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<publisher-name><![CDATA[Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação (CeiEF)Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Globalização e identidades educativas. Rupturas e incertezas]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[With this article it is intended to discuss, at a school and curriculum point of view, the globalization and the identity as two position spaces that configure the education politics, concretely at the level of the school organization. We defend that the globalization contributes in an effective way, contrarily to that the construction of the school identities presupposes, not only for the reinforcement of the school homogenization, including the curriculum practices, as also for the reinforcement of the curriculum notion as a fact. The results that are presented concern to the practices of elaboration of educational projects (political- pedagogic) configuring the existence of projects that are worked in the school by the teachers in a normative logic and in a ritual of macrodecisions execution, even if they justification is made in the base of the autonomy of the schools and of local curriculum identities.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Globalização e identidades educativas. Rupturas e incertezas </b></p>     <p>José Augusto Pacheco<a href="#1">*</a> <a name="top1"></a>& Nancy Pereira<a href="#2">**</a>    <a name="top2"></a> </p>     <p>&nbsp;</p>      <p>Com este artigo pretende-se debater escolar e curricularmente a globalização e a identidade como dois  espaços posicionais que configuram as políticas educacionais, concretamente ao nível da organização escolar.  Defendemos que a globalização contribui de modo efectivo, contrariamente ao que a construção das identidades  escolares pressupõe, não só para o reforço da homogeneização escolar, incluindo as práticas curriculares,  como também para o reforço da noção de currículo como facto.Os resultados que se apresentam dizem respeito  às práticas de elaboração de projectos educativos (político-pedagógicos) configurando a existência de  projectos que são trabalhados escolarmente pelos professores numa lógica normativa e num ritual de  cumprimento de macrodecisões, mesmo que a sua justificação seja feita na base da autonomia das escolas e de  identidades curriculares locais. </p>      <p><b>Palavras-chave:</b> Globalização, currículo, identidade </p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Globalization and Educational Identities. Ruptures and Incertitudes </b></p>     <p>With this article it is intended to discuss, at a school and curriculum point    of view, the globalization and the identity as two position spaces that configure    the education politics, concretely at the level of the school organization.    We defend that the globalization contributes in an effective way, contrarily    to that the construction of the school identities presupposes, not only for    the reinforcement of the school homogenization, including the curriculum practices,    as also for the reinforcement of the curriculum notion as a fact. The results    that are presented concern to the practices of elaboration of educational projects    (political- pedagogic) configuring the existence of projects that are worked    in the school by the teachers in a normative logic and in a ritual of macrodecisions    execution, even if they justification is made in the base of the autonomy of    the schools and of local curriculum identities.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><b>Referências bibliográficas </b></p>      <!-- ref --><p>Ball, Stephen (1997). <i>The micro-polics of the school</i>. London: Methuen.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000019&pid=S1645-7250200600020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Bourdieu, P. (1998). <i>Questions de sociologie</i>. Paris : Les Editions de Minuit. </p>      <p>Bourdieu, P. (2001). <i>Contrafogos 2. Para um movimento social europeu</i>. Oeiras : Celta Editora. </p>      <p>Burbules, N.(2003). Uma gramática da diferença: algumas formas de repensar    a diferença e a diversidade como tópicos educacionais. <i>In</i> R.L.Garcia;    A.F.Moreira (org.), <i>Currículo na contemporaneidade. Incertezas e desafios</i>.    São Paulo: Cortez, pp. 159-188. </p>      ]]></body>
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<body><![CDATA[<p>Teodoro,A. (2003).<i> Globalização e educação</i>.Porto:Edições Afrontamento.  </p>      <p>Touraine,A. (1984). <i>Le retour de l’acteur. Essai sur sociologie</i>. Paris:    Fayard. </p>      <p>Willinsky, J. (2003). O Estado-Nação após o globalismo. <i>In</i> R. L. Garcia;    A. F. Moreira (org.), <i>Currículo na contemporaneidade. Incertezas e desafios</i>.    São Paulo: Cortez Editora, pp. 81-114. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup><a name="1"></a><a href="#top1">*</a></sup>Instituto de Educação e Psicologia    da Universidade do Minho. Presidente da Sociedade Portuguesa de Ciências da    Educação </p>     <p><a href="mailto:jpacheco@iep.uminho.pt">jpacheco@iep.uminho.pt </a></p>     <p><sup><a name="2"></a><a href="#top2">**</a></sup>Instituto de Educação e Psicologia    da Universidade do Minho </p>     <p><a href="mailto:nancypereira79@portugalmail.pt">nancypereira79@portugalmail.pt</a>  </p>       ]]></body><back>
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