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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Marketing social: de curto passado a futuro promissor]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper was developed with the purpose of investigating “the Portuguese people’s involvement with health issues: A contribution to the social marketing and public issues’ communication strategies”. It presents a literature review with the objective of defining and characterizing the subject of social marketing, attracting central discussions of its study and to conclude about its results as well as its effectiveness. The method used to build the bibliography consisted of in-depth searching in scientific digital databases with the keywords “social marketing” as well as “marketing social” and also through references from works that revealed to be relevant to the subject. Results indicate that central issues on the topic are the definition, characterization and scope of the subject of social marketing, the evaluation of effectiveness and the ethics of its practice. As a conclusion, the paper states the idea that, even with the need of refining its definition and also of further research on some topics, specifically on the effectiveness of its programs, social marketing must be considered a valuable tool in a future that will call for challenges on several and great behavior changes from humanity.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El presente artículo fue desarrollado como parte de la investigación sobre "La participación de los portugueses con temas de salud pública: una contribución para las estrategias de marketing social y comunicación de asuntos públicos". Se presenta una revisión de la literatura con el objetivo de definir y caracterizar la disciplina de marketing social, captar las discusiones centrales de su estudio y concluir sobre sus resultados y eficacia. El método de selección de la bibliografía consistió en la consulta de bases de datos científicas digitales basadas en las palabras clave «social marketing» y «marketing social», así como a través de referencias en trabajos que han resultado fundamentales para la disciplina. Los resultados indican que las discusiones fundamentales se centran en la definición de la disciplina, su caracterización y alcance, en la evaluación de su eficacia y la ética a la que subyace. Como conclusión, el artículo defiende la idea de que, a pesar de necesitar refinar su definición y de una investigación adicional, con el fin de construir una base más sólida en algunas áreas, principalmente en la evaluación de la eficacia, el marketing social representa una herramienta valiosa en un futuro que traerá desafíos de muchos y grandes cambios de comportamiento a toda la humanidad.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>ARTIGOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Marketing social: de curto passado a futuro promissor</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">Social   Marketing: From a short past to a promising future</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">Marketing social: De corto pasado a futuro prometedor</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Ana Teresa Tavares</b><b><sup>I</sup>;</b> <b>Rita   Espanha</b><b><sup>II</sup></b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Doutoranda em   Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o, ISCTE-IUL &ndash; Instituto Universit&aacute;rio de Lisboa, Escola   de Sociologia e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas. Formadora e consultora em <i>branding</i> e   comunica&ccedil;&atilde;o de marketing. R. Mato da Mina, n.&ordm; 43, 2710-692 Sintra, Portugal. E-mail: <a href="mailto:anatsstavares@gmail.com">anatsstavares@gmail.com</a>    <br> <sup>II</sup>Doutorada em Sociologia,   ISCTE-IUL &ndash; Instituto Universit&aacute;rio de Lisboa, Departamento de Sociologia.   Professora Auxiliar, Diretora do Mestrado em Comunica&ccedil;&atilde;o, Cultura e Tecnologias   da Informa&ccedil;&atilde;o, investigadora e membro da Comiss&atilde;o Cient&iacute;fica do Centro de   Investiga&ccedil;&atilde;o e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) e Editora da revista   internacional <i>Observat&oacute;rio</i> <i>(OBS*)</i>, ISCTE-IUL &ndash; Instituto   Universit&aacute;rio de Lisboa, Escola de Sociologia e Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas, Departamento de Sociologia, CIES-IUL, 1649-026 Lisboa, Portugal.<i> E-mail: </i><a href="mailto:rita.espanha@iscte.pt">rita.espanha@iscte.pt</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">O presente artigo foi   desenvolvido no âmbito da investigação sobre «O envolvimento dos portugueses   com temas de saúde pública: Um contributo para as estratégias de marketing   social e comunicação de assuntos públicos». Apresenta uma revisão da literatura   com o objetivo de definir e caracterizar a disciplina do marketing social,   captar as discussões centrais do seu estudo e concluir sobre os seus resultados   e eficácia. &nbsp;O método de seleção da bibliografia consistiu na consulta de   bases de dados científicas digitais com base nas palavras-chave «social   marketing» e «marketing social», bem como através das referências em trabalhos   que se revelaram centrais na disciplina. Os resultados indicam que as   discussões fundamentais se centram na definição da disciplina, sua   caracterização e âmbito, na avaliação da sua eficácia e na ética a ela   subjacente. Como conclusão, o artigo defende a ideia de que, apesar de   necessitar de refinar a sua definição e de investigação adicional, com vista a   construir uma base mais sólida em algumas áreas,   principalmente na avaliação da eficácia, o marketing social representa uma   ferramenta valiosa num futuro que trará desafios de muitas e grandes mudanças de comportamento a toda a humanidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:   </b>Marketing Social; Definição; Eficácia; Ética</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This   paper was developed with the purpose of investigating “the Portuguese people’s   involvement with health issues: A contribution to the social marketing and   public issues’ communication strategies”. It presents a literature review with   the objective of defining and characterizing the subject of social marketing,   attracting central discussions of its study and to conclude about its results   as well as its effectiveness. The method used to build the bibliography   consisted of in-depth searching in scientific digital databases with the   keywords “social marketing” as well as “marketing social” and also through   references from works that revealed to be relevant to the subject. Results   indicate that central issues on the topic are the definition, characterization   and scope of the subject of social marketing, the evaluation of effectiveness   and the ethics of its practice. As a conclusion, the paper states the idea   that, even with the need of refining its definition and also of further   research on some topics, specifically on the effectiveness of its programs,   social marketing must be considered a valuable tool in a future that will call for challenges on several and great behavior changes from humanity.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>Social Marketing; Definition; Effectiveness; Ethics</font></p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMEN</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">El presente artículo fue desarrollado como parte de la investigación   sobre &quot;La participación de los portugueses con temas de salud pública: una   contribución para las estrategias de marketing social y comunicación de asuntos   públicos&quot;. Se presenta una revisión de la literatura con el objetivo de   definir y caracterizar la disciplina de marketing social, captar las   discusiones centrales de su estudio y concluir sobre sus resultados y eficacia.   El método de selección de la bibliografía consistió en la consulta de bases de   datos científicas digitales basadas en las palabras clave «social marketing» y   «marketing social», así como a través de referencias en trabajos que han   resultado fundamentales para la disciplina. Los resultados indican que las   discusiones fundamentales se centran en la definición de la disciplina, su   caracterización y alcance, en la evaluación de su eficacia y la ética a la que   subyace. Como conclusión, el artículo defiende la idea de que, a pesar de   necesitar refinar su definición y de una investigación adicional, con el fin de   construir una base más sólida en algunas áreas, principalmente en la evaluación   de la eficacia, el marketing social representa una herramienta valiosa en un   futuro que traerá desafíos de muchos y grandes cambios de comportamiento a toda la humanidad.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palabras clave:</b> Marketing Social; Definición; Eficacia; Ética</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana">«Social marketing     clearly provides a difficult but potencially rewarding challenge for members of     the marketing profession.»</font> <font size="2" face="Verdana">(Bloom e Novelli, 1981)</font></p> </blockquote>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente artigo foi desenvolvido   no âmbito da investigação sobre «O envolvimento dos portugueses com temas de   saúde pública: Um contributo para as estratégias de marketing social e   comunicação de assuntos públicos». Procurou-se, assim, definir e caracterizar a   disciplina, considerando essencialmente a sua especificidade, captar as   discussões centrais do seu estudo e concluir sobre os seus resultados e eficácia. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Método</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A selecção da bibliografia foi realizada através da   consulta de bases de dados científicas digitais nos agregadores do ISCTE-IUL e   da Escola Superior de Comunicação Social com base nas palavras-chave «social   marketing» e «marketing social» (aplicável às línguas portuguesa, francesa e   espanhola). Adicionalmente, incluiram-se os trabalhos que constituem   referências das obras e autores mais relevantes na disciplina. Foi ainda dada   atenção particular aos trabalhos sobre saúde, uma vez que é o tópico em estudo nesta investigação.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>A curta história do marketing social</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As raízes do marketing social, tal como é   actualmente conhecido, encontram-se nos trabalhos de Wiebe, Mendelsohn,   Lazarsfeld, Merton, Hyman e Sheatsley nas décadas de 1940 e 1950 (Rothschild,   1997), atribuindo-se o seu lançamento ao trabalho de Wiebe em 1952 «Why can´t   you sell brotherhood and rational thinking like you sell soap» (Salmon, 1989;   Andreasen, 2002; Stead <i>et al.</i>, 2007a), que estabelecia assim a aspiração   de se aplicar os princípios do marketing a ideias, particularmente às que beneficiam a sociedade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tema é muito recente, estando a sua origem datada   por diversos autores em 1971 (Bloom e Novelli, 1981; Andreasen, 1994;   Andreasen, 2002; Quinn <i>et al</i>., 2010; Peattie <i>et al.</i>, 2012),   aquando da publicação do artigo de Kotler e Zaltman, «Social Marketing: An   approach to planned social change», em que se utiliza a terminologia pela primeira vez e se apresenta uma definição para o conceito. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O marketing social pode ser aplicado a um vasto   leque de problemas sociais, existindo já experiência em áreas como promoção da   saúde (planeamento familiar, nutrição), prevenção de danos (antitabaco,   prevenção de abuso do álcool e drogas, condução segura), proteção do ambiente   (poupança de energia) e envolvimento comunitário (doação de sangue) (Fox e Kotler, 1980; Kotler <i>et al.</i>, 2002; Cheng <i>et al.</i>, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para   uma caracterização geral do tema, Alves (2010) realizou uma análise   bibliométrica e concluiu que, durante o período analisado (1974-2009), se observam   dois picos de publicações: um primeiro entre 1996 e 1997 e um segundo entre   2005 e 2008, sendo os autores mais publicados Andreasen, com dez trabalhos e Lengeler, Hastings e Black, com seis. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   autores mais citados são Kotler (aproximadamente 140 citações), Andreasen (60   citações), Rothschild e Bloom (aproximadamente 20). Os trabalhos que se revelam   mais centrais pelas citações são os de Kotler e Levy (1969; «Broadening the   concept of marketing»), Kotler <i>et al.</i> (2002;   <b>Social Marketing, Improving the Quality of Life</b>), Andreasen (1995; <b>Social     Marketing Change: Changing Behavior to Promote Health, Social Development and     the Environment</b>), e Bloom e Novelli (1981; «Problems and challenges in social marketing»). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os artigos com o mais alto grau de centralidade<a name="_ftnref1"></a><a href="#_ftn1" title="">[1]</a> são os de Bloom e Novelli (1981; <i>Journal   of Marketing</i>), Fox e Kotler (1980; <i>Journal of Marketing</i>), Kotler e   Levy (1969; <i>Journal of Marketing</i>), Kotler e Zaltman (1971; <i>Journal of Marketing</i>), e de Wiebe (1951; <i>Public Opinion Quarterly</i>). </font></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><font size="2" face="Verdana"><a href="/img/revistas/rpbg/v14n3/14n3a04f1.jpg">Figura 1</a></font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Definição e caracterização do marketing social</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Definição de marketing social</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   marketing social constitui uma estrutura que engloba várias áreas de   conhecimento, como sejam as teorias da psicologia, sociologia, antropologia e   comunicação. E ajuda a compreender como influenciar o comportamento das pessoas (Stead <i>et al.</i>, 2007a; Truss <i>et al.</i>, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   definição de marketing social está sujeita a grande variação (Quinn <i>et al.</i>,   2010), tendo sido produzidas quarenta e cinco definições académicas revistas por pares em quarenta anos de atividade da disciplina (Dann, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Kotler e   Zaltman (1971) inauguram o conceito de marketing social, definindo-o como o   projeto, implementação e controlo de programas calculados para influenciar a   aceitação de ideias sociais e envolvendo considerações de planeamento de produto, preço, comunicação, distribuição e pesquisa de mercado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Andreasen   (1994) critica esta abordagem e refina a sua definição, estabelecendo que   marketing social é a aplicação de tecnologias de marketing comercial à análise,   planeamento, execução e avaliação de programas desenhados para influenciar o   comportamento voluntário das audiências-alvo, de forma a melhorar o seu bem-estar   e o da sociedade. Fundamentalmente, sublinha que o propósito do marketing   social consiste na mudança de comportamento e não na disseminação de ideias,   estabelecendo que, apesar de divulgar informação e ideias, o marketing social não pode ser confundido com educação e propaganda.&nbsp;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao   analisar esta definição de Andreasen (1994), Stead <i>et al.</i> (2007b)   identificam quatro ideias-chave implícitas: 1) foco na mudança voluntária de   comportamento, pois o marketing social não assenta em coerção nem em força; (2)   aplica-se o princípio de troca, pelo que o benefício para o grupo-alvo deve ser   claro no caso de a mudança de comportamento ocorrer; (3) devem ser usadas   técnicas de marketing, tais como orientação para o consumidor, pesquisa de   mercado, segmentação, definição de audiências-alvo e marketing <i>mix</i>; (4)   o objectivo do marketing social é melhorar o bem-estar do indivíduo e da   sociedade e não beneficiar organizações que realizam esforços no âmbito do bem   social. E estas são as características que criam a distinção entre o marketing comercial e o social.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Existem   diversos contributos para a definição do marketing social, mas recentemente tem   sido comummente aceite a de Kotler <i>et al.</i> de 2006, versão que Peattie <i>et     al.</i> (2012) e Aras (2011) elegem, concordando assim que o marketing social é   um processo que aplica princípios e técnicas de marketing para criar, comunicar   e oferecer valor, de forma a influenciar comportamentos dos grupos-alvo que   beneficiam a sociedade (saúde pública, segurança, ambiente e comunidades), bem como os grupos-alvo (Kotler <i>et al.</i>, 2006 <i>in</i> Kotler e Lee, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Posteriormente,   Dann (2010, p. 151) propõe uma definição, com base em outras duas consideradas   de referência e em análise de conteúdo a quarenta e cinco definições académicas   revistas por pares: «marketing social consiste na adaptação e adoção de   atividades de marketing comercial, instituições e processos como meio para   induzir mudança de comportamento de uma determinada audiência-alvo, numa base temporária ou permanente de forma a atingir um determinado objectivo.» </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente,   é bastante consensual o facto de não existir uma definição acordada e   facilmente operacionalizada para a ideia de intervenção de marketing social   (Stead <i>et al.</i>, 2007a<i>; </i>McDermott <i>et al.,</i> 2005a; Quinn <i>et al.</i>, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   análise das principais definições permite concluir que existe consenso sobre   quatro ideias fundamentais que caracterizam o marketing social: pretende   influenciar comportamentos; utiliza um processo de planeamento que aplica os   princípios e técnicas de marketing; o foco está em segmentos de audiências-alvo   prioritários; e fornece um benefício positivo para a sociedade (Lee e Kotler, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Caracterização e âmbito do marketing social</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   questão da mudança de comportamento é assim uma vertente que distingue o   marketing social de outras formas de intervenção (Andreasen 1994, 2002; Kotler   e Andreasen, 1995; Stead <i>et al.</i>, 2007a; Bahri e Harrison-Woolrych,   2012). E a influência de comportamento (em vez do termo mudança, será mais   apropriado, na óptica de Lee e Kotler, 2011) pode ter como objectivo uma de   seis situações: (1) aceitar um novo comportamento; (2) rejeitar um   comportamento potencialmente indesejável; (3) modificar um comportamento   corrente; (4) abandonar um comportamento indesejável; (5) continuar um   comportamento desejável; e (6) substituir um comportamento por outro (Lee e Kotler, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   literatura evidencia ainda alguma confusão sobre a utilização do termo em   trabalhos que não o são e a sua ausência em programas que têm características   de marketing social (Andreasen, 1994), dificultando o seu reconhecimento e estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com a   intenção de identificar as abordagens que podem ser legitimamente denominadas   de marketing social, Andreasen (2002) propõe seis <i>benchmarks</i>: (1) a   mudança de comportamento, como o critério para planear e avaliar as   intervenções; (2) a pesquisa de audiência com vista à sua compreensão (pesquisa   formativa); (3) a segmentação cuidadosa dos grupos-alvo para assegurar máxima   eficiência e eficácia na utilização de recursos escassos; (4) trocas atrativas e   motivadoras como elemento central de qualquer estratégia de influência; (5) os   quatro P’s do marketing <i>mix</i> devem ser utilizados: ciar um pacote de   benefícios atrativo (produto), minimizando custos (preço), criando a troca   fácil e conveniente (<i>place</i>) e comunicando mensagens poderosas através de   meios relevantes às audiências-alvo (<i>promotion</i>); (6) a concorrência face ao comportamento desejado deve ser alvo de atenção cuidadosa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">É   também evidente na literatura a comparação entre a atividade de marketing   convencional e a de marketing social, sublinhando as semelhanças e as   diferenças num esforço para as distinguir entre si. E, igualmente, tem-se   revelado necessário distinguir o marketing social de outras formas de   comunicação como o marketing societal (French e Blair-Stevens, 2010),   comunicação e mobilização social (Andreasen, 1994), publicidade social (Truss <i>et     al</i>., 2010), marketing para organizações não lucrativas (Fox e Kotler,   1980), responsabilidade social ou marketing não lucrativo e outras formas de   intervenção social como a legislação e a educação (McDermott <i>et al</i>., 2005a).&nbsp;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   literatura sobre marketing social caracteriza-se pela forte discussão sobre se   é lícita e eficaz a aplicação do marketing comercial a questões sociais, quer   porque o último tem objectivos comerciais e de lucro e o primeiro não, quer porque as questões sociais se revestem de   uma caracterização diferente e mais complexa (Kotler e Zaltman, 1971; Bloom e   Novelli, 1981;&nbsp; Malafarina e Loken, 1993; McDermott <i>et al</i>., 2005a;   Peattie <i>et al</i>., 2012). E, em geral, pressupondo a sua natureza distinta   do marketing convencional, a literatura manifesta acordo em recorrer-se ao   marketing social para mobilizar mudança de comportamentos sociais com vista ao   bem-estar da sociedade, dos indivíduos e das famílias (Bloom e Novelli, 1981;   Kotler e Andreasen, 1995; Rothschild, 1999; Bahri e Harrison-Woolrych, 2012). Segundo   Kotler e Andreasen (1995), o marketing social apenas difere de outras áreas de   marketing pelo seu objectivo único de pretender influenciar comportamentos   sociais, beneficiando as audiências-alvo e a sociedade em geral. E a ideia de   transação voluntária que integra um benefício para o grupo-alvo é central para   diversos autores (Lefebvre e Flora, 1988; Andreasen, 1994; Rothschild, 1999; Bahri e Harrison-Woolrych, 2012). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Uma   das questões consensuais refere-se à necessidade de os programas de marketing   social trabalharem sobre os quatro P’s, que é um conceito do campo comercial,   mas que adquire especificidades na arena social. Assim, o produto é encarado   como o comportamento a atingir (por ex., condução mais lenta) e, para o adotar,   a pessoa deve ter um problema para o qual o produto deve oferecer uma solução;   o preço é uma variável que, para além de monetária, engloba todos os custos e   barreiras envolvidos (de oportunidade, tempo, esforço, inconveniência) e,   assim, os benefícios potenciais têm de recompensar os custos envolvidos; <i>place</i> (canal) refere-se aos canais através dos quais a troca é promovida para o   grupo-alvo e onde as motivações se transformam em ações; <i>promotion</i> (promoção)   refere-se à estratégia e táticas de comunicação e persuasão que tornarão o   produto desejável para a audiência (Kotler e Zaltman, 1971; Suarez e Almazor, 2011; Rothschild, 1979; Gordon, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Andreasen (1994) estabelece três traços que identificam o marketing social,   distinguindo-o de outras disciplinas: (1) aplica tecnologias de marketing   comercial; (2) o foco está na influência de comportamento voluntário; (3)   beneficia, de forma primária, os indivíduos, famílias ou a sociedade em geral e   não organizações de marketing. Este terceiro critério afasta definitivamente do   conceito de marketing social os esforços das empresas ao realizarem programas   ou campanhas de caráter social, denominado marketing de responsabilidade   social, e que obviamente contemplam objectivos menos altruístas, uma vez que o principal objetivo é a sua reputação. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>O papel das parcerias</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas   mãos de uma empresa, os esforços de marketing social não visam como benefício   principal o bem da sociedade; transmutar-se-ão sempre em marketing comercial (Hastings e Angus, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No   entanto, atualmente, diversos autores aceitam a perspetiva de o marketing   social considerar parcerias, nomeadamente do setor privado e do terceiro setor,   cujo contributo adiciona valor aos esforços de mudança de comportamento. A obra   de Cheng <i>et al.</i> (2011) reflete essa posição, ao apresentar vários   exemplos de programas de marketing social em parceria com organizações não   lucrativas, governos, meios de comunicação social, comunidades locais e indivíduos, bem como com o setor privado. &nbsp;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na   verdade, esta é, à partida, uma questão central, uma vez que a entrada de   empresas do setor privado no marketing social poderia desvirtuar os objetivos   altruístas e isentos de interesse comercial. Mas é também possível aceitar que   essas parcerias podem ser consideradas, se forem chamadas a participar com um   papel bem definido e limitado, em situações que contribuem para o sucesso de   determinado programa, de que é exemplo a doação de vacinas por parte de uma   farmacêutica num programa de vacinação contra a tuberculose no Peru (Lee,   2011). Lengeler (1999) defende mesmo estas alianças, tanto com o setor público   como com o privado, como um imperativo moral e prático em sociedades que ainda   não podem sustentar serviços básicos curativos. E French (2010a) considera que   os grandes desafios da sociedade atual (pobreza, saúde frágil, consumo   sustentável, desigualdade e mudanças climáticas) requerem esforços coordenados   entre o estado e o setor privado, acrescentando que as parcerias constituem uma   oportunidade para envolver as grandes empresas e usufruir da sua experiência de   marketing, uma vez que o contexto em que o marketing social atua,   caracteriza-se geralmente por grandes limitações de recursos. E conclui que as   parcerias entre setores podem aumentar o impacto das iniciativas de marketing   social e oferecer apoio para a mudança de comportamento em áreas e de formas que o setor público sozinho não pode. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Donovan   (2011) parece concluir sobre este tema ao assumir de forma perentória que o que   distingue uma ação de marketing social de outra que não o é consiste na   motivação, estabelecendo que estamos perante um cenário de marketing social   quando a principal ou única motivação reside no bem público e não estamos   quando a motivação principal reside no lucro, mesmo que possa contribuir para o bem público. &nbsp;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>A eficácia provada de alguns programas de marketing social</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">É   notória a necessidade de encontrar argumentos que validem a concretização da   atividade do marketing social, nomeadamente sobre a eficácia dos seus programas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Fox   e Kotler (1980) reconhecem que existem poucos trabalhos desenvolvidos para que   se possa criar uma base de dados para estudo e que, uma vez que esses trabalhos   foram realizados sem controlo experimental, é difícil saber se a mudança de   comportamento se deve aos esforços de marketing ou a outros factores. Os casos   que descrevem nas áreas do planeamento familiar e de estilos de vida saudáveis   não tinham, na altura, avaliação em termos de custo/benefício nem de efeitos a longo prazo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Devem   considerar-se alguns resultados menos positivos ou ausência de evidência sobre   os efeitos das intervenções de marketing social: Janssen <i>et al.</i> (2013),   na sua revisão sistemática da literatura sobre os efeitos das intervenções de   marketing na área da prevenção do abuso do álcool, determinam que a sua análise   não permitiu concluir se a aplicação de marketing social consegue realizar   mudanças de atitude e comportamento relacionadas com o abuso do álcool.   Adiantam que, das três abordagens consideradas – legislação, educação e   persuasão –, a primeira parece ser a mais eficaz e sublinham que existe pouca   evidência para se concluir sobre a mudança de comportamento em resultado das duas últimas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Mas,   na generalidade, os autores acreditam na aplicação do marketing às causas   sociais e nos resultados que alcançam. Em 1951, Wiebe (<i>in</i> Kotler e   Zaltman, 1971; <i>in</i> Stead <i>et al.</i>, 2007b) analisou quatro campanhas   de mudança social e concluiu que quanto mais semelhanças tinham com o marketing comercial, mais sucesso alcançavam.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   literatura evidencia diversos aspectos positivos sobre o papel que o marketing   social pode desempenhar para implementar a mudança social, constituindo um cenário   promissor para planear e implementar os programas sociais (Kotler e Zaltman,   1971; Bloom e Novelli, 1981), nomeadamente na área da saúde (Lefebvre e Flora, 1988; Aras, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Kotler   e Andreasen (1995) defendem que o marketing social já provou ser uma poderosa   ferramenta para influenciar a mudança massiva de comportamento e referem diversos casos que o demonstram.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   três programas estudados por Grier e Bryant (2005) evidenciam sucesso do   marketing social no desenvolvimento de novos produtos de saúde pública (<i>The     Road Crew</i>), na melhoria de serviço e aumento de utilização de um programa (<i>The       Texas WIC Program</i>) e na promoção de comportamentos alimentares saudáveis (<i>The         Food Trust</i>). E o mesmo é demonstrado por Peattie e Peattie (2009) com o   programa <i>The Truth Campaign</i>, um esforço antitabaco junto de jovens na Florida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   revisão sistemática de McDermott <i>et al.</i> (2005b) a 28 estudos sobre   intervenções de marketing social na área da nutrição e segurança alimentar   demonstrou que os seus princípios foram aplicados com êxito na área da nutrição.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Stead     <i>et al.</i> (2007a), na sua revisão sistemática da eficácia do marketing   social, concluem que há evidência de que as intervenções que adotam os   princípios da disciplina podem ser eficazes para uma variedade de comportamentos   de forma transversal, numa série de grupos-alvo, em diferentes cenários, e   podem influenciar experiências políticas e profissionais bem como os indivíduos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em   geral, o estudo de casos que demonstram e concluem com evidência que o sucesso   das intervenções de marketing social é possível, alertam, em paralelo, que é   necessário cumprir determinados requisitos, como   sejam o trabalho sobre os quatro P’s (Cheng <i>et     al.</i>, 2011; Gordon, 2012), considerar que a concorrência oferece   permanentemente condições hostis ao comportamento que se pretende estabelecer   (Kotler <i>et al.</i>, 2002; Lee <i>et al.</i>, 2011), basear as decisões e o   planeamento dos programas em teoria (Janssen, 2013), realizar   pesquisa (Andreasen, 2002; Grier e Bryant, 2005), aplicar   técnicas de segmentação do grupo-alvo (Kotler <i>et al.</i>, 2002; McVey e Walsh, 2010), entre outros. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>A corrente crítica do marketing social e a sua ética</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">É   incontornável considerar a corrente crítica ao marketing social baseada na sua   ética, que Fox e Kotler (1980) referem, também abordada por Andreasen (1994) e   da qual Laczniak<i> et al.</i> (1979) são seguidores. Segundo estes autores, o marketing social é manipulativo e potencialmente não ético. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Laczniak     <i>et al.</i> (1979) realizaram uma pesquisa junto de quatro grupos de   especialistas (professores de ética, membros da sociedade para o estudo   psicológico de assuntos sociais, assinantes do <i>Journal of Economic History</i> e profissionais de marketing) para estudar as dimensões éticas do marketing   social. Em conclusão, assumem que a disciplina, quando devidamente utilizada,   pode ajudar a produzir comunicação eficaz e, quando mal utilizada, pode conduzir a abuso social.&nbsp; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Paralelamente,   a literatura evidencia a evolução do marketing social crítico que descreve a   preocupação com as consequências sociais do marketing, introduzindo uma   dimensão crítica que pretende compreender os dois lados, o bom e o mau, que o marketing social pode trazer à sociedade (Gordon, 2011).&nbsp;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">À   partida, a questão central do marketing social, o bem social, abre debate e   discussão tanto sobre o que é o bem, como sobre quem decide o que é o bem. A   disciplina tem sido atacada como instrumento de controlo social e de fazer   parte da agenda dos governos (Truss e White, 2010).&nbsp; Mas ao assumir-se   que, através dos seus mandatos democráticos, esses mesmos governos tentam modificar   o comportamento dos cidadãos em diversas áreas, Rothschild (2001, citado em   Truss e White, 2010), alerta para o facto de a questão a considerar não ser   tanto se o marketing social é ético, mas sim qual é a ética do marketing quando   comparado com legislação e educação, como alternativas de gestão de comportamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por   seu lado, Fox e Kotler (1980) argumentam que o processo de defesa de uma causa   social é aberto e, portanto, não manipulativo. Kotler e Andreasen (1995)   concluem que o marketing não é intimidante nem coercivo; é tecnologia sã e   eficaz para criar trocas e influenciar o comportamento que deve beneficiar a sociedade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na   verdade, o marketing tradicional, apenas operando em mercados de livre   concorrência, assume como pressuposto a liberdade de escolha dos consumidores.   De forma similar, o marketing social deixa igualmente a possibilidade de   escolha no sentido de se poder mudar ou não o comportamento proposto   (Rothschild, 1999). Em sociedades sem liberdade, esta possibilidade de escolha   não é possível, tal como Santos (2013) corrobora, afirmando que a dimensão   voluntária só pode ser exercida por agentes dotados de liberdade de opção, num ambiente de democracia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como   conclusão, dir-se-á que, a exemplo do que ocorre com qualquer arma, ferramenta,   descoberta científica, o marketing social pode ser utilizado em prol de boas e más causas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>O futuro promissor do marketing social</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   relevância do tema do marketing social é demonstrada por Stead <i>et al.</i> (2007b) ao afirmarem que a disciplina tem tido utilização crescente nos EUA   como uma estratégia de saúde pública para influenciar comportamentos e estilos   de vida como fumar, beber, consumo de drogas e dietas. Estabelece ainda que o   marketing social foi reconhecido no <b>White Paper on Public Health</b> ao   evidenciar o seu poder para construir conhecimento público e mudança de comportamentos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Mulgan   (2010) assume que todos os governos estão sob grande pressão para melhorarem a   sua influência sobre o comportamento público. Ao defenderem que o marketing   social deve constituir uma ferramenta ao serviço do bem social, vários autores   (Kotler e Zaltman, 1971; Andreasen, 1994; Mulgan, 2010) deixam clara a   importância da disciplina e o contributo positivo que pode trazer aos indivíduos, famílias e sociedade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Encarando   o marketing social como uma disciplina em desenvolvimento, não se deve ignorar   o ponto de vista de alguns autores (Alcalay e Bell, 2000; Blair-Stevens <i>et     al.</i>, 2010; Nicholson e Xiao, 2011) que defendem a necessidade de integrar a   teoria da psicologia no marketing social, uma vez que o objectivo deste   consiste na mudança de comportamentos, e ainda porque a teoria da psicologia   tem uma avançada consistência teórica, apresentando trabalhos em áreas sociais   abordadas pelo marketing social e que este ignora. Como evidência, Nicholson e   Xiao (2011) mencionam que o livro de referência da disciplina de Kotler e Lee   (2008, <b>Social Marketing: Influencing Behaviours for Good</b>) não contém uma única alusão a teorias de comportamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Paralelamente,   têm sido realizadas propostas no sentido de se emancipar o marketing social da   arena comercial, permitindo o seu desenvolvimento com recurso a variáveis e combinações diferentes da limitação ao marketing <i>mix</i> dos quatro P’s e que servem melhor os propósitos da mudança ou influência de   comportamento e mais focado no consumidor (Gordon, 2012). Neste sentido,   observa-se uma tendência mais recente para se alterar a terminologia dos   conceitos derivados do marketing comercial com a intenção de a tornar mais   próxima do seu contexto de intervenção: proposta em vez de produto;   acessibilidade substituindo <i>place</i>; custos de envolvimento para preço; e   comunicação social em vez de promoção (Peattie e Peattie, 2009). E um dos   termos utilizados por praticamente todos os autores deveria também ser   alterado: o alvo dos programas de marketing social deveria denominar-se cidadão   e não consumidor, pois em todos os casos de marketing social o alvo tem um   papel de cidadão, com comportamentos sociais e não papel de comprador em   mercados de produtos ou serviços. De toda a literatura revista sobre este conceito, Wallack (2002) é o único autor que refere esta evidência.&nbsp; &nbsp;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Acredita-se,   de forma generalizada, que os esforços isolados de comunicação de massas surtem   efeitos modestos e apenas de curto prazo, devendo ser ancorados em programas de   marketing social (Alcalay e Bell, 2000) e considerando diversas abordagens como   persuasão, educação, legislação, e vários canais como contacto pessoal, intervenções   estruturais de mudança comportamental ao nível social e não apenas individual,   participação de <i>stakeholders</i>, assegurando assim comunicação <i>downstream</i> (para o público a quem se deseja alterar o comportamento), <i>upstream</i>   (dirigida aos decisores para atingir factores estruturais e sociais) e <i>midstream</i>   (dirigida a pessoas com capacidade para influenciar outras na comunidade), entre outros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Concluindo,   e tendo presente que o marketing social tem como foco o bem social, é   compreensível que se gerem visões e posições diferentes. Mas a experiência e o   conhecimento reunido e publicado até à data, permitem que se considere o   marketing social como uma ferramenta promissora para se estabelecer os assuntos   que se consideram relevantes e incentivar as mudanças de comportamento que eles   implicam. Para o bem do indivíduo, das famílias, das comunidades ou da   sociedade, tanto numa ótica de atuação sobre um mal instalado como de profilaxia de um mal previsível.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclusões</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados da   presente revisão da literatura sobre marketing social indicam que as discussões   fundamentais se centram na definição da disciplina, sua caracterização e âmbito, na avaliação da sua eficácia e na ética subjacente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Uma análise crítica à   literatura evidencia alguns hiatos, nomeadamente sobre a dificuldade na   avaliação dos programas, que, por diversas razões atrás expostas, não é   claramente conclusiva. E sendo um tópico fundamental para o decisor destes programas, esta é uma questão que não oferece ainda uma resposta satisfatória.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um segundo tema, que   permanece pouco claro, diz respeito ao papel que os parceiros podem desempenhar   nos programas de marketing social. Apesar de se defender a sua colaboração, e   mesmo que se olhe o responsável pelo programa como uma entidade idónea para o   promover e se olhe o parceiro como um aliado nesse programa que, em paralelo,   cumpre a sua missão de responsabildiade social, o resultado pode parecer um   patrocínio desse programa por uma empresa com interesses económicos ou de   reputação, o que parece comprometer o enquadramento teórico e ético da disciplina do marketing social.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como conclusão,   defende-se a ideia de que, apesar de necessitar de refinar a sua definição e de   investigação adicional, com vista a construir uma base mais sólida em algumas   áreas, principalmente na avaliação da eficácia, o marketing social representa   uma ferramenta valiosa num futuro que trará desafios de muitas e grandes mudanças de comportamento a toda a humanidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Investigação futura</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   presente trabalho identificou duas áreas principais a considerar em   investigação futura. A primeira diz respeito à própria definição de marketing   social que, não sendo objecto de consenso, dificulta a sua identificação e   avaliação de resultados. Assim, parece primordial que a investigação futura determine, com algum acordo, os seus traços característicos e o seu âmbito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma   segunda questão a considerar, na sequência da anterior, consiste na necessidade   de se definir o constructo, dimensões, variáveis e indicadores, no sentido de   permitir avaliar a eficácia das intervenções de marketing social com uma base   mais objetiva, oferecendo garantias mais sólidas à tomada de decisão de implementação destes programas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alcalay, R. e Bell, R. A. (2000), <b>Promoting   Nutrition and Physical Activity through Social Marketing: Current Practices and   Recommendations</b>. Center for Advanced Studies in Nutrition and Social Marketing, University of California, Davis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823774&pid=S1645-4464201500030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alves, H.   (2010), «The who, where, and when of social marketing». <i>Journal of Nonprofit &amp; Public Sector Marketing</i>, 22, pp. 288-311.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823776&pid=S1645-4464201500030000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Andreasen, A. R.   (1994), «Social marketing: Its definition and domain». <i>Journal of Public Policy &amp; Marketing</i>, 13, pp. 108-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823778&pid=S1645-4464201500030000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Andreasen, A. R.   (2002), «Marketing social marketing in the social change marketplace». <i>Journal of Public Policy &amp; Marketing</i>, 21, pp. 3-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823780&pid=S1645-4464201500030000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Aras, R.   (2011), «Social marketing in healthcare». <i>Australasian Medical Journal,</i> 4, pp. 418-424.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823782&pid=S1645-4464201500030000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bahri, P. e Harrison-Woolrych, M. (2012), «How to   improve communication for the safe use of medicines? Discussions on social   marketing and patient-tailored approaches at the annual meetings of the who   programme for international drug monitoring». <i>Drug Safety</i>, 35(12), pp. 1073-1079.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823784&pid=S1645-4464201500030000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Blair-Stevens, C.; Reinolds, L. e Christopoulos, A. (2010), «Behavioral   theory: Understanding the key influences on human behavior». <i>In</i> J.   French, C. Blair-Stevens e D. McVey (EE.), <b>Social Marketing and Public Health: Theory and Practice</b>. Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823786&pid=S1645-4464201500030000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bloom, P. N. e   Novelli, W. D. (1981),         «Problems and challenges in social marketing». <i>Journal of Marketing</i>, 45, p. 79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823788&pid=S1645-4464201500030000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cheng, H.; Kotler, P.   e Lee, N. (2011), <b>Social     Marketing for Public Health: Global Trends and Success Stories</b>. Jones &amp; Bartlett Learning.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823790&pid=S1645-4464201500030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Donovan,   R. (2011), «Social marketing’s mythunderstandings». <i>Journal of Social Marketing</i>, 1, pp. 8-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823792&pid=S1645-4464201500030000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dann, S.   (2010), «Redefining social marketing with contemporary commercial marketing definitions». <i>Journal of Business Research</i>, 63, pp. 147-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823794&pid=S1645-4464201500030000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fox, K. F. A. e Kotler, P. (1980), «The marketing of social causes: The first 10 years». <i>Journal of Marketing</i>, 44, p. 24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823796&pid=S1645-4464201500030000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">French, J. (2010a), «Partnership». <i>In</i> J. French, C. Blair-Stevens e D. McVey (EE.),<b>   Social Marketing and Public Health: Theory and Practice</b>. Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823798&pid=S1645-4464201500030000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FRENCH, J. e Blair-Stevens, C. (2010), «Key concepts   and principles of social marketing». <i>In</i> J. French, C. Blair-Stevens e D.   McVey (EE.),<b> Social Marketing and Public Health: Theory and Practice</b>. Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823800&pid=S1645-4464201500030000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FRENCH, J.; Blair-Stevens, C. e McVey, D. (2010), <b>Social Marketing and Public Health: Theory and Practice</b>. Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823802&pid=S1645-4464201500030000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gordon, R.   (2011), «Critical social marketing: Definition, application and domain». <i>Journal of Social Marketing</i>, 1, pp. 82-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823804&pid=S1645-4464201500030000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gordon, R.   (2012), «Re-thinking and re-tooling the social marketing mix». <i>Australasian Marketing Journal (AMJ)</i>, 20, pp. 122-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823806&pid=S1645-4464201500030000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Grier, S. e Bryant, C. A. (2005), «Social marketing in public health». <i>Annual Review of Public Health</i>, 26, pp. 319-339.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823808&pid=S1645-4464201500030000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hastings, G. e Angus, K. (2011), «When is social   marketing not social marketing?». <i>Journal of Social Marketing</i>, 1, pp. 45-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823810&pid=S1645-4464201500030000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Janssen, M. M.; Mathijssen, J. J. P.; van Bon-Martens, M. J. H.; van Oers, H. A. M. e Garretsen, H. F. L. (2013),   «Effectiveness of alcohol prevention interventions based on the principles of   social marketing: A systematic review». <i>Substance Abuse Treatment, Prevention &amp; Policy</i>, 8, pp. 1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823812&pid=S1645-4464201500030000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kotler, P. e Andreasen, A. R. (1995), <b>Strategic   Marketing for Non Profit Organizations</b>. Prentice Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823814&pid=S1645-4464201500030000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kotler, P. e Lee, N. (2008), <b>Social Marketing: Influencing Behaviors for Good</b>. Sage Publications, Thousand Oaks, CA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823816&pid=S1645-4464201500030000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kotler, P.; Roberto, N. e Lee, N. R. (2002), <b>Social Marketing: Improving the Quality of Life</b>. Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823818&pid=S1645-4464201500030000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kotler, P. e Zaltman, G. (1971), «Social marketing:   An approach to planned social change». <i>Journal of Marketing</i>, 35, pp. 3-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823820&pid=S1645-4464201500030000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Laczniak, G. R.; Lusch, R. F. e Murphy, P. E. (1979), «Social marketing: Its ethical dimensions». <i>Journal of Marketing</i>, 43, pp. 29-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823822&pid=S1645-4464201500030000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LEE, N. R. (2011), «Tuberculosis   keys to success in Peru». <i>In </i>H. Cheng, P. Kotler, N. Lee (EE.), <b>Social     Marketing for Public Health: Global Trends and Success Stories</b>. Jones &amp; Bartlett Learning.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823824&pid=S1645-4464201500030000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lee, N. R. e Kotler, P. (2011), <b>Social Marketing: Influencing Behaviors For Good</b>. Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823826&pid=S1645-4464201500030000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lefebvre, R. C. e   Flora, J. A. (1988),         «Social   marketing and public health intervention». <i>Health Education &amp; Behavior</i>, 15, pp. 299-315.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823828&pid=S1645-4464201500030000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LENGELER, C. (1999), «Editorial: From Rio to Iragua – sustainability   versus efficiency and equity for preventive health interventions». <i>Tropical Medicine &amp; International</i>, 4, pp. 40-411.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823830&pid=S1645-4464201500030000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Malafarina, K. e Loken, B. (1993), «Progress and   limitations of social marketing: A review of empirical literature on the   consumption of social ideas». <i>Advances in Consumer Research</i>, 20, pp. 397-404.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823832&pid=S1645-4464201500030000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McDermott, L.; Stead, M. e Hastings, G. (2005a), «What is and what is not social   marketing: The challenge of reviewing the evidence». <i>Journal of Marketing Management</i>, 21(5-6), pp. 545-553.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823834&pid=S1645-4464201500030000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McDermott, L.; STEAD, M.; HASTINGS, G.; ANGUS, K.; BANERJEE, S.;   RAYNER, M. e KENT, R. (2005b), «A systematic review of the effectiveness of   social marketing nutrition and food safety interventions». University of Stirling and Institute for Social Marketing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823836&pid=S1645-4464201500030000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MCVEY, D. e WALSH,   L. (2010), «Generating ‘insight’ and building segmentations – moving beyond   simple targeting». <i>In</i> J. French, C. Blair-Stevens e D. McVey, <b>Social Marketing and Public Health: Theory and Practice</b>. Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823838&pid=S1645-4464201500030000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MULGAN, G. (2010),<b> Influencing Public Behaviour to Improve Health and Wellbeing</b>. Young Foundation.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823840&pid=S1645-4464201500030000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Nicholson, M. e Xiao, S. H. (2011), «Consumer behaviour   analysis and social marketing practice». <i>The Service Industries Journal</i>, 31, pp. 2529-2542.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823842&pid=S1645-4464201500030000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Peattie, K. e Peattie, S. (2009), «Social marketing:   A pathway to consumption reduction?». <i>Journal of Business Research</i>, 62, pp. 260-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823844&pid=S1645-4464201500030000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Peattie, S.; Peattie, K. e Thomas, R. (2012), «Social marketing as transformational   marketing in public services». <i>Public Management Review</i>, 14, pp. 987-1010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823846&pid=S1645-4464201500030000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Quinn, G. P.; Ellery, J.; Thomas, K. B. e Marshall,   R. (2010), «Developing a common language for using social marketing: An   analysis of public health literature». <i>Health Marketing Quarterly</i>, 27, pp. 334-353.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823848&pid=S1645-4464201500030000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rothschild, M. L.   (1979), «Marketing communications in nonbusiness situations or why it’s so hard to sell brotherhood like soap». <i>Journal of Marketing</i>, 43, p. 11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823850&pid=S1645-4464201500030000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rothschild, M.   (1997), «An historic perspective of social marketing». <i>Journal of Health Communication</i>, 2, pp. 308-309.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823852&pid=S1645-4464201500030000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rothschild,   M. (1999), «Carrots, sticks, and promises: A conceptual framework for the   management of public health and social issue behaviors». <i>Journal of Marketing</i>, 63 (outubro), pp. 24-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823854&pid=S1645-4464201500030000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Salmon,   C. T. (1989), <b>Information Campaigns: Balancing Social Values and Social     Change</b>. 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(2002), «Public health, social change, and media advocacy». <i>Social</i> <i>Marketing</i> <i>Quarterly</i>, 8, pp. 25-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=823870&pid=S1645-4464201500030000400049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em   abril de 2015 e aceite em outubro de 2015.</font><font face="Verdana">    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <font size="2">Received in April 2015 and accepted in October 2015.    <br>   Recibido en abril de 2015 y aceptado en otubre de 2015.</font></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>NOTAS</b></font></p>     <p><font face="Verdana"><font size="2"><a name="_ftn1"></a><a href="#_ftnref1" title="">[1]</a> A medida (grau)   de centralidade identifica os trabalhos que proporcionam mais informação (Alves, 2010).</font></font></p>      ]]></body><back>
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