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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desenvolvimento e validação da escala de empatia frente a pessoas com loucura]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to elaborate a measure about empathy towards people with insanity, as well as knowing their psychometric parameters. Let's see that the number of people in the world suffering from some mental disorder is about 700 million, according to WHO, living with people with some kind of madness has become more common. To that end, a sample of 400 university students was interviewed, who answered EEFPL as well as a sociodemographic questionnaire. The results pointed to a one-dimensional measure different from the one indicated in the literature (tri-factorial) for a 13-item scale, valid and reliable, capable of evaluating empathy in this group, with internal consistency and reliability index of 0.75. It was also verified that the EEFPL presented positive relation with pro-social behavior (r=0.25, p<0.001), using the Classical Theory of Tests-TCT to base the work. it is necessary to broaden the sample and diversify it to corroborate with the applicability of this tool. Therefore, it is hoped that this measure may contribute to the development of prevention and health promotion programs.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Desenvolvimento e valida&ccedil;&atilde;o da escala de empatia frente a pessoas com loucura</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Development and validation of the empathy scale for people with madness</b></font></p>     <p><b>Marcos Francisco dos Santos<sup>1</sup>, Jaqueline Cavalcanti<sup>2</sup>, &amp; Carlos Pimentel<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade Federal da Para&iacute;ba, Departamento de Psicologia, Bairro Castelo Branco, Jo&atilde;o Pessoa, Brasil, <a href="mailto:marcoskm7@gmail.com">marcoskm7@gmail.com</a>, <a href="mailto:carlosepimentel@bol.com.br">carlosepimentel@bol.com.br</a></p>     <p><sup>2</sup>Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o Superior da Para&iacute;ba, Departamento de Psicologia, Rodovia BR 230 Km 14 s/n, Cabedelo, Jo&atilde;o Pessoa, Brasil, <a href="mailto:gomes.jaqueline@gmail.com">gomes.jaqueline@gmail.com</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Esta pesquisa teve como objetivo elaborar uma medida acerca da empatia frente a pessoas com loucura, bem como, conhecer seus par&acirc;metros psicom&eacute;tricos. Haja vista que o n&uacute;mero de pessoas no mundo que sofrem de algum transtorno mental &eacute; de cerca de 700 milh&otilde;es, segundo a OMS, o conv&iacute;vio com pessoas com algum tipo de loucura se tornou mais comum. Para isso, contou-se com uma amostra de 400 universit&aacute;rios os quais responderam a EEFPL bem como a um question&aacute;rio sociodemogr&aacute;fico. Os resultados apontaram para uma medida unidimensional diferente do que a literatura indicava (tri-fatorial) para uma escala de 13 itens, v&aacute;lida e fidedigna capaz de avaliar a empatia frente a esse grupo, com &iacute;ndice de confiabilidade de 0,75. Tamb&eacute;m verificou que a EEFPL apresentou rela&ccedil;&atilde;o positiva com comportamento pr&oacute;-social (<i>r</i>= 0,25; <i>p</i> &lt; 0,001), utilizou-se a Teoria Cl&aacute;ssica dos Testes-TCT para embasar o trabalho. Uma das limita&ccedil;&otilde;es do estudo trata-se do p&uacute;blico, &eacute; preciso ampliar a amostra e diversifica-la para corroborar com a aplicabilidade dessa ferramenta. Diante disso, confia-se que essa medida poder&aacute; contribuir para o desenvolvimento de programas de preven&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Loucura, Psicometria, Sa&uacute;de Mental, Escala</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b> </p>     <p>This study aimed to elaborate a measure about empathy towards people with insanity, as well as knowing their psychometric parameters. Let&rsquo;s see that the number of people in the world suffering from some mental disorder is about 700 million, according to WHO, living with people with some kind of madness has become more common. To that end, a sample of 400 university students was interviewed, who answered EEFPL as well as a sociodemographic questionnaire. The results pointed to a one-dimensional measure different from the one indicated in the literature (tri-factorial) for a 13-item scale, valid and reliable, capable of evaluating empathy in this group, with internal consistency and reliability index of 0.75. It was also verified that the EEFPL presented positive relation with pro-social behavior (<i>r</i>=0.25, <i>p</i>&lt;0.001), using the Classical Theory of Tests-TCT to base the work. it is necessary to broaden the sample and diversify it to corroborate with the applicability of this tool. Therefore, it is hoped that this measure may contribute to the development of prevention and health promotion programs.</p>     <p><b>Keywords:</b> Madness, Psychometry, Mental Health, Scale</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>A incid&ecirc;ncia de transtornos mentais, segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) &eacute; representado por 13% do total de todas as doen&ccedil;as, acometendo 700 milh&otilde;es de pessoas no mundo (OMS, 2017). Por essa raz&atilde;o vem ganhando aten&ccedil;&atilde;o de estudos em todo o mundo (Assun&ccedil;&atilde;o, Lima, &amp; Guimar&atilde;es, 2017; N&oacute;brega, Silva, &amp; Sena, 2016).</p>     <p>Para o DSM-5, transtorno mental trata-se de uma s&iacute;ndrome que tem por caracter&iacute;stica perturba&ccedil;&otilde;es na cogni&ccedil;&atilde;o, regula&ccedil;&atilde;o emocional ou comportamental de um indiv&iacute;duo e por sua vez ocasiona disfun&ccedil;&otilde;es nos processos biopsicol&oacute;gicos (APA, 2014). Est&aacute; relacionado ao sofrimento e preju&iacute;zo em atividades sociais, profissionais, com implica&ccedil;&otilde;es na sa&uacute;de dos familiares, tornando-se um problema mais amplo do que o &acirc;mbito individual (de Oliveira Borba, Schwartz, &amp; Prado Kantorski, 2008).</p>     <p>Historicamente, a constru&ccedil;&atilde;o do conceito de loucura esteve associada ao estigma do &quot;diferente&quot;, &quot;perigoso&quot;, &quot;doente&quot;, &quot;anormal&quot; ou &quot;especial&quot;. Nesse sentido, no Brasil, a inser&ccedil;&atilde;o do louco foi marcada por pr&aacute;ticas de exclus&otilde;es, podendo ser observado na metade do s&eacute;culo XX uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o dos exames diagn&oacute;sticos; da subjetividade; e vida afetiva do paciente (Guarniero, 2012; Reis, 2016). </p>     <p>N&atilde;o obstante, esse quadro come&ccedil;ou a se modificar a partir dos movimentos que resultaram na Lei da Reforma Psiqui&aacute;trica (Lei n&ordm;. 10.216/2001), sendo inaugurados Centros de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial, a fim de promover um melhor atendimento a esse, bem como uma maior inser&ccedil;&atilde;o do mesmo. Embora tais avan&ccedil;os tenham acontecido, ainda verificam-se estudos que evidenciam preconceito, discrimina&ccedil;&atilde;o e atitudes negativas frente a pessoas com transtornos mentais (Mendon&ccedil;a et al., 2008).</p>     <p>Desse modo, autores ratificam que para uma melhor qualidade do atendimento desse grupo, bem como uma maior inclus&atilde;o torna-se necess&aacute;rio combater atitudes preconceituosas, e estigmatizadoras, al&eacute;m de desenvolver capacidades nos cuidadores como: respeito a individualidade, compet&ecirc;ncia para interagir, facilidade de comunica&ccedil;&atilde;o interpessoal e empatia (N&oacute;brega et al., 2016). </p>     <p>Inicialmente a empatia era estudada a partir de uma &uacute;nica dimens&atilde;o, a afetiva, ou seja, uma resposta emocional vic&aacute;ria &agrave; emo&ccedil;&atilde;o percebida de outros (Mehabrian &amp; Epstein, 1972; Stotland, 1969). N&atilde;o obstante, com o passar dos anos, os pesquisadores reconheceram que essa perspectiva unidimensional deixava de fora a import&acirc;ncia da cogni&ccedil;&atilde;o. Frente a isso, o conceito de empatia ampliou-se para dar conta dos processos envolvidos, como: processamento emocional e intera&ccedil;&otilde;es sociais, surgindo uma concep&ccedil;&atilde;o baseada em dois componentes: afetivo e cognitivo (Davis, 1983; Hoffman, 1977). Nessa abordagem, enquanto o aspecto afetivo diria respeito a experimentar o estado emocional do outro, o cognitivo seria o entendimento das emo&ccedil;&otilde;es de outra pessoa. Al&eacute;m dessas dimens&otilde;es, alguns te&oacute;ricos se referem &agrave; empatia como sendo composta tamb&eacute;m pelo componente comportamental (Davis, 1980; Koller, Camino, &amp; Ribeiro, 2001).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Usualmente definida como uma capacidade de se colocar no lugar do outro, a empatia vem sendo considerado um importante conceito na psicologia e psicopatologia para explicar comportamentos pr&oacute;-sociais (Eisenberg &amp; Miller, 1987), bem como, comportamentos agressivos e antissociais (Miller &amp; Eisenberg, 1988), al&eacute;m de importante ferramenta para o desenvolvimento moral adequado (Formiga, 2016).</p>     <p>A empatia pode ser entendida como uma a&ccedil;&atilde;o ou rea&ccedil;&atilde;o adotada diante de um evento, que pode causar mobiliza&ccedil;&atilde;o afetiva, compreens&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o cognitiva, e que direciona a pessoa para uma tomada de atitude, seja esta passiva ou ativa (Eisenberg &amp; Strayer, 1987). Por sua vez, segundo Davis (1980), a empatia refere-se a rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s experi&ecirc;ncias observadas do outro, e abrange quatro dimens&otilde;es: tomada de perspectiva, considera&ccedil;&atilde;o emp&aacute;tica, personal distress (ang&uacute;stia pessoal) e fantasia. </p>     <p>Na perspectiva de Thomazi, Moreira, e Marco (2014), a empatia se caracterizaria pela capacidade real de ouvir, compadecer-se e compreender a fala ou viv&ecirc;ncia de outro indiv&iacute;duo, a partir de informa&ccedil;&otilde;es adquiridas ou pela capacidade de colocar-se no lugar do outro, assumindo indiretamente sua perspectiva vivencial.</p>     <p>Para avalia&ccedil;&atilde;o da empatia, destacam-se algumas escalas cl&aacute;ssicas, tais como: <i>Hogan Empathy Scale</i> HES (Hogan, 1969); <i>Questionaire Measure of Emotional Empathy</i> QMEE (Meharbian &amp; Epstein, 1972); <i>Interpersonal Reactivity Index </i>IRI (Davis, 1983) e <i>Empathy Quocient</i> EQ (Baron-Cohen &amp; Wheelwright, 2004). </p>     <p>Para cada medida h&aacute; uma defini&ccedil;&atilde;o distinta associada, por exemplo, para o<i> </i>autor da<i> Hogan Empathy Scale</i> - HES (Hogan, 1969) a empatia &eacute; definida como uma apreens&atilde;o intelectual, de modo que ele n&atilde;o distingue um componente afetivo para empatia. Essa escala possui 64 itens e integra fatores como autoconfian&ccedil;a social, temperamento uniforme, sensibilidade e inconformidade.</p>     <p>Por sua vez, os autores da<i> Questionaire Measure of Emotional Empathy</i> - QMEE (Meharbian &amp; Epstein, 1972) compreendem empatia como a capacidade de resposta a experi&ecirc;ncia emocional do outro. Essa medida tem o intuito de avaliar a tend&ecirc;ncia de um indiv&iacute;duo reagir fortemente &agrave; experi&ecirc;ncia do outro, e cont&eacute;m 33 itens que abarcam sete subescalas: (I) Susceptibilidade ao Contagio Emocional; (II) Aprecia&ccedil;&atilde;o dos sentimentos de pessoas desconhecidas e distantes; (III) Extrema reatividade emocional; (IV) Tend&ecirc;ncias para ser movidas as experi&ecirc;ncias emocionais positivas dos outros; (V) Tend&ecirc;ncias para ser movidas as experi&ecirc;ncias emocionais negativas dos outros; (VI) Tend&ecirc;ncia simp&aacute;tica; e (VII) Disposi&ccedil;&atilde;o para ter contato com outros que t&ecirc;m problemas.</p>     <p>Buscando um car&aacute;ter mais multidimensional, Davis (1983)<i> </i>desenvolve a<i> Escala Multidimensional de Reatividade Interpessoal (EMRI), </i>cuja tradu&ccedil;&atilde;o para o portugu&ecirc;s foi realizada por Koller, Camino, e Ribeiro (2001). Esse instrumento parte do pressuposto de que a empatia refere-se a rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s experi&ecirc;ncias do outro, e integra 21 itens correspondentes a duas dimens&otilde;es afetivas (considera&ccedil;&atilde;o emp&aacute;tica; e ang&uacute;stia pessoal) e duas cognitivas (tomada de perspectiva). Cada uma das subescalas &eacute; constitu&iacute;da de sete proposi&ccedil;&otilde;es, que suscitam uma escolha objetiva a ser assinalada numa escala do tipo Likert que varia de 1=<i> N&atilde;o me descreve bem a </i>5 =<i>Descreve-me muito bem</i>. </p>     <p>Finalmente, outra escala muito utilizada na literatura &eacute; a <i>Empathy Quocient (EQ) </i>que parte da defini&ccedil;&atilde;o de empatia como um impulso de identifica&ccedil;&atilde;o de ideias e pensamentos de outra pessoa, atendendo-a com uma emo&ccedil;&atilde;o apropriada (Baron-Cohen &amp; Wheelwright, 2004). Essa medida &eacute; constitu&iacute;das de 60 declara&ccedil;&otilde;es os quais abrangem 3 subescalas empatia cognitiva, reatividade emocional e habilidades sociais</p>     <p>Al&eacute;m dessas escalas tradicionais, &eacute; poss&iacute;vel encontrar medidas que avaliam empatia frente a popula&ccedil;&otilde;es, construtos, objetos sociais ou fen&ocirc;menos espec&iacute;ficos, tais como: <i>Escala Etnocultural</i> (Wang, 2003); <i>Escala de Empatia frente aos Animais</i> (Kielland et al., 2010); frente a rob&ocirc;s (Riek, 2009) ou <i>Escala de Empatia para M&eacute;dicos</i> (Costa, Valente, &amp; Costa, 2017). N&atilde;o obstante, n&atilde;o foi encontrada nenhuma medida de empatia frente &agrave; loucura ou aos loucos. A aus&ecirc;ncia de escalas espec&iacute;ficas dessa natureza motivou o presente estudo a elaborar tal medida, tomando por base a escala j&aacute; projetada por Davis (1983).</p>     <p>Partiu-se da escala de Davis (1983), tendo em vista que a mesma possui um corpo te&oacute;rico bem organizado, assim como, &eacute; a que tem sido utilizada como vari&aacute;vel explicativa em v&aacute;rios estudos no Brasil que enfocam vari&aacute;veis psicol&oacute;gicas e psicossociais (Koller, Camino, &amp; Ribeiro, 2002).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p><i>Constru&ccedil;&atilde;o dos Itens</i></p>     <p>A <i>Escala de Empatia Frente a Pessoas com Loucura (EEFPL)</i> foi composta por 26 itens, distribu&iacute;dos em tr&ecirc;s fatores: cognitivo (9 itens), afetivo (8 itens) e comportamental (9 itens). Alguns itens (1,3,4,6,8) foram adaptados da <i>Escala Multidimensional de Reatividade Interpessoal</i> de Davis (1983); os demais foram constru&iacute;dos tomando por base comportamentos cotidianos de pessoas ao se relacionarem com outras, consideradas como loucas, baseando-se tamb&eacute;m nos fatores propostos por Davis (1983).</p>     <p><i>An&aacute;lise de Ju&iacute;zes</i></p>     <p>Inicialmente a escala foi analisada e discutida por quatro doutores e quatro mestres da Universidade Federal da Para&iacute;ba, do Curso de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Psicologia e de Educa&ccedil;&atilde;o Popular. Sendo modificado o item 7 acrescentando a palavra &ldquo;abra&ccedil;ar&rdquo; ao item. Nos demais itens foram verificados clareza, simplicidade, eleg&acirc;ncia e n&atilde;o havia incoer&ecirc;ncia nos itens e os itens foram mantidos, conforme recomendado por Hutz, Bandeira, e Trentini (2015).</p>     <p><i>An&aacute;lise Sem&acirc;ntica</i></p>     <p>A fim de verificar se os itens propostos e as instru&ccedil;&otilde;es apresentadas eram compreens&iacute;veis, o instrumento foi aplicado em 20 pessoas, todos estudantes da UFPB, destes, 10 eram alunos do primeiro per&iacute;odo e 10, do &uacute;ltimo. Foi solicitado a cada participante que respondesse ao question&aacute;rio e apontassem suas dificuldades em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es e aos termos presentes nos itens. As instru&ccedil;&otilde;es foram compreendidas pelos respondentes, tal como foram apresentadas, de modo que n&atilde;o foi necess&aacute;rio a modifica&ccedil;&atilde;o, nem exclus&atilde;o de nenhum item.</p>     <p><i>Estudo 1 - Par&acirc;metros psicom&eacute;tricos da Escala de Empatia Frente a Pessoas com Loucura (EEFPL)</i></p>     <p>Esse primeiro estudo teve como objetivo principal conhecer as evid&ecirc;ncias de validade fatorial e consist&ecirc;ncia interna da escala constru&iacute;da, a EEFPL, realizando an&aacute;lises explorat&oacute;rias a fim de checar a adequa&ccedil;&atilde;o dos fatores a serem extra&iacute;dos.</p>     <p><i>Participantes</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Contou-se com uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica - intencional, de conveni&ecirc;ncia, formada por 200 universit&aacute;rios de 32 cursos diferentes de uma universidade p&uacute;blica da cidade de Jo&atilde;o Pessoa (PB), com idade m&eacute;dia de 21 anos (<i>DP</i>= 6,59), sendo maioria do sexo masculino (51%).</p>     <p><i>Material</i></p>     <p>Os participantes responderam aos seguintes instrumentos:</p>     <p>A Escala de Empatia Frente a Pessoas com Loucura (EEFPL) composta por 26 itens, representando itens que expressam aproxima&ccedil;&atilde;o ou distanciamento de pessoa com transtorno mental (por exemplo: &quot;<i>Tenho sentimentos de afeto por pessoas identificadas como louca</i>s&quot;). Os 26 itens eram respondidos em uma escala de 5 pontos, variando de &ldquo;n&atilde;o me descreve muito bem&rdquo; a &ldquo;me descreve totalmente&rdquo;. </p>     <p>Tamb&eacute;m foi utilizado um Question&aacute;rio S&oacute;cio-Demogr&aacute;fico, com quest&otilde;es como: idade, sexo, estado civil, curso, tipo de universidade, grau de religiosidade, classe social e se mora com algu&eacute;m que possui algum tipo de loucura.</p>     <p><i>Procedimento</i></p>     <p>Inicialmente os participantes foram informados acerca do car&aacute;ter volunt&aacute;rio de sua participa&ccedil;&atilde;o e que seriam garantidos o anonimato e o sigilo das respostas. Esclareceram-se as diretrizes &eacute;ticas que regem as pesquisas com seres humanos, oportunidade em que os participantes foram solicitados a assinar um termo de consentimento livre e esclarecido e rubricar o question&aacute;rio antes de devolv&ecirc;-lo preenchido. Ap&oacute;s consentimento dos participantes, iniciou-se a pesquisa destacando-se os objetivos da mesma. O instrumento foi aplicado coletivamente em salas de aula e teve uma dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 5 minutos.</p>     <p><i>An&aacute;lise de dados</i></p>     <p>O Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) (vers&atilde;o 20) foi utilizado para analisar os dados e estat&iacute;sticas descritivas (medidas de tend&ecirc;ncia central e dispers&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncia) para caracterizar os participantes do estudo. Com o fim de conhecer o poder discriminativo dos itens, empregou-se o teste<i> t de Student </i>para grupos independentes. A an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria foi analisada pelo software <i>Factor</i> - vers&atilde;o 10.0 (Lorenzo-Seva &amp; Ferrando, 2013), utilizando a matriz de correla&ccedil;&atilde;o polic&oacute;rica, o m&eacute;todo de extra&ccedil;&atilde;o ULS e rota&ccedil;&atilde;o promin.</p>     <p><b>Resultados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os resultados s&atilde;o apresentados em subse&ccedil;&otilde;es, organizadas segundo as an&aacute;lises efetuadas. Primeiramente &eacute; apresentado o poder discriminativo de cada item e, logo em seguida, a an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria e consist&ecirc;ncia interna da escala.</p>     <p><i>Poder discriminativo dos itens</i></p>     <p>Por meio de um <i>Test t de Student</i>, as medianas dos grupos foram comparadas para cada item do instrumento. Os resultados apontaram que todos os itens apresentaram poder discriminativo admiss&iacute;vel, de acordo com o crit&eacute;rio assumido (<i>p</i>&lt; 0,05), exceto os itens 3 e 11, sendo, portanto, eliminados do conjunto original. Respectivamente, os itens exclu&iacute;dos foram &ldquo;tento entender que tipo de loucura a outra pessoa possui antes de criticar&rdquo; e &ldquo;eu sei que a pessoa louca se sente melhor quando lhe dou aten&ccedil;&atilde;o.&rdquo; O grupo crit&eacute;rio utilizado foi a de pessoas que pontuaram alto na escala de Comportamento Pr&oacute;-social, que foi corroborado, pois o alfa encontrado foi de 0.80, esses participantes pontuaram alto na escala de Empatia constru&iacute;da. Os resultados s&atilde;o detalhados na <a href="#q1">Quadro 1</a>, a seguir:</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a15q1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p></p>     <p><i>An&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria</i></p>     <p>Tendo em vista que a escala de resposta pode ser considerada ordinal, buscou-se realizar a EFA atrav&eacute;s de uma matriz de covari&acirc;ncias com correla&ccedil;&atilde;o polic&oacute;rica. Procurou-se previamente conhecer a fatorabilidade da matriz de correla&ccedil;&otilde;es entre os itens da escala, empregando-se o Kaiser-Meyer-Olkin (KMO), cujo valor foi igual a 0,81 e o Teste de Esfericidade de Bartlett [<b>&#967;&sup2; </b>(325) = 1620,6; <i>p</i> &lt; 0,001]. Verificada a adequa&ccedil;&atilde;o desses crit&eacute;rios, seguiu-se com a an&aacute;lise fatorial, pelo m&eacute;todo de Hull (Lorenzo-Seva, Timmerman, &amp; Kiers, 2011), adotando-se o estimador <i>Unweighted Least Squares (ULS)</i> e a rota&ccedil;&atilde;o <i>promin</i>,<i> </i>o qual indicou a exist&ecirc;ncia de um &uacute;nico fator. A solu&ccedil;&atilde;o unifatorial &eacute; apresentada na <a href="#q2">Quadro 2</a>, na qual se observam as comunalidades e cargas fatoriais apresentadas por cada item, porcentagem de vari&acirc;ncia explicada e o alfa de <i>Cronbach</i> do fator.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="q2"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a15q2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Conforme observado na <a href="#q2">Quadro 2</a>, todos os itens apresentaram cargas fatoriais acima de 0.40, exceto os itens 8, 9, 19, 20, 21 e 22, por essa raz&atilde;o foram exclu&iacute;dos das an&aacute;lises. As cargas fatoriais variaram de 0.42 &agrave; 0.72 e o auto valor do fator foi 7,28 explicando 28% da vari&acirc;ncia total. A consist&ecirc;ncia interna foi de 0,96.</p>     <p><i>Estudo 2 -Confirmando a estrutura fatorial da Escala de Empatia Frente a Pessoas com Loucura (EEFPL)</i></p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>Este estudo buscou reunir evid&ecirc;ncias adicionais de validade fatorial, convergente e precis&atilde;o da EEFPL, em uma nova amostra, por meio da an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria. </p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>Contou-se com uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica - intencional, de conveni&ecirc;ncia -, formada por 200 universit&aacute;rios de 32 cursos diferentes de uma universidade p&uacute;blica da cidade de Jo&atilde;o Pessoa (PB), com idade m&eacute;dia de 22 anos (<i>DP</i>= 6,64), sendo a maioria do sexo feminino (74%).</p>     <p><i>Instrumentos<b> </b></i></p>     <p>Os mesmos do estudo 1, sendo acrescentada a Escala de Comportamento pro-social. Esse instrumento diz respeito a uma subescala do Question&aacute;rio de Capacidades e Dificuldades, de Goodman (Fleitlich, Cort&aacute;zar, &amp; Goodman, 2000), contando com cinco itens avaliados em escala de tr&ecirc;s pontos, variando de 0 = Falso a 2 = Verdadeiro. Ela foi adaptada por Pimentel (2012) que encontrou um alfa de 0,67. No presente estudo o &iacute;ndice de consist&ecirc;ncia interna para essa escala foi de 0,80.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Procedimento</i></p>     <p>O mesmo do estudo 1, contudo o tempo de aplica&ccedil;&atilde;o foi maior tendo em vista a inclus&atilde;o da Escala de Comportamento pro-social. O tempo m&eacute;dio foi de 15 minutos.</p>     <p><i>An&aacute;lise de dados</i></p>     <p>Foi realizada a an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria (AFC), por meio do software R, e pacote <i>Lavaan</i>. Para essa an&aacute;lise foi empregado o m&eacute;todo de estima&ccedil;&atilde;o robusto denominado WLSMV <i>(Weighted Least Squares Mean and Variance-Adjusted</i>) o qual &eacute; indicado para uso em dados n&atilde;o-param&eacute;tricos (Beauducel, 2006).</p>     <p><i> </i>Consideraram-se os seguintes indicadores de ajuste: &#967;&sup2;/gl (aceit&aacute;vel &lt; 5), Comparative Fit Index (CFI; aceit&aacute;vel &gt; 0,90), <i>Goodness-of-Fit Index </i>(GFI, aceit&aacute;vel &gt; 0,90), Tucker Lewis Index (TLI; aceit&aacute;vel &gt; 0,90), Root Mean Square Error Approximation (RMSEA; aceit&aacute;vel &lt; 0,08) (Hair, Black, Babin, Anderson, &amp; Tatham, 2009). </p>     <p> Por fim, foi realizada uma correla&ccedil;&atilde;o de Pearson por meio do software IBM-SPSS (v.20), bem como verificada a precis&atilde;o por meio da confiabilidade composta, sendo adequado um valor igual ou superior a 0,50 (Hair et al., 2009). </p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p> Concretamente, avaliou-se o modelo tri-fatorial sugerido pela literatura e o modelo unifatorial, indicado pelo m&eacute;todo de <i>Hull</i>. Para a CFA foi utilizado o estimador de m&iacute;nimos quadrados ponderados robustos ajustados pela m&eacute;dia e vari&acirc;ncia - WLSMV, pelo pacote lavaan. Os indicadores de ajuste dos modelos testados (unifatorial e trifatorial) podem ser visualizados na <a href="#q3">Quadro 3</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="q3"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a15q3.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Conforme observado, o modelo unifatorial se ajustou melhor em compara&ccedil;&atilde;o ao modelo tri-fatorial, de modo que optou-se por uma estrutura de um &uacute;nico fator . Quanto a an&aacute;lise da matriz dos res&iacute;duos estandardizados, alguns itens n&atilde;o foram significativos, s&atilde;o eles: 4, 12, 13, 14, 24. Desse modo optou-se por exclu&iacute;-los e realizar uma nova an&aacute;lise, restando uma vers&atilde;o composta de 13 itens. Ap&oacute;s a exclus&atilde;o desses, os indicadores foram melhorados, sendo eles: : &#967;&sup2;/<i>gl </i>= 2,10; CFI= 0,90; GFI= 0,99; AGFI= 0.99; TLI= 0.88; RMSEA 0,07. Na <a href="#f1">Figura 1</a>, pode ser vista a estrutura fatorial confirmat&oacute;ria final, com satura&ccedil;&otilde;es (pesos fatoriais, &#955;) estatisticamente diferentes de zero.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a15f1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No que se refere a consist&ecirc;ncia interna, foi avaliada pela confiabilidade composta apontando para 0,75. A CC varia de 0 a 1 sendo considerado satisfat&oacute;rio quando confiabilidade composta &#8805;0,70 (Gouveia &amp; Soares, 2015).</p>     <p>Por fim buscou-se conhecer a correla&ccedil;&atilde;o da escala aqui elaborada com a escala de comportamento pr&oacute;-social (validade convergente). Os resultados apontaram para uma correla&ccedil;&atilde;o positiva e significativa (<i>r</i>=0,25; <i>p</i>&lt;0,001), o que indica que pessoas que pontuam alto em comportamentos pro-sociais tendem a ter maior empatia frente &agrave; loucura.</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>O presente estudo buscou construir e explorar os par&acirc;metros psicom&eacute;tricos da Escala de Empatia frente &agrave; Pessoas com Loucura, utilizando-se da Teoria Cl&aacute;ssica dos Testes (TCT) e abordagem fatorial confirmat&oacute;ria. Nesse aspecto, diante dos resultados encontrados, &eacute; poss&iacute;vel pontuar que os objetivos propostos foram alcan&ccedil;ados. Os dois estudos realizados utilizam um instrumento que necessita apenas de l&aacute;pis e papel, sendo simples e autoaplic&aacute;vel, cujos itens isoladamente e no conjunto apresentam qualidades m&eacute;tricas satisfat&oacute;rias, possibilitando seu emprego em pesquisas futuras.</p>     <p>Conv&eacute;m destacar que o instrumento aqui elaborado embora se basear no desenvolvido por Davis (Koller et al., 2001), o qual considera a multidimensionalidade da empatia n&atilde;o corroborou com a estrutura de tr&ecirc;s fatores para a empatia, de modo que a an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria indicou a exist&ecirc;ncia de apenas um &uacute;nico fator.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ainda no que concerne a dimensionalidade da escala<i>, </i>a<i> </i>an&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria suportou a estrutura unifatorial encontrada no Estudo 1, apontando para <i> </i>bons &iacute;ndices de ajustes, coerentes aos indicados pela literatura, <i>RMSEA &lt; 0,08; CFI &gt; 0,90; GFI &gt; 0,90 </i>(Hair et al., 2009). Quanto a consist&ecirc;ncia interna verifica-se um &iacute;ndice satisfat&oacute;rio no estudo 1, acima de 0,70, bem como, um bom &iacute;ndice de confiabilidade composta, no estudo 2, assim como recomenda os autores da &aacute;rea, como Pasquali (2003).</p>     <p>No que diz respeito &agrave; correla&ccedil;&atilde;o positiva encontrada entre empatia frente a loucura e comportamentos pro-sociais, esse achado se coaduna aos estudos pr&eacute;vios que destacam que indiv&iacute;duos que pontuam alto em empatia tendem a apresentar mais comportamentos pro-sociais (Eisenberg, Eggum, &amp; Di Giunta, 2010; Lockwood, Seara-Cardoso, &amp; Viding, 2014; Pavarini &amp; Sousa, 2010).</p>     <p> Embora bons par&acirc;metros psicom&eacute;tricos encontrados, reconhece-se a exist&ecirc;ncia de limita&ccedil;&otilde;es do estudo, assim como em qualquer empreendimento cient&iacute;fico. Primeiramente ao fato de ter respondentes exclusivamente universit&aacute;rios, constituindo-se amostras muito espec&iacute;ficas e de conveni&ecirc;ncia. Al&eacute;m disso, por ser uma medida de auto-relato pode ter sofrido a influ&ecirc;ncia da desejabilidade social, respostas que os participantes d&atilde;o aos itens por consider&aacute;-las socialmente mais adequados.</p>     <p> Frente a essas limita&ccedil;&otilde;es, sugerem-se novos estudos que ultrapassem as mesmas, bem como estudos que possa avaliar validade preditiva e estabilidade temporal da escala. Tamb&eacute;m se recomendam estudos que possam correlacionar tal medida com vari&aacute;veis como preconceito, comportamento agressivo e atitudes frente a pessoas com transtornos mentais.</p>     <p> Confia-se que a medida aqui elaborada pode contribuir para o desenvolvimento de programas de preven&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, podendo tamb&eacute;m ser &uacute;til para avaliar a empatia de profissionais de sa&uacute;de mental, e por sua vez verificar seu impacto no tratamento dos doentes com perturba&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>American Psychiatric Association. (2014). <i>DSM-5: Manual diagn&oacute;stico e estat&iacute;stico de transtornos mentais</i>. Porto Alegre: Artmed Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567532&pid=S1645-0086201900020001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Assun&ccedil;&atilde;o, A. &Aacute;., Lima, E. D. P., &amp; Guimar&atilde;es, M. D. C. (2017). Transtornos mentais e inser&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho no Brasil: um estudo multic&ecirc;ntrico nacional. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>, <i>33</i>(3). DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/0102-311x00166815" target="_blank">10.1590/0102-311x00166815</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Baron-Cohen, S., &amp; Wheelwright, S. (2004). The Empathy Quotient: An Investigation of Adults with Asperger Syndrome or High Functioning Autism, and Normal Sex Differences. <i>Journal of Autism and Developmental Disorders</i>, <i>34</i>(2). DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1023/B:JADD.0000022607.19833.00" target="_blank">10.1023/B:JADD.0000022607.19833.00</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567535&pid=S1645-0086201900020001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Beauducel, A., &amp; Herzberg, P. Y. (2006). On the performance of maximum likelihood versus means and variance adjusted weighted least squares estimation in CFA. <i>Structural Equation Modeling</i>, <i>13</i>(2), 186-203. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1207/s15328007sem1302_2" target="_blank">10.1207/s15328007sem1302_2</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567537&pid=S1645-0086201900020001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Costa, M. J., Ferreira-Valente, A., &amp; Costa, P. (2017). Escala de empatia para m&eacute;dicos: Vers&atilde;o para estudantes. <i>Psicologia &amp; Educa&ccedil;&atilde;o</i>. Braga: Associa&ccedil;&atilde;o para o Desenvolvimento a Investiga&ccedil;&atilde;o em Psicologia da Educa&ccedil;&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567539&pid=S1645-0086201900020001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->. </p>     <p>Davis, M. H. (1980). <i>A multidimensional approach to individual differences in empathy</i>. University of Texas at Austin, Austin, USA.</p>     <!-- ref --><p>Davis, M. H. (1983). Measuring individual differences in empathy: Evidence for a multidimensional approach. <i>Journal of Personality and Social Psychology</i>, <i>44</i>, 113-126. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1037/0022-3514.44.1.113" target="_blank">10.1037/0022-3514.44.1.113</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567542&pid=S1645-0086201900020001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>de Oliveira Borba, L., Schwartz, E., &amp; Prado Kantorski, L. (2008). A sobrecarga da fam&iacute;lia que convive com a realidade do transtorno mental. <i>Acta Paulista de Enfermagem</i>, <i>21</i>(4). DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0103-21002008000400009" target="_blank">10.1590/S0103-21002008000400009</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567544&pid=S1645-0086201900020001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Eisenberg, N., &amp; Miller, P. A. (1987). The relation of empathy to prosocial and related behaviors. <i>Psychological Bulletin</i>, <i>101</i>(1), 91. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.101.1.91" target="_blank">10.1037/0033-2909.101.1.91</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567546&pid=S1645-0086201900020001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Eisenberg, N., &amp; Strayer, J. (1987). Critical issues in the study of empathy. In N. Eisenberg &amp; J. Strayer (Eds.), <i>Cambridge studies in social and emotional development. Empathy and Its Development</i> (pp. 3-13). New York, NY, US: Cambridge University Press.</p>     <!-- ref --><p>Eisenberg N., Eggum N. D., &amp; Di Giunta, L. (2010). Empathy-related responding: associations with prosocial behavior, aggression, and intergroup relations. <i>Social Issues and Policy Review, 4</i>, 143-180. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1111/j.1751-2409.2010.01020.x" target="_blank">10.1111/j.1751-2409.2010.01020.x</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567549&pid=S1645-0086201900020001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fleitlich, B., Cort&aacute;zar, P. G., &amp; Goodman, R. (2000). Question&aacute;rio de capacidades e dificuldades (SDQ). <i>Infanto - Revista de Neuropsiquiatria da Inf&acirc;ncia e Adolesc&ecirc;ncia</i>, <i>8</i>(1), 44-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567551&pid=S1645-0086201900020001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Formiga, N. (2016). Verifica&ccedil;&atilde;o de um modelo te&oacute;rico entre a empatia, socializa&ccedil;&atilde;o &eacute;tica e orienta&ccedil;&atilde;o cultural em jovens brasileiros. <i>Actualidades en Psicolog&iacute;a</i>, <i>30</i>(120), 97-112. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.15517/ap.v30i120.18156" target="_blank">10.15517/ap.v30i120.18156</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567553&pid=S1645-0086201900020001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Gouveia, V.V., &amp; Soares, A. K. S. (2015). <i>Calculadora de validade de construto (CVC)</i>. Jo&atilde;o Pessoa, PB: BNCS/ Universidade Federal da Para&iacute;ba.</p>     <!-- ref --><p>Guarniero, F. B., Bellinghini, R. H., &amp; Gattaz, W. F. (2012). O estigma da esquizofrenia na m&iacute;dia: um levantamento de not&iacute;cias publicadas em ve&iacute;culos brasileiros de grande circula&ccedil;&atilde;o.<i> </i><i>Revista de Psiquiatria Cl&iacute;nica</i>, <i>39</i>(3), 80-84. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0101-60832012000300002" target="_blank">10.1590/S0101-60832012000300002</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567556&pid=S1645-0086201900020001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hair, J. F., Black, W. C., Babin, B. J., Anderson, R. E., &amp; Tatham, R. L. (2009). <i>An&aacute;lise Multivariada de Dados</i>. Porto Alegre: Bookman Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567558&pid=S1645-0086201900020001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hoffman, M. L. (1977). Sex differences in empathy and related behaviors. <i>Psychological Bulletin</i>, <i>84</i>(4), 712. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.84.4.712" target="_blank">10.1037/0033-2909.84.4.712</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567560&pid=S1645-0086201900020001500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hogan, R. (1969). Development of an empathy scale. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology</i>, <i>33</i>(3), 307.<ins cite="mailto:SPPS" datetime="2019-06-17T15:07"> </ins>DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1037/h0027580" target="_blank">10.1037/h0027580</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567562&pid=S1645-0086201900020001500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hutz, C. S., Bandeira, D. R., &amp; Trentini, C. M. (2015). <i>Psicometria</i>. Porto Alegre: Artmed Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567564&pid=S1645-0086201900020001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kielland, C., Skjerve, E., &Oslash;ster&aring;s, O., &amp; Zanella, A. J. (2010). Dairy farmer attitudes and empathy toward animals are associated with animal welfare indicators. <i>Journal of Dairy Science</i>, <i>93</i>(7), 2998-3006. 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M., Santos, T. S., Soares, M. H., &amp; Sei, M. B. (2016). Inclus&atilde;o social e reabilita&ccedil;&atilde;o psicossocial de dependentes qu&iacute;micos apenados. <i>Interfaces-Revista de Extens&atilde;o da UFMG, 4</i>(2), 206-231.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567578&pid=S1645-0086201900020001500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Miller, P. A., &amp; Eisenberg, N. (1988). The relation of empathy to aggressive and externalizing/ antisocial behavior. <i>Psychological Bulletin, 103</i>(3)<i>, 324-344.</i> DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.103.3.324" target="_blank">10.1037/0033-2909.103.3.324</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567580&pid=S1645-0086201900020001500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (BR). Lei n&ordm; 10.216 2001. Bras&iacute;lia (DF);2017. (citado em: 02 jul. 2017). Dispon&iacute;vel em: URL: <a href="http://www.saude.gov.br" target="_blank">http://www.saude.gov.br</a>.</p>     <!-- ref --><p>N&oacute;brega, M., Silva, G., &amp; Sena, A. (2016). Funcionamento da Rede de Aten&ccedil;&atilde;o Psicossocial-RAPS no munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo, <i>Brasil: Perspectivas para o Cuidado em Sa&uacute;de Mental</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567583&pid=S1645-0086201900020001500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> CIAIQ2016- Congresso Ibero Americano- Investiga&ccedil;&atilde;o Qualitativa. Porto, Portugal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Pasquali, L. (2003). Teoria da medida. L. Pasquali, <i>Psicometria: Teoria dos testes na Psicologia e na Educa&ccedil;&atilde;o</i>, 1, 23-51. Recife: Editora Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567585&pid=S1645-0086201900020001500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pavarini, M. G., &amp; Souza, D. H. (2010). Teoria da mente, empatia e motiva&ccedil;&atilde;o pr&oacute;-social em crian&ccedil;as pr&eacute;-escolares. <i>Psicologia em Estudo, 15</i>(3), 613-622. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722010000300019" target="_blank">10.1590/S1413-73722010000300019</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567587&pid=S1645-0086201900020001500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pimentel, C. E. (2012). <i>Efeitos de letras de m&uacute;sicas em comportamentos pr&oacute;-sociais: teste do modelo geral da aprendizagem</i>. (Tese de Doutoramento em Psicologia Social, do Trabalho e das Organiza&ccedil;&otilde;es, Universidade de Bras&iacute;lia) DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.5752/P.1678-9563.2017v23n1p66-80" target="_blank">10.5752/P.1678-9563.2017v23n1p66-80</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567589&pid=S1645-0086201900020001500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Reis, J. R. F. (2016). O mentecapto de Itagua&iacute;, hist&oacute;ria, loucura e saber psiqui&aacute;trico: di&aacute;logos historiogr&aacute;ficos em torno de &ldquo;O alienista&rdquo; de Machado de Assis. <i>Hist&oacute;ria, Ci&ecirc;ncias, Sa&uacute;de-Manguinhos</i>, <i>23</i>(4), 1095-1112. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702016005000003" target="_blank">10.1590/S0104-59702016005000003</a>.</p>     <p>Riek, L. D., Rabinowitch, T. C., Chakrabarti, B., &amp; Robinson, P. (2009). How anthropomorphism affects empathy toward robots. In<i> Proceedings of the 4th ACM/IEEE International Conference on Human Robot Interaction</i> (pp. 245-246). California, USA.</p>     <!-- ref --><p>Stotland, E. (1969). Exploratory investigations of empathy. <i>Advances in Experimental Social Psychology</i>, <i>4</i>, 271-314. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/S0065-2601(08)60080-5" target="_blank">10.1016/S0065-2601(08)60080-5</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567593&pid=S1645-0086201900020001500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Thomazi, L., Moreira, F. G., &amp; Marco, M. A. de. (2014). Avalia&ccedil;&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o da empatia em alunos do quarto ano da gradua&ccedil;&atilde;o em medicina da Unifesp em 2012. <i>Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica</i>, <i>38</i>(1), 87-93. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0100-55022014000100012" target="_blank">10.1590/S0100-55022014000100012</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567595&pid=S1645-0086201900020001500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wang, Y. W., Davidson, M. M., Yakushko, O. F., Savoy, H. B., Tan, J. A., &amp; Bleier, J. K. (2003). The scale of ethnocultural empathy: development, validation, and reliability. <i>Journal of Counseling Psychology,</i> <i>50</i>(2), 221. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1037/0022-0167.50.2.221" target="_blank">10.1037/0022-0167.50.2.221</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567597&pid=S1645-0086201900020001500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>WHO (World Health Organization). (2017). Mental disorders. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs396/en/" target="_blank">http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs396/en/</a> . Acesso em: 03 jul. 2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567599&pid=S1645-0086201900020001500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em 1 de Fevereiro de 2018/ Aceite em 31 de Maio de 2019</p> <a href="#a1">Anexo</a><a name="topa1"></a>     <p><b>Escala de empatia frente a pessoas com loucura</b></p>     <p><b>Instru&ccedil;&otilde;es</b>: Abaixo est&atilde;o afirma&ccedil;&otilde;es e ao lado op&ccedil;&otilde;es que variam entre &ldquo;n&atilde;o me descreve muito bem&rdquo; 1 e &ldquo;me descreve muito bem&rdquo; 5. N&atilde;o existem respostas certas ou erradas e se assegure que n&atilde;o deixou nenhum item sem responder.</p> <a href="#topa1">Anexo</a><a name="a1"></a>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="a1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a15a1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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