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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Os efeitos do rompimento de um relacionamento amoroso em estudantes universitários]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The rupture of a loving relationship is a common experience in university students; however, for some of these young individuals this event can create very stressful and distressing emotions, placing high demands on emotional competencies. This study involved 100 university students aged 18-36 years old and who have experienced at least one loss of a loving relationship. It was used a quantitative methodology by applying four instruments already used in other researches. The results allowed us to detect the existence of symptoms of Prolonged Grief, Traumatic and Embitterment in those young individuals, after the loss of a loving relationship, as well as the relevance of Emotion Regulation Difficulties in predicting symptoms of Prolonged Grief, Traumatic and Embitterment. Thus, the results were according to our prediction, showing verifying that high school students are a population with high risk of showing symptoms of Prolonged Grief, Traumatic and Embitterment.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Os efeitos do rompimento de um relacionamento amoroso em estudantes universit&aacute;rios</b></font></p>     <p><font size="3"><b>The effects of the breakup a loving relationship in university students</b></font></p>     <p><b>V&acirc;nia Bastos<sup>1</sup>, Jos&eacute; Carlos Rocha<sup>1</sup>, &amp; Thiago de Almeida<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>IINFACTS, CESPU - Coimbra, Portugal, <a href="mailto:vanybastos@hotmail.com">vanybastos@hotmail.com</a>, <a href="mailto:jose.rocha@iucs.cespu.pt">jose.rocha@iucs.cespu.pt</a></p>     <p><sup>2</sup>Centro Universit&aacute;rio Santa Rita - S&atilde;o Paulo, Brasil, <a href="mailto:thalmeida@usp.br">thalmeida@usp.br</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Para universit&aacute;rios, o rompimento de um relacionamento amoroso pode ser considerado como um incidente negativamente t&atilde;o angustiante a ponto de ser comparado a uma situa&ccedil;&atilde;o de luto, ou ainda, de uma de experi&ecirc;ncia de Estresse P&oacute;s-Traum&aacute;tico. Pretendeu-se, com este estudo, entender a rela&ccedil;&atilde;o existente entre as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, a Sintomatologia de Luto Prolongado, de Estresse P&oacute;s-Traum&aacute;tico e de Amarguramento, em estudantes do Ensino Superior associadas &agrave; perda de um relacionamento amoroso. Participaram desse estudo 100 estudantes do Ensino Superior, com idades compreendidas entre os 18 e os 36 anos e que experienciaram, pelo menos, a perda de um relacionamento amoroso. Recorreu-se a uma metodologia quantitativa com a aplica&ccedil;&atilde;o de quatro instrumentos largamente utilizados em pesquisas. Os resultados obtidos permitiram descrever a exist&ecirc;ncia de sintomatologia de Luto Prolongado, Traum&aacute;tico e de Amarguramento em jovens, ap&oacute;s a perda de um relacionamento amoroso, assim como as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional na predi&ccedil;&atilde;o da sintomatologia de Luto Prolongado, Traum&aacute;tica e de Amarguramento. Desta forma, os resultados foram ao encontro do esperado, verificando-se que os estudantes do Ensino Superior constituem uma popula&ccedil;&atilde;o com elevado risco de apresentar essas sintomatologias. </p>     <p><b>Palavras-chave:</b> luto, luto prolongado, estresse p&oacute;s-traum&aacute;tico, regula&ccedil;&atilde;o emocional/controle emocional.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b> </p>     <p>The rupture of a loving relationship is a common experience in university students; however, for some of these young individuals this event can create very stressful and distressing emotions, placing high demands on emotional competencies. This study involved 100 university students aged 18-36 years old and who have experienced at least one loss of a loving relationship. It was used a quantitative methodology by applying four instruments already used in other researches. The results allowed us to detect the existence of symptoms of Prolonged Grief, Traumatic and Embitterment in those young individuals, after the loss of a loving relationship, as well as the relevance of Emotion Regulation Difficulties in predicting symptoms of Prolonged Grief, Traumatic and Embitterment. Thus, the results were according to our prediction, showing verifying that high school students are a population with high risk of showing symptoms of Prolonged Grief, Traumatic and Embitterment.</p>     <p><b>Keywords</b>: grief, prolonged grief disorder, post-traumatic stress, emotional regulation/emotional control</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>O tema relacionamentos amorosos &eacute; uma das &aacute;reas mais importantes (e geralmente problem&aacute;ticas) da vida das pessoas e pode<b> </b>proporcionar uma das mais ricas recompensas emocionais na idade adulta (Almeida, 2004; Almeida, Rodrigues, &amp; Silva, 2008; Almeida, 2012; Almeida, 2017; Almeida &amp; Lomonaco, 2018).<b> </b>H&aacute; que se evidenciar que, para muitas pessoas, os relacionamentos s&atilde;o considerados como a principal fonte para o alcance de felicidade e de satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal (Tashiro &amp; Frazier, 2003). Infelizmente, esta import&acirc;ncia &eacute; mais bem percebida quando a rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; satisfat&oacute;ria e/ou est&aacute; amea&ccedil;ada pela possibilidade de um rompimento ou de um luto amoroso (Almeida, 2017; Almeida &amp; Dourado, 2018; Almeida &amp; Lima, 2016). Para Hamilton (1987), o conceito de luto, ainda que mantenha rela&ccedil;&atilde;o estreita com sua utiliza&ccedil;&atilde;o na linguagem comum, tem o uso espec&iacute;fico e refere-se aos processos mentais que se seguem &agrave;s viv&ecirc;ncias de perda de um v&iacute;nculo valorizado. A perda de algu&eacute;m significativo constitui uma das experi&ecirc;ncias universais mais dolorosas, no entanto, embora seja um fen&ocirc;meno comum a todo o ser humano e a sua express&atilde;o varie subjetivamente. E, segundo F&eacute;res-Carneiro (2003), o tempo de elabora&ccedil;&atilde;o do luto pela separa&ccedil;&atilde;o pode ser maior do que aquele do luto por morte.</p>     <p>De acordo com a literatura, as rea&ccedil;&otilde;es mais t&iacute;picas face ao rompimento amoroso podem ser caracterizadas por quatro tipos de manifesta&ccedil;&otilde;es, a saber: 1) <u>manifesta&ccedil;&otilde;es comportamentais</u>, como o choro, isolamento, fadiga e comportamentos de procura (Almeida &amp; Aguirra, 2013; Y&aacute;rnoz-Yaben, 2010); 2) <u>manifesta&ccedil;&otilde;es afetivas</u>, como raiva, solid&atilde;o, anedonia, ansiedade, sentimentos de culpa e humor depressivo (Almeida, 2018); 3) <u>manifesta&ccedil;&otilde;es cognitivas</u>, como baixa autoestima, a depress&atilde;o, desespero, descren&ccedil;a, apatia, des&acirc;nimo, pensamento lentificado, lapsos de mem&oacute;ria e preocupa&ccedil;&atilde;o intensa com a pessoa que tomou a iniciativa do rompimento amoroso (Almeida &amp; Aguirra, 2013; Bastos &amp; Rocha, 2012; Stroebe &amp; Hansson, 2001; Prigerson et al., 2009) e, por &uacute;ltimo, 4) <u>manifesta&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas</u>, como perda de apetite, perturba&ccedil;&otilde;es do sono, queixas som&aacute;ticas e a vulnerabilidade para doen&ccedil;as (Almeida, 2018; Marcondes, Trierweiler, &amp; Cruz, 2006; Stroebe, Schut, &amp; Stroebe, 2000). Desta forma, &eacute; considerado Luto Prolongado (Prolonged Grief Disorder ou PGD), em termos afetivo-sexuais, quando a capacidade funcional do indiv&iacute;duo est&aacute; desorganizada, de tal forma que o impossibilita de retomar as suas atividades normais, anteriores &agrave; perda rom&acirc;ntica (Shear &amp; Shair, 2005), a qual pode alterar alguns mecanismos biol&oacute;gicos, como o rel&oacute;gio circadiano e o sono, dentre outros ritmos fisiol&oacute;gicos (Almeida, 2018; Reynolds et al., 1993; Sousa, S&aacute;, &amp; Rocha, 2016). Consequentemente, o processo de PGD amoroso distancia-se da norma cultural do indiv&iacute;duo, no que concerne &agrave; intensidade e dura&ccedil;&atilde;o dos sintomas caracter&iacute;sticos do luto amoroso corriqueiro. </p>     <p>Desta forma &eacute; necess&aacute;rio ter em aten&ccedil;&atilde;o que o luto por si s&oacute; j&aacute; constitui um elevado fator de risco para a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, podendo persistir por extensos per&iacute;odos de tempo ap&oacute;s a perda, dando origem a um processo de Luto Prolongado (Jordan &amp; Litz, 2014). Embora a maioria dos indiv&iacute;duos seja capaz de enfrentar de forma adaptativa o processo de luto e sem complica&ccedil;&otilde;es adicionais (Bonanno, 2004), outros s&atilde;o incapazes de faz&ecirc;-lo com sucesso (Howarth, 2011). </p>     <p>No entanto, embora a distin&ccedil;&atilde;o entre o PGD e o<i> </i>Transtorno de Estresse P&oacute;s-Traum&aacute;tico (que reitera o original<i> </i><i>Posttraumatic Embitterment Disorder</i> - PED), seja ainda pass&iacute;vel de ser confundida &eacute; poss&iacute;vel distingui-la por meio de alguns indicadores (Hamilton, 1987; Lichtenthal, Cruess, &amp; Prigerson, 2004). Segundo os crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico do TEPT (em ingl&ecirc;s, <i>Posttraumatic Stress Disorder</i>, ou PTSD), este decorre de um acontecimento com resposta de medo, desamparo ou de horror (APA, 2013). Ainda segundo o DSM-5 o TEPT &eacute; um transtorno relacionado com o trauma e com fatores de estresse que se desenvolve em rela&ccedil;&atilde;o a um evento que cria trauma psicol&oacute;gico em resposta &agrave; morte real ou amea&ccedil;ada, ferimentos graves ou viol&ecirc;ncia sexual. A exposi&ccedil;&atilde;o deve envolver diretamente a experi&ecirc;ncia do evento, testemunhando o evento em pessoa, a aprendizagem de uma morte real ou amea&ccedil;ada de um familiar pr&oacute;ximo ou amigo, ou a exposi&ccedil;&atilde;o extrema em primeira m&atilde;o aos detalhes do evento. Traumas vivenciados podem envolver guerra, desastres naturais, acidentes de carro, abuso sexual e/ou viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica. </p>     <p>Um diagn&oacute;stico formal de TEPT &eacute; feito quando os sintomas causam sofrimento clinicamente significativo ou preju&iacute;zo na disfun&ccedil;&atilde;o social e / ou ocupacional por um per&iacute;odo de pelo menos um m&ecirc;s. Os sintomas n&atilde;o podem ser devido a uma condi&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, medica&ccedil;&atilde;o ou drogas ou &aacute;lcool. Mesmo assim, estas manifesta&ccedil;&otilde;es n&atilde;o integram totalmente aspetos coexistentes entre o TEPT) e o PGD, uma vez que os indiv&iacute;duos ap&oacute;s uma perda amorosa n&atilde;o apresentam frequentemente sentimentos de horror, mas podem revelar sentimentos de desamparo (Lichtenthal, Cruess, &amp; Prigerson, 2004). </p>     <p>Assim como os pensamentos intrusivos experienciados na TEPT, geralmente incluem a ativa&ccedil;&atilde;o de mem&oacute;rias desconfortantes e negativas, relacionadas com o evento traum&aacute;tico, enquanto no PGD estes s&atilde;o normalmente reconfortantes e positivos envolvendo imagens relacionadas com a pessoa perdida (Lichtenthal, Cruess, &amp; Prigerson, 2004). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A emo&ccedil;&atilde;o que predomina na TAPT &eacute; o amarguramento, podendo ser descrito como um sentimento de esquecimento, de injusti&ccedil;a e de impot&ecirc;ncia juntamente com um desejo de lutar assim como, pela capacidade de reconhecer um objetivo adequado (Dunn &amp; Sensky, 2018). O que pode ocorrer em diversas situa&ccedil;&otilde;es &eacute; esta emo&ccedil;&atilde;o n&atilde;o cessar atrav&eacute;s da autorregula&ccedil;&atilde;o, podendo desta forma continuar a aumentar. Pesquisas anteriores (<i>e.g.</i> Linden, Baumann, Rotter, &amp; Schippan, 2007) demonstraram que o amarguramento quando prolongado, prejudica as fun&ccedil;&otilde;es executivas e a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas e, assim, pode provocar sintomas psicopatol&oacute;gicos. </p>     <p>Contudo, quando a resposta de amarguramento atinge uma intensidade superior, esta pode tornar-se desadaaptativa a medida que &eacute; acompanhada por sentimentos de desamparo, humor disf&oacute;rico, pensamentos intrusivos, idea&ccedil;&atilde;o suicida, evitamento f&oacute;bico relativamente a locais e a pessoas que o fa&ccedil;am recordar o evento cr&iacute;tico ou a m&uacute;ltiplas queixa somatoformes (Hauer, Wessel, &amp; Merckelbach, 2006; Linden, Baumann, Lieberei, &amp; Rotter, 2009). No entanto, com a diminui&ccedil;&atilde;o do desempenho das suas atividades quotidianas, os indiv&iacute;duos podem culpabilizar-se por n&atilde;o terem impedido ou n&atilde;o serem capazes de lidar com o evento, podendo desta forma, apresentar diversas queixas som&aacute;ticas, nomeadamente: perda de apetite, perturba&ccedil;&otilde;es de sono, dor (Linden, Baumann, Lieberei, &amp; Rotter, 2009), mem&oacute;rias repetitivas e indesejadas do evento, embotamento emocional, ins&ocirc;nias, hiperatividade e impulsividade (Linden, Baumann, Lieberei, &amp; Rotter, 2009) e dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional. </p>     <p>A Regula&ccedil;&atilde;o Emocional &eacute; definida como um conjunto de processos heterog&ecirc;neos, e particularmente, fisiol&oacute;gicos, neuroqu&iacute;micos, psicol&oacute;gicos, cognitivos, comportamentais e sociais, com base nos quais as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o reguladas, influenciando desta forma, a sua ocorr&ecirc;ncia, intensidade, dura&ccedil;&atilde;o e express&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es. Desta forma, a Regula&ccedil;&atilde;o Emocional diz respeito a todos os processos intr&iacute;nsecos e extr&iacute;nsecos, conscientes e inconscientes que afetam os componentes da emo&ccedil;&atilde;o, as suas manifesta&ccedil;&otilde;es, as liga&ccedil;&otilde;es, o crescimento em situa&ccedil;&otilde;es peculiares e tamb&eacute;m as suas consequ&ecirc;ncias (Gross, 1999; 2007). Para Bridges, Denham, e Ganiban (2004), o cerne da Regula&ccedil;&atilde;o Emocional encontra-se na flexibilidade e na compet&ecirc;ncia do sujeito, em se conseguir ajustar &agrave;s circunst&acirc;ncias do momento, atrav&eacute;s da modula&ccedil;&atilde;o das suas emo&ccedil;&otilde;es, envolvendo o in&iacute;cio ou a manuten&ccedil;&atilde;o dos estados positivos, assim como na diminui&ccedil;&atilde;o dos negativos. </p>     <p>Tendo em conta a falta de literatura, no que diz respeito &agrave; perda que n&atilde;o envolva morte e, mais especificamente, a perda de um relacionamento amoroso neste estudo objetivou-se: a) Verificar os efeitos da hist&oacute;ria da perda amorosa nos sintomas de Luto Prolongado, de Estresse P&oacute;s-Traum&aacute;tico e de Amarguramento; b) Verificar a rela&ccedil;&atilde;o existente entre as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, Sintomatologia de Luto Prolongado, TEPT e TAPT em estudantes ap&oacute;s a perda de um relacionamento amoroso.</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p><i>Participantes</i><i> </i></p>     <p>Participaram neste estudo 100 estudantes do Ensino Superior, dos quais 81 do sexo feminino (81%) e 19 do sexo masculino (19%), com idades compreendidas entre os 18 e os 36 anos (<i>M</i>= 21,19, <i>SD</i>= 3,593). Todos estes estudantes experienciaram pelo menos uma perda de um relacionamento amoroso, tendo sido exclu&iacute;dos os que n&atilde;o vivenciaram nenhuma perda amorosa. </p>     <p><i>Materiais</i></p>     <p><i>Question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico</i></p>     <p>Este question&aacute;rio &eacute; constitu&iacute;do por 18 quest&otilde;es de resposta r&aacute;pida, organizadas em dois grupos: vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas e dados relativos &agrave; perda significativa de um relacionamento amoroso. Como vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas incluem-se: sexo, idade, naturalidade, ano de escolaridade e se atualmente se encontra numa rela&ccedil;&atilde;o amorosa. No que concerne aos dados relativos &agrave; perda de um relacionamento amoroso inclui-se: idade aquando a perda, dura&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o, rela&ccedil;&atilde;o vista como um projeto de vida em comum, iniciativa de quebrar a rela&ccedil;&atilde;o, motivo da perda, n&uacute;mero de perdas anteriores e posteriores, perda esperada ou inesperada, import&acirc;ncia da perda na vida do estudante, sensa&ccedil;&otilde;es e dificuldades presentes ap&oacute;s a perda, o que afetou ap&oacute;s a perda do relacionamento e por &uacute;ltimo se teve acompanhamento psicol&oacute;gico. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <i>Escala de Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional (</i><i>DERS)</i></p>     <p>A<b> </b>Escala de Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, do original Difficulties in Emotion Regulation Scale (DERS), foi adaptada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Coutinho, Ribeiro, Ferreirinha e Dias (2010), tendo sido concebida com o intuito de avaliar as seis dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, e mais especificamente: 1) n&atilde;o aceita&ccedil;&atilde;o das respostas emocionais (N&atilde;o Aceita&ccedil;&atilde;o); 2) dificuldades em agir de acordo com os objetivos (Objetivos); 3) dificuldades no controle de impulsos (Impulsos); 4) falta de consci&ecirc;ncia emocional (Consci&ecirc;ncia); 5) acesso limitado &agrave;s estrat&eacute;gias de regula&ccedil;&atilde;o emocional (Estrat&eacute;gias) e, por fim, 6) falta de clareza emocional (Clareza). Esta escala cont&eacute;m 36 itens, que foram respondidos pelos participantes, segundo uma escala de tipo Likert de cinco pontos e variando de 1 (Quase nunca se aplica a mim) a 5 (aplica-se quase sempre a mim). Esta escala apresenta um valor de &#945; de Cronbach de 0.93, ou seja, possui elevados valores de consist&ecirc;ncia interna (Coutinho, Ribeiro, Ferreirinha, &amp; Dias, 2010; Gratz &amp; Roemer, 2003). </p>     <p><i>Escala do Impacto do evento - Revisada </i><i>(IES-R)</i></p>     <p>A Escala do Impacto do evento - Revisada, (do original,<b> </b>Impact of Event Scale - Revised, IES-R), foi adaptada para popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Castanheira, Vieira, Gl&oacute;ria, Afonso, e Rocha (2007), com o objetivo de avaliar a rea&ccedil;&atilde;o traum&aacute;tica, relativamente a um evento espec&iacute;fico. Este instrumento encontra-se dividido em quatro subescalas, nomeadamente, Evas&atilde;o, Intrus&atilde;o, Hipervigil&acirc;ncia e Embotamento Afetivo, que pretendem avaliar sintomas como a irritabilidade, agressividade, dificuldades de concentra&ccedil;&atilde;o, entre outras. Desta forma, &eacute; constitu&iacute;da por 22 itens, podendo ser respondidos segundo uma escala do tipo Likert de cinco pontos variando do 0 (nunca) a 4 (extremamente). Esta escala apresenta um valor de &#945; de Cronbach de 0.94, ou seja, possui elevados valores de consist&ecirc;ncia interna (Castanheira et al., 2007; Weiss &amp; Marmar, 1997). </p>     <p><i>Escala do luto prolongado (PG -13) </i></p>     <p>A Escala do luto prolongado (do original,<b><i> </i></b><i>Prolonged </i><i>Grief</i><i> </i><i>Disorder</i> - PG-13) foi adaptada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Delalibera, Coelho, Barbosa, e Non&eacute; (2010), de acordo com crit&eacute;rios consensuais para o diagn&oacute;stico de Perturba&ccedil;&atilde;o de Luto Prolongado. Este instrumento &eacute; constitu&iacute;do por 13 itens, encontrando-se nesta forma dividido em 3 partes. Sendo que a 1&ordf; parte &eacute; composta por 2 itens, com o intuito de avaliar a frequ&ecirc;ncia do sentimento de ansiedade de separa&ccedil;&atilde;o, respondidos atrav&eacute;s de uma escala do tipo de cinco pontos variando do 1 (Quase nunca) a 5 (V&aacute;rias vezes por dia). Sendo que o 3&ordm; item refere-se &agrave; dura&ccedil;&atilde;o deste sintoma, com possibilidade de resposta do tipo dicot&ocirc;mica (sim ou n&atilde;o). No que diz respeito &agrave; 2&ordf; parte, esta &eacute; constitu&iacute;da por 9 itens descritivos relativos a sintomas cognitivos, emocionais e comportamentais, podendo ser respondidos atrav&eacute;s de uma escala do tipo Likert de 5 pontos do 1 (n&atilde;o, de todo) a 5 (extremamente). Por fim, a 3&ordf; parte &eacute; composta por apenas 1 item, com o intuito de verificar a incapacidade funcional relativa &agrave; &aacute;rea social, ocupacional ou outros dom&iacute;nios do funcionamento, com a possibilidade de resposta do tipo dicot&ocirc;mica (sim ou n&atilde;o). Esta escala apresenta um valor de &#945; de Cronbach de 0.93, ou seja, possui elevados valores de consist&ecirc;ncia interna (Delalibera et al., 2010). </p>     <p><i>Escala de Amarguramento P&oacute;s-Traum&aacute;tico (PTED)</i></p>     <p>A Escala de Amarguramento P&oacute;s-Traum&aacute;tico (do original, P<i>ost-traumatic Embitterment Disorder Scale</i> - PTED) foi originalmente desenvolvida em alem&atilde;o, tendo sido traduzida e adaptada para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa por Freitas, Bastos, Teixeira, e Rocha (2012), com o intuito de avaliar os sintomas de amarguramento, relativamente a eventos de vida estressantes e negativos. O objetivo era criar um instrumento que permitisse a triagem deste tipo de rea&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica permitindo abrir novos caminhos para o diagn&oacute;stico e tratamento. Esta escala &eacute; composta por 19 itens, com possibilidade de resposta segundo uma escala do tipo Likert de 4 pontos, e varia do 0 (n&atilde;o &eacute; verdadeiro) a 4 (extremamente verdadeiro) (Linden, Baumann, Lieberei, &amp; Rotter, 2009). </p>     <p><i>Procedimento</i><i> </i></p>     <p>Este estudo foi submetido &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com seres humanos, sendo sua coleta de dados iniciada apenas ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do Protocolo Of&iacute;cio 062/2005 pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em pesquisa da Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (UFSCar). Posteriormente ao parecer favor&aacute;vel deste Comit&ecirc;, obteve-se a anu&ecirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o da Coordena&ccedil;&atilde;o de curso e dos alunos da Escola Superior Vale do Sousa, situada em Gandra-Paredes - Portugal. A necess&aacute;ria autoriza&ccedil;&atilde;o foi ent&atilde;o obtida com sucesso, o que desta forma permitiu iniciar este estudo. Assim, a recolha da amostra foi realizada apenas na Escola Superior Vale do Sousa e no Instituto Superior Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de - Norte em Portugal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A coleta de dados foi realizada em sala silenciosa. Ap&oacute;s uma explica&ccedil;&atilde;o do estudo e de assegurada a total liberdade para o participante desistir a qualquer momento da pesquisa, um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido foi assinado por todos os que consentiram em participar.</p>     <p>Finalizada a coleta de dados, estes foram inseridos numa base de dados e os c&aacute;lculos de rela&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis foram realizados por meio do programa estat&iacute;stico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS).</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>A an&aacute;lise estat&iacute;stica dos dados obtidos foi efetuada com o intuito de se conseguir alcan&ccedil;ar cada um dos objetivos delineados, recorrendo desta forma, aos diversos m&eacute;todos estat&iacute;sticos. Os resultados encontrados foram:</p>     <p><i>a)</i><i> </i><i>Efeitos da hist&oacute;ria da perda amorosa nos sintomas de Luto Prolongado, de Estresse P&oacute;s-Traum&aacute;tico e de Amarguramento.</i></p>     <p>Verificou-se que os participantes do sexo feminino apresentaram elevados n&iacute;veis de sintomatologia traum&aacute;tica, comparativamente com os do sexo masculino, conforme aponta o Teste <i>t</i> pareado (Teste <i>t</i><sub>99</sub>= 2,42; <i>p</i> &lt; 0,05)<i>. </i>Verificou-se que ainda que os jovens que n&atilde;o possuem atualmente um relacionamento amoroso apresentaram n&iacute;veis mais elevados de sintomatologia de Luto Prolongado, comparativamente com os que t&ecirc;m uma rela&ccedil;&atilde;o amorosa, conforme aponta o Teste <i>t</i> pareado (Teste <i>t</i><sub>99</sub>= -3,028; <i>p</i> &lt; 0,01). Verificou-se que tamb&eacute;m que os estudantes que reportaram ter havido na rela&ccedil;&atilde;o terminada um projeto de vida em comum apresentam n&iacute;veis mais elevados de sintomatologia de PGD (Teste <i>t</i><sub>99</sub>= 2,50; <i>p</i> &lt; 0,05) e TEPT (Teste <i>t</i><sub>99</sub>= 3,52; <i>p</i> &lt; 0,001), comparativamente com os que n&atilde;o relataram apresentar um projeto de vida em comum. No entanto, os que consideram que a ruptura foi inesperada apresentam n&iacute;veis mais altos de sintomatologia Traum&aacute;tica (Teste <i>t</i><sub>99</sub>= -2,655; <i>p</i> &lt; 0,01) e de Amarguramento, conforme aponta o Teste <i>t</i> pareado (Teste <i>t</i><sub>99</sub>= -2,063; <i>p</i> &lt; 0,05), comparativamente aos que consideram que foi esperada, conforme aponta o Teste <i>t</i> pareado. No que concerne &agrave; vari&aacute;vel iniciativa da ruptura, esta n&atilde;o mostrou ser significativa com nenhuma sintomatologia em quest&atilde;o, assim como as vari&aacute;veis rupturas anteriores e posteriores, que tamb&eacute;m n&atilde;o apresentam correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas com nenhuma da sintomatologia em quest&atilde;o. </p>     <p> As perdas relatadas ocorreram em m&eacute;dia com 18.39 anos de idade (<i>SD</i> = 3,13), existindo correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas entre a idade da perda do relacionamento amoroso e a sintomatologia de PGD (<i>r</i>=0,32; 50<i>gl; </i><i>p</i>&lt; 0,01), ou seja, quanto mais tarde ocorrer a perda mais elevada ser&aacute; a sintomatologia de PGD. N&atilde;o se obtiveram correla&ccedil;&otilde;es significativas no que diz respeito &agrave; sintomatologia Traum&aacute;tica e nem de Amarguramento, assim como, em nenhuma das diferentes dimens&otilde;es da IES-R.</p>     <p>Se por um lado, a perda amorosa referida dizia respeito a um relacionamento amoroso que teve dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 6.22 meses (<i>SD</i>=3,93), n&atilde;o existindo correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas entre a dura&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o e a sintomatologia em causa. Por outro lado, o tempo que passou ap&oacute;s a perda apresenta correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativamente com a sintomatologia de PGD (<i>r</i>=0,27; <i>p</i>&lt; 0,05), assim como com todas as subescalas da IES-R, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da subescala hipervigil&acirc;ncia (IES-R / Hipervigil&acirc;ncia) e da escala do PTED. </p>     <p><i>b) </i><i>Rela&ccedil;&atilde;o entre as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, Sintomatologia de Luto Prolongado, TEPT e TAPT em estudantes do Ensino Superior ap&oacute;s a perda de um relacionamento amoroso.</i></p>     <p>Recorrendo &agrave; an&aacute;lise de correla&ccedil;&otilde;es de <i>Pearson</i> <b>e</b>ntre as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional e as diferentes sintomatologias associadas &agrave; perda, verific&aacute;mos correla&ccedil;&otilde;es significativas entre as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional e a Sintomatologia de PGD (<i>r </i>= 0,39; <i>p</i>&lt; 0,01), TEPT (<i>r </i>= 0,47; <i>p</i>&lt; 0,01) e TAPT (<i>r </i>= 0,49; <i>p</i>&lt; 0,01).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em seguida, efetuou-se uma an&aacute;lise de correla&ccedil;&atilde;o entre as diferentes subescalas da DERS e a Sintomatologia de Luto Prolongado, Traum&aacute;tico e de Amarguramento. Assim, podemos verificar que existem correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas, entre a sintomatologia de PGD e a maior parte das dimens&otilde;es da DERS, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da subescala Falta de Consci&ecirc;ncia. No entanto, averiguou-se que esta dimens&atilde;o se correlaciona positivamente com, a N&atilde;o Aceita&ccedil;&atilde;o das Respostas Emocionais (<i>r </i>= 0,30; <i>p</i>&lt; 0,01), Dificuldades no Controle de Impulsos (<i>r </i>= 0,37; <i>p</i>&lt; 0,01) e Falta de Clareza (<i>r </i>= 0,32; <i>p</i>&lt; 0,01). </p>     <p>Verificou-se tamb&eacute;m a exist&ecirc;ncia de correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas entre a Sintomatologia Traum&aacute;tica e a maioria das dimens&otilde;es da DERS, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da subescala Falta de Consci&ecirc;ncia. Sendo, N&atilde;o Aceita&ccedil;&atilde;o (<i>r </i>= 0,36; <i>p</i>&lt; 0,01); Dificuldades em agir de acordo com os Objetivos (<i>r </i>= 0,47; <i>p</i>&lt; 0,01); Estrat&eacute;gias (<i>r </i>= 0,48; <i>p</i>&lt; 0,01); Dificuldades no Controle de Impulsos (<i>r </i>= 0,40; <i>p</i>&lt; 0,01) e Falta de Clareza Emocional (<i>r </i>= 0,33; <i>p</i>&lt; 0,01).</p>     <p> Por &uacute;ltimo, verificou-se a exist&ecirc;ncia de correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas entre a sintomatologia de Amarguramento e todas as dimens&otilde;es da DERS, exceto a subescala Falta de Consci&ecirc;ncia com aus&ecirc;ncia de correla&ccedil;&atilde;o significativa. Assim, N&atilde;o Aceita&ccedil;&atilde;o (<i>r </i>= 0,36; <i>p</i>&lt; 0,01); Dificuldades em agir de acordo com os Objetivos (<i>r </i>= 0,43; <i>p</i>&lt; 0,01); Acesso Limitado &agrave;s Estrat&eacute;gias (<i>r </i>= 0,53; <i>p</i>&lt; 0,01); Dificuldades no Controle de Impulsos (<i>r </i>= 0,47; <i>p</i>&lt; 0,01) e Falta de Clareza Emocional (<i>r </i>= 0,23; <i>p</i>&lt; 0,05).</p>     <p>&Eacute; ainda importante real&ccedil;ar que as diferentes subescalas do IES-R tamb&eacute;m se correlacionam positivamente com algumas das dimens&otilde;es da DERS. Nomeadamente, a Intrus&atilde;o correlaciona-se positivamente com a N&atilde;o Aceita&ccedil;&atilde;o das Respostas Emocionais (<i>r </i>= 0,36; <i>p</i>&lt; 0,01); Acesso Limitado &agrave;s Estrat&eacute;gias (<i>r </i>= 0,48; <i>p</i>&lt; 0,01); Dificuldades no Controle de Impulsos (<i>r </i>= 0,39;<i> </i><i>p</i>&lt; 0,01) e Falta de Clareza (<i>r </i>= 0,47; <i>p</i>&lt; 0,01). A Hipervigil&acirc;ncia correlaciona-se positivamente com N&atilde;o Aceita&ccedil;&atilde;o das Respostas Emocionais (<i>r </i>= 0,53;<i> </i><i>p</i>&lt; 0,01); Acesso Limitado &agrave;s Estrat&eacute;gias (<i>r </i>= 0,36; <i>p</i>&lt; 0,01); Dificuldades no Controle de Impulsos (<i>r </i>= 0,48;<i> </i><i>p</i>&lt; 0,01) e Falta de Clareza (<i>r </i>= 0,45; <i>p</i>&lt; 0,01). A Evas&atilde;o apenas se correlaciona positivamente com N&atilde;o Aceita&ccedil;&atilde;o das Respostas Emocionais (<i>r </i>= 0,23; <i>p</i>&lt; 0,01) e Falta de Clareza (<i>r </i>= 0,28;<i> </i><i>p</i>&lt; 0,01). Por fim, o Embotamento Afetivo correlaciona-se positivamente com todas as dimens&otilde;es da DERS, como N&atilde;o Aceita&ccedil;&atilde;o das Respostas Emocionais (<i>r </i>= 0,40;<i> </i><i>p</i>&lt; 0,01); Acesso Limitado &agrave;s Estrat&eacute;gias (<i>r </i>= 0,40;<i> </i><i>p</i>&lt; 0,01); Dificuldades no Controle de Impulsos (<i>r </i>= 0,40; <i>p</i>&lt; 0,01); Falta de Clareza (<i>r </i>= 0,40; <i>p</i>&lt; 0,01) e Falta de Consci&ecirc;ncia (<i>r </i>= 0,27; <i>p</i>&lt; 0,01).</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>A perda de um relacionamento amoroso &eacute; um evento que ocorre frequentemente entre estudantes que cursam o Ensino Superior. O primeiro objetivo da presente investiga&ccedil;&atilde;o pretendeu verificar a rela&ccedil;&atilde;o existente entre as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, o Luto Prolongado, o Estresse P&oacute;s-Traum&aacute;tico e o Amarguramento em estudantes do Ensino Superior, ap&oacute;s a perda de um relacionamento amoroso. De modo geral, os resultados obtidos confirmam as hip&oacute;teses compartilhadas inicialmente. Contudo, a an&aacute;lise detalhada dos mesmos permitiu concluir que os estudantes do Ensino Superior constituem uma popula&ccedil;&atilde;o com elevado risco de apresentar sintomas de Luto Prolongado e traum&aacute;tico, por&eacute;m as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional t&ecirc;m um impacto significativo nestes sintomas. </p>     <p>Tendo em conta a hist&oacute;ria da perda de um relacionamento amoroso, verificou-se que existem diferen&ccedil;as significativas entre os dois sexos, assim como aqueles que atualmente n&atilde;o t&ecirc;m um relacionamento amoroso apresentando n&iacute;veis mais altos de sintomatologia de Luto Prolongado, comparativamente com os que t&ecirc;m uma rela&ccedil;&atilde;o amorosa. Quando a perda &eacute; inesperada, os jovens t&ecirc;m a tend&ecirc;ncia a apresentarem sintomatologia traum&aacute;tica e de amarguramento, comparativamente com os que consideram que a perda foi esperada. No que diz respeito, aos jovens que projetam uma vida em comum, estes apresentam maiores n&iacute;veis de sintomatologia de Luto Prolongado e traum&aacute;tica, comparativamente com os que n&atilde;o projetam uma vida em comum. Segundo Stroebe e Hansson (2001), o fato de a perda ter ocorrido de forma inesperada e traum&aacute;tica, bem como o tipo de relacionamento existente entre os dois, t&ecirc;m um importante papel na adapta&ccedil;&atilde;o do luto e na sa&uacute;de f&iacute;sica e mental do jovem. Fato este que vai de encontro com os resultados obtidos. </p>     <p> O segundo objetivo pretendia verificar a rela&ccedil;&atilde;o existente entre as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, Sintomatologia de Luto Prolongado, Traum&aacute;tica e de Amarguramento em estudantes ap&oacute;s a<i> </i>perda de um relacionamento amoroso. Esta rela&ccedil;&atilde;o torna-se mais clara quando examinamos os resultados da an&aacute;lise estat&iacute;stica correlacional entre as diferentes vari&aacute;veis em estudo (Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, Sintomatologia de Luto Prolongado, Traum&aacute;tica e Amarguramento). Tendo em aten&ccedil;&atilde;o os resultados obtidos pode-se afirmar que as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional correlacionam-se positivamente com o Luto Prolongado, ou seja, PGD relaciona-se com as dificuldades que o indiv&iacute;duo demonstra no modo como lida e regula as suas emo&ccedil;&otilde;es. </p>     <p>Desta forma, o desenvolvimento de um processo de Luto Prolongado ap&oacute;s a perda de um relacionamento amoroso encontra-se relacionado positivamente com as cinco dificuldades de regula&ccedil;&atilde;o emocional. E mais especificamente, com o fator N&atilde;o-aceita&ccedil;&atilde;o das Respostas Emocionais, isto &eacute;, correlaciona-se positivamente com o fato de o indiv&iacute;duo perante a perda &eacute; incapaz de aceitar a sua pr&oacute;pria ang&uacute;stia e os seus pr&oacute;prios sentimentos negativos, comuns durante o processo de Luto Prolongado. Outra Dificuldade de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional correlaciona-se positivamente ao desenvolvimento de um processo de Luto Prolongado encontra-se na Dificuldade em Agir de Acordo com os Objetivos, ou seja, o indiv&iacute;duo ao recorrer a esta estrat&eacute;gia n&atilde;o &eacute; capaz de refletir noutras situa&ccedil;&otilde;es, nem realizar tarefas que o possibilitem descentrar a sua aten&ccedil;&atilde;o do luto, ultrapassando-o de maneira adaptativa. A Dificuldade no Controle de Impulsos diz respeito a outra Dificuldade de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional com import&acirc;ncia para a ocorr&ecirc;ncia de um processo de Luto Prolongado, ou seja, a dificuldade em controlar as suas atitudes e os impulsos poder&aacute; levar o indiv&iacute;duo a apresentar comportamentos de risco de forma impulsiva, tais como, o consumo de subst&acirc;ncias psicoativas, recorrer &agrave; viol&ecirc;ncia f&iacute;sica em situa&ccedil;&otilde;es de maior<i> </i>estresse ou at&eacute; mesmo tentativas de suic&iacute;dio. Outro fator, dentro das vari&aacute;veis do instrumento de Dificuldade de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional e que est&aacute; correlacionado positivamente com o Luto Prolongado &eacute; o Acesso Limitado &agrave;s Estrat&eacute;gias de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, tamb&eacute;m correlacionado positivamente. Neste caso, este estudo sugere que quanto maior a complica&ccedil;&atilde;o enfrentada pela a pessoa no que se refere ao seu luto pelo o rompimento do relacionamento amoroso, maior a possibilidade de o indiv&iacute;duo n&atilde;o ser capaz de gerir e de regular as suas emo&ccedil;&otilde;es negativas experienciadas durante o processo de luto, tal como apontam Almeida (2018) e Almeida e Aguirra (2013). Por &uacute;ltimo, a Falta de Clareza Emocional est&aacute; relacionada positivamente com a forma como o indiv&iacute;duo reconhece as emo&ccedil;&otilde;es que experiencia, fato este que corrabora com a literatura que sinaliza a dificuldade da pessoa que passa por uma situa&ccedil;&atilde;o de rompimento em relacionamento amoroso lidar com um manejo eficiente e pensar com clareza sobre a sua realidade tal como apontam Almeida e Aguirra (2013).</p>     <p>Desta forma, segundo Greenberg (2002), os indiv&iacute;duos que apresentam n&iacute;veis mais elevados de consci&ecirc;ncia emocional, usufru&iacute;ram de uma melhor capacidade de manifestar os seus sentimentos e de regular as suas emo&ccedil;&otilde;es, e posteriormente uma melhor adapta&ccedil;&atilde;o ao processo de luto. Contudo, pode-se concluir que a inexist&ecirc;ncia desta compet&ecirc;ncia poder&aacute; levar a um processo de Luto Prolongado. Tendo em conta os resultados obtidos pode-se afirmar que estes v&atilde;o ao encontro ao que foi exposto anteriormente, uma vez que a inexist&ecirc;ncia de capacidade de um indiv&iacute;duo identificar as suas emo&ccedil;&otilde;es correlaciona-se com o Luto Prolongado. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O mesmo acontece com a rela&ccedil;&atilde;o existente entre as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, a sintomatologia traum&aacute;tica e de amarguramento, ou seja, esta sintomatologia est&aacute; relacionada com o fator N&atilde;o-aceita&ccedil;&atilde;o das Respostas Emocionais, com as Dificuldades em Agir de Acordo com os Objetivos, com as Dificuldades no Controle de Impulsos, com o Acesso Limitado &agrave;s Estrat&eacute;gias de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional e com a Falta de Clareza Emocional.</p>     <p>No que diz respeito &agrave; an&aacute;lise da regress&atilde;o linear relativa ao poder preditivo das Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional em rela&ccedil;&atilde;o &aacute; sintomatologia de Luto Prolongado, Traum&aacute;tica e de Amarguramento verifica-se que estas permitem predizer estas tr&ecirc;s perturba&ccedil;&otilde;es. Desta forma, as Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional predizem 14,6% da sintomatologia de Luto Prolongado, 25,1% da sintomatologia Traum&aacute;tica e 26,6% da sintomatologia de Amarguramento. </p>     <p>Todos estes dados s&atilde;o de extrema import&acirc;ncia, pois permitem ter o conhecimento da exist&ecirc;ncia de um modelo de Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional, que predizem n&atilde;o s&oacute; a exist&ecirc;ncia de sintomatologia de Luto Prolongado, como tamb&eacute;m a sintomatologia Traum&aacute;tica e de Amarguramento. Al&eacute;m disso, os resultados obtidos ao n&iacute;vel das Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional preditoras destas sintomatologias indicam que estas dimens&otilde;es poder&atilde;o ser abrangidas nas interven&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas, direcionadas para a regula&ccedil;&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es. </p>     <p>Por meio desta investiga&ccedil;&atilde;o, os profissionais ligados &agrave; &aacute;rea da sa&uacute;de poder&atilde;o recorrer a um leque mais alargado de informa&ccedil;&atilde;o e conhecimento resultantes deste estudo, relativamente a este tema da perda de um relacionamento amoroso, conseguindo desta forma identificar os indiv&iacute;duos que se encontram em risco de desenvolver sintomatologia de Luto Prolongado, Traum&aacute;tico e de Amarguramento e consequentemente, desenvolver uma interven&ccedil;&atilde;o mais eficiente. </p>     <p>Contudo, &eacute; importante ressaltar que apesar da congru&ecirc;ncia dos resultados obtidos seria realmente importante se fosse poss&iacute;vel aprofundar esta investiga&ccedil;&atilde;o, recorrendo a outras vari&aacute;veis de enorme relev&acirc;ncia de modo a complementar todos os resultados obtidos. Uma vez que, estes proporcionam grandes indicadores da forma como os jovens, da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa lidam com a perda de um relacionamento amoroso. Esta investiga&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m apresenta algumas limita&ccedil;&otilde;es, nomeadamente no que diz respeito ao tamanho da amostra, dado que possibilitaria mais robustez aos resultados. Outras limita&ccedil;&otilde;es se atem ao fato de n&atilde;o ter sido realizada uma compara&ccedil;&atilde;o entre dois grupos distintos, ou seja, um grupo de jovens que apresentam ter uma perda de um relacionamento amoroso e outro grupo com jovens que n&atilde;o tiveram nenhuma perda de um relacionamento amoroso, de modo a ser mais claro as conclus&otilde;es mencionadas. A pertin&ecirc;ncia desta investiga&ccedil;&atilde;o encontra-se no sucesso de se ter conseguido salientar a import&acirc;ncia das perdas de um relacionamento amoroso no desenvolvimento da sintomatologia de Luto Prolongado, Traum&aacute;tico e de Amarguramento nos jovens do Ensino Superior. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Almeida, T. (2004). A G&ecirc;nese e a escolha no amor rom&acirc;ntico: Alguns princ&iacute;pios regentes. <i>Revista de Psicologia (Fortaleza), 22</i>(1), 15-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566667&pid=S1645-0086201900020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Almeida, T. (2012). O ci&uacute;me rom&acirc;ntico atua como uma profecia autorrealizadora da infidelidade amorosa? <i>Estudos de Psicologia (PUCCAMP. Impresso), 29</i>(4), 489-498. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/S0103-166X2012000400004" target="_blank"> 10.1590/S0103-166X2012000400004</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566669&pid=S1645-0086201900020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Almeida, T. (2017). 5-HTP Administration as preferential supporting to treatment of morbid romantic jealousy. <i>Journal of Education, Society and Behavioral Science</i>, <i>23</i>(4), 1-6. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.9734/JESBS/2017/37806" target="_blank">10.9734/JESBS/2017/37806</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566671&pid=S1645-0086201900020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Almeida, T. (2018). The implications of complicated grief for the sleep. <i>Open Access Library Journal, 5</i>(6), 1-15. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.4236/oalib.1104572" target="_blank">10.4236/oalib.1104572</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566673&pid=S1645-0086201900020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Almeida, T., &amp; Aguirra, D. (2013). O fim do que era para ser para sempre: O que fazer uma vez que o luto pelo rompimento da rela&ccedil;&atilde;o acabou?. In T. Almeida (Org.). <i>Relacionamentos amorosos: O antes, o durante e o depois</i>. (v. 1, pp. 417-435). S&atilde;o Carlos, SP: Art Point.</p>     <!-- ref --><p>Almeida, T., &amp; Dourado, L. M. (2018). Considera&ccedil;&otilde;es sobre o amor, ci&uacute;me e egoismo: Revis&atilde;o integrativa da literatura brasileira. <i>Boletim - Academia Paulista De Psicologia</i>, <i>38</i>(95), 179-190.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566676&pid=S1645-0086201900020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Almeida, T., &amp; Lima, R. D. (2016). O poder do ex em minha vida: Sobre a influ&ecirc;ncia das rela&ccedil;&otilde;es c&iacute;clicas no cotidiano das rela&ccedil;&otilde;es amorosas. <i>Pensando Fam&iacute;lias, 20</i>(2), 99-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566678&pid=S1645-0086201900020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Almeida, T., &amp; Lomonaco, J. F. B. (2018). <i>O Conceito De Amor: Um estudo explorat&oacute;rio com uma amostra brasileira.</i> S&atilde;o Carlos, SP: Pedro e Jo&atilde;o Editores.</p>     <!-- ref --><p>Almeida, T., Rodrigues, K. R. B., &amp; Silva, A. A. (2008). O ci&uacute;me rom&acirc;ntico e os relacionamentos amorosos heterossexuais contempor&acirc;neos. <i>Estudos de Psicologia (Natal)</i>,<i> 13</i>(1), 83-90. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1413-294X2008000100010" target="_blank">10.1590/S1413-294X2008000100010</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566681&pid=S1645-0086201900020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>American Psychiatric Association. APA. (2013). <i>Diagnostic And Statistical Manual Of Mental Disorders</i> (5&ordf; ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing. </p>     <!-- ref --><p>Bastos, V., &amp; Rocha, J. C. (2012). <i>Os efeitos da perda de um relacionamento amoroso em estudantes do Ensino Superior </i>(Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicado). Instituto Superior de Ci&ecirc;ncias e Sa&uacute;de - Norte, Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566684&pid=S1645-0086201900020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bonanno, G. A. (2004). Loss, trauma, and human resilience. Have we underestimated the human capacity to thrive after extremely aversive events? <i>American Psychologist</i>, <i>59</i>(1), 20-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566686&pid=S1645-0086201900020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bridges, L. J., Denham, S. A., &amp; Ganiban, J. M. (2004). Definitional issues in emotion regulation research. <i>Child Development, 75</i>(2), 340-345.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566688&pid=S1645-0086201900020001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Castanheira, C., Vieira, V., Gl&oacute;ria, A., Afonso, A., &amp; Rocha J. (2007). Impact of event scale - Revised (IES-R). Portuguese validation<i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566690&pid=S1645-0086201900020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> European Congress of Traumatic Stress</i>. Opatija, Cro&aacute;cia. </p>     <!-- ref --><p>Coutinho, J., Ribeiro, E., Ferreirinha, R., &amp; Dias, P. (2010). Vers&atilde;o portuguesa da Escala de Dificuldades de Regula&ccedil;&atilde;o Emocional e sua rela&ccedil;&atilde;o com sintomas psicopatol&oacute;gicos. <i>Revista Psiquiatria Cl&iacute;nica</i>, <i>37</i>(4), 145-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566692&pid=S1645-0086201900020001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Delalibera, M., Coelho, A., Barbosa, A., &amp; Non&eacute;, S. (2010). <i>Adapta&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o portuguesa do instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o do luto prolongado - Prolonged Grief Disorder (PG-13).</i> Lisboa: Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566694&pid=S1645-0086201900020001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Dunn, J. M., &amp; Sensky, T. (2018). Psychological processes in chronic embitterment: The potential contribution of rumination. <i>Psychological Trauma: Theory, Research, Practice, and Policy, 10</i>(1), 7-13.</p>     <p>F&eacute;res-Carneiro, T. (2003). Constru&ccedil;&atilde;o e dissolu&ccedil;&atilde;o do la&ccedil;o conjugal na terapia de casal. In T. F&eacute;res-Carneiro (Org.)<i>. Fam&iacute;lia e casal: Arranjos e demandas contempor&acirc;neas</i>. (pp. 201-214). Rio de Janeiro, RJ: PUC.</p>     <!-- ref --><p>Freitas, D. C. S. M., Bastos, V., Teixeira, A., &amp; Rocha, J. C. (2012). <i>Tradu&ccedil;&atilde;o e valida&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o portuguesa da Post-Traumatic Embitterment Disorder (PTED) Scale </i>(Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicado). Instituto Superior de Ci&ecirc;ncias e Sa&uacute;de - Norte, Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566698&pid=S1645-0086201900020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gratz, K. L., &amp; Roemer, L. (2003). Multidimensional assessment of emotion regulation and dysregulation: Development, factor structure, and initial validation of the difficulties in emotion regulation scale. <i>Journal of Psychopathology and Behavioral Assessment, 26</i>(1), 41-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566700&pid=S1645-0086201900020001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Greenberg, L. (2002). <i>Emotion-focused therapy: coaching clients to work through their feelings. </i>Washington<i>, DC</i>: American Psychological Association. </p>     <!-- ref --><p>Gross, J. (1999). Emotion regulation: Past, present, future.<i> Cognition and Emotion, 13</i>(5), 551-573.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566703&pid=S1645-0086201900020001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Gross. J. (2007). <i>Handbook of emotion regulation. </i>New York, NY: Guilford. </p>     <!-- ref --><p>Hamilton, V. (1987).<b> </b>The concept of mourning and its roots in infancy. <i>Psychoanalytic Psychotherapy,<b> </b>3</i>(3), 191-209.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566706&pid=S1645-0086201900020001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hauer, B. J. A., Wessel, I., &amp; Merckelbach, H. (2006). Intrusions, avoidance and over general memory in non-clinical sample. <i>Clinical Psychology and Psychotherapy</i>, <i>13</i>(4), 264-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566708&pid=S1645-0086201900020001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Howarth, R. (2011). Concepts and controversies in grief and loss<i>. Journal of Mental Health Counseling, 33</i>(1), 4-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566710&pid=S1645-0086201900020001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jordan, A. H., &amp; Litz, B. T. (2014). Prolonged grief disorder: Diagnostic, assessment, and treatment considerations. <i>Professional Psychology: Research and Practice, 45</i>(3<i>)</i>, 180-187.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566712&pid=S1645-0086201900020001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lichtenthal, W. G., Cruess, D. G., &amp; Prigerson, H. G., (2004). A case for establishing complicated grief as a distinct mental disorder in DSM-V. <i>Clinical Psychology Review, 24</i>(6), 637-662.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566714&pid=S1645-0086201900020001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Linden, M., Baumann, K., Lieberei, B., &amp; Rotter, M. (2009). Embitterment the post-traumatic embitterment disorder Self-Rating Scale (PTED Scale). <i>Clinical Psychology and Psychotherapy, 16</i>(2),<i> </i>139-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566716&pid=S1645-0086201900020001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Linden, M., Baumann, K., Rotter. M., &amp; Schippan, B. (2007). The psychopathology of posttraumatic embitterment disorders. <i>Psychopathology,</i> <i>40</i>(3), 159-165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566718&pid=S1645-0086201900020001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Marcondes, M., Trierweiler, M., &amp; Cruz, R. (2006). Sentimentos predominantes ap&oacute;s o t&eacute;rmino de um relacionamento amoroso. <i>Psicologia, Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, 26(1), </i>94-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566720&pid=S1645-0086201900020001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Prigerson, H., Horowitz, M., Jacobs, S., Parkes, C., Aslan, M., Goodkin, K.,&hellip; Maciejewski, P. K. (2009). Prolonged grief disorder: Psychometric validation of criteria proposed for DSM-V and ICD-11. <i>PLoS Med</i>, <i>6</i>(8), e1000121. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1371/journal.pmed.1000121" target="_blank">10.1371/journal.pmed.1000121</a>.</p>     <!-- ref --><p>Reynolds, C. F., Hoch, C. C., Buysse, D. J., Houck, P. R., Schlernitzauer, M., Pasternak, R. E.,… Kupfer, D. J. (1993). Sleep after spousal bereavement: A study of recovery from stress. <i>Biological Psychiatry</i>, <i>34</i>(11),791-797.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566723&pid=S1645-0086201900020001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Shear, K., &amp; Shair, H. (2005). Attachment, loss, and complicated grief. <i>Developmental Psychobiology</i>, <i>47</i>(3), 253-267.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566725&pid=S1645-0086201900020001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sousa, V., S&aacute;, M., &amp; Rocha, J. C. (2016). Divergent and convergent validation of the complicated grief prototype narrative. <i>Journal of Loss and Trauma, 21</i>(3), 235-245. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1080/15325024.2013.801723" target="_blank"> 10.1080/15325024.2013.801723</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566727&pid=S1645-0086201900020001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Stroebe, M., &amp; Hansson, R. (2001). <i>Handbook Of Bereavement Research: Consequences, coping, and care</i>. Washington, DC: American Psychological Association. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Stroebe, M., Schut, H., &amp; Stroebe, W. (2000). Trauma and grief: A comparative analysis<i>. </i>In J. H. Harvey (Ed.),<i> Perspectives On Loss: A sourcebook.</i> (pp. 81-96). Philadelphia, PA: Brunnel/Mazel.</p>     <p>Tashiro, T., &amp; Frazier, P. (2003). ‘‘I&rsquo;ll never be in a relationship like that again&rdquo;: Personal growth following romantic relationship breakups. <i>Personal Relationships</i>, <i>10</i>(1), 113-128. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1111/1475-6811.00039" target="_blank">10.1111/1475-6811.00039</a>.</p>     <p>Weiss, D., &amp; Marmar, C. (1997<i>). </i>The impact of Event Scale-Revised. In J. Wilson, &amp; T. Keane (Eds.). <i>Assessing Psychological Trauma And PTSD</i>. New York, NY: Guildford.</p>     <!-- ref --><p>Y&aacute;rnoz-Yaben, S. (2010). Attachment style and adjustment to divorce. <i>The Spanish Journal of Psychology, 13</i>(1), 210-219.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=566733&pid=S1645-0086201900020001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em 05 de Julho de 2018/ Aceite em 30 de Maio de 2019</p>      ]]></body><back>
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