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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores psicossociais e risco gestacional: revisão da literatura]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this research was to accomplish a revision of the literature to identify the psychosocial factors related to gestation risks. The articles were chosen through four databases. After passing the inclusion criteria, 60 articles were analyzed through descriptive statistics and content analysis. Among the findings, it is emphasized that in relation with the final sample, 61,67% of the researches were conducted in the USA while Brazil appeared in the second position, representing 5,00%. The largest number of publications concentrate in the year of 2011(23,33%) and there was a fall in 2015 (11,67%). As regards the magazines which the articles were published, 63% belong to the medical field, while psychology represented only five magazines (12%). And 75% of the articles pointed the use of substances, 66,67% mentioned depression and 46,67% the anxiety. In addition to these comorbidities, other elements were identified, such as domestic violence (17%). Although the studies suggest that it is possible to identify the prevalence of determined psychosocial risks during pregnancy, future research and discussions on the subject are given in order to provide preventive measures and promoting women's health.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Fatores psicossociais e risco gestacional: revis&atilde;o da literatura</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Psychosocial factors and gestational risk: a review of the literature</b></font></p>     <p><b>La&iacute;s Lage de Carvalho<sup>1</sup> , Francisco da Fonseca Delgado<sup>2</sup>, &amp; Fabiane Rossi dos Santos Grincenkov<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG - Brasil, <a href="mailto:laislagecarvalho@gmail.com">laislagecarvalho@gmail.com</a>, <a href="mailto:fabiane.rossi@ufjf.edu.br">fabiane.rossi@ufjf.edu.br</a>.</p>     <p><sup>2</sup> Prefeitura Municipal de Juiz de Fora, Departamento de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria, Juiz de Fora, MG - Brasil, <a href="mailto:mvpdel@terra.com.br">mvpdel@terra.com.br</a>.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO </b></p>     <p>Esta pesquisa teve como objetivo realizar uma revis&atilde;oda literatura a fim de identificar os fatores psicossociais que estavam atrelados a algum risco na gesta&ccedil;&atilde;o. Os artigos foram escolhidos atrav&eacute;s de quatro bases de dados. Ap&oacute;s passar pelos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o, 60 artigos foram analisados por meio de estat&iacute;stica descritiva e an&aacute;lise de conte&uacute;do. Entre os resultados encontrados, destaca-se que em rela&ccedil;&atilde;o a amostra final, 61,67% das pesquisas foram realizadas nos EUA enquanto o Brasil apareceu em segunda posi&ccedil;&atilde;o, representando 5%. O maior n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es concentrava-se no ano de 2011 (23,33%) e observou-se uma queda em 2015 (11,67%). No que se refere as revistas as quais os artigos foram publicados, 63% pertenciam a &aacute;rea m&eacute;dica, enquanto a psicologia representou apenas cinco revistas (12%). 75% dos artigos apontaram o consumo de subst&acirc;ncias, 66,67% citaram a depress&atilde;o e 46,67% a ansiedade. Al&eacute;m dessas comorbidades, outros elementos foram identificados, tais como a viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica (17%). Apesar dos estudos apontarem que &eacute; poss&iacute;vel identificar a preval&ecirc;ncia de determinados riscos psicossociais durante a gesta&ccedil;&atilde;o, pesquisas futuras e discuss&otilde;es sobre a tem&aacute;tica s&atilde;o indicados a fim de proporcionar medidas preventivas e promotoras de sa&uacute;de da mulher.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>gravidez, ansiedade, depress&atilde;o, uso de subst&acirc;ncias</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT </b></p>     <p>The objective of this research was to accomplish a revision of the literature to identify the psychosocial factors related to gestation risks. The articles were chosen through four databases. After passing the inclusion criteria, 60 articles were analyzed through descriptive statistics and content analysis. Among the findings, it is emphasized that in relation with the final sample, 61,67% of the researches were conducted in the USA while Brazil appeared in the second position, representing 5,00%. The largest number of publications concentrate in the year of 2011(23,33%) and there was a fall in 2015 (11,67%). As regards the magazines which the articles were published, 63% belong to the medical field, while psychology represented only five magazines (12%). And 75% of the articles pointed the use of substances, 66,67% mentioned depression and 46,67% the anxiety. In addition to these comorbidities, other elements were identified, such as domestic violence (17%). Although the studies suggest that it is possible to identify the prevalence of determined psychosocial risks during pregnancy, future research and discussions on the subject are given in order to provide preventive measures and promoting women's health.</p>     <p><b>Keywords: </b>Pregnancy, anxiety, depression, substance use</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>A gesta&ccedil;&atilde;o caracteriza-se como um per&iacute;odo de vida da mulher que precisa ser avaliado com especial aten&ccedil;&atilde;o, tendo em vista que envolve in&uacute;meras altera&ccedil;&otilde;es no corpo e cotidiano da gestante, sejam elas f&iacute;sicas, hormonais, ps&iacute;quicas e de inser&ccedil;&atilde;o social, que podem refletir diretamente na sa&uacute;de mental dessas mulheres (dos Anjos, Pereira, Ferreira, Mesquita, &amp; Pican&ccedil;o J&uacute;nior, 2014; Brasil, 2010; Renn&oacute; Jr. et al., 2006).</p>     <p>Segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (Brasil, 2000), toda gesta&ccedil;&atilde;o traz em si mesma algum tipo de risco para a m&atilde;e ou para o feto, por&eacute;m espera-se que esta etapa transcorra sem intercorr&ecirc;ncias, uma vez que &eacute; um processo natural, apesar das mudan&ccedil;as. No entanto, em alguns casos, o risco est&aacute; muito aumentado e &eacute; ent&atilde;o inclu&iacute;do entre as chamadas gesta&ccedil;&otilde;es de alto risco. Desta forma, a vida da m&atilde;e e/ou do feto tem maiores chances de que algo at&iacute;pico aconte&ccedil;a. Apesar disso, para o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (Brasil, 2006), a avalia&ccedil;&atilde;o desse risco envolvido com a gesta&ccedil;&atilde;o pode ser um dificultador, tendo em vista que o conceito de risco est&aacute; associado a probabilidades e, com isso, nem sempre est&aacute; evidenciado. Compreende-se que o encadeamento entre um fator de risco e um dano nem sempre est&aacute; explicado ou &eacute; conhecido, portanto existem diversos fatores de risco que podem desencadear um dano &agrave; sa&uacute;de.</p>     <p>O termo “alto risco na gravidez” se associa &agrave; no&ccedil;&atilde;o de fatores biol&oacute;gicos e/ou psicol&oacute;gicos que interferem na sa&uacute;de f&iacute;sica da gestante e, por consequ&ecirc;ncia, afetar o feto. Apesar disso, tal terminologia vista sob a &oacute;tica da sa&uacute;de mental est&aacute; mais voltada aos transtornos psicol&oacute;gicos que podem vir a afetar a m&atilde;e, como a depress&atilde;o, ansiedade, p&acirc;nico, psicose puerperal e outros (Daher &amp; Baptista, 1999). A compreens&atilde;o do risco na gesta&ccedil;&atilde;o requer conhecimento da fisiologia obst&eacute;trica, bem como nas condi&ccedil;&otilde;es sociodemogr&aacute;ficas e as patologias que possam estar atreladas &agrave; gravidez para que a sua conceitua&ccedil;&atilde;o esteja clara e objetiva. Desta forma, para que seja poss&iacute;vel estabelecer uma aten&ccedil;&atilde;o integral &agrave; gestante, &eacute; necess&aacute;rio compreender as demandas de cuidados psicossociais dessas mulheres, rompendo com a ideia do modelo biom&eacute;dico centrado na doen&ccedil;a (Silva et al., 2013; Brasil, 2001).</p>     <p>A assist&ecirc;ncia prestada &agrave;s mulheres deve ser de qualidade, pois a taxa de mortalidade das gestantes &eacute; um problema n&atilde;o apenas para a sociedade, mas de sa&uacute;de p&uacute;blica (Azevedo, Silvino &amp; Ferreira, 2013). A abordagem precisa ser diferenciada por parte da equipe profissional a fim de reduzir poss&iacute;veis complica&ccedil;&otilde;es tanto para a m&atilde;e quanto para o feto. Al&eacute;m disso, a fam&iacute;lia precisa de aten&ccedil;&atilde;o, pois demanda apoio para tranquiliza-la, uma vez que a situa&ccedil;&atilde;o de risco pode propiciar maior n&iacute;vel de ansiedade e medo (dos Anjos et. al, 2014; Brasil, 2001).</p>     <p>As gestantes de risco devem ser consideradas como um grupo que possui necessidades espec&iacute;ficas para que a evolu&ccedil;&atilde;o da gesta&ccedil;&atilde;o seja bem-sucedida. Os fatores de risco s&atilde;o divididos em quatro categorias, sendo elas: <b>caracter&iacute;sticas individuais e condi&ccedil;&otilde;es sociodemogr&aacute;ficas desfavor&aacute;veis</b>, como idade menor que 17 e maior que 35 anos, ocupa&ccedil;&atilde;o (esfor&ccedil;o f&iacute;sico, carga hor&aacute;ria, rotatividade de hor&aacute;rio, exposi&ccedil;&atilde;o a agentes f&iacute;sicos, qu&iacute;micos e biol&oacute;gicos, estresse.), situa&ccedil;&atilde;o conjugal insegura, baixa escolaridade (menos de cinco anos), condi&ccedil;&otilde;es ambientais desfavor&aacute;veis, altura menor que 1,45 m, peso menor que 45 kg e maior que 75 kg, depend&ecirc;ncia de drogas l&iacute;citas ou il&iacute;citas; <b>hist&oacute;ria reprodutiva anterior</b>, como morte perinatal explicada e inexplicada, rec&eacute;m-nascido com crescimento retardado, pr&eacute;-termo ou malformado, abortamento habitual, esterilidade/infertilidade, intervalo interpartal menor que dois anos ou maior que cinco anos, nuliparidade e multiparidade, s&iacute;ndrome hemorr&aacute;gica ou hipertensiva, cirurgia uterina anterior; <b>doen&ccedil;a obst&eacute;trica na gravidez atual</b>, como desvio quanta ao crescimento uterino, n&uacute;mero de fetos e volume de l&iacute;quido amni&oacute;tico, trabalho de parto prematuro e gravidez prolongada, ganho ponderal inadequado, pr&eacute;-ecl&acirc;mpsia e eclampsia, amniorrexe prematura, hemorragias da gesta&ccedil;&atilde;o, isoimuniza&ccedil;&atilde;o e &oacute;bito fetal; <b>intercorr&ecirc;ncias cl&iacute;nicas</b>, como cardiopatias, pneumopatias, nefropatias, endrocrinopatias, hemopatias, hipertens&atilde;o arterial, epilepsia, doen&ccedil;as infecciosas, doen&ccedil;as auto-imunes e ginecopatias (Gouveia &amp; Lopes, 2004; Brasil, 2000).</p>     <p>A gravidez de alto risco, em geral, fica reduzida a tais fatores, limitando-se aos aspectos fisio- patol&oacute;gicos, o que dificulta a percep&ccedil;&atilde;o da mulher e do beb&ecirc; enquanto sujeitos do ciclo grav&iacute;dico. Desta forma, n&atilde;o se pode restringir a abordagem estritamente ligada ao campo fisiol&oacute;gico, necessitando compreender a experi&ecirc;ncia da mulher enquanto viv&ecirc;ncia deste determinado momento (Gomes, Cavalcanti, Marinho &amp; da Silva, 2001).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Corroborando com essa esta realidade, a presente pesquisa pretendeu elaborar uma revis&atilde;o da literatura cujo objetivo foi identificar os fatores psicol&oacute;gicos e sociais que estavam atrelados a algum tipo de risco na gesta&ccedil;&atilde;o.</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>A presente pesquisa pretendeu investigar a preval&ecirc;ncia de fatores psicossociais durante a gesta&ccedil;&atilde;o de risco e suas rela&ccedil;&otilde;es com a depress&atilde;o, ansiedade e/ou o uso/abuso de subst&acirc;ncias. Desta forma, objetivou-se verificar algumas hip&oacute;teses, tais como: a) exist&ecirc;ncia de fatores psicossociais sendo um risco na gesta&ccedil;&atilde;o; b) ansiedade, depress&atilde;o e uso/abuso de subst&acirc;ncias como comorbidades associadas &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o de risco; e c) escassez de literatura sobre o assunto no Brasil.</p>     <p><i>Material</i></p>     <p>Frente ao exposto, foi realizada uma revis&atilde;o da literatura a partir de um estudo quantitativo e qualitativo, retrospectivo e documental, com publica&ccedil;&otilde;es nos per&iacute;odos de 2010 a 2016. As bases de dados utilizadas foram Web of Science, PubMED, Biblioteca Virtual de Sa&uacute;de (BVS) e Scielo e os termos de busca adotados, selecionados atrav&eacute;s de pesquisa via Descritores em Ci&ecirc;ncia da Sa&uacute;de (DeCS)/<i>Medical Subject Headings </i>(MeSH), foram “high-risk”, pregnancy, profile e psychology, pesquisados tamb&eacute;m em portugu&ecirc;s como ”alto risco”, gravidez, perfil e psicologia.</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>A primeira etapa da coleta foi feita em janeiro de 2016 por meio do uso dos descritores nas bases de dados citadas anteriormente e, em seguida, as refer&ecirc;ncias obtidas foram inclu&iacute;das na ferramenta Endnote Web. A segunda etapa caracteriza-se pelo refinamento dos arquivos obtidos para que estejam de acordo com os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o, sendo estes: a) publica&ccedil;&otilde;es que tratassem acerca da gesta&ccedil;&atilde;o de alto risco; b) arquivos disponibilizados completos e gratuitamente na web; c) artigos presentes nas bases de dados Web of Science, Scielo, BVS e Pubmed; d) publica&ccedil;&otilde;es que apresentassem dados psicossociais sobre a gesta&ccedil;&atilde;o em si e) artigos publicados a partir de 2010. J&aacute; os crit&eacute;rios de n&atilde;o inclus&atilde;o foram: a) artigos fora da tem&aacute;tica; b) material duplicado; c) artigos que n&atilde;o estavam nas l&iacute;nguas ingl&ecirc;s ou portugu&ecirc;s.</p>     <p>A inclus&atilde;o do material no Endnote Web possibilitou a exclus&atilde;o dos artigos duplicados e, em seguida, a an&aacute;lise do material foi realizada na seguinte ordem: exclus&atilde;o de publica&ccedil;&otilde;es cujo t&iacute;tulo n&atilde;o estivesse de acordo com os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o, exclus&atilde;o ap&oacute;s a leitura de resumos que tamb&eacute;m n&atilde;o estavam relacionados ou eram inexistentes, busca pelos artigos na &iacute;ntegra, leitura completa das publica&ccedil;&otilde;es encontradas a fim de perceber se ainda existia algum material que estivesse em desacordo com os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e, por fim, chegou-se a amostra de 60 artigos.</p>     <p>A amostra foi submetida a uma an&aacute;lise por meio de categorias, como: a) ano de publica&ccedil;&atilde;o, b) autoria, c) pa&iacute;s em que a pesquisa foi realizada, d) tamanho da amostra, e) metodologia utilizada, f) comorbidades associadas &agrave; m&atilde;e, g) exist&ecirc;ncia ou n&atilde;o de algum tipo de interven&ccedil;&atilde;o, h) ansiedade, i) depress&atilde;o. j) uso/abuso de subst&acirc;ncias. Os dados obtidos nessas categorias foram analisados por meio de estat&iacute;stica descritiva e an&aacute;lise de conte&uacute;do de Bardin (2011).</p>     <p><b>Resultados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Inicialmente foram obtidos 1234 artigos nas bases de dados utilizadas. Ap&oacute;s o refinamento inicial para encontrar o material duplicado foram exclu&iacute;das cinco publica&ccedil;&otilde;es. Em seguida, 1005 artigos foram descartados segundo o t&iacute;tulo, tendo em vista que n&atilde;o estavam consonantes com os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o. Posteriormente 55 publica&ccedil;&otilde;es foram removidas ap&oacute;s a leitura atenta dos resumos, totalizando 169 artigos. Ap&oacute;s a busca desse material na &iacute;ntegra e gratuitamente, n&atilde;o foi poss&iacute;vel acessar 17 publica&ccedil;&otilde;es, tendo em vista que o acesso era mediante a compra do artigo. Em seguida, houve uma queda de 70 artigos ap&oacute;s a leitura completa dos mesmos, pois enquadravam-se nos crit&eacute;rios de n&atilde;o inclus&atilde;o. Por fim, 22 publica&ccedil;&otilde;es foram removidas devido ao ano de publica&ccedil;&otilde;es, pois eram anteriores a 2010. Desta forma, foi obtido um total de 60 artigos para an&aacute;lise criteriosa.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a14f1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No que se refere especificamente &agrave; amostra final obtida, 61,67% das pesquisas foram realizadas nos EUA enquanto o Brasil aparece em segunda posi&ccedil;&atilde;o, juntamente ao Canad&aacute; e a Noruega, representando, cada um deles, apenas 5,00%. Em seguida, encontra-se a China com 3,33% e, por fim, com apenas uma publica&ccedil;&atilde;o cada (1,67%), os pa&iacute;ses Austr&aacute;lia, &Aacute;frica do Sul, B&eacute;lgica, Dinamarca, Finl&acirc;ndia, Inglaterra, It&aacute;lia, Jord&acirc;nia, Nova Zel&acirc;ndia e Malawi. Uma das publica&ccedil;&otilde;es era referente a toda Europa e outra n&atilde;o mencionava o pa&iacute;s da pesquisa.</p>     <p>J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao ano de publica&ccedil;&atilde;o dos artigos, o maior n&uacute;mero delas concentrava-se no ano de 2011 (23,33%) e, em 2015 houve uma queda (11,67%), conforme &eacute; observado no <a href="#g1">gr&aacute;fico 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="g1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a14g1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No tocante a autoria dos artigos, nenhum deles que se repetiu dentre as 60 publica&ccedil;&otilde;es e 95,00% do material encontrado foi de autoria m&uacute;ltipla. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s revistas nas quais os artigos foram publicados, 63,00% eram referentes &agrave; &aacute;rea m&eacute;dica, enquanto a psicologia representou apenas cinco revistas (12,00%), destas apenas tr&ecirc;s eram exclusivamente da &aacute;rea psicol&oacute;gica, tratando de tem&aacute;ticas da neuropsicologia, psicologia da sa&uacute;de e aspectos psicol&oacute;gicos de comportamentos de depend&ecirc;ncia. Os peri&oacute;dicos que obtiveram os maiores n&uacute;meros de publica&ccedil;&atilde;o foram: “Maternal Child Health Journal”, “Plos One”, “Neurotoxicology and Teratology” com quatro artigos, equivalente a 6,67% da amostra cada um.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Considerando que a compreens&atilde;o do risco gestacional pressup&otilde;e a import&acirc;ncia do cuidado &agrave; gestante e ao feto, tendo em vista que as chances de que ocorram consequ&ecirc;ncias adversas estejam aumentadas (Brasil, 2012), a amostra estudada pelos artigos encontrados foi heterog&ecirc;nea, portanto utilizou-se a an&aacute;lise de conte&uacute;do. Foram criadas seis categorias de an&aacute;lise e, conforme esperado, a amostra mais investigada (45,00%) foi de gestantes, j&aacute; que essa tem&aacute;tica est&aacute; diretamente relacionada a este p&uacute;blico. Em seguida, as crian&ccedil;as foram mencionadas em 14,00%, reiterando consequ&ecirc;ncias do risco gestacional no desenvolvimento das mesmas. Al&eacute;m disso, em 9,00% identificou-se pesquisas que entrevistam mulheres que n&atilde;o estavam gestando, 8,00% que j&aacute; eram m&atilde;es, 5,00% utilizaram prontu&aacute;rios/registros e 19,00% foram enquadrados na categoria “outros”, pois eram publica&ccedil;&otilde;es sobre revis&otilde;es sistem&aacute;ticas (11,00%), profissionais da sa&uacute;de (2,00%), volunt&aacute;rios de uma comunidade on-line de parentalidade (2,00%), casais (2,00%) e estudo te&oacute;rico (2,00%). Desta forma, obteve-se um total de 64 tipos de amostra.</p>     <p>Especificamente em rela&ccedil;&atilde;o ao delineamento dos estudos, 37 (61,67%) foram transversais, 14 (23,33%) longitudinais, 6 (10,00%) de revis&otilde;es sistem&aacute;ticas e 3 (5,00%) de texto te&oacute;rico. No que concerne &agrave; metodologia utilizada pelos autores, o uso dos m&eacute;todos quantitativos foi predominante, representando 85,00% da amostra, enquanto a metodologia estritamente qualitativa emergiu em 5,00% do material encontrado, 3,33% dos artigos utilizaram metodologias mistas (quantitativas e qualitativas) e 6,67% n&atilde;o se aplicavam, pois eram textos te&oacute;ricos. Outro fator evidenciado pela revis&atilde;o da literatura foi que apenas 3,33% dos artigos realizavam algum tipo de interven&ccedil;&atilde;o com a amostra que estavam estudando. Esse valor equivale a apenas dois artigos, enquanto a maioria (96,67%) n&atilde;o teve este objetivo.</p>     <p>Dentre as comorbidades investigadas, 75,00% dos artigos apontaram o uso/abuso de subst&acirc;ncias, como &aacute;lcool, tabaco e/ou outras drogas, 66,67% mencionavam a depress&atilde;o e 46,67% citaram a ansiedade. Al&eacute;m dessas comorbidades, outros elementos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;e foram identificados e submetidos &agrave; An&aacute;lise de Conte&uacute;do, encontrando fatores psicol&oacute;gicos, socioecon&ocirc;micos e fisiol&oacute;gicos, tais como a viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica contra a gestante (17,00%), conforme retratado no <a href="#q1">quadro 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a14q1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Frente aos resultados expostos, a presente pesquisa possibilitou a identifica&ccedil;&atilde;o da falta de pesquisas no Brasil, representando apenas 5,00% das publica&ccedil;&otilde;es. O pa&iacute;s cuja representatividade na &aacute;rea se mostrou mais relevante foram os EUA, respons&aacute;vel por 61,67% dos estudos. Apesar do baixo &iacute;ndice de publica&ccedil;&otilde;es brasileiras, o pa&iacute;s ainda se classificou, juntamente ao Canad&aacute; e a Noruega na segunda coloca&ccedil;&atilde;o, revelando que existem estudos sobre gesta&ccedil;&atilde;o de risco no Brasil. Diante da discrep&acirc;ncia observada, nota-se a import&acirc;ncia de investir em mais pesquisas brasileiras acerca da tem&aacute;tica. No tocante ao ano de publica&ccedil;&atilde;o dos artigos, 2011 foi o ano em que mais pesquisadores publicaram sobre o assunto, com quatorze publica&ccedil;&otilde;es. Em 2012, esse &iacute;ndice caiu para oito. Nos anos de 2013 e 2014 o n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es estabilizou em onze, por&eacute;m em 2015 esse n&uacute;mero caiu para sete. N&atilde;o foi poss&iacute;vel observar algum padr&atilde;o acerca dos anos de publica&ccedil;&atilde;o, tais como um crescente ou decrescente &iacute;ndice de publica&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m observou-se que uma queda nas publica&ccedil;&otilde;es acerca do tema a partir de 2012.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos estudos sob a perspectiva da psicologia acerca da gesta&ccedil;&atilde;o de risco, se comparado aos estudos m&eacute;dicos, &eacute; necess&aacute;rio que haja maior investimento em pesquisas, pois representaram apenas 12% das publica&ccedil;&otilde;es. Desta forma, grande parte dos estudos enfatizam quest&otilde;es especificamente biol&oacute;gicas em detrimento dos fatores psicol&oacute;gicos. O campo de estudos psicol&oacute;gicos ainda se exp&otilde;e limitado, necessitando mais desenvolvimento de pesquisas na &aacute;rea.</p>     <p>Ap&oacute;s a leitura criteriosa e an&aacute;lise dos artigos, notou-se que a amostra pesquisada nas publica&ccedil;&otilde;es encontradas foi heterog&ecirc;nea, contemplando gestantes, crian&ccedil;as, mulheres, m&atilde;es e prontu&aacute;rios/registros e, em grau menor, outras popula&ccedil;&otilde;es, tais como profissionais da sa&uacute;de. Tal resultado est&aacute; em conformidade com a literatura que aponta sobre a possibilidade de o risco afetar tanto a gestante quanto seu filho (Brasil, 2010; Gama, Szwarcwald, Sabroza, Branco &amp; Leal, 2004; Costa, 2002; Brasil, 2001).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao tipo de delineamento das pesquisas, os estudos transversais foram predominantes (61,67%) da amostra analisada. A popularidade deste tipo de delineamento na realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas pode estar atribu&iacute;da a fatores como: baixo custo, a facilidade, a rapidez e a objetividade na coleta de dados, pois a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; obtida em momento &uacute;nico (Breakwell, &amp; Rose, 2010). Estudos longitudinais det&ecirc;m maior complexidade e, talvez em decorr&ecirc;ncia disto tenham sido encontrados poucos estudos neste formato (10,00%). &Eacute; relevante observar que j&aacute; existam revis&otilde;es sistem&aacute;ticas sobre o assunto, tendo em vista que ela revela um resumo de evid&ecirc;ncias acerca da tem&aacute;tica.</p>     <p>Al&eacute;m dos dados j&aacute; apontados previamente, mediante os resultados obtidos, foi poss&iacute;vel perceber que a metodologia predominantemente utilizada por pesquisadores que investigam a gesta&ccedil;&atilde;o de risco &eacute; quantitativa (85,00%). Nota-se uma lacuna no que se refere &agrave;s metodologias qualitativas, revelando a necessidade de se investir em pesquisas com esse formato. Outra car&ecirc;ncia observada ap&oacute;s an&aacute;lise dos dados foi a escassez de pesquisas que realizavam algum tipo de interven&ccedil;&atilde;o com a amostra que estavam estudando.</p>     <p>No que se refere &agrave;s comorbidades observadas, a presente pesquisa buscou investigar especificamente a preval&ecirc;ncia ou n&atilde;o de quest&otilde;es relacionadas &agrave; depress&atilde;o, ansiedade e uso/abuso de subst&acirc;ncias. Frente aos resultados encontrados, &eacute; poss&iacute;vel perceber que a maior parte dos artigos identificou algum tipo de associa&ccedil;&atilde;o entre a depress&atilde;o e o uso/abuso de subst&acirc;ncias com a gesta&ccedil;&atilde;o. Em rela&ccedil;&atilde;o aos sintomas ansiog&ecirc;nicos, 46,67% dos artigos apresentaram esse fator e, apesar de n&atilde;o representar a maioria, n&atilde;o deve ser desconsiderado. A gesta&ccedil;&atilde;o &eacute; um per&iacute;odo que envolve diversas mudan&ccedil;as que podem acometer a sa&uacute;de mental das mulheres. Tendo em vista o apontamento da literatura acerca da preval&ecirc;ncia de tais fatores psicol&oacute;gicos, &eacute; importante estar atento a essas quest&otilde;es para que os cuidados com essas pacientes sejam pertinentes e de qualidade (Silva et al., 2013; Renn&oacute; Jr et al., 2006).</p>     <p>Ainda em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s comorbidades, a an&aacute;lise de conte&uacute;do possibilitou a verifica&ccedil;&atilde;o de outros componentes que podem afetar a gestante, tal como a viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica. O per&iacute;odo gestacional &eacute; reconhecido como um momento de maior fragilidade f&iacute;sica e emocional e, portanto, a viol&ecirc;ncia nesta fase exige aten&ccedil;&atilde;o especial dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de (dos Anjos et al., 2014; Audi, Segall-Corr&ecirc;a, Santiago, Andrade, &amp; P&eacute;rez-Escamilla 2008). Os aspectos fisiol&oacute;gicos percebidos no presente estudo, tais como a diabetes, ginecopatias, hipertens&atilde;o, peso e consequ&ecirc;ncias reprodutivas adversas est&atilde;o em conformidade com o Manual T&eacute;cnico de gesta&ccedil;&atilde;o de alto-risco (Brasil, 2000) que, conforme mencionado previamente, prev&ecirc; a ocorr&ecirc;ncia desses fatores em gesta&ccedil;&otilde;es cujo risco esteja aumentado. J&aacute; os aspectos psicossociais como o estresse, apoio social, fatores socioecon&ocirc;micos, transtornos mentais e idade j&aacute; foram apontados na literatura (Brasil, 2010; Pereira &amp; Lovisi, 2008; Costa, 2002), corroborando com os resultados obtidos nessa revis&atilde;o.</p>     <p>Diante dos dados obtidos nessa pesquisa foi poss&iacute;vel identificar a preval&ecirc;ncia de determinados riscos psicol&oacute;gicos e sociais durante a gesta&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, notou-se a necessidade de discuss&atilde;o acerca desta tem&aacute;tica, bem como mais investiga&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas na &aacute;rea, uma vez que ainda &eacute; pouco abordada no contexto brasileiro e no campo de estudos psicol&oacute;gicos.</p>     <p>A possibilidade de realizar estudos sobre a gesta&ccedil;&atilde;o de risco e apontar fatores psicol&oacute;gicos e sociais que possam afetar a gestante e/ou o feto favorecem o conhecimento de suas intera&ccedil;&otilde;es e/ou consequ&ecirc;ncias para que, no futuro, possam ser observadas melhorias nas possibilidades de aten&ccedil;&atilde;o a essa popula&ccedil;&atilde;o, bem como a oferta de medidas preventivas e promotoras de sa&uacute;de da mulher no pa&iacute;s.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Audi, C. A. F., Segall-Corr&ecirc;a, A. M., Santiago, S. M., Andrade, M. G. G., &amp; P&eacute;rez-Escamilla, R. (2008). Viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica na gravidez: preval&ecirc;ncia e fatores associados. <i>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 42</i>(5), 877-85. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102008005000041" target="_blank">10.1590/S0034-89102008005000041</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563770&pid=S1645-0086201900010001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Azevedo, R. O., Silvino, Z. R., &amp; Ferreira, H.C. (2013). Nursing guidelines with regard to high-risk pregnancy: a descriptive study. <i>Online Brazilian Journal of Nursing, 12</i>, 623-25. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.5935/1676-4285.20134512" target="_blank">10.5935/1676-4285.20134512</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563772&pid=S1645-0086201900010001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bardin, L. (2011). <i>An&aacute;lise de Conte&uacute;do</i>. S&atilde;o Paulo: Edi&ccedil;&otilde;es 70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563774&pid=S1645-0086201900010001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. (2000) <i>Assist&ecirc;ncia Pr&eacute;-natal: Manual T&eacute;cnico</i>. Bras&iacute;lia (DF).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563776&pid=S1645-0086201900010001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, (2010) <i>Gesta&ccedil;&atilde;o de alto risco. </i>Bras&iacute;lia (DF).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563777&pid=S1645-0086201900010001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. (2001) <i>Parto, aborto e puerp&eacute;rio: assist&ecirc;ncia humanizada &agrave; mulher.</i>Secretaria de Pol&iacute;ticas de Sa&uacute;de, &Aacute;rea T&eacute;cnica da Mulher. - Bras&iacute;lia (DF).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563779&pid=S1645-0086201900010001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Breakwell, G. M., &amp; Rose, D. (2010). Teoria, M&eacute;todo e Delineamento de Pesquisa. In: G. M. Breakwell, S. Hammond, C. Fife-Schaw &amp; J. A. Smith. <i>M&eacute;todos de Pesquisa em Psicologia. </i>Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563781&pid=S1645-0086201900010001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Costa, I. G. (2002). As percep&ccedil;&otilde;es da gravidez de risco para a gestante e as implica&ccedil;&otilde;es familiares.<i>Revista ga&uacute;cha de Enfermagem, 23</i>(1), 30-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563783&pid=S1645-0086201900010001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Daher, A. S., &amp; Baptista, M. N. (1999). Gesta&ccedil;&atilde;o de alto risco, sintomatologia depressiva e patologias gestacionais. <i>Revista de Neuropsiquiatria da Inf&acirc;ncia e Adolesc&ecirc;ncia. 7</i>(2), 67-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563785&pid=S1645-0086201900010001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Dos Anjos, J. C. S., Pereira, R. R., Ferreira, P. R. C., Mesquita, T, B. P., e Pican&ccedil;o J&uacute;nior, &amp; O. M. (2014). Perfil epidemiol&oacute;gico das gestantes atendidas em um centro de refer&ecirc;ncia em pr&eacute;-natal de alto risco. <i>Revista Paraense de Medicina, 28(</i>2), 23-33.</p>     <!-- ref --><p>Gama, S. G. N., Szwarcwald, C. L., Sabroza, A. R., Branco, V. C., &amp; Leal, M. C. (2004). Fatores associados &agrave; assist&ecirc;ncia pr&eacute;-natal prec&aacute;ria em uma amostra de pu&eacute;rperas adolescentes em maternidades do Munic&iacute;pio do Rio de Janeiro, 1999-2000. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 20</i>(1), 101-111. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2004000700011" target="_blank">10.1590/S0102-311X2004000700011</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563788&pid=S1645-0086201900010001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gomes, R., Cavalcanti, L. F., Marinho, A.S.N., &amp; da Silva, L. G. P. (2001). Os sentidos do risco na gravidez segundo a obstetr&iacute;cia: um estudo bibliogr&aacute;fico. <i>Revista Latino-americana de Enfermagem, 9</i>(4), 62-67 doi: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/S0104-11692001000400011" target="_blank"> 10.1590/S0104-11692001000400011</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563790&pid=S1645-0086201900010001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gouveia, H. G., &amp; Lopes, M. A. B. M. (2004). Diagn&oacute;stico de enfermagem e problemas colaborativos mais comuns na gesta&ccedil;&atilde;o de risco. Revista Latino-americana de Enfermagem. <i>12</i>(2), 175-82. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692004000200005" target="_blank">10.1590/S0104-11692004000200005</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563792&pid=S1645-0086201900010001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pereira, P. K., &amp; Lovisi, G. M. (2008). Preval&ecirc;ncia da depress&atilde;o gestacional e fatores associados.<i>Revista de psiquiatria cl&iacute;nica, 35</i>(4), 144-153. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0101-60832008000400004" target="_blank">10.1590/S0101-60832008000400004</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563794&pid=S1645-0086201900010001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, M. R. C., Vieira, B. D. G., Alves, V. H., Rodrigues, D. P., Vargas, G. S., &amp; S&aacute;, A. M. P. (2013). A percep&ccedil;&atilde;o de gestantes de alto risco acerca do processo de hospitaliza&ccedil;&atilde;o. <i>Revista de enfermagem da UERJ</i>, 792-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=563796&pid=S1645-0086201900010001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em 06 de Julho de 2017/ Aceite em 29 de Outubro de 2018</p>      ]]></body><back>
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