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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de comportamento de risco em uma população de universitários brasileiros]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to estimate the prevalence of health risk behaviors of university students in a public institution in the north of Minas Gerais. Cross-sectional study with a random cluster sampling in two stages. It was used the questionnaire Youth Risk Behavior Survey (YRBS) to check the health risk behaviors related to: personal safety, suicide intent, smoking, alcohol consumption and illicit drug use, sexual behavior, nutrition and physical activity. The variables analyzed were quantified by absolute and relative frequencies, with correction for the design effect (deff). The health risk behaviors were described for each gender. The sample consisted of 902 students, mostly female and aged up to 21 years. The risk behaviors that presented highest prevalence were: no use of seat belts (34.7%), social alcohol consumption (45.7%), abusive (29.2%), or associated with automobile use (39.6%), no use of preservative during sexual intercourse in the last month (63.1%), or at the last sexual intercourse (42.3%), low consumption of fruits (87.7%) and embedded consumption ( 47.9%). It was concluded that young people showed behaviors put their health in risk, especially poor diet, low fruit consumption and the high consumption of embedded, the absence of preservatives during sexual intercourses and alcohol consumption, as well as the simultaneous exposure of two or more risk behaviors. It is suggested intervention work and educational activities in the academic environment, to minimize the risks which the students are exposed.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Preval&ecirc;ncia de comportamento de risco em uma popula&ccedil;&atilde;o de universit&aacute;rios brasileiros</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Risk behavior prevalence in a brazilian university of population</b></font></p>     <p><b>Celina Aparecida Gon&ccedil;alves Lima<sup>1</sup>, Maria de F&aacute;tima de Matos Maia<sup>1,2</sup>, Tathiana Maia Tolentino<sup>2,3</sup>, Maria Fernanda Santos Figueiredo Brito<sup>4</sup>, Lucineia de Pinho<sup>4</sup>, Marise Fagundes Silveira<sup>4</sup></b></p>     <p><b><sup>1</sup></b>Universidade Estadual de Montes Claros, UNIMONTES<b>. </b> Montes Claros, Brasil;</p>     <p> <sup>2</sup>Grupo Integrado de Pesquisa em Psicologia do Esporte, Exerc&iacute;cio e Sa&uacute;de, Sa&uacute;de Ocupacional e M&iacute;dia, GIPESOM.</p>     <p> <sup>3</sup>Faculdades Santo Agostinho. Sete Lagoas, Brasil;</p>     <p> <sup>4</sup>Departamento de Medicina Sa&uacute;de Mental e Sa&uacute;de Coletiva. Universidade Estadual de Montes Claros, UNIMONTES.&nbsp;Montes Claros, Brasil.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este estudo objetivou-se estimar a preval&ecirc;ncia de comportamentos de risco &agrave; sa&uacute;de de universit&aacute;rios de uma institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica no norte de Minas Gerais. Estudo transversal, com amostragem probabil&iacute;stica por conglomerado em dois est&aacute;gios. Utilizou-se o question&aacute;rio <i>Youth Risk Behavior Survey </i>(YRBS) para avaliar comportamentos de risco &agrave; sa&uacute;de relacionados &agrave;: seguran&ccedil;a pessoal, inten&ccedil;&atilde;o de suic&iacute;dio, tabagismo, consumo de bebidas alco&oacute;licas e drogas il&iacute;citas, comportamento sexual, alimenta&ccedil;&atilde;o e atividade f&iacute;sica. As vari&aacute;veis analisadas foram quantificadas por frequ&ecirc;ncias absolutas e relativas, com corre&ccedil;&atilde;o pelo efeito do desenho (<i>deff</i>). Os comportamentos de risco &agrave; sa&uacute;de foram descritos para cada g&ecirc;nero. A amostra foi de 902 acad&ecirc;micos, sendo a maioria do g&ecirc;nero feminino e idade at&eacute; 21 anos. Os comportamentos de risco que apresentaram as maiores preval&ecirc;ncias foram: n&atilde;o uso de cinto de seguran&ccedil;a (34,7%), consumo de bebida alco&oacute;lica social (45,7%), abusivo (29,2%), ou associado ao uso de autom&oacute;vel (39,6%), absten&ccedil;&atilde;o de preservativo nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais no &uacute;ltimo m&ecirc;s (63,1%), ou na &uacute;ltima rela&ccedil;&atilde;o sexual (42,3%), baixo consumo de frutas (87,7%) e consumo de embutidos (47,9%). Conclu&iacute;mos que os jovens apresentaram comportamentos que colocam em risco a sua sa&uacute;de, destacando-se a alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada, com baixo consumo de frutas e consumo de embutidos, o n&atilde;o uso de preservativo em rela&ccedil;&otilde;es sexuais e o consumo de bebida alco&oacute;lica, al&eacute;m da exposi&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea a dois ou mais comportamentos de risco. Sugere-se trabalhos de interven&ccedil;&atilde;o e a&ccedil;&otilde;es educativas no ambiente acad&ecirc;mico, para minimizar os riscos aos quais os universit&aacute;rios est&atilde;o expostos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave: </b>comportamento de risco, universit&aacute;rios, preval&ecirc;ncia</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This study aimed to estimate the prevalence of health risk behaviors of university students in a public institution in the north of Minas Gerais. Cross-sectional study with a random cluster sampling in two stages. It was used the questionnaire Youth Risk Behavior Survey (YRBS) to check the health risk behaviors related to: personal safety, suicide intent, smoking, alcohol consumption and illicit drug use, sexual behavior, nutrition and physical activity. The variables analyzed were quantified by absolute and relative frequencies, with correction for the design effect (deff). The health risk behaviors were described for each gender. The sample consisted of 902 students, mostly female and aged up to 21 years. The risk behaviors that presented highest prevalence were: no use of seat belts (34.7%), social alcohol consumption (45.7%), abusive (29.2%), or associated with automobile use (39.6%), no use of preservative during sexual intercourse in the last month (63.1%), or at the last sexual intercourse (42.3%), low consumption of fruits (87.7%) and embedded consumption ( 47.9%). It was concluded that young people showed behaviors put their health in risk, especially poor diet, low fruit consumption and the high consumption of embedded, the absence of preservatives during sexual intercourses and alcohol consumption, as well as the simultaneous exposure of two or more risk behaviors. It is suggested intervention work and educational activities in the academic environment, to minimize the risks which the students are exposed.</p>     <p><b>Keywords:</b> risk behavior, university, prevalence</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>Os comportamentos de risco &agrave; sa&uacute;de (CRS) s&atilde;o condutas ou participa&ccedil;&atilde;o em atividades que comprometem a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, trazendo graves consequ&ecirc;ncias, a n&iacute;vel individual, familiar e social (Feij&oacute; &amp; Oliveira, 2001). Pesquisas recentes indicam os principais CRS exibidos por jovens brasileiros, destacando o consumo abusivo de bebidas alco&oacute;licas, tabagismo, h&aacute;bitos alimentares inadequados, n&iacute;veis insuficientes de atividade f&iacute;sica, consumo de drogas il&iacute;citas, envolvimento em situa&ccedil;&otilde;es de viol&ecirc;ncia e comportamentos sexuais imprudentes (Junior <i>et al</i>., 2009).</p>     <p>Comportamentos de risco dos jovens podem ser associados a v&aacute;rios problemas sociais, assim como &agrave; incid&ecirc;ncia de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis, diabetes, obesidade, doen&ccedil;as cardiovasculares e c&acirc;ncer, doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis (DST) e gravidez precoce al&eacute;m de mortes por causas violentas e por acidentes de ve&iacute;culo a motor (Junior <i>et al</i>., 2009; Malta, 2010).</p>     <p>Para monitorar os comportamentos de risco que contribuem para o desenvolvimento de problemas sociais, morbidade e mortalidade entre os jovens norte-americanos, o <i>Center for Disease Control and Prevention</i> (CDC) criou na d&eacute;cada de 1980, o programa de vigil&acirc;ncia, <i>Youth Risk Behavior Survellance System</i> (YRBSS) (Guedes &amp; Lopes, 2010). Os dados levantados pelo programa s&atilde;o obtidos mediante aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio auto administrado <i>Youth Risk Behavior Survey</i> (YRBS). As quest&otilde;es do YRBS compreendem seis categorias de comportamentos: a) les&otilde;es n&atilde;o-intencionais e viol&ecirc;ncia; b) uso de tabaco; c) consumo de bebidas alco&oacute;licas e outras drogas; d) comportamento sexual voltado &agrave; gravidez indesejada e &agrave;s doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis; e) h&aacute;bitos alimentares; e f) pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica. Esse instrumento tem sido adotado no Brasil e em outros pa&iacute;ses, como Portugal, China, Estados Unidos e M&eacute;xico, para avaliar os comportamentos de risco &agrave; sa&uacute;de de jovens (Eaton <i>et al</i>., 2012; Junior, 2010; Rasmussen, San Martin, Cruz, &amp; Espinoza, 2011; Wang <i>et al</i>., 2012).</p>     <p>As pesquisas sobre CRS de adolescentes e jovens brasileiros ainda s&atilde;o escassas e baseadas em popula&ccedil;&otilde;es isoladas, de modo que n&atilde;o h&aacute; uma avalia&ccedil;&atilde;o global desses comportamentos no pa&iacute;s (Junior <i>et al</i>., 2009). Essa &eacute; uma lacuna importante a ser preenchida visto que, de acordo com o Censo da Educa&ccedil;&atilde;o Superior em 2013, a popula&ccedil;&atilde;o de jovens universit&aacute;rios brasileiros tem crescido rapidamente. Da&iacute; a import&acirc;ncia de se conhecer os CRS desses jovens adultos que, &agrave; medida que ganham mais liberdade e independ&ecirc;ncia ao ingressarem no ambiente universit&aacute;rio, ficam tamb&eacute;m mais expostos e vulner&aacute;veis a comportamentos de risco (Gasparotto, 2012).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nesse contexto, o objetivo do presente estudo foi estimar a preval&ecirc;ncia de CRS de universit&aacute;rios de uma institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica no norte de Minas Gerais.</p>     <p><b>M&Eacute;TODO</b></p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>A pesquisa realizada &eacute; um recorte do projeto &ldquo;Comportamentos de risco para a sa&uacute;de de acad&ecirc;micos da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes)&rdquo;, realizado pelo GIPESOM (Grupo Integrado de Pesquisa em Psicologia do Esporte, Exerc&iacute;cio e Sa&uacute;de, Sa&uacute;de Ocupacional e M&iacute;dia), grupo de pesquisa vinculado &agrave; institui&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>O estudo teve natureza transversal. A popula&ccedil;&atilde;o-alvo era constitu&iacute;da por 12.015 universit&aacute;rios matriculados em 2013 nos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Sociais Aplicadas, Ci&ecirc;ncias Exatas e Tecnol&oacute;gicas, Ci&ecirc;ncias Humanas e Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas e da Sa&uacute;de, oferecidos no campus principal da Unimontes, em Montes Claros e nos outros 12 campi nos munic&iacute;pios de Almenara, Bocai&uacute;va, Bras&iacute;lia de Minas, Espinosa, Jana&uacute;ba, Janu&aacute;ria, Joa&iacute;ma, Paracatu, Pirapora, Salinas, S&atilde;o Francisco e Una&iacute;. A Unimontes &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica que concentra estudantes de Montes Claros e tamb&eacute;m de outros munic&iacute;pios da regi&atilde;o do norte de Minas Gerais.</p>     <p>O tamanho amostral foi determinado em fun&ccedil;&atilde;o dos m&uacute;ltiplos comportamentos de risco investigados na pesquisa. Considerou-se uma preval&ecirc;ncia m&aacute;xima esperada de 50%, com n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95% e margem erro de 5%. Ap&oacute;s a corre&ccedil;&atilde;o pelo efeito do desenho <i>deff</i> igual a 2 e acr&eacute;scimo de 20% para taxa de n&atilde;o-resposta, determinou-se uma amostra m&iacute;nima necess&aacute;ria de 960 indiv&iacute;duos.</p>     <p> Os participantes foram selecionados por amostragem probabil&iacute;stica por conglomerado em dois est&aacute;gios. No 1&ordm; est&aacute;gio, foram selecionados, por amostragem aleat&oacute;ria simples (AAS), 50% dos matriculados nos cursos de cada &aacute;rea de conhecimento da Unimontes (Ci&ecirc;ncias Sociais Aplicadas, Ci&ecirc;ncias Exatas e Tecnol&oacute;gicas, Ci&ecirc;ncias Humanas e Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas e da Sa&uacute;de). No 2&ordm; est&aacute;gio, sorteou-se tamb&eacute;m por AAS, 25% dos alunos das turmas de cada curso selecionado. Os alunos dessas turmas que estavam presentes no momento da aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio foram convidados a participar da pesquisa.</p>     <p>Foram inclu&iacute;dos no estudo 902 question&aacute;rios (taxa de resposta de 94,0%), dos quais 605 (67,1%) eram estudantes do g&ecirc;nero feminino e 297 (32,9%) estudantes do g&ecirc;nero masculino. A maioria dos respondentes (56,2%) tinha idade menor ou igual a 21 anos e pertencentes &agrave; classe econ&ocirc;mica C e D (82,2%). Outras informa&ccedil;&otilde;es sobre a popula&ccedil;&atilde;o estudada s&atilde;o apresentadas no <a href="#q1">Quadro 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a10q1.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Material</i></p>     <p><i>&nbsp;</i> A vers&atilde;o em portugu&ecirc;s do question&aacute;rio YRBS que foi aplicada aos estudantes corresponde a uma tradu&ccedil;&atilde;o adaptada tranculturalmente (Teixiera, 2009). Esse instrumento reuniu informa&ccedil;&otilde;es referentes aos CRS, al&eacute;m de caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas (g&ecirc;nero, faixa et&aacute;ria, cor de pele, estado civil, trabalho e classe econ&ocirc;mica), acad&ecirc;micas (&aacute;rea de gradua&ccedil;&atilde;o, campus, turno e per&iacute;odo). A classe econ&ocirc;mica foi definida pelo Crit&eacute;rio de Classifica&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica Brasil da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Empresas de Pesquisa ABEP (CCEB, 2013). Os CRS considerados foram relacionados &agrave;: seguran&ccedil;a pessoal, inten&ccedil;&atilde;o de suic&iacute;dio, tabagismo, consumo de bebidas alco&oacute;licas, consumo de drogas il&iacute;citas, comportamento sexual, alimenta&ccedil;&atilde;o e atividade f&iacute;sica, conforme detalhado no <a href="#q2">Quadro 2</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a10q2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p><i>&nbsp;</i>Antes de responder os question&aacute;rios, os estudantes foram informados sobre os objetivos da pesquisa e preserva&ccedil;&atilde;o do anonimato. Os question&aacute;rios foram aplicados nas salas de aula, por equipe treinada e sob a supervis&atilde;o dos pesquisadores respons&aacute;veis pelo projeto. Os estudantes depositaram os question&aacute;rios preenchidos em um envelope sem identifica&ccedil;&atilde;o. Aqueles que n&atilde;o estavam presentes no momento da coleta, n&atilde;o foram contatados posteriormente e, portanto, exclu&iacute;dos do estudo.</p>     <p>As vari&aacute;veis analisadas foram descritas por frequ&ecirc;ncias absolutas e relativas, corrigidas pelo efeito do desenho (<i>deff</i>). Os CRS foram descritos por g&ecirc;nero e as preval&ecirc;ncias com estimativas pontuais e intervalares (intervalo de 95% de confian&ccedil;a). Foi tamb&eacute;m investigado a exposi&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea dos CRS mais prevalentes. Todas as an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram realizadas utilizando-se o programa <i>Predictive Analytics Software</i> (PASW)&reg; vers&atilde;o 19.0 para Windows&reg;. </p>     <p><b>&nbsp;</b><b>Aspectos &eacute;ticos</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&nbsp;</b>O estudo foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Estadual de Montes Claros (Parecer n&ordm; 30679/2012) e todos os universit&aacute;rios que concordaram em participar do mesmo assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p>Os CRS mais prevalentes foram: baixo consumo de frutas (87,7%), n&atilde;o uso de preservativo nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais no &uacute;ltimo m&ecirc;s (63,1%), consumo de embutidos (47,9%), consumo de bebida alco&oacute;lica (45,7%), n&atilde;o uso de preservativo na &uacute;ltima rela&ccedil;&atilde;o sexual (42,3%), bebida associada ao uso de ve&iacute;culo (39,6), n&atilde;o uso de cinto de seguran&ccedil;a (34,7%) e consumo abusivo de bebida alco&oacute;lica (29,2%). Os CRS menos prevalentes foram: tabagismo di&aacute;rio (1,7%) e baixo consumo de saladas (1,6%) (<a href="#q3">Quadro 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a10q3.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o dos CRS, segundo o g&ecirc;nero dos participantes, foi observado que o g&ecirc;nero feminino apresentou maiores preval&ecirc;ncias em baixo consumo de frutas (88,1%), n&atilde;o uso de preservativo nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais no &uacute;ltimo m&ecirc;s (65,4%), consumo de embutidos (48,1%), n&atilde;o uso de preservativo na &uacute;ltima rela&ccedil;&atilde;o sexual (46,9%) e consumo de bebida alco&oacute;lica (42,1%). J&aacute; entre os homens, os mais frequentes foram baixo consumo de frutas (86,9%), n&atilde;o uso de preservativo nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais no &uacute;ltimo m&ecirc;s (58,8%), consumo de bebida alco&oacute;lica (52,9%), consumo de embutidos (47,5%) e bebida associada ao uso de ve&iacute;culo (43,1%). Quanto aos comportamentos de risco relacionados &agrave; atividade f&iacute;sica, os resultados mostraram altas preval&ecirc;ncias quando observou as atividades isoladas (exerc&iacute;cio aer&oacute;bio, alongamento, resist&ecirc;ncia e caminhada), mas considerando que o jovem tenha realizado pelo menos uma dessas atividades, a preval&ecirc;ncia foi menor (7,9%). As demais preval&ecirc;ncias dos CRS, segundo o g&ecirc;nero, est&atilde;o apresentadas no <a href="#q3">Quadro 3</a>.</p>     <p>Al&eacute;m da identifica&ccedil;&atilde;o da preval&ecirc;ncia dos CRS, os resultados mostraram a ocorr&ecirc;ncia simult&acirc;nea dos comportamentos mais prevalentes: baixo consumo de frutas, n&atilde;o uso de preservativo nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais no &uacute;ltimo m&ecirc;s, consumo de embutidos, consumo de bebida alco&oacute;lica, n&atilde;o uso de preservativo na &uacute;ltima rela&ccedil;&atilde;o sexual, bebida associada ao uso de ve&iacute;culo, n&atilde;o uso de cinto de seguran&ccedil;a e consumo abusivo de bebida alco&oacute;lica. Menos de 10% dos acad&ecirc;micos apresentaram nenhum ou um CRS; aproximadamente um em cada 10 (11,7%) apresentaram dois CRS e 81,83% apresentaram tr&ecirc;s ou mais (<a href="#f1">Figura 1</a>). Essas frequ&ecirc;ncias foram semelhantes entre os g&ecirc;neros. O percentual de exposi&ccedil;&atilde;o a um maior n&uacute;mero de CRS de forma combinada foi mais elevado nas mulheres (82,9%) do que nos homens (79,9%). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a10f1.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p> O presente estudo avaliou v&aacute;rios comportamentos de risco &agrave; sa&uacute;de (CRS) em uma amostra de universit&aacute;rios do norte de Minas Gerais. Os universit&aacute;rios eram, na sua maioria, jovens, do g&ecirc;nero feminino, cor n&atilde;o branca, n&atilde;o tinham companheiro, e pertenciam &agrave;s classes econ&ocirc;micas C e D. Corroborando dados do INEP (2014), que indicam que a educa&ccedil;&atilde;o superior brasileira &eacute; predominantemente feminina, a maioria dos universit&aacute;rios, selecionados por procedimentos aleat&oacute;rios, eram mulheres. Dentre os CRS considerados, os mais frequentes na popula&ccedil;&atilde;o de universit&aacute;rios estudada estavam associados &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o, h&aacute;bitos sexuais e consumo de &aacute;lcool. </p>     <p>A alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada foi o CRS mais frequente para homens e mulheres, particularmente no que diz respeito &agrave; falta de consumo de frutas seguido do alto consumo de embutidos. Embora um estudo com universit&aacute;rios de Bras&iacute;lia tenha indicado consumo adequado de frutas (Faria, Gandolfi, &amp; Moura, 2014), uma pesquisa com universit&aacute;rios de Santa Catarina tamb&eacute;m apontou baixo consumo de frutas e alto consumo de embutidos, o que os autores justificam pelo ritmo da vida cotidiana que favorece a pr&aacute;tica do consumo de alimentos de preparo f&aacute;cil e r&aacute;pido, com altos teores de gorduras saturadas e trans, a&ccedil;&uacute;car e s&oacute;dio, onde o consumo de lanches vem substituindo as refei&ccedil;&otilde;es tradicionais (Teo, S&aacute;, Dall'Agnol, &amp; Welter, 2014). Esse &eacute; um resultado preocupante uma vez que a preven&ccedil;&atilde;o das doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis se d&aacute; atrav&eacute;s de uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, onde se inclui o consumo de frutas e verduras, os quais s&atilde;o ricos em vitaminas, minerais e fibras (MS, 2014). Isso pode ser corrigido com medidas de incentivo &agrave;s mudan&ccedil;as de pr&aacute;ticas alimentares. Os universit&aacute;rios n&atilde;o reportaram baixo consumo de saladas e hortali&ccedil;as ou consumo excessivo de doces, o que &eacute; um ponto positivo.</p>     <p>Outro CRS que prevaleceu foi o n&atilde;o uso de preservativo por 63,1% dos jovens que tinham vida sexual ativa (nos &uacute;ltimos 30 dias), especialmente entre mulheres. Em pesquisa no do Rio Grande do Norte, Oliveira <i>et al</i>., (2013) descrevem que 71% dos universit&aacute;rios estudados haviam relatado a pr&aacute;tica de rela&ccedil;&atilde;o sexual sem preservativo. Atualmente os jovens iniciam sua atividade sexual precocemente e de forma desordenada, face &agrave; nova concep&ccedil;&atilde;o liberal, n&atilde;o se preocupando com os riscos (Junior <i>et al</i>., 2007). Isso os coloca em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade, especialmente quando se abst&eacute;m do uso do preservativo que &eacute; importante para a preven&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus HIV (<em>Human Immunodeficiency Virus</em>), das DST e da gravidez indesejada. De qualquer forma, os resultados encontrados s&atilde;o importantes e requerem investiga&ccedil;&atilde;o mais profunda dos motivos que levam ao n&atilde;o uso do preservativo. Ainda em rela&ccedil;&atilde;o ao comportamento sexual, embora com baixa preval&ecirc;ncia, detectou-se que 3,5% dos estudantes relataram ter sofrido rela&ccedil;&atilde;o sexual for&ccedil;ada, principalmente as mulheres (4,0%). O impacto da viol&ecirc;ncia sexual &eacute; complexo e variado, e envolve consequ&ecirc;ncias f&iacute;sicas, psicobiol&oacute;gicas, psicol&oacute;gicas e sociais (Espindola &amp; Batista, 2013). As v&iacute;timas necessitam de apoio em sa&uacute;de mental, pois podem desenvolver sequelas de longa dura&ccedil;&atilde;o (Facuri, Fernandes, Oliveira, Andrade, &amp; Azevedo, 2013). </p>     <p>Um &uacute;ltimo CRS que apresentou alta preval&ecirc;ncia foi o consumo de bebidas alco&oacute;licas por homens e mulheres e, principalmente entre homens, esse consumo atingiu n&iacute;veis abusivos. Esses dados corroboram achados para universit&aacute;rios de Fortaleza (Feij&atilde;o <i>et al</i>., 2012) e Bras&iacute;lia (Faria <i>et al</i>., 2014). Influ&ecirc;ncias socioambientais podem favorecer o consumo de &aacute;lcool pelos universit&aacute;rios (Peuker<i>, </i>Foga&ccedil;a, &amp; Bizarro, 2006), uma vez que o acesso &agrave; bebida alco&oacute;lica &eacute; livre em todos os ambientes, especialmente bares situados nas proximidades das universidades. Tamb&eacute;m &eacute; comum a divulga&ccedil;&atilde;o de festas nas universidades e at&eacute; mesmo o patroc&iacute;nio de eventos com bebidas alco&oacute;licas (J&uacute;nior &amp; Gaya, 2015). Agravando essa situa&ccedil;&atilde;o, o presente estudo mostrou que cerca de 49% dos universit&aacute;rios estudados vivenciaram experi&ecirc;ncia de consumo de &aacute;lcool associado ao uso de autom&oacute;vel. Esse &iacute;ndice foi maior em homens, possivelmente porque eles s&atilde;o mais ativos no tr&acirc;nsito al&eacute;m de comumente exibirem caracter&iacute;sticas como aud&aacute;cia, imaturidade, sensa&ccedil;&atilde;o de invulnerabilidade e inexperi&ecirc;ncia na condu&ccedil;&atilde;o (Bacchieri &amp; Barros, 2011). </p>     <p>O consumo de bebida alco&oacute;lica &eacute; um dos comportamentos de risco &agrave; sa&uacute;de que mais prejudica os jovens e a sociedade em geral. Apesar de ser considerado um h&aacute;bito normal, o seu consumo em excesso pode provocar problemas como viol&ecirc;ncia, acidentes de tr&acirc;nsito, depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica, desnutri&ccedil;&atilde;o, doen&ccedil;as hep&aacute;ticas, gastrointestinais, cardiovasculares, respirat&oacute;rias, neurol&oacute;gicas, do sistema reprodutivo e mentais (Feij&atilde;o <i>et al</i>., 2012; Heckmann &amp; Silveira, 2009). A ingest&atilde;o do &aacute;lcool provoca efeitos que v&atilde;o desde a euforia at&eacute; a falta de controle e sono, e quando o consumo &eacute; exagerado pode provocar o estado de coma. A depend&ecirc;ncia do &aacute;lcool &eacute; condi&ccedil;&atilde;o frequente e atinge cerca de 10% da popula&ccedil;&atilde;o adulta brasileira (CEBRID, 2010). </p>     <p>Embora os outros CRS tenham apresentado menor frequ&ecirc;ncia, eles podem afetar significativamente a vida dos jovens estudados e devem ser considerados. Comumente associado ao consumo de &aacute;lcool, o tabagismo na popula&ccedil;&atilde;o estudada mostrou-se baixo, especialmente comparado a outros estudos (Beckert, Moys&eacute;s, Gutoski, &amp; Scrinci, 2016). Isso leva a crer que as campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre os agravos que o fumo provoca &agrave; sa&uacute;de t&ecirc;m sido positivas. J&aacute; o uso de drogas il&iacute;citas foi mais alto, sendo observado em 8,9% do total da amostra e atingindo quase 15% da popula&ccedil;&atilde;o masculina. Preval&ecirc;ncias na ordem de 23% de usu&aacute;rios de drogas il&iacute;citas foram registradas entre universit&aacute;rios da regi&atilde;o do Alto Parana&iacute;ba, MG (J&uacute;nior &amp; Gaya, 2015), e para popula&ccedil;&atilde;o de homens universit&aacute;rios usu&aacute;rios de maconha no Esp&iacute;rito Santo (Teixeira, Souza, Buaiz, &amp; Siqueira, 2010). O uso de drogas vem aumentando entre os jovens universit&aacute;rios, que eventualmente se encontram em uma fase de conflitos cognitivos e afetivos (Zeferino <i>et al</i>., 2015) e no meio universit&aacute;rio, se deparam com um ambiente prop&iacute;cio para isso (Fachini, 2013). O uso de drogas causa danos &agrave; sa&uacute;de, que podem levar &agrave; morbidade e &agrave; mortalidade (Chaves, O'Brien, &amp; Pilon, 2005). As drogas alteram o n&iacute;vel de consci&ecirc;ncia, levando o jovem a se envolver em situa&ccedil;&otilde;es de viol&ecirc;ncia, sexo sem preservativo, compartilhamento de seringas que podem transmitir doen&ccedil;as como o v&iacute;rus HIV e hepatite, al&eacute;m de causar problemas familiares e de depend&ecirc;ncia (Giacomozzi, Itokasu, Luzardo, Figueiredo, &amp; Vieira, 2012). </p>     <p>Em termos de seguran&ccedil;a pessoal, chama a aten&ccedil;&atilde;o os resultados relativos ao n&atilde;o uso do cinto de seguran&ccedil;a al&eacute;m de, como discutido anteriormente, consumo de bebida alco&oacute;lica associada ao uso de ve&iacute;culo. O n&atilde;o uso de capacete e participa&ccedil;&atilde;o em brigas n&atilde;o chegou a 6,5% de preval&ecirc;ncia. A falta de uso do cinto foi alta, especialmente quando comparado a &iacute;ndices na ordem de 20,4% a 20,8% de uma pesquisa de base populacional, PNS 2013 (Malta <i>et al</i>., 2016). </p>     <p>Apesar de negligenciado, o uso do cinto de seguran&ccedil;a &eacute; obrigat&oacute;rio e pode prevenir significativamente les&otilde;es e mortes por acidentes de tr&acirc;nsito. De acordo com a Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de (PNS, 2013), no Brasil 20,6% das pessoas de 18 anos ou mais n&atilde;o usam cinto de seguran&ccedil;a quando se sentam no banco da frente do autom&oacute;vel. Al&eacute;m disso, a mortalidade de jovens por acidentes de tr&acirc;nsito &eacute; expressiva, sendo que dos 46.051 &oacute;bitos registrados em 2012, 15.362 corresponderam a jovens de 15 a 29 anos (Waiselfisz, 2014). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em se tratando de tentativa de suic&iacute;dio, as mulheres apresentaram maior preval&ecirc;ncia que os homens, embora esse valor tenha sido menor que o reportado para universit&aacute;rios de Bras&iacute;lia (Faria <i>et al.,</i> 2014). Ainda assim, &eacute; preocupante que quase 10% dos estudantes tenham pensado em suic&iacute;dio, e que 4% das mulheres tenham chegado a tentar suic&iacute;dio. O suic&iacute;dio n&atilde;o &eacute; um epis&oacute;dio isolado, acontece sob influ&ecirc;ncia de um comportamento impulsivo e da intera&ccedil;&atilde;o dos v&aacute;rios fatores de cunho pessoal, social, psicol&oacute;gico, cultural, biol&oacute;gico e ambiental (WHO, 2014).</p>     <p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; atividade f&iacute;sica, os resultados mostraram que apenas 7,9% da popula&ccedil;&atilde;o era inativa (realizou pelo menos uma atividade f&iacute;sica), sendo maior entre os homens (10,1%). Resultado diferente foi encontrado dentre universit&aacute;rios com baixa atividade f&iacute;sica em Sergipe, onde mulheres (16,3%) predominavam sobre os homens (5,8%) (Silva, 2011). De qualquer forma, os universit&aacute;rios estudados se mostraram preocupados em praticar atividade f&iacute;sica e ter um estilo de vida saud&aacute;vel, visto que as preval&ecirc;ncias de baixa atividade foram bem inferiores a estudantes paranaenses cuja preval&ecirc;ncia de baixa atividade f&iacute;sica atingiu 30% da popula&ccedil;&atilde;o (Souza, Bonfante, Junior, &amp; Lopes, 2015). Talvez essa diferen&ccedil;a seja explicada pela constante atua&ccedil;&atilde;o do curso de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica da institui&ccedil;&atilde;o do presente estudo, que frequentemente promove eventos de valoriza&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica esportiva e de atividade f&iacute;sica.</p>     <p>A atividade f&iacute;sica melhora a qualidade de vida e ajuda na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as card&iacute;acas e outras como hipertens&atilde;o, osteoporose e depress&atilde;o. O aumento do n&uacute;mero de academias de gin&aacute;stica e a publicidade em torno de um corpo saud&aacute;vel t&ecirc;m contribu&iacute;do para essa mudan&ccedil;a de h&aacute;bito entre os jovens. A universidade, por sua vez, pode auxiliar os acad&ecirc;micos oferecendo atividades extracurriculares que incentivem a ado&ccedil;&atilde;o do comportamento ativo, disponibilizando locais seguros de pr&aacute;tica e estimulando a participa&ccedil;&atilde;o coletiva da comunidade acad&ecirc;mica. </p>     <p>Outro aspecto a ser considerado &eacute; a exposi&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea dos universit&aacute;rios a diferentes CRS. Considerando os comportamentos mais prevalentes, a maioria dos universit&aacute;rios estudados apresentou tr&ecirc;s ou mais CRS, sendo a preval&ecirc;ncia maior entre o g&ecirc;nero feminino, entretanto at&eacute; dois CRS a preval&ecirc;ncia foi semelhante entre homens e mulheres. Esses resultados foram observados em estudo pr&eacute;vio realizado entre universit&aacute;rios catarinenses (J&uacute;nior &amp; Lopes, 2004). Observa-se, neste estudo, preval&ecirc;ncia elevada para dois ou mais CRS e refor&ccedil;a a vulnerabilidade dessa popula&ccedil;&atilde;o a comportamentos de risco. </p>     <p>As limita&ccedil;&otilde;es do estudo incluem o desenho transversal, que inviabilizou rela&ccedil;&otilde;es de causalidade e os desvios de interpreta&ccedil;&atilde;o por utilizar question&aacute;rios com quest&otilde;es autorreferidas. Al&eacute;m disso, n&atilde;o foram coletados os dados de alunos que n&atilde;o estavam em sala de aula no dia da coleta. Finalmente, mesmo que o question&aacute;rio tenha sido an&ocirc;nimo, n&atilde;o se pode descartar a possibilidade de vi&eacute;s de informa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o a consumo abusivo de bebidas alco&oacute;licas, tabagismo, drogas e utiliza&ccedil;&atilde;o irregular de preservativos nas rela&ccedil;&otilde;es sexuais, sendo poss&iacute;vel que tais preval&ecirc;ncias tenham sido subestimadas no presente estudo. </p>     <p>Os jovens universit&aacute;rios estudados no norte de Minas Gerais apresentaram comportamentos que colocam em risco a sua sa&uacute;de, destacando-se entre eles, a alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada, com baixo consumo de frutas e o consumo de embutidos, o n&atilde;o uso de preservativo em rela&ccedil;&otilde;es sexuais e o consumo de bebida alco&oacute;lica. Al&eacute;m disso, eles geralmente est&atilde;o expostos, simultaneamente, a dois ou mais comportamentos de risco, pois geralmente um comportamento negativo acaba levando a outro.</p>     <p>Objetivando melhorar o estilo de vida dessa popula&ccedil;&atilde;o, sugere-se que trabalhos de interven&ccedil;&atilde;o e a&ccedil;&otilde;es educativas, como campanhas de esclarecimento e conscientiza&ccedil;&atilde;o sejam realizados no ambiente acad&ecirc;mico, para minimizar os riscos aos quais os universit&aacute;rios est&atilde;o expostos. Os achados desse estudo poder&atilde;o contribuir para tra&ccedil;ar um panorama dos riscos de sa&uacute;de para os universit&aacute;rios brasileiros.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Junior, G.A., &amp; Gaya, C.M. (2015). O uso de droga associado ao comportamento de risco universit&aacute;rio. <i>Sa&uacute;de e Pesquisa, 8</i>(Edi&ccedil;&atilde;o especial), 09-17. Recuperado de: <a href="http://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/saudpesq/article/viewFile/3761/2520" target="_blank">http://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/saudpesq/article/viewFile/3761/2520</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554813&pid=S1645-0086201800020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bacchieri, G., &amp; Barros, A.J.D. (2011). Acidentes de tr&acirc;nsito no Brasil de 1998 a 2010: muitas mudan&ccedil;as e poucos resultados. <i>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>, <i>45</i>, 949-963. doi: 10.1590/s0034-89102011005000069&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554814&pid=S1645-0086201800020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Beckert, N., Moys&eacute;s, S., Cruz, R., Gutoski, L., &amp; Scrinci, I. (2016). Caracter&iacute;sticas do uso de produtos derivados do tabaco entre universit&aacute;rios do curso de Odontologia em uma Universidade de Curitiba. <i>Revista de Odontologia</i>, <i>UNESP, 45</i>(1), 7-14. doi: 10.1590/1807-2577.10015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554815&pid=S1645-0086201800020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>CCEB - ABEP - Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Empresas de Pesquisa. (2013). Recuperado de: <a href="http://www.abep.org/criterio-brasil" target="_blank">www.abep.org/criterio-brasil</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554816&pid=S1645-0086201800020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chavez, K. A., O'Brien, B., &amp; Pillon, S. C. (2005). Uso de drogas e comportamentos <i>de risco no contexto de uma comunidade universit&aacute;ria. </i><i>Revista Latino-americana de Enfermagem, 13</i>(n&uacute;mero especial). doi: 10.1590/S0104-11692005000800014&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554817&pid=S1645-0086201800020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Eaton D.K., Kann L., Kinchen S., Shanklin S., Flint K.H., Hawkins J., <i>…</i> , Wechsler, H. (2012).Centers for Disease Control and Prevention. Youth Risk Behavior Estados Unidos, 2011. <i>MMWR Surveill Summ, 61</i>(4), 1-162. Recuperado de: <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22673000" target="_blank">http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22673000</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554818&pid=S1645-0086201800020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Espindola, G.A., &amp; Batista, V. (2013). Abuso sexual infanto-juvenil: a atua&ccedil;&atilde;o do programa sentinela na cidade de Blumenau/SC. <i>Psicologia: Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o</i>,&nbsp;<i>33</i>(3), 596-611. doi: 10.1590/S1414-98932013000300007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554819&pid=S1645-0086201800020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Fachini, A. (2013). <i>Aspectos da vida acad&ecirc;mica associados ao uso de &aacute;lcool e outras drogas.</i> 2013. (Tese de Doutorado). Faculdade de Medicina de Ribeiro Preto, USP, Ribeir&atilde;o Preto.</p>     <!-- ref --><p>Facuri, C.O., Fernandes, A.M.S., Oliveira, K. D., Andrade, T. S., &amp; Azevedo, R.C.S. (2013). Viol&ecirc;ncia sexual: estudo descritivo sobre as v&iacute;timas e o atendimento em um servi&ccedil;o universit&aacute;rio de refer&ecirc;ncia no Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>, 29(5), 889-898. doi: 10.1590/S0102-311X2013000900008&nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554821&pid=S1645-0086201800020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Faria, Y. O., Gandolfi, L., Moura, L. B. (2014). A. Preval&ecirc;ncia de comportamentos de risco em adulto jovem e universit&aacute;rio. <i>Acta Paulista de Enfermagem, 27</i>(6), 591-5. doi: 10.1590/1982-0194201400096&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554823&pid=S1645-0086201800020001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Feij&atilde;o, E.P., Sampaio, H. A. C., Sabry, M. O. D., Carioca, A. A. F. C., Yum, M. E. M., &amp; Lima, J. W. O. (2012). Pr&aacute;tica de binge alco&oacute;lico entre estudantes universit&aacute;rios. <i>Revista Brasileira em Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de</i>, <i>25</i>(4), 462-468. Recuperado de: <a href="http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40824829010" target="_blank">http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=40824829010</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554824&pid=S1645-0086201800020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Feij&oacute;, R. B., &amp; Oliveira, E. A. (2001). Comportamento de risco na adolesc&ecirc;ncia. <i>Jornal de pediatria,77</i>(supl. 2). Recuperado de: <a href="http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/54698/000386001.pdf" target="_blank">http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/54698/000386001.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554825&pid=S1645-0086201800020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Gasparotto. G. S.(2012). <i>Associa&ccedil;&atilde;o entre o n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica e fatores de risco cardiovascular em universit&aacute;rios da UFP</i>. 2012. (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado). Setor de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas, Universidade Federal do Paran&aacute;, Curitiba. Recuperado de: <a href="http://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/27498/R%20-%20D%20-%20GASPAROTTO,%20GUILHERME%20DA%20SILVA.pdf?sequence=1" target="_blank">http://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/27498/R%20-%20D%20-%20GASPAROTTO,%20GUILHERME%20DA%20SILVA.pdf?sequence=1</a></p>     <!-- ref --><p>Giacomozzi, A.I., Itokasu, M.C., Luzardo, A.R., Figueiredo, C.D.S., &amp; Vieira, M. (2012). Levantamento sobre uso de &aacute;lcool e outras drogas e vulnerabilidades relacionadas de estudantes de escolas p&uacute;blicas participantes do programa sa&uacute;de do escolar/sa&uacute;de e preven&ccedil;&atilde;o nas escolas no munic&iacute;pio de Florian&oacute;polis. <i>Sa&uacute;de e sociedade,</i> <i>21</i>(3), 612-22. doi: 10.1590/S0104-12902012000300008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554827&pid=S1645-0086201800020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Guedes, D.P., &amp; Lopes, C. C.(2010). 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Consumo de bebidas alco&oacute;licas e pr&aacute;tica do <i>binge drinking</i> entre acad&ecirc;micos da &aacute;rea da sa&uacute;de<i>. </i><i>Revista de Psiquiatria Cl&iacute;nica</i>, <i>39</i>(3),<i> </i>94-99. doi: 10.1590/S0101-60832012000300005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554841&pid=S1645-0086201800020001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Oliveira, J. G., Ara&uacute;jo, J. L., Alchieric, J. C., Pereira, A. K. A. M., Nascimento, E. G. C., &amp; Vasconcelos, R. B. (2013). Conhecimento e comportamento sexual dos universit&aacute;rios diante a vulnerabilidade ao hiv/aids. <i>Revista Baiana de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>, <i>37</i>(3)702-724. 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Recuperado de: <a href="http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/44322/1/9789241599405_eng.pdf" target="_blank">http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/44322/1/9789241599405_eng.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554843&pid=S1645-0086201800020001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de: 2013. (2015). <i>Acesso e utiliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de, acidentes e viol&ecirc;ncias: Brasil, grandes regi&otilde;es e unidades da federa&ccedil;&atilde;o</i> / IBGE, Coordena&ccedil;&atilde;o de Trabalho e Rendimento. (2015). Rio de Janeiro: IBGE. 100 p. 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Calidad de vida, seg&uacute;n percepci&oacute;n y comportamientos de control del peso por g&eacute;nero, en estudiantes universitarios adolescentes en M&eacute;xico. <i>Cadernos de </i><i>Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>,<i> 27</i>(1), 67-77. doi: 10.1590/S0102-311X2011000100007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554846&pid=S1645-0086201800020001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, D. A. S. (2011). N&iacute;vel de atividade f&iacute;sica e fatores associados em acad&ecirc;micos de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica de uma universidade p&uacute;blica do nordeste do Brasil. <i>Revista Brasileira de Atividade F&iacute;sica e Sa&uacute;de</i>, <i>16</i>(3), 193-198. doi:&nbsp;10.12820/rbafs.v.16n3p193-198&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554847&pid=S1645-0086201800020001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Souza, E.C.D., Bonfante, I.L.P., Junior, F.B.M., &amp; Lopes, W.A.(2015). N&iacute;veis de atividade f&iacute;sica e est&aacute;gios de mudan&ccedil;a de comportamento de universit&aacute;rios da &aacute;rea de sa&uacute;de. <i>Revista Brasileira de Atividade F&iacute;sica e Sa&uacute;de</i>, <i>20</i>(6), 608-610. doi:&nbsp;10.12820/rbafs.v.20n6p608&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554848&pid=S1645-0086201800020001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Teixeira, M. (2009). <i>YRBS-C: tradu&ccedil;&atilde;o, adapta&ccedil;&atilde;o transcultural e propriedades psicom&eacute;tricas [YRBS-C: Translation, cross-cultural adaptation and psychometric properties]</i> (Master'sthesis, Universidade Estadual de Londrina, Paran&aacute;). 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Development and psychometric properties of the health-risk behavior inventory for Chinese adolescentes. <i>BMC Medical Research Methodology</i>, <i>12</i>, 94. doi: 10.1186/1471-2288-12-94&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=554853&pid=S1645-0086201800020001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>World Health Organization. (2014). <i>Preventing suicide: a global imperative.</i> Geneva. 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