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</front><body><![CDATA[ <p><b>Editorial</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Ant&oacute;nio Teodoro, Jos&eacute; Viegas Br&aacute;s &amp; Maria Neves Gon&ccedil;alves</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>1. Fazer uma revista cient&iacute;fica a partir de um centro de investiga&ccedil;&atilde;o de uma Universidade, nestes tempos de crise, n&atilde;o &eacute; tarefa f&aacute;cil. No plano oficial, a Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (FCT) cortou, em 2012, o magro apoio financeiro que at&eacute; ent&atilde;o dava para pagar uma parte da impress&atilde;o. No plano da produ&ccedil;&atilde;o da revista, a press&atilde;o sentida pelos professores e investigadores em (praticamente) todos os pa&iacute;ses aumentou consideravelmente os artigos recebidos e que, nos termos das normas de avalia&ccedil;&atilde;o fixadas, exige um rigoroso processo de revis&atilde;o cient&iacute;fica e um cuidadoso processo de edi&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>No panorama internacional, com o patamar de qualidade atingido pela <I>Revista Lus&oacute;fona de Educa&ccedil;&atilde;o </I>(RLE), poucas s&atilde;o as revistas que ainda s&atilde;o produzidas deste modo. A maioria foi absorvida por editoras, havendo um processo de concentra&ccedil;&atilde;o editorial que, a prazo, pode colocar s&eacute;rios problemas de liberdade de publica&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>Uma revista cient&iacute;fica n&atilde;o tem (praticamente) receitas. As exig&ecirc;ncias dos indexadores para colocar os artigos em <I>open acces </I>n&atilde;o permite a venda avulso nem um razo&aacute;vel n&uacute;mero de assinaturas institucionais. Esta situa&ccedil;&atilde;o devia merecer por parte das autoridades cient&iacute;ficas, em particular da FCT, uma reflex&atilde;o e um apoio, mediante uma s&eacute;ria avalia&ccedil;&atilde;o das revistas existentes, que permita a perman&ecirc;ncia das revistas que atingiram uma dimens&atilde;o internacional, como &eacute; o caso da RLE, possivelmente a mais internacional das revistas publicadas em Portugu&ecirc;s (incluindo as revistas brasileiras) no campo das Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>Esta n&atilde;o &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o &uacute;nica na Europa. Por isso, a RLE esteve na primeira linha de um movimento de revistas europeias, no campo das ci&ecirc;ncias da educa&ccedil;&atilde;o, que procuram formas de coopera&ccedil;&atilde;o que valorizem a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica neste campo e respondam a processos de &ldquo;afuninalamento&rdquo; que est&atilde;o em curso, sejam de natureza lingu&iacute;stica &ndash; onde o Ingl&ecirc;s tende a assumir-se como a (&uacute;nica) l&iacute;ngua de difus&atilde;o cient&iacute;fica, sejam de natureza comercial &ndash; onde a publica&ccedil;&atilde;o s&oacute; se torna poss&iacute;vel mediante o pr&eacute;vio pagamento por parte do(s) autor(es) de um valor, em geral, bastante elevado (cerca de USD 500,00). </p>     <p>A processos que, a todo o custo, elegem a competi&ccedil;&atilde;o como o &uacute;nico meio de supera&ccedil;&atilde;o humana e de progresso social, h&aacute; que responder com o valor da coopera&ccedil;&atilde;o e da solidariedade, criando espa&ccedil;os cosmopolitas de partilha de conhecimento e de saberes. A racionalidade neoliberal, infelizmente, penetrou em todos os dom&iacute;nios sociais e, muito particularmente, nas pol&iacute;ticas de educa&ccedil;&atilde;o superior e de investiga&ccedil;&atilde;o, pelo que &eacute; tarefa de todos os acad&eacute;micos e intelectuais apostados em superar este per&iacute;odo negro (e perigoso para a democracia e os direitos sociais) encontrar respostas em todos os planos da a&ccedil;&atilde;o humana. Esse &eacute;, no plano limitado da publica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, o prop&oacute;sito deste movimento, que ter&aacute; na pr&oacute;xima European Conference of Educational Research (ECER), em Istambul, a oportunidade de trocar informa&ccedil;&otilde;es e procedimentos e refor&ccedil;ar a coopera&ccedil;&atilde;o entre estas revistas europeias. </p>     <p>A RLE espera prosseguir, apesar de todas as dificuldades, o caminho iniciado em 2003 de constru&ccedil;&atilde;o de uma revista que, sendo <I>lus&oacute;fona</I>, se abrisse a outros espa&ccedil;os lingu&iacute;sticos e culturais. Para isso, contou com a confian&ccedil;a de muitos professores e investigadores que aceitaram integrar o Conselho Editorial e o Conselho de Reda&ccedil;&atilde;o, e/ou ser <I>parecerista</I>, dando uma valiosa contribui&ccedil;&atilde;o para a afirma&ccedil;&atilde;o e a qualidade reconhecida da revista. A recente inclus&atilde;o da plataforma SCIELO (onde a RLE se encontra indexada) na Web of Knowledge (onde esteve com Impact Fator atribu&iacute;do entre 2009 e 2012) obrigar&aacute; a uma reorganiza&ccedil;&atilde;o (e renova&ccedil;&atilde;o) destes conselhos, pelo que aqui fica um p&uacute;blico agradecimento a todos pelo contributo que deram &agrave; RLE. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>2. Procurar melhorar a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; obra f&aacute;cil e imediata. Exige de todos n&oacute;s um grande trabalho de reflex&atilde;o e persist&ecirc;ncia. Sabemos que as op&ccedil;&otilde;es a tomar n&atilde;o s&atilde;o un&acirc;nimes. Precisamos encontrar os consensos poss&iacute;veis nos pontos cr&iacute;ticos indispens&aacute;veis. Para isso &eacute; necess&aacute;rio uma cultura de di&aacute;logo que nos leve a encontrar o melhor argumento poss&iacute;vel. &Eacute; neste sentido de abertura que editamos mais um n&uacute;mero da <I>Revista Lus&oacute;fona de Educa&ccedil;&atilde;o</I>. Desejamos que ela continue a despertar a curiosidade e o interesse dos investigadores em Educa&ccedil;&atilde;o, animando o debate cient&iacute;fico e contribuindo para esclarecer d&uacute;vidas e levantar novos problemas. </p>     <p>A revista abre com o artigo de Manuel Barbosa que coloca a educa&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento em discuss&atilde;o sob o imperativo do crescimento, alertando-nos para a necessidade da sua ressignifica&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da reafirma&ccedil;&atilde;o da centralidade das vidas das pessoas nas perspetivas futuras de educa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento. Segundo o autor, o que importa &eacute; n&atilde;o sacrificar a educa&ccedil;&atilde;o a uma vis&atilde;o excessivamente reducionista do desenvolvimento. </p>     <p>Rosanna Barros assina o segundo artigo intitulado <I>O Movimento das Hist&oacute;rias de Vida e a Educa&ccedil;&atilde;o de Adultos de Matriz Cr&iacute;tica: ideias e conceitos em contexto, </I>onde vem mostrar o panorama internacional da educa&ccedil;&atilde;o de adultos dando import&acirc;ncia ao <I>movimento das hist&oacute;rias de vida</I>. Neste artigo, discute alguns aspetos inerentes &agrave; pr&aacute;tica das hist&oacute;rias de vida em educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o de adultos (EFA), entendidas como <I>ferramenta</I> de investiga&ccedil;&atilde;o, de interven&ccedil;&atilde;o e de forma&ccedil;&atilde;o. A autora apresenta-as como um processo dial&oacute;gico e em muta&ccedil;&atilde;o, inserindo-as na esfera das rela&ccedil;&otilde;es interpessoais. </p>     <p>O terceiro artigo tem como t&iacute;tulo <I>Lideran&ccedil;a singular na escola plural: as culturas da escola perante o processo de avalia&ccedil;&atilde;o externa. </I>A autora, Leonor Torres, vem trazer para a nossa reflex&atilde;o o problema da lideran&ccedil;a unipessoal, centrada na figura do Diretor de escola/agrupamento. A partir dos <I>Relat&oacute;rios de Avalia&ccedil;&atilde;o Externa das Escolas </I>produzidos durante o I ciclo avaliativo (2006-2011), a autora pretende apreender os modelos impl&iacute;citos de cultura de escola e de lideran&ccedil;a bem como as liga&ccedil;&otilde;es que se podem estabelecer com o quotidiano escolar. </p>     <p>No artigo <I>O diretor de turma: perfil e compet&ecirc;ncias, </I>Clara Boavida e &Oacute;scar de Sousa estudam as conce&ccedil;&otilde;es que os Alunos e os Diretores de Turma possuem relativamente ao perfil e &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es do Diretor de Turma, bem como analisam as compet&ecirc;ncias que os Diretores de Escola privilegiam num docente para exercer o cargo de Diretor de Turma. Este &eacute; assumido como sendo uma figura de gest&atilde;o interm&eacute;dia da escola, deposit&aacute;rio de responsabilidades particulares no que concerne &agrave; coordena&ccedil;&atilde;o dos professores da turma, &agrave; promo&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento social e pessoal dos alunos e &agrave; sua integra&ccedil;&atilde;o no ambiente escolar, assim como ao relacionamento estabelecido entre a escola, os encarregados de educa&ccedil;&atilde;o e a comunidade escolar. </p>     <p><I>A autarquia na expans&atilde;o e desenvolvimento da rede p&uacute;blica da educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar em Portugal </I>&eacute; o t&iacute;tulo do quinto artigo da autoria de Jos&eacute; Mar&iacute;a Fern&aacute;ndez Batanero e Ad&eacute;lia Abreu da Silva. A finalidade deste estudo foi perceber como a autarquia foi desenvolvendo a sua interven&ccedil;&atilde;o numa correspond&ecirc;ncia com as compet&ecirc;ncias que lhe t&ecirc;m sido atribu&iacute;das no dom&iacute;nio da expans&atilde;o e desenvolvimento da rede p&uacute;blica da educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar. Os autores concluem que a autarquia foi adquirindo neste cen&aacute;rio um aumento gradual dos seus poderes locais. </p>     <p>No sexto artigo, subordinado ao t&iacute;tulo<I> Um olhar sobre as pol&iacute;ticas curricula-res para forma&ccedil;&atilde;o de professores no Brasil e em Portugal na transi&ccedil;&atilde;o do s&eacute;culo XX para o XXI, </I>Lucinalva Almeida, Carlinda Leite e Eliete Santiago colocam em evid&ecirc;ncia que os processos de reformula&ccedil;&atilde;o curricular n&atilde;o ocorrem numa disposi&ccedil;&atilde;o linear, pois as conce&ccedil;&otilde;es imprimem diferentes direcionamentos de desenvolvimento. As autoras centram a sua abordagem na forma&ccedil;&atilde;o de professores, em ambos os pa&iacute;ses, relacionando-as com as quest&otilde;es curriculares emergentes da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica- Educa&ccedil;&atilde;o Fundamental, no limiar do novo s&eacute;culo. </p>     <p>Ana Raquel Sim&otilde;es e Maria Helena Ara&uacute;jo e S&aacute; assinam o artigo<I> A cultura lingu&iacute;stica de alunos do 9.&ordm; ano: reflex&otilde;es em torno dos resultados de um inqu&eacute;rito por question&aacute;rio aplicado no distrito de Aveiro, </I>onde refletem sobre a diversidade lingu&iacute;stica e cultural caracter&iacute;stica da sociedade globalizada de hoje. Com base num question&aacute;rio aplicado a alunos do 9.&ordm; ano do referido distrito, as autoras, atrav&eacute;s dos resultados que obtiveram,  concluem que os alunos, apesar de terem consci&ecirc;ncia do papel e da import&acirc;ncia da aprendizagem de l&iacute;nguas, apresentam nos seus projetos curriculares e nas circunst&acirc;ncias de contacto com as l&iacute;nguas, uma vis&atilde;o lingu&iacute;stica muito limitada e condicionada pelas representa&ccedil;&otilde;es que t&ecirc;m das l&iacute;nguas e dos povos. </p>     <p>O oitavo artigo &eacute; da autoria de Carlos Nogueira. O autor revisita Em&iacute;lia de Sousa Costa, uma not&aacute;vel escritora, professora, conferencista e feminista militante que viveu entre 1877-1959. O estudo centra-se na obra liter&aacute;ria da escritora -dirigida sobretudo ao p&uacute;blico infantil e juvenil -n&atilde;o deixando, contudo, de serem abordadas outras vertentes do seu pensamento e da sua a&ccedil;&atilde;o. </p>     <p>Por fim, no &uacute;ltimo artigo intitulado <I>Conce&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de um projeto de educa&ccedil;&atilde;o sexual na turma: legisla&ccedil;&atilde;o vs literatura, </I>Jorge Ribeiro, Angela Pontes e Maria Lu&iacute;sa Santos analisam a legisla&ccedil;&atilde;o relativa &agrave; conce&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de um projeto de educa&ccedil;&atilde;o sexual na turma e comparam as suas indica&ccedil;&otilde;es com as propostas pela literatura. Os autores concluem que, de forma global, a legisla&ccedil;&atilde;o portuguesa corresponde &agrave;s exig&ecirc;ncias inerentes &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o de projetos de educa&ccedil;&atilde;o sexual, se bem que a disponibilidade e o perfil dos docentes para integrarem este tipo de projetos n&atilde;o sejam considerados pela legisla&ccedil;&atilde;o, contrariamente ao que &eacute; recomendado pela literatura. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na sec&ccedil;&atilde;o <I>Recens&otilde;es</I>, Manuela Marques procede a uma an&aacute;lise detalhada da obra <I>Em busca da boa escola. Institui&ccedil;&otilde;es eficazes e sucesso educativo, </I>de Jorge &Aacute;vila de Lima, obra essa que, segundo o autor, surgiu quer do ensejo de investigar &ldquo;o que &eacute; uma boa escola&rdquo; quer de saber se as escolas produzem efeitos no desempenho e desenvolvimento dos estudantes. O livro recenseado mostra, por um lado, que o movimento da efic&aacute;cia estimulou, de forma informada, a reflex&atilde;o e a autoavalia&ccedil;&atilde;o dos professores e das institui&ccedil;&otilde;es educativas e, por outro, que a efic&aacute;cia depende n&atilde;o s&oacute; da produtividade escolar, mas tamb&eacute;m da adaptabilidade e da coes&atilde;o organizacional. </p>     <p>A sec&ccedil;&atilde;o <I>S&iacute;tios Digitais, </I>a cargo de Vasco Gra&ccedil;a, disponibiliza informa&ccedil;&atilde;o sobre publica&ccedil;&otilde;es -em ingl&ecirc;s, espanhol e franc&ecirc;s -que agregam contributos internacionais diversos para a reflex&atilde;o educacional e proporcionando artigos interessantes que podem ser consultados e/ou integralmente baixados. Alguns dos s&iacute;tios indicados possuem um amplo acervo de artigos publicados. </p>     <p>No cumprimento de uma das rubricas da pol&iacute;tica editorial da <I>Revista Lus&oacute;fona da Educa&ccedil;&atilde;o</I>, divulgam-se alguns dos resumos de Teses de Doutoramento defendidas no Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade Lus&oacute;fona de Humanidades e Tecnologias. </p>     <p><I>Lisboa &amp; S. Paulo, maio de 2013 </I></p>      ]]></body>
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