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<article-id pub-id-type="doi">10.23906/ri2017.55a02</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Previsivelmente incoerente: Uma análise preliminar da política externa de Donald Trump]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Predictably Incoherent: A Preliminary Analysis of Donald Trump's Foreign Policy]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The election of Donald Trump took the world by surprise. Trump won the us presidential election by presenting a foreign policy program emphasizing a strong sense of national affiliation. Many allied countries and political commentators are worried that Trump might embark on a temporary reversal of traditional American internationalism or even endanger the liberal global order. The initial months of Trump's presidency reveal a foreign policy marked by incoherence. The article argues that the policy incoherence results from Trump's leadership style. More precisely, the article presents a profile of Trump's leadership style based on an analysis of his aspiration for power, sense of efficacy and competence, cognitive complexity, emotional intelligence, and political experience and skill.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p style="text-align: right;"><b>AN&Aacute;LISE DE POL&Iacute;TICA EXTERNA: TEND&Ecirc;NCIAS E DIN&Acirc;MICAS</b></p>     <p style="text-align: right;">&nbsp;</p>     <p><b>Previsivelmente incoerente: Uma an&aacute;lise preliminar&nbsp;da pol&iacute;tica externa&nbsp;de Donald Trump</b></p>     <p><b>Predictably Incoherent: A Preliminary Analysis of Donald Trump&rsquo;s Foreign Policy</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Lu&iacute;s da Vinha</b></p>     <p>Doutorado em Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e professor de Ci&ecirc;ncia Pol&iacute;tica na Valley City State University (North Dakota, Estados Unidos).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A&nbsp;elei&ccedil;&atilde;o de Donald Trump tomou&nbsp;o mundo de surpresa. Trump venceu as elei&ccedil;&otilde;es presidenciais americanas apresentando um programa de pol&iacute;tica externa com um forte sentimento de afilia&ccedil;&atilde;o nacional. Muitos estados aliados e comentadores est&atilde;o preocupados com o facto de que Trump possa encetar uma invers&atilde;o tempor&aacute;ria do internacionalismo tradicional americano ou mesmo hipotecar a ordem liberal global. Os primeiros meses da presid&ecirc;ncia Trump evidenciam uma pol&iacute;tica externa marcada pela incoer&ecirc;ncia. O artigo argumenta que a incoer&ecirc;ncia pol&iacute;tica resulta do estilo de lideran&ccedil;a de Trump. Mais concretamente, o artigo apresenta um perfil do estilo de lideran&ccedil;a de Trump assente numa an&aacute;lise da sua aspira&ccedil;&atilde;o por poder, sentido de efic&aacute;cia e compet&ecirc;ncia, complexidade cognitiva, intelig&ecirc;ncia emocional e experi&ecirc;ncia e engenho pol&iacute;tico.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave:</b>&nbsp;Donald Trump, estilo de lideran&ccedil;a, incoer&ecirc;ncia pol&iacute;tica, pol&iacute;tica externa.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The election of Donald Trump took the world by surprise. Trump won the us presidential election by presenting a foreign policy program emphasizing a strong sense of national affiliation. Many allied countries and political commentators are worried that Trump might embark on a temporary reversal of traditional American internationalism or even endanger the liberal global order. The initial months of Trump&rsquo;s presidency reveal a foreign policy marked by incoherence. The article argues that the policy incoherence results from Trump&rsquo;s leadership style. More precisely, the article presents a profile of Trump&rsquo;s leadership style based on an analysis of his aspiration for power, sense of efficacy and competence, cognitive complexity, emotional intelligence, and political experience and skill.</p>     <p><b>Keywords:</b>&nbsp;Donald Trump, foreign policy, leadership style, policy incoherence.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     <p>Desde os meados do s&eacute;culo&nbsp;XX, os Estados Unidos tornaram-se na maior pot&ecirc;ncia mundial. Capitalizando nos seus recursos naturais e humanos, os l&iacute;deres americanos utilizaram o seu imenso poder pol&iacute;tico, econ&oacute;mico, militar e cultural para tentar moldar o comportamento dos outros estados e criar uma ordem internacional que salvaguardasse os interesses americanos. A estrat&eacute;gia para atingir estes objetivos variou de acordo com cada administra&ccedil;&atilde;o<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>. Contudo, apesar das diferen&ccedil;as, todos os presidentes e suas administra&ccedil;&otilde;es partilharam um compromisso comum em sustentar um projeto de ordem global liderado pelos Estados Unidos<sup><a href="#2">2</a></sup><a name="top2"></a>. Cientes de que o mundo se encontrava cada vez mais interdependente em termos econ&oacute;micos e de seguran&ccedil;a, os l&iacute;deres americanos do p&oacute;s-guerra acreditavam que a melhor maneira de assegurar o interesse nacional era por meios internacionalistas<sup><a href="#3">3</a></sup><a name="top3"></a>. Mais concretamente, a seguran&ccedil;a e prosperidade americana s&oacute; podia beneficiar da cria&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de uma ordem internacional sob a lideran&ccedil;a e tutela americana.</p>     <p>A ordem internacional liberal come&ccedil;ou a ser estabelecida ap&oacute;s a Segunda Grande Guerra e consolidou-se ao longo dos &uacute;ltimos 75 anos. Com a coopera&ccedil;&atilde;o europeia e de outros estados democr&aacute;ticos, os Estados Unidos conseguiram integrar um n&uacute;mero cada vez maior de estados numa rede complexa de organiza&ccedil;&otilde;es e institui&ccedil;&otilde;es que promovem um conjunto de princ&iacute;pios e regras, entre as quais o com&eacute;rcio livre, a coopera&ccedil;&atilde;o multilateral, a democracia e o cosmopolitismo<sup><a href="#4">4</a></sup><a name="top4"></a>.</p>     <p>A lideran&ccedil;a da ordem liberal tem acarretado custos acrescidos para os Estados Unidos. Liderar implicou maiores custos militares a defender e a promover a ordem liberal e alguns constrangimentos pol&iacute;ticos e econ&oacute;micos. Por&eacute;m, os benef&iacute;cios resultantes t&ecirc;m sido habitualmente exaltados. Os adeptos da ordem liberal apontam para os benef&iacute;cios econ&oacute;micos e pol&iacute;ticos que os Estados Unidos colheram ao longo destas d&eacute;cadas. O crescimento econ&oacute;mico dos Estados Unidos deve-se, em grande parte, &agrave; cont&iacute;nua abertura de mercados resultante da crescente integra&ccedil;&atilde;o de pa&iacute;ses na ordem liberal. Igualmente, as alian&ccedil;as e acordos de seguran&ccedil;a internacionais t&ecirc;m contribu&iacute;do para suprimir conflitos maiores, pelo menos entre as grandes pot&ecirc;ncias. O poder e a influ&ecirc;ncia americanos t&ecirc;m-se multiplicado atrav&eacute;s da promo&ccedil;&atilde;o de institui&ccedil;&otilde;es internacionais como o Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI), o Banco Mundial, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC), a Organiza&ccedil;&atilde;o do Tratado do Atl&acirc;ntico Norte (nato) e a Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU). Portanto, como Hal Brands esclarece,</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     <blockquote> internacionalismo americano nunca foi uma quest&atilde;o de caridade. Ele simplesmente representou uma forma de nacionalismo esclarecido de soma positiva, baseada na ideia de que os Estados Unidos podem melhor alcan&ccedil;ar a sua pr&oacute;pria seguran&ccedil;a e prosperidade ajudando os outros a se tornarem seguros e pr&oacute;speros.&raquo;<sup><a href="#5">5</a></sup><a name="top5"></a></blockquote>     <p></p>     <p>Embora este consenso se tenha vindo a enfraquecer desde o final da Guerra Fria, a elei&ccedil;&atilde;o de Donald Trump tem desassossegado muitos investigadores e comentadores de pol&iacute;tica externa. Muitos est&atilde;o angustiados que Trump possa encetar uma invers&atilde;o, embora tempor&aacute;ria, do internacionalismo tradicional americano, relegando a lideran&ccedil;a internacional para outros estados<sup><a href="#6">6</a></sup><a name="top6"></a>. Outros est&atilde;o mais apreensivos e temem que Trump possa hipotecar a pr&oacute;pria ordem liberal global<sup><a href="#7">7</a></sup><a name="top7"></a>. Segundo este racioc&iacute;nio, a agenda pol&iacute;tica de Trump e a sua materializa&ccedil;&atilde;o inicial &laquo;corre o risco de afastar aliados e parceiros dos&nbsp;EUA, expondo os americanos &agrave; instabilidade global e &agrave; retalia&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica, acelerando o fim do mundo que os Estados Unidos constru&iacute;ram&raquo;<sup><a href="#8">8</a></sup><a name="top8"></a>. Outros, todavia, depositam otimismo na pol&iacute;tica externa de Trump. O acad&eacute;mico Matthew Kroenig reflete esta esperan&ccedil;a quando afirma que os primeiros meses da Administra&ccedil;&atilde;o Trump revelam j&aacute; uma retifica&ccedil;&atilde;o dos fracassos da Administra&ccedil;&atilde;o Obama e um reposicionamento para lidar eficazmente com os desafios internacionais<sup><a href="#9">9</a></sup><a name="top9"></a>.</p>     <p>Por&eacute;m, os primeiros meses da presid&ecirc;ncia Trump evidenciam uma pol&iacute;tica externa marcada pela incoer&ecirc;ncia. Nas seguintes sec&ccedil;&otilde;es analisamos os principais tra&ccedil;os da pol&iacute;tica externa da Administra&ccedil;&atilde;o Trump, come&ccedil;ando por identificar as propostas mais relevantes da campanha presidencial de 2016. Posteriormente, avaliamos a forma como a Administra&ccedil;&atilde;o tem tentado implementar a sua agenda pol&iacute;tica, identificando algumas das inconsist&ecirc;ncias mais significativas. Por fim, analisamos o estilo de lideran&ccedil;a de Trump de forma a tentar explicar a natureza da incoer&ecirc;ncia da sua pol&iacute;tica.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>PROMESSAS DE &laquo;AMERICA FIRST&raquo;</b></p>     <p>Donald Trump conquistou a presid&ecirc;ncia cavalgando uma agenda de rutura pol&iacute;tica enquanto candidato por um dos principais partidos de poder americano. Mais concretamente, Trump apresentou-se como&nbsp;o candidato&nbsp;antissistema, criticando e denunciando ferozmente a inefic&aacute;cia, incompet&ecirc;ncia e corrup&ccedil;&atilde;o em Washington<sup><a href="#10">10</a></sup><a name="top10"></a>. Num estilo pouco ortodoxo, Trump atacou candidatos democratas e republicanos ao longo da sua campanha. Na sua longa lista de cr&iacute;ticas, Trump salientava o decl&iacute;nio do poder global dos Estados Unidos e a sua explora&ccedil;&atilde;o por parte de aliados e advers&aacute;rios. Embora de forma err&aacute;tica, Trump articulou um programa de pol&iacute;tica externa em conson&acirc;ncia com a sua narrativa populista e que assentava num discurso antielitista, de desconfian&ccedil;a no conhecimento t&eacute;cnico e cient&iacute;fico e num forte sentimento de afilia&ccedil;&atilde;o nacional<sup><a href="#11">11</a></sup><a name="top11"></a>.</p>     <p>Os temas pol&iacute;ticos abordados por Trump n&atilde;o se alteraram muito ao longo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Muitos dos coment&aacute;rios da sua campanha eleitoral reiteram cr&iacute;ticas que Trump tem expressado desde que se tornou uma figura p&uacute;blica<sup><a href="#12">12</a></sup><a name="top12"></a>. Por&eacute;m, na campanha eleitoral Trump utilizou o convite da revista&nbsp;<i>National Interest</i>&nbsp;para apresentar as suas principais propostas de pol&iacute;tica externa<sup><a href="#13">13</a></sup><a name="top13"></a>. Trump denunciou o fracasso da pol&iacute;tica externa americana desde o t&eacute;rmino da Guerra Fria. Segundo o candidato, os l&iacute;deres pol&iacute;ticos &ndash; de ambos os partidos &ndash; foram incapazes de desenvolver uma &laquo;nova vis&atilde;o&raquo; para lidar com os desafios da nova conjuntura internacional. Trump foi particularmente cr&iacute;tico das pol&iacute;ticas de promo&ccedil;&atilde;o de institui&ccedil;&otilde;es e regimes democr&aacute;ticos cujos resultados finais unicamente contribu&iacute;ram para um surto de guerras civis e do fanatismo religioso, bem como para a perda de vidas e recursos financeiros americanos<sup><a href="#14">14</a></sup><a name="top14"></a>. Esta falta de vis&atilde;o e lideran&ccedil;a criou, segundo o candidato, cinco grandes debilidades para a pol&iacute;tica externa americana atual. A primeira resulta da sobre-extens&atilde;o dos recursos nacionais &ndash; o que Trump atribui ao enfraquecimento econ&oacute;mico provocado pelas pol&iacute;ticas de Obama.&nbsp; O segundo problema resulta da prevarica&ccedil;&atilde;o dos aliados que n&atilde;o cumprem com os seus compromissos financeiros, pol&iacute;ticos e humanos. O terceiro contratempo reflete-se na desconfian&ccedil;a dos aliados tradicionais na lideran&ccedil;a americana. Segundo Trump, a Administra&ccedil;&atilde;o de Obama abandonou e hostilizou v&aacute;rios pa&iacute;ses aliados. Por sua vez, a irresolu&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica da anterior administra&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m fez com que os advers&aacute;rios n&atilde;o respeitem o poder dos Estados Unidos. Por &uacute;ltimo, Trump denuncia a falta de objetivos claros por parte de Obama na condu&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica externa.</p>     <p>De forma a colmatar estes desafios, Trump assegurou que iria restituir uma pol&iacute;tica que estivesse ao servi&ccedil;o, antes de mais, dos americanos: &laquo;"America First" (Am&eacute;rica Primeiro) ser&aacute; o primeiro e principal tema da minha administra&ccedil;&atilde;o&raquo;<sup><a href="#15">15</a></sup><a name="top15"></a>. Por conseguinte, Trump prop&ocirc;s implementar &laquo;uma pol&iacute;tica externa coerente, baseada nos interesses americanos e nos interesses partilhados com os nossos aliados&raquo;<sup><a href="#16">16</a></sup><a name="top16"></a>. O combate ao &laquo;isl&atilde;o radical&raquo; assumia-se como a primeira prioridade. A conten&ccedil;&atilde;o da amea&ccedil;a do radicalismo isl&acirc;mico far-se-ia em conjunto com os aliados no exterior, bem como domesticamente atrav&eacute;s da altera&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas de imigra&ccedil;&atilde;o. No que concerne a quest&atilde;o da imigra&ccedil;&atilde;o, Trump foi perent&oacute;rio a delinear uma pol&iacute;tica muito mais agressiva na blindagem das fronteiras americanas, nomeadamente implicando a suspens&atilde;o tempor&aacute;ria da imigra&ccedil;&atilde;o oriunda das regi&otilde;es &laquo;mais perigosas e vol&aacute;teis do mundo que tenham uma hist&oacute;ria de exporta&ccedil;&atilde;o do terrorismo&raquo;<sup><a href="#17">17</a></sup><a name="top17"></a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Num discurso realizado em agosto dedicado exclusivamente ao radicalismo isl&acirc;mico, Trump refor&ccedil;ou a necessidade de unir os aliados americanos na Europa e no M&eacute;dio Oriente &ndash; nomeadamente atrav&eacute;s da realiza&ccedil;&atilde;o de uma confer&ecirc;ncia internacional convocada especificamente para lidar com este assunto &ndash;, bem como cooperar com a R&uacute;ssia para poder derrotar o Estado Isl&acirc;mico (IS) e outros grupos radicais<sup><a href="#18">18</a></sup><a name="top18"></a>. Segundo o candidato Trump, a derrota do terrorismo radical isl&acirc;mico obriga a nada menos do que &agrave; prossecu&ccedil;&atilde;o de uma &laquo;guerra ideol&oacute;gica&raquo; semelhante &agrave; que o Ocidente instituiu para vencer a amea&ccedil;a comunista durante a Guerra Fria. Por conseguinte, Trump garantiu que o seu governo iria combater a ideologia do &oacute;dio e da viol&ecirc;ncia, nomeadamente denunciando &laquo;a opress&atilde;o de mulheres, homossexuais e pessoas de diferentes f&eacute;s&raquo;, bem como &laquo;a pr&aacute;tica horr&iacute;vel dos assassinatos de honra, onde as mulheres s&atilde;o assassinadas por seus parentes por se vestir, casar ou agir de maneira que viola os ensinamentos fundamentalistas&raquo;<sup><a href="#19">19</a></sup><a name="top19"></a>. Por seu turno, os Estados Unidos, em colabora&ccedil;&atilde;o com os seus aliados, iriam refor&ccedil;ar os valores e institui&ccedil;&otilde;es ocidentais, pois o &laquo;fortalecimento e a promo&ccedil;&atilde;o da civiliza&ccedil;&atilde;o ocidental e dos seus feitos far&atilde;o mais para inspirar reformas positivas em todo o mundo do que as interven&ccedil;&otilde;es militares&raquo;<sup><a href="#20">20</a></sup><a name="top20"></a>.</p>     <p>Em complemento, Trump tamb&eacute;m se comprometeu a fortalecer o setor militar americano, nomeadamente atrav&eacute;s de um investimento massivo na moderniza&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as convencionais e nucleares. Para o candidato, &laquo;a nossa domin&acirc;ncia militar tem de ser inquestion&aacute;vel&raquo;<sup><a href="#21">21</a></sup><a name="top21"></a>. Em Filad&eacute;lfia, num discurso dedicado &agrave; defesa nacional, Trump anunciou a sua proposta ambiciosa para as For&ccedil;as Armadas americanas<sup><a href="#22">22</a></sup><a name="top22"></a>:</p> <ul>       <li>aumentar o n&uacute;mero de efetivos do Ex&eacute;rcito para 540 mil soldados em servi&ccedil;o ativo<sup><a href="#23">23</a></sup><a name="top23"></a>;</li>       <li>reconstruir a Marinha com o objetivo final de dispor de 350 navios de guerra<sup><a href="#24">24</a></sup><a name="top24"></a>;</li>       <li>dotar a For&ccedil;a A&eacute;rea com 1200 avi&otilde;es de combate<sup><a href="#25">25</a></sup><a name="top25"></a>;</li>       <li>aumentar o corpo de Fuzileiros para 36 batalh&otilde;es<sup><a href="#26">26</a></sup><a name="top26"></a>;</li>       <li>aumentar o investimento no sistema de defesa antim&iacute;ssil da Marinha (moderniza&ccedil;&atilde;o dos sistemas de defesa dos cruzadores e contratorpedeiros);</li>       <li>cria&ccedil;&atilde;o de capacidades de ciberguerra (ofensivas e defensivas) de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o;</li>       <li>racionaliza&ccedil;&atilde;o dos processos de aquisi&ccedil;&otilde;es e elimina&ccedil;&atilde;o de programas desnecess&aacute;rios e redundantes.</li>     </ul>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A realiza&ccedil;&atilde;o do des&iacute;gnio militar implica, consequentemente, a necessidade de refor&ccedil;ar o crescimento econ&oacute;mico atrav&eacute;s da altera&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas econ&oacute;micas, comerciais e de imigra&ccedil;&atilde;o. H&aacute; v&aacute;rias d&eacute;cadas que Trump &eacute; cr&iacute;tico dos acordos econ&oacute;micos internacionais celebrados pelos Estados Unidos. Durante a campanha eleitoral, ele foi inequ&iacute;voco na sua condena&ccedil;&atilde;o dos &laquo;dirigentes que veneram o globalismo mais do que o americanismo&raquo;<sup><a href="#27">27</a></sup><a name="top27"></a>. Em particular, o candidato destacou os efeitos devastadores para a economia americana da institucionaliza&ccedil;&atilde;o do Tratado Norte-Americano de Livre Com&eacute;rcio (NAFTA) e da participa&ccedil;&atilde;o da China na&nbsp;OMC, bem como dos perigos resultantes da cria&ccedil;&atilde;o do Acordo de Associa&ccedil;&atilde;o Transpac&iacute;fico (TPP). Portanto, Trump garantiu que iria abandonar o&nbsp;TPP, bem como renegociar os acordos econ&oacute;micos com os parceiros comerciais &ndash; ou abandon&aacute;-los por completo se n&atilde;o conseguisse condi&ccedil;&otilde;es mais favor&aacute;veis para os Estados Unidos.&nbsp;Do mesmo modo, o candidato assegurou que iria reequilibrar a rela&ccedil;&atilde;o comercial com a China, come&ccedil;ando por declarar o pa&iacute;s como um &laquo;manipulador de moeda&raquo;, e instaurar processos contra as pr&aacute;ticas comerciais da China junto dos &oacute;rg&atilde;os jur&iacute;dicos nacionais e na&nbsp;OMC<sup><a href="#28">28</a></sup><a name="top28"></a>. Todavia, o &iacute;mpeto nacionalista n&atilde;o se limita aos acordos comerciais. Trump tem continuamente rejeitado todos os constrangimentos &agrave; soberania americana, revelando desconfian&ccedil;a de quaisquer &laquo;associa&ccedil;&otilde;es internacionais que nos amarram e que prejudicam os&nbsp;EUA&raquo; e, consequentemente, nunca afiliar-se-&aacute; a &laquo;qualquer acordo que reduza a nossa capacidade para controlar os nossos pr&oacute;prios assuntos&raquo;<sup><a href="#29">29</a></sup><a name="top29"></a>.</p>     <p>Embora pol&eacute;mico como candidato, as propostas de pol&iacute;tica externa de Trump receberam apoios em v&aacute;rios quadrantes dos Estados Unidos. O talento de Trump e a sensatez das suas propostas foram salientados em in&uacute;meros meios de comunica&ccedil;&atilde;o<sup><a href="#30">30</a></sup><a name="top30"></a>. Por exemplo, o diretor do <i>Democracy Institute</i> e periodista, Patrick Basham, salientou as vantagens da flexibilidade pol&iacute;tica de Trump e comparou a sua abordagem aos ensinamentos articulados em&nbsp;<i>A Arte da Guerra</i>&nbsp;de Sun Tzu<sup><a href="#31">31</a></sup><a name="top31"></a>. Mesmo pol&iacute;ticos experientes deram o benef&iacute;cio da d&uacute;vida a Trump. De forma ilustrativa, o ex-secret&aacute;rio de Estado Henry Kissinger afirmou que a elei&ccedil;&atilde;o de Trump proporciona uma &laquo;oportunidade extraordin&aacute;ria&raquo; em termos internacionais e sugere que o estilo n&atilde;o convencional de Trump pode potencialmente gerar resultados &laquo;not&aacute;veis&raquo;<sup><a href="#32">32</a></sup><a name="top32"></a>.</p>     <p>E, contrariamente &agrave; convic&ccedil;&atilde;o popular de que Trump venceu devido ao apoio massivo das classes menos letradas, no que concerne &agrave; pol&iacute;tica externa, Trump obteve o apoio de v&aacute;rios acad&eacute;micos prestigiados. Durante a campanha eleitoral, Stephen Walt, embora de forma hesitante, admitiu que era necess&aacute;rio reconhecer que Trump tinha feito algumas propostas &laquo;perfeitamente sensatas e incontest&aacute;veis sobre a pol&iacute;tica externa&raquo;<sup><a href="#33">33</a></sup><a name="top33"></a>. Mais concretamente, Walt destacava o enfoque de Trump numa pol&iacute;tica externa assente, antes de mais, no interesse nacional americano (em contraste com a vis&atilde;o internacionalista), no fim do aproveitamento abusivo por parte dos aliados e na efetiva reparti&ccedil;&atilde;o dos custos da seguran&ccedil;a coletiva e, finalmente, na rejei&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&otilde;es ambiciosas de&nbsp;<i>nation building</i>. John Mearsheimer exprimiu uma expectativa semelhante. Segundo Mearsheimer, se Trump for capaz de derrubar os interesses instalados em Washington e adotar uma pol&iacute;tica externa realista, &laquo;pode alterar profundamente a pol&iacute;tica externa dos Estados Unidos para melhor&raquo;<sup><a href="#34">34</a></sup><a name="top34"></a>. De facto, Edward Luttwak reiterava a f&eacute; realista no poder da estrutura internacional para moldar a a&ccedil;&atilde;o dos estados e seus dirigentes para tranquilizar quaisquer eventuais anseios sobre a ret&oacute;rica pouco ortodoxa de Trump ao assegurar que, uma vez empossado, a &laquo;inevit&aacute;vel normaliza&ccedil;&atilde;o&raquo; instalar-se-ia na sua pol&iacute;tica externa<sup><a href="#35">35</a></sup><a name="top35"></a>.</p>     <p>Por sua vez, alguns mais relutantes reconfortavam-se com a esperan&ccedil;a que Trump se iria rodear dos &laquo;melhores e mais capazes&raquo;<sup><a href="#36">36</a></sup><a name="top36"></a>. De acordo com os mais esperan&ccedil;ados, as escolhas para a sua administra&ccedil;&atilde;o seriam determinantes para condicionar o comportamento que Trump demonstrou ao longo da campanha e ajudar o novo presidente a governar eficazmente<sup><a href="#37">37</a></sup><a name="top37"></a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>UM IN&Iacute;CIO ERR&Aacute;TICO E INCOERENTE</b></p>     <p>N&atilde;o obstante as in&uacute;meras expectativas, os primeiros meses da Administra&ccedil;&atilde;o Trump revelam tudo menos &laquo;normalidade&raquo;. Domesticamente, a Administra&ccedil;&atilde;o encontra-se enredada na pol&eacute;mica &agrave; volta do envolvimento russo no processo eleitoral americano e v&aacute;rios membros do Governo n&atilde;o conseguem livrar-se das cr&iacute;ticas &agrave; falta de transpar&ecirc;ncia relativamente aos seus neg&oacute;cios. Igualmente, embora o Partido Republicano detenha o controlo da presid&ecirc;ncia e de ambas as c&acirc;maras do Congresso, a implementa&ccedil;&atilde;o da agenda legislativa dos republicanos tem encontrado forte resist&ecirc;ncia. Consequentemente, muitas das promessas mais emblem&aacute;ticas de Trump tardam em materializar-se &ndash;&nbsp;e.g., reforma da pol&iacute;tica de sa&uacute;de, reforma fiscal e programa de investimento em infraestruturas<sup><a href="#38">38</a></sup><a name="top38"></a>.</p>     <p>No campo da pol&iacute;tica externa, Trump tem criado agita&ccedil;&atilde;o e incerteza. Nas semanas ap&oacute;s as elei&ccedil;&otilde;es, Trump continuou a atordoar a comunidade internacional com um conjunto de declara&ccedil;&otilde;es provocantes, nomeadamente anunciando um aumento significativo do arsenal nuclear americano<sup><a href="#39">39</a></sup><a name="top39"></a>, censurando o comportamento econ&oacute;mico abusivo da China<sup><a href="#40">40</a></sup><a name="top40"></a>, e prometendo maior coopera&ccedil;&atilde;o internacional com a R&uacute;ssia<sup><a href="#41">41</a></sup><a name="top41"></a>. Ap&oacute;s a sua tomada de posse, Trump continuou a gerar pol&eacute;mica internacional. Embora uma descri&ccedil;&atilde;o exaustiva das pol&iacute;ticas da Administra&ccedil;&atilde;o Trump seja inexequ&iacute;vel, &eacute;, contudo, poss&iacute;vel e &uacute;til identificar algumas das iniciativas mais emblem&aacute;ticas dos primeiros seis meses de mandato.</p>     <p>Trump iniciou o seu mandato emitindo uma ordem executiva pol&eacute;mica que procurava limitar o acesso aos Estados Unidos por parte de cidad&atilde;os de v&aacute;rios pa&iacute;ses predominantemente mu&ccedil;ulmanos &ndash; i.e., I&eacute;men, Iraque, Ir&atilde;o, L&iacute;bia, S&iacute;ria, Som&aacute;lia e Sud&atilde;o.&nbsp;A Administra&ccedil;&atilde;o Trump argumentava que era necess&aacute;rio suspender a entrada de indiv&iacute;duos oriundos destes pa&iacute;ses por raz&otilde;es de seguran&ccedil;a nacional. Trump associava a amea&ccedil;a do terrorismo dom&eacute;stico &agrave; presen&ccedil;a de estrangeiros radicalizados nestes pa&iacute;ses. Por conseguinte, a Administra&ccedil;&atilde;o procurou suspender a entrada generalizada destas popula&ccedil;&otilde;es de forma a desenvolver e implementar um processo de triagem mais eficiente. O facto de os ataques terroristas nos Estados Unidos terem sido empreendidos na esmagadora maioria dos casos por cidad&atilde;os americanos e por indiv&iacute;duos naturais de outros pa&iacute;ses &ndash;&nbsp;e.g., Ar&aacute;bia Saudita, Egito, Emiratos &Aacute;rabes Unidos, L&iacute;bano e Paquist&atilde;o &ndash; pouco pesou na considera&ccedil;&atilde;o da Administra&ccedil;&atilde;o. Contudo, a iniciativa rapidamente encontrou resist&ecirc;ncia e a Administra&ccedil;&atilde;o foi confrontada com processos jur&iacute;dicos que t&ecirc;m mitigado o eventual impacto da medida<sup><a href="#42">42</a></sup><a name="top42"></a>.</p>     <p>Em termos diplom&aacute;ticos, Trump tem mantido um conjunto de encontros e contactos regulares com in&uacute;meros l&iacute;deres mundiais. A caracter&iacute;stica mais saliente destas intera&ccedil;&otilde;es tem sido o embara&ccedil;o regular das afirma&ccedil;&otilde;es e atitudes do Presidente que obrigam a Administra&ccedil;&atilde;o a ter de emitir esclarecimentos posteriores sobre o verdadeiro significado das suas palavras ou comportamento<sup><a href="#43">43</a></sup><a name="top43"></a>. Outra caracter&iacute;stica marcante da diplomacia pessoal de Trump &eacute; a sua disposi&ccedil;&atilde;o para evidenciar uma postura mais cr&iacute;tica para com os aliados tradicionais dos Estados Unidos, enquanto revela uma maior acomoda&ccedil;&atilde;o a l&iacute;deres autocr&aacute;ticos<sup><a href="#44">44</a></sup><a name="top44"></a>. Em particular, Trump tem demonstrado o tom significativamente conciliat&oacute;rio com a China. Apesar da ret&oacute;rica da campanha, numa conversa com Xi Jinping, o Presidente reiterou o apoio americano &agrave; pol&iacute;tica de &laquo;China &uacute;nica&raquo;<sup><a href="#45">45</a></sup><a name="top45"></a>. De forma semelhante, algumas semanas mais tarde, Trump anunciou que n&atilde;o iria designar a China como um pa&iacute;s &laquo;manipulador de moeda&raquo;, contrariamente ao que prometera durante a campanha eleitoral<sup><a href="#46">46</a></sup><a name="top46"></a>. Muitos comentadores fundamentam esta mudan&ccedil;a de atitude com base na estrat&eacute;gia negocial de Trump para lidar com a Coreia do Norte. De facto, depois do seu encontro com Xi Jinping em abril, o Presidente demonstrou forte convic&ccedil;&atilde;o de que a China podia resolver a crise ao pressionar o regime de Kim Jong-un a abandonar o seu programa nuclear<sup><a href="#47">47</a></sup><a name="top47"></a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Contudo, Trump tamb&eacute;m tem amea&ccedil;ado utilizar meios militares para tentar influenciar o comportamento da Coreia do Norte. Respons&aacute;veis americanos advertiram a Coreia do Norte em v&aacute;rias ocasi&otilde;es que, caso n&atilde;o abandonasse o seu programa de armamento nuclear, &laquo;todas as op&ccedil;&otilde;es est&atilde;o na mesa&raquo;<sup><a href="#48">48</a></sup><a name="top48"></a>. O pr&oacute;prio Presidente admitiu, numa entrevista com a ag&ecirc;ncia Reuters, que podia haver &laquo;um conflito significativo&raquo; com a Coreia do Norte se a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o fosse resolvida por meios diplom&aacute;ticos<sup><a href="#49">49</a></sup><a name="top49"></a>. Esta ret&oacute;rica est&aacute; em sintonia com as propostas inclu&iacute;das em&nbsp;<i>North Korea Policy Review</i>&nbsp;conclu&iacute;do em abril pelo Conselho de Seguran&ccedil;a Nacional. O estudo recomenda a aplica&ccedil;&atilde;o de um conjunto de press&otilde;es econ&oacute;micas e militares de forma a obrigar Pyongyang a por fim as suas ambi&ccedil;&otilde;es nucleares<sup><a href="#50">50</a></sup><a name="top50"></a>.</p>     <p>A propens&atilde;o para solu&ccedil;&otilde;es militares tem sido evidenciada em v&aacute;rias ocasi&otilde;es ao longo dos primeiros seis meses da presid&ecirc;ncia. A Administra&ccedil;&atilde;o tem hesitado em concretizar as suas amea&ccedil;as &agrave; Coreia do Norte apesar dos cont&iacute;nuos testes de m&iacute;sseis por parte do regime de Kim Jong-un. Todavia, a Administra&ccedil;&atilde;o Trump tem levado a cabo opera&ccedil;&otilde;es militares no I&eacute;men<sup><a href="#51">51</a></sup><a name="top51"></a>, no Afeganist&atilde;o<sup><a href="#52">52</a></sup><a name="top52"></a>, no Iraque e na S&iacute;ria. Recentemente, a Administra&ccedil;&atilde;o anunciou o envio de mais quatro mil militares americanos para o Afeganist&atilde;o<sup><a href="#53">53</a></sup><a name="top53"></a>. Este aumento do n&uacute;mero de efetivos, a par com o aumento vultuoso de baixas civis, refletem o crescente envolvimento militar americano na regi&atilde;o<sup><a href="#54">54</a></sup><a name="top54"></a>. A orienta&ccedil;&atilde;o para solu&ccedil;&otilde;es militares &eacute; igualmente evidenciada nas propostas or&ccedil;amentais da Administra&ccedil;&atilde;o. Determinado em cumprir as promessas de campanha, Trump prop&ocirc;s um aumento de 54 mil milh&otilde;es de d&oacute;lares para o or&ccedil;amento de defesa (um aumento de dez por cento relativamente a 2017) e cortes draconianos nos or&ccedil;amentos do Departamento de Estado e outras entidades envolvidas na assist&ecirc;ncia externa<sup><a href="#55">55</a></sup><a name="top55"></a>.</p>     <p>Por&eacute;m, enquanto a dimens&atilde;o militar da Administra&ccedil;&atilde;o Trump ganha relevo, a falta de uma estrat&eacute;gia compreensiva &eacute; evidente. A Administra&ccedil;&atilde;o tem demonstrado dificuldade em articular uma vis&atilde;o estrat&eacute;gica para atingir os seus objetivos internacionais. Os pr&oacute;prios objetivos s&atilde;o muitas vezes imprecisos. Por exemplo, a falta de estrat&eacute;gia est&aacute; patente na proposta de or&ccedil;amento. Trump h&aacute; muito que identificou o terrorismo isl&acirc;mico como o principal desafio a combater. Todavia, o seu investimento na defesa procura refor&ccedil;ar meios militares convencionais. A dificuldade em conciliar estes meios para derrotar um advers&aacute;rio que utiliza estrat&eacute;gias assim&eacute;tricas continua por esclarecer.</p>     <p>De forma semelhante, em mar&ccedil;o, num corte com a pol&iacute;tica da Administra&ccedil;&atilde;o Obama, a embaixadora americana na&nbsp;ONU, Nikki Haley, anunciou que o objetivo dos Estados Unidos na S&iacute;ria j&aacute; n&atilde;o implicava a remo&ccedil;&atilde;o de Bashar al-Assad da presid&ecirc;ncia<sup><a href="#56">56</a></sup><a name="top56"></a>. Numa reuni&atilde;o em Ancara, o secret&aacute;rio de Estado, Rex Tillerson, reiterava a convic&ccedil;&atilde;o de que &laquo;a situa&ccedil;&atilde;o de longo prazo do Presidente Assad ser&aacute; decidida pelo povo s&iacute;rio&raquo;<sup><a href="#57">57</a></sup><a name="top57"></a>. Estas declara&ccedil;&otilde;es eram consistentes com as orienta&ccedil;&otilde;es de uma pol&iacute;tica de &laquo;America First&raquo;, na qual os Estados Unidos s&oacute; interviriam em situa&ccedil;&otilde;es de indubit&aacute;vel interesse nacional, e com as declara&ccedil;&otilde;es do pr&oacute;prio Presidente de que a S&iacute;ria n&atilde;o era um problema americano<sup><a href="#58">58</a></sup><a name="top58"></a>. Contudo, ap&oacute;s o regime de Assad ter utilizado armas qu&iacute;micas na regi&atilde;o de Idlib, Trump ordenou um ataque a uma base a&eacute;rea s&iacute;ria sob pretextos humanit&aacute;rios. Embora membros da Administra&ccedil;&atilde;o exaltassem o facto de terem demonstrado a renovada determina&ccedil;&atilde;o americana, a falta de uma estrat&eacute;gia para lidar com a S&iacute;ria rapidamente ficou patente quando as for&ccedil;as de Assad continuaram a atacar a popula&ccedil;&atilde;o com armas convencionais e a Administra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o agiu<sup><a href="#59">59</a></sup><a name="top59"></a>.</p>     <p>A rela&ccedil;&atilde;o com a R&uacute;ssia corrobora a falta de uma doutrina estrat&eacute;gica para lidar com os desafios globais. Durante a campanha, Trump assegurou repetidamente que iria melhorar as rela&ccedil;&otilde;es entre os dois pa&iacute;ses. Mais concretamente, Trump previa maior coopera&ccedil;&atilde;o no combate contra o terrorismo, nomeadamente ao Estado Isl&acirc;mico (IS), e na estabiliza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica no M&eacute;dio Oriente. Uma vez eleito, Trump continuou a enaltecer a lideran&ccedil;a de Putin e a expressar confian&ccedil;a numa maior coopera&ccedil;&atilde;o com Moscovo. Contudo, os primeiros seis meses da sua Administra&ccedil;&atilde;o revelam uma incongru&ecirc;ncia not&aacute;vel entre as palavras e as a&ccedil;&otilde;es da Administra&ccedil;&atilde;o. Enquanto o Presidente procura evitar criticar abertamente a R&uacute;ssia, membros da sua Administra&ccedil;&atilde;o e do Congresso condenam o comportamento russo e recentemente impuseram um conjunto de novas san&ccedil;&otilde;es a in&uacute;meras organiza&ccedil;&otilde;es e indiv&iacute;duos russos<sup><a href="#60">60</a></sup><a name="top60"></a>.</p>     <p>A Administra&ccedil;&atilde;o tentou utilizar a primeira visita de Trump ao estrangeiro para apresentar uma vis&atilde;o de pol&iacute;tica global. Na Ar&aacute;bia Saudita, Trump moderou a sua ret&oacute;rica, evitando a utiliza&ccedil;&atilde;o da express&atilde;o &laquo;terrorismo radical isl&acirc;mico&raquo;, e apelou aos l&iacute;deres dos pa&iacute;ses mu&ccedil;ulmanos presentes a unir for&ccedil;as para combater o extremismo e a ideologia mal&eacute;vola. Numa inflex&atilde;o assinalada por muitos comentadores, Trump declarava que &laquo;esta &eacute; uma batalha entre criminosos b&aacute;rbaros que procuram destruir a vida humana e pessoas decentes, tudo em nome da religi&atilde;o, pessoas que querem proteger a vida e querem proteger a sua religi&atilde;o. Esta &eacute; uma batalha entre o bem e o mal&raquo;<sup><a href="#61">61</a></sup><a name="top61"></a>. O enfoque no combate ao terrorismo teve prioridade sob o apelo aos direitos humanos, pois Trump quer &laquo;parceiros, n&atilde;o perfei&ccedil;&atilde;o&raquo;<sup><a href="#62">62</a></sup><a name="top62"></a>. O Ir&atilde;o tamb&eacute;m foi alvo das inj&uacute;rias do Presidente americano, que n&atilde;o poupou o regime de Teer&atilde;o por destabilizar a regi&atilde;o e promover o terrorismo. Todavia, nenhuma refer&ecirc;ncia foi feita a outras pot&ecirc;ncias regionais, nomeadamente &agrave; Ar&aacute;bia Saudita, cuja rela&ccedil;&atilde;o financeira com grupos isl&acirc;micos radicais tem sido amplamente relatada<sup><a href="#63">63</a></sup><a name="top63"></a>.</p>     <p>Enquanto Trump foi brando e af&aacute;vel com os seus anfitri&otilde;es mu&ccedil;ulmanos e israelitas, os seus tradicionais aliados europeus n&atilde;o escaparam &agrave; sua animosidade. Numa cerim&oacute;nia nas novas instala&ccedil;&otilde;es da&nbsp;NATO, Trump dedicou grande parte do seu discurso a repreender os estados-membros por n&atilde;o cumprirem com as suas obriga&ccedil;&otilde;es financeiras para com a organiza&ccedil;&atilde;o. Nenhuma refer&ecirc;ncia foi feita relativamente ao compromisso americano com o princ&iacute;pio de defesa coletiva consagrado no artigo 5.&ordm; do Tratado do Atl&acirc;ntico Norte.&nbsp; O enfoque censurador da Administra&ccedil;&atilde;o Trump omitiu qualquer alus&atilde;o ao empenho europeu na defesa dos interesses americanos. O facto de a maioria dos estados europeus contribuir com uma maior propor&ccedil;&atilde;o do seu&nbsp;PIB&nbsp;&agrave; Ajuda P&uacute;blica ao Desenvolvimento (APD) ficou por assinalar<sup><a href="#64">64</a></sup><a name="top64"></a>. Da mesma forma, os sacrif&iacute;cios humanos dos aliados da&nbsp;nato&nbsp;nos conflitos do Afeganist&atilde;o e do Iraque tamb&eacute;m n&atilde;o foram reconhecidos<sup><a href="#65">65</a></sup><a name="top65"></a>.</p>     <p>Isto depois de um conjunto de visitas e reuni&otilde;es oficiais durante os meses iniciais da presid&ecirc;ncia em que v&aacute;rios membros da Administra&ccedil;&atilde;o Trump reafirmaram o compromisso dos Estados Unidos para com a&nbsp;nato. Mais concretamente, numa reuni&atilde;o da Alian&ccedil;a Atl&acirc;ntica em fevereiro de 2017, o secret&aacute;rio da Defesa, James Mattis, assegurou, perante os restantes ministros da Defesa, que os Estados Unidos se mantinham comprometidos com a Alian&ccedil;a<sup><a href="#66">66</a></sup><a name="top66"></a>. De forma semelhante, numa reuni&atilde;o com os l&iacute;deres europeus em Munique, nesse mesmo m&ecirc;s, o Vice-Presidente, Mike Pence, declarou que &laquo;os Estados Unidos da Am&eacute;rica apoiam vigorosamente a&nbsp;nato&nbsp;e seremos inabal&aacute;veis no nosso compromisso com esta alian&ccedil;a transatl&acirc;ntica&raquo;<sup><a href="#67">67</a></sup><a name="top67"></a>. O pr&oacute;prio Presidente Trump modificou a sua mensagem eleitoral e, numa reuni&atilde;o com o secret&aacute;rio-geral da&nbsp;nato, em abril de 2017, reconheceu que j&aacute; n&atilde;o considerava a Alian&ccedil;a &laquo;irrelevante&raquo;<sup><a href="#68">68</a></sup><a name="top68"></a>.</p>     <p>N&atilde;o obstante as mensagens de solidariedade com os aliados por parte dos diferentes membros da Administra&ccedil;&atilde;o, a pol&iacute;tica externa de Trump tem continuamente revelado um profundo desd&eacute;m pela coopera&ccedil;&atilde;o internacional. A somar &agrave; retirada dos Estados Unidos do Acordo de Associa&ccedil;&atilde;o Transpac&iacute;fico em janeiro e &agrave; pol&eacute;mica reuni&atilde;o do G20 cuja declara&ccedil;&atilde;o final omitiu qualquer condena&ccedil;&atilde;o ao protecionismo econ&oacute;mico<sup><a href="#69">69</a></sup><a name="top69"></a>, Trump demonstrou a sua desconfian&ccedil;a de acordos internacionais ao anunciar a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris<sup><a href="#70">70</a></sup><a name="top70"></a>. Num artigo de opini&atilde;o nessa mesma semana, os principais conselheiros de Trump para a seguran&ccedil;a nacional e para a economia, H. R. McMaster e Gary Cohn, tentaram sintetizar a pol&iacute;tica externa da Administra&ccedil;&atilde;o. No meio de v&aacute;rias refer&ecirc;ncias &agrave; coopera&ccedil;&atilde;o internacional e ao fortalecimento das rela&ccedil;&otilde;es com os aliados, o artigo resume bem os fundamentos da pol&iacute;tica de &laquo;America First&raquo;. Numa refer&ecirc;ncia &agrave; viagem recente do Presidente, os conselheiros esclarecem que:</p>     <p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote> Presidente embarcou na sua primeira viagem ao exterior com uma convic&ccedil;&atilde;o clara de que o mundo n&atilde;o &eacute; uma &ldquo;comunidade global&rdquo;, mas sim uma arena onde as na&ccedil;&otilde;es, atores e empresas n&atilde;o governamentais interagem e competem para ter vantagem. N&oacute;s trazemos para este f&oacute;rum uma for&ccedil;a militar, pol&iacute;tica, econ&oacute;mica, cultural e moral &iacute;mpar. Em vez de negar esta dimens&atilde;o elementar das rela&ccedil;&otilde;es internacionais, abra&ccedil;amo-la.&raquo;<sup><a href="#71">71</a></sup><a name="top71"></a></blockquote>     <p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>UMA LIDERAN&Ccedil;A PREVIS&Iacute;VEL</b></p>     <p>Embora o comportamento err&aacute;tico de Trump tenha perturbado v&aacute;rios comentadores e l&iacute;deres pol&iacute;ticos, membros da sua Administra&ccedil;&atilde;o insistem que a sua pol&iacute;tica externa&nbsp; &eacute; intencionalmente imprevis&iacute;vel, pois &laquo;visa manter os outros pa&iacute;ses em desequil&iacute;brio e dar aos Estados Unidos uma vantagem &ndash; na mesa de negocia&ccedil;&otilde;es ou no campo de batalha&raquo;<sup><a href="#72">72</a></sup><a name="top72"></a>. Seja para ganhar vantagem negocial nas rela&ccedil;&otilde;es comerciais com a China, para compelir a Coreia do Norte a abandonar o seu programa nuclear ou para moderar o comportamento militar do regime s&iacute;rio, a imprevisibilidade de Trump tem sido exaltada reiteradamente como um trunfo pol&iacute;tico<sup><a href="#73">73</a></sup><a name="top73"></a>. Para ter sucesso, qualquer pol&iacute;tica externa eficaz necessita obrigatoriamente de ter um determinado n&iacute;vel de imprevisibilidade. Como Fettweis esclarece, a &laquo;imprevisibilidade na estrat&eacute;gia requer que o Presidente seja flex&iacute;vel de forma a manter o outro lado a adivinhar sobre as suas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es&raquo;<sup><a href="#74">74</a></sup><a name="top74"></a>. De facto, h&aacute; d&eacute;cadas que Trump exalta a sua capacidade para adaptar as suas posi&ccedil;&otilde;es &agrave;s necessidades de cada momento<sup><a href="#75">75</a></sup><a name="top75"></a>. O pr&oacute;prio justificou recentemente a sua a&ccedil;&atilde;o militar na S&iacute;ria com o facto de ser flex&iacute;vel e capaz de mudar as suas posi&ccedil;&otilde;es de acordo com a realidade no terreno<sup><a href="#76">76</a></sup><a name="top76"></a>.</p>     <p>Contudo, contrariamente &agrave; ret&oacute;rica comum, Trump &eacute; altamente previs&iacute;vel. Esta previsibilidade est&aacute; patente no seu discurso e nas suas a&ccedil;&otilde;es. Come&ccedil;amos pelo discurso. Donald Trump &eacute; uma figura p&uacute;blica h&aacute; mais de quatro d&eacute;cadas e tem um longo legado de posi&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas bem conhecidas. Muitos indiv&iacute;duos ficaram pasmados com muitas das suas declara&ccedil;&otilde;es na campanha presidencial de 2016. Todavia, o tom e a narrativa de Trump t&ecirc;m revelado uma const&acirc;ncia admir&aacute;vel ao longo dos anos. Numa insinua&ccedil;&atilde;o a uma potencial candidatura &agrave; elei&ccedil;&atilde;o presidencial de 1988, Trump j&aacute; exibia muitos dos temas que vieram a dominar o seu discurso em 2016. Num com&iacute;cio organizado em New Hampshire em 1987, Trump denunciava os pa&iacute;ses que abusavam da generosidade dos Estados Unidos e cresciam &agrave; sua custa. Segundo Trump, faltava em Washington algu&eacute;m forte e que fosse capaz de negociar com os outros pa&iacute;ses de forma a conseguir maiores benef&iacute;cios para a economia americana<sup><a href="#77">77</a></sup><a name="top77"></a>. Trump at&eacute; sugeriu que os Estados Unidos deveriam atacar o Ir&atilde;o e apoderar-se de alguns dos seus campos de petr&oacute;leo como retalia&ccedil;&atilde;o pelo seu comportamento agressivo para com os Estados Unidos<sup><a href="#78">78</a></sup><a name="top78"></a>.</p>     <p>Em setembro do mesmo ano, Trump desembolsou mais de 90 mil d&oacute;lares para reproduzir uma carta aberta sobre pol&iacute;tica externa no&nbsp;<i>The New York Times,&nbsp;The Washington Post</i>&nbsp;e&nbsp;<i>The Boston Globe</i><sup><a href="#79">79</a></sup><a name="top79"></a>. Na carta, Trump criticava os pol&iacute;ticos americanos por deixarem os Estados Unidos serem explorados por v&aacute;rios pa&iacute;ses, como por exemplo o Jap&atilde;o e a Ar&aacute;bia Saudita. Num tom hoje bem conhecido, Trump lan&ccedil;ava um desafio:</p>     <p>     <blockquote>&laquo;Fa&ccedil;am o Jap&atilde;o, a Ar&aacute;bia Saudita e outros pagar pela prote&ccedil;&atilde;o que lhes estendemos como aliados (&hellip;) &ldquo;Tributem&rdquo; essas na&ccedil;&otilde;es ricas, e n&atilde;o a Am&eacute;rica. Acabem com os nossos d&eacute;fices enormes, reduzam os nossos impostos e deixem a economia dos Estados Unidos crescer desembara&ccedil;ada dos custos de ter que defender aqueles que podem facilmente pagar-nos pela defesa da sua liberdade.&raquo;<sup><a href="#80">80</a></sup><a name="top80"></a></blockquote>     <p></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nos anos subsequentes, Trump alimentou essas mesmas mensagens nos mais variados f&oacute;runs<sup><a href="#81">81</a></sup><a name="top81"></a>. Ao ponderar uma candidatura presidencial pelo Partido Reformista em 2000, Trump articulou a sua vis&atilde;o de pol&iacute;tica externa no seu livro&nbsp;Trump: <i>The America We Deserve</i><sup><a href="#82">82</a></sup><a name="top82"></a>. Pressagiando tempos de incerteza repletos de amea&ccedil;as, Trump condenava a classe pol&iacute;tica e peritos em pol&iacute;tica externa pela sua incapacidade de desenvolver uma estrat&eacute;gia para lidar eficazmente com os desafios impostos pelo fim da Guerra Fria<sup><a href="#83">83</a></sup><a name="top83"></a>. Na sua perspetiva, a China apresentava-se como o maior desafio a longo prazo. Enquanto denunciava a constante viola&ccedil;&atilde;o dos direitos humanos, criticava a China pelo seu aproveitamento abusivo das rela&ccedil;&otilde;es comerciais com os Estados Unidos. Sem grandes pormenores, Trump propunha uma pol&iacute;tica econ&oacute;mica mais nacionalista que assentava numa maior equidade nas trocas comerciais. A curto prazo, Trump alertava para o perigo na Coreia do Norte e prometia resolver a situa&ccedil;&atilde;o por meios militares se fosse necess&aacute;rio. Igualmente, Trump explicava que, devido &agrave; implos&atilde;o da Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica, a Europa j&aacute; n&atilde;o justificava um investimento significativo em termos de seguran&ccedil;a e defesa.</p>     <p>Como podemos atestar ao longo da &uacute;ltima campanha eleitoral, os temas e o tom de Trump t&ecirc;m revelado uma invariabilidade not&aacute;vel. Contudo, a const&acirc;ncia de temas e de estilo n&atilde;o implica que haja coer&ecirc;ncia na sua pol&iacute;tica externa. De facto, o tra&ccedil;o mais caracter&iacute;stico da pol&iacute;tica externa de Trump (no passado e no presente) &eacute; a sua incoer&ecirc;ncia. Por incoer&ecirc;ncia entendemos a aus&ecirc;ncia de consist&ecirc;ncia&nbsp;e&nbsp;de l&oacute;gica nos argumentos e nos atos. Mais concretamente, na esfera pol&iacute;tica, a coer&ecirc;ncia resulta de um processo propositado de planeamento racional com o objetivo de maximizar os resultados pol&iacute;ticos &ndash; em contraste com processos de improvisa&ccedil;&atilde;o ou de incrementalismo<sup><a href="#84">84</a></sup><a name="top84"></a>. Por conseguinte, uma pol&iacute;tica coerente implica ter consist&ecirc;ncia nos sinais e nas mensagens emitidos relativamente aos assuntos, interesses, objetivos e atores. Uma pol&iacute;tica incoerente carece desta consist&ecirc;ncia e pode gerar confus&atilde;o e interpreta&ccedil;&otilde;es incorretas junto dos diferentes atores<sup><a href="#85">85</a></sup><a name="top85"></a>. Na sec&ccedil;&atilde;o anterior ilustr&aacute;mos alguns dos aspetos mais incoerentes da pol&iacute;tica externa de Trump nestes primeiros seis meses de mandato. Por enquanto, as incoer&ecirc;ncias t&ecirc;m resultado em embara&ccedil;os e desaven&ccedil;as pol&iacute;ticas. Em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, a continua&ccedil;&atilde;o da incoer&ecirc;ncia pol&iacute;tica poder gerar e agravar conflitos.</p>     <p>E a incoer&ecirc;ncia ir&aacute; continuar a marcar a pol&iacute;tica externa da Administra&ccedil;&atilde;o Trump ao longo do seu mandato devido &agrave; previsibilidade do comportamento do Presidente. Tal como o discurso pol&iacute;tico de Trump tem revelado uma imutabilidade surpreendente, a sua forma de agir &eacute; igualmente poss&iacute;vel de prognosticar. Ao longo da sua carreira profissional, Trump desenvolveu um estilo de lideran&ccedil;a que &eacute; caracterizado por um comportamento err&aacute;tico e contradit&oacute;rio que naturalmente resulta em atitudes e atos incoerentes.</p>     <p>Contrariamente aos pressupostos te&oacute;ricos do realismo, que atribuem uma influ&ecirc;ncia excessiva &agrave; estrutura internacional, a an&aacute;lise de pol&iacute;tica externa real&ccedil;a o papel dos indiv&iacute;duos &ndash; individualmente ou em grupo &ndash; na determina&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica externa<sup><a href="#86">86</a></sup><a name="top86"></a>. Desde a sua funda&ccedil;&atilde;o como subdisciplina das rela&ccedil;&otilde;es internacionais, a&nbsp;ape&nbsp;analisa as caracter&iacute;sticas dos diferentes atores e o seu envolvimento no processo pol&iacute;tico para explicar a pol&iacute;tica externa. Tendo em considera&ccedil;&atilde;o que no sistema pol&iacute;tico americano o papel do Presidente, na elabora&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o da pol&iacute;tica externa, &eacute; determinante, tornou-se imprescind&iacute;vel analisar como as caracter&iacute;sticas de cada presidente individual contribu&iacute;ram para influenciar as pol&iacute;ticas das suas respetivas administra&ccedil;&otilde;es<sup><a href="#87">87</a></sup><a name="top87"></a>. Por conseguinte, ao longo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas v&aacute;rios cientistas pol&iacute;ticos identificaram um conjunto de vari&aacute;veis interdependentes que ajudam a explicar a pol&iacute;tica externa &ndash;&nbsp;e.g., fatores psicol&oacute;gicos<sup><a href="#88">88</a></sup><a name="top88"></a>, sistemas de cren&ccedil;as<sup><a href="#89">89</a></sup><a name="top89"></a>, personalidade<sup><a href="#90">90</a></sup><a name="top90"></a>, modelos de gest&atilde;o<sup><a href="#91">91</a></sup><a name="top91"></a>, e estilo de lideran&ccedil;a<sup><a href="#92">92</a></sup><a name="top92"></a>.</p>     <p>Os estudos sobre os estilos de lideran&ccedil;a<sup><a href="#93">93</a></sup><a name="top93"></a>&nbsp;&ndash; i.e., o conjunto de padr&otilde;es de comportamento adotados para atingir um determinado fim &ndash; de diferentes presidentes americanos t&ecirc;m demonstrado como as varia&ccedil;&otilde;es dos estilos individuais s&atilde;o fundamentais para compreender as suas a&ccedil;&otilde;es e as suas pol&iacute;ticas. A sua influ&ecirc;ncia faz-se sentir na forma como o pr&oacute;prio presidente encara os desafios pol&iacute;ticos, bem como no modo como organiza o seu processo pol&iacute;tico. Por exemplo, cada presidente adota o seu pr&oacute;prio modelo organizacional, criando e implementando um sistema de tomada de decis&atilde;o que considera ser o mais &uacute;til para alcan&ccedil;ar os seus objetivos e melhor refletir o seu estilo e necessidades de gest&atilde;o. Os diversos estudos sobre os modelos de gest&atilde;o presidencial atestam o facto de que &laquo;os presidentes empregam uma s&eacute;rie de estrat&eacute;gias de gest&atilde;o ou estilos de tomada de decis&atilde;o para obter controlo sobre departamentos interessados e funcion&aacute;rios ambiciosos. Esses &ldquo;estilos de gest&atilde;o&rdquo; s&atilde;o em parte uma fun&ccedil;&atilde;o do estilo de lideran&ccedil;a pessoal de um presidente&raquo;<sup><a href="#94">94</a></sup><a name="top94"></a>.</p>     <p>De acordo com Hargrove, os l&iacute;deres pol&iacute;ticos t&ecirc;m personalidades distintivas que circunscrevem as suas varia&ccedil;&otilde;es de estilo<sup><a href="#95">95</a></sup><a name="top95"></a>. Por conseguinte, &eacute; poss&iacute;vel criar um perfil do estilo de lideran&ccedil;a de cada l&iacute;der atrav&eacute;s dos comportamentos recorrentes evidenciados ao longo do tempo<sup><a href="#96">96</a></sup><a name="top96"></a>. Do vasto conjunto de vari&aacute;veis que determinam o estilo de lideran&ccedil;a dos presidentes, real&ccedil;am-se os seguintes<sup><a href="#97">97</a></sup><a name="top97"></a>: 1) aspira&ccedil;&atilde;o por poder, 2) sentido de efic&aacute;cia e compet&ecirc;ncia, 3) complexidade cognitiva, 4) intelig&ecirc;ncia emocional e 5) experi&ecirc;ncia e engenho pol&iacute;tico. Como referimos anteriormente, Donald Trump tem mais de quatro d&eacute;cadas de carreira como gestor. Estes anos t&ecirc;m sido amplamente examinados, permitindo delinear um perfil do seu estilo de lideran&ccedil;a.</p>     <p>V&aacute;rios estudos t&ecirc;m associado a aspira&ccedil;&atilde;o por poder com certos tipos de comportamento. Regra geral, l&iacute;deres com maior necessidade psicol&oacute;gica de poder tendem a ser mais assertivos na sua lideran&ccedil;a e estabelecer um maior grau de controlo sobre os seus subordinados e sobre o processo de decis&atilde;o<sup><a href="#98">98</a></sup><a name="top98"></a>. Em contraste, indiv&iacute;duos com menor disposi&ccedil;&atilde;o para exercer poder tendem a delegar mais fun&ccedil;&otilde;es e aceitar propostas alternativas. Este fator est&aacute; diretamente relacionado com o sentido de efic&aacute;cia e compet&ecirc;ncia de cada indiv&iacute;duo. A aprecia&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o das suas pr&oacute;prias capacidades e atributos influencia a maneira como cada l&iacute;der define o funcionamento da sua organiza&ccedil;&atilde;o<sup><a href="#99">99</a></sup><a name="top99"></a>.</p>     <p>Uma das caracter&iacute;sticas dominantes de Trump &eacute; a sua ambi&ccedil;&atilde;o. As m&uacute;ltiplas biografias escritas ao longo dos anos revelam que a vontade de triunfar manifesta-se desde a sua juventude<sup><a href="#100">100</a></sup><a name="top100"></a>. O seu vasto imp&eacute;rio empresarial e a sua ascens&atilde;o &agrave; presid&ecirc;ncia americana atestam a sua inten&ccedil;&atilde;o de maximizar o seu poder. Contudo, a sua ambi&ccedil;&atilde;o por vezes &eacute; desmesurada, criando s&eacute;rios problemas para si pr&oacute;prio e para aqueles que se associam a ele. Por exemplo, na d&eacute;cada de 1980, Trump foi um dos principais respons&aacute;veis pela ru&iacute;na da <i>United States Football League</i> devido &agrave; sua tentativa para suplantar a <i>National Football League</i> como a maior entidade desportiva dos Estados Unidos<sup><a href="#101">101</a></sup><a name="top101"></a>. O facto de ter tido in&uacute;meras companhias penhoradas e ter declarado fal&ecirc;ncia empresarial quatro vezes ao longo da sua carreira demonstra a extens&atilde;o da sua ambi&ccedil;&atilde;o e os potenciais problemas que isso acarreta<sup><a href="#102">102</a></sup><a name="top102"></a>.</p>     <p>Contudo, apesar dos problemas financeiros do passado, Trump tem um elevado sentido da sua pr&oacute;pria efic&aacute;cia e compet&ecirc;ncia. A constru&ccedil;&atilde;o de alguns projetos imobili&aacute;rios na d&eacute;cada de 1980, como por exemplo a <i>Trump Tower</i>, criou a imagem de um gestor competente e capaz. Ao longo dos anos, Trump tem cultivado esta reputa&ccedil;&atilde;o de sucesso. Trump fundamenta a sua efic&aacute;cia e compet&ecirc;ncia no seu talento natural. Segundo Trump, o talento &eacute; cong&eacute;nito e ele tem uma capacidade natural para concretizar projetos e gerar riqueza devido ao seu apurado instinto<sup><a href="#103">103</a></sup><a name="top103"></a>. Mesmo na Presid&ecirc;ncia, Trump indica que continua a ser instintivo a agir, pois &laquo;o meu instinto acaba por estar certo&raquo;<sup><a href="#104">104</a></sup><a name="top104"></a>. Um dos tra&ccedil;os instintivos mais caracter&iacute;sticos de Trump &eacute; a agressividade. Ao longo da sua carreira profissional, Trump tem utilizado um conjunto de estrat&eacute;gias agressivas para atingir os seus objetivos e, muitas vezes, n&atilde;o olha a meios para triunfar. E, como avisa a sua antiga colaboradora Barbara Res, Trump &eacute; particularmente agressivo quando sente fraqueza no advers&aacute;rio<sup><a href="#105">105</a></sup><a name="top105"></a> . Trump tem exibido essa mesma agressividade na vida pol&iacute;tica e at&eacute; na Presid&ecirc;ncia. Os seus constantes ataques a democratas, a aliados internacionais, &agrave; imprensa e a congressistas republicanos revelam um estilo bem arraigado que ir&aacute; continuar a caracterizar a a&ccedil;&atilde;o executiva.</p>     <p>Por sua vez, desde o in&iacute;cio da sua carreira, Trump revela um baixo n&iacute;vel de complexidade cognitiva. A complexidade cognitiva refere-se &agrave; forma como os indiv&iacute;duos recebem e processam informa&ccedil;&atilde;o. Quanto mais complexo o seu sistema cognitivo, mais capaz um indiv&iacute;duo &eacute; para processar e gerir informa&ccedil;&atilde;o nova ou contradit&oacute;ria<sup><a href="#106">106</a></sup><a name="top106"></a> . De facto, indiv&iacute;duos com sistemas complexos procuram ativamente informa&ccedil;&atilde;o alternativa. Em contraste, l&iacute;deres com baixos n&iacute;veis de complexidade est&atilde;o menos recetivos a nova informa&ccedil;&atilde;o e tendem a repudiar informa&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o reforce as suas cren&ccedil;as existentes<sup><a href="#107">107</a></sup><a name="top107"></a> .</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>V&aacute;rios ex-colaboradores t&ecirc;m testemunhado que Trump n&atilde;o gosta de consumir grandes volumes de informa&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o presta aten&ccedil;&atilde;o aos detalhes<sup><a href="#108">108</a></sup><a name="top108"></a> . O pr&oacute;prio Trump admitiu em in&uacute;meras ocasi&otilde;es ao longo da sua vida que n&atilde;o necessita de informa&ccedil;&atilde;o demasiado detalhada e t&eacute;cnica para tomar decis&otilde;es<sup><a href="#109">109</a></sup><a name="top109"></a> . Em vez de suportar as suas decis&otilde;es atrav&eacute;s de um processo de an&aacute;lise deliberado e reflexivo, Trump recorre aos seus instintos para aferir a situa&ccedil;&atilde;o e agir. Desde as elei&ccedil;&otilde;es, Trump tem revelado que continua a manter f&eacute; no seu instinto, dispensando informa&ccedil;&atilde;o que considera excessiva e sup&eacute;rflua. Por exemplo, a neglig&ecirc;ncia das quest&otilde;es da min&uacute;cia pol&iacute;tica ficou patente na sua recente participa&ccedil;&atilde;o no processo de revoga&ccedil;&atilde;o do &laquo;Affordable Care Act&raquo; &ndash; i.e., &laquo;Obamacare&raquo;. Durante as negocia&ccedil;&otilde;es, v&aacute;rios congressistas e colaboradores expressaram preocupa&ccedil;&atilde;o com a falta de compreens&atilde;o que o Presidente revelou relativamente a aspetos-chave da proposta republicana<sup><a href="#110">110</a></sup><a name="top110"></a> . Mais alarmante ainda, Trump tem tend&ecirc;ncia para adquirir informa&ccedil;&atilde;o de forma aleat&oacute;ria e cuja credibilidade &eacute; muitas vezes question&aacute;vel<sup><a href="#111">111</a></sup><a name="top111"></a> . Ao longo da campanha eleitoral de 2016, Trump fez uso de v&aacute;rias fontes infundadas para atacar os seus advers&aacute;rios e sustentar as suas posi&ccedil;&otilde;es. Esta pr&aacute;tica tem sido continuada na Presid&ecirc;ncia como se pode atestar na sua acusa&ccedil;&atilde;o de que Obama tinha ordenado a sua vigil&acirc;ncia. Apesar de v&aacute;rias entidades oficiais terem negado tal acontecimento, Trump recorreu a declara&ccedil;&otilde;es de v&aacute;rias personalidades televisivas e da r&aacute;dio para sustentar a sua recrimina&ccedil;&atilde;o. Embora se possa argumentar que o uso destas fontes possa fazer parte de uma t&aacute;tica de contrainforma&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o deixa de ser verdade que Trump as utiliza publicamente para justificar as suas a&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>O estilo cognitivo de Trump est&aacute; estreitamente associado &agrave; sua intelig&ecirc;ncia emocional. Na pol&iacute;tica, a intelig&ecirc;ncia emocional refere-se essencialmente &agrave; forma como um l&iacute;der gere os seus colaboradores e subordinados, nomeadamente &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o para lidar com conflitos. Como Alexander George h&aacute; muito determinou, alguns l&iacute;deres encaram a diverg&ecirc;ncia pol&iacute;tica como um fen&oacute;meno necess&aacute;rio e &uacute;til para gerar novas ideias e alternativas pol&iacute;ticas, enquanto outros procuram evitar qualquer confronta&ccedil;&atilde;o de ideias ou personalidade<sup><a href="#112">112</a></sup><a name="top112"></a> .</p>     <p>Em termos sociais, Trump &eacute; um indiv&iacute;duo solit&aacute;rio<sup><a href="#113">113</a></sup><a name="top113"></a> . Por conseguinte, desde o in&iacute;cio da sua carreira profissional, Trump tem mantido uma estrutura organizacional pequena<sup><a href="#114">114</a></sup><a name="top114"></a> &nbsp;e um reduzido grupo de conselheiros pr&oacute;ximos<sup><a href="#115">115</a></sup><a name="top115"></a> . Discord&acirc;ncia e cr&iacute;ticas n&atilde;o s&atilde;o bem acolhidas e podem gerar retalia&ccedil;&atilde;o de Trump, cuja natureza vingativa &eacute; bem conhecida<sup><a href="#116">116</a></sup><a name="top116"></a> . A lealdade &eacute;, portanto, um atributo essencial para pertencer a este grupo restrito<sup><a href="#117">117</a></sup><a name="top117"></a> . Trump &eacute; exigente e coloca muita press&atilde;o sobre os seus colaboradores, obrigando-os a competir pela sua aten&ccedil;&atilde;o<sup><a href="#118">118</a></sup><a name="top118"></a> . As consequ&ecirc;ncias deste estilo de gest&atilde;o para o processo de decis&atilde;o na Casa Branca s&atilde;o significativas. Esta forma de aconselhamento assemelha-se ao modelo competitivo identificado por Johnson<sup><a href="#119">119</a></sup><a name="top119"></a>&nbsp;e por George<sup><a href="#120">120</a></sup><a name="top120"></a>&nbsp;e no qual o Presidente incentiva conscientemente a competi&ccedil;&atilde;o e o conflito entre os seus principais conselheiros. Neste modelo, a comunica&ccedil;&atilde;o ou a colabora&ccedil;&atilde;o entre os conselheiros &eacute; limitada e existe tens&atilde;o e desconfian&ccedil;a no seio do grupo. Os relatos recentes sobre a Presid&ecirc;ncia confirmam esta din&acirc;mica na Casa Branca, descrevendo a exist&ecirc;ncia de rivalidades e tens&otilde;es entre os principais conselheiros do Presidente<sup><a href="#121">121</a></sup><a name="top121"></a>.</p>     <p>Apesar de vangloriar-se que conhece as pessoas mais inteligentes e mais capazes,&nbsp; a confian&ccedil;a que Trump tem no seu instinto leva-o frequentemente a ignorar conselhos e propostas. Mais uma vez, uma breve an&aacute;lise &agrave; sua carreira empresarial demonstra que em in&uacute;meras ocasi&otilde;es rejeitou as sugest&otilde;es de colaboradores e peritos, resultando em fiascos empresariais e neg&oacute;cios falhados &ndash;&nbsp;e.g., Trump Shuttle<sup><a href="#122">122</a></sup><a name="top122"></a>, casinos em Atlantic City<sup><a href="#123">123</a></sup><a name="top123"></a>, United States Football League<sup><a href="#124">124</a></sup><a name="top124"></a>.</p>     <p>De facto, Trump opta muitas vezes por assumir o papel principal na gest&atilde;o das atividades das suas organiza&ccedil;&otilde;es. Por exemplo, h&aacute; anos que ele &eacute; o seu pr&oacute;prio rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, interagindo pessoalmente com a imprensa e outras entidades. Igualmente, Trump envolve-se diretamente nos projetos imobili&aacute;rios, nomeadamente nos processos de negocia&ccedil;&atilde;o e aquisi&ccedil;&otilde;es<sup><a href="#125">125</a></sup><a name="top125"></a>. A tend&ecirc;ncia para assumir um papel de lideran&ccedil;a ativa tem-se manifestado na fase inicial da sua presid&ecirc;ncia, nomeadamente no que concerne a estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o da Administra&ccedil;&atilde;o. Contudo, o n&iacute;vel de envolvimento de Trump est&aacute; diretamente correlacionado com a import&acirc;ncia que ele atribui ao assunto. A participa&ccedil;&atilde;o ativa no relacionamento p&uacute;blico e na gest&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o deve-se &agrave; import&acirc;ncia extrema que atribui &agrave; sua imagem p&uacute;blica. Em quest&otilde;es em que n&atilde;o atribua o mesmo grau de import&acirc;ncia, nomeadamente em &aacute;reas que exigem um elevado grau de conhecimento especializado, Trump &eacute; capaz de delegar at&eacute; as fun&ccedil;&otilde;es mais cr&iacute;ticas &ndash; o que est&aacute; de acordo com o seu baixo n&iacute;vel de complexidade cognitiva. Esta tend&ecirc;ncia est&aacute; claramente patente na crescente autonomia que os militares t&ecirc;m demonstrado em definir a pol&iacute;tica de seguran&ccedil;a e defesa. O Presidente tem delegado significativa autoridade ao secret&aacute;rio de Defesa, James Mattis, para definir a estrat&eacute;gia para lidar com os conflitos no M&eacute;dio Oriente e no Afeganist&atilde;o, bem como aos comandantes militares no terreno para gerirem as opera&ccedil;&otilde;es de combate<sup><a href="#126">126</a></sup><a name="top126"></a>.</p>     <p>Por fim, a experi&ecirc;ncia e sagacidade pol&iacute;tica s&atilde;o fatores elementares a determinar o estilo de lideran&ccedil;a de cada indiv&iacute;duo. Os estudos atestam que as experi&ecirc;ncias passadas permitem que os l&iacute;deres tenham uma ideia sobre quais as medidas mais ou menos eficazes, bem como os assuntos mais ou menos relevantes. Por sua vez, l&iacute;deres mais experientes tendem a envolver-se mais no processo pol&iacute;tico, revelando maior controlo e autoridade nas decis&otilde;es finais<sup><a href="#127">127</a></sup><a name="top127"></a>. L&iacute;deres com menos experi&ecirc;ncia ou compet&ecirc;ncia numa determinada &aacute;rea tendem a depender mais dos seus conselheiros e utilizar estere&oacute;tipos e analogias simplificadas para chegar a uma decis&atilde;o<sup><a href="#128">128</a></sup><a name="top128"></a>.</p>     <p>Trump n&atilde;o tem experi&ecirc;ncia pol&iacute;tica ativa. Embora as suas liga&ccedil;&otilde;es ao mundo pol&iacute;tico remontem &agrave; d&eacute;cada de 1970, a sua participa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica era essencialmente enquanto contribuinte financeiro. Contudo, Trump n&atilde;o considera haver grandes diferen&ccedil;as entre o mundo pol&iacute;tico e empresarial e tem comparado a gest&atilde;o de uma organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica &agrave; gest&atilde;o do setor imobili&aacute;rio<sup><a href="#129">129</a></sup><a name="top129"></a>. Os primeiros seis meses da sua presid&ecirc;ncia t&ecirc;m demonstrado que a gest&atilde;o p&uacute;blica e a gest&atilde;o privada t&ecirc;m diferen&ccedil;as consider&aacute;veis. A tentativa de Trump gerir o ramo executivo do Governo americano como geria as suas empresas tem criado alguns dissabores &agrave; Administra&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Todavia, Trump tem conseguido superar desafios significativos ao longo da sua carreira. Depois de estar &agrave; beira do precip&iacute;cio financeiro no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1990, Trump teve a habilidade necess&aacute;ria para suplantar a situa&ccedil;&atilde;o e reconstituir a sua fortuna. Apesar do caos foi capaz de conservar a sua imagem positiva junto de uma grande parte dos americanos, que acabaram por o eleger como presidente. Por conseguinte, Trump &eacute; perspicaz e possui o engenho necess&aacute;rio para atingir os seus objetivos. O desafio atual &eacute; ter a capacidade para aplicar este engenho &agrave; frente do ramo executivo. Contudo, as compet&ecirc;ncias que permitiram que Trump tivesse sucesso nos seus neg&oacute;cios &ndash;&nbsp;e.g., agressividade, manipula&ccedil;&atilde;o, improviso, desrespeito pela verdade &ndash; n&atilde;o nos parecem ser as mais adequadas ao desenvolvimento de uma pol&iacute;tica externa coerente e que permita aos Estados Unidos manter a lideran&ccedil;a da ordem liberal. Estudos demonstram que &eacute; poss&iacute;vel alterar um estilo de lideran&ccedil;a e ultrapassar as dificuldades pol&iacute;ticas. Por exemplo, Bill Clinton foi capaz de modificar a forma como geria a sua Administra&ccedil;&atilde;o e garantir o sucesso da sua presid&ecirc;ncia e a continua&ccedil;&atilde;o da predomin&acirc;ncia americana<sup><a href="#130">130</a></sup><a name="top130"></a>. Contudo, o estilo de lideran&ccedil;a de Trump est&aacute; bem consolidado. Em particular, o seu sentido de efic&aacute;cia e compet&ecirc;ncia, a sua complexidade cognitiva e a sua intelig&ecirc;ncia emocional indicam que qualquer tentativa deliberada para autoavalia&ccedil;&atilde;o e mudan&ccedil;a de rumo &eacute; altamente improv&aacute;vel.&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>BIBLIOGRAFIA</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>AGREN, David &ndash; &laquo;&ldquo;Bad hombres&rdquo;: Reports claim Trump spoke of sending troops to Mexico&raquo;. In&nbsp;<i>The Guardian</i>. 1 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.theguardian.com/us-news/2017/feb/02/bad-hombres-reports-claim-trump-threatened-to-send-troops-to-mexico" target="_blank">https://www.theguardian.com/us-news/2017/feb/02/bad-hombres-reports-claim-trump-threatened-to-send-troops-to-mexico</a>.</p>     <p>ALMUKHTAR, Sarah &ndash; &laquo;us&nbsp;airstrikes on&nbsp;isis&nbsp;have killed hundreds, maybe thousands of civilians&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 25 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.nytimes.com/interactive/2017/05/25/world/middleeast/airstrikes-iraq-syria-civilian-casualties.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/interactive/2017/05/25/world/middleeast/airstrikes-iraq-syria-civilian-casualties.html</a>.</p>     <p>BAKER, Peter, e SHEAR, Michael &ndash; &laquo;Trump softens tone on Islam but calls for purge of &ldquo;Foot Soldiers of Evil&rdquo;&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 21 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/05/21/world/middleeast/trump-saudi-arabia-islam-speech.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/05/21/world/middleeast/trump-saudi-arabia-islam-speech.html</a>.</p>     <p>BALDOR, Lolita, e BURNS, Robert &ndash; &laquo;Pentagon to send 4,000 more troops to Afghanistan&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post.</i> 16 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/apnewsbreak-us-to-send-almost4000-troops-to-afghanistan/2017/06/15/bfa6cb72-522f-11e7-b74e-0d2785d3083d_story.html?utm_term=.8e127faa6edd" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/world/national-security/apnewsbreak-us-to-send-almost4000-troops-to-afghanistan/2017/06/15/bfa6cb72-522f-11e7-b74e-0d2785d3083d_story.html?utm_term=.8e127faa6edd</a>.</p>     <p>BALZ, Dan &ndash; &laquo;Paris decision underscores the visceral expression of Trump&rsquo;s worldview&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post. </i>2 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/politics/paris-decision-underscores-the-visceral-expression-of-trumps-worldview/2017/06/02/69adf632-47b7-11e7-a196-a1bb629f64cb_story.html?utm_term=.10790310664c" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/politics/paris-decision-underscores-the-visceral-expression-of-trumps-worldview/2017/06/02/69adf632-47b7-11e7-a196-a1bb629f64cb_story.html?utm_term=.10790310664c</a>.</p>     <p>BARBER, James &ndash; &laquo;Classifying and predicting presidential styles: two &ldquo;weak&rdquo; presidents&raquo;. In&nbsp;<i>Journal of Social Issues</i>. Vol. 24, N.&ordm; 3, 1968, pp. 51-80. DOI: 10.1111/j.1540-4560.1968.tb02306x.</p>     <p>BASHAM, Patrick &ndash; &laquo;Channeling Sun Tzu: how Trump&rsquo;s foreign policy makes sense&raquo;. In&nbsp;<i>The Daily Caller.</i> 17 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://dailycaller.com/2017/04/17/channeling-sun-tzu-how-trumps-foreign-policy-makes-sense/" target="_blank">http://dailycaller.com/2017/04/17/channeling-sun-tzu-how-trumps-foreign-policy-makes-sense/</a>.</p>     <p>BRANDS, Hal &ndash; &laquo;US grand strategy in an age of nationalism: fortress America and its alternatives&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Quarterly</i>. Vol. 40, N.&ordm; 1, 2017, pp. 73-94. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.1080/0163660X.2017.1302740" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1080/0163660X.2017.1302740</a>.</p>     <p>BUCKLEY, Chris &ndash; &laquo;Enough with the tweets, China&rsquo;s state media tells Trump&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 4 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/01/04/world/asia/china-xinhua-donald-trump-twitter.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/01/04/world/asia/china-xinhua-donald-trump-twitter.html</a>.</p>     <p>BUTTERFIELD, Fox &ndash; &laquo;New Hampshire speech earns praise for Trump&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 23 de outubro de 1987. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.nytimes.com/1987/10/23/nyregion/new-hampshire-speech-earns-praise-for-trump.html" target="_blank">http://www.nytimes.com/1987/10/23/nyregion/new-hampshire-speech-earns-praise-for-trump.html</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>CALABRESI, Massimo &ndash; &laquo;Inside Donald Trump&rsquo;s&nbsp;war&nbsp;against the State&raquo;. In<i>&nbsp;Time</i>. 20 de mar&ccedil;o de 2017, p. 30. CBS NEWS&nbsp;&ndash; &laquo;Face the Nation&raquo;.&nbsp;Transcri&ccedil;&atilde;o da entrevista com Henry Kissinger. 18 de dezembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.cbsnews.com/news/face-the-nation-transcript-conway-kissinger-donilon/" target="_blank">http://www.cbsnews.com/news/face-the-nation-transcript-conway-kissinger-donilon/</a>.</p>     <p>CHOKSHI, Niraj &ndash; &laquo;The 100-plus times Donald Trump assured us that America is a laughingstock&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 27 de janeiro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/news/the-fix/wp/2016/01/27/the-100-plus-times-donald-trump-has-assured-us-the-united-states-is-a-laughingstock/%20?utm_term=.3ecdc610a1b1" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/news/the-fix/wp/2016/01/27/the-100-plus-times-donald-trump-has-assured-us-the-united-states-is-a-laughingstock/</a><a href="https://www.washingtonpost.com/news/the-fix/wp/2016/01/27/the-100-plus-times-donald-trump-has-assured-us-the-united-states-is-a-laughingstock/%20?utm_term=.3ecdc610a1b1" target="_blank"> ?utm_term=.3ecdc610a1b1</a>.</p>     <p>COOPER, Helene &ndash; &laquo;Mattis rejects closer military ties with Russia as he reassures&nbsp;nato&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 16 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/02/16/world/europe/jim-mattis-nato-russia.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/16/world/europe/jim-mattis-nato-russia.html</a>.</p>     <p>COOPER, Helene, e BAKER, Peter &ndash; &laquo;Critics assail cuts in foreign spending as Trump moves to boost military&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 27 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/02/27/us/politics/trump-foreign-military-spending-cuts-criticism.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/27/us/politics/trump-foreign-military-spending-cuts-criticism.html</a>.</p>     <p>D&rsquo;ANTONIO, Michael &ndash;&nbsp;<i>The Truth about Trump</i>. Nova York: St. Martin&rsquo;s Press, 2016.</p>     <p>DAVIS, Julie &ndash; &laquo;Trump, day after Merkel&rsquo;s visit, says Germany pays&nbsp;NATO&nbsp;and&nbsp;US&nbsp;too little&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 18 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/03/18/us/politics/donald-trump-angela-merkel-germany.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/03/18/us/politics/donald-trump-angela-merkel-germany.html</a>.</p>     <p>EDWARDS&nbsp;III, George, KESSEL, John, e ROCKMAN, Bert &ndash;&nbsp;<i>Researching the Presidency: Vital Questions, New Approaches</i>. Pittsburgh, PA: University of Pittsburgh Press, 1993.</p>     <p>EHRENFELD, Rachel &ndash; &laquo;Funding evil: how terrorism is financed and the nexus of terrorist and criminal organizations&raquo;. In&nbsp;<i>Terrornomics</i>. Nova York: Routledge, 2016, pp. 27-48.</p>     <p>ELAND, Ivan &ndash; &laquo;Trump&rsquo;s foreign policy is the realism America needs&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Post</i>. 29 de abril de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://nypost.com/2016/04/29/trumps-foreign-policy-is-the-realism-america-needs/" target="_blank">http://nypost.com/2016/04/29/trumps-foreign-policy-is-the-realism-america-needs/</a>.</p>     <p>ERLANGER, Steven, e SMALE, Alison &ndash; &laquo;In Munich, Pence says&nbsp;us&nbsp;commitment to&nbsp;NATO&nbsp;is &ldquo;unwavering&rdquo;&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 18 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/02/%2018/world/europe/pence-munich-speech-nato-merkel.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/</a><a href="https://www.nytimes.com/2017/02/%2018/world/europe/pence-munich-speech-nato-merkel.html" target="_blank"> 18/world/europe/pence-munich-speech-nato-merkel.html</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>EWING, Jack &ndash; &laquo;us&nbsp;breaks with allies over trade issues amid Trump&rsquo;s &ldquo;America First&rdquo; vows&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 18 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:<a href="https://www.nytimes.com/2017/03/18/business/group-of20-summit-us-trade.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/03/18/business/group-of20-summit-us-trade.html</a>.</p>     <p>FANDOS, Nicholas &ndash; &laquo;Trump calls for closer relationship between&nbsp;us&nbsp;and Russia&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 7 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/01/07/us/politics/donald-trump-russia-united-states.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/01/07/us/politics/donald-trump-russia-united-states.html</a>.</p>     <p>FETTWEIS, Christopher &ndash;&nbsp;<i>Making Foreign Policy Decisions</i>. New Brunswick, NJ: Transaction Publishers, 2015.</p>     <p>FRIEDMAN, Uri &ndash; &laquo;Where America&rsquo;s terrorists actually come from&raquo;. In&nbsp;<i>The Atlantic.</i> 30 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.theatlantic.com/international/archive/2017/01/trump-immigration-ban-terrorism/514361/" target="_blank">https://www.theatlantic.com/international/archive/2017/01/trump-immigration-ban-terrorism/514361/</a>.</p>     <p>GADDIS, John L. &ndash;&nbsp;<i>Strategies of Containment: A Critical Appraisal of American National Security Policy during the Cold War</i>. Nova York: Oxford University Press, 2005.</p>     <p>GEIST, William &ndash; &laquo;The&nbsp;expanding&nbsp;empire of Donald Trump&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 8 de abril de 1984. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.nytimes.com/1984/04/08/magazine/the-expanding-empire-of-donald-trump.html?pagewanted=all" target="_blank">http://www.nytimes.com/1984/04/08/magazine/the-expanding-empire-of-donald-trump.html?pagewanted=all</a>.</p>     <p>GEORGE, Alexander &ndash;&nbsp;<i>Presidential Decisionmaking in Foreign Policy: The Effective Use of Information and Advice</i>. Boulder, CO: Westview Press, 1980.</p>     <p>GEORGE, Alexander, e GEORGE, Juliette <i>&ndash;&nbsp;Presidential Personality and Performance</i>. Boulder, CO: Westview Press, 1998.</p>     <p>GORDON, Michael &ndash; &laquo;Trump gives Mattis authority to send more troops to Afghanistan&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 13 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/06/13/world/asia/mattisafghanistanmilitary.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/06/13/world/asia/mattisafghanistanmilitary.html?_r=0</a>.</p>     <p>GORDON, Michael, e ERDBRINK, Thomas &ndash; &laquo;US&nbsp;fighter jet shoots down Syrian warplane&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 18 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.nytimes.com/2017/06/18/world/middleeast/iran-syria-missile-launch-islamic-state.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/06/18/world/middleeast/iran-syria-missile-launch-islamic-state.html?_r=0</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>GRANT, Jordan, e HALPIN, Darren &ndash; &laquo;The political costs of policy coherence: constructing a rural policy for Scotland&raquo;. In&nbsp;<i>Journal of Public Policy</i>. Vol. 26, N.&ordm; 1, 2006, pp. 21-41. DOI: <a href="https://doi.org/10.1017/s0143814x06000456" target="_blank">https://doi.org/10.1017/s0143814x06000456</a>.</p>     <p>GREENSTEIN, Fred &ndash; &laquo;The two leadership styles of William Jefferson Clinton&raquo;. In&nbsp;<i>Political Psychology</i>. Vol. 15, N.&ordm; 2, 1994, pp. 351-361. DOI: <a href="https://doi.org/10.2307/%203791744" target="_blank">https://doi.org/10.2307/</a><a href="https://doi.org/10.2307/%203791744" target="_blank"> 3791744</a>.</p>     <p>GREENSTEIN, Fred &ndash;&nbsp;<i>The Presidential Difference: Leadership Style from&nbsp;FDR&nbsp;to Barack Obama</i>. Princeton: Princeton University Press, 2009.</p>     <p>HARGROVE, Erwin &ndash;&nbsp;<i>Jimmy Carter as President: Leadership and the Politics of the Public Good</i>. Baton Rouge, LA: Louisiana State University Press, 1988.</p>     <p>HERMANN, Margaret, e PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;Presidents, advisers, and foreign policy: the effect of leadership style on executive arrangements&raquo;. In&nbsp;<i>Political Psychology</i>. Vol. 15, N.&ordm; 1, 1994, pp. 75-96. DOI: <a href="https://doi.org/10.2307/3791440" target="_blank">https://doi.org/10.2307/3791440</a>.</p>     <p>HOCHMAN, David &ndash; &laquo;Playboy interview: Donald Trump&raquo;. In&nbsp;<i>Playboy</i>. Outubro de 2004. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.playboy.com/articles/donald-trump-interview" target="_blank">http://www.playboy.com/articles/donald-trump-interview</a>.</p>     <p>HOLSTI, Ole &ndash;&nbsp;<i>Making American Foreign Policy</i>. Nova York: Routledge, 2006. DOI: <a href="https://doi.org/10.4324/9780203625446" target="_blank">https://doi.org/10.4324/9780203625446</a>.</p>     <p>HOUSE OF&nbsp;COMMONS&nbsp;&ndash;&nbsp;<i>UK&rsquo;s Relations with Saudi Arabia and Bahrain: Fifth Report of Session 2013-14</i>. Vol. 1. Londres: House of Commons Foreign Affairs Committee, 2013.</p>     <p>HUBBARD, Ben, e GORDON, Michael &ndash; &laquo;US&nbsp;war footprint grows in Middle East, with no endgame in sight&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 29 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/%2003/29/world/middleeast/us-war-footprint-grows-in-middle-east.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/</a><a href="https://www.nytimes.com/2017/%2003/29/world/middleeast/us-war-footprint-grows-in-middle-east.html" target="_blank"> 03/29/world/middleeast/us-war-footprint-grows-in-middle-east.html</a>.</p>     <p>HUDSON, Valerie &ndash; &laquo;Foreign policy analysis: ator-specific theory and the ground of international relations&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Policy Analysis</i>. Vol. 1, N.&ordm; 1, 2005, pp. 1-30. DOI: <a href="https://doi.org/10.1111/j.1743-8594.2005.00001x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1743-8594.2005.00001x</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>IKENBERRY, G. John &ndash; &laquo;The plot against American foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Affairs</i>. Vol. 96, N.&ordm; 3, 2017, pp. 2-9.</p>     <p>JERVIS, Robert &ndash; &laquo;Understanding beliefs&raquo;. In&nbsp;<i>Political Psychology.</i> Vol. 27, N.&ordm; 5, 2006, pp. 641-663.</p>     <p>JOHNSTON, David &ndash;&nbsp;<i>The Making of Donald Trump</i>. Nova York: Melville House Publishing, 2016.</p>     <p>JOHNSTON, Richard &ndash;&nbsp;<i>Managing the White House: An Intimate Study of the Presidency</i>. Nova York: Harper &amp; Row Publishers, 1974.</p>     <p>KLIMAS, Jacqueline &ndash; &laquo;US&nbsp;drops &ldquo;mother of all bombs&rdquo; against&nbsp;ISIS&nbsp;in Afghanistan&raquo;. In&nbsp;<i>Politico</i>. 13 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2017/04/moab-isis-in-afghanistan237201" target="_blank">http://www.politico.com/story/2017/04/moab-isis-in-afghanistan237201</a>.</p>     <p>KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed: The Definitive Biography of the 45th&nbsp;President</i>. Nova York: Scribner, 2017.</p>     <p>KROENIG, Matthew &ndash; &laquo;The case for Trump&rsquo;s foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Affairs</i>. Vol. 96, N.&ordm; 3, 2017, pp. 30-34.</p>     <p>LABOTT, Elise, e COHEN, Zachary &ndash; &laquo;White House demands deep cuts to State,&nbsp;un&nbsp;funds&raquo;. In&nbsp;<i>CNN Politics</i>. 14 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.cnn.com/2017/03/13/politics/state-un-budget-cuts/index.html" target="_blank">http://www.cnn.com/2017/03/13/politics/state-un-budget-cuts/index.html</a>.</p>     <p>LABOTT, Elise, GAOUETTE, Nicole, e ROTH, Richard &ndash; &laquo;US&nbsp;signals openness to Assad staying put&raquo;. In&nbsp;<i>CNN Politics</i>. 30 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.cnn.com/2017/03/30/politics/tillerson-haley-syria-assad-turkey/index.html" target="_blank">http://www.cnn.com/2017/03/30/politics/tillerson-haley-syria-assad-turkey/index.html</a>.</p>     <p>LANDLER, Mark &ndash; &laquo;Trump&rsquo;s hires will set course of his presidency&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 12 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2016/11/13/us/politics/donald-trump-administration-appointments.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2016/11/13/us/politics/donald-trump-administration-appointments.html?_r=0</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>LANDLER, Mark &ndash; &laquo;Trump&rsquo;s &ldquo;very friendly&rdquo; talk with Duterte Stuns aides and critics alike&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 30 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/04/30/us/politics/trump-duterte.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/04/30/us/politics/trump-duterte.html</a>.</p>     <p>LANDLER, Marc, e FORSYTHE, Michael &ndash; &laquo;Trump tells Xi Jinping&nbsp;us&nbsp;will honor &ldquo;One China&rdquo; policy&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>.&nbsp; 9 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/02/09/world/asia/donald-trump-china-xi-jinping-letter.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/09/world/asia/donald-trump-china-xi-jinping-letter.html</a>.</p>     <p>LOHAUS, Phillip &ndash; &laquo;Unpredictable upsides&raquo;. In&nbsp;<i>US&nbsp;News &amp; World Report</i>. 13 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.usnews.com/opinion/articles/2017-04-13/donald-trumps-foreign-policy-unpredictability-could-be-a-benefit" target="_blank">https://www.usnews.com/opinion/articles/2017-04-13/donald-trumps-foreign-policy-unpredictability-could-be-a-benefit</a>.</p>     <p>LOWRY, Rich &ndash; &laquo;The anti-establishment front-runner&raquo;. In&nbsp;<i>Politico.</i> 21 de outubro de 2015. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/magazine/story/2015/10/the-anti-establishment-front-runner213280" target="_blank">http://www.politico.com/magazine/story/2015/10/the-anti-establishment-front-runner213280</a>.</p>     <p>LUTTWAK, Edward &ndash; &laquo;Enough hysterics. Donald Trump&rsquo;s foreign policy isn&rsquo;t reckless or radical&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Policy</i>. 17 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://foreignpolicy.com/2016/11/17/enough-hysterics-donald-trumps-foreign-policy-isnt-reckless-or-radical/" target="_blank">http://foreignpolicy.com/2016/11/17/enough-hysterics-donald-trumps-foreign-policy-isnt-reckless-or-radical/</a>.</p>     <p>MAY, Peter,&nbsp;et al.&nbsp;&ndash; &laquo;Policy coherence and component-driven policymaking: Arctic policy in Canada and the United States&raquo;. In&nbsp;<i>The Policy Studies Journal</i>. Vol. 33, N.&ordm; 1, 2005, pp. 37-63.</p>     <p>MAY, Peter, SAPOTICHNE, Joshua, e WORKMAN, Samuel &ndash; &laquo;Policy coherence and policy domains&raquo;. In&nbsp;<i>The Policy Studies Journal.</i> Vol. 34, N.&ordm; 3, 2006, pp. 381-403. DOI: <a href="https://doi.org/10.1111/j.1541-0072.2006.00178x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1541-0072.2006.00178x</a>.</p>     <p>MCCASKILL, Nolan, e LIMA, Cristiano &ndash; &laquo;Trump reverses on&nbsp;NATO: &ldquo;It&rsquo;s no longer obsolete&rdquo;&raquo;. In&nbsp;<i>Politico.</i> 12 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2017/04/donald-trump-nato-not-obsolete237166" target="_blank">http://www.politico.com/story/2017/04/donald-trump-nato-not-obsolete237166</a>.</p>     <p>MCMASTER, H. R., e COHN, Gary &ndash; &laquo;America first doesn&rsquo;t mean America alone&raquo;. In&nbsp;<i>The Wall Street Journal</i>. 30 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.wsj.com/articles/america-first-doesnt-mean-america-alone1496187426" target="_blank">https://www.wsj.com/articles/america-first-doesnt-mean-america-alone1496187426</a>.</p>     <p>MEAD, Walter Russel &ndash; &laquo;The Jacksonian revolt&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Affairs. </i>Vol. 96, N.&ordm; 2, 2017, pp. 2-7.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>MEARSHEIMER, John &ndash; &laquo;Donald Trump should embrace a realist foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>The National Interest.</i> 27 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://nationalinterest.org/feature/donald-trump-should-embrace-realist-foreign-policy18502" target="_blank">http://nationalinterest.org/feature/donald-trump-should-embrace-realist-foreign-policy18502</a>.</p>     <p>MILLER, Greg, e RUCKER, Philip &ndash; &laquo;No &ldquo;G&rsquo;day, Mate&rdquo;: on call with Australian prime minister, Trump badgers and brags&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 1 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/no-gday-mate-on-call-with-australian-pm-trump-badgers-and-brags/2017/02/01/88a3bfb0-e8bf-11e6-80c2-30e57e57e05d_story.html?utm_term=.cc2964a8f86c" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/world/national-security/no-gday-mate-on-call-with-australian-pm-trump-badgers-and-brags/2017/02/01/88a3bfb0-e8bf-11e6-80c2-30e57e57e05d_story.html?utm_term=.cc2964a8f86c</a>.</p>     <p>MORELLO, Carol &ndash; &laquo;Trump calls Erdogan to congratulate him on contested referendum, Turkey says&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 17 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/trump-calls-turkeys-erdogan-to-congratulate-him-on-contested-referendum/2017/04/17/f997d306-2397-11e7-a1b3-faff0034e2de_story.html?utm_term=.8d4f4cad61ff" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/world/national-security/trump-calls-turkeys-erdogan-to-congratulate-him-on-contested-referendum/2017/04/17/f997d306-2397-11e7-a1b3-faff0034e2de_story.html?utm_term=.8d4f4cad61ff</a>.</p>     <p>MORICI, Peter &ndash; &laquo;The genius of Trump&rsquo;s foreign policy&raquo;. In<i>&nbsp;Fox News</i>. 29 de agosto de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.foxnews.com/opinion/2016/08/29/genius-trumps-foreign-policy.html" target="_blank">http://www.foxnews.com/opinion/2016/08/29/genius-trumps-foreign-policy.html</a>.</p>     <p>MULLANY, Gerry &ndash; &laquo;Trump warns that &ldquo;major, major conflict&rdquo; with North Korea is possible&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 27 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/04/27/world/asia/trump-north-korea-kim-jong-un.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/04/27/world/asia/trump-north-korea-kim-jong-un.html?_r=0</a>.</p>     <p>NAGOURNEY, Adam &ndash; &laquo;President? Why not? Says a man at the top&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 25 de setembro de 1999. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.nytimes.com/1999/09/25/nyregion/president-why-not-says-a-man-at-the-top.html" target="_blank">http://www.nytimes.com/1999/09/25/nyregion/president-why-not-says-a-man-at-the-top.html</a>.</p>     <p>NAKAMURA, David &ndash; &laquo;Continued bombing by Assad shows limits of single&nbsp;us&nbsp;attack&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 8 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/politics/continued-bombing-by-assad-shows-limits-of-single-us-attack/2017/04/08/1c70cb1a-1c83-11e7-bcc2-7d1a0973e7b2_story.html?utm_term=.222e3871dd5c" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/politics/continued-bombing-by-assad-shows-limits-of-single-us-attack/2017/04/08/1c70cb1a-1c83-11e7-bcc2-7d1a0973e7b2_story.html?utm_term=.222e3871dd5c</a>.</p>     <p>NAKAMURA, David &ndash; &laquo;Leading from the side: at&nbsp;nato&nbsp;event, Trump waffles again on&nbsp;us&nbsp;commitments&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 25 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/politics/leading-from-the-side-at-nato-event-trump-waffles-again-on-us-commitments/2017/05/25/0e65f1b6-415f-11e7-9869-bac8b446820a_story.html?hpid=hp_hp-top-table-main_trumpdebrief-730pm%3Ahomepage%20%2Fstory&amp;utm_term=.92d6c5c87547" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/politics/leading-from-the-side-at-nato-event-trump-waffles-again-on-us-commitments/2017/05/25/0e65f1b6-415f-11e7-9869-bac8b446820a_story.html?hpid=hp_hp-top-table-main_trumpdebrief-730pm%3Ahomepage</a><a href="https://www.washingtonpost.com/politics/leading-from-the-side-at-nato-event-trump-waffles-again-on-us-commitments/2017/05/25/0e65f1b6-415f-11e7-9869-bac8b446820a_story.html?hpid=hp_hp-top-table-main_trumpdebrief-730pm%3Ahomepage%20%2Fstory&amp;utm_term=.92d6c5c87547" target="_blank"> %2Fstory&amp;utm_term=.92d6c5c87547</a>.</p>     <p>NELSON, Louis &ndash; &laquo;Pence on North Korea: strategic patience has failed&raquo;. In&nbsp;<i>Politico</i>. 16 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2017/04/pence-korea-north-south237275" target="_blank">http://www.politico.com/story/2017/04/pence-korea-north-south237275</a>.</p>     <p>NEWMANN, William &ndash; &laquo;Causes of change in national security processes: Carter, Reagan, and Bush decision making on arms control&raquo;. In&nbsp;<i>Presidential Studies Quarterly</i>. Vol. 31, N.&ordm; 1, 2001, pp. 69-103. DOI: <a href="https://doi.org/10.1111/j.0000-0000.2001.00157x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.0000-0000.2001.00157x</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>NICHOLS, Michelle &ndash; &laquo;us&nbsp;priority on Syria no longer focused on &ldquo;getting Assad out&rdquo;: Haley&raquo;. In&nbsp;<i>Reuters.</i> 30 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.reuters.com/article/us-mideast-crisis-syria-usa-haley-idUSKBN1712QL" target="_blank">http://www.reuters.com/article/us-mideast-crisis-syria-usa-haley-idUSKBN1712QL</a>.</p>     <!-- ref --><p>OLIVER, J. Eric, e RAHN, Wendy M. - &laquo;Rise of the Trumpenvolk: Populism in the 2016 election&raquo;. In&nbsp;<i>Annals of the American Academy of Political and Social Science</i>.&nbsp;Vol. 667, N.&ordm; 1, 2016, pp. 189-206. DOI: 10.1177/0002716216662639.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=609448&pid=S1645-9199201700030000200070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>ORESKES, Michael &ndash; &laquo;Trump gives a vague hint of candidacy&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>.&nbsp;2 de setembro de 1987. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.nytimes.com/1987/09/02/nyregion/trump-gives-a-vague-hint-of-candidacy.html" target="_blank">http://www.nytimes.com/1987/09/02/nyregion/trump-gives-a-vague-hint-of-candidacy.html</a>.</p>     <p>PAGE, Susan, e HEATH, Brad &ndash; &laquo;How antiestablishment outsider Donald Trump was elected the 45th&nbsp;President of the United States&raquo;. In&nbsp;<i>USA Today.</i> 9 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.usatoday.com/story/news/politics/elections/2016/11/09/election-analysis%20-hillary-clinton-donald-trump/93198882/" target="_blank">http://www.usatoday.com/story/news/politics/elections/2016/11/09/election-analysis</a><a href="http://www.usatoday.com/story/news/politics/elections/2016/11/09/election-analysis%20-hillary-clinton-donald-trump/93198882/" target="_blank"> -hillary-clinton-donald-trump/93198882/</a>.</p>     <p>PATRICK, Stewart &ndash; &laquo;Trump and world order&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Affairs</i>. Vol. 96, N.&ordm; 2, 2017, pp. 52-57.</p>     <p>PETERSON, Paul &ndash; &laquo;The President&rsquo;s dominance in foreign policy making&raquo;. In&nbsp;<i>Political Science Quarterly.</i> Vol. 109, N.&ordm; 2, 1994, pp. 215-234. DOI: <a href="https://doi.org/10.2307/2152623" target="_blank">https://doi.org/10.2307/2152623</a>.</p>     <p>PHILLIP, Abby &ndash; &laquo;Trump on Syria: &ldquo;I now have responsibility&rdquo;&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 5 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/news/post-politics/wp/2017/04/05/trump-on-syria-i-now-have-responsibility/?utm_term=.dbf0643faa8b" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/news/post-politics/wp/2017/04/05/trump-on-syria-i-now-have-responsibility/?utm_term=.dbf0643faa8b</a>.</p>     <p>PHILLIPS, Tom &ndash; &laquo;Donald Trump&rsquo;s plan for China relations is to be unpredictable, adviser says&raquo;. In&nbsp;<i>The Guardian</i>. 27 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.theguardian.com/world/2017/jan/27/donald-trumps-plan-for-china-relations-is-to-be-unpredictable-adviser-says" target="_blank">https://www.theguardian.com/world/2017/jan/27/donald-trumps-plan-for-china-relations-is-to-be-unpredictable-adviser-says</a>.</p>     <p>PLASKIN, Glenn &ndash; &laquo;Playboy interview: Donald Trump&raquo;. In&nbsp;<i>Playboy.</i> Mar&ccedil;o de 1990. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.playboy.com/articles/playboy-interview-donald-trump1990" target="_blank">http://www.playboy.com/articles/playboy-interview-donald-trump1990</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>QUI, Linda &ndash; &laquo;Fact check: Trump, faulting Obama on Syria, contradicts himself&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 4 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/04/04/us/politics/fact-check-trump-syria-obama.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/04/04/us/politics/fact-check-trump-syria-obama.html</a>.</p>     <p>RAPPEPORT, Alan, e MACFARQUHAR, Neil &ndash; &laquo;Trump imposes new sanctions on Russia over Ukraine incursion&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 20 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a title="https://www.nytimes.com/2017/06 /20/world/europe/united-states-sanctions-russia-ukraine.html?_r=0" href="https://www.nytimes.com/2017/06%20/20/world/europe/united-states-sanctions-russia-ukraine.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/06</a><a title="https://www.nytimes.com/2017/06 /20/world/europe/united-states-sanctions-russia-ukraine.html?_r=0" href="https://www.nytimes.com/2017/06%20/20/world/europe/united-states-sanctions-russia-ukraine.html?_r=0" target="_blank"> /20/world/europe/united-states-sanctions-russia-ukraine.html?_r=0</a>.</p>     <p>RIPLEY, Brian &ndash; &laquo;Psychology, foreign policy, and international relations theory&raquo;. In&nbsp;<i>Political Psychology</i>. Vol. 14, N.&ordm; 3, 1993, pp. 403-416. DOI: <a href="https://doi.org/10.2307/%203791705" target="_blank">https://doi.org/10.2307/</a><a href="https://doi.org/10.2307/%203791705" target="_blank"> 3791705</a>.</p>     <p>RUCKER, Philp, e COSTA, Robert &ndash; &laquo;Inside Trump&rsquo;s White House, New York moderates spark infighting and suspicion&raquo;. In&nbsp;<i>The&nbsp;Washington Post.</i> 18 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/politics/inside-trumps-white-house-new-york-moderates-spark-infighting-and-suspicion/2017/03/18/51e3c4d2-0b1c-11e7-a15f-a58d4a988474_story.html?utm_%20term=.e4e04a6eec75" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/politics/inside-trumps-white-house-new-york-moderates-spark-infighting-and-suspicion/2017/03/18/51e3c4d2-0b1c-11e7-a15f-a58d4a988474_story.html?utm_</a><a href="https://www.washingtonpost.com/politics/inside-trumps-white-house-new-york-moderates-spark-infighting-and-suspicion/2017/03/18/51e3c4d2-0b1c-11e7-a15f-a58d4a988474_story.html?utm_%20term=.e4e04a6eec75" target="_blank"> term=.e4e04a6eec75</a>.</p>     <p>RYAN, Missy, e JAFFE, Greg &ndash; &laquo;Military&rsquo;s clout at White House could shift&nbsp;us&nbsp;foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post.</i> 28 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/military-officers-seed-the-ranks-across-trumps-national-security-council/2017/05/28/5f10c8ca-421d-11e7-8c25-44d09ff5a4a8_story.html?utm_term=.3626cf3f5077" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/world/national-security/military-officers-seed-the-ranks-across-trumps-national-security-council/2017/05/28/5f10c8ca-421d-11e7-8c25-44d09ff5a4a8_story.html?utm_term=.3626cf3f5077</a>.</p>     <p>SAVRANSKI, Rebecca &ndash; &laquo;GOP&nbsp;senator under impression Trump doesn&rsquo;t have clear understanding of healthcare bill: report&raquo;. In&nbsp;<i>The Hill.</i> 28 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://thehill.com/policy/healthcare/339787-gop-sen-feels-trump-doesnt-have-clear-understanding-of-healthcare-bill" target="_blank">http://thehill.com/policy/healthcare/339787-gop-sen-feels-trump-doesnt-have-clear-understanding-of-healthcare-bill</a>.</p>     <p>SCHAFER, Mark, e WALKER, Stephen &ndash;&nbsp;<i>Beliefs and Leadership in World Politics: Methods and Applications of Operational Code Analysis</i>. Nova York: Palgrave Macmillan, 2006. DOI: 10.1057/9781403983497.</p>     <p>SCHMITT, Eric, e SANGER, David &ndash; &laquo;Raid in Yemen: risky from the start and costly in the end&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 1 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/02/01/world/middleeast/donald-trump-yemen-commando-raid-questions.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/01/world/middleeast/donald-trump-yemen-commando-raid-questions.html</a>.</p>     <p>SHAPIRO, Robert, KUMAR, Martha, e JACOBS, Lawrence &ndash;&nbsp;<i>Presidential Power: Forging the Presidency for the Twenty-First Century</i>. Nova York: Columbia University Press, 2000, pp. 105-155.</p>     <p>SHAW, C. Mitchell &ndash; &laquo;Trump wins in historic antiestablishment uprising; will he deliver?&raquo;. In&nbsp;<i>The New American</i>. 9 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.thenewamerican.com/usnews/politics/item/24597-trump-wins-in-historic-anti-establishment-uprising-will-he-deliver" target="_blank">http://www.thenewamerican.com/usnews/politics/item/24597-trump-wins-in-historic-anti-establishment-uprising-will-he-deliver</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>SHEAR, Michael, e COOPER, Helene &ndash; &laquo;Trump bars refugees and citizens of 7 muslim countries&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 27 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/01/27/us/politics/trump-syrian-refugees.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/01/27/us/politics/trump-syrian-refugees.html</a>.</p>     <p>SHEAR, Michael, e SANDER, David &ndash; &laquo;Trump says&nbsp;us&nbsp;would &ldquo;outmatch&rdquo; rivals in a new nuclear arms race&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 23 de dezembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/01/27/us/politics/trump-syrian-refugees.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/01/27/us/politics/trump-syrian-refugees.html</a>.</p>     <p>SNYDER, Scott &ndash; &laquo;Can China meet President Trump&rsquo;s expectations on North Korea?&raquo;. In&nbsp;<i>Forbes</i>. 2 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.forbes.com/sites/scottasnyder/2017/05/02/can-china-meet-president-trumps-expectations-on-north-korea/#31ff686c7181" target="_blank">https://www.forbes.com/sites/scottasnyder/2017/05/02/can-china-meet-president-trumps-expectations-on-north-korea/#31ff686c7181</a>.</p>     <p>SPETALNICK, Matt &ndash; &laquo;Trump national security aides complete North Korea policy review: official&raquo;. In&nbsp;<i>Reuters</i>. 2 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.reuters.com/article/us-northkorea-nuclear-review-idUSKBN1740UY" target="_blank">http://www.reuters.com/article/us-northkorea-nuclear-review-idUSKBN1740UY</a>.</p>     <p>SUTTON, Kelsey &ndash; &laquo;Trump reverses stances on China as currency manipulator, Ex-IM Bank&raquo;. In&nbsp;<i>Politico.</i> 12 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2017/04/donald-trump-reverses-china-currency-manipulator-ex-im-bank237165" target="_blank">http://www.politico.com/story/2017/04/donald-trump-reverses-china-currency-manipulator-ex-im-bank237165</a>.</p>     <p>TANTER, Raymond, e STAFFORD, Ed &ndash; &laquo;On North Korea, the &ldquo;Trump doctrine&rdquo; is flexibility at its finest&raquo;. In&nbsp;<i>The Hill</i>. 17 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://origin-nyi.thehill.com/blogs/pundits-blog/foreign-policy/329086-on-north-korea-trump-knows-america-first-doesnt-mean?amp" target="_blank">http://origin-nyi.thehill.com/blogs/pundits-blog/foreign-policy/329086-on-north-korea-trump-knows-america-first-doesnt-mean?amp</a>.</p>     <p>THRUSH, Glenn, e HABERMAN, Maggie &ndash; &laquo;Trump the dealmaker projects bravado, but behind the scenes, faces rare self-doubt&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 23 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/03/23/us/politics/trump-health-care-bill-regrets.html?ref=politics" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/03/23/us/politics/trump-health-care-bill-regrets.html?ref=politics</a>.</p>     <p>TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Donald J. Trump on Foreign Policy&raquo;.&nbsp;Discurso proferido no Center for The National Interest, Manchester, NH. 27 de abril de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.donaldjtrump.com/press-releases/donald-j.-trump-foreign-policy-speech" target="_blank">https://www.donaldjtrump.com/press-releases/donald-j.-trump-foreign-policy-speech</a>.</p>     <p>TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Declaring America&rsquo;s Economic Independence&raquo;. Discurso proferido em Monessen, PA. 28 de junho de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2016/06/full-transcript-trump-job-plan-speech224891" target="_blank">http://www.politico.com/story/2016/06/full-transcript-trump-job-plan-speech224891</a>.</p>     <p>TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Understanding the Threat: Radical Islam and The Age of Terror&raquo;. Discurso proferido em Youngstown, OH. 15 de agosto de 2016. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://assets.donaldjtrump.com/Radical_Islam_Speech.pdf" target="_blank">https://assets.donaldjtrump.com/Radical_Islam_Speech.pdf</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Donald J. Trump on Military Readiness&raquo;.&nbsp;Discurso proferido em Filad&eacute;lfia, PA. 7 de setembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.donaldjtrump.com/press-releases/donald-j.-trump-military-readiness-remarks" target="_blank">https://www.donaldjtrump.com/press-releases/donald-j.-trump-military-readiness-remarks</a>.</p>     <p>TRUMP, Donald, e SCHWARTZ, Tony &ndash;&nbsp;<i>Trump: The Art of the Deal</i>. Nova York: Ballantine Books, 1987.</p>     <p>TRUMP, Donald, e SHIFLETT, Dave &ndash;&nbsp;<i>Trump: The America We Deserve</i>. Los Angeles: Renaissance Books, 2000.</p>     <p>USEEM, Jerry &ndash; &laquo;What does Donald Trump really want?&raquo;. In&nbsp;<i>Fortune Magazine</i>. 3 de abril de 2000. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://fortune.com/2000/04/03/what-does-donald-trump-really-want/" target="_blank">http://fortune.com/2000/04/03/what-does-donald-trump-really-want/</a>.</p>     <p>VERTZBERGER, Yaacov &ndash;&nbsp;<i>The World in their Minds: Information Processing, Cognition and Perception in Foreign Policy Decisionmaking</i>. Stanford, CA: Stanford University Press, 2002.</p>     <p>WALT, Stephen &ndash; &laquo;Donald Trump: keep your hands off the foreign-policy ideas I believe in&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Policy</i>. 8 de agosto de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://foreignpolicy.com/2016/08/08/donald-trump-keep-your-hands-off-the-foreign-policy-ideas-i-believe-in-nation-building-united-states/" target="_blank">http://foreignpolicy.com/2016/08/08/donald-trump-keep-your-hands-off-the-foreign-policy-ideas-i-believe-in-nation-building-united-states/</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Data de rece&ccedil;&atilde;o: 30 de maio de 2017 | Data de aprova&ccedil;&atilde;o: 4 de julho de 2017</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>NOTAS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup> GADDIS, John L. &ndash;&nbsp;<i>Strategies of Containment: A Critical Appraisal of American National Security Policy during the Cold War</i>. Nova York: Oxford University Press, 2005.</p>     <p><Sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></Sup> MEAD, Walter Russel &ndash; &laquo;The Jacksonian revolt&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Affairs.</i> Vol. 96, N.&ordm; 2, 2017, p. 2; PATRICK, Stewart &ndash; &laquo;Trump and world order&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Affairs</i>. Vol. 96, N.&ordm; 2, 2017, p. 52.</p>     <p><Sup><a name="3"></a><a href="#top3">3</a></Sup> BRANDS, Hal &ndash; &laquo;US grand strategy in an age of nationalism: fortress America and its alternatives&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Quarterly</i>. Vol. 40, N.&ordm; 1, 2017, pp. 73-94.</p>     <p><Sup><a name="4"></a><a href="#top4">4</a></Sup> IKENBERRY, G. John &ndash; &laquo;The plot against American foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Affairs</i>. Vol. 96, N.&ordm; 3, 2017,&nbsp;p. 3.</p>     <p><Sup><a name="5"></a><a href="#top5">5</a></Sup> BRANDS, Hal &ndash; &laquo;US grand strategy in an age of nationalism&raquo;, p. 75.</p>     <p><Sup><a name="6"></a><a href="#top6">6</a></Sup> MEAD, Walter Russel &ndash; &laquo;The Jacksonian revolt&raquo;, p. 2.</p>     <p><Sup><a name="7"></a><a href="#top7">7</a></Sup> Para exemplos das preocupa&ccedil;&otilde;es mais expressivas ver&nbsp;BRANDS, Hal &ndash; &laquo;US grand strategy in an age of nationalism&raquo;,&nbsp;e IKENBERRY, G. John &ndash; &laquo;The plot against American foreign policy&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="8"></a><a href="#top8">8</a></Sup> BRANDS, Hal &ndash; &laquo;US grand strategy in an age of nationalism&raquo;, p. 85.</p>     <p><Sup><a name="9"></a><a href="#top9">9</a></Sup> KROENIG, Matthew &ndash; &laquo;The case for Trump&rsquo;s foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Affairs.</i> Vol. 96, N.&ordm; 3, 2017, p. 34.</p>     <p><Sup><a name="10"></a><a href="#top10">10</a></Sup> LOWRY, Rich &ndash; &laquo;The anti-establishment front-runner&raquo;. In&nbsp;<i>Politico</i>. 21 de outubro de 2015.&nbsp;Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/magazine/story/2015/10/the-anti-establishment-front-runner213280" target="_blank">http://www.politico.com/magazine/story/2015/10/the-anti-establishment-front-runner213280</a>; PAGE, Susan, e HEATH, Brad &ndash; &laquo;How antiestablishment outsider Donald Trump was elected the 45th&nbsp;President of the United States&raquo;.&nbsp;In&nbsp;<i>USA Today</i>. 9 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.usatoday.com/story/news/politics/elections/2016/11/09/election-analysis-hillary-clinton-donald-trump/93198882/" target="_blank">http://www.usatoday.com/story/news/politics/elections/2016/11/09/election-analysis-hillary-clinton-donald-trump/93198882/</a>; SHAW, C. Mitchell &ndash; &laquo;Trump wins in historic antiestablishment uprising; will he deliver?&raquo;. In&nbsp;<i>The New American</i>. 9 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.thenewamerican.com/usnews/politics/item/24597-trump-wins-in-historic-anti-establishment-uprising-will-he-deliver" target="_blank">http://www.thenewamerican.com/usnews/politics/item/24597-trump-wins-in-historic-anti-establishment-uprising-will-he-deliver</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="11"></a><a href="#top11">11</a></Sup> Para uma an&aacute;lise mais detalhada da corrente populista subjacente &agrave; elei&ccedil;&atilde;o presidencial de 2016 ver&nbsp;OLIVER, J. Eric,&nbsp;e RAHN, Wendy M.&ndash;&nbsp;&laquo;Rise of the Trumpenvolk: Populism in the 2016 election&raquo;. In&nbsp;<i>Annals of the American Academy of Political and Social Science</i>.&nbsp;Vol. 667, N.&ordm; 1, 2016,&nbsp;pp.189-206.DOI:10.1177/0002716216662639.</p>     <p><Sup><a name="12"></a><a href="#top12">12</a></Sup> Cf.&nbsp;D&rsquo;ANTONIO, Michael &ndash;&nbsp;<i>The Truth about Trump</i>. Nova York: St. Martin&rsquo;s Press, 2016; KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed: The Definitive Biography of the 45th&nbsp;President</i>. Nova York: Scribner, 2017.</p>     <p><Sup><a name="13"></a><a href="#top13">13</a></Sup> O discurso foi organizado pela revista&nbsp;<i>National Interest</i>&nbsp;a 27 de abril de 2016&nbsp; cf.&nbsp;<a href="http://nationalinterest.org/feature/trump-foreign-policy15960" target="_blank">http://nationalinterest.org/feature/trump-foreign-policy15960</a>.</p>     <p><Sup><a name="14"></a><a href="#top14">14</a></Sup> TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Donald J. Trump on Foreign Policy&raquo;.&nbsp;Discurso proferido no<i> Center for The National Interest,</i> Manchester, NH. 27 de abril de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.donaldjtrump.com/press-releases/donald-j.-trump-foreign-policy-speech" target="_blank">https://www.donaldjtrump.com/press-releases/donald-j.-trump-foreign-policy-speech</a>.</p>     <p><Sup><a name="15"></a><a href="#top15">15</a></Sup> Ibidem.</p>     <p><Sup><a name="16"></a><a href="#top16">16</a></Sup> Ibidem.</p>     <p><Sup><a name="17"></a><a href="#top17">17</a></Sup> TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Understanding the Threat: Radical Islam and The Age of Terror&raquo;. Discurso proferido em Youngstown, OH. 15 de agosto de 2016. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://assets.donaldjtrump.com/Radical_Islam_Speech.pdf" target="_blank">https://assets.donaldjtrump.com/Radical_Islam_Speech.pdf</a>.</p>     <p><Sup><a name="18"></a><a href="#top18">18</a></Sup> Ibidem.</p>     <p><Sup><a name="19"></a><a href="#top19">19</a></Sup> Ibidem.</p>     <p><Sup><a name="20"></a><a href="#top20">20</a></Sup> TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Donald J. Trump on Foreign Policy&raquo;.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="21"></a><a href="#top21">21</a></Sup> Ibidem.</p>     <p><Sup><a name="22"></a><a href="#top22">22</a></Sup> TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Donald J. Trump on Military Readiness&raquo;.&nbsp;Discurso proferido em Filad&eacute;lfia, PA. 7 de setembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.donaldjtrump.com/press-releases/donald-j.-trump-military-readiness-remarks" target="_blank">https://www.donaldjtrump.com/press-releases/donald-j.-trump-military-readiness-remarks</a>.</p>     <p><Sup><a name="23"></a><a href="#top23">23</a></Sup> Em contraste com os 490 mil efetivos em 2016.</p>     <p><Sup><a name="24"></a><a href="#top24">24</a></Sup> Em contraste com os 276 dispon&iacute;veis em 2016.</p>     <p><Sup><a name="25"></a><a href="#top25">25</a></Sup> Em contraste com os 1113 dispon&iacute;veis em 2016.</p>     <p><Sup><a name="26"></a><a href="#top26">26</a></Sup> Em contraste com 23 atuais.</p>     <p><Sup><a name="27"></a><a href="#top27">27</a></Sup> TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Donald J. Trump on Military Readiness&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="28"></a><a href="#top28">28</a></Sup> TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Declaring America&rsquo;s Economic Independence&raquo;. Discurso proferido em Monessen, PA. 28 de junho de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2016/06/full-transcript-trump-job-plan-speech224891" target="_blank">http://www.politico.com/story/2016/06/full-transcript-trump-job-plan-speech224891</a>.</p>     <p><Sup><a name="29"></a><a href="#top29">29</a></Sup> TRUMP, Donald &ndash; &laquo;Donald J. Trump on Foreign Policy&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="30"></a><a href="#top30">30</a></Sup> Para exemplos de artigos favor&aacute;veis a Trump&nbsp;ver Eland, Ivan &ndash; &laquo;Trump&rsquo;s foreign policy is the realism America needs&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Post</i>. 29 de abril de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://nypost.com/2016/0/29/trumps-foreign-policy-is-the-realis-america-needs/" target="_blank">http://nypost.com/2016/0/29/trumps-foreign-policy-is-the-realis-america-needs/</a>; MORICI, Peter &ndash; &laquo;The genius of Trump&rsquo;s foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>Fox News.</i> 29 de agosto de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.foxnews.com/opinion/2016/08/29/genius-trumps-foreign-policy.html" target="_blank">http://www.foxnews.com/opinion/2016/08/29/genius-trumps-foreign-policy.html</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="31"></a><a href="#top31">31</a></Sup> BASHAM, Patrick &ndash; &laquo;Channeling Sun Tzu: how Trump&rsquo;s foreign policy makes sense&raquo;. In&nbsp;<i>The Daily Caller</i>. 17 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://dailycaller.com/2017/04/17/channeling-sun-tzu-how-trumps-foreign-policy-makes-sense/" target="_blank">http://dailycaller.com/2017/04/17/channeling-sun-tzu-how-trumps-foreign-policy-makes-sense/</a>.</p>     <p><Sup><a name="32"></a><a href="#top32">32</a></Sup> CBS NEWS&nbsp;&ndash; &laquo;Face the Nation&raquo;.&nbsp;Transcri&ccedil;&atilde;o da entrevista com Henry Kissinger. 18 de dezembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.cbsnews.com/news/face-the-nation-transcript-conway-kissinger-donilon" target="_blank">http://www.cbsnews.com/news/face-the-nation-transcript-conway-kissinger-donilon</a>/.</p>     <p><Sup><a name="33"></a><a href="#top33">33</a></Sup> WALT, Stephen &ndash; &laquo;Donald Trump: keep your hands off the foreign-policy ideas I believe in&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Policy</i>. 8 de agosto de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://foreignpolicy.com/2016/08/08/donald-trump-keep-your-hands-off-the-foreign-policy-ideas-i-believe-in-nation-building-united-states/" target="_blank">http://foreignpolicy.com/2016/08/08/donald-trump-keep-your-hands-off-the-foreign-policy-ideas-i-believe-in-nation-building-united-states/</a>.</p>     <p><Sup><a name="34"></a><a href="#top34">34</a></Sup> MEARSHEIMER, John &ndash; &laquo;Donald Trump should embrace a realist foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>The National Interest</i>. 27 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://nationalinterest.org/feature/donald-trump-should-embrace-realist-foreign-policy18502" target="_blank">http://nationalinterest.org/feature/donald-trump-should-embrace-realist-foreign-policy18502</a>.</p>     <p><Sup><a name="35"></a><a href="#top35">35</a></Sup> LUTTWAK, Edward &ndash; &laquo;Enough hysterics. Donald Trump&rsquo;s foreign policy isn&rsquo;t reckless or radical&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Policy.</i> 17 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://foreignpolicy.com/2016/11/17/enough-hysterics-donald-trumps-foreign-policy-isnt-reckless-or-radical/" target="_blank">http://foreignpolicy.com/2016/11/17/enough-hysterics-donald-trumps-foreign-policy-isnt-reckless-or-radical/</a>.</p>     <p><Sup><a name="36"></a><a href="#top36">36</a></Sup> Cf.&nbsp;KROENIG, Matthew &ndash; &laquo;The case for Trump&rsquo;s foreign policy&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="37"></a><a href="#top37">37</a></Sup> LANDLER, Mark &ndash; &laquo;Trump&rsquo;s hires will set course of his presidency&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 12 de novembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2016/11/13/us/politics/donald-trump-administration-appointments.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2016/11/13/us/politics/donald-trump-administration-appointments.html?_r=0</a>.</p>     <p><Sup><a name="38"></a><a href="#top38">38</a></Sup> Estas medidas fazem parte de um conjunto de propostas que o candidato Trump prometeu, no seu &laquo;Donald Trump&rsquo;s Contract with the American Voter&raquo;, come&ccedil;ar a implementar a partir do seu primeiro dia da sua presid&ecirc;ncia &ndash; cf.&nbsp;<a href="https://assets.donaldjtrump.com/_landings/contract/O-TRU102316-Contractv02.pdf" target="_blank">https://assets.donaldjtrump.com/_landings/contract/O-TRU102316-Contractv02.pdf</a>.</p>     <p><Sup><a name="39"></a><a href="#top39">39</a></Sup> SHEAR, Michael, e SANDER, David &ndash; &laquo;Trump says&nbsp;us&nbsp;would &ldquo;outmatch&rdquo; rivals in a new nuclear arms race&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 23 de dezembro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2016/12/23/us/politics/trump-nuclear-arms-race-russia-united-states.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2016/12/23/us/politics/trump-nuclear-arms-race-russia-united-states.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="40"></a><a href="#top40">40</a></Sup> BUCKLEY, Chris &ndash; &laquo;Enough with the tweets, China&rsquo;s state media tells Trump&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times.</i> 4 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/01/04/world/asia/china-xinhua-donald-trump-twitter.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/01/04/world/asia/china-xinhua-donald-trump-twitter.html</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="41"></a><a href="#top41">41</a></Sup> FANDOS, Nicholas &ndash; &laquo;Trump calls for closer relationship between&nbsp;us&nbsp;and Russia&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 7 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/01/07/us/politics/donald-trump-russia-united-states.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/01/07/us/politics/donald-trump-russia-united-states.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="42"></a><a href="#top42">42</a></Sup> Friedman, Uri &ndash; &laquo;Where America&rsquo;s terrorists actually come from&raquo;. In&nbsp;<i>The Atlantic</i>. 30 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.theatlantic.com/international/archive/2017/01/trump-immigration-ban-terrorism/514361/" target="_blank">https://www.theatlantic.com/international/archive/2017/01/trump-immigration-ban-terrorism/514361/</a>; SHEAR, Michael, e COOPER, Helene &ndash; &laquo;Trump bars refugees and citizens of 7 muslim countries&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 27 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/01/27/us/politics/trump-syrian-refugees.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/01/27/us/politics/trump-syrian-refugees.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="43"></a><a href="#top43">43</a></Sup> Para exemplos de ocasi&otilde;es em que membros da Administra&ccedil;&atilde;o tentaram esclarecer as declara&ccedil;&otilde;es de Trump, ver AGREN, David &ndash; &laquo;&ldquo;Bad hombres&rdquo;: Reports claim Trump spoke of sending troops to Mexico&raquo;. In&nbsp;<i>The Guardian.</i> 1 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.theguardian.com/us-news/2017/feb/02/bad-hombres-reports-claim-trump-threatened-to-send-troops-to-mexico" target="_blank">https://www.theguardian.com/us-news/2017/feb/02/bad-hombres-reports-claim-trump-threatened-to-send-troops-to-mexico</a>; DAVIS, Julie &ndash; &laquo;Trump, day after Merkel&rsquo;s visit, says Germany pays&nbsp;nato&nbsp;and&nbsp;us&nbsp;too little&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times.</i> 18 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/03/18/us/politics/donald-trump-angela-merkel-germany.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/03/18/us/politics/donald-trump-angela-merkel-germany.html</a>; MILLER, Greg, e RUCKER, Philip &ndash; &laquo;No &ldquo;G&rsquo;day, Mate&rdquo;: on call with Australian prime minister, Trump badgers and brags&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post.</i> 1 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/no-gday-mate-on-call-with-australian-pm-trump-badgers-and-brags/2017/02/01/88a3bfb0-e8bf-11e6-80c2-30e57e57e05d_story.html?utm_term=.cc2964a8f86c" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/world/national-security/no-gday-mate-on-call-with-australian-pm-trump-badgers-and-brags/2017/02/01/88a3bfb0-e8bf-11e6-80c2-30e57e57e05d_story.html?utm_term=.cc2964a8f86c</a>.</p>     <p><Sup><a name="44"></a><a href="#top44">44</a></Sup> LANDLER, Mark &ndash; &laquo;Trump&rsquo;s &ldquo;very friendly&rdquo; talk with Duterte Stuns aides and critics alike&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 30 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/04/30/us/politics/trump-duterte.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/04/30/us/politics/trump-duterte.html</a>; MORELLO, Carol &ndash; &laquo;Trump calls Erdogan to congratulate him on contested referendum, Turkey says&raquo;. In<i>&nbsp;The Washington Pos</i>t. 17 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/trump-calls-turkeys-erdogan-to-congratulate-him-on-contested-referendum/2017/04/17/f997d306-2397-11e7-a1b3-faff0034e2de_story.html?utm_term=.8d4f4cad61ff" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/world/national-security/trump-calls-turkeys-erdogan-to-congratulate-him-on-contested-referendum/2017/04/17/f997d306-2397-11e7-a1b3-faff0034e2de_story.html?utm_term=.8d4f4cad61ff</a>.</p>     <p><Sup><a name="45"></a><a href="#top45">45</a></Sup> LANDLER, Marc, e FORSYTHE, Michael &ndash; &laquo;Trump tells Xi Jinping&nbsp;us&nbsp;will honor &ldquo;One China&rdquo; policy&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 9 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/%2002/09/world/asia/donald-trump-china-xi-jinping-letter.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/</a><a href="https://www.nytimes.com/2017/%2002/09/world/asia/donald-trump-china-xi-jinping-letter.html" target="_blank"> 02/09/world/asia/donald-trump-china-xi-jinping-letter.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="46"></a><a href="#top46">46</a></Sup> SUTTON, Kelsey &ndash; &laquo;Trump reverses stances on China as currency manipulator, Ex-Im Bank&raquo;. In&nbsp;<i>Politico</i>. 12 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2017/04/donald-trump-reverses-china-currency-manipulator-ex-im-bank237165" target="_blank">http://www.politico.com/story/2017/04/donald-trump-reverses-china-currency-manipulator-ex-im-bank237165</a>.</p>     <p><Sup><a name="47"></a><a href="#top47">47</a></Sup> SNYDER, Scott &ndash; &laquo;Can China meet President Trump&rsquo;s expectations on North Korea?&raquo;. In&nbsp;<i>Forbes</i>. 2 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.forbes.com/sites/scottasnyder/2017/05/02/can-china-meet-president-trumps-expectations-on-north-korea/#31ff686c7181" target="_blank">https://www.forbes.com/sites/scottasnyder/2017/05/02/can-china-meet-president-trumps-expectations-on-north-korea/#31ff686c7181</a>.</p>     <p><Sup><a name="48"></a><a href="#top48">48</a></Sup> NELSON, Louis &ndash; &laquo;Pence on North Korea: strategic patience has failed&raquo;. In&nbsp;<i>Politico.</i> 16 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2017/04/pence-korea-north-south237275" target="_blank">http://www.politico.com/story/2017/04/pence-korea-north-south237275</a>.</p>     <p><Sup><a name="49"></a><a href="#top49">49</a></Sup> MULLANY, Gerry &ndash; &laquo;Trump warns that &ldquo;major, major conflict&rdquo; with North Korea is possible&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 27 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/04/27/world/asia/trump-north-korea-kim-jong-un.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/04/27/world/asia/trump-north-korea-kim-jong-un.html?_r=0</a>.</p>     <p><Sup><a name="50"></a><a href="#top50">50</a></Sup> SPETALNICK, Matt &ndash; &laquo;Trump national security aides complete North Korea policy review: official&raquo;. In&nbsp;<i>Reuters.</i> 2 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.reuters.com/article/us-northkorea-nuclear-review-idUSKBN1740UY" target="_blank">http://www.reuters.com/article/us-northkorea-nuclear-review-idUSKBN1740UY</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="51"></a><a href="#top51">51</a></Sup> SCHMITT, Eric, e SANGER, David &ndash; &laquo;Raid in Yemen: risky from the start and costly in the end&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 1 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/02/01/world/middleeast/donald-trump-yemen-commando-raid-questions.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/01/world/middleeast/donald-trump-yemen-commando-raid-questions.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="52"></a><a href="#top52">52</a></Sup> KLIMAS, Jacqueline &ndash; &laquo;us&nbsp;drops &ldquo;mother of all bombs&rdquo; against&nbsp;isis&nbsp;in Afghanistan&raquo;. In&nbsp;<i>Politico.</i> 13 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2017/04/moab-isis-in-afghanistan237201" target="_blank">http://www.politico.com/story/2017/04/moab-isis-in-afghanistan237201</a>.</p>     <p><Sup><a name="53"></a><a href="#top53">53</a></Sup> BALDOR, Lolita, e BURNS, Robert &ndash; &laquo;Pentagon to send 4,000 more troops to Afghanistan&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 16 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/apnewsbreak-us-to-send-almost4000-troops-to-afghanistan/2017/06/15/bfa6cb72-522f-11e7-b74e-0d2785d3083d_story.html?utm_term=.8e127faa6edd" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/world/national-security/apnewsbreak-us-to-send-almost4000-troops-to-afghanistan/2017/06/15/bfa6cb72-522f-11e7-b74e-0d2785d3083d_story.html?utm_term=.8e127faa6edd</a>.</p>     <p><Sup><a name="54"></a><a href="#top54">54</a></Sup>ALMUKHTAR, Sarah &ndash; &laquo;us&nbsp;airstrikes on&nbsp;isis&nbsp;have killed hundreds, maybe thousands of civilians&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times.</i> 25 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.nytimes.com/interactive/2017/05/25/world/middleeast/airstrikes-iraq-syria-civilian-casualties.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/interactive/2017/05/25/world/middleeast/airstrikes-iraq-syria-civilian-casualties.html</a>; GORDON, Michael, e ERDBRINK, Thomas &ndash; &laquo;us&nbsp;fighter jet shoots down Syrian warplane&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 18 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/06/18/world/middleeast/iran-syria-missile-launch-islamic-state.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/06/18/world/middleeast/iran-syria-missile-launch-islamic-state.html?_r=0</a>; HUBBARD, Ben, e GORDON, Michael &ndash; &laquo;us&nbsp;war footprint grows in Middle East, with no endgame in sight&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 29 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/03/29/world/middleeast/us-war-footprint-grows-in-middle-east.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/03/29/world/middleeast/us-war-footprint-grows-in-middle-east.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="55"></a><a href="#top55">55</a></Sup> COOPER, Helene, e BAKER, Peter &ndash; &laquo;Critics assail cuts in foreign spending as Trump moves to boost military&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 27 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/02/27/us/politics/trump-foreign-military-spending-cuts-criticism.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/27/us/politics/trump-foreign-military-spending-cuts-criticism.html</a>; LABOTT, Elise, e COHEN, Zachary &ndash; &laquo;White House demands deep cuts to State,&nbsp;un&nbsp;funds&raquo;. In&nbsp;<i>CNN Politics.</i> 14 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.cnn.com/2017/03/13/politics/state-un-budget-cuts/index.html" target="_blank">http://www.cnn.com/2017/03/13/politics/state-un-budget-cuts/index.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="56"></a><a href="#top56">56</a></Sup> NICHOLS, Michelle &ndash; &laquo;us&nbsp;priority on Syria no longer focused on &ldquo;getting Assad out&rdquo;: Haley&raquo;. In&nbsp;<i>Reuters</i>. 30 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.reuters.com/article/us-mideast-crisis-syria-usa-haley-idUSKBN1712QL" target="_blank">http://www.reuters.com/article/us-mideast-crisis-syria-usa-haley-idUSKBN1712QL</a>.</p>     <p><Sup><a name="57"></a><a href="#top57">57</a></Sup> Tillerson citado em LABOTT, Elise, GAOUETTE, Nicole, e ROTH, Richard &ndash; &laquo;us&nbsp;signals openness to Assad staying put&raquo;. In&nbsp;<i>CNN Politics</i>. 30 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.cnn.com/2017/03/30/politics/tillerson-haley-syria-assad-turkey/index.html" target="_blank">http://www.cnn.com/2017/03/30/politics/tillerson-haley-syria-assad-turkey/index.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="58"></a><a href="#top58">58</a></Sup> QUI, Linda &ndash; &laquo;Fact check: Trump, faulting Obama on Syria, contradicts himself&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times.</i> 4 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/04/04/us/politics/fact-check-trump-syria-obama.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/04/04/us/politics/fact-check-trump-syria-obama.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="59"></a><a href="#top59">59</a></Sup> NAKAMURA, David &ndash; &laquo;Continued bombing by Assad shows limits of single&nbsp;us&nbsp;attack&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 8 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;h<a href="ttps://www.washingtonpost.com/politics/continued-bombing-by-assad-shows-limits-of-single-us-attack/2017/04/08/1c70cb1a-1c83-11e7-bcc2-7d1a0973e7b2_story.html?utm_term=.222e3871dd5c" target="_blank">ttps://www.washingtonpost.com/politics/continued-bombing-by-assad-shows-limits-of-single-us-attack/2017/04/08/1c70cb1a-1c83-11e7-bcc2-7d1a0973e7b2_story.html?utm_term=.222e3871dd5c</a>.</p>     <p><Sup><a name="60"></a><a href="#top60">60</a></Sup> RAPPEPORT, Alan, e MACFARQUHAR, Neil &ndash; &laquo;Trump imposes new sanctions on Russia over Ukraine incursion&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 20 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/06/20/world/europe/united-states-sanctions-russia-ukraine.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/06/20/world/europe/united-states-sanctions-russia-ukraine.html?_r=0</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="61"></a><a href="#top61">61</a></Sup> Trump citado em BAKER, Peter e SHEAR, Michael &ndash; &laquo;Trump softens tone on Islam but calls for purge of "foot soldiers of evil"&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times.</i> 21 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/05/21/world/middleeast/trump-saudi-arabia-islam-speech.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/05/21/world/middleeast/trump-saudi-arabia-islam-speech.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="62"></a><a href="#top62">62</a></Sup> Trump citado em BAKER, Peter, e SHEAR, Michael &ndash; &laquo;Trump softens tone on Islam but calls for purge of &ldquo;Foot Soldiers of Evil&rdquo;&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="63"></a><a href="#top63">63</a></Sup> Cf.&nbsp;EHRENFELD, Rachel &ndash; &laquo;Funding evil: how terrorism is financed and the nexus of terrorist and criminal organizations&raquo;. In&nbsp;<i>Terrornomics</i>. Nova York: Routledge, 2016, pp. 27-48; HOUSE OF&nbsp;COMMONS&nbsp;&ndash;&nbsp;UK&rsquo;s Relations with Saudi Arabia and Bahrain: Fifth Report of Session 2013-14. Vol. 1. Londres: House of Commons Foreign Affairs Committee, 2013, p. 50.</p>     <p><Sup><a name="64"></a><a href="#top64">64</a></Sup> A&nbsp;ADP&nbsp;&eacute; definida como o apoio financeiro que as entidades governamentais destinam &agrave; promo&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento econ&oacute;mico e do bem-estar dos pa&iacute;ses em desenvolvimento. Estes apoios podem ser prestados de forma bilateral &ndash; i.e., do doador ao destinat&aacute;rio &ndash; ou podem ser canalizados atrav&eacute;s de ag&ecirc;ncias de desenvolvimento multilaterais como, por exemplo, as Na&ccedil;&otilde;es Unidas ou o Banco Mundial. De acordo com os dados da&nbsp;OCDE, em 2016, somente 0,18 por cento do&nbsp;PIB&nbsp;dos Estados Unidos foi dedicado &agrave;&nbsp;ADP. Dos membros da&nbsp;nato&nbsp;pertencentes &agrave;&nbsp;OCDE, somente Portugal (0,17 por cento), Gr&eacute;cia (0,14 por cento), Litu&acirc;nia (0,14 por cento), Rep&uacute;blica Checa (0,14 por cento), Hungria (0,13 por cento), Pol&oacute;nia (0,13 por cento), Rep&uacute;blica Eslovaca (0,11 por cento), Rom&eacute;nia (0,11 por cento) e Let&oacute;nia (0,10 por cento) contribu&iacute;ram valores inferiores. Por sua vez, a maioria dos estados-membros da Alian&ccedil;a Atl&acirc;ntica destinou uma propor&ccedil;&atilde;o maior do seu&nbsp;PIB&nbsp;para a&nbsp;ADP: Noruega (1,11 por cento), Luxemburgo (1,00 por cento), Turquia (0,79 por cento), Dinamarca (0,75 por cento), Alemanha (0,70 por cento), Reino Unido (0,70 por cento), Holanda (0,65 por cento), B&eacute;lgica (0,49 por cento), Fran&ccedil;a (0,38 por cento), Espanha (0,33 por cento), Irlanda (0,33 por cento), Canad&aacute; (0,26 por cento), It&aacute;lia (0,26 por cento), Isl&acirc;ndia (0,25 por cento), Est&oacute;nia (0,19 por cento), Eslov&eacute;nia (0,18 por cento) (https://data.oecd.org/oda/net-oda.htm).</p>     <p><Sup><a name="65"></a><a href="#top65">65</a></Sup> Os estados-membros da&nbsp;nato&nbsp;t&ecirc;m contribu&iacute;do com um elevado contingente militar nos dois conflitos militares iniciados pelos Estados Unidos ap&oacute;s os ataques de 11 de setembro de 2001. &Agrave; data deste artigo (28 de maio de 2017), no &acirc;mbito da opera&ccedil;&atilde;o &laquo;Enduring Freedom&raquo;, no Afeganist&atilde;o, as for&ccedil;as militares dos Estados Unidos sofreram 2396 baixas. Os restantes estados-membros da&nbsp;nato&nbsp;sofreram um total de 1036 baixas militares (<a href="http://icasualties.org/OEF/Nationality.aspx" target="_blank">http://icasualties.org/OEF/Nationality.aspx</a>). Por sua vez, no Iraque, as for&ccedil;as militares dos Estados Unidos sofreram 4520 baixas no &acirc;mbito da opera&ccedil;&atilde;o &laquo;Iraqi Freedom&raquo;, enquanto os restantes estados-membros da&nbsp;nato&nbsp;registaram um total de 270 baixas (<a href="http://icasualties.org/OEF/Nationality.aspx" target="_blank">http://icasualties.org/OEF/Nationality.aspx</a>).</p>     <p><Sup><a name="66"></a><a href="#top66">66</a></Sup> COOPER, Helene &ndash; &laquo;Mattis rejects closer military ties with Russia as he reassures&nbsp;nato&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 16 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/02/16/world/europe/jim-mattis-nato-russia.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/16/world/europe/jim-mattis-nato-russia.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="67"></a><a href="#top67">67</a></Sup> Pence citado em ERLANGER, Steven, e SMALE, Alison &ndash; &laquo;In Munich, Pence says&nbsp;us&nbsp;commitment to&nbsp;NATO&nbsp;is &ldquo;unwavering&rdquo;&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 18 de fevereiro de 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.nytimes.com/2017/02/18/world/europe/pence-munich-speech-nato-merkel.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/02/18/world/europe/pence-munich-speech-nato-merkel.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="68"></a><a href="#top68">68</a></Sup> Trump citado em MCCASKILL, Nolan, e LIMA, Cristiano &ndash; &laquo;Trump reverses on&nbsp;nato: &ldquo;It&rsquo;s no longer obsolete&rdquo;&raquo;. In&nbsp;<i>Politico</i>. 12 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.politico.com/story/2017/04/donald-trump-nato-not-obsolete237166" target="_blank">http://www.politico.com/story/2017/04/donald-trump-nato-not-obsolete237166</a>.</p>     <p><Sup><a name="69"></a><a href="#top69">69</a></Sup> EWING, Jack &ndash; &laquo;us&nbsp;breaks with allies over trade issues amid Trump&rsquo;s &ldquo;America First&rdquo; vows&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 18 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.nytimes.com/2017/03/18/business/group-of20-summit-us-trade.html" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/03/18/business/group-of20-summit-us-trade.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="70"></a><a href="#top70">70</a></Sup> BALZ, Dan &ndash; &laquo;Paris decision underscores the visceral expression of Trump&rsquo;s worldview&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 2 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;h<a href="ttps://www.washingtonpost.com/politics/paris-decision-underscores-the-visceral-expression-of-trumps-worldview/%202017/06/02/69adf632-47b7-11e7-a196-a1bb629f64cb_story.html?utm_term=.107 90310664c" target="_blank">ttps://www.washingtonpost.com/politics/paris-decision-underscores-the-visceral-expression-of-trumps-worldview/</a><a href="ttps://www.washingtonpost.com/politics/paris-decision-underscores-the-visceral-expression-of-trumps-worldview/%202017/06/02/69adf632-47b7-11e7-a196-a1bb629f64cb_story.html?utm_term=.107 90310664c"> 2017/06/02/69adf632-47b7-11e7-a196-a1bb629f64cb_story.html?utm_term=.107</a><a href="ttps://www.washingtonpost.com/politics/paris-decision-underscores-the-visceral-expression-of-trumps-worldview/%202017/06/02/69adf632-47b7-11e7-a196-a1bb629f64cb_story.html?utm_term=.107 90310664c"> 90310664c</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="71"></a><a href="#top71">71</a></Sup> MCMASTER, H. R., e COHN, Gary &ndash; &laquo;America first doesn&rsquo;t mean America alone&raquo;. In&nbsp;<i>The Wall Street Journal</i>. 30 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.wsj.com/articles/america-first-doesnt-mean-america-alone1496187426" target="_blank">https://www.wsj.com/articles/america-first-doesnt-mean-america-alone1496187426</a>.</p>     <p><Sup><a name="72"></a><a href="#top72">72</a></Sup> NAKAMURA, David &ndash; &laquo;Leading from the side: at&nbsp;nato&nbsp;event, Trump waffles again on&nbsp;us&nbsp;commitments&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 25 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/politics/leading-from-the-side-at-nato-event-trump-waffles-again-on-us-commitments/2017/05/25/0e65f1b6-415f-11e7-9869-bac8b446820a_story.html?hpid=hp_hp-top-table-main_trumpdebrief-730pm%3Ahomepage%20%2Fstory&amp;utm_term=.92d6c5c87547" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/politics/leading-from-the-side-at-nato-event-trump-waffles-again-on-us-commitments/2017/05/25/0e65f1b6-415f-11e7-9869-bac8b446820a_story.html?hpid=hp_hp-top-table-main_trumpdebrief-730pm%3Ahomepage</a><a href="https://www.washingtonpost.com/politics/leading-from-the-side-at-nato-event-trump-waffles-again-on-us-commitments/2017/05/25/0e65f1b6-415f-11e7-9869-bac8b446820a_story.html?hpid=hp_hp-top-table-main_trumpdebrief-730pm%3Ahomepage%20%2Fstory&amp;utm_term=.92d6c5c87547" target="_blank"> %2Fstory&amp;utm_term=.92d6c5c87547</a>.</p>     <p><Sup><a name="73"></a><a href="#top73">73</a></Sup> Cf.&nbsp;LOHAUS, Phillip &ndash; &laquo;Unpredictable upsides&raquo;. In&nbsp;<i>US&nbsp;News &amp; World Report</i>. 13 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.usnews.com/opinion/articles/2017-04-13/donald-trumps-foreign-policy-unpredictability-could-be-a-benefit" target="_blank">https://www.usnews.com/opinion/articles/2017-04-13/donald-trumps-foreign-policy-unpredictability-could-be-a-benefit</a>; PHILLIPS, Tom &ndash; &laquo;Donald Trump&rsquo;s plan for China relations is to be unpredictable, adviser says&raquo;. In&nbsp;<i>The Guardian</i>. 27 de janeiro de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.theguardian.com/world/2017/jan/27/donald-trumps-plan-for-china-relations-is-to-be-unpredictable-adviser-says" target="_blank">https://www.theguardian.com/world/2017/jan/27/donald-trumps-plan-for-china-relations-is-to-be-unpredictable-adviser-says</a>; TANTER, Raymond, e STAFFORD, Ed &ndash; &laquo;On North Korea, the &ldquo;Trump doctrine&rdquo; is flexibility at its finest&raquo;. In&nbsp;<i>The Hill</i>. 17 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://origin-nyi.thehill.com/blogs/pundits-blog/foreign-policy/329086-on-north-korea-trump-knows-america-first-doesnt-mean?amp" target="_blank">http://origin-nyi.thehill.com/blogs/pundits-blog/foreign-policy/329086-on-north-korea-trump-knows-america-first-doesnt-mean?amp</a>.</p>     <p><Sup><a name="74"></a><a href="#top74">74</a></Sup> FETTWEIS, Christopher &ndash;&nbsp;<i>Making Foreign Policy Decisions</i>. New Brunswick, NJ: Transaction Publishers, 2015.</p>     <p><Sup><a name="75"></a><a href="#top75">75</a></Sup> TRUMP, Donald, e SCHWARTZ, Tony &ndash;&nbsp;<i>Trump: The Art of the Deal.</i> Nova York: Ballantine Books, 1987, p. 50.</p>     <p><Sup><a name="76"></a><a href="#top76">76</a></Sup> PHILLIP, Abby &ndash; &laquo;Trump on Syria: &ldquo;I now have responsibility&rdquo;&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 5 de abril de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/news/post-politics/wp/2017/04/05/trump-on-syria-i-now-have-responsibility/?utm_term=.dbf0643faa8b" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/news/post-politics/wp/2017/04/05/trump-on-syria-i-now-have-responsibility/?utm_term=.dbf0643faa8b</a>.</p>     <p><Sup><a name="77"></a><a href="#top77">77</a></Sup> BUTTERFIELD, Fox &ndash; &laquo;New Hampshire speech earns praise for Trump&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 23 de outubro de 1987. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.nytimes.com/1987/10/23/nyregion/new-hampshire-speech-earns-praise-for-trump.html" target="_blank">http://www.nytimes.com/1987/10/23/nyregion/new-hampshire-speech-earns-praise-for-trump.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="78"></a><a href="#top78">78</a></Sup> Ibidem.</p>     <p><Sup><a name="79"></a><a href="#top79">79</a></Sup> ORESKES, Michael &ndash; &laquo;Trump gives a vague hint of candidacy&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 2 de setembro de 1987. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.nytimes.com/1987/09/02/nyregion/trump-gives-a-vague-hint-of-candidacy.html" target="_blank">http://www.nytimes.com/1987/09/02/nyregion/trump-gives-a-vague-hint-of-candidacy.html</a>.</p>     <p><Sup><a name="80"></a><a href="#top80">80</a></Sup> Texto reproduzido em CHOKSHI, Niraj &ndash; &laquo;The 100-plus times Donald Trump assured us that America is a laughingstock&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 27 de janeiro de 2016. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/news/the-fix/wp/2016/01/27/the-100-plus-times-donald-trump-has-assured-us-the-united-states-is-a-laughingstock/?utm_term=.3ecdc610a1b1" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/news/the-fix/wp/2016/01/27/the-100-plus-times-donald-trump-has-assured-us-the-united-states-is-a-laughingstock/?utm_term=.3ecdc610a1b1</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="81"></a><a href="#top81">81</a></Sup> Para relatos da vida p&uacute;blica e pol&iacute;tica de Trump ver D&rsquo;ANTONIO, Michael &ndash;&nbsp;<i>The Truth about Trump</i>; HOCHMAN, David &ndash; &laquo;Playboy interview: Donald Trump&raquo;. <i>In&nbsp;Playboy</i>. Outubro de 2004. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.playboy.com/articles/donald-trump-interview" target="_blank">http://www.playboy.com/articles/donald-trump-interview</a>; JOHNSTON, David &ndash;&nbsp;<i>The Making of Donald Trump</i>. Nova York: Melville House Publishing, 2016; KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed</i>; PLASKIN, Glenn &ndash; &laquo;Playboy interview: Donald Trump&raquo;. In&nbsp;<i>Playboy</i>. Mar&ccedil;o de 1990. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.playboy.com/articles/playboy-interview-donald-trump1990" target="_blank">http://www.playboy.com/articles/playboy-interview-donald-trump1990</a>; USEEM, Jerry &ndash; &laquo;What does Donald Trump really want?&raquo;. In&nbsp;<i>Fortune Magazine</i>. 3 de abril de 2000. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://fortune.com/2000/04/03/what-does-donald-trump-really-want/" target="_blank">http://fortune.com/2000/04/03/what-does-donald-trump-really-want/</a>.</p>     <p><Sup><a name="82"></a><a href="#top82">82</a></Sup> TRUMP, Donald, e SHIFLETT, Dave &ndash;&nbsp;<i>Trump: The America We Deserve</i>. Los Angeles: Renaissance Books, 2000.</p>     <p><Sup><a name="83"></a><a href="#top83">83</a></Sup> Trump identificou um conjunto alargado de amea&ccedil;as entre as quais o fundamentalismo isl&acirc;mico, a miniaturiza&ccedil;&atilde;o das armas, o terrorismo e a ascens&atilde;o da China.</p>     <p><Sup><a name="84"></a><a href="#top84">84</a></Sup> GRANT, Jordan, e HALPIN, Darren &ndash; &laquo;The political costs of policy coherence: constructing a rural policy for Scotland&raquo;. In&nbsp;<i>Journal of Public Policy</i>. Vol. 26, N.&ordm; 1, 2006, pp. 21-41.</p>     <p><Sup><a name="85"></a><a href="#top85">85</a></Sup> MAY, Peter,&nbsp;et al.&nbsp;&ndash; &laquo;Policy coherence and component-driven policymaking: Arctic policy in Canada and the United States&raquo;. In&nbsp;<i>The Policy Studies Journal</i>. Vol. 33, N.&ordm; 1, 2005, pp. 37-63; MAY, Peter, SAPOTICHNE, Joshua, e WORKMAN, Samuel &ndash; &laquo;Policy coherence and policy domains&raquo;. In&nbsp;<i>The Policy Studies Journal</i>. Vol. 34, N.&ordm; 3, 2006, pp. 381-403.</p>     <p><Sup><a name="86"></a><a href="#top86">86</a></Sup> HUDSON, Valerie &ndash; &laquo;Foreign policy analysis: ator-specific theory and the ground of international relations&raquo;. In&nbsp;<i>Foreign Policy Analysis</i>. Vol. 1, N.&ordm; 1, 2005, pp. 1-30; RIPLEY, Brian &ndash; &laquo;Psychology, foreign policy, and international relations theory&raquo;. In&nbsp;<i>Political Psychology</i>. Vol. 14, N.&ordm; 3, 1993, pp. 403-416.</p>     <p><Sup><a name="87"></a><a href="#top87">87</a></Sup> GREENSTEIN, Fred &ndash;&nbsp;<i>The Presidential Difference: Leadership Style from&nbsp;FDR&nbsp;to Barack Obama.</i> Princeton: Princeton University Press, 2009, pp. 2-3; PETERSON, Paul &ndash; &laquo;The President&rsquo;s dominance in foreign policy making&raquo;. In&nbsp;<i>Political Science Quarterly</i>. Vol. 109, N.&ordm; 2, 1994, pp. 215-234.</p>     <p><Sup><a name="88"></a><a href="#top88">88</a></Sup> HOLSTI, Ole &ndash;&nbsp;<i>Making American Foreign Policy</i>. Nova York: Routledge, 2006.</p>     <p><Sup><a name="89"></a><a href="#top89">89</a></Sup> JERVIS, Robert &ndash; &laquo;Understanding beliefs&raquo;. In&nbsp;<i>Political Psychology</i>. Vol. 27,&nbsp; N.&ordm; 5, 2006, pp. 641-663; SCHAFER, Mark, e WALKER, Stephen &ndash;&nbsp;<i>Beliefs and Leadership in World Politics: Methods and Applications of Operational Code Analysis</i>. Nova York: Palgrave Macmillan, 2006.</p>     <p><Sup><a name="90"></a><a href="#top90">90</a></Sup> HERMANN, Margaret, e PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;Presidents, advisers, and foreign policy: the effect of leadership style on executive arrangements&raquo;. In&nbsp;<i>Political Psychology</i>. Vol. 15, N.&ordm; 1, 1994, pp. 75-96; PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;The President&rsquo;s inner circle: personality and leadership style in foreign policy decision-making&raquo;.&nbsp;In&nbsp;SHAPIRO, Robert, KUMAR, Martha, e JACOBS, Lawrence &ndash;&nbsp;<i>Presidential Power: Forging the Presidency for the Twenty-First Century</i>. Nova York: Columbia University Press, 2000, pp. 105-155.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="91"></a><a href="#top91">91</a></Sup> GEORGE, Alexander &ndash; &laquo;Assessing presidential character&raquo;.&nbsp;In&nbsp;GEORGE, Alexander, e GEORGE, Juliette &ndash;&nbsp;<i>Presidential Personality and Performance</i>. Boulder, CO: Westview Press, 1998, pp. 145-197; GEORGE, Alexander &ndash;&nbsp;<i>Presidential Decisionmaking in Foreign Policy: The Effective Use of Information and Advice</i>. Boulder, CO: Westview Press, 1980.</p>     <p><Sup><a name="92"></a><a href="#top92">92</a></Sup> GREENSTEIN, Fred &ndash;&nbsp;<i>The Presidential Difference</i>;&nbsp;GREENSTEIN, Fred &ndash; &laquo;The two leadership styles of William Jefferson Clinton&raquo;. In&nbsp;<i>Political Psychology</i>. Vol. 15, N.&ordm; 2, 1994, pp. 351-361.</p>     <p><Sup><a name="93"></a><a href="#top93">93</a></Sup> BARBER, James &ndash; &laquo;Classifying and predicting presidential styles: two &ldquo;weak&rdquo; presidents&raquo;. In&nbsp;<i>Journal of Social Issues</i>. Vol. 24, N.&ordm; 3, 1968, pp. 51-80; HARGROVE, Erwin &ndash; &laquo;Presidential personality and leadership style&raquo;.&nbsp;In&nbsp;EDWARDS&nbsp;III, George, KESSEL, John, e ROCKMAN, Bert &ndash;&nbsp;<i>Researching the Presidency: Vital Questions, New Approaches</i>. Pittsburgh, PA: University of Pittsburgh Press, 1993, pp. 69-109.</p>     <p><Sup><a name="94"></a><a href="#top94">94</a></Sup> NEWMANN, William &ndash; &laquo;Causes of change in national security processes: Carter, Reagan, and Bush decision making on arms control&raquo;. In&nbsp;<i>Presidential Studies Quarterly</i>. Vol. 31, N.&ordm; 1, 2001, p. 72.</p>     <p><Sup><a name="95"></a><a href="#top95">95</a></Sup> HARGROVE, Erwin &ndash; &laquo;Presidential personality and leadership style&raquo;,&nbsp;p. 76.</p>     <p><Sup><a name="96"></a><a href="#top96">96</a></Sup> GEORGE, Alexander, e GEORGE, Juliette &ndash; &laquo;The psychoanalyst and the biographer&raquo;.&nbsp;In&nbsp;GEORGE, Alexander, e GEORGE, Juliette &ndash;&nbsp;<i>Presidential Personality and Performance</i>. Boulder, CO: Westview Press, 1998, p. 18; HARGROVE, Erwin &ndash; &laquo;Presidential personality and leadership style&raquo;,&nbsp;p. 78. Para um exemplo de um estudo a aplicar a metodologia ver HARGROVE, Erwin &ndash;&nbsp;<i>Jimmy Carter as President: Leadership and the Politics of the Public Good</i>. Baton Rouge, LA: Louisiana State University Press, 1988.</p>     <p><Sup><a name="97"></a><a href="#top97">97</a></Sup> A lista foi elaborada de acordo com os fatores identificados por: GEORGE, Alexander &ndash;&nbsp;<i>Presidential Decisionmaking in Foreign Policy</i>; GREENSTEIN, Fred &ndash; &laquo;The two leadership styles of William Jefferson Clinton&raquo;; GREENSTEIN, Fred &ndash;&nbsp;<i>The Presidential Difference</i>; HERMANN, Margaret, e PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;Presidents, advisers, and foreign policy&raquo;; PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;The President&rsquo;s inner circle&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="98"></a><a href="#top98">98</a></Sup> HERMANN, Margaret, e PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;Presidents, advisers, and foreign policy&raquo;, p. 81; PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;The President&rsquo;s inner circle&raquo;, p. 108.</p>     <p><Sup><a name="99"></a><a href="#top99">99</a></Sup> GEORGE, Alexander &ndash;&nbsp;<i>Presidential Decisionmaking in Foreign Policy</i>, p. 148.</p>     <p><Sup><a name="100"></a><a href="#top100">100</a></Sup> Ver, por exemplo, D&rsquo;ANTONIO, Michael &ndash;&nbsp;<i>The Truth about Trump</i>; KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed</i>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="101"></a><a href="#top101">101</a></Sup> JOHNSTON, David &ndash;&nbsp;<i>The Making of Donald Trump,</i> pp. 51-67.</p>     <p><Sup><a name="102"></a><a href="#top102">102</a></Sup> Para um resumo dos problemas empresariais resultantes da sua ambi&ccedil;&atilde;o ver KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed,</i> pp. 188-209.</p>     <p><Sup><a name="103"></a><a href="#top103">103</a></Sup> Para uma descri&ccedil;&atilde;o de Trump sobre a natureza do talento ver&nbsp;PLASKIN, Glenn &ndash; &laquo;Playboy interview&raquo;; HOCHMAN, David &ndash; &laquo;Playboy interview: Donald Trump&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="104"></a><a href="#top104">104</a></Sup> Entrevista a Trump realizada pela revista&nbsp;<i>Time&nbsp;</i>em mar&ccedil;o de 2017 e dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://time.com/4710456/donald-trump-time-interview-truth-falsehood/" target="_blank">http://time.com/4710456/donald-trump-time-interview-truth-falsehood/</a>.</p>     <p><Sup><a name="105"></a><a href="#top105">105</a></Sup> De acordo com a entrevista no programa&nbsp;<i>Frontline.</i> A transcri&ccedil;&atilde;o da entrevista encontra-se dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.pbs.org/wgbh/frontline/article/the-frontline-interview-barbara-res/" target="_blank">http://www.pbs.org/wgbh/frontline/article/the-frontline-interview-barbara-res/</a>.</p>     <p><Sup><a name="106"></a><a href="#top106">106</a></Sup> VERTZBERGER, Yaacov &ndash;&nbsp;<i>The World in their Minds: Information Processing, Cognition and Perception in Foreign Policy Decisionmaking</i>. Stanford, CA: Stanford University Press, 2002, p. 134.</p>     <p><Sup><a name="107"></a><a href="#top107">107</a></Sup> PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;The President&rsquo;s inner circle&raquo;,&nbsp;pp. 108-109.</p>     <p><Sup><a name="108"></a><a href="#top108">108</a></Sup> De acordo com entrevistas no programa&nbsp;<i>Frontline</i>&nbsp;ao antigo vice-presidente de Trump, Plaza Casino, Jack O&rsquo;Donnell, e ao coautor do livro&nbsp;<i>The Art of the Deal</i>, Tony Schwartz. As transcri&ccedil;&otilde;es das entrevistas encontram-se dispon&iacute;veis em:&nbsp;<a href="http://www.pbs.org/wgbh/frontline/article/the-frontline-interview-jack-odonnell/" target="_blank">http://www.pbs.org/wgbh/frontline/article/the-frontline-interview-jack-odonnell/</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="http://www.pbs.org/wgbh/frontline/article/the-frontline-interview-tony-schwartz/" target="_blank">http://www.pbs.org/wgbh/frontline/article/the-frontline-interview-tony-schwartz/</a>.</p>     <p><Sup><a name="109"></a><a href="#top109">109</a></Sup> TRUMP, Donald, e SCHWARTZ, Tony &ndash;&nbsp;<i>Trump: The Art of the Deal</i>.</p>     <p><Sup><a name="110"></a><a href="#top110">110</a></Sup> SAVRANSKI, Rebecca &ndash; &laquo;GOP&nbsp;senator under impression Trump doesn&rsquo;t have clear understanding of healthcare bill: report&raquo;. In&nbsp;<i>The Hill.</i> 28 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://thehill.com/policy/healthcare/339787-gop-sen-feels-trump-doesnt-have-clear-understanding-of-healthcare-bill" target="_blank">http://thehill.com/policy/healthcare/339787-gop-sen-feels-trump-doesnt-have-clear-understanding-of-healthcare-bill</a>; THRUSH, Glenn, e HABERMAN, Maggie &ndash; &laquo;Trump the dealmaker projects bravado, but behind the scenes, faces rare self-doubt&raquo;. In&nbsp;<i>The New&nbsp;York Times.</i> 23 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/03/23/us/politics/trump-health-care-bill-regrets.html?ref=politics" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/03/23/us/politics/trump-health-care-bill-regrets.html?ref=politics</a>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="111"></a><a href="#top111">111</a></Sup> Entrevista a Jack O&rsquo;Donnell; CALABRESI, Massimo &ndash; &laquo;Inside Donald Trump&rsquo;s&nbsp;war&nbsp;against the State&raquo;. In&nbsp;<i>Time.</i> 20 de mar&ccedil;o de 2017, p. 30.</p>     <p><Sup><a name="112"></a><a href="#top112">112</a></Sup> GEORGE, Alexander &ndash;&nbsp;<i>Presidential Decisionmaking in Foreign Policy</i>, p. 148. Ver tamb&eacute;m HERMANN, Margaret, e PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;Presidents, advisers, and foreign policy&raquo;, p. 82.</p>     <p><Sup><a name="113"></a><a href="#top113">113</a></Sup> KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed</i><i>,</i> p. 3.</p>     <p><Sup><a name="114"></a><a href="#top114">114</a></Sup> GEIST, William &ndash; &laquo;The&nbsp;expanding&nbsp;empire of Donald Trump&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 8 de abril de 1984. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.nytimes.com/1984/04/08/magazine/the-expanding-empire-of-donald-trump.html?pagewanted=all" target="_blank">http://www.nytimes.com/1984/04/08/magazine/the-expanding-empire-of-donald-trump.html?pagewanted=all</a>; KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed</i>, p. 197.</p>     <p><Sup><a name="115"></a><a href="#top115">115</a></Sup> KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed</i>, p. 130.</p>     <p><Sup><a name="116"></a><a href="#top116">116</a></Sup> Para exemplos da natureza vingativa de Trump ver&nbsp;JOHNSTON, David &ndash;&nbsp;<i>The Making of Donald Trump</i>, pp. 27-32;&nbsp;KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed</i><i>,</i> p. 146.</p>     <p><Sup><a name="117"></a><a href="#top117">117</a></Sup> JOHNSTON, David &ndash;&nbsp;<i>The Making of Donald Trump</i>, p. 39.</p>     <p><Sup><a name="118"></a><a href="#top118">118</a></Sup> PLASKIN, Glenn &ndash; &laquo;Playboy interview&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="119"></a><a href="#top119">119</a></Sup> JOHNSTON, Richard &ndash;&nbsp;<i>Managing the White House: An Intimate Study of the Presidency</i>. Nova York: Harper &amp; Row Publishers, 1974.</p>     <p><Sup><a name="120"></a><a href="#top120">120</a></Sup> GEORGE, Alexander &ndash;&nbsp;<i>Presidential Decisionmaking in Foreign Policy</i>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><Sup><a name="121"></a><a href="#top121">121</a></Sup> RUCKER, Philp, e COSTA, Robert &ndash; &laquo;Inside Trump&rsquo;s White House, New York moderates spark infighting and suspicion&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 18 de mar&ccedil;o de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/politics/inside-trumps-white-house-new-york-moderates-spark-infighting-and-suspicion/2017/03/18/51e3c4d2-0b1c-11e7-a15f-a58d4a988474_story.html?utm_term=.e4e04a6eec75" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/politics/inside-trumps-white-house-new-york-moderates-spark-infighting-and-suspicion/2017/03/18/51e3c4d2-0b1c-11e7-a15f-a58d4a988474_story.html?utm_term=.e4e04a6eec75</a>.</p>     <p><Sup><a name="122"></a><a href="#top122">122</a></Sup> KRANISH, Michael, e FISCHER, Mark &ndash;&nbsp;<i>Trump Revealed</i><i>,</i> p. 191.</p>     <p><Sup><a name="123"></a><a href="#top123">123</a></Sup> Entrevista a Jack O&rsquo;Donnell.</p>     <p><Sup><a name="124"></a><a href="#top124">124</a></Sup> Ibidem, p. 179.</p>     <p><Sup><a name="125"></a><a href="#top125">125</a></Sup> USEEM, Jerry &ndash; &laquo;What does Donald Trump really want?&raquo;.</p>     <p><Sup><a name="126"></a><a href="#top126">126</a></Sup> GORDON, Michael &ndash; &laquo;Trump gives Mattis authority to send more troops to Afghanistan&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times.</i> 13 de junho de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2017/06/13/world/asia/mattisafghanistanmilitary.html?_r=0" target="_blank">https://www.nytimes.com/2017/06/13/world/asia/mattisafghanistanmilitary.html?_r=0</a>; RYAN, Missy, e JAFFE, Greg &ndash; &laquo;Military&rsquo;s clout at White House could shift&nbsp;us&nbsp;foreign policy&raquo;. In&nbsp;<i>The Washington Post</i>. 28 de maio de 2017. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="https://www.washingtonpost.com/world/national-security/military-officers-seed-the-ranks-across-trumps-national-security-council/2017/05/28/5f10c8ca-421d-11e7-8c25-44d09ff5a4a8_story.html?utm_term=.3626cf3f5077" target="_blank">https://www.washingtonpost.com/world/national-security/military-officers-seed-the-ranks-across-trumps-national-security-council/2017/05/28/5f10c8ca-421d-11e7-8c25-44d09ff5a4a8_story.html?utm_term=.3626cf3f5077</a>.</p>     <p><Sup><a name="127"></a><a href="#top127">127</a></Sup> PRESTON, Thomas &ndash; &laquo;The President&rsquo;s inner circle&raquo;, p. 111.</p>     <p><Sup><a name="128"></a><a href="#top128">128</a></Sup> Ibidem.</p>     <p><Sup><a name="129"></a><a href="#top129">129</a></Sup> NAGOURNEY, Adam &ndash; &laquo;President? Why not? Says a man at the top&raquo;. In&nbsp;<i>The New York Times</i>. 25 de setembro de 1999. Dispon&iacute;vel em:&nbsp;<a href="http://www.nytimes.com/1999/09/25/nyregion/president-why-not-says-a-man-at-the-top.html" target="_blank">http://www.nytimes.com/1999/09/25/nyregion/president-why-not-says-a-man-at-the-top.html</a>; TRUMP, Donald, e SHIFLETT, Dave &ndash;&nbsp;<i>Trump: The America We Deserve</i>.</p>     <p><Sup><a name="130"></a><a href="#top130">130</a></Sup> GREENSTEIN, Fred &ndash; &laquo;The two leadership styles of William Jefferson Clinton&raquo;.</p>     ]]></body>
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