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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Treino cognitivo para grupos de idosos: uma revisão sistemática]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Studies indicate that the aging process is often associated with cognitive decline and that cognitive stimulation can improve and maintain the performance of cognitive abilities in the elderly. Objective: This systematic review aimed to identify the delineations, procedures and results of the studies that investigated the strategies of cognitive stimulation in the elderly. Method: a literature search was performed in the databases SciELO, LILACS, PsycINFO and PsycARTICLES using the descriptors "cognitive stimulation" OR "memory training" AND "elderly" in English, Portuguese and Spanish. Results: articles published in the last ten years were analyzed. Concerning the length and duration of training, the number of meetings with participants ranged from 4 to 24 sessions, and 69.23% of the studies opted for sessions of one hour and thirty minutes or more. Likewise, most (n = 17) used the multimodal format. Regarding the sample size, 10 studies had samples greater than 50 participants (38.46%). One limitation identified was the scarcity of standardization of the results in the articles selected, which made it difficult to analyze and compare the investigations. Conclusion: In addition to cognitive functions, interventions improve mood and socialization of the participants, contributing to the autonomy and quality of life of the elderly.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[envelhecimento]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>Treino cognitivo para grupos de idosos: uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Cognitive training for elderly groups: a systematic review</b></font></p>     <p><b>Fl&aacute;via Souza<sup>1</sup>, Adriana Mendes<sup>1</sup>, Rose Bennemann<sup>1</sup>, Rute Milani<sup>1</sup></b></p>     <p> <sup>1</sup>UNICESUMAR - Centro Universit&aacute;rio de Maring&aacute;, Maring&aacute;, Brasil, <a href="mailto:flaviadrummer@gmail.com">flaviadrummer@gmail.com</a>, <a href="mailto:adrianamendes37@outlook.com">adrianamendes37@outlook.com</a>, <a href="mailto:rose.bennemann@gmail.com">rose.bennemann@gmail.com</a>, <a href="mailto:rutegrossi@uol.com.br">rutegrossi@uol.com.br</a></p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Estudos apontam que o processo de envelhecimento est&aacute; frequentemente associado ao decl&iacute;nio cognitivo e que a estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva pode melhorar e manter o desempenho das habilidades cognitivas em idosos. Objetivo: esta revis&atilde;o sistem&aacute;tica teve por objetivo identificar os delineamentos, procedimentos e resultados dos estudos que investigaram as estrat&eacute;gias de estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva em grupos de idosos. M&eacute;todo: foi realizada uma busca da literatura nas bases de dados SciELO, LILACS, PsycINFO e PsycARTICLES utilizando os descritores &ldquo;estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva&rdquo; OR &ldquo;treino de mem&oacute;ria&rdquo; AND &ldquo;idosos&rdquo;, em ingl&ecirc;s, portugu&ecirc;s e espanhol. Resultados: foram analisados artigos publicados nos &uacute;ltimos dez anos. No que se refere &agrave; extens&atilde;o e dura&ccedil;&atilde;o dos treinos, o n&uacute;mero de encontros com os participantes variou de 4 a 24 sess&otilde;es, sendo que 69,23% dos estudos optaram por sess&otilde;es de uma hora e trinta minutos de dura&ccedil;&atilde;o ou mais. Da mesma forma, a maioria (<i>n</i>=17) utilizou o formato multimodal. No que se refere ao tamanho amostral, 10 estudos apresentaram amostras superiores a 50 participantes (38,46%). Uma limita&ccedil;&atilde;o identificada foi a escassez de padroniza&ccedil;&atilde;o dos resultados nos artigos selecionados, o que dificultou a an&aacute;lise e compara&ccedil;&atilde;o entre as investiga&ccedil;&otilde;es. Conclus&atilde;o: Al&eacute;m das fun&ccedil;&otilde;es cognitivas, as interven&ccedil;&otilde;es melhoram o humor e a socializa&ccedil;&atilde;o dos participantes, contribuindo para a autonomia e qualidade de vida dos idosos.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> envelhecimento, interven&ccedil;&atilde;o, treino cognitivo</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Studies indicate that the aging process is often associated with cognitive decline and that cognitive stimulation can improve and maintain the performance of cognitive abilities in the elderly. Objective: This systematic review aimed to identify the delineations, procedures and results of the studies that investigated the strategies of cognitive stimulation in the elderly. Method: a literature search was performed in the databases SciELO, LILACS, PsycINFO and PsycARTICLES using the descriptors &quot;cognitive stimulation&quot; OR &quot;memory training&quot; AND &quot;elderly&quot; in English, Portuguese and Spanish. Results: articles published in the last ten years were analyzed. Concerning the length and duration of training, the number of meetings with participants ranged from 4 to 24 sessions, and 69.23% of the studies opted for sessions of one hour and thirty minutes or more. Likewise, most (<i>n</i> = 17) used the multimodal format. Regarding the sample size, 10 studies had samples greater than 50 participants (38.46%). One limitation identified was the scarcity of standardization of the results in the articles selected, which made it difficult to analyze and compare the investigations. Conclusion: In addition to cognitive functions, interventions improve mood and socialization of the participants, contributing to the autonomy and quality of life of the elderly.</p>     <p><b>Keywords:</b> aging, intervention, cognitive training</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p>A incid&ecirc;ncia de decl&iacute;nio cognitivo aumenta com o crescimento da popula&ccedil;&atilde;o idosa, ocasionando doen&ccedil;as de grande impacto para a sa&uacute;de p&uacute;blica (Oliveira, 2014). Diante desta nova configura&ccedil;&atilde;o da pir&acirc;mide et&aacute;ria brasileira e da rapidez com que estas mudan&ccedil;as t&ecirc;m ocorrido no Brasil, &eacute; essencial que o Estado crie servi&ccedil;os voltados para atendimento deste novo perfil epidemiol&oacute;gico composto por afec&ccedil;&otilde;es degenerativas e doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas (Brucki, 2004). Neste sentido, a detec&ccedil;&atilde;o precoce do decl&iacute;nio cognitivo e o desenvolvimento de t&eacute;cnicas terap&ecirc;uticas voltadas para essa parcela da popula&ccedil;&atilde;o s&atilde;o de grande import&acirc;ncia para a manuten&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida dos indiv&iacute;duos (Oliveira, 2014).</p>     <p>Moraes (2012) define cogni&ccedil;&atilde;o como um conjunto de capacidades mentais que permitem ao indiv&iacute;duo compreender e resolver os problemas do cotidiano. As aptid&otilde;es que a formam s&atilde;o: mem&oacute;ria, fun&ccedil;&atilde;o executiva, linguagem, praxia, gnosia/percep&ccedil;&atilde;o e fun&ccedil;&atilde;o visuoespacial. Yassuda (2006) complementa que o decl&iacute;nio natural em alguns aspectos da mem&oacute;ria, na aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a, n&atilde;o compromete a autonomia dos adultos mais velhos, uma vez que a maioria dos idosos mant&eacute;m habilidades cognitivas suficientes para permanecer independentes.</p>     <p>Um programa de estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva consiste num conjunto de estrat&eacute;gias e exerc&iacute;cios que visam potenciar determinadas &aacute;reas da cogni&ccedil;&atilde;o e procura cumprir objetivos espec&iacute;ficos. Podem ser implementados individualmente ou em grupo e geralmente s&atilde;o realizados num determinado per&iacute;odo de tempo (Souza &amp; Sequeira, 2012).</p>     <p>Tendo em vista a relev&acirc;ncia do treino cognitivo para manuten&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional de idosos, &eacute; evidenciada a necessidade de desenvolvimento de estudos cient&iacute;ficos que explorem a tem&aacute;tica, de modo a promover t&eacute;cnicas eficientes que promovam o envelhecimento bem-sucedido. Assim, o objetivo do presente estudo foi identificar os delineamentos, procedimentos e resultados dos estudos que investigaram as estrat&eacute;gias de estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva em grupos de idosos.</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>A pesquisa seguiu os padr&otilde;es de rigor metodol&oacute;gico propostos para a Revis&atilde;o Sistem&aacute;tica de literatura cient&iacute;fica nacional e internacional. Ap&oacute;s valida&ccedil;&atilde;o do protocolo de pesquisa foram percorridas as quatro fases do fluxo de sele&ccedil;&atilde;o de uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica: 1) identifica&ccedil;&atilde;o do tema e defini&ccedil;&atilde;o da quest&atilde;o de pesquisa; 2) sele&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios para inclus&atilde;o e exclus&atilde;o de estudos; 3) defini&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es a serem extra&iacute;das dos estudos selecionados; 4) avalia&ccedil;&atilde;o dos estudos inclu&iacute;dos na revis&atilde;o sistem&aacute;tica.</p>     <p>Para isso observou-se todas as publica&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis nos peri&oacute;dicos indexados nas bases de dados eletr&ocirc;nicas: Literatura Latino-americana e do Caribe em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de (LILACS), Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e PsycINFO, PsycARTICLES. Foram selecionados artigos publicados entre janeiro de 2007 a agosto de 2017.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta pesquisa foi realizada conforme recomenda&ccedil;&otilde;es metodol&oacute;gicas da declara&ccedil;&atilde;o PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses) para trabalhos de revis&atilde;o sistem&aacute;tica. Segundo Moher et al. (2010), esta consiste na revis&atilde;o de uma quest&atilde;o claramente formulada que usa m&eacute;todos sistem&aacute;ticos e expl&iacute;citos para identificar, selecionar e avaliar criticamente pesquisas relevantes.</p>     <p>Para a localiza&ccedil;&atilde;o, foram usados os seguintes descritores em portugu&ecirc;s, ingl&ecirc;s e espanhol: &ldquo;estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva&rdquo; OR &ldquo;treino de mem&oacute;ria&rdquo; AND &ldquo;idosos&rdquo;. A revis&atilde;o dos artigos ocorreu entre os meses de agosto e outubro de 2017.&nbsp; Como crit&eacute;rios de inclus&atilde;o para sele&ccedil;&atilde;o dos artigos, utilizou-se: 1) artigos escritos em portugu&ecirc;s, ingl&ecirc;s ou espanhol; 2) estudos de qualquer tipo de treino ou estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva para popula&ccedil;&atilde;o de idosos (idade superior a 60 anos; 3) estudos na modalidade coletiva; 4) estudos que incluam, pelo menos, avalia&ccedil;&otilde;es antes e ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o. Para exclus&atilde;o, foram empregados: 1) artigos indispon&iacute;veis na vers&atilde;o online 2) resumos, outras revis&otilde;es, anais de congressos, teses e disserta&ccedil;&otilde;es 3) estudos de reabilita&ccedil;&atilde;o cognitiva na modalidade individual. Ter sido randomizado e ter (ou n&atilde;o) grupo controle n&atilde;o foram fatores de exclus&atilde;o. </p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>Na busca inicial foram identificados 186 artigos nas bases de dados eletr&ocirc;nicas, 57 no SciELO, 107 no LlLACS, 20 no PsycINFO e 02 PsycARTICLES, os quais foram submetidos &agrave; leitura de seus t&iacute;tulos e resumos. Ap&oacute;s esta an&aacute;lise, foram exclu&iacute;dos 84 artigos duplicados, al&eacute;m de outros 7 artigos de revis&atilde;o, sendo tr&ecirc;s revis&otilde;es bibliogr&aacute;ficas e 4 revis&otilde;es sistem&aacute;ticas. Tamb&eacute;m foram exclu&iacute;dos estudos que n&atilde;o abordaram o tema e, ainda, a popula&ccedil;&atilde;o da pesquisa. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f1"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a18f1.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Ao todo, foram inclu&iacute;dos vinte e seis artigos. Metade dos artigos estava dispon&iacute;vel em portugu&ecirc;s, nove (34,62%) estavam dispon&iacute;veis em ingl&ecirc;s, tr&ecirc;s (11,54%) em espanhol, e um (3,85%) em ingl&ecirc;s e espanhol. A <a href="#f2">Figura 2</a> detalha o processo de sele&ccedil;&atilde;o dos estudos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f2"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a18f2.jpg"/></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Os treinos cognitivos diferem em extens&atilde;o (n&uacute;mero de sess&otilde;es) e dura&ccedil;&atilde;o (n&uacute;mero de horas), variando de quatro (Yassuda, Batistoni, Fortes, &amp; Neri, 2006) at&eacute; vinte e quatro sess&otilde;es (Viola et al., 2011). Nesse &uacute;ltimo estudo, os pesquisadores desenvolveram um programa de estimula&ccedil;&atilde;o multidisciplinar composto por treino em mem&oacute;ria, estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva assistida por computador, atividades expressivas (pintura, express&atilde;o verbal, escrita), fisioterapia e treino f&iacute;sico para pacientes com Alzheimer leve. &Eacute; poss&iacute;vel observar uma tend&ecirc;ncia a desenhar interven&ccedil;&otilde;es com n&uacute;mero de sess&otilde;es inferior a doze: no total, dezessete estudos tiveram interven&ccedil;&otilde;es com at&eacute; onze sess&otilde;es (65,12%), e os demais estudos (34,62%) conduziram interven&ccedil;&otilde;es com n&uacute;mero de sess&otilde;es superior ou igual a doze. Tamb&eacute;m predominaram os estudos com sess&otilde;es de uma hora e trinta minutos (42,31%), demonstrando ser comum o trabalho com doze sess&otilde;es de duas horas para grupos, uma vez por semana, podendo aumentar o n&uacute;mero de sess&otilde;es de acordo com a necessidade.</p>     <p>A <a href="#f3">figura 3</a> apresenta um panorama geral dos estudos avaliados. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a name="f3"></a><img src="/img/revistas/psd/v20n2/20n2a18f3.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao tamanho amostral, somente estudos na modalidade coletiva foram inclu&iacute;dos nesta revis&atilde;o, assim as amostram variaram de 03 participantes Abrisqueta-Gomez et al. (2004) a 145 participantes (Lopes &amp; Argimon, 2016), sendo que neste &uacute;ltimo estudo, os participantes foram divididos em grupos de 10 pessoas. Assim, 10 estudos apresentaram amostras superiores a 50 participantes (38,46%). </p>     <p>Sobre o recrutamento dos participantes, dois estudos (7,69%) atuaram em institui&ccedil;&otilde;es asilares, os demais recrutaram idosos na comunidade. A grande maioria dos estudos (73,08%) dedicaram-se a trabalhar com idosos saud&aacute;veis, ou seja, sem ind&iacute;cios de dem&ecirc;ncia e/ou depress&atilde;o. Outros seis estudos (23,08%) atuaram junto a idosos com Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) ou Alzheimer. Apenas um estudo espanhol dedicou-se a analisar o efeito imediato e a m&eacute;dio prazo de um treino de mem&oacute;ria em idosos saud&aacute;veis e idosos com comprometimento cognitivo em testes de desempenho cognitivo geral (Garc&iacute;a &amp; Navarro-Gonz&aacute;lez, 2006). </p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s habilidades-alvo, as interven&ccedil;&otilde;es podem ser classificadas em unimodal, delineadas para treinar uma habilidade espec&iacute;fica (por exemplo, os treinos de mem&oacute;ria epis&oacute;dica), ou multimodal, voltadas para o treino de v&aacute;rias habilidades cognitivas (Golino &amp; Flores-Mendoza, 2016). Dezessete estudos foram classificados como multidom&iacute;nio (65,38%), e nove estudos foram classificados como unimodais (34,62%), ou seja, treinaram uma habilidade cognitiva espec&iacute;fica. </p>     <p>Os instrumentos mais utilizados nos artigos catalogados nesta revis&atilde;o foram: o Mini Exame do Estado Mental - MEEM (80,77%) para rastreio das fun&ccedil;&otilde;es cognitivas, seguido pela Escala de Depress&atilde;o Geri&aacute;trica - EDG (69,23%) para avalia&ccedil;&atilde;o do humor.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Sobre o tamanho amostral, Oliveira e Lima-Silva (2014) explicam que o treino de idosos saud&aacute;veis, em grupos com at&eacute; 12 participantes dispostos em c&iacute;rculos, permite que todos possam se enxergar e se ouvir, favorecendo o contato social. </p>     <p>A perda amostral &eacute; um limitador dos estudos na &aacute;rea da estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva, uma vez que pode comprometer a an&aacute;lise final dos dados, bem como a interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados. Lopes e Argimon (2016) destacam os desafios de trabalhar com os idosos. Eles geralmente t&ecirc;m muitas consultas m&eacute;dicas, s&atilde;o mais vulner&aacute;veis a doen&ccedil;as durante o inverno, t&ecirc;m mais dificuldades com o transporte p&uacute;blico. Essas limita&ccedil;&otilde;es induziram muitos idosos a abandonar as sess&otilde;es de treino. </p>     <p>No que se refere ao recrutamento dos participantes, os resultados do presente estudo evidenciam a dificuldade em acessar e executar interven&ccedil;&otilde;es cognitivas com essa popula&ccedil;&atilde;o, o que reflete em uma car&ecirc;ncia de pesquisas. Algumas habilidades cognitivas como aten&ccedil;&atilde;o e mem&oacute;ria, por exemplo, est&atilde;o extremamente relacionadas a ponto de serem consideradas partes de um mesmo processo.</p>     <p>Independentemente da modalidade e diante da grande variedade de procedimentos e instrumentos utilizados, de modo geral, os estudos demonstram que os programas de treinos propostos podem produzir benef&iacute;cios para os idosos em diversas &aacute;reas (Aramaki &amp; Yassuda, 2011; Lima-Silva et al., 2010; Pivaral et al., 2011; Teixeira-Fabr&iacute;cio et al., 2012). Chariglione e Janczura (2013) destacam os efeitos positivos das interven&ccedil;&otilde;es no que se refere ao humor e &agrave; mem&oacute;ria. No caso da mem&oacute;ria, para os autores, o treino &eacute; importante na medida em que a capacidade de reserva cognitiva pode ser mobilizada e at&eacute; mesmo melhorada. Em rela&ccedil;&atilde;o ao humor, quando os idosos realizam as atividades proporcionadas pelo treino cognitivo, alteram as atividades di&aacute;rias, ou, pela presen&ccedil;a de novas pessoas no ambiente acompanhado, conversando, interagindo socialmente, experimentam modifica&ccedil;&otilde;es no humor.</p>     <p>Igualmente, Irigaray, Gomes Filho, e Schneider (2012) observaram uma diminui&ccedil;&atilde;o dos sintomas de ansiedade e de depress&atilde;o nos participantes do grupo experimental ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o e sugerem que este benef&iacute;cio esteja relacionado &agrave;s atividades grupais que favorecem a conquista de novas amizades e a obten&ccedil;&atilde;o de suporte social, ajudando-os mutuamente tanto em condi&ccedil;&otilde;es normais e sob estresse.</p>     <p>O treino cognitivo demonstrou melhorar o desempenho cognitivo de idosos saud&aacute;veis, n&atilde;o s&oacute; para habilidades treinadas diretamente durante as sess&otilde;es, mas tamb&eacute;m para outras fun&ccedil;&otilde;es, como a mem&oacute;ria epis&oacute;dica (Almondes, Leonardo, &amp; Moreira, 2017; Garc&iacute;a-Sevilla, Fern&aacute;ndez, Fuentes, L&oacute;pez, &amp; Moreno, 2014; Ordonez, Borges, Kanashiro, Santos, Hora, &amp; Lima-Silva, 2017). No estudo realizado por Netto et al. (2013), os efeitos ben&eacute;ficos do Treino de Mem&oacute;ria de Trabalho (TMT) foram transferidos para outras fun&ccedil;&otilde;es cognitivas, de modo que o grupo experimental apresentou melhora significativa no desempenho em tarefas de aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria de curto prazo, aprendizagem e mem&oacute;ria epis&oacute;dica. A aten&ccedil;&atilde;o e componentes da fun&ccedil;&atilde;o executiva tamb&eacute;m foram aprimorados. H&aacute; que se considerar que, embora existam, n&atilde;o &eacute; regra que esses efeitos ben&eacute;ficos estejam sempre presentes (Garc&iacute;a-Sevilla et al., 2014), ou ainda, que a melhoria no desempenho cognitivo seja significante (Lima-Silva et al., 2012). </p>     <p>Estudos qualitativos acerca desta tem&aacute;tica s&atilde;o relativamente escassos. Apenas um estudo se prop&ocirc;s a verificar a autopercep&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos idosos analfabetos com Transtorno Cognitivo Leve (TCL), antes e ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o de oficinas de jogos e brincadeiras de estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva, adaptadas para essa popula&ccedil;&atilde;o. Nessa investiga&ccedil;&atilde;o, o grupo experimental destacou-se dos demais grupos em quatro categorias: melhora na cogni&ccedil;&atilde;o, socializa&ccedil;&atilde;o/integra&ccedil;&atilde;o, melhoria nas atividades de vida di&aacute;ria e un&acirc;nime satisfa&ccedil;&atilde;o com as oficinas (Santos et al., 2012).</p>     <p>O MEEM &eacute; o instrumento de rastreio mais utilizado para identificar mudan&ccedil;as no estado cognitivo de idosos. Avalia orienta&ccedil;&atilde;o temporal, espacial, mem&oacute;ria, aten&ccedil;&atilde;o, computa&ccedil;&atilde;o, linguagem e capacidade visuoconstrutiva. Foi desenvolvido por Folstein, Folstein, e McHugh (1975), e validado no Brasil por Bertolucci, Brucki, Campacci, e Juliano (1994). Apesar de amplamente utilizado, o MEEM apresenta algumas limita&ccedil;&otilde;es, conforme apontam Yassuda, Batistoni, Fortes, e Neri, (2006), sobre a grande variabilidade observada entre os participantes quanto &agrave;s habilidades cognitivas, o que pode ser decorrente da inclus&atilde;o de indiv&iacute;duos com decl&iacute;nio cognitivo al&eacute;m do esperado para a idade e n&atilde;o captado pelo MEEM, limitando os efeitos do treino. </p>     <p>Mais do que t&eacute;cnicas para estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva, diversos autores t&ecirc;m mostrado a preocupa&ccedil;&atilde;o em oferecer informa&ccedil;&otilde;es para promover a mudan&ccedil;a de cren&ccedil;as negativas sobre o envelhecimento, a mem&oacute;ria e a sa&uacute;de (Chariglione &amp; Janczura (2013); Irigaray, Gomes, &amp; Schneider (2012); Ordonez et al. 2017). Lima-Silva et al. (2011) relatam que o treino baseado em tarefas ecol&oacute;gicas, usando embalagens de supermercado e tarefas de troco, gerou alta motiva&ccedil;&atilde;o, ader&ecirc;ncia ao programa e ganhos significativos no desempenho em testes cognitivos. Ao mesmo tempo, Lima-Silva e Yassuda (2012) desenvolveram um treino cujo objetivo era a melhoria da hipertens&atilde;o e da cogni&ccedil;&atilde;o simultaneamente. O resultado mostraram que o treino aliado &agrave; psicoeduca&ccedil;&atilde;o pode contribuir para uma melhor ades&atilde;o, visto que em seu estudo n&atilde;o houve evas&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os estudos revelaram resultados positivos ap&oacute;s as interven&ccedil;&otilde;es, sugerindo que a estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva pode ser eficaz para manuten&ccedil;&atilde;o e melhoria das fun&ccedil;&otilde;es cognitivas, al&eacute;m de estender os benef&iacute;cios para o humor e a socializa&ccedil;&atilde;o dos participantes, contribuindo para a autonomia e qualidade de vida dos idosos. Uma limita&ccedil;&atilde;o deste estudo foi a escassez de padroniza&ccedil;&atilde;o dos resultados nos artigos catalogados, o que dificultou a an&aacute;lise comparativa entre eles. </p>     <p>Esta revis&atilde;o trouxe esclarecimentos quanto &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o dos treinos de estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva, corroborando a ideia de que esta estrat&eacute;gia constitui uma ferramenta de not&aacute;vel relev&acirc;ncia para profissionais na &aacute;rea da sa&uacute;de que almejam contribuir para a manuten&ccedil;&atilde;o das habilidades cognitivas e preven&ccedil;&atilde;o de seus decl&iacute;nios.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <p>Abrisqueta-Gomez, J., Canali, F., Vieira, V. L. D., Aguiar, A. C. P., Ponce, C. S. C., Brucki, S. M. &amp; Bueno, O. F. A. (2004). A longitudial study of a neuropsychological rehabilitation program in Alzheimer&rsquo;s disease. <i>Arquivos de Neuro-psiquiatria, 62</i>(3), 778-783. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2004000500007" target="_blank">10.1590/S0004-282X2004000500007</a>.</p>     <!-- ref --><p>Almondes, K. M., Leonardo, M. E. M., &amp; Moreira, A. M. S. (2017). Effects of a cognitive training program and sleep hygiene for executive functions and sleep quality in healthy elderly. <i>Dementia &amp; Neuropsychologia</i>, <i>11</i>(1), 69-78. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/1980-57642016dn11-010011" target="_blank"> 10.1590/1980-57642016dn11-010011</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=567999&pid=S1645-0086201900020001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Aramaki, F. O., &amp; Yassuda, M. S. (2011). Cognitive training based on metamemory and mental images: Follow-up evaluation and booster training effects. <i>Dementia &amp; Neuropsychologia</i>, <i>5</i>(1), 48-53. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1980-57642011DN05010009" target="_blank">10.1590/S1980-57642011DN05010009</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568001&pid=S1645-0086201900020001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bertolucci, P. H. F., Brucki, S. M. D., Campacci, S. R., &amp; Juliano, Y. (1994). O mini-exame do estado mental em uma popula&ccedil;&atilde;o geral: impacto da escolaridade. <i>Arquivos de Neuro-psiquiatria</i>, <i>52</i>(1), 01-07. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X1994000100001" target="_blank">10.1590/S0004-282X1994000100001</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568003&pid=S1645-0086201900020001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brucki, S. M. D. (2004). Envelhecimento e Mem&oacute;ria. In V. M. Andrade, F. H. Santos, O. F. Bueno, &amp; O. F. Amodeo (Eds.), <i>Neuropsicologia Hoje </i>(pp.389-402). S&atilde;o Paulo, SP: Artes M&eacute;dicas. </p>     <!-- ref --><p>Calero, M. D. C., &amp; Navarro-Gonz&aacute;lez, E. (2006). Eficacia de un programa de entrenamiento en memoria en el mantenimiento de ancianos con y sin deterioro cognitivo. <i>Cl&iacute;nica y Salud,</i> 17(2), 187-202&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568006&pid=S1645-0086201900020001800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chariglione, I. P. F., &amp; Janczura, G. A. (2013). Contribui&ccedil;&otilde;es de um treino cognitivo para a mem&oacute;ria de idosos institucionalizados. <i>Psico-USF</i>, <i>18</i>(1), 13-22. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1413-82712013000100003" target="_blank">10.1590/S1413-82712013000100003</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568007&pid=S1645-0086201900020001800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Folstein, M. F., Folstein, S. E., &amp; McHugh, P. H. (1975). &ldquo;Mini-Mental State&rdquo;. A practical method for grading the cognitive state of patients for the clinician. <i>Journal of Psychiatric Research</i>, <i>12</i>(3), 189-198. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1016/0022-3956(75)90026-6" target="_blank">10.1016/0022-3956(75)90026-6</a>.</p>     <!-- ref --><p>Garc&iacute;a-Sevilla, J., Fern&aacute;ndez, P. J., Fuentes, L. J., L&oacute;pez, J. J, &amp; Moreno, M. J. (2014). Estudio comparativo de dos programas de entrenamiento de la memoria en personas mayores con quejas subjetivas de memoria: un an&aacute;lisis preliminar. <i>Anales de Psicolog&iacute;a</i>, <i>30</i>(1), 337-345. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.6018/analesps.30.1.158021" target="_blank"> 10.6018/analesps.30.1.158021</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568010&pid=S1645-0086201900020001800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Golino, M. T. S., &amp; Flores-Mendoza, C. E. (2016). Desenvolvimento de um programa de treino cognitivo para idosos. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia</i>, <i>19</i>(5), 769-785. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/1809-98232016019.150144" target="_blank">10.1590/1809-98232016019.150144</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568012&pid=S1645-0086201900020001800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Irigaray, T. Q., Gomes Filho, I., &amp; Schneider, R. H. (2012). Efeitos de um treino de aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria e fun&ccedil;&otilde;es executivas na cogni&ccedil;&atilde;o de idosos saud&aacute;veis. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>, <i>25</i>(1), 182-187. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0102-79722012000100023" target="_blank">10.1590/S0102-79722012000100023</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568014&pid=S1645-0086201900020001800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lima-Silva, T. B., &amp; Yassuda, M. S. (2012). Treino cognitivo e interven&ccedil;&atilde;o psicoeducativa para indiv&iacute;duos hipertensos: efeitos na cogni&ccedil;&atilde;o. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>, <i>25</i>(1), 30-40. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/S0102-79722012000100005" target="_blank"> 10.1590/S0102-79722012000100005</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568016&pid=S1645-0086201900020001800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Lima-Silva, T. B., Fabr&iacute;cio, A. T., Silva, L. S. V., Oliveira, G. M., Silva, W. T., Kissaki, P. T., &hellip; &amp; Yassuda, M. S. (2012). Training of executive functions in healthy elderly: Results of a pilot study. <i>Dementia &amp; Neuropsychologia</i>, <i>6</i>(1), 35-41. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1980-57642012DN06010006" target="_blank">10.1590/S1980-57642012DN06010006</a>.</p>     <!-- ref --><p>Lima-Silva, T. B., Oliveira, A. C. V., Paulo, D. L. V., Malagutti, M. P., Danzini, V. M. P., &amp; Yassuda, M. S. (2011). Treino cognitivo para idosos baseado em estrat&eacute;gias de categoriza&ccedil;&atilde;o e c&aacute;lculos semelhantes a tarefas do cotidiano. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia</i>, <i>14</i>(1), 65-74. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/S1809-98232011000100008" target="_blank"> 10.1590/S1809-98232011000100008</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568019&pid=S1645-0086201900020001800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Lima-Silva, T. B., Ordonez, T. N., Santos, G. D., Fabr&iacute;cio, A. T., Aramaki, F. O., Almeida, E. B., &hellip; Yassuda, M. S. (2010). Effects of cognitive training based on metamemory and mental images. <i>Dementia &amp; Neuropsychologia</i>, <i>4</i>(2), 114-119. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1980-57642010DN40200007" target="_blank">10.1590/S1980-57642010DN40200007</a>.</p>     <!-- ref --><p>Lopes, R. M. F., &amp; Argimon, I. I. L. (2016). Cognitive training in the elderly and its effect on the Executive functions.<i>Acta Colombiana de Psicolog&iacute;a</i>, <i>19</i>(2), 159-176. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.14718/ACP.2016.19.2.8" target="_blank">10.14718/ACP.2016.19.2.8</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568022&pid=S1645-0086201900020001800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Moher, D., Liberati, A., Tetzlaff, J., &amp; Altman, D. G. (2010). Preferred reporting items for systematic reviews and meta-analyses: The PRISMA statement. <i>International Journal Of Surgery</i>,<i>8</i>(5), 336-341. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1016/j.ijsu.2010.02.007" target="_blank"> 10.1016/j.ijsu.2010.02.007</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568024&pid=S1645-0086201900020001800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Moraes, E. N. (2012). <i>Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de do Idoso: Aspectos Conceituais</i>. Bras&iacute;lia, DF: Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana da Sa&uacute;d</p>     <!-- ref --><p>Netto, T. M., Greca, D. V., Zimmermann, N., Oliveira, C. R., Teixeira-Leite, H. M., Fonseca, R. P., &amp; Landeira-Fernandez, J. (2013). Efeito de um programa de treino da mem&oacute;ria de trabalho em adultos idosos. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>, <i>26</i>(1), 122-135. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0102-79722013000100014" target="_blank">10.1590/S0102-79722013000100014</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568027&pid=S1645-0086201900020001800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Oliveira, E. M., Silva, T. B. L. (2013). Estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva em idosos com comprometimento cognitivo leve e doen&ccedil;a de Alzheimer: uma abordagem individualizada e em grupo. In F. S. Santos, T. B. L. Silva, T. B. L. Almeida, &amp; E. M. Oliveira. <i>Estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva para idosos: &Ecirc;nfase em mem&oacute;ria </i>(pp.135-148). S&atilde;o Paulo, SP: Atheneu</p>     <!-- ref --><p>Oliveira, R. S., Trezza, B. M., Busse, A. L., &amp; Jacob Filho, W. (2014). Learning effect of computerized cognitive tests in older adults. <i>Einstein (S&atilde;o Paulo)</i>, <i>12</i>(2), 149-153. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1679-45082014AO2954" target="_blank">10.1590/S1679-45082014AO2954</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568030&pid=S1645-0086201900020001800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ordonez, T. N., Borges, F., Kanashiro, C. S., Santos, C. C. N., Hora, S. S., &amp; Lima-Silva, T. B. (2017). Actively station: Effects on global cognition of mature adults and healthy elderly program using eletronic games. <i>Dementia &amp; Neuropsychologia</i>, <i>11</i>(2), 186-197. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/1980-57642016dn11-020011" target="_blank">10.1590/1980-57642016dn11-020011</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568032&pid=S1645-0086201900020001800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pivaral, C. E. C. S&aacute;nchez, A. E. M., Merino, E. D. M., P&eacute;rez, G. J. G., L&oacute;pez, M. G. V., Cordero, &hellip; Cepeda, B. (2011). Efecto de una intervenci&oacute;n educativa sobre la memoria operativa de trabajo del adulto mayor: estudio cuasi experimental con juegos populares. <i>Revista electr&oacute;nica de investigaci&oacute;n educativa</i>, <i>13</i>(2), 55-67</p>     <!-- ref --><p>Santos, I. B., Gomes, L., Matos, N. M, Vale, M. S., Santos, F. B., Cardenas, C. J., &amp; Alves, V. P. (2012). Oficinas de estimula&ccedil;&atilde;o cognitiva adaptadas para idosos analfabetos com transtorno cognitivo leve. <i>Revista Brasileira de Enfermagem</i>, <i>65</i>(6), 962-968. DOI: <a href="https://dx.doi.org/ 10.1590/S0034-71672012000600012" target="_blank"> 10.1590/S0034-71672012000600012</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568035&pid=S1645-0086201900020001800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza, L., &amp; Sequeira, C. (2012). Concep&ccedil;&atilde;o de um Programa de Interven&ccedil;&atilde;o na Mem&oacute;ria para Idosos com D&eacute;fice Cognitivo Ligeiro. <i>Portuguese Journal Of Mental Health Nursing</i>, (8), 7-15&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568037&pid=S1645-0086201900020001800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Teixeira-Fabr&iacute;cio, A. T, Lima-Silva, T. B. Kissaki, P. T, Vieira, M. G., Ordonez, T. N., Oliveira, T. B., &hellip; Yassuda, M. S. (2010). Treino cognitivo em adultos maduros e idosos: impacto de estrat&eacute;gias segundo faixas de escolaridade. <i>Psico-USF</i>, <i>17</i>(1), 85-95. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1413-82712012000100010" target="_blank">10.1590/S1413-82712012000100010</a>.</p>     <p>Viola, L. F., Nunes, P. V., Yassuda, M. S., Aprahamian, I., Santos, F. S., Santos, G. D., &hellip; Forlenza, O. V. (2011). Effects of a multidisciplinar cognitive rehabilitation program for patients with mild Alzheimer&rsquo;s disease. <i>Clinics</i>, <i>66</i>(8), 1395-1400. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1807-59322011000800015" target="_blank">10.1590/S1807-59322011000800015</a>.</p>     <!-- ref --><p>Yassuda, M. S. (2006). Mem&oacute;ria e envelhecimento saud&aacute;vel. In E.V. Freitas. L. Py, &amp; A. L. N&eacute;ri. (Eds.), <i>Tratado de geriatria e gerontologia</i> (pp. 1245-1251). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568040&pid=S1645-0086201900020001800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Yassuda, M. S., Batistoni, S. S. T., Fortes, A. G., &amp; Neri, A. L. (2006). Treino de mem&oacute;ria no idoso saud&aacute;vel: benef&iacute;cios e mecanismos. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>, <i>19</i>(3), 470-481. DOI: <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0102-79722006000300016" target="_blank">10.1590/S0102-79722006000300016</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=568041&pid=S1645-0086201900020001800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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