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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Sustainable development proves to be an important focus of attention from industries once to modern society the impact of humans on the environment in which it operates is becoming increasingly complex. There is a growing concern for the environment and the scarcity of available natural resources that are constantly connected to the negative consequences that cause the production system. Therefore, sustainability indicators are a useful tool for decision making, policy formulation and public communication of economic, environmental and social performance of each organization. The present study aims to conduct a detailed study about the cork industry in Portugal, presenting a set of sustainability indicators. These indicators are already being applied in the industries in general, as a point for the development of indicators that measure sustainability for this sector.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El desarrollo sostenible ha demostrado ser un importante foco de atención por parte de las industrias, ya que, para la sociedad moderna, el impacto de los humanos sobre el medio ambiente en el que opera es cada vez más complejo. Existe una creciente preocupación por el medio ambiente y la escasez de los recursos naturales disponibles que están constantemente conectados a las consecuencias negativas que el sistema de producción causa. Por lo tanto, los indicadores de sostenibilidad son una herramienta útil para la toma de decisiones, para la formulación de políticas y para la comunicación pública del desempeño económico, ambiental y social de cada organización. El presente artículo tiene como objetivo realizar un estudio detallado sobre la industria del corcho en Portugal y la presentación de un conjunto de indicadores de sostenibilidad. Estos ya se están aplicando en la industria en general como punto de partida para la elaboración de indicadores que miden la sostenibilidad de este sector.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Indicadores de sustentabilidade da indústria de cortiça portuguesa</b></p>      <p><b>Sustainability indicators of Portuguese cork industry </b></p>     <p><b>Los indicadores de sostenibilidad de la industria portuguesa del corcho </b></p>     <p><b>por Ana Paula Perlin*, Gisele Guedes**, Manuel Nunes*** e Paula Ferreira****</b> </p>     <p>*Graduanda   em Administra&ccedil;&atilde;o, Univ. Federal de Santa Maria &ndash; UFSM, Centro de Ci&ecirc;ncia   Sociais e Humanas, Departamento de Ci&ecirc;ncias, Av.   Roraima n.&ordm; 1000, Cidade Universit&aacute;ria, Bairro Camobi, 97105-900 Santa Maria, Brasil. <i>E-mail: </i><a href="mailto:anapaula.perlin@yahoo.com.br">anapaula.perlin@yahoo.com.br</a></p>     <p>**Graduanda   em Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o, Univ. Federal do Paran&aacute; &ndash; UFPR, Centro   de Tecnologia, Departamento de Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o, 80060-000 Curitiba, Brasil. <i>E-mail: </i><a href="mailto:gisele@bortolaz.com.br">gisele@bortolaz.com.br</a></p>     <p>***Doutorado   em Engenharia da Produ&ccedil;&atilde;o e Sistemas/Engenharia Econ&oacute;mica (Univ. do Minho, Escola   de Engenharia). Professor na Univ. do Minho, Escola de Engenharia, Departamento   de Produ&ccedil;&atilde;o e Sistemas, 4800-058 Guimar&atilde;es, Portugal. <i>E-mail:</i> <a href="mailto:lnunes@dps.uminho.pt">lnunes@dps.uminho.pt</a></p>     <p>****Doutorada   em Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o e Sistemas/Engenharia   Econ&oacute;mica, Univ. do Minho, Escola de Engenharia. Professora na Univ. do Minho, Escola de Engenharia Departamento de Produ&ccedil;&atilde;o e Sistemas, 4800-058 Guimar&atilde;es, Portugal. <i>E-mail:</i> <a href="mailto:paulaf@dps.uminho.pt">paulaf@dps.uminho.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O desenvolvimento sustentável revela-se um importante foco   de atenção por parte das indústrias uma vez que, para a sociedade moderna, o   impacto dos humanos sobre o meio em que se insere está se tornando cada vez   mais complexo. Há uma crescente preocupação com o meio ambiente e com a   escassez de recursos naturais disponíveis que constantemente são vinculadas às   consequências negativas que o sistema produtivo causa. Desta forma, os   indicadores de sustentabilidade são uma ferramenta útil para a tomada de   decisão, para a formulação de políticas e para a comunicação pública do   desempenho econômico, ambiental e social de cada organização. O presente   trabalho tem por objetivo realizar um estudo detalhado sobre o setor corticeiro   em Portugal apresentando um conjunto de indicadores de sustentabilidade. Estes   já estão sendo aplicados nas indústrias em geral, como base de partida para o   desenvolvimento de indicadores que mensurem a sustentabilidade para este setor.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Desenvolvimento Sustentável, Indicadores de Sustentabilidade, Indústria de Cortiça</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Sustainable development proves to   be an important focus of attention from industries once to modern society the   impact of humans on the environment in which it operates is becoming   increasingly complex. There is a growing concern for the environment and the   scarcity of available natural resources that are constantly connected to the   negative consequences that cause the production system. Therefore,   sustainability indicators are a useful tool for decision making, policy   formulation and public communication of economic, environmental and social   performance of each organization. The present study aims to conduct a detailed   study about the cork industry in Portugal, presenting a set of sustainability   indicators. These indicators are already being applied in the industries in   general, as a point for the development of indicators that measure   sustainability for this sector.</p>     <p><b>Key words: </b>Sustainable Development, Sustainability Indicators, Cork Industry</p>  <b>&nbsp;</b>      <p><b>RESUMEN</b></p>     <p>El desarrollo   sostenible ha demostrado ser un importante foco de atención por parte de las   industrias, ya que, para la sociedad moderna, el impacto de los humanos sobre   el medio ambiente en el que opera es cada vez más complejo. Existe una   creciente preocupación por el medio ambiente y la escasez de los recursos   naturales disponibles que están constantemente conectados a las consecuencias   negativas que el sistema de producción causa. Por lo tanto, los indicadores de   sostenibilidad son una herramienta útil para la toma de decisiones, para la   formulación de políticas y para la comunicación pública del desempeño   económico, ambiental y social de cada organización. El presente artículo tiene   como objetivo realizar un estudio detallado sobre la industria del corcho en   Portugal y la presentación de un conjunto de indicadores de sostenibilidad.   Estos ya se están aplicando en la industria en general como punto de partida   para la elaboración de indicadores que miden la sostenibilidad de este sector.</p>     <p><b>Palabras clave:</b> Desarrollo Sostenible, Indicadores de Sustentabilidad, Industria del Corcho</p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A   partir das mudanças tecnológicas e do crescimento das organizações, novas   exigências e padrões foram criados. Hoje se presencia a importância de   existirem processos adequados à sustentabilidade, a fim de garantir o bem-estar   social, econômico e ambiental. A crescente preocupação   da sociedade com o meio em que se insere aponta para as consequências negativas   dos sistemas de produção e, desta forma, pressiona as empresas para que estas   assumam a sua responsabilidade no desenvolvimento sustentável.   É importante, no entanto, ressaltar que a sustentabilidade não está   desvinculada do crescimento econômico, mas sim pode ser visto como um   importante fator de vantagem competitiva e de geração de valor.</p>     <p>Segundo Silva <i>et al.</i> (2009), o conceito de sustentabilidade representa para o setor empresarial uma nova abordagem de se fazer negócios que promove a responsabilidade social e reduz o uso de recursos naturais, diminuindo, consequentemente, os impactos negativos sobre o meio-ambiente e preservando a integridade do planeta para futuras gerações, sem deixar de lado a rentabilidade econômico-financeira do empreendimento.</p>      <p>Frente a esta problemática, destacam-se neste cenário as empresas que respondem ao desenvolvimento sustentável com formulações de ações ambientais, com novas práticas produtivas, com a preocupação social e com a implantação de tecnologias mais limpas. Tais organizações empresariais desenvolveram novas ferramentas de gestão sustentável que geraram um alcance de melhores resultados e eficiência produtiva. </p>      <p>Na literatura encontram-se indicadores de sustentabilidade para setores como o mineral, desenvolvido por Azapagic (2004), e a indústria vinícola, desenvolvido por Callado (2010), os quais abordam as questões econômicas, ambientais e sociais dentro do setor estudado. Uma revisão recente de indicadores que surgem frequentemente nos relatórios de sustentabilidade empresarial pode ser encontrada em Roca e Searcy (2012).</p>      <p>Em relação à indústria de cortiça, a sustentabilidade parece ter uma forte relação desde o sobreiro, árvore a partir da qual se extrai a cortiça, até a transformação final em produtos de cortiça. A cortiça é uma matéria-prima vegetal com excecionais qualidades ambientais: é um recurso renovável que é reciclável, não-tóxico e durável, além de ser um fixador de CO<sub>2 </sub>com excelentes propriedades físicas e mecânicas, como isolante térmico e elétrico, absorvedor de vibração e praticamente impermeável (Mestre e Gil, 2011).</p>      <p>Assim, com o intuito de ressaltar estas propriedades intrínsecas a este setor, de propiciar avanços e de torná-lo mais eficiente em sua produção, é de grande importância o desenvolvimento de indicadores de sustentabilidade. Indicadores que possam viabilizar a análise, o monitoramento e a comunicação específicos para a indústria da cortiça.</p>      <p>Desse modo, esse trabalho tem como objetivo realizar o levantamento dos indicadores de sustentabilidade já aplicados nas indústrias em geral para posterior desenvolvimento de indicadores específicos do setor que mensurem a gestão sustentável. Para isso, utilizam-se indicadores macro, como por exemplo, o <i>Global Reporting Initiative </i>(GRI), conjuntamente com os códigos específicos do setor.  </p>  <b>Setor da cortiça</b>      <p>A partir do desenvolvimento do conhecimento e da expansão da indústria, os produtos, que antes eram utilizados de forma simples e para o uso doméstico, passaram a ter valor no comércio e na economia. Essa mudança ocorreu com a cortiça (material de origem vegetal, originado da casca do sobreiro); no passado ela era utilizada como apetrechos de pesca e como vedante; após estudos mais técnicos de suas características foi possível utilizar-se dela para diversos outros produtos, e hoje a economia de muitos países está ligada a esses produtos (APCOR, 2011).</p>      <p>Um dos aspetos que justifica os estudos em torno da indústria da cortiça é o forte desenvolvimento e expansão da indústria de vinho. Estudos comprovam que o consumo de vinho vem aumentando, principalmente por estar vinculado à questão da saúde, sendo a rolha o mais famoso produto da indústria corticeira e com a qual a maioria dos vinhos são selados. Além disso, a cortiça possui inúmeras aplicações, como por exemplo, pavimentos e revestimentos, artigos decorativos para a casa e o escritório, solas e outras aplicações para sapatos, juntas de automóveis, produtos para a indústria militar e de aviação. </p>  <b>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Visão geral da indústria corticeira </b>      <p>O setor da cortiça ocupa um lugar de destaque na economia e no comércio dos países do sul da Europa e da bacia do Mediterrâneo, como Portugal, Itália, França, Espanha, Marrocos, Argélia e Tunísia. Segundo Pestana e Tinoco (2009), a cortiça é um dos produtos característicos de Portugal, já que o país tem sido nas últimas décadas o líder em produção e exportação de cortiça, além de possuir a maior área ocupada pela floresta de sobreiro.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os sobreiros estão distribuídos por quase todo o país, sejam eles isolados ou em povoamentos espontâneos, sendo os dois tipos de povoamento existentes os sobreirais e os montados. Os montados têm uma utilização múltipla, são um sistema agrossilvo-pastoril, o que origina uma densidade baixa nestes povoamentos; já os sobreirais possuem uma densidade elevada, podendo ter árvores de grande porte, cuja maior parte da produção destina-se a exploração da cortiça (Pestana e Tinoco, 2009).</p>      <p>Pode-se perceber que Portugal e Espanha lideram a nível de área e produção. Destaca-se o fato de 85,8% da produção mundial estar concentrada na Europa, restando 14,2% no Norte da África. Já no cenário nacional de Portugal, a cortiça concentra-se em maior parte na região sul, tendo as localidades do Alentejo, Lisboa e Vale do Tejo como grandes potências na produção, extração e industrialização da mesma (APCOR 2012).</p>  <b>Indicadores de sustentabilidade</b>      <p>Inúmeros são os tipos de indicadores de sustentabilidade encontrados na literatura sendo que a maioria destes ainda está em estado de desenvolvimento, discussão, teste e melhoria. A pesquisa sobre indicadores de sustentabilidade geralmente ocorre em dois níveis diferentes: os níveis macro e micro. Segundo Gray e Wiedeman (1999), macro indicadores tentam medir a sustentabilidade de uma cidade, uma nação ou o Mundo, enquanto os indicadores micro geralmente relacionam-se com o nível menor, com as unidades locais, tais como organização da empresa e indústrias. </p>      <p>Levando-se em consideração os macro indicadores, de acordo com Souza e Lopes (2010), dentre as iniciativas constituídas por princípios de governança, referentes às problemáticas ambientais, sociais e econômicas, podem-se citar: <i>UN’s Global Compact</i>, <i>Organizational for Economic Cooperation and Development’s (OECD)</i>, <i>Guidelines for Multinational Enterprises,</i> e <i>Global Reporting Initiative (GRI), </i>entre outras. Segundo estes mesmos autores, o GRI destaca-se das demais, devido o seu objetivo de satisfazer a necessidade das organizações de terem uma comunicação clara e transparente, de forma que o compartilhamento de estruturas de conceitos tenha uma linguagem coerente e que seja global, ou seja, propõe um padrão de comunicação global sobre ações empresariais sustentáveis.</p>      <p>Os indicadores de desenvolvimento sustentável traduzem geralmente questões de sustentabilidade em medidas quantificáveis de desempenho econômico, ambiental e social com o objetivo último de ajudar a resolver as principais preocupações. Para o desenvolvimento de indicadores quanto às empresas e organizações é necessário identificar as questões relevantes, que captam as características específicas de cada tipo de indústria. A análise das partes interessadas deve ajudar na conscientização sobre os tipos gerais de questões. No entanto, identificar os problemas específicos e uma análise detalhada de cada atividade industrial são necessários (Azapagic, 2004).</p>      <p>O modelo proposto por Azapagic (2004) é composto por indicadores econômicos, ambientais, sociais e integrados. Os indicadores econômicos medem o impacto econômico da empresa em seus <i>stakeholders</i> internos e externos e em sistemas econômicos nos níveis local, nacional e global. Os indicadores ambientais mensuram os impactos da empresa sobre os sistemas naturais, incluindo os humanos, os ecossistemas, a terra, o ar e a água. Estes impactos podem ser locais, regionais ou globais, afetando uma ampla gama de interessados. Os indicadores sociais avaliam os aspetos e práticas frequentemente associados a trabalho sustentável, direitos humanos, sociedade, e responsabilidade pelo produto (Kneipp, 2012).</p>      <p>A finalidade dos indicadores de sustentabilidade para a indústria é ajudar a medir o desempenho econômico, ambiental e social de uma empresa, fornecendo informações sobre como ela contribui para o desenvolvimento sustentável (Azapagic e Perdan, 2000).</p>      <p>A sustentabilidade está baseada em três dimensões que devem estar devidamente estruturadas para se desenvolverem indicadores de sustentabilidade eficientes. Para Estender e Pitta (2008), as ações de desenvolvimento sustentável devem buscar atuar simultaneamente nas três dimensões – económica, social e ambiental.</p>      <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <b>Indicadores ambientais</b></p>      <p>A dimensão ambiental da sustentabilidade abrange os impactos da organização sobre sistemas naturais vivos e não vivos e relacionam-se com desempenho no que se refere às matérias-primas, biodiversidade, conformidade ambiental e outras informações relevantes (Kneipp, 2012). </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para Oliveira (2005), a sustentabilidade ambiental trata da preservação dos recursos naturais e da limitação de recursos não renováveis, do respeito à capacidade de auto depuração dos ecossistemas naturais e da redução do volume de resíduos e de poluição, através da conservação de energia e da reciclagem. Este autor defende que são importantes medidas como a promoção da autolimitação do consumo de materiais por parte dos países ricos e dos indivíduos em todo o planeta e, também, a definição de regras para uma adequada proteção ambiental, criando uma máquina institucional, bem como selecionando instrumentos econômicos, legais e administrativos necessários para o seu cumprimento.</p>      <p>Porém, o desenvolvimento sustentável parece necessitar de outras abordagens, não se fixando apenas no <i>status quo</i> ecológico. Um sistema acoplado ecológico-socioeconômico pode evoluir de modo a manter um nível de biodiversidade que vai garantir a resistência a longo prazo do sistema. Tal perspetiva ecológica substitui o estreito objetivo econômico de proteger apenas os ecossistemas de que as atividades humanas dependem diretamente. O desenvolvimento sustentável exige compensação por oportunidades perdidas pelas gerações futuras, porque hoje a atividade económica da biodiversidade provoca mudanças nas maneiras que afetam o fluxo de futuros serviços ecológicos vitais (Munasinghe, 2007).</p>  <b>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Indicadores sociais</b>      <p>A responsabilidade social é uma forma de gestão que revela a ética da organização no meio em que se insere incorporando fatores importantes, como a valorização do colaborador e medidas que proporcionem qualidade de vida. Os impactos das atividades empresariais na sociedade e dentro da própria organização podem ser medidos através dos indicadores sociais. </p>      <p>Segundo Bronn e Vrioni (2001), o envolvimento empresarial em ações sociais na comunidade começou na forma de ações voluntárias das empresas, focando problemas sociais até atingir os patamares atuais de sustentabilidade empresarial.</p>      <p>O desenvolvimento social usualmente refere-se à melhoria de bem-estar e conforto individual e do bem-estar de toda a sociedade, resultado do crescimento do capital social, geralmente obtido através da acumulação da habilidade da capacidade de indivíduos e comunidades em trabalhar juntos (Munasinghe, 2007). A união das pessoas na tentativa de se desenvolver pode ser positiva para se atingir o objetivo das ações (Estender e Pitta<a name="_GoBack"></a>, 2008).</p>      <p>Para Kanji e Chopra (2010), uma empresa apresenta responsabilidade social quando: compromete-se em práticas éticas no emprego e no trabalho, melhorando os locais de trabalho; está envolvida em construir e integrar projetos sociais com comunidades locais e se comunica com as comunidades envolvidas quanto às consequências de suas atividades e produtos; investe na construção de infraestrutura social; contribui para um ambiente mais limpo, através de sua proteção e sustentabilidade; e contribui por meio de sua governança corporativa para o desenvolvimento econômico em geral.</p>      <p>Segundo Glavic e Lukman (2007), os princípios sociais são expostos como: responsabilidade social (o desenvolvimento humano de forma equitativa e igualitária, contribuindo para a humanidade e o meio ambiente); saúde e segurança (referem-se ao ambiente de trabalho incluindo responsabilidades e padrões); poluidor-pagador e tributação (aquele que causar poluição deve pagar os custos que esta causar, na forma de tributação de limpeza). </p>  <b>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Indicadores econômicos</b>      <p>Os indicadores econômicos, ao invés de apenas mensurarem a geração de lucro, devem fazer menção a alocação e distribuição eficiente dos recursos naturais e do capital humano. </p>      <p>Conforme Pereira (2009), o econômico deve ser avaliado de forma mais abrangente no que diz respeito aos termos macro sociais do que apenas por meio de critérios pontuais de lucratividade empresarial, com o intuito de promover mudanças estruturais que atuem como incentivadores do desenvolvimento humano sem comprometer o meio ambiente natural. Os aspetos da dimensão económica abordados por Krajnc e Glavic (2005) referem-se sobretudo aos impactos causados no bem-estar econômico de seus <i>stakeholders</i> e no sistema econômico nos níveis local, nacional e global.</p>      <p>Segundo Steurer <i>et al.</i> (2005), a sustentabilidade econômica empresarial é classificada através de seu desempenho financeiro empresarial, sua competitividade empresarial e seu impacto econômico gerado pela empresa e os <i>stakeholders</i>. Já para Glavic e Lukman (2007), os princípios econômicos que devem ser considerados são: ecoeficiência, investimentos éticos e contabilidade ambiental.</p>  <b>&nbsp;</b>  <b>Proposta de indicadores de sustentabilidade para o setor corticeiro</b>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A proposta de indicadores de sustentabilidade específicos para a indústria da cortiça tem como base a utilização do GRI, dos indicadores já criados para as indústrias nos mais variados setores e dos indicadores presentes nos relatórios de sustentabilidade da empresa analisada, sendo esta líder na indústria de cortiça portuguesa.</p>      <p>O GRI apresenta as diretrizes para se construir relatórios de sustentabilidade que demonstrem com eficiência o desenvolvimento sustentável da indústria. Segundo Souza e Lopes (2010), o GRI apresenta uma estrutura confiável para a elaboração de relatórios de sustentabilidade, sendo possível ser utilizada por organizações de todos os tamanhos, setores e localidades. Para isso, conta com a cooperação de especialistas de vários países, estrutura de governança <i>multistakeholder </i>que procedem de empresas, consultores, trabalhadores, organizações não-governamentais, políticas públicas, instituições de pesquisa, associações e universidades. </p>      <p>Desta forma, utilizou-se como base inicial as áreas dos indicadores definidos pelo GRI e os indicadores classificados como essenciais por esta organização e que pelos autores deste trabalho foram considerados relevantes e adaptáveis ao setor corticeiro. A partir desta base inicial, foram interligados estes indicadores do GRI com os indicadores que fazem menção a estes como os desenvolvidos por Azapagic (2004), Oliveira (2002) e Erol <i>et al. </i>(2008)<i>.</i> Também levou-se em consideração o relatório de sustentabilidade da indústria Amorim (2011), que já utiliza indicadores para o setor. </p>      <p>Assim se definiram os possíveis indicadores de sustentabilidade para o setor corticeiro, considerando-se um total de 46 indicadores, sendo 16 ambientais, 23 sociais e 7 econômicos.</p>      <p>A seguir, são apresentados os quadros finais com a proposta de indicadores de sustentabilidade que mensurem a gestão sustentável específica da indústria da cortiça.</p>      <p><a href="/img/revistas/rpbg/v12n3/12n3a06q1.jpg" target="_blank">Quadro I</a></p>     
<p><a href="/img/revistas/rpbg/v12n3/12n3a06q2.jpg" target="_blank">Quadro II</a></p>     
<p><a href="/img/revistas/rpbg/v12n3/12n3a06q3.jpg" target="_blank">Quadro III</a>&nbsp;</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Considerações finais</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Diante do estudo detalhado da indústria de cortiça portuguesa, podemos entender o funcionamento do setor e observar a sua dimensão bem como a sua importância, sendo este estudo primordial para posteriores análises e definição dos indicadores que melhor se adequam a este setor.</p>      <p>O levantamento dos indicadores de sustentabilidade revelou que há inúmeros critérios traduzidos em indicadores na literatura sendo aplicados para a geração de relatórios de sustentabilidade. Os indicadores macro distinguem-se dos indicadores micro, sendo as principais diferenças o facto dos primeiros serem desenvolvidos para instalações de produção ou serviços, e possuírem o objetivo de abordar todos os aspetos-chave da cadeia produtiva envolvendo os recursos (energia, materiais e trabalhadores), o ambiente natural em que se insere e o desenvolvimento social e econômico. </p>      <p>O objetivo principal deste estudo foi realizar um estudo detalhado do setor corticeiro e levantar os indicadores de sustentabilidade já existentes na literatura para aplicação em outros setores e confrontá-los com os já existentes nos relatórios de sustentabilidade do setor, para assim definir os possíveis indicadores de sustentabilidade exclusivos deste setor a fim de mensurar a gestão sustentável de forma eficiente e eficaz. </p>      <p>O GRI é um órgão internacional não-governamental que evidencia as diretrizes para a elaboração de relatórios de sustentabilidade e providencia apoio para o desenvolvimento de estudos de indicadores específicos. Como evidenciado no estudo, por se tratar de uma organização com credibilidade e alta qualidade, priorizaram-se os indicadores essenciais descritos pelo GRI nesta proposta de indicadores de sustentabilidade específicos para o setor corticeiro.</p>      <p>Sendo assim, estes indicadores devem abranger todas as necessidades específicas da indústria da cortiça e revelar com maior clareza o desenvolvimento sustentável promovido por este setor. Desta forma, foram definidos um total de 46 indicadores de sustentabilidade, sendo 16 referentes à dimensão ambiental, 23 referentes à dimensão social e 7 referentes à dimensão económica. É importante ressaltar que estes indicadores são fonte de um estudo primário para posterior inserção na indústria e verificação da aplicabilidade neste setor.</p>      <p>Espera-se deste modo contribuir para possíveis análises de sustentabilidade do setor como um todo, podendo mesmo ser comparável a outros setores, e para a avaliação de sustentabilidade de empresas do setor corticeiro a nível nacional e internacional de uma forma inequívoca e imparcial.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>      <!-- ref --><p>AMORIM CORTICEIRA (2011), «Relatório de Sustentabilidade». Disponível em <a href="http://www.sustentabilidade.amorim.com/relatorios/Relatorio-de-Sustentabilidade2011/49/" target="_blank">http://www.sustentabilidade.amorim.com/relatorios/Relatorio-de-Sustentabilidade2011/49/</a>. Acesso em 15/11/2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1645-4464201300030000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CORTIÇA (2012), «Anuário 2012».  Disponível em <a href="http://www.apcor.pt/artigo/anuario-apcor2012.htm" target="_blank">http://www.apcor.pt/artigo/anuario-apcor2012.htm</a>. Acesso em 10/11/2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1645-4464201300030000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CORTIÇA (2011), «Cortiça: Cultura. Natureza. Futuro». Disponível em <a href="http://apcor.pt/artigo/APCOR-lanca-novos-suportes-sobre-a-cortica.htm" target="_blank">http://apcor.pt/artigo/APCOR-lanca-novos-suportes-sobre-a-cortica.htm</a>. Acesso em 10/11/2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1645-4464201300030000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>AZAPAGIC, A. (2004), «Developing a framework for sustainable development indicators for the mining and minerals industry». <i>Journal of Cleaner Production</i>, vol. 12(6), pp. 639-662.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1645-4464201300030000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>AZAPAGIC, A. e PERDAN, S. (2000), «Indicators of sustainable development for industry: a general framework». <i>Process Safety and Environmental Protection</i>, vol. 78(4), pp. 243-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1645-4464201300030000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>BRONN P. S. e VRIONI, A. B. (2001), «Corporate social responsibility and cause-related marketing: an overview». <i>International Journal of Advertising</i>, vol. 20(2), pp. 207-222.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1645-4464201300030000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>CALLADO, A. L. C. (2010), «Modelo de mensuração de sustentabilidade empresarial: uma aplicação em vinícolas localizadas na Serra Gaúcha». Tese  de Doutorado em Agronegócios – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1645-4464201300030000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>ESTENDER, A. C. e PITTA, T. de T. M. (2008), «O conceito de desenvolvimento sustentável». <i>Revista Terceiro Setor</i>, UNG, vol. 2(1), pp. 22-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1645-4464201300030000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>EROL, I.; CAKAR, N.; EREL, D. e SARI, R. (2008), «Sustainability in the Turkish retailing industry». <i>Wiley InterScience</i> DOI: 10.1002/sd.36, vol. 17, pp. 49-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1645-4464201300030000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>GRAY, P. C. R. e WIEDMAN, P. D. (1999), «Risk management and sustainable development: mutual lessons from approaches to the use of indicators». <i>Journal of Risk Research</i>, vol. 2, pp. 201-218.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1645-4464201300030000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>GLOBAL REPORTING INITIATIVE – GRI (2006), «Diretrizes para relatório de sustentabilidade». Disponível em <a href="http://www.globalreporting.org" target="_blank">http://www.globalreporting.org</a>. Acesso em 20/10/2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1645-4464201300030000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>KNEIPP, M. J. (2012), «Gestão para a sustentabilidade e desempenho em empresas do setor mineral». Tese de Mestrado em Administração – Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1645-4464201300030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>KANJI, G. K. e CHOPRA, P. K. (2010), «Corporate Social Responsibility in a global economy». <i>Total Quality Management</i>, vol. 21(2), pp.119-143.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1645-4464201300030000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>KEEBLE, J. J.; TOPIOL, S. e BERKLEY, S. (2003), «Using indicators to measure sustainability performance at a corporate and project level». <i>Journal of Business Ethics</i>, vol<i>. </i>44, pp. 149-158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1645-4464201300030000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>MESTRE, A. e GIL, L. (2011), «Cork for sustainable product design». <i>Ciência &amp; Tecnologia dos Materiais</i>, vol. 23(3/4), pp. 52-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1645-4464201300030000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>MUNASINGHE, M. (2007), «Sustainable development triangle». Disponível em <a href="http://www.eoearth.org/article/Sustainable_development_triangle" target="_blank">http://www.eoearth.org/article/Sustainable_development_triangle</a>. Acesso em 20/11/ 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1645-4464201300030000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>OLIVEIRA, J. H. R. (2002), «Método para avaliação de indicadores de sustentabilidade organizacional». Tese de Doutorado em Engenharia de Produção – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1645-4464201300030000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>PESTANA, M. e TINOCO, I. (2009), «A indústria e o comércio da cortiça em Portugal durante o século XX». <i>Silva Lusitana</i>, vol. 17(1), pp. 1-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1645-4464201300030000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>ROCA, L. C. e SEARCY, C. (2012), «An analysis of indicators disclosed in Corporate Sustainability Reports».&nbsp;<i>Journal of Cleaner Production</i>, vol. 20(1), pp. 103-118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1645-4464201300030000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>SILVA, J. O.; ROCHA, I.; WIENHAGE, P. e RAUSCH, R. B. (2009), «Gestão Ambiental: uma análise da evidenciação das empresas que compõem o Índice de Sustentabilidade Empresarial (IES)». <i>Revista de Gestão Social Ambiental – RGSA</i>, vol. 3(3), pp. 56-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1645-4464201300030000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>SOUZA, R. de B. e LOPES, P. da C. (2010), «Indicadores de sustentabilidade em simulações de negócios: uma proposição no contexto do jogo de empresas SEE».<i> </i> <i>Revista Contemporânea de Economia e Gestão</i>, vol. 8(2). Disponível em <a href="http://www.doaj.org/doaj?func=fulltext&passMe=http://www.contextus.ufc.br/index.php/contextus/article/view/264" target="_blank">http://www.doaj.org/doaj?func=fulltext&amp;passMe=http://www.contextus.ufc.br/index.php/contextus/article/view/264</a>. Acesso em 18/11/2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1645-4464201300030000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>STEURER, R.; LANGER, M. E.; KONRAD, A. e MARTINUZZI, A. (2005), «Corporations, stakeholders and sustainable development: a theoretical exploration of business society relations». <i>Journal of Business Ethics, Netherlands</i>, vol. 61(3), pp. 263-281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1645-4464201300030000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido em&nbsp;abril de 2012&nbsp;e aceite em&nbsp;setembro de 2013.    <br> Received in April 2012 and accepted in September 2013.</p>      ]]></body><back>
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