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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Ciências do Desporto]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estratégias do desporto universitário: um estudo de caso sobre o desporto em universidades portuguesas]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Strategies of college sports: a case study about sports in Portuguese colleges]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The main focus of this study is to deepen the knowledge about college sports in Portuguese Universities, as well as to verify and understand the strategies used, the strategy planning, the objectives and the organizational structure of sport services. For this research, it was used the qualitative paradigm in case study, being it an interpretative, descriptive and phenomenological methodology. For the collection of data, it was used, as tools of research, an interview with a semi-structured questionnaire, field observation and document analysis. The study was performed in the sport departments of four Portuguese colleges. Through the results obtained, we concluded that the universities have, as their main strategy, to advertise the name of the institution and, as their main objective, to provide sports to the whole academic community.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P align="center" ><B  >Estratégias do desporto universitário: um estudo de caso sobre o desporto em    universidades portuguesas</B></P>     <P align="center" ><B >Carlos P. Colaço</B></P>     <P align="center" ><B >Leandro A. Fleck</B></P>     <P align="center" ><i>Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de    Lisboa, Portugal</i></P>      <P >&nbsp;</P>     <P ><B  >RESUMO</B></P>     <P >Este  estudo teve como foco principal, aprofundar os conhecimentos sobre o desporto  universitário em Universidades Portuguesas, bem como verificar e compreender as  estratégias utilizadas, o planeamento das estratégias, os objectivos e estrutura  organizacional dos serviços desportivos.  Para  tal pesquisa foi utilizado o paradigma qualitativo em estudo de caso, sendo uma  metodologia interpretativa, descritiva e fenomenológica. Para a colecta de dados  foi utilizado como instrumentos de pesquisa, uma entrevista com questionário  semi-estruturado, observação de campo e análise de documentos. O estudo foi  realizado nos departamentos desportivos de quatro universidades portuguesas.  Através dos resultados obtidos, verificamos que as universidades tem como  principal estratégia divulgar o nome da instituição e como principal objectivo,  proporcionar o desporto para toda a comunidade académica. </P>     <P ><B  >Palavras-chave</B><i>: </i>desporto universitário, serviço desportivo, estratégias,    objectivos, planeamento</P>     <P >&nbsp;</P>     <P ><B  >ABSTRACT</B></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><B  >Strategies of college sports: a case study about sports in Portuguese colleges</B></P>     <P >The main focus of this study is to deepen the knowledge about college sports    in Portuguese Universities, as well as to verify and understand the strategies    used, the strategy planning, the objectives and the organizational structure    of sport services. For this research, it was used the qualitative paradigm in    case study, being it an interpretative, descriptive and phenomenological methodology.    For the collection of data, it was used, as tools of research, an interview    with a semi-structured questionnaire, field observation and document analysis.    The study was performed in the sport departments of four Portuguese colleges.    Through the results obtained, we concluded that the universities have, as their    main strategy, to advertise the name of the institution and, as their main objective,    to provide sports to the whole academic community. </P>     <P ><B  >Key-words</B>: college sports, sport services, strategies, objectives, planning</P>     <P >&nbsp;</P>     <P ><B >INTRODUÇÃO</B></P>     <P >Assim como todas as actividades humanas, o desporto também se transformou    numa indústria que produz produtos e serviços para diversos consumidores<SUP>(<a href="#27">27</a><a name="top27"></a>)</SUP>.    O desporto hoje é um mercado, disponibilizando diversos produtos aos consumidores,    onde se relaciona o desporto, ao <I >fitness</I>, a recreação, ao lazer, actividades,    bens, serviços, pessoas, lugares ou ideias. </P>     <P >Na industria do desporto podemos identificar  alguns segmentos específicos de acordo com a habilidade e conhecimento  necessário na área como o desporto colegial, desporto profissional,  administração de instalações, desporto comunitário, informações desportivas,  jornalismo desportivo, administração de clubes desportivos, a industria do <I  >fitness</I>, treinamento desportivo e  medicina desportiva, administração de desportos aquáticos, consultoria e  empreendimentos e os dois últimos segmentos que são o foco deste estudo, o  desporto universitário através dos programas e serviços desportivos no campus  universitário. O mesmo autor ainda enfatiza alguns factores que podem  impulsionar o desporto universitário tais como, o aumento do número de  actividades desportivas, o aumento de patrocinadores e mais investimentos para o  desporto, aumento do marketing desportivo, aumento da competência na  administração do desporto.</P>     <P >Verificando que o desporto universitário está inserido neste contexto de mercado,    industria e organizações desportivas, possibilita-nos realizar uma investigação    no desporto universitário de algumas instituições de Ensino Superior de Portugal.    Com isso podemos verificar a organização dos serviços desportivos universitários,    seus produtos e serviços bem como os principais objectivos e estratégias utilizadas    para com o desporto, pois segundo Mintzberg e Quinn<SUP>(<a href="#16">16</a><a name="top16"></a>)</SUP>,    o desenvolvimento de estratégias é um dos factores mais importantes para o sucesso    da organização. </P>     <P >Partindo desta premissa, pretendemos contribuir  e aumentar os conhecimentos sobre as estratégias das universidades para com o  desporto e tudo que a norteia como. Este estudo pretende identificar e  compreender o contexto do desporto universitário, bem como as estratégias  utilizadas e os principais objectivos para com o desporto de universidades com  destaque no desporto universitário de Portugal e ainda verificar os serviços  desportivos disponibilizados pelas instituições. </P>     <P >Sobretudo, a gestão das estratégias consiste nos  objectivos que a organização tem para com o desporto, na disposição dos  recursos, os serviços e produtos que serão fornecidos. Entretanto cabe-nos  investigar, se é feito análises dos ambientes, para então definirem sobre os  objectivos bem como as estratégias que serão formulados e implantadas. A gestão  da estratégia visa um fim claro, uma selecção de objectivos, escolha, definição  e posicionamento de serviços e um controlo de avaliação.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >Após esta abordagem dos assuntos principais,  surgem as questões pertinentes a pesquisa e as perguntas que nortearão este  estudo tais como: Quais os objectivos das universidades com relação ao desporto?  Quais as opções estratégicas usadas pelas universidades? Que tipo de gestão é  utilizada pelas instituições? O desporto é competitivo ou recreativo? Quais as  principais modalidades disponibilizadas aos alunos? Se há um planeamento por  parte dos responsáveis pelos serviços desportivos das universidades? Com é a  organização interna do deporto nas universidades? Qual o volume dos recursos?  Quem são os tomadores de decisão? E qual a realidade dos serviços desportivos  nas universidades pesquisadas?</P>     <P >Ao contextualizar tais questões no intuito de  esclarecer as expectativas do estudo, delineando sobretudo se as universidades  utilizam a estratégia no desporto universitário e de que maneira é gerido os  sistemas desportivos, principalmente quais são os objectivos das universidades  com relação ao desporto, de que maneira é oferecido e disponibilizado aos seus  estudantes, podemos finalmente definir a pergunta que norteia este estudo e o  principal objectivo.</P>     <P >Quais são as estratégias utilizadas pelo  desporto universitário em universidades de Portugal? </P>     <P >O estudo tem como objectivo principal  identificar e compreender as estratégias das instituições do ensino superior  pesquisadas em Portugal com relação ao desporto universitário, bem como os  principais objectivos que levam as decisões estratégicas no contexto da  pesquisa. Para tanto abordaremos no referencial teórico, o contexto do desporto  universitário e conceitos sobre estratégias e todo seu  processo.</P>     <P >O desporto universitário surgiu no século XIX na Inglaterra e foi introduzido    nas universidades com objectivo de melhor gerir o tempo livre dos estudantes    das classes dominantes e ascendentes<SUP>(<a href="#2">2</a><a name="top2"></a>)</SUP>.    Acredita-se ainda que o desporto universitário tenha surgido da observação do    desporto como um meio de confraternização entre os povos, sendo um instrumento    social entre a comunidade e ainda um factor importante para a melhoria da qualidade    de vida das pessoas. </P>     <P >Os primeiros passos oficiais do desporto  universitário deram através do pai dos Jogos Olímpicos modernos, o Barão Pierry  de Coubertin ainda no século XIX. Na sequência dos acontecimentos foram surgindo  interesses em formar uma associação do desporto universitário. Foi então que em  1949, constituiu-se oficialmente a International University Sports Federation  (FISU), como instituição máxima do desporto universitário e assim organizando a  primeira Universiade na cidade italiana de Turin em 1959.&nbsp; </P>     <P >O desporto universitário como qualquer actividade humana vem sofrendo inúmeras    mudanças no decorrer nos anos se tornando também um óptimo negócio para instituições    de ensino superior. O desporto universitário é formado por um conjunto de praticas    lúdicas, desportivas e de formação, desenvolvendo-se nas universidades como    uma actividade extra-curricular<SUP>(<a href="#13">13</a><a name="top13"></a>)</SUP>.    O desporto pode ser inserido num contexto de prestação de serviço, desenvolvendo    práticas desportivas tanto recreativas quanto competitivas para alunos, professores    e funcionários da universidade.</P>     <P >Dentro desta perspectiva ainda podemos dizer que  tais praticas desportivas podem ser desenvolvidas como uma forma de lazer dos  estudantes, como uma forma semi-profissional onde os estudantes competem pela  instituição em troca de bolsa de estudos e na forma profissional com atletas  profissionais competindo representando o nome da universidade em diversos  campeonatos, tanto universitários como federados ou em ligas profissionais. </P>     <P >Seguindo ainda a mesma linha de raciocínio, podemos verificar que inúmeras    universidades desenvolvem o desporto universitário de forma profissional, como    no Estados Unidos por exemplo, onde o desporto universitário serve como um salto    para os atletas ingressarem no desporto profissional e no Brasil onde o desporto    universitário em muitas instituições de ensino privado utilizam o desporto como    uma estratégia de marketing para a divulgação de sua marca e consequentemente    visando angariar mais alunos para a instituição através do desporto de competição    e assim fomentando os negócios da universidade<SUP>(<a href="#27">27</a>)</SUP>.</P>     <P >Na  realidade de hoje, as mudanças que vão surgindo a cada dia no âmbito económico e social  proporciona para as organizações novos rumos e desafios a serem enfrentados. Com  isso, torna-se um constante o desafio para a  gestão das organizações desportivas, principalmente no desporto universitário pois  lidamos com pessoas que tem seus próprios objectivos de vida e ideais a  seguirem. Este ambiente é muito complexo e põem a gestão do desporto  universitário e seus agentes em exigentes tarefas no intuito de obtenção de  resultados e total eficiência e eficácia nos serviços prestados pelos  mesmos.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >&nbsp;Para tanto, temos consciência de que o desporto universitário pode ser    melhor aproveitado através de projectos, objectivos especificamente definidos    para o desporto, uma gestão profissional e ainda a utilização de estratégias    na perspectiva de adquirir a vantagem competitiva. Como em qualquer actividade    é necessário a profissionalização do desporto nas universidades, ter um vínculo    forte entre o desporto e a instituição alinhando objectivos e formulando estratégias    em conjunto no intuito de atingir a eficiência e eficácia<SUP>(<a href="#27">27</a>)</SUP>.  </P>     <P >Entretanto com as constantes mudanças no ambiente externo, exigem que as organizações    desportivas estejam capacitadas para tais mudanças bem como capacitada para    agir estrategicamente<SUP>(<a href="#6">6</a><a name="top6"></a>)</SUP>. O desenvolvimento    de estratégias é um dos principais factores para o sucesso de qualquer organização<SUP>(<a href="#16">16</a>)</SUP>.  </P>     <P >A formulação de estratégias pode garantir que a organização alcance seus objectivos    e com isso atinja a eficiência e a eficácia melhorando a performance da organização.    No contexto desportivo há inúmeras organizações públicas e privadas que actuam    de acordo com seus desejos, possibilidades e circunstâncias, produzindo serviços    para públicos específicos, onde o desenvolvimento de estratégias é um factor    importante para o sucesso das organizações<SUP>(<a href="#8">8</a><a name="top8"></a>)</SUP>.</P>     <P >Se tratando de entidades desportivas, as organizações não tem tradição na    formulação de estratégias, pois não visam a obtenção de lucro e sim na manutenção    das actividades desportivas e ai podemos destacar especificamente o desporto    universitário nas instituições públicas pois não visam lucros<SUP>(<a href="#9">9</a><a name="top9"></a>)</SUP>.  </P>     <P >A todo momento surgem novas tecnologias, novos  produtos e serviços. As organizações necessitam de uma constante percepção  frente a este ambiente. Novos desafios são lançados no intuito de superar as  grandes evoluções nos modelos de gestão, nos produtos e serviços, pois também os  consumidores estão mais exigentes e os concorrentes por sua vez estão cada vez  mais eficazes. </P>     <P >Hoje com a aceleração das mudanças a nível de ambiente interno como novas    tecnologias, novos produtos e serviços e também nas mudanças do ambiente externo    como a economia instável em que vivemos hoje, exige que a empresa esteja capacitada    em antecipar a estas mudanças aproveitando novas oportunidades e assim evitando    as ameaças constantes. Por isso a estratégia é de suma importância, é o principal    passo para que a empresa possa atingir esta capacidade de manobra<SUP>(<a href="#6">6</a>)</SUP>.</P>     <P >Segundo Toledo<SUP>(<a href="#27">27</a>)</SUP>, a estratégia principal para    instituições de ensino superior é a uma estratégia de marketing, onde a universidade    estará totalmente engajada na captação de novos alunos, ou seja, segmentar seu    público-alvo desenvolvendo uma estratégia competitiva para atingir os objectivos    da instituição. Outro aspecto importante se concentra no objectivo de divulgação    da marca da universidade e dos seus produtos e serviços, popularizando-se como    uma empresa voltada ao desporto.</P>     <P >Com isso, torna-se necessário mostrar que o desporto universitário pode ser    um bom negócio para a instituição e que se for feito de maneira correcta, profissionalizada,    com objectivos e metas a serem cumpridos, beneficiando os alunos, divulgando    os patrocinadores, investindo no marketing e assim obtendo um retorno de alguma    forma para a universidade, para alunos e para o desporto. </P>     <P >&nbsp;</P>     <P ><B  >&nbsp;</B><B  >MATERIAL E MÉTODOS</B> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >A metodologia deste estudo baseou-se no  paradigma qualitativa com estudo de caso nalgumas universidades de Portugal. Na  sequencia dos acontecimentos foram estipulados os instrumentos para a colecta de  dados, considerando que nos estudos qualitativos são mais utilizados a  observação, a entrevista, os documentos recolhidos durante a pesquisa e assim  armazenando uma grande quantidade de informações pertinentes a pesquisa.  Posteriormente foi utilizado a técnica de análise e interpretação os dados  recolhidos.</P>     <P >Os principais instrumentos para a colecta de dados foram o diário de campo,    observação participante passiva, onde o observador não participa dos acontecimentos,    apenas regista os acontecimentos no momento em que ocorrem. O diário de campo,    como colecta de dados, pode ser feito de várias formas, como memorial descritivo,    no qual caracteriza-se como, segundo Molina<SUP>(<a href="#17">17</a><a name="top17"></a>)</SUP>    uma descrição com muitos pormenores de uma realidade vivida e se referindo aos    fenómenos da consciência, as formas de pensar do indivíduo diante de situações    vivenciadas. As anotações no campo da pesquisa, é uma técnica valiosa de abordagens    de dados qualitativos, sendo complemento de informações obtidas por outras técnicas.</P>     <P >A entrevista utilizada e a que mais se adequava ao estudo foi a semi-estruturada,    pois o instrumento de colecta obtém informações de questões concretas, previamente    definidas pelo pesquisador e que permitem realizar explorações não previstas.    Molina<SUP>(<a href="#17">17</a>)</SUP> relata que, quando fazemos o uso de    entrevistas semi-estruturadas, visamos garantir uma gama de informações importantes    ao estudo e dando maior flexibilidade à entrevista, proporcionando mais liberdade    ao entrevistado para expor seus aspectos, que pode ser relevante em se tratando    de determinada temática. </P>     <P >Outro recurso de grande vantagem utilizado pelo  pesquisador é a selecção e utilização de documentos adquiridos durante o  processo de pesquisa de campo, onde podemos seleccionar revistas, jornais,  artigos, documentos referentes a organização disponibilizados pelo inquerido,  sendo uma fonte poderosa, de onde podem ser retiradas informações, afirmações e  declarações. </P>     <P >No intuito de explorar ao máxima foco de estudo utilizamos a técnica de triangulação    dos dados, que para Triviños<SUP>(<a href="#28">28</a><a name="top28"></a>)</SUP>,    tem por objectivo abranger ao máximo a amplitude na descrição, explicação, e    compreensão do estudo, optando por triangular o referencial teórico, as entrevistas,    os documentos e a reflexão do investigador, pois o investigador não pode confiar    em uma única fonte de dados.</P>     <P >Numa perspectiva mais específica em expor o problema do estudo, tendo como    definição de pesquisa, que segundo Gil<SUP>(<a href="#12">12</a><a name="top12"></a>)</SUP>    é um processo formal e sistemático de desenvolvimento do método científico,    no intuito de descobrir as respostas para os problemas empregando procedimentos    científicos. Com isso, podemos investigar que tipos de estratégias são utilizadas,    bem como seus principais objectivos e a missão dos departamentos desportivos    das universidades, os serviços desportivos desenvolvidos nas instituições, se    é feito um planeamento estratégico, qual a natureza das decisões, que recursos    humanos e financeiros é dependente, quais competições e modalidades disputadas    bem como o tipo de gestão utilizada pelo sistema desportivo nas universidades.  </P>     <P >Portanto, no intuito de responder tais problemas do estudo, a pesquisa é concentrada    no sistema desportivo ou departamento desportivo controlador do desporto dentro    da universidade e nos actores controladores deste sistema, ou seja, nas pessoas    encarregadas do desporto dentro das instituições pesquisadas, bem como no descobrimento    das estratégias e objectivos das universidades investigadas. Para tanto estabelecemos    a pesquisa descritiva que de acordo com Gil<SUP>(<a href="#12">12</a>)</SUP>,    tem como objectivo e característica descrever determinada população, fenómeno    ou estabelecer relação entre variáveis.&nbsp; </P>     <P >O presente estudo foi desenvolvido no contexto  do Desporto Universitário em Portugal, sendo o universo investigado de quatro  universidades, escolhidas através de uma análise de informações juntamente com a  Federação Académica de Desporto Universitário (FADU) com relação aos serviços  desportivos desenvolvidos nas instituições bem como sua importância a nível do  desporto universitário no âmbito nacional. As universidades escolhidas foram a  Universidade do Minho (UM), a Universidades de Aveiro (UA), a Universidade de  Lisboa (UL) e a Universidade Fernando Pessoa (UFP), caracterizando três  universidades públicas e uma privada. </P>     <P >O passo seguinte, na busca incessante do entendimento do fenómeno, foi feito    a transcrição das entrevistas e a separação dos documentos arrecadados pertinentes    a esta fase da investigação. A seguir utilizamos a triangulação dos dados que    consiste em reunir as informações colectadas, juntamente com o referencial teórico    e a reflexão do investigador para assim realizar as interpretações chegando    a conclusão do presente estudo.</P>     <P >&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ><B  >RESULTADOS</B></P>     <P >Nesta fase do estudo, relatamos o quotidiano das  universidades pesquisadas, procurando evidenciar as principais estratégias dos  serviços desportivos destas instituições de ensino superior em Portugal e também  esclarecer o processo de gestão, bem como os principais objectivos e missão dos  departamentos responsáveis pelo desporto universitário. Ainda dentro desta  análise, destacamos também assuntos relacionados como recursos humanos e  financeiros como principais investimentos por parte das universidades e com isso  procurando identificar as questões acima abordadas, tendo como campo de  investigação, todo o universo do desporto universitário nestas instituições que  estão entre as mais importantes no âmbito do desporto universitário nacional.  </P>     <P >A análise dos dados recolhidos na investigação  teve como contexto pesquisado o serviço desportivo universitário nas  Universidades do Minho (UM), Universidade de Aveiro (UA), Universidade de Lisboa  (UL) e Universidade Fernando Pessoa (UFP). No contexto do desporto universitário  em Portugal, trata-se de três universidade públicas de renome nacional, sendo  duas instituições novas e uma que é a mais antiga do país. A quarta instituição  é uma universidade privada e nova de acordo com os parâmetros de universidades  nacionais, mas sendo também de destaque no âmbito desportivo  nacional.</P>     <P >No processo a seguir, é feito uma análise em  conjunto do material investigado. Com isso, pretende-se chegar o mais perto  possível da resolução dos problemas em questão neste estudo, para na sequência  chegar à conclusão. </P>     <P >Verificamos que nas universidades investigadas,  o desporto universitário é desenvolvido e apoiado pela alta gestão das  instituições com objectivo especifico de proporcionar actividades desportivas  para os alunos, onde na UM e UL também conta com funcionários e a comunidade  circundante a universidade como utentes do desporto. Ainda se tratando de  objectivos, podemos dizer que as universidades investem no desenvolvimento do  desporto visando o reconhecimento da instituição em diversos contextos através  do desporto universitário. </P>     <P >Nos serviços desportivos encontramos  discrepância entre as universidades. Tais diferenças são relacionadas no que diz  respeito a instalações tanto dos departamentos desportivos quanto nas  instalações desportivas para o desenvolvimento das actividades. As actividades  proporcionadas aos utentes são na vertente recreativa e competitiva nas quatro  instituições, havendo uma semelhança das actividades na UM e UL, onde também  contam com uma gama variada de actividades. Destacamos que na UA o maior apoio é  dado ao desporto competitivo e com isso as modalidades recreativas ficam  desprovidas de maiores desenvolvimentos e na UFP, onde a instituição não possui  instalações desportivas próprias onde sofre um decréscimo nas possibilidades de  ampliar os serviços desportivos. </P>     <P >Os serviços desportivos nas instituições tem  como principais objectivos proporcionar e organizar actividades desportivas,  contribuir para a melhor qualidade de vida e ocupar o tempo livre dos alunos  numa questão de lazer e convívio social. Verificamos que na UM, UA e UL os  utentes dos serviços desportivos pagam taxas para usufruir das actividades, onde  possuem diferentes tabelas de preços dentre os mais variados serviços  disponibilizados. Entretanto na UFP os alunos não pagam qualquer tipo de taxa  para usufruírem das actividades desportivas. </P>     <P >Os alunos ainda têm a possibilidade de  representar a instituição em competições desportivas universitárias a nível  regional e nacional. Destacamos a UM e a UFP que possuem equipas que participam  de ligas de desporto federado. Outro factor relevante e que é comum entre as  instituições investigadas, é o facto de nas competições os alunos não pagam  qualquer tipo de valor para representar a universidade.</P>     <P >Como principal estratégia, verificamos que a  estratégia de marketing é a utilizada pelos serviços desportivos, sendo  totalmente voltada para divulgação da marca da instituição e o reconhecimento da  universidade através do desporto universitário. Não foi detectado nenhuma  intenção em fomentar os negócios da universidade através do desporto, por se  tratarem de universidades públicas e o mesmo na a UFP que é uma universidade  privada. As universidades apenas visam o reconhecimento nos âmbitos regional,  nacional e ate internacional e a divulgação da marca e do nome da instituição.  </P>     <P >Com relação a organização dos departamentos  desportivos, verificamos alguma discrepância entre as universidades  investigadas. A UM e a UL divulgam em documentos escritos a missão, visão e os  objectivos do departamento desportivo, bem como divulga indicadores dos serviços  desportivos. Também são elaborados documentos referentes ao planeamento anual de  actividades e o planeamento das estratégias definidas pela gestão responsável do  desporto. Previamente a este processo as duas instituições realizam análises  internas e externas no intuito de estudar os ambientes para então delimitarem  suas directrizes. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >Já na UA e UFP verificamos que não há definição  de missão e objectivos em documentos específicos, são apenas conjecturas  internas dos gestores dos departamentos. Também verificamos a não elaboração em  documentos sobre o planeamentos estratégicos específicos para o desporto. Apenas  são elaborados documentos referentes a planeamento anual de actividades,  projectos e orçamentos anuais.</P>     <P >Tais factores anteriores são diagnosticados  devido ao tipo de gestão por parte dos serviços desportivos destas instituições.  Verificamos que na UM a gestão está a cargo de aproximadamente 10 profissionais  que conta com uma equipa de trabalho entre instrutores e colaboradores que  corresponde a amplitude do desporto naquela instituição, o mesmo ocorrendo com a  UL que possui uma equipa de 6 profissionais e mais instrutores e colaboradores  suficiente para o desenvolvimentos das funções organizacionais. Já na UA,  notamos uma carência na parte da gestão onde apenas dois gestores profissionais  comandam o desporto não suprindo as necessidades reais do desporto na UA,  contando com instrutores responsáveis pelas modalidades desportivas. Entretanto  na UFP a gestão é feita apenas por uma pessoa que foi denominada  semi-profissional pois está em regime part-time contando com a colaboração do  presidente da associação responsável pelo desporto em carácter voluntario e com  os técnicos das equipas.  </P>     <P >Entretanto, esta gestão do deporto universitário, depende muito dos recursos    financeiros para a sua existência. Na UM 60% dos recursos são suportados pelo    Serviço de Acção Social e os outros 40% é relativo as taxas pagas pelos utentes    dos serviços desportivos. A UA a taxa dos alunos suporta 50% do orçamento sendo    os outros 50% suportado pelo Serviço de Acção Social e pela Câmara de Aveiro.    Na UL não forma fornecidos indicadores de percentagem apenas foi relatado que    o orçamento é suportado pela Reitora, pelo Serviço de Acção Social e pela taxa    dos utentes dos serviços desportivos. Já na UFP o orçamento para o desporto    é totalmente suportado pela Reitoria da instituição. </P>     <P >&nbsp;</P>     <P ><B  >DISCUSSÃO</B></P>     <P >O estudo em conclusão passou pelo universo do  desporto universitário de instituições de renome em Portugal, tendo como  proposta investigar as principais estratégias e objectivos dos serviços  desportivos nas universidades pesquisadas. Para tanto realizamos a pesquisa  baseado no paradigma qualitativo que tem como metodologia interpretativa  fenomenológica e descritiva no qual interpreta as acções humanas. Com isso a  investigação partiu de inquéritos com os responsáveis dos serviços desportivos  das universidades do Minho, Lisboa, Aveiro e Fernando Pessoa, com objectivo do  descobrimento sobre o contexto do estudo para posteriormente responder a  pergunta as questões que envolvem a investigação. </P>     <P >As universidades pesquisadas apoiam o  desenvolvimento das práticas desportivas através dos departamentos desportivos  responsáveis pelo serviço desportivo universitário. Os principais objectivos  para o desenvolvimento do desporto por parte da instituição são o visionamento e  reconhecimento da universidade através do desporto. Este reconhecimento pode ser  através do desporto competitivo que participa em campeonatos universitários em  ambas as instituições e no desporto federado com a UA e UFP. Este reconhecimento  também pode vir através do desporto recreativo como na UM e UL onde os serviços  desportivos são estendidos também a funcionários e população em geral  circundante a universidade.</P>     <P >Para tanto o estabelecimento de estratégias por  parte das universidades gira em torno do marketing da universidade, com  objectivo de divulgar o nome e a marca da instituição. As universidades do Minho  e de Lisboa ainda estabelecem uma estratégia de diversificação dos seus  serviços, propiciando uma variada gama actividades tendo cada universidade a sua  particularidade. </P>     <P >Com relação a estrutura das organizações  desportivas, verificamos as universidades do Minho e de Lisboa se diferem da UA  e UFP, no estabelecimento de estratégias, nos planeamentos, nas tomadas de  decisões e nas elaborações dos documentos contando uma missão, visão e  objectivos para com o desporto. Tais diferenças podem ser justificadas pelos  diferentes apoios dado aos serviços desportivos por parte da alta gestão das  instituições inqueridas. Verificamos que as gestões dos serviços desportivos são  de capacidades diferenciadas para o desenvolvimento do desporto universitário  nas instituições, pois como pudemos verificar através dos dados recolhidos a UA  e UFP contam com um números de pessoas na gestão do desporto bem reduzido  comparado a UM e UL. </P>     <P >&nbsp;Entretanto, não podemos deixar de  destacar o empenho por parte destes gestores da UA e UFP que lutam  constantemente para o desenvolvimentos do desporto nas instituições apesar de  suas dificuldades, principalmente por parte da UFP que não possui instalações  desportivas próprias, mas que relatou está em andamento um projecto para a  construção de um pavilhão desportivo. Outro factor importante e relevante para  este estudo é que nenhuma das universidades investigadas possui o curso de  Educação Física o que seria uma mais valia com relação a recursos humanos e  recursos de instalações desportivas. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >Finalizando este estudo, face a necessidade de  elucidar a importância do estudo das estratégias bem como sua utilização por  parte dos serviços desportivos universitários no objectivo de maximizar o  desenvolvimento do desporto universitário em todos os âmbitos. Esperamos que  este estudo contribua para um maior conhecimento do contexto desportivo  universitário, bem como dos serviços desportivos, pois temos consciência que o  universo pesquisado é muito maior, parecendo-nos importante o aumento de estudos  nesta área que no nosso entender é carente de referências bibliográficas.  </P>     <P ><B  >&nbsp;</B></P>     <P ><B >REFERÊNCIAS</B></P>     <P  >1.  Ackoff RL  (1978). <I >Planejamento Estratégico</I>. Rio  de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.</P>     <!-- ref --><P  ><a href="#top2">2</a><a name="2" id="2"></a>. Alegre CA (1988)<B >. </B>Desporto    Universitário em Portugal. <I >Horizonte</I> 4, 24: 209 - 212.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743279&pid=S1645-0523200900020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P  >3.  Barroso ML,  Araújo AG, Keulen GE, Braga, RK Krebs, RJ (2007). <I  >Motivos de Pratica de Esportes Coletivos  Universitários em Santa Catarina</I>. 6º Fórum Internacional de Esportes, Florianopolis –  SC.</P>     <P  >4.  Almeida MI  (2001). Manual do Planejamento Estratégico: desenvolvimento de um plano  estratégico com a utilização de planilhas excel. São Paulo: Editora  Atlas.</P>     <P  >5.  Campos AP  (2000). O Planejamento Estratégico e as Competências de Perrenoud para o Oficio  Docente: considerações para a Educação Física. <I  >Revista Brasileira Ciências do Esporte</I>  23, 2: 149 – 163.</P>     <P  ><a href="#top6">6</a><a name="6"></a>. Chiavenato I (1994). Administração, teoria,    processo e prática. São Paulo: Makrom Books.</P>     <!-- ref --><P  >7.  Correia A  (1997). Estratégias das Federações Portuguesas, <I  >Horizonte</I> 13,77:  20&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743284&pid=S1645-0523200900020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  ><a href="#top8">8</a><a name="8"></a>. Correia A, Pires G, Colaço C (2000). Estratégias    das Principais Federações Portuguesas no Ciclo Olímpico de Atlanta (1993 a 1996). <I >Horizonte</I> 16, 93: 24-30.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743285&pid=S1645-0523200900020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  ><a href="#top9">9</a><a name="9"></a>. Correia A (1994). Estratégias nas Federações:    emergência de uma necessidade. <I  >Ludens</I> 14, 2: 19 – 26.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743286&pid=S1645-0523200900020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  >10. Farias A,  Freitas L, Santos P (2006). Implementação de Estratégias: estudo de caso em uma  instituição pública. <I  >Revista ANGRAD</I> 7, 3: 73 –  93.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743287&pid=S1645-0523200900020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P  >11. Freire A  (1998). <I >Estratégia, sucesso em  Portugal</I>. Lisboa: Editora Verbo. </P>     <P  ><a href="#top12">12</a><a name="12"></a>. Gil A (1991). <I >Como Elaborar Projetos    de Pesquisa</I>. São Paulo: Atlas.</P>     <!-- ref --><P  ><a href="#top13">13</a><a name="13"></a>. Kay P (1999).&nbsp; Desporto no Ensino    Superior. <I >Ludens</I> 15, 1/2: 60 – 64.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743290&pid=S1645-0523200900020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  >14. Lima A,  Veloso M, Pereira R (2000). Reconhecer o Desporto do Ensino Superior de Lisboa.  <I >Horizonte</I> 14, 94: 20 - 25.  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743291&pid=S1645-0523200900020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P  >15. Lüdke M,  André M (1986). <I >Pesquisa em Educação:  Abordagens Qualitativas</I>. São Paulo: EPU.</P>     <P  ><a href="#top16">16</a><a name="16"></a>. Mintzberg H, Quinn J (2001). <I >O    Processo da Estratégia</I>. Porto Alegre: Bookman.</P>     <P  ><a href="#top17">17</a><a name="17"></a>. Molina N (2001). <I >Pesquisa Qualitativa    na Educação Física: Alternativas Metodológicas</I>. Porto Alegre: Sulina.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P  >18. Oliveira D  (1997). <I >Planejamento Estratégico:  conceitos, metodologia e prática</I>. São Paulo: Atlas. </P>     <!-- ref --><P  >19. Oliveira L,  Picinatto A, Vieira W (2005). Associativismo Empresarial: um estudo de caso da  implementação do planejamento estratégico participativo em uma rede de materiais  de construção. <I  >Revista ANGRAD</I> 6, 4: 65 –  84.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743296&pid=S1645-0523200900020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P  >20. Pires G  (2005). <I >Gestão do Desporto:  desenvolvimento organizacional</I><B >.  </B>Porto: APOGESD.</P>     <!-- ref --><P  >21. Pires G,  Lopes JP (2001). Conceito de Gestão do Desporto; novos desafios, diferentes  soluções. <I  >Revista Portuguesa de Ciência do  Desporto</I> 1, 1: 88 – 103.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743298&pid=S1645-0523200900020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  >22. Saccol AI  (2005). Alinhamento Estratégico da Utilização da Internet e do Comercio  Electrónico: os casos Magazine Luiza e Fleury. <I  >RAC</I> 9, 2: 59 – 80.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743299&pid=S1645-0523200900020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  >23. Scola R  (2004). <I >Competências organizacionais  alinhadas à estratégia e aos processos internos</I>. Global Manager 4, 6: 109 –  125.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743300&pid=S1645-0523200900020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  >24. Soares J,  Correia A (2005). A Tomada de Decisão Estratégica e a Estrutura Organizacional  nas Associações Desportivas de Modalidade. <I  >Revista Portuguesa de Gestão do Desporto</I>  2, 1: 21 – 30.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743301&pid=S1645-0523200900020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  >25. Tauhata TL  (2004). Redes e Alianças Estratégicas. <I  >ERA-electrônica</I> 3, 1: 1 –  25.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743302&pid=S1645-0523200900020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P  >26. Toaldo AM,  Luce FB (2006). Estratégia de Marketing: contribuições para a teoria em  marketing. <I >RAE- electrónica</I>,46, 4: 25  – 35.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743303&pid=S1645-0523200900020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P  ><a href="#top27">27</a><a name="27"></a>. Toledo R (2006). <I >Gestão do Esporte    Universitário: uma importante estratégia de marketing para as universidades</I>.    São Paulo: Aleph.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P  ><a href="#top28">28</a><a name="28"></a>. Triviños AN (1987). <I >Introdução    à Pesquisa em Ciências Sociais: A Pesquisa Qualitativa em Educação</I>. São    Paulo: Atlas.</P>     <!-- ref --><P  >29. Zilber MA, Piekny  EE (2005). Estratégias de Fusões e  Aquisições. <I >RAC</I> 9, 3: 169 –  191.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=743306&pid=S1645-0523200900020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P >&nbsp;</P>     <P ><B >Sítios da Web  Visitados:</B></P>     <P >Associação Académica da  Universidade de Aveiro – <A  href="http://www.aauav.pt/" target="_blank">http://www.aauav.pt/</A></P>     <P >Associação Cultural e  Desportiva da Universidade Fernando Pessoa – <A  href="http://www.acd.ufp.pt/" target="_blank">http://www.acd.ufp.pt/</A></P>     <P >Desporto da Universidade  de Lisboa – <A  href="http://www.desporto.ul.pt/" target="_blank">http://www.desporto.ul.pt/</A></P>     <P >European  University Sports Association – <A  href="http://www.eusa.eu/" target="_blank">www.eusa.eu</A></P>     <P >Federação Académica do  Desporto Universitário – <A  href="http://www.fadu.pt/" target="_blank">http://www.fadu.pt/</A></P>     <P >International University Sports Federation – <A href="http://www.fisu.net/" target="_blank">www.fisu.net</A></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >Serviços de Acção Social  da Universidade do Minho – <A  href="http://www.sas.minho.pt/" target="_blank">http://www.sas.minho.pt/</A>  </P>     <P >Serviço de Acção Social  da Universidade de Aveiro – <A  href="http://www.sas.ua.pt/" target="_blank">http://www.sas.ua.pt/</A></P>     <P >Serviço de Acção Social  da Universidade de Lisboa – <A  href="http://www.sas.ul.pt/" target="_blank">http://www.sas.ul.pt/</A></P>     <P >Universidade de Aveiro –  <A href="http://www.ua.pt/" target="_blank">http://www.ua.pt/</A></P>     <P >Universidade de Lisboa –  <A href="http://www.ul.pt/" target="_blank">http://www.ul.pt/</A></P>     <P >Universidade Fernando  Pessoa – <A  href="http://www.ufp.pt/" target="_blank">http://www.ufp.pt/</A></P>     <P >Universidade do Minho – <A  href="http://www.uminho.pt/" target="_blank">http://www.uminho.pt/</A></P>     <P >&nbsp;</P>     <P ><B  >CORRESPONDÊNCIA</B></P>     <P ><B  >Carlos Jorge Pinheiro Colaço</B></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >Faculdade de Motricidade Humana </P>     <P >1495-688 Cruz Quebrada Lisboa Portugal</P>     <P >E-mail: <a href="mailto:ccolaco@utl.fmh.pt">ccolaco@utl.fmh.pt</a>&nbsp; </P>       ]]></body><back>
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