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</front><body><![CDATA[ <p><b>Streck, D., Redin, E., &amp; Zitkoski, J. J. (org). (2008).   Dicion&aacute;rio Paulo Freire. Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica.</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Ana L&uacute;cia Souza de Freitas<sup>*</sup></b></p>     <p><sup>*</sup>Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica  do Rio Grande do Sul (PUCRS) <a href="mailto:ana.freitas@pucrs.br">ana.freitas@pucrs.br</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A organiza&ccedil;&atilde;o do <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire, </i>realizada pelos educadores Danilo Romeu Streck, Euclides Redin e Jaime Jos&eacute; Zitkoski, anuncia a atualidade do pensamento freireano. &ldquo;Paulo Freire foi um semeador e um cultivador de palavras&rdquo; (2008, p.13), frase que inicia o texto de apresenta&ccedil;&atilde;o da obra, justifica a inten&ccedil;&atilde;o dos organizadores de &ldquo;apreender algumas dessas palavras vivas, travar com elas um di&aacute;logo e devolv&ecirc;-las ao p&uacute;blico para que continuem a sua trajet&oacute;ria humanizadora&rdquo; (2008, p. 13), sem a pretens&atilde;o de dizer a palavra derradeira, mas de &ldquo;fazer um exerc&iacute;cio do <i>pensar certo</i> na perspectiva de uma reflex&atilde;o rigorosa e met&oacute;dica&rdquo; (2008, p. 13). </p>     <p>A organiza&ccedil;&atilde;o dessa publica&ccedil;&atilde;o, contando em sua primeira edi&ccedil;&atilde;o com a participa&ccedil;&atilde;o de 75 autores e autoras para a elabora&ccedil;&atilde;o de 182 verbetes, reveste-se de uma complexidade que &eacute;, em si mesma, um testemunho da atualidade de Paulo Freire. Os significados de cada um de seus verbetes, tanto quanto a concep&ccedil;&atilde;o de <i>educa&ccedil;&atilde;o libertadora </i>que conjuntamente ratificam, evidenciam o potencial mobilizador do pensamento freireano que se realiza na pr&aacute;xis educativa, em diferentes campos de atua&ccedil;&atilde;o. A publica&ccedil;&atilde;o de uma segunda edi&ccedil;&atilde;o do <i>Dicion&aacute;rio</i>, no ano de 2010, ampliada com a participa&ccedil;&atilde;o de 103 autores e autoras para a elabora&ccedil;&atilde;o de 232 verbetes, &eacute; tamb&eacute;m representativa da atualidade do pensamento freireano. De igual modo, a tradu&ccedil;&atilde;o para a l&iacute;ngua inglesa, no ano de 2012, ratifica o significado desta publica&ccedil;&atilde;o. </p>     <p><i>Paulo Freire: uma breve cartografia intelectual </i>&eacute; o cap&iacute;tulo introdut&oacute;rio do <i>Dicion&aacute;rio</i>, cuja escrita contextualiza os verbetes apresentados<i>, </i>fazendo refer&ecirc;ncia a Paulo Freire como &ldquo;um pensador dial&oacute;gico em busca de novas s&iacute;nteses&rdquo; (op. cit., p.19). Os autores consideram que a obra de Paulo Freire inspira processos inovadores, argumentando que seu pensamento &ldquo;&eacute; provocativo e instigante porque est&aacute; sempre em movimento, aberto &agrave;s diferen&ccedil;as culturais e aos novos desafios diante das realidades sociais&rdquo; (2008, p.23). </p>     <p>O <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> apresenta, entre os conceitos fundantes do pensamento freireano, o verbete <i>pol&iacute;tica</i>, explicitando sua compreens&atilde;o acerca de que &ldquo;a educa&ccedil;&atilde;o como ato pol&iacute;tico compreende a exist&ecirc;ncia dos v&aacute;rios projetos que est&atilde;o em disputa na sociedade, bem como a op&ccedil;&atilde;o que fazemos na defesa de um, e n&atilde;o de outro&rdquo; (Costa, 2008, p.327). O texto do verbete ratifica a proposi&ccedil;&atilde;o freireana de que precisamos de uma educa&ccedil;&atilde;o para a decis&atilde;o, para a aprendizagem da responsabilidade pol&iacute;tica, considerando que faz parte da fun&ccedil;&atilde;o social da escola educar para o desassossego, para a indigna&ccedil;&atilde;o e para a transgress&atilde;o. </p>     <p><i>Indigna&ccedil;&atilde;o </i>&eacute; tamb&eacute;m um dos verbetes apresentados no <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i>, fazendo refer&ecirc;ncia &agrave;s emo&ccedil;&otilde;es e aos sentimentos que perpassam a produ&ccedil;&atilde;o do pensamento freireano, considerando que &ldquo;ele n&atilde;o fazia e n&atilde;o acreditava poder pensar-se e escreverem-se textos fora da intui&ccedil;&atilde;o e da observa&ccedil;&atilde;o, longe do cotidiano vivido <i>molhado</i> de emo&ccedil;&otilde;es e dos sentimentos, somente com a raz&atilde;o intelectiva&rdquo; (Freire, Nita, 2008, p.229). O verbete apresenta o entendimento de que &ldquo;a indigna&ccedil;&atilde;o ou raiva leg&iacute;tima &eacute; ponto fundamental na teoria cr&iacute;tico-pol&iacute;tico-pedag&oacute;gica que ele concebeu&rdquo; (ibidem), sem dissociar de seu sentimento oposto antag&ocirc;nico, o amor. O amor, assim como a <i>justa ira</i> s&atilde;o, portanto, constituintes da esperan&ccedil;a, justificando-se como aspectos indispens&aacute;veis &agrave; pr&aacute;tica da <i>educa&ccedil;&atilde;o libertadora</i>, em que a conscientiza&ccedil;&atilde;o &eacute; assumida como finalidade. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A conscientiza&ccedil;&atilde;o, apresentada no <i>Dicion&aacute;rio </i>como o &ldquo;processo de criticiza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es consci&ecirc;ncia-mundo&rdquo; (Freitas, 2008, p.99), &eacute; analisada como um conceito que pode ser percebido em tr&ecirc;s momentos distintos na produ&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica de Paulo Freire. Suas primeiras obras apresentam explicitamente a conscientiza&ccedil;&atilde;o como finalidade da educa&ccedil;&atilde;o, ao argumentar que &ldquo;a realidade n&atilde;o pode ser modificada, sen&atilde;o quando o homem descobre que &eacute; modific&aacute;vel e que ele pode faz&ecirc;-lo. &Eacute; preciso, portanto, fazer desta conscientiza&ccedil;&atilde;o o primeiro objetivo de toda a educa&ccedil;&atilde;o: antes de tudo provocar uma atitude cr&iacute;tica, de reflex&atilde;o, que comprometa a a&ccedil;&atilde;o&rdquo; (Freire, 1979, p.40). Num segundo momento, Paulo Freire deixou de empregar o termo sem deixar de perseguir sua intencionalidade. Em suas palavras: &ldquo;Tive, indiscutivelmente, raz&otilde;es para desusar a palavra. Nos anos 70, com exce&ccedil;&otilde;es, &eacute; claro, falava-se ou se escrevia de conscientiza&ccedil;&atilde;o como se fosse ela uma p&iacute;lula m&aacute;gica a ser aplicada em doses diferentes com vistas &agrave; mudan&ccedil;a do mundo&rdquo; (Freire, 1991, p.114). Por fim, na escrita da <i>Pedagogia da Autonomia</i>, Paulo Freire afirma claramente: &ldquo;Contra toda a for&ccedil;a do discurso fatalista neoliberal, pragm&aacute;tico e reacion&aacute;rio, insisto hoje, sem desvios idealistas, na necessidade da conscientiza&ccedil;&atilde;o&rdquo; (1996, p. 60). Este conceito elucida a compreens&atilde;o de que, para al&eacute;m de uma vis&atilde;o evolucionista, &eacute; importante perceber a complementaridade do pensamento freireano em diferentes momentos hist&oacute;ricos. </p>     <p>O di&aacute;logo, outro conceito fundante do pensamento de Paulo Freire, &eacute; apresentado no <i>Dicion&aacute;rio </i>como um desafio &agrave; <i>pr&aacute;xis freireana,</i> considerando que &ldquo;O desafio freireano &eacute; construirmos novos saberes a partir da situa&ccedil;&atilde;o dial&oacute;gica que provoca a intera&ccedil;&atilde;o e a partilha de mundos diferentes, mas que comungam do sonho e da esperan&ccedil;a de juntos construirmos o nosso <i>ser mais&rdquo; </i>(Zitkoski, 2008, p. 131). O <i>ser mais</i> &eacute; uma possibilidade que se gera a partir do di&aacute;logo, considerando que &ldquo;(...) a partir do di&aacute;logo cr&iacute;tico e problematizador ser&aacute; poss&iacute;vel aos oprimidos constru&iacute;rem caminhos concretos para a realiza&ccedil;&atilde;o do seu ser mais&rdquo; (Zitkoski, 2008, p. 380). Neste senti-do, importa considerar que o di&aacute;logo problematizador, caracter&iacute;stico da <i>educa&ccedil;&atilde;o libertadora</i>, n&atilde;o se reduz a uma t&eacute;cnica ou metodologia, mas representa uma op&ccedil;&atilde;o te&oacute;rico-pol&iacute;tica de enfrentamento &agrave; l&oacute;gica social dominante, a servi&ccedil;o do <i>ser mais. </i></p>     <p><i>A </i>experi&ecirc;ncia da intera&ccedil;&atilde;o com o outro, por meio do di&aacute;logo, permite problematizar as rela&ccedil;&otilde;es consci&ecirc;ncia-mundo. O di&aacute;logo mediatiza sujeitos cognoscentes, com diferentes leituras de mundo, viabilizando um encontro em que &ldquo;n&atilde;o h&aacute; ignorantes absolutos, nem s&aacute;bios absolutos. H&aacute; homens que, em comunh&atilde;o, buscam saber mais&rdquo; (Freire, 1987, p. 81). Nas palavras de Fiori (1987), o di&aacute;logo aut&ecirc;ntico requer o &ldquo;reconhecimento do outro e reconhecimento de si, no outro &ndash; &eacute; decis&atilde;o e compromisso de colaborar na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo comum. N&atilde;o h&aacute; consci&ecirc;ncias vazias; por isto os homens n&atilde;o se humanizam, sen&atilde;o humanizando o mundo&rdquo;  (p.20). </p>     <p>A respeito do di&aacute;logo na produ&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica de Paulo Freire, &eacute; importante ainda referir sua manifesta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m por meio da escrita, especialmente sob a forma de cartas pedag&oacute;gicas. O verbete <i>cartas pedag&oacute;gicas </i>elucida as peculiaridades desta comunica&ccedil;&atilde;o freireana: &ldquo;a carta, como um instrumento que exige pensar sobre o que algu&eacute;m diz e pede resposta, constitui o exerc&iacute;cio do di&aacute;logo por meio escrito (...) um di&aacute;logo que assume o car&aacute;ter do rigor, na medida em que registra de modo ordenado a reflex&atilde;o e o pensamento&rdquo; (Vieira, 2008, p.71). A amorosidade &eacute; tamb&eacute;m referida como uma caracter&iacute;stica da escrita sob a forma de cartas, uma vez que &ldquo;s&oacute; escrevemos cartas para quem, de alguma forma, nos afeta, nos toca emotivamente, cria v&iacute;nculos de compromisso&rdquo; (Vieira, 2008, pp.71-72). </p>     <p>Enfim, o di&aacute;logo, a pol&iacute;tica, a conscientiza&ccedil;&atilde;o e o <i>ser mais</i>, entre outros verbetes apresentados no <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i>, reiteram alguns dos conceitos fundantes/ estruturantes do pensamento freireano. Al&eacute;m disso, o <i>Dicion&aacute;rio</i> apresenta tamb&eacute;m conceitos complementares, que comp&otilde;em a complexidade da trama de conceitos que sustentam o pensamento freireano, incluindo o pr&oacute;prio conceito de trama. O verbete <i>trama</i> elucida a compreens&atilde;o de que, &ldquo;Paulo Freire usa de forma surpreendente a palavra &ldquo;trama&rdquo;. Ela cresce nos seus escritos como uma met&aacute;fora aplicada &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es cotidianas ou nas amplas rela&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e socioecon&ocirc;micas&rdquo; (Passos, 2008, p.415). A constru&ccedil;&atilde;o de tramas contra-hegem&ocirc;nicas se torna poss&iacute;vel a partir de tarefas pessoais e coletivas, &agrave; medida que &ldquo;na teimosia, na luta di&aacute;ria, na retomada e no movimento, se instaure uma revolu&ccedil;&atilde;o viva e permanente&rdquo; (Passos, 2008, p.416). </p>     <p>Entre a trama de conceitos apresentados no <i>Dicion&aacute;rio, </i>merecem ainda ser destacados os neologismos que caracterizam a linguagem de Paulo Freire, entre eles, os verbetes <i>boniteza</i> e <i>sulear</i>. Com o conceito de <i>boniteza </i>Paulo Freire expressa seu entendimento acerca da <i>dimens&atilde;o est&eacute;tica </i>dos processos de ensinar e de aprender na perspectiva da <i>educa&ccedil;&atilde;o libertadora</i>, considerando que &ldquo;a vida h&aacute; que ser bonita, n&atilde;o s&oacute; a vida do indiv&iacute;duo, mas a realiza&ccedil;&atilde;o de um povo&rdquo; (Redin, 2008, p.66). A <i>boniteza </i>da educa&ccedil;&atilde;o est&aacute; associada &agrave; amorosidade, &agrave; alegria e ao querer bem, entre outros saberes necess&aacute;rios &agrave; pr&aacute;tica educativa, reveladores da subjetividade que lhe &eacute; inerente. </p>     <p>De igual modo, <i>sulear </i>&eacute; um verbete revelador das peculiaridades do pensamento freireano. Com o emprego do termo <i>sulear</i>, Paulo Freire chama a aten&ccedil;&atilde;o para o car&aacute;ter ideol&oacute;gico do termo nortear. <i>Sulear</i> expressa a inten&ccedil;&atilde;o de dar visibilidade &agrave; &oacute;tica do sul como uma forma de contrariar a l&oacute;gica euroc&ecirc;ntrica dominante a partir da qual o norte &eacute; apresentado como refer&ecirc;ncia universal. <i>Sulear </i>significa construir paradigmas alternativos em que o sul se coloca no centro da &ldquo;reinven&ccedil;&atilde;o da emancipa&ccedil;&atilde;o social&rdquo; (Adams, 2008, p.397). <i>Sulear </i>pensamentos e pr&aacute;ticas &eacute; uma perspectiva que se anuncia no pensamento freireano para fortalecer a constru&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas educativas emancipat&oacute;rias. </p>     <p>Enfim, por meio da trama de seus verbetes, o <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> fomenta o questionamento e a reflex&atilde;o/investiga&ccedil;&atilde;o permanente que caracteriza a pr&aacute;xis freireana. Retomando as palavras de seus organizadores, &ldquo;se Paulo Freire nos ensinou a <i>ler o mundo, </i>hoje devemos buscar novas formas de express&aacute;-lo&rdquo; (2008, p.25). Orientar a atualidade das leituras de Paulo Freire, tendo em vista a sua recria&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma perspectiva que se amplia a partir da publica&ccedil;&atilde;o do <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire. </i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Adams, T.(2008) Sulear (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire </i>(pp. 396 &ndash; 398). Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica. </p>     <p>Costa, D. (2008) Pol&iacute;tica (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> (pp. 325 &ndash; 328). Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica,. </p>     <!-- ref --><p>Fiori, E. M. (1987). Aprender a dizer a sua palavra. In P. Freire (1987). <i>Pedagogia do Oprimido</i>, Rio de Janeiro: Paz e Terra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000025&pid=S1645-7250201300020001600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Freire, A. M. A. (2008) Indigna&ccedil;&atilde;o (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> (pp. 229 &ndash; 230). Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica.</p>     <!-- ref --><p>Freire, P. (1987). <i>Pedagogia do Oprimido. </i>Rio de Janeiro: Paz e Terra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000028&pid=S1645-7250201300020001600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Freire, P. (1979). <i>Conscientiza&ccedil;&atilde;o: teoria e pr&aacute;tica da liberta&ccedil;&atilde;o - uma introdu&ccedil;&atilde;o ao pensamento de Paulo Freire</i>. S&atilde;o Paulo: Cortez &amp; Moraes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000030&pid=S1645-7250201300020001600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Freire, P. (1991). <i>A Educa&ccedil;&atilde;o na Cidade</i>. S&atilde;o Paulo: Cortez.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000032&pid=S1645-7250201300020001600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Freire, P. (1996). <i>Pedagogia da Autonomia: saberes necess&aacute;rios &agrave; pr&aacute;tica educativa</i>. S&atilde;o Paulo: Paz e Terra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000034&pid=S1645-7250201300020001600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Freitas, A. L. (2008) conscientiza&ccedil;&atilde;o (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> (pp. 99 &ndash; 101). Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica. </p>     <p>Passos, L. A. (2008) Trama (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire </i>(pp. 415 &ndash; 416). Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica. </p>     <p>Redin, E. (2008) Boniteza (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> (pp. 66 &ndash; 69). Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica. </p>     <p>Vieira, A. (2008) Cartas Pedag&oacute;gicas (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> (pp. 71 &ndash; 73)<i>. </i>Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica. </p>     <p>Zitkoski, J. J. (2008). Di&aacute;logo/Dialogicidade (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> (pp. 130 &ndash; 131)<i>. </i>Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica.</p>     <p>Zitkoski, J. J.. Ser mais (verbete). In D. Streck, E. Redin, &amp; J. J. Zitkoski (org). <i>Dicion&aacute;rio Paulo Freire</i> (pp. 380 &ndash; 382)<i>. </i>Belo Horizonte: Editora Aut&ecirc;ntica. </p>      ]]></body><back>
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