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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito moderador do suporte social em pacientes oncológicos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this research was investigating the moderating effect of social support in depressive symptoms and quality of life in cancer patients. 68 patients diagnosed with cancer took part in the research, with ages varying between 25 and 83 years of age (M=55.4; SD=13.3) with 85.3% being females. The instruments used were Escala de Percepção do Suporte Social - adult version (EPSUS-A), Medical Outcomes Short-Form Health Survey (SF-36) and the Escala Baptista de Depressão versão Hospital-Ambulatório (EBADEP-HOSP-AMB). It was verified that social support played a moderating effect between the depressive symptoms and the quality of life, in two domains for the total sample, in two domains based on the age of patients and in four domains considering the diagnosis. The findings corroborate the literature, emphasizing the importance of investigating the moderating effect of social support and could contribute in improving understanding of the impact caused by the diagnosis and treatment of cancer, enabling interventions aimed at higher quality of life for these patients.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Efeito moderador do suporte social em pacientes oncol&oacute;gicos</b></font></p>     <p><font size="3"><b>The moderating effect of social support in cancer patients</b></font></p>     <p><b>Catarina P. Sette<sup>1</sup>, Cl&aacute;udio G. Capit&atilde;o<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade S&atilde;o Francisco, Brasil;</p>     <p> <sup>2</sup>Instituto de Infectologia Em&iacute;lio Ribas, Brasil.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO </b></p>     <p>O objetivo desta pesquisa foi investigar o efeito moderador do suporte social nos sintomas depressivos e na qualidade de vida em pacientes oncol&oacute;gicos. Participaram 68 pacientes diagnosticados com c&acirc;ncer, com idade variando entre 25 e 83 anos (<i>M</i>=55,4; <i>DP</i>=13,3) e 85,3% do sexo feminino. Os instrumentos utilizados foram a Escala de Percep&ccedil;&atilde;o do Suporte Social - vers&atilde;o adulta (EPSUS-A), <i>Medical Outcomes Short-Form Health Survey</i> (SF-36) e a Escala Baptista de Depress&atilde;o vers&atilde;o Hospital-Ambulat&oacute;rio (EBADEP-HOSP-AMB). Verificou-se que o suporte social apresentou efeito moderador entre os sintomas depressivos e a qualidade de vida, em dois dom&iacute;nios para a amostra total, em dois dom&iacute;nios com base nas idades dos pacientes e em quatro dom&iacute;nios quando considerados os diagn&oacute;sticos. Os achados corroboram os dados da literatura, ressaltando a import&acirc;ncia de investigar o efeito moderador do suporte social, a fim de contribuir para melhor entendimento das repercuss&otilde;es causadas pelo diagn&oacute;stico e tratamento do c&acirc;ncer, possibilitando interven&ccedil;&otilde;es que visem maior qualidade de vida para esses pacientes.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> oncologia, apoio social, sintomas depressivos, qualidade de vida, c&acirc;ncer</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The purpose of this research was investigating the moderating effect of social support in depressive symptoms and quality of life in cancer patients. 68 patients diagnosed with cancer took part in the research, with ages varying between 25 and 83 years of age (<i>M</i>=55.4; <i>SD</i>=13.3) with 85.3% being females. The instruments used were Escala de Percep&ccedil;&atilde;o do Suporte Social - adult version (EPSUS-A), Medical Outcomes Short-Form Health Survey (SF-36) and the Escala Baptista de Depress&atilde;o vers&atilde;o Hospital-Ambulat&oacute;rio (EBADEP-HOSP-AMB). It was verified that social support played a moderating effect between the depressive symptoms and the quality of life, in two domains for the total sample, in two domains based on the age of patients and in four domains considering the diagnosis. The findings corroborate the literature, emphasizing the importance of investigating the moderating effect of social support and could contribute in improving understanding of the impact caused by the diagnosis and treatment of cancer, enabling interventions aimed at higher quality of life for these patients.</p>     <p><b>Keywords</b><b>: </b>oncology, social support, depression symptoms, quality of life, cancer</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>O c&acirc;ncer &eacute; considerado um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica mundial com alta de 20% de incid&ecirc;ncia na &uacute;ltima d&eacute;cada (Stewart &amp; Wild, 2014). Na maioria das vezes o diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer &eacute; interpretado como uma doen&ccedil;a de estigma negativo e amea&ccedil;ador, considerado como sin&ocirc;nimo de sofrimento e morte. Essa vis&atilde;o da doen&ccedil;a &eacute; consequ&ecirc;ncia do seu impacto na vida do paciente, uma vez que h&aacute; comprometimento nos aspectos f&iacute;sicos, psicol&oacute;gicos, sociais e econ&ocirc;micos (Esp&iacute;rito Santo &amp; Souza, 2008; Sengul, Kaya, Sen, &amp; Kaya, 2014). </p>     <p>Em decorr&ecirc;ncia do impacto desse diagn&oacute;stico, os conflitos e sofrimentos emocionais podem levar o paciente a uma situa&ccedil;&atilde;o de desamparo, desesperan&ccedil;a, estresse e ang&uacute;stia emocional (Silva, Piassa, Oliveira, &amp; Duarte, 2014). Al&eacute;m dessas respostas emocionais, &eacute; comum a presen&ccedil;a da depress&atilde;o, sendo considerada o transtorno mental mais comum em pacientes com c&acirc;ncer (Bottino, Fr&aacute;guas, &amp; Gattaz, 2009; Santana, Zanin, &amp; Maniglia, 2008). Os sintomas depressivos em pacientes oncol&oacute;gicos est&atilde;o associados a pior qualidade de vida (QV), pior percep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, maiores n&iacute;veis de dor e menor sobrevida (Karakoyun-Celik et al., 2010; Pinquart &amp; Duberstein, 2010). </p>     <p>Para a redu&ccedil;&atilde;o do sofrimento psicol&oacute;gico, o suporte social (tamb&eacute;m denominado como apoio social) tem sido reconhecido pela literatura como fator-chave na manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e na QV, uma vez que a percep&ccedil;&atilde;o positiva desse suporte apresenta impacto positivo na sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, al&eacute;m de representar uma estrat&eacute;gia eficaz para lutar contra a doen&ccedil;a (Ardahan, 2006; Kolankiewicz, Souza, Magnago, &amp; Domenico, 2014; Sengul et al., 2014; Usta, 2012). O suporte social &eacute; um construto multifacetado e din&acirc;mico, avaliado por meio de tr&ecirc;s fontes, a saber: emocional, instrumental e informacional. A primeira fonte inclui a percep&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo sobre a afetividade recebida das pessoas. A fonte instrumental se refere &agrave; percep&ccedil;&atilde;o de ajuda de ordem pr&aacute;tica, oferecida pelos outros, como, por exemplo, aux&iacute;lio financeiro ou acompanhamento ao m&eacute;dico. A terceira fonte, informacional, engloba a percep&ccedil;&atilde;o de receber informa&ccedil;&otilde;es pertinentes e importantes em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, especialmente relacionadas &agrave; tomada de decis&atilde;o (Rodriguez &amp; Cohen, 1998). </p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o do suporte social &eacute; subjetiva, pois, em alguns casos, o apoio oferecido pode ser sentido ou compreendido como discrepante, possibilitando sua mensura&ccedil;&atilde;o por interm&eacute;dio de conceitua&ccedil;&otilde;es objetivas e subjetivas (Taylor, 2011). Em conson&acirc;ncia com essa defini&ccedil;&atilde;o, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de - OMS (1998) considera a influ&ecirc;ncia do suporte social no processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a de acordo com a percep&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo. Quando o sujeito apresenta percep&ccedil;&atilde;o mais positiva do seu suporte social, ele pode desempenhar fun&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;adora e ben&eacute;fica para a sa&uacute;de e enfraquecedora para o estresse, possibilitando a melhora na qualidade de vida. Por&eacute;m, quando o indiv&iacute;duo percebe o suporte social como inadequado, este poder&aacute; influenciar de forma negativa em sua vida, proporcionando aumento do estresse e da probabilidade do desenvolvimento de algumas psicopatologias, como &eacute; o caso da depress&atilde;o. Vale ressaltar que neste trabalho ao se referir a suporte social se considera a percep&ccedil;&atilde;o desse apoio. </p>     <p>A conceitua&ccedil;&atilde;o, defini&ccedil;&atilde;o e mensura&ccedil;&atilde;o do suporte social tornam-se dif&iacute;cil, uma vez que esse construto &eacute; um fen&ocirc;meno complexo, constitu&iacute;do por v&aacute;rias dimens&otilde;es interligadas que se relacionam &agrave; sa&uacute;de do sujeito, al&eacute;m de n&atilde;o haver um consenso entre te&oacute;ricos e pesquisadores. Com base nessa dificuldade conceitual, pesquisas investigando o suporte social t&ecirc;m sido desenvolvidas visando o desenvolvimento de interven&ccedil;&otilde;es efetivas de profissionais da sa&uacute;de no cuidado a pacientes (Ambr&oacute;sio &amp; Santos, 2015). Apesar de o suporte social ser muito investigado em pacientes com c&acirc;ncer, estudos com evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas que investigaram o efeito moderador do apoio social nas consequ&ecirc;ncias advindas do adoecimento s&atilde;o escassos. </p>     <p>Alguns estudos emp&iacute;ricos sugeriram que a satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social proporciona al&iacute;vio nos dist&uacute;rbios emocionais e na depress&atilde;o, melhora a adapta&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica e a capacidade de lidar com o estresse e, consequentemente, auxiliam no processo de recupera&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer e na melhora da qualidade de vida em pacientes oncol&oacute;gicos (Brusilovskiy, Mitstifer, &amp; Salzer, 2009; Epplein et al., 2011; H&oslash;yer et al., 2011; Zhou et al., 2010). Outras pesquisas evidenciaram que o apoio social foi o melhor preditor de humor depressivo entre os pacientes que tiveram c&acirc;ncer de mama durante o primeiro ano ap&oacute;s o diagn&oacute;stico (Lee et al., 2008; 2011).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O estudo realizado por Eom et al. (2012) investigou a associa&ccedil;&atilde;o entre o suporte social, a depress&atilde;o e a QV e se esse apoio pode reduzir os sintomas psicol&oacute;gicos negativos, como os depressivos, por meio da modera&ccedil;&atilde;o, em 1.930 pacientes com v&aacute;rios diagn&oacute;sticos de c&acirc;ncer. Os resultados de correla&ccedil;&atilde;o indicaram que a satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social foi associada de forma positiva com sa&uacute;de mental e qualidade de vida e negativamente com a depress&atilde;o. No que diz respeito &agrave; an&aacute;lise de regress&atilde;o hier&aacute;rquica para verificar a modera&ccedil;&atilde;o do suporte social, os resultados apontaram para a n&atilde;o intera&ccedil;&atilde;o significativa entre os preditores (neste caso, fatores de estresse) com o apoio social. Esses dados sugerem que, dentre os aspectos considerados, o suporte social foi um preditor independente para a sa&uacute;de mental e a qualidade de vida, isto &eacute;, o apoio social demonstrou conseguir sozinho reduzir os sintomas psicol&oacute;gicos adversos, por efeito direto e n&atilde;o pela modera&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>Por sua vez, no estudo de Huang e Hsu (2013) foram verificadas as rela&ccedil;&otilde;es entre o suporte social, os sintomas depressivos e a QV e o efeito moderador do apoio social nesses dois construtos, por isso, a amostra foi composta por 150 mulheres que tiveram c&acirc;ncer de mama. Os resultados indicaram o efeito moderador do suporte social nos sintomas depressivos e na qualidade de vida, tanto no que se refere aos aspectos f&iacute;sicos quanto nos psicol&oacute;gicos e de sa&uacute;de mental. Esses dados sugerem que quando a pessoa que j&aacute; teve c&acirc;ncer apresenta sintomas depressivos, a satisfa&ccedil;&atilde;o com o seu suporte social pode apresentar efeito ben&eacute;ficos na melhoria de sua QV. Os autores conclu&iacute;ram que o efeito do apoio social na QV dos pacientes que tiveram c&acirc;ncer de mama &eacute; um importante foco de estudo para o desenvolvimento de interven&ccedil;&otilde;es que possam beneficiar esses pacientes, n&atilde;o no sentido de incluir mais suporte social e sim de promover programas que contribuam para que o paciente tenha satisfa&ccedil;&atilde;o com o apoio recebido, melhorando sua qualidade de vida. </p>     <p>Em face dos dados apresentados, nota-se que os estudos investigando o efeito moderador do suporte social com pacientes oncol&oacute;gicos utilizaram amostras homog&ecirc;neas (como exemplo, pacientes com o mesmo diagn&oacute;stico) ou outros construtos foram considerados, como o estresse, o ajustamento mental &agrave; doen&ccedil;a, a sa&uacute;de mental e a qualidade de vida. Levando em conta a import&acirc;ncia descrita acerca do apoio social na viv&ecirc;ncia do paciente oncol&oacute;gico e o n&uacute;mero reduzido de pesquisas em amostras brasileiras (Romeiro, Both, Machado, Lawrenz, &amp; Castro, 2012) verificando especificamente a depress&atilde;o e QV, o presente estudo teve como objetivo investigar o efeito moderador do suporte social na rela&ccedil;&atilde;o entre os sintomas depressivos e a qualidade de vida. Como objetivos secund&aacute;rios, observou-se se o suporte social teve capacidade de moderar os sintomas depressivos e influenciou na qualidade de vida considerando as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas, como idade e tipo de diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer.</p>     <p><b>M&Eacute;TODO</b></p>     <p><b>&nbsp;</b><i>Participantes</i></p>     <p> A pesquisa foi realizada com 68 pacientes oncol&oacute;gicos, de duas cl&iacute;nicas de quimioterapia e duas Organiza&ccedil;&otilde;es N&atilde;o Governamentais (ONGs) de cidades do interior do Estado de S&atilde;o Paulo. A maior parte da amostra foi composta por mulheres (85,3%), a idade variou entre 25 e 83 anos (<i>M</i>=55,4; <i>DP</i>=13,3) e a maioria (67,6%) era casada. A amostra foi composta por pacientes com diferentes diagn&oacute;sticos de c&acirc;ncer, tratamentos e tempo de diagn&oacute;stico. No que se refere ao tempo de tratamento, a m&eacute;dia foi de dois anos e quatro meses (<i>DP</i>=29,23), sendo que o participante com menor tempo foi de tr&ecirc;s meses e o maior de onze anos. Em rela&ccedil;&atilde;o ao diagn&oacute;stico, 55,9% apresentava c&acirc;ncer de mama, 10,3% de ov&aacute;rio, 4,4% de intestino e de pulm&atilde;o, entre outros, al&eacute;m de 22,1% apresentaram met&aacute;stase do c&acirc;ncer em outro &oacute;rg&atilde;o. No que tange &agrave; escolaridade, 39,7% completou o ensino superior, seguido de 22,1% com ensino m&eacute;dio completo e 16,2% finalizou o ensino fundamental. Referente ao local de aplica&ccedil;&atilde;o, 47,1% dos participantes eram pacientes de duas cl&iacute;nicas de quimioterapia e 52,9% participavam de atividades fornecidas por ONGs.</p>     <p><i>Material</i></p>     <p><i>&nbsp;</i><i>Escala de Percep&ccedil;&atilde;o do Suporte Social (vers&atilde;o adulto) - EPSUS-A </i>(Cardoso &amp; Baptista, 2014).</p>     <p>A EPSUS-A &eacute; baseada na teoria de Rodriguez e Cohen (1998) e tem como objetivo avaliar a percep&ccedil;&atilde;o do suporte social. A escala &eacute; composta por 36 itens, englobando quatro fatores: Afetivo, Intera&ccedil;&otilde;es Sociais, Instrumental e Enfrentamento de Problemas com pontua&ccedil;&atilde;o variando entre 0 a 108. Estudos anteriores apontaram para adequa&ccedil;&atilde;o psicom&eacute;trica (Cardoso &amp; Baptista, 2014).</p>     <p><i>&nbsp;</i><i>Medical Outcomes Short-Form Health Survey (SF-36) </i>(Ware &amp; Sherbourne, 1992)</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O <i>Medical Outcomes Short-Form Health Survey</i> foi traduzido e adaptado para o portugu&ecirc;s por Ciconelli et al. (1999). &Eacute; composto por 36 itens distribu&iacute;dos em oito dom&iacute;nios, Capacidade funcional, Aspectos f&iacute;sicos, Dor, Estado geral de sa&uacute;de, Vitalidade, Aspectos sociais, Aspectos emocionais, Sa&uacute;de mental, al&eacute;m de uma quest&atilde;o de avalia&ccedil;&atilde;o comparativa entre a condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de atual e a referente ao ano anterior. O escore varia entre 0 e 100 pontos, representando respetivamente a pior e a melhor percep&ccedil;&atilde;o no dom&iacute;nio correspondente e cada dom&iacute;nio &eacute; avaliado separadamente. </p>     <p><i>&nbsp;</i><i>Escala Baptista de Depress&atilde;o (Vers&atilde;o Hospital-Ambulat&oacute;rio) - EBADEP-HOSP-AMB </i>(Baptista, 2013)</p>     <p>&Eacute; uma escala de rastreamento de sintomatologia depressiva, direcionada a amostras ambulatoriais e/ou hospitalares. Foi desenvolvida a partir da Escala Baptista de Depress&atilde;o (Vers&atilde;o Adulto) - EBADEP-A (Baptista, 2012), mas com a elimina&ccedil;&atilde;o de descritores vegetativos. A escala &eacute; constitu&iacute;da por 43 frases, estruturadas em escala tipo <i>Likert </i>de 3 pontos (0, 1 e 2), com pontua&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima de zero e m&aacute;xima de 86 pontos. </p>     <p><i>&nbsp;</i><i>Procedimento</i></p>     <p><i>&nbsp;</i>A coleta de dados foi autorizada pelas institui&ccedil;&otilde;es e o projeto obteve aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa (CAAE:<b>&nbsp;</b>37484914.2.0000.5514). Os instrumentos foram aplicados somente ap&oacute;s a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido pelo paciente e na seguinte ordem: EPSUS-A, SF-36 e EBADEP-HOSP-AMB. A aplica&ccedil;&atilde;o foi individual, nas salas de espera das ONGs e nos sal&otilde;es de quimioterapia nas cl&iacute;nicas de tratamento oncol&oacute;gico. A dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia foi de aproximadamente 30 minutos e, em alguns casos, os instrumentos foram lidos e respondidos com o aux&iacute;lio da pesquisadora para os pacientes que estavam impossibilitados de se movimentar.</p>     <p> A partir do objetivo proposto neste estudo, an&aacute;lises de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla foram realizadas (m&eacute;todo <i>enter</i>) para testar os efeitos da modera&ccedil;&atilde;o. Portanto, foi considerado como vari&aacute;vel dependente (VD) os dom&iacute;nios da qualidade de vida e como vari&aacute;veis independentes (VI) os sintomas depressivos e o suporte social. A vari&aacute;vel denominada intera&ccedil;&atilde;o &eacute; produto da multiplica&ccedil;&atilde;o entre os sintomas depressivos e o suporte social (neste caso, a moderadora) (Baron &amp; Kenny, 1986; James &amp; Brett, 1984). As an&aacute;lises tamb&eacute;m foram realizadas considerando grupos da amostra, com base em vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas. </p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p><b>&nbsp;</b>Vale ressaltar que antes de iniciar as an&aacute;lises para alcan&ccedil;ar o objetivo proposto neste estudo, verificou-se, por meio do teste t de <i>Student</i>, n&atilde;o ter havido diferen&ccedil;a (<i>p</i>&lt;0,05) nas respostas da EPSUS-A, da SF-36 e da EBADEP-HOSP-AMB em rela&ccedil;&atilde;o aos participantes que responderam sozinhos (n=27) e aqueles para os quais a pesquisadora leu em conjunto e auxiliou na aplica&ccedil;&atilde;o (n=41). Para conhecer o papel moderador do suporte social, as an&aacute;lises foram realizadas para os oito dom&iacute;nios avaliados pela SF-36 separadamente. Os resultados demonstraram que em dois dom&iacute;nios da SF-36, Dor e Aspectos sociais, a vari&aacute;vel intera&ccedil;&atilde;o apresentou resultado estatisticamente significativo sugerindo efeito moderador. Os resultados para ambos os dom&iacute;nios s&atilde;o apresentados no <a href="#q1">quadro 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a09q1.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>O modelo para o dom&iacute;nio Dor, presente no <a href="#q1">quadro 1</a>, foi significativo, explicando 24% das pontua&ccedil;&otilde;es obtidas. Referente ao efeito moderador do suporte social, &eacute; poss&iacute;vel verificar que a vari&aacute;vel intera&ccedil;&atilde;o foi preditora do dom&iacute;nio Dor (B= -0,25; <i>p</i>&lt;0,05), indicando que as rela&ccedil;&otilde;es entre os sintomas depressivos e o conte&uacute;do avaliado por esse dom&iacute;nio foram modificadas a partir do suporte social. No que concerne ao outro dom&iacute;nio da SF-36, Aspectos sociais, o modelo encontrado foi significativo, explicando 27% das pontua&ccedil;&otilde;es, bem como a vari&aacute;vel intera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m apresentou predi&ccedil;&atilde;o estatisticamente signficativa (B= -0,34; <i>p</i>&lt;0,01). Os demais dom&iacute;nios da SF-36 n&atilde;o demonstraram resultados estatisticamente significativos para o efeito moderador do suporte social. Esses dados sugerem que o suporte social n&atilde;o moderou os sintomas deprevissos nos outros seis dom&iacute;nios da SF-36. </p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s an&aacute;lises para verificar o efeito moderador do suporte social, considerando a vari&aacute;vel idade, a amostra foi dividida em dois grupos, tomando como base a defini&ccedil;&atilde;o do Estatuto do Idoso que considera pessoas idosas acima de 60 anos. No grupo de pacientes mais jovens (n=41) a idade variou entre 25 e 59 anos (<i>M</i>=46,51; <i>DP</i>=8,35) e no grupo denominado de idosos a m&eacute;dia de idade foi de 69,11 anos (<i>DP</i>= 5,64), com idade variando entre 60 e 83 anos. Para cada um desses grupos, o suporte social moderou as rela&ccedil;&otilde;es entre sintomas depressivos e qualidade de vida em um dom&iacute;nio da SF-36, como pode ser visto no <a href="#q2">quadro 2</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a09q2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>De acordo com o <a href="#q2">quadro 2</a>, considerando o grupo de pacientes com idade menos avan&ccedil;ada, o modelo para o dom&iacute;nio Sa&uacute;de geral foi significativo, explicando 70% das pontua&ccedil;&otilde;es obtidas. Referente ao efeito moderador do suporte social, &eacute; poss&iacute;vel verificar que a vari&aacute;vel intera&ccedil;&atilde;o foi preditora desse dom&iacute;nio (B=-0,02; <i>p</i>&lt;0,001), indicando que o suporte social moderou a rela&ccedil;&atilde;o entre os sintomas depressivos e o conte&uacute;do avaliado nesse dom&iacute;nio. Referente ao grupo de pacientes idosos, pode-se verificar que o modelo encontrado para o dom&iacute;nio Aspectos sociais foi significativo, explicando 66% das respostas, com a vari&aacute;vel intera&ccedil;&atilde;o apresentando resultados estatisticamente significativos (B=-0,15; <i>p</i>&lt;0,05). Para os demais dom&iacute;nios avaliados pela SF-36, o apoio social n&atilde;o apresentou efeito moderador para nenhum dos dois grupos. </p>     <p>Outra vari&aacute;vel considerada neste estudo para separar a amostra total foi o tipo de diagn&oacute;stico. Dividiu-se os pacientes em dois grupos, o primeiro apenas com pacientes com c&acirc;ncer de mama (n=38) e o segundo com os demais diagn&oacute;sticos (n=30) como intestino, pulm&atilde;o, pesco&ccedil;o, f&iacute;gado, pr&oacute;stata, ov&aacute;rio, entre outros. O apoio social demonstrou moderar as rela&ccedil;&otilde;es entre sintomas depressivos e tr&ecirc;s dom&iacute;nios da SF-36 nas mulheres com c&acirc;ncer de mama e para um dom&iacute;nio para o grupo de pacientres com outros diagn&oacute;sticos, como descrito nos <a href="#q3">quadro 3</a> e <a href="#q4">quadro 4</a>. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a09q3.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q4"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a09q4.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No <a href="#q3">quadro 3</a> pode-se verificar que os modelos encontrados, tanto para o dom&iacute;nio Estado Geral de Sa&uacute;de, explicando 52% das respostas como para Vitalidade, explicando 48% das respostas, foram significarivos para o grupo de mulheres com c&acirc;ncer de mama. O efeito moderador do suporte social tamb&eacute;m pode ser vizualizado pela vari&aacute;vel intera&ccedil;&atilde;o, com resultados estatisticamente significativos (B=-0,45; <i>p</i>=0,01) para Estado Geral de Sa&uacute;de e (B=-0,05; <i>p</i>=0,01) para o dom&iacute;nio Vitalidade. Outro dom&iacute;nio com resultados estatisticamente significativos para o grupo com c&acirc;ncer de mama e outro para o grupo de pacientes com outros diagn&oacute;sticos podem ser vistos no <a href="#q4">quadro 4</a>.</p>     <p>Segundo os dados do <a href="#q4">quadro 4</a>, verificou-se que o modelo encontrado para o grupo de pacientes com c&acirc;ncer de mama, no dom&iacute;nio Sa&uacute;de Mental, foi estatisticamente significativo, explicando 69% das respostas. O apoio social apresentou efeito moderador quando observado os resultados da vari&aacute;vel intera&ccedil;&atilde;o (B=-0,06; <i>p</i>&lt;0,01). Ainda com base no <a href="#q4">quadro 4</a> &eacute; poss&iacute;vel verificar que o modelo encontrado para o grupo com outros diagn&oacute;sticos foi estatisticamente significativo, explicando 56% das respostas, com a vari&aacute;vel intera&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa (B=-0,04; <i>p</i>=0,01).</p>     <p>Vale ressaltar que tamb&eacute;m foi verificado se o suporte social apresentava efeito moderador nos sintomas depressivos e na qualidade de vida considerando as vari&aacute;veis ter ou n&atilde;o met&aacute;stase do c&acirc;ncer, estado civil, tempo de tratamento e local de coleta. Por&eacute;m, os resultados encontrados n&atilde;o foram estatistiscamente significativos, sugerindo que o apoio social n&atilde;o moderou a rela&ccedil;&atilde;o entre os sintomas depressivos e os dom&iacute;nios da qualidade de vida quando comparados grupos de acordo com tais vari&aacute;veis. </p>     <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p><b>&nbsp;</b>O objetivo deste estudo foi investigar o efeito moderador do suporte social nos sintomas depressivos e na qualidade de vida dos pacientes oncol&oacute;gicos, analisando, inclusive, as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas. Os resultados encontrados evidenciaram que o suporte social demonstrou efeito moderador dos sintomas depressivos em dois dom&iacute;nios da qualidade de vida, Dor e Aspectos sociais para a amostra total. Quando considerado grupos por idade, o apoio social moderou as rela&ccedil;&otilde;es no dom&iacute;nio Sa&uacute;de mental e Aspectos sociais; e com base no tipo de diagn&oacute;stico foram encontrados resultados estatisticamente significativos nos dom&iacute;nios Estado Geral de Sa&uacute;de, Vitalidade, Sa&uacute;de mental e Aspectos sociais. Esses dados indicaram que as rela&ccedil;&otilde;es entre os sintomas depressivos e os dom&iacute;nios da SF-36 foram modificadas a partir da satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social, considerando que a vari&aacute;vel moderadora afeta a dire&ccedil;&atilde;o ou a for&ccedil;a da rela&ccedil;&atilde;o entre a VD e uma VI (Baron &amp; Kenny, 1986). </p>     <p>O primeiro dom&iacute;nio a ser discutido foi Dor, englobando o n&iacute;vel de dor e seu impacto causado no desempenho das atividades di&aacute;rias e profissionais. Os resultados de modera&ccedil;&atilde;o indicaram que para os pacientes com percep&ccedil;&atilde;o positiva do seu suporte social a rela&ccedil;&atilde;o entre os sintomas depressivos e Dor foi diferente do que para aqueles com percep&ccedil;&atilde;o negativa do apoio recebido. Isto &eacute;, sugeriram que a satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social demonstrou a redu&ccedil;&atilde;o da probabilidade de sintomas depressivos, modificando a sua rela&ccedil;&atilde;o com a toler&acirc;ncia da dor e impacto causado na vida. Esses achados v&atilde;o ao encontro dos resultados descritos, para uma amostra de pacientes que tiveram c&acirc;ncer de mama, no estudo realizado por Huang e Hsu (2013) demonstrando o efeito moderador do suporte social nos sintomas depressivos e nos aspectos f&iacute;sicos da qualidade de vida, incluindo a Dor. </p>     <p>Considerando os estudos que demonstraram que os sintomas depressivos em pacientes oncol&oacute;gicos est&atilde;o associados a maiores intensidades de dor e piora na qualidade de vida (Karakoyun-Celik et al., 2010; Pinquart &amp; Duberstein, 2010) e os resultados encontrados neste estudo, pode-se pensar que o suporte social &eacute; ben&eacute;fico no sentido de maior toler&acirc;ncia &agrave; dor, ou seja, auxiliando ent&atilde;o, na redu&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de dor sentida pelo paciente e, consequentemente, em sua qualidade de vida. Entretanto, n&atilde;o foram encontrados estudos que investigaram como o suporte social pode moderar a toler&acirc;ncia &agrave; dor, de forma detalhada, nos pacientes com c&acirc;ncer, tornando-se necess&aacute;rio que novas investiga&ccedil;&otilde;es neste sentido sejam realizadas para melhor compreens&atilde;o desses resultados. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Referente ao dom&iacute;nio Aspectos sociais, os resultados encontrados demonstraram que o apoio social moderou os sintomas depressivos para a amostra total, para o grupo de pacientes idosos e para o grupo com outros diagn&oacute;sticos de c&acirc;ncer (que n&atilde;o o de mama). Esse dom&iacute;nio avalia o reflexo da condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica nas atividades sociais, mais especificamente se as atividades sociais foram diminu&iacute;das ou encerradas em virtude da sa&uacute;de f&iacute;sica do paciente. Como apontado pela literatura, o paciente com c&acirc;ncer enfrenta diversas mudan&ccedil;as em sua rotina, al&eacute;m de incapacidades e limita&ccedil;&otilde;es, comprometendo seu conv&iacute;vio social (Pimenta, Koizumi, &amp; Teixeira, 1997; Santana et al., 2008). Desse modo, os pacientes com condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas mais prejudicadas tendem a apresentar sintomas depressivos e diminui&ccedil;&atilde;o das atividades sociais. Por&eacute;m, os resultados encontrados neste estudo demonstraram que o apoio social pode beneficiar o conv&iacute;vio social daqueles pacientes com percep&ccedil;&atilde;o positiva do suporte, com idade mais avan&ccedil;ada e com outros tipos de c&acirc;nceres, que n&atilde;o o de mama. </p>     <p>Tomando como base a vari&aacute;vel idade, foi poss&iacute;vel levantar a hip&oacute;tese de que a viv&ecirc;ncia das dificuldades f&iacute;sicas e as consequ&ecirc;ncias que isso gera no conv&iacute;vio social s&atilde;o diferentes para os grupos. Os idosos apresentaram percep&ccedil;&otilde;es mais positivas do seu apoio social e tenderam a ter menos sintomas depressivos e maior atividade social. Neri e Viera (2013) apontaram que estudos demonstram que o envolvimento social &eacute; compreendido como elemento central do envelhecimento ativo e saud&aacute;vel. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (2005), por um lado, enfatiza que a participa&ccedil;&atilde;o social, entre outros aspectos, &eacute; vista como requisitos para boa qualidade de vida na velhice. Entretanto, a intera&ccedil;&atilde;o social tende a diminuir com a idade, devido &agrave;s dificuldades do envelhecimento e &agrave;s perspectivas de futuro, tornando menos frequente a rede de apoio social. Al&eacute;m disso, segundo a literatura, os idosos com la&ccedil;os sociais mais eficazes e fortificados, que proporcionem a ajuda de que precisam, tendem a desfrutar de melhor sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, quando comparado com aqueles que t&ecirc;m pouco apoio social (Alvarenga, Oliveira, Domingues, Amendola, &amp; Faccenda, 2011; George, 2010), podendo levantar explica&ccedil;&otilde;es para o resultado encontrado. </p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; compara&ccedil;&atilde;o com base na vari&aacute;vel tipo de diagn&oacute;stico, os resultados demonstraram que o apoio social moderou os sintomas depressivos e os Aspectos sociais para o grupo com outros diagn&oacute;sticos de c&acirc;ncer que n&atilde;o o de mama. Esses dados sugerem que para esses pacientes quanto maior a satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social maior seria a possibilidade de que suas atividades n&atilde;o sejam diminu&iacute;das ou encerradas pela sua sa&uacute;de f&iacute;sica, minimizando o isolamento e, por consequ&ecirc;ncia, a possibilidade da presen&ccedil;a de sintomas depressivos e piora de qualidade de vida. Esses resultados corroboram aos encontrados no estudo de Huang e Hsu (2013), indicando o efeito moderador do apoio social nos sintomas depressivos e aspectos f&iacute;sicos e sociais da qualidade de vida. Ressalta-se que devem ser levadas em considera&ccedil;&otilde;es as diferen&ccedil;as amostrais e de mensura&ccedil;&atilde;o para a compara&ccedil;&atilde;o entre os dois estudos.</p>     <p>No que diz respeito ao dom&iacute;nio Sa&uacute;de mental, avaliando o humor e bem-estar, os resultados indicaram que para os grupos de pacientes com idades menos avan&ccedil;adas e as mulheres diagnosticadas com c&acirc;ncer de mama o apoio social apresentou efeito moderador. Como apontado pela literatura, o suporte social apresenta impacto positivo na sa&uacute;de mental das pessoas com percep&ccedil;&atilde;o positiva, amenizando o sofrimento psicol&oacute;gico (Ardahan, 2006; Kolankiewicz et al., 2014; Sengul et al., 2014; Usta, 2012). Considerando que esse grupo foi composto apenas por mulheres, Hoffman, Muller e Frasson (2006) demonstraram que a rela&ccedil;&atilde;o entre apoio social e c&acirc;ncer de mama tem sido apontada como importante na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a. Vale ressaltar que a maior parte sendo de ONGs que proporcionam atividades, al&eacute;m de suporte social com diferentes interven&ccedil;&otilde;es, pode-se pensar que esse apoio recebido, tanto dentro como fora das ONGs, proporcionou condi&ccedil;&otilde;es de maior estabilidade do humor e bem-estar, diminuindo as chances de apresentarem sintomas depressivos. &Eacute; encontrado na literatura que as mulheres s&atilde;o mais suscet&iacute;veis a pedir apoio para as outras pessoas, indo ao encontro dos resultados deste estudo que demonstram que as mulheres com c&acirc;ncer de mama apresentaram maior satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social. </p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos outros dois dom&iacute;nios em que o apoio social apresentou efeito moderador para o grupo de mulheres com c&acirc;ncer de mama ser&atilde;o discutidos em conjunto, para melhor compreens&atilde;o dos dados, uma vez que estes se influenciam. O dom&iacute;nio Estado Geral de Sa&uacute;de investiga a percep&ccedil;&atilde;o subjetiva do estado de sa&uacute;de geral, isto &eacute;, como o paciente percebe sua sa&uacute;de, comparando tamb&eacute;m com um ano atr&aacute;s. Por sua vez, o dom&iacute;nio Vitalidade avalia o n&iacute;vel de energia e fadiga. </p>     <p>Considerando que esse grupo foi em sua maior parte pertencente a ONGs com diversas interven&ccedil;&otilde;es, pode-se pensar na hip&oacute;tese de que as pessoas que fornecem apoio social para essas pacientes, por vezes, d&atilde;o incentivos positivos em rela&ccedil;&atilde;o a sua sa&uacute;de, algo comum de ser observado nesse contexto. A vis&atilde;o positiva das pessoas que d&atilde;o suporte ao paciente ajuda-o a ter uma percep&ccedil;&atilde;o melhor de sua sa&uacute;de geral. A rede de apoio social &eacute; considerada um fator protetor e recuperador da sa&uacute;de da mulher com c&acirc;ncer, uma vez que a impede de desistir de lidar com o impacto do diagn&oacute;stico e as diferentes fases do tratamento, tornando o enfrentamento da doen&ccedil;a mais positivo (Hoffmann et al., 2006). Segundo Santana et al. (2008), o apoio social minimiza o impacto do c&acirc;ncer na vida do paciente, considerando que o apoio familiar tem um papel significativo na vida das mulheres com c&acirc;ncer, contribuindo na manuten&ccedil;&atilde;o e na recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de.</p>     <p>Al&eacute;m disso, por terem o conv&iacute;vio social na institui&ccedil;&atilde;o e fazerem parte de grupos de atividades, a troca com os demais pacientes se torna fonte de apoio que, neste caso, diminuiu a presen&ccedil;a de sintomas depressivos, possibilitando maior n&iacute;vel de energia. Ambr&oacute;sio e Santos (2015) em um estudo de revis&atilde;o de literatura apontaram para a import&acirc;ncia do grupo de apoio para mulheres com c&acirc;ncer de mama, promovendo bem-estar e autoestima, demostrando que a socializa&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias facilita a busca pelo aux&iacute;lio. Deve-se ressaltar que um poss&iacute;vel vi&eacute;s para os dados encontrados &eacute; o fato de a maior parte das mulheres com c&acirc;ncer de mama ser oriundas de ONGs e fazer o tratamento com medicamento oral, j&aacute; tendo finalizado, portanto, as interven&ccedil;&otilde;es mais agressivas e incapacidades e retornado &agrave; sua rotina. </p>     <p>Com base nos resultados descritos &eacute; poss&iacute;vel verificar que o apoio social moderou os sintomas depressivos em alguns dom&iacute;nios da SF-36, indicando que a satisfa&ccedil;&atilde;o com o suporte social pode beneficiar os pacientes oncol&oacute;gicos a melhorarem sua qualidade de vida. Os resultados deste estudo v&atilde;o ao encontro de outras pesquisas, as quais indicaram o suporte social como promotor de al&iacute;vio do sofrimento emocional e de melhora na recupera&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer, assim como na qualidade de vida (Brusilovskiy, et al., 2009; Eom et al., 2012; Epplein et al., 2011; H&oslash;yer et al., 2011; Lee et al., 2011; Zhou et al., 2010) e os que que demonstram o impacto positivo da percep&ccedil;&atilde;o positiva do suporte social na sa&uacute;de f&iacute;sica e mental (Sengul et al., 2014; Veit &amp; Carvalho, 2010) e os com amostras diferentes da utilizada neste estudo, Huang e Hsu (2013).</p>     <p>Os resultados encontrados e discutidos neste estudo contribu&iacute;ram para o entendimento sobre como o efeito do suporte social pode moderar as consequ&ecirc;ncias advindas do impacto do c&acirc;ncer, especificamente no que diz respeito aos sintomas depressivos e na qualidade de vida. Os dados levantados nesta pesquisa tamb&eacute;m podem auxiliar no desenvolvimento de programas de interven&ccedil;&otilde;es com foco no suporte social dos pacientes oncol&oacute;gicos, ajudando-os, assim, a uma melhor recupera&ccedil;&atilde;o e viv&ecirc;ncia de sua condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, proporcionar melhor qualidade de vida e resgatar sua autoestima e cidadania. No decorrer deste estudo foi enfatizado o suporte social no adoecimento, fazendo-se necess&aacute;rio o olhar dos profissionais de sa&uacute;de para o planejamento de interven&ccedil;&otilde;es que aumentem a satisfa&ccedil;&atilde;o do paciente em rela&ccedil;&atilde;o ao seu apoio social, nos casos daqueles que est&atilde;o em fase de tratamentos mais invasivos ou cuja ida &agrave; cl&iacute;nica requer diversos dias da semana e tamb&eacute;m os internados para que com isso a probabilidade da n&atilde;o ader&ecirc;ncia ao tratamento seja diminu&iacute;da, podendo auxiliar na sa&uacute;de deste paciente. &Eacute; imprescind&iacute;vel que se compreenda de que modo o apoio social pode contribuir para minimizar as repercuss&otilde;es do diagn&oacute;stico e do tratamento do c&acirc;ncer.</p>     <p>Entre as limita&ccedil;&otilde;es desta pesquisa, pontua-se o n&uacute;mero reduzido da amostra, em consequ&ecirc;ncia da dificuldade de acesso aos pacientes e a sua heterogeneidade, uma vez que n&atilde;o foi considerado g&ecirc;nero, renda, escolaridade, local de coleta, tempo de diagn&oacute;stico e tratamento para as an&aacute;lises. Por ser uma amostra reduzida impossibilitou que grupos fossem criados para verificar as poss&iacute;veis diferen&ccedil;as. O fato de n&atilde;o terem sido consideradas essas vari&aacute;veis, vieses podem ter ocorrido na presente pesquisa, uma vez que as condi&ccedil;&otilde;es dos pacientes parecem ter impacto direto em seu sofrimento psicol&oacute;gico e na qualidade de vida. Tamb&eacute;m se deve considerar como poss&iacute;vel vi&eacute;s, no que se refere ao g&ecirc;nero e ao desequil&iacute;brio da amostra, que embora as mulheres sejam mais suscet&iacute;veis aos sintomas depressivos buscam mais por apoio social. Em rela&ccedil;&atilde;o ao local de coleta, n&atilde;o foi controlado se os pacientes pertencentes &agrave;s cl&iacute;nicas de tratamento faziam ou n&atilde;o parte de ONGs, sendo, portanto, uma vari&aacute;vel importante tendo em vista o apoio social prestado por este tipo de institui&ccedil;&atilde;o. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O fato de n&atilde;o se ter o controle de diversas vari&aacute;veis, consideradas relevantes na viv&ecirc;ncia do adoecimento, principalmente do c&acirc;ncer, restringiu a discuss&atilde;o do estudo, uma vez que a maior parte das pesquisas com pacientes oncol&oacute;gicos focaliza em amostras homog&ecirc;neas, dificultando a compara&ccedil;&atilde;o de dados. Outro ponto a ser ressaltado refere-se &agrave; coleta de dados, pois em alguns casos a leitura dos instrumentos se deu em conjunto com o paciente. Apesar de n&atilde;o terem sido observadas diferen&ccedil;as nas respostas neste estudo, evidencia-se a necessidade de que esse aspecto seja objeto de preocupa&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise em pesquisas, sendo necess&aacute;rio tal controle para que n&atilde;o haja vieses de respostas que interfiram nos resultados. </p>     <p>Por fim, sugere-se que estudos futuros avaliem como o suporte social pode influenciar nas consequ&ecirc;ncias do c&acirc;ncer, al&eacute;m de considerar outros instrumentos de medida. Outras investiga&ccedil;&otilde;es devem ser realizadas para os diferentes tipos de c&acirc;nceres, por exemplo, se naqueles considerados mais dolorosos a modera&ccedil;&atilde;o encontrada com o dom&iacute;nio Dor, neste estudo, permanece. Al&eacute;m disso, seria interessante investigar se o suporte social apresenta efeito moderador nos sintomas depressivos considerando os pacientes que fazem parte de atividades desenvolvidas por ONGs e t&ecirc;m maior contato social. As vari&aacute;veis de diagn&oacute;stico e tratamento tamb&eacute;m devem ser consideradas, uma vez que cada tipo de c&acirc;ncer, tratamento e medicamento administrados apresentam uma consequ&ecirc;ncia espec&iacute;fica para o paciente, al&eacute;m do tempo de diagn&oacute;stico e tratamento ser fundamental na viv&ecirc;ncia desse paciente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Alvarenga, M. R. M., Oliveira, M. A. C., Domingues, M. A. R., Amendola, F., &amp; Faccenda, O. (2011). Rede de suporte social do idoso atendido por equipes de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva, 16</i>(5), 2603-11.&nbsp;doi:10.1590/S1413-81232011000500030<i>&nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554653&pid=S1645-0086201800020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>     <!-- ref --><p>Ambr&oacute;sio, D. C. M., &amp; Santos, M. A. dos. (2015). Apoio social &agrave; mulher mastectomizada: um estudo de revis&atilde;o.&nbsp;<i>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva</i>,&nbsp;<i>20</i>(3), 851-864.&nbsp;doi: 10.1590/1413-81232015203.13482014&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554655&pid=S1645-0086201800020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ardahan, M. (2006). Social support and nursing. <i>Journal of University School of Nursing</i>, <i>9</i>, 68-76. doi: 10.7314/APJCP.2015.16.5.1795 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554656&pid=S1645-0086201800020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baptista, M. N. (2013). Escala Baptista de Depress&atilde;o - (Vers&atilde;o Ambulat&oacute;rio) - EBADEP-HOSP-AMB. Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o Stricto-Sensu em Psicologia da Universidade S&atilde;o Francisco. Itatiba.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554657&pid=S1645-0086201800020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> S&atilde;o Paulo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Baptista, M. N. (2012). <i>Escala Baptista de Depress&atilde;o vers&atilde;o Adulto- EBADEP-A</i>. S&atilde;o Paulo: Vetor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554659&pid=S1645-0086201800020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Baron, R. M., &amp; Kenny, D. A. (1986). The moderator-mediator variable distinction in social psychological research: conceptual, strategic, and statistical considerations. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 51</i>(6), 1173-1182. doi: 0022-3514/86/$00.75&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554661&pid=S1645-0086201800020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bottino, S. M. B., Fr&aacute;guas, R. &amp; Gattaz, W. F. (2009). Depress&atilde;o e c&acirc;ncer.<i> Revista Psiquiatria Cl&iacute;nica</i>, <i>36</i>(3), 109-115. doi: 10.1590/S0101-60832009000900007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554662&pid=S1645-0086201800020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brusilovskiy, E., Mitstifer, M., &amp; Salzer, M. S. (2009). Perceived partner adaptation and psychosocial outcomes for newly diagnosed stage I and stage II breast cancer patients. <i>Journal of Psychosocial Oncology, 27</i>(1), 42-58. doi: 10.1016/j.jpsychores.2010.04.019 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554663&pid=S1645-0086201800020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cardoso, H. F., &amp;&nbsp;Baptista, M. N. (2014). Escala de Percep&ccedil;&atilde;o do Suporte Social (vers&atilde;o adulta) - EPSUS-A: estudo das qualidades psicom&eacute;tricas.<i>&nbsp;Psico-USF</i>, <i>19</i>(3), 499-510. doi: 10.1590/1413-82712014019003012<b>&nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554664&pid=S1645-0086201800020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></b></p>     <!-- ref --><p>Ciconelli, R. M., Ferraz, M. B., Santos, W., Mein&atilde;o, I., &amp; Quaresma, M. R. (1999). Tradu&ccedil;&atilde;o para a l&iacute;ngua portuguesa e valida&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio gen&eacute;rico de avalia&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida SF-36 (Brasil SF-36). <i>Revista Brasileira de Reumatologia</i>, <i>39</i>, 143-150. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.scielo.br/pdf/csc/v16n7/10.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/csc/v16n7/10.pdf</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554666&pid=S1645-0086201800020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Eom, C-S., Shin, D. W., Kim, S. Y., Yang, H. K., Jo, H. S., Kweon, S. S., Kang, Y. S., Kim, J-H., Cho, B-L., &amp; Park, J-H. (2012) Impact of perceived social support on the mental health and health-related quality of life in cancer patients: Results from a nationwide, multicenter survey in South Korea. <i>Psycho-Oncology, 22</i>(6), 1283-90. doi: 10.1002/pon3133&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554667&pid=S1645-0086201800020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Epplein, M., Zheng, Y., Zheng, W., Chen, Z., Gu, K., Penson, D., … Shu, X. O. (2011). Quality of life after breast cancer diagnosis and survival. <i>Journal of Clinical Oncology, 29</i>(4), 406-12. doi: 10.1200/JCO.2010.30.6951&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554668&pid=S1645-0086201800020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Esp&iacute;rito Santo, F. H., &amp; Souza, M. G. G. (2008). O olhar que olha o outro... Um estudo com familiares de pacientes em quimioterapia antineopl&aacute;sica. <i>Revista Brasileira de Cancerologia, 54</i>(1), 31-41. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.inca.gov.br/rbc/n_54/v01/pdf/artigo_5_pag_31a42.pdf" target="_blank">http://www.inca.gov.br/rbc/n_54/v01/pdf/artigo_5_pag_31a42.pdf</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554669&pid=S1645-0086201800020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>George, L. K. (2010). Still happy after all these years: research frontiers on subjective well-being in later life. <i>Journal of Gerontology: Social Sciences, 65B</i>(3), 331-9. &nbsp;doi: 10.1093/geronb/gbq006&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554670&pid=S1645-0086201800020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hoffman, F. S., Muller, M. C., &amp; Frasson, A. L. (2006). Repercuss&otilde;es psicossociais, apoio social e bem-estar espiritual em mulheres com c&acirc;ncer de mama. <i>Psicologia, Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, VII</i>(2), 239-254. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.redalyc.org/pdf/362/36270207.pdf" target="_blank">http://www.redalyc.org/pdf/362/36270207.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554671&pid=S1645-0086201800020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>H&oslash;yer, M., Johansson, B., Nordin, K., Bergkvist, L., Ahlgren, J., Lidin-Lindqvist, A., … Lampic, C. (2011). Health-related quality of life among women with breast cancer e a population-based study. <i>Acta Oncologica, 50</i>(7), 1015-26. doi: 10.3109/0284186X.2011.577446&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554672&pid=S1645-0086201800020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Huang, C-Yu, &amp; Hsu, M-Chi. (2013). Social support as a moderator between depressive symptoms and quality of life outcomes of breast cancer survivors. <i>European Journal of Oncology Nursing, 17</i>, 767-774. doi: 10.1016/j.ejon.2013.03.011&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554673&pid=S1645-0086201800020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>James, L. R., Brett, J. M. (1984). Mediators, moderators, and tests for mediation. <i>Journal of Applied Psychology, 69</i>(2), 307-321. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.unt.edu/rss/class/mike/Articles/JamesBrett1984.pdf" target="_blank">http://www.unt.edu/rss/class/mike/Articles/JamesBrett1984.pdf</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554674&pid=S1645-0086201800020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Karakoyun-Celik, O., Gorken, I., Sahin, S., Orcin, E., Alanyali, H., &amp; Kinay, M. (2010). Depression and anxiety levels in woman under follow-up for breast cancer: relationship to coping with cancer and quality of life. <i>Medical Oncology, 27</i>(1), 108-13. doi: 10.1007/s12032-009-9181-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554675&pid=S1645-0086201800020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kolankiewicz, A. C. B., Souza, M. M., Magnago, T. S. B. S., &amp; Domenico, E. B. L. (2014). Apoio social percebido por pacientes oncol&oacute;gicos e sua rela&ccedil;&atilde;o com as caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas.&nbsp;<i>Revista Ga&uacute;cha de Enfermagem</i>,&nbsp;<i>35</i>(1), 31-38.&nbsp;doi: 10.1590/1983-1447.2014.01.42491&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554676&pid=S1645-0086201800020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lee, M., Lee, E., Ro, J., Kang, H., Shin, K., Lee, K., … Yun, Y (2008). Social support and depression in patients with breast cancer during 1 year from diagnosis compared with the general population. <i>Journal of Clinical Oncology, 26</i>(15), 9612.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554677&pid=S1645-0086201800020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Lee, M. K., Park, S., Lee, E. S., Ro, J., Kang, H. S., … Yun, Y. H. (2011). Social support and depressive mood 1 year after diagnosis of breast cancer compared with the general female population: a prospective cohort study. <i>Supportive Care in Cancer, 19</i>(9), 1379-1392. &nbsp;doi: 10.1007/s00520-010-0960-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554679&pid=S1645-0086201800020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Neri, A. L., &amp; Vieira, L. A. M. (2013). Envolvimento social e suporte social percebido na velhice. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia</i>,&nbsp;<i>16</i>(3), 419-432.&nbsp;doi: 10.1590/S1809-98232013000300002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554680&pid=S1645-0086201800020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de - OMS (1998). <i>Health Promotion Glossary</i>. Dispon&iacute;vel em: <a href="http:\\ww.who.int/hpr/NPH/docs/hp_glossary_en.pdf" target="_blank">http:\\ww.who.int/hpr/NPH/docs/hp_glossary_en.pdf</a>. Acessado em: 10/09/2014&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554681&pid=S1645-0086201800020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de. (2005). Envelhecimento ativo: uma pol&iacute;tica de sa&uacute;de. Bras&iacute;lia: OPAS.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554682&pid=S1645-0086201800020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pimenta, C. A. M., Koizumi, M. S., &amp; Teixeira, J. (1997) Dor no doente com c&acirc;ncer: caracter&iacute;stica e controle. <i>Revista Brasileira de Cancerologia, 43</i>(1), 21-44. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.inca.org.br/rbc/n_43/v1/artigo2_completo.html" target="_blank">http://www.inca.org.br/rbc/n_43/v1/artigo2_completo.html</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554684&pid=S1645-0086201800020000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pinquart, M., &amp; Duberstein, P. R. (2010). Depression and cancer mortality: a meta-analysis. <i>Psychological Medicine</i>, <i>40</i>(11), 1797-810. doi: 10.1017/S0033291709992285&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554686&pid=S1645-0086201800020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rodriguez, M. S., &amp; Cohen, S. (1998). <i>Social support: Encyclopedia of mental health. </i>3ed. New York: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554687&pid=S1645-0086201800020000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Romeiro, F. B., Both, L. M., Machado, A. C. A., Lawrenz, P., &amp; Castro, E. K. (2012). O apoio social das mulheres com c&acirc;ncer de mama. <i>Revista Psicologia e Sa&uacute;de, 4</i>(1), 27-38. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.gpec.ucdb.br/pssa/index.php/pssa/article/viewFile/122/209" target="_blank">http://www.gpec.ucdb.br/pssa/index.php/pssa/article/viewFile/122/209</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554689&pid=S1645-0086201800020000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santana, J. J. R. A., Zanin, C. R., &amp; Maniglia, J. V. (2008). Pacientes com c&acirc;ncer: enfrentamento, rede social e apoio social. <i>Paid&eacute;ia, 18</i>(40), 371-384. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.scielo.br/pdf/paideia/v18n40/13.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/paideia/v18n40/13.pdf</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554690&pid=S1645-0086201800020000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sengul, M. C. B., Kaya, V., Sen, C. A., &amp; Kaya, K. (2014). Association between suicidal ideation and behavior, and depression, anxiety, and perceived social support in cancer patients. <i>Medical Science Monitor, 20</i>, 329-336. doi: 10.12659/MSM.889989&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554691&pid=S1645-0086201800020000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, N. M., Piassa, M. P., Oliveira, R. M. C., &amp; Duarte, M. S. Z. (2014). Depress&atilde;o em adultos com c&acirc;ncer. <i>Ci&ecirc;ncia Atual, 2</i>(1), 02-14. Dispon&iacute;vel em <a href="http://inseer.ibict.br/cafsj/index.php/cafsj/article/view/48" target="_blank">http://inseer.ibict.br/cafsj/index.php/cafsj/article/view/48</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554692&pid=S1645-0086201800020000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Stewart, B. W., &amp; Wild, C. P. (2014). <i>World cancer report 2014</i>. Lyon: World Health Organization/Internacional Agency for Research on Cancer. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.iarc.fr/en/publications/books/wcr/wcr-order.php" target="_blank">http://www.iarc.fr/en/publications/books/wcr/wcr-order.php</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554693&pid=S1645-0086201800020000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Taylor, S. E. (2011). <i>Social Support</i>. In: Oxford Library of Psychology. The Oxford Handbook of Health (pp. Psychology. Ed. Howard S. Friedman.</p>     <!-- ref --><p>Usta, Y.Y. (2012). 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