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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Biofeedback e ansiedade no ensino superior: comparação da eficácia entre dois programas breves]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study follows Biofeedback (BFB) efficacy in higher education student’s levels of anxiety research. Looking for easy access, short duration programs, we tried to compare two brief programs, with 5 and 8 sessions of BFB. 32 1st year students with high State-Trait Anxiety Index (STAI-Y2) values. Using Biofeedback 2000 x-pert, one group (n=11) underwent 8 sessions, another (n=9) did 5 and a third group (n=12) underwent no intervention. Results were compared at the end. A significant reduction of STAI Y-2 values was observed on both BFB groups (p=0.05 in the 5 session group, p=0.003 in the 8 session one). Significant differences were also found between the control group and the 8 BFB session group (p=0.001). These results suggest the relevance of using brief BFB programs in dealing with anxiety in Higher Education, albeit with some care considering the 5 session program. Future studies, especially in the Portuguese population, are necessary to strengthen these programs’ efficacy. Having a good cost/efficacy relationship, BFB programs appear as a valid option for intervention in anxiety.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Biofeedback e ansiedade no ensino superior: comparação da eficácia entre dois programas breves</b></p>     <p><b>Biofeedback and anxiety in higher education: comparison of two brief intervention programs</b></p>     <p><b>Paulo Chaló<sup>*</sup>, Anabela Pereira<sup>*</sup>, Luís Sancho<sup>*</sup>, &amp; Helena Mateus<sup>*</sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>*</sup> Universidade de Aveiro, Portugal</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este estudo dá continuidade à investigação sobre a eficácia do Biofeedback na ansiedade em alunos do ensino superior. Procurando soluções acessíveis e de duração cada vez mais reduzida, pretendeu-se comparar a eficácia entre dois programas breves, com 5 e 8 sessões, de Biofeedback.</p>     <p>Foram selecionados 32 alunos do primeiro ano, com valores elevados na Escala de Ansiedade Traço (STAI-Y2). Utilizando o Biofeedback 2000 X-pert submeteu-se um grupo (<i>n</i>=11) a oito sessões, enquanto outro grupo (<i>n</i>=9) realizou apenas 5 sessões. Um terceiro grupo (<i>n</i>=12) não foi alvo de qualquer intervenção. Os resultados obtidos na STAI-Y2 no início do estudo foram comparados com os obtidos no seu final.</p>     <p>Verificou-se uma redução significativa dos valores da STAI-Y2 nos grupos de Biofeedback (<i>p</i>=0,05 no grupo com 5 sessões; <i>p</i>=0<i>,</i>003 no grupo com 8 sessões). Foram também encontradas diferenças significativas entre os valores da STAI-Y2 pós-intervenção entre o grupo de controlo e o grupo com 8 sessões de Biofeedback (<i>p</i>=0,001).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estes resultados reforçam a pertinência da utilização de programas breves de Biofeedback na problemática da ansiedade, ainda que com alguma reserva face a programas de 5 sessões. Futuros estudos, principalmente na população portuguesa, são necessários para reforçar a eficácia destes programas. Caracterizados por uma boa relação custo/eficácia, os programas de Biofeedback apresentam-se como uma alternativa válida para a intervenção na ansiedade.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b><i> </i>Biofeedback, SCL, Ansiedade, Ensino Superior.</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This study follows Biofeedback (BFB) efficacy in higher education student’s levels of anxiety research. Looking for easy access, short duration programs, we tried to compare two brief programs, with 5 and 8 sessions of BFB.</p>     <p>32 1st year students with high State-Trait Anxiety Index (STAI-Y2) values. Using Biofeedback 2000 x-pert, one group (<i>n</i>=11) underwent 8 sessions, another (<i>n</i>=9) did 5 and a third group (<i>n</i>=12) underwent no intervention. Results were compared at the end.</p>     <p>A significant reduction of STAI Y-2 values was observed on both BFB groups (<i>p</i>=0.05 in the 5 session group, <i>p</i>=0.003 in the 8 session one). Significant differences were also found between the control group and the 8 BFB session group (<i>p</i>=0.001).</p>     <p>These results suggest the relevance of using brief BFB programs in dealing with anxiety in Higher Education, albeit with some care considering the 5 session program. Future studies, especially in the Portuguese population, are necessary to strengthen these programs’ efficacy. Having a good cost/efficacy relationship, BFB programs appear as a valid option for intervention in anxiety.</p>     <p><b>Keywords: </b>Biofeedback, SCL, Anxiety, Higher Education</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O aumento das manifestações de ansiedade em alunos do ensino superior tem sido alvo de uma crescente preocupação (Pereira, Monteiro, Santos, &amp; Vagos, 2007; Vaez &amp; Laflamme, 2008). Estas manifestações, presentes durante todo o percurso académico, são mais prevalentes entre os alunos que estão a iniciar esta nova etapa da vida, com impacto negativo a nível pessoal, social e de desempenho académico (Kassim, Hanafi, &amp; Hancock 2008; Teixeira, Dias, Wottrich &amp; Oliveira, 2008; Zivin, Eisenberg, Gollust, &amp; Golberstein, 2009). Apesar de se tratar de um problema da saúde, o envolvimento das instituições de ensino na procura de soluções que permitam lidar com estas problemáticas é uma necessidade emergente, tal como defendido por Robothan (2008).</p>     <p>A Universidade de Aveiro, sensível a esta realidade, tem vindo a realizar vários estudos, inseridos no Laboratório de Estudo e Intervenção no Ensino Superior e mais recentemente no StressLab (direcionado para a investigação e intervenção no stress em contexto académico). A investigação tem sido orientada para desenvolver formas de diagnóstico mais precisas e protocolos de intervenção com melhor relação custo benefício, entre os quais se têm evidenciado os estudos com biofeedback (Pereira et al, 2007; Chaló, Sancho, Martins &amp; Pereira, 2013; Chaló, Pereira &amp; Sancho, 2013; Pereira, Sancho, Chaló &amp; Chaves, 2014). </p>     <p>O biofeedback pode ser descrito como uma técnica de autorregulação que consiste na utilização de sensores, não invasivos, para captar sinais fisiológicos apresentando-os de forma visual ou acústica. Enquanto o sujeito observa ou ouve o biofeedback, existe uma tomada de consciência da forma como pensamentos, sentimentos e imagens mentais que influenciam as suas reações fisiológicas, podendo posteriormente utiliza-los para relaxar, alterar o ritmo cardíaco, padrões de ondas cerebrais, temperatura ou outras funções corporais (Neto 2010; Schwartz &amp; Andrasik, 2003; Singh &amp; Kaur, 2007).</p>     <p>Yucha, e Montgomery (2008) numa análise de diversos estudos sobre a utilização do biofeedback na gestão da ansiedade, conclui que o biofeedback é eficaz na redução da ansiedade. Estudos posteriores reforçam a sua importância como tratamento isolado ou terapia coadjuvante (Agnihotri, Paul, &amp; Sandhu, 2007; Lantyer, Viana &amp; Padovani, 2013; Reiner, 2008; Tan, Dao, Farmer, Sutherland, &amp; Gevirtz, 2010).</p>     <p>Estudos mais específicos sobre a intervenção do biofeedback no contexto da ansiedade no ensino superior também têm dado bons indicadores da sua eficácia, reforçando a importância da sua utilização e boa relação custo beneficio (Chaló et al., 2013; Henriques, Keffer, Abrahamson, &amp; Horst, 2011; Pereira et al. 2014; Prato &amp; Yucha, 2013; Prima, Nubli, Wahab, Ahmad, &amp; Mohd Ghani, 2012; Ratanasiripong, Sverduk, Hayashino, &amp; Prince, 2010; Ratanasiripong, Ratanasiripong, &amp; Duangrat, 2012; Ratanasiripong, Kaewboonchoo, Ratanasiripong, Hanklang, &amp; Chumchai, 2015; Rodrigues &amp; Pereira, 2010).</p>     <p>Dando continuidade aos estudos realizados na Universidade de Aveiro onde foram encontrados indicadores promissores em programas com 5 sessões (Chaló et al., 2013) o presente estudo pretende comparar a eficácia entre 2 programas de biofeedback, um com 5 sessões e outro com 8 sessões.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>MÉTODO</b></p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>A amostra foi composta por 32 alunos do primeiro ano dos cursos de Enfermagem e Psicologia da Universidade de Aveiro, maioritariamente do sexo feminino (87,5%), com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos (<i>M</i>=18,56; <i>DP</i>=1,41). Nenhum participante se encontrava a realizar qualquer tipo de tratamento com medicação ou em processo psicoterapêutico</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Material</i></p>     <p>O <i>Biofeedback 2000x-pert</i> é um equipamento portátil, desenvolvido e comercializado pela Schuhfried. No presente estudo foi utilizado o módulo MULTI, tendo sido utilizado o nível de condutância da pele (SCL).</p>     <p>O Inventário de Ansiedade Estado-Traço (STAI) (Spielberger, 1983, adaptado por Silva &amp; Spielberger, 2003) é uma medida amplamente utilizada na avaliação da ansiedade estado (STAI-Y1) e ansiedade traço (STAI-Y2) em duas subescalas. O formato de resposta caracteriza-se por duas escalas tipo Lickert de quatro pontos, que variam entre 1 (Nada) e 4 (Muito). A amplitude total da subescala utilizada, STAI-Y2 varia entre 20 e 80 pontos, sendo que um valor mais elevado corresponde a um nível mais elevado de ansiedade. A consistência interna (Alfa de Cronbach) no presente estudo foi de 0,71 na pré intervenção e 0,86 no pós intervenção.</p>      <p><i>Procedimento</i></p>     <p>O estudo decorreu durante o primeiro semestre do ano letivo de 2014/2015. Após a sua apresentação e obtenção do consentimento informado dos alunos que se mostraram interessados, foi realizada a seleção e avaliação pré intervenção, que consistiu numa ficha de dados demográficos e a STAI-Y2 (STAI-Y2 PRE).</p>     <p>Foram então em seguida selecionados todos os alunos cujos resultados na STAI-Y2 PRE eram superiores ao percentil de 75, tendo por base os valores da adaptação portuguesa para grupos etários de adultos não pacientes (Silva &amp; Spielberger, 2003). Estes alunos foram posteriormente distribuídos aleatoriamente, por intermédio de sorteio, pelas 3 condições do estudo. A amostra ficou assim distribuída: 9 elementos no grupo com 5 sessões de Biofeedback (BFB5), 11 elementos no grupo com 8 sessões de Biofeedback (BFB8) e 12 elementos no grupo de controlo (GC).</p>     <p>A intervenção decorreu ao longo das 5 semanas seguintes. O grupo BFB5 realizou uma sessão semanal. O grupo BFB8 realizou sessões bissemanais nas primeiras 3 semanas, tendo as duas últimas sessões decorrido com periodicidade semanal. Pretendeu-se assim uniformizar os momentos de avaliação pós intervenção. Aos participantes era pedido que respirassem lentamente e tentassem ter pensamentos e emoções positivas, com vista a visualizar o máximo de uma imagem, cuja área variava em função do SCL. Cada sessão, com a duração de 15 minutos, decorreu em gabinete apropriado, sem intervenção de fatores externos, sendo igual para os dois grupos (BFB5 e BFB8).</p>     <p>Uma semana após a última sessão foi realizada a avaliação pós intervenção, que consistiu no preenchimento da escala STAI-Y2 (STAI-Y2 POS).</p>     <p>O grupo de controlo não realizou qualquer sessão ou tarefa, tendo apenas realizado as avaliações pré e pós intervenção. Aos participantes deste grupo foi transmitida a possibilidade de realizar posteriormente as sessões de Biofeedback se assim o desejassem.</p>     <p>O tratamento dos dados estatísticos foi realizado com recurso ao software SPSS 22.0.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p>Na análise da normalidade na distribuição dos resultados, foram obtidos dados que remetem para a utilização de estatística não paramétrica.</p>     <p>Verifica-se uma homogeneidade das características demográficas dos 3 grupos e dos valores prévios na escala de ansiedade (<a href="/img/revistas/psd/v17n1/17n1a09q1.jpg" target="_blank">Quadro 1</a>). O teste de Kruskal-Wallis para 3 amostras independentes reforça a homogeneidade inicial ao nível da ansiedade, não tendo sido encontradas diferenças estatisticamente significativas para os valores STAI-Y2 PRE (&#967;2=0,49, <i>p</i>=0,78)</p>      
<p>Após as 5 semanas de intervenção observou-se uma redução dos valores de ansiedade em ambos os grupos que participaram no programa de Biofeedback, contrastando com um ligeiro aumento desses valores no grupo de Controlo (<a href="/img/revistas/psd/v17n1/17n1a09f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a>).</p>      
<p>No Grupo BFB5 os valores pós intervenção (<i>M</i>=46,56, <i>DP</i>=7,40) são inferiores aos valores pré intervenção (<i>M</i>=52,56, <i>DP</i>=5,22), no Grupo BFB8 a redução dos resultados pós intervenção (<i>M</i>=41,64, <i>DP</i>=6,61) é ainda mais acentuada quando comparada com os resultados pré intervenção (<i>M</i>=52,18, <i>DP</i>=4,51), já no Grupo de Controlo observou-se um ligeiro aumento dos resultados pós intervenção (<i>M</i>=53,91, <i>DP</i>=8,17) face aos resultados pré intervenção (<i>M</i>=52,50, <i>DP</i>=7,85). Na análise da variação da ansiedade (<a href="/img/revistas/psd/v17n1/17n1a09q2.jpg" target="_blank">Quadro 2</a>), verificamos que no Grupo BFB8 todos os alunos apresentaram uma redução dos valores da STAI-Y2 na avaliação pós intervenção (100%), seguindo-se o Grupo BFB5 (89%) e o GC com uma redução inferior (50%). Quanto à percentagem de alunos que apresentaram valores pós intervenção dentro de valores normais (abaixo do percentil de 75) observamos também uma maior percentagem do grupo BFB8 (64%), seguindo-se os grupos BFB5 22%) e GC (8%).</p>     
<p></p>     <p>O teste de Wilcoxon para duas amostras relacionadas, realizada para cada grupo com vista a verificar as diferenças nos resultados pré e pós intervenção, revela uma redução significativa dos valores de ansiedade no grupo BFB5 (<i>Z</i>=-1,95, <i>p</i>=0,05) e BFB8 (<i>Z</i>=-2,91, <i>p</i>&lt;0,01), já o aumento verificado Grupo de Controlo não é significativo (<i>Z</i>=-0,31, <i>p</i>=0,75).</p>     <p>Foi realizada ainda a análise entre grupos para os valores da STAI-Y2 POS, utilizando o teste de Mann-Whitney para duas amostras independentes. Não foram identificadas diferenças significativas entre os grupos BFB5 e GC (<i>U</i>=30,5, <i>p</i>=0,09), bem como entre os grupos BFB5 e BFB8 (<i>U</i>=30, <i>p</i>=0,15), apenas entre os grupos BFB8 e GC foram encontradas diferenças significativas (<i>U</i>=14, <i>p</i>=0,001).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>DISCUSSÃO</b></p>     <p>Os resultados obtidos permitem concluir que a intervenção com o biofeedback em contexto universitário permite uma redução da ansiedade dos alunos, estando em linha com resultados semelhantes em outros estudos internacionais (Prima et al, 2012; Ratanasiripong et al, 2010, 2012, 2015). No grupo que realizou apenas 5 sessões de Biofeedback observou-se uma redução ligeira, mas significativa, da ansiedade tal como em estudos anteriores realizados na Universidade de Aveiro (Chaló et al, 2013; Pereira et al, 2014).</p>     <p>Tendo em conta que nos estudos internacionais já referidos, o número de sessões foi largamente superior a 5, procurou-se também estudar se com o aumento do número de sessões, os resultados seriam efetivamente melhores. Não obstante de se terem encontrado resultados promissores após 5 sessões, conclui-se que os após 8 sessões os resultados são mais eficazes, o que está em concordância com McKee (2008) que defende que o início do benefício é apenas obtido entre a 8ª e a 12ª sessão.</p>     <p>Conscientes das limitações inerentes a este tipo de estudo e em particular o tamanho da amostra, os resultados apontam para a pertinência da realização de estudos semelhantes, preferencialmente com amostras de maior dimensão, bem como a realização de estudos centrados apenas na eficácia de programas de biofeedback com 8 ou mais sessões.</p>     <p>Sendo escassos os estudos realizados com biofeedback em Portugal, o presente trabalho contribui para o conhecimento na área, com particular ênfase na Psicologia da Saúde, visando a promoção da saúde e bem-estar dos indivíduos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Agnihotri, H., Paul, M. &amp; Sandhu, J. (2007). Biofeedback approach in the treatment of Generalized Anxiety Disorder. <i>Iranian Journal of Psychiatry, 2</i>, 90-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535307&pid=S1645-0086201600010000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chaló, P., Sancho, L., Martins, M., &amp; Pereira, A. (2013). A eficácia do biofeedback na prevenção e redução do stress e ansiedade em alunos no primeiro ano do ensino superior: estudo exploratório. in A. Pereira, M. Calheiros, P. Vagos, I. Direito, S. Monteiro, C. Silva, &amp; A. Gomes (Org.). <i>Livro de Atas VIII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia</i>, (pp.309-499). Lisboa: Associação Portuguesa de Psicologia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535309&pid=S1645-0086201600010000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chaló, P., Pereira, A., &amp; Sancho, L. (2013) Brief biofeedback intervention program in university students with high anxiety level. <i>Atencion Primária, 45, Especial Congresso I</i>, 31. (Abst).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535311&pid=S1645-0086201600010000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Henriques, G., Keffer, S., Abrahamson, C., &amp; Horst, S. (2011). Exploring the effectiveness of a computer-based heart rate variability biofeedback program in reducing anxiety in college students. <i>Applied Psychophysiology &amp; Biofeedback</i>, <i>36</i>, 101–112. doi: 10.1007/s10484-011-9151-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535313&pid=S1645-0086201600010000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kassim, M., Hanafi, R., &amp; Hancock, D. (2008). Test anxiety and its consequences on academic performance among university students. <i>Advances in Psychology Research, 53</i>, 75-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535314&pid=S1645-0086201600010000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lantyer, A., Viana, M., &amp; Padovani, R. (2013). Biofeedback no tratamento de transtornos relacionados ao estresse e à ansiedade: uma revisão crítica. <i>Psico USF, 18</i>, 131-140. doi:org/10.1590/S1413-82712013000100014 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535316&pid=S1645-0086201600010000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>McKee, M. (2008). Biofeedback: an overview in the context of heart–brain medicine. <i>Cleveland Clinic Journal of Medicine, 75</i>, S31–S34. doi: 10.3949/ccjm.75.Suppl_2.S31 ·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535317&pid=S1645-0086201600010000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Neto, A. (2010). Biofeedback em terapia cognitivo-comportamental. <i>Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, 55</i>, 127-132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535318&pid=S1645-0086201600010000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Pereira, A., Monteiro, S., Santos, L. &amp; Vagos, P. (2007). O Stress do estudante: Identificar, treinar e optimizar. <i>Psicologia e Educação, 7</i>, 55-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535320&pid=S1645-0086201600010000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pereira, A., Sancho, L., Chaló, P., &amp; Chaves, C. (2014) Personal Biofeedback: e-health technology promoting self-wellbeing. <i>Atencion Primária, 46, Especial Congresso I</i>, 18. (Abst).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535322&pid=S1645-0086201600010000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Prato, C., &amp; Yucha, C. (2013). Biofeedback-assisted relaxation training to decrease test anxiety in nursing students. <i>Nursing education perspectives, 34</i>, 76-81. doi:org/10.5480/1536-5026-34.2.76&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535324&pid=S1645-0086201600010000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Prima, V., Nubli, M., Wahab, A., Ahmad, O., &amp; Mohd Ghani, A. (2012). Psyshophysiological Treatment in Reduced Anxiety With Biofeedback Training for University Students. <i>International Journal of Technology Management, 1</i>, 71-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535325&pid=S1645-0086201600010000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ratanasiripong, P., Sverduk, K., Hayashino, D., &amp; Prince, J. (2010). Setting up the next generation biofeedback program for stress and anxiety management for college students: A simple and cost-effective approach. <i>College Student Journal</i>, <i>44</i>, 97-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535327&pid=S1645-0086201600010000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ratanasiripong, P., Ratanasiripong, N., &amp; Duangrat, K. (2012). Biofeedback Intervention for Stress and Anxiety among Nursing Students: A Randomized Control Trial. <i>ISRN Nursing, 2012</i>. doi:10.5402/2012/827972.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535329&pid=S1645-0086201600010000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ratanasiripong, P., Kaewboonchoo, O., Ratanasiripong, N., Hanklang, S., &amp; Chumchai, P. (2015). Biofeedback Intervention for Stress, Anxiety, and Depression among Graduate Students in Public Health Nursing. <i>Nursing research and practice, </i>Article ID 160746, 5 pages. doi: org/10.1155/2015/160746&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535331&pid=S1645-0086201600010000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reiner, R. (2008). Integrating a portable biofeedback device into clinical practice for patients with anxiety disorders: results of a pilot study. <i>Applied Psychophysiology and Biofeedback, 33</i>, 55-61. doi: 10.1007/s10484-007-9046-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535332&pid=S1645-0086201600010000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Robothan, D. (2008). Stress among higher education students: towards a research agenda. <i>High Education, 56,</i> 735-746. doi:org/10.1007/s10734-008-9137-1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535334&pid=S1645-0086201600010000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rodrigues, H., &amp; Pereira, A. (2010) O stress e a ansiedade aos exames: contributo de biofeedback. <i>In A. </i>Pereira; H. Castanheira; A. C. Melo; A. I. Ferreira, &amp; P. Vagos (Eds). <i>Apoio psicológico no Ensino Superior</i>: modelos e práticas (pp.89-95)</em>: Actas do I Congresso Nacional da RESAPES-AP. Universidade de Aveiro&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535335&pid=S1645-0086201600010000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Schwartz, M., &amp; Andrasik, F. (2003). <i>Biofeedback: A practitioner's guide (3rd ed.)</i>. New York, NY, US: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535336&pid=S1645-0086201600010000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, D., &amp; Spielberger, C. (2007). <i>Manual do Inventário de Estado-Traço de Ansiedade (STAI)</i>. Menlo Park, C.A.: Mind Garden.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535338&pid=S1645-0086201600010000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Singh, G., &amp; Kaur, J. (2007). Biofeedback and its clinical efficacy in patients with anxiety disorders-a brief review. <i>Eastern Journal Psychiatry</i>, <i>10</i>,  47-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535340&pid=S1645-0086201600010000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Spielberger, C. (1983). <i>Manual for the State-Trait Anxiety Inventory STAI (Form Y) (“Self-Evaluation Questionnaire”)</i>. Palo Alto, Consulting Psychologists Press, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535342&pid=S1645-0086201600010000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>     <!-- ref --><p>Tan, G., Dao, T., Farmer, L., Sutherland, R. &amp; Gevirtz, R. (2011). Heart rate variability (HRV) and posttraumatic stress disorder (PTSD): A pilot study. <i>Applied Psychophysiology and Biofeedback</i>, <i>36</i>, 27-35. doi: 10.1007/s10484-010-9141-y.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535344&pid=S1645-0086201600010000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Teixeira, M., Dias, A., Wottrich, S., &amp; Oliveira, A. (2008). Adaptação à universidade em jovens calouros. <i>Psicologia Escolar e Educacional</i>, <i>12</i>,185-202. doi:org/10.1590/S1413-85572008000100013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535346&pid=S1645-0086201600010000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vaez, M., &amp; Laflamme, L. (2008). Experienced stress, psychological symptoms, self-rated health and academic achievement: a longitudinal study of Swedish university students. <i>Social Behavior and Personality, 36</i>, 183-196. doi: 10.2224/sbp.2008.36.2.183&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535348&pid=S1645-0086201600010000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Yucha, C., &amp; Montgomery, D. (2008). <i>Evidence-based practice in biofeedback and neurofeedback</i>. Wheat Ridge, CO: Association for Applied Psychophysiology and Biofeedback.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535349&pid=S1645-0086201600010000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Zivin, K., Eisenberg, D., Gollust, S., &amp; Golberstein, E. (2009). Persistence of Mental Health Problems and Needs in a College Student Population. <i>Journal of affective disorders</i>, <i>117,</i> 180-185. doi: 10.1016/j.jad.2009.01.001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=535351&pid=S1645-0086201600010000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido a 07 de Outubro de 2015</p>     <p>Aceite a 03 de Novembro de 2015</p>      ]]></body><back>
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