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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variáveis sociodemográficas e saúde mental materna em contexto de vulnerabilidade social]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The current study investigated the relationship between sociodemographic factors, postpartum depression and minor psychiatric disorders in a sample of 60 mothers of three-month-old infants with social vulnerability profile from two communities in Salvador/Brazil. The mothers responded to a sociodemographic questionnaire, the Beck Depression Scale (BDI) and the Self-Report Questionnaire of Minor Psychiatric Disorders (SRQ-20). Some of the results supported the initial hypothesis that the greater the exposure to adverse social conditions, the greater the scores of psychiatric disorders. A negative correlation was found between maternal schooling and postpartum depression, and a positive correlation was found between the number of children and minor psychiatric disorders. Regression analysis confirmed the predictive power of the two variables. The study discusses the role of access to qualified education and family planning strategies as possible protective factors against the onset or worsening of symptoms of minor psychiatric disorders and depression in the postpartum period.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Variáveis sociodemográficas e saúde mental materna em contexto    de vulnerabilidade social</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Sociodemographic variables and maternal mental health in    a context of social vulnerability</b></font></p>     <p><b>Patrícia Alvarenga<sup>1</sup>, Laís Nunes Souto<sup>1</sup>, Hevilla Pereira    de Oliveira<sup>1</sup>, Isabela Gil Santana<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Instituto de Psicologia, Universidade Federal da Bahia, Salvador,    Brasil.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este estudo investigou a relação entre fatores sociodemográficos, depressão    pós-parto e transtornos mentais comuns em uma amostra de 60 mães de bebês de    três meses de vida, com perfil de vulnerabilidade social de duas comunidades    de Salvador/Brasil. As mães responderam a um questionário sociodemográfico,    à Escala Beck de Depressão (BDI) e ao Self-Report Questionnaire of Minor Psychiatric    Disorders (SRQ-20). Alguns dos resultados encontrados apoiaram a hipótese inicial    que quanto maior a exposição a condições sociais adversas, maiores os escores    de transtornos mentais. Foi encontrada uma correlação negativa entre a escolaridade    materna e a depressão pós-parto, e uma correlação positiva entre o número de    filhos e os transtornos mentais comuns. A análise de regressão confirmou o poder    preditivo das duas variáveis. Discute-se o papel do acesso à educação de qualidade    e ao planejamento familiar como possíveis fatores protetivos contra o surgimento    ou agravamento de sintomas de transtornos mentais comuns e depressão no pós-parto.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> saúde mental, vulnerabilidade social, variáveis sociodemográficas</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>The current study investigated the relationship between sociodemographic factors,    postpartum depression and minor psychiatric disorders in a sample of 60 mothers    of three-month-old infants with social vulnerability profile from two communities    in Salvador/Brazil. The mothers responded to a sociodemographic questionnaire,    the Beck Depression Scale (BDI) and the Self-Report Questionnaire of Minor Psychiatric    Disorders (SRQ-20). Some of the results supported the initial hypothesis that    the greater the exposure to adverse social conditions, the greater the scores    of psychiatric disorders. A negative correlation was found between maternal    schooling and postpartum depression, and a positive correlation was found between    the number of children and minor psychiatric disorders. Regression analysis    confirmed the predictive power of the two variables. The study discusses the    role of access to qualified education and family planning strategies as possible    protective factors against the onset or worsening of symptoms of minor psychiatric    disorders and depression in the postpartum period.</p>     <p><b>Keywords: </b>mental health, social vulnerability, sociodemographic, variables</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>A gestação e o nascimento de um filho são eventos que geram mudanças marcantes    na vida familiar, especialmente, para as mulheres. As alterações físicas características    da gestação e as incertezas em relação ao parto e à maternidade, além de preocupações    financeiras e ajustes a serem implementados na rotina familiar, podem ser considerados    eventos estressores significativos. Esses e outros eventos podem desencadear    sintomas de transtornos mentais nos períodos pré e pós-parto, causando grande    sofrimento à mulher e podendo também repercutir na sua relação com o bebê (Alhusen,    2008; Alvarenga, Dazzani, Alafaya, Lordelo &amp; Piccinini, 2012; Caughy, Huang    &amp; Lima, 2009; Field et al., 2010; Field, 2011). Quando a família está inserida    em um contexto de vulnerabilidade social, esses problemas tendem a se agravar    (Fisher et al., 2012). A vulnerabilidade social pode ser definida como o resultado    negativo da relação entre a disponibilidade dos recursos materiais ou simbólicos    de indivíduos ou grupos, e o acesso à estrutura de oportunidades sociais, econômicas,    culturais que provêm do Estado, do mercado e da sociedade (AbraMovay, Castro,    Pinheiro, Lima &amp; Martinelli, 2002).</p>     <p>A depressão pós-parto é um dos quadros mais investigados nesse contexto. Caracteriza-se    por desânimo persistente, sentimento de culpa, alterações do sono, ideias suicidas,    temor de machucar o filho, diminuição do apetite e da libido, diminuição do    nível de funcionamento mental e presença de ideias obsessivas ou supervalorizadas    (Moraes et al., 2006). A prevalência da depressão pós-parto verificada em estudos    epidemiológicos brasileiros varia entre 12 e 26% (Brito, Alves, Ludermir &amp;    Araújo, 2015; Figueira, Diniz, Silva &amp; Filho 2011). Além da depressão, sintomas    de ansiedade também são comuns na gestação e no puerpério (Ribeiro, Perosa &amp;    Padovani, 2014). O conceito de transtornos mentais comuns tem sido utilizado    como uma forma de descrever e avaliar sintomas que são frequentes em quadros    de depressão e de ansiedade, e representa uma ferramenta conceitual e operacional    muito útil para este fim. O construto faz referência à saúde de indivíduos que    não preenchem os critérios formais para diagnósticos de depressão ou ansiedade,    mas que apresentam sintomas proeminentes e possível incapacitação funcional    comparável aquela que ocorre em quadros crônicos (Santos et al., 2007). A prevalência    de transtornos mentais comuns em populações de gestantes e puérperas ou mães    nos primeiros meses de vida do bebê é de aproximadamente 41% de acordo com estudos    nacionais (Almeida, Nunes, Camey, Pinheiro &amp; Schmidt, 2012; Silva et al.,    2010). </p>     <p>Além do impacto de aspectos biológicos, da história prévia de queixas de saúde    mental da mulher (Aliane, MaMede &amp; Furtado, 2011; Alvarenga &amp; Frizzo,    prelo; DiPietro, Novak, Costigan, Atella &amp; Relsing, 2006; McCoy, Beal, Shipman,    Payton &amp; Watson, 2006) e das redes de apoio social (Alvarenga, Palma, Silva    &amp; Dazzanni, 2013; Figueira et al., 2011), vários estudos têm destacado a    importância de variáveis sociodemográficas como fatores de risco ou proteção    contra o aparecimento de queixas de ansiedade e depressão ao longo dos períodos    pré e pós-parto. Nessas investigações, alguns fatores específicos têm se mostrado    mais relevantes, embora alguns achados contraditórios ainda causem controvérsias.</p>     <p>Um dos fatores sociodemográficos que tem apresentado relações consistentes    com sintomas de transtornos mentais no pré e no pós-parto, e particularmente    com a depressão nesse contexto, é a escolaridade materna. Inúmeras investigações    indicam que quanto menor o tempo de estudo maiores as chances de a mulher desenvolver    depressão pós-parto (Alvarenga, et al. 2012; Brito et al., 2015; Economou, Madianos,<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=Peppou%20LE%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22939388">    </a>Peppou, Patelakis &amp; Stefanis, 2013; Silva et al., 2010; Morais, Fonseca,    David, Viegas &amp; Otta, 2015; Ruschi et al., 2007). Quanto à ansiedade, especificamente,    o estudo de Araújo, Pacheco, Pimenta e Kac (2008) revelou maiores escores de    ansiedade traço em gestantes com menor nível educacional em uma amostra do Rio    de Janeiro. </p>     <p>A renda familiar ou as condições financeiras da família também podem afetar    a ocorrência desse tipo de sintoma no contexto da gestação e do pós-parto. Alguns    estudos revelaram que quanto menor for a renda familiar da gestante ou mãe maiores    as chances de desenvolver sintomas de transtornos mentais (Alvarenga et al.,    2012; Faisal-Cury &amp; Menezes, 2006; Greinert &amp; Milani, 2015; Kerber,    Falceto &amp; Fernandes, 2011; Silva et al., 2010). Os achados de Figueira et    al., (2011) mostraram que a presença de dificuldades financeiras tem relação    mais relevante com risco de desenvolver depressão pós-parto do que o fato de    trabalhar ou não fora de casa. O estudo de Alvarenga e Frizzo (prelo) revelou    que a renda<b> </b>foi um preditor significativo dos sintomas de transtornos    mentais comuns durante o terceiro trimestre de gestação em mulheres de Salvador/BA.</p>     <p>Outro fator que tem estado associado à depressão e à ansiedade é a quantidade    de filhos. O estudo de Alvarenga et al., (2012) verificou que quanto maior o    número de filhos maior o número de sintomas revelados pelos escores de transtornos    mentais comuns. Corroborando esses achados Almeida et al., (2012), constataram    que mães com dois ou mais filhos tinham maior probabilidade de apresentar transtornos    mentais associados à depressão, ansiedade, álcool, e também transtornos alimentares    e somatoformes. Com relação à ansiedade, no estudo de Faisal-Cury e Menezes    (2006), os escores em um teste que avaliou o traço de ansiedade estiveram associados    ao maior número de filhos. Embora o tamanho da prole esteja associado aos sintomas    de transtornos mentais, é possível que apenas um número elevado de filhos afete    a saúde mental da mulher. Por exemplo, o estudo de Urdaneta et al., (2010) não    apontou para diferenças significativas quanto à presença de depressão pós-parto    entre mães primíparas e multíparas. </p>     <p>Dentre os estudos revisados, dois revelaram relações entre a idade e a saúde    mental materna. Em um dos estudos, a ansiedade traço foi significativamente    maior em gestantes com idades entre 18 e 24 anos se comparadas a mulheres nas    faixas etárias acima de 25 anos (Araújo et al., 2008). De modo semelhante, no    estudo de Faisal-Cury e Menezes (2006), tanto a ansiedade traço como a ansiedade    estado estiveram associadas à menor idade das mães, durante o puerpério. Para    os autores do último estudo citado, esses achados indicariam que mães mais jovens    têm menos experiência no enfrentamento das dificuldades relacionadas ao puerpério.    Outros estudos investigaram essa relação, porém, não constataram efeitos da    idade sobre a depressão (Cantilino et al., 2010; Guedes et al., 2011), tampouco    sobre sintomas de transtornos mentais em geral em gestantes e mães (Almeida    et. al., 2012; Alvarenga et al., 2012).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No que diz respeito ao <i>status</i> conjugal ou ao fato de coabitar ou não    com o parceiro, há estudos que indicam que entre mulheres que não moram com    um companheiro ou com o pai do bebê, a frequência de transtornos mentais ou    depressão na gravidez é mais alta (Almeida et al., 2012; Thiengo, Santos, Fonseca,    Abelha &amp; Lovisi, 2012). Entretanto, outros estudos revisados que investigaram    relações semelhantes não chegaram às mesmas conclusões (Baptista, Baptista &amp;    Torres, 2006; Figueira et al., 2011; Kerber et al., 2011). No estudo de Araújo    et al., (2008) por exemplo, sintomas de ansiedade foram significativamente mais    frequentes entre gestantes que viviam com um companheiro.</p>     <p>Outro fator importante a ser considerado é o <i>status </i>ocupacional da mulher.    Alguns estudos apontam para uma associação significativa entre sintomas de ansiedade    e depressão durante a gravidez e o pós-parto e o desemprego (Almeida et al.,    2012; Araújo et al., 2008; Thiengo et al., 2012). Outro achado interessante    foi o de que o emprego ocasional esteve associado ao transtorno depressivo durante    a gestação. O transtorno foi significativamente mais frequente em mulheres que    trabalhavam ocasionalmente, quando comparadas a donas de casa e estudantes (Thiengo    et al., 2012). </p>     <p>Dada a importância de se considerar as condições sociodemográficas típicas    das famílias brasileiras, a revisão de literatura apresentada privilegiou a    literatura nacional, na qual já se encontra um número expressivo de investigações    sobre as relações entre esses fatores e os sintomas de transtornos mentais no    pré e no pós-parto. De qualquer modo, é importante salientar que os estudos    internacionais também apontam para relações semelhantes, sublinhando a relevância    de fatores como a escolaridade, a renda, o <i>status</i> ocupacional e o número    de filhos em países em desenvolvimento. Uma revisão sistemática sobre preditores    de transtornos mentais no pré e no pós-parto em países de renda baixa ou média-baixa,    além de revelar prevalências mais altas de transtornos mentais, mostrou também    que esses transtornos são mais comuns entre mulheres que vivem em situação de    alta vulnerabilidade social e econômica, especialmente as que vivem em lares    com muitos moradores, e zonas rurais. Outros fatores que se destacaram nas análises    foram as menores taxas de depressão encontradas entre mulheres com acesso a    melhor qualidade de educação, trabalho e serviços de saúde voltados para questões    reprodutivas, incluindo o planejamento familiar (Fisher et al., 2012).</p>     <p>Considerando as evidências que relacionam fatores como a escolaridade, a renda,    o <i>status</i> conjugal e ocupacional e o número de filhos à presença de sintomas    de transtornos mentais na gestação e no pós-parto, bem como as controvérsias    que ainda permanecem, conclui-se que essa problemática deve continuar sendo    explorada. O conjunto de achados revisados aponta para a importância de que    essas relações sejam investigadas especialmente em contextos de maior vulnerabilidade,    em que as mulheres parecem ser mais afetadas pelas condições ambientais adversas.    O presente estudo teve como objetivo investigar as relações entre fatores sociodemográficos    e os sintomas de transtornos mentais comuns e de depressão pós-parto em uma    amostra de mães de duas comunidades de Salvador com características de vulnerabilidade    social. A hipótese inicial era de que fatores relacionados à vulnerabilidade    social como menor nível de instrução e menor renda familiar estariam correlacionados    a maiores escores de transtornos mentais comuns e de depressão pós-parto.</p>     <p><b>Método</b>    <br>   <i>Participantes</i></p>     <p>A amostra foi composta por 60 mães de bebês de ambos os sexos (36 meninos e    24 meninas), nascidos a termo, com média de 26 anos de idade (<i>DP</i> = 5,51)    e que residiam em duas comunidades socialmente vulneráveis da cidade de Salvador-BA.    As participantes foram selecionadas por acessibilidade em unidades básicas de    saúde e também por indicações feitas pelas próprias mães. O recrutamento ocorreu    entre o terceiro trimestre de gestação e o 3º mês de vida do bebê. A escolaridade    das participantes (<i>M </i>= 10,02<i>; DP </i>= 2,93) indica que a maior parte    da amostra tinha pelo menos ensino fundamental completo. No que diz respeito    ao número de moradores da casa onde a mãe residia (<i>M</i> = 4,48; <i>DP</i>    = 2,31), a média de moradores é alta se comparada à quantidade média de filhos    das participantes (<i>M</i> = 0,77; <i>DP</i> = 0,98). Quanto ao fato de ser    multípara ou primípara, verificou-se que ambas as categorias estão equilibradas    (50%). A maior parte das mães não trabalhava fora de casa (60%), enquanto a    maior parte dos pais trabalhava (80%). A média de tempo em que os pais do bebê    moravam juntos foi de aproximadamente 3 anos e meio (M = 44,03; <i>DP</i> =    45,24). Quanto à renda familiar, a média foi de aproximadamente 2 salários mínimos    (M = R$ 1.376,30; <i>DP</i> = R$ 842,26). O <a href="#q1">Quadro 1</a> apresenta    os dados sociodemográficos das participantes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a24q1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O <a href="#q2">Quadro 2</a> apresenta os dados sobre a saúde das participantes.    Apenas 13,3% das mães afirmaram ter algum problema de saúde. Entretanto, um    quarto da amostra alegou fazer uso de alguma medicação controlada e 15% afirmaram    já ter sido atendidas alguma vez por um psiquiatra. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a24q2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Com relação às condições da gestação, do parto e da saúde do bebê, o número    médio de semanas de gestação foi de 39,37 semanas (<i>DP </i>= 1,11), o peso    médio dos bebês no nascimento foi de 3,26Kg (<i>DP </i>= 0,51) e comprimento    ao nascer foi em média 47,22cm (<i>DP </i>= 4,75). Ao serem questionadas sobre    o tipo de parto, 58,3% das mães afirmaram ter realizado parto normal, e a duração    média de internação hospitalar do bebê, foi de 10,30 dias (<i>DP </i>= 7,27).    Nenhum dos bebês da amostra recebeu diagnóstico de doença crônica ou deficiência.  </p>     <p><i>Material </i></p>     <p>1) Ficha de Dados Sociodemográficos: Nesta ficha foram coletadas informações    sobre a mãe e a família, tais como, escolaridade dos pais, estado civil, renda    familiar, profissão, condição de saúde da mãe, data prevista para o nascimento    do bebê, acrescidos da idade, sexo e grau de parentesco de todos os membros    que moravam na casa junto com a mãe e o bebê.</p>     <p>2) SRQ-20 (Self-Report Questionnaire of Minor Psychiatric Disorders): Este    instrumento foi desenvolvido por Harding et al. (citado por Mari &amp; Williams,    1985). É uma escala composta de vinte e quatro itens com o objetivo de detectar    transtornos psiquiátricos menores através da investigação de sintomas não-psicóticos    (20 itens) e sintomas psicóticos (quatro itens). Para o presente estudo, de    acordo com recomendações da literatura consultada (Mari &amp; Williams, 1986),    foram utilizados somente os 20 itens destinados à avaliação dos sintomas não-psicóticos,    tendo em vista a baixa fidedignidade da sub-escala de sintomas psicóticos. Investigou-se,    portanto, a presença de sintomas de depressão, ansiedade e de algumas queixas    psicossomáticas. O ponto de corte de oito pontos, isto é, oito respostas &ldquo;sim&rdquo;    ou mais, foi utilizado para classificar cada mãe como &ldquo;participante com suspeita    de transtorno mental&rdquo; ou como &ldquo;participante sem suspeita de transtorno mental&rdquo;    (Mari &amp; Williams, 1986). Foi utilizada a versão brasileira do SRQ-20, validada    por Mari e Williams (1986). O índice de consistência interna (alpha de Cronbach)    da versão brasileira foi 0.86 (Gonçalves, Stein &amp; Kapczinski, 2008).</p>     <p>3) Inventário Beck de Depressão (BDI): Este instrumento é uma escala sintomática    de autorrelato, composta por 21 itens com diferentes alternativas de resposta    sobre como o indivíduo tem se sentido recentemente, e que correspondem a níveis    diferentes de gravidade de depressão. A soma dos escores dos itens individuais    fornece um escore total, que constitui um escore dimensional da intensidade    da depressão, e pode ser classificado nos seguintes níveis: mínimo, leve, moderado    ou grave. O escore total pode variar de zero a 63 pontos. Para o presente estudo,    foi utilizada a versão em português do Inventário (Cunha, 2001), cuja consistência    interna foi 0,84.</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Foi utilizado o delineamento correlacional que utilizou como variáveis preditoras    os fatores sociodemográficos e como variáveis preditas os transtornos mentais    comuns e a depressão pós-parto avaliada nas mães no 3º mês de vida do bebê.    As mães foram convidadas a participar da pesquisa e as que concordaram assinaram    o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. No terceiro mês de vida do bebê,    foi realizada uma visita domiciliar, na qual foram coletados os dados sociodemográficos    e de saúde física e mental da mãe, assim como dados de saúde do bebê, além de    informações sobre a gestação e o parto.</p>     <p><b>Resultados    <br>   </b>Na avaliação dos transtornos mentais comuns, o escore médio foi de 4,95    (<i>DP</i> = 3,84). A variação de pontuação no SRQ-20 está entre 0 a 20 pontos.    Este resultado revela que a média do escore da amostra não alcançou o ponto    de corte (a partir de 8 pontos) que indica suspeita de algum tipo de transtorno    mental. Considerando-se esse ponto de corte, 16 (26,7%) mães apresentavam suspeita    de transtorno mental e 44 (73,3%) mães não apresentavam suspeita de transtorno    mental.</p>     <p>A análise dos escores de depressão pós-parto das participantes revelou que    a amostra obteve, no BDI, um escore médio de 16,37 (<i>DP</i> = 10,68). O escore    total para cada participante no BDI pode variar de 0 a 63 pontos. A pontuação    média encontrada está caracterizada no Nível Leve (12 a 19 pontos). No <a href="#q3">Quadro    3</a> encontram-se as frequências dos diferentes níveis de depressão. Grande    parte da amostra apresentou níveis moderados de depressão (31,7%), mas apenas    5% das mães tinha depressão grave no terceiro mês de vida do bebê. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a24q3.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O <a href="#q4">Quadro 4</a> apresenta as correlações entre variáveis sociodemográficas,    transtornos mentais comuns e depressão pós-parto. Houve uma correlação negativa    moderada entre a escolaridade materna e o Escore Total no BDI (<i>r </i>= -0,33<i>;    p </i>&lt; 0,01), indicando que quanto menor a escolaridade da mãe, maior o    escore de depressão. Foi encontrada também uma correlação positiva fraca entre    o número de filhos e o escore total no SRQ-20 (<i>r </i>= 0,29; <i>p</i> &lt;    0,05), que revela que quanto maior o número de filhos, maior o escore de transtornos    mentais comuns. As demais correlações não foram significativas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q4"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a24q4.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>As variáveis que apresentaram correlações significativas com os transtornos    mentais comuns e com a depressão pós-parto foram inseridas em duas análises    de regressão linear simples separadas. A primeira análise de regressão considerou    os efeitos do número de filhos sobre os transtornos mentais comuns. Os resultados    revelaram que o número de filhos (<i>p</i>=0,02) explicou 6,8% da variância    nos escores de transtornos mentais, indicando que para cada filho a mais, o    escore de transtornos mentais comuns da participante aumentou em 1,13. A segunda    análise de regressão considerou os efeitos da escolaridade materna sobre a depressão    pós-parto. Os resultados revelaram que a escolaridade materna (<i>p</i>=0,01)    explicou 9,1% da variância nos escores de depressão pós-parto, indicando que    indicando que para cada ano de escolaridade a menos, o escore de depressão pós-parto    aumentou em 1,19. </p>     <p> Em outra etapa das análises foram exploradas possíveis associações (teste    qui-quadrado) entre variáveis sociodemográficas e as condições com e sem suspeita    de transtorno mental, de acordo com o ponto de corte de oito pontos recomendado    pelo SRQ-20. Os resultados dessas análises, apresentados no <a href="#q5">Quadro    5</a>, não revelaram associações significativas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q5"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a24q5.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p> Por fim, foram exploradas possíveis diferenças entre condições associadas a dados  sociodemográficos (teste <i>t </i>de<i> Student) </i>e os escores de depressão  pós-parto. O <a href="#q6">Quadro 6</a> apresenta média, desvio-padrão, valor  de <i>t</i> e nível de significância dos escores de depressão pós-parto de acordo  com coabitação com o pai do bebê, trabalho da mãe, problemas de saúde da mãe e  paridade.      <p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q6"></a><img src="/img/revistas/psd/v19n3/19n3a24q6.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p> A única diferença significativa ocorreu na categoria coabitação com o pai do bebê  (<i>t</i>(15,68) <i>= </i>2,06; <i>p </i>= 0,05). Mães que não viviam com o pai  do bebê (<i>M </i>= 22,86; <i>DP </i>= 14,66) apresentaram escores de depressão  pós-parto mais altos do que mães que viviam com o pai do bebê (<i>M </i>= 14,39;  <i>DP </i>= 8,39).      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Discussão</b>    <br>   O objetivo do presente estudo foi avaliar as relações entre fatores sociodemográficos    e a saúde mental em uma amostra por conveniência de mães avaliadas no terceiro    mês de vida do bebê, em duas comunidades socialmente vulneráveis de Salvador.    Alguns dos resultados encontrados apoiaram a hipótese inicial que quanto maior    a exposição a condições sociais adversas, maiores os escores de transtornos    mentais. </p>     <p>O número de filhos correlacionou-se positivamente com o escore de transtornos    mentais comuns e a análise de regressão confirmou o poder preditivo dessa variável.    Contudo, não houve diferenças significativas nos escores de transtornos mentais    comuns de mulheres primíparas e multíparas, o que sugere que seja o elevado    número filhos o fator relacionado ao aumento dos sintomas de transtornos mentais    comuns. Esses resultados corroboram os achados de estudos realizados no Brasil    e também em outros países (Almeida et al., 2012; Alvarenga et al., 2012; Faisal-Cury    &amp; Menezes, 2006). De modo semelhante ao que ocorreu no presente estudo,    uma das pesquisas revisadas fornece evidências de que é o número elevado de    filhos que está relacionado a maiores escores de sintomas de transtornos mentais    (Urdaneta et al., 2010). Em conjunto, esses resultados apontam para a importância    do acesso a estratégias de planejamento familiar eficazes, que podem atuar como    fator protetivo contra sintomas de transtornos mentais, já que favorecem a autonomia    e a segurança do casal ou da mulher na tomada de decisões quanto ao crescimento    da família. O Programa de Saúde da Família (PSF) oferece este serviço por meio    de uma equipe multidisciplinar, que tem por objetivo educar a população sobre    a concepção e a contracepção de filhos, saúde sexual e saúde reprodutiva. Contudo,    é possível que ainda existam déficits na efetivação dessa estratégia com relação    à capacitação dos seus profissionais e à abrangência da população atendida.</p>     <p>A escolaridade materna esteve negativamente correlacionada com a depressão    pós-parto e a análise de regressão também confirmou o poder preditivo dessa    variável. Esse resultado é consistente com os achados de vários dos estudos    revisados (Alvarenga et al., 2012, Economou et al., 2013; Morais et al., 2015;    Ruschi et al., 2007; Silva et al., 2010). É possível que o maior acesso à educação    e à escolarização possibilite à mulher maior suporte cognitivo e talvez também    social, para que ela possa desenvolver recursos emocionais e comportamentais    para lidar com a complexidade das demandas geradas pela chegada de um bebê,    sem tornar-se excessivamente vulnerável aos problemas e condições adversas que    eventualmente poderá enfrentar. Por um lado, o desenvolvimento de habilidades    cognitivas é essencial para a resolução de problemas (Maia &amp; Lobo, 2013),    e em contextos de vulnerabilidade social, o sistema de ensino público é muitas    vezes o principal promotor do desenvolvimento no domínio da cognição. Por outro    lado, ainda considerando contextos de vulnerabilidade, a escola também pode    ser uma importante fonte de apoio social, na qual professores e outros profissionais    podem fornecer orientações e modelos comportamentais a respeito de como lidar    com desafios e adversidades. Assim, mesmo com todas as limitações e precariedade    de algumas escolas públicas, o menor tempo de exposição a esse tipo de ambiente    pode significar menor acesso ao conhecimento, à instrução e ao apoio social,    o que pode ter um impacto significativo no que diz respeito à saúde mental no    contexto da maternidade. Nesse sentido, esses achados sugerem também que a qualificação    do ensino público e de estratégias para evitar a evasão escolar poderiam minimizar    sintomas de transtornos mentais, especialmente os depressivos, no pós-parto.</p>     <p>Outra variável que se destacou nas análises foi a coabitação com o pai do bebê.    Embora não se trate de uma variável diretamente relacionada à vulnerabilidade    social, é importante compreender o impacto que essa condição pode ter nesse    contexto. O grupo de mães que não coabitava com o pai do bebê apresentou um    escore médio de depressão pós-parto equivalente a quase o dobro do escore médio    das mães que coabitavam com o parceiro. Esse achado mostra que a convivência    com pai do bebê pode atuar como fator protetivo da depressão pós-parto, o que    corrobora alguns estudos revisados (Almeida et al., 2012, Thiengo et al., 2012).    O apoio da família favorece a promoção de cuidado e a distribuição de tarefas    e responsabilidades, o que diminui a sobrecarga da mulher frente aos cuidados    com o bebê. Dessa forma, a convivência com o pai do bebê configura-se como mais    uma rede de suporte para promoção da saúde mental materna. No contexto de vulnerabilidade    social, a presença do pai pode ter um papel ainda mais preponderante uma vez    que a mulher dispõe de menos recursos para contratar cuidados alternativos para    o bebê ou pagar por qualquer outro tipo de serviço ou auxílio para as tarefas    domésticas. </p>     <p>As demais variáveis analisadas como a renda, a idade da mãe e o <i>status</i>    ocupacional, não estiveram relacionadas aos transtornos mentais comuns e à depressão    pós-parto. Embora alguns estudos tenham encontrado correlações entre a renda    familiar e a saúde mental materna (Faisal-Cury &amp; Menezes, 2006; Figueira    et al., 2011; Greinert &amp; Milani, 2015), é interessante ressaltar que a amostra    referida no presente artigo possui uma variabilidade de renda reduzida e que    este fator pode ter limitado as análises realizadas. No que diz respeito ao    <i>status</i> ocupacional, não foram encontrados estudos revisados que se referissem    ao período pós-parto da mulher, o que nos leva a necessidade de novos estudos    sobre este fator correlacionado com a saúde mental materna. Quanto a variável    idade da mãe, alguns dos trabalhos revisados também não encontraram correlações    com a presença de Transtornos Mentais Comuns e Depressão pós-parto (Almeida    et. al., 2012; Alvarenga et al., 2012; Cantilino et al., 2010; Guedes et al.,    2011). </p>     <p>É importante ressaltar que o presente estudo possui algumas limitações, como    a seleção da amostra por conveniência, tamanho de amostra pequeno e limitação    geográfica concentrada em duas regiões próximas em uma capital do nordeste do    Brasil. Apesar dessas limitações este estudo confirma as relações entre algumas    variáveis associadas à vulnerabilidade social e à saúde mental materna nos primeiros    meses de vida do bebê. O maior tempo de escolarização, o menor número de filhos    e a coabitação com o pai do bebê foram fatores protetivos nesse contexto. Desse    modo, o investimento na educação pública e na disseminação de estratégias eficazes    de planejamento familiar parecem aspectos fundamentais para a promoção da saúde    mental de mulheres com filhos pequenos. Adicionalmente, o acesso a grupos ou    outros tipos de estratégias de apoio social para mães que não contam com a participação    efetiva do pai do bebê nos primeiros meses de vida, também pode ser um tipo    de ação eficaz nesse sentido. Como sugestão para futuros estudos, é fundamental    investigar essas relações no nosso país, utilizando amostras maiores e randomizadas,    assim como avaliar a eficácia de estratégias que visem a minimizar os efeitos    da vulnerabilidade social sobre a saúde mental materna, favorecendo, assim,    o bem-estar e o desenvolvimento social da população brasileira.</p>     <p>&nbsp;</p>     <!-- ref --><p><b>REFERÊNCIAS</b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561202&pid=S1645-0086201800030002400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Aliane, P. P., MaMede, M. V., &amp; Furtado, E. F. (2011). Revisão Sistemática    sobre Fatores de Risco Associados à Depressão Pós-parto. <i>Psicologia em Pesquisa</i>,    <i>5</i>(2), 146-155. Recuperado de <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S198212472011000200007&lng=pt&tlng=" target="_blank">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S198212472011000200007&amp;lng=pt&amp;tlng=</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561203&pid=S1645-0086201800030002400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alhusen, J. L. (2008). A Literature update on Maternal-fetal attachment. Journal    of Obstetric, Gynecologic, &amp; Neonatal Nursing, <i>37</i>, 315-328. doi:    10.1111/j.1552-6909.2008.00241.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561205&pid=S1645-0086201800030002400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Almeida, M. S. de, Nunes, M. A., Camey, S., Pinheiro, A. P., &amp; Schmidt,    M. I. (2012). Transtornos Mentais em uma amostra de gestantes da rede de atenção    básica de saúde no Sul do Brasil. Cadernos de Saúde Pública, <i>28</i>(2), 385-394.    doi: 10.1590/S0102-311X2012000200017 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561206&pid=S1645-0086201800030002400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Alvarenga, P., &amp; Frizzo, G. B. (prelo). Stressful Life Events and Women    Mental Health During Pregnancy and Postpartum Period. <i>Paidéia</i> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561207&pid=S1645-0086201800030002400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Alvarenga, P., Dazzani, M. V. M., Alfaya, C. A. S., Lordelo, E. R., &amp; Piccinini,    C. A. (2012). Relações entre a saúde Mental da gestante e o apego Materno-fetal.    <i>Estudos de Psicologia</i>, <i>17</i>(3), 477-484. doi: 10.1590/S1413-294X2012000300017  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561208&pid=S1645-0086201800030002400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Alvarenga, P., Palma, E. M. R., Silva, L. M. A., &amp; Dazzani, M. V. (2013).    Relações Entre Apoio Social e Depressão Pós-Parto em Puérperas. <i>Interação    Psicológica, 17</i>(1), 47-57. doi: 10.5380/psi.v17i1.20159&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561209&pid=S1645-0086201800030002400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Araújo, D. M. R., Pacheco, A. H. R. N., Pimenta, A. M., &amp; Kac, G. (2008).    Prevalência e fatores associados a sintomas de ansiedade em uma coorte de gestantes    atendidas em um centro de saúde do Município do Rio de Janeiro. <i>Revista Brasileira    de Saúde Materno Infantil</i>, <i>8</i>(3), 333-340. doi: 10.1590/S1519-38292008000300013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561210&pid=S1645-0086201800030002400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baptista, M. N., Baptista, A. S. D., &amp; Torres, E. C. R. (2006). Associação    entre suporte social, depressão e ansiedade em gestantes. <i>Psicologia: revista    da Vetor Editora</i>, <i>7</i>(1), 39-48. Recuperado de <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-73142006000100006&lng=pt&tlng=pt" target="_blank">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1676-73142006000100006&amp;lng=pt&amp;tlng=pt</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561211&pid=S1645-0086201800030002400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brito, C. N. O., Alves, S. V., Ludermir, A. B., &amp; Araújo, T. V. B. (2015).    Depressão pós-parto entre mulheres com gravidez não pretendida. <i>Revista Saúde    Pública</i>, <i>49</i>, (33), 01-09. doi: 10.1590/S0034-8910.2015049005257&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561212&pid=S1645-0086201800030002400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cantilino, A., Zambaldi, C. F., Albuquerque, T. L. C., Paes, J. A., Montenegro,    A. C. P., &amp; Sougey, E B. (2010). 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Patterns of conflict interaction    in Mother toddler dyads: Differences between depressed and non-depressed Mothers.    <i>Journal of Child and Family Studies</i>, <i>18</i>(1), 10-20. doi: 10.1007/s10826-008-9201-6&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561214&pid=S1645-0086201800030002400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cunha, J. A. (2001). Manual da versão em português das Escalas Beck. São Paulo:    Casa do Psicólogo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561215&pid=S1645-0086201800030002400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>DiPietro, J. A., Novak, M. F. S. 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Major depression in the Era of economic crisis: A replication of    a cross-sectional study across Greece. <i>Journal of Affective Disorders, 145</i>(3),    308-314. doi:10.1016/j.jad.2012.08.008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561218&pid=S1645-0086201800030002400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Faisal-Cury, A., &amp; Menezes, P. R. (2006). Ansiedade no puerpério: prevalência    e fatores de risco. <i>Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 28</i>(3),    171-178. doi: 10.1590/S0100-72032006000300006&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561219&pid=S1645-0086201800030002400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Field, T., Diego, M., Hernandez-Reif, M., Figueiredo, B., Deedsa, O., Ascencio,    I., &amp; Kuhn, C. (2010). 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Prevalence and determinants of common perinatal Mental disorders    in women in low- and lower-Middle-income countries: a systematic review. <i>Bulletin    of world health organization, 90</i>, 139-149. doi: 10.2471/BLT.11.091850&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561223&pid=S1645-0086201800030002400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gonçalves, D. M., Stein, A. T., &amp; Kapczinski, F. (2008). Avaliação de desempenho    do Self-Reporting Questionnaire como instrumento de rastreamento psiquiátrico:    um estudo comparativo com o Structured Clinical Interview for DSM-IV-TR. <i>Cadernos    de Saúde Pública, 24</i>(2), 380-390. doi: 10.1590/S0102-311X2008000200017&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561224&pid=S1645-0086201800030002400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Greinert, B. R. M., &amp; Milani, R. G. (2015). Depressão pós-parto: uma compreensão    psicossocial. <i>Psicologia teoria e prática, 17</i>(1), 26-36. 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Problemas conjulgais    e outros fatores associados a transtornos psiquiátricos do pós-parto. <i>Revista    Brasileira de Gineccologia Obstétrica, 33</i>(6), 281-287. doi: 10.1590/S0100-72032011000600004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561227&pid=S1645-0086201800030002400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Maia, D. S., &amp; Lobo, B. O. M. (2013). O desenvolvimento da habilidade de    solução de problemas interpessoais e a convivência na escola. <i>Psicologia    em Revista</i>, <i>19</i>(1), 17-29. doi: 10.5752/P.1678-9563.2013V19N1P17&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561228&pid=S1645-0086201800030002400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mari, J. J., &amp; Williams, P. (1985). A comparison of the validity of two    psychiatric screening questionnaires (GHQ-12 and SRQ-20) in Brazil, using Relative    Operating Characteristic (ROC) analysis. <i>Psychological Medicine</i>, <i>15</i>(3),    651-9. doi: 10.1017/S0033291700031500&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561229&pid=S1645-0086201800030002400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mari, J. J., &amp; Williams, P. (1986). A validity study of a psychiatric screening    questionnaire (SRQ-20) in primary care in the city of São Paulo. <i>Br J Psychiatry</i>,    148, 23-26. doi: 10.1192/bjp.148.1.23&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561230&pid=S1645-0086201800030002400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>McCoy, S. J. B., Beal, M., Shipman, S. B. M., Payton, M. E., &amp; Watson,    G. H. (2006). Risk factors for postpartum depression: a retrospective investigation    at 4-weeks postnatal and a review of the literature. <i>Journal of the American    Osteopathic Association, 106</i>(4), p. 193.</p>     <!-- ref --><p>Moraes, I. G. S., Pinheiro, R. T., Silva, R. A. da, Horta, B. L., Sousa, P.    L. R., &amp; Faria, A. D. (2006). 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