettinen et al., 2012; Rusanen et al., 2012; Silvola et al., 2012); Espanha (Gil-Montoya et al., 2013; Montero et al., 2009; Perea et al., 2013); Nova Zel&acirc;ndia (Thomson et al., 2006) e com indiv&iacute;duos croatas e eslovenos (Rener &ndash; Sitar et al., 2008). &Eacute; utilizado em simult&acirc;neo com outro instrumento numestudo desenvolvido noCanad&aacute; por Locker e Gibson (2005).</p>     <p>Os estudos analisados s&atilde;o muito heterog&eacute;neos no que diz respeito &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas/altera&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de oral abordadas bem como aos objetivos pretendidos, traduzindo-se na utiliza&ccedil;&atilde;o de diferentes medidas de avalia&ccedil;&atilde;o. Destaca-se a utiliza&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel referente &agrave; presen&ccedil;a ou n&uacute;mero de dentes naturais presente em 10 estudos (Gil-Montoya et al., 2013; Hsu et al., 2014; Inukai et al., 2010; Locker &amp; Gibson, 2005; Montero et al., 2008; Motallebnejad et al., 2011; Perea et al., 2013; Pistorius et al., 2013; Wright, 2009; Thomson et al., 2006;); a presen&ccedil;a de dentes deteriorados (cariados), perdidos ou obturados e doen&ccedil;as periodontais em 4 estudos (Montero et al., 2008; Montero et al., 2009; Motallebnejad et al., 2011; Thomson et al., 2006); a m&aacute; oclus&atilde;o avaliada em 4 estudos (Hsu et al., 2014; Rusanen et al., 2012; Sardenberg et al., 2011; Silvola et al.,2012); a utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses dent&aacute;rias em 3 estudos (Montero et al., 2008; Perea et al., 2013; Pistorius et al., 2013; Wright et al., 2009); a xerostomia em 2 estudos (Perea et al., 2013; Thomson et al., 2006); a dor facial em 2 estudos (Rusanen et al., 2012; Zheng et al., 2011); as disfun&ccedil;&otilde;es temporomandibulares em 3 estudos (Miettinen et al., 2012; Pereira et al., 2009; Rusanen et al., 2012) e a dor de dentes em apenas 1 estudo (Rener&ndash;Sitar et al., 2008).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No quadro seguinte &eacute; apresentado um resumo dos resultados obtidos nos artigos selecionados (<a href ="/img/revistas/psd/v16n2/16n2a09q2.jpg">quadro 2</a>).</p> <ol>       
<li><i>Geriatric (General) Oral Health Impact (GOHAI)</i></li>     </ol>     <p><i>Objetivo do instrumento e popula&ccedil;&atilde;o a que se destina</i></p>     <p>Avaliar o impacto psicossocial das condi&ccedil;&otilde;es orais, em termos de preocupa&ccedil;&atilde;o ou insatisfa&ccedil;&atilde;o com a apar&ecirc;ncia e rela&ccedil;&otilde;es pessoais,e avaliar a efic&aacute;cia do tratamento dent&aacute;rio, na popula&ccedil;&atilde;o idosa (Hsu et al., 2014; Locker &amp; Gibson, 2005; Pistorius et al., 2013).</p>     <p><i>Construto avaliado/ base conceptual</i></p>     <p>Na vers&atilde;o original, americana,&nbsp;consideram sa&uacute;de oral enquanto aus&ecirc;ncia de dor e infe&ccedil;&atilde;o e que consiste numa denti&ccedil;&atilde;o confort&aacute;vel e funcional, natural ou com utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese, que permite ao indiv&iacute;duo exercer o seu papel na sociedade (Locker &amp; Gibson, 2005). Os itens focam problemas que afetam as fun&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, funcionaise est&eacute;ticas, reduzem a capacidade do indiv&iacute;duo em participar em atividades di&aacute;rias ficando em desvantagem e comprometendo a QdV (Hsu et al., 2014; Locker &amp; Gibson, 2005; Pistorius et al., 2013). Consiste num instrumento de abordagem gen&eacute;rica de sa&uacute;de oral.</p>     <p><i>Tipo de valida&ccedil;&atilde;o:</i> Emp&iacute;rica</p>     <p><i>Descri&ccedil;&atilde;o do instrumento</i></p>     <p>A vers&atilde;o original, americana, de Atchinson e Dolan (1990), &eacute; utilizada estudo de Locker e Gibson (2005); a vers&atilde;o para Ilha Formosa GOHAI-T de Ku (2007) no estudo de Hsu (2010); e a vers&atilde;o alem&atilde; de Hassel et al. (2008) no estudo de Pistorius (2013).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Avalia tr&ecirc;s dimens&otilde;es: 1) fun&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica (alimenta&ccedil;&atilde;o, fala e degluti&ccedil;&atilde;o); 2) fun&ccedil;&atilde;o psicossocial (preocupa&ccedil;&atilde;o ou cuidado com a pr&oacute;pria sa&uacute;de oral insatisfa&ccedil;&atilde;o com a apar&ecirc;ncia, autoconsci&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de oral e evitar contatos sociais devido a problemas odontol&oacute;gicos); 3) dor e desconforto (uso de medicamentos para aliviar as sensa&ccedil;&otilde;es de dor e/ou desconforto devido a problemas orais).</p>     <p>- Avalia frequ&ecirc;ncia</p>     <p>- 12 itens constru&iacute;dos pela positiva e negativa.</p>     <p>- Pontua&ccedil;&atilde;o total: escala de Likert de 6 op&ccedil;&otilde;es que varia entre 1 (&ldquo;<i>always&rdquo;</i>), 2 (&ldquo;<i>very often&rdquo;</i>), 3 (&ldquo;<i>often&rdquo;</i>), 4 (&ldquo;<i>sometimes&rdquo;</i>), 5 (&ldquo;<i>rarely&rdquo;</i>) e 6 (&ldquo;<i>never&rdquo;</i>). Pontua&ccedil;&atilde;o total &eacute; obtida atrav&eacute;s do m&eacute;todo aditivio e varia entre 12 e 72; quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o total, melhor a QdVRSO.</p>     <p><i>Carater&iacute;sticas do instrumento</i></p>     <p>A vers&atilde;o do instrumento em chin&ecirc;s (dialeto) de Ilha Formosaalfa de Cronbach de 0,78 e teste-reteste com coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de Spearman de 0,80(<i>p</i>&lt;0,0001). O coeficiente de rela&ccedil;&atilde;o entre pontua&ccedil;&otilde;es obtidas no GOHAI-T e a auto-avalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de oral &eacute; de 0,35 (<i>p</i>&lt;0,0001). N&atilde;o se encontraram associa&ccedil;&otilde;es com fatores como n&uacute;mero de dentes perdidos/obturados (Hsu et al., 2014).No estudo de Pistorius et al. (2013), n&atilde;o h&aacute; informa&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; fidelidade nem validade, verificando que indiv&iacute;duos mais velhos, com rendimento mensal elevado, vi&uacute;vos e casados, com mais de 10 dentes, revelam boa satisfa&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese dent&aacute;ria, com consultas regulares no dentista e n&atilde;o fumadores, apresentam valores totais superiores no GOHAI. N&atilde;o s&atilde;o referidos valores de corte. N&atilde;o relatam dificuldades ou desist&ecirc;ncias por n&atilde;o compreens&atilde;o dos itens ou pela extens&atilde;o.</p>     <p><i>2) Oral Health Impact Profile </i></p>     <p><i>Objetivo do instrumento e popula&ccedil;&atilde;o a que se destina</i></p>     <p>Avalia a QdVRSO considerando os impactos psicossociais das consequ&ecirc;ncias da doen&ccedil;a oral hierarquicamente relacionados com n&iacute;veis biol&oacute;gicos (defici&ecirc;ncia), comportamentais (limita&ccedil;&atilde;o funcional, desconforto e incapacidade) e sociais (desvantagem).</p>     <p><i>Construto avaliado/ base conceptual</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Baseado no International Classification of Impairments, Disabilities and Handicaps (ICIDH) desenvolvido pela WHO (1980) e adaptado para a sa&uacute;de oral por Locker, permite a liga&ccedil;&atilde;o das diversas dimens&otilde;es entre sa&uacute;de e sa&uacute;de oral, nomeadamente o desconforto, limita&ccedil;&atilde;o funcional ou insatisfa&ccedil;&atilde;o com apar&ecirc;ncia que &eacute; percecionada com afetando o desempenho f&iacute;sico, psicol&oacute;gico e social. Consiste numa abordagem gen&eacute;rica de sa&uacute;de oral.</p>     <p><i>Tipo de valida&ccedil;&atilde;o:</i> Emp&iacute;rica</p>     <p><i>Descri&ccedil;&atilde;o do instrumento</i></p>     <p>- Avalia frequ&ecirc;ncia e gravidade</p>     <p>- Avalia 7 dom&iacute;nios: limita&ccedil;&otilde;es funcionais, dor f&iacute;sica, desconforto psicol&oacute;gico, incapacidade f&iacute;sica, incapacidade psicol&oacute;gica, incapacidade social e desvantagem.</p>     <p>- 14 itens, constru&iacute;dos pela negativa</p>     <p>- Vers&otilde;es original, &aacute;rabe, finlandesa, japonesa, chinesa, brasileira e espanhola: pontua&ccedil;&atilde;o de cada item varia entre 0 e 4</p>     <p>- Vers&atilde;o iraniana/ persa: pontua&ccedil;&atilde;o de cada item varia entre 1 (&ldquo;<i>never&rdquo;</i>) e 5 (&ldquo;<i>very often&rdquo;</i>)</p>     <p>- A pontua&ccedil;&atilde;o final pode ser obtida por tr&ecirc;s m&eacute;todos: 1) aditivo, designado por OHIP-ADD, em que se procede &agrave; soma da pontua&ccedil;&atilde;o obtida em cada item e n&iacute;veis elevados indicam QdVRSO pobre, permite avaliar a gravidade; 2) de contagem simples (OHIP-SC) cujos valores variam entre 0 e 14, sendo contados os impactos negativos (respostas de &ldquo;<i>very often</i>&rdquo;, &ldquo;<i>fairly often</i>&rdquo;), permite avaliar a frequ&ecirc;ncia; 3) por subescalas, permitindo avaliar a gravidade, ainda que n&atilde;o tenham sido utilizados os pesos de cada subescala como sugerido pelo autor original.</p>     <p>- A vers&atilde;o espanhola apresentaponto de corte ao considerar a presen&ccedil;a de impacto quando as op&ccedil;&otilde;es &ldquo;<i>occasionally</i>&rdquo; ou maior encontram-se em n&uacute;mero &ge;2.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>- A finlandesa apresenta dois pontos de corte &ldquo;<i>fairly often</i>&rdquo; e &ldquo;<i>very often</i>&rdquo; ou &ldquo;<i>often</i>&rdquo;, &ldquo;<i>fairly often</i>&rdquo; e &ldquo;<i>very often</i>&rdquo;.</p>     <p><i>Carater&iacute;sticas do instrumento</i></p>     <p>Locker e Gibson (2005)e Thomson et al. (2008) utilizaram a vers&atilde;o original, de Slade e Spencer (1994), n&atilde;o referindoinforma&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; fidelidade ou validade.No estudo de Thomson et al. (2008) verificam-sediferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre a QdVRSO nas mulheres e nos homens quanto &agrave; gravidade da doen&ccedil;a periodontal e que indiv&iacute;duos com piores perce&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; sa&uacute;de oral reportam impactos negativos com maior frequ&ecirc;ncia.</p>     <p>A vers&atilde;o &aacute;rabe de Al Habashneh et al. (2012) apresenta alfa de Cronbach de 0,89, com correla&ccedil;&atilde;o entre subescalas entre 0,64 e 0,77; fidelidade teste-reteste com coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o a variar entre 0,81 e 0,97 para itens individuais e entre 0,85 e 0,97 para pontua&ccedil;&otilde;es de subescalas. Verifica-se uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre a gravidade da doen&ccedil;a periodontal e os valores obtidos no OHIP (<i>p</i>&lt;0,05) com maior impacto negativo nas dimens&otilde;es Dor f&iacute;sica e Incapacidade f&iacute;sica.N&atilde;o s&atilde;o referidas qualidades clinim&eacute;tricas.</p>     <p>A vers&atilde;o iraniana/ persa de (Motallebnejad et al., 2011) apresenta alfa de Cronbach de 0,95. A validade de crit&eacute;rio foiavaliada atrav&eacute;s da avalia&ccedil;&atilde;o da necessidade de tratamento, verificando que indiv&iacute;duos com necessidade de tratamento e com sentimentos negativos quanto &agrave; sua sa&uacute;de oral apresentam pontua&ccedil;&otilde;es totais mais elevadas no OHIP (<i>p</i>&lt;0,05) e indiv&iacute;duos com maior n&iacute;vel de escolaridade apresentam melhores n&iacute;veis de QdVRSO. Referem que n&atilde;o foram colocadas quest&otilde;es quanto aos itens.</p>     <p>A vers&atilde;o japonesa (OHIP-J14) de Yamazaki et al. (2007) apresenta alfa de Cronbach de 0,94 eteste-reteste com coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o intraclasses de 0,73 (Inukai et al., 2010). Verificaram que a perce&ccedil;&atilde;o da habilidade em mastigar encontra-se relacionada com a QdVRSO pelo que quanto maior a habilidade em mastigar, menor os valores obtidos no OHIP-J14.N&atilde;o s&atilde;o referidas qualidades clinim&eacute;tricas.</p>     <p>&nbsp;A vers&atilde;o espanhola (OHIP-14sp) de Montero et al. (2009) apresenta alfa de Cronbach de 0,89, sendo detetadas pontua&ccedil;&otilde;es de OHIP mais baixas em indiv&iacute;duos sem altera&ccedil;&otilde;es da cavidade oral e mais elevadas em indiv&iacute;duos com c&aacute;ries, em tratamento endod&ocirc;ntico ou com dentes que necessitam de ser extra&iacute;dos.N&atilde;o s&atilde;o referidas qualidades clinim&eacute;tricas.</p>     <p>A vers&atilde;o chinesa traduzida e validada por Wong e McMillan (2002) e foi utilizada no estudo de Zheng et al. (2011) n&atilde;o s&atilde;o apresentados valores relativos &agrave; fidelidade ou validade. Verificaram uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre vari&aacute;veis como dor elevada no &uacute;ltimo m&ecirc;s, atendimento dent&aacute;rio mais frequente e dor mais severae pontua&ccedil;&otilde;es elevadas de OHIP-14.N&atilde;o s&atilde;o referidas qualidades clinim&eacute;tricas.</p>     <p>A vers&atilde;o brasileira, traduzida e validada por Oliveira e Nadanovsky (2005), foi utilizada no estudo de Pereira et al. (2009),n&atilde;o sendo apresentados valores relativos &agrave; fidelidade. Verificaram uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre altera&ccedil;&otilde;es temporomandibulares e a QdV nas dimens&otilde;es Limita&ccedil;&atilde;o funcional e f&iacute;sica, Dor psicol&oacute;gica e f&iacute;sica, Desconforto e Incapacidade f&iacute;sica.N&atilde;o s&atilde;o referidas qualidades clinim&eacute;tricas.</p>     <p>A vers&atilde;o finlandesa, traduzida e validada por Lahti et al. (2008),foi utilizada nos estudos de Rusanen et al. (2012) e Silvola et al. (2012). As mulheres referem QdVRSO mais pobre, n&iacute;veis de dor mais elevados e disfun&ccedil;&otilde;es temporomandibulares severas do que os homens. N&atilde;o s&atilde;o referidas qualidades clinim&eacute;tricas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;3<i>) Psychosocial Impact of Dental Aesthetics Questionnaire (PIDAQ)</i></p>     <p> <i>Objetivo do instrumento e popula&ccedil;&atilde;o a que se destina</i></p>     <p> Avalia o impacto psicossocial da est&eacute;tica dent&aacute;ria, e consequentemente, a QdVRSO em adultos (Sardenberg et al., 2011).</p>     <p><i> Construto avaliado/ base conceptual</i></p>     <p> Desenvolvido originalmente por Klages et al. (2006), na Alemanha e Holanda, sustenta-se no modelo de sa&uacute;de oral de Locker tamb&eacute;m utilizado por Slade e Spencer na constru&ccedil;&atilde;o do OHIP, que se baseia noICIDH desenvolvido pela WHO em 1980 e permite a liga&ccedil;&atilde;o das diversas dimens&otilde;es entre sa&uacute;de e sa&uacute;de oral, nomeadamente o desconforto, limita&ccedil;&atilde;o funcional ou insatisfa&ccedil;&atilde;o com apar&ecirc;ncia que &eacute; percecionada com afetando o desempenho f&iacute;sico, psicol&oacute;gico e social (Sardenberg et al., 2011). Consiste num instrumento de abordagem espec&iacute;fica de condi&ccedil;&atilde;o oral (ortodontia).</p>     <p>&nbsp;<i>Tipo de valida&ccedil;&atilde;o</i>: Emp&iacute;rica</p>     <p><i>Descri&ccedil;&atilde;o do instrumento</i></p>     <p>O estudo &eacute; referente &agrave; vers&atilde;o brasileira desenvolvida por Sardenberg et al. (2011). Apresenta tr&ecirc;s dom&iacute;nios negativos e um positivo: preocupa&ccedil;&atilde;o com a est&eacute;tica (3 itens, &ldquo;A<i>esthetic Concern&rdquo;</i>- AC); impacto psicol&oacute;gico (6 itens,<i> &ldquo;Psycological Impact&rdquo;</i> - PI); impacto social (8 itens, &ldquo;S<i>ocial Impact&rdquo;</i> - SI); autoconfian&ccedil;a dent&aacute;ria (6itens pela positiva, &ldquo;<i>Dental Self-Confidence&rdquo;</i> - DSC) (Sardenberg et al., 2011).</p>     <p>- 23 itens de constru&ccedil;&atilde;o mista (itens positivos e negativos)</p>     <p>- As op&ccedil;&otilde;es de resposta variam entre 0 (&ldquo;<i>not at all&rdquo;</i>), 1 (&ldquo;<i>a little&rdquo;</i>), 2 (&ldquo;<i>somewhat&rdquo;</i>), 3 (&ldquo;<i>strongly&rdquo;</i>) e 4 (&ldquo;<i>very strongly&rdquo;</i>).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>- Avalia a gravidade do impacto.</p>     <p>- O valor total &eacute; obtido pelo m&eacute;todo aditivo e varia entre 0 e 92, quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o pior a QdVRSO. Para garantir o mesmo sentido de pontua&ccedil;&atilde;o em todos os itens, alguns dom&iacute;nios tiveram pontua&ccedil;&atilde;o invertida (Sardenberg et al., 2011).</p>     <p><i>Carater&iacute;sticas do instrumento</i></p>     <p>A vers&atilde;o brasileira apresenta alfa de Cronbach de subescalas entre 0,75 (AC) e 0,91 (DSC) e teste-reteste com coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o entre itens entre 0,89 (DSC) e 0,99 (SI). Indiv&iacute;duos sem m&aacute; oclus&atilde;o apresentam pontua&ccedil;&otilde;es de PIDAQ mais baixas do que aqueles que apresentam m&aacute; oclus&atilde;o (Sardenberg et al., 2011).</p>     <p><i>4) Oral Impacts on Daily Performance (OIDP)</i></p>     <p><i>Objetivo do instrumento e popula&ccedil;&atilde;o a que se destina</i></p>     <p>Avaliaaincapacidade em termos de aspetos f&iacute;sicos, psicol&oacute;gicos e sociais dos desempenhos di&aacute;rios devido a altera&ccedil;&otilde;es da sa&uacute;de oral em adultos.</p>     <p><i>Construto avaliado/ base conceptual</i></p>     <p>Foi originalmente desenvolvido por Adulyanon e Sheiham (1997) que o designam por indicador sociodental, e baseia-se no modelo desenvolvido pela WHO e adaptado por Locker &agrave; sa&uacute;de oral. Por&eacute;m, considera uma divis&atilde;o das consequ&ecirc;ncias das condi&ccedil;&otilde;es orais distinta, em:defici&ecirc;ncias (dist&uacute;rbio estrutural ou funcional do sistema);impactos interm&eacute;dios (como dor, desconforto, limita&ccedil;&atilde;o funcional e insatisfa&ccedil;&atilde;o com a apar&ecirc;ncia) eimpactos finais (<i>ultimate</i>) relacionam-se com as dimens&otilde;es Incapacidade e Desvantagem do modelo da WHO) (Montero et al., 2008). O primeiro n&iacute;vel relaciona-se com os resultados biofisiol&oacute;gicos imediatos da doen&ccedil;a, enquanto os impactos interm&eacute;dios e finais s&oacute; podem ser avaliados pelos pr&oacute;prios indiv&iacute;duos. &Eacute; um instrumento de abordagem gen&eacute;rica de sa&uacute;de oral.</p>     <p><i>Tipo de valida&ccedil;&atilde;o:</i> Emp&iacute;rica</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Descri&ccedil;&atilde;o do instrumento</i></p>     <p>- Avalia a frequ&ecirc;ncia do impacto das condi&ccedil;&otilde;es orais nas habilidades de desempenho em 8 atividades, variando entre 1 e 5 pontos: menos de uma vez/m&ecirc;s (1); 1 a 2vezes/m&ecirc;s (2); 1 a 2vezes/ semana (3); 3-4 vezes/semana (4); todos os dias ou quase todos(5).</p>     <p>- Avalia a gravidade do impacto das condi&ccedil;&otilde;es orais nas habilidades de desempenho em 8 atividades, variando entre 0 e 5 pontos: sem efeito (0); um efeito m&iacute;nimo (1); algum efeito (2); efeito moderado (3); efeito severo (4) e efeito muito severo (5) (Montero et al., 2008). As quest&otilde;es abrangem o desempenho f&iacute;sico, psicol&oacute;gico e social nomeadamente: comer e saborear a comida, falar e pronunciar com clareza, limpeza dos dentes, dor e relaxar, sorrir, rir e mostrar os dentes sem embara&ccedil;o, manter o estado emocional sem estar irritado, desempenhar um papel/cargo social importante, gostar de contactar com as pessoas) (Montero et al., 2008). &Eacute; considerado impacto quando se obt&ecirc;m respostas &ldquo;moderado&rdquo; ou n&iacute;vel superior em &ge;3 na escala Likert de 6 pontos (ponto de corte).</p>     <p>- 8 itens, sendo tipo de constru&ccedil;&atilde;o omisso.</p>     <p>- Os impactos no OIDP s&atilde;o quantificados atrav&eacute;s da multiplica&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia e gravidade para obter a pontua&ccedil;&atilde;o de desempenho para cada uma das 8 dimens&otilde;es. A pontua&ccedil;&atilde;o total &eacute; dividida pela pontua&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima poss&iacute;vel (200) e multiplicada por 100, para obter pontua&ccedil;&atilde;o em percentagem.</p>     <p><i>Carater&iacute;sticas do instrumento</i></p>     <p>A vers&atilde;o espanhola apresenta alfa de Cronbach 0,79 e teste-reteste com coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o intraclasse 0,90 (<i>p</i>&lt;0,001). Os valores de OIDP foram mais baixos no grupo de indiv&iacute;duos satisfeitos com a sa&uacute;de oral percebida do que no grupo de indiv&iacute;duos n&atilde;o satisfeitos. Referem ainda que nenhum participante revelou m&aacute; compreens&atilde;o de itens. Apenas 3 indiv&iacute;duos (5,5%) referiram a falta de uma dimens&atilde;o na fun&ccedil;&atilde;o oral (todos referiram a fun&ccedil;&atilde;o sexual).Verificaram uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa (<i>p</i>&lt;0,05) entre os valores obtidos no OIDP e as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas, comportamentais e cl&iacute;nicas: as mulheres apresentam n&iacute;veis de impacto mais elevados; verifica-se que indiv&iacute;duos que tiveram consulta no dentista h&aacute; mais tempo apresentam impactos maiores; verifica-se uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa ente n&uacute;mero de c&aacute;ries dent&aacute;rias e n&iacute;veis de impacto mais elevados (Montero et al., 2008).</p>     <p><i>5) Oral Quality Of Life (OQOL) </i></p>     <p><i>Objetivo do instrumento e popula&ccedil;&atilde;o a que se destina</i></p>     <p>Avaliar o impacto do tratamento de condi&ccedil;&otilde;es dent&aacute;rias.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Construto avaliado/ base conceptual</i></p>     <p>Baseia-se no modelo de Patrick e Erickson (1993) aplicado &agrave; sa&uacute;de oral por Gift e Atchinson, (1995) que consideram a autoperce&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de oral enquanto fun&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplos fatores (idade, escolaridade e rendimento) segundo cinco conceitos de QdVRS:</p>     <p>1) Oportunidade (impacto na habilidade em funcionar em pap&eacute;is sociais e de trabalho),</p>     <p>2) Perce&ccedil;&otilde;es (satisfa&ccedil;&atilde;o com a auto-avalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e necessidade percebida de tratamento),</p>     <p>3) Tr&ecirc;s estados funcionais: f&iacute;sico dos dentes (como habilidade em comer, mastigar, falar ou dormir sem desconforto), social (pap&eacute;is como falar, sorrir, comer em p&uacute;blico e ser capaz de cumprir obriga&ccedil;&otilde;es e responsabilidades familiares e laborais) e psicol&oacute;gico (satisfa&ccedil;&atilde;o com est&eacute;tica dos dentes, conforto com as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, preocupa&ccedil;&atilde;o, embara&ccedil;o ou elevada de confian&ccedil;a por problemas de dentes ou gengivas);</p>     <p>4) Defici&ecirc;ncias(sintomas auto-relatados ou outra indica&ccedil;&atilde;o de desconforto ou dor);</p>     <p>5) Sobreviv&ecirc;ncia(medido pela perda de dentes ou mortalidade por cancro oral).</p>     <p>&Eacute; um instrumento de abordagem gen&eacute;rica de sa&uacute;de oral.</p>     <p><i>Tipo de valida&ccedil;&atilde;o:</i> Emp&iacute;rica</p>     <p><i>Descri&ccedil;&atilde;o do instrumento</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O instrumento foi desenvolvido originalmente por Kressin, Jones, Orner e Spiro (2008) atrav&eacute;s da integra&ccedil;&atilde;o de 3 instrumentos: Oral Health Quality of Life Instrument (OQOL de Kressin, Spiro, Bosse, Garcia, &amp; Kazis, 1996); General Oral Health Assessment Index (GOHAI de Atchinson &amp; Dolan, 1990) e OHIP (Slade &amp; Spencer, 1994).</p>     <p>- Duas vers&otilde;es: 6 e 12 itens; constru&ccedil;&atilde;o pela negativa.</p>     <p>- O instrumento de 6 itens sem subescalas, avaliando <i>distress</i>, preocupa&ccedil;&atilde;o, funcionamento social, funcionamento f&iacute;sico, pr&oacute;tese e dor.</p>     <p>- O instrumento de 12 itens apresenta subescalas de tr&ecirc;s itens para tr&ecirc;s escalas: <i>distress</i>, preocupa&ccedil;&atilde;o e fun&ccedil;&atilde;o social (papel) e itens isolados (sem escala) para avaliar a fun&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, pr&oacute;tese e dor.</p>     <p>- As pontua&ccedil;&otilde;es totais s&atilde;o convertidas, quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o final pior a QdVRSO; a pontua&ccedil;&atilde;o total obt&eacute;m-se somando as m&eacute;dias das subescalas.</p>     <p><i>Carater&iacute;sticas do instrumento</i></p>     <p>As vers&otilde;es - 6 e 12 itens - apresentam alfa de Cronbach de 0,90 no instrumento com 12 itens e 0,80 no instrumento com 6 itens, com coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o interclasses variando entre 0,78 e 0,92. Foi identificada uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre os dois instrumentos e vari&aacute;veis cl&iacute;nicas como n&uacute;mero de dentes, estado periodontal e c&aacute;ries dent&aacute;rias.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p>Com esta revis&atilde;o foram reunidos, de forma consistente, instrumentos com carater&iacute;sticas que permitem associar informa&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter subjetivo (de autoperce&ccedil;&atilde;o) a medidas objetivas (normativas), tornando poss&iacute;vel uma vis&atilde;o mais ampla das carater&iacute;sticas dos indiv&iacute;duos e das suas necessidades, no que respeita a sua QdVRSO.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O modelo de sa&uacute;de oral de Locker sustenta, teoricamente, os instrumentos OHIP, OIDP e PIDAQ e surge enquanto forma adaptada da classifica&ccedil;&atilde;o internacional ICIDH da OMS (WHO, 1980), que considera que as doen&ccedil;as provocam incapacidades, como falta de dentes, &iacute;ndice CPOD, m&aacute;-oclus&otilde;es e doen&ccedil;as periodontais, e limita&ccedil;&otilde;es funcionais ao n&iacute;vel do &oacute;rg&atilde;o, como limita&ccedil;&atilde;o da mobilidade da mand&iacute;bula nas disfun&ccedil;&otilde;es temporo mandibulares,tornando o indiv&iacute;duo incapacitado, isto &eacute;, com qualquer limita&ccedil;&atilde;o ou falta de capacidade para desempenhar atividades de vida di&aacute;ria, ou pode ficar com uma desvantagem na sociedade, devido aos comprometimentos e incapacidades n&atilde;o respondem &agrave;s expectativas da sociedade, conduzindo a isolamento ou embara&ccedil;o<i>. </i>Compreende-se que o foco n&atilde;o &eacute; na cavidade oral mas no indiv&iacute;duo e no modo como as altera&ccedil;&otilde;es ou doen&ccedil;as orais amea&ccedil;am as dimens&otilde;es da vida do indiv&iacute;duo, refor&ccedil;ando a n&atilde;o divis&atilde;o da sa&uacute;de segundo a estrutura anat&oacute;mica acometida. Em 2001, esta classifica&ccedil;&atilde;o foi substitu&iacute;da pela &ldquo;International Classification of Functioning, Disability and Health&rdquo; (ICF), substituindo os termos Defici&ecirc;ncia, Incapacidade e Desvantagem por Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o (Slade &amp; Anders, 2003). Contudo, os instrumentos mant&ecirc;m a perspetiva de incapacidade e defici&ecirc;ncia. A OMS (2007) define sa&uacute;de oral enquanto aus&ecirc;ncia de dor cr&oacute;nica facial e na boca, de perda de dentes e outras doen&ccedil;as e perturba&ccedil;&otilde;es orais que afetam a cavidade oral e a boca, portanto, mant&eacute;m uma perspetiva negativa, de aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a e/ou dor.</p>     <p>Os estudos de Zheng et al. (2011) e Rusanen et al. (2012) n&atilde;o definem QdV nem sa&uacute;de oral, contudo, uma vez que utilizam o instrumento OHIP-14 deduz-se que o estudo se sustenta no modelo concetual de sa&uacute;de oral de Locker, sujacente &agrave; constru&ccedil;&atilde;o deste instrumento, considerando as consequ&ecirc;ncias biol&oacute;gicas, comportamentais e psicossociais das doen&ccedil;as orais.</p>     <p>O instrumento desenvolvido por Wright et al. (2009) baseia-se no modelo de Patrick e Erickson aplicado &agrave; sa&uacute;de oral por Gift e Atchinson (1995) que considera cinco conceitos de QdVRS descritos anteriormente eintegrauma dimens&atilde;o relevante (a sobreviv&ecirc;ncia) tendo em considera&ccedil;&atilde;o a incid&ecirc;ncia de patologias como cancro da cavidade oral. A sa&uacute;de oral &eacute;, portanto, considerado como um conceito multidimensional que pode envolver a combina&ccedil;&atilde;o de defici&ecirc;ncia, perda de oportunidade, priva&ccedil;&atilde;o material e social e insatisfa&ccedil;&atilde;o (Gift &amp; Atchinson, 1995). Portanto, tal como no modelo anterior, estes autores consideram que a sa&uacute;de oral tem apenas impacto negativo na QdV, pelo que incluem apenas dimens&otilde;es relacionadas com a perda.</p>     <p>No nosso ponto de vista, os modelos de sa&uacute;de oral de Locker e de Gift e Atchinson consideram os conceitos de sa&uacute;de e QdVRS como sin&oacute;nimos, ainda que consideremos ter sentido a sua distin&ccedil;&atilde;o. A defini&ccedil;&atilde;o de QdV varia consoante aquele que utiliza o conceito, da compreens&atilde;o e posi&ccedil;&atilde;o que assume acerca deste. A r&aacute;pida expans&atilde;o do campo da QdV parece ter conduzido a uma vulgariza&ccedil;&atilde;o do termo resultando no desenvolvimento de uma variedade de perspetivas te&oacute;ricas e defini&ccedil;&otilde;es, pelo que cada defini&ccedil;&atilde;o espelha o contexto e &eacute;poca em que o conceito &eacute; estudado (Silva, 2003).Para uma perspetiva hist&oacute;rica, consultar (Ribeiro, 2005). A WHO define QdV como sendo a perce&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo da sua posi&ccedil;&atilde;o na vida, no contexto da sua cultura e sistema de valores nos quais vive e em rela&ccedil;&atilde;o com os seus objetivos, expectativas, padr&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es (WHO, 1995). Em 1998, o Grupo WHOQOL, acrescenta a presen&ccedil;a de dimens&otilde;es positivas e negativas, isto &eacute;, que &eacute; necess&aacute;ria a presen&ccedil;a de elementos, como a mobilidade, e a aus&ecirc;ncia de outros, por exemplo, de dor. Em conformidade com as considera&ccedil;&otilde;es de Ribeiro (2002), a QdVRS centra-se mais na doen&ccedil;a, nas suas representa&ccedil;&otilde;es, que incluem cren&ccedil;as sobre causas e consequ&ecirc;ncias da doen&ccedil;a, dos preconceitos, da auto-aprecia&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo doente, dos ju&iacute;zos que os outros fazem sobre a doen&ccedil;a, das emo&ccedil;&otilde;es desencadeadas e dos tratamentos.</p>     <p>Os conceitos de QdV, QdV Relacionada com a Sa&uacute;de (QdVRS) e sa&uacute;de est&atilde;o interligados, contudo o primeiro tem um sentido mais amplo, abrangendo a QdVRS e no seu centro a sa&uacute;de, e aplica-se a todas as pessoas saud&aacute;veis ou n&atilde;o, enquanto o segundo refere-se aos aspetos diretamente relacionados com os sintomas e impacto da doen&ccedil;a e com o seu tratamento (Ribeiro, 2002). Ainda que os conceitos de sa&uacute;de e QdVRS sejam espec&iacute;ficos e partes integrantes do construto gen&eacute;rico que &eacute; a QdV, nos artigos analisados s&atilde;o utilizados como sin&oacute;nimos, confirmando a ambiguidade e confus&atilde;o dos conceitos que necessitam de ser clarificados pelos autores dos estudos, pois s&oacute; assim s&atilde;o orientados estudos v&aacute;lidos (Meneses, 2005; Ribeiro, 2005).</p>     <p>Constata-se que os instrumentos identificados nesta revis&atilde;o integrativa consideram apenas os impactos negativos da sa&uacute;de oral na QdV, centrados nas incapacidades, ainda que seja identificado um dom&iacute;nio positivo no PIDAQ e um item no GOHAI. As principais limita&ccedil;&otilde;es dos modelos que sustentam os instrumentos identificados na presente revis&atilde;o integrativa prendem-se com o fato de n&atilde;o considerarem que o impacto da sa&uacute;de oral na QdV possa ser, simultaneamente, positivo e negativo, polaridade impl&iacute;cita na defini&ccedil;&atilde;o de QdV, centrando-se apenas no seu impacto negativo. No estudo de McGrath e Bedi (2004) verificaram que 53% dos inquiridos identificaram a import&acirc;ncia da perce&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de oral na QdV no sentido positivo, isto &eacute;, enquanto forma de melhorar a QdV (como alinhamento ou cor dos dentes), e 47% identificam a import&acirc;ncia no sentido negativo (como presen&ccedil;a de doen&ccedil;as orais, est&eacute;tica oral desfavor&aacute;vel), ou seja, como um fardo nas suas vidas. Identificaram como relevantes, ainda que em menos de 1%, quest&otilde;es financeiras, rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas e personalidade, que n&atilde;o s&atilde;o considerados em nenhum dos artigos analisados nesta revis&atilde;o.</p>     <p>Na sua maioria, os instrumentos identificados s&atilde;o de abordagem gen&eacute;rica de sa&uacute;de oral e apenas um (PIDAQ) &eacute; de abordagem espec&iacute;fica para condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de oral (ortodontia). A maior vantagem de instrumentos de abordagem gen&eacute;rica &eacute; permitir recolher maior n&uacute;mero e qualidade de informa&ccedil;&atilde;o, comparar dentro de uma variedade de condi&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas e entre popula&ccedil;&otilde;es, no sentido de examinar o impacto dos programas de cuidados de sa&uacute;de na QdV, fornecendo uma vis&atilde;o ampla (Silva, 2003). Os instrumentos de abordagem espec&iacute;fica tornam-se &uacute;teis sobre por permitira aplica&ccedil;&atilde;o em determinadas interven&ccedil;&otilde;es, doen&ccedil;as ou grupos de indiv&iacute;duos, e fornecer informa&ccedil;&otilde;es mais detalhadas sobre determinada condi&ccedil;&atilde;o, para al&eacute;m de diminu&iacute;rem a sobrecarga e aumentarem a aceitabilidade (Silva, 2003).</p>     <p>Todos os instrumentos cont&ecirc;m itens direcionados para as limita&ccedil;&otilde;es funcionais, dor e desconforto oral e impactos psicol&oacute;gicos e comportamentais das condi&ccedil;&otilde;es orais, o que confirma a multidimensional do construto. Apenas o instrumento OIDP sustenta uma estrutura unidimensional, visto centrar-se no terceiro n&iacute;vel do modelo de Locker que centra-se nos impactos finais (Adulyanon &amp; Sheiham, 1997).Deste modo, circunscreve todas as consequ&ecirc;ncias dos impactos don&iacute;vel dois no desempenho de atividades di&aacute;rias, permiteevitar ou reduzir a repeti&ccedil;&atilde;o dos impactos de cada um dos tr&ecirc;s n&iacute;veis e apenas os impactos significativos s&atilde;o reconhecidos, ao eliminar condi&ccedil;&otilde;es menores que n&atilde;o afetam no desempenho di&aacute;rios. Do mesmo modo, os autores consideram que &eacute; mais f&aacute;cil medir os impactos do comportamento, em termos de desempenho das atividades di&aacute;rias (por exemplo, comer, falar), do que sentimentos/estados (por exemplo, desconforto, preocupa&ccedil;&atilde;o) (Adulyanon &amp; Sheiham, 1997).</p>     <p>Para al&eacute;m de abrangerem impactos psicol&oacute;gicos e comportamentais, o GOHAI e o OHIP-14 cont&ecirc;m itens sobre limita&ccedil;&otilde;es funcionais, dor e desconforto. Por&eacute;m, o GOHAI salienta as limita&ccedil;&otilde;es funcionais ou dor e desconforto, enquanto o OHIP-14 enfatiza os aspetos psicol&oacute;gicos e comportamentais. Constata-te, ainda, que na dimens&atilde;o Limita&ccedil;&otilde;es funcionais, o GOHAI possui itens referentes a problemas ao trincar, mastigar, engolir e falar, enquanto o OHIP-14 refere problemas com pronunciar palavras e saborear alimentos. Infere-se, assim, que o GOHAI permite identificar impactos relativos &agrave; disfun&ccedil;&atilde;o e dor enquanto o OHIP-14 deteta, com maior facilidade, impactos psicol&oacute;gicos (Locker et al., 2001).</p>     <p>As op&ccedil;&otilde;es de resposta consistem todas em escalas de Likert, sobretudo de frequ&ecirc;ncia (GOHAI, OHIP, OIDP). O instrumento PIDAQ &eacute; o &uacute;nico com escala de intensidade e o OQOL o &uacute;nico com escala de qualidade, contudo o uso de adjetivos nas op&ccedil;&otilde;es de resposta tornam o instrumento mais dif&iacute;cil de interpretar pela sua subjetividade (Moreira, 2004). Nenhum instrumento apresenta uma alternativa no sentido de ultrapassar a limita&ccedil;&atilde;o das op&ccedil;&otilde;es de resposta fechadas. Nos estudos relativos &agrave; valida&ccedil;&atilde;o lingu&iacute;stica e cultural, destaca-se o estudo de Montero et al. (2008) de valida&ccedil;&atilde;o do OIDP para a vers&atilde;o lingu&iacute;stica e cultural espanhola, em que os participantes identificam a necessidade de integrar uma dimens&atilde;o na fun&ccedil;&atilde;o oral direcionada para a fun&ccedil;&atilde;o sexual.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O instrumento GOHAI-T adaptado para a Ilha Formosa apresenta boas qualidades psicom&eacute;tricas, nomeadamente boa fidelidade e validade convergente, e uma estabilidade temporal aceit&aacute;vel. &Eacute; muito utilizada em estudos longitudinais para avaliar mudan&ccedil;as de sa&uacute;de oral percebida em idosos. N&atilde;o s&atilde;o relatadas informa&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; sensibilidade. As principais vantagens prendem-se com o fato de ser um instrumento breve, de r&aacute;pida administra&ccedil;&atilde;o e cota&ccedil;&atilde;o. Uma vez que foi testado, segundo Atchinson (1997), com indiv&iacute;duos com diferentes idades, o termo Geriatric foi alterado para General. Como desvantagem salienta-se o fato de integrar apenas um item positivo, identificando-se a necessidade de aumentar o n&uacute;mero itens referentes &agrave; QdV, resili&ecirc;ncia e oportunidade e ainda de verificar de que modo a perce&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de muda com o envelhecimento (Atchinson, 1997). De todos os instrumentos identificados, este &eacute; o &uacute;nico que se encontra validado para a l&iacute;ngua e contexto cultural portugu&ecirc;s, de Portugal, por Carvalho, Manso, Escoval, Salvado e Nunes (2013).</p>     <p>O OHIP-14 &eacute; o instrumento mais identificado nesta revis&atilde;o integrativa, com 7 vers&otilde;es lingu&iacute;sticas e culturais, apresentando como principais vantagens: diversos dom&iacute;nios, instrumento breve, de r&aacute;pida administra&ccedil;&atilde;o e cota&ccedil;&atilde;o, apresenta valores de corte, permitindo avaliar a gravidade, extens&atilde;o e preval&ecirc;ncia dos impactos negativos numa &uacute;nica administra&ccedil;&atilde;o. Acrescenta-se ainda que os itens resultam do contributo de pacientes, e n&atilde;o somente de investigadores, aumentando a probabilidade de conseguir explorar as consequ&ecirc;ncias consideradas como importantes pelos pacientes (Allen, 2003; Slade, 1997). Este &eacute; um dos aspetos que McGrath e Bedi (2004) salientam como principal limita&ccedil;&atilde;o da maioria dos instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o da QdVRSO, na medida em que os profissionais de sa&uacute;de n&atilde;o devem assumir que conhecem as perspetivas e/ou import&acirc;ncia do estado de sa&uacute;de para a QdV, para al&eacute;m de que as experi&ecirc;ncias de pessoas com altera&ccedil;&otilde;es da sa&uacute;de oral s&atilde;o bem distintas das perspetivas e experi&ecirc;ncias das pessoas saud&aacute;veis, diferindo ainda de acordo com o tipo de altera&ccedil;&otilde;es. Como desvantagem salienta-se o fato de n&atilde;o integrar dom&iacute;nios/itens positivos. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s vers&otilde;es culturais identificadas, a vers&atilde;o original apresenta boa sensibilidade a vari&aacute;veis cl&iacute;nicas e permite avaliar em termos de frequ&ecirc;ncia e de gravidade; a vers&atilde;o &aacute;rabe apresenta boa consist&ecirc;ncia interna e elevada estabilidade temporal, indicando que s&atilde;o reproduz&iacute;veis em diferentes situa&ccedil;&otilde;es; a vers&atilde;o iraniana apresenta fidelidade elevada e boa validade de construto; a vers&atilde;o japonesa (OHIP-J14) apresenta fidelidade elevada, estabilidade aceit&aacute;vel e boa sensibilidade a vari&aacute;veis cl&iacute;nicas; a vers&atilde;o espanhola (OHIP-14sp) fidelidade elevada, boa sensibilidade a vari&aacute;veis cl&iacute;nicas e boa validade de construto e refere ponto de corte; a vers&atilde;o chinesa apresenta bem sensibilidade a vari&aacute;veis cl&iacute;nicas e boa validade, n&atilde;o sendo apresentados valores relativos &agrave; fidelidade; a vers&atilde;o brasileira apresenta boa sensibilidade a vari&aacute;veis cl&iacute;nicas n&atilde;o sendo apresentados valores relativos &agrave; fidelidade; a vers&atilde;o finlandesa apresenta boa sensibilidade, refere valor de corte, n&atilde;o sendo referidas informa&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; validade e fidelidade do instrumento. Globalmente identifica-se como mais frequentemente utilizado o m&eacute;todo aditivo na obten&ccedil;&atilde;o da pontua&ccedil;&atilde;o final no OHIP-14, por permitir aferir a gravidade do impacto (Slade, 1997).</p>     <p>A vers&atilde;o brasileira do instrumento PIDAQ apresenta boa fidelidade, estabilidade temporal e sensibilidade. Salienta-se o fato de ser um instrumento breve, de r&aacute;pida administra&ccedil;&atilde;o e cota&ccedil;&atilde;o, de ser espec&iacute;fico para a condi&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica m&aacute; oclus&atilde;o e integrar dom&iacute;nios negativos e positivos. Contudo, sendo um instrumento espec&iacute;fico para a ortodontia pode ser necess&aacute;rio associar outros instrumentos para aceder a uma maior diversidade de informa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A vers&atilde;o espanhola do OIDP apresenta boa fidelidade, boa estabilidade temporal e boa validade de construto e de crit&eacute;rios. As principais vantagens prendem-se com o fato de permitir, com uma &uacute;nica administra&ccedil;&atilde;o, obter em simult&acirc;neo informa&ccedil;&atilde;o relativa &agrave; frequ&ecirc;ncia e gravidade dos impactos que afetam o desempenho di&aacute;rio dos indiv&iacute;duos e de ser um instrumento breve, de r&aacute;pida administra&ccedil;&atilde;o, cota&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o dos valores de modo mais intuitivo, pela convers&atilde;o da pontua&ccedil;&atilde;o obtida em percentagem e por apresentar ponto de corte, diminuindo a subjetividade. Como desvantagem salienta-se o fato de n&atilde;o integrar dom&iacute;nios/itens positivos e de considerar apenas um dom&iacute;nio.</p>     <p>Os instrumentos de 6 e de 12 itens do OQOL apresentam boa fidelidade, boa estabilidade temporal e boa sensibilidade em rela&ccedil;&atilde;o a vari&aacute;veis cl&iacute;nicas. De acordo com as diferen&ccedil;as obtidas nos valores de consist&ecirc;ncia interna na constru&ccedil;&atilde;o do instrumento por Kressin, Jones, Orner e Spiro (2008), o instrumento de 6 itens revelou ser adequado para comparar grupos dada a sua brevidade e rapidez de administra&ccedil;&atilde;o permitindo uma r&aacute;pida compara&ccedil;&atilde;o entre grupos. Contrariamente ao instrumento de 12 itens que revelou ser ideal para avaliar individualmente. Este instrumento surge como inovador e &uacute;til ao integrar o dom&iacute;nio da sobreviv&ecirc;ncia se considerarmos os dados de mortalidade por cancro oral. A n&iacute;vel europeu, o cancro da cavidade oral e do l&aacute;bio &eacute; o 12&ordm; cancro mais comum nos homens, sendo diagnosticados cerca de 132 000 casos que resultaram em 62 800 mortes, em 2008 (Patel, 2012). Integra, ainda, o dom&iacute;nio Oportunidade que constitui um dos cinco dom&iacute;nios principais da QdVRS designadamente a oportunidade/resili&ecirc;ncia, perce&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, estados funcionais, defici&ecirc;ncias/doen&ccedil;as e dura&ccedil;&atilde;o de vida (Gift &amp; Atchinson, 1995). Por ser um instrumento de abordagem espec&iacute;fica (de condi&ccedil;&atilde;o oral), salienta aspetos como preocupa&ccedil;&atilde;o com est&eacute;tica e autoconfian&ccedil;a, fundamentais em indiv&iacute;duos que se encontram sob tratamento ortod&ocirc;ntico.</p>     <p>No que diz respeito &agrave;s qualidades clinim&eacute;tricas, todos os instrumentos identificados s&atilde;o constitu&iacute;dos por diversos itens, permitindo captar uma maior variabilidade estat&iacute;stica e maior riqueza de informa&ccedil;&atilde;o. Os instrumentos variam entre 6 itens (OQOL) e o m&aacute;ximo de 23 itens (PIDAQ), sendo que o recomend&aacute;vel &eacute; 20 itens por instrumento, constru&iacute;dos, na sua maioria, pela negativa, s&atilde;o breves e de r&aacute;pida resposta, n&atilde;o havendo refer&ecirc;ncia a desist&ecirc;ncias dos estudos por sobrecarga (<i>burden</i>) ou dificuldade na compreens&atilde;o dos itens (Ribeiro, 1999). Os instrumentos GOHAI e PIDAQ por inclu&iacute;rem itens constru&iacute;dos pela negativa e pela positiva permitem reduzir a tend&ecirc;ncia para respostas aleat&oacute;rias e aproximam-se mais da polaridade de dom&iacute;nios que carateriza a QdV. Em termos de interpreta&ccedil;&atilde;o da pontua&ccedil;&atilde;o final, o OIDP &eacute; o &uacute;nico que permite uma leitura r&aacute;pida da pontua&ccedil;&atilde;o total na medida em que h&aacute; convers&atilde;o do valor em percentagem, facilitando a sua interpreta&ccedil;&atilde;o, e diminui a subjetividade, por apresentar ponto de corte.</p>     <p>Na maioria dos estudos analisados nesta revis&atilde;o n&atilde;o foram identificadas as vers&otilde;es originais mas sim vers&otilde;es adaptadas lingu&iacute;stica e culturalmente a diferentes pa&iacute;ses, pelo que seria relevante, em estudos futuros, analisar o processo utilizado na respetiva valida&ccedil;&atilde;o. Apenas 2 estudos analisados utilizam o instrumento na sua vers&atilde;o original, nomeadamente o estudo de Locker e Gibson (2005) que utiliza o instrumento GOHAI e o estudo de Wright et al. (2009) que utiliza o instrumento OQOL.</p>     <p>Destaca-se que, para al&eacute;m da aus&ecirc;ncia de defini&ccedil;&otilde;es claras e de modelos te&oacute;ricos subjacentes aos instrumentos, os estudos nem sempre apresentam as qualidades psicom&eacute;tricas da vers&atilde;o cultural dos instrumentos. Contudo, verifica-se que todos apresentam boa sensibilidade em rela&ccedil;&atilde;o a vari&aacute;veis cl&iacute;nicas, o que pode sugerir uma boa validade de construto. Uma limita&ccedil;&atilde;o desta revis&atilde;o integrativa foi a heterogeneidade e o elevado n&uacute;mero de estudos prim&aacute;rios sobre esta tem&aacute;tica, pelo que seria pertinente alargar a pesquisa a outras bases eletr&oacute;nicas.</p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o da QdVRSO em simult&acirc;neo com medidas cl&iacute;nicas facilita a obten&ccedil;&atilde;o de conhecimento necess&aacute;rio para o desenvolvimento, planeamento e implementa&ccedil;&atilde;o de programas de interven&ccedil;&atilde;o adequados &agrave;s necessidades e aos contextos socioecon&oacute;micos e culturais. A sua defini&ccedil;&atilde;o condiciona a t&eacute;cnica de avalia&ccedil;&atilde;o a utilizar pelo que os instrumentos devem consistir numa s&eacute;rie de dimens&otilde;es alargadas da QdV e em elementos espec&iacute;ficos no dom&iacute;nio da sa&uacute;de oral, por&eacute;m na maioria dos estudos essa posi&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica n&atilde;o &eacute; clara.</p>     <p>Foram identificados cinco instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o de QdVRSO que revelam boa fidelidade e sensibilidade, com uma diversidade de dom&iacute;nios e de itens, que se centram, de forma geral, no funcionamento f&iacute;sico, emocional e social, em conformidade com a sua complexidade multidimensional e subjetividade. Consistem em instrumentos breves, de f&aacute;cil compreens&atilde;o e de r&aacute;pida administra&ccedil;&atilde;o, constru&iacute;dos, na sua maioria, pela negativa. Na sua maioria, os instrumentos apresentam v&aacute;rios dom&iacute;nios, por&eacute;m, n&atilde;o integram itens referentes ao impacto positivo da sa&uacute;de oral na QdV ou quest&otilde;es consideradas como importantes como financeiras, rela&ccedil;&otilde;es rom&acirc;nticas ou personalidade. O OHIP-14 surge como o instrumento mais identificado nesta revis&atilde;o e com mais vers&otilde;es culturais e lingu&iacute;sticas, para al&eacute;m de que apresenta boas qualidades psicom&eacute;tricas e clinim&eacute;tricas, com itens que derivam de declara&ccedil;&otilde;es de pacientes e relativos a sete dom&iacute;nios, permite numa &uacute;nica administra&ccedil;&atilde;o recolher informa&ccedil;&otilde;es relativas &agrave; frequ&ecirc;ncia e gravidade dos impactos na QdVRSO, sugerindo que este instrumento pode ser o mais adequado para contextos de interven&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e de investiga&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na realiza&ccedil;&atilde;o da presente revis&atilde;o integrativa foram encontradas apenas duas revis&otilde;es de literatura, uma sobre QdV enquanto indicador de sa&uacute;de oral em idosos e outra relativa &agrave; import&acirc;ncia da QdVRSO nas popula&ccedil;&otilde;es, pelo que se torna oportuna a reuni&atilde;o consistente de conhecimentos relativos a esta tem&aacute;tica. N&atilde;o foi encontrada evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica que recomende o uso isolado destes instrumentos, pelo contr&aacute;rio, a sua utiliza&ccedil;&atilde;o deve ser complementar &agrave; informa&ccedil;&atilde;o fornecida pelos dados cl&iacute;nicos. &Eacute; un&acirc;nime na literatura que o uso de indicadores de QdV &eacute; um componente essencial nas pesquisas e estudos odontol&oacute;gicos, especialmente aqueles que avaliam em termos de preven&ccedil;&atilde;o e de op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas que visam melhorar o estado de sa&uacute;de do indiv&iacute;duo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Al Habashneh, R., Khader, Y.S., &amp; Salameh, S. (2012). Use of the Arabic version of&nbsp;Oral&nbsp;Health Impact Profile-14 to evaluate the impact of periodontal disease on&nbsp;oral&nbsp;health-related&nbsp;quality of life&nbsp;among Jordanian adults. <i>Journal of Oral Science, 54</i>, 113-120. <a href="http://dx.doi.org/10.2334/josnusd.54.11" target="_blank">http://dx.doi.org/10.2334/josnusd.54.11</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1645-0086201500020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Allen, P. F. (2003). Assessment of oral health related quality of life. <i>Health and Quality of Life Outcomes</i><i>,&nbsp;<b>1,</b></i>40. doi:10.1186/1477-7525-1-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1645-0086201500020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Atchinson, K, (1997). General Oral Health Assessment Index. In G. Slade (Ed.). <i>Measuring oral health and quality of life</i> (pp. 71- 80). Recuperado de: <a href="http://www.adelaide.edu.au/arcpoh/downloads/publications/reports/miscellaneous/measuring-oral-health-and-quality-of-life.pdf" target="_blank">http://www.adelaide.edu.au/arcpoh/downloads/publications/reports/miscellaneous/measuring-oral-health-and-quality-of-life.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1645-0086201500020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bennadi, D.,&amp; Reddy, C. (2013). Oral health related quality of life. <i>Journal of International Society of Preventive &amp; Community Dentistry, 3,</i>1-6. doi: 10.4103/2231-0762.115700.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1645-0086201500020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gibson, F.C., Yumoto, H., Takahashi, Y., Chou, H-H.,&amp; Genco, C. A. (2006). Innate immune signaling and porphyromonas gingivalis-accelerated atherosclerosis.<i>Journal of Dental Research, 85,</i> 106. doi: 10.1177/154405910608500202.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S1645-0086201500020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Gift, H.C., &amp;&nbsp;Atchison, K.A. (1995). Oral&nbsp;health, health, and&nbsp;health-related&nbsp;quality of life. <i>Medical Care,&nbsp; 33,</i> NS57-77. Recuperado de: <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7475433" target="_blank">http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7475433</a>.</p>     <!-- ref --><p>Gil-Montoya, J.A., Ponce, G., S&aacute;nchez, L., Barrios, R., Llodra, J.C.,&amp; Bravo, M. (2013). Association of the oral health impact profile with malnutrition risk in Spanish elders. <i>Archives of Gerontology and Geriatrics, 57</i>, 398-402. doi: 10.1016/j.archger.2013.05.002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1645-0086201500020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Griffin, S.O., Jones, J.A., Brunson, D., Griffin, P.M., &amp; Bailey, W.D. (2012). Burden of&nbsp;oral&nbsp;disease among older adults and implications for public health priorities. <i>American Journal of Public Health,</i><i> 102</i>, 411-8. doi: 10.2105/AJPH.2011.300362.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1645-0086201500020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hsu, K., Lee, H., Wu, Y., Lan, S., Huang, S.,&amp; Yen, Y. (2014). Masticatory factors as predictors of oral health-related quality of life among elderly people in Kaohsiung City, Taiwan. <i>Quality of Life Research, 23,</i> 1385-1405. doi: 10.1007/s11136-013-0574-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1645-0086201500020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Inukai, M., John, M.T., Igarashi, Y., &amp; Baba, K. (2010). Association between perceived chewing ability and oral health-related quality of life in partially dentate patients. <i>Health and Quality of Life Outcomes, 8</i>, 118. doi: 10.1186/1477-7525-8-118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S1645-0086201500020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Liberati, A., Altman, D.,Tetzlaff, J., Mulrow, C.,G&oslash;tzsche, P., Ioannidis, J., Moher, D. (2009).The PRISMA statement for reporting systematic review and meta-analyses of studies that evaluate health care interventions: Explanation and elaboration. <i>PLoS Medicine, 6,</i> e1000100. doi:10.1371/journal.pmed.1000100.</p>     <!-- ref --><p>Locker, D. (1997). Concepts of oral health, disease and quality of life. In G. D. Slade (Ed.), <i>Measuring oral health and quality of life</i> (pp.11-23). Recuperado de: <a href="http://www.adelaide.edu.au/arcpoh/downloads/publications/reports/miscellaneous/measuring-oral-health-and-quality-of-life.pdf" target="_blank">http://www.adelaide.edu.au/arcpoh/downloads/publications/reports/miscellaneous/measuring-oral-health-and-quality-of-life.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1645-0086201500020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Locker, D., &amp; Gibson, B. (2005). Discrepancies between self-ratings of and satisfaction with oral health in two older adult populations. <i>Community Dentistry and Oral Epidemiology, 33, </i>280-288. doi/10.1111/j.1600-0528.2005.00209.x.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S1645-0086201500020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Locker, D., Matear, D., Stephens, M., Lawrence, H., &amp; Payne, B. (2001). Comparison of the GOHAI and OHIP-14 as measures of the oral health-related quality of life of the elderly. <i>Community Dentistry and Oral Epidemiology, 29,</i> 373&ndash;81. doi:&nbsp;10.1111/j.1600-0528.2001.290507.x.</p>     <!-- ref --><p>McGrath, C., &amp; Bedi, R. (2004). A national study of the importance of oral health to life quality to inform scales of oral health related quality of life. <i>Quality of Life Research, 13</i>, 813-818. doi:10.1023/B:QURE.0000021696.05528.4c&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S1645-0086201500020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->)</p>     <!-- ref --><p>Mendes, K., Silveira, R.,&amp; Galv&atilde;o, C. (2008). Revis&atilde;o integrativa: M&eacute;todo de pesquisa para a incorpora&ccedil;&atilde;o de evid&ecirc;ncias na Sa&uacute;de e na Enfermagem. <i>Texto&amp; Contexto - Enfermagem, 17,</i>758-64. doi:org/10.1590/S0104-07072008000400018.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S1645-0086201500020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Meneses, R. (2005). <i>Promo&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida de doentes cr&oacute;nicos. Contributos no contexto das epilepsias focais</i>. Porto: edi&ccedil;&otilde;es UFP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S1645-0086201500020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;</p>     <!-- ref --><p>Miettinen, O., Lahti, S., &amp; Sipil&auml;, K. (2012). Psychosocial aspects of temporomandibular disorders and oral health-related quality-of-life. <i>Acta Odontologica Scand</i><i>inavica 70, </i>331-6. doi: 10.3109/00016357.2011.654241.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S1645-0086201500020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Montero, J., Bravo, M., &amp; Albaladejo, A. (2008). Validation of two complementary&nbsp;oral-health related&nbsp;quality of life indicators (OIDP and OSS 0-10) in two qualitatively distinct samples of the Spanish population. <i>Health and Quality of</i>&nbsp;<i>Life</i>&nbsp;<i>Outcomes,</i><i> 18, </i>101. doi: 10.1186/1477-7525-6-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S1645-0086201500020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Montero, J., Bravo, M., Albaladejo, A., Hern&aacute;ndez, L.A., &amp; Rosel, E.M. (2009). Validation the&nbsp;Oral&nbsp;Health Impact Profile (OHIP-14sp) for&nbsp;adults&nbsp;in Spain. <i>Medicina Oral, Patolog&iacute;a Oral y Cirurgia Bucal, 14, </i>E44-50. Recuperado de: <a href="http://www.medicinaoral.com/pubmed/medoralv14_i1_p44.pdf" target="_blank">http://www.medicinaoral.com/pubmed/medoralv14_i1_p44.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S1645-0086201500020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreira, J. M. (2004). <i>Question&aacute;rios: Teoria e pr&aacute;tica</i>. Coimbra: Livraria Almedina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S1645-0086201500020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Motallebnejad, M., Hadian, H., Mehdizadeh, S.,&amp; Hajiahmadi, M. (2011). Validity and reliability of the Persian version of the oral health impact profile (OHIP)-14. <i>Caspian Journal of Internal Medicine, 2</i>, 314-320.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S1645-0086201500020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira, C., Watt, R., &amp; Hamer, M. (2010). Toothbrushing, inflammation, and risk of cardiovascular disease: Results from Scottish Health Survey. <i>British Medical Journal, 340,</i> c2451. doi:10.1136/bmj.c2451.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S1645-0086201500020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Patel, R. (2012). <i>The state of oral health in Europe. Report commissioned by the Platform for Better Oral Health in Europe</i>. Recuperado de: <a href="http://www.oralhealthplatform.eu/state-oral-health-europe" target="_blank">http://www.oralhealthplatform.eu/state-oral-health-europe</a>.</p>     <p>Perea, C., Su&aacute;rez-Garc&iacute;a, M.J., Del R&iacute;o, J., Torres-Lagares, D., Montero, J., &amp; Castillo-Oyag&uuml;e R. (2013). Oral health-related&nbsp;quality of life&nbsp;in complete denture wearers depending on their socio-demographic background, prosthetic-related factors and clinical condition. <i>Medicina Oral, Patolog&iacute;a Oral y Cirurgia Bucal, 18,</i> e371&ndash;e380.&nbsp; doi:&nbsp;&nbsp;10.4317/medoral.18648.</p>     <!-- ref --><p>Pereira, T.C., Brasolotto, A.G., Conti, P.C., &amp; Berretin-Felix, G. (2009). Temporomandibular disorders, voice and&nbsp;oral&nbsp;quality of life&nbsp;in women. <i>Journal of Applied</i>&nbsp;<i>Oral</i>&nbsp;<i>Science,</i><i>17</i>,50-6. doi:org/10.1590/S1678-77572009000700009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S1645-0086201500020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pestana, M.H. &amp; Gageiro, J.N. (2008). A<i>n&aacute;lise de dados para ci&ecirc;ncias sociais: A complementaridade do SPSS</i>. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S1645-0086201500020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Petersen, P.E. (2003). The World Oral Health Report 2003: Continuous improvement of oral health in the 21st century -The approach of the WHO Global Oral Health Programme. <i>Community Dentistry and Oral Epidemiology, 31,</i> 3-24. Recuperado de: <a href="http://www.who.int/oral_health/media/en/orh_report03_en.pdf" target="_blank">http://www.who.int/oral_health/media/en/orh_report03_en.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S1645-0086201500020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Petersen, P. E., &amp; Yamamoto, T. (2005). Improving the oral health of older people: The approach of the WHO Global Oral Health Programme. <i>Community Dentistry and Oral Epidemiology</i><i>, 33</i>, 81-92. doi:&nbsp;10.1111/j.1600-0528.2004.00219.x.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S1645-0086201500020000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Petersen, P.E., Bourgeois, D., Bratthall, D., Ogawa, H., Estupinan-Day, S., &amp;&nbsp;Ndiaye, C. (2005). Oral health information systems - Towards measuring progress in oral health promotion and disease prevention. <i>Bulletin of the World Health Organization, 83</i>, 686-93. Recuperado do website de World Health Organization: <a href="http://www.icd.org/content/publications/WHO-Oral-Health-Surveys-Basic-Methods-5th-Edition-2013.pdf" target="_blank">http://www.icd.org/content/publications/WHO-Oral-Health-Surveys-Basic-Methods-5th-Edition-2013.pdf</a>.</p>     <p>Pistorius, J.,&nbsp;Horn, J.G.,&nbsp;Pistorius, A.&nbsp;&amp;Kraft, J. (2013). Oral&nbsp;health-related&nbsp;quality of life&nbsp;in patients with removable dentures. <i>Schweiz Monatsschr Zahnmed,123</i>. Recuperado de: <a href="http://www.sso.ch/doc/doc_download.cfm?uuid=0EF3EAA4DA4B153C1B1513561D33EB17" target="_blank">http://www.sso.ch/doc/doc_download.cfm?uuid=0EF3EAA4DA4B153C1B1513561D33EB17</a>.</p>     <p>Portugal, Ordem dos M&eacute;dicos Dentistas [OMD] (2013). <i>Observat&oacute;rio da Sa&uacute;de Oral &ndash; N&uacute;meros da Ordem 2013</i>. Recuperado de: <a href="http://www.omd.pt/numeros/2013" target="_blank">http://www.omd.pt/numeros/2013</a>.</p>     <p>Portugal, Ordem dos M&eacute;dicos Dentistas [OMD] (2010). <i>Plano Nacional de Sa&uacute;de 2011-2016 Estrat&eacute;gia de sa&uacute;de oral em Portugal &ndash; Um conceito de transversalidade que urge implementar (proposta conceptual).</i> Recuperado de: <a href="http://pns.dgs.pt/files/2010/06/omd.pdf" target="_blank">http://pns.dgs.pt/files/2010/06/omd.pdf</a>.</p>     <!-- ref --><p>Rener-Sitar, K., Petricevic, N., Celebic, A. &amp; Marion, L. (2008). Psychometric properties of Croatian and Slovenian Short Form of Oral Health Impact Profile Questionnaires. <i>Croatian Medical Journal, 49</i>, 536-44. doi: 10.3325/cmj.2008.4.536.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S1645-0086201500020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ribeiro, J. L. P. (2007). <i>Avalia&ccedil;&atilde;o em psicologia da sa&uacute;de: Instrumentos publicados em Portugu&ecirc;s</i>. Coimbra: Quarteto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S1645-0086201500020000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribeiro, J. L. P. (2005). <i>Introdu&ccedil;&atilde;o &agrave; psicologia da sa&uacute;de</i>. Coimbra: Quarteto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S1645-0086201500020000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribeiro, J. L. P. (1999). <i>Investiga&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o em psicologia e sa&uacute;de</i>. Lisboa: Climepsi.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S1645-0086201500020000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribeiro, J.L. P. (2002). Qualidade de vida e doen&ccedil;a oncol&oacute;gica. In M.R Dias &amp; E. Dura, <i>Territ&oacute;rios da psicologia oncol&oacute;gica</i> (pp.75-98). Lisboa: Climepsi.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S1645-0086201500020000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rusanen, J., Silvola, A., Tolvanen, M., Pirttiniemi, P., Lahti, S.,&amp; Sipil&auml;, K. (2012). Pathways between temporomandibular disorders, occlusal characteristics, facial pain, and oral health-related quality of life among patients with severe malocclusion. <i>European Journal of Orthodontics ,34 ,</i>512-517. doi:&nbsp;10.1093/ejo/cjr071.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S1645-0086201500020000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sampaio, R. F., &amp; Mancini, M. C. (2007). Estudos de revis&atilde;o sistem&aacute;tica: Um guia para s&iacute;ntese criteriosa da evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica. <i>Revista Brasileira de Fisioterapia, 11,</i>83-89. Recuperado de: <a href="http://www.scielo.br/pdf/rbfis/v11n1/12.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/rbfis/v11n1/12.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S1645-0086201500020000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sardenberg, F., Oliveira, A.C., Paiva, S.M., Auad, S.M., &amp; Vale, M.P. (2011).Validity and reliability of the Brazilian version of the Psychosocial Impact of Dental Aesthetics Questionnaire. <i>European Journal of Orthodontics,&nbsp;33,</i>&nbsp;270-275. doi:&nbsp;10.1093/ejo/cjq066.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S1645-0086201500020000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Sheiham, A. (2005). Oral health, general health and quality of life. <i>Bulletin of the World Health Organization, 83</i>. Recuperado do website de World Health Organization: <a href="http://www.who.int/bulletin/volumes/83/9/644.pdf" target="_blank">http://www.who.int/bulletin/volumes/83/9/644.pdf</a>.</p>     <p>Silva, I. (2003). <i>Qualidade de vida e vari&aacute;veis psicol&oacute;gicas associadas a sequelas de diabetes e sua evolu&ccedil;&atilde;o ao longo do tempo</i> (Tese de Doutoramento) apresentada &agrave; Faculdade de Psicologia e Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o do Porto. Recuperado de Reposit&oacute;rio Aberto da Universidade do Porto - Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o. <a href="http://hdl.handle.net/10216/22933" target="_blank">http://hdl.handle.net/10216/22933</a>.</p>     <!-- ref --><p>Silva, I., Meneses, R. F. &amp; Silveira, A. (2007). Avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida relacionada com a sa&uacute;de oral. <i>Revista&nbsp;da&nbsp;Faculdade&nbsp;de&nbsp;Ci&ecirc;ncias Humanas e Sociais, 4,</i> 264-274. Recuperado de: <a href="http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/452/2/264-274%20FCHS04-18.pdf" target="_blank">http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/452/2/264-274%20FCHS04-18.pdf</a> .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S1645-0086201500020000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silvola, A.S., Rusanen, J., Tolvanen, M., Pirttiniemi, P., &amp; Lahti, S.(2012). Occlusal characteristics and quality of life before and after treatment of severe malocclusion. <i>European Journal of Orthodontis,4,</i>&nbsp;704-709. doi:&nbsp;10.1093/ejo/cjr085.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S1645-0086201500020000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sischo, L., &amp; Broder, H. L. (2011). Oral health-related quality of life: What, why, how, and future implications. <i>Journal of Dental Research, 90,</i> 1264-1270. doi: 10.1177/0022034511399918.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S1645-0086201500020000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sj&ouml;gren, P., Nilsson, E., Forsell, M., Johansson, O., &amp; Hoogstraate, J. (2008). A systematic review of the preventive effect of oral hygiene on pneumonia and respiratory tract infection in elderly people in hospitals and nursing homes: Effect estimates and methodological quality of randomized controlled trials. <i>Journal of the American Geriatrics Society, 56, </i>2124-2130. doi: 10.1111/j.1532-5415.2008.01926.x.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S1645-0086201500020000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Slade, G.D. (1997). Derivation and validation of a short-form oral health impact profile. <i>Community Dentistry Oral Epidemiology, 25</i>, 284-290. doi: 10.1111/j.1600-0528.1997.tb00941.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S1645-0086201500020000900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Slade, G. (2012). Oral health-related quality of life is important for patients, but what about populations? <i>Community Dentistry and Oral Epidemiology, 40,</i> 39-43. doi:&nbsp;10.1111/j.1600-0528.2012.00718.x.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000248&pid=S1645-0086201500020000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Slade, G., &amp; Anders, A. (2003). The ICF and oral health. In R. Madden (Ed.), <i>ICF Australian User Guide - Version 1.0</i>(pp.113-121). Australian Institute of Health and Welfare. 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