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</front><body><![CDATA[ <p><b>Comemora&ccedil;&otilde;es do Centen&aacute;rio da Rep&uacute;blica na ULHT-CeiEF</b></p>     <p><b> <i>Col&oacute;quio Educa&ccedil;&atilde;o e Cidadania</i></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Jos&eacute; Br&aacute;s &amp; Maria Neves Gon&ccedil;alves</b> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>O Instituto de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o (ICE) e o CeiEF organizaram    uma sess&atilde;o comemorativa do Centen&aacute;rio da Rep&uacute;blica, intitulada    <i>Educa&ccedil;&atilde;o e Cidadania</i>.</p>     <p> Madalena Mendes (ULHT-CeiEF) proferiu uma confer&ecirc;ncia em torno da rela&ccedil;&atilde;o Educa&ccedil;&atilde;o-   Cidadania inscrevendo-a nos cen&aacute;rios da globaliza&ccedil;&atilde;o e da revitaliza&ccedil;&atilde;o do credo neoliberal, salientando   as principais altera&ccedil;&otilde;es assumidas pelo modelo estatal (desnacionaliza&ccedil;&atilde;o do Estado,   desestatiza&ccedil;&atilde;o dos regimes pol&iacute;ticos e internacionalizados do Estado Nacional) na intersec&ccedil;&atilde;o   com a emerg&ecirc;ncia de poderosos mecanismos de regula&ccedil;&atilde;o transnacional protagonizados por   ag&ecirc;ncias globalizadoras, como a OCDE e a Uni&atilde;o Europeia. Neste &acirc;mbito referiu-se &agrave;s l&oacute;gicas   hegem&oacute;nicas da governa&ccedil;&atilde;o global, metaforizadas nos sete pecados - vaidade, soberba, inveja,   pregui&ccedil;a, gula, avareza e ira. Mais sustentou que a abertura a uma pol&iacute;tica cosmopolita, ao di&aacute;logo   intercultural constituem condi&ccedil;&otilde;es indispens&aacute;veis &agrave; constru&ccedil;&atilde;o da democracia participativa.</p>     <p> Na confer&ecirc;ncia intitulada <i>O Esculpir da &Eacute;tica Republicana    na rela&ccedil;&atilde;o pendular entre qualidades e defeitos</i>, da autoria    dos professores Jos&eacute; Br&aacute;s e Maria Neves (ULHT-CeiEF), foi analisada    a historicidade da montagem dos dispositivos que tornaram poss&iacute;vel a    &eacute;tica republicana. Para a consecu&ccedil;&atilde;o deste objectivo, os    autores recorreram a fontes diversificadas desde as impressas (imprensa, legisla&ccedil;&atilde;o,    debates parlamentares, publica&ccedil;&otilde;es republicanas, congressos pedag&oacute;gicos,...)    at&eacute; &agrave;s iconogr&aacute;ficas, com destaque para as caricaturas    despoletadas pela Lei da Separa&ccedil;&atilde;o do Estado e Igrejas (1911).</p>     <p> Isabel Vargues (FLUC/CEIS20) apresentou uma confer&ecirc;ncia intitulada <i>Aprendizagem    da cidadania (1820-1976)</i>. Estruturou o texto em dois eixos de an&aacute;lise:    (i) os par&acirc;metros cronol&oacute;gicos da afirma&ccedil;&atilde;o da cidadania    liberal e constitucional, da cidadania republicana e laica e da cidadania democr&aacute;tica;    e (ii) a constru&ccedil;&atilde;o da cidadania em Portugal atrav&eacute;s da    via pol&iacute;tica (partidos, parlamentos, elei&ccedil;&otilde;es, constitui&ccedil;&otilde;es)    e da via cultural (associa&ccedil;&otilde;es, centros, escolas, edi&ccedil;&atilde;o    e imprensa). </p>     <p>Por fim a moderadora da Mesa, Rosa Serradas Duarte(ULHT-CeiEF) abriu um espa&ccedil;o de   debate, prof&iacute;cuo, cujas reflex&otilde;es e interven&ccedil;&otilde;es de Ant&oacute;nio Teodoro, Edineide Jezine e Maria   do C&eacute;u Cruz, entre outros, foram propiciadoras de um di&aacute;logo cient&iacute;fico desafiante de novas   abordagens e de novas investiga&ccedil;&otilde;es.</p>       ]]></body>
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