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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A influência da confiança no parceiro na decisão do uso da camisinha]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Condom use is considered one of the main ways of evaluating risky sexual behavior. However, despite acknowledging its importance, studies indicate inconsistencies in its use, being the trust on the partner a variable that has relevant predictive power in this scenario. This study aims to evaluate risky sexual behavior by the use of a scale constructed to measure condom use in function of trust on partner (EUC). For that purpose, the research counted with a non-probabilistic sample of 346 people whom answered the scale and sociodemographic questions. The psychometric parameters from the scale were evaluated by a Principal Component analysis that showed the one factor solution to be more adequate, explaining 34,77% of total variance and Cronbach's Alpha of 0,81. The results indicate that trust on partner has, in fact, great predictive power. Lastly, means were compared to investigate if there were differences in the scores of EUC regarding the type of relationship and the gender of participants. No significate differences were found. As a conclusion, EUC can assist research regarding risky sexual behavior and start discussions of how trust on partner influences the inconsistent use of condoms and other sexually related risk behaviors.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[comportamento sexual]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>A influ&ecirc;ncia da confian&ccedil;a no parceiro na decis&atilde;o do uso da camisinha</b></font></p>     <p><font size="3"><b>The influence of partner's trust in deciding to use condoms</b></font></p>     <p><b>Lia Wagner Plutarco<sup>1</sup>, Glysa de Oliveira Meneses<sup>1</sup> , Clara Monte Arruda<sup>1</sup>, Leonardo Carneiro Holanda<sup>1</sup>, &amp; Walberto Silva dos Santos<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Universidade Federal do Cear&aacute; - UFC. Departamento de Psicologia. Fortaleza - CE, Brasil. <a href="mailto:liaplutarco@hotmail.com">liaplutarco@hotmail.com</a>, <a href="mailto:glysa.meneses@uece.br">glysa.meneses@uece.br</a>, <a href="mailto:claramontearruda@gmail.com">claramontearruda@gmail.com</a>, <a href="mailto:leo.cholanda@gmail.com">leo.cholanda@gmail.com</a>, <a href="mailto:walbertosantos@gmail.com">walbertosantos@gmail.com</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Comportamentos sexuais de risco podem prejudicar a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental de uma pessoa. Nesse contexto, o uso de camisinha &eacute; considerado um dos principais meios de avalia&ccedil;&atilde;o. Contudo, apesar de reconhecida sua import&acirc;ncia, estudos indicam que h&aacute; grande inconsist&ecirc;ncia no uso do preservativo, sendo a confian&ccedil;a no parceiro uma vari&aacute;vel de relevante poder preditivo nesse cen&aacute;rio. O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento sexual de risco a partir da constru&ccedil;&atilde;o de uma escala de uso de camisinha em fun&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a no parceiro (EUC). Para tanto, contou-se com uma amostra composta por 346 participantes que responderam o instrumento e perguntas sociodemogr&aacute;ficas. Os par&acirc;metros psicom&eacute;tricos da escala foram avaliados por meio de uma an&aacute;lise de componentes principais que mostrou a solu&ccedil;&atilde;o unifatorial como mais adequada, explicando 34,77% da vari&acirc;ncia e com Alfa de Cronbach de 0,81. Por fim, compararam-se as m&eacute;dias para avaliar se haviam diferen&ccedil;as na pontua&ccedil;&atilde;o da EUC quanto ao tipo de relacionamento e ao g&ecirc;nero dos participantes, n&atilde;o sendo encontradas diferen&ccedil;as significativas. Considera-se que a EUC poder&aacute; contribuir nas pesquisas sobre comportamentos sexuais de risco e incitar discuss&otilde;es acerca de como a confian&ccedil;a no parceiro influencia no uso inconsistente da camisinha e em outros comportamentos de risco relacionados ao sexo.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>comportamento sexual, camisinha, an&aacute;lise fatorial, parceiros sexuais</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Condom use is considered one of the main ways of evaluating risky sexual behavior. However, despite acknowledging its importance, studies indicate inconsistencies in its use, being the trust on the partner a variable that has relevant predictive power in this scenario. This study aims to evaluate risky sexual behavior by the use of a scale constructed to measure condom use in function of trust on partner (EUC). For that purpose, the research counted with a non-probabilistic sample of 346 people whom answered the scale and sociodemographic questions. The psychometric parameters from the scale were evaluated by a Principal Component analysis that showed the one factor solution to be more adequate, explaining 34,77% of total variance and Cronbach's Alpha of 0,81. The results indicate that trust on partner has, in fact, great predictive power. Lastly, means were compared to investigate if there were differences in the scores of EUC regarding the type of relationship and the gender of participants. No significate differences were found. As a conclusion, EUC can assist research regarding risky sexual behavior and start discussions of how trust on partner influences the inconsistent use of condoms and other sexually related risk behaviors.</p>     <p><b>Keywords: </b>sexual behavior, condom, factorial analysis, sex partners</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>Nos &uacute;ltimos anos, comportamentos sexuais de risco t&ecirc;m-se mostrado como relevante objeto de estudo. Segundo dados da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (World Health Organization, 2013), mais de um milh&atilde;o de pessoas adquirem uma Infec&ccedil;&atilde;o Sexualmente Transmiss&iacute;vel (IST) por dia. Estima- se que, a cada ano, ocorrem, aproximadamente, 500 milh&otilde;es de novos casos de infec&ccedil;&otilde;es cur&aacute;veis, como gonorreia, s&iacute;filis e clam&iacute;dia, e que mais de 530 milh&otilde;es de pessoas adquirem o v&iacute;rus do herpes genital (HSV-2), infec&ccedil;&atilde;o incur&aacute;vel.</p>     <p>Em 2016, o Boletim Epidemiol&oacute;gico sobre a s&iacute;filis, divulgado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (2016), revelou que o n&uacute;mero de s&iacute;filis adquirida no Brasil aumentou mais de 5000% entre os anos de 2010 e 2015. Al&eacute;m disso, a taxa de s&iacute;filis cong&ecirc;nita em 2015 foi de 6,5 casos a cada mil nascidos vivos, o que representa um valor treze vezes maior que o admitido pela OMS.</p>     <p>Nesse contexto, muitos estudos acerca do comportamento sexual v&ecirc;m sendo produzidos no decorrer dos &uacute;ltimos anos (Cruzeiro et al., 2010; Meneses et al., 2017), em sua maioria, buscando compreender quais vari&aacute;veis est&atilde;o relacionadas a ele e de que maneira podem influenciar na emiss&atilde;o de comportamentos de risco ou de prote&ccedil;&atilde;o. Logo, o comportamento sexual &eacute; considerado complexo por ser determinado por m&uacute;ltiplos fatores, como g&ecirc;nero, cultura, n&iacute;vel educacional, influ&ecirc;ncia dos pares e da fam&iacute;lia, cren&ccedil;as, valores pessoais e m&iacute;dia (Dunne, McCann, Millen, Wilson &amp; Macdonald, 2015; Leite, Rodrigues &amp; Fonseca, 2004). Nesse cen&aacute;rio, o estudo desse tipo de comportamento abrange desde uma compreens&atilde;o com foco no processo normal do desenvolvimento at&eacute; a an&aacute;lise dos riscos que poder&atilde;o vir a interferir na sa&uacute;de.</p>     <p>Sob a perspectiva do risco, s&atilde;o considerados comportamentos sexuais de risco aqueles que podem comprometer, por meio de rela&ccedil;&otilde;es sexuais, a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental de um indiv&iacute;duo (Feij&oacute; &amp; Oliveira, 2001). Entre tais comportamentos, destacam-se: primeira rela&ccedil;&atilde;o sexual em idade precoce, hist&oacute;rico de gravidez indesejada/IST, rela&ccedil;&atilde;o sexual sem camisinha e elevado n&uacute;mero de parceiros casuais (Meneses et al., 2017; Mola et al., 2017).</p>     <p>Em termos mais amplos, s&atilde;o consideradas ainda: experi&ecirc;ncias sexuais traum&aacute;ticas, abuso de subst&acirc;ncias (&aacute;lcool e maconha), idea&ccedil;&atilde;o suicida devido a relacionamentos amorosos, maior n&uacute;mero m&eacute;dio de parceiros na vida, no &uacute;ltimo ano e nas &uacute;ltimas quatro semanas (Assis, Gomes, &amp; Pires, 2014; Szwarcwald, Bastos, Esteves, &amp; Andrade, 2000), bem como tempo de relacionamento e confian&ccedil;a no parceiro (Ribeiro, Silva, &amp; Saldanha, 2011). Esses comportamentos, geralmente, apresentam-se associados a aspectos como g&ecirc;nero, n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico, escolaridade, idade, estado civil dos pais e hist&oacute;ria de abuso sexual (Cruzeiro et al., 2010; Mola et al., 2017).</p>     <p>Em observ&acirc;ncia aos aspectos citados, constata-se que, na operacionaliza&ccedil;&atilde;o do comportamento sexual de risco, muitas vari&aacute;veis podem ser consideradas (Cruzeiro et al., 2010; Nascimento, Cavalcanti, Abrantes, &amp; Alchieri, 2017). Contudo, o uso de camisinha parece ocupar uma posi&ccedil;&atilde;o de destaque em detrimento de outras, o que se justifica pelo fato de que a camisinha &eacute; o &uacute;nico m&eacute;todo com potencial de, ao mesmo tempo, prevenir doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis e gravidez indesejada (Sampaio, Santos, Callou, &amp; Sousa, 2011; Santos, Ferreira, Duarte, &amp; Ferreira, 2017).</p>     <p>Outro fator que explica a import&acirc;ncia do estudo acerca do uso de camisinha diz respeito &agrave; inconsist&ecirc;ncia deste uso. A Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Pr&aacute;ticas na Popula&ccedil;&atilde;o Brasileira (Brasil, 2016) revelou que, apesar de 94% dos brasileiros saberem que a camisinha &eacute; a melhor forma de preven&ccedil;&atilde;o contra as Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis (DSTs) - como a AIDS, quase metade da popula&ccedil;&atilde;o sexualmente ativa do pa&iacute;s n&atilde;o usou o preservativo em rela&ccedil;&otilde;es sexuais casuais, quando considerados os doze meses anteriores ao estudo. Esses dados indicam que, por mais que a necessidade do uso de preservativo seja amplamente conhecida pela popula&ccedil;&atilde;o sexualmente ativa do pa&iacute;s, a ades&atilde;o ao uso de camisinha parece reduzida (Nascimento et al., 2017). Desta forma, assinala-se a possibilidade de que outros fatores exer&ccedil;am influ&ecirc;ncia sobre a escolha de usar ou n&atilde;o o preservativo, para al&eacute;m do conhecimento de suas caracter&iacute;sticas e fun&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Destarte, o uso de camisinha tem sido considerado o principal meio de operacionaliza&ccedil;&atilde;o do construto, de forma que sua avalia&ccedil;&atilde;o se configura como um elemento central na explica&ccedil;&atilde;o do risco frente ao comportamento sexual (Harper, Tyler, Bruce, Graham, &amp; Wade, 2016; Santos et al., 2017). Harper et al. (2016), por exemplo, avaliaram o uso de camisinha a partir de entrevista semiestruturada, considerando uma amostra espec&iacute;fica de homens negros, soropositivos, identificados como gays ou bissexuais. Os resultados encontrados indicaram que o preju&iacute;zo do prazer sexual se configuraria como um elemento que desencorajaria o uso; que as consequ&ecirc;ncias do n&atilde;o uso, como a possibilidade de contrair uma DST, somente seriam avaliadas tardiamente, sendo mais relevante a gratifica&ccedil;&atilde;o imediata; e que, na opini&atilde;o dos entrevistados, o uso de camisinha tinha como objetivo predominante prevenir gravidez.</p>     <p>Sobre este &uacute;ltimo aspecto, Davis et al. (2016) destacam que, apesar de muitos estudos sugerirem que o uso de camisinha est&aacute; mais relacionado &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de gravidez do que &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de DSTs; outras pesquisas identificam o contr&aacute;rio, ou mesmo a relev&acirc;ncia de ambos para a decis&atilde;o de usar preservativo durante o ato sexual. Os autores sugerem, portanto, que caracter&iacute;sticas e cren&ccedil;as individuais e o tipo de relacionamento parecem estar relacionadas aos motivos para usar camisinha.</p>     <p>Desse modo, quando se considera que os tipos de relacionamento s&atilde;o um aspecto relevante na determina&ccedil;&atilde;o do uso da camisinha, torna-se pertinente considerar a vari&aacute;vel confian&ccedil;a no parceiro. Afirma-se que a decis&atilde;o de usar camisinha &eacute; uma escolha que atesta confiabilidade sobre o parceiro (Nascimento et al., 2017; World Health Organization, 2015; Oliveira, Pontes, Gomes, &amp; Ribeiro, 2009), ao mesmo tempo em que a percep&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a no parceiro &eacute; identificada como raz&atilde;o para abandonar o uso de preservativo, em fun&ccedil;&atilde;o de uma suposta redu&ccedil;&atilde;o do risco (Gomes et al., 2017; Mola et al., 2017; Oliveira et al., 2009).</p>     <p>Em estudo sobre a preval&ecirc;ncia e os fatores associados &agrave; s&iacute;filis em um centro de refer&ecirc;ncia, Gomes et al. (2017) identificaram que a compreens&atilde;o de confian&ccedil;a no parceiro se diferenciou entre homens e mulheres. Para homens, o termo estaria associado &agrave; exclusividade sexual, enquanto que para mulheres o termo n&atilde;o necessariamente implica fidelidade ou exclusividade, mas essencialmente que o parceiro se protege quando em rela&ccedil;&otilde;es extraconjugais. De qualquer modo, a confian&ccedil;a no parceiro estaria vinculada a uma vis&atilde;o de lealdade, amor e romantismo, principalmente no que se refere ao casamento, tornando mais prov&aacute;vel o abandono do preservativo nesse contexto.</p>     <p>Ainda, faz-se necess&aacute;rio considerar que o uso de outros m&eacute;todos contraceptivos est&aacute; relacionado ao abandono do preservativo, especialmente em relacionamentos que pressup&otilde;em confian&ccedil;a no parceiro, como apontam Nascimento et al. (2017). Segundo os autores, a p&iacute;lula anticoncepcional &eacute; o m&eacute;todo mais utilizado entre mulheres jovens adultas e, em decorr&ecirc;ncia desta, o uso de preservativo perde sua import&acirc;ncia, principalmente em relacionamentos est&aacute;veis.</p>     <p>A partir do exposto, infere-se que o uso da camisinha se torna dispens&aacute;vel a medida que a confian&ccedil;a no parceiro se desenvolve, haja vista a rela&ccedil;&atilde;o exclusiva que se sup&otilde;e existir em relacionamentos fixos (Nascimento et al., 2017; Oliveira et al., 2009). Dessa forma, o tempo de relacionamento se mostra como um importante fator na percep&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a (Castro, Abramovay, &amp; Silva, 2004). Outras caracter&iacute;sticas, contudo, tamb&eacute;m parecerem influenciar nesta percep&ccedil;&atilde;o, como conhecer o parceiro ou seus atributos f&iacute;sicos (Castro et al., 2004; Nascimento et al., 2017). Tais fatores sinalizam a possibilidade do n&atilde;o uso de preservativo em outros tipos de relacionamento, como os casuais.</p>     <p>Deste modo, o objetivo do presente estudo &eacute; avaliar comportamentos sexuais de risco, principalmente no que tange ao uso da camisinha, a fim de compar&aacute;-los com as atuais tend&ecirc;ncias da literatura. Para tanto, prop&otilde;e-se uma nova escala, a Escala de Uso de Camisinha em Fun&ccedil;&atilde;o da Confian&ccedil;a no Parceiro (EUC), cujos itens foram constru&iacute;dos a partir das vari&aacute;veis apresentadas, a exemplo do tempo de relacionamento e o uso de outros m&eacute;todos contraceptivos. Com isso, espera- se ampliar a discuss&atilde;o acerca do uso do preservativo, observando quais vari&aacute;veis podem estar relacionadas &agrave; tomada de decis&atilde;o e buscando encontrar possibilidades de interven&ccedil;&atilde;o eficazes que possam tornar o uso do preservativo mais consistente, a fim de reduzir riscos.</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>Contou-se com uma amostra n&atilde;o-probabil&iacute;stica, composta por 346 pessoas, com idades variando entre 18 e 67 anos (<i>M </i>= 24,76; <i>DP </i>= 7,75), a maioria do sexo feminino (70,8%), heterossexual (75,4%), solteira (81,5%), com ensino superior incompleto (59,2%) e completo (20,5%) e, ainda, com renda mensal acima de quatro sal&aacute;rios m&iacute;nimos (54%).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Material</i></p>     <p>Escala de Uso de Camisinha em Fun&ccedil;&atilde;o da Confian&ccedil;a no Parceiro (EUC)</p>     <p>Trata-se de um instrumento autoaplic&aacute;vel, cujos itens foram elaborados com base nos motivos para uso e abandono do preservativo em fun&ccedil;&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a no parceiro. A elabora&ccedil;&atilde;o dos itens teve por base o resultado de pesquisas, como a de Davis et al. (2016), que descrevem os principais motivos apontados pelos participantes acerca das raz&otilde;es para utilizarem ou n&atilde;o o preservativo (camisinha) na rela&ccedil;&atilde;o sexual. A partir de uma revis&atilde;o de literatura, foram elencados 20 motivos para a escolha do uso da camisinha, os quais foram dispostos cada um em um item. Tais motivos contemplavam cren&ccedil;as e a&ccedil;&otilde;es, como utilizar a camisinha somente com parceiros n&atilde;o fixos ou acreditar que o uso da camisinha &eacute; essencial, entre outros. Em seguida, os vinte itens foram submetidos &agrave; an&aacute;lise sem&acirc;ntica e an&aacute;lise de ju&iacute;zes. Na an&aacute;lise sem&acirc;ntica, quinze graduandos do curso de Psicologia foram convidados para ler os itens e apontar d&uacute;vidas ou sugest&otilde;es. Para a an&aacute;lise de ju&iacute;zes, contou-se com tr&ecirc;s professores, mestres em psicologia, os quais julgaram os itens em rela&ccedil;&atilde;o a uma s&eacute;rie de crit&eacute;rios, como pertin&ecirc;ncia ao tema, clareza de linguagem, relev&acirc;ncia te&oacute;rica. Finalmente, ap&oacute;s essas etapas, a vers&atilde;o preliminar da escala foi composta por 11 itens - a qual foi utilizada nesse estudo. Os itens devem ser respondidos por meio de uma escala <i>Likert </i>de 5 pontos, variando de &quot;1 - N&atilde;o me descreve&quot; a &quot; 5 - Descreve-me totalmente&quot;. Para todos os itens, foi fornecido o mesmo enunciado: “Sobre a camisinha...” e, abaixo, foram dispostos os itens. Por exemplo, “<i>Se meu parceiro fixo se recusa a usar, eu n&atilde;o tenho rela&ccedil;&atilde;o sexual com ele” </i>e “<i>Acredito que o seu uso &eacute; essencial”</i>.</p>     <p>Vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas</p>     <p>Al&eacute;m das vari&aacute;veis com fins de caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra, como sexo, idade, orienta&ccedil;&atilde;o sexual, escolaridade e renda familiar mensal, questionou-se acerca do comportamento sexual, a saber: frequ&ecirc;ncia do uso de preservativos (al&eacute;m da camisinha), hist&oacute;rico de DSTs, n&uacute;mero de parceiros sexuais n&atilde;o fixos no &uacute;ltimo ano, parceiro fixo atual, hist&oacute;rico de gravidez indesejada, hist&oacute;rico de aborto provocado, idade do in&iacute;cio sexual e primeira rela&ccedil;&atilde;o sexual consensual.</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Parte da coleta, contemplando 144 dos participantes, foi realizada em espa&ccedil;os p&uacute;blicos, a exemplo de shoppings e pra&ccedil;as, por meio de question&aacute;rios impressos aplicados por volunt&aacute;rios treinados; o tempo m&eacute;dio de resposta foi de 15 minutos. O restante da amostra foi obtido por meio de question&aacute;rio <i>online</i>, divulgado em redes sociais, como <i>Facebook </i>e <i>Twitter</i>. No <i>Facebook</i>, contou-se com a divulga&ccedil;&atilde;o em grupos nos quais os temas voltados &agrave; sexualidade s&atilde;o tratados. Os aspectos &eacute;ticos da pesquisa foram assegurados pelo uso do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), que garantiu o anonimato e a possibilidade de desistir em qualquer etapa do estudo sem nenhum tipo de preju&iacute;zo ao respondente.</p>     <p><i>An&aacute;lise de Dados</i></p>     <p>Al&eacute;m de estat&iacute;sticas descritivas das vari&aacute;veis em estudo (frequ&ecirc;ncias, medidas de tend&ecirc;ncia central e dispers&atilde;o), realizou-se uma an&aacute;lise de componentes principais para atestar a estrutura fatorial da EUC. Por fim, utilizou-se an&aacute;lises de vari&acirc;ncia (ANOVA) para verificar se haviam diferen&ccedil;as significativas na pontua&ccedil;&atilde;o da EUC, em rela&ccedil;&atilde;o aos seguintes grupos: homens com parceiro fixo, mulheres com parceiro fixo, homens com parceiro n&atilde;o fixo e mulheres com parceiro n&atilde;o fixo.</p>     <p><b>Resultados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Considerou-se pertinente caracterizar o perfil de comportamentos relacionados &agrave; sexualidade da amostra a fim de compar&aacute;-lo &agrave;s tend&ecirc;ncias apontadas pela literatura (e.g. Santos et al., 2017; Gon&ccedil;alves et al., 2015). A inicia&ccedil;&atilde;o sexual dos entrevistados (<i>M </i>= 17,18; <i>DP </i>=2,63) variou entre 6 e 28 anos, incluindo-se rela&ccedil;&otilde;es consensuais e n&atilde;o consensuais. Na maioria dos casos, a primeira rela&ccedil;&atilde;o sexual apresentou-se como consensual (95,7%). Para homens, a m&eacute;dia de in&iacute;cio das rela&ccedil;&otilde;es sexuais foi de 16,34 (<i>DP </i>= 2,66) e de 17,53 para mulheres (<i>DP </i>= 2,53).</p>     <p>A maioria dos participantes declarou estar em um relacionamento fixo (69,4%), em que o tempo de relacionamento variou entre 1 m&ecirc;s e 360 meses - 30 anos (<i>M </i>= 52,09; <i>DP </i>= 69,29). Quanto ao <i>status </i>de relacionamento, a maioria declarou estar namorando (47,4%) ou ser casada (14,7%). Considerando a amostra total, 70,7% dos participantes afirmou manter rela&ccedil;&otilde;es sexuais semanalmente. Adicionalmente, dos que afirmaram estar em um relacionamento fixo, 24,6% tamb&eacute;m tiveram rela&ccedil;&otilde;es sexuais com parceiros n&atilde;o fixos. O n&uacute;mero de parceiros sexuais n&atilde;o fixos da amostra total, nos &uacute;ltimos doze meses anteriores ao estudo, variou entre 0 e 30 (<i>M </i>= 1,48; <i>DP </i>= 3,04).</p>     <p>Quanto ao uso de contraceptivos, o anticoncepcional apresentou-se como <i>sempre utilizado </i>em 34,1% dos casos e 47,7% dos respondentes declararam j&aacute; ter contra&iacute;do alguma doen&ccedil;a sexualmente transmiss&iacute;vel. Por fim, 5,2% dos participantes afirmaram j&aacute; ter tido uma gravidez indesejada em algum momento da vida, e, em mais da metade desses casos, foi realizado aborto provocado (61,53%).</p>     <p>Em seguida, efetuou-se uma an&aacute;lise de componentes principais da EUC. Inicialmente, verificou- se a adequa&ccedil;&atilde;o dos dados ao tratamento multivariado, cujos resultados apoiaram a realiza&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise (KMO = 0,84 e Teste de Esfericidade de Bartlett [X&sup2; (55) = 873,20, <i>p </i>&lt; 0,001]). Posteriormente, analisou-se o n&uacute;mero de fatores a serem extra&iacute;dos da matriz de dados. Para tanto, observaram-se: os valores pr&oacute;prios, iguais ou superiores a um (Crit&eacute;rio de Kaiser); o gr&aacute;fico <i>scree plot </i>(Crit&eacute;rio de Cattell); e a an&aacute;lise paralela (Crit&eacute;rio de Horn). O primeiro crit&eacute;rio indicou ser poss&iacute;vel extrair at&eacute; tr&ecirc;s fatores, o segundo, s<i>cree plot </i>(<a href="#f1">Figura 1</a>), at&eacute; dois, e o terceiro (<i>crit&eacute;rio de Horn</i>) mostrou a solu&ccedil;&atilde;o unifatorial como a mais adequada.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a18f1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Como a an&aacute;lise paralela - ou crit&eacute;rio de Horn, se apresenta como o crit&eacute;rio mais robusto (Hayton, Allen, &amp; Scapello, 2004), optou-se por realizar as an&aacute;lises subsequentes considerando a solu&ccedil;&atilde;o unifatorial. Nesse sentido, efetuou-se uma an&aacute;lise de componentes principais, fixando a extra&ccedil;&atilde;o de um &uacute;nico fator e tendo |0,40| como ponto de corte para reter um item com base nas cargas fatoriais. Na an&aacute;lise das cargas fatoriais, o item 8 (<i>No sexo oral, costumo n&atilde;o usar</i>) foi retirado da vers&atilde;o final do instrumento por n&atilde;o apresentar carga fatorial satisfat&oacute;ria. Tais resultados podem ser observados no <a href="#q1">Quadro 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a18q1.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>A vers&atilde;o final da escala foi composta por um fator (<i>eigenvalue </i>3,82) com dez itens relacionados &agrave; confian&ccedil;a no parceiro referente ao uso do preservativo e cargas fatoriais variando entre |0,42| (item 11 - <i>Ter rela&ccedil;&otilde;es sem ela n&atilde;o vai me trazer nenhum mal</i>) e |0,73| (item 4 - <i>Se confio no parceiro, n&atilde;o uso </i>e item 9 - <i>Por eu e/ou meu parceiro utilizarmos outro m&eacute;todo contraceptivo (p&iacute;lula anticoncepcional, DIU, Vasectomia, etc.), n&atilde;o usamos</i>), ainda, explicando 34,77% da vari&acirc;ncia total. O Alfa de Cronbach, medida de confiabilidade, foi de 0,81.</p>     <p>Ap&oacute;s a an&aacute;lise fatorial, considerou-se pertinente avaliar se havia diferen&ccedil;as significativas na pontua&ccedil;&atilde;o da escala em fun&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis g&ecirc;nero e tipo de parceiro. Para tanto, realizou-se uma an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA), para comparar a m&eacute;dia de quatro grupos, a saber: mulheres somente com parceiro fixo, mulheres com parceiro n&atilde;o fixo, homens somente com parceiro fixo e homens com parceiro n&atilde;o fixo. Como resultado, observou-se que n&atilde;o houve diferen&ccedil;as significativas entre os grupos (F (3) = 0,69; <i>p </i>= 0,41).</p>     <p>Por fim, utilizando o crit&eacute;rio da mediana (Pasquali, 2003), dividiu-se a amostra em fun&ccedil;&atilde;o da pontua&ccedil;&atilde;o na EUC. O grupo acima da mediana foi composto pelas 163 pessoas, que reuniam as maiores pontua&ccedil;&otilde;es na escala, ou seja, utilizavam menos o preservativo com base nos motivos elencados pela escala avaliada. Como, em tese, esse grupo reuniria as pessoas de maior risco na escala analisada, achou-se pertinente caracteriz&aacute;-las. Em sua maioria eram mulheres (73,6%), heterossexuais (81%), solteiras (76,1%), com hist&oacute;rico de DST (54,6%), que estavam em um relacionamento fixo (79,1%) e que n&atilde;o tiveram rela&ccedil;&atilde;o sexual com parceiros n&atilde;o fixos (57,1%); tamb&eacute;m, com idades entre 18 e 67 anos (<i>M </i>= 25,22; <i>DP </i>= 8,06), com ensino superior incompleto (58,3%).</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>A an&aacute;lise dos dados epidemiol&oacute;gicos e dos par&acirc;metros psicom&eacute;tricos da escala proposta revela caracter&iacute;sticas importantes acerca de comportamentos sexuais de risco, especialmente em fun&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a no parceiro. Ainda que alguns resultados se encontrem em conson&acirc;ncia com a literatura, a exemplo da incid&ecirc;ncia de doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis, outros figuram como novas tend&ecirc;ncias em rela&ccedil;&atilde;o a esse tipo de comportamento, como a inicia&ccedil;&atilde;o sexual.</p>     <p>A primeira vari&aacute;vel analisada foi a <i>inicia&ccedil;&atilde;o sexual</i>, que ocorreu em m&eacute;dia aos 17,53 anos em mulheres e 16,34 anos em homens, em concord&acirc;ncia com estudos que apontam a adolesc&ecirc;ncia como o principal per&iacute;odo de in&iacute;cio sexual em diversos contextos, incluindo o Brasil (Gon&ccedil;alves et al., 2015; Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de, 2012). No tocante a esse tema, o g&ecirc;nero &eacute; considerado um importante determinante, de modo que, via de regra, homens apresentam inicia&ccedil;&atilde;o sexual em idade precoce, quando comparados &agrave;s mulheres (Borges et al., 2016). Contudo, pesquisas emp&iacute;ricas recentes revelam que ambos os g&ecirc;neros est&atilde;o iniciando a vida sexual em idades cada vez mais pr&oacute;ximas (Lins et al.,2017), em acordo com os resultados do presente estudo.</p>     <p>Alguns comportamentos identificados como de risco foram encontrados na amostra estudada. Entre esses, aponta-se a ocorr&ecirc;ncia de sexo desprotegido, maior n&uacute;mero de parceiros durante a vida, gravidez indesejada e infec&ccedil;&atilde;o por doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis. Nesse cen&aacute;rio, entre os participantes que afirmaram j&aacute; ter tido gravidez indesejada, mais da metade optou por realizar aborto induzido, de forma que se pode concluir ter sido essa uma alternativa frequente (Pereira, Oliveira, Gomes, Couto, &amp; Paix&atilde;o, 2012; Santos et al., 2017). Esse dado refor&ccedil;a a necessidade de preven&ccedil;&atilde;o de tais gravidezes, visto que o aborto imp&otilde;e riscos &agrave; sa&uacute;de f&iacute;sica e psicol&oacute;gica da mulher, principalmente em pa&iacute;ses onde a pr&aacute;tica &eacute; criminalizada, pois leva &agrave; busca por m&eacute;todos clandestinos, como &eacute; o caso do Brasil (Lima &amp; Pereira, 2016).</p>     <p>N&atilde;o obstante, a gravidez indesejada na amostra foi pouco presente, visto que somente 5,2% das pessoas afirmaram ter tido gravidez indesejada no curso da vida. Um estudo com jovens que j&aacute; tiveram gravidez indesejada encontrou que o uso de camisinha na primeira rela&ccedil;&atilde;o sexual possui alta probabilidade de ocorrer (81,6% dos jovens usaram camisinha masculina), mas tende a decair (42,2%) na &eacute;poca da primeira concep&ccedil;&atilde;o (Aquino et al., 2003). Tal dado reflete a inconsist&ecirc;ncia das pr&aacute;ticas contraceptivas, apontando-o como um problema central no que tange &agrave; gravidez indesejada. Via de regra, as pr&aacute;ticas de contracep&ccedil;&atilde;o tendem a sofrer altera&ccedil;&otilde;es durante o curso da vida sexual do indiv&iacute;duo; com efeito, durante o in&iacute;cio da vida sexual, a camisinha &eacute; mais utilizada, seguida da p&iacute;lula anticoncepcional, ambos, em geral, empregados de maneira combinada (Alves &amp; Lopes, 2008; Delatorre &amp; Dias, 2015). Por&eacute;m, no decurso do desenvolvimento de uma vida sexualmente ativa, observa-se um aumento do uso da p&iacute;lula em detrimento do uso da camisinha, majorando sua import&acirc;ncia &agrave; medida que os relacionamentos ganham estabilidade (Delatorre &amp; Dias, 2015; Pimentel, Preto, Alves, &amp; Monteiro, 2016).</p>     <p>Na presente amostra, a p&iacute;lula obteve alta frequ&ecirc;ncia de uso, sendo sempre utilizada em 34,1% dos casos. De fato, em contexto brasileiro, a p&iacute;lula se apresenta como um dos m&eacute;todos mais utilizados pela popula&ccedil;&atilde;o (Alves &amp; Lopes, 2008; Farias et al., 2016). Vale ressaltar que m&uacute;ltiplos fatores podem influenciar no processo de escolha do m&eacute;todo anticoncepcional, como a hist&oacute;ria pessoal, custo e acesso, comunica&ccedil;&atilde;o com o parceiro e at&eacute; mitos sobre a concep&ccedil;&atilde;o (Fonseca, Gomes, &amp; Barreto, 2015).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Apesar de eficaz em prevenir gravidez indesejada, a p&iacute;lula anticoncepcional n&atilde;o previne os demais riscos de uma rela&ccedil;&atilde;o sexual desprotegida, como a infec&ccedil;&atilde;o por DSTs. Esse aspecto possivelmente justifica os resultados encontrados nesse estudo, que apontam que 47,7% dos participantes afirmaram ter contra&iacute;do alguma DST durante a vida. Contudo, salienta-se que esse n&uacute;mero, ainda que expressivo, pode ser ainda maior, quando consideradas a possibilidade de desconhecimento de que se tem alguma infec&ccedil;&atilde;o e da omiss&atilde;o de respostas.</p>     <p>Os dados epidemiol&oacute;gicos subsidiaram importantes discuss&otilde;es acerca dos comportamentos sexuais de risco. Em suma, observou-se pela presente amostra que o in&iacute;cio sexual tende a se dar no final da adolesc&ecirc;ncia, sem grandes diferen&ccedil;as para homens e mulheres; o relevante uso de p&iacute;lula anticoncepcional como m&eacute;todo de escolha; com alta preval&ecirc;ncia de DSTs e de aborto provocado - este entre os que j&aacute; tiveram gravidezes indesejadas.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; medida proposta para se estudar o uso de preservativo em fun&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a no parceiro, pode-se observar que esta apresentou par&acirc;metros psicom&eacute;tricos adequados (Hair, Black, Babin, Anderson, &amp; Tatham, 2009; Pasquali, 2003; 2012). A an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria, subsidiada pela an&aacute;lise paralela, permitiu verificar que EUC &eacute; uma medida unifatorial e que as cargas fatoriais dos itens se apresentaram acima do ponto de corte m&iacute;nimo referenciado pela literatura, a saber, |0,30| (Pasquali, 2012; Hair et al., 2009), indicando evid&ecirc;ncias de validade fatorial do instrumento. Ao mesmo tempo, o Alfa de Cronbach demonstrou adequada confiabilidade para fins de pesquisa (&#945;= 0,81; Pasquali, 2003). Por fim, destaca-se que esse instrumento foi capaz de explicar 34,77% da vari&acirc;ncia total, corroborando a perspectiva de que a confian&ccedil;a no parceiro &eacute; um fator preponderante para o uso de camisinha, visto que o comportamento sexual de risco &eacute; um construto multideterminado.</p>     <p>Nesse sentido, Paiva et al. (2002) postulam a confian&ccedil;a nos parceiros como um indicador de risco, pois a justificativa utilizada para n&atilde;o utilizar o preservativo foi de que os parceiros n&atilde;o faziam uso de drogas injet&aacute;veis ou tra&iacute;am, o que tornaria a contamina&ccedil;&atilde;o por DSTs uma possibilidade remota. Ademais, v&aacute;rios estudos apontam que a confian&ccedil;a no parceiro &eacute; um fator que interfere no uso de preservativos em rela&ccedil;&otilde;es mais est&aacute;veis, em detrimento do conhecimento que possuem acerca dos riscos de uma rela&ccedil;&atilde;o desprotegida (Cruzeiro et al., 2010; Ribeiro et al.,2011).</p>     <p>Na an&aacute;lise seguinte, buscou-se verificar se existiam diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o ao g&ecirc;nero e ao tipo de parceiro quanto ao construto estudado, n&atilde;o se encontrando diferen&ccedil;as significativas entre os grupos. Isso indica que o n&iacute;vel de confian&ccedil;a no parceiro exerce igual influ&ecirc;ncia para ambos os g&ecirc;neros no que tange ao uso do preservativo. De forma semelhante, no estudo de Alves e Brand&atilde;o (2009), a confian&ccedil;a no parceiro foi utilizada como justificativa para n&atilde;o usar o preservativo por ambos os sexos, suscitando a possibilidade de que ideias similares sobre esse tema sejam compartilhadas entre os g&ecirc;neros.</p>     <p>Quanto ao tipo de parceiro, fixos e n&atilde;o fixos, em rela&ccedil;&atilde;o ao uso do preservativo em fun&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a, pode-se inferir que independentemente do tipo de parceiro, o desenvolvimento da confian&ccedil;a no outro &eacute; fator essencial para regular o uso de camisinha. Apesar das diverg&ecirc;ncias encontradas na literatura quanto ao n&iacute;vel de conhecimento acerca do parceiro, observa-se pela an&aacute;lise desse artigo que o tipo de relacionamento parece n&atilde;o ocupar papel de destaque; portanto, sugere-se que outras vari&aacute;veis tamb&eacute;m tenham poder preditivo, como lugar de ocupa&ccedil;&atilde;o, apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, elementos associados &agrave; sa&uacute;de, higiene &iacute;ntima ou mesmo o contato pessoal estreito (Cruzeiro et al., 2010; Castro et al., 2004).</p>     <p>Finalmente, buscou-se caracterizar o grupo de risco quanto ao uso de camisinha, ou seja, aqueles indiv&iacute;duos que apresentaram uso reduzido do preservativo em fun&ccedil;&atilde;o da confian&ccedil;a no parceiro. Este foi composto por mulheres, heterossexuais, com hist&oacute;rico de DST e que estavam em um relacionamento fixo. Diante desse resultado, &eacute; importante destacar alguns aspectos relativos ao p&uacute;blico feminino, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; confian&ccedil;a no parceiro e ao risco de contamina&ccedil;&atilde;o por DSTs.</p>     <p>Torres, Beserra e Barroso (2007) afirmam que a desigualdade de g&ecirc;nero nas rela&ccedil;&otilde;es atuais exp&otilde;e as mulheres a uma situa&ccedil;&atilde;o de grande vulnerabilidade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s infec&ccedil;&otilde;es por via sexual. Com efeito, estudos recentes avaliam o fen&ocirc;meno denominado “feminiza&ccedil;&atilde;o da AIDS”, o qual considera fatores associados ao aumento das infec&ccedil;&otilde;es pelo v&iacute;rus da AIDS em mulheres (Sampaio et al., 2011). Ainda, &eacute; poss&iacute;vel destacar a submiss&atilde;o feminina e a consequente dificuldade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica do uso do preservativo, face &agrave; resist&ecirc;ncia masculina quanto o uso do mesmo (Davis et al., 2016). Nota-se, portanto, que mulheres que est&atilde;o em relacionamentos est&aacute;veis com homens geralmente optam pelo n&atilde;o uso do preservativo por n&atilde;o identificarem os riscos; ademais, mesmo com rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o fixas, conhecer o parceiro previamente foi utilizado como justificativa para o relaxamento quanto ao uso da camisinha (Meneses et al., 2017).</p>     <p>Entre as vari&aacute;veis que influenciam o desenvolvimento de comportamentos sexuais considerados de risco, observa-se que a confian&ccedil;a no parceiro vem apresentando relevante poder preditivo. Nesse sentido, estima-se que os objetivos desse estudo tenham sido alcan&ccedil;ados, uma vez que os resultados encontrados proporcionam a amplia&ccedil;&atilde;o da discuss&atilde;o acerca do uso inconsistente do preservativo influenciado pelo n&iacute;vel de confian&ccedil;a no parceiro. Ainda, as evid&ecirc;ncias psicom&eacute;tricas da medida proposta demonstram que o instrumento &eacute; adequado para o estudo do construto enfocado.</p>     <p>Salienta-se tamb&eacute;m para a import&acirc;ncia de mensurar o uso da camisinha, em diferentes tipos de sexo, de forma separada, tendo em vista que o item da escala que se relacionava &agrave; pr&aacute;tica do sexo oral foi retirado por n&atilde;o apresentar a carga fatorial necess&aacute;ria. Avaliando a retirada desse item, foi poss&iacute;vel observar que 79,2% da amostra assinalou as op&ccedil;&otilde;es de resposta “<i>Me descreve totalmente” </i>ou “<i>Me descreve muito”</i>, fazendo desse um item de baixa variabilidade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>N&atilde;o obstante &agrave;s contribui&ccedil;&otilde;es advindas dessa pesquisa, algumas limita&ccedil;&otilde;es podem ser identificadas, como a n&atilde;o homogeneidade da amostra no tocante ao g&ecirc;nero (majoritariamente feminino), estado civil (solteiros, com relacionamento de status namorando) e idade (concentra&ccedil;&atilde;o de idades entre 18 e 24 anos). Em vista disso, pode-se elencar alguns direcionamentos futuros. Indica-se que sejam testadas outras vari&aacute;veis que possam influenciar a confian&ccedil;a no parceiro, al&eacute;m das aqui utilizadas, empregando amostras maiores e homog&ecirc;neas.</p>     <p>&Eacute; v&aacute;lido ressaltar que o uso inadequado de m&eacute;todos anticoncepcionais, a falta de educa&ccedil;&atilde;o sexual e a ocorr&ecirc;ncia de gravidez ainda na adolesc&ecirc;ncia apontam para um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica. Em outras palavras, atesta-se a car&ecirc;ncia de programas relacionados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o e ao planejamento reprodutivo (Santos et al., 2017). Em resumo, espera-se que os resultados encontrados possam servir como subs&iacute;dio para o desenvolvimento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas efetivas no que se refere &agrave; educa&ccedil;&atilde;o sexual, com vistas a promover comportamentos considerados saud&aacute;veis e protetivos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Alves, A. S., &amp; Baena de Moraes Lopes, M. H. (2008). Uso de m&eacute;todos anticoncepcionais entre adolescentes universit&aacute;rios. <i>Revista Brasileira de Enfermagem</i>, <i>61</i>, 170-7. doi: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/S0034-71672008000200005" target="_blank"> 10.1590/S0034-71672008000200005</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564461&pid=S1645-0086201900010001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alves, C. A., &amp; Brand&atilde;o, E. R. (2009). Vulnerabilidades no uso de m&eacute;todos contraceptivos entre adolescentes e jovens: interse&ccedil;&otilde;es entre pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva</i>, <i>14</i>, 661-70. doi: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/S1413-81232009000200035" target="_blank"> 10.1590/S1413-81232009000200035</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564463&pid=S1645-0086201900010001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Aquino, E. M. M. L. L. D., Heilborn, M. L., Knauth, D., Bozon, M., Almeida, M. D. C. C. D., Ara&uacute;jo, J., &amp; Menezes, G. M. D. S. (2003). Adolesc&ecirc;ncia e reprodu&ccedil;&atilde;o no Brasil: a heterogeneidade dos perfis sociais. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 19</i>, 377-88. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2003000800019" target="_blank">10.1590/S0102-311X2003000800019</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564465&pid=S1645-0086201900010001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Assis, S. G., Gomes, R., &amp; Pires, T. O. (2014). Adolesc&ecirc;ncia, comportamento sexual e fatores de risco &agrave; sa&uacute;de. <i>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>, <i>48</i>, 43-51. doi: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/S0034-8910.2014048004638" target="_blank"> 10.1590/S0034-8910.2014048004638</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564467&pid=S1645-0086201900010001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Borges, A. L. V., Fujimori, E., Kuschnir, M. C. C., Chofakian, C. B. D. N., Moraes, A. J. P. D.,Azevedo, G. D., ... &amp; Vasconcellos, M. T. L. (2016). ERICA: sexual initiation and contraception in Brazilian adolescents. <i>Revista de saude publica</i>, <i>50, </i>1-11. doi: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/s01518-8787.2016050006686" target="_blank"> 10.1590/s01518-8787.2016050006686</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564469&pid=S1645-0086201900010001800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brasil. (2016). Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Sa&uacute;de. <i>Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Pr&aacute;ticas na Popula&ccedil;&atilde;o Brasileira</i>. Bras&iacute;lia (DF): Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</p>     <p>Brasil. (2016). Minist&eacute;rio da sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. <i>Boletim epidemiol&oacute;gico </i>- S&iacute;filis Ano V. Brasil: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</p>     <!-- ref --><p>Castro, M. G., Abramovay, M., &amp; Silva, L. B. (2004). <i>Juventudes e Sexualidade</i>. Bras&iacute;lia: UNESCO, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564473&pid=S1645-0086201900010001800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cruzeiro, A. L. S., de Mattos Souza, L. D., da Silva, R. A., Pinheiro, R. T., da Rocha, C. L. A., &amp; Horta, B. L. (2010). Comportamento sexual de risco: fatores associados ao n&uacute;mero de parceiros sexuais e ao uso de preservativo em adolescentes. Revista Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva, <i>15</i>, 1149- 58. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1413-81232010000700023" target="_blank">10.1590/S1413-81232010000700023</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564475&pid=S1645-0086201900010001800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Davis, K. C., Danube, C. L., Neilson, E. C., Stappenbeck, C. A., Norris, J., George, W. H., &amp; Kajumulo, K. F. (2016). Distal and proximal influences on men's intentions to resist condoms: alcohol, sexual aggression history, impulsivity, and social-cognitive factors. <i>AIDS and behavior</i>, <i>20</i>, 147-57. doi: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1007/s10461-015-1132-9" target="_blank"> 10.1007/s10461-015-1132-9</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564477&pid=S1645-0086201900010001800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Delatorre, M. Z., &amp; Dias, A. C. G. (2015). Conhecimentos e pr&aacute;ticas sobre m&eacute;todos contraceptivos em estudantes universit&aacute;rios. <i>Revista da SPAGESP</i>, <i>16</i>, 60-73. Recuperado de <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1677-29702015000100006" target="_blank">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1677-29702015000100006</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564479&pid=S1645-0086201900010001800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dunne, L., McCann, M., Millen, S., Wilson, J., &amp; Macdonald, G. (2015). Overconfidence, sexual health awareness and sexual health risk among young female users of sexual health clinics. <i>International Journal of Educational Research</i>, <i>71</i>, 26-32. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.ijer.2015.02.007" target="_blank">10.1016/j.ijer.2015.02.007</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564480&pid=S1645-0086201900010001800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Farias, M. R., Leite, S. N., Tavares, N. U. L., Oliveira, M. A., Arrais, P. S. D., D&acirc;maso Bertoldi, A. D., ... &amp; Mengue, S. S. (2016). Utiliza&ccedil;&atilde;o e acesso a contraceptivos orais e injet&aacute;veis no Brasil. <i>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>, <i>50</i>, 1-14. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1518-8787.2016050006176" target="_blank">10.1590/S1518-8787.2016050006176</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564482&pid=S1645-0086201900010001800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Feij&oacute;, R. B., &amp; Oliveira, &Eacute;. A. D. (2001). Comportamento de risco na adolesc&ecirc;ncia. <i>Jornal de pediatria. Porto Alegre. 77</i>, 125-34. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.2223/JPED.300" target="_blank"> 0021-7557/01/77</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564484&pid=S1645-0086201900010001800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fonseca, A. C. N., Gomes, A.T., &amp; Barreto, J.G. (2015). Distribui&ccedil;&atilde;o de anticoncepcionais em uma farm&aacute;cia b&aacute;sica no munic&iacute;pio de S&atilde;o Jos&eacute; do Cal&ccedil;ado -ES. <i>Acta Biomedica Brasiliensia</i>, <i>6</i>,10-20. Recuperado de <a href="http://www.actabiomedica.com.br/index.php/acta/article/view/107" target="_blank">http://www.actabiomedica.com.br/index.php/acta/article/view/107</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564486&pid=S1645-0086201900010001800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gomes, N. C. R. C., Meier, D. A. P., Pieri, F. M., Alves, E., Albanese, S. P. R., Lentine, E. C., ... &amp; Dessunti, E. M. (2017). Prevalence and factors associated with syphilis in a Reference Center. <i>Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical</i>, <i>50</i>, 27-34. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/0037-8682-0102-2016" target="_blank">10.1590/0037-8682-0102-2016</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564487&pid=S1645-0086201900010001800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gon&ccedil;alves, H., Machado, E. C., Soares, A. L. G., Camargo-Figueira, F. A., Seering, L. M., &amp; Mesenburg, M. A. (2015). In&iacute;cio da vida sexual entre adolescentes (10 a 14 anos) e comportamentos em sa&uacute;de. <i>Revista Bras Epidemiol</i>, <i>18</i>, 25-41. doi: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/1980-5497201500010003" target="_blank"> 10.1590/1980-5497201500010003</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564489&pid=S1645-0086201900010001800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hair, J. F., Black, J. W. C., Babin, B. J., Anderson, R. E., &amp; Tatham, R. L. (2009). <i>An&aacute;lise multivariada de dados</i>. Porto Alegre: Bookman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564491&pid=S1645-0086201900010001800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Harper, G. W., Tyler, A. T., Bruce, D., Graham, L., &amp; Wade, R. M. (2016). Drugs, Sex, and Condoms: Identification and Interpretation of Race-Specific Cultural Messages Influencing Black Gay and Bisexual Young Men Living with HIV. <i>American journal of community psychology</i>, <i>58</i>, 463-76. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1002/ajcp.12109" target="_blank">10.1002/ajcp.12109</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564493&pid=S1645-0086201900010001800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hayton, J. C., Allen, D. G., &amp; Scarpello, V. (2004). Factor retention decisions in exploratory factor analysis: A tutorial on parallel analysis. <i>Organizational research methods</i>, <i>7</i>, 191-205. doi: <a href="https://dx.doi.org/10.1177/1094428104263675" target="_blank">10.1177/1094428104263675</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564495&pid=S1645-0086201900010001800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Leite, I. D. C., Rodrigues, R. D. N., &amp; Fonseca, M. D. C. (2004). Fatores associados com o comportamento sexual e reprodutivo entre adolescentes das regi&otilde;es Sudeste e Nordeste do Brasil. <i>Cadernos de sa&uacute;de p&uacute;blica</i>, <i>20</i>, 474-481. doi: <a href="https://dx.doi.org/" target="_blank"></a>.<a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2004000200015" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2004000200015</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564497&pid=S1645-0086201900010001800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lima, H. G. S., &amp; Pereira, I. S. S. D. (2016). Aborto induzido: um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica. <i>Di&aacute;logos Poss&iacute;veis</i>, <i>15, </i>102-9. Recuperado de <a href="http://www.faculdadesocial.edu.br/revistas/index.php/dialogospossiveis/article/view/413" target="_blank">http://www.faculdadesocial.edu.br/revistas/index.php/dialogospossiveis/article/view/413</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564499&pid=S1645-0086201900010001800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lins, L. S., Silva, L. A. M., Santos, R. G., Morais, T. B. D., Beltr&atilde;o, T. A., &amp; Castro, J. F. L. (2017). 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<body><![CDATA[<p>Tabachnick, B. G., &amp; Fidell, L. S. (1996). Chapter 13: Principal Components and Factor Analysis. <i>Using Multivariate Statistics</i>, 3rd Edition. Northridge, California: California State University, Harper Collins College, 635-708.</p>     <!-- ref --><p>Torres, C. A., Beserra, E. P., &amp; Barroso, M. G. T. (2007). Rela&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero e vulnerabilidade &agrave;s doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis: percep&ccedil;&otilde;es sobre a sexualidade dos adolescentes. <i>Escola Anna Nery Revista de Enfermeira</i>, <i>11</i>, 296-302. Recuperado de <a href="http://www.redalyc.org/pdf/1277/127715306017.pdf" target="_blank">http://www.redalyc.org/pdf/1277/127715306017.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564528&pid=S1645-0086201900010001800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>World Health Organization. (2015). <i>HIV and Young Transgender People</i>. Geneva: World Health Organization.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564529&pid=S1645-0086201900010001800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>World Health Organization. (2013). <i>Sexually Transmitted Infections (STIs)</i>. Geneva: World Health Organization.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=564531&pid=S1645-0086201900010001800040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Anexo</b></p>     <p align="center"><a name="a1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n1/20n1a18a1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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