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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Mitos e verdades sobre flexibilidade: reflexoes sobre o treinamento de flexibilidade na saúde dos seres humanos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article aims to address the views of the scientific community in regard to flexibility and stretching concerning the efficiency of preparation to perform physical exercises, the recovery process after intense training activities, and the analysis of the influence of training such skills on osteomuscular and articulatory rehabilitation. Innumerable studies have been conducted which demonstrate the benefits and harms of stretching and flexibility-gain exercises. In regard to the prevention of lesions, a number of authors maintain that stretching plays an important preventive role. However, it can be noticed that most of those who support this idea highlight stretching as an important part of training, instead of just a few preparation exercises prior to training. As far as stretching following physical strain is concerned, it seems that moderate stretching is ideal in order to prevent adaptive muscle shrinking. Therefore, stretching strained muscles with a view to gaining flexibility should not occur because fatigued muscles cannot promptly respond to the protective reflex. In treating lesions of the connective tissue, stretching is recommended for recovery of its normal length, whereas no advantages to flexibility gains are reported.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p ><b>Mitos e verdades sobre flexibilidade: reflexoes sobre o treinamento de    flexibilidade na sa&uacute;de dos seres humanos. </b></p>     <p >&nbsp;</p>     <p>Tathiane Tavares de Almeida; </p>     <p >Marcelo Nogueira Jabur</p>     <p >Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP) – Ribeirao Preto- São Paulo- Brasil.</p>     <p >&nbsp;</p>      <p ><b >RESUMO</b></p>         <p align="justify" >Este artigo procura observar o posicionamento da comunidade    científica sobre o tema flexibilidade e alongamento, no que diz respeito às    questões de eficiência na preparação para executar exercícios físicos, no processo    de recuperação após treinos intensos e, a discussão sobre a interferência do    treinamento desta capacidade na reabilitação ósteo-músculo-articular. Inúmeros    são os estudos realizados que afirmam diversos benefícios e prejuízos dos exercícios    de alongamento e ganhos de flexibilidade. Quanto à prevenção de lesões, muitos    são os autores que defendem a idéia de que o alongamento tem uma importante    ação preventiva. Porém, podemos observar que a maioria dos que são a favor desta    idéia, destacam o alongamento como parte importante do treinamento e não como    sendo apenas alguns exercícios preparatórios antes do treino. Em se tratando    de exercícios de alongamento após esforços físicos, parece que o ideal são exercícios    moderados de alongamento para evitar um encurtamento muscular, não devendo,    portanto, serem utilizados exercícios visando ganhos de flexibilidade, pois    o músculo fatigado não pode responder prontamente ao reflexo de proteção. No    tratamento das lesões do tecido conjuntivo, o alongamento está indicado para    recuperação do comprimento normal do tecido, não sendo mencionada nenhuma vantagem    em grandes ganhos de flexibilidade.</p>     <p align="justify" ><b >Palavras-chave:</b> alongamento, flexibilidade, hipomobilidade, hipermobilidade</p>        <p ></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p >&nbsp;</p>      <p ><b >Myths and trues about flexibility: reflections about the stretch training in    the health of human being</b></p>         <p ><b >ABSTRACT</b></p>      <p align="justify" >This article aims to address the views of the scientific community    in regard to flexibility and stretching concerning the efficiency of preparation    to perform physical exercises, the recovery process after intense training activities,    and the analysis of the influence of training such skills on osteomuscular and    articulatory rehabilitation. Innumerable studies have been conducted which demonstrate    the benefits and harms of stretching and flexibility-gain exercises. In regard    to the prevention of lesions, a number of authors maintain that stretching plays    an important preventive role. However, it can be noticed that most of those    who support this idea highlight stretching as an important part of training,    instead of just a few preparation exercises prior to training.  As far as stretching    following physical strain is concerned, it seems that moderate stretching is    ideal in order to prevent adaptive muscle shrinking. Therefore, stretching strained    muscles with a view to gaining flexibility should not occur because fatigued    muscles cannot promptly respond to the protective reflex. In treating lesions    of the connective tissue, stretching is recommended for recovery of its normal    length, whereas no advantages to flexibility gains are reported. </p>         <p ><b >Key words:</b> stretching, flexibility, hipomobility, hipermobility</p>     <p >&nbsp;</p>     <p >&nbsp;</p>     <p >Texto Completo disponível apenas em PDF </p>     <p>Full text only available in PDF</p>     <p >&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p >&nbsp;</p>      <p ><b >REFERÊNCIAS </b></p>      <!-- ref --><p align="justify" >1 Achour Júnior A. (1996) <i >Bases para Exercícios de Alongamento    Relacionado com a Saúde e no Desempenho Atlético</i>. Londrina: Midiograf.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000025&pid=S1646-107X200700010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p align="justify" >2 Marchand EAA.(2002) <i >Condicionamento de flexibilidade</i>.    Disponível em: <i ><a href="http://www.efdeportes.com/" target="_blank">http://www.efdeportes.com/</a> </i> Revista    Digital – Buenos Aires. 8(53). Octubre. Acesso em: 3 mar. 2004.</p>     <p align="justify" >3 Primo D. (2004) <i >Relação entre o treinamento de força    e treinamento de flexibilidade.</i> Disponível em: <i ><a href="http://www.cdof.com.br/along7.htm" target="_blank">http://www.cdof.com.br/along7.htm</a></i>.    Acesso em: 3 mar. 2004.  </p>     <p align="justify" >4 Alter MJ. (1999)<b > </b><i >Ciência da Flexibilidade</i>.    Porto Alegre: Artmed.</p>     <p align="justify" >5 Farinatti PTV. (2000) Flexibilidade e esporte: uma revisão    de literatura. <i >Rev Paul Ed Fís.</i> 14(1):85-96. </p>     <p align="justify" >6 Wilson GJ. (2004) <i >Muscle: Stiffness and Flexibility: Implications for Performance Enhancement and    Injury Prevention</i><b >.</b> Disponível em: <i><a href="http://www.sportsci.org/" target="_blank">http://www.sportsci.org</a></i></a>.    Acesso em: 3 mar. 2004.</p>     <p align="justify" >7 Cunha FA. (2004) <i >Características, importância e treinamento    da flexibilidade no futebol</i>. Disponível em: <i ><a href="http://www.cdof.com.br/futebol5.htm" target="_blank">http://www.cdof.com.br/futebol5.htm</a></i>.    Acesso em 10 mar. 2004.</p>     <p align="justify" >8 Geoffroy C. (2001) <i >Alongamento para todos</i>. São Paulo:    Manole.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" >9 Achour Jr A. (2004)<b > </b><i >Flexibilidade e Alongamento:    Saúde  e Bem-estar</i>, São Paulo : Manole.</p>     <p align="justify" >10 Hall CM; Brody LT. (2001)<b > </b><i >Exercício Terapêutico    na Busca da Função</i>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan .</p>     <p align="justify" >11 Gomes AC; Monteiro GA; Vianna PM. (1997) Alongamento. <i >Treinamento    Desportivo.</i> 2:91-94.</p>     <p align="justify" >12 (2004). <i >Study finds no evidence that stretching prevents injuries.</i> Medical Letter    on the CDC &amp; FDA 25:24.</p>     <p align="justify" >13 Deardorff J. (2004) <i >When Stretching, Take It Easy, Don’t Simple Let’er Rip</i>. Knight Ridder / Tribune    News Service. April 16.</p>     <p align="justify" >14 Amako M; Oda T; Masuoka K; Yokoi H; Campisi P. (2003).    Effect of Static Stretching on Prevention of Injuries for Military Recruits.    <i >Mil. Med.</i> 168.</p>     <p align="justify" >15 Dantas EHM. (2003)<b > </b><i >A Prática da Preparação    Física</i>. Rio de Janeiro: Shape.</p>     <p align="justify" >16 Achour Júnior A. (1997)<b > </b><i >Avaliando a flexibilidade:    manual de instruções</i>. Londrina: Midiograf.</p>     <p align="justify" >17 Kisner C; Colby LA. (1998) <i >Execícios Terapêuticos</i><b >.</b>    São Paulo: Manole. </p>     <p align="justify" >18 Bradford M. (2004) <i >Lifestyle: The benefits of stretching</i>.    Europe Intelligence Wire 5.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" >19 Yessis M. (2004) Getting Spine – Specific With Stretching    And Strengthening. <i >Run &amp; FitNews.</i> 5(1):22.</p>     <p align="justify" >20 Tribastone F. (2001)<b > </b><i >Tratado de Exercícios    Corretivos Aplicados à Reeducação Postural</i>. São Paulo: Manole.</p>     <p align="justify" >21 Gashu BM; Marques AP; Ferreira EAG; Matsutani LA. (2001)    Eficácia da estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) e dos exercícios    de alongamento no alívio da dor e na melhora da qualidade de vida de pacientes    com fibromialgia. <i >Rev. Fisioter. Univ. São Paulo.</i> 8:57-64.</p>     <p align="justify" >22 Marques AP; Mendonça LLF; Cossermelli W. (1994) Alongamento    muscular em pacientes com fibromialgia à partir de um trabalho de reeducação    postural global (RPG). <i >Rev .Bras. Reumatol. </i>34:232-4.</p>     <p align="justify" >23 Valim V. (2004) <i >Estudo dos efeitos do condicionamento    aeróbio e do alongamento na fibromialgia.</i> Disponível em: <i ><a href="http://bases.bvs.br/public/scripts/php/page_show_main.php?home=true&lang=pt&form=simple" target="_blank">http://bases.bireme.Br/cgibin/wxislind.exe/iah/online</a></i>.    Acesso em:10 mar. 2004.</p>     <p align="justify" >24 Andrews JR; Harrelson G L; Wilk KE. (2000)<i> Reabilitação    Física nas Lesões Desportivas</i>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.</p>     <p align="justify" >&nbsp;</p>     <p align="justify" ></p>        <p >Data de submissão: Setembro 2005</p>        <p >Data de Aceite: Dezembro 2006</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p >&nbsp;</p>        <p ><b>Correspondência</b></p>       <p >Tathiane Tavares de Almeida</p>     <p >Rua Arnaldo Victaliano n.1800 apto.11</p>     <p >Iguatemi – Ribeirão Preto</p>     <p >14.091-220</p>     <p ><a href="mailto:tathianealmeida@hotmail.com">tathianealmeida@hotmail.com</a></p>     <p >&nbsp;</p>         ]]></body><back>
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