<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1645-0086</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Psicologia, Saúde & Doenças]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Psic., Saúde & Doenças]]></abbrev-journal-title>
<issn>1645-0086</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1645-00862018000300012</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.15309/18psd1912</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores associados ao uso de preservativo e relações com prostitutas entre caminhoneiros do Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Factors associated with condom use and prostitution among truck drivers in Brazil]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[Poliana Freitas]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerqueira-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Elder]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="AA1">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Sergipe Departamento de Psicologia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Cristóvão ]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<volume>19</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>617</fpage>
<lpage>627</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1645-00862018000300012&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1645-00862018000300012&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1645-00862018000300012&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Este trabalho objetiva investigar a relação entre o uso de preservativo e relações sexuais com prostitutas entre caminhoneiros do Brasil e suas variáveis associadas. A amostra é composta por 680 homens caminhoneiros, entre 19 e 73 anos (M=42,52 DP= 10,78). O instrumento abordou o uso de preservativo, o consumo de álcool, as práticas sexuais na estrada e uma escala de conservadorismo. A coleta de dados foi realizada através de Inserção Ecológica, por conveniência em pontos de parada ou filas de carga e descarga. Os resultados indicaram que o maior percentual de uso de preservativo é encontrado entre os solteiros (42,1%), assim como entre os católicos (35%). Apenas 24,9% da amostra fazem uso consistente do preservativo. O uso de álcool e o conservadorismo não mostraram correlação significativa entre si, no entanto, o álcool apresentou uma correlação positiva com o número de parceiras por ano, uso de camisinha e frequência de relações sexuais na estrada. O estado civil, a frequência sexual na estrada e o número de parceiras por ano também mostraram um forte valor preditivo no uso consistente de camisinha na regressão binária. Este estudo confirmou a relação do uso de preservativo com alguns fatores associados tais como álcool, número de parceiras por ano, estado civil e frequência de relações sexuais por semana, conforme já foram apresentadas em estudos anteriores.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This work aims to investigate the relationship between condom use and sexual relations with prostitutes among Brazilian truck drivers and their associated variables. Sample is composed of 680 men truck drivers, between 19 and 73 years (M = 42.52 SD = 10.78). Instrument addressed the use of condoms, alcohol consumption, sexual practices on the road and a scale of conservatism. Data collection was performed through Ecological Insertion, for convenience, in resting areas or loading and unloading queues. Results indicated that the highest percentage of condom use was found among single people (42.1%), as well as among Catholics (35%). Only 24.9% of the sample makes consistent condom use. Alcohol use and conservatism did not show a significant correlation with each other; however, alcohol had a positive correlation with the number of partners per year, condom use and frequency of sexual relations on the road. Marital status, sex on the road and number of partners per year also showed a strong predictive value for consistent condoms use in a binary regression. This study confirmed the relationship of condom use with some associated factors such as alcohol, number of partners per year, marital status and frequency of sexual intercourse per week, as previously reported in revised studies.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[caminhoneiro]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[epidemiologia]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[preservativo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[prostituição]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[truck driver]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[epidemiology]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[condom]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[prostitution]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Fatores associados ao uso de preservativo e relações com    prostitutas entre caminhoneiros do brasil</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Factors associated with condom use and prostitution among    truck drivers in brazil</b></font></p>     <p><b>Poliana Freitas Costa<sup>1</sup>, Elder Cerqueira-Santos<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade Federal de Sergipe, Departamento de Psicologia, São    Cristóvão, Brasil.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este trabalho objetiva investigar a relação entre o uso de preservativo e relações    sexuais com prostitutas entre caminhoneiros do Brasil e suas variáveis associadas.    A amostra é composta por 680 homens caminhoneiros, entre 19 e 73 anos (M=42,52    DP= 10,78). O instrumento abordou o uso de preservativo, o consumo de álcool,    as práticas sexuais na estrada e uma escala de conservadorismo. A coleta de    dados foi realizada através de Inserção Ecológica, por conveniência em pontos    de parada ou filas de carga e descarga. Os resultados indicaram que o maior    percentual de uso de preservativo é encontrado entre os solteiros (42,1%), assim    como entre os católicos (35%). Apenas 24,9% da amostra fazem uso consistente    do preservativo. O uso de álcool e o conservadorismo não mostraram correlação    significativa entre si, no entanto, o álcool apresentou uma correlação positiva    com o número de parceiras por ano, uso de camisinha e frequência de relações    sexuais na estrada. O estado civil, a frequência sexual na estrada e o número    de parceiras por ano também mostraram um forte valor preditivo no uso consistente    de camisinha na regressão binária. Este estudo confirmou a relação do uso de    preservativo com alguns fatores associados tais como álcool, número de parceiras    por ano, estado civil e frequência de relações sexuais por semana, conforme    já foram apresentadas em estudos anteriores. </p>     <p><b>Palavras-chave:</b><b> </b>caminhoneiro, epidemiologia, preservativo, prostituição</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>This work aims to investigate the relationship between condom use and sexual    relations with prostitutes among Brazilian truck drivers and their associated    variables. Sample is composed of 680 men truck drivers, between 19 and 73 years    (M = 42.52 SD = 10.78). Instrument addressed the use of condoms, alcohol consumption,    sexual practices on the road and a scale of conservatism. Data collection was    performed through Ecological Insertion, for convenience, in resting areas or    loading and unloading queues. Results indicated that the highest percentage    of condom use was found among single people (42.1%), as well as among Catholics    (35%). Only 24.9% of the sample makes consistent condom use. Alcohol use and    conservatism did not show a significant correlation with each other; however,    alcohol had a positive correlation with the number of partners per year, condom    use and frequency of sexual relations on the road. Marital status, sex on the    road and number of partners per year also showed a strong predictive value for    consistent condoms use in a binary regression. This study confirmed the relationship    of condom use with some associated factors such as alcohol, number of partners    per year, marital status and frequency of sexual intercourse per week, as previously    reported in revised studies.</p>     <p><B>Keywords:</b> truck driver, epidemiology, condom, prostitution<b> </b></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>O uso de preservativo durante as relações sexuais é uma questão discutida mundialmente    (Castro, Caldas, Morcillo, Pereira &amp; Velho, 2016; Takakura, Wake &amp; Kobayashi,    2007) levando em conta que a sua não utilização é considerada enquanto um comportamento    de risco, por expor o indivíduo sexualmente ativo a uma gravidez indesejada    e à contaminação por infecções sexualmente transmissíveis e HIV. De acordo com    a Organização Mundial de Saúde, mais de um milhão de novos casos de Doenças    Sexualmente Transmissíveis (DSTs) são reportados por dia no mundo, assim como,    por ano são estimados 357 milhões de novas infecções com 1 dentre 4 DSTs (clamídia,    gonorreia, sífilis e tricomoníase), além de haver mais de 290 milhões de mulheres    infectadas com HPV (WHO, 2016). No Brasil, a mais recente estimativa é de que    existem 937 mil pessoas infectadas com sífilis; quase dois milhões com clamídia    e 685 mil pessoas infectadas com HPV (Governo Brasileiro, 2016). </p>     <p>Pensando de modo específico na população de caminhoneiros, a estimativa de    risco às DSTs e HIV é alta, a literatura aponta como motivos uma maior rotatividade    de parceiras e maior exposição às relações sexuais desprotegidas, ou seja, sem    camisinha (Cerqueira-Santos, 2015). Há uma maior relevância na investigação    com essa população, já que serve de &ldquo;ponte&quot; para doenças infecciosas. Por    exemplo, ao se expor a riscos de infecção por HIV e outras DSTs, a amplitude    da infecção se estende às esposas e parceiras fixas, uma vez que estudos (Rocha,    2008; Teles et al., 2008; Villarinho et al., 2002) apresentam que caminhoneiros    não usam preservativos em suas relações sexuais em casa. </p>     <p>Esse trabalho intencionou investigar a relação entre as relações sexuais com    prostitutas e o uso de preservativo entre homens motoristas caminhão que trabalham    no sistema rodoviário brasileiro e suas variáveis associadas. A hipótese inicial    era de que ter relações sexuais com prostitutas influenciava positivamente no    uso de preservativo por parte dos caminhoneiros.</p>     <p>É relevante observar a importância da decisão do homem na utilização do preservativo    masculino, já que esse é o mais distribuído e utilizado pela população brasileira    na atualidade (Dourado, MacCarthy, Reddy, Calazans &amp; Gruskin, 2015). Logo,    se torna importante investigar os fatores que estão associados a esta decisão    pelo uso de preservativo. De acordo com o estudo de Cruzeiro et al. (2010) o    uso de drogas lícitas, como por exemplo, o álcool, está associado ao número    de parceiros sexuais por ano dos caminhoneiros. Alguns estudos também apontam    que o uso de preservativo é menos relatado por aqueles com parceiros fixos do    que por aqueles com parceiros ocasionais (Teles et al., 2008; Madureira &amp;    Trentini, 2008) sendo apontado que os indivíduos dentro de uma relação estável    acreditam que o sexo seguro e a prevenção de doenças não estão diretamente ligados    ao uso de preservativo, mas à confiança e ao companheirismo existente entre    o casal (Alessi &amp; Alves, 2015). </p>     <p>Matos, Veiga &amp; Reis (2009) apontam a importância da decisão de ambos os    indivíduos da relação no uso consistente do preservativo. No entanto, foi encontrado    em outro estudo que muitas vezes as mulheres têm pouco poder de negociação do    uso do preservativo com os parceiros sexuais (Martins et al., 2006). A saúde    sexual foi uma das primeiras preocupações das feministas que se interessavam    pelo aumento da consciência para o debate sobre o planejamento familiar, na    década 1980 (DeSouza, Baldwin &amp; Rosa, 2000).</p>     <p>Entendendo que aspectos culturais influenciam comportamentos, é interessante    apontar nesse estudo o impacto da cultura machista nos comportamentos sexuais    (Maia et al., 2013). Cultura essa que entende a sexualidade masculina como possuidora    de um caráter expansivo e quase incontrolável, incentivando que os homens iniciem    logo cedo sua vida sexual e que tenham múltiplas parceiras sexuais, mesmo após    o casamento (Sousa, 2014). O machismo que tolera a infidelidade masculina e    retira o poder de negociação da mulher no uso de preservativo nas relações,    além de propiciar um início precoce na vida sexual, torna os indivíduos vulneráveis    a práticas sexuais de risco.</p>     <p>Quando se trata de comportamentos sexuais de trabalhadores migratórios, tais    como caminhoneiros, é importante observar certas peculiaridades sobre o uso    de preservativo; especialmente porque tais homens estão mais sujeitos ao sexo    com múltiplos parceiros e sexo pago. Estudos apontam que essa população tem    relevância na disseminação de doenças infecciosas tais como DSTs e HIV (Jackson    et al., 1997; Teles et al., 2008). Estudos (Villarinho et al., 2002; Alessi    &amp; Alves, 2015) encontraram que o discurso da cultura machista na população    de caminhoneiros faz com que eles se sintam menos vulneráveis à doenças e mais    propensos a ter diferentes parceiras sexuais na estrada, levando à uma maior    probabilidade de não uso de preservativo nas relações sexuais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No Brasil, o transporte rodoviário tem um forte impacto sobre a eficiência    e a produtividade sistêmica da economia brasileira, já que 61,1% do transporte    de cargas do ano de 2016 foi realizado utilizando rodovias, sendo transportadas    485.625 milhões de toneladas por quilômetro útil (Confederação Nacional do Transporte,    2016). Neste sentido, tornam-se importante os estudos sobre a forma de trabalho    e hábitos desses indivíduos. Numa pesquisa comparativa entre caminhoneiros brasileiros    e portugueses feito por Souza, Paiva e Reimão (2008) foi encontrado que os caminhoneiros    brasileiros dirigem por mais horas, apresentam mais dores no corpo e piores    índices de qualidade de vida que os portugueses. Os trabalhadores dessa área    sofrem com condições de trabalho, muitas vezes, insatisfatórias, que podem levar    a prejuízos na saúde por favorecer hábitos pouco saudáveis tais como sedentarismo,    inadequados hábitos alimentares, sobrepeso, uso de álcool e outras drogas, além    de comportamentos sexuais de risco (Masson &amp; Monteiro, 2010a; Cerqueira-Santos    &amp; Santana, 2014) Dentre os comportamentos sexuais de risco está, muitas    vezes, o restrito conhecimento sobre prevenção a DSTs e HIV que foi associado    à baixa escolaridade por Masson e Monteiro (2010b).</p>     <p><b>Método</b>    <br>   O banco de dados utilizado neste estudo é um recorte de uma pesquisa maior sobre    Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (ESCA) nas estradas do Brasil encomendada    pela Organização Não-Governamental Childhood Brasil, buscando conhecer o fenômeno    para um melhor enfrentamento da questão. Trata-se de um estudo exploratório    do tipo survey de abrangência nacional. O banco de dados é referente à terceira    onda de coleta dessa pesquisa realizada em 2015 e que teve sua primeira onda    em 2005, sendo assim feita a cada 5 anos. A partir dessa pesquisa foram produzidos    estudos similares (Morais et al., 2007; Cerqueira-Santos et al., 2008; Cerqueira-Santos    et al., 2015). </p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>Os participantes foram 680 homens caminhoneiros brasileiros, que viviam fora    de casa e engajados no transporte rodoviário. Com idade entre 19 a 73 anos,    com média de 42,52 anos (DP=11,782) e renda média de R$3.680,15 (DP= R$2.408,15).  </p>     <p>No <a href="#q1">quadro 1</a> são apresentados outros dados sociodemográficos,    mostrando que a maioria dos sujeitos (48,2%) tem escolaridade até o ensino fundamental,    74,4% está em algum tipo de relacionamento, enquanto 86,6% têm filhos. A doutrina/religião    da maioria é a católica (64,5%). A maior parte da amostra (72,1%) declarou não    ter relações sexuais quando está na estrada, sendo que 16,5% afirmaram ter relações    com prostitutas quando estão na estrada. Apenas 46,8% afirmaram não terem bebido    no último mês. A variância de parceiras sexuais por ano foi de 0 até 50, ou    seja, tem uma grande amplitude no número de relações sexuais por ano entre os    caminhoneiros. Quando na estrada, 74% dos sujeitos não fazem sexo, do restante,    16,5% fazem sexo com prostituta.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a12q1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><i>Material</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O instrumento utilizado se baseou em um questionário desenvolvido e descrito    por Morais et al. (2007) e Cerqueira-Santos et al. (2008) produzido para estudos    sobre exploração sexual de crianças e adolescentes com caminhoneiros contendo    questões sociodemográficas, assim como itens que abordavam temas relacionados    ao uso de preservativo e às práticas sexuais na estrada e também uma escala    de conservadorismo que constava de 13 itens. O instrumento era aplicado em forma    de entrevista no qual o entrevistador preenchia o questionário de acordo com    as respostas do participante. Para este artigo foram utilizadas as perguntas    acerca do uso de preservativo, do consumo de álcool, da frequência de atividade    sexual na estrada, do número de parceiras sexuais por ano, da busca por prostitutas,    além de dados sociodemográficos (idade, escolaridade, estado civil, religião)    e um instrumento de conservadorismo Childhood (2005) que contem 13 itens referentes    a opinião a cerca do papel do homem e da mulher, pena de morte, porte de arma,    infidelidade e redução da maioridade penal.</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p><b> </b>A coleta de dados foi baseada na metodologia da Inserção Ecológica    descrita por Cecconello e Koller (2003) para uso no estudo do desenvolvimento-no-contexto.    Foi realizado um treinamento com aqueles que coletaram os dados, sendo todos    estudantes de graduação de Psicologia do sexo masculino. A coleta ocorreu em    diferentes Estados do país, sendo eles, Pará, Rio Grande do Norte, Rio grande    do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. O objetivo dessa coleta era abranger    variados contextos e rotas frequentadas pelos participantes da pesquisa. A amostragem    foi selecionada por conveniência, contando com a participação dos motoristas    que concordaram em responder o questionário em seus momentos de folga. Sendo    que ao final do questionário o participante podia indicar outros sujeitos para    responder ao questionário. Os motoristas eram abordados em locais de parada    (posto de combustíveis, paradas de apoio, pátios) ou em filas para carga e descarga.    Cada entrevista durava em média 45 minutos, podendo variar de 30 minutos a 2    horas. </p>     <p><i>Análise de Dados</i></p>     <p>Os dados coletados foram submetidos a tratamento quantitativo, criando-se índices    e grupos com bases nas respostas às escalas e a algumas questões específicas.    Utilizando o <i>SPSS (versão 23)</i> foi realizada uma análise descritiva dos    dados sociodemográficos resultando na tabela 1. Para que partindo das informações    obtidas fossem escolhidas as variáveis que poderiam ser associadas ao uso consistente    de preservativo. Assim, foi executado um cruzamento qui-quadrado dos fatores    associados ao uso consistente de preservativo que culminou na tabela 2, onde    também se enfatizou as relações sexuais com prostitutas. Foi feita também uma    correlação de Pearson com os fatores selecionados resultando na tabela 3 e uma    regressão logística binária com desfecho em uso consistente de preservativo    que se tornou a tabela 4.</p>     <p><i>Questões Éticas</i></p>     <p>Foi garantida a integridade dos participantes deste estudo sendo assegurado    durante a realização da pesquisa o seu anonimato. Além da assinatura do termo    de consentimento livre e esclarecido, desde o contato inicial com o participante,    foi garantida a compreensão das características da pesquisa e dos seus direitos    como respondente, inclusive o caráter voluntário da participação e o sigilo    das informações. Todos os procedimentos do estudo foram aprovados pelo Comitê    de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade sob o número 30300814.1.0000.5546.</p>     <p><b>Resultados</b>    <br>   <b> </b>Quanto à análise dos dados relativos ao uso da camisinha, foi verificado    que a porcentagem de sujeitos que alegavam usar camisinha ‘<i>sempre</i>’ e    a porcentagem dos sujeitos que declarava ter usado camisinha na ultima relação    sexual eram discordantes, sendo o valor dos que usaram camisinha na ultima relação,    menor. Mostrando que alguns sujeitos mesmo declarando usar camisinha <i>‘sempre’</i>    também afirmavam não ter usado na última relação, possivelmente provocando essa    discordância. Assim, foi realizado um &ldquo;double check” onde utilizando o SPSS    foi feito um cruzamento para filtrar os casos e ter como ‘<i>Uso consistente    de preservativo</i>’ apenas aqueles que marcaram que usam ‘<i>sempre</i>’ assim    como usaram camisinha na última relação sexual. Assim, foi encontrado que apenas    24,9% da amostra tinha uso consistente de preservativo.</p>     <p>No <a href="#q2">quadro 2</a> são apresentados os fatores associados ao uso    de preservativo, dividindo a amostra entre grupos de ‘<i>Uso consistente</i>’,    que passaram pelo &ldquo;double check” e de ‘<i>Uso inconsistente</i>’, considerando    o sexo com prostitutas como diferencial no comportamento uma vez que a maior    parte que faz sexo nas estradas o faz com prostitutas. As duas únicas variáveis    que tiveram diferenças significativas foram estado civil e religião. Assim,    fica claro que o estado civil tem influência significativa no uso consistente    de camisinha, sendo que os que não estão em algum relacionamento e fazem sexo    com prostitutas, são os que mais frequentemente usam camisinha. Os que não estão    em relacionamento, mas não fazem sexo com prostitutas, também apresentaram um    uso consistente significativo (p&lt;0,001). No entanto, o dado aponta para o    fato de que mesmo em relacionamento estável, um percentual considerável desses    homens faz sexo com prostituas sem camisinha (63,4%). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a12q2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A religião foi outra variável de forte influência no uso de camisinha sendo    prevalente entre os católicos. Para a variável religião, o uso é mais frequente    entre os católicos (35%) do que entre os evangélicos (14,9%) com valor significativo    em p&lt;0,001. Os católicos que fazem uso consistente e não fazem sexo com prostitutas    (25,8%) são maioria em relação às outras orientações religiosas (evangélicos    = 9,3%; outros = 24,6%) tendo um valor significativo em p=0,002. Não foram encontradas    diferenças significativas em relação à idade, escolaridade e renda dos sujeitos.</p>     <p>No <a href="#q3">quadro 3</a>, é mostrada uma correlação de Pearson onde as    variáveis ‘Conservadorismo’, ‘Frequência de consumo de álcool no último mês’,    ‘Quantas parceiras sexuais por ano’, ‘Frequência de uso de camisinha para evitar    AIDS e outras DSTs’ e ‘Frequência de relações sexuais por semana na estrada’.    A frequência de relações sexuais na estrada se relacionou positiva e significativamente    com todas as outras variáveis (p&lt;0,001). No entanto o uso de álcool, se mostrou    com uma correlação significativa e positiva com quase todas variáveis, exceto    conservadorismo (r=0,014 e p=0,712). Mostrando que apesar de conservadorismo    e uso de álcool se relacionar de forma similar com as outras variáveis, elas    não se relacionam entre si, e o álcool parece ter uma relação mais significativa    com as outras variáveis que o conservadorismo. O uso de camisinha também tem    uma relação significativa com o número de parceiras por ano (r=0,349 e p&lt;0,001),    mostrando que o uso de camisinha é mais frequente quanto mais parceiras tiver    no ano.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a12q3.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p> Uma regressão logística foi realizada tendo como variável de desfecho o uso consistente  de preservativo. O modelo final é exposto no <a href="#q4">quadro 4</a>. As variáveis  ‘estado civil’ e ‘frequência sexual na estrada’ foram as de maior força associadas  ao uso de preservativo e pouco menos intensa foi a força do ‘número de parceiras  sexuais’. Sendo que tanto a ‘frequência sexual’ quando o ‘número de parceiras’  tiveram uma preditividade diretamente proporcional, enquanto que o estado civil  se direcionava ao valor que representava aqueles sem relacionamento estável. A  variância explicada final para o modelo foi de r² = 0,264.      <p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="q4"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a12q4.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Discussão</b>    <br>   Esse estudo, dentre outras contribuições, mostra sua importância no campo da    epidemiologia, já que os hábitos sexuais de trabalhadores migratórios tais como    caminhoneiros podem servir como condutor de diversas doenças infecciosas. De    acordo com Alessi e Alves (2015), eles são um grupo que está vulnerável às DST/AIDS,    uma vez que, assim como as prostitutas, são descritos como &ldquo;população-ponte”,    em função de suas múltiplas parcerias sexuais. Estudos anteriores com a população    de caminhoneiros (Jackson et al., 1997; Villarinho et al., 2002; Teles et al.,    2008; Alessi et al., 2015) buscaram também analisar fatores associados ao uso    de camisinha nessa população. É importante apontar que de acordo com este estudo,    63,4% dos homens que tem um relacionamento estável faz sexo com prostitutas    sem uso consistente do preservativo. Sendo assim, verificado o risco que representam    enquanto &ldquo;população-ponte”.</p>     <p>Os dados encontrados nesse estudo mostraram que o álcool se correlaciona fortemente    com o número de relações sexuais por semana, o número de parceiras por ano e    o uso de camisinha. O que corrobora o estudo de Cruzeiro e cols. (2010) em que    o uso de drogas lícitas e ilícitas se relaciona de forma diretamente proporcional    com o número de parceiras por ano. Gibney et al. (2003) afirmam que homens caminhoneiros    de Bangladesh que apresentam outros comportamentos de risco, tais como uso de    drogas recreativas e consumo de álcool têm mais chances de ter tido sexo com    garotas de programa no último ano. </p>     <p>O presente estudo também mostra que o conservadorismo apresentou correlação    significativa e positiva com o uso de camisinha, número de parceiras por ano    e relações sexuais por semana. Em relação ao uso de camisinha essa correlação    com o conservadorismo, é também mostrada em uma intervenção na Nigéria baseada    em ideias conservadoras (Jappah, 2013).</p>     <p>Na regressão foi encontrado que o estado civil, no caso ser solteiro, é um    forte preditor para o uso consistente de preservativo, ou seja, ser solteiro    aumenta as chances de usar camisinha. Também apareceu a frequência sexual na    estrada e o número de parceiras por ano como preditores. Mostrando que quanto    mais frequentes as relações sexuais na estrada e maior número de parceiras,    maior a chance de o indivíduo usar camisinha na relação sexual.</p>     <p>Entre as limitações desde estudo está o fato das coletas de dados serem feitas    através de auto relato em entrevistas orais, o que não permite atestar a veracidade    das falas dos sujeitos, já que há uma tendência a que eles deem respostas socialmente    mais aceitas. Como eles foram coletados por conveniência e indicações, não é    possível uma reaplicação. A investigação foi realizada apenas com homens caminhoneiros,    o que aumenta sua limitação acerca do impacto do conservadorismo no uso de preservativo,    já que não foi analisado o impacto direto da decisão da parceira. </p>     <p>O presente estudo objetivou investigar a relação entre as relações sexuais    com prostitutas e o uso de preservativo entre homens motoristas caminhão que    trabalham no sistema rodoviário brasileiro, além das variáveis associadas, tais    como número de parceiras por ano, álcool e conservadorismo, por exemplo. Foi    encontrado que o álcool se correlaciona com intensidade positiva com o número    de parceiras por ano, assim como com a frequência de relações sexuais na semana.    O uso de camisinha mostrou relação positiva com o álcool, o numero de parceiras    e frequência sexual. </p>     <p>Foi corroborada a hipótese inicial de que ter relações sexuais com prostitutas    influenciava positivamente no uso de preservativo por parte dos caminhoneiros,    já que maior parte dos que fazem sexo na estrada o faz com prostitutas e a frequência    sexual na estrada e o numero de parceiras por ano foram variáveis de forte valor    positivo em relação ao uso consistente de preservativo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Conclui-se que é necessária a produção de investigações e intervenções com    a população de caminhoneiros, focando na prevenção de DSTs/HIV através do uso    de preservativo, principalmente entre os que têm um relacionamento estável e    os que têm menos parceiras sexuais, que apresentaram menor uso consistente de    camisinha. Afinal, basta apenas uma relação sexual desprotegida para se contrair    DSTs e/ou HIV.</p>     <p>Foi observado num estudo de Cerqueira-Santos e Sousa (2015) que as variáveis    de conservadorismo, o número de parceiras por ano, uso de drogas e o envolvimento    com o comércio sexual se relacionam com o perfil de caminhoneiros perpetradores    da exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas brasileiras. A    relação entre o presente estudo e o de Cerqueira-Santos e Sousa (2015) aponta    a amplitude infecciosa que tem os comportamentos sexuais de risco por parte    dos caminhoneiros, ou seja, que não só as mulheres, prostitutas e caminhoneiros    estão em risco como também crianças e adolescentes.</p>     <p>No caso de projetos e campanhas que visem algum tipo de intervenção em relação    aos resultados deste e de outros estudos percebe-se a importância de identificar    e correlacionar outros fatores tais como as crenças religiosas do indivíduo,    as posturas machistas, o consumo de álcool e outras drogas, o comportamento    de utilização da prostituição enquanto recurso para alívio sexual, entre outros.    Leal (2008) já havia apontado como a maioria as intervenções focadas nos caminhoneiros    concentram-se na redução de parceiras sexuais, na abstinência durante as viagens    e na promoção do uso de preservativo, mas que desconsideram os comportamentos    que são da dimensão do prazer percebido por eles, não só sexual, como também    prazer no próprio risco.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS </b></p>     <!-- ref --><p>Alessi, A. &amp; Alves M. K. <b> </b>(2015). Hábitos de vida e condições de    saúde dos caminhoneiros do Brasil: uma revisão da literatura.<b> </b><i>Ciência    &amp; Saúde,</i> <i>8</i>(3), 129-136. doi: 10.15448/1983-652X.2015.3.18184&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559254&pid=S1645-0086201800030001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castro, E. L., Caldas, T. A., Morcillo, A. M., Pereira, E. M. A. &amp; Velho,    P. E. N. F. (2016) O conhecimento e o ensino sobre doenças sexualmente transmissíveis    entre universitários<i>.</i><b> </b><i>Ciência e Saúde Coletiva, 21</i> (6),    1975-1984. doi: 10.1590/1413-81232015216.00492015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559255&pid=S1645-0086201800030001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cecconello, A. M. &amp; Koller, S. H. (2003). Inserção ecológica na comunidade:    uma proposta metodológica para o estudo de famílias em situação de risco. <i>Psicologia:    Reflexão e Crítica. 16</i>(3), 515-24. doi: 10.1590/S0102-79722003000300010&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559256&pid=S1645-0086201800030001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cerqueira-Santos, E., Morais, N. A., Moura, A. &amp; Koller, S. (2008). Exploração    sexual de crianças e adolescentes: Uma análise comparativa entre clientes e    não-clientes do comercio sexual<i>.</i><b> </b><i>Psicologia: Reflexão e Crítica,    21</i>(3), 446-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559257&pid=S1645-0086201800030001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Cerqueira-Santos, E. &amp; Santana, M. V. M. (2014)<i>. </i>Satisfação no Trabalho    entre Profissionais do Transporte Rodoviário: Estudo Comparativo entre Autônomos    e Empregados<i>.</i><b> </b><i>Revista de Psicologia, 5</i> (1), 109-120.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559259&pid=S1645-0086201800030001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cerqueira-Santos, E. &amp; Sousa, D. A. (2014). Fatores associados ao uso de    preservativo entre trabalhadores da construção civil. <i>Revista Saúde e Desenvolvimento</i>,    <i>2</i>(1), 533-60. doi: 10.18316/1609 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559261&pid=S1645-0086201800030001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Cerqueira-Santos, E. &amp; Sousa, D. A. (2015). O papel dos caminhoneiros na    perpetração da exploração sexual de crianças e adolescentes. <i>Revista Psicologia    e Saúde, 7</i>(2) jul./dez. p. 168-176. </p>     <!-- ref --><p>Cerqueira-Santos, E. (Coord.) (2015). <i>O perfil do caminhoneiro, comércio    sexual e exploração sexual de crianças e adolescentes: Atualização 2015. </i>Relatório    de pesquisa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559263&pid=S1645-0086201800030001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Childhood (2005). O perfil do caminhoreiro Brasileiro. Relatório Técnico Na    Mão Certa. World Childhood Foundation. <a href="http://www.namaocerta.org.br/" target="_blank">www.namaocerta.org.br</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559265&pid=S1645-0086201800030001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Confederação Nacional do Transporte (2016). Recuperado de <a href="http://cms.cnt.org.br/Imagens%20CNT/BOLETIM%20ESTAT%C3%8DSTICO/BOLETIM%20ESTAT%C3%8DSTICO%202016/Boletim%20Estat%C3%ADstico%20-%2010%20-%202016.pdf" target="_blank">http://cms.cnt.org.br/Imagens%20CNT/BOLETIM%20ESTAT%C3%8DSTICO/BOLETIM%20ESTAT%C3%8DSTICO%202016/Boletim%20Estat%C3%ADstico%20-%2010%20-%202016.pdf</a>    . Acessado em: 14 de dezembro de 2016&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559266&pid=S1645-0086201800030001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cruzeiro, A. L. S., Souza, L. D. M., Silva, R. A. Pinheiro, R. T., Rocha, C.    L. A. &amp; Horta B. L. (2010). Comportamento sexual de risco: fatores associados    ao número de parceiros sexuais e ao uso de preservativo em adolescentes<i>.</i><b>    </b><i>Ciência &amp; Saúde Coletiva</i>. <i>15</i>(1), 1149-1158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559267&pid=S1645-0086201800030001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>DeSouza, E., Baldwin, J. R. &amp; Rosa, F. H. (2000) A Construção Social dos    Papéis Sexuais Femininos<i>.</i> <i>Psicologia: Reflexão e Crítica.</i> <i>13</i>(3),    485-496.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559269&pid=S1645-0086201800030001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dourado, I., MacCarthy, S., Reddy, M., Calazans, G. &amp; Gruskin, S. (2015)    Revisitando o uso do preservativo no Brasil<i>.</i> <i>Revista Brasileira Epidemiológica</i>.    <i>18</i>, 63-88. doi: 10.1590/1809-4503201500050006&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559271&pid=S1645-0086201800030001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gibney, L., Saquib, N. &amp; Metzger, J. (2003) Behavioral risk factors for    STD/HIV transmission in Bangladesh’s trucking industry.<b> </b><i>Social Science    &amp; Medicine</i>, <i>56</i>, 1411-1424. doi: 10.1016/S0277-9536(02)00138-7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559272&pid=S1645-0086201800030001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Governo Brasileiro, Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais (2016). Recuperado    de: <a href="http://www.aids.gov.br/pagina/dst-no-brasil" target="_blank">http://www.aids.gov.br/pagina/dst-no-brasil</a>.    Acessado em: 14 de fevereiro de 2017&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559273&pid=S1645-0086201800030001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Jackson, D. J., Rakwar, J. P., Richardson, B. A., Mandaliya, K., Chohan, B.    H., Bwayo, J. J., &hellip; Kreiss J. K. (1997) Decreased incidence of sexually transmitted    diseases among trucking company workers in Kenya: results of a behavioural risk-reduction    programme<i>.</i><b> </b><i>AIDS, 11</i>(7), 903-909.</p>     <!-- ref --><p>Jappah J. V. (2013) The convergence of American and Nigerian religious conservatism    in a biopolitical shaping of Nigeria’s HIV/AIDS prevention programmes<i>.</i><b>    </b><i>Global Public Health, 8</i>(3), 312-325. doi: 10.1080/17441692.2013.765023&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559275&pid=S1645-0086201800030001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Leal, A.F. (2008) <i>No peito e na raça: a construção da vulnerabilidade de    caminhoneiros - um estudo antropológico de políticas públicas para HIV/AIDS    no Sul do Brasil</i> [tese de doutorado, Universidade Federal do Rio Grande    do Sul] Recuperado de: <a href="http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/15570" target="_blank">http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/15570</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559276&pid=S1645-0086201800030001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Madureira V. &amp; Trentini M. (2008) Da utilização do preservativo masculino    à prevenção de DST/aids<i>. Ciência &amp; Saúde Coletiva, 13</i>(6), 1807-1816.    doi: 10.1590/S1413-81232008000600015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559277&pid=S1645-0086201800030001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Maia, C. C., Silva, K. L., Ferreira, A. G. N., Gubert, F. A., Scopacasa, L.    F., Pinheiro, P. N. C., Vieira N. F. C. (2013) Influência da cultura machista    na educação dos filhos e na prevenção das doenças de transmissão sexual: vozes    de mães de adolescentes<i>. Revista Adolescência &amp; Saúde, 10</i>(4), 17-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559278&pid=S1645-0086201800030001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>Martins, L. B. M., Costa-Paiva, L. H., Osis, M. J. D., Sousa, M. H., Pinto-Neto,    A. M. &amp; Tadini V. (2006) Fatores associados ao uso de preservativo masculino    e ao conhecimento sobre DST/AIDS em adolescentes de escolas públicas e privadas    do Município de São Paulo, Brasil<i>.</i><i>Caderno Saúde Pública</i>, Rio de    Janeiro, 22(2): 315-323. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2006000200009" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2006000200009</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559280&pid=S1645-0086201800030001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Masson V. A. &amp; Monteiro M. I. (2010a) Estilo de vida, aspectos de saúde    e trabalho de motoristas de caminhão. <i>Revista Brasileira de Enfermagem</i>,    Brasília, 63(4), 533-540. doi: 10.1590/S0034-71672010000400006</p>     <p>Masson V. A. &amp; Monteiro M. I. (2010b) Vulnerabilidade à doenças sexualmente    transmissíveis/AIDS e uso de drogas psicoativas por caminhoneiros.<i> Revista    Brasileira de Enfermagem</i>, Brasília, <i>63</i>(1), 79-83. doi: 10.1590/S0034-71672010000100013</p>     <!-- ref --><p>Matos, E. B., Veiga, R. T. &amp; Reis, Z. S. N. (2009) Intenção de uso de preservativo    masculino entre jovens estudantes de Belo Horizonte: um alerta aos ginecologistas.    <i>Revista Brasileira de Ginecologia Obstétrica. 31</i>(11), 574-580.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559283&pid=S1645-0086201800030001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Morais, N. A., Cerqueira-Santos, E., Moura, A., Vaz, M. &amp; Koller, S. H.    (2007) Exploração sexual comercial de crianças e adolescentes: um estudo com    caminhoneiros brasileiros<i>.</i> <i>Psicologia: Teoria e Prática</i>, <i>23</i>(3),    263-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559285&pid=S1645-0086201800030001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rocha, E. M. (2008). <i>DST e AIDS em regiões de fronteiras: um estudo com    caminhoneiros no estado de Rondônia</i> (dissertação). Brasília: UnB.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559287&pid=S1645-0086201800030001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sousa, L. M. S. (2014). <i>A vida que anda no mundo: contextos de vulnerabilidade    de caminhoneiros ao HIV/AIDS. </i>(Dissertação de Mestrado, Universidade Federal    da Bahia, Salvador, Brasil). Recuperado de: <a href="http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/18032" target="_blank">http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/18032</a></p>     <!-- ref --><p>Takakura, M., Wake, N. &amp; Kobayashi, M. (2007) Relationship of Condom Use    with Other Sexual Risk Behaviors among Selected Japanese Adolescents<i>.</i>    <i>Journal of Adolescent Health</i> 40, 85-88. doi: 10.1016/j.jadohealth.2006.07.005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559290&pid=S1645-0086201800030001200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Teles, A. S., Matos, M. A., Caetano, K. A. A., Costa, L. A., França, D. D.    S., Pessoni, G. C., (2008) Comportamentos de risco para doenças sexualmente    transmissíveis em caminhoneiros no Brasil. <i>Revista Panamericana Salud Publica,    24</i>(1), 25-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559291&pid=S1645-0086201800030001200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Villarinho, L., Bezerra, I., Lacerda, R., Latorre, M. R. D. O., Paiva, V.,    Stall, R., Hearst, N. (2002) Caminhoneiros de rota curta e sua vulnerabilidade    ao HIV. <i>Revista Saúde Pública 36,</i>(4), 61-7. doi: 10.1590/S0034-89102002000500009&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559293&pid=S1645-0086201800030001200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Villaruel, A. M., Jemmott, III J. B., Jemmott, L. S. &amp; Ronis D. L. (2007)    Predicting Condom Use Amog Sexually Experienced Latino Adolescents<i>.</i><b>    </b><i>Western Journal of Nursing Research,</i> <i>29</i>(6), 724-738. doi:    10.1177/0193945907303102&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559294&pid=S1645-0086201800030001200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>World Health Organization (2016). Recuperado de: <a href="http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs110/en/" target="_blank">http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs110/en/</a>    Acessado em: 14 de fevereiro de 2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=559295&pid=S1645-0086201800030001200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em 13 de Março de 2017/ Aceite em 29 de Outubro de 2018</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alessi]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alves]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hábitos de vida e condições de saúde dos caminhoneiros do Brasil: uma revisão da literatura]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência & Saúde]]></source>
<year>2015</year>
<volume>8</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>129-136</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Castro]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caldas]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morcillo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Velho]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. E. N. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O conhecimento e o ensino sobre doenças sexualmente transmissíveis entre universitários]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência e Saúde Coletiva]]></source>
<year>2016</year>
<volume>21</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1975-1984</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cecconello]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koller]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Inserção ecológica na comunidade: uma proposta metodológica para o estudo de famílias em situação de risco]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2003</year>
<volume>16</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>515-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerqueira-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morais]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moura]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koller]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Exploração sexual de crianças e adolescentes: Uma análise comparativa entre clientes e não-clientes do comercio sexual]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2008</year>
<volume>21</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>446-54</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerqueira-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santana]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. V. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Satisfação no Trabalho entre Profissionais do Transporte Rodoviário: Estudo Comparativo entre Autônomos e Empregados]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Psicologia]]></source>
<year>2014</year>
<volume>5</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>109-120</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerqueira-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores associados ao uso de preservativo entre trabalhadores da construção civil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Saúde e Desenvolvimento]]></source>
<year>2014</year>
<volume>2</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>533-60</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerqueira-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O papel dos caminhoneiros na perpetração da exploração sexual de crianças e adolescentes]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Psicologia e Saúde]]></source>
<year>2015</year>
<volume>7</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>168-176</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cerqueira-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O perfil do caminhoneiro, comércio sexual e exploração sexual de crianças e adolescentes: Atualização 2015. Relatório de pesquisa]]></source>
<year>2015</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Childhood</collab>
<source><![CDATA[O perfil do caminhoreiro Brasileiro: Relatório Técnico Na Mão Certa]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-name><![CDATA[World Childhood Foundation]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Confederação Nacional do Transporte</collab>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2016</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cruzeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. D. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Horta]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comportamento sexual de risco: fatores associados ao número de parceiros sexuais e ao uso de preservativo em adolescentes]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência & Saúde Coletiva]]></source>
<year>2010</year>
<volume>15</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1149-1158</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[De Souza]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Baldwin]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A Construção Social dos Papéis Sexuais Femininos]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2000</year>
<volume>13</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>485-496</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dourado]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MacCarthy]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reddy]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Calazans]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gruskin]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Revisitando o uso do preservativo no Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira Epidemiológica]]></source>
<year>2015</year>
<volume>18</volume>
<page-range>63-88</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gibney]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saquib]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Metzger]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Behavioral risk factors for STD/HIV transmission in Bangladesh’s trucking industry]]></article-title>
<source><![CDATA[Social Science & Medicine]]></source>
<year>2003</year>
<volume>56</volume>
<page-range>1411-1424</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Governo Brasileiro^dDepartamento de IST, Aids e Hepatites Virais</collab>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2016</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jackson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rakwar]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Richardson]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mandaliya]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chohan]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bwayo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kreiss]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Decreased incidence of sexually transmitted diseases among trucking company workers in Kenya: results of a behavioural risk-reduction programme]]></article-title>
<source><![CDATA[AIDS]]></source>
<year>1997</year>
<volume>11</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>903-909</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Jappah J. V.</collab>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The convergence of American and Nigerian religious conservatism in a biopolitical shaping of Nigeria’s HIV/AIDS prevention programmes]]></article-title>
<source><![CDATA[Global Public Health]]></source>
<year>2013</year>
<volume>8</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>312-325</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Leal]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[No peito e na raça: a construção da vulnerabilidade de caminhoneiros - um estudo antropológico de políticas públicas para HIV/AIDS no Sul do Brasil]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Madureira]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Trentini]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Da utilização do preservativo masculino à prevenção de DST/aids]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência & Saúde Coletiva]]></source>
<year>2008</year>
<volume>13</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1807-1816</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Maia]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gubert]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scopacasa]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. N. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vieira]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. F. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência da cultura machista na educação dos filhos e na prevenção das doenças de transmissão sexual: vozes de mães de adolescentes]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Adolescência & Saúde]]></source>
<year>2013</year>
<volume>10</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>17-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. B. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa-Paiva]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Osis]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinto-Neto]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tadini]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores associados ao uso de preservativo masculino e ao conhecimento sobre DST/AIDS em adolescentes de escolas públicas e privadas do Município de São Paulo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Caderno Saúde Pública Rio de Janeiro]]></source>
<year>2006</year>
<volume>22</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>315-323</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Masson]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estilo de vida, aspectos de saúde e trabalho de motoristas de caminhão]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Enfermagem]]></source>
<year>2010</year>
<volume>Brasília, 63</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>533-540</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Masson]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Vulnerabilidade à doenças sexualmente transmissíveis/AIDS e uso de drogas psicoativas por caminhoneiros]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília]]></source>
<year>2010</year>
<volume>63</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>79-83</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Veiga]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z. S. N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Intenção de uso de preservativo masculino entre jovens estudantes de Belo Horizonte: um alerta aos ginecologistas]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Ginecologia Obstétrica]]></source>
<year>2009</year>
<volume>31</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>574-580</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Morais]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cerqueira-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moura]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vaz]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koller]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Exploração sexual comercial de crianças e adolescentes: um estudo com caminhoneiros brasileiros]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Teoria e Prática]]></source>
<year>2007</year>
<volume>23</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>263-272</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[DST e AIDS em regiões de fronteiras: um estudo com caminhoneiros no estado de Rondônia]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. M. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A vida que anda no mundo: contextos de vulnerabilidade de caminhoneiros ao HIV/AIDS]]></source>
<year>2014</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Takakura]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wake]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kobayashi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Relationship of Condom Use with Other Sexual Risk Behaviors among Selected Japanese Adolescents]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Adolescent Health]]></source>
<year>2007</year>
<volume>40</volume>
<page-range>85-88</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teles]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caetano]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. A. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[França]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. D. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pessoni]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comportamentos de risco para doenças sexualmente transmissíveis em caminhoneiros no Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Panamericana Salud Publica]]></source>
<year>2008</year>
<volume>24</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>25-30</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Villarinho]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bezerra]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lacerda]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Latorre]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R. D. O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paiva]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stall]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hearst]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Caminhoneiros de rota curta e sua vulnerabilidade ao HIV]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Saúde Pública 36]]></source>
<year>2002</year>
<volume>(4)</volume>
<page-range>61-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Villaruel]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jemmott III]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jemmott]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ronis]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Predicting Condom Use Amog Sexually Experienced Latino Adolescents]]></article-title>
<source><![CDATA[Western Journal of Nursing Research]]></source>
<year>2007</year>
<volume>29</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>724-738</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2016</year>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
