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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estratégias de coping: contributos para a diminuição do stresse docente]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade da Madeira Centro de Competências de Artes e Humanidades ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The teachers are very affected by work-related stress, having been associated with the professions of high physical and mental risk. However, we have found contradictory results, since some teachers see positive aspects in teaching. This study aims to determine the variables that best contribute to harmonize the impact of sources of work stress in a sample of 765 Portuguese teachers. We used the Questionnaire on Teacher Stress, Job Coping Scale, and the Self-efficacy Questionnaire for Teachers. The results indicate that the sources of stress most disturbing, in descending order are inappropriate behaviour and discipline of students, bureaucratic and administrative work, policies inadequate disciplinary intervention, time pressures and work overload, followed by the status of career teaching, and finally, the different capacities and motivations of the students; that teachers rely principally on control strategies followed by the strategies of avoidance or escape and symptom management; that the perception of teacher self-efficacy is more pronounced efficacy in maintaining discipline, followed by instructional effectiveness, effectiveness in interpersonal relationships, effectiveness in establishing a good school environment and effectiveness in promoting parental involvement. The coefficient of multiple linear regression for the dependent variable "sources of stress" (R² = 0,13) reveals the predictive power of control strategies or confrontation, the strategies of avoidance or escape from antiquity career (in the range of more than 10 years of service time), and male gender in coping with stressful events of everyday work. The results are discussed from a perspective of considering the need of the teacher to deal with stress in professional life.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Estrat&eacute;gias de</b><b>&nbsp;</b><i><b>coping</b></i><b>: contributos para a diminui&ccedil;&atilde;o do stresse docente</b></p>     <p><b>Coping strategies and reducing teacher stress</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Regina Capelo<sup>1</sup> &amp; Margarida Pocinho<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Centro de Compet&ecirc;ncias de Artes e Humanidades, Universidade da Madeira, Funchal, Portugal</p>     <p>&nbsp;</p> <a href="#c0">Endereço para Correspondência</a><a name="topc0"></a>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Os professores pertencem aos grupos profissionais mais afetados pelo stresse laboral, tendo sido associados &agrave;s profiss&otilde;es de alto risco f&iacute;sico e mental. No entanto, temos encontrado resultados contradit&oacute;rios, uma vez que alguns docentes percecionam aspetos positivos na profiss&atilde;o docente. Este estudo pretende determinar as vari&aacute;veis que melhor contribuem para harmonizar o impacto das fontes de stresse laboral, numa amostra de 765 professores portugueses. Utilizou-se o Question&aacute;rio de Stresse nos Professores, o <i>Coping Job Scale</i>, e o Question&aacute;rio de Autoefic&aacute;cia dos Professores. Os resultados indicam que as fontes de stresse mais perturbadoras, por ordem decrescente s&atilde;o os comportamentos inadequados e indisciplina dos alunos, o trabalho burocr&aacute;tico e administrativo, as pol&iacute;ticas de interven&ccedil;&atilde;o disciplinares inadequadas, as press&otilde;es de tempo e sobrecarga de trabalho, seguido do estatuto da carreira docente, e por fim, as diferentes capacidades e motiva&ccedil;&otilde;es dos alunos; que os professores recorrem principalmente a estrat&eacute;gias de controlo seguidas das estrat&eacute;gias de evitamento ou fuga e de gest&atilde;o de sintomas; que a perce&ccedil;&atilde;o de autoefic&aacute;cia docente mais marcante &eacute; a efic&aacute;cia na manuten&ccedil;&atilde;o da disciplina, seguida pela efic&aacute;cia instrucional, efic&aacute;cia nas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, efic&aacute;cia no estabelecimento de um bom ambiente escolar e efic&aacute;cia na promo&ccedil;&atilde;o do envolvimento parental.O coeficiente de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla para a vari&aacute;vel dependente &ldquo;fontes de stresse&rdquo;(<i>R</i><sup>2 </sup>= 0,13 revela o poder preditivo das estrat&eacute;gias de controlo ou confronto, das estrat&eacute;gias de evitamento ou fuga, da antiguidade na carreira (no intervalo com mais de 10 anos de tempo de servi&ccedil;o), e do g&eacute;nero masculino no enfrentamento das ocorr&ecirc;ncias stressantes do quotidiano laboral. Os resultados s&atilde;o discutidos sob a perspetiva de se considerar a necessidade do professor lidar com as fontes de stresse na sua vida profissional.</p>     <p><b>Palavras-Chave</b><i>:</i> autoefic&aacute;cia, <i>coping</i>, stresse, professores</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The teachers are very affected by work-related stress, having been associated with the professions of high physical and mental risk.</p>     <p>However, we have found contradictory results, since some teachers see positive aspects in teaching. This study aims to determine the variables that best contribute to harmonize the impact of sources of work stress in a sample of 765 Portuguese teachers. We used the Questionnaire on Teacher Stress, Job Coping Scale, and the Self-efficacy Questionnaire for Teachers. The results indicate that the sources of stress most disturbing, in descending order are inappropriate behaviour and discipline of students, bureaucratic and administrative work, policies inadequate disciplinary intervention, time pressures and work overload, followed by the status of career teaching, and finally, the different capacities and motivations of the students; that teachers rely principally on control strategies followed by the strategies of avoidance or escape and symptom management; that the perception of teacher self-efficacy is more pronounced efficacy in maintaining discipline, followed by instructional effectiveness, effectiveness in interpersonal relationships, effectiveness in establishing a good school environment and effectiveness in promoting parental involvement. The coefficient of multiple linear regression for the dependent variable "sources of stress" (<i>R</i><sup>2</sup> = 0,13) reveals the predictive power of control strategies or confrontation, the strategies of avoidance or escape from antiquity career (in the range of more than 10 years of service time), and male gender in coping with stressful events of everyday work. The results are discussed from a perspective of considering the need of the teacher to deal with stress in professional life.</p>     <p><b>Keyword</b><i>: </i>self-efficacy, coping, stress, teachers</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>As tens&otilde;es e desorienta&ccedil;&otilde;es que imperam na nossa sociedade obrigam os indiv&iacute;duos a uma mudan&ccedil;a excessiva, num per&iacute;odo demasiado breve (Toffler, 1970) e exercem uma significativa press&atilde;o sobre a escola, sobre o sistema educativo e sobre os professores exigindo a sua transforma&ccedil;&atilde;o para uma melhor resposta &agrave;s necessidades da nova era (Esteve, 1995; Formosinho, 2001; Hargreaves, 1998). Esta conjuntura tem vindo a afetar a sa&uacute;de e o bem-estar psicol&oacute;gico de muitos professores levando a Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional de Trabalho (OIT, 1981) a afirmar que os professores correm o risco de esgotamento f&iacute;sico ou mental sob o efeito de dificuldades materiais e psicol&oacute;gicas associadas com o trabalho.</p>     <p>Resulta, ent&atilde;o, que, o stresse transformou-se num fen&oacute;meno relevante, num sentimento universal, reconhecido socialmente, veiculado fortemente ao trabalho e est&aacute; a alcan&ccedil;ar propor&ccedil;&otilde;es epid&eacute;micas nas profiss&otilde;es denominadas de ajuda, nas quais se incluem os professores (Bolander, 1998; Gomes, 2006; Guill&eacute;n Gestoso, 2005; Jesus, 2005; Peir&oacute; 2001). Por isso, nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, o estudo do stresse tem dado lugar a um forte interesse te&oacute;rico e tamb&eacute;m emp&iacute;rico. Por&eacute;m, as investiga&ccedil;&otilde;es recentemente conduzidas por todo o mundo t&ecirc;m permitido verificar que a profiss&atilde;o docente &eacute; daquelas em que se observam mais situa&ccedil;&otilde;es de stresse profissional (Alves &amp; Oliveira, 2008; Jesus, 2001; Gomes, Silva, Mourisco, Silva, Mota, &amp; Montenegro, 2006; Vieira &amp; Relvas, 2003).</p>     <p>Tendo em conta que, no passado, os n&iacute;veis de stresse dos professores n&atilde;o eram superiores aos verificados noutros grupos profissionais, de acordo com Jesus (2001) interessa compreender o porqu&ecirc; da presente situa&ccedil;&atilde;o que tem vindo a afetar o bem-estar psicol&oacute;gico deste grupo profissional. Martins (2007) coloca em destaque que os sintomas de stresse est&atilde;o presentes na maioria dos professores brasileiros, prevalecendo na fase de resist&ecirc;ncia. A autora concluiu que a sintomatologia predominante est&aacute; associada a sintomas psicol&oacute;gicos, nomeadamente, irritabilidade excessiva, pensar constantemente num s&oacute; assunto e sensibilidade emotiva excessiva. Os sintomas mais frequentes ao n&iacute;vel f&iacute;sico referidos foram o cansa&ccedil;o constante, sensa&ccedil;&atilde;o de desgaste f&iacute;sico constante e problemas com a mem&oacute;ria. Importa, por isso, descortinar as principais fontes de stresse que afetam a classe docente.</p>     <p>Especificamente, a literatura coloca em destaque as mudan&ccedil;as pol&iacute;ticas educativas impostas pelo governo (Kyriacou &amp; Chien, 2004), dificuldades relacionadas com as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho (Antoniou, Polychoni, &amp; Kotroni, 2009; Rita, Patr&atilde;o, &amp; Sampaio, 2010), a carga hor&aacute;ria e problemas organizacionais (Antoniou et al., 2009), indisciplina dos alunos, diferentes capacidades dos alunos, press&otilde;es de tempo, excesso de trabalho, trabalho burocr&aacute;tico e administrativo (Gomes, Silva, Mourisco, Silva, &amp; Mota, 2006; Mascarenhas, 2006), o desempenho de m&uacute;ltiplas tarefas (Rita, at al., 2010), exig&ecirc;ncias na rela&ccedil;&atilde;o com os pais e com os alunos (Rita, et al., 2010).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estes fatores podem constituir problemas para alguns professores e, em contrapartida, desafios para outros (Dunham, 1992; Jesus, 2001). Por&eacute;m, o n&iacute;vel de gravidade de cada um desses fatores para o professor reporta-se &agrave; perce&ccedil;&atilde;o subjetiva dos mesmos, &agrave; frequ&ecirc;ncia com que eles ocorrem na sua vida profissional, &agrave;s estrat&eacute;gias de que utilizam para lidarem com as ocorr&ecirc;ncias adversas do dia-a-dia, mas tamb&eacute;m &agrave; atitude positiva que det&eacute;m em rela&ccedil;&atilde;o ao trabalho. Neste sentido, Salanova, Grau e Mart&iacute;nez, (2006) defendem que as estrat&eacute;gias de <i>coping</i> s&atilde;o consideradas no &acirc;mbito da investiga&ccedil;&atilde;o sobre o stresse como vari&aacute;veis moderadoras entre os desafios do trabalho e os respetivos efeitos positivos ou negativos.</p>     <p>O estudo do <i>coping</i> n&atilde;o pode ser feito sem a sua rela&ccedil;&atilde;o com o stresse (Pacheco &amp; Jesus, 2008). Neste sentido, o sujeito com estrat&eacute;gias de <i>coping</i> adequadas sente normalmente que tem um bom controlo das situa&ccedil;&otilde;es com que se depara, gostando de confrontar e resolver ativamente os problemas, utiliza mecanismos que reduzem os estados de tens&atilde;o que n&atilde;o s&atilde;o lesivos para a sua sa&uacute;de e para si, n&atilde;o permitindo que a vida quotidiana seja perturbada por acontecimentos stressantes e normalmente n&atilde;o se deixando responsabilizar pelas consequ&ecirc;ncias menos boas dos acontecimentos (Serra, 2011).</p>     <p>Latack (1986), ao verificar a escassez de instrumentos destinados &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o do <i>coping</i> no trabalho, construiu uma escala que contempla aspetos relevantes, tais como: o <i>coping</i> centrado no problema (controlo) e a dicotomia entre o <i>coping</i> centrado na emo&ccedil;&atilde;o (escape, esquiva) e, tamb&eacute;m, a &ecirc;nfase nas avalia&ccedil;&otilde;es cognitivas e nas a&ccedil;&otilde;es do indiv&iacute;duo para gerir a situa&ccedil;&atilde;o. Neste &acirc;mbito, Latack (1986) sublinha que, em situa&ccedil;&atilde;o profissional, as estrat&eacute;gias proactivas ou de controlo produzem provavelmente melhores resultados. No entanto, Jesus e Pereira (1994) n&atilde;o consideram nenhuma estrat&eacute;gia de <i>coping</i> como a mais eficaz ou adequada, tendo em conta que o efeito da estrat&eacute;gia depende da situa&ccedil;&atilde;o em causa e dos fatores de personalidade. Tamb&eacute;m Quirino (2007), Pocinho e Capelo (2009), verificaram que o controlo, seguido do escape ou evitamento, e por &uacute;ltimo, a gest&atilde;o de sintomas s&atilde;o as estrat&eacute;gias de <i>coping</i> mais utilizadas pelos professores para lidarem com o stresse laboral.</p>     <p>Kyriacou (1980) identificou tr&ecirc;s formas fundamentais de <i>c</i><i>oping</i> utilizadas pelos docentes, designadamente, expressar sentimentos e procurar apoio, desenvolver a&ccedil;&otilde;es planeadas centradas na resolu&ccedil;&atilde;o de problemas e envolver-se em atividades de divers&atilde;o ou pensar noutros assuntos. Posteriormente, o estudo de Kyriacou e Chien, (2004) revela que a a&ccedil;&atilde;o de enfrentamento mais eficaz relatada pelos professores foi ter uma vida familiar est&aacute;vel, necessidade de redu&ccedil;&atilde;o da carga de trabalho docente.</p>     <p>Pinto, Silva e Lima (2005) e Elliot, Thrash e Murayama (2011), colocaram em evid&ecirc;ncia que o padr&atilde;o de <i>coping </i>mais utilizado pelos professores para lidarem com as dificuldades e exig&ecirc;ncias profissionais &eacute; o <i>coping </i>ativo, centrado na resolu&ccedil;&atilde;o de problemas, que inclui estrat&eacute;gias como a planifica&ccedil;&atilde;o, a reinterpreta&ccedil;&atilde;o positiva. As estrat&eacute;gias de regula&ccedil;&atilde;o emocional, nomeadamente, a procura de suporte social e as estrat&eacute;gias focadas nas emo&ccedil;&otilde;es, tendencialmente disfuncionais e desadaptativas, tamb&eacute;m se estruturam num padr&atilde;o de <i>coping</i> igualmente muito usado pelos professores.</p>     <p>O exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o docente, tal como acontece noutras profiss&otilde;es de servi&ccedil;os sociais, em que o contacto com as pessoas &eacute; permanente, pode percecionar se muito interessante e cheia de desafios, mas por outro lado, e em simult&acirc;neo, pode revelar-se cheia de medos e amea&ccedil;as, tanto a n&iacute;vel profissional como pessoal. O professor &eacute; o pr&oacute;prio instrumento de trabalho, mediador em intera&ccedil;&otilde;es de ensino/aprendizagem dentro de um contexto que apresenta continuamente maiores exig&ecirc;ncias (Garc&iacute;a-Renedo, Llorens, Salanova, &amp; Cifre, 2004). De facto, a perspetiva descrita faz-nos retomar o pensamento de Bandura (1997) sobre a autoefic&aacute;cia, o qual, a n&iacute;vel docente, remete para a cren&ccedil;a na capacidade do professor para organizar e executar as a&ccedil;&otilde;es requeridas para produzir nos alunos os efeitos desejados. Logo, na busca de polos positivos sobre os sentimentos no trabalho do professor, destaca-se a autoefic&aacute;cia como uma vari&aacute;vel interm&eacute;dia ou moderadora do seu comportamento docente em sala de aula, composta por uma componente cognitiva e uma componente afetiva (Garc&iacute;a-Renedo, Llorens, Salanova, &amp; Cifre, 2004; Ribeiro, 1996).</p>     <p>Woolfolk e Hoy (1990) asseveraram que as cren&ccedil;as de autoefic&aacute;cia do professor afectam a sua orienta&ccedil;&atilde;o relativamente ao processo educativo e &agrave;s pr&aacute;ticas instrutivas espec&iacute;ficas. Os professores com n&iacute;veis baixos de efic&aacute;cia instrucional v&atilde;o agir atrav&eacute;s de condicionantes extr&iacute;nsecas para conseguirem levar os alunos a aprender, isto &eacute;, os professores que creem na sua efic&aacute;cia instrucional desenvolvem nos alunos interesses intr&iacute;nsecos. A efic&aacute;cia dos professores parece estar associada &agrave; capacidade para elaborar e realizar com &ecirc;xito as tarefas pedag&oacute;gicas exigidas num determinado contexto educativo (Tschannen-Moran, Hoy, &amp; Hoy, 1998; 2001). Logo, um professor com elevado sentido de autoefic&aacute;cia apresenta-se como um professor proactivo, acredita que possui os recursos necess&aacute;rios, tanto internos como externos, assume responsabilidade pelo seu pr&oacute;prio crescimento profissional, procura solu&ccedil;&otilde;es para as situa&ccedil;&otilde;es problem&aacute;ticas, independentemente das causas que as originam, escolhe os seus percursos e cria significado e sentido para a sua vida atrav&eacute;s do estabelecimento de metas pessoais (Schwazer &amp; Schmitz, 2004).</p>     <p>Tendo em considera&ccedil;&atilde;o que a investiga&ccedil;&atilde;o tem incidido fundamentalmente sobre as consequ&ecirc;ncias da autoefic&aacute;cia, Salanova, Cifre, Grau, Llorens e Mart&iacute;nez (2005) e Garc&iacute;a-Renedo, Llorens, Cifre e Salanova (2006) mostram que a autoefic&aacute;cia est&aacute; relacionada com a percep&ccedil;&atilde;o de facilitadores e de compet&ecirc;ncias, enquanto a inefic&aacute;cia est&aacute; relacionada com a percep&ccedil;&atilde;o de obst&aacute;culos. Nesta perspetiva, os indiv&iacute;duos com n&iacute;veis de autoefic&aacute;cia elevados, que possuem confian&ccedil;a nas suas habilidades para responder aos est&iacute;mulos do meio, podem exercer controlo sobre eles e tendem a usar estrat&eacute;gias de <i>coping </i>ativas em situa&ccedil;&otilde;es de sobrecarga laboral. Assim, a influ&ecirc;ncia da autoefic&aacute;cia e das expectativas de resultados atuam como moduladores do impacto emocional e da reatividade fisiol&oacute;gica induzida pelas fontes de stresse psicossociais. Logo, consideramos, a teoria de autoefic&aacute;cia &eacute; id&ecirc;ntica &agrave; teoria cognitiva de stresse de Lazarus dado que as cren&ccedil;as de autoefic&aacute;cia e as expectativas de resultados sobre as estrat&eacute;gias de <i>coping</i> constituem o n&uacute;cleo fulcral da avalia&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria, isto &eacute;, a capacidade para lidar com as situa&ccedil;&otilde;es problem&aacute;ticas (Lazarus &amp; Folkman, 1984; Villamar&iacute;n &amp; Sanz, 2004). Os professores portugueses apresentam &iacute;ndices elevados de autoefic&aacute;cia nas diversas &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o, principalmente nas &aacute;reas associadas &agrave;s intera&ccedil;&otilde;es sociais estabelecidas com os alunos e com os colegas os professores se consideravam mais eficazes, em que os &iacute;ndices de autoefic&aacute;cia mais reduzidos est&atilde;o relacionados com a participa&ccedil;&atilde;o docente no processo de tomada de decis&atilde;o e na promo&ccedil;&atilde;o do envolvimento parental (Pedro, 2007).</p>     <p>A investiga&ccedil;&atilde;o conduzida por Shen (2009), na China, evidenciou que a autoefic&aacute;cia geral e o apoio social predizem direta ou indiretamente as estrat&eacute;gias de <i>coping</i> e t&ecirc;m efeitos significativos na previs&atilde;o de determinadas estrat&eacute;gias de <i>coping</i>. Pois, os professores com maior autoefic&aacute;cia e apoio social tendem a adotar condutas de afrontamento adaptativas ou emo&ccedil;&otilde;es orientadas para estrat&eacute;gias de <i>coping </i>ativo. O estudo de Shen (2009) mostra que o apoio social e a autoefic&aacute;cia s&atilde;o fatores muito importantes a serem considerados nos programas de preven&ccedil;&atilde;o ou interven&ccedil;&atilde;o na orienta&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias dos professores para lidarem com o stresse profissional.</p>     <p>Suportado pelo quadro te&oacute;rico exposto, este estudo tem por objetivo determinar as vari&aacute;veis que melhor contribuem para harmonizar o impacto das fontes de stresse laboral nos professores.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>M&Eacute;TODO</b></p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>Participaram no estudo 765 professores (74,8% mulheres) que trabalham em escolas p&uacute;blicas portuguesas, na ilha da Madeira. Destes, 63,90% s&atilde;o casados ou vivem com companheiro ou companheira e 34% solteiros ou vivem s&oacute;s, distribu&iacute;dos pelos seguintes escal&otilde;es et&aacute;rios: 20-30 anos 29,4%; 31-40 anos 47,8%; 41-50 anos 17,1; e, mais de 51 anos 5,2%. Relativamente &agrave; antiguidade na doc&ecirc;ncia verificou-se que 60% encontram-se em in&iacute;cio de carreira, mais propriamente, no escal&atilde;o 0-10 anos e 40% apresentam mais de 10 anos de experi&ecirc;ncia.</p>     <p><i>Material</i></p>     <p>O question&aacute;rio de dados sociodemogr&aacute;ficos e profissionais foi concebido para o efeito, e engloba cinco itens com quest&otilde;es de resposta m&uacute;ltipla ou dicot&oacute;micas, designadamente: g&eacute;nero, idade, estado civil, n&iacute;vel de ensino de ensino, antiguidade.</p>     <p>O instrumento utilizado para a avalia&ccedil;&atilde;o do stresse &eacute; o <i>Question&aacute;rio de Stresse nos Professores</i> (QSP), adaptado por Gomes (2007), a partir dos trabalhos realizados por Kyriacou e Sutcliffe (1978). O QSP &eacute; constitu&iacute;do por duas partes distintas, sendo a primeira caracterizada por uma quest&atilde;o destinada a avaliar os n&iacute;veis globais de stresse dos professores, numa escala que varia entre 0 (Nenhum Stresse) e 4 (Muito Stresse). Na segunda parte, s&atilde;o inclu&iacute;dos 36 itens correspondentes a diferentes fontes de stresse colocados aos docentes no processo de ensino, sendo respondidos numa escala tipo &ldquo;Likert&rdquo; de cinco pontos (0=Nenhum Stresse; 4=Muito Stresse). Os 36 itens distribuem-se pelos seis fatores seguintes: comportamentos inadequados/indisciplina dos alunos (&alpha; = 0,92); press&otilde;es de tempo/excesso de trabalho (&alpha; = 0,85); diferentes capacidades e motiva&ccedil;&otilde;es dos alunos (&alpha; = 0,84); estatuto da carreira docente (&alpha; = 0,89); trabalho burocr&aacute;tico/administrativo (&alpha; = 0,94); pol&iacute;ticas disciplinares inadequadas (&alpha; = 0,87). Segundo Gomes (2007), os valores totais de cada subescala s&atilde;o calculados atrav&eacute;s da soma dos itens de cada dimens&atilde;o, dividindo-se depois o valor encontrado pelo n&uacute;mero total de itens que a constituem. Neste sentido, os resultados de cada um dos fatores apresentados pode variar entre um m&iacute;nimo de 0 e um m&aacute;ximo de 4, representando os valores m&aacute;ximos n&iacute;veis mais elevados de stresse.</p>     <p>Para apreciar as estrat&eacute;gias de <i>coping</i> elegemos a <i>Coping Job Scale</i> (CJS) de Latack (1986), na adapta&ccedil;&atilde;o portuguesa de Jesus e Pereira (1994). A escala inclui 52 itens e oferece informa&ccedil;&atilde;o com respeito &agrave;s tr&ecirc;s dimens&otilde;es: estrat&eacute;gias de confronto ou controlo (&alpha; = 0,89); estrat&eacute;gias evitamento ou escape (&alpha; = 0,80); estrat&eacute;gias de gest&atilde;o de sintomas (&alpha; = 0,81).</p>     <p>A autoefic&aacute;cia foi avaliada com a Escala de Autoefic&aacute;cia para professores de Bandura (1990), adaptada e validada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Pedro (2007). Este question&aacute;rio &eacute; constitu&iacute;do por 29 afirma&ccedil;&otilde;es relativamente &agrave;s quais o participante indica numa escala &ldquo;Likert&rdquo; vari&aacute;vel entre um m&iacute;nimo de 1 (Pouco) e 5 (Bastante) o n&iacute;vel que perceciona a sua efic&aacute;cia. Esta escala permite avaliar os n&iacute;veis de autoefic&aacute;cia de acordo com as seis dimens&otilde;es que a caracterizam: efic&aacute;cia instrucional (&alpha; = 0,73); efic&aacute;cia nos relacionamentos interpessoais (&alpha; = 0,76); efic&aacute;cia na promo&ccedil;&atilde;o do envolvimento parental (&alpha; = 0,82); efic&aacute;cia na influ&ecirc;ncia na tomada de decis&atilde;o (&alpha; = 0,49); efic&aacute;cia no estabelecimento de um bom ambiente escolar (&alpha; = 0,86); efic&aacute;cia na manuten&ccedil;&atilde;o da disciplina (&alpha; = 0,68).</p>     <p>Calculados os coeficientes de consist&ecirc;ncia interna dos instrumentos, para cada uma das subescalas, obtiveram-se alfas de <i>Cronbach</i> fidedignos, com exce&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o &ldquo;efic&aacute;cia na influ&ecirc;ncia na tomada de decis&atilde;o&rdquo; (&alpha; = 0,49) pelo que decidimos exclui-la deste estudo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Procedimento</i></p>     <p>O procedimento para a obten&ccedil;&atilde;o da amostra consistiu na aplica&ccedil;&atilde;o de uma bateria de question&aacute;rios a professores do Ensino B&aacute;sico e do Ensino Secund&aacute;rio que trabalham nas escolas do ensino oficial da Ilha da Madeira, Portugal. O question&aacute;rio precedido pela apresenta&ccedil;&atilde;o do tema de investiga&ccedil;&atilde;o, garantia de confidencialidade e anonimato, foram selecionados aleatoriamente 1276 professores dum universo total de 6000 docentes aproximadamente. Obtivemos o retorno de 765 question&aacute;rios v&aacute;lidos, correspondentes a uma taxa de retorno e ades&atilde;o de 60% e 40% de mortalidade experimental. Antes de participarem, os professores tomaram conhecimento do projeto de investiga&ccedil;&atilde;o, tendo sido esclarecidas eventuais d&uacute;vidas e assinaram o consentimento informado para de livre vontade escolherem preencher ou n&atilde;o a bateria de instrumentos.</p>     <p>Recolhidos os dados e introduzidos no PASW <i>Statistics</i> 18, procedeu-se &agrave; an&aacute;lise preliminar e explorat&oacute;ria dos dados que consistiu no c&aacute;lculo da m&eacute;dia e desvio padr&atilde;o de cada vari&aacute;vel. Seguidamente, realizou-se a an&aacute;lise de regress&atilde;o hier&aacute;rquica m&uacute;ltipla para determinar as vari&aacute;veis que melhor predizem o stresse dos professores provocado pelas fontes de stresse laboral.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p>Os resultados ilustram os fatores geradores de elevado stresse nos professores. De um modo geral foram considerados pelos sujeitos desta amostra, como principais geradores de elevado stresse docente, os comportamentos inadequados/indisciplina dos alunos <i>(M </i>= 2,78; <i>DP </i>= 0,87), seguindo-se o trabalho burocr&aacute;tico/administrativo (<i>M </i>= 2,50; <i>DP </i>= 0,99), as pol&iacute;ticas disciplinares inadequadas (<i>M </i>= 2,50; <i>DP </i>= 0,85) e, num quarto grande dom&iacute;nio, as press&otilde;es de tempo e excesso de trabalho (<i>M </i>= 2,40; <i>DP </i>= 0,78). Posicionado em quinto lugar surge o estatuto da carreira docente (<i>M </i>= 2,36; <i>DP </i>= 0,88), e por fim as diferentes capacidades e motiva&ccedil;&otilde;es dos alunos (<i>M </i>= 2,34; <i>D </i>= 0,85) (<a href="#q1">quadro 1</a>). Os resultados n&atilde;o revelam grandes discrep&acirc;ncias de m&eacute;dias entre as diferentes fontes de stresse, apesar da dimens&atilde;o &ldquo;comportamentos inadequados/indisciplina dos alunos&rdquo; apresentar como a dimens&atilde;o potencialmente geradora de stresse na atividade profissional dos professores.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="q1"></a> <img src="/img/revistas/psd/v17n2/17n2a13q1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>No que se refere &agrave;s estrat&eacute;gias de <i>coping</i> mais utilizadas pelos professores para lidarem com situa&ccedil;&otilde;es de stresse profissional, em primeiro lugar, os resultados indicam as estrat&eacute;gias de controlo (<i>M </i>= 3,47; <i>DP </i>= 0,66), que sugerem o enfrentamento das situa&ccedil;&otilde;es, seguidas das de evitamento ou escape (<i>M </i>= 2,70; <i>DP </i>= 0,64), sendo as de gest&atilde;o de sintomas menos utilizadas pelos professores (<i>M</i>=2,17; <i>DP </i>= 0,50) (<a href="#q1">quadro 1</a>).</p>     <p>Em todos os dom&iacute;nios da autoefic&aacute;cia, os resultados indicam valores pr&oacute;ximos de um moderado sentido de autoefic&aacute;cia docente. Note-se que a op&ccedil;&atilde;o de resposta 4 associava-se &agrave; afirma&ccedil;&atilde;o da cren&ccedil;a do pr&oacute;prio como &laquo;muito&raquo; competente na &aacute;rea ou tarefa em quest&atilde;o, sendo de referir que a perce&ccedil;&atilde;o mais destacada ocorre no fator referente &agrave; efic&aacute;cia na manuten&ccedil;&atilde;o da disciplina(<i>M </i>= 3,73; <i>DP </i>= 0,68), seguido da efic&aacute;cia instrucional (<i>M </i>= 3,69; <i>DP </i>= 0,65), da efic&aacute;cia nos relacionamentos interpessoais (<i>M </i>= 3,69; <i>DP </i>= 0,69), da efic&aacute;cia no estabelecimento de um bom ambiente escolar (<i>M </i>= 3,68; <i>DP </i>= 0,64), e por fim, efic&aacute;cia na promo&ccedil;&atilde;o do envolvimento parental (<i>M </i>= 3,43; <i>DP </i>= 0,83) (<a href="#q1">quadro 1</a>).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nesta sequ&ecirc;ncia, com o aux&iacute;lio das equa&ccedil;&otilde;es de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla procuramos verificar os contributos conjuntos das vari&aacute;veis pessoais (g&eacute;nero; estado civil; e idade) e profissionais (n&iacute;vel de ensino; e antiguidade), das dimens&otilde;es do <i>coping </i>(estrat&eacute;gias de controlo ou confronto; estrat&eacute;gias de evitamento ou fuga; e estrat&eacute;gias de gest&atilde;o de sintomas), e da autoefic&aacute;cia (efic&aacute;cia instrucional, efic&aacute;cia na manuten&ccedil;&atilde;o da disciplina; efic&aacute;cia na promo&ccedil;&atilde;o do envolvimento parental; efic&aacute;cia na promo&ccedil;&atilde;o do bom ambiente escolar; e efic&aacute;cia nas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais)no enfrentamento do stresse laboral, tomando como vari&aacute;vel dependente as &ldquo;fontes de stresse&rdquo; (somat&oacute;rio das diversas dimens&otilde;es &ldquo;fontes de stresse&rdquo;). O coeficiente de regress&atilde;o revela que as estrat&eacute;gias de controlo ou confronto (&beta; = 0,26; <i>t </i>= 6,03; <i>p </i>= 0,000), estrat&eacute;gias de evitamento ou fuga (&beta; = 0,09; <i>t </i>= 2,29; <i>p </i>= 0,020), antiguidade(escal&atilde;o &gt; 10 anos de servi&ccedil;o) &beta; = 0,14; <i>t </i>= 2,78; <i>p </i>= 0,010) e g&eacute;nero (masculino) (&beta; = -0,08; <i>t </i>= -2,11; <i>p </i>= 0,030), no seu conjunto, explicam 13% da vari&acirc;ncia (&Delta;<i>R</i><sup>2 </sup>= 0,11). Embora este modelo possa ser bem aceite (<i>F</i> = 5,49; p &lt; 0,000), exclui as dimens&otilde;es da autoefic&aacute;cia porque n&atilde;o apresentam n&iacute;veis de signific&acirc;ncia aceit&aacute;veis.</p>     <p>O modelo obtido pode ser expresso na seguinte equa&ccedil;&atilde;o:</p>     <p>Diminui&ccedil;&atilde;o do stress =10,09 + 1,54. Controlo + 0,58. Evitamento + 0,44. Antiguidade &ndash; 0,71. G&eacute;nero</p>     <p>Segundo o resultado assinalado nesta equa&ccedil;&atilde;o, os professores que recorrem a estrat&eacute;gias de <i>coping</i> ativo, designadamente, estrat&eacute;gias de controlo ou confronto, utilizam tamb&eacute;m estrat&eacute;gias de evitamento ou fuga, possuem mais de dez anos de antiguidade docente e pertencem ao g&eacute;nero masculino, conseguem lidar de modo mais eficaz com as fontes de stresse que emergem no quotidiano laboral.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p>Com este estudo, pretendemos, a partir dos dados recolhidos, determinar as vari&aacute;veis que melhor contribuem para harmonizar o impacto das fontes de stresse laboral dos professores. Para tal, tivemos em conta as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas e profissionais e as diferentes dimens&otilde;es do <i>coping</i> no trabalho e da autoefic&aacute;cia docente.</p>     <p>Neste dom&iacute;nio, Salanova, Grau e Mart&iacute;nez (2006) colocam em destaque os efeitos harmonizadores do <i>coping</i> e da autoefic&aacute;cia profissional como estrat&eacute;gias para os trabalhadores lidarem com os desafios do dia-a-dia no trabalho. O nosso estudo apoia-se neste pressuposto, que assenta no n&iacute;vel de recursos pessoais que o professor possui para lidar com os desafios e as adversidades que o trabalho imp&otilde;e.</p>     <p>Na verifica&ccedil;&atilde;o dos aspetos vivenciados pelos professores como geradores de experi&ecirc;ncias negativas, os dados obtidos indicam quest&otilde;es relacionadas com as atitudes inadequadas dos alunos e correspondentes medidas de interven&ccedil;&atilde;o desajustadas. Tamb&eacute;m, Pinto, Silva e Lima (2003) real&ccedil;am as dificuldades colocadas com problemas recorrentes relacionados com os alunos, associadas &agrave;s dificuldades de aprendizagem, &agrave; desmotiva&ccedil;&atilde;o e &agrave; indisciplina como sendo as principais fontes de stresse para os professores. De facto, os dados mais significativos dos resultados encontrados, tal como as informa&ccedil;&otilde;es obtidas por Gomes e colaboradores (2006), denotam que os problemas associados aos alunos constituem as grandes fontes de stresse dos professores, levando-nos a questionar se, na realidade, o conte&uacute;do funcional docente representa, ele pr&oacute;prio a maior fonte geradora de tens&atilde;o neste grupo profissional e a refletir sobre as reais condi&ccedil;&otilde;es em que os professores, diariamente, trabalham. Al&eacute;m destas fontes de press&atilde;o, destaca-se a perce&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia de san&ccedil;&otilde;es disciplinares aos alunos, pouco adequadas. Relativamente a quest&otilde;es organizacionais, apontam a sobrecarga de trabalho e demasiado trabalho burocr&aacute;tico e administrativo. Diversos estudos nacionais e internacionais tamb&eacute;m t&ecirc;m vindo a dar indica&ccedil;&otilde;es neste sentido (Antoniou, Polychroni, &amp; Kotroni, 2009; Gomes, et al., 2006; Kyriacou &amp; Chien, 2004; Rita, et al., 2010), dado que, os fatores contextuais da sociedade p&oacute;s-moderna obrigaram ao alargamento da fun&ccedil;&atilde;o docente (Esteve, 1995; Formosinho, 2001), cujo desfecho poder&aacute; converter-se em desajustamento para alguns professores, enquanto, para outros, poder&aacute; revelar-se num desafio (Dunham, 1992; Jesus, 2005).</p>     <p>No que concerne &agrave;s estrat&eacute;gias de <i>coping</i> mais utilizadas pelos professores para lidarem com o stresse profissional os dados indicam o recurso maiorit&aacute;rio &agrave;s estrat&eacute;gias de controlo ou confronto. Estes resultados apoiam diversos estudos que defendem que, numa situa&ccedil;&atilde;o profissional perturbadora ou desafiante, o recurso &agrave;s estrat&eacute;gias proactivas, de controlo ou confronto, produz melhores resultados (Elliot, Thrash &amp; Murayama, 2011; Latack, 1986; Pacheco &amp; Jesus, 2008; Pinto, Silva, &amp; Lima, 2005) e v&atilde;o de encontro aos obtidos noutros estudos, particularmente realizados por Latack (1986), Jesus e Pereira (1994), Quirino (2007) e Pocinho e Capelo (2009), traduzindo o n&iacute;vel de excel&ecirc;ncia de resolu&ccedil;&atilde;o de problemas que caracteriza as fun&ccedil;&otilde;es docentes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>H&aacute; raz&otilde;es para admitirmos que a capacidade de cada pessoa formular ju&iacute;zos, organizar e executar a sua a&ccedil;&atilde;o de forma a poder dominar as circunst&acirc;ncias do meio ambiente, cada vez mais exigente, maioritariamente constitu&iacute;do por situa&ccedil;&otilde;es amb&iacute;guas, imprevis&iacute;veis e indutoras de stresse (Garc&iacute;a-Renedo, Llorens, Salanova, &amp; Cifre, 2004), tem influ&ecirc;ncia consider&aacute;vel sobre o stresse profissional do professor. Neste pressuposto, os resultados parecem denunciar a perce&ccedil;&atilde;o de moderadas a elevadas cren&ccedil;as de autoefic&aacute;cia dos professores, nomeadamente nas quest&otilde;es relacionadas com o contexto educativo. Globalmente, estes resultados v&atilde;o de encontro a pesquisas efectuadas noutros pa&iacute;ses, especificamente, nos Estados Unidos da Am&eacute;rica (Tschannen-Moran &amp; Hoy, 2001), na Holanda (Brouwers &amp; Tomic, 2001), na It&aacute;lia (Caprara, Barbaraneli, Steca, &amp; Maloni, 2006), em Israel (Somech &amp; Drach-Zahavy, 2000), na Inglaterra (Schwarzer &amp; Schmitz, 2004), em Espanha (Garc&iacute;a, Llorens, Salanova, &amp; Cifre, 2004) e tamb&eacute;m em Portugal (Pedro, 2007).</p>     <p>Os participantes deixaram transparecer representa&ccedil;&otilde;es mais elevadas de autoefic&aacute;cia nos dom&iacute;nios referentes &agrave;s intera&ccedil;&otilde;es sociais, efic&aacute;cia nos relacionamentos interpessoais, efic&aacute;cia no estabelecimento de um bom ambiente escolar, seguido de quest&otilde;es diretamente relacionadas com o &acirc;mbito pedag&oacute;gico, como a efic&aacute;cia na manuten&ccedil;&atilde;o da disciplina e efic&aacute;cia instrucional, e por fim, com valores m&eacute;dios mais baixos, com a efic&aacute;cia na promo&ccedil;&atilde;o do envolvimento parental. Opt&aacute;mos por n&atilde;o considerar a categoria relacionada com a efic&aacute;cia no envolvimento no processo de tomada de decis&atilde;o devido aos resultados obtidos estarem associados a um reduzido sentido de autoefic&aacute;cia, conforme tamb&eacute;m verificou Pedro (2007). Neste &acirc;mbito Pedro (2011) assinala que os professores tendem a evidenciar &iacute;ndices elevados de autoefic&aacute;cia, ainda que a sua perce&ccedil;&atilde;o se releve distinta em diferentes dom&iacute;nios da atividade docente.</p>     <p>Tendo em considera&ccedil;&atilde;o, a prova de regress&atilde;o hier&aacute;rquica m&uacute;ltipla, que adiciona vari&aacute;veis pessoais e profissionais, <i>coping</i> e autoefic&aacute;cia na harmoniza&ccedil;&atilde;o das fontes de stresse dos professores, obtivemos um modelo que explica 13% da variabilidade. Os resultados apontam para o poder preditivo das estrat&eacute;gias de <i>coping</i>, da vari&aacute;vel &ldquo;antiguidade&rdquo; e da vari&aacute;vel &ldquo;g&eacute;nero&rdquo;. Estes resultados sugerem que o stresse dos professores &eacute; explicado, concomitantemente, pelas estrat&eacute;gias de <i>coping</i> &ndash; &ldquo;controlo ou confronto&rdquo;, e &ldquo;evitamento ou fuga&rdquo;, pela vari&aacute;vel profissional &ndash; &ldquo;antiguidade&rdquo; (&gt; 10 anos de servi&ccedil;o) e pela vari&aacute;vel pessoal &ndash; &ldquo;g&eacute;nero&rdquo; (masculino), tal como diversos investigadores defendem (Antoniou, et al., 2009; Elliot, Thrash, &amp; Murayama, 2011; Pacheco &amp; Jesus, 2008).</p>     <p>Neste modelo, as dimens&otilde;es da autoefic&aacute;cia n&atilde;o apresentam n&iacute;veis de signific&acirc;ncia aceit&aacute;veis, o que nos induziria a dizer que, estas, n&atilde;o contribuem para ajudar os professores a lidarem com as adversidades do dia-a-dia laboral. Por&eacute;m, acreditamos que a capacidade de observa&ccedil;&atilde;o, autorreflex&atilde;o, planeamento, pensamento antecipat&oacute;rio tem influ&ecirc;ncia consider&aacute;vel na capacidade dos indiv&iacute;duos delinearem as a&ccedil;&otilde;es desejadas para obterem os resultados pretendidos (Bandura, 1997) influenciam as op&ccedil;&otilde;es de <i>coping</i> que os professores utilizam para lidarem com as fontes indutoras de stresse no trabalho (Garc&iacute;a-Renedo, Llorens, Salanova, &amp; Cifre, 2004).Conv&eacute;m referir que este modelo tem potencialidades para ser melhorado no futuro, sobretudo, atrav&eacute;s da introdu&ccedil;&atilde;o de novas vari&aacute;veis que venham complementar a abrang&ecirc;ncia do estudo.</p>     <p>Uma primeira implica&ccedil;&atilde;o dos resultados aqui apresentados &eacute; a necessidade da organiza&ccedil;&atilde;o escolar dispor de professores com caracter&iacute;sticas pessoais mais consent&acirc;neas para lidarem com contextos situacionais p&oacute;s-modernos, tendo em vista a transforma&ccedil;&atilde;o e a melhoria educativa. Cabe ainda &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o Escola implementar iniciativas que promovam as caracter&iacute;sticas individuais dos professores mais vulner&aacute;veis ao stresse, para que estes possam, tamb&eacute;m, vir a desempenhar uma a&ccedil;&atilde;o merit&oacute;ria no seu trabalho.</p>     <p>Uma segunda implica&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada com o recrutamento e sele&ccedil;&atilde;o dos candidatos ao lugar de professor numa escola, tendo em aten&ccedil;&atilde;o crit&eacute;rios pessoais facilitadores do seu desempenho profissional.</p>     <p>Uma terceira implica&ccedil;&atilde;o prende-se com a possibilidade de modifica&ccedil;&atilde;o de algumas das caracter&iacute;sticas de personalidade do professor, nomeadamente, atrav&eacute;s de uma forma&ccedil;&atilde;o inicial e cont&iacute;nua que promova o desenvolvimento pessoal deste. Ora, isto implica que seja equacionada uma forma&ccedil;&atilde;o que, para al&eacute;m da aquisi&ccedil;&atilde;o de conhecimentos est&aacute;ticos, ou para o elevar das compet&ecirc;ncias did&aacute;ticas, contemple tamb&eacute;m a pessoa do professor, questionando as suas pr&aacute;ticas e ideias em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; educa&ccedil;&atilde;o e promovendo o seu desenvolvimento pessoal. Mais concretamente, sugerimos uma forma&ccedil;&atilde;o que imprima uma a&ccedil;&atilde;o mais aprofundada ao n&iacute;vel da personalidade do professor, nas dimens&otilde;es do enfrentamento do stresse, na autoefic&aacute;cia, na motiva&ccedil;&atilde;o para o ensino, na toler&acirc;ncia &agrave; ambiguidade e na aceita&ccedil;&atilde;o do risco. De forma an&aacute;loga, esta forma&ccedil;&atilde;o dever&aacute; alertar o professor para a heterogeneidade dos alunos em termos psicol&oacute;gicos e para as consequ&ecirc;ncias da&iacute; advindas, para o papel de facilitador da aprendizagem e, ainda, para os diferentes pap&eacute;is que lhe s&atilde;o requeridos pela sociedade atual e pela organiza&ccedil;&atilde;o escolar.</p>     <p>Finalmente, uma quarta implica&ccedil;&atilde;o, diz respeito &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua dos professores. Seria desej&aacute;vel que as organiza&ccedil;&otilde;es escolares contribu&iacute;ssem para ajudar o professor a desenvolver maior consci&ecirc;ncia das suas a&ccedil;&otilde;es, incluindo componentes do pr&oacute;prio aperfei&ccedil;oamento pessoal. As altera&ccedil;&otilde;es preconizadas deveriam incentivar &agrave; promo&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, ao trabalho colaborativo, ao estabelecimento de um bom ambiente escolar e &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o e reflex&atilde;o sobre alguns dos problemas mais complexos que geram stresse laboral no professor. Apostar no desenvolvimento da criatividade como uma compet&ecirc;ncia chave para um melhor e maior sentimento de bem-estar psicol&oacute;gico do ser professor seria uma vari&aacute;vel a considerar em estudos futuros (Garc&ecirc;s, Pocinho, &amp; Jesus, 2013).</p>     <p>Em termos gerais, &eacute; de salientar que os resultados demonstram a import&acirc;ncia de um leque amplo de vari&aacute;veis para a compreens&atilde;o do stresse laboral dos professores quer seja ao n&iacute;vel das vari&aacute;veis pessoais ou situacionais. O n&uacute;mero apreci&aacute;vel das vari&aacute;veis consideradas s&atilde;o uma parte do<i> puzzle</i> que se deseja construir para melhor compreender o stresse dos professores face ao trabalho. No entanto, admitimos que resta ainda por explicar uma parte n&atilde;o menos importante da vari&acirc;ncia nas representa&ccedil;&otilde;es dos professores, o que significa que existir&atilde;o outras vari&aacute;veis n&atilde;o contempladas neste estudo, que podem ter uma influ&ecirc;ncia significativa no stresse docente. S&oacute; a aprecia&ccedil;&atilde;o de todos estes fatores e da pr&oacute;pria intera&ccedil;&atilde;o entre eles pode conduzir a uma vis&atilde;o mais abrangente do stresse profissional do professor.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>AGRADECIMENTOS</b></p>     <p>CITMA &ndash; Centro de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia da Madeira.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Alves, M. N., &amp; Oliveira, E. (2008). O efeito do desemprego no stress e Coping dos professores do 2.&ordm; ciclo. <i>Psic. Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as</i>, 9(2) 335-347.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537925&pid=S1645-0086201600020001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Antoniou, A-S., Polychroni, F., &amp; Kotroni, C. (2009). Working with students with Special Educational Needs in Greece: Teachers Stressors and <i>Coping</i> Strategies. <i>International Journal of Special Education</i>, <i>24</i> (1), 100 - 111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537927&pid=S1645-0086201600020001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Bandura, A. (1990). Multidimensional scales of perceived academic efficacy. Consultado a 12 de Abril de 2007 atrav&eacute;s de&nbsp;<a href="http://www.coe.ohio-state.edu/ahoy/Bandura%20Instr.pdf" target="_blank">http://www.coe.ohio-state.edu/ahoy/Bandura%20Instr.pdf</a></p>     <!-- ref --><p>Bandura, A. (1997). <i>Self-efficacy: The exercise of control</i>. New York: FREEMAN.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537930&pid=S1645-0086201600020001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bolander, V. B. (1998). <i>Enfermagem fundamental: abordagem psicofisiol&oacute;gica</i>. Lisboa: Lusodidacta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537932&pid=S1645-0086201600020001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brouwers, A. &amp; Tomic, W. (2001). The factorial validity of scores on the teacher interpersonal self-efficacy scale. <i>Educational and Psychological Measurement</i>, <i>61</i> (3), 433-445. doi: 10.1177/00131640121971301.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537934&pid=S1645-0086201600020001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Capelo, M. R., Pocinho, M., &amp; Jesus, S. N. (2009). Stresse, estrat&eacute;gias de <i>coping</i> e auto-efic&aacute;cia em professores. In S. N. Jesus, I. Leal &amp; M. Rezende (Edts). <i>Actas do I Congresso Luso-Brasileiro de Psicologia da Sa&uacute;de</i>, 643-658. Faro: CUIP.</p>     <!-- ref --><p>Caprara, G., Barbaranelli, C. Borgogni, L., &amp; Steca, P. (2003). Efficacy beliefs as determinants of teachers job satisfaction. <i>Journal Educational Psychology</i>, <i>95</i>(4), 831 - 832. doi:10.1016/j.jsp.2006.09.001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537937&pid=S1645-0086201600020001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dunham, J. (1992). <i>Stresse in Teatching</i>. Londres: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537939&pid=S1645-0086201600020001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Elliot, A., Thrash, T., &amp; Murayama, K. (2011). A longitudinal Analysis of self-regulation and well-being: avoidance personal goals, avoidance Coping, stress generation, and subjective well-being. <i>Journal of Personality</i>, <i>79</i> (3), 643-674. doi:&nbsp;10.1111/j.1467-6494.2011.00694.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537941&pid=S1645-0086201600020001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Esteve, J. M. (1995). Mudan&ccedil;as sociais e mudan&ccedil;as na educa&ccedil;&atilde;o: da educa&ccedil;&atilde;o de elite &agrave; educa&ccedil;&atilde;o de massas. In A. N&oacute;voa (Org.). <i>Profiss&atilde;o Professor</i>. 2.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o (pp. 95-124). Porto: Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537942&pid=S1645-0086201600020001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Formosinho, J. (2001). Especializa&ccedil;&atilde;o docente e pedagogia emancipat&oacute;ria. In Teodoro (org.). <i>Educar, promover, emancipar</i>. Lisboa. Edi&ccedil;&otilde;es Universit&aacute;rias Lus&oacute;fonas, Lda.</p>     <!-- ref --><p>Garc&ecirc;s, S., Pocinho, M., &amp; Jesus, S. N. (2013). Predi&ccedil;&atilde;o da criatividade e sa&uacute;de mental. <i>Psicologia, Sa&uacute;de e Doen&ccedil;as</i>, <i>14</i>(2), 272-279.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537945&pid=S1645-0086201600020001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Garc&iacute;a-Renedo, M., Llorens, S, Salanova, M., &amp; Cifre, E. (2004). The Growing Primacy of perceived efficacy in human self-development, adaptation and change. In M. Salanova, R. Grau, I. M. Mart&iacute;nez, E. Cifre, S. Llorens e M. Garc&iacute;a-Renedo (Eds.). Nuevos Horizontes en la Investigaci&oacute;n sobre la autoeficacia. <i>Col-lecci&oacute; &laquo;Psique&raquo;</i>, 8 (pp. 244-254). Casteli&oacute; de la Plana: Universitat Jaume I.</p>     <!-- ref --><p>Garc&iacute;a-Renedo, M., Llorens, S., Cifre, E., &amp; Salanova, M. (2006). Antecedentes afectivos de la auto-eficacia docente: un modelo de relaciones estructurales. <i>Revista de Educa&ccedil;&atilde;o</i>, <i>339</i>, 387-400.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537948&pid=S1645-0086201600020001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Gomes, R. (2007). <i>Question&aacute;rio de stresse nos professores (QSP)</i>. Universidade do Minho. Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Gomes, R., Silva, M. J., Mourisco, S., Silva, S., Mota, A., &amp; Montenegro, N. (2006). Problemas e desafios no exerc&iacute;cio da actividade docente: Um estudo sobre o stresse, &ldquo;burnout&rdquo; sa&uacute;de f&iacute;sica e satisfa&ccedil;&atilde;o profissional em professores do 3.&ordm; ciclo e ensino secund&aacute;rio. <i>Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o</i>, <i>19</i>(1), 67-93.</p>     <!-- ref --><p>Guill&eacute;n Gestoso, C. L. (2005). La import&acirc;ncia del estr&eacute;s en el mundo actual. Ateneo: <i>Revista cultural del Ateneo de C&aacute;diz</i>, <i>5</i>, 84-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537952&pid=S1645-0086201600020001300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hargreaves, A. (1998). <i>Os professores em tempo de mudan&ccedil;a. O trabalho e a cultura dos professores na idade p&oacute;s-moderna.</i> Lisboa: McGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537954&pid=S1645-0086201600020001300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hill, M. &amp; Hill, A. (2008). <i>Investiga&ccedil;&atilde;o por Question&aacute;rio</i>. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es S&iacute;labo, Lda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537956&pid=S1645-0086201600020001300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jesus, S. N. (2001). <i>Como prevenir e resolver o stress dos professores e a indisciplina dos alunos?</i> Porto: ASA Editores II, S. A.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537958&pid=S1645-0086201600020001300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jesus, S. N. (2005). Bem-estar docente. Perspectivas para superar o mal-estar dos professores. In A. Pinto e A. Silva (coord.). <i>Stress e bem-estar nas organiza&ccedil;&otilde;es. Stress e bem-estar. Modelos e dom&iacute;nios de aplica&ccedil;&atilde;o (</i>pp. 167-184). Lisboa: Climepsi Editores.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537960&pid=S1645-0086201600020001300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Jesus, S. N. &amp; Pereira, A. (1994). Estudo das estrat&eacute;gias de &ldquo;<i>coping</i>&rdquo; utilizadas pelos professores. <i>Actas do 5.&ordm; Semin&aacute;rio A Componente da Psicologia na Forma&ccedil;&atilde;o de Professores e Outros Agentes Educativos</i>, Universidade de &Eacute;vora, 253 - 268.</p>     <!-- ref --><p>Kyriacou, C. (1980). <i>Coping</i> actions and occupational stress among school teachers. <i>Research in Education</i>, <i>24</i>, 57 - 61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537963&pid=S1645-0086201600020001300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kyriacou, C. &amp; Chien, P-Y. (2004). Teacher stress in Taiwanese primary schools. <i>Journal of Educational Enquiry</i>, <i>5</i>(2), 86-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537965&pid=S1645-0086201600020001300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kyriacou, C. &amp; Sutcliff, J. (1978). Teatcher stress: Prevalence, sources and symptoms. <i>British Journal of Educational Psychology</i>, <i>48</i>, 159 - 167.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537967&pid=S1645-0086201600020001300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Latack, J. C. (1986). <i>Coping</i> with Job Stress: Measures and Future Directions for Scale Development. <i>Journal of Applied Psychology</i>, <i>71</i>(3), 377 - 385.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537969&pid=S1645-0086201600020001300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Lazarus, R. S. &amp; Folkman, S. (1984). <i>Stress, appraisal and coping</i>. New York: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537971&pid=S1645-0086201600020001300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Martins, M.G.T. (2007). Sintomas de stress em professores brasileiros. <i>Revista Lus&oacute;fona de Educa&ccedil;&atilde;o,10</i>, 109 - 128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537973&pid=S1645-0086201600020001300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mascarenhas, S. (2006). Gest&atilde;o do bullying, da indisciplina e qualidade do bem-estar psicossocial de docentes e discentes do Brasil (Rnd&ocirc;nia). <i>Psic., Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as</i>, 7, (1), 95-107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537975&pid=S1645-0086201600020001300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>I. T. (1981). <i>Emploi et conditions de travail d&ecirc;s enseignants</i>. Gen&eacute;ve: Bureau International de Travail.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537977&pid=S1645-0086201600020001300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Pacheco, J. E. P. &amp; Jesus, S. N. (2008). Burnout, <i>coping</i> e estilos de vida em profissionais de sa&uacute;de. In M. M. M. Siqueira, S. N. Jesus, V. B. Oliveira (Org.), <i>Psicologia da Sa&uacute;de. Teoria e Pesquisa</i> (2.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o) (pp. 25 &ndash; 39). S&atilde;o Bernardo do Campo: Universidade Metodista de S. Paulo.</p>     <p>Pedro, N. (2007). <i>A auto-efic&aacute;cia e a satisfa&ccedil;&atilde;o profissional dos professores</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Psicologia da Educa&ccedil;&atilde;o apresentada ao Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Lisboa: ISPA.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pedro, N. (2011). Auto-efic&aacute;cia e Satisfa&ccedil;&atilde;o profissional dos professores: colocando os constructos em rela&ccedil;&atilde;o num grupo de professores do ensino b&aacute;sico e secund&aacute;rio. <i>Revista de Educa&ccedil;&atilde;o</i>, <i>XVIII</i>(1), 23&ndash;47.</p>     <p>Pinto, A. M., Silva, A. L. &amp; Lima, M. L. (2005). Como lidam os professores com o stress profissional? <i>Coping</i> e burnout profissional em professores portugueses. <i>Proform@ronline[revista online]</i>, <i>7</i>(1).</p>     <!-- ref --><p>Pocinho, M. &amp; Capelo, R. (2009). Vulnerabilidade ao stresse, estrat&eacute;gias de Coping e auto-efic&aacute;cia em professores portugueses. <i>Educa&ccedil;&atilde;o e Pesquisa</i>, <i>35</i>(2), 351-357.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537983&pid=S1645-0086201600020001300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Quirino, A. (2007). <i>Stress, coping e burnout em professores do 3.&ordm; Ciclo.</i> Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Psicologia da Sa&uacute;de apresentada &agrave; Universidade do Algarve. Faro: Universidade do Algarve.</p>     <p>Ribeiro, J. (1996). Escala de avalia&ccedil;&atilde;o do sentido de efic&aacute;cia do professor aplicada a professoras dos quinto e sexto anos de escolaridade. In L. Almeida (Org.). <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica: formas e contextos,</i> IV. APPORT: universidade do Minho, 437-442.</p>     <p>Rita, J., Patr&atilde;o, I., &amp; Sampaio, D. (2010). <i>Burnout, Stress Profissional e Ajustamento Emocional em professores portugueses do ensino b&aacute;sico e secund&aacute;rio</i>. In Actas do VII Simp&oacute;sio Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o em Psicologia. Universidade do Minho, Portugal, 4 a 6 de Fevereiro de 2010.</p>     <!-- ref --><p>Salanova, M., Cifre, E., Grau, R., Llorens, S., &amp; Mart&iacute;nez, I. (2005). Antecedentes de la auto-efic&aacute;cia en profesores y estudiantes universit&aacute;rios: un modelo causal. <i>Revista de Psicologia del Trabajo y de las Organizaciones</i>, <i>21</i> (1-2), 159-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537988&pid=S1645-0086201600020001300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Salanova, M., Grau, R., &amp; Mart&iacute;nez, I. (2006). Job demands and <i>coping</i> behaviour: the moderating role of Professional self-efficacy. <i>Psychology in Spain</i>, <i>10</i>(1), 1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=537990&pid=S1645-0086201600020001300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Schwarzer, R. &amp; Schmitz, G. S. (2004). Perceived self-efficacy as a resource factor in teachers. In M. Salanova, R. Grau, I. M. Mart&iacute;nez, E. Cifre, S. Llorens e M. Garc&iacute;a-Renedo (Eds.). Nuevos Horizontes en la Investigaci&oacute;n sobre la autoeficacia. <i>Col-lecci&oacute; &laquo;Psique&raquo;</i>, <i>8</i> (pp. 229-236). Casteli&oacute; de la Plana: Universitat Jaume I.</p>     <!-- ref --><p>Serra, A. (2011). <i>O stress na vida de todos os dias</i>. 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