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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This research was applied to the listed companies of open capital listed in the corporate governance levels and to the companies classified in the traditional of the BM & FBOVESPA stock market and had as objective to identify the role of investors’ relationship area. This is an exploratory quantitative study using a survey. It was applied an instrument of research elaborated by researchers and validated by specialists to a sample of 108 respondents. The data were handled by statistics techniques of frequencies distribution and the Kruskal Wallis test was applied. The results shows that the role of investors’ relationship area regarding the authority is differentiated in the companies of New Market level and according to the research conclusions is possible to asseverate that the organizations must delineate with bigger clarity the structure of this area and grow the professionals’ limits of authority.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[Esta investigación se llevó a cabo con empresas de capital abierto que cotizan en los niveles de gobierno corporativo y con las empresas clasificadas como tradicionales de la bolsa BM & FBOVESPA - Brasil, y tuvo como objetivo identificar el nivel de autoridad en el área de relaciones con los inversores. Este es un estudio exploratório utilizando el método cuantitativo «survey» con una herramienta de encuestas desarrollada por los investigadores y validado por expertos. Se utilizó una muestra de108 encuestados. Los datos fueron procesados por la técnica estadística de distribución de frecuencias y la prueba no paramétrica de Kruskal-Wallis. Los resultados mostraron que la función del área de relaciones con los inversores en relación a la autoridad es diferente en el nuevo mercado y, teniendo en cuenta los resultados de la investigación, es razonable suponer que las organizaciones necesitan delinear más claramente la estructura de esta área y ampliar la límites de la autoridad de los profesionales de relaciones con los inversores.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>O papel da área de relações com investidores nas empresas listadas na BM &amp; FBOVESPA do Brasil </b></p>      <p><b>Daniela Del Lama*, Eduardo Oliva** e Laércio Silva*** </b></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>* Mestre em Administração e  Pesquisadora pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS, São Caetano do Sul, SP, Brasil.  <a href="mailto:dandellama@hotmail.com">dandellama@hotmail.com</a> </p>      <p>** Doutorado  em Administração (USP). Pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa na Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS,  São Caetano do Sul, SP, Brasil. <a href="mailto:eduardo.oliva@uscs.edu.br">eduardo.oliva@uscs.edu.br</a> </p>      <p>*** Doutorado em Ciências  Contábeis e Controladoria (USP). Docente no Programa de Mestrado em Administração da Universidade Municipal de São Caetano  do Sul – USCS, São Caetano do Sul, SP, Brasil. <a href="mailto:lasilva@uscs.edu.br">lasilva@uscs.edu.br</a></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>Resumo</b></p>      <p>Esta pesquisa foi realizada junto às empresas de capital aberto listadas nos níveis de governança corporativa e com  as empresas classificadas como tradicional da bolsa BM &amp; FBOVESPA – Brasil, e teve por objetivo identificar o nível  de autoridade da área de relações com os investidores. Trata-se de um estudo exploratório de natureza quantitativa  utilizando o método de «Survey» e com instrumento de pesquisa elaborado pelos pesquisadores e validado por especialistas.  Utilizou-se uma amostra de 108 respondentes. Os dados foram tratados por técnica estatística de distribuição de  freqüências e com o teste não paramétrico Kruskal Wallis. Os resultados apontaram que o papel da área de relações com os  investidores quanto à autoridade é diferenciado no nível do Novo Mercado e, diante das conclusões obtidas na pesquisa,  é pertinente afirmar que as organizações precisam delinear com maior clareza a estrutura dessa área e ampliar os limites  de autoridade dos profissionais da área de relações com os investidores. </p>      <p><b>Palavras-chave </b>: Estrutura Organizacional, Governança Corporativa, Relações com Investidores </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><b>The role of the area of investors’ relationship in the listed companies of open capital in the BM &amp; FBOVESPA  of Brazil</b></p>       <p><b>Abstract</b></p>      <p>This research was applied to the listed companies of open capital listed in the corporate governance levels and to the  companies classified in the traditional of the BM &amp; FBOVESPA stock market and had as objective to identify the role of  investors’ relationship area. This is an exploratory quantitative study using a survey. It was applied an instrument of  research elaborated by researchers and validated by specialists to a sample of 108 respondents. The data were handled by  statistics techniques of frequencies distribution and the Kruskal Wallis test was applied. The results shows that the role  of investors’ relationship area regarding the authority is differentiated in the companies of New Market level and  according to the research conclusions is possible to asseverate that the organizations must delineate with bigger clarity  the structure of this area and grow the professionals’ limits of authority. </p>      <p><b>Key words </b>: Organizational Structure, Corporate Governance, Investors Relationship </p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>El papel del área de relaciones con los inversores en las sociedades cotizadas en la BM &amp; FBOVESPA de Brasil</b></p>       <p><b>Resumen</b></p>      <p>Esta investigación se llevó a cabo con empresas de capital abierto que cotizan en los niveles de gobierno corporativo  y con las empresas clasificadas como tradicionales de la bolsa BM &amp; FBOVESPA - Brasil, y tuvo como objetivo identificar  el nivel de autoridad en el área de relaciones con los inversores. Este es un estudio exploratório utilizando el método  cuantitativo «survey» con una herramienta de encuestas desarrollada por los investigadores y validado por expertos. Se  utilizó una muestra de108 encuestados. Los datos fueron procesados por la técnica estadística de distribución de frecuencias  y la prueba no paramétrica de Kruskal-Wallis. Los resultados mostraron que la función del área de relaciones con los  inversores en relación a la autoridad es diferente en el nuevo mercado y, teniendo en cuenta los resultados de la  investigación, es razonable suponer que las organizaciones necesitan delinear más claramente la estructura de esta área y  ampliar la límites de la autoridad de los profesionales de relaciones con los inversores. </p>      <p><b>Palabras clave: </b>Estructura Organizacional, Gobierno Corporativo, Relaciones con Inversores </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>Referências bibliográficas </b></p>     <p>ANDRADE, A. e ROSSETTI, J. P. (2006), <b>Governança Corporativa: Fundamentos, Desenvolvimento e Tendências</b>. 2.ª ed., Atlas, São Paulo. </p>     <p>BABIN <i>et al.</i> (2005), <b>Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração . Bookman , Porto </b>Alegre. </p>     <p>BRETZKE, R. O. (2003), «Gestão por competências numa empresa pública: o caso do Porto de Itajaí – SC». Dissertação (Mestrado em Administração), Univ. Federal do Rio Grande do Sul, Jaraguá do Sul. </p>      <p>BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS DE SÃO PAULO – BM &amp; FBOVESPA (2008),    «Dados estatísticos das empresas listadas na Bovespa e seu volume financeiro».    Disponível em <a href="http://www.bovespa.com.br/pdf/dadosnotas.pdf" target="_blank">http://www.bovespa.com.br/pdf/dadosnotas.pdf</a>.    Acesso em 10/06/10. </p>      <p>BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS DE SÃO PAULO – BM &amp; FBOVESPA (2008),    «Guia de relações com investidores». Disponível em <a href="http://www.bovespa.com.br-pdf-guiarela.pdf.url" target="_blank">http://www.bovespa.com.br-pdf-guiarela.pdf.url</a>.    Acesso em 01/07/10. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>CAUDURO, F. F. (2003), «Competências para a atividade de gestão de empresas de produção artística e cultural: um estudo exploratório». Dissertação (Mestrado em Administração), Univ. Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. </p>     <p>COSTA, A. J. L. (2001), «Relações com investidores: novas fronteiras para a comunicação organizacional». INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – XXIV Congresso Brasileiro da Comunicação, <b>Anais...,</b> Campo Grande, Setembro. </p>     <p>DAFT, R. L. (1999), <b>Administração</b>. 4.ª ed., LTC, Rio de Janeiro. </p>     <p>HEMSLEY, J. R. e VASCONCELLOS, E. (1989), <b>Estrutura das Organizações: Estruturas Tradicionais, Estruturas para Inovação e Estrutura Matricial</b>. 2.ª ed., Pioneira, São Paulo, Brasil. </p>      <p>INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGC (2003), «Código brasileiro    das melhores práticas de governança corporativa». IBGC, São Paulo, Brasil. Disponível    em <a href="http://www.ibgc.org.br" target="_blank">http://www.ibgc.org.br</a>. Acesso em 25/10/07.  </p>      <p>INSTITUTO BRASILEIRO DE RELAÇÃO COM INVESTIDOR - IBRI (2008), «Guia de relações    com investidores». Disponível em <a href="http://www.ibri.com.br" target="_blank">http://www.ibri.com.br</a>.    Acesso em 10/12/10. </p>      <p>MAXIMIANO, A. C. A. (2002), <b>Teoria Geral da Administração: Da Revolução Urbana à Revolução Digital</b>. 3.ª ed., Atlas, São Paulo. </p>     <!-- ref --><p>OLIVA, E. de C.; ODDONE, G. e ALBUQUERQUE, L. M. (2008), «Políticas e tendências em governança corporativa». <i>In</i> A. Lamenza A. (Org.), <b>Estratégias Empresariais: Pesquisas e Casos Brasileiros</b>, Saint Paul, São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000040&pid=S1645-4464201000030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>PERROTTI, E. (2004), «Estrutura organizacional e gestão do conhecimento». Dissertação (Mestrado em Administração), Univ. de São Paulo, São Paulo. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>PINTO, L. R. (2002), «Evolução da estrutura organizacional ao longo do ciclo de vida do projeto». Dissertação (Mestrado em Administração), Univ. de São Paulo, São Paulo. </p>     <p>QUINTELLA, J. L. (2007), «Relações públicas financeiras: a informação ao investidor nos sites das empresas cotadas». <i>Comunicação e Cidadania - Actas do 5.º Congresso da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação</i>, 08/09/07, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (Universidade do Minho), Braga. </p>     <p>STEINBERG, H. (2003), <b>A Dimensão Humana da Governança Corporativa: Pessoas Criam as Melhores e as Piores Práticas</b>. 2.ª ed., Gente, São Paulo. </p>     <p>STEVENSON, W. J. (1981), <b>Estatística Aplicada à Administração</b>, Habra, São Paulo. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em Julho de 2009 e aceite em Outubro de 2010.</p>      <p><i>Received in July 2009 and accepted in October 2010. </i></p> </html>      ]]></body><back>
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