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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>EDITORIAL</b></p>     <p><b>Editorial </b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Ant&oacute;nio Teodoro</b>, <b>Jos&eacute; V. Br&aacute;s</b> &amp; <b>Maria Neves Gon&ccedil;alves</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>1. Como &eacute; do conhecimento dos nossos mais ass&iacute;duos leitores, a Revista Lus&oacute;fona de Educa&ccedil;&atilde;o (RLE) &eacute; editada pelo Centro de Estudos Interdisciplinares em Educa&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento (CeiED), na sua atual designa&ccedil;&atilde;o. O CeiED &eacute; uma unidade de I&amp;D inserida no sistema cient&iacute;fico portugu&ecirc;s tutelado pela Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (FCT) e que tem a Universidade Lus&oacute;fona de Humanidades e Tecnologia como institui&ccedil;&atilde;o de acolhimento. Como todas as Unidades de I&amp;D portuguesas, o CeiED encontra-se em processo de avalia&ccedil;&atilde;o pela <i>European Science Foundation</i>, cujos resultados finais para as unidades que transitaram para a 2&ordf; fase (como foi o caso do CeiED) ser&atilde;o conhecidos no in&iacute;cio de 2015.</p>     <p >O CeiED tem a sua origem num centro de Educa&ccedil;&atilde;o e Forma&ccedil;&atilde;o, a que se associaram, ap&oacute;s alguns anos de projetos conjuntos, investigadores das &aacute;reas da geografia humana, museologia e urbanismo. O valor acrescentado do CeiED resulta de uma s&iacute;ntese inovadora entre interesses de I&amp;D de investigadores com forma&ccedil;&otilde;es distintas – educadores, soci&oacute;logos, psic&oacute;logos, historiadores, urbanistas, arquitetos, ge&oacute;grafos, mas todos ligados por um mesmo prop&oacute;sito de construir conhecimento que permita o Desenvolvimento Humano. Educa&ccedil;&atilde;o, Mem&oacute;ria e Territ&oacute;rio s&atilde;o tr&ecirc;s dimens&otilde;es fundamentais dos objectivos de coes&atilde;o econ&oacute;mica, social e territorial, e de luta contra as desigualdades e o respeito pelas diferen&ccedil;as.</p>     <p >A coes&atilde;o econ&oacute;mica, social, cultural e territorial constitui a principal orienta&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica da atividade do CeiED, que tem na liga&ccedil;&atilde;o entre a educa&ccedil;&atilde;o, o urbanismo, a museologia e a geografia, os meios para responder a problemas de nossas sociedades, marcadas pelo aumento das desigualdades e do desemprego dos jovens, por s&eacute;rias amea&ccedil;as ao Estado Social e a conquistas sociais, econ&oacute;micas, culturais e educativas, duramente conquistadas desde o final do s&eacute;culo XIX. &Eacute; entendimento dos seus investigadores que as ci&ecirc;ncias sociais (e os cientistas sociais) t&ecirc;m um papel a desempenhar, contribuindo com a pertin&ecirc;ncia do seu conhecimento para o desenvolvimento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas socialmente justas e inclusivas.</p>     <p >A defini&ccedil;&atilde;o da coes&atilde;o social como a orienta&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica do CeiED, nas suas dimens&otilde;es pr&oacute;prias de uma Unidade de I&amp;D que tem as Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o como a sua &aacute;rea principal, e a Geografia, o Urbanismo e a Museologia com suas outras &aacute;reas, implica o refor&ccedil;o de uma sociologia p&uacute;blica que articule investiga&ccedil;&atilde;o com interven&ccedil;&atilde;o na realidade social, econ&oacute;mica, educativa e cultural. Desta op&ccedil;&atilde;o decorre o objectivo central de estudar e investigar as diferentes dimens&otilde;es da educa&ccedil;&atilde;o na sua intera&ccedil;&atilde;o com a territorialidade, a museologia e a mem&oacute;ria.</p>     <p >Desta op&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica decorrem tr&ecirc;s palavras-chave para a atividade do CeiED, na sua estreita liga&ccedil;&atilde;o com a Educa&ccedil;&atilde;o e o Desenvolvimento Humano: justi&ccedil;a social, cidadania global e sociologia p&uacute;blica. A RLE assume um lugar destacado neste projeto acad&eacute;mico e cient&iacute;fico (e tamb&eacute;m c&iacute;vico), ao permitir um di&aacute;logo entre cientistas da educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o e destes com p&uacute;blicos mais vastos. Onze anos depois da sua cria&ccedil;&atilde;o, continua a ser esta a matriz da <i>Revista Lus&oacute;fona de Educa&ccedil;&atilde;o.</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p >2. No cumprimento do nosso trabalho, lan&ccedil;amos um novo desafio &agrave; reflex&atilde;o dos leitores. Continuamos a dar novos passos na expectativa de melhor oferecermos uma revista que contribua para promover uma cultura cient&iacute;fica democr&aacute;tica. A vossa participa&ccedil;&atilde;o &eacute; a nossa raz&atilde;o de existir e &eacute; simultaneamente condi&ccedil;&atilde;o indispens&aacute;vel para elevarmos o nosso padr&atilde;o de qualidade. Estamos gratos pela colabora&ccedil;ao que nos t&ecirc;m prestado ao longo de todos estes anos. Quremos e desejamos continuar a fortalecer a liga&ccedil;&atilde;o da revista com autores e leitores. Queremos e desejamos construir convosco uma revista que corresponda a esta nova etapa que agora se abre ao CEIED.</p>    <p >Este n&uacute;mero apresenta ao leitor uma pluralidade de abordagens tem&aacute;ticas: artigos sobre pol&iacute;ticas educativas e ensino superior polit&eacute;cnico, bem como textos que priorizam o enfoque disciplinar desde o portugu&ecirc;s, ao desenho t&eacute;cnico e &agrave;s artes.</p>     <p >No artigo, <i>Associa&ccedil;&otilde;es de pais e pol&iacute;tica educativa municipal: redes em constru&ccedil;&atilde;o, </i>as autoras, Marisa Silva, Alexandra Doroftei, Eunice Macedo, Isabel Costa, Florbela Sousa &amp; Helena C. Ara&uacute;jo, apresentam os resultados de um projeto de investiga&ccedil;&atilde;o, cujo foco principal &eacute; indagar o impacto da interven&ccedil;&atilde;o e envolvimento dos munic&iacute;pios portugueses na comunidade. Atrav&eacute;s da ausculta&ccedil;&atilde;o das Associa&ccedil;&otilde;es de Pais e Encarregados de Educa&ccedil;&atilde;o de agrupamentos de escolas do ensino b&aacute;sico, as autoras concluem que o munic&iacute;pio &eacute; perspectivado como um parceiro central e fundamental no &acirc;mbito da educa&ccedil;&atilde;o, colaborando com as escolas e com as entidades locais no combate ao insucesso e ao abandono escolares.</p>     <p >Pedro Abrantes &amp; Ana Teixeira, em <i>A interven&ccedil;&atilde;o socioeducativa em territ&oacute;rios marginalizados: agentes de desenvolvimento local ou da ordem escolar? </i>discutem as representa&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas geradas pelo Programa Territ&oacute;rios Educativas de Interven&ccedil;&atilde;o Priorit&aacute;ria (TEIP), no &acirc;mbito da rela&ccedil;&atilde;o entre escola e comunidade. O estudo permitiu observar como os projetos TEIP e os gabinetes socioeducativos t&ecirc;m sido orientados para um refor&ccedil;o do trabalho de integra&ccedil;&atilde;o, orienta&ccedil;&atilde;o e acompanhamento dos alunos em situa&ccedil;&otilde;es de indisciplina e/ou de abandono escolar, sendo reconhecido pelas comunidades educativas o seu impacto positivo, sobretudo, na pacifica&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es no espa&ccedil;o escolar. Em <i>A autoaprendizagem no ensino superior e a aprendizagem baseada na resolu&ccedil;&atilde;o de problemas: perspetivas e quest&otilde;es</i>, Rui Trindade construiu o seu texto a partir da an&aacute;lise de conte&uacute;do de 37 artigos publicados, entre 2000 e 2010, em seis revistas cient&iacute;ficas de ampla difus&atilde;o na comunidade acad&eacute;mica internacional que abordam o modelo da Aprendizagem Baseada na Resolu&ccedil;&atilde;o de Problemas (ABRP). O autor mostra como a reflex&atilde;o sobre o papel do professor no modelo da ABRP se torna necess&aacute;ria e indispens&aacute;vel at&eacute; para aprofundar o debate sobre a autoaprendizagem como objetivo acad&eacute;mico.</p>     <p >No artigo <i>Das compet&ecirc;ncias em gest&atilde;o da qualidade &agrave; aprendizagem organizacional em contexto de ensino superior polit&eacute;cnico, </i>Henrique Lopes Pereira &amp; Lu&iacute;s Carvalho desenvolveram este estudo com sujeitos docentes e n&atilde;o docentes de institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior Polit&eacute;cnico, com o objetivo de construir um modelo explicativo da rela&ccedil;&atilde;o das compet&ecirc;ncias de gest&atilde;o da qualidade.</p>     <p >Margarida Marta, Am&eacute;lia Lopes, F&aacute;tima Pereira &amp; Maria Madalena Janu&aacute;rio Leite assinam o artigo <i>A relev&acirc;ncia profissional da forma&ccedil;&atilde;o de professores e enfermeiros no ensino superior: uma an&aacute;lise a partir das identidades dos formadores. </i>O estudo foi realizado com formadores dum curso de enfermagem e de um curso de forma&ccedil;&atilde;o de professores tentando identificar o que une e o que distingue os formadores do campo da forma&ccedil;&atilde;o e do campo da a&ccedil;&atilde;o profissional, e como cada campo profissional influi nessas rela&ccedil;&otilde;es. <i>Evolu&ccedil;&atilde;o do desenho t&eacute;cnico e a divis&atilde;o do trabalho industrial: entre o centro e a periferia mundial </i>&eacute; o t&iacute;tulo do artigo assinado por Ana Rita Sulz &amp; Ant&oacute;nio Teodoro. Os autores pretendem conhecer os fatores que condicionam o lugar do Desenho T&eacute;cnico na Educa&ccedil;&atilde;o de pa&iacute;ses como Portugal e Brasil, que ocupam a semiperiferia do <i>Modern World-System</i>. Relacionaram a evolu&ccedil;&atilde;o do Desenho T&eacute;cnico com a organiza&ccedil;&atilde;o da divis&atilde;o do trabalho industrial e conclu&iacute;ram pela import&acirc;ncia do Desenho, enquanto conhecimento relevante, para o desenvolvimento da produ&ccedil;&atilde;o capitalista.</p>     <p >Marilda Oliveira de Oliveira em <i>Di&aacute;rio de aula como instrumento metodol&oacute;gico da pr&aacute;tica educativa </i>apresenta uma reflex&atilde;o sobre a produ&ccedil;&atilde;o do di&aacute;rio de aula como instrumento metodol&oacute;gico no est&aacute;gio curricular supervisionado em artes visuais. A partir do material analisado foi poss&iacute;vel concluir que produ&ccedil;&atilde;o do di&aacute;rio da pr&aacute;tica pedag&oacute;gica assume grande relev&acirc;ncia para o processo formativo dos docentes</p>     <p>O papel da Educa&ccedil;&atilde;o em Portugu&ecirc;s na promo&ccedil;&atilde;o e difus&atilde;o da l&iacute;ngua – um estudo com um grupo de estagi&aacute;rias foi o t&iacute;tulo dado por Maria Helena An&ccedil;&atilde;, Maria Jo&atilde;o Mac&aacute;rio, Tatiana Guzeva &amp; Belinda Gomes a este estudo centrado nas quest&otilde;es pol&iacute;ticas da l&iacute;ngua portuguesa. As constata&ccedil;&otilde;es das autoras v&atilde;o ao encontro da “pol&iacute;tica de multilinguismo” da Comiss&atilde;o Europeia, para melhorar compet&ecirc;ncias interculturais e lingu&iacute;sticas e favorecer a integra&ccedil;&atilde;o social e a compreens&atilde;o entre culturas.</p>     <p >Marcelino Leal &amp; Isabel Sanches, no artigo <i>Portugu&ecirc;s para todos: a aprendizagem da L&iacute;ngua portuguesa como facilitadora da Interculturalidade e da Inclus&atilde;o social e educativa, </i>abordam a tem&aacute;tica da aprendizagem da L&iacute;ngua Portuguesa por parte de falantes adultos de outras l&iacute;nguas, assim como a sua inclus&atilde;o social assente em rela&ccedil;&otilde;es interculturais em variadas situa&ccedil;&otilde;es do quotidiano. Trata-se de uma tem&aacute;tica emergente dado o atual movimento migrat&oacute;rio bem como os debates em torno da problem&aacute;tica da inclus&atilde;o dos cidad&atilde;os portadores de defici&ecirc;ncia.</p>    <p >No artigo <i>Panorama das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas na educa&ccedil;&atilde;o brasileira: uma an&aacute;lise das avalia&ccedil;&otilde;es externas de sistemas de ensino, </i>Fl&aacute;via Obino Corr&ecirc;a Werle discute a educa&ccedil;&atilde;o brasileira, destacando os processos de avalia&ccedil;&atilde;o em larga escala implementados nas d&eacute;cadas de 1990 e 2000. A autora refere que o panorama das pol&iacute;ticas educacionais evidencia tamb&eacute;m a emerg&ecirc;ncia de tecnologias digitais na administra&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o e a centraliza&ccedil;&atilde;o do controle que elas proporcionam.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p >Por fim, Ant&oacute;nio Pedro Costa, Maria Jo&atilde;o Loureiro &amp; Lu&iacute;s Paulo Reis no artigo <i>Do Modelo 3C de Colabora&ccedil;&atilde;o ao Modelo 4C: Modelo de An&aacute;lise de Processos de Desenvolvimento de Software Educativo </i>descrevem o modelo 3C de colabora&ccedil;&atilde;o e a sua evolu&ccedil;&atilde;o para o modelo 4C e mostram como este modelo tem como objetivo analisar e propor melhorias a processos de desenvolvimento de <i>software</i>, essencialmente educativo.</p>     <p >Na rubrica Recens&otilde;es, Jos&eacute; Beltr&aacute;n Llavador analisa a obra <i>European and Latin American Higher Education Betwwen Mirrors. Conceptual Framewoks and Policies of Equity and Social Cohesion</i>, organizada por Ant&oacute;nio Teodoro &amp; Manuela Guilherme. Esta obra n&atilde;o s&oacute; re&uacute;ne controv&eacute;rsias como tamb&eacute;m se serve delas para oferecer um marco conceptual que auxilia as explica&ccedil;&otilde;es das mudan&ccedil;as que est&atilde;o alterando os pap&eacute;is e as fun&ccedil;&otilde;es das institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior na Europa e na Am&eacute;rica Latina. Diz-nos Beltran que este livro n&atilde;o &eacute; uma obra de interven&ccedil;&atilde;o nem tem uma finalidade normativa, mas &eacute; seguramente uma obra de advert&ecirc;ncia. Este livro que conta com a participa&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios autores constitui uma cr&iacute;tica &agrave; educa&ccedil;&atilde;o superior que tem sido seguida pelo dogmatismo de pol&iacute;ticas educativas sequestradas pela racionalidade economicista. Como refere Beltran esta obra ajuda-nos e arma-nos de raz&otilde;es c&iacute;vicas, de epistemologias alternativas para a constru&ccedil;&atilde;o do bem-comum.</p>     <p >No cumprimento de uma das rubricas da pol&iacute;tica editorial da <i>Revista Lus&oacute;fona da Educa&ccedil;&atilde;o</i>, divulgam-se, neste n&uacute;mero, alguns resumos de Teses de Doutoramento defendidas no Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade Lus&oacute;fona de Humanidades e Tecnologias.</p>    <p >S. Paulo &amp; Lisboa, Setembro de 2014</p>     ]]></body>
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