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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Acerca do debate metodológico na investigação feminista]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Feminisms, related to the scientific and research community, fuelled a new dimension of criticisms in the middle 70’s of the last century, by suggesting the existence of androcentric bias in the development of scientific research. Tacitly knowledge identified the universal with the masculine, and when contemplated the feminine constituted the example of deviated results, strengthening the common sensical assumption of the inferiority and subordination of female sex. There are identifiable phases in the feminist research: the "visibility" phase, with studies only on women; the "difference" phase, whose studies queried the differences of gender; and the "gender relations" phase, which focuses on relations between men and women. The debate about the principles of feminist research and the complex relations between epistemology, methodologies and methods, continues to evolve, attempting to clarify a central question: what does it mean to do feminist research? It is not intended in these lines to solve dilemmas that are, since a few years ago, object of debates between feminists and non feminists scholars, or even among feminists, but to make apparent the themes of those debates, and making them object of reflection once we are sure it will promote a more critical and reflexive vision of our own research processes, whether they fit or not in the feminist research. The very focus of this paper is to enhance the visibility and highlight the worth of including feminist research within sport studies agenda.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b>Acerca do debate metodológico na investigação feminista</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p align="center"><b>Paula Silva</b></p>     <p align="center"><b>Paula B. Gomes</b></p>     <p align="center"><b>Amândio Graça</b></p>     <p align="center"><b>Paula Queirós</b></p>      <p align="center">Universidade do Porto, Faculdade de Desporto, Portugal</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>RESUMO</b></p>      <p align="justify">Os feminismos associados à ciência e ao campo da investigação    desencadearam uma nova dimensão de críticas em meados dos anos 70, do século    passado, ao sugerirem a existência de enviesamentos androcêntricos no desenvolvimento    da investigação científica. O saber identificava o universal com o masculino,    e o feminino, quando contemplado, constituía o exemplo de resultados desviantes,    reforçando a assunção do senso comum: inferioridade e subordinação do sexo feminino.    São identificáveis fases na investigação feminista: a da ‘visibilidade’, com    estudos só sobre mulheres; a da ‘diferença’, cujos estudos se debruçavam sobre    a diferença de géneros; e a de ‘relações de género’, que se centra nas relações    entre mulheres e homens. O debate acerca dos princípios da investigação feminista    e das complexas relações entre epistemologia, metodologias e métodos continua    numa tentativa de clarificar uma questão central: o que significa fazer investigação    feminista? Não se pretende nestas linhas de reflexão solucionar dilemas que    são objecto, desde há alguns anos, de debates entre académicos - feministas    e não feministas - e mesmo entre feministas, mas tornar públicos e objecto de    reflexão os temas desses debates. Porque, estamos certos, promoverão uma visão    mais crítica e reflexiva dos nossos próprios processos de investigação, enquadrem-se    ou não na investigação feminista. Pretende-se, sim, com este artigo, dar visibilidade    e sublinhar a pertinência da inclusão da investigação feminista na agenda das    ciências do desporto.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave: </i>investigação feminista, epistemologia, metodologias, ciências do desporto.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>ABSTRACT</b></p>      <p><b>About methodological debate in the feminist research</b></p>      <p align="justify"><i>Feminisms, related to the scientific and research community,    fuelled a new dimension of criticisms in the middle 70’s of the last century,    by suggesting the existence of androcentric bias in the development of scientific    research. Tacitly knowledge identified the universal with the </i>masculine</i><i>,    and when contemplated the feminine constituted the example of deviated results,    </i><i>strengthening the common </i> <i >sensical</i> assumption of the inferiority    and subordination of female sex. There are identifiable phases in the feminist    research: the “visibility” phase, with studies only on women; the “difference”    phase, whose studies queried the differences of gender; and the “gender relations”    phase, which focuses on relations between men and women. The debate about the    principles of feminist research and the complex relations between epistemology,    methodologies and methods, continues to evolve, attempting to clarify a central    question: what does it mean to do feminist research? It is not intended in these    lines to solve dilemmas that are, since a few years ago, object of debates between    feminists and non feminists scholars, or even among feminists, but to make apparent    the themes of those debates, and making them object of reflection once we are    sure it will promote a more critical and reflexive vision of our own research    processes, whether they fit or not in the feminist research. The very focus    of this paper is to enhance the visibility and highlight the worth of including    feminist research within sport studies agenda.</i></p>      <p>Key Words: <i>feminist research, epistemology, methodologies, sport  sciences</i>.</p>      <p>&nbsp;</p>      <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></p>      <!-- ref --><p>1. Amâncio L (2002). O Género na Psicologia Social em Portugal. <i>ex<u>-</u>æquo</i>  6: 55-76.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733137&pid=S1645-0523200500030001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>2. Amâncio L (2003). O género no discurso das ciências sociais. <i >Análise Social  </i>168: 687-714.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733138&pid=S1645-0523200500030001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>3. Aronson P (2003). Feminist or &quot;Postfeminists&quot;? Young Women's Attitudes toward Feminism and Gender Relations. <i>Gender&amp; Society</i> 17(6): 903-922.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733139&pid=S1645-0523200500030001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>4. Bordo S (1990). Feminism, Postmodernism, and Gender-Scepticism. In Nicholson LJ (Ed.). <i>Feminism/Postmodernism</i>. New York and London: Routledge, 133-154. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733140&pid=S1645-0523200500030001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>5. Bredemeier BL (2001). Feminist Praxis in Sport Psychology Research.  <i>The Sport Psychologist</i> 15: 412-418.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733141&pid=S1645-0523200500030001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>6. Carmo I, Amâncio L (2004). <i>Vozes Insubmissas. A história das  mulheres e dos homens que lutaram pela igualdade dos sexos quando era  crime fazê-lo</i>. Lisboa: Publicações Dom Quixote.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733142&pid=S1645-0523200500030001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>7. Castro Z (2003). Nota de Abertura. <i>Faces de Eva</i> 9:5-6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733143&pid=S1645-0523200500030001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>8. Collin F (1991). Diferença e diferendo. A questão das mulheres  na filosofia. In Duby G, Perrot M (Eds.). <i>História das Mulheres. O  século XX</i>. Porto: Edições Afrontamento, 315-349.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733144&pid=S1645-0523200500030001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>9. Cova A (1998). L’enseignement de l’Histoire des Femmes dans la  Péninsule Ibérique In Sohn AM, Thélamon F (org.). <i>L’Histoire Sans  les Femmes est-elle possible</i>? Rouen&nbsp;: Perrin, 313-323.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733145&pid=S1645-0523200500030001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>10. Denzin N, Lincoln Y (2000). Introduction: The Discipline and Practice of Qualitative Research. In: Denzin NK, Lincoln YS (eds.).  <i>Handbook of Qualitative Research</i>. Thousand Oaks CA: Sage  Publications, 1-28.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733146&pid=S1645-0523200500030001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>11. Fraser N, Nicholson L (1990). Social Criticism without Philosophy:  An Encounter between Feminism and Postmodernism. In Nicholson LJ (Ed.).  <i>Feminism/Postmodernism</i>. New York and London: Routledge, 19-38.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733147&pid=S1645-0523200500030001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>12. Freedman J (2001). <i>Feminism</i>. Buckingham: Open University  Press.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733148&pid=S1645-0523200500030001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>13. Gomes D (2000). A Suposta Morte da Epistemologia e o Colapso  do Fundacionalismo Clássico. [on-line]: www.mackenzie.com.br/teologia/fides/vol05/num02/Davi.pdf&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733149&pid=S1645-0523200500030001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>14. Guba E, Lincoln Y (1994).&nbsp; Competing paradigms in qualitative  research.&nbsp; In: Denzin NK, Lincoln YS (eds.). <i>Handbook of Qualitative Research</i>. Thousand Oaks, CA: Sage Publications, 105-117.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733150&pid=S1645-0523200500030001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>15. Hall E, Rodriguez M (2003). The Myth of PostFeminism. <i>Gender  &amp; Society</i> 17: 878-902.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733151&pid=S1645-0523200500030001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>16. Hall MA (1996). The &quot;Doing&quot; of Feminist Research. In:  Hall MA (ed.). <i>Feminism and Sporting Bodies</i>. Champaign Il:  Human Kinetics, 69-87.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733152&pid=S1645-0523200500030001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>17. Haraway D (1990). A Manifesto for Cyborgs: Science, technology,  and Socialist Feminism in the 1980s. In Nicholson LJ (Ed.).  <i>Feminism/Postmodernism</i>. New York and London: Routledge, 190-233.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733153&pid=S1645-0523200500030001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>18. Harding S (1991). <i>Whose Science? Whose Knowledge? Thinking  from Women’s Lives</i>. New York: Cornell University Press.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733154&pid=S1645-0523200500030001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>19. Hartsock N (1990). Foucault on Power: A Theory for Women? In  Nicholson LJ (Ed.). <i>Feminism/Postmodernism</i>. New York and London:  Routledge, 157-175.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733155&pid=S1645-0523200500030001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>20. Henriques F, Pinto T (2002). Educação e Género. Dos anos 70 ao final do século XX: subsídios para a compreensão da situação. <i>ex  aequo</i> 6: 11-54.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733156&pid=S1645-0523200500030001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>21. Jayaratne T, Stewart A (1991). Quantitative e Qualitative methods  in the social sciences: Current feminist issues and practical strategies.  In: Fonow MM, Cook JA (eds). <i>Beyond methodology: Feminist scholarship  as lived research</i>. Bloomington: Indiana University Press, 85-106.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733157&pid=S1645-0523200500030001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>22. Kvale S (1995). The Social Construction of Validity. <i> Qualitative Inquiry</i> 1: 19-40.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733158&pid=S1645-0523200500030001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>23. Lincoln Y, Guba E (2000). Paradigmatic Controversies, Contradictions,  and Emerging Confluences. In: Denzin NK, Lincoln YS (eds.). <i>Handbook of Qualitative Research</i>. Thousand Oaks CA: Sage Publications, 163-188.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733159&pid=S1645-0523200500030001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>24. Lipovetsky G (1997). <i>A Terceira Mulher. Permanência e Revolução  no Feminino</i>. Lisboa: Instituto Piaget.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733160&pid=S1645-0523200500030001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>25. Lorber J (1994). <i>Paradoxes of Gender</i>. New Haven and  London: Yale University Press.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733161&pid=S1645-0523200500030001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>26. Macey D (2000). <i>The Penguin Dictionary of Critical Theory</i>.  England: Penguin Books.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733162&pid=S1645-0523200500030001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>27. Maynard M (1994). Methods, Practice and Epistemology: The Debate  About Feminism and Research. In: Maynard M, Purvis J (eds.).<i>Researching  Women's Lives From a Feminist Perspective</i>. London: Taylor &amp;  Francis Ltd, 10-26.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733163&pid=S1645-0523200500030001200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>28. Mertens D (1998). <i>Research Methods in Education and Psychology.  Integrating Diversity with Quantitative &amp; Qualitative Approaches</i>. Thousand Oaks CA: Sage Publications.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733164&pid=S1645-0523200500030001200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>29. Messner M, Sabo D (1990). Introduction: Toward a critical Feminist  Reappraisal of Sport, Men, and the Gender Order. In: Messner MA, Sabo DF  (eds.). <i>Sport, Men, and the Gender Order</i>. Champaign, Il: Human  Kinetics Books, 1-16.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733165&pid=S1645-0523200500030001200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>30. Nogueira C (2001). <i>Um Novo Olhar sobre as Relações Sociais de Género. Feminismo e Perspectivas Críticas na Psicologia Social</i>. Braga: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e a Tecnologia.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733166&pid=S1645-0523200500030001200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>31. Ollivier M, Tremblay M (2000). <i>Questionnements féministes  et méthodologie de la recherche</i>. Paris: Collection Outils de Recherche  Harmattan.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733167&pid=S1645-0523200500030001200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>32. Scraton S, Flintoff A (1992). Feminist Research and Physical Education. In: Sparkes AC (ed.). <i>Research in Physical Education  and Sport</i>. London: Falmer Press, 167-187.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733168&pid=S1645-0523200500030001200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>33. Stanley L (1990). Feminist praxis and the academic mode of  production: an editorial introduction. In: Stanley L (ed.). <i> Feminist praxis: research theory and epistemology in feminist sociology </i>. London: Routledge, 3-15.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733169&pid=S1645-0523200500030001200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>34. Stanley L, Wise S (1990). Method. Methodology and epistemology  in feminist research process. In: Stanley L (ed.). <i>Feminist praxis:  research theory and epistemology in feminist sociology</i>. London:  Routledge, 20-60.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733170&pid=S1645-0523200500030001200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>35. Tavares M (2000). <i>Movimento de Mulheres em Portugal. Décadas  de 70 e 80</i>. Lisboa: Livros Horizonte.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733171&pid=S1645-0523200500030001200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>36. Tavares M (s/d). História e Universos Femininos. Os Feminismos.  [on-line]: www.aph.pt/uf/uf_0204.html&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733172&pid=S1645-0523200500030001200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>37. Vicente A (1998). <i>As Mulheres em Portugal na Transição do  Milénio. Valores – Vivências – Poderes nas Relações Sociais entre os  Dois Sexos</i>. Lisboa: Multinova.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733173&pid=S1645-0523200500030001200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>38. Whaley D (2001). Feminist Methods and Methodologies in Sport and Exercise Psychology: Issues of Identity and Difference. <i>The Sport  Psychologist</i> 15: 419-430.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=733174&pid=S1645-0523200500030001200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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