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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this study was to investigate the effects of practice schedules with different levels of freedom of choice on learning of motor skills. One experiment was carried out, consisting of two phases: stabilization and adaptation. In the stabilization phase 120 children were assigned into six groups formed by the association between constant and constant-random practice schedules and different kinds of freedom of choice -of the sequence or of some components to form a sequence. In the adaptation phase, the learners were tested on their capacity to adapt to a perceptual-motor task modification. The group that performed in a constant practice schedule with freedom in choice of some components was more accurate than the other groups regarding absolute error, it was one of the most accurate regarding constant error, and it was among the most consistent groups (variable error) in the adaptation phase. These results indicate that constant practice schedule with freedom in choice of components to form the sequence allowed better adaptation to the new task.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P align="center"> <b>Estrutura de prática e liberdade de escolha na aprendizagem    de habilidades motoras </b></P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <p align="center"><b> Cinthya Walter<Sup>1 </Sup></b></P>     <p align="center"><b>Flavio Henrique Bastos<Sup>1 </Sup></b></P>     <p align="center"><b>Ulysses Okada Araujo<Sup>1 </Sup></b></P>     <p align="center"><b>Jane A. .O Silva<Sup>1,2 </Sup></b></P>     <p align="center"><b>Umberto Cesar Corrêa<Sup>1 </Sup></b></P>     <p align="center"> <Sup>1</Sup>Laboratório de Comportamento Motor, Escola de Educação    Física e Esporte, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil</P>     <p align="center"> <Sup>2</Sup>Universidade do Vale do Sapucaí, Pouso Alegre,    Minas Gerais, Brasil. </P>     <p align="center">&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b>RESUMO</b> </P>     <p>O objectivo do estudo foi investigar os efeitos de estruturas de prática com    diferentes níveis de liberdade de escolha na aprendizagem de habilidades motoras.    Realizou-se um experimento constituído de duas fases: estabilização e adaptação.    Na fase de estabilização, as 120 crianças participantes foram distribuídas em    seis grupos formados pela associação entre as estruturas de prática constante    e constante-aleatória e diferentes tipos de liberdade de escolha -da sequencia    ou de alguns componentes para formar uma sequência. Na fase de adaptação, os    aprendizes foram testados em sua capacidade de se adaptar a uma modificação    perceptivo-efetora da tarefa. O grupo que realizou a prática constante com liberdade    na escolha de alguns componentes para formar a sequência foi mais preciso com    relação ao erro absoluto do que os demais grupos, um dos mais precisos com relação    ao erro constante e esteve entre os grupos mais consistentes (erro variável)    na fase de adaptação. Esses resultados indicam que a estrutura de prática constante    com liberdade na escolha dos componentes permitiu melhor adaptação à nova tarefa.  </P>     <p> Palavras-chave: Estrutura de prática, liberdade de escolha, aprendizagem motora,    processo adaptativo </P>     <p>&nbsp;</P>     <p><b>ABSTRACT </b></P>     <p><b> Practice schedule and freedom of choice in motor skill learning </b></P>     <p> The purpose of this study was to investigate the effects of practice schedules    with different levels of freedom of choice on learning of motor skills. One    experiment was carried out, consisting of two phases: stabilization and adaptation.    In the stabilization phase 120 children were assigned into six groups formed    by the association between constant and constant-random practice schedules and    different kinds of freedom of choice -of the sequence or of some components    to form a sequence. In the adaptation phase, the learners were tested on their    capacity to adapt to a perceptual-motor task modification. The group that performed    in a constant practice schedule with freedom in choice of some components was    more accurate than the other groups regarding absolute error, it was one of    the most accurate regarding constant error, and it was among the most consistent    groups (variable error) in the adaptation phase. These results indicate that    constant practice schedule with freedom in choice of components to form the    sequence allowed better adaptation to the new task. </P>     <p> Key-words: Practice schedule, freedom of choice, motor learning, adaptive    process </P>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Texto completo disponível apenas em PDF.</P>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     <p><b> REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS </b></P>     <!-- ref --><p> 1. Barros JAC (2006). Estrutura de prática e processo adaptativo em aprendizagem    motora: efeitos da especificidade da tarefa. Dissertação (Mestrado) – Escola    de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, São Paulo. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=739756&pid=S1645-0523200800030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>2. Bastos FH (2007). Efeito do grau de liberdade na escolha da resposta no    processo adaptativo em aprendizagem motora. Dissertação (Mestrado) – Escola    de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, São Paulo. </p>     <p>3. Bund A, Wiemeyer J (2004). Self-controlled learning of a complex motor skill:    Effects of the learner‘s preferences on performance and self-efficacy. J Hum    Mov Studies, 47: 215-236. </p>     <p>4. Chiviacowsky S, Wulf G (2002). Self-controlled feedback: does it enhance    learning because performers get feedback when they need it? Res Q Exerc Sport,    73 (4): 408-415. </p>     <p>5. Choshi K (2000) Aprendizagem motora como um problema mal-definido. Rev Paul    Educ Fís, supl. 3: 16-23. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>6. Corrêa UC (2001). Estrutura de prática e o processo adaptativo na aquisição    de habilidades motoras. Tese (Doutorado) – Escola de Educação Física e Esporte    da Universidade de São Paulo, São Paulo. </p>     <p>7. Corrêa UC, Barros JAC, Gonçalves LA, Massigli M, Souza Jr OP (2004). Constant-random    practice and adaptive process in motor learning: effect of different quantities    of constant practice on motor skill acquisition. J Sport Exerc Psychol 26: S59.  </p>     <p>8. Corrêa UC, Benda RN, Meira Júnior CM, TANI G (2003). Practice schedule and    adaptative process in the acquisition of a manual force control task. J Hum    Mov Studies 44: 121-138. </p>     <p>9. Corrêa UC, Benda RN, TANI G (2001). Estrutura de prática e o processo adaptativo    na aquisição do arremesso de dardo de salão. Rev Bras Cienc Esporte 22 (2) 69-83.  </p>     <p>10. Corrêa UC, Gonçalves LA, Barros JAC, Massigli M (2006). Prática constante-aleatória    e aprendizagem motora: efeitos da quantidade de prática constante e da manipulação    de exigências da tarefa. Brazilian Journal of Motor Behavior 1: 41-52. </p>     <p>11. Corrêa UC, Massigli M, Gonçalves LA, Barros JAC (no prelo). Constant-random    practice and adaptive process in motor learning: effects of different amounts    of constant practice. J Hum Mov Studies. </p>     <p> 12.Corrêa UC, TANI G (2004). Aparelho de timing coincidente em tarefas complexas.    PI n° 0.4.04.433-4 de 03/08/2004. Revista da Propriedade Industrial – RPI 1763:    178. </P>     <p> 13. Corrêa UC, TANI G (2005). Estrutura de prática e processo adaptativo em    aprendizagem motora: por uma nova abordagem da prática. In: TANI, G. (Ed). Comportamento    motor: aprendizagem e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p.141-161.  </P>     <p> 14.Gimenez R, Manoel EJ (2005). Comportamento Motor e deficiência: considerações    para pesquisa e intervenção. In: TANI, G. (Ed). Comportamento motor: aprendizagem    e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p.314-327. </P>     <p> 15.Green SB, Salkind NJ, Akey TM (2000). Using SPSS for Windows: analyzing    and understanding data. 2 ed. New Jersey: Prentice Hall. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 16. Janelle CM, Barba DA, Frehlich SG, Tennant LK, Cauraugh JH (1997). Maximizing    performance feedback effectiveness through videotape replay and a self-controlled    learning environment. Res Q Exerc Sport 68 (4): 269-279. </P>     <p> 17.Janelle CM, Kim J, Singer RN (1995). Subject-controlled performance feedback    and learning of a closed motor skill. Perc Mot Skills 81 (2): 627-634. </P>     <p>18.Koestler A (1967). The ghost in the machine. London: Hutchinson. </P>     <p>19.Levin J, Fox JA (2004). Estatística para ciências humanas. 9 ed. São Paulo:    Prentice Hall. </P>     <p>20.Manoel E de J, Connolly KJ (1995). Variability and the development of skilled    actions. Int J Psychophysiol 19: 129-147. </P>     <p> 21.Pestana MH, Gageiro JN (2005). A análise de dados para ciências sociais:    a complementaridade do SPSS. 4 ed. Lisboa: Edições Sílabo. </P>     <p> 22.Siegel S, Castellan NJ (1988). Nonparametrics statistics. 2 ed. New York:    Mc Graw-Hill Int. </P>     <p> 23.Tani G (1982). Processo adaptativo na aprendizagem de uma habilidade perceptivo-motora.    Tese (Doutorado) – Universidade de Hiroshima, Hiroshima (Resumo). </P>     <p> 24.Tani G (1989).Variabilidade de resposta e o processo adaptativo em aprendizagem    motora. Tese (Livre Docência) – Escola de Educação Física, Universidade de São    Paulo, São Paulo. </P>     <p> 25.Tani G (1995). Hierarchical organization of human motor behaviour. Sheffield,    University of Sheffield. (Unpublished Technical Report). </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 26.Tani G (1998). Liberdade e restrição do movimento no desenvolvimento motor    da criança. In: KREBS, R.J.; COPETTI, F. &amp; BELTRAME, T.S. (Orgs). Discutindo    o desenvolvimento infantil. Santa Maria: Palloti, p.39-62. </P>     <p> 27.Tani G (1999). Criança e movimento: o conceito de prática na aquisição    de habilidades motoras. In: KREBS, R.J.; COPETTI, F.; BELTRAME, T.S. &amp; USTRA,    M. (Orgs). Perspectivas para o desenvolvimento infantil. Santa Maria: Edições    SIEC, p.57-64. </P>     <p> 28.Tani G (2000). Processo adaptativo em aprendizagem motora: o papel da variabilidade.    Rev Paul Educ Fís supl. 3: 55-61. </P>     <p> 29.Tani G (2005). Processo adaptativo: uma concepção de aprendizagem motora    além da estabilização. In: TANI, G. (Ed). Comportamento motor: aprendizagem    e desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,. p.60-70. </P>     <p> 30.Tani G, Bastos FC, Castro IJ, Jesus JF, Sacay RC, Passos SCE (1992) Variabilidade    de resposta e processo adaptativo em aprendizagem motora. Rev Paul Educ Fís    6 (1): 16-25. </P>     <p> 31.Titzer R, Shea JB, ROMACK J (1993) The effect of learner control on the    acquisition and retention of a motor task. J Sport Exerc Psychol,15: S84. </P>     <p> 32.Vincent WJ (1999). Statistics in Kinesiology. 2 ed. Champaign: Human Kinetics.  </P>     <p> 33.Wu W, Magill R (2004) To dictate or not: the exploration of a self-regulated    practice schedule. J Sport Exerc Psychol 26: S202. </P>     <p> 34.Wulf G, Raupach M, Pfeiffer F (2005). Self-controlled observational practice    enhances learning. Res Q Exerc Sport 76: 107-111. </P>     <p> 35.Wulf G, Toole T (1999). Physical assistance devices in complex motor skill    learning: benefits of a self-controlled practice schedule. Res Q Exerc Sport    70 (3): 265-272. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp; </P>     <p><b> CORRESPONDÊNCIA</b></P>     <p> Cinthya Walter </P>     <p>Av. Prof. Mello Moraes, nº 65 </P>     <p>CEP: 05508-900 - São Paulo - SP - BRASIL </P>     <p>E-mail: <a href="mailto:cinthyaw@usp.br">cinthyaw@usp.br</a></P>      ]]></body><back>
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