<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1645-0086</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Psicologia, Saúde & Doenças]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Psic., Saúde & Doenças]]></abbrev-journal-title>
<issn>1645-0086</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1645-00862019000100002</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.15309/19psd200102</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Repercussões psicológicas após um acidente vascular cerebral (avc): uma revisão de literatura]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological repercussions after stroke: a literature review]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[Catiele]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Faro]]></surname>
<given-names><![CDATA[André]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A2"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="AA1">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Sergipe Centro Universitário Ages ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Cristóvão SE]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="AA2">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Sergipe  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[São Cristóvão SE]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<volume>20</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>16</fpage>
<lpage>32</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1645-00862019000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1645-00862019000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1645-00862019000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Este estudo apresenta uma revisão integrativa de literatura acerca das principais repercussões psicológicas relacionadas à adaptação da vítima após um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Foram utilizadas quatro bases de dados: Scopus, Science Direct, PEPSIC e SCIELO. Ao final do processo de seleção, 40 artigos foram selecionados e analisados a partir de seus métodos e principais resultados. Percebeu-se que o AVC traz repercussões psicológicas ligadas a adaptação, afetando a Qualidade de Vida (QV), o que facilita o desencadeamento de transtornos psicológicos, principalmente nos seis primeiros meses da doença. É possível notar também que o primeiro semestre da doença é considerado o período mais crítico com relação ao aparecimento dos sintomas ansiosos e rebaixamento no nível de QV. Finalmente, foi possível perceber que recuperação da funcionalidade, assim como o uso de estratégias de enfrentamento funcionais, auxiliar na promoção da QV em pacientes que sofreram um AVC.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study performed an integrative literature review about the main psychological repercussions related to the adaptation of the victim after a Stroke. Four databases were used: Scopus, Science Direct, PEPSIC and SCIELO. At the end of the selection process, 33 articles were selected and analyzed based on their methods and main results. It was observed that stroke has psychological repercussions related to adaptation, affecting Quality of Life (QoL). This facilitates the triggering of psychological disorders, especially in the first six months of the disease. It is also possible to note that the first half of the disease is considered the most critical period in relation to the appearance of anxious symptoms and lowering in the level of QoL. On the other hand, after the sixth month is the appearance of depressive symptoms. Finally, it was noted that facing a stroke, victims are compelled to activate adaptive resources that may aid in the adjustment to the disease.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[adaptação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[revisão de literatura]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[stroke]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[adaptation]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[literature review]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas ap&oacute;s um acidente vascular cerebral (avc): uma revis&atilde;o de literatura</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Psychological repercussions after stroke: a literature review</b></font></p>     <p><b>Catiele Reis<sup>1</sup> &amp; Andr&eacute; Faro<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade Federal de Sergipe; Centro Universit&aacute;rio Ages, S&atilde;o Crist&oacute;v&atilde;o - SE, Brasil, <a href="mailto:catiele.reis@gmail.com">catiele.reis@gmail.com</a> </p>     <p><sup>2</sup>Universidade Federal de Sergipe, S&atilde;o Crist&oacute;v&atilde;o - SE, Brasil; CAPES, Brasil, <a href="mailto:andre.faro.ufs@gmail.com">andre.faro.ufs@gmail.com</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este estudo apresenta uma revis&atilde;o integrativa de literatura acerca das principais repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas relacionadas &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o da v&iacute;tima ap&oacute;s um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Foram utilizadas quatro bases de dados: <i>Scopus, Science Direct, PEPSIC e SCIELO. </i>Ao final do processo de sele&ccedil;&atilde;o, 40 artigos foram selecionados e analisados a partir de seus m&eacute;todos e principais resultados. Percebeu-se que o AVC traz repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas ligadas a adapta&ccedil;&atilde;o, afetando a Qualidade de Vida (QV), o que facilita o desencadeamento de transtornos psicol&oacute;gicos, principalmente nos seis primeiros meses da doen&ccedil;a. &Eacute; poss&iacute;vel notar tamb&eacute;m que o primeiro semestre da doen&ccedil;a &eacute; considerado o per&iacute;odo mais cr&iacute;tico com rela&ccedil;&atilde;o ao aparecimento dos sintomas ansiosos e rebaixamento no n&iacute;vel de QV. Finalmente, foi poss&iacute;vel perceber que recupera&ccedil;&atilde;o da funcionalidade, assim como o uso de estrat&eacute;gias de enfrentamento funcionais, auxiliar na promo&ccedil;&atilde;o da QV em pacientes que sofreram um AVC.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>acidente vascular cerebral, adapta&ccedil;&atilde;o, revis&atilde;o de literatura</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This study performed an integrative literature review about the main psychological repercussions related to the adaptation of the victim after a Stroke. Four databases were used: Scopus, Science Direct, PEPSIC and SCIELO. At the end of the selection process, 33 articles were selected and analyzed based on their methods and main results. It was observed that stroke has psychological repercussions related to adaptation, affecting Quality of Life (QoL). This facilitates the triggering of psychological disorders, especially in the first six months of the disease. It is also possible to note that the first half of the disease is considered the most critical period in relation to the appearance of anxious symptoms and lowering in the level of QoL. On the other hand, after the sixth month is the appearance of depressive symptoms. Finally, it was noted that facing a stroke, victims are compelled to activate adaptive resources that may aid in the adjustment to the disease.</p>     <p><b>Keywords: </b>stroke, adaptation, literature review</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas ap&oacute;s um avc</b> </p>     <p>Apontado como um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica mundial, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) &eacute; causa de 27% das interna&ccedil;&otilde;es em todo o mundo (Steiner et al., 2014) e a terceira causa de morte mundial (World Health Organization [WHO], 2014). No entanto, o montante de pessoas com sequelas ap&oacute;s o AVC &eacute; maior que o n&uacute;mero de mortes, pois a principal caracter&iacute;stica da doen&ccedil;a s&atilde;o as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e cognitivas que atingem at&eacute; 80% das v&iacute;timas. Por vezes, isso torna a v&iacute;tima altamente dependente de cuidadores, at&eacute; mesmo para atividades corriqueiras como comer e tomar banho (Brasil, 2013).</p>     <p>Pode-se caracterizar o AVC como uma defici&ecirc;ncia neurol&oacute;gica que ocorre em virtude de uma les&atilde;o aguda ocorrida na &aacute;rea vascular do sistema nervoso central, incluindo infarto cerebral, hemorragia intracerebral e hemorragia subaracn&oacute;ide (Sacco et al., 2013). As altera&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas do AVC repercutem no &acirc;mbito social e financeiro ocasionando limita&ccedil;&otilde;es, tais como a impossibilidade de exercer atividade remunerada e aumento de gastos decorrentes da doen&ccedil;a (Araujo, Silva, Santana, Concei&ccedil;&atilde;o, &amp; Vasconcelos, 2011). Todos esses fatores contribuem para que ele seja considerado um severo evento estressor para a v&iacute;tima e seus cuidadores (Hilari, Northcott, Roy, &amp; Marshal, 2010), o que tem um impacto direto sobre alguns componentes psicol&oacute;gicos, a exemplo do rebaixamento da qualidade de vida das v&iacute;timas (Castellanos-Pinedo et al., 2011).</p>     <p>As modifica&ccedil;&otilde;es na vida da v&iacute;tima p&oacute;s-AVC contam com um elevado n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es acerca das repercuss&otilde;es que o AVC causa, a exemplo dos trabalhos de Oliveira e Silveira (2012); Tsutsumi, Kayaba e Ishikawa (2011) e White et al. (2012) que discutem algumas sequelas f&iacute;sicas e/ou psicol&oacute;gicas decorrentes do AVC. Por&eacute;m, de modo geral, esses estudos priorizaram a an&aacute;lise de facetas espec&iacute;ficas do p&oacute;s-AVC (a exemplo da an&aacute;lise do estresse, proposto por Huang (2016) ou at&eacute; mesmo fatores associados &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es impostas pela condi&ccedil;&atilde;o (ver Liu et al., 2015; Matsuzaki et al., 2015). Por outro lado, n&atilde;o se encontrou um estudo que tenha como proposta a realiza&ccedil;&atilde;o de uma s&iacute;ntese das modifica&ccedil;&otilde;es psicossociais decorrentes do AVC, que &eacute; o que constitui a principal proposta neste estudo.</p>     <p>&Eacute; relevante destacar que estudos de revis&atilde;o s&atilde;o essenciais pela s&iacute;ntese que fazem a respeito de um determinado tema e por permitir avaliar o que vem sendo estudado na &aacute;rea, trazendo novas possibilidades de estudos (Pais-Ribeiro, 2014). Al&eacute;m disso, estudos desse tipo permitem incorporar um espectro maior de resultados relevantes, ao inv&eacute;s de limitar as conclus&otilde;es ao estudo de alguns artigos (Sampaio &amp; Mancini, 2007). Diante disso, julgou-se pertinente tentar reunir as principais repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas em um &uacute;nico trabalho, visto que tal ato pode vir a favorecer a uma maior compreens&atilde;o do processo de ajustamento diante de um quadro de AVC, bem como o papel do psic&oacute;logo no acompanhamento desses indiv&iacute;duos. Adicionalmente, tal contribui&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode auxiliar na elabora&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de preven&ccedil;&atilde;o ou mesmo tratamento de transtornos psicol&oacute;gicos no processo de enfrentamento ap&oacute;s a ocorr&ecirc;ncia de um AVC.</p>     <p>Este estudo objetivou realizar uma revis&atilde;o integrativa literatura sobre as repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas associadas &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o de v&iacute;timas do AVC, descritas na literatura entre os anos de 2005 a 2018. Para tanto, organizaram-se os achados sob dois t&oacute;picos distintos: a) an&aacute;lise metodol&oacute;gica, que compreendeu identificar local de estudo, m&eacute;todo e sujeitos das pesquisas selecionadas, e b) principais resultados dos estudos selecionados, visando &agrave; compreens&atilde;o das principais consequ&ecirc;ncias psicol&oacute;gicas decorrentes das limita&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-AVC.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>A coleta de dados foi feita em Dezembro de 2018, utilizando como base a seguinte pergunta norteadora: “<i>Quais as principais repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas relacionadas &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o ao AVC?</i>”. No campo “assunto” das bases de dados utilizados foram inseridas as seguintes palavras-chave: “<i>psicol&oacute;gicos</i>” AND “<i>Acidente Vascular Cerebral</i>” e seus respectivos descritores em ingl&ecirc;s, limitando-se a artigos que contivessem esses termos nos t&iacute;tulos. Antes da escolha dessas palavras-chave, realizou-se uma busca preliminar utilizando outros descritores, a saber: <i>coping, </i>adapta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de mental e reabilita&ccedil;&atilde;o, sempre usando o conectivo “<i>and</i>”. Por&eacute;m, os resultados encontrados n&atilde;o diferiram dos apresentados na revis&atilde;o ora apresentada.</p>     <p>Adotaram-se os seguintes crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: apenas artigos que englobassem ao menos um aspecto psicol&oacute;gico relacionado do AVC (por exemplo, depress&atilde;o, qualidade de vida, entre outros) e pesquisas em portugu&ecirc;s, ingl&ecirc;s ou espanhol indexadas &agrave; <i>Scientific Electronic Library Online </i>(SCIELO), <i>Elsevier's Scopus (Scopus), Science Direct </i>e ao Portal de Peri&oacute;dicos Eletr&ocirc;nicos de Psicologia (PEPSIC). Os crit&eacute;rios de exclus&atilde;o foram: estudos nas &aacute;reas de neuroci&ecirc;ncia, gen&eacute;tica, farmacologia, toxicologia e engenharia, os trabalhos repetidos entre as bases de dados, bem como aqueles que n&atilde;o abordaram o enfoque proposto nesta revis&atilde;o.</p>     <p>A busca inicial apresentou um total de 118 artigos, dispostos da seguinte forma: 74 artigos no <i>Scopus </i>(62,7%), 39 no <i>Science Direct </i>(33,0%), 4 artigos no SCIELO (3,3%) e 1 no PEPSIC (0,8%). Ap&oacute;s a leitura minuciosa dos t&iacute;tulos e dos resumos foram exclu&iacute;dos 76 artigos pelos seguintes motivos: serem repetidos (<i>n </i>= 25), focarem em aspectos m&eacute;dico-farmacol&oacute;gico (<i>n = </i>12), n&atilde;o focarem no AVC, focarem nos cuidadores e/ou analisarem unicamente o tratamento psicoter&aacute;pico e outras formas de terapia (<i>n = </i>39). Chegou-se, ent&atilde;o, aos 40 artigos que compuseram esta revis&atilde;o.</p>     <p>Os artigos foram apresentados e discutidos atrav&eacute;s de dois t&oacute;picos distintos: t&oacute;picos metodol&oacute;gicos e an&aacute;lise descritiva dos principais resultados. O primeiro t&oacute;pico foi composto pela an&aacute;lise de dados metodol&oacute;gicos e sociodemogr&aacute;ficos (idioma de publica&ccedil;&atilde;o do estudo, pa&iacute;s de publica&ccedil;&atilde;o, perfil da amostra e abordagem metodol&oacute;gica utilizado). O segundo t&oacute;pico de an&aacute;lise, que foi voltado aos principais resultados, foi classificado em tr&ecirc;s categorias com base na proximidade de assunto e objetivos abordados em cada um deles: a) Impacto do AVC sobre a Qualidade de vida (25%; <i>n </i>= 10), b) Ocorr&ecirc;ncia de ansiedade e depress&atilde;o p&oacute;s-AVC (50%; <i>n </i>= 20), e c) Estresse e adapta&ccedil;&atilde;o ao AVC (25%; <i>n = </i>10). Cada artigo (unidade de an&aacute;lise) foi inclu&iacute;do unicamente em uma dessas categorias.</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>A s&iacute;ntese das informa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a objetivos, amostra, local da pesquisa e s&iacute;ntese dos resultados est&aacute; apresentada no <a href="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a02q1.jpg" target="_blank">Quadro 1</a>.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a02q1.jpg" target="_blank"><img src="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a02q1.jpg" width="300" height="167"/><br />   (clique para ampliar ! click to enlarge)</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Principais aspectos metodol&oacute;gicos</i></p>     <p>Com base nos artigos selecionados, percebeu-se que o n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es em portugu&ecirc;s acerca da tem&aacute;tica foi reduzido, dado que 92,5% (<i>n </i>= 37) dos artigos estavam escritos em ingl&ecirc;s e apenas 7,5% (<i>n </i>= 3) escritos em Portugu&ecirc;s. Notou-se ainda que as pesquisas selecionadas foram realizadas em diferentes pa&iacute;ses, com destaque para: China com 15% (<i>n = 6</i>), Jap&atilde;o tamb&eacute;m com 12,5% (<i>n = 5)</i>, Reino Unido com 15% (<i>n = 6</i>), Estados Unidos e Canad&aacute; 15,7% (<i>n = 6</i>) cada e Brasil, Alemanha e Holanda, com 7,8% dos artigos por localidade (<i>n = 3 </i>por pa&iacute;s).</p>     <p>Outro indicador utilizado para esta pesquisa diz respeito &agrave; metodologia adotada pelos autores na composi&ccedil;&atilde;o dos estudos. Observou-se que 30 publica&ccedil;&otilde;es (75%) utilizaram a metodologia quantitativa, com destaque para as pesquisas longitudinais (36,8%), sendo que as do tipo <i>Coorte </i>foram as mais utilizadas pelos pesquisadores (21%, <i>n = </i>8). A aplica&ccedil;&atilde;o de escalas, principalmente as relativas aos transtornos de ansiedade e depress&atilde;o, foi o instrumental escolhido por grande parte dos pesquisadores, principalmente aqueles cujo objetivo foi verificar a incid&ecirc;ncia de transtornos psicol&oacute;gicos (a exemplo de D'aniello et al., 2014; Gurr &amp; Muellenz, 2011; Matsuzaki et al., 2015). Constatou-se, ainda, que poucos estudos tiv+eram abordagem qualitativa (<i>n </i>= 2).</p>     <p>&Eacute; importante ressaltar o n&uacute;mero de estudos selecionados que utilizaram a revis&atilde;o de literatura (<i>n</i>= 7). Destes, quatro investigaram a depress&atilde;o ap&oacute;s AVC sobre as diferentes perspectivas: Terroni et al. (2009) e Moran et al. (2013) dissertaram acerca das consequ&ecirc;ncias psicol&oacute;gicas da depress&atilde;o p&oacute;s-AVC, McCarthy, Powers, &amp; Lyons (2011) reuniram dados sobre o retorno ao trabalho de pessoas com sintomas depressivos e, finalmente, o estudo de Salter et al. (2010) analisou o papel do suporte social em pessoas com depress&atilde;o decorrente do AVC. As outras tr&ecirc;s revis&otilde;es tiveram como foco o ajustamento, por&eacute;m cada uma delas enfatizou um fator espec&iacute;fico: Rabelo e Neri (2006) evidenciaram o bem-estar subjetivo, Moran et al. (2014) o rebaixamento da Qualidade de Vida e Mehta et al. (2012) avaliaram pr&aacute;ticas que visam melhorar o ajustamento das v&iacute;timas de AVC, a exemplo da psicoterapia.</p>     <p><i>Principais resultados</i></p>     <p><i>Ocorr&ecirc;ncia de ansiedade e depress&atilde;o p&oacute;s-AVC (50,0%; 20 artigos)</i></p>     <p>Acerca da incid&ecirc;ncia de transtornos mentais comuns, tais como ansiedade e depress&atilde;o, a pesquisa de Bergersen et al. (2010) sugeriu que cerca de 50% dos pacientes que sofreram AVC desenvolvem algum tipo de dist&uacute;rbio psicol&oacute;gico. Doze dos 20 artigos selecionados abordaram a ocorr&ecirc;ncia de depress&atilde;o ap&oacute;s o AVC. Sete artigos buscaram analisar quais aspectos podem atuar de forma positiva na preven&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o p&oacute;s-AVC, sendo que esses fatores foram: estrat&eacute;gias de enfrentamento com foco no problema, tais como a busca por informa&ccedil;&atilde;o (Haghgoo et al, 2013; Mehta et al., 2012), obten&ccedil;&atilde;o de um suporte social positivo (Salter et al., 2010; Schmidt et al., 2012) e o acompanhamento psicol&oacute;gico (Laurie &amp; Lyons, 2010; Lewin-Richter et al., 2015; Terroni et al., 2009). Por sua vez, quatro dos 19 artigos selecionados focaram especificamente na ansiedade como o objeto de estudo.</p>     <p><i>Impacto do AVC sobre a Qualidade de Vida (25,0%; 10 artigos)</i></p>     <p>Esta classe buscou investigar de que modo a faceta psicol&oacute;gica da Qualidade de Vida (QV) &eacute; modificada ap&oacute;s o AVC. Este fator foi mostrado em 9 artigos, compondo 25,0% do total de artigos. A maioria deles buscou comprovar que h&aacute; um rebaixamento da QV ap&oacute;s um AVC. Ressalta-se aqui o artigo de Afasisev et al. (2013), que buscou, para al&eacute;m do rebaixamento da QV, analisar os aspectos da personalidade que podem contribuir para a modifica&ccedil;&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o acerca da QV ap&oacute;s o AVC. Em contraposi&ccedil;&atilde;o ao j&aacute; falado acima, o artigo de Wu et al. (2015) analisou uma coorte a respeito do restabelecimento da QV em sujeitos com AVC, ap&oacute;s a cronicidade das repercuss&otilde;es do quadro cl&iacute;nico.</p>     <p><i>Estresse e adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; doen&ccedil;a (25,0%; 10 artigos)</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta classe buscou refor&ccedil;ar a vis&atilde;o de que o AVC se constitui como um evento estressor em virtude n&atilde;o s&oacute; das limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e cognitivas, mas tamb&eacute;m devido ao prologado per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o que caracteriza tal condi&ccedil;&atilde;o. Dentre as principais limita&ccedil;&otilde;es derivadas do AVC, destacou-se a afasia, que na pesquisa realizada por Hilari et al. (2010), foi vista como um importante preditor para o distresse (82% da amostra de adultos possu&iacute;am um alto &iacute;ndice de distresse 6 meses ap&oacute;s o evento).</p>     <p>Os estudos mostraram que, independentemente do tipo diagnosticado (Isqu&ecirc;mico ou Hemorr&aacute;gico), o AVC, por si s&oacute;, pode ser considerado um evento adverso. Todavia, a pesquisa de Jood et al. (2009) sugere que h&aacute; um maior grau de estresse psicol&oacute;gico em pessoas com AVC do tipo Isqu&ecirc;mico, pois as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas s&atilde;o maiores nesse subtipo, a exemplo de afasia, paresia e agrafia. White et al. (2012) tamb&eacute;m ressaltaram que, em um primeiro momento, o AVC ocasiona uma crise marcada pelas constantes mudan&ccedil;as de humor devido &agrave; inseguran&ccedil;a quanto ao futuro e da possibilidade de n&atilde;o revers&atilde;o das sequelas. Tal quadro pode ser modificado a partir da recupera&ccedil;&atilde;o funcional e da capacidade de resili&ecirc;ncia da v&iacute;tima. Os autores ainda destacam que a altera&ccedil;&atilde;o do humor &eacute; uma das poss&iacute;veis causas de transtornos como a depress&atilde;o, mas que isso pode ser atenuado por meio da mobiliza&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de enfrentamento funcionais.</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Nesta investiga&ccedil;&atilde;o se conduziu a revis&atilde;o de literatura dos principais aspectos psicol&oacute;gicos do AVC. A partir de pesquisas publicadas entre os anos de 2005 e 2018, realizou-se a an&aacute;lise de aspectos metodol&oacute;gicos e dos principais resultados de 33 publica&ccedil;&otilde;es selecionadas para esta revis&atilde;o. Para fins did&aacute;ticos, a se&ccedil;&atilde;o discuss&atilde;o ser&aacute; subdividida em dois eixos, assim como feito na se&ccedil;&atilde;o de resultados.</p>     <p><i>Aspectos Metodol&oacute;gicos</i></p>     <p>Os aspectos metodol&oacute;gicos analisados se referiram ao idioma, local da pesquisa e a abordagem metodol&oacute;gica dos artigos analisados. Quanto ao idioma, a constata&ccedil;&atilde;o de mais trabalhos em l&iacute;ngua inglesa parece se sustentar na tend&ecirc;ncia &agrave; internacionaliza&ccedil;&atilde;o da ci&ecirc;ncia, o que justificaria a escrita predominante nesse idioma, mesmo que os dados n&atilde;o tenham sido coletados em pa&iacute;ses que tenham o Ingl&ecirc;s como l&iacute;ngua oficial, a exemplo dos trabalhos realizados na China (Himoto, 2010; Huang et al., 2014) ou Alemanha (Ayasrah, Hamad, &amp; Basheti, 2017; White et al., 2012). Mesmo assim, a localidade dos estudos vem corroborar a car&ecirc;ncia de estudos em pa&iacute;ses de l&iacute;ngua portuguesa, um dado destoante tendo em vista o alto grau de incid&ecirc;ncia e mortalidade por AVC, sobretudo no Brasil (Brasil, 2013).</p>     <p>Os estudos aqui avaliados trouxeram, em sua maioria, sujeitos adultos, contrapondo os dados estat&iacute;sticos que comprovam que o AVC acomete mais idosos (Brasil, 2013). Talvez isso tenha ocorrido porque a chance de sobreviv&ecirc;ncia na terceira idade s&atilde;o menores do que em outras faixas et&aacute;rias (Rolim &amp; Martins, 2011). Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es da doen&ccedil;a tornam a adapta&ccedil;&atilde;o mais dif&iacute;cil em pessoas na idade produtiva, o que favorece a identifica&ccedil;&atilde;o de repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas e/ou sociais, a exemplo do impacto sobre a qualidade de vida (Brujin et al., 2015), e aumentam a incid&ecirc;ncia de transtornos mentais comuns, tais como depress&atilde;o e ansiedade (Himoto, 2010; Levin, &amp; Moran et al<i>., </i>2014; McCarthy et al., 2016).</p>     <p>Os m&eacute;todos longitudinais utilizados pela maioria das pesquisas possibilitou a compreens&atilde;o das repercuss&otilde;es do AVC tanto no per&iacute;odo agudo da doen&ccedil;a quanto no cr&ocirc;nico da doen&ccedil;a. Assim, foi poss&iacute;vel observar a incid&ecirc;ncia de transtornos psicol&oacute;gicos &agrave; medida que a doen&ccedil;a adquira um car&aacute;ter cr&ocirc;nico. Por outro lado, os poucos os dados qualitativos n&atilde;o foram suficientes para que as viv&ecirc;ncias de pessoas com AVC pudessem ser conhecidas a fundo. Enfim, considerando que as pesquisas qualitativas possibilitam conhecer as particularidades ao conviver com o AVC, salienta-se a import&acirc;ncia de mais estudos com este delineamento metodol&oacute;gico.</p>     <p><i>Principais Resultados</i></p>     <p>A primeira das tr&ecirc;s categorias criadas no estudo tratou da ocorr&ecirc;ncia de ansiedade e depress&atilde;o em pessoas com AVC. Nesse sentido, Matsuzaki et al. (2015) apontou que a depress&atilde;o pode atingir cerca de 25% das v&iacute;timas de AVC em idade produtiva, podendo estar associada a falta de recupera&ccedil;&atilde;o funcional das mesmas. Esses autores relataram que as limita&ccedil;&otilde;es causadas pela doen&ccedil;a tendem a afastar do trabalho as pessoas que sofreram AVC, ocasionando impacto financeiro e, com isso, podem facilitar o surgimento de um quadro clinico de depress&atilde;o. Consistente com essa expectativa, o estudo de coorte realizado por Lewin-Richter et al. (2015) apontou que, ap&oacute;s 6 meses, 44% das pessoas estudadas (96 ao todo) foram diagnosticadas com depress&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A respeito da ansiedade, as pesquisas de D'aniello et al. (2014) e Gurr e Mullenz (2011) abordaram os transtornos de ansiedade como um sofrimento recorrente entre as v&iacute;timas de AVC, estando atrelada, principalmente, &agrave; percep&ccedil;&atilde;o do paciente acerca de seu estado de sa&uacute;de, ou seja, a percep&ccedil;&atilde;o da pessoa quanto &agrave;s sequelas e limita&ccedil;&otilde;es. Os autores notaram que os primeiros sintomas ansiosos s&atilde;o identificados nas primeiras duas semanas ap&oacute;s o AVC, per&iacute;odo de tempo na qual as pessoas come&ccedil;am a perceber que disfun&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas existentes persistem. Esses sintomas permanecem est&aacute;veis em mais de 50% da amostra por at&eacute; tr&ecirc;s anos ap&oacute;s o acometimento da doen&ccedil;a. Em termos de predi&ccedil;&atilde;o para a ansiedade, Morrison et al. (2005) obtiveram resultados significativos ao comparar sintomas ansiosos entre sexos, encontrando que os sintomas ansiosos foram mais comuns entre as mulheres em tr&ecirc;s anos ap&oacute;s o AVC.</p>     <p>Pode-se dizer, em suma, que a ansiedade e a depress&atilde;o tem&aacute;tica tendem a ter um impacto direto sobre a QV das pessoas que s&atilde;o acometidas pelo AVC. A dimens&atilde;o psicol&oacute;gica da QV pode ser conceituada como a percep&ccedil;&atilde;o individual que cada pessoa tem acerca de sua posi&ccedil;&atilde;o na vida, incluindo o contexto cultural em que ela est&aacute; inserida, o sistema de valores na qual vive, al&eacute;m de seus interesses e expectativas pessoais (Urz&uacute;a, 2012). Com isso, pode-se dizer que, ap&oacute;s um AVC, a QV da v&iacute;tima sofre um rebaixamento significativo, pois tende a ocorrer limita&ccedil;&otilde;es importantes derivadas do quadro cl&iacute;nico (Brujin et al., 2015) ou mesmo pelo alto &iacute;ndice de estresse psicol&oacute;gico, principalmente nos tr&ecirc;s primeiros meses ap&oacute;s o acometimento pela doen&ccedil;a (West et al., 2010). Logo, o estresse psicol&oacute;gico est&aacute; associado n&atilde;o apenas &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es que a pessoa tem, mas tamb&eacute;m &agrave; intensa atividade de reabilita&ccedil;&atilde;o, estrat&eacute;gias de enfrentamento e a percep&ccedil;&atilde;o que a pessoa tem de seu suporte social (Rabelo &amp; Neri, 2006).</p>     <p>Considera-se que as estrat&eacute;gias de enfrentamento podem atuar de uma forma a diminuir o rebaixamento da QV de pessoas com AVC (Nijsse et al., 2015). De maneira semelhante, fatores internos como tra&ccedil;os de personalidade podem ser vistos como fator impeditivo para o rebaixamento da QV, como por exemplo a extrovers&atilde;o. De modo contr&aacute;rio, tra&ccedil;os como o neuroticismo (Greenop et al., 2009), depend&ecirc;ncia de recompensa, busca de novidades e esquiva de danos (Afanasisev, Aharon-Peretz, &amp; Granot, 2013) pode atuar de forma negativa para a busca por uma mais saud&aacute;vel QV em pessoas que sofreram AVC, sobretudo na fase aguda da doen&ccedil;a, aumentando a incid&ecirc;ncia de depress&atilde;o e ansiedade nas v&iacute;timas (Moran et al., 2013), al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o da intera&ccedil;&atilde;o social das v&iacute;timas (Kwork et al<i>., </i>2006).</p>     <p>De modo complementar, a pesquisa de coorte realizada por Wu et al. (2015) debateu o reestabelecimento dos n&iacute;veis de QV. Para eles, &agrave; medida que a doen&ccedil;a adquire o est&aacute;gio cr&ocirc;nico, ou seja, ap&oacute;s 6 meses, a funcionalidade da v&iacute;tima &eacute;, em partes, reestabelecida. O retorno &agrave;s atividades cotidianas pode ser visto como um fator que eleva os n&iacute;veis bem-estar, o que, associado &agrave; presen&ccedil;a de suporte social positivo, contribui para o aumento da QV. Por outro lado, foi poss&iacute;vel perceber que, como consequ&ecirc;ncia da redu&ccedil;&atilde;o da QV, h&aacute; uma maior probabilidade de surgir ou agravar transtornos psicol&oacute;gicos, podendo tamb&eacute;m prolongar o afastamento de atividades laborais (Moran et al., 2013). &Eacute; importante ressaltar que mesmo com a manuten&ccedil;&atilde;o das sequelas limitantes, o acompanhamento psicol&oacute;gico durante a reabilita&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a pode manter os escores de QV mais elevados do que aqueles que n&atilde;o tinham acompanhamento psicol&oacute;gico. Destaca-se, ent&atilde;o, a import&acirc;ncia do trabalho do psic&oacute;logo nas equipes de reabilita&ccedil;&atilde;o do AVC, o que j&aacute; fora apontado por Huang (2016) e Sch&atilde;fer, Oliveira-Minegotto, &amp; Tisser (2010).</p>     <p>A terceira e &uacute;ltima categoria abordou o estresse e as estrat&eacute;gias utilizadas pelas pessoas para lidar com o per&iacute;odo p&oacute;s-AVC. Detectou-se que estrat&eacute;gias de enfrentamento eficazes podem diminuir a percep&ccedil;&atilde;o do estresse e, assim, contribuir positivamente para a sa&uacute;de mental. Percebeu- se que as pessoas que mais sofrem o impacto da doen&ccedil;a e, consequentemente, do estresse, s&atilde;o aquelas compelidas a afastarem-se de suas atividades laborais em virtude dessas sequelas (Tsutsumi et al. 2011). Contudo, a carga estressora tende a diminuir ao passo que o indiv&iacute;duo vai recuperando sua funcionalidade, mesmo que minimamente (Huang et al.<i>, </i>2014). Outro fator que tende a diminuir a carga estressora &eacute; a percep&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica do apoio de fam&iacute;lia, amigos, companheiro de trabalho, entre outros, o que caracteriza o suporte social positivo (Hilari et al., 2010).</p>     <p>Ao analisar o estresse em v&iacute;timas de AVC, Sch&atilde;fer et. (2010) relataram que pessoas em atendimento psicoter&aacute;pico, se comparado a pessoas sem esse tipo de suporte, relatam menor carga estressora. Isso possivelmente ocorre porque o psic&oacute;logo auxilia a v&iacute;tima no desenvolvimento de estrat&eacute;gias de enfrentamento positivas e, assim, minimiza a probabilidade de poss&iacute;veis transtornos decorrentes de um ajustamento psicol&oacute;gico insuficiente para lidar com os desafios adaptativos impostos pela situa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica (Sch&atilde;fer et al. 2010). Destacou-se aqui a ativa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de enfrentamento como um recurso que pode ser positivo, caso as estrat&eacute;gias utilizadas sirvam como atenuante ao estresse. Por&eacute;m, se essas estrat&eacute;gias empreendidas forem vistas como disfuncionais, a exemplo, o Suporte Social com car&aacute;ter negativo (Rabelo &amp; Neri, 2006), pode haver o aumento da crise que surge ap&oacute;s o acometimento da doen&ccedil;a e elevar a possibilidade de transtornos psicol&oacute;gicos ao longo do tempo.</p>     <p>Em resumo, notou-se que as limita&ccedil;&otilde;es cognitivas, f&iacute;sicas e sociais advindas do AVC atuam como estressores, levando o indiv&iacute;duo a ativar estrat&eacute;gias cognitivas e comportamentais para minimizar seus efeitos. Lazarus e Folkman (1984) relatam que se as estrat&eacute;gias de enfrentamento forem positivas, o estresse advindo pela mudan&ccedil;a de vida trazida pela doen&ccedil;a &eacute; reduzido. Por outro lado, quando os recursos ativados forem considerados como mal adaptativos, eleva-se a chance de ocorr&ecirc;ncia de transtornos mentais, tais como os transtornos de ansiedade e depress&atilde;o. Tal explica&ccedil;&atilde;o sobre enfrentamento assinalado acima se mostrou como plaus&iacute;vel e funciona tamb&eacute;m no processo de ajustamento p&oacute;s-AVC.</p>     <p>Existem limita&ccedil;&otilde;es neste estudo que merecem ser destacadas. Primeiramente, n&atilde;o foi poss&iacute;vel fazer compara&ccedil;&otilde;es em quest&otilde;es importantes a respeito da adapta&ccedil;&atilde;o ao AVC, por exemplo, quanto &agrave;s diferen&ccedil;as da repercuss&atilde;o por sexo (Morrison et al., 2005) ou status socioecon&ocirc;mico da v&iacute;tima e de sua fam&iacute;lia (Rabelo &amp; Neri, 2006). Tais an&aacute;lise seriam importantes pois poderiam evidenciar diferen&ccedil;as na rela&ccedil;&atilde;o entre essas especificidades. Al&eacute;m disso, n&atilde;o se fez a an&aacute;lise da repercuss&atilde;o psicol&oacute;gica na vida dos cuidadores e familiares mais pr&oacute;ximos, uma vez que j&aacute; se sabe que o impacto tende a ser severo e causar not&aacute;vel mobiliza&ccedil;&atilde;o da din&acirc;mica familiar (Lutz, Young, Cox, Martz, &amp; Creasy, 2011; Ostwald, Bernal, Cron, &amp; Godwin, 2015), o que tamb&eacute;m afeta, por sua vez, a pr&oacute;pria v&iacute;tima do AVC. Ademais, espera-se que futuras pesquisas se voltem &agrave;s repercuss&otilde;es psicol&oacute;gicas p&oacute;s-AVC priorizem a an&aacute;lise qualitativa dos achados e tem&aacute;ticas como o Suporte Social e autoestima, visto que foram aspectos considerados escassos na literatura ent&atilde;o avaliada.</p>     <p>Finalmente, espera-se com este trabalho contribuir com profissionais da &aacute;rea da sa&uacute;de, de modo que possam entender a v&iacute;tima de AVC com mais completude e prestar assist&ecirc;ncia cada vez mais integral ao paciente. Al&eacute;m disso, cr&ecirc;-se que ao compreender os processos psicol&oacute;gicos decorrentes do ajustamento ao AVC, torna-se poss&iacute;vel tra&ccedil;ar diretrizes para melhorar a QV e minimizar a ocorr&ecirc;ncia de transtornos psicol&oacute;gicos nesse p&uacute;blico.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Afanasiev, S., Aharon-Peretz, J., &amp; Granot, M. (2013). Personality type as a predictor for depressive symptoms and reduction in quality of life among stroke survivals. <i>The American Journal of Geriatric Psychiatry, 21</i>(9), 832-839. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.jagp.2013.04.012" target="_blank">10.1016/j.jagp.2013.04.012</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561687&pid=S1645-0086201900010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Araujo, J. S., Silva, S. E. D. da., Santana, M. E. de., Concei&ccedil;&atilde;o, V. M. da., &amp; Vasconcelos, E. V. (2011). O processo do cuidar/cuidado nas representa&ccedil;&otilde;es sociais de cuidadores de pacientes sequelados por acidente vascular cerebral. <i>Enfermagem em Foco</i>, <i>2</i>(4), 235-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561689&pid=S1645-0086201900010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ayasrah, S.M., Ahmad, M.M., &amp; Basheti, I.A. (2017). Post-Stroke depression in Jordan: Prevalence Correlates and Predictors. <i>Jornal of Stroke Cerebrovascular Diseases, 27</i>(5), 1134-1142. doi: <a href="https://doi.org/10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2017.11.027" target="_blank">10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2017.1</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561691&pid=S1645-0086201900010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bergersen, H., Froslie, K.F., Sunneshagen, K.S., &amp; Schonke, A. (2010). Anxiety, depression, and well-being 2 to 5 years post-stroke. <i>Stroke, 19</i>(5), 364-360. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2009.06.005" target="_blank">10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2009.06.005</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561693&pid=S1645-0086201900010000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. (2013). <i>Vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica da doen&ccedil;a cerebrovascular.</i> Bras&iacute;lia, DF: Goulart.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Brujin, M., Synhaeve, N.E., Rijsbergen, M.W., Leew, F.E., Mark, R.E., Jansen, B.P., &amp; Kort, P.L. (2015). Quality of life after young isquemic stroke of mild severity is mainly influencied by psychological factors. <i>Journal of Stroke and Cerebrovascular Diseases, 24</i>(10), 2183-2188. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2015.04.040" target="_blank">10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2015.04.040</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561696&pid=S1645-0086201900010000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castellanos-Pinedo, F., Hern&aacute;ndez-Perez, J.M., Zurdo, M., Rodr&iacute;guez-F&uacute;nez, B., Hern&aacute;ndez-Bayo, J.M., G&aacute;rcia-Fern&aacute;ndez, C., ... &amp; Castro-Posada, J.A. (2011). Influence of premorbid psychopatology and lesion location on affective and behavioral disorders after Isquemic stroke. <i>Journal Neuropsychiatry Clinic Neuroscience, 23</i>(3), 340-347. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1176/jnp.23.3.jnp340" target="_blank">10.1176/jnp.23.3.jnp340</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561698&pid=S1645-0086201900010000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Crowe, C., Coen, R., Kidd, N., Hevey, D., Cooney, J., &amp; Harbison, J. (2015). A qualitative study of the experience of psychological distress post-stroke. <i>Journal of Health Psychology, 21</i>(11), 1-8. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1177/1359105315581067" target="_blank">10.1177/1359105315581067</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561700&pid=S1645-0086201900010000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>D'aniello, G., Scarpina, F., Mauro, A., Mori, J., Castelnuovo, G., Bigoni, M., ... &amp; Molinari, E. (2014). Characteristics of anxiety and psychological well-being in chronic post stroke patients. <i>Journal of Neurological Sciences, 338, </i>191-196. doi: <a href="https://doi.org/10.1016/j.jns.2014.01.005" target="_blank">10.1016/jns2017.01.005</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561702&pid=S1645-0086201900010000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Greenop, K., Almeida, O., Hankey, G., &amp; Bockxmeer, F. (2009). Premorbid personality traits are associated with post-stroke behavioral and psychological symptons: A 3-month follow-up study in Perth, Western, Australia. <i>International Psychogeriatrics, 21</i>(6), 1068-1071. doi: <a href="https://doi.org/10.1017/S1041610209990457" target="_blank">10.1017/S104161020999457</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561704&pid=S1645-0086201900010000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gurr, B., &amp; Mielenz, C. (2011). A follow-up study of psychological problems after stroke. <i>Top Stroke Rehabilitation, 18</i>(5), 461-169. doi: <a href="https://doi.org/10.1161/STROKEAHA.110.583351" target="_blank">101310/tsr180s.461</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561706&pid=S1645-0086201900010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Haghgoo, H.A., Pazuki, E.S., Hosseine, A.S., &amp; Rissafiani, M. (2013). Depression, activities of daily living and quality of life in patients with Stroke. <i>Journal Neurological Sciences, 328, </i>87- 91. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.jns.2013.02.027" target="_blank">10.1016/j.jns.2013.02.027</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561708&pid=S1645-0086201900010000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hilari, K., Northcott, R., Coy, P., Marshall, J., Wiggins, R., Chataway, J., &amp; Ames, D. (2010). Psychological distress after stroke and aphasia: The first six months. <i>Clinical Rehabilitation, 24, </i>181-190. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1177/0269215509346090" target="_blank">10.1177/0269215509346090</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561710&pid=S1645-0086201900010000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Himoto, Y. (2010). An examination of the physical, psychological and social factors associated with post stroke people arrested at home in a community. <i>Journal of Physical Therapy. Science, 14, </i>239-245.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561712&pid=S1645-0086201900010000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Huang, H., Huang, L., Hu, C., Chang, C., Lee, H., Chi, N. … Chang, H. (2014). The mediating effect of psychological distress on functional dependence in Stroke patients. <i>Journal of Clinical Nursing, 23, </i>3533-3543. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1111/jocn.12606" target="_blank">10.1111/jocn.12606</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561714&pid=S1645-0086201900010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Huang, H.C. (2016). Time-varying effects of psychological distress on the functional recovery of stroke patients. <i>Archives of Physical Medicine and Rehabilitation, 3</i>(16), 31145-31150. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.apmr.2016.09.120" target="_blank">10.1016/j.apmr.2016.09.120</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561716&pid=S1645-0086201900010000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Jones, M., Howitt, S., Jusabani, A., Gray, W., Mugusi, F., Swai, M., &amp; Walker, R. (2012). Anxiety and depression in incident survivors and their caregivers in Rural Tanzania: A case control follow-up over five years. <i>Neurology, Psychiatry, and Brain Research, 18, </i>I22-I28. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.npbr.2012.01.003" target="_blank">10.1016/j.npbr.2012.01.003</a>. </p>     <!-- ref --><p>Jood, K., Redfors, P., Rosengren, A., Blomstrand, C., &amp; Jurn, C. (2009). Self-perceived psychological stress and ischemic Stroke: A case control study. <i>Biomed Central, 7</i>(53), 1741- 1751.doi:<a href="https://dx.doi.org/10.1186/1741-7015-7-53" target="_blank">10.1186/1741-7015-7-53</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561719&pid=S1645-0086201900010000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Karube. N., Sasaki, A., Hondoh, F., Odagiri, C., Hagii, J., Seino, S., ... &amp; Osanai, T. (2016). Quality of life in physical and psychological health and social environment at post-hospitalization period in patients with stroke. <i>Journal of Stroke Cerebrovascular Disease, 25</i>(10), 2482-2487. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2016.06.022" target="_blank">10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2016.06.022</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561721&pid=S1645-0086201900010000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kwork, T., Lo, R., Wong, E., Wai-Kwong, T., Mok, V., &amp; Kai-Sing, W. (2006). Quality of life of stroke suvivors: A 1-year follow-up study. <i>Archives of Physical Medical Rehabilitation, 87, </i>1177-1182. doi: <a href="https://doi.org/10.1016/j.apmr.2006.05.015 " target="_blank">10.1016/j.apnr.2006.05.015</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561723&pid=S1645-0086201900010000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lazarus, R., &amp; Folkman, S. (1984). <i>Stress, Appaisal and Coping </i>(1&ordf; Ed.). New York: Springer Publisher company.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561725&pid=S1645-0086201900010000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lewin-Richter, A., Voltz, M., Jobges, M., &amp; Werheid, K. (2015). Predictivity of early depressive symptoms for post-stroke depression. <i>Journal of Nursing Health Aging, 19</i>(7), 754-758.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561727&pid=S1645-0086201900010000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Liu, R., Yue, Y., Jiang, J., Lu, Y., Yuan, G., &amp; Wang, Q. (2015). A risk prediction model of PSD in stroke survivors. <i>European Psychiatry, 30</i>(1), 28-31. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/S0924-9338(15)30562-9" target="_blank">10.1016/S0924-9338(15)30562-9</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561729&pid=S1645-0086201900010000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lutz, B. J., Young, M. E., Cox, K. J., Martz, C., &amp; Creasy, K. R. (2011). The crisis of stroke: Experiences of patients and their family caregivers. <i>Topics in Stroke Rehabilitation</i>, <i>18</i>(6), 786- 97. doi:<a href="https://dx.doi.org/10.1310/tsr1806-786" target="_blank">10.1310/tsr1806-786</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561731&pid=S1645-0086201900010000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Matsuzaki, S., Hashimoto, M., Yuki, S., Koyama, A., Hirata, Y. &amp; Ikeda, M. (2015). The relationship between post-stroke depression and physical recovery. <i>Journal of Affective Disorders, 176, </i>56-60. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.jad.2015.01.020" target="_blank">10.1016/j.jad.2015.01.020</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561733&pid=S1645-0086201900010000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>McCarthy, M., Sucharew, H., Alwell, K., Moomaw, C., Woo, D., Flaherty, M…Kissela, B. (2016). Age, subjective stress, and depression after ischemic stroke. <i>Journal Behavioral Medical, 39, </i>55- 64. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1007/s10865-015-9663-0" target="_blank">10.1007/s10865-015-9663-0</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561735&pid=S1645-0086201900010000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>McCarthy, M.J.M., Powers, L.E., &amp; Lyons, K.S. (2011). Depression post-Stroke: Worker's role in addressing an under recognized psychological problem for couples who have experienced Stroke. <i>Health and Social Work, 36</i>(2), 139-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561737&pid=S1645-0086201900010000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mehta, S., Pereira, S., Janzen, S., McIntyre, A., McClure, A., &amp; Teasel, R. (2012). Effectiveness of psychological interventions in chronic stage of stroke: A systematic Review. <i>Top Stroke Rehabilitation, 19</i>(6), 536-544. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1310/tsr1906-536" target="_blank">10.1310/tsr1906-536</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561739&pid=S1645-0086201900010000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mellon, L., Willians, D., Brewer, P., Hall, P., Horgan, F., Dolan, E. … Hickey, A. (2016). Psychological symptoms and quality of life post-stroke. A profile of Irish stroke survivors from the ASPIRE-S cohort. <i>Journal of Psychosomatic Research, 85, </i>74-84. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.jpsychores.2016.03.182" target="_blank">10.1016/j.jpsychores.2016.03.182</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561741&pid=S1645-0086201900010000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mierlo, M. L., Heugten, C. M., Post, M. W., De Kort, P. L., &amp; Visser-Meily, J. M. (2015). Psychological factors determine depressive symptomatology after stroke. <i>Archives of Physical Medicine and Rehabilitation</i>, <i>96</i>(6), 1064-1070. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.apmr.2015.01.022" target="_blank">10.1016/j.apmr.2015.01.022</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561743&pid=S1645-0086201900010000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Moran, G., Fletcher, B., Feltham, M., Calvert, M., Sackley, C., &amp; Marshal, T. (2014). Fatigue psychological and cognitive impairment following transient ischaemic attack and minor stroke: A sistematic review. <i>European Journal Neurologic</i>, <i>21</i>(10), 1258-1267. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1111/ene.12469" target="_blank">10.1111/ene.12469</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561745&pid=S1645-0086201900010000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Moran, G., Fletcher, B., Calvert, M., Feltham, M., Sackley, C., &amp; Marshal, T. (2013). A systematic review investigating fatigue, psychological and cognitive impairment following TIA and minor stroke: Protocol paper. <i>Journal Systematic Reviews, 2</i>(72), 2-7. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1186/2046-4053-2-72" target="_blank">10.1186/2046-4053-2-72</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561747&pid=S1645-0086201900010000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Morrison, V., Pollard, B., Johnston, M., &amp; Walter, R. (2005). Anxiety and depression 3 years following Stroke: Demographic, clinical and psychological predictors. <i>Journal of Psychosomatic Research, 59, </i>209-213. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.jpsychores.2005.02.019" target="_blank">10.1016/j.jpsychores.2005.02.019</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561748&pid=S1645-0086201900010000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mukherjee, D., Levin, R., &amp; Heller, W. (2006). The cognitive, emotional, and social sequelae of stroke: Psychological and ethical concerns in post-stroke adaptation. <i>Stroke, 13</i>(4), 26-35. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1310/tsr1304-26" target="_blank">10.1310/tsr1304-26</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561750&pid=S1645-0086201900010000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Nijsse, B., van Heughten, V., van Mierlo, M., Post, M., de Kort, P., &amp; Visser-Meily, J. (2015). Psychological factors are associated with subjective cognitive complaints 2 months post-stroke. <i>Neuropsychological Rehabilitation: An international Journal, 27</i>(1), 99-115. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1080/09602011.2015.1065280" target="_blank">10.1080/09602011.2015.1065280</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561752&pid=S1645-0086201900010000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ostwald, S. K., Bernal, M. P., Cron, S. G., &amp; Godwin, K. M. (2015). Stress experienced by stroke survivors and spousal caregivers during the first year after discharge from inpatient rehabilitation. <i>Topics in Stroke Rehabilitation</i>, <i>16</i>(2), 93-104. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1310/tsr1602-93" target="_blank">10.1310/tsr1602-93</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561754&pid=S1645-0086201900010000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Pais-Ribeiro, J.L. (2014). Revis&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o e evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica. <i>Psicologia Sa&uacute;de &amp; Doen&ccedil;as, 15</i>(3), 631-682. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.15309/14psd150309" target="_blank">10.15309/14psd150309</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561756&pid=S1645-0086201900010000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rabelo, D.F., &amp; N&eacute;ri, A.L. (2006). Bem-estar subjetivo e senso de ajustamento psicol&oacute;gico em idosos que sofreram AVC: Uma revis&atilde;o. <i>Estudos de Psicologia, 11</i>(3), 169-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561758&pid=S1645-0086201900010000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rolim, C., &amp; Martins, M. (2011). Qualidade do cuidado ao acidente vascular cerebral isqu&ecirc;mico no SUS. <i>Caderno de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 27</i>(11), 2106-2116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561760&pid=S1645-0086201900010000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sacco, R. L., Kasner, S. E., Broderick, J. P., Caplan, L. R., Connors, J. J., Culebras, A., … &amp; Vinters, H. V. (2013). An updated definition of stroke for the 21st century: A statement for healthcare professionals from the American heart association/American stroke association. <i>Stroke</i>, <i>44</i>(7), 2064-2089. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1161/STR.0b013e318296aeca" target="_blank">10.1161/STR.0b013e318296aeca</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561762&pid=S1645-0086201900010000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Salter, K., Foley, N., &amp; Teasell, R. (2010). Social support interventions a mood status post-Stroke: A review. <i>International Journal of Nursing Studies, 47</i>, 616-625. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.ijnurstu.2009.12.002" target="_blank">10.1016/j.ijnurstu.2009.12.002</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561764&pid=S1645-0086201900010000200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sampaio, R.F., &amp; Mancini, M.C. (2007). Estudos de revis&atilde;o sistem&aacute;tica: Um guia para s&iacute;ntese criteriosa da evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica. <i>Revista Brasileira de Fisioterapia, 11</i>(1), 83-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561766&pid=S1645-0086201900010000200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sch&atilde;fer, P.S., Oliveira-Minegotto, L., &amp; Tisser. L. (2010). AVC: As repercuss&otilde;es ps&iacute;quicas a partir de um relato de caso. <i>Ci&ecirc;ncia e Cogni&ccedil;&atilde;o, 15</i>(2), 202-215.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561768&pid=S1645-0086201900010000200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schmidt, A., Damush, T., Tu, W., Bakas, T., Kroenke, K., Hendrie, H., &amp; Williams, L. (2012). Depression Improvement is related to social role functioning after Stroke. <i>Archives of Physical Medical Rehabilitation, 93, </i>978-982.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561770&pid=S1645-0086201900010000200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sup&iacute;nov&aacute;, M., &amp; Sklenkov&aacute;, G. (2018). The Quality of Life of patients after an acute Stroke. <i>Kontakt, 20(</i>2), 153-159. doi:<a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.kontakt.2018.02.001" target="_blank">10.1016/j.kontakt.2018.02.001</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561772&pid=S1645-0086201900010000200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Steiner, T., Al-Sashi, R., Beer, R., Christensen, H., Cordonnier, C., Csiba, L. …Wagner, M. (2014). Europe Stroke Organization (ESO): Guidelines for the management of Spontaneous Intracerebral Hemorrhage. Internacional. <i>Journal Stroke, 9</i>(7)<i>,</i>840-855. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1111/ijs.12309" target="_blank">10.1111/ijs.12309</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561774&pid=S1645-0086201900010000200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Terroni, L., Mattos, P., Sobreiro, M., Guajardo, V., &amp; Fr&aacute;guas, R. (2009). Depress&atilde;o p&oacute;s-AVC: Aspectos psicol&oacute;gicos, neurol&oacute;gicos, eixo HHA, correlato neuro-anat&ocirc;mico e tratamento. <i>Revista de Psiquiatria Cl&iacute;nica, 36</i>(3), 100-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561776&pid=S1645-0086201900010000200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tsutsumi, A., Kayoba, K., &amp; Ishukawa, S. (2011). Impact occupational stress on stroke across occupational classes and genders. <i>Societal, Science, and Medicine, 72, </i>1652-1658. doi: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1016/j.socscimed.2011.03.026" target="_blank">10.1016/j.socscimed.2011.03.026 </a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561778&pid=S1645-0086201900010000200048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Urz&uacute;a, A. (2012). Calidad de vida: Una revisi&oacute;n te&oacute;rica del concepto. <i>Terapia Psicol&oacute;gica</i>, <i>30</i>(1), 718-4808. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.4067/S0718-48082012000100006" target="_blank">10.4067/S0718-48082012000100006</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561780&pid=S1645-0086201900010000200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>West, R., Hell, K., Hewisson, J., Knapp, P., &amp; House, A. (2010). Psychological disorders after stroke are an important influence on functional outcomes. <i>Stroke, 41</i>, 1723-1727. doi: <a href="https://doi.org/10.1161/STROKEAHA.110.583351" target="_blank">10.11611/strokeaha.110.583351</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561782&pid=S1645-0086201900010000200050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>White, J., Magin, P., Attia, J., Sturm, J., Carter, G., &amp; Pollack, M. (2012). Trajectories of psychological distress after stroke. <i>Annals of Family Medicine, 10</i>(5), 435-442. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1370/afm.1374" target="_blank">10.1370/afm.1374</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561784&pid=S1645-0086201900010000200051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>World Health Organization. (2014). <i>World health statistics 2014. </i>Geneva: Word Health Organization&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561786&pid=S1645-0086201900010000200052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wu, M., Lee, S., Su, H., &amp; Pai, H. (2015). The effect of cognitive appraisal in middle-aged women stroke survivors and psychological health of their caregivers: A follow-up study. <i>Journal of Clinical Nursing, 24, </i>3155-3164. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1111/jocn.12926" target="_blank">10.1111/jocn.12926</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=561787&pid=S1645-0086201900010000200053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em 07 de Fevereiro de 2017/ Aceite em 04 de Setembro de 2018</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Afanasiev]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aharon-Peretz]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Granot]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Personality type as a predictor for depressive symptoms and reduction in quality of life among stroke survivals]]></article-title>
<source><![CDATA[The American Journal of Geriatric Psychiatry]]></source>
<year>2013</year>
<volume>21</volume>
<numero>9</numero>
<issue>9</issue>
<page-range>832-839</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Araujo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. E. D. da.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santana]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E. de.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Conceição]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M. da.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O processo do cuidar/cuidado nas representações sociais de cuidadores de pacientes sequelados por acidente vascular cerebral]]></article-title>
<source><![CDATA[Enfermagem em Foco]]></source>
<year>2011</year>
<volume>2</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>235-238</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ayasrah]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ahmad]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Basheti]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Post-Stroke depression in Jordan: Prevalence Correlates and Predictors]]></article-title>
<source><![CDATA[Jornal of Stroke Cerebrovascular Diseases]]></source>
<year>2017</year>
<volume>27</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>1134-1142</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bergersen]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Froslie]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sunneshagen]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schonke]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Anxiety, depression, and well-being 2 to 5 years post-stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Stroke]]></source>
<year>2010</year>
<volume>19</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>364-360</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Ministério da Saúde</collab>
<source><![CDATA[Vigilância epidemiológica da doença cerebrovascular]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Goulart]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brujin]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Synhaeve]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rijsbergen]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leew]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mark]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jansen]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kort]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Quality of life after young isquemic stroke of mild severity is mainly influencied by psychological factors]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Stroke and Cerebrovascular Diseases]]></source>
<year>2015</year>
<volume>24</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>2183-2188</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Castellanos-Pinedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hernández-Perez]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zurdo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodríguez-Fúnez]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hernández-Bayo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gárcia-Fernández]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castro-Posada]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Influence of premorbid psychopatology and lesion location on affective and behavioral disorders after Isquemic stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal Neuropsychiatry Clinic Neuroscience]]></source>
<year>2011</year>
<volume>23</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>340-347</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Crowe]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coen]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kidd]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hevey]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cooney]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Harbison]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A qualitative study of the experience of psychological distress post-stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Health Psychology]]></source>
<year>2015</year>
<volume>21</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>1-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[D'aniello]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scarpina]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mauro]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mori]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castelnuovo]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bigoni]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Molinari]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Characteristics of anxiety and psychological well-being in chronic post stroke patients]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Neurological Sciences]]></source>
<year>2014</year>
<volume>338</volume>
<page-range>191-196</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenop]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hankey]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bockxmeer]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Premorbid personality traits are associated with post-stroke behavioral and psychological symptons: A 3-month follow-up study in Perth, Western, Australia]]></article-title>
<source><![CDATA[International Psychogeriatrics]]></source>
<year>2009</year>
<volume>21</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1068-1071</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gurr]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mielenz]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A follow-up study of psychological problems after stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Top Stroke Rehabilitation]]></source>
<year>2011</year>
<volume>18</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>461-169</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Haghgoo]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pazuki]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hosseine]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rissafiani]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Depression, activities of daily living and quality of life in patients with Stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal Neurological Sciences]]></source>
<year>2013</year>
<volume>328</volume>
<page-range>87- 91</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hilari]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Northcott]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coy]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marshall]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wiggins]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chataway]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ames]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological distress after stroke and aphasia: The first six months]]></article-title>
<source><![CDATA[Clinical Rehabilitation]]></source>
<year>2010</year>
<volume>24</volume>
<page-range>181-190</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Himoto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An examination of the physical, psychological and social factors associated with post stroke people arrested at home in a community]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Physical Therapy. Science]]></source>
<year>2010</year>
<volume>14</volume>
<page-range>239-245</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Huang]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Huang]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hu]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chang]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chi]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chang]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The mediating effect of psychological distress on functional dependence in Stroke patients]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Clinical Nursing]]></source>
<year>2014</year>
<volume>23</volume>
<page-range>3533-3543</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Huang]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Time-varying effects of psychological distress on the functional recovery of stroke patients]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of Physical Medicine and Rehabilitation]]></source>
<year>2016</year>
<volume>3</volume>
<numero>16</numero>
<issue>16</issue>
<page-range>31145-31150</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jones]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Howitt]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jusabani]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gray]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mugusi]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Swai]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Walker]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Anxiety and depression in incident survivors and their caregivers in Rural Tanzania: A case control follow-up over five years]]></article-title>
<source><![CDATA[Neurology, Psychiatry and Brain Research]]></source>
<year>2012</year>
<volume>18</volume>
<page-range>122-128</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jood]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Redfors]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rosengren]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blomstrand]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jurn]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Self-perceived psychological stress and ischemic Stroke: A case control study]]></article-title>
<source><![CDATA[Biomed Central]]></source>
<year>2009</year>
<volume>7</volume>
<numero>53</numero>
<issue>53</issue>
<page-range>1741- 1751</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Karube.]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sasaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hondoh]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Odagiri]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hagii]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Seino]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Osanai]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Quality of life in physical and psychological health and social environment at post-hospitalization period in patients with stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Stroke Cerebrovascular Disease]]></source>
<year>2016</year>
<volume>25</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>2482-2487</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kwork]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lo]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wong]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wai-Kwong]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mok]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kai-Sing]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Quality of life of stroke suvivors: A 1-year follow-up study]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of Physical Medical Rehabilitation]]></source>
<year>2006</year>
<volume>87</volume>
<page-range>1177-1182</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lazarus]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Folkman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Stress, Appaisal and Coping]]></source>
<year>1984</year>
<edition>1</edition>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Springer Publisher company]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lewin-Richter]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Voltz]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jobges]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Werheid]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Predictivity of early depressive symptoms for post-stroke depression]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Nursing Health Aging]]></source>
<year>2015</year>
<volume>19</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>754-758</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Liu]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yue]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jiang]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lu]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yuan]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[Q.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A risk prediction model of PSD in stroke survivors]]></article-title>
<source><![CDATA[European Psychiatry]]></source>
<year>2015</year>
<volume>30</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>28-31</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lutz]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Young]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cox]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martz]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Creasy]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The crisis of stroke: Experiences of patients and their family caregivers]]></article-title>
<source><![CDATA[Topics in Stroke Rehabilitation]]></source>
<year>2011</year>
<volume>18</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>786- 97</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matsuzaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hashimoto]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yuki]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koyama]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hirata]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ikeda]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The relationship between post-stroke depression and physical recovery]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Affective Disorders]]></source>
<year>2015</year>
<volume>176</volume>
<page-range>56-60</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McCarthy]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sucharew]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alwell]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moomaw]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Woo]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Flaherty]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kissela]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Age, subjective stress, and depression after ischemic stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal Behavioral Medical]]></source>
<year>2016</year>
<volume>39</volume>
<page-range>55- 64</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McCarthy]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.J.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Powers]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lyons]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Depression post-Stroke: Worker's role in addressing an under recognized psychological problem for couples who have experienced Stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Health and Social Work]]></source>
<year>2011</year>
<volume>36</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>139-147</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mehta]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Janzen]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McIntyre]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McClure]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teasel]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effectiveness of psychological interventions in chronic stage of stroke: A systematic Review]]></article-title>
<source><![CDATA[Top Stroke Rehabilitation]]></source>
<year>2012</year>
<volume>19</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>536-544</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mellon]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Willians]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brewer]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hall]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Horgan]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dolan]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hickey]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological symptoms and quality of life post-stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[A profile of Irish stroke survivors from the ASPIRE-S cohort. Journal of Psychosomatic Research]]></source>
<year>2016</year>
<volume>85</volume>
<page-range>74-84</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mierlo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Heugten]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Post]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[De Kort]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Visser-Meily]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological factors determine depressive symptomatology after stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of Physical Medicine and Rehabilitation]]></source>
<year>2015</year>
<volume>96</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1064-1070</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moran]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fletcher]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Feltham]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Calvert]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sackley]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marshal]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fatigue psychological and cognitive impairment following transient ischaemic attack and minor stroke: A sistematic review]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal Neurologic]]></source>
<year>2014</year>
<volume>21</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>1258-1267</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moran]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fletcher]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Calvert]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Feltham]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sackley]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marshal]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A systematic review investigating fatigue, psychological and cognitive impairment following TIA and minor stroke: Protocol paper]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal Systematic Reviews]]></source>
<year>2013</year>
<volume>2</volume>
<numero>72</numero>
<issue>72</issue>
<page-range>2-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Morrison]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pollard]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Johnston]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Walter]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Anxiety and depression 3 years following Stroke: Demographic, clinical and psychological predictors]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Psychosomatic Research]]></source>
<year>2005</year>
<volume>59</volume>
<page-range>209-213</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mukherjee]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Levin]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Heller]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The cognitive, emotional, and social sequelae of stroke: Psychological and ethical concerns in post-stroke adaptation]]></article-title>
<source><![CDATA[Stroke]]></source>
<year>2006</year>
<volume>13</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>26-35</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nijsse]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van Heughten]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[van Mierlo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Post]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[de Kort]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Visser-Meily]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological factors are associated with subjective cognitive complaints 2 months post-stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Neuropsychological Rehabilitation: An international Journal]]></source>
<year>2015</year>
<volume>27</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>99-115</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ostwald]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bernal]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cron]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Godwin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Stress experienced by stroke survivors and spousal caregivers during the first year after discharge from inpatient rehabilitation]]></article-title>
<source><![CDATA[Topics in Stroke Rehabilitation]]></source>
<year>2015</year>
<volume>16</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>93-104</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pais-Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Revisão de investigação e evidência científica]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia Saúde & Doenças]]></source>
<year>2014</year>
<volume>15</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>631-682</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rabelo]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Néri]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bem-estar subjetivo e senso de ajustamento psicológico em idosos que sofreram AVC: Uma revisão]]></article-title>
<source><![CDATA[Estudos de Psicologia]]></source>
<year>2006</year>
<volume>11</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>169-177</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rolim]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martins]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade do cuidado ao acidente vascular cerebral isquêmico no SUS]]></article-title>
<source><![CDATA[Caderno de Saúde Pública]]></source>
<year>2011</year>
<volume>27</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>2106-2116</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sacco]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kasner]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Broderick]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Connors]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Culebras]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vinters]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An updated definition of stroke for the 21st century: A statement for healthcare professionals from the American heart association/American stroke association]]></article-title>
<source><![CDATA[Stroke]]></source>
<year>2013</year>
<volume>44</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>2064-2089</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Salter]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Foley]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teasell]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social support interventions a mood status post-Stroke: A review]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Nursing Studies]]></source>
<year>2010</year>
<volume>47</volume>
<page-range>616-625</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sampaio]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mancini]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudos de revisão sistemática: Um guia para síntese criteriosa da evidência científica]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Fisioterapia]]></source>
<year>2007</year>
<volume>11</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>83-89</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schãfer]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira-Minegotto]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tisser.]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[AVC: As repercussões psíquicas a partir de um relato de caso]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência e Cognição]]></source>
<year>2010</year>
<volume>15</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>202-215</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schmidt]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Damush]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tu]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bakas]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kroenke]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hendrie]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Depression Improvement is related to social role functioning after Stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of Physical Medical Rehabilitation]]></source>
<year>2012</year>
<volume>93</volume>
<page-range>978-982</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Supínová]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sklenková]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Quality of Life of patients after an acute Stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Kontakt]]></source>
<year>2018</year>
<volume>20</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>153-159</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Steiner]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Al-Sashi]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Beer]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Christensen]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cordonnier]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Csiba]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wagner]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Europe Stroke Organization (ESO): Guidelines for the management of Spontaneous Intracerebral Hemorrhage]]></article-title>
<source><![CDATA[Internacional. Journal Stroke]]></source>
<year>2014</year>
<volume>9</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>840-855</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Terroni]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mattos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sobreiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guajardo]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fráguas]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Depressão pós-AVC: Aspectos psicológicos, neurológicos, eixo HHA, correlato neuro-anatômico e tratamento]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Psiquiatria Clínica]]></source>
<year>2009</year>
<volume>36</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>100-108</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tsutsumi]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kayoba]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ishukawa]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Impact occupational stress on stroke across occupational classes and genders]]></article-title>
<source><![CDATA[Societal]]></source>
<year>2011</year>
<volume>Science</volume>
<page-range>and Medicine, 72, 1652-1658</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Urzúa]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Calidad de vida: Una revisión teórica del concepto]]></article-title>
<source><![CDATA[Terapia Psicológica]]></source>
<year>2012</year>
<volume>30</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>718-4808</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[West]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hell]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hewisson]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Knapp]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[House]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological disorders after stroke are an important influence on functional outcomes]]></article-title>
<source><![CDATA[Stroke]]></source>
<year>2010</year>
<volume>41</volume>
<page-range>1723-1727</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[White]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Magin]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Attia]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sturm]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carter]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pollack]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Trajectories of psychological distress after stroke]]></article-title>
<source><![CDATA[Annals of Family Medicine]]></source>
<year>2012</year>
<volume>10</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>435-442</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[World health statistics 2014]]></source>
<year>2014</year>
<publisher-loc><![CDATA[Geneva ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Word Health Organization]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wu]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Su]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pai]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of cognitive appraisal in middle-aged women stroke survivors and psychological health of their caregivers: A follow-up study]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Clinical Nursing]]></source>
<year>2015</year>
<volume>24</volume>
<page-range>3155-3164</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
