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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[To evaluate the quality of life of patients with Guillain-Barré syndrome. Articles were consulted describing the QL in patients with GBS, published between 2007 and 2017, in PubMed, LILACS, BVS and Scielo databases. The search was performed through the descriptors "Guillain-Barre syndrome and quality of life", "Guillain-Barre and life-Related syndrome", "Guillain-Barre syndrome and quality of life" and "Guillain-Barre syndrome and Health-Related Quality of Life". Two studies were found using the Quality of life questionnaires and Sickness Impact Profile, indicating that over time the quality of life is reduced because of the limitations caused by the disease. In both studies, the questionnaires were answered by the patients themselves, however, the scores can be improved as performed treatment. The pathophysiology of this disease is unknown and variable for each form of presentation. The quality of life can be conceptualized as personal and subjective, observing that there are several contributing factors for this to be considered good or bad. The studies selected in this review are in accordance with the existing literature, with the view that the data coincide. Guillain-Barré syndrome has several negative consequences according to the severity of its symptoms, which directly interferes with the quality of life of these individuals. Through this review we note the need for specific studies from questionnaires on QL in patients with GBS that are available for reading, without correlation of treatment or preventive methods.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Qualidade de vida de pacientes com guillain-barr&eacute;: uma revis&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Quality of life of guillain-barr&eacute; patients: a review</b></font></p>     <p><b>Mayanna Freitas<sup>1</sup>, Rafaela Melo<sup>2</sup>, Stefane dos Santos<sup>2</sup>, Andr&eacute;a Santos<sup>2</sup>, Luiz de Almeida<sup>2</sup>, Maysa Freitas<sup>2</sup>, Juliana Prado<sup>1</sup>, &amp; Sheilla Barroso<sup>3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade Tiradentes, Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de e Ambiente, Aracaju, Sergipe, Brasil, <a href="mailto:mayannamachadofreitas@gmail.com">mayannamachadofreitas@gmail.com</a>, <a href="mailto:julyaapassos@hotmail.com">julyaapassos@hotmail.com</a></p>     <p><sup>2</sup>Universidade Tiradentes, Aracaju, Sergipe, Brasil, <a href="mailto:raphaela_sds@hotmail.com">raphaela_sds@hotmail.com</a>, <a href="mailto:stefanesantos5294@gmail.com">stefanesantos5294@gmail.com</a>, <a href="mailto:drehrs@gmail.com">drehrs@gmail.com</a>, <a href="mailto:ddruam@gmail.com">ddruam@gmail.com</a>, <a href="mailto:maysamachadof@gmail.com">maysamachadof@gmail.com</a></p>     <p><sup>3</sup>Universidade Tiradentes, Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o Rede Nordeste de Biotecnologia, Aracaju, Sergipe, Brasil, <a href="mailto:sheillasb@gmail.com">sheillasb@gmail.com</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Avaliar a qualidade de vida dos pacientes com S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute;. Foram consultados artigos que descrevessem a QV em pacientes com SGB, publicados entre 2007 e 2017, nas bases de dados PubMed, LILACS, BVS e Scielo. A busca foi realizada atrav&eacute;s dos descritores &ldquo;S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; <i>and </i>Qualidade de Vida&rdquo;, &ldquo;S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; <i>and </i>Calidad de Vida&rdquo;, &ldquo;Guillain-Barr&eacute; Syndrome <i>and </i>Quality of Life&rdquo; e &ldquo;Guillain-Barr&eacute; Syndrome <i>and </i>Health-Related Quality of Life&rdquo;. Foram encontrados 2 estudos com a utiliza&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios <i>Quality of Life</i> e <i>Sickness Impact Profile, </i>indicando que com o passar do tempo a qualidade de vida &eacute; reduzida por conta das limita&ccedil;&otilde;es causadas pela doen&ccedil;a. Em ambos os estudos, os question&aacute;rios foram respondidos pelos pr&oacute;prios pacientes, no entanto, escores podem ser melhorados conforme tratamento realizado. A fisiopatologia dessa doen&ccedil;a &eacute; desconhecida e vari&aacute;vel para cada forma de apresenta&ccedil;&atilde;o. A qualidade de vida pode ser conceituada como pessoal e subjetiva, observando que h&aacute; diversos fatores contribuintes para esta seja considerada boa ou ruim. Os estudos selecionados nesta revis&atilde;o encontram-se de acordo com a literatura existente, tendo em vista que os dados coincidem. A S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; tem diversas consequ&ecirc;ncias negativas de acordo com a gravidade de seus sintomas, o que interfere diretamente na qualidade de vida destes indiv&iacute;duos. Atrav&eacute;s dessa revis&atilde;o nota-se a necessidade de estudos espec&iacute;ficos a partir de question&aacute;rios sobre QV em pacientes com SGB que sejam dispon&iacute;veis para leitura, sem correla&ccedil;&atilde;o de tratamento ou m&eacute;todos preventivos.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> s&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute;, qualidade de vida, s&iacute;ndrome</p> <hr/>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b> </p>     <p>To evaluate the quality of life of patients with Guillain-Barr&eacute; syndrome. Articles were consulted describing the QL in patients with GBS, published between 2007 and 2017, in PubMed, LILACS, BVS and Scielo databases. The search was performed through the descriptors &quot;Guillain-Barre syndrome and quality of life&quot;, &quot;Guillain-Barre and life-Related syndrome&quot;, &quot;Guillain-Barre syndrome and quality of life&quot; and &quot;Guillain-Barre syndrome and Health-Related Quality of Life&quot;. Two studies were found using the Quality of life questionnaires and Sickness Impact Profile, indicating that over time the quality of life is reduced because of the limitations caused by the disease. In both studies, the questionnaires were answered by the patients themselves, however, the scores can be improved as performed treatment. The pathophysiology of this disease is unknown and variable for each form of presentation. The quality of life can be conceptualized as personal and subjective, observing that there are several contributing factors for this to be considered good or bad. The studies selected in this review are in accordance with the existing literature, with the view that the data coincide. Guillain-Barr&eacute; syndrome has several negative consequences according to the severity of its symptoms, which directly interferes with the quality of life of these individuals. Through this review we note the need for specific studies from questionnaires on QL in patients with GBS that are available for reading, without correlation of treatment or preventive methods.</p>     <p><b>Keywords:</b><b> </b>Guillain-Barr&eacute; syndrome, quality of life, syndrome</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>A S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; (SGB) consiste em uma polineuropatia aguda, inflamat&oacute;ria e desmielinizante dos nervos perif&eacute;ricos, como consequ&ecirc;ncia da resposta autoimune do organismo ap&oacute;s infec&ccedil;&otilde;es (Orsini et al., 2010). Com incid&ecirc;ncia mundial de 1 a 4 casos por 100 mil habitantes/ano, a doen&ccedil;a acomete uma faixa et&aacute;ria compreendida entre 20 e 40 anos de idade. O seu percurso cl&iacute;nico possui 3 est&aacute;gios: progress&atilde;o, estabiliza&ccedil;&atilde;o e regress&atilde;o; e grande parte dos casos ocorre de maneira espor&aacute;dica, sem sazonalidade e com letalidade entre 5 e 15%<sup> </sup>(Malta et al., 2017). </p>     <p>Os sintomas iniciais da SGB s&atilde;o caracterizados por parestesia em membros, fraqueza muscular geral, dor lombar ou em membros inferiores (Matos, 2017). A gravidade e dura&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a oscila desde uma fraqueza moderada, que pode ser recuperada espontaneamente, at&eacute; uma tetraplegia dependente de ventila&ccedil;&atilde;o artificial. Assim, a recupera&ccedil;&atilde;o pode seguir um per&iacute;odo longo e resultar em incapacidade grave permanente<a name="_Hlk503805600"> (Willison, Jacobs, &amp; Doorn, 2016).</a></p>     <p>Em consequ&ecirc;ncia dos sintomas supracitados, esses pacientes apresentam uma limita&ccedil;&atilde;o ou defici&ecirc;ncia funcional que variam de leve a grave, tornando-os dependentes. Isso resulta na necessidade de cuidadores e uma rotina de restri&ccedil;&atilde;o seguida de tratamento para recupera&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es perdidas e independentes para as atividades de vida di&aacute;ria (AVD&rsquo;s)<sup> </sup>(Antunes, Pal&aacute;cio, &amp; Bertolini, 2015). </p>     <p>Os portadores da SGB sofrem impacto direto na qualidade de vida (QV), tendo em vista que ela significa o n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s necessidades di&aacute;rias no conv&iacute;vio familiar, laboral, social e ambiental<sup> </sup>(Santos, Garcia, &amp; Barba, 2017). Nesse contexto, o objetivo do presente estudo foi avaliar a QV em pacientes com SGB.</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Trata-se de uma revis&atilde;o norteada pela seguinte pergunta: &ldquo;Qual a qualidade de vida dos pacientes com diagn&oacute;stico de S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute;?&rdquo;.</p>     <p>Foram utilizados para esta busca os Descritores em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de (DeCS) e Medical Subject Headings (MeSH), combinados da seguinte forma: &ldquo;S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; <i>and </i>Qualidade de Vida&rdquo;, &ldquo;S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; <i>and </i>Calidad de Vida&rdquo;, &ldquo;Guillain-Barr&eacute; Syndrome <i>and </i>Quality of Life&rdquo; e &ldquo;Guillain-Barr&eacute; Syndrome <i>and </i>Health-Related Quality of Life&rdquo;.</p>     <p>A busca foi realizada pelas bases de dados PubMed, LILACS, BVS e Scielo. SciELO e PubMed. Todo o processo de busca e sele&ccedil;&atilde;o dos artigos foi conduzido por dois pesquisadores independentes. Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o para sele&ccedil;&atilde;o dos estudos foram: pesquisas que descreveram a QV de pacientes com diagn&oacute;stico de SGB; artigos publicados de 2007 a 2017; artigos em portugu&ecirc;s, ingl&ecirc;s e espanhol; artigos que fizeram uso de escalas para avalia&ccedil;&atilde;o de QV. Foram exclu&iacute;dos deste estudo: artigos que n&atilde;o tiveram como foco principal a avalia&ccedil;&atilde;o da QV em pacientes com diagn&oacute;stico de SGB, artigos repetidos, pagos, editoriais; cartas; coment&aacute;rios; disserta&ccedil;&otilde;es ou teses.</p>     <p>Os artigos foram submetidos ao Teste de Relev&acirc;ncia I (TRI) por meio da leitura dos t&iacute;tulos e resumos. Ap&oacute;s esta primeira sele&ccedil;&atilde;o, os artigos selecionados passaram para o Teste de Relev&acirc;ncia II, havendo a necessidade de todos os artigos estarem dispon&iacute;veis para leitura completa (<a href="#q1">Quadro 1</a>). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a04q1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O risco de vi&eacute;s dos trabalhos selecionados foi classificado como baixo, incerto ou alto com base nos crit&eacute;rios estabelecidos pela ferramenta da <i>Cochrane Colaboration</i>, por meio do software RevMan (vers&atilde;o 5.3, <i>The Nordic Cochrane Centre, The Cochrane Collaboration</i>, Copenhague, Dinamarca, 2014). A an&aacute;lise foi feita por dois autores de forma independente e qualquer disparidade foi resolvida por meio de discuss&atilde;o e o envolvimento de uma terceira pessoa. Os resultados da qualidade metodol&oacute;gica foram apresentados em um gr&aacute;fico. </p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>Nas duas bases de dados pesquisadas foram identificados 121 artigos. Destes, 19 foram descartados pelos t&iacute;tulos e resumos. Das 102 publica&ccedil;&otilde;es selecionadas, 84 foram exclu&iacute;dos por serem artigos de revis&atilde;o, 6 artigos n&atilde;o estavam dispon&iacute;veis para leitura completa e 10 foram exclu&iacute;dos por n&atilde;o apresentarem como desfecho principal a an&aacute;lise da QV em pacientes com diagn&oacute;stico de Guillain-Barr&eacute; (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a04f1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Fluxograma das etapas seguidas para sele&ccedil;&atilde;o dos artigos. </p>     <p>A amostra desta revis&atilde;o foi composta por 2 estudos que avaliaram por meio de instrumentos a QV de pacientes com S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute;. O <a href="#q2">quadro 2</a> apresenta a descri&ccedil;&atilde;o dos estudos selecionados referente aos autores, t&iacute;tulo, ano de publica&ccedil;&atilde;o, local do estudo, peri&oacute;dico, idioma, objetivos, perfil da amostra, instrumentos de coleta de dados e principais resultados referentes &agrave; qualidade de vida dos pacientes com Guillain-Barr&eacute;. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q2"></a><a href="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a04q2.jpg" target="_blank"><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a04q2.jpg" width="300" height="167"/><br />   (clique para ampliar ! click to enlarge)</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Um estudo foi desenvolvido no Brasil e um na Su&eacute;cia, sendo ambos publicados em ingl&ecirc;s e em peri&oacute;dicos distintos. Os instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o de QV utilizados foram: <i>Quality of Life</i> (QoL) e <i>Sickness Impact Profile </i>(SIP). Em ambos estudos os question&aacute;rios foram respondidos pelos pr&oacute;prios pacientes. </p>     <p>A <a href="#f2">figura 2</a> mostra o gr&aacute;fico do risco de vi&eacute;s dos estudos selecionados. Todos os estudos n&atilde;o dispuseram de informa&ccedil;&otilde;es suficientes para avaliar se existiam outros importantes riscos de vi&eacute;s, esse modo, observa-se que a qualidade metodol&oacute;gica foi considerada moderada nos 4 dom&iacute;nios avaliados. A aplicabilidade foi considerada em rela&ccedil;&atilde;o ao presente estudo de revis&atilde;o, que avaliou a QV em pacientes com diagn&oacute;stico de Guillain-Barr&eacute;.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f2"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a04f2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>A SGB &eacute; caracterizada por uma paralisia fl&aacute;cida aguda que apresenta alguns subtipos, dentre os mais comuns est&atilde;o a Polineuropatia Desmielinizante Inflamat&oacute;ria Aguda (AIDP), Neuropatia Axonal Motora Aguda (AMAN) e o menos comum, a S&iacute;ndrome de Miller Fisher<sup> </sup>(Van den Berg et al., 2014). A fisiopatologia &eacute; desconhecida e vari&aacute;vel para cada forma de apresenta&ccedil;&atilde;o, induzindo na infec&ccedil;&atilde;o aguda uma desregula&ccedil;&atilde;o imune humoral e celular. J&aacute; na forma cl&aacute;ssica, h&aacute; desmieliniza&ccedil;&atilde;o axonal dos nervos perif&eacute;ricos devido &agrave; ativa&ccedil;&atilde;o macrof&aacute;gica que invade e destr&oacute;i a bainha de mielina e c&eacute;lulas de Schwann. Os anticorpos antiganglios&iacute;deos causam disfun&ccedil;&atilde;o dos canais de s&oacute;dio ao n&iacute;vel do ax&ocirc;nio, mecanismo que ocorre nas formas axonais e Miller Fisher<sup> </sup>(Silva, 2015). </p>     <p>Para Rabello et al. (2016), a incid&ecirc;ncia da SGB varia de 1 a 2 casos/10<sup>4</sup> habitantes e incide discretamente mais no sexo masculino, sendo incomum em menores de 10 anos de idade e aumentando progressivamente em 20% a cada 10 anos, a partir dessa idade. Esses dados s&atilde;o compat&iacute;veis com o presente estudo, tendo em vista que o perfil da amostra dos artigos selecionados est&atilde;o de acordo com a literatura.</p>     <p>Os sintomas mais comuns da SGB envolvem fraqueza muscular, paralisia, d&eacute;ficit de sensibilidade, parestesia, dor que inicia em membros inferiores e atinge todo o corpo e redu&ccedil;&atilde;o dos reflexos. A fraqueza pode atingir a musculatura respirat&oacute;ria, sendo necess&aacute;ria ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica em 25% dos casos. A disfun&ccedil;&atilde;o do sistema auton&ocirc;mico &eacute; frequente e causa perda da fun&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria, taquicardia, hipertens&atilde;o. Ins&ocirc;nia, dificuldade de comunica&ccedil;&atilde;o, defici&ecirc;ncia nutricional e trombose venosa s&atilde;o outras complica&ccedil;&otilde;es da SGB(Tuacek et al., 2013).</p>     <p>Para a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS), o conceito de QV &eacute; a compreens&atilde;o do indiv&iacute;duo frente a um contexto cultural, princ&iacute;pios pessoais e sociais com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas finalidades, padr&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es<sup> </sup>(OMS, 2017; Torres &amp; Vieira, 2014). Ent&atilde;o, pode-se afirmar que o conceito de QV &eacute; pessoal e subjetivo, no entanto, observa-se que h&aacute; diversos fatores contribuintes para que a QV seja considerada boa ou ruim. Alguns desses motivos, como a limita&ccedil;&atilde;o funcional nas atividades de vida di&aacute;ria (AVD&rsquo;s) que reduzem QV na SGB foram encontrados nos artigos selecionados desse estudo.</p>     <p>&Eacute; not&aacute;vel que a QV nos pacientes observados no presente estudo aumenta com o tempo, pois os sintomas da doen&ccedil;a v&atilde;o regredindo devido ao tratamento e, como consequ&ecirc;ncia, a independ&ecirc;ncia funcional volta a ser reestabelecida gradativamente. Tal condi&ccedil;&atilde;o est&aacute; presente na literatura quando comparado com ), que afirma que a QV avalia a consequ&ecirc;ncia da doen&ccedil;a e a capacidade do indiv&iacute;duo para realiza&ccedil;&atilde;o das AVD&rsquo;s, al&eacute;m de ser um conceito global que abrange dimens&otilde;es f&iacute;sicas, mentais ou funcionais e bem-estar psicol&oacute;gico e social.</p>     <p><b> </b>A escala <i>Quality of Life</i> (QoL) foi desenvolvida na d&eacute;cada de 1970 pelo psic&oacute;logo americano John Flanagan (1978) para portadores de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas. Entretanto, atualmente &eacute; utilizada em estudos de adultos saud&aacute;veis &#8203;&#8203;e pacientes com doen&ccedil;as reum&aacute;ticas, pulmonares, gastrointestinais, card&iacute;aca, medular, urin&aacute;ria, dist&uacute;rbio de estresse p&oacute;s-traum&aacute;tico e diabetes. Possui 16 itens e avalia 5 dom&iacute;nios: bem-estar material e f&iacute;sico; rela&ccedil;&otilde;es com outras pessoas; atividades sociais, comunit&aacute;rias e c&iacute;vicas; desenvolvimento pessoal; realiza&ccedil;&atilde;o e recrea&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um question&aacute;rio auto administrado com uma soma que varia de 16 a 112 pontos, sendo que quanto mais alta a pontua&ccedil;&atilde;o, melhor a <sup> </sup>(Burckhardt &amp; Anderson, 2003).<sup>1</sup> and Kathryn L Anderson <sup>2A</sup></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> J&aacute; o <i>Sickness Impact Profile </i>(SIP) &eacute; uma medida que avalia de forma subjetiva o impacto da doen&ccedil;a nos dom&iacute;nios f&iacute;sico e psicossocial. Consiste nesses dois dom&iacute;nios e em 12 itens, dentre os quais est&atilde;o inclusos: ambula&ccedil;&atilde;o; mobilidade; cuidados/movimentos do corpo; intera&ccedil;&atilde;o social; comunica&ccedil;&atilde;o; comportamento de alerta; comportamento emocional; sono e descanso; alimenta&ccedil;&atilde;o; gerenciamento domiciliar; recrea&ccedil;&atilde;o, passatempos; emprego. Os pacientes verificam os itens que se aplicam a eles e respondem binariamente, ou seja, com &ldquo;sim&rdquo; ou &ldquo;n&atilde;o&rdquo;. A pontua&ccedil;&atilde;o &eacute; dada em porcentagem e pode ser individual nos dom&iacute;nios e categorias, ou geral, atrav&eacute;s de um m&eacute;todo de pondera&ccedil;&atilde;o padronizado. Quanto mais alta a pontua&ccedil;&atilde;o, pior a qualidade de vida<sup> </sup>(Bergner et al, 1981; Fosberg et al., 2005).</p>     <p>Tendo em vista que ambos os question&aacute;rios s&atilde;o auto administr&aacute;veis e avaliam a QV, que &eacute; a percep&ccedil;&atilde;o individual sobre a sa&uacute;de pessoal, &eacute; fundamental que os pr&oacute;prios pacientes respondam os question&aacute;rios. Quando estes s&atilde;o respondidos por terceiros, podem mascarar o real estado da QV desses indiv&iacute;duos ou ainda passar uma falsa resposta.</p>     <p>A QV nos pacientes de SGB pode ser melhorada atrav&eacute;s do tratamento multidisciplinar, que se divide em medicamentoso (imunoterapia e plasmaferese), suporte nutricional e fisioterapia. A imonuglobulina intravenosa (IVIg) e a troca de plasma possuem efeitos imunomoduladores pleiotr&oacute;picos. A primeira pode inibir a ativa&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas imunes e a liga&ccedil;&atilde;o de anticorpos antigangli&oacute;sidos aos seus alvos neurais. J&aacute; a segunda, por sua vez, reune fatores anticorpos neurot&oacute;xicos e outros mediadoes humorais de inflama&ccedil;&atilde;o. Ambas mostraram-se efetivas quando comparadas entre si<sup> </sup>(Van Den Berg et al., 2014).</p>     <p>O tratamento fisioterap&ecirc;utico &eacute; fundamental em todas as fases da doen&ccedil;a dando suporte motor e respirat&oacute;rio, com o objetivo de prevenir comorbidades associadas, reestabelecer o equil&iacute;brio, recuperar a for&ccedil;a muscular e treinar o condicionamento f&iacute;sico<sup> </sup>(Soares &amp; Monteiro, 2017). O programa da fisioterapia &eacute; estabelecido de acordo com a necessidade e fase em que o paciente se encontra, variando de exerc&iacute;cios passivos at&eacute; fortalecimento muscular com carga compat&iacute;vel ao paciente. Minimizando o d&eacute;ficit motor, visa um menor tempo de recupera&ccedil;&atilde;o e o retorno as AVD&rsquo;s, o que melhora a qualidade de vida.</p>     <p>A S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; (SGB) tem diversas consequ&ecirc;ncias negativas de acordo com a gravidade de seus sintomas. A perda da independ&ecirc;ncia funcional &eacute; um dos fatores que mais interferem na qualidade de vida (QV), tornando-a ruim. No entanto, ao longo do percurso da doen&ccedil;a, o tratamento ameniza e reduz os sintomas. Atrav&eacute;s dessa revis&atilde;o nota-se a necessidade de estudos espec&iacute;ficos a partir de question&aacute;rios sobre QV em pacientes com SGB que sejam disponibilizados para leitura, sem correla&ccedil;&atilde;o de tratamento ou m&eacute;todos preventivos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <p>Antunes, M. D., Pal&aacute;cio, S. G, &amp; Bertolini, S. M. M. G. (2015). Efeito da fisioterapia na S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute;. In IX EPCC - Encontro Internacional de Produ&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica UniCesumar, Maring&aacute;. Anais, 4-8.</p>     <!-- ref --><p>Bergner, M., Bobbitt, R. A., Carter, W. B., Gilson, B. S. (1981). The Sickness Impact Profile: development and final revision of a health status measure. <i>Medical Care, 19</i>(8), 787-805. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1097/00005650-198108000-00001" target="_blank"> 10.1097/00005650-198108000-00001</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565679&pid=S1645-0086201900020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Burckhardt, C. S. &amp; Anderson, K. L. (2003). The Quality of Life Scale (QOLS): Reliability, Validity, and Utilization. <i>Health Qual Life Outcomes</i>, 1:60. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1186/1477-7525-1-60" target="_blank"> 10.1186/1477-7525-1-60</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565681&pid=S1645-0086201900020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Flanagan, J. C. (1978). A Research Approach to Improving our Quality of Life. <i>American Psychologist, 33</i> (2), 138-147. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1037/0003-066X.33.2.138" target="_blank">10.1037/0003-066X.33.2.138</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565683&pid=S1645-0086201900020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fosberg, A., Press, R., Einarsson, U., Pedro-Cuesta, J., Holmqvist, L. W. (2005). Disability and Health-Related Quality of Life in Guillain-Barr&eacute; syndrome during the first two years after onset: a prospective study. <i>Clinical Rehabilitation, </i>19. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1191/0269215505cr918oa" target="_blank"> 10.1191/0269215505cr918oa</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565685&pid=S1645-0086201900020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Malta, J. M. A. S., Vargas, A., Leite, P. L., Percio, J., Coelho, G. E., Ferraro, A. H. A., Cordeiro, T. M. O., &hellip; Saad, E. (2017). S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; e outras manifesta&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas possivelmente relacionadas &agrave; infec&ccedil;&atilde;o pelo v&iacute;rus Zika em munic&iacute;pios da Bahia, 2015. <i>Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de [online],</i> <i>26</i>, 9-18. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.5123/s1679-49742017000100002" target="_blank"> 10.5123/s1679-49742017000100002</a>.</p>     <!-- ref --><p>Martins, A. M. E. B. L., Jones, K. M., Souza, J. G. S., &amp; Pordeus, I. A. (2014). Associa&ccedil;&atilde;o entre impactos funcionais e psicossociais das desordens bucais e qualidade de vida entre idosos. <i>Ci&ecirc;ncia e Sa&uacute;de Coletiva</i>, 19, 3461-3478. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/1413-81232014198.16202013" target="_blank"> 10.1590/1413-81232014198.16202013</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565688&pid=S1645-0086201900020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Matos, A. M. B. (2017). Perfil cl&iacute;nico, epidemiol&oacute;gico, laboratorial e eletroneuromiogr&aacute;fico de pacientes com s&iacute;ndrome de guillain barr&eacute; assistidos no Hospital Geral de Fortaleza. In Trabalho de Conclus&atilde;o de Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica (Resid&ecirc;ncia M&eacute;dica em Neurologia) - Hospital Geral de Fortaleza, Fortaleza. Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565690&pid=S1645-0086201900020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Orsini, M, Freitas, M.R.G., Nascimento, O.J.M., Catharino, A.M.S., Mello, M.P., Reis, C.H.M., Carvalho, R.W. (2010). S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; p&oacute;s-infec&ccedil;&atilde;o por dengue: relato de caso. <i>Revista Neuroci&ecirc;ncias, 18</i>(1): 24-27 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565692&pid=S1645-0086201900020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Rabello, F. A. P. C. J., Jurno, M. E., Tollendal, A. B., Alvarenga J&uacute;nior, A. F., Ferreira, F. C., Perp&eacute;tuo, L.H.C.B., Braga, L.M.F., &hellip;Marquiori, R. A. S. (2016). Perfil epidemiol&oacute;gico dos pacientes portadores da s&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; em um hospital regional de Minas Gerais. <i>Revista M&eacute;dica de Minas Gerais</i>, 26(5), S110-S116.</p>     <!-- ref --><p>Santos, D. B., Garcia, M. G., &amp; Barba, P. C. S. D. (2017). Qualidade de vida das pessoas com defici&ecirc;ncia: revis&atilde;o sistem&aacute;tica no &acirc;mbito de trabalhos brasileiros publicados em bases de dados. <i>Revista Brasileira de Qualidade de Vida</i>, 9, 45-62. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.3895/rbqv.v9n1.4655" target="_blank">10.3895/rbqv.v9n1.4655</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565694&pid=S1645-0086201900020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, R. P. A. (2015) S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute; - Revis&atilde;o retrospectiva da casu&iacute;stica dos casos hospitalizados no Centro Hospitalar do Porto Instituto de Ci&ecirc;ncias Biom&eacute;dicas Abel Salazar da Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565696&pid=S1645-0086201900020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Soares, J.L. &amp; Monteiro, L.M. A contribui&ccedil;&atilde;o da fisioterapia na recupera&ccedil;&atilde;o do paciente portador da S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute;: uma revis&atilde;o integrativa. <i>Revista Eletr&ocirc;nica Acervo Sa&uacute;de</i>, <i>7</i>, 336-340</p>     <!-- ref --><p>Tuacek, T. A., Tsukimoto, G. R., Figliolia, C. S., Cardoso, M. C. C., Tsukimoto, D. R., Rosa, C. D. P., Imamura, M., Battistella, L. R. (2013). Neuropatias - S&iacute;ndrome de Guillain-Barr&eacute;: reabilita&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Acta Fisi&aacute;trica</i>, 20(2):89-95. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.5935/0104-7795.20130015" target="_blank">10.5935/0104-7795.20130015</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565699&pid=S1645-0086201900020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Torres, V. M. F. &amp; Vieira, C. M. (2014). Qualidade de vida em adolescentes com defici&ecirc;ncia. <i>Revista CEFAC</i>, 16, 1953-1961. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/1982-0216201416213" target="_blank">10.1590/1982-0216201416213</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565701&pid=S1645-0086201900020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Van den Berg, B., Walgaard, C., Drenthen, J., Fokke, C., Jacobs. B. C., Van Doorn, P. A. (2014). Guillain-Barr&eacute; syndrome: pathogenesis, diagnosis, treatment and prognosis. <i>Nature Reviews Neurology</i>, 10, 469-482. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1038/nrneurol.2014.121" target="_blank"> 10.1038/nrneurol.2014.121</a>.</p>     <!-- ref --><p> Willison, H. J., Jacobs, B. C., Van Doorn, P. A. (2016). Guillain-Barr&eacute; syndrome. <i>The Lancet</i>, 388 (10045), 717-727. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1016/S0140-6736(16)00339-1" target="_blank"> 10.1016/S0140-6736(16)00339-1</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=565704&pid=S1645-0086201900020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em 22 de Maio de 2018/ Aceite em 31 de Maio de 2019</p>      ]]></body><back>
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