<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1645-4464</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. Portuguesa e Brasileira de Gestão]]></abbrev-journal-title>
<issn>1645-4464</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[INDEG-IUL - ISCTE Executive Education ]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1645-44642015000200005</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O efeito da sucessão no desempenho das empresas familiares: Um estudo regional]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of succession in the performance of family firms: A regional study]]></article-title>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[El efecto de la sucesión en el desempeño de las empresas familiares: Un estudio regional]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[António]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Henriques]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carla]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rosana]]></given-names>
</name>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia e Gestão Centro de Estudos em Educação, Tecnologias e Saúde]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Viseu ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia e Gestão ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Viseu ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<volume>14</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>38</fpage>
<lpage>48</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1645-44642015000200005&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1645-44642015000200005&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1645-44642015000200005&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Na investigação desenvolvida em torno do efeito geracional, a análise dos problemas originados pela divergência de interesses entre gerações tem ganho relevância. A especificidade que as empresas familiares assumem, ao nível da assimetria de informação, da divergência de interesses nas relações estabelecidas e do peso que têm no setor empresarial, confere-lhes um papel relevante. O presente estudo procura perceber de que forma a geração condiciona a rendibilidade das empresas familiares. Os resultados obtidos sugerem que nas empresas com mais de cinco empregados, a gestão praticada pelo proprietário fundador é fonte de maior rendibilidade. Constatou-se também que, neste grupo de empresas, a propriedade de gestão exerce influência significativa sobre o desempenho das empresas na primeira geração, verificando-se que, à medida que aquela aumenta, o desempenho tende a diminuir.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In research carried out around the generational effect, analyses of problems caused by the divergence of interests between generations have gained relevance. The specificity that family enterprises assumes at the level of information asymmetry, of the divergence of interests in the relations established between the different participants and the weight they play within the business sector, gives them an important role. This study aims to understand how the generation affects the profitability of family businesses. The results suggest that in companies with more than five employees, the management practiced by the founding owner is a source of increased profitability. Furthermore, in this group of companies, the management property has significant influence on the performance of companies that are in the first generation and it was observed that as this increases the performance tends to decrease.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[En la investigación desarrollada en torno al efecto generacional, el análisis de los problemas causados por la divergencia de intereses entre generaciones ha ganado relevancia. La especificidad que las empresas familiares asumen, el nivel de asimetría de la información, la divergencia de intereses en las relaciones establecidas y el peso que asumen en el sector empresarial, les proporciona un papel relevante. Este estudio busca entender cómo la generación afecta a la rentabilidad de las empresas familiares. Los resultados obtenidos sugieren que en las empresas con más de cinco empleados, la gestión practicada por el propietario fundador es una fuente de mayor rentabilidad. También se constató que, en este grupo de empresas, la propiedad de la gestión ejerce una influencia significativa en el desempeño de las empresas de la primera generación, verificándose que a medida que aumenta, el rendimiento tiende a disminuir.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Desempenho]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Empresa Familiar]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Sucessão]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Propriedade de Gestão]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Performance]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Family Firms]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Succession]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Management Property]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[Desempeño]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[Negocio Familiar]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[Sucesión]]></kwd>
<kwd lng="es"><![CDATA[Propiedad Gestión]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ESTUDOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>O   efeito da sucessão no desempenho das empresas familiares</b></font><font size="4"><b>: <font face="Verdana">Um estudo regional</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">The effect of succession in the performance of family   firms: A regional study</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">El efecto de la sucesi&oacute;n en el desempe&ntilde;o de las empresas familiares: Un estudio regional </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>António Pinto<sup>I</sup>; Carla Henriques<sup>II</sup>; Rosana Gonçalves</b></font><font size="2" face="Verdana"><b><sup>III</sup></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Doutorado em Gest&atilde;o de Empresas, especialidade de Finan&ccedil;as Empresariais,   Universidade de Coimbra, Faculdade de Economia. Professor Adjunto, Instituto   Polit&eacute;cnico de Viseu, Escola Superior de Tecnologia e Gest&atilde;o, Centro de Estudos em Educa&ccedil;&atilde;o, Tecnologias e Sa&uacute;de, 3504-510 Viseu, Portugal. E-mail: <a href="mailto:spinto@estv.ipv.pt">spinto@estv.ipv.pt    <br> </a></font><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Doutorada em Matem&aacute;tica, especialidade de Matem&aacute;tica Aplicada e &aacute;rea de   Probabilidades e Estat&iacute;stica, Universidade de Coimbra, Faculdade de Ci&ecirc;ncias e   Tecnologia e membro do Centro de Matem&aacute;tica. Professora Adjunta, Instituto   Polit&eacute;cnico de Viseu, Escola Superior de Tecnologia e Gest&atilde;o, Campus Polit&eacute;cnico de Repeses, 3504-510 Viseu, Portugal. E-mail: <a href="mailto:carlahenriq@estgv.ipv.pt">carlahenriq@estgv.ipv.pt    <br> </a></font><font size="2" face="Verdana"><sup>III</sup>Mestre em Finan&ccedil;as Empresariais, Instituto Polit&eacute;cnico de Viseu, Escola Superior de Tecnologia e Gest&atilde;o, 3504-510 Viseu, Portugal.</font> <font size="2" face="Verdana">E-mail: <a href="mailto:rsr_goncalves@hotmail.com">rsr_goncalves@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na investigação desenvolvida em torno do   efeito geracional, a análise dos problemas originados pela divergência de interesses   entre gerações tem ganho relevância. A especificidade que as empresas   familiares assumem, ao nível da assimetria de informação, da divergência de   interesses nas relações estabelecidas e do peso que têm no setor empresarial,   confere-lhes um papel relevante. O presente estudo procura perceber de que   forma a geração condiciona a rendibilidade das empresas familiares. Os   resultados obtidos sugerem que nas empresas com mais de cinco empregados, a   gestão praticada pelo proprietário fundador é fonte de maior rendibilidade.   Constatou-se também que, neste grupo de empresas, a propriedade de gestão   exerce influência significativa sobre o desempenho das empresas na primeira   geração, verificando-se que, à medida que aquela aumenta, o desempenho tende a   diminuir.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>Desempenho; Empresa Familiar; Sucessão; Propriedade de Gestão</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">In research carried out around the generational   effect, analyses of problems caused by the divergence of interests between   generations have gained relevance. The specificity that family enterprises   assumes at the level of information asymmetry, of the divergence of interests   in the relations established between the different participants and the weight   they play within the business sector, gives them an important role. This study   aims to understand how the generation affects the profitability of family   businesses. The results suggest that in companies with more than five   employees, the management practiced by the founding owner is a source of   increased profitability. Furthermore, in   this group of companies, the management property has significant   influence on the performance of companies that are in the first generation and   it was observed that as this increases the performance tends to decrease.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Key words: </b>Performance; Family Firms; Succession; Management Property</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMEN</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">En la investigación desarrollada   en torno al efecto generacional, el análisis de los problemas causados por la   divergencia de intereses entre generaciones ha ganado relevancia. La   especificidad que las empresas familiares asumen, el nivel de asimetría de la   información, la divergencia de intereses en las relaciones establecidas y   el&nbsp; peso que asumen en&nbsp; el sector empresarial, les proporciona un   papel relevante. Este estudio busca entender cómo la generación afecta a la   rentabilidad de las empresas familiares. Los resultados obtenidos sugieren que   en las empresas con más de cinco empleados, la gestión practicada por el   propietario fundador es una fuente de mayor rentabilidad. También se constató   que, en este grupo de empresas, la propiedad de la gestión ejerce una influencia   significativa en el desempeño de las empresas de la primera generación,   verificándose que a medida que aumenta, el rendimiento tiende a disminuir.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palabras clave: </b>Desempeño; Negocio Familiar; Sucesión; Propiedad Gestión</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A importância das empresas   familiares tem gerado nos últimos anos um abundante debate, expresso na   literatura através de inúmeros trabalhos (ex.: La Porta <i>et     al.</i>, 2000; Arosa <i>et al.</i>, 2010 e   García <i>et al.</i>, 2011). Um   dos propósitos das empresas familiares é perpetuar o controlo empresarial do   fundador por várias gerações, tendo isto impacto direto no desempenho da   empresa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na   primeira geração, a propriedade está concentrada no núcleo familiar e a direção   normalmente recai no fundador. Contudo, as relações tornam-se mais complexas à   medida que a empresa cresce e fica sujeita a processos de sucessão. Esta linha   de investigação desenvolve-se em torno dos problemas que a separação de   propriedade e controlo originam, constituindo um ponto de partida para as   análises que procuram identificar mecanismos de controlo que possam atenuar os custos de agência.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas pequenas empresas de cariz familiar, o processo   sucessório é a decisão estratégica mais importante que a empresa toma, sendo a   escolha do novo líder fator determinante da expansão ou decadência da atividade   empresarial (Neubauer e Lanke, 2003). Os estudos sobre empresas familiares   refletem a importância da figura do fundador no maior desempenho pelas suas   capacidades de gestão (Barontini e Caprio, 2006; Villalonga <i>et al</i>., 2006; García <i>et al.</i>, 2011), ao contrário dos   sucessores que são menos interventivos na produtividade e eficiência empresarial (Anderson e Reeb, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este trabalho tem como objeto de estudo a influência   da geração na rendibilidade das empresas familiares de   uma região de Portugal – Viseu. A escolha das empresas objeto deste   estudo decorre do tecido empresarial ser maioritariamente constituído por   empresas familiares de reduzida dimensão geridas pelo fundador. Consideramos   ainda que a insuficiência de estudos no contexto das empresas portuguesas, e da   região de Viseu, em particular, constitui um impulso adicional para a realização deste trabalho.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Relativamente à organização do trabalho, encontra-se   dividido em cinco secções. Para além desta introdução, a secção seguinte   procura contextualizar a problemática das relações internas e a sucessão   empresarial. A terceira é dedicada à metodologia, caracterização da amostra e à   formulação de hipóteses. A quarta apresenta os resultados e a última refere-se às conclusões.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Revisão da literatura</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O governo da empresa ou <i>corporate   governance</i> foi desenvolvido no início da década de 1990 nos EUA e na   Grã-Bretanha, centrado no conflito de interesses entre investidores (proprietários   e credores) e gestores (García, 2005). O conceito está associado às relações   formais e informais estabelecidas entre os vários intervenientes da empresa,   dando a literatura particular relevância às estabelecidas entre: i)   proprietários e gestores; ii) proprietários maioritários e minoritários; iii)   proprietários e credores e, ainda, com trabalhadores e clientes (Shleifer e Vishny, 1986).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No âmbito da primeira   relação (proprietário-gestor), a propriedade e controlo assumem especial   relevância. Quando o papel de proprietário e gestor é desempenhado pelo mesmo   indivíduo, não existem conflitos. No entanto, à medida que a separação ocorre,   surgem ineficiências empresariais, constituindo a teoria de agência um   importante marco conceptual (Jensen e Meckling, 1976). A relação de agência estabelece-se   sempre que um indivíduo depende da ação de outro (McGuire <i>et al.</i>, 1991), estabelecendo-se um contrato entre ambos, que   geralmente incorpora delegação de autoridade, de tal forma que o agente toma   decisões em nome do principal. Os problemas de agência decorrem da assimetria   de informação, da seleção adversa e do risco moral, agravados pelo   comportamento de quem detém a maioria da informação e acesso à informação privilegiada (Jensen e Meckling, 1976). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura refere a   existência de assimetrias de informação quando um dos elementos possui   informação que o outro não detém, ou seja, a informação é distribuída de forma   imperfeita pelos agentes, sendo assim fonte de conflitos (Stiglitz, 1985;   Milgrom e Roberts, 1992). A assimetria dá origem a: i) informação oculta ou   seleção adversa (<i>adverse selection</i>) –   uma das partes dispõe <i>a priori</i> de   informação privada, sobre determinados estados de natureza não observáveis pela   outra e ii) ações ocultas ou risco moral (<i>moral     hazard</i>) – ações <i>a posteriori</i> não   observáveis, adotadas por uma das partes com o propósito de maximizar a sua   utilidade em detrimento da outra (Williamson, 1985). O principal pode reduzir o   comportamento desviante do agente em relação ao contratualmente estabelecido,   instituindo um sistema de incentivos ou suportando custos de agência. De acordo   com Jensen e Meckling (1976), os custos de agência decorrem da elaboração dos   contratos entre o principal e o agente, da supervisão e controlo da atividade   do agente, da sua honestidade e das perdas que decorrem da não maximização do valor empresarial.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A teoria de agência   constitui um importante referencial teórico para analisar os problemas de: i)   agência – que decorrem das relações entre investidores (proprietários e   credores) e os gestores, e ii) discricionariedade diretiva – comportamento   oportunista dos gestores (Eisenhardt, 1985). Estes problemas podem ser   reduzidos através do controlo da informação privilegiada e do desempenho da   empresa [Jensen e Meckling, 1976; Fama e Jensen, 1983(a); Demsetz e Lehn, 1985].</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No contexto da teoria   da agência, os conflitos entre os vários intervenientes da empresa originam   custos, pelo que devem ser desenvolvidos mecanismos de controlo empresarial que   os minimizem. A literatura permite agregá-los em dois grupos: um que engloba os   mecanismos de controlo externo e outro denominado de controlo interno. Os   mecanismos externos são descritos por Jensen (1993), como a presença da empresa   num mercado de aquisição hostil e pela existência de um mercado de trabalho   competitivo. Por outro lado, os mecanismos internos são utilizados como meios   de monitorizar o comportamento dos gestores e criar incentivos, para que atuem   no sentido de maximizar o valor da empresa, tais como sistemas de incentivos,   composição do conselho de administração e estrutura de propriedade (Silva, 2009). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os gestores devem ter   presente na sua atuação os interesses da empresa; no entanto, quando os   objetivos não são comuns geram-se conflitos. A propriedade detida pela gestão   pode desenvolver um fenómeno de imunidade designado na literatura por «entrincheiramento»   (Costa, 2008). De acordo com Berger <i>et     al.</i> (1997), o «entrincheiramento» traduz a situação na qual os gestores   ficam imunes à disciplina imposta por um vasto conjunto de mecanismos de   controlo. Neste sentido, devem ser implementados mecanismos de controlo que   impeçam o gestor de tomar decisões que prejudiquem a rendibilidade empresarial   (Costa, 2008). De acordo com Berger <i>et     al.</i> (1997), «entrincheiramento» reflete a situação em que os gestores ficam   imunes à disciplina imposta por um vasto conjunto de mecanismos de controlo. O   nível de «entrincheiramento» pode ser controlado por vias distintas, sendo de   realçar o peso da propriedade detida pelos gestores e pelo poder de voto na   tomada de decisões [Demsetz, 1983;   Fama e Jensen, 1983(b); Bebchuk <i>et al.</i>, 2009].</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O conceito <i>Corporate Governance</i> (governança   empresarial) é apreendido de forma diversa, reportando-se a pessoas ou   instituições distintas e a naturezas distintas em função do sistema   político/legal (ex.: proteção legal dos investidores) (Shleifer e Vishny,   1997). Apesar das diferenças, existe consenso na literatura em agregar os   sistemas de governo empresarial em torno de dois modelos: i) modelo   anglo-saxónico (<i>Outsider System</i> ou <i>Market Oriented</i>) e ii) modelo   continental europeu e japonês (<i>Insider System</i> ou <i>Bank Oriented</i>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">No âmbito dos   mecanismos de controlo interno, a estrutura de propriedade constitui um elemento   fundamental da governança empresarial, apresentando características distintas em cada um dos diferentes modelos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No modelo   anglo-saxónico, as empresas apresentam maior dimensão e elevada dispersão de   capital, com uma clara separação entre propriedade e gestão (Kaplan, 1997;   Franks e Mayer, 1998). O mercado exerce um papel de controlo relevante face aos   mecanismos internos. Neste sistema, a maior concentração de capital faz-se   acompanhar por um maior número de participações cruzadas como instrumento de controlo (González e González, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No modelo continental   europeu, a propriedade está muito concentrada e existe um forte domínio   familiar (La Porta <i>et al.</i>, 1999;   Facio e Lang 2002). Este modelo caracteriza-se por uma certa passividade dos   detentores de capital e investidores institucionais, pelo facto de o conselho   de administração nem sempre ser independente da direção (impedindo uma eficaz   fiscalização) e pela ausência de um controlo ativo do mercado empresarial   (Jensen, 1993; Gedajlovic e Shapiro, 2002). Neste modelo prevalece a empresa   familiar com origem numa organização controlada e dirigida por um empreendedor (Gersick <i>et al.</i>, 1997).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na literatura existem   várias definições de empresa familiar. Desde o trabalho seminal de Christensen   (1953), tem sido difícil reunir consenso em torno deste conceito, sintoma   provável da sua complexidade e abrangência. Pode, no entanto, ser identificado um   conjunto de características na empresa familiar: i) um dos membros está na sua   origem e participa na propriedade; ii) os valores institucionais identificam-se   com a figura do fundador; iii) a sucessão está ligada ao fator hereditário   (Leone, 1991); iv) é gerida numa base de transmissão de geração em geração,   sendo propriedade de uma única família ou de um pequeno número de famílias   (Sharma <i>et al.</i>, 1999); v) o proprietário detém pelo menos 50% da propriedade (Anderson e Reeb, 2003 e Wang, 2006). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Do exposto identificam-se   algumas características que prevalecem, nomeadamente, a relação familiar, a   propriedade, a gestão ativa do negócio e a necessidade em assegurar a continuidade geracional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As empresas familiares,   como as restantes, são influenciadas pelas relações empresariais; no entanto,   têm associadas laços de interdependência familiar muito fortes (Correia, 2003).   Os estudos empíricos revelam que o desempenho sofre alterações significativas   em função da geração (Arosa <i>et al.</i>, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na primeira geração centrada   no fundador e no núcleo familiar prevalece uma convergência de interesses muito   forte, pelo que os custos de agência assumem pouca relevância (Lester e   Canella, 2006). A concentração de propriedade reduz os conflitos, a tomada de   decisão tem horizontes temporais dilatados (Bartholomeuz e Tanewski, 2006) e a   presença do controlo familiar garante uma maior supervisão da gestão, reduzindo   os inconvenientes associados à separação da propriedade e controlo [Fama e Jensen, 1983(b)]. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A relação entre a   família e a empresa condiciona, em muitas circunstâncias, as decisões mais   importantes no seio da organização, na medida em que estas duas realidades se sobrepõem (Ussman, 2004). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como principais   vantagens da empresa familiar, há a referir: i) prevalência de interesses   comuns (os laços afetivos entre as pessoas e a forma como atuam em prol de um   objetivo comum); ii) confiança mútua e autoridade definida e reconhecida   (minimiza as lutas pelo poder e as intenções menos claras, quer entre   trabalhadores e linhas hierárquicas); iii) facilidade de transmissão da   informação (comunicação intensa e fluida, sem barreiras e com confiança entre   as pessoas); iv) flexibilidade de processos (maior simplicidade da estrutura da   organização, contribuindo para a delegação de funções, autonomia e   flexibilização dos sistemas de informação e de controlo; v) execução de   projetos a longo prazo (planos elaborados para o futuro, a pensar na família e   sucessores que garantam a continuidade do negócio) e iv) permanência da cultura   e valores (organizações marcadas pela cultura e pelos valores definidos pelo seu fundador) (Gallo e Ribeiro, 1996; Martins, 1999).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No entanto, estas   empresas deparam-se com alguns constrangimentos, nomeadamente: i) coincidência   entre propriedade e gestão (ausência de competências para a continuidade do   negócio); ii) maior isolamento do meio envolvente (ignora as alterações do   meio, dos produtos e dos clientes); iii) dificuldade em acompanhar as regras do   mercado (a empresa é pouco flexível na capacidade de adaptação ao mercado,   fruto da elevada centralização de poder no fundador); iv) forte   interdependência entre laços afetivos e contratuais (não existe distinção clara   entre a vida familiar e empresarial); v) problemas de sucessão (a falta de   «sangue novo» pode comprometer a capacidade de inovação da empresa,   verificando-se uma forte resistência à saída do fundador) e vi) ausência de   clareza nos processos (o controlo e supervisão da gestão é menos rigoroso) (Gallo e Ribeiro, 1996; Martins, 1999).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A gestão das empresas   familiares está inicialmente nas mãos do seu fundador e, gradualmente, os   sucessores vão desempenhando um papel cada vez mais relevante. Para Miller e   Rice (1988), estas tendem a manter a gestão do negócio no seio do agregado   familiar; no entanto, à medida que ganham dimensão, os problemas tornam-se mais   complexos e, na ausência de resposta interna, recrutam no exterior as   capacidades necessárias, sob pena de não poderem garantir a sua sobrevivência.   Acompanhando o crescimento da estrutura da empresa, estabelecem-se e   desenvolvem-se novas relações no seu seio, tendencialmente mais complexas, ampliadas com os problemas de sucessão. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os estudos centrados   nestas empresas referem que a sua sobrevivência está diretamente relacionada   com o processo sucessório, a profissionalização da gestão e com os conflitos   familiares gerados (Fujioka, 2002). Quando o fundador transmite para a geração   seguinte a cultura e a filosofia da vida familiar, condiciona o modo como a   gestão é exercida. Em muitas circunstâncias, a experiência acumulada não é   absorvida pelos sucessores e a separação do património pessoal e empresarial é   pouco nítida, estando na sua origem a: i) utilização indevida dos recursos   empresariais; ii) ausência de sistemas de planeamento financeiro; iii)   resistência à modernização, e, por fim, iv) contratação de pessoas por   afinidade pessoal e não pela sua competência técnica (Lodi, 1998). As   dificuldades na sucessão decorrem da ausência de fronteiras nítidas entre o domínio familiar e empresarial (Magretta, 1998; Matthews <i>et al.</i>, 1999). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os estudos empíricos   (Fritz, 1993; Morris <i>et al.</i>, 1998;   Oliveira, 1999; Venter <i>et al.</i>, 2005)   revelam que cerca de 30% das empresas familiares sobrevivem na segunda geração   e apenas 14% na terceira. A transferência de poder não é imediata, carece de   tempo de maturação, pelo que deve ser levado em conta um conjunto de aspetos, a   saber: o processo de aprendizagem dos descendentes, o relacionamento que se   estabelece com o fundador, a confiança mútua e o planeamento do processo   sucessório (Lodi, 1987; Morris <i>et al.</i>,   1998). Para garantir o seu êxito, tornar-se-á necessário preparar a geração   seguinte que vai assumir a gestão, sendo esta determinante na sobrevivência   empresarial (Ward, 2011; Venter <i>et al.</i>, 2005).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Hipóteses e metodologia de investigação</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com base no referencial teórico   desenvolvido na secção anterior, pretende-se avaliar a influência do efeito   geracional no desempenho empresarial. Isto é, perceber de que forma os problemas de agência criados com a sucessão condicionam a rendibilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 2012 as empresas individuais não   financeiras representavam 67% do total das empresas não financeiras (PORDATA,   2014). Um estudo de 2011 da Associação Empresarial de Portugal – Câmara de   Comércio/Indústria concluiu que, em Portugal, metade das empresas familiares não passam para a segunda geração e apenas 20% atingem a terceira.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O nosso estudo incide sobre pequenas e   médias empresas familiares de uma região de Portugal – Viseu, considerando-se   como empresa familiar aquela em que pelo menos 50% da   propriedade é detida pela família, à semelhança de Anderson   e Reeb (2003) e Wang (2006), entre outros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados utilizados na elaboração deste   estudo compreendem duas fontes: i) consulta direta às empresas para recolher   informação sobre a geração responsável pela gestão e ii) SABI (Sistema de   Análise de Balanços Ibéricos) para extrair dados económico-financeiros, relativos ao ano de 2012.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A amostra foi selecionada da seguinte   forma: i) eliminaram-se da base de dados as empresas que não tinham informação   contabilística; ii) retiveram-se as empresas do distrito de Viseu e iii)   incluíram-se aquelas para as quais foi possível obter informação sobre a   geração. Tendo em conta estas condicionantes, a amostra é constituída por 141 empresas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Neste estudo, a variável dependente é o   desempenho, aferido pela rendibilidade operacional do ativo (ROA).   Consideram-se como variáveis independentes o efeito geracional, avaliado pela   geração, e a estrutura de propriedade, expressa pela propriedade de gestão. A propriedade   de gestão é uma das características que melhor identificam a estrutura de   propriedade. Estudos empíricos revelam que a propriedade de gestão contribui   para a estabilidade do negócio e para a definição das decisões estratégicas   (Mishra <i>et al.</i>, 2001). A propriedade   de gestão constituiu um importante mecanismo de controlo interno,   configurando-se como um dos principais determinantes do desempenho empresarial   (La Porta <i>et al.</i>, 1996). Na <a href="/img/revistas/rpbg/v14n2/14n2a05t1.jpg">Tabela 1</a> apresenta-se uma descrição sumária das medidas   utilizadas, tendo por base as sugestões de diversos estudos empíricos que se têm dedicado a esta temática.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Com o intuito de investigar de que modo   a rendibilidade se relaciona com a geração e com a propriedade de gestão,   formulou-se a seguinte hipótese:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">H<sub>1</sub>: A geração e a propriedade de gestão condicionam a rendibilidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Das 141 empresas que constituem a amostra,   79 (56,03%) são geridas pelo seu fundador, isto é encontram-se na primeira   geração. Quanto à dimensão, a amostra é constituída por 49 microempresas   (36,30%) e 86 «não micro» (63,70%) (considera-se «microempresa» aquela que tem menos de seis trabalhadores – Decreto-Lei n.º 35/2010, de 2 de setembro). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="/img/revistas/rpbg/v14n2/14n2a05t2.jpg">Tabela 2</a> apresenta os resultados   provenientes da análise da rendibilidade, face à geração presente nas empresas, considerando separadamente as empresas «micro» e as empresas «não micro».</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Constatamos que a rendibilidade das   empresas é superior para as empresas na primeira geração, contudo a diferença   só é significativa para as empresas «não micro». Os resultados obtidos nas   empresas «não micro» encontram-se em sintonia com Kang (1998) e Villalonga<i> et al.</i> (2006) que realçam o papel do fundador nas empresas familiares de primeira geração. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com estes resultados, a   primeira geração tem efeito na rendibilidade, mas apenas nas empresas «não   micro». Como tal, para aprofundar a relação entre a rendibilidade e a geração, consideramos apenas as empresas «não micro». </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A hipótese H<sub>1</sub> será avaliada, numa primeira fase, pelo seguinte modelo:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">ROA = &#946;<sub>0</sub> + &#946;<sub>1</sub>G + &#946;<sub>2</sub>PG + &#946;<sub>3</sub>PGxG + &#949;                                           (Modelo 1)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O modelo proposto para avaliar a   hipótese em investigação será estimado com as 86 empresas «não micro» da amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/rpbg/v14n2/14n2a05t3.jpg">Tabela 3</a> apresentam-se os resultados da estimação do Modelo 1.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">O   modelo estimado evidencia que a geração tem um efeito significativo na   rendibilidade e que as empresas de primeira geração, em média, têm uma   rendibilidade acrescida. Em suma, as empresas de primeira geração apresentam um   ROA superior face às restantes. O coeficiente de determinação é de 26,5%, ou seja, o modelo estimado explica cerca de 26,5% das variações no ROA. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   resultados obtidos estão em sintonia com o que estudos anteriores têm evidenciado   (ex.: Wang, 2006; Martikainen <i>et al.</i>,   2009), quando referem que a presença a longo prazo de membros da primeira   geração na empresa pode aumentar a qualidade dos resultados, melhorando assim o   desempenho. Andres (2008) refere que as empresas familiares apresentam um   melhor desempenho, nomeadamente quando o seu fundador detém uma participação   ativa na gestão. Nesta linha, estudos recentes (Barontini   e Caprio, 2006; Villalonga <i>et al.,</i> 2006; García <i>et al.</i> 2011) validam o papel do fundador na melhoria   do desempenho, isto é, o fundador concede à empresa capacidades de gestão, ao contrário dos seus   sucessores que contribuem em menor grau para a eficiência e produtividade da empresa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados expostos   na Tabela 3 permitem ainda verificar que o efeito da interação entre a geração   e a propriedade de gestão é significativo. Mais precisamente, o modelo estimado   dá indicação de que a propriedade de gestão só tem   efeito significativo sobre o ROA nas empresas de primeira geração (já que o   coeficiente associado a PG não é significativo). Sugere ainda que, nas empresas   de primeira geração, a propriedade de gestão tem efeito negativo sobre o ROA, o que significa que, em média, quanto mais elevada for a propriedade   de gestão, menor será a rendibilidade da empresa. Os resultados obtidos vão ao   encontro de Cronqvist e Nilsson (2003), quando referem que a participação do   proprietário maioritário na gestão tem efeitos negativos sobre o desempenho da   empresa. No entanto, outros autores (ex.: Renneboog, 2000) defendem que a   participação significativa no capital, por parte da família, permite um controlo mais eficaz com efeitos positivos ao nível do desempenho empresarial.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em suma, os resultados   validam a hipótese formulada na secção anterior e encontram-se em sintonia   com Andres (2008) quando argumenta que as empresas familiares têm um melhor   desempenho, nomeadamente quando o fundador participa ativamente na gestão. Por   sua vez, Demsetz e Lehn (1985) não identificam qualquer relação entre a rendibilidade e a propriedade de gestão.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerou-se um segundo modelo para validar a   hipótese H<sub>1</sub>, estabelecendo uma relação quadrática entre a propriedade de gestão e a rendibilidade:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">ROA = &#946;<sub>0</sub> + &#946;<sub>1</sub>G   + &#946;<sub>2 </sub>PG<sup>2</sup> + &#946;<sub>3 </sub>PG<sup>2</sup>xG + &#949;                                       (Modelo 2)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados da estimação são apresentados na <a href="/img/revistas/rpbg/v14n2/14n2a05t4.jpg">Tabela 4</a>.</font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As conclusões retiradas do Modelo 1 são confirmadas   pelo Modelo 2. Mais uma vez, a propriedade de gestão só tem efeito   significativo sobre a rendibilidade nas empresas de primeira geração e nestas   verifica&#8209;se uma tendência para um decréscimo na rendibilidade com o   aumento da propriedade de gestão. De facto, dado que a propriedade de gestão   toma apenas valores positivos, a relação quadrática estabelecida pelo modelo   estimado entre a propriedade de gestão e a rendibilidade, nas empresas de   primeira geração, define um arco de parábola que é função decrescente da propriedade   de gestão (já que quando G=1 o modelo estimado é ROA=0,223-1,97x10<sup>-5 </sup>PG<sup>2</sup>).   A validade da hipótese formulada é, pois, reforçada pelos resultados da   estimação do Modelo 2. Refira-se ainda que o R<sup>2</sup> mantém-se nos 27%,   ou seja, uma boa parte da variação da ROA é explicada pelas variáveis, geração, propriedade de gestão e a interação entre ambas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para terminar, sublinhe-se que 2 das 86 empresas   consideradas na estimação dos modelos apresentavam resíduos elevados, sendo   potencialmente influentes na estimação dos coeficientes. Dada a reduzida   dimensão da amostra, foi feito um estudo sobre a influência destas observações   (empresas) através das medidas usualmente consideradas para o efeito, os DFFits,   DFBetas e a distância de Cook. Apesar dos valores relativamente elevados destas   medidas de influência para as duas observações em causa, verificou-se que os   modelos estimados sem estas duas empresas não eram substancialmente diferentes e conduziam às mesmas conclusões. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><a><b>Conclu</b></a><b>sões </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo principal deste trabalho foi compreender   a influência do efeito geracional na rendibilidade da empresa, ou seja,   perceber de que forma os problemas gerados com a sucessão empresarial condicionam o desempenho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo por base as empresas familiares da região de   Viseu, em Portugal, investigou-se de que modo a geração é fator condicionante   da rendibilidade. Concluiu-se que a geração só tem efeito significativo nas   empresas com mais de cinco trabalhadores («não micro»), observando-se uma maior rendibilidade nas que se encontram na primeira geração.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerando apenas as empresas com mais de cinco   trabalhadores, a análise dos modelos de regressão sugere que a geração é um   fator explicativo da rendibilidade da empresa, sendo que a primeira geração   apresenta um ROA superior. Quanto à propriedade detida por quem desempenha   cargos de gestão, observou-se um impacto negativo mas apenas nas empresas de primeira geração.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em síntese, os resultados obtidos indicam que a geração é um fator importante na explicação da rendibilidade das empresas «não micro». </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como principal limitação deste estudo, realça-se o   número reduzido de empresas em análise e o enquadramento estritamente regional,   já que o estudo se centra apenas em dados de uma região portuguesa. Um maior   número de empresas e um enquadramento mais amplo iria permitir aferir com maior precisão o efeito da geração na rendibilidade das empresas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em investigações futuras seria interessante avaliar,   para uma amostra de maior dimensão, os fatores que influenciam a rendibilidade   das empresas, nomeadamente explorar a prevalência da obtenção de «benefícios privados».</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ANDERSON, C. e REEB, M. (2003), «Founding&#8208;family ownership and firm performance: Evidence from the S&amp;P 500». <i>The Journal of Finance</i>, vol. 58(3), pp. 1301-1327.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1645-4464201500020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ANDRES, C. (2008), «Large shareholders and firm performance: An empirical examination of founding-family ownership». <i>Journal of Corporate Finance</i>, vol. 14(4), pp. 431-445.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1645-4464201500020000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">AROSA, B.; ITURRALDE, T. e MASEDA, A. (2010), «Ownership structure and firm performance in non-listed firms: Evidence from Spain». <i>Journal of Family Business Strategy</i>, vol. 1(2), pp. 88-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1645-4464201500020000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BARONTINI, R. e CAPRIO, L. (2006), «The effect of family control on   firm value and performance: Evidence from continental Europe». <i>European Financial Management</i>, vol. 12(5), pp. 689-723.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1645-4464201500020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BEBCHUK, L.; COHEN, A. e FERRELL, A. (2009), «What matters in corporate governance?». <i>Review of Financial Studies</i>, vol. 22(2), pp. 783-827.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1645-4464201500020000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BERGER, G.; OFEK, E. e YERMACK, D. (1997), «Managerial entrenchment and capital structure decisions». <i>The Journal of Finance</i>, vol. 52(4), pp. 1411-1438.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1645-4464201500020000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">CHRISTENSEN, C. (1953), «Management succession in   small and growing   enterprises». Boston. Graduate School of Business Administration. Harvard University. <a href="https://archive.org/details/managementsucces00chri" target="_blank">https://archive.org/details/managementsucces00chri</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1645-4464201500020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">CORREIA, S.   (2003), «Determinantes da Estrutura de Capital das Empresas Familiares   Portuguesas». Dissertação de Mestrado em Finanças Empresariais, Universidade do Algarve.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1645-4464201500020000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">COSTA, J. (2008), «O Impacto do Entrincheiramento no Earnings Management». Dissertação de Mestrado, Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1645-4464201500020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">CRONQVIST, H. e NILSSON, M. (2003), «Agency costs of controlling minority shareholders». <i>Journal of Financial and Quantitative Analysis</i>, vol. 38(4), pp. 695-719.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1645-4464201500020000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">DEMSETZ, H. (1983), «The Structure of Ownership and the Theory of the Firm». <i>Journal of Law and Economics</i>, vol. 26(2), pp. 375-390.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1645-4464201500020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">DEMSETZ, H. e LEHN, K. (1985), «The structure of corporate   ownership: Causes and consequences». <i>Journal of Political Economics</i>, vol. 93(6), pp. 1155-1177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1645-4464201500020000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">EISENHARDT, M. (1985),   «Control: Organizational and economic approaches». <i>Management Science</i>, vol. 31(2), pp. 134-149.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1645-4464201500020000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FACIO, M. e LANG, L. (2002), «The ultimate ownership   of western European corporations». <i>Journal of Financial Economics</i>, vol. 65, pp. 365-395.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1645-4464201500020000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FAMA, E. e JENSEN, M. C. (1983a),   «Agency problems and residual claims». <i>Journal of Law and Economics</i>, vol. 26, pp. 327-349.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1645-4464201500020000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FAMA, E. e JENSEN, M. C. (1983b), «Separation of ownership and control». <i>Journal of Law and Economics</i>, vol. 26, pp. 301-325.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1645-4464201500020000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FRANKS, J. e MAYER, C. (1998), «Bank control, takeovers and corporate   governance in Germany». <i>Journal of Banking   &amp; Finance</i>, vol. 22(10-11), pp. 1385-1403.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1645-4464201500020000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FRITZ, R. (1993),   <b>Empresa Familiar: Uma Visão Empreendedora</b>. Makron Books, São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1645-4464201500020000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FUJIOKA, N.   (2002), «Empresa familiar: Fracasso ou sucesso?». Fórum Paranaense de Administração Curitiba. Anais Spein.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1645-4464201500020000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GALLO, M. e   RIBEIRO, V. (1996), <b>A Gestão das Empresas Familiares</b>. Almedina, Rio de Janeiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1645-4464201500020000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GARCÍA, F. (2005),   «Governança corporativa». Instituto de   Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Monografia, pp.1-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1645-4464201500020000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GARCÍA, P.; PUERTO, R. e DE LA TORRE   OLVERA, C. (2011), «Concentración de propiedad y valor de mercado en la empresa   familiar: Un enfoque de gobierno corporativo». <i>Pecunia: Revista de la Facultad de Ciencias     Económicas y Empresariales</i>, vol. 1, pp. 111-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1645-4464201500020000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GEDAJLOVIC, E. e SHAPIRO, D. (2002), «Management and ownership effects:   Evidence from five countries». <i>Academy of Management Journal</i>, vol. 45, pp. 565-575.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1645-4464201500020000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GERSICK, E.; DAVIS, A.;   HAMPTON, M. e LANSBERG, I. (1997), «De geração   para geração». <i>In</i> <b>Ciclos de Vida das Empresas Familiares</b>.   Harvard Business School Press/Negócio Editora, pp. 308-320.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1645-4464201500020000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GONZÁLEZ, V. e GONZÁLEZ, F. (2008), «Influence of bank concentration   and institutions on capital structure: New international evidence». <i>Journal     of Corporate Finance</i>, vol. 14(4), pp. 363-375.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1645-4464201500020000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">JENSEN,   C. e MECKLING, H. (1976), «Theory of the firm: Managerial behavior, agency   costs and ownership structure». <i>Journal of Financial Economics</i>, vol. 3, pp. 305-360.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1645-4464201500020000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">JENSEN,   M. (1993), «The modern industrial   revolution, exit, and the failure of internal control systems». <i>The Journal of Finance</i>, vol. 48, pp. 831-880.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1645-4464201500020000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">KANG, D. (1998),   «The Impact of Ownership Type on Performance in Public Corporations: A Study of the US Textile Industry 1983-1992». Harvard Business School Working Paper.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1645-4464201500020000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">KAPLAN, S. (1997), «Corporate governance and corporate   performance, a comparison of Germany, Japan and US». <i>Journal of Applied Corporate Finance</i>, vol. 9(4), pp. 86-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1645-4464201500020000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LA PORTA, R.; LOPEZ-DE-SILANES, F. e SHLEIFER, A. (1999), «Corporate ownership around the world».&nbsp;<i>The Journal of Finance</i>,&nbsp;vol. 54(2), pp. 471-517.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1645-4464201500020000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LA PORTA,   R.; LOPEZ-DE-SILANES, F.; SHLEIFER, A. e VISHNY, R. W. (1996), «Trust in Large Organizations». National Bureau of Economic Research, <i>Working Paper </i>n.º 5864, dezembro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1645-4464201500020000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LA PORTA, R.;   LOPEZ-DE-SILANES, F.; SHLEIFER, A. e VISHNY, R. W. (2000), «Agency problems and dividend policies around the world».&nbsp;<i>The Journal of Finance</i>,&nbsp;vol. 55(1), pp. 1-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1645-4464201500020000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LEONE, P. (1991), «A   dimensão física das pequenas e médias empresas (PME): À procura de um critério   homogeneizador». <i>Revista de Administração de Empresas</i>, vol. 31(2), pp. 53-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1645-4464201500020000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LESTER,   H. e CANNELLA, A. (2006), «Interorganizational familiness: How family firms use   interlocking directorates to build community&#8208;level social capital 1». <i>Entrepreneurship Theory and Practice</i>, vol. 30(6), pp. 755-775.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1645-4464201500020000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LODI, B. (1987), <b>Sucessão e Conflito na Empresa Familiar</b>. Pioneira, São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1645-4464201500020000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LODI, B. (1998), <b>A Empresa Familiar</b>. 5.ª ed. Pioneira, São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1645-4464201500020000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGRETTA,   J. (1998), «Governing the family-owned enterprise: An interview with Finland’s Krister Ahlstrõm». <i>Harvard Business Review</i>, janeiro/fevereiro, pp. 113-123.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1645-4464201500020000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARTIKAINEN,   M.; NIKKINEN, J. e VÄHÄMAA, S. (2009), «Production functions and productivity   of family firms: Evidence from the S&amp;P 500». <i>The Quarterly Review of Economics and     Finance</i>, vol. 49(2), pp. 295-307.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1645-4464201500020000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARTINS,   C. (1999), «Empresas Familiares». GEPE – Gabinete de Estudos e Prospetiva Económica do Ministério da Economia, Lisboa. <a href="http://bibliotecas.utl.pt/cgi-bin/koha/opac-detail.pl?biblionumber=25361" target="_blank">http://bibliotecas.utl.pt/cgi-bin/koha/opac-detail.pl?biblionumber=25361</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1645-4464201500020000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MATTHEWS,   H.; MOORE, W. e FIALKO, S. (1999), «Succession in the family firm: A cognitive categorization perspective». <i>Family Business Review</i>, vol. 12(2), pp. 159-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S1645-4464201500020000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MCGUIRE, M.; PRATT, J. e ZECKHAUSER, R. (1991), «Paying to improve your chances.   Gambling or insurance». <i>Journal of Risk and Uncertainty</i>, vol. 4, pp. 329-338.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S1645-4464201500020000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MILGROM,   P. e ROBERTS, J. (1992), <b>Economics Organization and Management</b>. Prentice-Hall, Englewood Cliffs.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S1645-4464201500020000500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MILLER,   J. e RICE, A. (1988), «The family business in contemporary society». <i>Family Business Review</i>, vol. 1(2), pp. 193-210.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S1645-4464201500020000500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MISHRA,   C. S.; RANDOY, T. e JENSSEN, J. I. (2001), «The effect of founding family   influence on firm value and corporate governance». <i>Journal of International     Financial Management &amp; Accounting</i>, vol. 12(3), pp. 235-259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S1645-4464201500020000500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MORRIS, M.; WILLIAMS, R.; ALLEN, A. e   ÁVILA, A. (1998), «Correlates of success in family business   transitions». <i>Journal of Business Venturing</i>, vol. 12(5), pp. 385-401.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S1645-4464201500020000500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">NEUBAUER, F. e LANKE, A. G. (2003), <b>La Empresa Familiar: Como Dirigirla para que Perdure</b>. Deusto, Bilbao.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1645-4464201500020000500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">OLIVEIRA, R. (1986), <b>Planejamento Estratégico: Conceito, Metodologia e Práticas</b>. Atlas, São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S1645-4464201500020000500047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">PORDATA (2014), <a href="http://www.pordata.pt/Portugal/" target="_blank">http://www.pordata.pt/Portugal/</a>.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">RENNEBOOG, L. (2000), «Ownership, managerial control   and the governance of companies listed on the Brussels stock exchange». <i>Journal of Banking &amp; Finance</i>, vol. 24(12), pp. 1959-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S1645-4464201500020000500048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SHARMA,   P.; CHRISMAN, J. e CHUA, J. (1999), «Strategic management of the family business: Past research and future challenges». <i>Family Business Review</i>, vol. 10(1), pp. 1-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S1645-4464201500020000500049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SHLEIFER, A. e   VISHNY, R. (1986),   «Large shareholders and corporate control». <i>Journal of Political Economy</i>, vol. 94(3), pp. 458-461.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S1645-4464201500020000500050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SHLEIFER, A. e VISHNY, R. (1997), «A survey of corporate   governance». <i>The Journal of Finance</i>, vol. 52(2), pp. 737-783.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S1645-4464201500020000500051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SILVA, P. (2009), «Comissão de remunerações, compensação dos gestores e   desempenho das empresas». <i>Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários</i>, vol. 33, pp. 72-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S1645-4464201500020000500052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">STIGLITZ,   E. (1985), «Informacion   and economic analisis: A perspective». <i>The Economic Journal</i>, vol. 95, pp. 24-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S1645-4464201500020000500053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">USSMAN, M. (2004), <b>Empresas Familiares</b>. Edições Sílabo, Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S1645-4464201500020000500054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">VENTER, E.; BOSHOFF, C. e MAAS, G. (2005), «The influence of successor-related factors   on the succession process in small». <i>Family Business Review</i>, vol. 18(4), pp. 283-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S1645-4464201500020000500055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">VILLALONGA,   B. e AMIT, R. (2006), «How do family ownership, control and management affect firm value?». <i>Journal of Financial Economics</i>, vol. 80(2), pp. 385-417.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S1645-4464201500020000500056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">WANG, D. (2006), «Founding family ownership and   earnings quality». <i>Journal of Accounting Research</i>, vol. 44(3), pp. 619-656.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S1645-4464201500020000500057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">WARD,   L. (2011), <b>Keeping the Family Business Healthy: How to Plan for Continuing Growth, Profitability and Family Leadership</b>. Macmillan, Nova Iorque.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S1645-4464201500020000500058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">WILLIAMSON, E. (1985), <b>The Economic Institutions of Capitalism</b>, Free Press, Nova Iorque.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000212&pid=S1645-4464201500020000500059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em maio de 2015 e aceite em julho de 2015.    <br> </font><font size="2" face="Verdana">Received in May 2015 and accepted in July 2015.    <br> </font><font size="2" face="Verdana">Recibido en mayo 2015 y aceptado em julio 2015.</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ANDERSON]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[REEB]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Founding&#8208;family ownership and firm performance: Evidence from the S&P 500]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Finance]]></source>
<year>2003</year>
<volume>58</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>1301-1327</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ANDRES]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Large shareholders and firm performance: An empirical examination of founding-family ownership]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Corporate Finance]]></source>
<year>2008</year>
<volume>14</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>431-445</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[AROSA]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ITURRALDE]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MASEDA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Ownership structure and firm performance in non-listed firms: Evidence from Spain]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Family Business Strategy]]></source>
<year>2010</year>
<volume>1</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>88-96</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BARONTINI]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[CAPRIO]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of family control on firm value and performance: Evidence from continental Europe]]></article-title>
<source><![CDATA[European Financial Management]]></source>
<year>2006</year>
<volume>12</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>689-723</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BEBCHUK]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[COHEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FERRELL]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[What matters in corporate governance?]]></article-title>
<source><![CDATA[Review of Financial Studies]]></source>
<year>2009</year>
<volume>22</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>783-827</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BERGER]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[OFEK]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[YERMACK]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Managerial entrenchment and capital structure decisions]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Finance]]></source>
<year>1997</year>
<volume>52</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>1411-1438</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CHRISTENSEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Management succession in small and growing enterprises]]></source>
<year>1953</year>
<publisher-loc><![CDATA[Boston ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Graduate School of Business Administration. Harvard University]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CORREIA]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Determinantes da Estrutura de Capital das Empresas Familiares Portuguesas]]></source>
<year>2003</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[COSTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O Impacto do Entrincheiramento no Earnings Management]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CRONQVIST]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[NILSSON]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Agency costs of controlling minority shareholders]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Financial and Quantitative Analysis]]></source>
<year>2003</year>
<volume>38</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>695-719</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DEMSETZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Structure of Ownership and the Theory of the Firm]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Law and Economics]]></source>
<year>1983</year>
<volume>26</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>375-390</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DEMSETZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LEHN]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The structure of corporate ownership: Causes and consequences]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Political Economics]]></source>
<year>1985</year>
<volume>93</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1155-1177</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[EISENHARDT]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Control: Organizational and economic approaches]]></article-title>
<source><![CDATA[Management Science]]></source>
<year>1985</year>
<volume>31</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>134-149</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FACIO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LANG]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The ultimate ownership of western European corporations]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Financial Economics]]></source>
<year>2002</year>
<volume>65</volume>
<page-range>365-395</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FAMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[JENSEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Agency problems and residual claims]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Law and Economics]]></source>
<year>1983</year>
<volume>26</volume>
<page-range>327-349</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FAMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[JENSEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Separation of ownership and control]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Law and Economics]]></source>
<year>1983</year>
<volume>26</volume>
<page-range>301-325</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FRANKS]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MAYER]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Bank control, takeovers and corporate governance in Germany]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Banking & Finance]]></source>
<year>1998</year>
<volume>22</volume>
<numero>10-11</numero>
<issue>10-11</issue>
<page-range>1385-1403</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FRITZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Empresa Familiar: Uma Visão Empreendedora]]></source>
<year>1993</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Makron Books]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FUJIOKA]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Empresa familiar: Fracasso ou sucesso?]]></source>
<year>2002</year>
<conf-name><![CDATA[ Fórum Paranaense de Administração]]></conf-name>
<conf-loc>Curitiba </conf-loc>
<publisher-name><![CDATA[Anais Spein]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GALLO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RIBEIRO]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A Gestão das Empresas Familiares]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Almedina]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GARCÍA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Governança corporativa]]></source>
<year>2005</year>
<page-range>1-41</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GARCÍA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PUERTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DE LA TORRE OLVERA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Concentración de propiedad y valor de mercado en la empresa familiar: Un enfoque de gobierno corporativo]]></article-title>
<source><![CDATA[Pecunia: Revista de la Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales]]></source>
<year>2011</year>
<volume>1</volume>
<page-range>111-131</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GEDAJLOVIC]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SHAPIRO]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Management and ownership effects: Evidence from five countries]]></article-title>
<source><![CDATA[Academy of Management Journal]]></source>
<year>2002</year>
<volume>45</volume>
<page-range>565-575</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GERSICK]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DAVIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[HAMPTON]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LANSBERG]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[De geração para geração]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciclos de Vida das Empresas Familiares]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>308-320</page-range><publisher-name><![CDATA[Harvard Business School PressNegócio Editora]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GONZÁLEZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GONZÁLEZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Influence of bank concentration and institutions on capital structure: New international evidence]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Corporate Finance]]></source>
<year>2008</year>
<volume>14</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>363-375</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[JENSEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MECKLING]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Theory of the firm: Managerial behavior, agency costs and ownership structure]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Financial Economics]]></source>
<year>1976</year>
<volume>3</volume>
<page-range>305-360</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[JENSEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The modern industrial revolution, exit, and the failure of internal control systems]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Finance]]></source>
<year>1993</year>
<volume>48</volume>
<page-range>831-880</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[KANG]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The Impact of Ownership Type on Performance in Public Corporations: A Study of the US Textile Industry 1983-1992]]></source>
<year>1998</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[KAPLAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Corporate governance and corporate performance, a comparison of Germany, Japan and US]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Corporate Finance]]></source>
<year>1997</year>
<volume>9</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>86-93</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LA PORTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LOPEZ-DE-SILANES]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SHLEIFER]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Corporate ownership around the world]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Finance]]></source>
<year>1999</year>
<volume>54</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>471-517</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LA PORTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LOPEZ-DE-SILANES]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SHLEIFER]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VISHNY]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Trust in Large Organizations]]></source>
<year>1996</year>
<volume>5864</volume>
<publisher-name><![CDATA[National Bureau of Economic Research]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LA PORTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LOPEZ-DE-SILANES]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SHLEIFER]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VISHNY]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Agency problems and dividend policies around the world]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Finance]]></source>
<year>2000</year>
<volume>55</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1-33</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LEONE]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A dimensão física das pequenas e médias empresas (PME): À procura de um critério homogeneizador]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Administração de Empresas]]></source>
<year>1991</year>
<volume>31</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>53-59</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LESTER]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[CANNELLA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interorganizational familiness: How family firms use interlocking directorates to build community&#8208;level social capital 1]]></article-title>
<source><![CDATA[Entrepreneurship Theory and Practice]]></source>
<year>2006</year>
<volume>30</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>755-775</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LODI]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sucessão e Conflito na Empresa Familiar]]></source>
<year>1987</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Pioneira]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LODI]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A Empresa Familiar]]></source>
<year>1998</year>
<edition>5</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Pioneira]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MAGRETTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Governing the family-owned enterprise: An interview with Finland’s Krister Ahlstrõm]]></article-title>
<source><![CDATA[Harvard Business Review]]></source>
<year>1998</year>
<page-range>113-123</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MARTIKAINEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[NIKKINEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VÄHÄMAA]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Production functions and productivity of family firms: Evidence from the S&P 500]]></article-title>
<source><![CDATA[The Quarterly Review of Economics and Finance]]></source>
<year>2009</year>
<volume>49</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>295-307</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MARTINS]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Empresas Familiares]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[GEPE - Gabinete de Estudos e Prospetiva Económica do Ministério da Economia]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MATTHEWS]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MOORE]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FIALKO]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Succession in the family firm: A cognitive categorization perspective]]></article-title>
<source><![CDATA[Family Business Review]]></source>
<year>1999</year>
<volume>12</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>159-169</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MCGUIRE]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PRATT]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ZECKHAUSER]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Paying to improve your chances: Gambling or insurance]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Risk and Uncertainty]]></source>
<year>1991</year>
<volume>4</volume>
<page-range>329-338</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MILGROM]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ROBERTS]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Economics Organization and Management]]></source>
<year>1992</year>
<publisher-loc><![CDATA[Englewood Cliffs ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Prentice-Hall]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MILLER]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RICE]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The family business in contemporary society]]></article-title>
<source><![CDATA[Family Business Review]]></source>
<year>1988</year>
<volume>1</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>193-210</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MISHRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RANDOY]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[JENSSEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of founding family influence on firm value and corporate governance]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of International Financial Management & Accounting]]></source>
<year>2001</year>
<volume>12</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>235-259</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MORRIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[WILLIAMS]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ALLEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ÁVILA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Correlates of success in family business transitions]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Business Venturing]]></source>
<year>1998</year>
<volume>12</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>385-401</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[NEUBAUER]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LANKE]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[La Empresa Familiar: Como Dirigirla para que Perdure]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Bilbao ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Deusto]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[OLIVEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Planejamento Estratégico: Conceito, Metodologia e Práticas]]></source>
<year>1986</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Atlas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[RENNEBOOG]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Ownership, managerial control and the governance of companies listed on the Brussels stock exchange]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Banking & Finance]]></source>
<year>2000</year>
<volume>24</volume>
<numero>12</numero>
<issue>12</issue>
<page-range>1959-95</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SHARMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[CHRISMAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[CHUA]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Strategic management of the family business: Past research and future challenges]]></article-title>
<source><![CDATA[Family Business Review]]></source>
<year>1999</year>
<volume>10</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1-35</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SHLEIFER]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VISHNY]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Large shareholders and corporate control]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Political Economy]]></source>
<year>1986</year>
<volume>94</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>458-461</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SHLEIFER]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VISHNY]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A survey of corporate governance]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Finance]]></source>
<year>1997</year>
<volume>52</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>737-783</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comissão de remunerações, compensação dos gestores e desempenho das empresas]]></article-title>
<source><![CDATA[Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários]]></source>
<year>2009</year>
<volume>33</volume>
<page-range>72-91</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[STIGLITZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Informacion and economic analisis: A perspective]]></article-title>
<source><![CDATA[The Economic Journal]]></source>
<year>1985</year>
<volume>95</volume>
<page-range>24-41</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[USSMAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Empresas Familiares]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edições Sílabo]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[VENTER]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BOSHOFF]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MAAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The influence of successor-related factors on the succession process in small]]></article-title>
<source><![CDATA[Family Business Review]]></source>
<year>2005</year>
<volume>18</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>283-303</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[VILLALONGA]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[AMIT]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[How do family ownership, control and management affect firm value?]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Financial Economics]]></source>
<year>2006</year>
<volume>80</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>385-417</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B57">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[WANG]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Founding family ownership and earnings quality]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Accounting Research]]></source>
<year>2006</year>
<volume>44</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>619-656</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B58">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[WARD]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Keeping the Family Business Healthy: How to Plan for Continuing Growth, Profitability and Family Leadership]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Macmillan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B59">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[WILLIAMSON]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The Economic Institutions of Capitalism]]></source>
<year>1985</year>
<publisher-loc><![CDATA[Nova Iorque ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Free Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
