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</front><body><![CDATA[ <P><B>Editorial</B></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><b>Isabel Sanches &amp; Ant&oacute;nio Teodoro</b></P>     <P>&nbsp;</P>     <P>1. Para este n&uacute;mero da Revista Lus&oacute;fona de Educa&ccedil;&atilde;o lan&ccedil;&aacute;mos o desafio aos nossos colaboradores de refletir e fazer refletir sobre a tem&aacute;tica  da <I>Inclus&atilde;o social e educativa, </I>numa tentativa de desconstruir o conceito, para o reconstruir em toda a sua pertin&ecirc;ncia, atualidade e  necessidade, e de o operacionalizar em termos sociais e educativos. Falar de Inclus&atilde;o ou sobre inclus&atilde;o “virou moda” nos discursos sociais,  pol&iacute;ticos e educativos, mas cada um entende-a como lhe conv&eacute;m ou como a circunst&acirc;ncia o recomenda. Se &eacute; bem verdade que falar de inclus&atilde;o &eacute;, por si s&oacute;, um ato de exclus&atilde;o &eacute; mais verdade que muita exclus&atilde;o se faz (in)conscientemente sob o “chap&eacute;u” da suposta inclus&atilde;o, abrangendo, entre outros, o g&eacute;nero, a etnia, a religi&atilde;o, a pobreza, a imigra&ccedil;&atilde;o ou a defici&ecirc;ncia. </P >    <P    >Porque a Educa&ccedil;&atilde;o &eacute; o nosso campo de atua&ccedil;&atilde;o mais pr&oacute;ximo e porque o discurso da nossa pol&iacute;tica educativa n&atilde;o tem determinado as pr&aacute;ticas inclusivas, reportemo-nos ao t&atilde;o controverso decreto-lei 3/2008, de 7 de janeiro, normativo que orienta a organiza&ccedil;&atilde;o e o funcionamento da Educa&ccedil;&atilde;o especial ou escola inclusiva e educa&ccedil;&atilde;o inclusiva, como &eacute; referido no seu pre&acirc;mbulo. Os quatro anos passados sobre a publica&ccedil;&atilde;o do mesmo s&oacute; vieram confirmar e reafirmar as cr&iacute;ticas na altura formuladas. Hoje temos maior consci&ecirc;ncia do retrocesso que foi, relativamente &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o vigente, na altura, consubstanciada no decreto-lei 319/91, de 23 de agosto, e no Despacho conjunto n&ordm; 105/97, de 01de julho, embora, na altura, se reconhecesse que necessitava de ajustamentos. Todavia, n&atilde;o era previs&iacute;vel que o fosse promovendo uma pol&iacute;tica de contornos conservadores e retr&oacute;grados, que facilitam a exclus&atilde;o e limitam o acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o inclusiva, para os alunos em situa&ccedil;&atilde;o de defici&ecirc;ncia, em especial dos surdos, cegos, multideficientes e com perturba&ccedil;&otilde;es do espectro do autismo. Ao restringir a sua aplica&ccedil;&atilde;o aos alunos em situa&ccedil;&atilde;o de defici&ecirc;ncia (necessidades educativas especiais de car&aacute;ter permanente), resultante da aplica&ccedil;&atilde;o da Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional da Funcionalidade (CIF), que p&ocirc;s de costas viradas os v&aacute;rios t&eacute;cnicos intervenientes na sua aplica&ccedil;&atilde;o, propicia a segrega&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o cumpre os princ&iacute;pios enunciados no seu pre&acirc;mbulo, consignados nos princ&iacute;pios internacionais de direitos humanos. &Eacute; consensual que as necessidades educativas especiais n&atilde;o s&atilde;o um exclusivo das crian&ccedil;as e jovens em situa&ccedil;&atilde;o de defici&ecirc;ncia. </P >    <P    >A cria&ccedil;&atilde;o de escolas de refer&ecirc;ncia para alunos surdos e para os alunos cegos e com baixa vis&atilde;o, as unidades de ensino estruturado para alunos com perturba&ccedil;&otilde;es do espectro do autismo e as unidades de apoio especializado para alunos com multidefici&ecirc;ncia e surdocegueira cong&eacute;nita s&atilde;o, sem d&uacute;vida, uma boa resposta para alguns profissionais que n&atilde;o querem sair da sua zona de conforto, mas nunca o ser&atilde;o para defender o superior interesse das crian&ccedil;as e dos jovens. Uma boa parte das unidades (generalizar &eacute; sempre arriscado) s&atilde;o uma forma de ir buscar mais recursos, sinalizando, por vezes, crian&ccedil;as e jovens que de outro modo teriam lugar efetivo na turma &agrave; qual est&atilde;o agregados, sendo estes alunos obrigados a conviver, quase exclusivamente, com crian&ccedil;as e jovens com a mesma ou outra defici&ecirc;ncia pior que a sua (at&eacute; as refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o feitas em tempos desencontrados e, por vezes, as ditas unidades s&atilde;o instaladas fora do edif&iacute;cio escolar). A experi&ecirc;ncia havida com as classes especiais, criadas em 1946 e extintas nos anos setenta, entre outras, provou que as experi&ecirc;ncias de segrega&ccedil;&atilde;o, prejudicam gravemente as aprendizagens m&uacute;tuas, o processo de socializa&ccedil;&atilde;o e a futura inclus&atilde;o na sociedade. A segrega&ccedil;&atilde;o encapotada de inclus&atilde;o n&atilde;o &eacute;, certamente, a solu&ccedil;&atilde;o.</P >    <P    >O fato de os docentes de Educa&ccedil;&atilde;o especial serem nomeados para exclusivo atendimento aos alunos considerados com necessidades educativas especiais de carater permanente, definindo melhor a identidade destes docentes, abriu ainda mais o fosso entre os dois sistemas, o regular e o especial, j&aacute; que se radicalizou a desresponsabiliza&ccedil;&atilde;o dos professores do ensino regular por todos os alunos da sua turma e a prolifera&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os onde s&atilde;o ensinados, em conjunto e por professores especiais, os alunos que n&atilde;o s&atilde;o desejados nem pelo sistema regular nem pelos professores.  </P >    <P    >Recuar a modelos do passado, em vez de os pensar em fun&ccedil;&atilde;o das din&acirc;micas do presente e das perspetivas do futuro n&atilde;o pode ser o caminho para uma escola que se quer universal e a dar resposta a cada um dos seus alunos.</P >    <P    >N&atilde;o &eacute; previs&iacute;vel que o governo agora empossado, dado o cariz das medidas que t&ecirc;m vindo a ser tomadas e a filosofia que lhes est&aacute; subjacente, possa preocupar-se em alterar as pr&aacute;ticas educativas, no sentido da constru&ccedil;&atilde;o de uma escola equitativa, onde todos tenham lugar para aprender e para participar com os colegas e os amigos da sua comunidade.</P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<P    >2. Subordinados &agrave; tem&aacute;tica <I>Inclus&atilde;o social e educativa, </I>apresentamos um conjunto de textos, contemplando, em termos te&oacute;ricos e principalmente emp&iacute;ricos, os v&aacute;rios pensares e pr&aacute;ticas desenvolvidas na Europa (Fran&ccedil;a, Espanha e Portugal) e na Am&eacute;rica do Sul (Brasil), dando voz &agrave;s pessoas que com o seu ‘fazer’ procuram uma sociedade e uma escola mais equitativas.</P >    <P    >Charles Gardou, como antrop&oacute;logo, no seu artigo <I>Pensar a defici&ecirc;ncia numa perspetiva inclusiva, </I>vem questionar as representa&ccedil;&otilde;es culturais, no que &agrave; defici&ecirc;ncia diz respeito, convidando &agrave; sua “desconstru&ccedil;&atilde;o”, para que “Novas Luzes” possam fazer pensar e agir, sem categoriza&ccedil;&otilde;es, sem medos quim&eacute;ricos, falsas cren&ccedil;as ou preconceitos, numa proposta a que ele pr&oacute;prio costuma chamar de “revolu&ccedil;&atilde;o cultural”.</P >    <P    >Francisca Gonz&aacute;lez-Gil e Pilar Sarto Mart&iacute;n no artigo <I>Uma experi&ecirc;ncia internacional de forma&ccedil;&atilde;o de professores para a inclus&atilde;o</I> fazem uma an&aacute;lise do que &eacute; ou pode ser a forma&ccedil;&atilde;o de professores para que a escola possa ser mais inclusiva, dando o mote &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o para apostarem numa &aacute;rea t&atilde;o solicitada pelos professores e que, segundo eles, &eacute; um dos maiores ou o maior obst&aacute;culo &agrave; aprendizagem e participa&ccedil;&atilde;o de todos os alunos nas salas de ensino regular, ou seja, &agrave; educa&ccedil;&atilde;o inclusiva e &agrave; mudan&ccedil;a substancial das escolas.</P >    <P    >Edineide Jezine e Rusiel Paulino de Araujo Junior apresentam-nos os <I>Desafios da inclus&atilde;o em Portugal, </I>atrav&eacute;s de uma reflex&atilde;o sobre as atividades de tempo livre<I> </I>promotoras das aprendizagens. &Eacute; um olhar de dentro e de fora, de dois educadores e tamb&eacute;m pais de uma crian&ccedil;a diagnosticada com s&iacute;ndrome de <I>Down</I>, confrontados com as quest&otilde;es que a inclus&atilde;o faz emergir, para o melhor e para o pior, no seu pa&iacute;s de origem, Brasil, e em Portugal que durante algum tempo adotaram como seu. Porque as atividades de tempos livres (ATL) s&atilde;o neste momento atividades, n&atilde;o curriculares, mas amplamente presentes na vida de quase todas as crian&ccedil;as, importa que tamb&eacute;m elas passem pela an&aacute;lise cr&iacute;tica dos investigadores e se avalie a sua fun&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio-educativa, no que &agrave; inclus&atilde;o diz respeito.</P >    <P    >Alcides Monteiro reflete e faz refletir sobre a inclus&atilde;o social a outro n&iacute;vel, na Educa&ccedil;&atilde;o e Forma&ccedil;&atilde;o de Adultos (EFA), dirigida a mulheres desempregadas e residentes em meio rural, um setor da popula&ccedil;&atilde;o esquecido e desvalorizado. Aponta tr&ecirc;s vetores importantes para atingir uma cidadania plena e a capacidade de determina&ccedil;&atilde;o do seu destino: a forma&ccedil;&atilde;o para a autonomia, a (auto) reflexividade e a co-responsabilidade. </P >    <P    >K&aacute;tia Tavares Merselian e C&eacute;lia Regina Vitaliano preocuparam-se com a an&aacute;lise das condi&ccedil;&otilde;es que uma escola, no Brasil, conseguiu criar para a inclus&atilde;o de 11 alunos surdos, nos anos iniciais do ensino fundamental. Dentre essas condi&ccedil;&otilde;es podem destacar-se: cria&ccedil;&atilde;o de um ambiente bil&iacute;ngue para alunos surdos e ouvintes, confe&ccedil;&atilde;o de materiais pedag&oacute;gicos adequados ao processo de aprendizagem, forma&ccedil;&atilde;o aos professores e equipe gestora; foi implantada uma disciplina de Libras no curr&iacute;culo para todos os alunos e disponibilizados professores de apoio com dom&iacute;nio em Libras para auxiliar os alunos surdos no processo de aprendizagem em sala de aula. </P >    <P    >Maria Teresa Gomes da Costa e Luisa Cagica Carvalho apresentam-nos a educa&ccedil;&atilde;o para o empreendorismo como instrumento facilitador da inclus&atilde;o social, atrav&eacute;s da an&aacute;lise de um caso no ensino superior. A forma&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias para a cria&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio emprego s&atilde;o as estrat&eacute;gias apontadas, por estas autoras, para a cria&ccedil;&atilde;o de auto-empregos, como forma de reduzir riscos sociais e de promover a inclus&atilde;o e a coes&atilde;o social.</P >    <P    >Maria Odete Emygdio da Silva, atrav&eacute;s do seu artigo <I>Educa&ccedil;&atilde;o Inclusiva – um novo paradigma de Escola</I>, levanta d&uacute;vidas e quest&otilde;es que se p&otilde;em aos professores no momento de a p&ocirc;r em pr&aacute;tica nas suas turmas, refletindo sobre a necessidade de uma forma&ccedil;&atilde;o adequada, atrav&eacute;s de alguns exemplos de que &eacute; protagonista, como formadora.</P >    <P    >Isabel Sanches diz-nos que quer ‘meter as m&atilde;os na massa’ para nos fazer refletir sobre as <I>pr&aacute;ticas de Educa&ccedil;&atilde;o inclusiva, na escola</I>, indo buscar exemplos de pr&aacute;ticas educativas que criaram espa&ccedil;os e tempos de a&ccedil;&atilde;o e de reflex&atilde;o, mais e melhor conhecimento, tornaram o ensino e a aprendizagem mais eficazes e os intervenientes mais motivados. </P >    <P    >Em <I>Di&aacute;logos</I>, Isabel Sanches em conversa com Sofia, m&atilde;e de um jovem diagnosticado com S&iacute;ndrome de Asperger e tamb&eacute;m Professora de Educa&ccedil;&atilde;o especial, fazem uma reflex&atilde;o sobre o que &eacute; ou poderia ser a inclus&atilde;o social e educativa nas nossas escolas, tendo em conta a diversidade dos p&uacute;blicos que hoje as integram, alterando as formas de estar e de fazer. &Eacute; o testemunho vivo de uma m&atilde;e que tem sentido na pele o que &eacute; lutar por uma educa&ccedil;&atilde;o inclusiva de um filho, t&atilde;o diferente e t&atilde;o igual aos outros, junto dos seus pares profissionais e da gest&atilde;o da escola. Partindo das condi&ccedil;&otilde;es e dos recursos que temos, dos saberes e das experi&ecirc;ncias, por vezes bem sofridas, passando pela legisla&ccedil;&atilde;o, decorre da conversa que &eacute; poss&iacute;vel tornar a escola menos cinzenta, se realmente quisermos e se formos capazes de nos motivar para isso. O problema est&aacute; em n&oacute;s…N&oacute;s somos o problema ou parte dele? S&atilde;o dados exemplos pr&aacute;ticos de atua&ccedil;&atilde;o, em situa&ccedil;&otilde;es diversificadas, que podem ajudar no delinear de estrat&eacute;gias e de comportamentos, tanto de elementos da gest&atilde;o como de professores, de alunos e de encarregados de educa&ccedil;&atilde;o, ou seja, de todos os intervenientes que constituem a comunidade educativa como um todo.  </P >    ]]></body>
<body><![CDATA[<P    >Na se&ccedil;&atilde;o <I>Recens&otilde;es, </I>Gabriela Canastra, doutoranda aquando da elabora&ccedil;&atilde;o da recens&atilde;o e hoje j&aacute; doutora, faz a an&aacute;lise cr&iacute;tica do livro <I>Gest&atilde;o das Aprendizagens na sala de aula Inclusiva, </I>da autoria de Maria Odete Emygdio da Silva, publicado pelas Edi&ccedil;&otilde;es Universit&aacute;rias Lus&oacute;fonas, em 2011<B><I>.</I> </B>Como a pr&oacute;pria autora da recens&atilde;o aponta “esta obra tem o m&eacute;rito de colocar a &ecirc;nfase da problem&aacute;tica da defici&ecirc;ncia, n&atilde;o na &laquo;incapacidade do indiv&iacute;duo&raquo;, mas no modo como se organiza e gere a atividade educativa, particularmente no seio da sala de aula”. O apontar formas de atua&ccedil;&atilde;o concretas &eacute; uma grande mais valia para orienta&ccedil;&atilde;o dos professores, na condu&ccedil;&atilde;o das suas pr&aacute;ticas.</P >    <P    >Ainda na rubrica <I>Recens&otilde;es</I>, &Aacute;lvaro Santos analisa o livro <I>Em busca de Indicadores de Educa&ccedil;&atilde;o Inclusiva. A “voz”dos professores de apoio sobre o que pensam, </I><I>o que fazem e o que gostariam de fazer, </I>da autoria de Isabel Sanches, publicado pelas Edi&ccedil;&otilde;es Universit&aacute;rias Lus&oacute;fonas, em 2011<B><I>.</I> </B>Segundo as palavras do autor da recens&atilde;o, esta obra “&eacute; mais uma preciosa ajuda no despontar de um novo paradigma de escola”, uma escola inclusiva/educa&ccedil;&atilde;o inclusiva que come&ccedil;a a ser vista “n&atilde;o como uma utopia mas como um des&iacute;gnio social a realizar”. &Eacute; uma obra recomendada a todos os que acreditam que &eacute; poss&iacute;vel uma escola onde todos possam partilhar o seu tempo e o seu espa&ccedil;o.</P >    <P    >  Em <I>Not&iacute;cias</I>, podemos apreciar a intensa atividade dos membros do Centro de Estudos e Interven&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o e Forma&ccedil;&atilde;o (CeiEF), participando com comunica&ccedil;&otilde;es e confer&ecirc;ncias, em diversos eventos cient&iacute;ficos nacionais e internacionais, realizados dentro e fora do nosso pa&iacute;s.</P >    <P    >Em <I>S&iacute;tios digitais</I>, &eacute; Vasco Gra&ccedil;a que nos atualiza e disponibiliza as v&aacute;rias entradas pertinentes e &uacute;teis que v&atilde;o permitir uma entrada mais f&aacute;cil no que &eacute; o mundo digital, na &aacute;rea da Educa&ccedil;&atilde;o especial/Educa&ccedil;&atilde;o inclusiva.</P >    <P    >Temos ainda a rubrica <I>Trabalhos de Projeto</I>, onde podemos encontrar alguns dos resumos dos trabalhos finais, desenvolvidos no &acirc;mbito do Mestrado em Educa&ccedil;&atilde;o especial, Dom&iacute;nio cognitivo e motor.</P >    <P    >Finalizamos com a rubrica Abstracts<I>, </I>onde se encontra a vers&atilde;o inglesa dos resumos dos artigos publicados, neste n&uacute;mero da Revista. </P >     <P>&nbsp;</P>     <P><I>Lisboa, dezembro de 2011</I></P>       ]]></body>
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