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<institution><![CDATA[,Conselho Regional de Psicologia  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present article intends to stand out the main physical and psychological symptoms of stress found in teachers of the first grades of fundamental education in public state schools of a Brazilian town, and to make a reflection on them. Working as a teacher demands, from the teacher, a certain ability, preparation and updated knowledge, as well as this professional needs to practice actions that develop cognitive, affective and social skills. Analysis of the obtained results indicates that stress symptoms are present in most of the teachers, prevailing the resistance phase of stress. Predominant symptoms included psychological symptoms, and the most significant were: excessive irritability, constant thinking of one subject and excessive emotional sensibility. On the physical area, the most present symptoms were constant fatigue, constant sensation of physical discharge and memory problems.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Sintomas de Stress em Professores Brasileiros</b></p>     <p> Maria das Gra&ccedil;as Teles Martins<Sup><a href="#1">*</a><a name="top1"></a></Sup></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O presente artigo pretende refletir e destacar os principais sintomas f&iacute;sicos    e psicol&oacute;gicos de <I>stress</I> encontrados em professores das primeiras    s&eacute;ries do ensino fundamental em escolas p&uacute;blicas estaduais de    uma cidade brasileira. Exercer a atividade docente implica, para o professor,    ter uma ocupa&ccedil;&atilde;o que exige certo grau de habilidade, preparo e    conhecimento atualizado, ao mesmo tempo em que este profissional necessita praticar    a&ccedil;&otilde;es que desenvolvam as habilidades cognitivas, afetivas e sociais.    A an&aacute;lise dos resultados obtidos indica que os sintomas de <I>stress</I>    est&atilde;o presentes na maioria dos professores, prevalecendo o <I>stress</I>    na fase de resist&ecirc;ncia. A sintomatologia predominante foram os sintomas    psicol&oacute;gicos, na qual se apresentam como mais significativos: a irritabilidade    excessiva, pensar constantemente em um s&oacute; assunto e sensibilidade emotiva    excessiva. Na &aacute;rea f&iacute;sica, os sintomas mais presentes foram: cansa&ccedil;o    constante, sensa&ccedil;&atilde;o de desgaste f&iacute;sico constante e problemas    com a mem&oacute;ria.</p>            <p><B>Palavras-chave:</B> Stress; Educa&ccedil;&atilde;o; Professor; Brasil.</p>            <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>            <p><b>Stress symptoms in Brazilian Teachers</b></p>            <p>The present article intends to stand out the main physical and psychological    symptoms of stress found in teachers of the first grades of fundamental education    in public state schools of a Brazilian town, and to make a reflection on them.    Working as a teacher demands, from the teacher, a certain ability, preparation    and updated knowledge, as well as this professional needs to practice actions    that develop cognitive, affective and social skills. Analysis of the obtained    results indicates that stress symptoms are present in most of the teachers,    prevailing the resistance phase of stress. Predominant symptoms included psychological    symptoms, and the most significant were: excessive irritability, constant thinking    of one subject and excessive emotional sensibility. On the physical area, the    most present symptoms were constant fatigue, constant sensation of physical    discharge and memory problems.</p>           ]]></body>
<body><![CDATA[<p><B>Keywords: </B>Stress; education; Brazil;Teacher</p>            <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>           <p>Texto completo dispon&iacute;vel apenas em PDF.</p>            <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>                   <p><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas:</b></p>           <!-- ref --><p>Albrecht, Karl (1988). O gerente e o estresse: Fa&ccedil;a o stress trabalhar          por voc&ecirc;. (2&ordf; ed.) Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000021&pid=S1645-7250200700020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Alexander, F. (1988).Medicina psicossom&aacute;tica. Havana: Editorial Labor.</p>    ]]></body>
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<body><![CDATA[<p>Fran&ccedil;a, A. C. L., Rodrigues, A. L (1999). Stress e Trabalho: uma abordagem psicossom&aacute;tica. S&atilde;o Paulo (SP): Atlas. </p>    <p>Gil, A. C. (1999). M&eacute;todos e T&eacute;cnicas de Pesquisa Social. (5&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Ed. Atlas.</p>    <p>Hembling, D. & Gilliland, B (1996). Is there an identifiable stress cyde in the school Year? The Alberta Journal of Educational Research 27(4), 324-330 1981. In: JESUS, Saul Neves de. Motiva&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de professore., p.245. </p>    <p>Jesus, S. N (1989). O sentido da escola contributo para uma an&aacute;lise relacional e desenvolvimentista. Revista Universit&aacute;ria de psicologia, n&ordm;1. pp. 9-13. </p>    <p>Jesus, S. N (2002). Perspectiva para o bem estar docente: Uma li&ccedil;&atilde;o de s&iacute;ntese. Cadernos do CRIAP (29&ordf; ed). ASA. 176 </p>    <p>Jesus, S. N (1996). Motiva&ccedil;&atilde;o e Forma&ccedil;&atilde;o de Professores. Coimbra, Portugal: Quarteto Editora. </p>    <p>Kyriacou, C., Sutcliffe, J (2001). Teacher Stress and satisfaction. Educacional Research, vol. 21, nr 2, 89-96 (1979). In: Cardoso, R. M. et all. O Stress nos Professores Portugueses. Estudo do Instituto de preven&ccedil;&atilde;o do Stress e Sa&uacute;de Ocupacional &ndash; IPSSO. Cole&ccedil;&atilde;o mundo dos saberes 31. Porto Editora: Porto, Portugal. </p>    <p>Lazarus, R. S e Folkman, S (2000). Stress, apraisal and coping &ndash; Nova York, Springer, 1984. In R. M. CARDOSO et all. O Stress nos Professores Portugueses. Estudo do Instituto de preven&ccedil;&atilde;o do Stress e Sa&uacute;de Ocupacional &ndash; IPSSO. Cole&ccedil;&atilde;o mundo dos saberes 31. Porto: Porto Editora. </p>    <p>Leal, E. Q. (2001). Stress em adolescentes: Avalia&ccedil;&atilde;o dos principais sintomas. Universidade Federal da Para&iacute;ba. Mestrado em Ci&ecirc;ncias do Desenvolvimento Humano, Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de. Para&iacute;ba.</p>    <p>Lewis, M. E. & Lewis, H. R. (1988) Fen&ocirc;menos Psicossom&aacute;ticos: at&eacute; que ponto as emo&ccedil;&otilde;es podem afetar a sa&uacute;de. Rio de Janeiro: Jos&eacute; Olimpio editora.</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Lipp, M. N.; Guevara, A. H (1994). Valida&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica do invent&aacute;rio de sintomas de stress (ISS). Estudos de psicologia, 11(3). pp. 43-49. </p>    <p>Lipp, M. N.; Malagris, L. M (1998). Manejo do Estresse In Range, B. (Org). Psicoterapia Comportamental e Cognitiva. S&atilde;o Paulo (SP): Psy. </p>    <p>Lipp, M. N. (Org) (1996). Pesquisas sobre Stress no Brasil: sa&uacute;de, ocupa&ccedil;&otilde;es e Grupo de risco. S&atilde;o Paulo: Papirus. </p>    <p>Lipp, M. N.; Rocha, J. C. (1994) Stress, hipertens&atilde;o arterial e qualidade de vida. Campinas: Papirus.</p>    <p>Lipp, M. N (1999). Como enfrentar o Stress. S&atilde;o Paulo: &Iacute;ncone. </p>    <p>Lipp, M. N (2000). Invent&aacute;rio de sintomas de stress para adultos de Lipp. S&atilde;o Paulo (SP): Casa do Psic&oacute;logo. </p>    <p>Lipp, M. N (Org) (2002). O Stress do Professor. Campinas (SP): Papirus. </p>    <p>Lipp, M. N. (Org.) (2004). O stress no Brasil: Pesquisas avan&ccedil;adas. ,Campinas (SP): Papirus. </p>    <p>Martins, M. G. T (2000). Avalia&ccedil;&atilde;o dos Sintomas de Estresse em Enfermeiros Obstetras. Monografia de Forma&ccedil;&atilde;o em psicologia Cl&iacute;nica. Centro Universit&aacute;rio de Jo&atilde;o Pessoa (PB). </p>    <p>Martins, M. G. T. (2005). Sintomas de Stress em Professores das primeiras s&eacute;ries do ensino fundamental: um estudo explorat&oacute;rio. Universidade Lus&oacute;fona de Humanidades e Tecnologias. Mestrado em Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o. Lisboa.</p>    ]]></body>
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<body><![CDATA[<p>N&oacute;voa, A. (1998). Profiss&atilde;o Professor. Lisboa, Portugal: Porto Editora. </p>    <p>N&oacute;voa, A. (2002). Forma&ccedil;&atilde;o de Professores e Trabalho Pedag&oacute;gico. Lisboa, Portugal: Editora EDUCA. </p>    <p>Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho-OIT (1981).</p>    <p>Perkins, J. M. (1995) Viver sem estresse. S&atilde;o Paulo: Gente.</p>    <p>Ramos, J. P. (1992) Stress no ambiente organizacional: conceitos e tend&ecirc;ncias. Boletim de Psicologia, (42), pp.89-98.</p>    <p>Reinhold, H. D (1984). Fontes e sintomas de stress ocupacional do professor I. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado. Campinas (SP), Puccamp Instituto de Psicologia. </p>    <p>Reinhold, H. D (1995). Fontes e Sintomas do Stress ocupacional do professor. Campinas (SP): Revista de Psicologia. PUCAMP, n. 02/03, ago/dez. </p>    <p>Reinhold, H. D (2002). O Burnout. In: LIPO, M. N. Org. O Stress do Professor. Campinas (SP): Papirus. </p>    <p>Siegel, S. (1975) Estat&iacute;stica n&atilde;o param&eacute;trica para as ci&ecirc;ncias do comportamento. S&atilde;o Paulo: McGraw Hill.</p>    <p>Selye, H. (1956) Stress, of life. New York. McGraw: Hill.</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Selye, H (1995). The Stress of Life. New York: McGraw-Hill Book Co.1978. IN Reinhold, H. D. Fontes e Sintomas do Stress ocupacional do professor. Campinas (SP): Revista de Psicologia/PUCAMP, nr. 02/03, ago/dez. </p>    <p>Sebastiani, R.W e Chiattone, H.B.C, (1991) Psicologia da Sa&uacute;de Hospitalar: da Forma&ccedil;&atilde;o &aacute; Realidade. Univ. Psychol., Jan./June 2005, 4(1), pp.49-54. </p>    <p>SINPRO-BA (2003). Sindicato dos professores. Rela&ccedil;&otilde;es entre trabalho e sa&uacute;de: A sa&uacute;de como elemento para repensar a pr&aacute;tica do ensino. Salvador (BA). </p>    <p>Teodoro, A. & Vasconcelos, M. L. (Org.) (2003). Ensinar e aprender no Ensino Superior. S&atilde;o Paulo: Cortez. </p>    <p>Teodoro, A. (Org.) Educar, promover, emancipar: os contributos de Paulo Freire e Rui Gr&aacute;cio para uma pedagogia emancipat&oacute;ria. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es Universit&aacute;rias. Lus&oacute;fona. </p>    <p>Teodoro, A. (Org.) (1990). Os professores situa&ccedil;&atilde;o profissional e carreira docente. Lisboa: Texto Editora. </p>     <p>Teodoro, A. (Org.) (1998).The construction of man schooling in the european    semiperiphery. The case of Portugal. Comunica&ccedil;&atilde;o ao XIV Congresso    Mundial de Sociologia, 26 julho -1 agosto, Montreal. In: Teodoro, A. Crise de    Identidade nos pap&eacute;is e na forma&ccedil;&atilde;o de professores. Quatro    t&oacute;picos a partir de uma literatura sociol&oacute;gica, 1998. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.uid-opce.net" target="_blank">www.uid-opce.net</a> acesso em 20.02.2005.  </p>     <p>UNESCO (2004). O perfil dos professores brasileiros: o que fazem, o que pensam, o que almejam. Pesquisa nacional UNESCO. S&atilde;o Paulo: Moderna. </p>    <p>Voli, F (1998). A auto-estima do professor: Manual de reflex&atilde;o e a&ccedil;&atilde;o educativa. S&atilde;o Paulo: Loyola. </p>            <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>            <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">*</a> </Sup>Psic&oacute;loga. Membro do    Conselho Regional de Psicologia, Para&iacute;ba, Brasil. Mestre em Ci&ecirc;ncias    da Educa&ccedil;&atilde;o pela Universidade Lus&oacute;fona, <a href="mailto:mgtmartins@gmail.com">mgtmartins@gmail.com</a></p>      ]]></body><back>
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<surname><![CDATA[Albrecht]]></surname>
<given-names><![CDATA[Karl]]></given-names>
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<source><![CDATA[O gerente e o estresse: Faça o stress trabalhar por você]]></source>
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