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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Resiliência e gravidez na adolescência: uma revisão integrativa]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to obtain an overview of the scientific production about resilience and pregnancy in adolescence. An integrated bibliographic survey of articles published in scientific journals using the descriptors in the English language "pregnancy" and "adolescent" and "psychological resilience" and in the Portuguese language "gravidez" and "adolescente" and "resiliência psicológica". The data bases researched were SciELO, Scopus, BVS Regional Portal, PsycInfo and Web of Science, with articles indexed between the years of 2012 to 2017. The information collected was organized into scientometric and methodological categories. We identified 82 articles of which 44 were excluded per repetition and 30 because they did not specifically adolescent pregnancy or resilience because they were review articles or did not present the full text of free access. The remaining 8 articles were selected, all of them are international. Of these, 37.5% address factors that may influence young women to become pregnant, 100% identify intrinsic and extrinsica spects that are related to resilience, and 50% evaluate resilience levels in adolescent pregnant women. It has been identified that adverse experiences can be related to early motherhood and interfere in the adaptation. There is a higher prevalence of low socioeconomic stratum, older age, dropout after pregnancy and financial dependence of parents or partners before and after the discovery of gestation. The need for Brazilian studies that evaluating resilience in pregnant adolescents.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Resiliência e gravidez na adolescência: uma revisão integrativa</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Resilience and pregnancy in adolescence: an integrative review</b></font></p>     <p><b>Maria Helena Rêgo<sup>1</sup>, Alessandra Cavalcanti<sup>1</sup>, Eulália    Maia<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Programa de    Pós-Graduação em Psicologia, Natal, Rn, Brasil.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo objetiva obter um panorama da produção científica acerca    da resiliência e gravidez na adolescência. Foi realizado um levantamento bibliográfico    integrado de artigos publicados em periódicos científicos utilizando os descritores    na língua inglesa &quot;<i>pregnancy</i>&quot; and &quot;<i>adolescent</i>&quot;    and &ldquo;<i>psychological resilience</i>&rdquo;, e na língua portuguesa &ldquo;gravidez&rdquo; and    &ldquo;adolescente&rdquo; and &ldquo;resiliência psicológica&rdquo;. As bases de dados pesquisadas foram    o SciELO, Scopus, Portal Regional BVS, PsycInfo e Web of Science, com artigos    indexados entre os anos de 2012 a 2017. As informações coletadas foram organizadas    em categorias cientométricas. Foram identificados 82 artigos, dos quais 44 foram    excluídos por repetição e 30 por não abordarem especificamente a gravidez na    adolescência ou a resiliência, por serem artigos de revisão ou não apresentarem    o texto completo de livre acesso. Foram selecionados os 8 artigos restantes,    dos quais todos são internacionais. Desses, 37,5% abordam fatores que podem    influenciar as jovens a engravidarem, 100% identificam aspetos intrínsecos e    extrínsecos que se relacionam com a resiliência e 50% avaliam os níveis de resiliência    nas gestantes adolescentes. Foi identificado que experiências adversas podem    relacionar-se com a maternidade precoce e interferir na adaptação a ela. Há    uma maior prevalência de baixo estrato sócio-económico, da idade mais avançada,    do abandono dos estudos após a gravidez e da dependência financeira de pais    ou parceiros antes e após a descoberta da gestação. Destaca-se a necessidade    de produções brasileiras que avaliem a resiliência em adolescentes grávidas.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> resiliência psicológica, adolescente, gravidez, gravidez    na adolescência</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>This study aims to obtain an overview of the scientific production about resilience    and pregnancy in adolescence. An integrated bibliographic survey of articles    published in scientific journals using the descriptors in the English language    &quot;pregnancy&quot; and &quot;adolescent&quot; and &quot;psychological resilience&quot;    and in the Portuguese language &quot;gravidez&quot; and &quot;adolescente&quot;    and &quot;resiliência psicológica&quot;. The data bases researched were SciELO,    Scopus, BVS Regional Portal, PsycInfo and Web of Science, with articles indexed    between the years of 2012 to 2017. The information collected was organized into    scientometric and methodological categories. We identified 82 articles of which    44 were excluded per repetition and 30 because they did not specifically adolescent    pregnancy or resilience because they were review articles or did not present    the full text of free access. The remaining 8 articles were selected, all of    them are international. Of these, 37.5% address factors that may influence young    women to become pregnant, 100% identify intrinsic and extrinsica spects that    are related to resilience, and 50% evaluate resilience levels in adolescent    pregnant women. It has been identified that adverse experiences can be related    to early motherhood and interfere in the adaptation. There is a higher prevalence    of low socioeconomic stratum, older age, dropout after pregnancy and financial    dependence of parents or partners before and after the discovery of gestation.    The need for Brazilian studies that evaluating resilience in pregnant adolescents.</p>     <p><b>Keywords:</b> psychological resilience, adolescent, pregnancy, pregnancy    in adolescence</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a adolescência como o período dos    10 aos 19 anos de idade<sup> </sup>(OMS, 2014). É a etapa do desenvolvimento    entre a infância e a fase adulta, que apresenta grande importância para formação    da identidade (Erikson, 1972). Nela ocorrem muitas transformações físicas -    marcadas pelo processo de obtenção da maturidade sexual e alcance da capacidade    reprodutiva -, psicológicas e sociais (Nascimento, Xavier, &amp; Sá, 2011; Papalia,    Olds, &amp; Feldman, 2012).</p>     <p>Com o início da atividade sexual precoce e desprotegida, os adolescentes estão    expostos ao contágio por doenças sexualmente transmissíveis e susceptíveis a    uma gravidez nem sempre planejada (Almeida, Medeiros, Sousa, Maia, &amp; Maia,    2016; Queiroga <i>et al.,</i> 2014).<sup> </sup>A gestação na adolescência também    provoca grandes mudanças físicas, psíquicas, sociais e econômicas para as jovens,    demandando adaptações intrapsíquicas e interpessoais que oportunizam tanto o    crescimento psíquico como a sua deteorização (Maldonado, 2013). Alguns fatores    intrínsecos e extrínsecos às adolescentes grávidas podem funcionar como fatores    de risco - os quais dificultam o enfrentamento as situações difíceis, potencializando    os efeitos críticos desse evento -, ou fatores de proteção - que podem influenciar    de forma positiva as respostas do indivíduo e auxiliar no processo de adaptação    às situações adversas (Junqueira, &amp; Deslandes, 2003; Sousa, 2015). </p>     <p>Dentre os fatores de risco, podemos citar: prematuridade, baixo peso, atraso    no desenvolvimento, dificuldade de acesso à saúde, evasão escolar, sentimento    de culpa, isolamento, uso de drogas, desemprego, ambiente familiar desestruturado,    situações de negligência, violência e ausência de redes de apoio (Knorst, 2012;    Sousa, 2015). Já alguns exemplos dos fatores de proteção são: sociabilidade,    auto-imagem positiva, auto-estima elevada, confiança, forte senso de identidade,    autonomia, forte rede de apoio, capacidade de resolver problemas e estratégias    de enfrentamento (c<i>oping</i>) (Barakin, 2013; Knorst, 2012). </p>     <p>A relação entre esses fatores no nível intrapessoal e ambiental influencia    a adaptação do indivíduo as situações adversas (Tusaie, &amp; Dyer, 2004). A    capacidade do sujeito de adaptar-se, superar o momento crítico e sair fortalecido    dele, podendo utilizar tal experiência no seu desenvolvimento biopsicossocial    é denominado resiliência (Barakin, 2013; Tusaie, &amp; Dyer, 2004). Trata-se    de um processo dinâmico que abarca as habilidades comportamentais do indivíduo,    seus recursos psicológicos, sociais e ambientais (Knorst, 2012; Sousa, 2015).</p>     <p>Desse modo, um maior grau de resiliência pode possibilitar à gestante a capacidade    de lidar com as transformações inerentes a gravidez, podendo facilitar o acesso    aos recursos necessários para enfrentar os medos, as ansiedades, as oscilações    hormonais e o novo papel social, bem como auxiliar na promoção de autonomia,    responsabilidade e satisfação em ser mãe (Silva, Nakano, Gomes, &amp; Stefanello,    2009; Sousa, 2015).</p>     <p>Nesse sentido, obter o perfil das produções científicas relacionadas a resiliência    e a gravidez na adolescência possibilita um direcionamento tanto para o desenvolvimento    de novos estudos sobre a temática, como para a organização das práticas em saúde    ofertadas para as adolescentes. Diante disso, o presente estudo tem como objetivo    obter, por meio de uma revisão integrativa, um panorama da produção científica    sobre os temas da resiliência e gravidez na adolescência.</p>     <p><b>Método</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   O presente estudo consiste em um trabalho de revisão integrativa. Tal método    visa aprofundar o conhecimento acerca de um determinado assunto ou tema, por    meio do levantamento da literatura e a sintetização dos resultados de pesquisas    significativas (Souza, Silva, &amp; Carvalho, 2010). Ele pode auxiliar no direcionamento    de novas pesquisas e fornecer subsídios para a estruturação da prática profissional    (Almeida <i>et al.,</i> 2016; Souza <i>et al.,</i> 2010).</p>     <p>O processo da revisão integrativa seguiu seis passos, objetivando conferir    maior confiabilidade ao estudo. O primeiro passo foi a elaboração da questão    de pesquisa norteadora; o segundo consistiu no estabelecimento de critérios    de inclusão e exclusão para a seleção dos artigos, o terceiro na coleta de dados,    o quarto na análise crítica dos estudos incluídos, o quinto na comparação entre    os dados obtidos e o referencial teórico e a identificação das lacunas existentes,    e o sexto a construção da conclusão acerca dos resultados obtidos, com base    na análise crítica (Souza <i>et al.,</i> 2010).</p>     <p>Foi realizada uma busca em periódicos científicos utilizando os descritores    em língua inglesa <i>&ldquo;pregnancy&rdquo; </i>AND <i>&ldquo;adolescent&rdquo; </i>AND <i>&ldquo;psychological    resilience&rdquo;</i>, e na língua portuguesa &ldquo;gravidez&rdquo; AND &ldquo;adolescente&rdquo; AND &ldquo;resiliência    psicológica&rdquo;. As bases de dados pesquisadas foram SciELO, Scopus, Portal Regional    BVS, PsycInfo e Web of Science, com artigos indexados entre os anos de 2012    a 2017. As etapas de coleta, organização e análise dos dados aconteceram durante    os meses de janeiro a junho de 2017.</p>     <p>Os critérios de inclusão definidos foram artigos publicados entre os anos de    2012 e 2017, inseridos nas bases de dados citadas anteriormente, com texto completo    de livre acesso, e que abordem a temática da resiliência e da gravidez na adolescência.    Já os critérios de exclusão foram artigos de revisão, teses, dissertações, relatos    de casos, ou artigos que abordassem a gravidez na fase adulta.</p>     <p>Para a análise dos dados foi realizada uma leitura cuidadosa de cada texto,    e uma posterior sistematização das informações em categorias cientométricas    (Bufrem, &amp; Prates, 2005). Os resultados foram descritos em tabelas, onde    a primeira contém as bases de dados acessadas, os filtros utilizados, o número    de artigos encontrados e o número de artigos selecionados. A segunda abarca    informações sobre os autores e os anos de publicação, os objetivos dos estudos,    o desenho das pesquisas e principais resultados. Já a terceira apresenta o nível    de evidência dessas publicações, e a quarta as características sociodemográficas    da população estudada.</p>     <p><b>Resultados</b>    <br>   No <a href="#q1">quadro 1</a>, visualizado logo abaixo, foram identificados    82 artigos, dos quais 44 foram excluídos por repetição, 30 por não abordarem    especificamente a temática da gravidez na adolescência ou a resiliência, por    serem artigos de revisão ou não apresentarem o texto completo de livre acesso.    Foram selecionados para o estudo os 8 artigos restantes. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a19q1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em relação ao período temporal de publicação dos artigos selecionados, foi    possível evidenciar que o ano de maior publicação foi 2015 com 04 artigos, seguido    por 2014 com 02, e pelos anos de 2016 e 2017, ambos com 01 pesquisa, os anos    de 2012 e 2013 não apresentaram nenhuma produção. </p>     <p>O <a href="#q2">quadro 2</a> demonstra que 75% dos artigos são de abordagem    quantitativa, 12,5% qualitativa e 12,5% mista. Dos artigos selecionados, 37,5%    abordam fatores que podem influenciar as jovens a engravidarem, 100% identificam    aspectos intrínsecos e extrínsecos que se relacionam com a resiliência e 50%    avaliam os níveis de resiliência nas gestantes adolescentes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a19q2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No <a href="#q3">quadro 3</a>, em que constitui os níveis de evidência (Stillwell,    Fineout-Overholt, Melnyk, &amp; Williamson, 2010) dos artigos utilizados para    a revisão, é possível observar que dos 8 artigos encontrados, 7 deles eram estudos    de natureza qualitativa ou de cunho descritivo, em que confere a necessidade    de mais estudos voltados as intervenções nesses grupos de modo a verificar mudanças,    refutar ou confirmar hipóteses desenvolvidas a partir dos achados de estudos    teóricos ou descritivos. Apenas 1 dos artigos confere a avaliação de estudo    de coorte (nível de evidência IV), pontuando a importância de se verificar como    determinadas características são construídas ao longo do desenvolvimento humano.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a19q3.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Um estudo que realizou uma análise espacial da gravidez na adolescência e características    socioeconômicas dos municípios do Estado de São Paulo, Brasil (Martinez, Roza,    Caccia-Bava, Achcar, &amp; Dal-Fabbro, 2011), verificou a relação entre os fatores    sociais e econômicos com a incidência de gravidez na adolescência. Dentre as    pesquisas selecionadas para esse estudo, que traçaram o perfil sociodemográfico    das gestantes, percebeu-se uma maior prevalência de baixo estrato sócio-econômico    (Machado, Saito, &amp; Szarfarc, 2007; Solivan, Wallace, Kaplan, &amp; Harville,    2015; Ulloque-Caamaño <i>et al.,</i> 2015)0, a idade mais avançada (Ahorlu,    Pfeiffer, &amp; Obrist, 2015; Shpiegel, 2016; Ulloque-Caamaño <i>et al</i>.,    2015), o abandono dos estudos após a gravidez e a dependência financeira de    pais ou parceiros antes e após a descoberta da gestação (Machado <i>et al.,</i>    2007; Ulloque-Caamaño <i>et al.,</i> 2015; Wilson-Mitchell <i>et al</i>., 2014).    Tais achados corroboram com a literatura sobre gravidez na adolescência, que    aponta as meninas mais pobres, com baixa escolaridade e com iniciação sexual    precoce, como mais susceptíveis a engravidar (Mendonça, Abreu, Silva, &amp;    Andrade, 2012; Senna, &amp; Dessen, 2015; Fundo de População das Nações Unidas    (UNFPA), 2013).<sup> </sup>E identifica que 95% dos partos no mundo ocorrem    em países em desenvolvimento (UNFPA, 2013).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Corroborando esses aspectos socioeconomicos e gestacionais apresentados nos    estudos, foi possível desenvolver um compêndio das características presentes    de acordo com a descrição no <a href="#q4">quadro 4</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q4"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a19q4.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Com relação ao perfil ginecológico das gestantes, identificou-se que a idade    da menarca das jovens foi de 12,2 anos (DP: +- 1,3 anos), 56,6% tiveram sua    primeira relação sexual antes dos 15 anos, 85% não planejou a gravidez e 97,8%    realizou pré-natal precoce (Ulloque-Caamaño <i>et al.,</i> 2015). O alto número    de gestantes que realizaram pré-natal está em concordância com outro estudo    de relevância (Suzuki <i>et al.,</i> 2007), o qual sugere que apesar do sistema    básico de saúde não ser o ideal, tem conseguido garantir o direito ao acesso    a saúde. Além disso, autores identificam que há uma tendência a diminuição da    idade da menarca que associada à iniciação sexual precoce podem propiciar a    gravidez na adolescência (Queiroga <i>et al</i>., 2014).</p>     <p><b>Discussão</b>    <br>   Na análise realizada acerca dos trabalhos selecionados, constatou-se que todos    eles são internacionais, e como a gravidez na adolescência relaciona-se com    padrões culturais, costumes e questões sociais, os quais influenciam nos níveis    de resiliência das jovens (Ulloque-Caamaño, Monterrosa-Castro, &amp; Arteta-Acosta,    2015), a investigação na realidade brasileira é de substancial importância e    relevância para as evidências científicas e a contribuição em nível social,    na construção de políticas públicas de saúde, bem como na assistência especializada    a esse publico específico. </p>     <p>De acordo com os achados, 12,5% dos artigos identificaram a evitação da gravidez    como característica de resiliência em jovens em situação de vulnerabilidade,    e verificaram que, em comparação com meninos, as meninas são menos propensas    a evitar a gravidez na adolescência (Shpiegel, 2016).</p>     <p>Em relação à maternidade precoce não intencional, 37,5% dos trabalhos destacam    que experiências adversas vividas na infância como, por exemplo, privação sócio-econômica    e emocional, abuso físico e sexual, e negligência educacional, podem influenciá-la    (Bellis, Hughes, Leckenby, Perkins, &amp; Lowey, 2014; Ndjukendi <i>et al.,</i>    2017; Wilson-Mitchell, Bennett, &amp; Stennett, 2014). Quanto mais experiências    adversas na infância, maior a prevalência de gravidez na adolescência (Bellis    <i>et al</i>., 2014). Um estudo realizado com 66 adolescentes em Kinshasa (Ndjukendi    <i>et al.,</i> 2017) ainda apontou que a gravidez na adolescência pode configurar-se    como uma forma de enfrentamento a essas situações adversas. Tal ideia corrobora    com alguns autores, os quais consideram que para algumas adolescentes que vivenciam    contextos de extrema vulnerabilidade social, a gravidez pode constituir-se como    um fator protetivo ao desenvolvimento e representar uma renovação das perspectivas    futuras (Oliveira - Monteiro, Freitas, &amp; Farias, 2014).</p>     <p>Uma pesquisa que investigou o impacto da gravidez na saúde psicológica das    gestantes adolescentes (Wilson-Mitchell <i>et al.,</i> 2014) sugere que a circunstância    de vulnerabilidade e negligência também pode afetar a saúde psicológica das    mães adolescentes, causando sofrimento e levando a ideação suicida. Assim, a    literatura indica que o contexto social vivido pelas gestantes influencia nos    sentidos e significados atribuídos a gravidez, podendo interferir na adaptação    a ela (Santos, 2010; Inácio, &amp; Rasera, 2016).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foi verificado ainda a existência de relação significativa entre educação e    competência para evitar a gravidez na adolescência, sugerindo que jovens mais    instruídas possuem maior capacidade de evitar filhos (Ahorlu <i>et al</i>.,    2015). Além disso, identificou que o abandono dos estudos em virtude da gestação    pode acarretar na perda de oportunidades, na manutenção da dependência financeira,    na exposição a circunstâncias de marginalização social, abuso e violência familiar,    subdesenvolvimento e pobreza (Ahorlu <i>et al.</i>, 2015; Machado <i>et al</i>.,    2007; Suzuki, Ceccon, Falcão, &amp; Vaz, 2007).</p>     <p>Nesse sentido, a literatura aponta que a explicação para a ocorrência da gestação    nesta fase do desenvolvimento é multifatorial, pois sua decorrência sofre influência    do contexto social, dos níveis socioeconômicos, de escolaridade e informação,    e do acesso aos serviços de saúde e métodos contraceptivos (Queiroga <i>et al</i>.,    2014). Além disso, essa gravidez pode exercer um papel de risco ou proteção    ao desenvolvimento dessas jovens diante dos contextos vivenciados. </p>     <p>Dando destaque a resiliência, em uma pesquisa realizada com 406 gestantes adolescentes    do departamento de Bolívar, Caribe Colombiano (Ulloque-Caamaño <i>et al</i>.,    2015)0, foi observado que ela possui correlação com a idade da gestante, a idade    do companheiro, a idade da primeira relação sexual, a idade entre a primeira    relação sexual e a idade da gestante, anos entre a menarca e a idade em que    engravidou, anos de estudo, número de controles pré-natais e o número de ecografias    acompanhadas pelo companheiro.</p>     <p>Os fatores intrínsecos as adolescentes encontrados nos estudos, que podem modificar    de forma positiva a resposta às situações adversas durante a gravidez na adolescência    e ajudá-las no processo de adaptação, são: atitude positiva, auto-eficácia -    tomar medidas para alcançar um objetivo -; estar motivada para definir e alcançar    metas educacionais e de carreira; resistir a estereótipos culturais e estigmas    em torno da maternidade na adolescência (Solivan <i>et al</i>., 2015); sentir-se    aceita dentro do seu ambiente social (Ahorlu <i>et al.,</i> 2015); efeito estabilizador    da gravidez - a gestação modifica os comportamentos de risco da mães como, por    exemplo, fumar, usar drogas e consumir bebidas alcoólicas, possibilitando a    reorganização de suas vidas e a transformação do ambiente de risco -; concluir    ou estar interessada em prosseguir com a educação (Solivan <i>et al.,</i> 2015);    e os níveis de auto-estima moderado e alto (Ulloque-Caamaño <i>et al.,</i> 2015)0.</p>     <p>É importante destacar que um aspecto que pode ser considerado um fator de proteção    em alguns casos, pode tornar-se um fator de ameaça em outras situações. O estudo    realizado com as 406 gestantes adolescentes do departamento de Bolívar (Ulloque-Caamaño    <i>et al.,</i> 2015) também identificou que a incidência de baixa auto-estima    influencia negativamente os níveis de resiliência, uma vez que interfere na    percepção do indivíduo sobre si mesmo e o valor que possui (Monteiro, Azevedo,    Sobreiro, &amp; Constantino, 2012).</p>     <p>O estudo realizado com 66 adolescentes em Kinshasa<sup> </sup>(Ndjukendi <i>et    al.,</i> 2017) avaliou as estratégias de enfrentamento utilizadas pelas gestantes    adolescentes frente às adversidades da gravidez, e também quais os fatores estão    associados a essa adoção. As estratégias referem-se aos empenhos cognitivos    e comportamentais que o indivíduo promove buscando lidar com as situações estressoras    (Folkman, &amp; Lazarus, 1980). Os pesquisadores verificaram que 100% das jovens    grávidas utilizam a resolução emocional e 52,2% a auto-crítica. Os fatores associados    à utilização da primeira foram sexo feminino, fase intermediária da adolescência    (15 - 18 anos) e temperamento extrovertido; e à segunda foi o sexo feminino.    Para os autores, essas estratégias são disfuncionais e configuram-se enquanto    uma tentativa de redução da tensão experienciada, porém não garantem a resolução    do problema psicossocial, ocasionando a ausência da promoção de senso de competência    em situações de desajuste social básico. A literatura sobre o tema aponta que    as estratégias direcionadas para o enfrentamento do problema ou a elaboração    das dificuldades são mais freqüentes nos indivíduos resilientes (Pesce, Assis,    Santos, &amp; Oliveira, 2004). </p>     <p>Já os fatores extrínsecos as adolescentes que influenciam positivamente no    processo de resiliência são os fortes sistemas de apoio (emocional, monetário    e de saúde), fornecidos principalmente pela mãe (Solivan <i>et al</i>., 2015;    Wilson-Mitchell <i>et al</i>., 2014), mas também pelo pai, irmãos, pai do bebê    (Ahorlu <i>et al.,</i> 2015; Solivan <i>et al</i>., 2015), médicos e enfermeiras    (Ahorlu <i>et al</i>., 2015). O calor materno foi avaliado como um reflexo da    sensibilidade das mães das gestantes em responder ao ambiente estressor vivido    pelas jovens, auxiliando na adaptação (Zeiders, Umaña-Taylor, Updegraff, &amp;    Jahromi, 2015). No tocante a relação dos pais com as adolescentes, autores (Ahorlu    <i>et al.,</i> 2015; Wilson-Mitchell <i>et al.,</i> 2014)<sup> </sup>verificaram    que o diálogo entre eles sobre sexualidade e métodos contraceptivos é deficiente.    Tal dificuldade pode relacionar-se com questões culturais e/ou com a falta de    preparo para exercer esta função (Ahorlu <i>et al</i>., 2015).</p>     <p>Tais achados apresentam relação com os resultados encontrados em uma pesquisa    desenvolvida com 90 adolescentes de ensino médio na cidade de Fortaleza, uma    capital do nordeste brasileiro (Gondin <i>et al.,</i> 2015), a qual identificou    a família como transmissora de informações com caráter principalmente regulador    da sexualidade, limitando-se a regras de comportamento e transmissão de valores.</p>     <p>Além desses fatores, destacam-se também o capital cultural - acesso a mídia,    como TV, rádio, livros e músicas, que oferecem informações sobre prevenção e    gravidez -, ele pode funcionar como um complemento diante da lacuna no conhecimento,    fruto da falta de diálogo com os pais; e os cuidados pré-natais precoces, onde    a busca por este atendimento pode estar relacionado a fatores intrínsecos às    gestantes como, por exemplo, autoeficácia direcionada ao comportamento saudável    e o apoio social (Solivan <i>et al.,</i> 2015).</p>     <p>A pesquisa realizada com adolescentes do ensino médio sobre acessibilidade    a informações sobre saúde sexual e reprodutiva (Gondin <i>et al.,</i> 2015),    identificou também que os principais locais onde os jovens participavam de atividades    educativas sobre sexualidade são a escola e a igreja. Além disso, eles buscam    informações sobre o tema com os amigos, familiares, televisão, internet, revistas    e livros. Por isso, destaca a necessidade de articulação da rede em que o jovem    se insere, abarcando desde a família, a escola e o sistema de saúde, de modo    que eles recebam as informações e assistência de forma correta (Gondin <i>et    al.,</i> 2015).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>É importante ressaltar que para pensar as ações de saúde direcionadas a essa    população faz-se necessário compreender o modo como as adolescentes experimentam,    entendem e lidam com os acontecimentos característicos da adolescência e da    gestação, bem como os significados e crenças que atribuem a tais vivências (Senna,    &amp; Dessen, 2015). Desse modo, poderemos construir intervenções mais acessíveis    e eficazes.</p>     <p>Um estudo realizado com 204 mães adolescentes de origem mexicana (Zeiders <i>et    al.,</i> 2015) investigou um fator ambiental e social que pode dificultar a    adaptação à gravidez na adolescência. A pesquisa foi realizada com jovens mexicanas    que passam pela adaptação dual-cultural, ou seja, que experimentam múltiplas    expectativas, princípios, crenças e regras dentro da cultura que vivem e na    própria cultura de origem. O processo de adaptação aos novos valores, expectativas    e normas é chamado de aculturação, enquanto que a retenção desses aspectos do    seu país ou família de origem é denominada enculturação (Berry, 2003). A vivência    de tal processo pode causar estresse e angústia. Os autores identificaram o    estresse aculturativo e enculturativo como fatores que podem dificultar o enfrentamento    às situações adversas na gestação e ocasionar sintomas depressivos.</p>     <p>Por fim, a literatura revisada aponta a resiliência como a capacidade de adaptação    positiva em contextos adversos, que contribui para a qualidade de vida e o crescimento    pessoal (Ulloque-Caamaño <i>et al.,</i> 2015)0. Ela é influenciada por uma determinada    ameaça em um contexto prevalecente, por isso, não se constitui enquanto uma    situação estática, construída uma vez para todas as ameaças (Ahorlu <i>et al.,</i>    2015). Os estudos que avaliaram a resiliência em gestantes adolescentes verificaram    a maior incidência de resiliência moderada ou alta e a presença de habilidades    para lidar com os desafios apresentados pela gravidez (Ahorlu <i>et al.,</i>    2015; Ulloque-Caamaño <i>et al.,</i> 2015; Wilson-Mitchell <i>et al.,</i> 2014;    Zeiders <i>et al</i>., 2015). Não houve diferença significativa nos níveis de    resiliência em função do semestre da gestação (Ulloque-Caamaño <i>et al</i>.,    2015).</p>     <p>Diante dos resultados apontados, considera-se de extrema relevância a produção    de estudos de medição do grau de resiliência em gestantes adolescentes, capazes    de identificar os fatores de risco e proteção psicossociais que permeiam esse    público, a fim de auxiliar os pesquisadores na orientação de novas pesquisas,    e os profissionais da área da saúde no planejamento das intervenções que serão    realizadas com as jovens. </p>     <p>Muitas das variáveis que apresentam correlação com a resiliência podem ser    trabalhadas por programas de educação sexual. Nesse sentido os serviços de pré-natal    precisam estar cada vez mais acessíveis e capacitados para atender as adolescentes,    promovendo a tomada de consciência da maternidade e dos seus direitos, bem como    dos aspectos psicológicos envolvidos, objetivando auxiliá-las no enfrentamento    a gravidez e na tomada de decisões conscientes e responsáveis. </p>     <p>É importante dar destaque a necessidade do acompanhamento psicológico para    as gestantes adolescentes, dando suporte adequado para aquelas que estão em    sofrimento psíquico fruto, em alguns casos, de situações de negligência e abuso.    Além disso, os profissionais de saúde devem estar atentos as crenças e valores    das gestantes e seus familiares e atuarem facilitando o desenvolvimento estratégias    de enfrentamento mais eficientes. Por fim, destaca-se a necessidade de produções    brasileiras que avaliem a resiliência em adolescentes que vivenciam a experiência    da gravidez, uma vez que essa variável sofre influência de aspectos sociais,    ambientais e culturais. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Ahorlu, C. K., Pfeiffer, C., &amp; Obrist, B. (2015). Socio-cultural and economic    factors influencing adolescents’ resilience against the threat of teenage pregnancy:    a cross-sectional survey in Accra, Ghana. <i>Reproductive Health</i>, <i>12</i>,117.    doi: 10.1186/s12978-015-0113-9&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560378&pid=S1645-0086201800030001900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Almeida, D. S., Medeiros, A. P. S., Sousa, W. P. S., Maia, R. S., &amp; Maia,    E. M. C. (2016). Reincidência da gravidez na adolescência: uma revisão integrativa.    <i>Revista Adolescência e Saúde</i>, <i>13</i>(2), 124-132. Recuperado em 05    de maio, 2017 de: <a href="http://www.adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp?id=592" target="_blank">http://www.adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp?id=592</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560379&pid=S1645-0086201800030001900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barakin, T. (2013). Aperfeiçoar a resiliência de adolescentes e suas famílias.    <i>Revista Adolescência e Saúde</i>, <i>10</i>(2), 17-22. Recuperado em 01 de    maio, 2017, de: <a href="http://www.adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp?id=401" target="_blank">http://www.adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp?id=401</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560380&pid=S1645-0086201800030001900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bellis, M. A., Hughes, K., Leckenby, N., Perkins, C., &amp; Lowey, H. (2014).    National household survey of adverse childhood experiences and their relationship    with resilience to health-harming behaviors in England. <i>BMC Medicine</i>,    <i>12</i>, 72. doi: 10.1186/1741-7015-12-72&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560381&pid=S1645-0086201800030001900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Berry, J. W. (2003). Conceptual approaches to acculturation. In: Chun, KM.;    Organista, PB.; Marin, G., editors. <i>Acculturation: Advances in theory, measurement    and applied research</i> (pp. 17-37). Washington, DC: American Psychological    Association.</p>     <!-- ref --><p>Bufrem, L., &amp; Prates, Y. (2005). O saber científico registrado e as práticas    de mensuração da informação. <i>Ciência da Informação</i>, <i>34</i>(2), 9-25.    doi: 10.18225/ci.inf..v34i2.1086&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560383&pid=S1645-0086201800030001900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Erikson, E. (1972). <i>Identidade, juventude e crise</i>. Rio de Janeiro: Zahar.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560384&pid=S1645-0086201800030001900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Folkman, S., &amp; Lazarus, R.S. (1980). An analysis of coping in middleaged    community sample. <i>Journal of Health and Social Behaviour</i>, <i>21</i>,    219-239. Recuperado em 05 de abril, 2017, de: <a href="http://www.jstor.org/stable/2136617" target="_blank">http://www.jstor.org/stable/2136617</a>      &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560386&pid=S1645-0086201800030001900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fundo de População das Nações Unidas (2013). Maternidade precoce: enfrentando    o desafio da gravidez na adolescência. UNFPA. Recuperado em 05 de maio, 2017,    de: <a href="http://unfpa.org.br/Arquivos/swop2013.pdf" target="_blank">http://unfpa.org.br/Arquivos/swop2013.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560387&pid=S1645-0086201800030001900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gondin, P. S., Souto, N. F., Moreira, C. B., Cruz, M. E. C., Caetano, F. H.    P., &amp; Montesuma, F. G. (2015). Acessibilidade dos adolescentes às fontes    de informações sobre saúde sexual e reprodutiva. <i>Journal of Human Growth    and Development</i>, <i>25</i>, 50-53. doi: 10.7322/jhgd.96767&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560388&pid=S1645-0086201800030001900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Inácio, A. L. R., &amp; Rasera, E. F. (2016). Repetição da &ldquo;gravidez na adolescência&rdquo;    e o planejamento familiar. <i>Psicologia, Saúde &amp; Doenças,</i> <i>17</i>(2),    179-188. doi: 10.15309/16psd170206</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Junqueira, M. F. P. S., &amp; Deslandes, S. F. (2003). Resiliência e maus-tratos    à criança. <i>Cadernos de Saúde Pública</i><i>,</i> <i>19</i>, 227-235. doi:    10.1590/S0102-311X2003000100025&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560390&pid=S1645-0086201800030001900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Knorst, C. E. K. (2012). <i>Resiliência: instrumentos de avaliação no contexto    brasileiro.</i> (Monografia de especialização) Universidade Federal do Rio Grande    do Sul, Porto Alegre. Recuperado de: <a href="http://hdl.handle.net/10183/40112" target="_blank">http://hdl.handle.net/10183/40112</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560391&pid=S1645-0086201800030001900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Machado, N. O., Saito, M. I., &amp; Szarfarc, S. C. (2007). Características    sócio-demográficas e reprodutivas de adolescentes atendidas no pós-parto no    instituto da criança da universidade de São Paulo. <i>Revista Brasileira de    Crescimento e Desenvolvimento Humano</i>, <i>17</i>(3), 01-07. Recuperado em    18 de maio, 2017, de: <a href="http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbcdh/v17n3/01.pdf" target="_blank">http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbcdh/v17n3/01.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560392&pid=S1645-0086201800030001900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Maldonado, M. T. (2013). <i>Psicologia da gravidez</i>. Jaguatirica Digital:    Rio de Janeiro.</p>     <!-- ref --><p>Martinez, E. Z., Roza, D. L., Caccia-Bava, M. C. G. G., Achcar, J. A., &amp;    Dal-Fabbro, A. L. (2011). Gravidez na adolescência e características socioeconômicas    dos municípios do Estado de São Paulo, Brasil: análise espacial. <i>Caderno    de Saúde Pública, 27</i>(5), 855-867. doi: 10.1590/S0102-311X2011000500004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560394&pid=S1645-0086201800030001900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mendonça, G. M. M., Abreu, L. D. P., Silva, M. A. M., &amp; Andrade, M. P.    (2012). Promoção da saúde sexual de puérperas adolescentes: conhecimento e práticas.    <i>Revista Adolescência e Saúde, 9</i>(2), 14-20. Recuperado em 06 de abril,    2017, de: <a href="http://www.adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp?id=311" target="_blank">http://www.adolescenciaesaude.com/detalhe_artigo.asp?id=311</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560395&pid=S1645-0086201800030001900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Monteiro, R. F., Azevedo, L. F., Sobreiro, R. T., &amp; Constantino, P. (2012).    Autoestima e resiliência dos adolescentes da margem da linha: redes de apoio    social como fator de proteção. <i>Perspectiva online: biol. &amp; saúde,</i>    Campos do Goytacazes, <i>4</i>(2), 41-55. Recuperado em 4 de fevereiro, de:    <a href="http://www.seer.perspectivasonline.com.br/index.php/biologicas_e_saude/article/view/238/144" target="_blank">http://www.seer.perspectivasonline.com.br/index.php/biologicas_e_saude/article/view/238/144</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=560396&pid=S1645-0086201800030001900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nascimento, M. G., Xavier, P. F., &amp; Sá, R. D. P. (2011). Adolescentes grávidas:    A vivência no âmbito familiar e social. <i>Revista Adolescência e Saúde</i>,    <i>8</i>(4), 41-47. 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