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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Saúde mental em idosos brasileiros: efeito de diferentes programas de atividade física]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Mental health in elderly: the effect of different types of physical activity programs]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The search for strategies that prevent or attenuate the prejudicial alterations of the cerebral aging is fundamental for the promotion of the mental health in the elderly. The objective of this study was to investigate the effect of different physical activity programs on cognitive function, depression and life satisfaction in the elderly. Participants were 465 elderly Brazilians of both sexes, practitioners and non-practitioners of different physical activity programs (69.93 ± 6.63 years), divided into four groups: (i) double practice, (ii) dances, (iii) gymnastics and (iv) not practicing physical activity. The Mini Mental State Examination (MMSE) was used to verify possible declines in cognitive function. The Beck Depression Inventory (BDI-II) to verify the intensity of depression and to verify the levels of life satisfaction, the Life Satisfaction Scale (ESV). The tests was used in 3 evaluation moments (initial evaluation, intermediate evaluation and final evaluation) at 35 weeks. The results of MANCOVA of repeated measurements indicated significant differences in cognitive function, depression and life satisfaction in the 3 assessment moments only when the 3 groups practicing physical activity were compared with the group of non-practitioners. Therefore, the results indicated a significant effect of the practice of physical activity on the dependent variables; however, there was no specific effect from different physical activity programs. We concluded that the promotion of the regular practice of physical activity, regardless of the type of program, is fundamental in the promotion of mental health of the elderly.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Sa&uacute;de mental em idosos brasileiros: efeito de diferentes programas de atividade f&iacute;sica </b></font></p>     <p><font size="3"><b>Mental health in elderly: the effect of different types of physical activity programs</b></font></p>     <p><b>Edivana Almeida<sup>1</sup>, Isabel Mour&atilde;o<sup>2</sup>, Eduarda Coelho<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade Aberta a Terceira Idade (UATI - UNEB) - Salvador, Bahia, Brasil, </p>     <p><sup>2</sup>Universidade Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Vila Real, Portugal. <a href="mailto:mimc@utad.pt">mimc@utad.pt</a>, <a href="mailto:ecoelho@utad.pt">ecoelho@utad.pt</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A busca por estrat&eacute;gias que previnam ou atenuem as altera&ccedil;&otilde;es prejudiciais do envelhecimento cerebral &eacute; fundamental para a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental dos idosos. O objetivo deste estudo foi verificar o efeito de diferentes programas de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em idosos. Participaram 465 idosos brasileiros de ambos os sexos, praticantes e n&atilde;o praticantes de diferentes programas de atividade f&iacute;sica (69,93&plusmn;6,63 anos), divididos em 04 grupos: (i) pr&aacute;tica dupla, (ii) dan&ccedil;as, (iii) gin&aacute;stica e (iv) n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica. Para verificar poss&iacute;veis decl&iacute;nios da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, utilizou-se o Mini Exame do Estado Mental (MEEM), para averiguar a intensidade da depress&atilde;o, o Invent&aacute;rio de Depress&atilde;o de Beck (BDI-II) e para verificar os n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, utilizou-se a Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o com a Vida (ESV) em 3 momentos avaliativos (avalia&ccedil;&atilde;o inicial, avalia&ccedil;&atilde;o interm&eacute;dia e avalia&ccedil;&atilde;o final) em 35 semanas. Os resultados da MANCOVA de medidas repetidas indicaram diferen&ccedil;as significativas na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida nos 3 momentos avaliativos somente quando os 3 grupos praticantes de atividade f&iacute;sica foram comparados com o grupo de n&atilde;o praticantes. Neste sentido, os resultados indicaram um efeito significativo da pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica nas vari&aacute;veis dependentes estudadas, por&eacute;m, n&atilde;o se verificou um efeito espec&iacute;fico dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica. Concluiu-se que a promo&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica, independentemente do tipo de programa, &eacute; fundamental na promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental do idoso.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> idosos, fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o, satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, programas de atividade f&iacute;sica</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The search for strategies that prevent or attenuate the prejudicial alterations of the cerebral aging is fundamental for the promotion of the mental health in the elderly. The objective of this study was to investigate the effect of different physical activity programs on cognitive function, depression and life satisfaction in the elderly. Participants were 465 elderly Brazilians of both sexes, practitioners and non-practitioners of different physical activity programs (69.93 &plusmn; 6.63 years), divided into four groups: (i) double practice, (ii) dances, (iii) gymnastics and (iv) not practicing physical activity. The Mini Mental State Examination (MMSE) was used to verify possible declines in cognitive function. The Beck Depression Inventory (BDI-II) to verify the intensity of depression and to verify the levels of life satisfaction, the Life Satisfaction Scale (ESV). The tests was used in 3 evaluation moments (initial evaluation, intermediate evaluation and final evaluation) at 35 weeks. The results of MANCOVA of repeated measurements indicated significant differences in cognitive function, depression and life satisfaction in the 3 assessment moments only when the 3 groups practicing physical activity were compared with the group of non-practitioners. Therefore, the results indicated a significant effect of the practice of physical activity on the dependent variables; however, there was no specific effect from different physical activity programs. We concluded that the promotion of the regular practice of physical activity, regardless of the type of program, is fundamental in the promotion of mental health of the elderly.</p>     <p><b>Keywords:</b> elderly, cognitive function, depression, satisfaction with life, physical activity programs</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>No envelhecimento, as altera&ccedil;&otilde;es dos processos neurofisiol&oacute;gicas podem levar a neurodegenera&ccedil;&atilde;o significativa das estruturas e fun&ccedil;&otilde;es do sistema nervoso central. Estudos indicam redu&ccedil;&atilde;o do fluxo sangu&iacute;neo nas regi&otilde;es cerebrais, degenera&ccedil;&atilde;o em determinadas c&eacute;lulas do hipocampo, subiculum e c&oacute;rtex, assim como perdas de neur&ocirc;nios, redu&ccedil;&atilde;o de fatores neurotr&oacute;ficos, como o <i>Brain Derived Neurotrophic Factor</i> (BDNF) que atua como mediador na neurog&ecirc;nese no hipocampo, na neuroplasticidade cerebral e como um dos agentes neuroprotetores ao decl&iacute;nio cognitivo e dem&ecirc;ncias (L&auml;hteenvuo &amp; Rosenzweig, 2012; Jagust, 2013). </p>     <p>No processo de envelhecimento cerebral tamb&eacute;m ocorre a redu&ccedil;&atilde;o de fatores pr&oacute;-angiog&ecirc;nicos (L&auml;hteenvuo &amp; Rosenzweig, 2012) e desregula&ccedil;&atilde;o da atividade do eixo hipot&aacute;lamo-pituit&aacute;ria-adrenal (HPA) e da disponibilidade de neurotransmissores circulantes durante o processo de envelhecimento. Essas altera&ccedil;&otilde;es podem causar decl&iacute;nio da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (Jagust, 2013), depress&atilde;o (Krishnan &amp; Nestler, 2008) e n&iacute;veis inferiores de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (Frazer, Christensen &amp; Griffiths, 2005). </p>     <p>A fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, no entanto, conforme demonstra a literatura, associada ao efeito de diferentes programas de atividade f&iacute;sica pode expressar um desempenho satisfat&oacute;rio e evitar seu decl&iacute;nio e dem&ecirc;ncias (Duzel, van Praag &amp; Sendtner, 2016). Smith et al. (2010) em amplo estudo meta-anal&iacute;tico verificaram um efeito moderado e significativo do treino aer&oacute;bio em alguns aspectos da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (aten&ccedil;&atilde;o, velocidade de processamento, fun&ccedil;&atilde;o executiva e mem&oacute;ria) em idosos.</p>     <p>O efeito dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva tem tido um papel de destaque na promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental dos idosos, embora alguns estudos n&atilde;o tenham encontrado efeito significativo exclusivo dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, mas da pr&aacute;tica regular geral da atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (Suzuki et al., 2012; Souto, 2012; Guo et al., 2016).<s> </s></p>     <p>Na depress&atilde;o, o efeito da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica tem sido associado aos n&iacute;veis mais baixos ou aus&ecirc;ncia de sintomas depressivos. Bridle, Spanjers, Patel, Atherton e Lamb (2012) em ampla e sistem&aacute;tica revis&atilde;o e meta-an&aacute;lise de ensaios cl&iacute;nicos randomizados de diversos pa&iacute;ses sobre o efeito dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica na depress&atilde;o em idosos, constataram que o Tai Chi, Qigong, treino de for&ccedil;a e de resist&ecirc;ncia revelaram efeito espec&iacute;fico e pequeno, mas clinicamente importante na redu&ccedil;&atilde;o dos sintomas depressivos.</p>     <p>No entanto, em treinos de resist&ecirc;ncia, for&ccedil;a e flexibilidade, em estudo realizado por Dalla-D&eacute;a, Duarte, Rebelatto e Castro (2009), assim como em estudo realizado Sigur&eth;ard&oacute;ttir (2014), n&atilde;o foram encontrados efeitos especificos e significativos dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica, mas foi constatado um efeito significativo e ben&eacute;fico da pr&aacute;tica regular da atividade f&iacute;sica na depress&atilde;o em idosos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O efeito da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica, portanto, pode prevenir ou reduzir os sintomas depressivos, de acordo com uma das hip&oacute;teses mais referenciadas na literatura, por promover o aumento da serotonina, noradrenalina e dopamina, monoaminas biog&ecirc;nicas cerebrais, cuja redu&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada uma das causas diretas da depress&atilde;o (Frazer et al., 2005) e por serem fundamentais na regula&ccedil;&atilde;o do comportamento direcionado a alguma meta e no controle e adapta&ccedil;&atilde;o ao estresse (Krishnan &amp; Nestler, 2008).</p>     <p>A satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em idosos e o efeito da pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica tem sido abordado em muitos estudos, alguns t&ecirc;m demonstrado que os diferentes programas de atividade f&iacute;sica t&ecirc;m efeito ben&eacute;fico na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (Solberg, Halvari, Ommundsen &amp; Hopkins, 2014), mas muitos outros t&ecirc;m encontrado efeito significativo da pr&aacute;tica regular da atividade f&iacute;sica, independente do programa, para promover o aumento dos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em idosos (Marconcin, Corte-Real, Dias &amp; Fonseca, 2010; Nascimento-J&uacute;nior, Capelari &amp; Vieira, 2012; Novaes, 2012). </p>     <p>Marconcin et al. (2010) ao verificarem o efeito de diferentes programas de atividade f&iacute;sica (hidrogin&aacute;stica, nata&ccedil;&atilde;o, gin&aacute;stica, ioga, caminhada e dan&ccedil;a) na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida de idosos, encontraram um efeito significativo ben&eacute;fico da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica, n&atilde;o um efeito espec&iacute;fico dos programas. A pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica tamb&eacute;m revelou efeito significativo positivo na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida de idosos nos resultados do estudo realizado por Nascimento-J&uacute;nior et al. (2012), mas n&atilde;o foi encontrado um efeito espec&iacute;fico dos diferentes programas (hidrogin&aacute;stica, alongamento e academia).</p>     <p>Embora, as evid&ecirc;ncias do efeito ben&eacute;fico geral da pr&aacute;tica de diferentes programas de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida de idosos sejam consistentes, infelizmente muito pouco se sabe do efeito espec&iacute;fico dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica na sa&uacute;de mental em idosos brasileiros, uma vez que no nosso &acirc;mbito, ainda s&atilde;o raros os estudos, especialmente os longitudinais, que investiguem o efeito de diferentes programas de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. </p>     <p>Diante desse contexto, torna-se necess&aacute;ria a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos que verifiquem o efeito dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica na sa&uacute;de mental da popula&ccedil;&atilde;o idosa brasileira. Neste sentido, o objetivo deste estudo foi verificar o efeito dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em idosos brasileiros.</p>     <p><b>M&Eacute;TODO</b></p>     <p>O presente estudo pode ser caracterizado como observacional, de abordagem quantitativa, com delineamento longitudinal.</p>     <p><i>Participantes </i></p>     <p>A amostra de conveni&ecirc;ncia utilizada foi constitu&iacute;da por 465 idosos provenientes de uma amostra de 500 idosos (69,93&plusmn;6,63 anos de idade). Sendo 70,5% de mulheres e 29,5% de homens. Destes, 52% n&atilde;o tinham c&ocirc;njuge e 48% eram casados (as). O maior percentual da renda mensal familiar foi para aqueles que possu&iacute;am rendimentos entre 1 e 4 sal&aacute;rios m&iacute;nimos<a href="#_ftn2" name="_ftnref2" title=""><sup>[1]</sup></a> (44,9%), o menor foi para 1 sal&aacute;rio m&iacute;nimo (12,7%), os demais rendimentos apresentaram frequ&ecirc;ncia de 25,2% para 5 a 7 sal&aacute;rios m&iacute;nimos e 17,2% para aqueles que possu&iacute;am rendimentos maior que 8 sal&aacute;rios m&iacute;nimos. A maior parte da amostra (44,5%) declarou ter n&iacute;vel secund&aacute;rio de escolaridade (at&eacute; 11 anos de estudo formal), 17,4% possu&iacute;a n&iacute;vel superior (&gt;11 anos de estudo formal) e 38,1% declararam ter o n&iacute;vel b&aacute;sico de escolaridade (at&eacute; 8 anos de estudo formal). A amostra foi dividida em 4 grupos: (i) grupo das dan&ccedil;as (treino aer&oacute;bio, flexibilidade e equil&iacute;brio), 12,5%; (ii) grupo de gin&aacute;stica (treino de for&ccedil;a, resist&ecirc;ncia, flexibilidade e equil&iacute;brio), 17,0%; (iii) grupo de pr&aacute;tica dupla, relativo ao grupo de idosos que participavam de 2 tipos de programas de atividade f&iacute;sica (22,1%) e o (iv) grupo de idosos n&atilde;o praticantes de nenhum tipo de programa de atividades f&iacute;sicas regulares (48,4%). A frequ&ecirc;ncia nestes programas de atividade f&iacute;sica foi de 2 vezes por semana, com dura&ccedil;&atilde;o de 90 minutos por treino. Os participantes da amostra cumpriram um conjunto de crit&eacute;rios previamente estabelecidos para inclus&atilde;o: ter idade igual ou superior a 60 anos, ter autonomia e independ&ecirc;ncia na realiza&ccedil;&atilde;o das suas atividades sociais e cotidianas. Como crit&eacute;rio de exclus&atilde;o, faltar a um dos momentos avaliativos na recolha dos dados ou apresentar incapacidades f&iacute;sicas ou mentais que os impossibilitassem na realiza&ccedil;&atilde;o de atividade f&iacute;sica regular, atividades sociais e do cotidiano.</p>     <p><i>Material</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Definiu-se como vari&aacute;veis independentes, os diferentes programas de atividade f&iacute;sica (dan&ccedil;as, gin&aacute;stica e pr&aacute;tica dupla) e como vari&aacute;veis dependentes, a fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. </p>     <p><i>Question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico e Programa de atividade f&iacute;sica</i></p>     <p><i> </i>Para identificar os dados sociodemogr&aacute;ficos do idoso e o tipo de programa de atividade f&iacute;sica, frequ&ecirc;ncia semanal e dura&ccedil;&atilde;o do treino.</p>     <p><i>Fun&ccedil;&atilde;o cognitiva: </i>A avalia&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva foi realizada atrav&eacute;s do Mini Exame do Estado Mental (MEEM) (Bertolucci et al., 1994; Brucki et al., 2003) com o objetivo de verificar poss&iacute;veis declinios da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva. O teste &eacute; composto por categorias que testam cinco aspectos do funcionamento cognitivo: orienta&ccedil;&atilde;o temporal e espacial; mem&oacute;ria imediata e de evoca&ccedil;&atilde;o; aten&ccedil;&atilde;o; c&aacute;lculo; linguagem e capacidade construtiva visual. O MEEM foi desenvolvido por Folstein et al. (1975), nomeadamente <i>Mini Mental State Examination</i> (MMSE) e posteriormente adaptado e validado para o Brasil por Bertolucci et al. (1994) e Brucki et al. (2003). Neste estudo foi utilizado o ponto de corte sugerido por Brucki et al. (2003) para classificar os idosos com decl&iacute;nio cognitivo, de acordo com os n&iacute;veis de escolaridade: 20 pontos para analfabetos; 25 pontos para idosos de 1 a 4 anos de estudo formal; 26,5 pontos para idosos de 5 a 8 anos de estudo formal; e 26 pontos para idosos que estudaram acima de 8 anos; 28 pontos para aqueles de 9 a 11 anos de estudo formal e 29 pontos para aqueles com mais de 11 anos de estudo formal. </p>     <p><i>Depress&atilde;o:<b> </b></i>A avalia&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o foi realizada atrav&eacute;s do <i>Beck Depression Inventory 2nd</i> (BDI-II) com o objetivo de verificar a presen&ccedil;a e a intensidade de poss&iacute;veis sintomas depressivos (Beck, Steer &amp; Carbin, 1988). A vers&atilde;o brasileira do BDI-II foi aprovada pelo Sistema de Avalia&ccedil;&atilde;o de Testes Psicol&oacute;gicos (SATEPSI) do Conselho Federal de Psicologia do (CFP) do Brasil, com a devida autoriza&ccedil;&atilde;o do <i>The Psychological Corporation</i>, em vers&atilde;o validada e atualizada por Gomes-Oliveira et al. (2012). Neste estudo, adotou-se os pontos de corte em conformidade com as normas da vers&atilde;o do instrumento em portugu&ecirc;s para o Brasil, nas quais os n&iacute;veis de intensidade da depress&atilde;o est&atilde;o subdivididos em: 0 a 11(m&iacute;nimo); de 11 a 19 (leve); de 20 a 35 (moderado) e de 36 a 63 (grave) (Cunha, 2001; Gorenstein, Pang, Argimon &amp; Werlang, 2012).</p>     <p><i>Satisfa&ccedil;&atilde;o com a Vida: </i>Foi utilizada a Escala de Satisfa&ccedil;&atilde;o com a Vida (ESV), desenvolvida por Diener et al. (1985), adaptada e validada no Brasil por Gouveia et al. (2009), tem por objetivo principal avaliar o componente cognitivo do bem estar subjetivo (BES), nomeadamente, satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (Albuquerque &amp; Tr&oacute;colli, 2004; Gouveia et al., 2009; Diener &amp; Chan, 2011). &Eacute; composta por 5 itens, os quais s&atilde;o respondidos em uma escala Likert, com respostas que variam de 01 (discordo completamente) a 05 (concordo completamente). Os resultados obtidos podem variar entre um m&iacute;nimo de 05 e um m&aacute;ximo de 25, com ponto m&eacute;dio de valor 15. Logo, quanto maior o escore total, maior a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (Gouveia et al., 2009; Diener &amp; Chan, 2011).</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Os momentos da recolha dos dados ocorreram em 35 semanas, no per&iacute;odo formal da realiza&ccedil;&atilde;o de atividades (f&iacute;sicas, sociais, culturais e educativas) nas institui&ccedil;&otilde;es selecionadas. Realizado o 1&ordm; momento avaliativo (avalia&ccedil;&atilde;o inicial), ap&oacute;s 15 semanas, realizou-se o 2&ordm; momento avaliativo (avalia&ccedil;&atilde;o interm&eacute;dia), 20 semanas depois, foi realizado o 3&ordm; momento avaliativo (avalia&ccedil;&atilde;o final).</p>     <p>Os dados foram recolhidos na cidade de Salvador, na Bahia, Brasil, ap&oacute;s cumpridos os aspectos formais de pedidos de autoriza&ccedil;&atilde;o &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es selecionadas e apresenta&ccedil;&atilde;o do projeto da pesquisa, foi viabilizado o contato entre a investigadora e participantes. Os idosos foram escolhidos por acessibilidade e conforme os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o deste estudo. Os participantes concordaram em participar do presente estudo, em acordo com os procedimentos &eacute;ticos definidos no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Os instrumentos utilizados no presente estudo foram aplicados por uma equipa constitu&iacute;da pela investigadora e colaboradores treinados para o efeito. Cada momento avaliativo teve a dura&ccedil;&atilde;o de 10 dias, nos quais os instrumentos foram administrados em grupos de aproximadamente 25 idosos, com dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de uma hora e meia por aplica&ccedil;&atilde;o. A recolha dos dados ocorreu em locais previamente marcados, como sedes de associa&ccedil;&otilde;es de bairros, de centros sociais urbanos, igrejas e da Universidade Aberta &agrave; Terceira Idade (UATI) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).</p>     <p><i>Procedimentos &eacute;ticos</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta pesquisa foi submetida ao julgamento a Comiss&atilde;o de &Eacute;tica da Universidade de Tr&aacute;s os Montes e Alto Douro (UTAD), sendo aprovado com protocolo n&ordm; 11/2015. Adotou os princ&iacute;pios &eacute;ticos dispostos na Resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho Nacional de Sa&uacute;de (n&ordm;196/96) do Brasil, com a devida aprova&ccedil;&atilde;o da coordena&ccedil;&atilde;o da UATI-UNEB.</p>     <p><i>An&aacute;lise estat&iacute;stica</i> </p>     <p>Para a constru&ccedil;&atilde;o da base de dados e posteriores an&aacute;lises estat&iacute;sticas, utilizou-se a vers&atilde;o 22.0 do SPSS&reg; (<i>Statistical Package for Social Sciences</i>). Foi aplicado o modelo geral linear (GLM) e utilizada uma MANCOVA de medidas repetidas ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o inicial dos exerc&iacute;cios f&iacute;sicos, cruzando os 3 momentos (avalia&ccedil;&atilde;o inicial, avalia&ccedil;&atilde;o interm&eacute;dia e avalia&ccedil;&atilde;o final), de forma a verificar o efeito da vari&aacute;vel factor tipo de atividade f&iacute;sica (pr&aacute;tica dupla, gin&aacute;stica, dan&ccedil;as e n&atilde;o pr&aacute;tica) na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, introduzindo no modelo, a idade como covari&aacute;vel. Para comparar os grupos, utilizou-se o teste de Kruskal-Wallis. Admitiu-se o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5% (p&#8804;0.05). </p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p><i>An&aacute;lise descritiva</i></p>     <p>A amostra foi dividida em 4 grupos, de acordo os resultados da frequ&ecirc;ncia dos idosos nos diferentes programas de atividade f&iacute;sica: grupo da pr&aacute;tica dupla (GPD) (22,1%), gin&aacute;stica (GG) (17,0%), dan&ccedil;as (GD) (12,5%) e n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica (GNP) (48,4%), conforme mostra o <a href="#q1">quadro 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a18q1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No <a href="#q2">quadro 2</a>, os resultados da MANCOVA com medidas repetidas mostram as compara&ccedil;&otilde;es dos 3 momentos avaliativos (avalia&ccedil;&atilde;o incial, avalia&ccedil;&atilde;o interm&eacute;dia e avalia&ccedil;&atilde;o final) <a name="_Toc459998808">segundo os diferentes programas de atividade f&iacute;sica (GPD, GG, GD e GNP) no MEEM (fun&ccedil;&atilde;o cognitiva), BDI-II (depress&atilde;o) e ESV (satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida).</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a18q2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Os dados obtidos e apresentados no <a href="#q2">quadro 2</a>, evidenciaram que n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas entre os grupos de pr&aacute;tica dupla (GPD), gin&aacute;stica (GG) e dan&ccedil;a (GD) para fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (p=1,000), depress&atilde;o (p=1,000) e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (p=1,000), exceto quando estes foram comparados com o grupo de idosos n&atilde;o praticantes de atividades f&iacute;sicas (p=0,000). Face a estes resultados podemos inferir que os diferentes programas de atividades f&iacute;sicas n&atilde;o evidenciaram efeito significativo na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. Foram registradas diferen&ccedil;as significativas, apenas quando estes grupos foram comparados com o grupo de idosos n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica (GNP). O grupo de idosos n&atilde;o praticantes (GNP) apresentou resultados inferiores nos 3 momentos avaliativos e em todos os testes utilizados.</p>     <p><i>An&aacute;lise inferencial</i></p>     <p>No <a href="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a18q3.jpg" target="_blank">quadro 3</a> apresenta o efeito dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica (GPD, GG e GD) e do GNP na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida na avalia&ccedil;&atilde;o incial, avalia&ccedil;&atilde;o interm&eacute;dia e avalia&ccedil;&atilde;o final.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a18q3.jpg" target="_blank"><img src="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a18q3.jpg" width="300" height="167"/><br />   (clique para ampliar ! click to enlarge)</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Os resultados do <a href="/img/revistas/psd/v19n2/19n2a18q3.jpg" target="_blank">quadro 3</a><a href="#q3"></a> indicam que n&atilde;o houve efeito significativo exclusivo dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica (GPD, GG e GD) na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida nos 3 momentos avaliativos. Mas, a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica realizada pelos idosos dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica, comprativamente ao grupo de idosos n&atilde;o praticantes (GNP), revelou efeito significativo nas vari&aacute;veis dependentes nos 3 momentos avaliativos. Na avalia&ccedil;&atilde;o incial, a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica (GPD, GG e GD) apresentou um efeito significativo na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (F= 49,754, p=0,000, Wilks' Lambda=0,975, h2=0,245), na depress&atilde;o (F= 44,214, p=0,000, Wilks Lambda=0,682, p=0,000, h2=0,224) e na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (F= 64,780, p=0,000, Wilks Lambda=0,494, h2=0,253). </p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o interm&eacute;dia, do mesmo modo que no avalia&ccedil;&atilde;o incial, a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica (GPD, GG e GD) apresentou um efeito significativo na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (F= 48,100, p=0,000, Wilks' Lambda=0,679, h2=0,238), na depress&atilde;o (F= 47,357, p=0,000, Wilks' Lambda=0,679, h2=0,236) e na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (F= 40,521, p=0,000, Wilks' Lambda=0,679, h2=0,209). Na avalia&ccedil;&atilde;o final, tamb&eacute;m foi verificado um efeito significativo da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (F= 54,291, p=0,000, Wilks' Lambda=0,554, h2=0,261), depress&atilde;o (F= 96,300, p=0,000, Wilks' Lambda=0,554, h2=0,385) e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (F= 79,154, p=0,000, Wilks' Lambda=0,554, h2=0,340). </p>     <p>Relativamente ao grupo de idosos n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica (GNP), n&atilde;o foram evidenciados efeitos significativos na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (p=1,000), depress&atilde;o (p=1,000) e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (p=1,000) nas avalia&ccedil;&otilde;es inicial, interm&eacute;dia e final.</p>     <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p>O presente estudo verificou o efeito dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em idosos. Nossos resultados n&atilde;o evidenciaram efeito significativo dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida nas avalia&ccedil;&otilde;es incial, interm&eacute;dia e final. Por&eacute;m, comparativamente ao grupo de idosos n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica, o grupo de idosos praticantes dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica (pr&aacute;tica dupla, gin&aacute;sticas e dan&ccedil;as) evidenciou um efeito significativo da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica nas vari&aacute;veis dependentes. </p>     <p>Estes resultados corroboram os de outras investiga&ccedil;&otilde;es, as quais evidenciaram que a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica apresentou efeito significativo na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (Lam et al., 2011; Souto, 2012; Suzuki et al., 2012; Guo et al., 2016), na depress&atilde;o (Dalla-D&eacute;a et al., 2009; Sigur&eth;ard&oacute;ttir, 2014) e na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (McAuley et al., 2000; Marconcin et al., 2010; Nascimento-J&uacute;nior et al, 2012; Novaes, 2012), mas n&atilde;o foi encontrado efeito exclusivo significativo dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica nas vari&aacute;veis cognitivas e psicol&oacute;gicas. </p>     <p>Na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, nos tr&ecirc;s momentos avaliativos do presente estudo, os idosos praticantes de diferentes programas de atividade f&iacute;sica (pr&aacute;tica dupla, gin&aacute;stica e dan&ccedil;as) revelaram os maiores valores no teste cognitivo. Em oposto, os idosos n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica apresentaram os valores mais baixos. </p>     <p>Estudos pr&eacute;vios demonstraram resultados semelhantes, Lam et al. (2011) em estudo longitudinal sobre o efeito do tai chi e do exerc&iacute;cio de alongamento em idosos, conclu&iacute;ram que em ambos os grupos, o exerc&iacute;cio f&iacute;sico revelou efeito significativo na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva ap&oacute;s um ano de treino, mas n&atilde;o foram verificados efeitos significativos dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica. </p>     <p>De modo similar aos nossos resultados e aos de Lam et al. (2011), Souto (2012) em um estudo longitudinal com idosos, concluiu que os diferentes programas de atividade f&iacute;sica (hidrogin&aacute;stica, caminhada e pr&aacute;tica combinada) n&atilde;o revelaram efeito significativo na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, mas foi constatado um aumento dos n&iacute;veis, tanto na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva geral, quanto nos dom&iacute;nios de reten&ccedil;&atilde;o, aten&ccedil;&atilde;o e c&aacute;lculo, evoca&ccedil;&atilde;o e habilidade construtiva destes idosos. </p>     <p>Em estudo mais recente, Guo et al (2016) encontrou resultados semelhantes, ao investigar o efeito de diferentes programas de exerc&iacute;cio f&iacute;sico na mem&oacute;ria visuo-espacial de trabalho em idosos, verificaram que os grupos de exerc&iacute;cios (principalmente, t&ecirc;nis de mesa, caminhada e nata&ccedil;&atilde;o) n&atilde;o revelaram efeito significativo na mem&oacute;ria visuo-espacial de trabalho, mas a pr&aacute;tica dos exerc&iacute;cios f&iacute;sicos revelou efeito significativo em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo controlo. Assim, como Liu-Ambrose, Nagamatsu, Voss, Khan e Handy (2012) que conclu&iacute;ram, a partir dos resultados de um estudo longitudinal, que tanto o treino de resist&ecirc;ncia, quanto o aer&oacute;bio, podem promover a neuroplasticidade cerebral em idosos e melhorar o desempenho da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva. </p>     <p>Neste sentido, esses estudos indicam que os idosos praticantes de atividade f&iacute;sica regular, apresentam melhor desempenho da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva que os idosos n&atilde;o praticantes, sugerindo que o efeito dos diferentes programas &eacute; inerente a pr&aacute;tica, n&atilde;o ao tipo do programa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Duzel et al. (2016), no entanto, ressaltam que o efeito ben&eacute;fico da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica est&aacute; associada aos seus n&iacute;veis de intensidade. Para que o efeito seja ben&eacute;fico &eacute; importante que ind&iacute;viduo alcance n&iacute;veis superiores de intensidade do exerc&iacute;cio f&iacute;sico. Mas, os resultados do estudo de meta-an&aacute;lise realizado por Sofi et al. (2010) demonstraram que, independente da intensidade (leve, moderada ou intensa), a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica pode ter efeito protetor ao decl&iacute;nio cognitivo. </p>     <p>Entretanto, Nelson et al. (2007) ao confirmar as recomenda&ccedil;&otilde;es internacionais de intensidade para a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica, consideram que, a atividade f&iacute;sica regular para a promo&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de geral de pessoas idosas, deve ser de intensidade moderada.</p>     <p>Nas pessoas idosas, o efeito da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica pode induzir a neuroplasticidade cerebral e a neurog&ecirc;nese adulta (Seib &amp; Martin-Villalba, 2014) com o aumento de fatores neurotr&oacute;ficos, como o BDNF, de fatores pr&oacute;-angiog&ecirc;nicos, aumento da capacidade vascular do sistema nervoso central e de melhor desempenho da atividade sin&aacute;ptica (L&auml;hteenvuo &amp; Rosenzweig, 2012; Jagust, 2013). </p>     <p>Portanto, a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos t&ecirc;m sido destacados na literatura por ter efeito significativo na melhora do desempenho da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva e tamb&eacute;m como protetor do decl&iacute;nio cognitivo e de dem&ecirc;ncias, como a Doen&ccedil;a de Alzheimer (Duzel et al., 2016). No presente estudo, observou-se que os idosos praticantes de atividade f&iacute;sica se destacaram com o melhor desempenho no teste cognitivo, especialmente os idosos do grupo de pr&aacute;tica dupla, ao contr&aacute;rio dos idosos n&atilde;o praticantes. </p>     <p>A depress&atilde;o em nossos resultados revelou um efeito significativo ben&eacute;fico da pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica quando comparada a n&atilde;o pr&aacute;tica. Mas, n&atilde;o foi encontrado um efeito significativo espec&iacute;fico dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica (dan&ccedil;as, gin&aacute;sticas e pr&aacute;tica dupla) nas avalia&ccedil;&otilde;es inicial, interm&eacute;dia e final. Verificou-se que a amostra de idosos participantes de diferentes programas de atividade f&iacute;sica regular apresentou valores baixos para depress&atilde;o nos tr&ecirc;s momentos avaliativos, enquanto que a amostra dos idosos n&atilde;o praticantes apresentou um aumento gradativo dos valores para depress&atilde;o, compat&iacute;veis com a indica&ccedil;&atilde;o de depress&atilde;o leve (Beck et al, 1988; Cunha, 2001; Gorenstein et al., 2012).</p>     <p>Com resultados semelhantes, Paw, van Poppel, Twisk e van Mechelen (2004) verificaram que os diferentes programas de atividade f&iacute;sica (treino de for&ccedil;a, atividade l&uacute;dica e combina&ccedil;&atilde;o de ambos) n&atilde;o apresentaram efeito significativo na depress&atilde;o, mas a pr&aacute;tica da atividade f&iacute;sica foi eficaz na redu&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis depressivos. </p>     <p>Blumenthal et al. (1999) ao comparar quatro grupos, sendo tr&ecirc;s grupos de diferentes programas de exerc&iacute;cio aer&oacute;bio (caminhada, corrida e ciclismo) e um grupo que apenas fez uso de medicamento antidepressivo, conclu&iacute;ram que os quatro grupos apresentaram melhora importante no quadro cl&iacute;nico da depress&atilde;o, sendo o efeito do medicamento mais r&aacute;pido que o do exerc&iacute;cio f&iacute;sico. No entanto, n&atilde;o foi encontrado efeito espec&iacute;fico dos diferentes programas, mas da pr&aacute;tica regular da atividade f&iacute;sica. </p>     <p>V&aacute;rios estudos indicam que o efeito do exerc&iacute;cio f&iacute;sico, especialmente o aer&oacute;bio, pode prevenir ou reduzir os sintomas depressivos (Blumenthal et al., 1999; Bridle et al., 2012; Sigur&eth;ard&oacute;ttir, 2014), em raz&atilde;o do aumento das monoaminas biog&ecirc;nicas cerebrais (Frazer et al, 2005) e do aumento da vasculariza&ccedil;&atilde;o e perfus&atilde;o cerebral, condi&ccedil;&atilde;o que contribui para que o fluxo sangu&iacute;neo cerebral associado a hemodin&acirc;mica sist&ecirc;mica de autorregula&ccedil;&atilde;o cerebrovascular que envolve a participa&ccedil;&atilde;o dos neur&ocirc;nios e glias, circule adequadamente nas art&eacute;rias e vasos cerebrais e favore&ccedil;a a angiog&ecirc;nese (L&auml;hteenvuo &amp; Rosenzweig, 2012). </p>     <p>Neste sentido, os processos neurofisiol&oacute;gicos atuam em constante intera&ccedil;&atilde;o para manter a perfus&atilde;o cerebral em funcionamento adequado e deste modo, evitar os sintomas depressivos (L&auml;hteenvuo &amp; Rosenzweig, 2012). A atividade f&iacute;sica regular tem sido amplamente indicada na literatura no tratamento e preven&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o (Blumenthal et al., 1999; Paw et al, 2004; Bridle et al, 2012), em virtude n&atilde;o apenas do seu efeito ben&eacute;fico nos mecanismos neurofisiol&oacute;gicos envolvidos na regula&ccedil;&atilde;o do estado de humor (Krishnan &amp; Nestler, 2008), mas tamb&eacute;m nas doen&ccedil;as cardiovasculares, neurodegenerativas e neuroend&oacute;crinas comuns no envelhecimento e geralmente, associadas aos sintomas depressivos (Aziz &amp; Steffens, 2013).</p>     <p>Na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, no presente estudo, os diferentes programas de atividade f&iacute;sica n&atilde;o demonstraram efeito significativo, mas assim como nas demais vari&aacute;veis dependentes, foi verificado um efeito significativo da pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica nas avalia&ccedil;&otilde;es inicial, interm&eacute;dia e final. Neste sentido, os valores obtidos na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida nos grupos de idosos praticantes de diferentes programas de atividade f&iacute;sica foram muito superiores aos valores encontrados no grupo de idosos n&atilde;o praticantes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com resultados similares, Novaes (2012) ao comparar o efeito de diferentes programas de atividade f&iacute;sica (treino de for&ccedil;a e hidrogin&aacute;stica) na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em dois grupos de mulheres idosas, n&atilde;o encontrou efeito espec&iacute;fico destes programas. Souto (2012) tamb&eacute;m n&atilde;o encontrou efeito espec&iacute;fico dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica (hidrogin&aacute;stica, caminhada e pr&aacute;tica combinada), assim como Mcauley et al. (2005) ao avaliar dois programas de atividade f&iacute;sica (treino de for&ccedil;a e aer&oacute;bio). Nestes estudos, foram verificados efeito significativo da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica, sendo que os grupos de idosos praticantes de atividade f&iacute;sica apresentaram os maiores n&iacute;veis valores de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida.</p>     <p>Os nossos resultados indicaram que nos tr&ecirc;s momentos avaliativos houve uma diferen&ccedil;a consider&aacute;vel de valores na ESV dos grupos de idosos praticantes de diferentes programas de atividade f&iacute;sica comparados ao grupo de idosos n&atilde;o praticantes. Estes idosos apresentaram os menores valores da amostra, com redu&ccedil;&atilde;o gradativa ao longo do estudo e compat&iacute;veis com baixos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida.</p>     <p>Diversos estudos verificaram que o efeito da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica foi eficaz em promover o aumento dos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em idosos praticantes de atividade f&iacute;sica regular, ao contr&aacute;rio, idosos n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica regular mantiveram ou reduziram seus niveis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida (Mcauley et al, 2005; Marconcin, 2009; Novaes, 2012; Souto, 2012; Nascimento-J&uacute;nior et al, 2012; Solberg et al., 2014). </p>     <p>No entanto, Solberg et al. (2013) ao verificar o efeito de diferentes programas de atividade f&iacute;sica (treino de for&ccedil;a tradicional, treino de for&ccedil;a funcional e treino de resist&ecirc;ncia) verificou um efeito significativo e exclusivo do treino de for&ccedil;a funcional na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida de idosos. Os demais treinos favoreceram o aumento nos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. </p>     <p>Percebe-se que, embora os autores tenham constatado um efeito exclusivo de um programa na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, de modo geral, a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica promoveu o aumento dos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida dos idosos. De fato, nossos dados sugeriram que apesar da satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida n&atilde;o ter revelado um efeito exclusivo dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica, a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica exerceu efeito significativo nesta vari&aacute;vel.</p>     <p>Neste sentido, podemos afirmar, conforme indicam muitos estudos, que a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica demonstra um efeito ben&eacute;fico tanto para prevenir o declinio da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva (Smith et al., 2010; Suzuki et al., 2012; Nunes, 2014; Guo et al., 2016), promover a redu&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de depress&atilde;o (Blumenthal et al., 2012; Bridle et al., 2012; Sigur&eth;ard&oacute;ttir, 2014) quanto para favorecer o aumento dos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida no envelhecimento (Nascimento-J&uacute;nior et al., 2012; Novaes, 2012). </p>     <p>Deste modo, a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica pode evitar o avan&ccedil;o do decl&iacute;nio cognitivo ou dem&ecirc;ncia (Duzel et al., 2016), a evolu&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o (Paw et al., 2004; Bridle et al., 2012), assim como o decr&eacute;scimo gradual dos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida do idoso (Mcauley et al, 2005; Nascimento-J&uacute;nior et al, 2012; Souto, 2012), a exemplo da amostra dos idosos n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica do presente estudo, cujos valores nos testes pioraram gradualmente no decorrer dos tr&ecirc;s momentos avaliativos. </p>     <p>No entanto, n&atilde;o podemos generalizar nossos resultados dada as limita&ccedil;&otilde;es de alguns aspectos do presente estudo. Consideramos que a verifica&ccedil;&atilde;o do efeito dos diferentes programas de atividade f&iacute;sica (dan&ccedil;as, gin&aacute;sticas e pr&aacute;tica dupla) poderia estar associada tamb&eacute;m a intensidade dos programas (leve, moderada ou vigorosa). Sugere-se, que nos futuros estudos, sejam verificados o efeito dos diferentes programas associados a intensidade da pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica.</p>     <p>A utiliza&ccedil;&atilde;o exclusiva de instrumentos de medidas por autorrelato (MEEM, BDI-II e ESV), poder&aacute; ser visto como outra limita&ccedil;&atilde;o do nosso estudo, embora sejam instrumentos utilizados em in&uacute;meros estudos longitudinais em v&aacute;rios pa&iacute;ses, com comprovada validade e fidedignidade, mas por se tratar de instrumentos de autorrelato est&atilde;o propensos ao vi&eacute;s nas informa&ccedil;&otilde;es. Sugere-se, ent&atilde;o, que em estudos futuros, a verifica&ccedil;&atilde;o do desempenho da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva seja realizada atrav&eacute;s de avalia&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica aprofundada, tendo o MEEM como um dos instrumentos. De modo semelhante, sugerimos que o BDI-II e a ESV sejam inseridos em avalia&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas realizadas por psic&oacute;logos e psiquiatras.</p>     <p>Diante das evid&ecirc;ncias encontradas no presente estudo, conclui-se que a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica realizada pelos grupos de idosos de diferentes programas de exerc&iacute;cio f&iacute;sico comparativamente ao grupo de idosos n&atilde;o praticantes de atividade f&iacute;sica, exerceu efeito significativo na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. Mas, os diferentes programas de atividade f&iacute;sica n&atilde;o apresentaram efeito espec&iacute;fico e significativo na fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, depress&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. Sendo assim, podemos afirmar que, independentemente do tipo de programa de atividade f&iacute;sica, um dos fatores fundamentais para a sa&uacute;de mental da amostra estudada &eacute; a pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sendo assim, vale destacar a import&acirc;ncia dos resultados obtidos no presente estudo para a busca de estrat&eacute;gias de promo&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de mental dos idosos atrav&eacute;s de atividades f&iacute;sicas regulares que visem a manuten&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia, autonomia e capacidade funcional do idoso e que possam prevenir ou atenuar o decl&iacute;nio da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva, da depress&atilde;o e promover o aumento dos n&iacute;veis de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Albuquerque, A. S., &amp; Tr&oacute;ccoli, B. T. (2004). Desenvolvimento de uma escala de bem-estar subjetivo. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa, 20</i>(2), 153-164. doi: 10.1590/S0102-37722004000200008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556357&pid=S1645-0086201800020001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Aziz, R. &amp; Steffens, D. (2013). What Are the Causes of Late-Life Depression? <i>Psychiatric Clinics of North America</i>, <i>36</i>, 497-516. doi: 10.1016/j.psc.2013.08.001&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556358&pid=S1645-0086201800020001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Beck, A., Steer, R., &amp; Carbin, M. (1988). Psychometric properties of the Beck Depression Inventory: Twenty-five years of evaluation. <i>Clinical Psychology Review</i>, <i>8</i>, 77-100. doi: 10.1016/0272-7358(88)90050-5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556359&pid=S1645-0086201800020001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bertolucci, P.H.F.; Brucki, S.M.D.; Campacci, S.R. &amp; Juliano, Y (1994). O Mini-Exame do Estado Mental em uma popula&ccedil;&atilde;o geral: Impacto da escolaridade. <i>Arq. Neuro-Psiquiatr, 52</i>, 01-07. doi: 10.1590/s0004-282x1994000100001&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556360&pid=S1645-0086201800020001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Blumenthal, J., Babyak, M., Moore, K., Craighead, W., Herman, S., Khatri, P. … Krishnan, K. R. (1999). Effects of Exercise Training on Older Patients with Major Depression. <i>Arch Intern Med</i>, <i>159</i>(19), 2349-2356. doi: 10.1001/archinte.159.19.2349&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556361&pid=S1645-0086201800020001800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bridle, C., Spanjers, K., Patel, S., Atherton, N., &amp; Lamb, S. (2012). Effect of exercise on depression severity in older people: Systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. <i>The British Journal of Psychiatry, 201(3), 180-185</i>. doi: 10.1192/bjp.bp.111.095174.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556362&pid=S1645-0086201800020001800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Brucki, S. &amp; Rocha, M. (2004). Category fluency test: Effects of age, gender and education on total scores, clustering and switching in Brazilian Portuguese-speaking subjects. <i>Braz J Med Biol Res</i>, 37. doi: 10.1590/s0100-879x2004001200002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556364&pid=S1645-0086201800020001800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cunha, J. A. (2001). <i>Manual da Vers&atilde;o em Portugu&ecirc;s das Escalas Beck</i>. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556365&pid=S1645-0086201800020001800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Dalla D&eacute;a, V., Duarte, E., Rebelatto, J., &amp; Castro, A. (2009). Influ&ecirc;ncia de um programa de atividades f&iacute;sicas de longa dura&ccedil;&atilde;o sobre sintomas depressivos em idosas. <i>Pensar A Pr&aacute;tica</i>, <i>12</i>. doi: 10.5216/rpp.v12i3.7425</p>     <!-- ref --><p>Diener, E., Emmons, R., Larsen, R., &amp; Griffin, S. (1985). The Satisfaction with Life Scale. <i>Journal of Personality Assessment</i>, <i>49</i>, 71-75. doi: 10.1207/s15327752jpa4901_13 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556368&pid=S1645-0086201800020001800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Diener, E., &amp; Chan, M. (2011). Happy people live longer: Subjective well-being contributes to health and longevity. <i>Applied Psychology: Health And Well-Being</i>, <i>3</i>(1), 1-43. doi: 10.1111/j.1758-0854.2010.01045.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556369&pid=S1645-0086201800020001800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Duzel, E., van Praag, H., &amp; Sendtner, M. (2016). Can physical exercise in old age improve memory and hippocampal function? <i>Brain</i>, <i>139</i>, 662-673. doi: 10.1093/brain/awv407&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556370&pid=S1645-0086201800020001800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Folstein M.F., Folstein S.E., &amp; McHugh P.R. (1975). Mini-mental state: A practical method for grading the cognitive state of patients for the clinician. <i>J Psychiatric Res, 12</i>, 189-98. doi: 10.1016/0022-3956(75)90026-6&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556371&pid=S1645-0086201800020001800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Frazer, C. J., Christensen, H., &amp; Griffiths, K. M. (2005). Effectiveness of treatments for depression in older people. <i>Medical Journal of Australia,</i><i> 182 (12)</i>, 627-632.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556372&pid=S1645-0086201800020001800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gomes-Oliveira, M., Gorenstein, C., Neto, F., Andrade, L., &amp; Wang, Y. (2012). Validation of the brazilian portuguese version of the Beck Depression Inventory-II in a community sample. <i>Revista Brasileira de Psiquiatria, 34</i>(4), 389-394. doi: 10.1016/j.rbp.2012.03.005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556374&pid=S1645-0086201800020001800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gorenstein, C., Pang, W. Y., Argimon, I. L., &amp; Werlang, B. S. G. (2012). BDI-II - <i>Manual do Invent&aacute;rio de Depress&atilde;o de Beck</i>. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo Livraria e Editora Ltda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556375&pid=S1645-0086201800020001800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gouveia, V. V., Milfont, T. L., Fonseca, P. N., &amp; Coelho, J. A. (2009). Life Satisfaction in Brazil: testing the psychometric properties of the Satisfaction with Life Scale (SWLS) in Five Brazilian Samples. <i>Soc Indic Res, 90</i>, 267-277. doi: 10.1007/s11205-008-9257-0&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556377&pid=S1645-0086201800020001800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Guo, W., Wang, B., Lu, Y., Zhu, Q., Shi, Z., &amp; Ren, J. (2016). The relationship between different exercise modes and visuospatial working memory in older adults: a cross-sectional study. <i>Peerj</i>, <i>4</i>, e2254. doi: 10.7717/peerj.2254&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556378&pid=S1645-0086201800020001800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jagust, W. (2013). Vulnerable Neural Systems and the Borderland of Brain Aging and Neurodegeneration. <i>Neuron</i>, <i>77</i>, 219-234. doi: 10.1016/j.neuron.2013.01.002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556379&pid=S1645-0086201800020001800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Krishnan, V. &amp; Nestler, E. (2008). The molecular neurobiology of depression. <i>Nature</i>, <i>455</i>, 894-902. doi: 10.1038/nature07455&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556380&pid=S1645-0086201800020001800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lam, L., Chau, R., Wong, B., Fung, A., Lui, V., Tam, C., … Chan, W. M. (2010). Interim follow-up of a randomized controlled trial comparing Chinese style mind body (Tai Chi) and stretching exercises on cognitive function in subjects at risk of progressive cognitive decline. <i>International Journal of Geriatric Psychiatry</i>, <i>26</i>, 733-740. doi: 10.1002/gps.2602&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556381&pid=S1645-0086201800020001800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>L&auml;hteenvuo, J. &amp; Rosenzweig, A. (2012). Effects of aging on angiogenesis. <i>Circulation Research</i>, <i>110</i>, 1252-1264. doi: 10.1161/circresaha.111.246116&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556382&pid=S1645-0086201800020001800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Liu-Ambrose, T., Nagamatsu, L., Voss, M., Khan, K., &amp; Handy, T. (2012). Resistance training and functional plasticity of the aging brain: A 12-month randomized controlled trial. <i>Neurobiology of Aging</i>, <i>33</i>(8), 1690-1698. doi: 10.1016/j.neurobiolaging.2011.05.010&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556383&pid=S1645-0086201800020001800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Marconcin, E. P., Corte-Real, N., Dias, C., &amp; Fonseca, A. M. (2010). Bem-estar subjetivo e a pr&aacute;tica de atividade desportiva em idosos alunos de universidades seniores do Porto. <i>RBCEH, </i>v. 7, n. 3, p. 335-345. doi: 10.5335/rbceh.2012.567</p>     <!-- ref --><p>McAuley, E., Blissmer, B., Marquez, D., Jerome, G., Kramer, A., &amp; Katula, J. (2000). Social relations, physical activity, and well-being in older adults. <i>Preventive Medicine</i>, <i>31</i>, 608-617. doi: 10.1006/pmed.2000.0740&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556385&pid=S1645-0086201800020001800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nascimento-J&uacute;nior, J. R., Capelari, J. B., &amp; Vieira, L. F. (2012). Impacto da pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica no estresse percebido e na satisfa&ccedil;&atilde;o de vida de idosos. <i>Rev. Educ. Fis / UEM</i>, 23(4), 647-654. doi: 10.4025/reveducfis.v23.4.16934.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556386&pid=S1645-0086201800020001800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nelson, M., Rejeski, J., Blair, S., Duncan, P., Judge, J., King, A. &amp; Castaneda-Sceppa, C. (2007). Physical activity and public health in older adults: Recommendation from the American College of Sports Medicine and the American Heart Association. <i>Med Sci Sports Exerc. 39(8):1435-45. </i>doi: 10.1249/mss.0b013e3180616aa2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556388&pid=S1645-0086201800020001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Novaes, G. S. (2012). <i>Efeitos de 6 meses de treino de for&ccedil;a vs hidrogin&aacute;stica na aptid&atilde;o funcional, aptid&atilde;o cardiorrespirat&oacute;ria, densidade mineral &oacute;ssea, bem-estar subjectivo, satisfa&ccedil;&atilde;o corporal e percep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de geral de idosas</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de doutoramento. Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro: Vila Real,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556389&pid=S1645-0086201800020001800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Portugal.</p>     <!-- ref --><p>Paw, M., van Poppel, M., Twisk, J., &amp; Mechelen, W. (2004). Effects of resistance and all-round, functional training on quality of life, vitality and depression of older adults living in long-term care facilities: A 'randomized' controlled trial. <i>BMC Geriatrics</i>, 4. doi: 10.1186/1471-2318-4-5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556391&pid=S1645-0086201800020001800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Seib, D. &amp; Martin-Villalba, A. (2014). Neurogenesis in the normal ageing hippocampus: A mini-review. <i>Gerontology</i>, <i>61</i>, 327-335. doi: 10.1159/000368575&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556392&pid=S1645-0086201800020001800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sigur&eth;ard&oacute;ttir, K. (2014). <i>Effect of a 12-week exercise intervention on anxiety and depressive symptoms among community dwelling older adults</i>. Master Thesis. Reykjavik University: Reykjavik,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=556393&pid=S1645-0086201800020001800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Iceland.</p>     <p>Smith, P., Blumenthal, J., Hoffman, B., Cooper, H., Strauman, T., &amp; Welsh-Bohmer, K. et al. (2010). Aerobic exercise and neurocognitive performance: A meta-analytic review of randomized controlled trials. <i>Psychosomatic Medicine</i>, <i>72</i>, 239-252. doi: 10.1097/psy.0b013e3181d14633</p>     <!-- ref --><p>Sofi, F., Valecchi, D., Bacci, D., Abbate, R., Gensini, G., Casini, A., &amp; Macchi, C. (2010). 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