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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Rastreamento para cardiopatia: apego materno-fetal e enfrentamento em gestantes]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Congenital heart disease can be diagnosed by fetal echocardiography, and that is why currently screening is suggested for every pregnant woman from the 18th week of pregnancy onwards. The development of maternal-fetal attachment is essential, since this is the base of the mother-child relationship. It is natural that coping strategies be used in different ways and with different intensities in life cycle situations and stages including pregnancy. The purpose of this study was to identify whether there is an association between the degree of maternal-fetal attachment and the coping strategies most frequently used by pregnant women screened for fetal cardiopathy. The design used was a cross-sectional study for which 280 pregnant women were interviewed, with a mean age of 27 years (SD=7.2) and gestational age of 27 weeks (SD=5.1). The instruments used to collect data consisted of: Semistructured interview that looked at sociodemographic data, sociocultural and psychological aspects of the pregnant woman Maternal-Fetal Attachment Scale (MFS) and the Scale on Ways of Coping with Problems (WCP). The data collected were stored in program Microsft Excel for statistical analysis by Program PSW 18.0. There was no significant association between the levels of attachment and coping strategies.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Rastreamento para cardiopatia: apego materno-fetal e enfrentamento em gestantes</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Screening for cardiopathy: maternal-fetal attachment and coping in pregnant women</b></font></p>     <p><b>Camila de Matos &Aacute;vila<sup>1</sup>, Patricia Pereira Ruschel<sup>1</sup>, Nata&iacute;s Bilh&atilde;o Mombach Brites<sup>1</sup>, Raquel Lacerda Paiani<sup>1</sup>, Carolina Frota Medeiros<sup>1</sup>, Elisa Guterres Pereira<sup>1</sup>, Elisa Souza Hanke<sup>1</sup>, Paulo Zielinsky<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul, Funda&ccedil;&atilde;o Universit&aacute;ria de Cardiologia, Brasil, Av. Princesa Isabel, 370, 3&ordm; andar, Bairro Santana, Porto Alegre, RS. CEP 90620-000, <a href="mailto:editoracao-pc@cardiologia.org.br">editoracao-pc@cardiologia.org.br</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O diagn&oacute;stico de cardiopatia pode ser realizado a partir dos exames de ecocardiografia fetal, por isso hoje &eacute; preconizado o rastreamento para toda gestante a partir da 18&ordf; semana de gesta&ccedil;&atilde;o. Estes diagn&oacute;sticos reduzem a taxa de morbimortalidade. O desenvolvimento do apego materno-fetal &eacute; essencial, j&aacute; que este &eacute; base da rela&ccedil;&atilde;o m&atilde;e/filho. &Eacute; natural que estrat&eacute;gias de enfrentamento sejam utilizadas de formas e intensidades variadas, nas situa&ccedil;&otilde;es e etapas do ciclo vital, incluindo a gesta&ccedil;&atilde;o. Este estudo teve como objetivo identificar se h&aacute; associa&ccedil;&atilde;o entre o grau de apego materno-fetal e as estrat&eacute;gias de enfrentamento mais utilizadas pelas gestantes submetidas ao rastreamento para cardiopatia fetal. O delineamento utilizado foi um estudo transversal para o qual foram entrevistadas 280 gestantes, com m&eacute;dia de 27 anos (DP= 7,2) e idade gestacional de 27 semanas (DP= 5,1). Os instrumentos utilizados para a coleta de dados consistiram em: Entrevista semiestruturada, que investigou dados s&oacute;ciodemogr&aacute;ficos, aspectos socioculturais e psicol&oacute;gicos da gestante, Escala de Apego Materno-Fetal (EAMF) e Escala Modos de Enfrentamento de Problemas (EMEP). Os dados coletados foram armazenados no programa Microsoft Excel para an&aacute;lise estat&iacute;stica do Programa PSW 18.0. N&atilde;o houve associa&ccedil;&atilde;o significativa entre os n&iacute;veis de apego e as estrat&eacute;gias de <i>coping</i>.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>diagn&oacute;stico m&eacute;dico, cardiopatias, apego, enfrentamento, gravidez</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Congenital heart disease can be diagnosed by fetal echocardiography, and that is why currently screening is suggested for every pregnant woman from the 18<sup>th</sup> week of pregnancy onwards. The development of maternal-fetal attachment is essential, since this is the base of the mother-child relationship. It is natural that coping strategies be used in different ways and with different intensities in life cycle situations and stages including pregnancy. The purpose of this study was to identify whether there is an association between the degree of maternal-fetal attachment and the coping strategies most frequently used by pregnant women screened for fetal cardiopathy. The design used was a cross-sectional study for which 280 pregnant women were interviewed, with a mean age of 27 years (SD=7.2) and gestational age of 27 weeks (SD=5.1). The instruments used to collect data consisted of: Semistructured interview that looked at sociodemographic data, sociocultural and psychological aspects of the pregnant woman Maternal-Fetal Attachment Scale (MFS) and the Scale on Ways of Coping with Problems (WCP). The data collected were stored in program Microsft Excel for statistical analysis by Program PSW 18.0. There was no significant association between the levels of attachment and coping strategies.</p>     <p><b>Keywords:</b><b> </b>medical diagnosis, cardiopathies, attachment, coping, pregnancy</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>&Eacute; importante que toda gestante se submeta a uma ecocardiografia fetal, ap&oacute;s a 18&ordf; semana da gesta&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que mais de 90% das malforma&ccedil;&otilde;es card&iacute;acas ocorrem em fetos que n&atilde;o tem fatores de risco (Barbosa et al., 2009; Camarozano et al., 2009; Donofrio et al., 2014; Hagemann, 2006). Com estrat&eacute;gias como estas, se pretende contribuir significativamente para redu&ccedil;&atilde;o das taxas de mortalidade infantil, uma vez que as cardiopatias s&atilde;o consideradas uma das tr&ecirc;s principais causas de mortalidade nas fases neonatal e perinatal (Guerchicoff et al., 2004).</p>     <p>Ao enfrentar este tipo de rastreamento evidencia-se a suspeita de uma malforma&ccedil;&atilde;o no feto, o que tende a ocasionar uma tens&atilde;o psicol&oacute;gica para mulher gr&aacute;vida e a ansiedade costuma acompanhar o per&iacute;odo de diagn&oacute;stico (Kowalcek, 2007; Kowalcek et al., 2003; Kowalcek, Lammers, Brunk, Bieniakiewicz, &amp; Gembruch, 2002). Sendo assim, o diagn&oacute;stico de malforma&ccedil;&atilde;o fetal desperta uma viv&ecirc;ncia psicol&oacute;gica de desilus&atilde;o e descren&ccedil;a que leva os pais a fazerem o luto pelo filho ideal (Caron &amp; Maltz, 1994). No rasteio pr&eacute;-natal ficam evidentes dois aspectos de estresse que devem ser diferenciados: estresse devido ao exame, que se caracteriza por medo de um exame doloroso ou medo que prejudique o feto e estresse derivado do medo de um resultado anormal, ou seja, que indique alguma patologia fetal (Sholler, Kasparian, Pye, Cole, &amp; Winlaw, 2011; Sousa, 2003).</p>     <p>Contrariamente aos dados da literatura, pesquisa anterior realizada em grupo de gestantes que se submeteriam a rastreamento para cardiopatia fetal, na institui&ccedil;&atilde;o em que realizamos esta pesquisa, identificou atrav&eacute;s de avalia&ccedil;&atilde;o, pela escala BAI de Beck, que as gestantes apresentavam grau m&iacute;nimo e leve de ansiedade (Ruschel et al., 2013).</p>     <p>A visualiza&ccedil;&atilde;o do feto na ultrassonografia possibilita que o casal entre em contato com o filho real, que tende a ser confrontado com o beb&ecirc; imagin&aacute;rio de seus sonhos. Neste sentido a visualiza&ccedil;&atilde;o do corpo, da forma e do comportamento de seu filho, bem como a possibilidade de escutar batimentos card&iacute;acos e ver seu corpo se movimentar, faz com que conceba seu filho como real. Estudos mostram que a ultrassonografia exerce impacto emocional importante nas gestantes, influenciando a rela&ccedil;&atilde;o m&atilde;e-beb&ecirc; nas situa&ccedil;&otilde;es de diagn&oacute;sticos de normalidade e tamb&eacute;m naquelas de anormalidade fetal (Piontelli, 1995).</p>     <p>O apego materno-fetal inicia durante a gesta&ccedil;&atilde;o, como resultado de eventos psicol&oacute;gicos, sendo definido como a intensidade com que as mulheres se engajam em comportamentos que representam uma afilia&ccedil;&atilde;o e uma intera&ccedil;&atilde;o com seu filho na vida pr&eacute;-natal (Cranley, 1981). A partir desta defini&ccedil;&atilde;o foi desenvolvida a Escala de Apego Materno-Fetal, que foi validada em amostra brasileira (Feij&oacute;, 1999). Quando &eacute; diagnosticada uma cardiopatia fetal e existem possibilidades de tratamento para este beb&ecirc; existe um incremento do apego materno-fetal em compara&ccedil;&atilde;o com a aus&ecirc;ncia desta condi&ccedil;&atilde;o (Ruschel et al., 2014). </p>     <p>Em estudo transversal de Faria e colaboradores (2013) comparou-se gestantes com diagn&oacute;stico de HIV com gestantes n&atilde;o portadoras do v&iacute;rus, utilizando a Escala de Apego Materno-Fetal. As gestantes n&atilde;o portadoras faziam parte do projeto que investigava apego materno-fetal na presen&ccedil;a de diagn&oacute;stico de cardiopatia fetal (Ruschel et al., 2014). O estudo verificou n&atilde;o haver diferen&ccedil;a entre os grupos quanto ao escore total de apego materno-fetal. Entretanto, este aprofundou sua an&aacute;lise detalhando seus resultados na avalia&ccedil;&atilde;o de subescalas e verificou que nas: <i>Entregando-se ao feto</i> e <i>Desempenhando um papel</i>, as gestantes sem problemas de sa&uacute;de apresentam escores significativamente mais altos do que o outro grupo.</p>     <p>Diante da situa&ccedil;&atilde;o de crise emocional, que faz parte do desenvolvimento saud&aacute;vel da gestante que se adapta a condi&ccedil;&atilde;o da espera de um filho, surge o enfrentamento com a situa&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as e, para isso, elege-se uma s&eacute;rie de mecanismos defensivos e estrat&eacute;gias de enfretamento, denominadas de <i>Coping</i>. Esse termo &eacute; origin&aacute;rio do ingl&ecirc;s e seu significado se aproxima das express&otilde;es <i>lidar com</i> ou <i>enfrentamento</i>. S&atilde;o mecanismos de defesa hier&aacute;rquicos - v&atilde;o desde defesas menos adaptativas &agrave;s mais evolu&iacute;das - flex&iacute;veis e orientados para um prop&oacute;sito. Definidos com uma resposta ao estresse-comportamental ou cognitivo e com a finalidade de reduzir as suas qualidades aversivas. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As estrat&eacute;gias de <i>coping</i> podem centrar-se no problema, modificando a rela&ccedil;&atilde;o entre a pessoa e o ambiente ou ent&atilde;o na emo&ccedil;&atilde;o, adequando &agrave; resposta emocional ao problema. Ambas as estrat&eacute;gias s&atilde;o influenciadas pela percep&ccedil;&atilde;o do sistema ambiental e pessoal, bem como pelos acontecimentos de vida. Os estilos de <i>coping</i> evasivo, emotivo e fatalista, est&atilde;o associados a uma menor capacidade de controle pessoal sobre a doen&ccedil;a, assim como ao aumento dos n&iacute;veis de depress&atilde;o e ansiedade (Sav&oacute;ia, Santana, &amp; Mejias, 1996).</p>     <p>Estudos com as estrat&eacute;gias de <i>coping </i>s&atilde;o, frequentemente, foco de pesquisa em psicologia da sa&uacute;de, que &eacute; um campo de natureza interdisciplinar. Tais estudos tem por finalidade a compreens&atilde;o de aspectos relacionados &agrave; promo&ccedil;&atilde;o, preven&ccedil;&atilde;o e tratamento da sa&uacute;de do individuo e da popula&ccedil;&atilde;o para a melhoria da qualidade de vida. Os mecanismos de <i>coping</i> t&ecirc;m sido entendidos como a adapta&ccedil;&atilde;o psicossocial do ser humano diante da adversidade. Esses mecanismos s&atilde;o influenciados pelas exig&ecirc;ncias situacionais, limita&ccedil;&otilde;es, recursos dispon&iacute;veis e fatores pessoais relacionados ao significado que a pessoa atribui ao contexto (Calvetti, Muller, &amp; Nunes, 2007).</p>     <p>Quando utilizadas estrat&eacute;gias de enfrentamento ativas, voltada para as estrat&eacute;gias de resolu&ccedil;&atilde;o de problemas e para a busca de suporte social promove maior proximidade com a gestante o que fortalece o vinculo materno-fetal (Benute et al., 2011). </p>     <p>Pesquisa realizada com 50 gestantes, avaliadas 22 dias ap&oacute;s receberem o diagn&oacute;stico de cardiopatia fetal, verificou que a estrat&eacute;gia de enfrentamento mais utilizada foi a de resolu&ccedil;&atilde;o de problema, seguida da de suporte social. Estas estrat&eacute;gias foram relacionadas &agrave; responsabilidade e a necessidade de cuidados com o beb&ecirc;, sendo assim, promove o fortalecimento do v&iacute;nculo materno-fetal (Guerra et al., 2011). Em outro estudo com 22 gestantes foi observado que frente ao diagn&oacute;stico de malforma&ccedil;&atilde;o fetal as gestantes tendem a manter o apego materno-fetal e utilizam diversas estrat&eacute;gias de enfrentamento, com predom&iacute;nio pelas pr&aacute;ticas religiosas (Vasconcelos &amp; Petean, 2009).</p>     <p>A relev&acirc;ncia do rastreamento para cardiopatia fetal &eacute; bem conhecida pela literatura, pois quando h&aacute; diagn&oacute;stico &eacute; imperativo o acompanhamento da gesta&ccedil;&atilde;o, otimizando a&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas que diminuam a mortalidade e melhoram a qualidade de vida do beb&ecirc; cardiopata. Uma vez que as gestantes s&atilde;o avaliadas para a verifica&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;sticos de cardiopatia fetal, cabe que sejam tamb&eacute;m estudadas com a finalidade de um melhor conhecimento de suas rea&ccedil;&otilde;es e sentimentos, objetivando tra&ccedil;ar estrat&eacute;gias para acompanhamento destas gestantes em momento de crise. A rela&ccedil;&atilde;o de apego da gestante com o feto e de seus modos de enfrentamento ainda &eacute; pouco conhecida, o que justifica esta pesquisa.</p>     <p>Frente ao apresentado, o estudo teve como objetivo identificar a associa&ccedil;&atilde;o entre o grau de apego materno-fetal e os modos de enfrentamento com o problema, no momento anterior a ecocardiografia fetal. </p>     <p><b>&nbsp;</b><b>M&Eacute;TODO</b></p>     <p><b>&nbsp;</b><i>Participantes</i></p>     <p><i>&nbsp;</i>Foi realizado estudo transversal com um grupo de gestantes que participaram do rastreamento para cardiopatia fetal, em uma a&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de no m&ecirc;s de maio de 2013 em hospital especializado de cardiologia. Crit&eacute;rios de inclus&atilde;o na pesquisa foram: ser gestante, a partir da 18&deg; semana; submeter-se ao rastreamento para cardiopatia fetal na Unidade de Cardiologia Fetal; consentir com o estudo assinando termo de consentimento livre e esclarecido; ser capaz de responder as quest&otilde;es: da ficha sociodemogr&aacute;fica, da EAMF (Feij&oacute;, 1999) e da EMEP (Seidl et al., 2001) </p>     <p><i>Material</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>&nbsp;</i>Os instrumentos utilizados foram Entrevista semiestruturada, que investigou dados s&oacute;ciodemogr&aacute;ficos, aspectos socioculturais e psicol&oacute;gicos da gestante, Escala de Apego Materno-Fetal (EAMF) (Cranley, 1981), validada para amostra brasileira (Feij&oacute;, 1999), composta por 24 itens, com pontua&ccedil;&atilde;o em cinco n&iacute;veis (quase sempre, frequentemente, as vezes, raramente e nunca), este instrumento divide o apego materno-fetal em tr&ecirc;s n&iacute;veis, baixo (entre 24 e 47 pontos), m&eacute;dio (entre 48 e 97 pontos) e alto (entre 98 e 120 pontos). Tamb&eacute;m foi utilizada a Escala Modos de Enfrentamento de Problemas (EMEP) para avaliar as estrat&eacute;gias de enfrentamento mais utilizadas pelas gestantes. Esta escala &eacute; um instrumento psicol&oacute;gico adaptado para vers&atilde;o brasileira por Queiroz e Gimenes (1997), e validada por Seidl, Tr&oacute;ccoli e Zannon (2001), que avalia quais os tipos de estrat&eacute;gias de enfrentamento s&atilde;o mais utilizadas pelo individuo quando confrontado a estressores. Para cada uma das 45 quest&otilde;es a pontua&ccedil;&atilde;o varia entre 1 e 5 e depois calcula-se a m&eacute;dia das respostas. </p>     <p>As estrat&eacute;gias e as respectivas quest&otilde;es que a definem s&atilde;o: Enfrentamento focalizado no problema (1, 3, 10, 14, 15, 16, 17, 19, 24, 28, 30, 32, 33, 36, 39, 40, 42 e 45), Enfrentamento focalizado na emo&ccedil;&atilde;o (2, 5, 11, 12, 13, 18, 20, 22, 23, 25, 29, 34, 35, 37 e 38), Enfrentamento baseado em pr&aacute;ticas religiosas e pensamento fantasioso (6, 8, 21, 26, 27, 41 e 44) e Enfrentamento baseado na busca por suporte social (4, 7, 9, 31 e 43).</p>     <p><i>&nbsp;</i><i>Procedimento</i></p>     <p><i> </i>As gestantes foram entrevistadas, durante a espera para realiza&ccedil;&atilde;o do rastreamento para cardiopatia fetal, por psic&oacute;logos e estudantes de treinados especificamente para essa pesquisa. </p>     <p>Os dados coletados foram armazenados no programa Microsoft Excel, para an&aacute;lise estat&iacute;stica do Programa PSW 18.0. Para o c&aacute;lculo da amostra foi considerado um n&iacute;vel deconfian&ccedil;a de 95%, m&eacute;dia de 94,6 (DP=9,66) e margem de erro de 4 pontos. As vari&aacute;veis qualitativas s&atilde;o descritas atrav&eacute;s de frequ&ecirc;ncia absoluta e relativa e as quantitativas por meio de m&eacute;dia e desvio padr&atilde;o. A associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis qualitativas foram realizadas atrav&eacute;s do teste de qui-quadrado para heterogeneidade. J&aacute; a compara&ccedil;&atilde;o das m&eacute;dias dos &iacute;ndices de estrat&eacute;gias de <i>coping</i> em rela&ccedil;&atilde;o &aacute;s vari&aacute;veis dicot&ocirc;micas (planejamento, tem companheiro, grau de apego) foi realizada pelo teste t de Student. Os n&iacute;veis de apego materno-fetal e das estrat&eacute;gias predominantes de enfrentamento foram estudados pelo do teste de associa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do qui-quadrado de Pearson. Para analise da associa&ccedil;&atilde;o entre n&iacute;veis de apego e estrat&eacute;gias predominantes de enfrentamentos foi desconsiderado o n&iacute;vel baixo de apego por ter somente duas gestantes. Foram considerados significativos os valores de p&lt;0,05.</p>     <p>O projeto foi submetido e aprovado por um Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa. Na fase de coleta de dados, os pesquisadores tiveram o cuidado de esclarecer aos participantes os objetivos do trabalho, explicando sobre a preserva&ccedil;&atilde;o do sigilo, da individualidade de cada caso, comprometendo-se a divulgar o material sem a sua identifica&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s os esclarecimentos os pesquisadores solicitaram a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido, quando foi aceita a participa&ccedil;&atilde;o na pesquisa.</p>     <p><b>&nbsp;</b><b>RESULTADOS</b></p>     <p>As gestantes pesquisadas t&ecirc;m idades entre 14 e 46 anos e variam suas semanas gestacionais entre 14 e 39. Dados que est&atilde;o mais detalhados no <a href="#q1">Quadro 1</a>. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a08q1.jpg"/></p>     
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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao seu estado civil 77,2% s&atilde;o casadas ou tem uma rela&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel com companheiro (casadas 36,1% e com companheiro 41,1%). A maior parte das gestantes tem escolaridade de n&iacute;vel m&eacute;dio ou inferior (87,9%), os respectivos percentuais referentes &agrave; escolaridade est&atilde;o descritos no <a href="#q1">Quadro 1</a>. </p>     <p>Denotou-se que 92% das gestantes estavam realizando a primeira ecografia para rastreamento de cardiopatia na vida fetal, quase metade delas fez acompanhamento pr&eacute;-natal na capital do estado, 20,7% na regi&atilde;o metropolitana e 30% em cidades do interior. A gesta&ccedil;&atilde;o foi planejada para 53,2% das gestantes, entretanto 82,1% aceitaram bem a gesta&ccedil;&atilde;o e 15,4% aceitaram com resist&ecirc;ncia. </p>     <p>Estudando as vari&aacute;veis com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; diferen&ccedil;a da utiliza&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de enfrentamento predominantes, verificou-se que esta era significativa, em rela&ccedil;&atilde;o a vari&aacute;vel: ter ou n&atilde;o companheiro. Aquelas que n&atilde;o tinham companheiro utilizaram mais estrat&eacute;gias de suporte social (35,9%) em rela&ccedil;&atilde;o as que tinham companheiro (20,4%), com diferen&ccedil;a significativa, X&sup2;(3, N=280) = 7,82, p=0,049. Das gestantes que utilizam predominantemente a estrat&eacute;gia focada no problema, aquelas que aceitaram a gravidez apresentaram escore significativamente maiores de apego materno fetal (M= 91,50, DP= 10,90) em rela&ccedil;&atilde;o as que n&atilde;o aceitaram (M= 84,29, DP=9,63), t(160)= 3,19; p=0,002. </p>     <p>Foi observado um apego maior entre as gestantes que aceitaram a gravidez. No grupo em que o apego materno-fetal era alto observou-se maior aceita&ccedil;&atilde;o da gesta&ccedil;&atilde;o (91,3%) do que no grupo com apego m&eacute;dio com diferen&ccedil;a significativa, X&sup2; (1, N= 278) =5,37, p=0,020. </p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao apego materno-fetal, quando comparado com as estrat&eacute;gias de enfrentamento (teste t), as gestantes que apresentaram escore m&eacute;dio na EAMF obtiveram escores significativamente menores M= 3,94; DP= 0,63 do que as que obtiveram apego materno-fetal alto (M= 4,15; DP= 0,49), t (276)=2,47, p=0,006 no fator focado no problema. Tamb&eacute;m houve diferen&ccedil;a significativa nos escores relacionados ao fator busca por suporte social (M= 3,41; DP= 0,83 e M= 3,64; DP=0,75, respectivamente, t(276)= -2,05, p = 0,041.</p>     <p>N&atilde;o houve associa&ccedil;&atilde;o significativa entre o apego materno-fetal e as estrat&eacute;gias de enfrentamento predominantes (<a href="#q2">Quadro 2</a>). Os n&iacute;veis de apego mostram-se predominantemente m&eacute;dio e alto, 74,6% e 24,6 % respectivamente. Para an&aacute;lise de associa&ccedil;&atilde;o entre o apego e a estrat&eacute;gia de enfrentamento foi desconsiderado o n&iacute;vel baixo de apego, por ter somente duas gestantes na categoria. Ainda em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de apego, identificou-se que as m&atilde;es com grau de apego alto usaram mais a estrat&eacute;gia focalizada no problema do que a estrat&eacute;gia baseada na busca por suporte social. </p>     <p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a08q2.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p><b>&nbsp;</b>No sul do Brasil, na cidade onde foi realizado este estudo, 41,7% das mulheres com filhos tem at&eacute; 11 anos de estudo e 30,6% estudaram mais de 12 anos (Porto Alegre, 2010). Nesta pesquisa 87,9% das gestantes tinham at&eacute; 12 anos de estudo e apenas 12,2% estavam acima desse n&iacute;vel de escolaridade. Evidenciou-se que durante essa a&ccedil;&atilde;o de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de estiveram presentes gestantes que fazem parte de uma parcela mais vulner&aacute;vel da popula&ccedil;&atilde;o regional, demonstrando que embora tenham menor escolaridade, est&atilde;o atentas aos seus cuidados de sa&uacute;de e do feto. </p>     <p>Pesquisa para detec&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;a card&iacute;aca cong&ecirc;nita avaliou 7032 mulheres gr&aacute;vidas, sendo 568 delas com suspeita de diagn&oacute;stico de cardiopatia fetal, estas apresentaram m&eacute;dia de idade e idade gestacional m&eacute;dia semelhante &agrave; da amostra desta pesquisa. Os autores consideram esta idade gestacional tardia, visto que algumas malforma&ccedil;&otilde;es podem ser dif&iacute;ceis de definir e uma doen&ccedil;a card&iacute;aca cong&ecirc;nita grave diagnosticada precocemente permite o estabelecimento de condutas m&eacute;dicas mais adequadas e precisas. Estas condutas poderiam diminuir o tempo de interna&ccedil;&atilde;o em Unidade de Terapia Intensiva, melhorar o &iacute;ndice de morbidade e favorecer o desenvolvimento neurol&oacute;gico das crian&ccedil;as, diminuindo risco de morte neonatal (Barbosa et al., 2009; Donofrio et al., 2014; Kruel &amp; Lopes, 2012; Mayorga et al., 2013).</p>     <p>Observou-se nos achados deste estudo que mesmo que a gesta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tenha sido planejada por todas participantes, o apego materno-fetal n&atilde;o foi influenciado, pois seus n&iacute;veis apresentaram-se m&eacute;dio e alto. Em um estudo realizado no Servi&ccedil;o de Ginecologia e Obstetr&iacute;cia no estado de S&atilde;o Paulo, foi constatado que apenas 36,3% das gestantes submetidas ao estudo referiram planejamento da gesta&ccedil;&atilde;o e 95,4% demonstraram o n&iacute;vel alto de apego materno-fetal. Comparando estes dois estudos, pode-se inferir que independente do planejamento da gesta&ccedil;&atilde;o, as gestantes apresentaram boa vincula&ccedil;&atilde;o com o feto evidenciando n&iacute;veis de apego materno-fetal m&eacute;dio e alto. Al&eacute;m disto, as gestantes que tiveram uma aceita&ccedil;&atilde;o tranquila da gesta&ccedil;&atilde;o obtiveram alto grau de apego se comparadas as que aceitaram com resist&ecirc;ncia ou n&atilde;o aceitaram.&nbsp;</p>     <p> Em nosso estudo as estrat&eacute;gias de enfrentamento mais utilizadas pelas gestantes foram a focalizada no problema e a baseada na busca por suporte social. Corroborando com esses achados pesquisa realizada anteriormente (Benute et al., 2011) identificou os mesmos resultados. Embora as estrat&eacute;gias mais utilizadas pelas gestantes nesses dois estudos tenham sido as mesmas, n&atilde;o se observa&nbsp;a mesma rela&ccedil;&atilde;o com o planejamento da gesta&ccedil;&atilde;o, pois no &uacute;ltimo 66% das gestantes referiram que n&atilde;o tinham planejado a gesta&ccedil;&atilde;o. Observa-se que o fato de n&atilde;o ter planejado a gesta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o interferiu no desenvolvimento do apego materno-fetal, que teve seu escore nos n&iacute;veis m&eacute;dio e alto nesse estudo.</p>     <p>Quando se analisou a diferen&ccedil;a entre as gestantes que apresentavam n&iacute;veis de escores m&eacute;dio e alto de apego materno-fetal evidenciou-se que aquelas com n&iacute;vel alto apresentavam maior incid&ecirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia predominante focadas no problema e no suporte social. Esta constata&ccedil;&atilde;o permite concluir que se a gestante est&aacute; mais apegada a seu feto ter&aacute; mais facilidade na resolu&ccedil;&atilde;o de problemas e na busca de suporte social. Por&eacute;m quando avaliada a associa&ccedil;&atilde;o entre apego materno-fetal e estrat&eacute;gias de enfrentamento predominantes, isso n&atilde;o foi evidenciado. Avaliando os dados e a an&aacute;lise estat&iacute;stica &eacute; de se considerar que a homogeneidade da amostra n&atilde;o permite a constata&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;as maiores. Neste sentido julga-se que repetir a pesquisa com amostra de gestantes heterog&ecirc;nea poderia elucidar o conhecimento sobre quest&otilde;es aqui identificadas. </p>     <p>Outros aspectos mostram-se tamb&eacute;m relevantes, j&aacute; que gestantes que tiveram uma aceita&ccedil;&atilde;o tranquila da gesta&ccedil;&atilde;o utilizaram menos a estrat&eacute;gia focalizada na emo&ccedil;&atilde;o do que as que aceitaram com resist&ecirc;ncia. Diante destes dados fica evidente que quando a gestante aceita com tranquilidade sua gesta&ccedil;&atilde;o pode utilizar-se mais de estrat&eacute;gias que focam na resolu&ccedil;&atilde;o de problemas, o que provavelmente a proporciona mais equil&iacute;brio emocional.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; situa&ccedil;&atilde;o civil da gestante, foi encontrado que 77% das gestantes entrevistadas eram casadas ou tinham rela&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel com companheiro, e os n&iacute;veis de apego se mostraram predominantemente m&eacute;dio e alto. Em estudo anterior (Bordin Schmidt &amp; de Lima Argimon, 2009) a maioria das gestantes que demonstrou tipo de vincula&ccedil;&atilde;o segura, residia somente com o pai do beb&ecirc; e tinham apego materno-fetal alto, enquanto as gestantes que apresentavam padr&atilde;o de vincula&ccedil;&atilde;o evitante e moravam com o pai do beb&ecirc; e outros familiares apresentavam apego ansioso e apego materno-fetal m&eacute;dio. Portanto, esse achado valida e refor&ccedil;a a tend&ecirc;ncia a alta correla&ccedil;&atilde;o entre relacionamento est&aacute;vel com o pai do beb&ecirc; e apego. </p>     <p>Considerando que gravidez &eacute; um per&iacute;odo de mudan&ccedil;as, com novas exig&ecirc;ncias biopsicossociais, esse resultado tamb&eacute;m aponta para a import&acirc;ncia da presen&ccedil;a do companheiro neste per&iacute;odo. Resultados observados em pesquisa anterior mostraram que a adapta&ccedil;&atilde;o emocional, assim como a conjugal &eacute; necess&aacute;ria, principalmente quando a primeira gesta&ccedil;&atilde;o ocorre. Al&eacute;m disso, o suporte social, que influencia o apego, est&aacute; relacionado ao fato de o casal, adaptar-se ou n&atilde;o a nova situa&ccedil;&atilde;o (Hernandez &amp; Hutz, 2008). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os resultados de pesquisa, com 50 gestantes que receberam o diagn&oacute;stico de cardiopatia fetal e foram avaliadas 22 dias ap&oacute;s a not&iacute;cia, mostrou que estas se utilizaram de estrat&eacute;gias de resolu&ccedil;&atilde;o de problemas, e que, aquelas que tinham companheiro e um ou mais filhos o faziam de forma mais significativa. Os autores enfatizam que estas m&atilde;es procuraram enfrentar o conflito, buscando formas de solucion&aacute;-lo e que o uso de estrat&eacute;gias utilizando apoio e suporte social pode auxiliar no enfretamento da situa&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disto, chamam aten&ccedil;&atilde;o para o fato de que a forma como os pais buscam suporte social esta relacionada ao fortalecimento da fam&iacute;lia, que faz com que se utilize de estrat&eacute;gias de enfrentamento mais adequadas ao estresse causado pela situa&ccedil;&atilde;o (Benute et al., 2011). </p>     <p>Conforme aponta a literatura &eacute; importante que na situa&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;stico as gestantes sejam atendidas com uma preocupa&ccedil;&atilde;o a suas rea&ccedil;&otilde;es emocionais e sua compreens&atilde;o da patologia do filho (Donofrio et al., 2014). Nos casos em que o diagn&oacute;stico de cardiopatia foi realizado, as gestantes foram atendidas pelo Servi&ccedil;o de Psicologia Cl&iacute;nica, atendimento j&aacute; tradicional na institui&ccedil;&atilde;o onde foi realizada esta pesquisa. Aquelas gestantes que participaram da pesquisa e que apresentaram alguma altera&ccedil;&atilde;o emocional, tamb&eacute;m foram atendidas pela equipe de psicologia e quando foi necess&aacute;rio foram encaminhadas para sequencia do atendimento.</p>     <p>A literatura registra a import&acirc;ncia da aten&ccedil;&atilde;o aos aspectos psicol&oacute;gicos evidenciados diante do diagn&oacute;stico na vida fetal, justificando-se o acompanhamento de profissionais da psicologia em a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de. Quando &eacute; diagnosticada uma anomalia fetal pode precipitar um longo per&iacute;odo de estresse, ansiedade ou desespero (Sklansky et al., 2002). Atualmente, &eacute; preconizado o estabelecimento de diretrizes para a oferta de suporte psicol&oacute;gico diante desta situa&ccedil;&atilde;o (Brosig, Whitstone, Frommelt, Frisbee, &amp; Leuthner, 2007). &Eacute; importante salientar que o presente estudo discutiu dados de uma amostra homog&ecirc;nea, em rela&ccedil;&atilde;o aos dados sociodemogr&aacute;ficos e cl&iacute;nicos, sendo assim a interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados n&atilde;o deve ser generalizada. </p>     <p>Embora n&atilde;o tenha se evidenciado a associa&ccedil;&atilde;o entre os n&iacute;veis de apego com as estrat&eacute;gias de enfrentamento, os achados mostram diversas rela&ccedil;&otilde;es entre aspectos sociodemogr&aacute;ficos com o apego e/ou estrat&eacute;gias de <i>coping</i> que podem contribuir para uma melhor compreens&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o em estudo, bem como para que sejam tra&ccedil;adas abordagens de preven&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de.</p>     <p>Diante de uma situa&ccedil;&atilde;o adversa como a gesta&ccedil;&atilde;o, que se mostra um momento delicado e de poss&iacute;veis crises psicol&oacute;gicas, toda e qualquer abordagem que possa contribuir para um melhor desenvolvimento da gesta&ccedil;&atilde;o pode ser considerada uma ferramenta positiva no acolhimento e apoio emocional &agrave;s gestantes e seus familiares.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>&nbsp;</b><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Barbosa, M. M., Nunes, M. C. P., Campos Filho, O., Camarozano, A., Rabischoffsky, A., Maciel, B. C., ... Sociedade Brasileira de Cardiologia. (2009). Diretrizes das Indica&ccedil;&otilde;es da Ecocardiografia. <i>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</i>, <i>93</i>(6 supl.3), e265-e302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554473&pid=S1645-0086201800020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Benute, G. R. G., Nonnenmacher, D., Evangelista, L. F. M., Lopes, L. M., Luica, M. C. S., &amp; Zugaib, M. (2011). Cardiopatia fetal e estrat&eacute;gias de enfrentamento. <i>Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetricia, 33</i>(9), 227-233.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554475&pid=S1645-0086201800020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bordin Schmidt, E., &amp; de Lima Argimon, I. I. (2009). Vincula&ccedil;&atilde;o da gestante e apego materno fetal. <i>Paid&eacute;ia</i>, <i>19</i>(43), 211-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554477&pid=S1645-0086201800020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de A&ccedil;&otilde;es Program&aacute;ticas Estrat&eacute;gicas. (2011). <i>Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o Integral &agrave; Sa&uacute;de da Mulher: Princ&iacute;pios e Diretrizes</i>. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</p>     <!-- ref --><p>Brasil. Minist&eacute;rio do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica - IBGE. (2012). <i>Censo demogr&aacute;fico 2010: Resultados gerais da amostra</i>. Rio de Janeiro: IBGE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554480&pid=S1645-0086201800020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Brosig, C. L., Whitstone, B. N., Frommelt, M. A., Frisbee, S. J., &amp; Leuthner, S. R. (2007). Psychological distress in parents of children with severe congenital heart disease: the impact of prenatal versus postnatal diagnosis. <i>Journal of Perinatology</i>, <i>27</i>(11), 687-692.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554482&pid=S1645-0086201800020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Calvetti, P. U., Muller, M. C., &amp; Nunes, M. L. T. (2007). Psicologia da sa&uacute;de e psicologia positiva: perspectivas e desafios. <i>Psicologia Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o</i>, <i>27</i>(4), 706-717.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554484&pid=S1645-0086201800020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Camarozano, A., Rabischoffsky, A., Maciel, B. C., Brindeiro Filho, D., Horowitz, E. S., Pena, J. L. B., . . . Camarozano, W. M. J. (2009). Diretrizes das indica&ccedil;&otilde;es da ecocardiografia. <i>Arq Bras Cardiol, 93,</i> e265-e302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554486&pid=S1645-0086201800020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Caron, N., &amp; Maltz, R. (1994). Interven&ccedil;&otilde;es em gr&aacute;vidas com anomalia fetal. <i>Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul</i>, <i>16</i>(3), 202-207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554488&pid=S1645-0086201800020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cranley, M. S. (1981). Development of a tool for the measurement of maternal attachment during pregnancy. <i>Nursing Research</i>, <i>30</i>(5), 281-284.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554490&pid=S1645-0086201800020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Donofrio, M. T., Moon-Grady, A. J., Hornberger, L. K., Copel, J. A., Sklansky, M. S., Abuhamad, A., . . . American Heart Association Adults With Congenital Heart Disease Joint Committee of the Council on Cardiovascular Disease in the Young and Council on Clinical Cardiology, C. u. o. C. S. a. A. (2014). Diagnosis and treatment of fetal cardiac disease: a scientific statement from the American Heart Association. <i>Circulation, 129</i>(21), 2183-2242. doi: 10.1161/01.cir.0000437597.44550.5d&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554492&pid=S1645-0086201800020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Faria, E. R., Gon&ccedil;alves, T. R., Carvalho, F. T., Ruschel, P. P., Lopes, R. C. S., &amp; Piccinini, C. A. (2013). 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Valida&ccedil;&atilde;o brasileira da Maternal- Fetal attchament scale. <i>Arquivos Brasileiros de Psicologia</i>, <i>51</i>(4), 52-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554495&pid=S1645-0086201800020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Guerchicoff, M., Marantz, P., Infante, J., Villa, A., Guti&eacute;rrez, A., Montero, G., ... Ceriani Cernadas, J. M. (2004). 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Stress and anxiety associated with prenatal diagnosis. <i>Best Practice &amp; Research Clinical Obstetrics &amp; Gynaecology</i>, <i>21</i>(2), 221-228.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554505&pid=S1645-0086201800020000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kowalcek, I., Huber, G., Lammers, C., Brunk, J., Bieniakiewicz, I., &amp; Gembruch, U. (2003). Anxiety scores before and after prenatal testing for congenital anomalies. <i>Archives of Gynecology and Obstetrics</i>, <i>267</i>(3), 126-129.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554507&pid=S1645-0086201800020000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kowalcek, I., Lammers, C., Brunk, J., Bieniakiewicz, I., &amp; Gembruch, U. (2002). 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Transi&ccedil;&atilde;o para a parentalidade no contexto de cardiopatia cong&ecirc;nita do beb&ecirc;. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa</i>, <i>28</i>(1), 35-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554511&pid=S1645-0086201800020000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mayorga H., C., Rodr&iacute;guez A., J. G., Enr&iacute;quez G., G., Alarc&oacute;n R., J., Gamboa W., C., Capella S., D., &amp; Fischer F., D. (2013). 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Avances en el diagn&oacute;stico prenatal de las cardiopat&iacute;as cong&eacute;nitas. <i>Ginecolog&iacute;a y Obstetricia de M&eacute;xico,</i> <i>81</i>, 334-344.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554515&pid=S1645-0086201800020000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Piontelli, A. (1995). <i>De feto a Crian&ccedil;a um estudo observacional e psicanal&iacute;tico</i>. Rio de Janeiro: Imago.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554517&pid=S1645-0086201800020000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Porto Alegre. Secretaria Municipal de Sa&uacute;de. (2010). <i>Plano Municipal de Sa&uacute;de 2010-2013</i>. Porto Alegre: Secretaria Municipal de Sa&uacute;de.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554519&pid=S1645-0086201800020000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Queiroz, E., &amp; Gimenes, M. G. G. (1997). <i>As diferentes fases de enfrentamento durante o primeiro ano ap&oacute;s a mastectomia</i>. In M. G. Gimenes (Org.), <i>A mulher e o c&acirc;ncer </i>(pp. 173-195). 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Adapta&ccedil;&atilde;o do invent&aacute;rio de Estrat&eacute;gias de Coping de Folkman e Lazarus para o portugu&ecirc;s. <i>Psicologia USP</i>, <i>7</i>(1-2), 183-201.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554527&pid=S1645-0086201800020000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sklansky, M., Tang, A., Levy, D., Grossfeld, P., Kashani, I., Shaughnessy, R., &amp; Rothman, A. (2002). 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An&aacute;lise fatorial de uma medida de estrat&eacute;gias de enfrentamento. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa, 17</i>(3), 225-234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554531&pid=S1645-0086201800020000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sholler, G. F., Kasparian, N. A., Pye, V. E., Cole, A. D., &amp; Winlaw, D. S. (2011). 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