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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA["Novos" territórios e agentes educativos em sociologia da educação: o caso da educação de adultos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[School has been object of preferential study in the area of sociology of education. This fact may be justified by the growing importance than that has been developing since the 18th century. However, other fields and educational agents have been getting a more and more important role in the educational context, particularly in the field of non-formal adult education. This reality has also been observed in our country, namely in the last decade. Such agents assume at the same time functions which had been so far an exclusive job of school, such as schooling certification. Which are then these new territories and educational agents? Who are these new "professionals"? Who is this new public? What makes them look for set of new educational offers? What will the social effects be? On the other hand, the schooling agent itself is being redefined as a result of this new nonformal education offers in the field of adult education. How far has this new reality been faced by school and teachers? These are same the questions the sociology of education must try to find an intensive and as deep as possible answer. The aim of this article is to debate and examine this need, often raised before either among us or in other geographical contexts, by some authors. Such debate has been carried out whenever we try to bring to it concrete aspects of the reality, basically taken out from the Portuguese situation.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[sociologia da educação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>&quot;Novos&quot; territ&oacute;rios e   agentes educativos em   sociologia da educa&ccedil;&atilde;o:   o caso da educa&ccedil;&atilde;o de   adultos</b></p>        <p><b>&quot;New&quot; territories and educational   agents in sociology of education: the   case of adult education</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Armando Paulo Ferreira Loureiro<sup>*</sup></b></p>     <p><sup>*</sup>Professor Auxiliar no Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o e Psicologia,   da Escola de Ci&ecirc;ncias Humanas e Sociais, da Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro.<br />   Vice-Presidente da Escola de Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas<br />   <a href="mailto:aloureiro@utad.pt">aloureiro@utad.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resumo</b></p>     <p> A escola tem sido o objecto de estudo preferencial da sociologia da educa&ccedil;&atilde;o,   e a justifica&ccedil;&atilde;o de tal facto deve-se ao relevo que aquela tem desde o s&eacute;culo   XVIII. No entanto, outros territ&oacute;rios e agentes educativos t&ecirc;m assumido um papel   cada vez mais pertinente no contexto educativo, com particular incid&ecirc;ncia   no campo da educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o formal de adultos. &Eacute; a esta realidade que temos   assistido tamb&eacute;m no nosso pa&iacute;s, sobretudo na &uacute;ltima d&eacute;cada. Estes agentes   assumem inclusive fun&ccedil;&otilde;es que at&eacute; h&aacute; pouco tempo eram exclusivas da escola,   como seja a da certifica&ccedil;&atilde;o escolar. Que territ&oacute;rios e agentes educativos s&atilde;o   esses? Quem s&atilde;o esses novos &quot;profissionais&quot;? E os novos p&uacute;blicos, quem s&atilde;o?   O que os motiva a procurar todo um conjunto de novas ofertas educativas? Que   efeitos sociais resultam dessa certifica&ccedil;&atilde;o? Por outro lado, o pr&oacute;prio agente   educativo escola se est&aacute; redefinindo &agrave; luz de parte desta mesma oferta educativa   n&atilde;o formal no campo da educa&ccedil;&atilde;o de adultos. De que forma esta nova   realidade tem sido vivida pela escola e pelos professores? Estas s&atilde;o algumas   quest&otilde;es a que a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o deve procurar dar resposta de forma   mais intensa. O objectivo deste artigo &eacute; debater essa necessidade, que j&aacute; tem   sido levantada, quer entre n&oacute;s, quer noutros contextos geogr&aacute;ficos, por alguns   autores. Tal discuss&atilde;o &eacute; feita, quando procuramos trazer &agrave; mesma aspectos concretos   da realidade, essencialmente a partir da situa&ccedil;&atilde;o portuguesa.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> sociologia da educa&ccedil;&atilde;o; tend&ecirc;ncias; educa&ccedil;&atilde;o de adultos.</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Abstract</b></p>     <p>School has been object of preferential   study in the area of sociology of   education. This fact may be justified   by the growing importance than that   has been developing since the 18th   century. However, other fields and   educational agents have been getting   a more and more important role   in the educational context, particularly   in the field of non-formal adult   education. This reality has also been   observed in our country, namely in the   last decade. Such agents assume at the   same time functions which had been   so far an exclusive job of school, such   as schooling certification. Which are   then these new territories and educational   agents? Who are these new   &quot;professionals&quot;? Who is this new public?   What makes them look for set of   new educational offers? What will the   social effects be? On the other hand,   the schooling agent itself is being redefined   as a result of this new nonformal   education offers in the field   of adult education. How far has this   new reality been faced by school and   teachers? These are same the questions   the sociology of education must   try to find an intensive and as deep as   possible answer. The aim of this article   is to debate and examine this need,   often raised before either among us   or in other geographical contexts, by   some authors. Such debate has been   carried out whenever we try to bring   to it concrete aspects of the reality,   basically taken out from the Portuguese   situation.</p>     <p> <b>Keywords:</b> sociology of education; tendencies;   adult education.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>As transforma&ccedil;&otilde;es ocorridas no campo da educa&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m sido intensas e m&uacute;ltiplas,   nomeadamente as verificadas entre n&oacute;s, mas a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o   continua centrada no estudo da escola. &Eacute; verdade que existem investiga&ccedil;&otilde;es e   reflex&otilde;es que se t&ecirc;m dedicado a outros contextos e actores educativos (Afonso,   1992, 2001a; An&iacute;bal &amp; Moinhos, 2010; Can&aacute;rio, 2008; Dom&iacute;nguez, 2000; Lima  &amp; Afonso, 2006; Pain, 1990; Palhares, 2008; Sue, 2001). No entanto, quando as   comparamos com as que t&ecirc;m sido feitas sobre a realidade escolar &eacute; not&oacute;ria a   pouca import&acirc;ncia que continua a ser-lhes dada. Veja-se, a t&iacute;tulo meramente   exemplificativo, a diminuta quantidade de artigos referentes a outros contextos   educativos, que n&atilde;o o escolar, que aparecem nas revistas de refer&ecirc;ncia nacional   e mundial na &aacute;rea espec&iacute;fica da sociologia da educa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p> Naturalmente este interesse justifica-se, mas o que &eacute; menos compreens&iacute;vel   &eacute; continuar a dar-se pouca aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s <i>outras educa&ccedil;&otilde;es</i> (Loureiro, 2009a). Se j&aacute;   fazia sentido antes a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o dedicar-lhes mais aten&ccedil;&atilde;o, como   t&ecirc;m alertado alguns autores estrangeiros (Bonal, 1998; Cerd&aacute;, 2000; Dom&iacute;nguez,   2000; Maza, 1997; Pain, 1990) e tamb&eacute;m nacionais, sobretudo Afonso,   desde h&aacute; longa data (1992, 2001a, 2001b, 2005, 2010), muito mais pertin&ecirc;ncia   tem hoje faz&ecirc;-lo, altura em que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o formal tem um relevo cada vez   maior e inclusive tem assumido alguns pap&eacute;is que eram exclusivos da escola,   como o da possibilidade de, em determinados casos, poder realizar certifica&ccedil;&atilde;o   escolar. Enfim, numa &eacute;poca em que assistimos a uma pedagogisa&ccedil;&atilde;o da sociedade   (Bernstein, 2001; Lima, 2010) &eacute; de todo essencial intensificar o olhar sobre   essas outras modalidades educativas.</p>     <p> Esse assumir de import&acirc;ncia tem sido sentido particularmente no campo da   educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o formal dos adultos, por isso as reflex&otilde;es que aqui se trazem t&ecirc;mno   por refer&ecirc;ncia. Ou seja, pensamos que esta &eacute; uma &aacute;rea que deve ser mais   investigada pela sociologia da educa&ccedil;&atilde;o. Com isto n&atilde;o queremos dizer que ela   n&atilde;o se tem dedicado &agrave; educa&ccedil;&atilde;o de adultos. Na verdade, tem-no feito, mas de   forma intermitente e quando o faz tem-se dedicado, grandemente, &agrave; educa&ccedil;&atilde;o   escolar dos adultos.</p>     <p> Prova da dedica&ccedil;&atilde;o, reflex&atilde;o e tamb&eacute;m da defesa, de forma mais ou menos   explicita, do estudo da educa&ccedil;&atilde;o de adultos no &acirc;mbito da sociologia da educa&ccedil;&atilde;o,   s&atilde;o os trabalhos de, e sem pretendermos ser exaustivos, diversos autores   estrangeiros, tais como Thomas (1982), Elsey (1986), Jarvis (1987, 1989, 1997,   2000), Rubenson (1989), Flecha (1994, 1997), Llavador e Llavador (1996), Torres   (1997), Dom&iacute;nguez (2000), Cabo (2000) e Dubar e Gedea (2001). Tamb&eacute;m   entre n&oacute;s &eacute; poss&iacute;vel encontrar alguns trabalhos que se podem enquadrar dentro   de uma sociologia da educa&ccedil;&atilde;o de adultos. As reflex&otilde;es mais amplas de Can&aacute;rio   (1999) sobre a educa&ccedil;&atilde;o de adultos, as que articulam a educa&ccedil;&atilde;o de adultos   com o desenvolvimento local, de Melo (2008), as que t&ecirc;m feito abordagens sociol&oacute;gicas   das pol&iacute;ticas da educa&ccedil;&atilde;o de adultos (Barros, 2009; Guimar&atilde;es, 2009;   Lima, 2007; Melo, 2004; Rothes, 2009), que se inscrevem numa certa tradi&ccedil;&atilde;o de   an&aacute;lise das pol&iacute;ticas educativas (Afonso, 1999, 2001c; Teodoro, 1994, 2005; entre   outros), as que defendem uma pedagogia para os adultos baseada no m&eacute;todo   biogr&aacute;fico (Correia, 1998), as que se debru&ccedil;am sobre os adultos pouco escolarizados   e os respectivos processos de educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o (&Aacute;vila, 2008; Cavaco,   2008), e as que t&ecirc;m analisado a educa&ccedil;&atilde;o de adultos em contextos educativos   n&atilde;o escolares, como as de Lima (2006, 2011a), Loureiro (2009a, 2010a,b) e   Loureiro e Crist&oacute;v&atilde;o (2010), s&atilde;o algumas dessas ainda poucas investiga&ccedil;&otilde;es e   reflex&otilde;es.</p>     <p> Portanto, e reafirmando o defendido antes, &eacute; verdade que t&ecirc;m existido alguns   estudos que poderemos enquadrar dentro de uma sociologia da educa&ccedil;&atilde;o   de adultos. No entanto, esta &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o tem sido, de forma incompreens&iacute;vel,   pouco investigada. Neste artigo<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>, procuramos dar um pequeno contributo   para que se inverta essa tend&ecirc;ncia, partindo, essencialmente, do que se tem   passado na &uacute;ltima d&eacute;cada em Portugal na educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o formal de adultos. Damos   particular aten&ccedil;&atilde;o &agrave; nova oferta educativa que tem marcado este campo (os   Centros Novas Oportunidades &ndash; CNO - e os Cursos de Educa&ccedil;&atilde;o e Forma&ccedil;&atilde;o de   Adultos - EFA) no nosso pa&iacute;s.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Conv&eacute;m esclarecer que enquadramos tal oferta educativa na educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o   formal tendo em considera&ccedil;&atilde;o princ&iacute;pios que estiveram na base da constru&ccedil;&atilde;o   do seu modelo educativo, tais como o balan&ccedil;o de compet&ecirc;ncias, a anima&ccedil;&atilde;o local   e a territorializa&ccedil;&atilde;o, e que se encontram plasmados em documentos oficiais   (ANEFA, 2002) e s&atilde;o referidos por autores como Melo (2008). Mas, conv&eacute;m tamb&eacute;m   n&atilde;o esquecer o que alguns investigadores nos t&ecirc;m dado a conhecer quando   estudam a execu&ccedil;&atilde;o no terreno dessa oferta educativa e demonstram que, fruto,   por exemplo, da preval&ecirc;ncia de uma l&oacute;gica sumativa sobre a l&oacute;gica formativa,   ela se aproxima em diversos aspectos do modelo escolar (Barros, 2011). Ou   seja, a uniformiza&ccedil;&atilde;o e a homogeneiza&ccedil;&atilde;o, caracter&iacute;sticas &quot;de uma pedagogia   t&eacute;cnico-burocr&aacute;tica&quot; (Lima, Guimar&atilde;es &amp; Oliveira, 2007, p. 44-5), estar&atilde;o a conformar   a pr&aacute;tica de muitos dos promotores no terreno das ofertas educativas em   quest&atilde;o. Tal facto aponta para um desvirtuamento do modelo e p&otilde;e em causa   as l&oacute;gicas da educa&ccedil;&atilde;o popular, da emancipa&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o social. No entanto,   e apesar de concordarmos que essa possa ser a tend&ecirc;ncia geral (Loureiro,   2009a), n&atilde;o devemos ficar com a ideia de que todas as concretiza&ccedil;&otilde;es dessas   ofertas educativas s&atilde;o mec&acirc;nicas, reprodutoras e que n&atilde;o usam reflexivamente   os espa&ccedil;os de autonomia dados pelo modelo e por isso se afastam dos tais ideais   de emancipa&ccedil;&atilde;o e conscienciatiza&ccedil;&atilde;o dos adultos envolvidos no processo   (Loureiro, 2009a).</p>     <p> Seja como for, e n&atilde;o perdendo de vista o que tais estudos t&ecirc;m conclu&iacute;do acerca   da concretiza&ccedil;&atilde;o destas ofertas educativas, consideramos que o seu modelo   &eacute; de cariz n&atilde;o formal e, sendo assim, centramos a discuss&atilde;o: numa abordagem   a esses novos agentes educativos e institui&ccedil;&otilde;es que enquadram a sua ac&ccedil;&atilde;o,   procurando, por exemplo, analisar a quest&atilde;o da sua identidade profissional; na   forma e conte&uacute;do dos conhecimentos que essas ofertas enformam; nos p&uacute;blicos   que afluem a tais ofertas e no que os motiva; e nas poss&iacute;veis implica&ccedil;&otilde;es da   introdu&ccedil;&atilde;o destas ofertas educativas na pr&oacute;pria escola, pois tamb&eacute;m ela as tem   vindo a enquadrar.</p>     <p> Para al&eacute;m disso, tratamos ainda de uma outra tem&aacute;tica que se tem constitu&iacute;do,   nos anos mais recentes, como uma das tend&ecirc;ncias mais fortes na &aacute;rea da   educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o formal de adultos, &agrave; qual a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o deve tamb&eacute;m   dar mais aten&ccedil;&atilde;o: a da educa&ccedil;&atilde;o para a terceira idade, onde se enquadram as   universidades seniores.</p>     <p> A problematiza&ccedil;&atilde;o destas tem&aacute;ticas ser&aacute; feita convocando para a mesma, sobretudo,   os contributos dados pela sociologia da educa&ccedil;&atilde;o que se t&ecirc;m dedicado   quer &agrave; educa&ccedil;&atilde;o de adultos, quer ao seu objecto de estudo tradicional, a escola.   Pois, como tentaremos mostrar, diversas quest&otilde;es por ela analisadas, quando se   dedica &agrave; escola, podem tamb&eacute;m ser abordadas na &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o formal   de adultos.</p>     <p> <b>Novas institui&ccedil;&otilde;es e agentes educativos</b></p>     <p> A sociologia da educa&ccedil;&atilde;o, quando estuda os seus actores educativos dedicase,   essencialmente, aos professores e &agrave; institui&ccedil;&atilde;o onde eles trabalham, a escola,   aos alunos e tamb&eacute;m &agrave;s fam&iacute;lias. No caso concreto dos professores tem   investigado, desde h&aacute; muito tempo, sobre a constru&ccedil;&atilde;o da sua identidade profissional   e dos seus processos formativos (Apple, 1989; Aronowitz &amp; Giroux,   1992; Benavente, 1990; Teodoro, 1994). No caso da escola, tem-na abordado,   por exemplo, como institui&ccedil;&atilde;o assente em modelos organizativos diferenciados   (Lima, 1998, 2005, 2011b, 2011).</p>     <p> Mas h&aacute; um conjunto cada vez mais consider&aacute;vel de novos contextos educativos   (associa&ccedil;&otilde;es de desenvolvimento local, associa&ccedil;&otilde;es culturais, Institui&ccedil;&otilde;es   Particulares de Solidariedade Social, funda&ccedil;&otilde;es, centros de forma&ccedil;&atilde;o, entre outros)   e actores (formadores, profissionais de Reconhecimento e Valida&ccedil;&atilde;o de   Compet&ecirc;ncias, directores e coordenadores de Centros Novas Oportunidades,   mediadores de cursos EFA, entre outros) que urge estudar de forma mais   continuada.  De acordo com dados da Ag&ecirc;ncia Nacional para a Qualifica&ccedil;&atilde;o, j&aacute;   em 2009, existiam em Portugal mais de 450 CNO e mais de 7000 t&eacute;cnicos e formadores   a trabalharem nesses Centros (Gaspar, Milagre &amp; Lima, 2009).</p>     <p> Quem s&atilde;o estes t&eacute;cnicos e formadores? Qual a sua forma&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica inicial?   &Eacute; na &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos? Que forma&ccedil;&atilde;o profissional   t&ecirc;m feito? O que fazem? De que se constitui a sua actividade? De que se constitui   a sua rotina e as suas zonas de incerteza laboral? Podemos dizer que estamos   perante profissionais? Perante uma nova profiss&atilde;o ou antes, e quando muito,   perante uma ocupa&ccedil;&atilde;o?</p>     <p> Como se v&ecirc;, estas s&atilde;o quest&otilde;es que t&ecirc;m a ver com a problem&aacute;tica da constru&ccedil;&atilde;o   da identidade profissional, estudada pela disciplina relativamente aos   professores, como dissemos acima. N&atilde;o valer&aacute; a pena fazer estudos, ou melhor,   mais estudos sobre essa e outras tem&aacute;ticas acerca destes novos actores?</p>     <p> N&atilde;o temos d&uacute;vidas de que h&aacute; um crescente reconhecimento e valoriza&ccedil;&atilde;o   social dos actores que trabalham na educa&ccedil;&atilde;o de adultos. J&aacute; h&aacute; mais de dez   anos, Sanz Fern&aacute;ndez (1997) apontava tal facto como uma das principais tend&ecirc;ncias   mundiais da educa&ccedil;&atilde;o de adultos. Uma das express&otilde;es desse ganho de   import&acirc;ncia foi o n&uacute;mero tem&aacute;tico que o <i>European Journal of Education</i> (Volume   44, n&ordm; 2, de 2009) dedicou recentemente a estes agentes educativos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Mas, e apesar deste ganho de relevo, n&atilde;o estamos ainda perante profissionais   (Loureiro, 2009b; Merriam &amp; Brockett, 1997) pois estes agentes educativos   n&atilde;o re&uacute;nem as caracter&iacute;sticas normalmente apontadas para o que se considera   ser uma profiss&atilde;o (Rodrigues, 1997). Estaremos perante um conjunto de agentes   que trabalham na &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos, que se encontrar&atilde;o   num processo de constru&ccedil;&atilde;o identit&aacute;rio complexo. As palavras de uma   t&eacute;cnica de uma equipa de um centro de educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o, que foi objecto de   um estudo etnogr&aacute;fico por n&oacute;s realizado, mostram bem esse processo:</p>     <blockquote> &hellip;sabe, quando as pessoas me perguntam o que &eacute; que fa&ccedil;o, nem sei bem   o que dizer. N&oacute;s n&atilde;o sabemos bem o que responder&hellip; Eu sou soci&oacute;loga,   de forma&ccedil;&atilde;o, mas trabalho aqui na educa&ccedil;&atilde;o de adultos j&aacute; h&aacute; uns anos e   as minhas colegas tamb&eacute;m e n&atilde;o &eacute; muito f&aacute;cil explicar &agrave;s pessoas o que   fazemos&hellip; nem n&oacute;s sabemos bem como nos definir&hellip;</blockquote>     <p> Relativamente a estas novas institui&ccedil;&otilde;es educativas tamb&eacute;m nos parece que   poder&atilde;o ser levantadas algumas quest&otilde;es com interesse para a sociologia da   educa&ccedil;&atilde;o, por exemplo: de que tipo de institui&ccedil;&otilde;es estamos a falar? Em que   l&oacute;gica ou l&oacute;gicas se baseiam as suas ofertas educativas? S&atilde;o sobretudo l&oacute;gicas   de servi&ccedil;o p&uacute;blico ou ser&atilde;o mais de ordem mercantilista? Em que modelos   organizativos   assentam? Tais modelos promovem o trabalho em equipa e, com   isso, potencializam a possibilidade de o trabalho ser qualificante (Correia,   2008), de essas institui&ccedil;&otilde;es se tornarem em organiza&ccedil;&otilde;es que aprendem (Senge,   2002) e suas equipas de trabalho em comunidades de pr&aacute;tica e de saber   (Wenger, 2001)? Ou, pelo contr&aacute;rio, assentam em modelos organizativos que, tal   como na escola, promovem o trabalho isolado dos professores? Como est&aacute; distribu&iacute;do   o poder no seu seio? Que autonomia &eacute; dada a quem nelas trabalha para   poderem desenvolver um trabalho intelectual pr&oacute;ximo do que Giroux (1997)   defendeu para os professores?</p>     <p> Estas parecem-nos ser algumas quest&otilde;es &agrave;s quais urge dar maior aten&ccedil;&atilde;o.   J&aacute; Bernstein (2001) defendia a necessidade de se mapear esses e outros novos   contextos educativos. Existem, entre n&oacute;s, algumas respostas &agrave; quest&atilde;o de   se saber se estas institui&ccedil;&otilde;es se podem considerar organiza&ccedil;&otilde;es que aprendem   e suas equipas comunidades de pr&aacute;tica, aprendizagem e saber (Loureiro,   2010a,b,c). No entanto, &eacute; preciso realizarem-se mais estudos nesta &aacute;rea.</p>     <p> Quanto &agrave; quest&atilde;o da mercantiliza&ccedil;&atilde;o do sector da educa&ccedil;&atilde;o de adultos, nomeadamente   da n&atilde;o formal, existe efectivamente essa tend&ecirc;ncia, pelo menos   nas &aacute;reas geogr&aacute;ficas onde predomina o capitalismo. Para esse facto chamam   a aten&ccedil;&atilde;o, entre outros, Finger (2008) quando nos diz que a partir dos anos   noventa do s&eacute;culo XX se intensificou a privatiza&ccedil;&atilde;o do sector, se intensificou a   ideia de se &quot;fazer dinheiro com a educa&ccedil;&atilde;o de adultos&quot; (p.26). No mesmo sentido   v&atilde;o as reflex&otilde;es de Sanz Fern&aacute;ndez (2008) quando, ao identificar os v&aacute;rios   modelos actuais da educa&ccedil;&atilde;o de adultos, defende que de entre eles o que tem   predominado &eacute; o modelo econ&oacute;mico produtivo.</p>     <p> Em Portugal teremos tamb&eacute;m uma realidade que se aproxima desse cen&aacute;rio   mercantilista, como nos alerta Lima (2000, 2008). Na verdade, e n&atilde;o querendo   generalizar a todo o tipo de educa&ccedil;&atilde;o de adultos que entre n&oacute;s acontece, &eacute;   ineg&aacute;vel a exist&ecirc;ncia da ideia de mercado, que se consubstancia na ideia de um   produto que se oferece a consumidores, na ideia de concorr&ecirc;ncia entre agentes   educativos, que n&atilde;o t&ecirc;m parado de aumentar, e at&eacute; na precariedade de muitos   dos que trabalham no sector da educa&ccedil;&atilde;o de adultos. Como refere Lima (2008),   &eacute; &quot;demasiado vis&iacute;vel o processo de privatiza&ccedil;&atilde;o ou o car&aacute;cter de empresa social   a que foram sujeitas v&aacute;rias organiza&ccedil;&otilde;es que, no passado, promoveram a educa&ccedil;&atilde;o   popular&quot; e que actualmente vendem &quot;programas de forma&ccedil;&atilde;o no mercado,   produzindo <i>Kits</i> de forma&ccedil;&atilde;o, ou at&eacute; mesmo consumindo os produtos impostos   por sistemas de <i>franchising</i>&quot; (p.54).</p>     <p> Esta &eacute; uma quest&atilde;o que se enquadra na discuss&atilde;o que a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o   tem realizado relativamente &agrave; escola p&uacute;blica e privada e que, do nosso   ponto de vista, deve fazer tamb&eacute;m, de forma mais continuada, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;   educa&ccedil;&atilde;o de adultos.</p>     <p> <b>Os curr&iacute;culos na educa&ccedil;&atilde;o de adultos</b></p>     <p> A sociologia da educa&ccedil;&atilde;o tem-se debru&ccedil;ado sobre as quest&otilde;es curriculares,   isto &eacute;, sobre a an&aacute;lise da selec&ccedil;&atilde;o, organiza&ccedil;&atilde;o e transmiss&atilde;o do conhecimento   escolar e seus efeitos sociais, desde h&aacute; longa data. Apple (1987, 1996, 1997),   Perrenoud (1995), Bernstein (1993) e Young (1982) s&atilde;o alguns dos nomes de   refer&ecirc;ncia nesta &aacute;rea. Muito menos frequentes t&ecirc;m sido os estudos realizados   sobre estas tem&aacute;ticas na &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o de adultos, embora sejam de assinalar   os desenvolvidos por Jarvis (1989, 1997), Flecha (1990), Rubenson (1989),   Llavador e Llavador (1996) e Cabo (2000). Estes autores concluem que, no geral,   tem havido um predom&iacute;nio do modelo escolar neste tipo de educa&ccedil;&atilde;o e nos   seus curr&iacute;culos, defendendo que tal perspectiva tem contribu&iacute;do para a reprodu&ccedil;&atilde;o   social e que os curr&iacute;culos na educa&ccedil;&atilde;o de adultos devem basear-se nas   experi&ecirc;ncias destes, nos seus saberes, viv&ecirc;ncias, actividades e interesses.</p>     <p> E, na verdade, existem sinais de alguma mudan&ccedil;a, h&aacute; casos de constru&ccedil;&atilde;o   curricular que se afastam do modelo escolar, ao assentar grande parte da sua   filosofia na metodologia do balan&ccedil;o de compet&ecirc;ncias, outra das tend&ecirc;ncias actuais   da educa&ccedil;&atilde;o de adultos (Pires, 2005). Entre n&oacute;s, o caso dos cursos EFA &eacute;   dos mais vis&iacute;veis nesta mat&eacute;ria e ser&aacute; aquele que maior possibilidade apresenta   de realizar tal afastamento. Nessa forma de constru&ccedil;&atilde;o curricular est&aacute; presente,   pelo menos do ponto de vista te&oacute;rico, a influ&ecirc;ncia de Paulo Freire (1975) e das   suas ideias base. Os temas de vida, as quest&otilde;es geradoras, preconizadas em tais   cursos, s&atilde;o termos que nos mostram a presen&ccedil;a do autor.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Julgamos que a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o deve continuar a dedicar-se ao estudo   dos curr&iacute;culos da educa&ccedil;&atilde;o de adultos em geral e deve dar particular aten&ccedil;&atilde;o   &agrave;s novas formas de constru&ccedil;&atilde;o curricular. Pensamos que o modelo de Bernstein   (1993) relativo &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o e ao enquadramento do conhecimento escolar   seria muito &uacute;til para se analisar e ter uma melhor compreens&atilde;o dos curr&iacute;culos   na &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos. Da mesma forma pensamos ser de<br />   grande utilidade a an&aacute;lise feita por Perrenoud (1995) relativamente ao curr&iacute;culo   formal e curr&iacute;culo real, quando se debru&ccedil;a sobre a ac&ccedil;&atilde;o dos professores.   Tendo ainda em considera&ccedil;&atilde;o Bernstein (1993, 1998) defendemos que a sua   teoria do discurso pedag&oacute;gico oficial, com os seus campos de produ&ccedil;&atilde;o, recontextualiza&ccedil;&atilde;o   de reprodu&ccedil;&atilde;o desse discurso, &eacute; de grande pertin&ecirc;ncia para uma   an&aacute;lise do que se passa a este respeito na educa&ccedil;&atilde;o de adultos. E embora seja   verdade que j&aacute; foram feitos alguns estudos usando a sua teoria no campo da   educa&ccedil;&atilde;o de adultos, procurando ver como em contexto de trabalho os agentes   educativos fazem uso desse discurso pedag&oacute;gico oficial (Loureiro, 2009a; Loureiro  &amp; Crist&oacute;v&atilde;o 2010), muito est&aacute; ainda por fazer.</p>     <p> No caso concreto das novas formas de constru&ccedil;&atilde;o curricular surgidas na &aacute;rea   da educa&ccedil;&atilde;o de adultos e, em particular, na que se refere &agrave; que enforma os   cursos EFA, seria interessante analisar os aspectos potencialmente mais inovadores   desse processo e tentar ver quais os seus efeitos. O que t&ecirc;m de diferente   dos curr&iacute;culos tipicamente escolares? Que implica&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m na forma de trabalhar   dos actores envolvidos nesses processos educativos? O facto de existirem   temas de vida que devem ser trabalhados transversalmente nas diferentes &aacute;reas   de compet&ecirc;ncia a atingir pelos adultos em forma&ccedil;&atilde;o &quot;obriga&quot; a um trabalho   mais cooperativo entre os formadores? Esse mesmo aspecto permite p&ocirc;r efectivamente   em pr&aacute;tica a quest&atilde;o da &quot;interdisciplinaridade&quot;? Este processo de   constru&ccedil;&atilde;o curricular permite dar &quot;voz&quot; (Aronowitz &amp; Giroux, 1993) aos adultos?</p>     <p> Sem termos a pretens&atilde;o de dar resposta cabal a estas quest&otilde;es, faz-se apenas   e quando muito, uma aproxima&ccedil;&atilde;o &agrave;s mesmas, a partir de uma breve apresenta&ccedil;&atilde;o   e reflex&atilde;o sobre esta modalidade curricular, procurando destacar alguns   dos aspectos que consideramos serem potencialmente mais inovadores e   que, &agrave; partida, permitiriam responder afirmativamente &agrave;s tr&ecirc;s &uacute;ltimas quest&otilde;es   colocadas.</p>     <p> Os cursos EFA foram criados em 2000 pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o e   Forma&ccedil;&atilde;o de Adultos. Estes cursos destinam-se a pessoas com idade igual ou   superior a 18 anos, com qualifica&ccedil;&atilde;o considerada inadequada para ingressar e/ou progredir no mundo do trabalho &quot;e, prioritariamente, sem a conclus&atilde;o do ensino   b&aacute;sico ou do ensino secund&aacute;rio&quot; (Artigo n&ordm; 2 da Portaria n&ordm; 230/2008, de 7   de Mar&ccedil;o). S&atilde;o cursos que, na sua generalidade, assentam numa l&oacute;gica de dupla   certifica&ccedil;&atilde;o: escolar e forma&ccedil;&atilde;o profissionalizante. Existem os cursos EFA de   n&iacute;vel b&aacute;sico que abrangem a escolaridade obrigat&oacute;ria (at&eacute; ao 3&ordm; ciclo do ensino   b&aacute;sico) e os n&iacute;veis 1 e 2 de forma&ccedil;&atilde;o; e os cursos EFA de n&iacute;vel secund&aacute;rio que   dizem respeito ao ensino secund&aacute;rio (at&eacute; ao12&ordm; de escolaridade) e a um n&iacute;vel   3 de forma&ccedil;&atilde;o.</p>     <p> Como defendem alguns autores, estes cursos constituem-se como um novo   modelo de educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos no nosso pa&iacute;s (&Aacute;vila, 2008; Cavaco,   2008; Loureiro, 2009b). Em termos de organiza&ccedil;&atilde;o curricular podemos distinguir,   como elementos inovadores, cinco aspectos principais. Apesar de a forma&ccedil;&atilde;o   de base e a forma&ccedil;&atilde;o profissionalizante assentarem em concep&ccedil;&otilde;es curriculares   diferentes, a primeira na l&oacute;gica das compet&ecirc;ncias e a segunda na l&oacute;gica   das unidades capitaliz&aacute;veis do Instituto de Emprego e Forma&ccedil;&atilde;o Profissional,   pretende-se que exista uma efectiva articula&ccedil;&atilde;o entre as duas, evitando, desta   forma, a separa&ccedil;&atilde;o tradicional que tem ocorrido entre educa&ccedil;&atilde;o escolar e forma&ccedil;&atilde;o   profissional (Rothes, 2009).</p>     <p> O facto de a constru&ccedil;&atilde;o curricular, referente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o escolar, se basear,   n&atilde;o no modelo disciplinar, mas num referencial de compet&ecirc;ncias-chave   estruturadas   em diferentes &aacute;reas de compet&ecirc;ncia a atingir ou a desenvolver,   que s&atilde;o transversalmente organizadas e articuladas por temas de vida relevantes   para os adultos em forma&ccedil;&atilde;o, &eacute; o segundo aspecto a salientar (&Aacute;vila, 2008).</p>     <p> Uma das inova&ccedil;&otilde;es mais relevantes destes cursos est&aacute; no facto de a sua organiza&ccedil;&atilde;o   curricular ser flex&iacute;vel ao ponto de possibilitar que os adultos, ap&oacute;s   um processo pr&eacute;vio de reconhecimento, valida&ccedil;&atilde;o e certifica&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias   &ndash; assente na metodologia de balan&ccedil;o de compet&ecirc;ncias &ndash; possam realizar   itiner&aacute;rios diferenciados nos cursos de acordo com as compet&ecirc;ncias que lhe   foram reconhecidas (Portaria n.&ordm; 230/2008, de 7 de Mar&ccedil;o).</p>     <p> Outro dos pontos inovadores destes cursos est&aacute; na responsabiliza&ccedil;&atilde;o das   equipas pedag&oacute;gicas pela constru&ccedil;&atilde;o do plano curricular de cada curso pelo   qual &eacute; respons&aacute;vel. Cada equipa deve construir o plano curricular &quot;em torno das   duas componentes e das diferentes &aacute;reas de compet&ecirc;ncias-chave com o suporte   de tem&aacute;ticas transversais &ndash; os Temas de Vida (TV) -, que assegurem a coer&ecirc;ncia   e a relev&acirc;ncia do projecto formativo&quot; (Rothes, 2009, p.307).</p>     <p> H&aacute; ainda a possibilidade de se fazer uma gest&atilde;o local do curr&iacute;culo. Isto &eacute;,   se a entidade formadora de um curso julgar ser pertinente para o grupo de formandos   pode substituir, ap&oacute;s a devida autoriza&ccedil;&atilde;o superior, &quot;uma das unidades   em que se encontra estruturado o curso por outra equivalente que se revele   mais adequada ao contexto ou &agrave; natureza da &aacute;rea profissional&quot; (Portaria   n.&ordm;230/2008, de 7 de Mar&ccedil;o).</p>     <p> Este modelo de constru&ccedil;&atilde;o curricular aproxima-se, efectivamente, daquilo   que v&aacute;rios autores, entre os quais os referidos anteriormente, defendem deverem   ser os curr&iacute;culos na educa&ccedil;&atilde;o de adultos. No entanto, o facto de o apresentarmos   como um modelo de constru&ccedil;&atilde;o curricular inovador, n&atilde;o que dizer que   tenhamos a ilus&atilde;o que na sua implementa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o existam limita&ccedil;&otilde;es e desvios   a esses tra&ccedil;os inovadores. Por exemplo, Cavaco (2008) alerta-nos para o subaproveitamento   do processo de reconhecimento, valida&ccedil;&atilde;o e certifica&ccedil;&atilde;o de   compet&ecirc;ncias e para o consequente comprometimento dos tais itiner&aacute;rios formativos   diferenciados dos adultos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Terminamos este ponto defendendo que ainda falta saber, na nossa perspectiva,   quais os efeitos sociais que tal modelo tem produzido. Na sec&ccedil;&atilde;o seguinte   procura-se fazer uma aproxima&ccedil;&atilde;o a esta quest&atilde;o.</p>     <p> <b>Os Adultos</b></p>     <p> Os p&uacute;blicos que t&ecirc;m sido objecto de estudo da sociologia da educa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o,   de forma preferencial, as crian&ccedil;as, os adolescentes e os jovens. Os adultos que   frequentam as diversas ofertas educativas, quer escolares quer extra-escolares   s&atilde;o muito menos estudados. No entanto, e mais que n&atilde;o seja pela crescente   ades&atilde;o destes a essas ofertas, eles deveriam ser objecto de uma aten&ccedil;&atilde;o maior.   S&oacute; para dar um exemplo desta procura crescente no nosso pa&iacute;s, desde que foram   criados e at&eacute; 2009 tinham sido j&aacute; mais de 750 mil os adultos a procurarem os   CNO no nosso pa&iacute;s (Gaspar et al., 2009).</p>     <p> Quem s&atilde;o os adultos que procuram a educa&ccedil;&atilde;o e a forma&ccedil;&atilde;o? Que tipos de   ofertas s&atilde;o mais procuradas? Estes novos p&uacute;blicos, que t&ecirc;m chegado &agrave;s novas   possibilidades educativas existentes no nosso pa&iacute;s (CNO, cursos EFA&hellip;), t&ecirc;m caracter&iacute;sticas   diferentes das dos que ao longo dos anos t&ecirc;m procurado as ofertas   tradicionais (ensino recorrente)? Por que raz&otilde;es procuram tais ofertas e quais   s&atilde;o as suas expectativas relativamente aos efeitos da certifica&ccedil;&atilde;o proveniente   delas?</p>     <p> Estas s&atilde;o apenas algumas quest&otilde;es que julgamos serem pertinentes, algumas   das quais pass&iacute;veis de estudo da sociologia da educa&ccedil;&atilde;o. Efectivamente, a   procura observada ter&aacute; alguma coisa a ver com a ideia do credencialismo? Ou   seja, com a ideia de valor de troca no mercado de trabalho de um certificado,   como ocorreu e continua a ocorrer relativamente aos certificados escolares do   ensino regular? As pessoas que procuram estas novas ofertas esperam atrav&eacute;s   delas melhorar a sua condi&ccedil;&atilde;o social? Ou seja, esperam que elas contribuam   para a sua ascens&atilde;o social? Ou grande parte destes adultos frequenta a educa&ccedil;&atilde;o   e forma&ccedil;&atilde;o fruto de uma pol&iacute;tica que tem ligado educa&ccedil;&atilde;o e assist&ecirc;ncia   social? Posto de outra forma, quem vai aos cursos vai porque quer ou porque se   n&atilde;o for perde os rendimentos provenientes da assist&ecirc;ncia social?</p>     <p> Existem j&aacute; estudos e reflex&otilde;es sobre algumas destas problem&aacute;ticas. A jun&ccedil;&atilde;o   entre pol&iacute;tica educativa e pol&iacute;tica social parece ser uma tend&ecirc;ncia cada   vez maior neste campo da educa&ccedil;&atilde;o, quer em Portugal, quer noutras partes do   Globo. Finger (2008), a prop&oacute;sito do futuro da educa&ccedil;&atilde;o de adultos, identifica   um tipo de educa&ccedil;&atilde;o dirigida &quot;a grupos espec&iacute;ficos de risco do actual turbocapitalismo&quot;  (p.28), desempregados, imigrantes, drogados, jovens, enfim a um   conjunto de pessoas que n&atilde;o t&ecirc;m sido capazes de se adaptar &agrave; acelerada transforma&ccedil;&atilde;o   social capitalista. Trata-se de um tipo de educa&ccedil;&atilde;o de adultos que   responde a necessidades de &quot;repara&ccedil;&atilde;o&quot;, de exist&ecirc;ncia de &quot;um certo disfuncionamento   da sociedade&quot; (Finger, 2008, p. 29). O autor critica esta forma de   educa&ccedil;&atilde;o de adultos, pois ela afasta-se dos seus verdadeiros ideais de mudan&ccedil;a   social e serve para manter em funcionamento o tal turbo-capitalismo.</p>     <p> Tamb&eacute;m Lima (2008) chama a aten&ccedil;&atilde;o para a exist&ecirc;ncia de um certo assistencialismo   em certas pol&iacute;ticas de educa&ccedil;&atilde;o de adultos no nosso pa&iacute;s. Efectivamente,   pensamos que, por exemplo, os cursos EFA se podem enquadrar nesta jun&ccedil;&atilde;o   de duas pol&iacute;ticas. N&atilde;o devemos esquecer que a Ag&ecirc;ncia Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o   e Forma&ccedil;&atilde;o de Adultos, que lan&ccedil;ou estes cursos, era tutelada pelo Minist&eacute;rio da   Educa&ccedil;&atilde;o e pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e da Solidariedade. Tamb&eacute;m nos parece   significativo o facto de v&aacute;rias associa&ccedil;&otilde;es no nosso pa&iacute;s, que desenvolvem   actividades de educa&ccedil;&atilde;o de adultos, terem mudado o seu estatuto jur&iacute;dico e   passarem a Institui&ccedil;&otilde;es Particulares de Solidariedade Social (Loureiro, 2009a).</p>     <p> Quanto &agrave; quest&atilde;o de a educa&ccedil;&atilde;o ser ou n&atilde;o um factor de mobilidade social   ascendente, &eacute; algo que faz parte da tradi&ccedil;&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o na sociologia da   educa&ccedil;&atilde;o escolar. Tamb&eacute;m em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; educa&ccedil;&atilde;o de adultos t&ecirc;m sido concretizados   alguns estudos acerca dos seus efeitos sociais e tais pesquisas concluem   que ela contribui frequentemente, ao contr&aacute;rio do que seria de esperar, para a   reprodu&ccedil;&atilde;o social, e isto porque, na maior parte dos casos, ela tem andado associada   ao modelo escolar (Cabo, 2000; Jarvis, 1989, 1997; Llavador &amp; Llavador,   1996; Rubenson, 1989).</p>     <p> Dubar e Gad&eacute;a (2001), referindo-se ao caso franc&ecirc;s e aos efeitos da forma&ccedil;&atilde;o   cont&iacute;nua em termos de mobilidade social, confirmam esta ideia: &quot;Como na   escola, a forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua veicula desigualdades sociais e rela&ccedil;&otilde;es de domina&ccedil;&atilde;o   que reproduzem o capital cultural herdado e transformam-no em m&eacute;ritos   individuais justificando a hierarquia das posi&ccedil;&otilde;es sociais e profissionais (&hellip;). A   esperan&ccedil;a de uma compensa&ccedil;&atilde;o das desigualdades escolares nunca se realizou   verdadeiramente no contexto da forma&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-escolar francesa&quot; (p. 151, 155).</p>     <p> E quando as ofertas educativas de adultos se afastam do tal modelo escolar,   conferindo, mesmo assim, certificados escolares e profissionais, como &eacute; o caso   entre n&oacute;s dos cursos EFA, conseguem proporcionar efeitos sociais diferentes e   contribuir de forma significativa para a ascens&atilde;o social dos adultos que as frequentam?   Quais t&ecirc;m sido, entre n&oacute;s, os efeitos das recentes ofertas educativas   e sua certifica&ccedil;&atilde;o em termos de ascens&atilde;o social?</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Tendo como refer&ecirc;ncia apenas os Resultados da Avalia&ccedil;&atilde;o Externa, relativos   aos anos 2009-2010, da Iniciativa Novas Oportunidades, coordenados por   Carneiro (2010), e por isso mesmo n&atilde;o podendo a partir deles realizar generaliza&ccedil;&otilde;es,   poderemos dizer (tendo em conta o &uacute;nico indicador que de forma mais   objectiva nos permite fazer uma aproxima&ccedil;&atilde;o &agrave; quest&atilde;o da ascens&atilde;o social dos   adultos como efeito da sua passagem por tal Iniciativa &ndash; a progress&atilde;o na carreira   profissional devido &agrave; Iniciativa Novas Oportunidades) - que os resultados   t&ecirc;m sido, &agrave; primeira vista, positivos, pois 19% dos inquiridos afirmaram ter   progredido na sua carreira como consequ&ecirc;ncia da sua passagem por tal oferta   educativa.</p>     <p> No entanto, estes resultados oficiais devem ser lidos com alguma precau&ccedil;&atilde;o.   &Eacute; necess&aacute;rio perceber-se, por exemplo, que tipo de progress&atilde;o foi essa, se ter&aacute;   sido significativa ao ponto de proporcionar a tal ascens&atilde;o social vertical, ou   seja, a passagem efectiva para outra classe social? Conv&eacute;m n&atilde;o cairmos num   optimismo   excessivo, como noutras alturas as teorias funcionalistas da sociologia   da educa&ccedil;&atilde;o o fizeram em rela&ccedil;&atilde;o ao papel desempenhada pela escola.</p>     <p> Para terminar a nossa refer&ecirc;ncia aos p&uacute;blicos destas novas ofertas educativas   do nosso pa&iacute;s reflectimos sobre mais uma quest&atilde;o cara &agrave; sociologia da   educa&ccedil;&atilde;o: a do insucesso escolar. Quando se faz o estudo desta problem&aacute;tica   apontam-se v&aacute;rios factores explicativos para o percurso escolar negativo dos   alunos. Um deles &eacute; o fraco n&iacute;vel de instru&ccedil;&atilde;o das suas fam&iacute;lias. A quest&atilde;o que   se pode p&ocirc;r &eacute; a seguinte: at&eacute; que ponto a melhoria do n&iacute;vel de instru&ccedil;&atilde;o destes   adultos que t&ecirc;m passado por tais ofertas educativas tem influ&ecirc;ncia positiva   no percurso escolar dos seus filhos? &Eacute; a esta quest&atilde;o que Salgado (2010) tem   procurado, recentemente, responder atrav&eacute;s de uma investiga&ccedil;&atilde;o que coordena   sobre a influ&ecirc;ncia no sucesso escolar de crian&ccedil;as do 1&ordm; Ciclo do Ensino B&aacute;sico   cujos pais passaram por processos de Reconhecimento, Valida&ccedil;&atilde;o e Certifica&ccedil;&atilde;o   de Compet&ecirc;ncias de n&iacute;vel B&aacute;sico (9&ordm; ano). Os resultados e as conclus&otilde;es pr&eacute;vias   a que tal investiga&ccedil;&atilde;o tem chegado parecem indicar a exist&ecirc;ncia de uma correla&ccedil;&atilde;o   positiva entre ambas as var&aacute;veis.</p>     <p> <b>A escola como novo territ&oacute;rio educativo</b></p>     <p> O pr&oacute;prio territ&oacute;rio/agente educativo escola se tem redefinido &agrave; luz de parte   desta mesma oferta educativa do campo da educa&ccedil;&atilde;o de adultos. Trata-se de   incorporar numa institui&ccedil;&atilde;o de educa&ccedil;&atilde;o formal, modelos educativos n&atilde;o formais.   Procurar ver o que mudou em face disto e como tais mudan&ccedil;as alteram as   rotinas da escola, constituem-se, na nossa perspectiva, como novas quest&otilde;es a   serem estudadas pela sociologia da educa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p> De forma mais concreta, como se t&ecirc;m organizado as escolas para dar resposta   a esta nova realidade? Est&atilde;o os professores preparados para trabalhar   com estes novos p&uacute;blicos e modelos de educa&ccedil;&atilde;o? Que dificuldades surgem   na rela&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica/andrag&oacute;gica que estabelecem com os adultos? Estas novas   ofertas alteram a sua forma de trabalhar? Promovem o trabalho em equipa?   Os professores v&ecirc;em estas novas actividades como parte da constru&ccedil;&atilde;o da sua   identidade profissional ou, pelo contr&aacute;rio, v&ecirc;em-nas como uma imposi&ccedil;&atilde;o com   as quais n&atilde;o se identificam e &agrave;s quais s&atilde;o obrigados a dar resposta?</p>     <p> Estas s&atilde;o novas quest&otilde;es a estudar em torno daquele que se tem constitu&iacute;do   como o espa&ccedil;o educativo de elei&ccedil;&atilde;o investigativa da sociologia da educa&ccedil;&atilde;o.</p>     <p> <b>A educa&ccedil;&atilde;o de adultos para a terceira idade</b></p>     <p> As actividades educativas destinadas aos adultos que est&atilde;o na designada   terceira idade n&atilde;o s&atilde;o propriamente algo de novo. S&oacute; para nos referirmos a uma   dessas v&aacute;rias possibilidades educativas, devemos lembrar que a primeira universidade   da terceira idade foi criada em Toulouse, em 1972 (Quintana, 1991).</p>     <p> No entanto, embora esta &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o constitua novidade, tais actividades   t&ecirc;m ganho um relevo cada vez maior na nossa sociedade (Minguez,   2004; Osorio, 2005), o que se deve ao peso crescente deste sector da popula&ccedil;&atilde;o.   O nosso objectivo n&atilde;o &eacute; fazer qualquer tipo de descri&ccedil;&atilde;o e/ou tipifica&ccedil;&atilde;o   de tais possibilidades educativas, &eacute;, e uma vez mais, chamar a aten&ccedil;&atilde;o para um   sector da educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o formal que praticamente n&atilde;o tem sido investigado pela   sociologia da educa&ccedil;&atilde;o. Entre n&oacute;s destacamos o estudo de caso feito por Veloso   (2004, 2007) sobre uma Universidade de Terceira Idade, no qual, entre outros   aspectos, estes espa&ccedil;os s&atilde;o apresentados como um dos outros contextos educativos   para al&eacute;m do escolar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Julgamos que seria particularmente relevante estudar-se as actividades   educativas para a terceira idade e os locais onde elas ocorrem como potenciais   momentos e lugares de socializa&ccedil;&atilde;o, para al&eacute;m de momentos e espa&ccedil;os   de aprendizagem e educa&ccedil;&atilde;o. Como sabemos embora o per&iacute;odo de socializa&ccedil;&atilde;o   mais intenso ocorra nos nossos primeiros anos de exist&ecirc;ncia, este &eacute; um processo   que dura toda a vida (Rocher, 1989), dir&iacute;amos mesmo que cada vez mais dura   toda a nossa vida, fruto das mudan&ccedil;as sociais constantes. Neste contexto seria   pertinente indagar, um pouco na linha de Bogard (1997), se tais processos contribuem   para a socializa&ccedil;&atilde;o, ou re-socializa&ccedil;&atilde;o, destes adultos.</p>     <p> <b>Breve nota final</b></p>     <p> Perante o que foi dito acima, estas s&atilde;o, para n&oacute;s, algumas das tem&aacute;ticas &agrave;s   quais a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o deve procurar dar resposta de forma mais intensa.   Tal n&atilde;o significa a defesa do abandono do estudo da escola, muito pelo   contr&aacute;rio. Tal como Afonso (1992), tamb&eacute;m achamos que a abertura a outros   contextos educativos de investiga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o p&otilde;e minimamente em causa a pertin&ecirc;ncia   da continuidade do seu estudo. At&eacute; porque ela se constitui hoje, como   defendemos acima, como um novo territ&oacute;rio educativo em surgimento e a necessitar   de ser &quot;de novo&quot; estudada, e isto acontece muito pela penetra&ccedil;&atilde;o no   seu interior de ofertas educativas de adultos assentes em modelos n&atilde;o formais.</p>     <p> A maior interliga&ccedil;&atilde;o investigativa entre a sociologia da educa&ccedil;&atilde;o e a educa&ccedil;&atilde;o   de adultos ser&aacute; ben&eacute;fica para ambas as partes. Para a primeira porque   se trata de um campo educativo com crescente relevo ao qual urge dar maior   aten&ccedil;&atilde;o, sobretudo &agrave;s pr&aacute;ticas educativas n&atilde;o formais, para a segunda porque   beneficiaria de an&aacute;lises te&oacute;ricas que a ajudariam a fortalecer-se do ponto de   vista epistemol&oacute;gico (Jarvis, 1989).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas</b></p>     <!-- ref --><p>Afonso, A. (1992). Sociologia da educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-escolar: reactualizar um objecto ou construir   uma nova problem&aacute;tica?. In A. Esteves &amp; S. Stoer (Org.).<i> A sociologia na escola. Professores,     educa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento</i> (pp.81-96). Porto: Afrontamento.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1645-7250201200010000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Afonso, A. (1999). <i>Pol&iacute;ticas educativas e avalia&ccedil;&atilde;o educacional</i>. Braga: CEEP/IED.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1645-7250201200010000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Afonso, A. (2001a). Os lugares da educa&ccedil;&atilde;o. In O. Simson (Org.), <i>Educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-formal: cen&aacute;rios   da cria&ccedil;&atilde;o</i> (pp.29-38). Campinas: Centro de Mem&oacute;ria Unicamp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1645-7250201200010000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Afonso, A. (2001b). Tiempos e itinerarios portugueses de la sociolog&iacute;a de la educaci&oacute;n: (dis)   continuidades en la construcci&oacute;n de un campo. <i>Revista de Educaci&oacute;n</i>, 324, 9-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1645-7250201200010000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Afonso, A. (2001c). A redefini&ccedil;&atilde;o do papel do Estado e as pol&iacute;ticas educativas. Elementos para   pensar a transi&ccedil;&atilde;o. <i>Sociologia, Problemas e Pr&aacute;ticas</i>, 37, 33-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1645-7250201200010000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Afonso, A. (2005). Percursos e debates da sociologia da educa&ccedil;&atilde;o. In A. Teodoro &amp; C. Torres   (Org.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica e utopia. Perspectivas para o s&eacute;culo XXI</i> (pp.127-158). Porto: Afrontamento.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1645-7250201200010000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Afonso, A. (2010). Caminhos, cumulatitividade e ambival&ecirc;ncia. In P. Abrantes (Org.). <i>Tend&ecirc;ncias   e controv&eacute;rsias em sociologia da educa&ccedil;&atilde;o</i> (pp.13-50). Lisboa: Mundos Sociais.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1645-7250201200010000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> ANEFA (2002). <i>Centros de reconhecimento, valida&ccedil;&atilde;o e certifica&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias</i>. Roteiro estruturante.   Lisboa: ANEFA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1645-7250201200010000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> An&iacute;bal, A. &amp; Moinhos, R. (2010). Educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o escolar. In P. Abrantes (Org.). <i>Tend&ecirc;ncias e controv&eacute;rsias   em sociologia da educa&ccedil;&atilde;o</i> (pp.173-206). Lisboa: Mundos Sociais.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1645-7250201200010000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Apple, M. (1987). <i>Educaci&oacute;n y poder</i>. Barcelona: Paid&oacute;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1645-7250201200010000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Apple, M. (1989). <i>Maestros y textos. Una econom&iacute;a pol&iacute;tica de las relaciones de clase y de sexo en   educaci&oacute;n</i>. Barcelona: Paid&oacute;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1645-7250201200010000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Apple, M. (1996).<i> El conocimiento oficial. La educaci&oacute;n en una era conservadora</i>. Barcelona: Paid&oacute;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1645-7250201200010000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Apple, M. (1997). <i>Os professores e o curr&iacute;culo: abordagens sociol&oacute;gicas</i>. Lisboa: Educa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1645-7250201200010000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Aronowitz, S. &amp; Giroux, H. (1992). Educa&ccedil;&atilde;o radical e educadores transformadores. In A. Esteves  &amp; S. Stoer (Org.). <i>A sociologia na escola. Professores, educa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento</i> (pp. 143-   166). Porto: Edi&ccedil;&otilde;es Afrontamento.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1645-7250201200010000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Aronowitz, S. &amp; Giroux, H. (1993).<i> Posmodern education. Politics, culture, &amp; social criticism</i>. Minneapolis:   University of Minnesota.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1645-7250201200010000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> &Aacute;vila, P. (2008). <i>A literacia dos adultos. Compet&ecirc;ncias-chave na sociedade do conhecimento</i>. Lisboa:   Celta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1645-7250201200010000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Barros, R. (2009). Pol&iacute;ticas para a educa&ccedil;&atilde;o de adultos em Portugal. A governa&ccedil;&atilde;o pluriescalar   da 'nova educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos' (1996-2006). Tese de Doutoramento. Universidade   do Minho, Braga.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1645-7250201200010000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Barros, R.. (2011). <i>A cria&ccedil;&atilde;o do reconhecimento de adquiridos experienciais (RVCC) em Portugal.   Uma etnografia cr&iacute;tica em educa&ccedil;&atilde;o de adultos.</i> Lisboa: Chiado Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1645-7250201200010000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Benavente, A. (1990). <i>Escola, professores e processos de mudan&ccedil;a</i>. Lisboa: Livros Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1645-7250201200010000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Bernstein, B. (1993). <i>La estructura del discurso pedag&oacute;gico. Vol. IV</i>. Madrid: Morata.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1645-7250201200010000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p> Bernstein, B. (1998). <i>Pedagog&iacute;a, control simb&oacute;lico e identidad &ndash; Teor&iacute;a, investigaci&oacute;n y cr&iacute;tica.   Vol. V</i>. Madrid: Morata.</p>     <!-- ref --><p> Bernstein, B. (2001). Das pedagogias aos conhecimentos. <i>Educa&ccedil;&atilde;o, Sociedade &amp; Culturas</i>, 15,   9-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1645-7250201200010000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Bogard, G. (1997). Para uma educa&ccedil;&atilde;o socializadora dos adultos (Pontos-chave para uma reflex&atilde;o).   In L. Samartino &amp; M. Torres (Org.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o de adultos</i> (pp.93-103). Lisboa: DEB/NEREA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1645-7250201200010000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Bonal, X. (1998). <i>Sociolog&iacute;a de la educaci&oacute;n. Una aproximaci&oacute;n cr&iacute;tica a las corrientes contempor&aacute;neas</i>.   Barcelona: Paid&oacute;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1645-7250201200010000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Cabo, A. (2000). <i>Hacia una sociolog&iacute;a curricular en educaci&oacute;n de personas adultas</i>. Barcelona:   Octaedro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1645-7250201200010000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Can&aacute;rio, R. (1999). <i>Educa&ccedil;&atilde;o de adultos. Um campo e uma problem&aacute;tica</i>. Lisboa: Educa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1645-7250201200010000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Can&aacute;rio, R. (2008). Movimentos sociais e educa&ccedil;&atilde;o popular. Lutas nas empresas, em Portugal,   ap&oacute;s o 25 de Abril. <i>Perspectiva</i>, 26, (1), 19-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1645-7250201200010000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Carneiro, R. (Coord). (2010). <i>Iniciativa Novas Oportunidades: resultados da avalia&ccedil;&atilde;o externa</i> (2009-2010). Lisboa: ANQ.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1645-7250201200010000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Cavaco, C. (2008). <i>Adultos pouco escolarizados. Diversidade e interdependencia de l&oacute;gicas de   forma&ccedil;&atilde;o</i>. Tese de Doutoramento. Universidade de Lisboa, Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1645-7250201200010000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Cerd&aacute;, M. (2000). La sociolog&iacute;a de la educaci&oacute;n versus sociolog&iacute;a de la escuela: la construcci&oacute;n   de nuevos espacios sociol&oacute;gicos de la educaci&oacute;n. In P. Est&eacute;banez &amp; J. Vidal (Eds.). <i>Sociolog&iacute;a     de la educaci&oacute;n </i>(pp.254-271). Valencia: Nau Llibres.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1645-7250201200010000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Correia, J. (1998). <i>Para uma teoria cr&iacute;tica em educa&ccedil;&atilde;o</i>. Porto: Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1645-7250201200010000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Correia, J. (2008). A forma&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia e a experi&ecirc;ncia da forma&ccedil;&atilde;o num contexto de   crise do trabalho. In R. Can&aacute;rio &amp; B. Cabrito (Org.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos. Muta&ccedil;&otilde;es     e convergencias</i> (2&ordf; ed.) (pp.61-72). Lisboa: Educa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1645-7250201200010000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Dom&iacute;nguez, P. (2000). Sociolog&iacute;a de la educaci&oacute;n permanente y continua. In P. Est&eacute;banez &amp; J.   Vidal (Eds.). <i>Sociolog&iacute;a de la educaci&oacute;n</i> (pp.273-290). Valencia: Nau Llibres.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1645-7250201200010000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Dubar, C. &amp; Gad&eacute;a, C. (2001). Sociologia da forma&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-escolar. In P.Carr&eacute;, &amp; P. Caspar (Dir.). <i>Tratado das ci&ecirc;ncias e das t&eacute;cnicas da forma&ccedil;&atilde;o</i> (pp.143-160). Lisboa: Instituto Piaget.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1645-7250201200010000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Elsey, B (1986). <i>Social theory perspectives on adult education</i>. Nottingham: University of Nottingham.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1645-7250201200010000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Finger, M (2008). A educa&ccedil;&atilde;o de adultos e o futuro da sociedade. In R. Can&aacute;rio &amp; B. Cabrito   (Org.).<i> Educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos. Muta&ccedil;&otilde;es e convergencias </i>(2&ordf; ed.) (pp.15-30). Lisboa,   Educa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1645-7250201200010000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Flecha, R. (1990). <i>Educaci&oacute;n de las personas adultas. Propuestas para los a&ntilde;os noventa</i>. Barcelona:   El Roure.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1645-7250201200010000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Flecha, R. (1994). Educaci&oacute;n de personas adultas: tarea pendiente de la modernidad. In H. Giroux&amp; R. Flecha (Org.). <i>Igualdad educativa y diferencia cultural</i> (pp.27-56). Barcelona: Roure.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1645-7250201200010000900038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Flecha, R. (1997). <i>Compartiendo palabras</i>. Barcelona: Paid&oacute;s.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1645-7250201200010000900039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Freire, P. (1975). <i>A pedagogia do oprimido</i>. Porto: Afrontamento.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1645-7250201200010000900040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p> Gaspar, T., Milagre, C. &amp; Lima, J. (2009). <i>A sess&atilde;o de j&uacute;ri de certifica&ccedil;&atilde;o: momentos, actores, instrumentos   &ndash; roteiro metodol&oacute;gico</i>. Lisboa: ANQ.</p>     <!-- ref --><p> Giroux, H. (1997). <i>Los profesores como intelectuales. Hacia una pedagog&iacute;a cr&iacute;tica del aprendizaje</i>.   Barcelona: Paid&oacute;s/MEC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1645-7250201200010000900042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Guimar&atilde;es, P. (2009). Reflections on the professionalisation of adult educators in the framework   of public policies in Portugal. <i>European Journal of Education</i>, 44 (2), 205-219.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1645-7250201200010000900043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Jarvis, P. (1987). <i>Adult learning in the social context</i>. London: Croom Helm.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1645-7250201200010000900044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Jarvis, P. (1989). <i>Sociolog&iacute;a de la educaci&oacute;n continua y de adultos</i>. Barcelona: El Roure.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1645-7250201200010000900045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Jarvis, P. (1997). Sociology of adult education. In L. Saha (Ed.). <i>International encyclopedia of the sociology of education </i>(pp.168-172). Oxford: Pergamon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1645-7250201200010000900046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Jarvis, P. (2000). <i>An international dictionary of adult and continuing education</i>. Londres: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1645-7250201200010000900047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. (1998). <i>A Escola como organiza&ccedil;&atilde;o e a participa&ccedil;&atilde;o na organiza&ccedil;&atilde;o escolar</i>. Braga: CEEP/IEP/UM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1645-7250201200010000900048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Lima, L. (2000). Educa&ccedil;&atilde;o de adultos e constru&ccedil;&atilde;o da cidadania democr&aacute;tica: para uma cr&iacute;tica do   gerencialismo e da educa&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil. In L. Lima (Org.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o de adultos. Forum II</i> (pp.237-   255). Braga: UM/UEA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S1645-7250201200010000900049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. (2005). Escolarizando para uma educa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica: a reinven&ccedil;&atilde;o das escolas como organiza&ccedil;&otilde;es democr&aacute;ticas. In A. Teodoro &amp; C. Torres (Orgs.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica e utopia. Perspectivas   para o s&eacute;culo XXI</i> (pp.19-31). Porto: Afrontamento.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S1645-7250201200010000900050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. (2007). <i>Educa&ccedil;&atilde;o ao longo da vida. Entre a m&atilde;o direita e a m&atilde;o esquerda de Mir&oacute;</i>. S.   Paulo: Cortez.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S1645-7250201200010000900051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. (2008). A educa&ccedil;&atilde;o de adultos em Portugal (1974-2004). In R. Can&aacute;rio &amp; B. Cabrito   (Org.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos. Muta&ccedil;&otilde;es e convergencias</i> (2&ordf; ed.) (pp.31-60). Lisboa:   Educa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S1645-7250201200010000900052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. (2010). A educa&ccedil;&atilde;o faz tudo? Cr&iacute;tica ao pedagogismo na 'sociedade da aprendizagem'. <i>Revista Lus&oacute;fona de Educa&ccedil;&atilde;o</i>, 15, 41-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S1645-7250201200010000900053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Lima, L. (2011a). Adult learning and civil society organizations: participation for transformation?.   In A. Fragoso, E. Kurantowicz &amp; E. Lucio-Villegas (Eds.), <i>Between global and local. Adult     learning and development</i> (pp. 149-160). Frankfurt: Peter Lang.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S1645-7250201200010000900054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. (2011b). <i>Administra&ccedil;&atilde;o escolar: estudos</i>. Porto: Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1645-7250201200010000900055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. (Org.). (2006). <i>Educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o escolar de adultos. Iniciativas de educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o em   contexto associativo</i>. Braga: UM/UEA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S1645-7250201200010000900056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. (Org.). (2011). <i>Perspectivas de an&aacute;lise organizacional das escolas</i>. Vila Nova de Gaia:   Funda&ccedil;&atilde;o Manuel Le&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S1645-7250201200010000900057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lima, L. &amp; Afonso, A. (2006). Pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, novos contextos e actores em educa&ccedil;&atilde;o de adultos.   In L. Lima (Org.), <i>Educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o escolar de adultos. Iniciativas de educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o em     contexto associativo</i> (pp. 205-229). Braga: UM/UEA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S1645-7250201200010000900058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Lima, L., Guimar&atilde;es, P. &amp; Oliveira, R. (2007). Organiza&ccedil;&atilde;o associativa e produ&ccedil;&atilde;o local de pol&iacute;ticas   de educa&ccedil;&atilde;o de adultos. In R. Castro (Org.), <i>Contexto organizacional, orienta&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas     de educa&ccedil;&atilde;o de adultos. Os cursos EFA numa associa&ccedil;&atilde;o local</i> (15-45). Vila Verde: ATAHCA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S1645-7250201200010000900059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Llavador, F. &amp; Llavador, J. (1996). <i>Pol&iacute;tica y pr&aacute;cticas de la educaci&oacute;n de personas adultas</i>. Val&ecirc;ncia:   Universitat de Val&egrave;ncia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S1645-7250201200010000900060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Loureiro, A. (2009a). <i>O trabalho t&eacute;cnico-intelectual em educa&ccedil;&atilde;o de adultos: contribui&ccedil;&atilde;o etnossociol&oacute;gica   para a compreens&atilde;o de uma ocupa&ccedil;&atilde;o educativa</i>. Cascais: Sururu.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S1645-7250201200010000900061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Loureiro, A. (2009b). <i>O conceito, a an&aacute;lise do conhecimento, os tipos, as institui&ccedil;&otilde;es e os trabalhadores   de educa&ccedil;&atilde;o de adultos</i>. Vila Real: UTAD.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S1645-7250201200010000900062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Loureiro, A. (2010a). Um centro de educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos que aprende. <i>Educa&ccedil;&atilde;o em   Revista</i>, 26, (2), 43-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S1645-7250201200010000900063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Loureiro, A. (2010b). A din&acirc;mica do saber em local de trabalho: o caso de uma equipa t&eacute;cnica de   educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos. <i>Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o</i>, 23, (2), 93-118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S1645-7250201200010000900064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Loureiro, A. (2010c). O trabalho, os saberes e as aprendizagens em t&eacute;cnicos de educa&ccedil;&atilde;o de   adultos. <i>Educa&ccedil;&atilde;o, Sociedade &amp; Cultura</i>s, 31, 105-122.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S1645-7250201200010000900065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Loureiro, A. &amp; Crist&oacute;v&atilde;o, A. (2010). The official knowledge and adult education agents: an ethnographic   study of the adult education team of a local development-oriented nongovernmental   organization in the North of Portugal. <i>Adult Education Quarterly</i>, 60, (5), 419-437.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S1645-7250201200010000900066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Maza, C. (1997). La formaci&oacute;n del profesorado de adultos: un reto educativo del siglo XXI. In J.   Carrasco (Coord.). <i>Educaci&oacute;n de adultos</i> (pp.69-83).Barcelona: Ariel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S1645-7250201200010000900067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Melo, A. (2004). The absence of an adult education policy as a form of social control and some   processes of resistence. In L. Lima &amp; P. Guimar&atilde;es (Eds.). <i>Pesrpectives on Adult Education in     Portugal </i>(pp. 39-63). Braga: UAE/UM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S1645-7250201200010000900068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Melo, A. (2008). Forma&ccedil;&atilde;o de adultos e desenvolvimento local. In R. Can&aacute;rio &amp; B. Cabrito (Org.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos. Muta&ccedil;&otilde;es e convergencias</i> (2&ordf; ed.) (pp.97-113). Lisboa, Educa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S1645-7250201200010000900069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Merriam, S. &amp; Brockett, R. (1997). <i>The profission and practice of adult education</i>. San Francisco:   Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S1645-7250201200010000900070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> M&iacute;nguez, J. (2004). <i>La educaci&oacute;n en personas mayores. Ensayo de nuevos caminos</i>. Madrid: Narcea.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S1645-7250201200010000900071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Osorio, A. (2005). <i>Educa&ccedil;&atilde;o permanente e educa&ccedil;&atilde;o de adultos</i>. Lisboa: Instituto Piaget.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S1645-7250201200010000900072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Pain, A. (1990). <i>&Eacute;ducation informelle. Les effets formateurs dans le quotidien</i>. Paris: L`Harmattan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S1645-7250201200010000900073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Palhares, J. (2008). Os s&iacute;tios de educa&ccedil;&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o juvenis. Experi&ecirc;ncias e representa&ccedil;&otilde;es   num contexto n&atilde;o-escolar. <i>Educa&ccedil;&atilde;o, Sociedade &amp; Culturas</i>. 27, 109-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S1645-7250201200010000900074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Perrenoud, P. (1995). <i>Of&iacute;cio de aluno e Sentido do trabalho escolar</i>. Porto: Porto Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S1645-7250201200010000900075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Pires, A. (2005). <i>Educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o ao longo da vida: an&aacute;lise cr&iacute;tica dos sistemas e dispositivos   de reconhecimento e valida&ccedil;&atilde;o de aprendizagens e compet&ecirc;ncias</i>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste   Gulbenkian.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S1645-7250201200010000900076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p> Portaria n.&ordm; 230/2008, de 7 de Mar&ccedil;o.</p>     <!-- ref --><p> Quintana, J. (1991). <i>Pedagog&iacute;a comunitaria. Perspectivas mundiales de educaci&oacute;n de adultos.</i> Madrid: Narcea.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000230&pid=S1645-7250201200010000900077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Rocher, G. (1989). <i>Sociologia geral. A ac&ccedil;&atilde;o social</i> (5&ordf; ed.). Lisboa: Editorial Presen&ccedil;a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000232&pid=S1645-7250201200010000900078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Rodrigues, M. (1997). <i>Sociologia das profiss&otilde;es</i>. Oeiras: Celta.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000234&pid=S1645-7250201200010000900079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Rothes, L. (2009). <i>Recomposi&ccedil;&atilde;o induzida no campo da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de adultos. L&oacute;gicas de   apropria&ccedil;&atilde;o local num contexto pol&iacute;tico-institucional redefinido</i>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Calouste   Gulbenkian.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000236&pid=S1645-7250201200010000900080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Rubenson, K. (1989). The sociology of adult education. In S. Merriam &amp; P. Cunningham (Eds.). <i>Handbook of adult and continuing Education</i> (pp. 51-69). San Francisco: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000238&pid=S1645-7250201200010000900081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Salgado, L. (2010). As novas potencialidades da educa&ccedil;&atilde;o de adultos na constru&ccedil;&atilde;o do sucesso   escolar dos filhos. In L. Salgado (Coord.). <i>A Educa&ccedil;&atilde;o de adultos: uma oportunidade na fam&iacute;lia</i> (pp.11-27). Lisboa: ANQ.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000240&pid=S1645-7250201200010000900082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Sanz Fern&aacute;ndez, F. (1997). La educaci&oacute;n de personas adultas en Europa. In J. Carrasco (Coord.). <i>Educaci&oacute;n de adultos</i> (pp. 85-109). Barcelona: Ariel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000242&pid=S1645-7250201200010000900083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Sanz Fern&aacute;ndez, F. (2008). Modelos actuais de educa&ccedil;&atilde;o de pessoas adultas. In R. Can&aacute;rio &amp; B.   Cabrito (Org.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos. Muta&ccedil;&otilde;es e convergencias</i> (2&ordf; ed.) (pp.73-96).   Lisboa: Educa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000244&pid=S1645-7250201200010000900084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Senge, P. (2002). <i>La quinta disciplina</i>. Barcelona: Granica.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000246&pid=S1645-7250201200010000900085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Teodoro, A. (1994).<i> Pol&iacute;tica educativa em Portugal. Educa&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento e participa&ccedil;&atilde;o   pol&iacute;tica dos professores</i>. Venda Nova: Bertrand Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000248&pid=S1645-7250201200010000900086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Teodoro, A. (2005). Novos modos de regula&ccedil;&atilde;o transnacional de pol&iacute;ticas educativas. Evid&ecirc;ncias   e possibilidades. In A. Teodoro &amp; C. Torres (Orgs.). <i>Educa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica e utopia. perspectivas     para o s&eacute;culo XXI</i> (pp. 159-173). Porto: Afrontamento.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000250&pid=S1645-7250201200010000900087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Thomas, J. (1982). <i>Radical adult education: theory and practice</i>. Nottingham: University of Nottingham.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000252&pid=S1645-7250201200010000900088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Torres, C. (1997). Adult education for development. In L. Saha (Ed.). <i>International encyclopedia   of the sociology of education</i> (pp.791-798). Oxford: Pergamon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000254&pid=S1645-7250201200010000900089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Veloso, E. (2004). <i>Pol&iacute;ticas e contextos educativos para os idosos: um estudo sociol&oacute;gico numa   universidade de terceira idade em Portugal</i>. Tese de Doutoramento. Universidade do Minho,   Braga.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000256&pid=S1645-7250201200010000900090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Veloso, E. (2007). 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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Notas</b></p>     <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup> Este texto parte de uma comunica&ccedil;&atilde;o apresentada no II Encontro de Sociologia da Educa&ccedil;&atilde;o &ndash;   Educa&ccedil;&atilde;o, Territ&oacute;rios e (Des) Igualdades. FLUP, 27 e 28 de Janeiro de 2011.</p>      ]]></body><back>
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