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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Proposta de uma equação de regressão para estimar o pico da frequência cardíaca ou a frequência cardíaca máxima de esforço em indoor cycling]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Porto Faculdade de Desporto ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Background: one of the most successful academy modalities is the Indoor Cycle (IC), however, the effort control intensity isn’t always carried through, and when it is, it appeals to a universal formula that might have underlying a gross error. Objectives: (1) suggesting an equation to determine the Peak of FC or FC max E to be applied in the classes of IC and (2) comparing the formula suggested by us together with the ACSM (2006) propositions, Fox et al (1991) Tanaka (2001). Methodology: the sample is constituted by 135 adults (33 ± 9 years), who practise Indoor Cycling, for about 6 months and apparently healthy according to ACSM (2002) criterie. During a class, it was suggested a protocol of evaluation of the peak of FC or FCmaxE, suggested by Garganta and Roig (2005). The data were collected with a Polar Team System TM, in the “Stress Out”, “Paços Health Club”, “Bfree Fitness Club” and “Academy Impact” academies. Results: according to the analysis to the regression coefficients, the following equation come up: FCmaxE (IC) =205-0,7*Idade, (r=0,61, r2=0,36, epe=7,5 bpm). Discussion: we verified that there are significant differences between the estimated formula during the Indoor Cycle classes and currently and used formulas and the regression equations must be understood as you specify and not universal.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b></B><b>Proposta de uma equa&ccedil;&atilde;o de regress&atilde;o para estimar    o pico da frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca ou a frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca    m&aacute;xima de esfor&ccedil;o em <em>indoor cycling</em></B></P>     <p>&nbsp;</P>     <p><b>Leandro Abreu Pereira </B></P>     <p><b>Rui Manuel  Garganta</B></P>     <p>&nbsp;</P>     <p>Faculdade  de Desporto, Universidade do Porto, Porto, Portugal</P>     <p><b>&nbsp;</B></P>     <p><B>Resumo</B> </P>     <p><b>Introdução:</B> uma das modalidades de academia que maior sucesso  tem conquistado é o I<i>ndoor Cycle</I>  (IC), no entanto, o controlo da intensidade do esforço nem sempre é realizado e  quando o é, recorre a uma fórmula universal que pode ter subjacente um erro  grosseiro. <b>Objectivos:</B> (1) sugerir  uma equação para determinar a frequência cardíaca máxima de esforço  (FC<SUB>máx</SUB>E) ou Pico de FC passível de ser aplicada nas aulas de IC e (2)  comparar a fórmula por nós sugerida com as propostas pelo ACSM (2006), Fox et al  (1991) Tanaka (2001). <b>Metodologia:</B> a  amostra é constituída por 135 adultos (33 ± 9 anos), praticantes de Indoor  Cycling, há pelo menos 6 meses e aparentemente saudáveis segundo os critérios do  ACSM (2002). Durante a aula foi sugerido um protocolo de avaliação da  FC<SUB>máx</SUB>E, apresentado por Garganta e Roig (2005). Os dados foram  recolhidos com um <i>Polar Team  System<SUP>TM</SUP></I><SUP>,</SUP>, nos ginásios “Stress Out”,<i> “</I>Paços Health Club”, “Bfree Fitness  Club” e “Academia Impacto”. A equação de previsão foi elaborada com base na  regressão linear simples, para um nível de significância de 0.05. <b>Resultados:</B> de acordo com a análise aos  coeficientes de regressão, a fórmula que sugerimos é a seguinte:  FC<SUB>máx</SUB>E<SUB>(IC)</SUB>=205-0,7*Idade, (r=0,61, r<SUP>2</SUP>=0,36,  epe=7,5 bpm). <b>Discussão:</B> tal como  vem referenciado na literatura, as equações de regressão devem ser entendidas  como especificas e não universais, visto que há diferenças significativas entre  a fórmula estimada durante as aulas de <i>Indoor Cycle</I> e as habitualmente  sugeridas na literatura.</P>     <p><b>Palavras-Chave</B>: Cárdio-vascular; Frequência cardíaca; <i>Indoor Cycle</I></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P>     <p><b>Proposition of a regression equation of peak heart rate for indoor clycling</B></P>     <p><b>&nbsp;</B></P>     <p><b>Abstract</B></P>     <p><b>Background:</B> one of the most  successful academy modalities is the Indoor Cycle (IC), however, the effort  control intensity isn’t always carried through, and when it is, it appeals to a  universal formula that might have underlying a gross error. <b>Objectives:</B> (1) suggesting an equation to determine the Peak of FC or FC max E to be applied in the  classes of IC and (2) comparing the formula suggested by us together with the  ACSM (2006) propositions, Fox et al (1991) Tanaka (2001). <b>Methodology:</B> the sample is constituted  by 135 adults (33 ± 9 years), who practise Indoor Cycling, for about 6 months  and apparently healthy according to ACSM (2002) criterie. During a class, it was  suggested a protocol of evaluation of the peak of FC or FC<SUB>max</SUB>E,  suggested by Garganta and Roig (2005). The data were collected with a Polar Team  System TM, in the “Stress Out”, “Paços Health Club”, “Bfree Fitness Club” and  “Academy Impact” academies. <b>Results:</B>  according to the analysis to the regression coefficients, the following equation  come up: FC<SUB>max</SUB>E (IC) =205-0,7*Idade, (r=0,61, r2=0,36, epe=7,5 bpm).  <b>Discussion:</B> we verified that there  are significant differences between the estimated formula during the Indoor  Cycle classes and currently and used formulas and the regression equations must  be understood as you specify and not universal. </P>     <p><b>Key-words</B>: Cardio-vascular; Heart Rate; Indoor Cycle</P>     <p><b>&nbsp;</B></P>     <p><b>&nbsp;</B></P>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF </P>     <P>Full text only available in PDF</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>&nbsp;</B></P>     <p><b>&nbsp;</B></P>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</B></P>     <p>1. American College of Sports Medicine (1990). The Recommended quantity and    quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory and muscular    fitness in health adults. Med Sci Sports Exercise. </P>     <!-- ref --><p>2.<SUP>  </SUP>American College of Sports Medicine  (1995). <i>Guidelines for exercise testing  and prescription</I> (5 ed.). Philadelphia: Williams &amp; Wilkins.  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000027&pid=S1646-107X200700020001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>3. American College of Sports Medicine (2002).  <i>Guidelines for exercise  testing and prescription</I> (5 ed.). Philadelphia: Williams &amp;  Wilkins.</P>     <p>4. American College of Sports Medicine . (2006). <i>Guidelines for exercise testing and  prescription</I>. (7 ed.). Philadelphia:  Lippincott Williams &amp; Wilkins.</P>     <p>5. Fox E. (1991). <i>Bases fisiológicas da educação física e dos  desportos</I>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.</P>     <p>6. Garganta R. (2000). <i>Caracterização do esforço e efeitos  induzidos pela prática de actividades de academia na Aptidão Física e no  Auto-conceito Físico: Estudo realizado em adultos jovens do sexo feminino  praticantes de Ginástica Aeróbica, Musculação e Cardiofitness</I>. Dissertação  de Doutoramento. Porto: Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da  Universidade do Porto.</P>     <p>7.<SUP> </SUP>Garganta R. (2005) <i>Guia Prático de Avaliação Física em  Ginásios, Academias e Health Clubs</I>. Cacém: Manz  Produções.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>8.<SUP>  </SUP>McArdle WD; Katch FI; Katch V. (1998). <i>Fisiologia  do exercício: Energia, Nutrição e Desempenho Humano</I>. (4 ed) Rio de Janeiro: Guanabara Koogan..  </P>     <p>9. Pollock ML, Wilmore JH. (1993) <i>Exercícios na saúde e na doença. Avaliação e  prescrição para prevenção e reabilitação</I>. (2 ed) Rio de Janeiro:  MEDSI.</P>     <p>10. Rasoilo J. (1998). Utilização de monitores de FC  no controle do treino. <i>Revista Treino  Desportivo</I>. 1(5):39-44.</P>     <p>11. Robergs R; Roberts S. (1996). <i>Exercise Physiology:exercise performance and  clinical applications</I>. St. Louis: Missouri:Mosby. </P>     <p>12. Roig J, Garganta R (2005). <i>Caracterização do esforço e elaboração de  uma estratégia para a determinação de zonas alvo de treino em R P M. Lisboa: Manz  Produções.</I></P>     <p>13. Tanaka H.  (2001). Age-predicted maximal heart rate revisited. <i>J Am Col Card</I>. 37  (1):153-156.</P>     <p>14.<SUP>  </SUP>Wilmore J; Costill D. (1998). <i>Fisiologia del esfuerzo y del  deporte</I>.Barcelona:  Paidotribo.</P>     <p>15.<SUP> </SUP>Wilmore J; Costill D. (1999). <i>Physiology of sport and exercise</I>    (2 ed.). Champaign: Human Kinetics Publishers.</P>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Data de submissão:</B> Dezembro 2007</P>     <p><b>Data de Aceite:</B> Abril 2007</P>     <p><b>&nbsp;</B></P>     <p><b>&nbsp;</B></P>     <p><b>Correspondência:</b></P>     <p>Leandro Abreu Pereira, </P>     <p>Rua Padre António Vieira, 2ºD, nº 32, 4425 – 702, </P>     <p>Pedrouços. </P>     <p><A  href="mailto:Leandro_acores@hotmail.com">Leandro_acores@hotmail.com</A></P>      ]]></body><back>
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<collab>American College of Sports Medicine</collab>
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