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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article intends to review Positive Psychiatry and Positive Psychology etiology and core concepts, and their close relations with the concept of well-being. Focusing on the positive psychosocial characteristics, virtues and character strengths of the human being, these new approaches aim to a better understanding of psychopathology, modifying the focus in treatment from symptoms management to the promotion of well-being. Mindfulness, whose concepts connect with the positive approaches, is also presented as an essential complementary practice to psychopathology prevention and treatment, always having as final goal the life satisfaction and well-being of the individual.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Psiquiatria positiva, psicologia positiva e mindfulness: uma vis&atilde;o comum</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Positive psychiatry, positive psychology and mindfulness: a common view</b></font></p>     <p><b>In&ecirc;s Marques<sup>1</sup>, Maria Lu&iacute;s Balreira<sup>2</sup>, Jos&eacute; Tereso Tem&oacute;tio<sup>3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Pr&aacute;tica cl&iacute;nica privada, Coimbra, Portugal; <a href="mailto:inesmarques@psiquiatriapositiva.com">inesmarques@psiquiatriapositiva.com</a></p>     <p><sup>2</sup> Pr&aacute;tica cl&iacute;nica privada, Figueira da Foz/Vagos, Portugal; <a href="mailto:mariabalreira@psiquiatriapositiva.com">mariabalreira@psiquiatriapositiva.com</a></p>     <p><sup>3</sup>Servi&ccedil;o de Especialidades M&eacute;dicas, Equipa de Psiquiatria do Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE, Figueira da Foz, Portugal. <a href="mailto:josetemotio@psiquiatriapositiva.com">josetemotio@psiquiatriapositiva.com</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este artigo pretende rever a etiologia e os conceitos inerentes &agrave; Psiquiatria Positiva e &agrave; Psicologia Positiva, assim como as suas estreitas rela&ccedil;&otilde;es com o conceito de bem-estar. Centrando-se nos fatores psicossociais positivos, nas virtudes e for&ccedil;as de car&aacute;ter do ser humano, estas novas abordagens ambicionam uma melhor compreens&atilde;o da psicopatologia, alterando o foco do tratamento dos sintomas para a promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar. O <i>mindfulness</i>, cujos conceitos se interligam com as abordagens positivas, &eacute; tamb&eacute;m aqui apresentado como uma pr&aacute;tica complementar essencial &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e tratamento da psicopatologia, tendo sempre como objetivo final a satisfa&ccedil;&atilde;o e bem-estar do indiv&iacute;duo.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>psiquiatria positiva, psicologia positiva, bem-estar, mindfulness</p> <hr/>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This article intends to review Positive Psychiatry and Positive Psychology etiology and core concepts, and their close relations with the concept of well-being. Focusing on the positive psychosocial characteristics, virtues and character strengths of the human being, these new approaches aim to a better understanding of psychopathology, modifying the focus in treatment from symptoms management to the promotion of well-being. Mindfulness, whose concepts connect with the positive approaches, is also presented as an essential complementary practice to psychopathology prevention and treatment, always having as final goal the life satisfaction and well-being of the individual.</p>     <p><b>Keywords: </b>positive psychiatry, positive psychology, well-being, mindfulness</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><em>Em 1946, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) definiu sa&uacute;de como &ldquo;um estado de completo bem-estar f&iacute;sico, mental e social, e n&atilde;o a mera aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a ou enfermidade&rdquo; (</em>OMS, 1946, p. 1), defini&ccedil;&atilde;o que vai ao encontro do principal objetivo da Psiquiatria Positiva e da Psicologia Positiva, no sentido em que estas pretendem n&atilde;o apenas a compreens&atilde;o e tratamento da psicopatologia e da doen&ccedil;a mental, mas tamb&eacute;m a promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar pleno, atrav&eacute;s da potencia&ccedil;&atilde;o de carater&iacute;sticas e experi&ecirc;ncias positivas na vida do indiv&iacute;duo. </p>     <p>O conceito de bem-estar &eacute; primordial na &aacute;rea da Psiquiatria Positiva e da Psicologia Positiva pois traduz o objetivo final de ambas. Assim sendo, &eacute; pertinente a integra&ccedil;&atilde;o do <i>mindfulness</i> neste contexto enquanto pr&aacute;tica promotora do bem-estar. Kabat-Zinn (2003, p.145) definiu <i>mindfulness</i> como &ldquo;a consci&ecirc;ncia que emerge da capacidade de prestar aten&ccedil;&atilde;o, com prop&oacute;sito, no momento presente, sem julgamento, &agrave; experi&ecirc;ncia que acontece momento a momento&rdquo;.</p>     <p>Com o presente artigo pretende-se rever as defini&ccedil;&otilde;es de Psiquiatria Positiva e Psicologia Positiva, as suas etiologias e pontos convergentes. Segue-se a integra&ccedil;&atilde;o do conceito de bem-estar nessas duas abordagens, enfatizando a classifica&ccedil;&atilde;o das 24 for&ccedil;as de car&aacute;ter desenvolvida por Peterson e Seligman (2004). Por fim, pretende-se relacionar estes conceitos com as atitudes do <i>mindfulness</i> e apresentar dados que incentivem a sua pr&aacute;tica no contexto das abordagens positivas.</p>     <p><b>Psiquiatria positiva e psicologia positiva - da etiologia &agrave; converg&ecirc;ncia</b></p>     <p>A Psiquiatria Positiva &eacute; a ci&ecirc;ncia e a pr&aacute;tica da psiquiatria que procura compreender e promover o bem-estar atrav&eacute;s de avalia&ccedil;&otilde;es e interven&ccedil;&otilde;es que potenciam o bem-estar mental e comportamental, tendo como principal foco as carater&iacute;sticas psicossociais positivas dos indiv&iacute;duos (Jeste, Palmer, Rettew &amp; Boardman, 2015)</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p >Quando comparada com as abordagens psiqui&aacute;tricas tradicionais, a Psiquiatria Positiva pode ser considerada mais inclusiva, n&atilde;o se limitando apenas &agrave; perturba&ccedil;&atilde;o mental, mas no que h&aacute; de positivo nos indiv&iacute;duos que sofrem destas perturba&ccedil;&otilde;es. Jeste e colaboradores (2015) resumiram essas diferen&ccedil;as tendo em conta os pacientes-alvo, o foco da avalia&ccedil;&atilde;o, o foco da pesquisa, os objetivos de tratamento, os tratamentos em si e a preven&ccedil;&atilde;o (cf. <a href="#t1">Tabela 1</a>). A Psiquiatria Positiva n&atilde;o pretende substituir o modelo tradicional, mas sim complement&aacute;-lo e enriquec&ecirc;-lo, expandindo o seu foco prim&aacute;rio na psicopatologia para a sa&uacute;de, e do tratamento de sintomas para a promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar (Jeste &amp; Palmer, 2015).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="t1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a15t1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Principais diferen&ccedil;as entre a Psiquiatria Tradicional e a Psiquiatria Positiva. Adaptado de &ldquo;Positive Psychiatry: Its Time Has Come&rdquo; de D. Jeste, B. Palmer, D. Rettew &amp; S. Boardman, 2015, The Journal of Clinical Psychiatry,&nbsp;76(6), p. 676</p>     <p>Recuando em termos hist&oacute;ricos, compreende-se que os conceitos inerentes &agrave; Psiquiatria Positiva n&atilde;o s&atilde;o totalmente novos. Em 1906, William James, um m&eacute;dico e psic&oacute;logo, defendeu uma nova abordagem te&oacute;rica e pr&aacute;tica sobre a doen&ccedil;a mental, defendendo que as cren&ccedil;as e as emo&ccedil;&otilde;es positivas s&atilde;o essenciais no tratamento e reabilita&ccedil;&atilde;o dessas doen&ccedil;as (Jeste &amp; Palmer, 2015). Esta teoria foi amplamente ignorada na altura, voltando a surgir a meio do s&eacute;culo XX com Maslow e a Psicologia Human&iacute;stica, que procurava compreender os indiv&iacute;duos criativos e saud&aacute;veis, bem como as suas aspira&ccedil;&otilde;es e o seu crescimento (Gable &amp; Haidt, 2005).</p>     <p>No final dos anos 90, surge o movimento da Psicologia Positiva, com Martin Seligman, numa discuss&atilde;o acerca dos fatores de prote&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de na Psicologia Positiva (Calvetti, Muller &amp; Nunes, 2007), e posteriormente em 2000 com Seligman e Csikszentmihalyi, com o artigo &ldquo;Psicologia Positiva: Uma Introdu&ccedil;&atilde;o&rdquo; (2000), publicado num n&uacute;mero especial da revista <i>American Psychologist. </i>Estes foram os autores pioneiros da Psicologia Positiva, argumentando que prevalecia, at&eacute; ao momento, um enviesamento negativo na pesquisa cient&iacute;fica em psicologia, pois o foco principal estava nas emo&ccedil;&otilde;es negativas e no tratamento dos problemas de sa&uacute;de, estando os aspetos positivos negligenciados (Seligman &amp; Csikszentmihalyi, 2000). Seligman definiu a Psicologia Positiva como &ldquo;a ci&ecirc;ncia que enfatiza a compreens&atilde;o e potencia&ccedil;&atilde;o das qualidades mais positivas do indiv&iacute;duo: otimismo, coragem, &eacute;tica, significado de vida, compet&ecirc;ncias interpessoais e responsabilidade social&rdquo; (Seligman, 1999, p.559). Seligman e Csikszentmihalyi (2000) defendem ainda ser a ci&ecirc;ncia da experi&ecirc;ncia positiva subjetiva e dos tra&ccedil;os individuais positivos, que prometem melhorar a qualidade de vida e prevenir a doen&ccedil;a mental; o estudo das condi&ccedil;&otilde;es e dos processos que contribuem para o florescimento humano e para o funcionamento &oacute;timo dos indiv&iacute;duos. </p>     <p>Desde ent&atilde;o, a Psicologia Positiva come&ccedil;ou a destacar aspetos relacionados com a resili&ecirc;ncia e as carater&iacute;sticas positivas dos indiv&iacute;duos (Peterson &amp; Seligman 2004).</p>     <p>As duas &aacute;reas - Psiquiatria Positiva e Psicologia Positiva - apesar de surgirem em contextos acad&eacute;micos e cient&iacute;ficos diferentes s&atilde;o convergentes, partilhando os mesmos princ&iacute;pios e objetivos. Por&eacute;m, cada uma traz os seus contributos e ferramentas &uacute;nicas, designadamente for&ccedil;as e construtos positivos, que contribuem para um estilo de vida saud&aacute;vel (Jeste, et al., 2015). </p>     <p>S&atilde;o ambas ci&ecirc;ncias e pr&aacute;ticas cl&iacute;nicas que procuram compreender e promover o bem-estar dos indiv&iacute;duos, tratando a psicopatologia e cultivando o que h&aacute; de melhor em cada um, potenciando assim experi&ecirc;ncias de vida positivas de forma a alcan&ccedil;ar o bem-estar pleno.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Psiquiatria positiva, psicologia positiva e bem-estar</b></p>     <p>A Psiquiatria Positiva tem como principais objetivos a promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar, a diminui&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de <i>stress</i> percebido, o envelhecimento psicossocial saud&aacute;vel, o crescimento p&oacute;s-traum&aacute;tico, a recupera&ccedil;&atilde;o na doen&ccedil;a mental grave e a preven&ccedil;&atilde;o da mesma (Jeste, et al., 2015). No mesmo sentido, a Psicologia Positiva pretende promover o bem-estar e o funcionamento &oacute;ptimo dos indiv&iacute;duos, a satisfa&ccedil;&atilde;o e a felicidade, bem como, tratar e prevenir a doen&ccedil;a mental (Peterson, 2006; Seligman, 2002). </p>     <p>Para a concretiza&ccedil;&atilde;o destes objetivos, &eacute; decisivo avaliar e intervir ao n&iacute;vel dos factores psicossociais positivos. Segundo Jeste e colaboradores (2015), os fatores psicossociais positivos incluem as carater&iacute;sticas psicossociais positivas dos indiv&iacute;duos - resili&ecirc;ncia, otimismo, mestria pessoal e autoefic&aacute;cia, envolvimento social, sabedoria, espiritualidade e religiosidade; e os fatores ambientais positivos - din&acirc;micas familiares, suporte social e outros determinantes ambientais do funcionamento psicossocial. </p>     <p>A literatura relacionada com estas abordagens positivas tem evidenciado a utiliza&ccedil;&atilde;o de determinados recursos e estrat&eacute;gias psicoterap&ecirc;uticas associados &agrave; promo&ccedil;&atilde;o dos fatores psicossociais positivos e ao bem-estar, prevenindo e tratando a doen&ccedil;a mental, nomeadamente: exerc&iacute;cio f&iacute;sico, pr&aacute;ticas meditativas, alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e equilibrada, constru&ccedil;&atilde;o de redes sociais de suporte e promo&ccedil;&atilde;o da compaix&atilde;o e do otimismo. </p>     <p><b>Exerc&iacute;cio F&iacute;sico</b></p>     <p>O exerc&iacute;cio f&iacute;sico tem demonstrado ser t&atilde;o eficaz quanto a medica&ccedil;&atilde;o em pacientes com depress&atilde;o leve a depress&atilde;o <i>major</i>, mostrando resultados mais duradouros (Blumenthal, et al., 2007). Este desempenha um papel fundamental no al&iacute;vio dos efeitos emocionais do stress, assim como prepara o indiv&iacute;duo para situa&ccedil;&otilde;es stressoras futuras (Salmon, 2001). Pretty, Peacock, Sellens e Griffin (2005) decidiram ir mais longe e investigar o efeito do &ldquo;exerc&iacute;cio verde&rdquo; (atividades f&iacute;sicas em contacto direto com a natureza) na sa&uacute;de f&iacute;sica e mental. Conclu&iacute;ram que o exerc&iacute;cio f&iacute;sico nestes ambientes promove resultados positivos ao n&iacute;vel da press&atilde;o arterial, da autoestima e do humor, demonstrando a necessidade de novas pol&iacute;ticas ao n&iacute;vel de projetos urban&iacute;sticos virados para a natureza, tais como, hospitais pr&oacute;ximos da natureza e mais espa&ccedil;os verdes urbanos, bem como a import&acirc;ncia da prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica de exerc&iacute;cio f&iacute;sico enquanto recurso promotor do bem-estar.</p>     <p><b>Pr&aacute;ticas Meditativas </b></p>     <p>O <i>Qigong</i>, o <i>t'ai chi</i> ou o <i>yoga</i> s&atilde;o descritos como exerc&iacute;cios meditativos, e todos envolvem relaxamento e concentra&ccedil;&atilde;o, foco na respira&ccedil;&atilde;o e movimentos espec&iacute;ficos graduais (Arora &amp; Bhattacharjee, 2008). A pr&aacute;tica regular de atividades meditativas com recurso a t&eacute;cnicas de relaxamento, tais como o <i>yoga,</i> demonstram ser eficazes na gest&atilde;o do stress, reduzindo os efeitos psicol&oacute;gicos e fisiol&oacute;gicos do mesmo em doentes com doen&ccedil;a oncol&oacute;gica e com HIV (Arora &amp; Bhattacharjee, 2008). Atualmente, o <i>yoga</i> j&aacute; &eacute; aceite, mesmo nos pa&iacute;ses ocidentais, como uma terapia complementar para doentes com doen&ccedil;a oncol&oacute;gica, ajudando na gest&atilde;o de sintomas depressivos, ansiosos, ins&oacute;nia, dor e fadiga (DiStasio, 2008; Ott, Norris &amp; Bauer-Wu, 2006). Arora e Bhattacharjee (2008) estudaram os efeitos do stress no sistema imunit&aacute;rio, assim como o efeito do relaxamento (<i>yoga</i>, medita&ccedil;&atilde;o) na regula&ccedil;&atilde;o das respostas ao stress, defendendo que o sistema imunit&aacute;rio e a sa&uacute;de em geral s&atilde;o fortalecidos atrav&eacute;s de pr&aacute;ticas meditativas. A pr&aacute;tica de <i>yoga</i> cria um sentimento de bem-estar e relaxamento; aumenta a concentra&ccedil;&atilde;o, a autoconfian&ccedil;a e a autoefic&aacute;cia; melhora as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, diminuiu a irritabilidade e promove uma vis&atilde;o mais otimista (Malathi &amp; Damodaran, 1999).</p>     <p>Tamb&eacute;m o pilates foi estudado na rela&ccedil;&atilde;o com a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, sendo vis&iacute;vel o decr&eacute;scimo da sintomatologia depressiva e o aumento do equil&iacute;brio ‘mente-corpo' em mulheres idosas depois da pr&aacute;tica de um programa de exerc&iacute;cios de pilates com a dura&ccedil;&atilde;o de 12 semanas (Mokhtaria, Nezakatalhossainib &amp; Esfarjanic, 2013).</p>     <p><b>Nutri&ccedil;&atilde;o </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A nutri&ccedil;&atilde;o &eacute; outra &aacute;rea com forte influ&ecirc;ncia na sa&uacute;de mental do indiv&iacute;duo. A pr&aacute;tica da dieta Mediterr&acirc;nica tem sido associada &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do risco de depress&atilde;o e detiora&ccedil;&atilde;o cognitiva na terceira idade (F&eacute;art, Samieri, All&egrave;s &amp; Barberger-Gateau, 2013; O'Neil, et al., 2014). O extrato da folha de Ginkgo Biloba (&aacute;rvore chinesa) tamb&eacute;m tem efeitos ben&eacute;ficos na sa&uacute;de, visto ser um suplemento natural capaz de eliminar radicais livres, diminuir o stress e danos neuronais, sendo evidente o efeito cl&iacute;nico positivo nas perturba&ccedil;&otilde;es cognitivas (Jeste &amp; Palmer, 2015). Outros dados apontam para o efeito antidepressivo dos &aacute;cidos gordos &Oacute;mega 3 (<em>&aacute;cido docosahexaen&oacute;ico - DHA -</em> e <em>&aacute;cido eicosapentaen&oacute;ico - EPA</em>), presentes no peixe - somente os &aacute;cidos gordos &Oacute;mega 3 de origem marinha atravessam a barreira hemato-encef&aacute;lica, verificando-se uma real efic&aacute;cia no tratamento da depress&atilde;o (Grosso et al., 2014). Hibbeln (1998) concluiu que o baixo consumo de peixe e/ou &aacute;cidos gordos &Oacute;mega 3 se correlaciona com a preval&ecirc;ncia de depress&atilde;o a n&iacute;vel mundial. V&aacute;rios estudos sugerem que a suplementa&ccedil;&atilde;o com o EPA &eacute; ben&eacute;fica como coadjuvante do tratamento antidepressivo em doentes com depress&atilde;o leve e moderada (Jazayeri et al.., 2008; Mozaffari-Khosravi, Yassini-Ardakani, Karamati &amp; Shariati-Bafghi, 2013; Su, Huang, Chiu &amp; Shen, 2003). Outro dos componentes importantes para a psiquiatria nutricional &eacute; o magn&eacute;sio,<b> </b>um oligoelemento essencial. V&aacute;rios estudos demonstram que se observam baixos n&iacute;veis deste mineral em doentes com diagn&oacute;stico de depress&atilde;o e com antecedentes de tentativas de suic&iacute;dio, verificando-se o seu aumento quando recuperam (Barrag&aacute;n-Rodr&iacute;guez, Rodr&iacute;guez-Mor&aacute;n &amp; Guerrero-Romero, 2008; Eby &amp; Eby, 2006; Eby &amp; Eby, 2010; Sartori, Whittle, Hetzenauer &amp; Singewald, 2012; Serefko et al., 2013). O &aacute;cido f&oacute;lico tem-se revelado fundamental no tratamento da doen&ccedil;a mental - por exemplo, elevados n&iacute;veis de folatos s&atilde;o preditores de uma melhor resposta a antidepressivos e l&iacute;tio. Paralelamente, a vitamina B12 potencia o efeito do &aacute;cido f&oacute;lico e reduz os n&iacute;veis de homociste&iacute;na, tendo-se observado baixos n&iacute;veis de folatos e vitamina B12 em doentes deprimidos (Reynolds, 2006; Tiemeier, Van Tuijl, Hofman, Meijer, Kiliaan &amp; Breteler, 2002). A vitamina E,<b> </b>parece ser um poss&iacute;vel marcador da perturba&ccedil;&atilde;o depressiva, visto que a depress&atilde;o <i>major</i> acompanha-se de n&iacute;veis de vitamina E significativamente mais baixos e de defesas diminu&iacute;das contra a peroxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica (Maes et al., 2000). Sendo um antioxidante, a vitamina E desempenha um papel fulcral na regenera&ccedil;&atilde;o membranar e na prote&ccedil;&atilde;o da integridade neuronal.</p>     <p><b>Constru&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o de redes sociais </b></p>     <p>As rela&ccedil;&otilde;es sociais t&ecirc;m um forte impacto na sa&uacute;de mental e f&iacute;sica dos indiv&iacute;duos, nos seus comportamentos e atitudes face &agrave; sa&uacute;de, na sua qualidade de vida, e no risco de mortalidade (Holt-Lunstad, Smith &amp; Layton, 2010; Umberson &amp; Montez. 2010). A literatura evidencia que indiv&iacute;duos que se sentem mais sozinhos e que se envolvem menos em din&acirc;micas sociais, apresentam preju&iacute;zo ao n&iacute;vel do seu funcionamento cognitivo, diminui&ccedil;&atilde;o da qualidade do sono e do bem-estar psicol&oacute;gico e f&iacute;sico (Cacioppo &amp; Cacioppo, 2014)</p>     <p>Cohen (2004) aborda dois construtos sociais com forte impacto na sa&uacute;de mental dos indiv&iacute;duos: o suporte social (suporte psicol&oacute;gico e material que a rede social pode disponibilizar) e a integra&ccedil;&atilde;o social (participa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo num determinado n&uacute;mero de din&acirc;micas sociais). Segundo este autor, o suporte social permite a elimina&ccedil;&atilde;o ou redu&ccedil;&atilde;o dos efeitos negativos das experi&ecirc;ncias stressantes, atrav&eacute;s da promo&ccedil;&atilde;o de uma leitura menos amea&ccedil;adora dessas experi&ecirc;ncias e da promo&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de <i>coping</i> mais eficazes. Por outro lado, a integra&ccedil;&atilde;o social promove estados psicol&oacute;gicos positivos (sentimento de perten&ccedil;a, significado de vida, identidade e auto-estima) que induzem o bem-estar e respostas fisiol&oacute;gicas promotoras da sa&uacute;de (Cohen, 2004). </p>     <p>Contudo, se por um lado as rela&ccedil;&otilde;es sociais podem trazer benef&iacute;cios e ser uma fonte de suporte emocional para a maioria das pessoas, podem igualmente ser uma fonte de <i>stress</i>. Segundo Cohen (2004) as intera&ccedil;&otilde;es sociais negativas desencadeiam <i>stress</i> psicol&oacute;gico e aumentam o risco para algumas doen&ccedil;as. </p>     <p>Pelo exposto, &eacute; importante que a vari&aacute;vel bem-estar social seja monitorizada e inclu&iacute;da em protocolos de tratamento pois representa uma oportunidade major de promover a qualidade de vida mas tamb&eacute;m a sa&uacute;de e a vitalidade dos indiv&iacute;duos (Cohen, 2004; Holt-Lunstad, Smith &amp; Layton, 2010).</p>     <p><b>Promo&ccedil;&atilde;o da compaix&atilde;o e do otimismo</b></p>     <p>A compaix&atilde;o pode ser definida como a sensibilidade ao sofrimento ou ang&uacute;stia do pr&oacute;prio e dos outros, associado ao compromisso de aliviar ou prevenir esse sofrimento (Gilbert, 2013). Mais especificamente, a autocompaix&atilde;o pode ser definida como a capacidade do indiv&iacute;duo ser gentil, suportivo e compreensivo para consigo; aceitar-se e ser caloroso em vez de cr&iacute;tico e ajuizador, sendo capaz de reconhecer que todos os seres humanos falham e cometem erros (Neff, 2003). Esta atitude autocompassiva &eacute; uma fonte importante de felicidade e promove o bem-estar intrapessoal e interpessoal (Neff &amp; Costigan, 2014; Zessin, Dickh&auml;user &amp; Garbade, 2015). Um estudo levado a cabo por Neff, Rude e Kirkpatrick (2007) mostrou que a autocompaix&atilde;o apresenta uma associa&ccedil;&atilde;o positiva com a percep&ccedil;&atilde;o de felicidade, otimismo, afeto positivo, iniciativa, curiosidade e explora&ccedil;&atilde;o, extrovers&atilde;o e consciencialidade. Al&eacute;m disso, os autores demonstraram que a autocompaix&atilde;o protege o indiv&iacute;duo de estados depressivos e da ansiedade. </p>     <p>O otimismo pode ser definido como uma vari&aacute;vel individual que reflete a medida em que os indiv&iacute;duos apresentam expectativas favor&aacute;veis generalizadas em rela&ccedil;&atilde;o ao seu futuro (Carver, Scheier &amp; Segerstrom, 2010). Uma revis&atilde;o da literatura levada a cabo por Conversano e colaboradores (2010) mostrou que o otimismo &eacute; uma vari&aacute;vel que influencia o bem-estar f&iacute;sico e mental, bem como as estrat&eacute;gias de <i>coping</i> dos indiv&iacute;duos, tornando os otimistas mais capazes de lidar eficazmente com as adversidades da vida, comparativamente a indiv&iacute;duos mais negativistas.</p>     <p>Estes estudos na &aacute;rea da compaix&atilde;o e do otimismo apontam para a pertin&ecirc;ncia de incluir estas vari&aacute;veis nos protocolos de tratamento, de forma a dotar os indiv&iacute;duos de ferramentas que os ajudem a lidar com os seus problemas f&iacute;sicos e mentais. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>PERMA - um modelo de bem-estar</b></p>     <p>Os recursos e estrat&eacute;gias psicoterap&ecirc;uticas supra referidos permitem ao indiv&iacute;duo promover o seu bem-estar e alcan&ccedil;ar uma vida mais saud&aacute;vel, tornando-o mais resiliente &agrave;s adversidades. No mesmo sentido, o modelo PERMA de Seligman tem como objetivo a promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar atrav&eacute;s do florescimento humano. O conceito do florescimento humano pode ser definido como a rela&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica e equilibrada entre o prazer (e aus&ecirc;ncia de dor) e o prop&oacute;sito de vida, e tem por base a potencia&ccedil;&atilde;o de cinco dom&iacute;nios da vida do indiv&iacute;duo: as emo&ccedil;&otilde;es positivas, o envolvimento (<i>flow</i>), as rela&ccedil;&otilde;es positivas, o sentido de vida e a realiza&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>A experi&ecirc;ncia de emo&ccedil;&otilde;es positivas est&aacute; associada ao aumento da perce&ccedil;&atilde;o, aten&ccedil;&atilde;o, flexibilidade de pensamento e criatividade, o que se traduz numa maior facilidade em encontrar solu&ccedil;&otilde;es e possibilidades perante os problemas e as adversidades (Delle Fave, Massimini, &amp; Bass, 2011; Fredrickson, 2003; Fredrickson, 2013). Ao contr&aacute;rio do que acontece com a experi&ecirc;ncia de emo&ccedil;&otilde;es negativas, que poder&atilde;o promover o aparecimento ou manuten&ccedil;&atilde;o de estados depressivos, os indiv&iacute;duos que experienciam mais positividade tendem a obter melhores resultados, na medida em que as emo&ccedil;&otilde;es contribuem para o florescimento humano (Fredrickson, 2013).</p>     <p>O envolvimento (<i>flow</i>) apresenta uma forte rela&ccedil;&atilde;o com o bem-estar. Este pode ser definido como um estado de processamento mental no qual o indiv&iacute;duo, durante o desempenho de uma tarefa, se encontra completamente absorvido por sensa&ccedil;&otilde;es de energia focalizada, concentra&ccedil;&atilde;o e sentimentos de auto-efic&aacute;cia. O estado de <i>flow </i>pressup&otilde;e uma perda de foco no <i>self</i>, n&atilde;o havendo medo de insucesso ou fracasso, apenas o controlo das pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es e a presen&ccedil;a de sentimentos de gratifica&ccedil;&atilde;o e autodetermina&ccedil;&atilde;o (Csikszentmihalyi, 2002).</p>     <p>As rela&ccedil;&otilde;es positivas s&atilde;o o fator com mais impacto no bem-estar e felicidade dos indiv&iacute;duos (Reis &amp; Gable, 2003). Algoe, Fredrickson e Gable (2013) desenvolveram estudos sobre a gratid&atilde;o - com impacto no bem-estar do pr&oacute;prio, no de quem recebe o gesto de gratid&atilde;o, e na rela&ccedil;&atilde;o entre ambos - de forma a compreender como as rela&ccedil;&otilde;es positivas s&atilde;o criadas e mantidas. Tamb&eacute;m Lyubomirsky e Sin (2009) verificaram que os indiv&iacute;duos com humor positivo tendem a ser mais extrovertidos, a ter rela&ccedil;&otilde;es interpessoais mais pr&oacute;ximas e a serem avaliados socialmente de forma mais favor&aacute;vel o que facilita e promove intera&ccedil;&otilde;es sociais.</p>     <p>O sentido de vida &eacute; uma dimens&atilde;o forte do bem-estar e do florescimento humano. O desenvolvimento de um sentido para a vida implica a constru&ccedil;&atilde;o de uma narrativa que integra passado, presente e futuro, bem como diferentes eventos e realidades experienciadas pelo indiv&iacute;duo (Baumeister, Vohs, Asker, &amp; Garbinsky, 2013). Atrav&eacute;s da constru&ccedil;&atilde;o desta narrativa os indiv&iacute;duos tender&atilde;o a sentir-se mais est&aacute;veis face &agrave;s adversidades e eventos dolorosos (Baumeister, et al., 2013), bem como com um maior sentido de autoefic&aacute;cia e valor pr&oacute;prio (Baumeister &amp; Vohs, 2002).</p>     <p>A dimens&atilde;o da realiza&ccedil;&atilde;o ou sucesso<b> </b>&eacute; observada face a objetivos que tenham ou n&atilde;o significado para o indiv&iacute;duo. Seligman (2011) apresenta como exemplo a satisfa&ccedil;&atilde;o de ganhar um jogo. Explica que ser&aacute; sempre uma motiva&ccedil;&atilde;o para o individuo agir - ganhar ou alcan&ccedil;ar um objetivo, mesmo que este n&atilde;o sirva valores maiores do que o prazer da vit&oacute;ria. </p>     <p>Ainda no que respeita ao conceito de florescimento humano, Peterson e Seligman (2004), com a colabora&ccedil;&atilde;o de 55 cientistas, analisaram mais de 200 investiga&ccedil;&otilde;es realizadas em diversos pa&iacute;ses nos &uacute;ltimos 2500 anos pelos mais reconhecidos fil&oacute;sofos, teologistas e humanistas, identificando as principais for&ccedil;as de car&aacute;ter e virtudes humanas indispens&aacute;veis aos indiv&iacute;duos para alcan&ccedil;ar o bem-estar. Estas virtudes humanas e for&ccedil;as de car&aacute;ter podem ser definidas como tra&ccedil;os positivos que se refletem nos pensamentos, emo&ccedil;&otilde;es e comportamentos do indiv&iacute;duo, podendo ser entendidos como diferen&ccedil;as individuais (Park, Peterson &amp; Seligman, 2004). S&atilde;o dimensionais e variam na sua express&atilde;o dependendo do contexto. Apesar de serem est&aacute;veis ao longo do ciclo de vida, podem ser alteradas/potenciadas atrav&eacute;s, por exemplo, da interven&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. A <a href="#t2">Tabela 2</a> re&uacute;ne as for&ccedil;as de car&aacute;ter e virtudes que permitem ao ser humano prosperar e florescer e que quando usadas em terapia, podem servir de ferramenta indispens&aacute;vel &agrave; promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar psicol&oacute;gico dos indiv&iacute;duos. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="t2"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a15t2.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b><i>Mindfulness</i></b><b> no contexto da psiquiatria positiva e psicologia positiva</b></p>     <p>As investiga&ccedil;&otilde;es sugerem que a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> promove o bem-estar e a qualidade de vida em diversas condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, tais como a ansiedade, depress&atilde;o e dor cr&oacute;nica (Baer, 2003; Grossman, Niemann, Schmidt &amp; Walach, 2004). Esta &eacute; uma pr&aacute;tica utilizada no campo da Psicologia Positiva e da Psiquiatria Positiva no sentido em que permite a gest&atilde;o de estados emocionais negativos, promo&ccedil;&atilde;o de estados emocionais positivos, cultiva a criatividade, e altera a vis&atilde;o do eu, do mundo e do futuro (Ciarrochi, Kashdan, &amp; Harris, 2013).</p>     <p>Desta forma, o bem-estar na Psicologia Positiva e na Psiquiatria Positiva pode ser alcan&ccedil;ado atrav&eacute;s da pr&aacute;tica de <i>mindfulness,</i> que envolve observar todas as experi&ecirc;ncias e sensa&ccedil;&otilde;es, orientar a aten&ccedil;&atilde;o para o momento presente, estar recetivo a todas as informa&ccedil;&otilde;es e estar sens&iacute;vel a diferentes contextos e consciente de m&uacute;ltiplas perspetivas, levando a aquisi&ccedil;&atilde;o de novas compet&ecirc;ncias mais adaptativas e funcionais (Ngnoumen &amp; Langer, 2016)<i>.</i></p>     <p><b>Mindfulness</b><b> - conceitos e princ&iacute;pios</b></p>     <p>O termo Mindfulness surge da tradu&ccedil;&atilde;o para ingl&ecirc;s da palavra &ldquo;Sati&rdquo; na l&iacute;ngua budista Pali. &ldquo;Sati&rdquo; significa recordar (ter presente o que acontece), reconhecimento, consci&ecirc;ncia, intencionalidade da mente, mente vigilante, aten&ccedil;&atilde;o plena, alerta, mente l&uacute;cida e auto consci&ecirc;ncia (Germer, 2005).</p>     <p>Kabat-Zinn (2003, p.145) define <i>mindfulness</i> como &ldquo;a consci&ecirc;ncia que emerge da capacidade de prestar aten&ccedil;&atilde;o, com prop&oacute;sito, no momento presente, sem julgamento, &agrave; experi&ecirc;ncia que acontece momento a momento&rdquo;. No mesmo sentido Bishop e colaboradores (2004) definem o <i>mindfulness</i> com base num modelo de 2 componentes: a auto regula&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o, que se traduz na manuten&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o no momento presente, evitando o processamento elaborativo e (2) a orienta&ccedil;&atilde;o para a experi&ecirc;ncia caracterizada por curiosidade, abertura e aceita&ccedil;&atilde;o.<i> </i></p>     <p>Contrariamente &agrave; cren&ccedil;a popular, na pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> &nbsp;n&atilde;o se procura esvaziar a mente de pensamentos ou emo&ccedil;&otilde;es, trata-se de prestar aten&ccedil;&atilde;o ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou sem se preocupar com o futuro.&nbsp;Os pensamentos, emo&ccedil;&otilde;es e sensa&ccedil;&otilde;es devem ser observados como eventos da mente, sem que o indiv&iacute;duo se identifique com eles ou lhes reaja com o seu padr&atilde;o autom&aacute;tico e habitual de resposta. &Eacute; uma forma espec&iacute;fica de relacionamento como todas as experi&ecirc;ncias - internas, externas, negativas, positivas, neutras - de forma a alcan&ccedil;ar maior qualidade de vida (Germer, 2005). Kabat-Zinn (2004) destacou 7 atitudes para a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i>: n&atilde;o-julgamento, paci&ecirc;ncia, mente de principiante, sem resist&ecirc;ncia, com confian&ccedil;a, aceita&ccedil;&atilde;o e desapego.</p>     <p>Existem duas formas de praticar <i>mindfulness</i>: informal e formal. A pr&aacute;tica formal &eacute; realizada atrav&eacute;s de pr&aacute;ticas estruturadas de medita&ccedil;&atilde;o. Implica treino da aten&ccedil;&atilde;o, observa&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica dos conte&uacute;dos da mente e do corpo (Germer, 2005; Shapiro, Sousa, &amp; Jazaieri, 2016). A pr&aacute;tica informal refere-se &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o das compet&ecirc;ncias de <i>mindfulness, </i>da aten&ccedil;&atilde;o &agrave; respira&ccedil;&atilde;o, ouvir os sons da natureza, notar e registar emo&ccedil;&otilde;es ou prestar aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s sensa&ccedil;&otilde;es corporais (Germer, 2005; Shapiro, et al., 2016).</p>     <p>Nos &uacute;ltimos anos tem-se verificado um crescente interesse dos investigadores e cl&iacute;nicos por esta tem&aacute;tica. Na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, o principal interesse pelo <i>mindfulness</i> centra-se no seu impacto na preven&ccedil;&atilde;o e tratamento da doen&ccedil;a mental. Mais especificamente, v&aacute;rios estudos t&ecirc;m demonstrado que indiv&iacute;duos que meditam regularmente, s&atilde;o mais felizes e vivem mais satisfeitos do que a m&eacute;dia (Ivanowski &amp; Malhi, 2007; Shapiro, Oman, Thoresen, Plante, &amp; Flinders, 2008). Para al&eacute;m disso, a pr&aacute;tica regular de <i>mindfulness</i> diminui a ansiedade, a depress&atilde;o e a irritabilidade, o que se traduz numa vida mais saud&aacute;vel (Baer, Smith, Hopkins, Kreitemeyer, &amp; Toney, 2006).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> tem sido integrada em protocolos de tratamento de v&aacute;rias perturba&ccedil;&otilde;es mentais com o objetivo de intervir nos processos mentais que contribuem para a desregula&ccedil;&atilde;o emocional e para o comportamento desadaptativo (Bishop et al., 2004).</p>     <p><b>Mindfulness, </b><b>Psiquiatria Positiva e Psicologia Positiva</b></p>     <p>O <i>mindfulness</i> tem ganho crescente interesse no campo da Psiquiatria Positiva e da Psicologia Positiva, pela partilha do mesmo objectivo final: a promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar. Desta forma, justifica-se a implementa&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de <i>mindfulness</i> no contexto psicoterap&ecirc;utico, de forma a potenciar o tratamento e a recupera&ccedil;&atilde;o na doen&ccedil;a mental e a promo&ccedil;&atilde;o de maior qualidade de vida. </p>     <p>A depress&atilde;o e as perturba&ccedil;&otilde;es da ansiedade s&atilde;o perturba&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas caraterizadas por marcada desregula&ccedil;&atilde;o emocional associada &agrave; disfun&ccedil;&atilde;o de mecanismos neurobiol&oacute;gicos. Um estudo levado a cabo por Lutz et al. (2014), mostrou que a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> tem efeitos na regula&ccedil;&atilde;o emocional. Os resultados evidenciaram uma redu&ccedil;&atilde;o da ativa&ccedil;&atilde;o neuronal em regi&otilde;es cerebrais envolvidas no processamento emocional - a am&iacute;gdala e o giro para-hipocampal - aquando da perce&ccedil;&atilde;o de est&iacute;mulos negativos, verificando-se resultados positivos ao n&iacute;vel da regula&ccedil;&atilde;o emocional. Estes resultados s&atilde;o importantes para a pr&aacute;tica cl&iacute;nica, permitindo um tratamento mais eficaz das doen&ccedil;as mentais. O <i>mindfulness</i> &eacute; uma ferramenta que permite promover altera&ccedil;&otilde;es neurobiol&oacute;gicas, sem recurso a medicamentos, que melhoram a regula&ccedil;&atilde;o emocional, essencial ao bem-estar e &agrave; qualidade de vida. </p>     <p>A integra&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> nas abordagens positivas &eacute; tamb&eacute;m refor&ccedil;ada pela estreita rela&ccedil;&atilde;o entre as atitudes do <i>mindfulness</i> (designadamente a curiosidade, confian&ccedil;a, abertura, aceita&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o-julgamento) e as for&ccedil;as de car&aacute;ter da <i>classifica&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as</i> de Seligman.</p>     <p>A partir da defini&ccedil;&atilde;o de <i>mindfulness</i> de Bishop et al. (2004), pode estabelecer-se uma analogia entre esta pr&aacute;tica e duas for&ccedil;as de car&aacute;ter da Psicologia Positiva. Segundo Bishop e colaboradores (2004), existem dois elementos essenciais para definir a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i>: (1) a capacidade de focar aten&ccedil;&atilde;o no momento presente e (2) a adop&ccedil;&atilde;o de uma postura de n&atilde;o-julgamento, aceita&ccedil;&atilde;o e abertura. Estes dois elementos correspondem a duas for&ccedil;as de car&aacute;cter definidas por Seligman: a autorregula&ccedil;&atilde;o e a curiosidade/mente-aberta, respetivamente. </p>     <p>A literatura tem evidenciado outras rela&ccedil;&otilde;es entre o <i>mindfulness</i> e as for&ccedil;as de car&aacute;ter da classifica&ccedil;&atilde;o de Seligman. Niemiec, Rashid e Spinella (2012) defendem que uma abordagem que integre o <i>mindfulness</i> e as for&ccedil;as de car&aacute;ter pode ser uma-mais valia e trazer benef&iacute;cios acrescidos na pr&aacute;tica cl&iacute;nica. Estes autores enfatizam duas ideias principais (1) determinadas for&ccedil;as de car&aacute;ter s&atilde;o centrais para a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> e (2) outras for&ccedil;as s&atilde;o resultado desta pr&aacute;tica. Mais especificamente, a perseveran&ccedil;a, a compaix&atilde;o, a curiosidade, a honestidade e a abertura &agrave; experi&ecirc;ncia s&atilde;o for&ccedil;as essenciais para a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i>; por outro lado a auto-regula&ccedil;&atilde;o, a vitalidade, a aprecia&ccedil;&atilde;o da beleza e da excel&ecirc;ncia podem ser resultado desta pr&aacute;tica. No mesmo sentido, Baer e Lykins (2011) defendem que a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> promove aspectos centrais da psicologia positiva, nomeadamente, determinas for&ccedil;as de car&aacute;cter e o bem-estar psicol&oacute;gico. A revis&atilde;o de literatura realizada por estes autores, evidenciou as poss&iacute;veis rela&ccedil;&otilde;es entre as for&ccedil;as de car&aacute;cter da classifica&ccedil;&atilde;o de Seligman (criatividade, curiosidade, abertura &agrave; experi&ecirc;ncia, pensamento cr&iacute;tico, sabedoria, autenticidade, vitalidade, compaix&atilde;o, intelig&ecirc;ncia emocional, auto-regula&ccedil;&atilde;o, optimismo e espiritualidade) e a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i>. </p>     <p>A discuss&atilde;o em torno da integra&ccedil;&atilde;o do <i>mindfulness</i> e das for&ccedil;as de car&aacute;cter, levou ao desenvolvimento de um programa que integra estas duas &aacute;reas, denominado<i> Mindfulness-Based Strengths Practice</i> (Niemiec &amp; Lissing, 2016). O programa &eacute; constitu&iacute;do por 8 sess&otilde;es. As primeiras sess&otilde;es abordam conceitos e defini&ccedil;&otilde;es te&oacute;ricas, enquanto as seguintes se centram na integra&ccedil;&atilde;o e na pr&aacute;tica do <i>mindfulness</i> e das for&ccedil;as de car&aacute;ter (Niemiec &amp; Lissing, 2016).</p>     <p>Ivtzan e colaboradores (2016) tamb&eacute;m desenvolveram um programa que integra a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> com vari&aacute;veis da Psicologia Positiva, designado <i>Positive Mindfulness Program</i>. &Eacute; um programa online com dura&ccedil;&atilde;o de 8 semanas e &eacute; constitu&iacute;do por oito m&oacute;dulos principais. Em cada m&oacute;dulo &eacute; abordado um tema espec&iacute;fico: (1) autoconsci&ecirc;ncia; (2) emo&ccedil;&otilde;es positivas; (3) autocompaix&atilde;o; (4) autoefic&aacute;cia; (5) autonomia; (6) significado de vida; (7) rela&ccedil;&otilde;es positivas com os outros e (8) envolvimento. O estudo de efic&aacute;cia do programa revelou resultados importantes, indicando, por um lado, a promo&ccedil;&atilde;o efetiva do bem-estar psicol&oacute;gico e de outras vari&aacute;veis positivas (emo&ccedil;&otilde;es positivas, auto-compaix&atilde;o, felicidade, autonomia) e, por outro, o decr&eacute;scimo de vari&aacute;veis como a depress&atilde;o e o stress (Ivtzan et al., 2016).</p>     <p>Estes programas, apesar de apresentaram algumas limita&ccedil;&otilde;es, s&atilde;o uma mais valia para a interven&ccedil;&atilde;o psicoterap&ecirc;utica, dotando os indiv&iacute;duos de recursos essenciais ao seu bem-estar e qualidade de vida. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A Psiquiatria Positiva e Psicologia Positiva surgem neste artigo com ineg&aacute;veis abordagens de estudo e de pr&aacute;tica cl&iacute;nica, assumindo um papel inovador e alternativo face &agrave;s abordagens tradicionais. Cada vez mais estudos nestas &aacute;reas trazem contributos relacionados com a sua tem&aacute;tica central: o bem-estar dos indiv&iacute;duos. Muda-se a t&oacute;nica do tratamento dos sintomas para a promo&ccedil;&atilde;o das carater&iacute;sticas positivas e melhoria da qualidade de vida.</p>     <p>As carater&iacute;sticas psicossociais positivas, s&atilde;o as for&ccedil;as motrizes do bem-estar subjetivo, levando a uma mudan&ccedil;a do estilo de vida - &agrave; adop&ccedil;&atilde;o de uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e equilibrada, &agrave; pr&aacute;tica de exerc&iacute;cio f&iacute;sico e atividades meditativas, &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de redes sociais de suporte, e &agrave; promo&ccedil;&atilde;o do otimismo e da compaix&atilde;o. </p>     <p>Os conceitos de florescimento humano e de for&ccedil;as de car&aacute;ter vieram refor&ccedil;ar os estudos feitos at&eacute; ent&atilde;o, e a sua rela&ccedil;&atilde;o com a pr&aacute;tica de <i>mindfulness</i> demonstrou uma melhor gest&atilde;o de estados emocionais negativos, promo&ccedil;&atilde;o de estados emocionais positivos, potencia&ccedil;&atilde;o da criatividade, e altera&ccedil;&atilde;o da vis&atilde;o do eu, do mundo e do futuro.</p>     <p> Sendo estas perspetivas atraentes para os que defendem a import&acirc;ncia dos fatores positivos e virtudes do ser humano em detrimento dos fatores negativos que envolvem a patologia, &eacute; essencial que os estudos das vari&aacute;veis e das suas rela&ccedil;&otilde;es continuem, pois s&oacute; assim ser&aacute; poss&iacute;vel o verdadeiro entendimento do bem-estar pleno.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Algoe, S. B., Fredrickson, B. L., &amp; Gable, S. L. (2013). The Social Functions of the Emotion of Gratitude via Expression. <i>Emotion. 13(4),</i> 605-609. doi: 10.1037/a0032701&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555757&pid=S1645-0086201800020001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Arora, S., &amp; Bhattacharjee, J. (2008). Modulation of immune responses in stress by Yoga.&nbsp;<i>International Journal of Yoga</i>,&nbsp;<i>1</i>(2), 45-55. doi:10.4103/0973-6131.43541&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555758&pid=S1645-0086201800020001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baer, R. A. (2003) Mindfulness training as a clinical interventions: A conceptual and empirical review. <i>Clinical Psychology: Science and Practice, 10, </i>125-143. doi:10.1093/clipsy.bpg015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555759&pid=S1645-0086201800020001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Baer, R. A., &amp; Lykins, E. L. B. (2011). Mindfulness and positive psychological functioning. In K. M. Sheldon, T. B. Kashdan, &amp; M. F. Steger (Eds.),&nbsp;<i>Series in positive psychology. Designing positive psychology: Taking stock and moving forward</i>&nbsp;(pp. 335-348). New York: Oxford University Press Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555761&pid=S1645-0086201800020001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Baer, R. A., Smith, G. T., Hopkins, J., Krietemeyer, J. &amp; Toney, L. (2006). Using self-report assessment methods to explore facets of mindfulness. <i>Assessment</i>, <i>13(1)</i>, 27-45. doi:10.1177/1073191105283504&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555763&pid=S1645-0086201800020001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barrag&aacute;n-Rodr&iacute;guez, L., Rodr&iacute;guez-Mor&aacute;n, M., &amp; Guerrero-Romero, F. (2008). Efficacy and safety of oral magnesium supplementation in the treatment of depression in the elderly with type 2 diabetes: A randomized, equivalent trial.&nbsp;<i>Magnesium research</i>,&nbsp;<i>21</i>(4), 218-223.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555764&pid=S1645-0086201800020001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Baumeister, R. F., &amp; Vohs, K. D. (2002). The pursuit of meaningfulness in life. In C. R. Snyder &amp; S. J. Lopez (Eds.),&nbsp;<em>Handbook of positive psychology</em>&nbsp;(pp. 608-618). New York: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555766&pid=S1645-0086201800020001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Baumeister, R. F., Vohs, K. D., Aaker, J. L., &amp; Garbinsky, E. N. (2013). Some key differences between a happy life and a meaningful Life. <i>The Journal of Positive Psychology, 8(6),</i> 505-516. doi: 10.1080/17439760.2013.830764&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555768&pid=S1645-0086201800020001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bishop, S. R., Lau, M., Shapiro, S., Carlson, L., Anderson, N. D., Carmody, J., Segal, Z. V., Abbey, S., Speca, M., Velting, D., &amp; Devins, G. (2004). Mindfulness: A proposed operational definition<i>. Clinical Psychology: Science and Practice</i>, <i>11</i>(3), 230-241. doi: 10.1093/clipsy.bph077&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555769&pid=S1645-0086201800020001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Blumenthal, J. A., Babyak, M. A., Doraiswamy, P. M., Watkins, L., Hoffman, B. M., Barbour, K. A., ... &amp; Sherwood, A. (2007). Exercise and pharmacotherapy in the treatment of major depressive disorder.&nbsp;<i>Psychosomatic medicine</i>,&nbsp;<i>69</i>(7), 587-596. doi: 10.1097/PSY.0b013e318148c19a&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555770&pid=S1645-0086201800020001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Calvetti, P. &Uuml;., Muller, M. C., &amp; Nunes, M. L. T. (2007). Psicologia da sa&uacute;de e psicologia positiva: Perspectivas e desafios.&nbsp;<i>Psicologia: Ci&ecirc;ncia e profiss&atilde;o</i>,&nbsp;<i>27</i>(4), 706-717.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555771&pid=S1645-0086201800020001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Carver, C. S., Scheier, M. F., &amp; Segerstrom, S. C. (2010). Optimism. <i>Clinical Psychology Review, 30 (7)</i>, 879-889. doi: 10.1016/j.cpr.2010.01.006&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555773&pid=S1645-0086201800020001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cacioppo, J. T. &amp; Cacioppo, S. (2014) Social relationships and health: the toxic effects of perceived social isolation. <i>Social and Personality Psychology Compass, 8 (2)</i>, 58-72. doi:10.1111/spc3.12087&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555774&pid=S1645-0086201800020001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ciarrochi, J., Kashdan, T. &amp; Harris, R. (2013). The Foundations of flourishing. In Kashdan, T. &amp; Ciarrochi J. (Eds). <i>Mindfulness, Acceptance and Positive Psychology: The Seven Foundation of Well-being</i> (pp. 1-29). Oakland, United States: Context Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555775&pid=S1645-0086201800020001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cohen, S. (2004). Social relationship and health. <i>American Psychologist, 59(8)</i>, 676-684. doi: 10.1037/0003-066X.59.8.676&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555777&pid=S1645-0086201800020001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Conversano, C., Rotondo, A., Lensi, E., Vista, O. D., Arpone, F., &amp; Reda, M. A. (2010). Optimism and its impact on mental and physical well-being. <i>Clinical Practice &amp; Epidemiology in Mental Health, 6, </i>25-29. doi: 10.2174/1745017901006010025&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555778&pid=S1645-0086201800020001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Csikszentmihalyi, M. (2002). <i>Fluir: a psicologia da experi&ecirc;ncia &oacute;tima.</i>&nbsp;Lisboa: Rel&oacute;gio D'&Aacute;gua.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555779&pid=S1645-0086201800020001500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Delle Fave, A., Massimini, F., &amp; Bassi, M. (2011). Hedonism and eudaimonism in positive psychology. In A. Delle Fave, F. Massimini, &amp; M. Bassi (Eds.), <i>Psychological selection and optimal experience across cultures: Social empowerment through personal growth</i> (pp. 3-18). New York, NY: Springer. doi: 10.1007/978-90-481-9876-4_1.</p>     <!-- ref --><p>DiStasio, S. A. (2008). Integrating yoga into cancer care.&nbsp;<i>Clinical Journal of Oncology Nursing</i>,&nbsp;<i>12</i><i>(1),</i> 125-30. doi: 10.1188/08.CJON.125-130&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555782&pid=S1645-0086201800020001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Eby, G. A., &amp; Eby, K. L. (2010). Magnesium for treatment-resistant depression: A review and hypothesis.&nbsp;<i>Medical Hypotheses</i>,&nbsp;<i>74</i>(4), 649-660. doi: 10.1016/j.mehy.2009.10.051&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555783&pid=S1645-0086201800020001500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Eby, G. A., &amp; Eby, K. L. (2006). Rapid recovery from major depression using magnesium treatment.&nbsp;<i>Medical Hypotheses</i>,&nbsp;<i>67</i>(2), 362-370. doi:10.1016/j.mehy.2006.01.047&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555784&pid=S1645-0086201800020001500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>F&eacute;art, C., Samieri, C., All&egrave;s, B., &amp; Barberger-Gateau, P. (2013). Potential benefits of adherence to the Mediterranean diet on cognitive health.&nbsp;<i>Proceedings of the Nutrition Society</i>,&nbsp;<i>72</i>(1), 140-152. doi:10.1017/S0029665112002959&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555785&pid=S1645-0086201800020001500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fredrickson, B. L. (2003). The value of positive emotions. <i>American Scientist, 91</i>, 330-35. doi: 10.1511/2003.4.330&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555786&pid=S1645-0086201800020001500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fredrickson, B. L. (2013). Updated thinking on positivity ratios. <i>American Psychologist</i>, 68(9), 814-822. doi: 10.1037/a0033584&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555787&pid=S1645-0086201800020001500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gable, S. L., &amp; Haidt, J. (2005). What (and why) is positive psychology?&nbsp;<i>Review of General Psychology</i>,&nbsp;<i>9</i>(2), 103-110. doi:10.1037/1089-2680.9.2.103&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555788&pid=S1645-0086201800020001500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Germer, C.K. (2005):&nbsp;<i>Mindfulness: What is it? What does it matter?</i>&nbsp;In C.K. Germer, R.D. Siegel, &amp; P.R. Fulton (Eds.), Mindfulness and psychotherapy (pp. 3-28). London: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555789&pid=S1645-0086201800020001500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gilbert, P. (2013) <i>The Compassionate Mind</i>. Constable Robinson.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555791&pid=S1645-0086201800020001500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Grossman, P., Niemann, L., Schimidt, S., &amp; Walach, H. (2004). Mindfulness-based stress reduction and health benefits: A meta-analysis. <i>Journal of Psychosomatic Research, 57, </i>35-43. doi:10.1016/S0022-3999(03)00573-7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555793&pid=S1645-0086201800020001500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Grosso, G., Pajak, A., Marventano, S., Castellano, S., Galvano, F., Bucolo, C., ... &amp; Caraci, F. (2014). Role of Omega-3 fatty acids in the treatment of depressive disorders: A comprehensive meta-analysis of randomized clinical trials.&nbsp;<i>PloS one</i>,&nbsp;<i>9</i>(5), e96905. doi:10.1371/journal.pone.0096905&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555794&pid=S1645-0086201800020001500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hibbeln, J. (1998). Fish consumption and major depression. <i>The Lancet</i>, <i>351</i> (9110), 1213. doi:10.1016/S0140-6736(05)79168-6&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555795&pid=S1645-0086201800020001500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Holt-Lunstad, J., Smith, T. B., &amp; Layton, J. B. (2010) Social relationships and mortality risk: a meta-analytic review. Plos Medicine, 7(7), e1000316. doi: 10.1371/jornal.pmed.100036&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555796&pid=S1645-0086201800020001500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ivanowski, B. &amp; Malhi, G. S. (2007). The psychological and neurophysiological concomitants of mindfulness forms of meditation. <i>Acta Neuropsychiatrica</i>. <i>19</i>, 76-91. doi: 10.1111/j.1601-5215.2007.00175.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555797&pid=S1645-0086201800020001500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ivtzan, I., Young, T., Martman, J., Jeffrey, A., Lomas, T., Hart, R., &amp; Eiroa-Orosa, F. J. (2016). Integrating mindfulness into positive psychology: A randomized controlled trial of an online positive mindfulness program.&nbsp;<i>Mindfulness</i>,&nbsp;<i>7</i>(6), 1396-1407.<i> </i>doi:10.1007/s12671-016-0581-1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555798&pid=S1645-0086201800020001500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jazayeri, S., Tehrani-Doost, M., Keshavarz, S. A., Hosseini, M., Djazayery, A., Amini, H., ... &amp; Peet, M. (2008). Comparison of therapeutic effects of omega-3 fatty acid eicosapentaenoic acid and fluoxetine, separately and in combination, in major depressive disorder.&nbsp;<i>Australian &amp; New Zealand Journal of Psychiatry</i>,&nbsp;<i>42</i>(3), 192-198. doi:10.1080/00048670701827275&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555799&pid=S1645-0086201800020001500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jeste, D. V. &amp; Palmer, B. W. (2015) <i>Positive Psychiatry: A clinical handbook</i>. Washington, DC: American Psychiatry Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555800&pid=S1645-0086201800020001500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jeste, D. V., Palmer, B. W., Rettew, D. C., &amp; Boardman, S. (2015). Positive psychiatry: Its time has come.&nbsp;<i>The Journal of Clinical Psychiatry</i>,&nbsp;<i>76</i>(6), 675-683.<b> </b>doi: 10.4088/JCP.14nr09599&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555802&pid=S1645-0086201800020001500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kabat&#8208;Zinn, J. (2003). Mindfulness&#8208;based interventions in context: Past, present, and future.&nbsp;<i>Clinical Psychology: Science and Practice</i>,&nbsp;<i>10</i>(2), 144-156. doi: 10.1093/clipsy.bpg016&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555803&pid=S1645-0086201800020001500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kabat-Zinn, J. (2004).&nbsp;Full catastrophe living: How to cope with stress, pain and illness using mindfulness meditation,&nbsp;London: Piatkus&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555804&pid=S1645-0086201800020001500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lyubomirsky, S., &amp; Sin, N. L. (2009). Positive affectivity and interpersonal relationships. In H. Reis &amp; S. Sprecher (Eds.), <i>Encyclopedia of Human Relationships </i>(pp. 1264-1266). New York: Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555805&pid=S1645-0086201800020001500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lutz, J., Herwig, U., Opialla, S., Hittmeyer, A., J&auml;ncke, L., Rufer, M., … &amp; Br&uuml;hl, A. B. (2014). 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Lower serum vitamin E concentrations in major depression: Another marker of lowered antioxidant defenses in that illness.&nbsp;<i>Journal of Affective Disorders</i>,&nbsp;<i>58</i>(3), 241-246. doi: 10.1016/S0165-0327(99)00121-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555808&pid=S1645-0086201800020001500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Malathi, A., &amp; Damodaran, A. (1999). Stress due to exams in medical students-a role of Yoga.&nbsp;<i>Indian journal of physiology and pharmacology</i>,&nbsp;<i>43</i>, 218-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555809&pid=S1645-0086201800020001500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mokhtaria, M., Nezakatalhossainib, M. &amp; Esfarjanic, F. (2013). The effect of 12-week pilates exercises on depression and balance associated with falling in the elderly. <i>Procedia-Social and Behavioral Sciences</i>,&nbsp;<i>70</i>, 1714-1723. doi: 10.1016/j.sbspro.2013.01.246&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555811&pid=S1645-0086201800020001500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mozaffari-Khosravi, H., Yassini-Ardakani, M., Karamati, M., &amp; Shariati-Bafghi, S. E. (2013). Eicosapentaenoic acid versus docosahexaenoic acid in mild-to-moderate depression: A randomized, double-blind, placebo-controlled trial.&nbsp;<i>European Neuropsychopharmacology</i>,&nbsp;<i>23</i>(7), <i>636-644</i>. doi: 10.1016/j.euroneuro.2012.08.003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555812&pid=S1645-0086201800020001500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Neff, K. (2003). Self-compassion: An alternative conceptualization of a health attitude toward oneself. <i>Self and identity, 2 (2),</i> 85-101. doi: 10.1080/15298860390129863&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555813&pid=S1645-0086201800020001500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Neff, K. &amp; Costigan, A. (2014). Self-compassion, wellbeing, and happiness. <i>Psychologie in &Ouml;sterreich</i>, 114-119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555814&pid=S1645-0086201800020001500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Neff, K., Rude, S., &amp; Kirkpatrick, K. (2007). An examination of self-compassion in relation to positive psychological functioning and personality traits. <i>Journal of Research in Personality 41</i>, 908-916. doi:10.1016/j.jrp.2006.08.0002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555816&pid=S1645-0086201800020001500047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Ngnoumen, T. &amp; Langer, L. (2016) Mindfulness: The essence of well-being and happiness. In Ivtzan, I. &amp; Lomas, T. <i>Mindfulness in positive psychology: The Science of Meditation and Wellbeing.</i> (pp.97-107). New York, NY: Routledge.</p>     <p>Niemiec, R.M. &amp; Lissing, J. (2016). Mindfulness-Based Strengths Practice (MBSP) for Enhancing Well-Being, Managing Problems, and Boosting Positive Relationships. In Ivtzan, I. &amp; Lomas, T. <i>Mindfulness in positive psychology: The Science of Meditation and Wellbeing.</i> (pp.15-36). New York, NY: Routledge.</p>     <!-- ref --><p>Niemiec, R., Rashid, T., &amp; Spinella, M. (2012). Strong mindfulness: Integrating mindfulness and character strengths.&nbsp;<i>Journal of Mental Health Counseling</i>,&nbsp;<i>34</i>(3), 240-253. doi:10.17744/mehc.34.3.34p6328x2v204v21&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555819&pid=S1645-0086201800020001500050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>O'Neil, A., Quirk, S. E., Housden, S., Brennan, S. L., Williams, L. J., Pasco, J. A., ... &amp; Jacka, F. N. (2014). Relationship between diet and mental health in children and adolescents: A systematic review.&nbsp;<i>American Journal of Public Health</i>,&nbsp;<i>104</i>(10), e31-e42. doi: 10.2105/AJPH.2014.302110&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555820&pid=S1645-0086201800020001500051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de. (1946). <i>Constitui&ccedil;&atilde;o</i>. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.who.int/about/mission/en/" target="_blank">http://www.who.int/about/mission/en/</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555821&pid=S1645-0086201800020001500052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ott, M. J., Norris, R. L., &amp; Bauer-Wu, S. M. (2006). Mindfulness meditation for oncology patients: a discussion and critical review.&nbsp;<i>Integrative cancer therapies</i>,&nbsp;<i>5</i><i>(2),</i> 98-108. doi: 10.1177/1534735406288083&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555823&pid=S1645-0086201800020001500053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Park, N., Peterson, C., &amp; Seligman, M. (2004). Strengths of character and well-being. <i>Journal of Social and Clinical Psychology, 23(5), </i>603-619. doi: 10.1521/jscp.23.5.603.50748&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555824&pid=S1645-0086201800020001500054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Peterson, C. (2006). <i>A primer in positive psychology</i>. New York: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555825&pid=S1645-0086201800020001500055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Peterson, C. &amp; Seligman, M. E. (2004). <i>Character strengths and virtues: A handbook and classification</i>. Washington, DC: American Psychological Association.</p>     <!-- ref --><p>Pretty , J., Peacock, J., Sellens M., &amp; Griffin M. (2005) The mental and physical health outcomes of green exercise. <i>International Journal of Environmental</i> <i>Health Research, 15:5</i>, 319-337. doi: 10.1080/09603120500155963&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555828&pid=S1645-0086201800020001500057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Reis, H. T. &amp; Gable, S. L. (2003). Toward a positive psychology of relationships. In Keyes, C. L. &amp; Haidt, J. (2010). <i>Flourishing:</i><em> Positive psychology and the life well-lived</em>. (pp. 129-59) Washington, DC, US: American Psychological Association. doi: 10.1037/10594-006</p>     <!-- ref --><p>Reynolds, E. (2006). 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B., Whittle, N., Hetzenauer, A., &amp; Singewald, N. (2012). Magnesium deficiency induces anxiety and HPA axis dysregulation: Modulation by therapeutic drug treatment.&nbsp;<i>Neuropharmacology</i>,&nbsp;<i>62</i>(1), 304-312. doi: 10.1016/j.neuropharm.2011.07.027&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555832&pid=S1645-0086201800020001500061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Seligman, M. E. (2011).&nbsp;<i>Learned optimism: How to change your mind and your life</i>. New York: Vintage Books, A Division of Random House, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555833&pid=S1645-0086201800020001500062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Seligman, M. E. (2002). Positive psychology, positive prevention, and positive therapy. In C. R. Snyder &amp; S. J. Lopez (Eds.),&nbsp;<i>Handbook of positive psychology</i>&nbsp;(pp. 3-9). New York: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555835&pid=S1645-0086201800020001500063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Seligman, M. E. (1999). The President's address. <i>American Psychologist, 54, </i>559-562.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555837&pid=S1645-0086201800020001500064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Seligman, M. E., &amp; Csikszentmihalyi, M. (2000). Special issue on happiness, excellence, and optimal human functioning.&nbsp;<i>American Psychologist</i>,&nbsp;<i>55</i>(1), 5-183.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555839&pid=S1645-0086201800020001500065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Serefko, A., Szopa, A., Wla&#378;, P., Nowak, G., Radziwo&#324;-Zaleska, M., Skalski, M., &amp; Poleszak, E. (2013). Magnesium in depression.&nbsp;<i>Pharmacological Reports</i>,&nbsp;<i>65</i>(3), 547-554. doi:10.1016/S1734-1140(13)71032-6</p>     <p>Shapiro, S., Sousa, S. &amp; Jazaieri, H. (2016). Mindfulness, mental health, and positive psychology. In Ivtzan, I. &amp; Lomas, T. <i>Mindfulness in positive psychology: The Science of Meditation and Wellbeing</i>. (pp.108-125). New York, NY: Routledge.</p>     <!-- ref --><p>Shapiro, S. L., Oman, D., Thoresen, C.E., Plante, T. G. &amp; Flinders, T. (2008). Cultivating mindfulness: Effects on well-being. <i>Journal of Clinical Psychology</i>. <i>64</i>, 840-862. doi: 10.1002/jclp.20491&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555843&pid=S1645-0086201800020001500068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Su, K. P., Huang, S. Y., Chiu, C. C., &amp; Shen, W. W. (2003). Omega-3 fatty acids in major depressive disorder: A preliminary double-blind, placebo-controlled trial.&nbsp;<i>European Neuropsychopharmacology</i>,&nbsp;<i>13</i>(4), 267-271. doi: 10.1016/S0924-977X(03)00032-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555844&pid=S1645-0086201800020001500069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tiemeier, H., van Tuijl, H. R., Hofman, A., Meijer, J., Kiliaan, A. J., &amp; Breteler, M. M. (2002). Vitamin B12, folate, and homocysteine in depression: The Rotterdam study.&nbsp;<i>American Journal of Psychiatry</i>,&nbsp;<i>159</i>(12), 2099-2101. doi:10.1176/appi.ajp.159.12.2099&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555845&pid=S1645-0086201800020001500070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Umberson, D. &amp; Montez, J. K. (2010). Social Relationships and health: a flashpoint for health policy. <i>Journal of Health and Social Behavior, 51,</i> 1-15. doi:10.1177/0022146510383501&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555846&pid=S1645-0086201800020001500071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Zessin, U., Dickh&auml;user, O., &amp; Garbade, S. (2015). The relationship between self-compassion and well-being: a meta-analysis. <i>Applied Psychology: Health and Well-Being, 7 (3)</i>, 340-364. doi:10.1111/aphw.12051&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=555847&pid=S1645-0086201800020001500072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em 26 de Janeiro de 2018/ Aceite em 04 de Junho de 2018</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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