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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Intensidade do Negativismo e Autoconfiança em Jogadores de Futebol Profissionais Brasileiros]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of the present study was to analyse Brazilian soccer players’ levels of negativity and self-confidence regarding distinct competitive levels and game positions. We also pretended determine the magnitude and direction of the association between the dependent variables (negativity and self-confidence) and the athlete’s age and sport experience. A sample of 529 Brazilian professional soccer players completed the negativity and self-confidence subscale of a Portuguese version of the Competitive State Anxiety Inventory - 2 (CSAI-2) 24. While comparing groups we used independent samples t-test (for 2 subgroups) and ANOVA with the Scheffé post-hoc (for 3 or more subgroups). Pearson product-moment coefficients were calculated to determine the association between variables. Main results demonstrated that the national league players reported lower negativity and higher self-confidence than regional league players. When distinct performance levels were analysed also considering the athlete’s division, 2nd regional league soccer players presented higher negativity than those from the 2nd national league and lower self-confidence than those from both national divisions. Negativity and self-confidence pre-competitive levels didn’t differ according distinct game positions. Age and sport experience correlated negatively with negativity levels before competition. Overall, it’s suggested the need to interpret the negativity symptoms direction for a better acknowledgement of this emotion in the sport’s context.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b>Intensidade do Negativismo e Autoconfiança em Jogadores de    Futebol Profissionais Brasileiros</b></P>     <p>&nbsp;</P>     <p align="center">José Vasconcelos-Raposo<SUP>1</SUP></P>     <p align="center">Eduarda Maria Coelho<SUP>1</SUP></P>     <p align="center">Álvaro Cielo Mahl <SUP>2</SUP></P>     <p align="center">Helder Miguel Fernandes <SUP>1</SUP></P>     <p align="center">&nbsp;</P>     <p align="center"><sup>1</sup> Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento    Humano da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)</P>     <p align="center"><sup>2</sup> Universidade do Oeste de Santa Catarina (Brasil)</P>      <p>&nbsp;</P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><B>RESUMO</B></P>      <p align="justify"> O objectivo deste estudo foi comparar os jogadores de futebol    Brasileiros de vários níveis competitivos e consoante a posição em que jogam,    relativamente à intensidade do negativismo e da autoconfiança. Também, pretendemos    verificar o grau de associação entre ambas as variáveis, a idade e o tempo de    experiência.</P>     <p align="justify"> A amostra foi constituída por 529 jogadores de futebol profissional    Brasileiros de vários níveis competitivos. Foi utilizada uma adaptação do <i>Competitive    State Anxiety Inventory – 2</I> (CSAI-2) <SUP>24</SUP>, recorrendo apenas às    escalas de negativismo e autoconfiança. Na comparação dos grupos usou-se o teste    <I>t</I> para amostras independentes e a <I>ANOVA</I> (teste <I>p</I><i>ost-hoc    Scheffé</I>) e o coeficiente de correlação de <I>Pearson</I> para verificar    o grau de associação entre as variáveis.</P>     <p align="justify"> Os resultados demonstraram que os jogadores de nível nacional    apresentaram valores inferiores de negativismo e superiores de autoconfiança    comparativamente aos de nível regional. Quando se analisou os diferentes níveis    de rendimento, considerando também a divisão em que o atleta compete, verificou-se    que os atletas da 2ª divisão regional apresentaram valores superiores de negativismo    do que os da 2ª divisão nacional e valores inferiores de autoconfiança comparativamente    aos jogadores de ambas as divisões de nível nacional. Os valores de negativismo    e autoconfiança vivenciados pelos jogadores antes da competição são semelhantes,    independentemente da posição que o atleta ocupa em jogo. A idade e a experiência    desportiva dos atletas parecem também determinar os níveis de negativismo vivenciados    antes da competição, verificando-se uma associação negativa entre estas variáveis.    É sugerida a interpretação direccional dos sintomas do negativismo, para uma    melhor compreensão deste estado no contexto desportivo.</P>      <p><b>Palavras-chave:</B> negativismo, autoconfiança, futebolistas  profissionais brasileiros</P>      <p>&nbsp;</P>      <p><B>Intensity of negativity and self-confidence in brazilian soccer player</B></P>      <p><B>ABSTRACT</B></P>      <p align="justify"> The purpose of the present study was to analyse Brazilian    soccer players’ levels of negativity and self-confidence regarding distinct    competitive levels and game positions. We also pretended determine the magnitude    and direction of the association between the dependent variables (negativity    and self-confidence) and the athlete’s age and sport experience.</P>     <p align="justify"> A sample of 529 Brazilian professional soccer players completed    the negativity and self-confidence subscale of a Portuguese version of the <i>Competitive    State Anxiety Inventory – 2</I> (CSAI-2) <SUP>24</SUP>. While comparing groups    we used independent samples t-test (for 2 subgroups) and <I>ANOVA</I> with the    <I>Scheffé post-hoc</I> (for 3 or more subgroups). <I>Pearson</I> product-moment    coefficients were calculated to determine the association between variables.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"> Main results demonstrated that the national league players    reported lower negativity and higher self-confidence than regional league players.    When distinct performance levels were analysed also considering the athlete’s    division, 2<SUP>nd</SUP> regional league soccer players presented higher negativity    than those from the 2<SUP>nd</SUP> national league and lower self-confidence    than those from both national divisions. Negativity and self-confidence pre-competitive    levels didn’t differ according distinct game positions. Age and sport experience    correlated negatively with negativity levels before competition. Overall, it’s    suggested the need to interpret the negativity symptoms direction for a better    acknowledgement of this emotion in the sport’s context.</P>      <p><b>Key-words:</B> negativity, self-confidence, Brazilian professional soccer players</P>      <p>&nbsp;</P>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</P>     <p>&nbsp;</P>      <p><b>REFERÊNCIAS</B></P>      <!-- ref --><p>1. Bandura, A. (1997). <i>Self-efficacy: The exercise of  control</I>. New York: W. H. Freeman and Company.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000030&pid=S1646-107X200700030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>2. Barbosa, L., &amp; Cruz, J. (1997). Estudo do stress,  da ansiedade e das estratégias de confronto psicológico no andebol de alta  competição. <i>Psicologia: Teoria, Investigação e Prática, 3</I>, 523-548.</P>      <p>3. Burton, D. (1998). Measuring competitive state  anxiety. In J. Duda (Ed.), <i>Advances in sport and exercise psychology  measurement </I>(pp. 129-148). Morgantown: Fitness Information  Technology.</P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>4. Carvalho, F., &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (1998).  <i>Caracterização do perfil psicológico de  prestação do jogador de futebol (nos diferentes campeonatos nacionais, 1ª  divisão, 2ª divisão de honra, 2ª divisão B e 3ª divisão nacional).</I>  Unpublished monografia de licenciatura, Universidade de Trás-os-Montes e Alto  Douro, Vila Real.</P>      <p>5. Coelho, E. M., Vasconcelos-Raposo, J., &amp;  Fernandes, H. M. (no prelo). <i>Análise  factorial confirmatória de uma versão portuguesa do CSAI-2</I>. Unpublished  manuscript, Vila Real.</P>      <p>6. Craft, L.,  Magyar, M., Becker, B., &amp; Feltz, D. (2003). The relationship between the  Competitive State Anxiety Inventory-2 and sport performance: A meta-analysis.  <i>Journal of Sport &amp; Exercise Psychology,  25</I>, 44-65.</P>      <p>7. Cruz, J. (1996). Stress, ansiedade e competências  psicológicas nos atletas de elite e de alta competição: Um estudo da sua relação  e impacto no rendimento e no sucesso desportivo. <i>Psicologia: Teoria, Investigação e Prática,  1</I>, 161-192.</P>      <p>8. Cruz, J. (1996). <i>Stress, ansiedade e rendimento na competição  desportiva.</I> Universidade do Minho, Braga.</P>      <p>9. Cruz, J., &amp; Caseiro, J. (1997). <i>Competências psicológicas e sucesso  desportivo no voleibol de alta-competição.</I> Paper presented at the I Encontro  Internacional de Psicologia Aplicada ao Desporto e à Actividade Física,  Braga.</P>      <p>10. Davis, J.,  &amp; Cox, R. (2002). Interpreting direction of anxiety within Hanin's  individual zone of optimal functioning. <i>Journal of Applied Sport Psychology, 14</I>,  43-52.</P>      <p>11. Durand-Bush,  N., Salmela, J., &amp; Green-Demers, I. (2001). The Ottawa Mental Skills  Assessment Tool (OMSAT-3). <i>The Sport  Psychologist, 15</I>, 1-19.</P>      <p>12. Golby, J.,  &amp; Sheard, M. (2004). Mental toughness and hardiness at different levels of  rugby league. <i>Personality and Individual  Differences, 37</I>, 933-942.</P>      <p>13. Gould, D.,  Eklund, R., &amp; Jackson, S. (1992). 1988 U.S. Olympic wrestling excellence: I.  Mental preparation, precompetitive cognition, and affect <i>The Sport Psychologist, 6</I>,  358-382.</P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>14. Gould, D.,  Eklund, R., &amp; Jackson, S. (1992). 1988 U.S. Olympic wrestling excellence:  II. Thoughts and affect occurring during competition <i>The Sport Psychologist, 6</I>,  383-402.</P>      <p>15. Hanton, S.,  Thomas, O., &amp; Maynard, I. (2004). Competitive anxiety responses in the week  leading up to competition: The role of intensity, direction and frequency  dimensions. <i>Psychology of Sport and  Exercise, 5</I>, 169-181.</P>      <p>16. Highlen, P.,  &amp; Bennett, B. (1983). Elite divers and wrestlers: A comparison between open-  and closed-skill athletes. <i>Journal of  Sport Psychology, 5</I>, 390-409.</P>      <p>17. Jones, G.,  &amp; Hanton, S. (2001). Pre-competitive feeling states and directional anxiety  interpretations. <i>Journal of Sports  Sciences, 19</I>, 385-395.</P>      <p>18. Jones, G.,  &amp; Swain, A. (1992). Intensity and direction as dimensions of competitive  state anxiety and relationships with competitiveness. <i>Perceptual and Motor Skills, 74</I>,  467-472.</P>      <p>19. Jones, G.,  &amp; Swain, A. (1995). Predispositions to experience debilitative and  facilitative anxiety in elite and nonelite performers. <i>The Sport Psychologist, 9</I>,  201-211.</P>      <p>20. Jones, G.,  Swain, A., &amp; Hardy, L. (1993). Intensity and direction dimensions of  competitive state anxiety and relationships with performance. <i>Journal of Sports Sciences, 11</I>,  525-532.</P>      <p>21. Krane, V.,  &amp; Williams, J. (1994). Cognitive anxiety, somatic anxiety, and confidence in  track and field athletes: The impact of gender, competitive level and task  characteristics. <i>International Journal of  Sport Psychology, 25</I>, 203-217.</P>      <p>22. Mahl, A.,  &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (2005). <i>Perfil  psicológico de prestação, orientações cognitivas e negativismo do jogador  brasileiro de futebol profissional.</I>  Unpublished dissertação de mestrado, Universidade de Trás-os-Montes e Alto  Douro, Vila Real.</P>      <p>23. Martens, R.  (1977). <i>Sport competition anxiety  test</I>. Champaign: Human Kinetics.</P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>24. Martens, R.,  Burton, D., Vealey, R., Bump, L., &amp; Smith, D. (1990). Development and  validation of the Competitive State Anxiety Inventory - 2 (CSAI-2). In R.  Martens, R. Vealey &amp; D. Burton (Eds.), <i>Competitive anxiety in sport</I> (pp.  117-213). Champaign: Human Kinetics.</P>      <p>25. Martens, R.,  Vealey, R., &amp; Burton, D. (1990). <i>Competitive anxiety in sport</I>. Champaign:  Human Kinetics.</P>      <p>26. Perry, J.,  &amp; Williams, J. (1998). Relationship of intensity and direction of  competitive trait anxiety to skill level and gender in tennis. <i>The Sport  Psychologist, 12</I>,  169-179.</P>      <p>27. Rodrigues, R., &amp; Cruz, J. (1997).  Auto-confiança, ansiedade e rendimento na natação de alta competição: Estudo com  os atletas de elite nacional. <i>Psicologia:  Teoria, investigação e prática, 3</I>, 491-521.</P>      <p>28. Salgado, M., &amp; Baptista, A. (1999). <i>Ansiedade e competências de coping em  atletas de ténis de mesa.</I> Unpublished dissertação de mestrado, Universidade  Técnica de Lisboa, Lisboa.</P>      <p>29. Silva, D., &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (2002).  <i>Perfil psicológico de prestação e  orientação cognitiva do jogador de futsal.</I> Unpublished monografia de  licenciatura, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila  Real.</P>      <p>30. Silva, M., &amp; Coelho, E. (2006). <i>Orientação motivacional e negativismo  competitivo em praticantes de canoagem de elite.</I> Unpublished monografia de  licenciatura, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila  Real.</P>      <p>31. Silva, P., &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (1997).  <i>Duplicação do estudo das diferenças de  perfil psicológico de prestação, ansiedade e orientação cognitiva entre quatro  equipas juvenis de basquetebol segundo a classificação obtida.</I> Unpublished  monografia de licenciatura, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila  Real.</P>      <p>32. Simões, P., &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (1995).  <i>Diferenças de perfil psicológico de  prestação, ansiedade e orientação cognitiva entre quatro equipas juvenis de  basquetebol, segundo a classificação obtida.</I> Unpublished monografia de  licenciatura, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila  Real.</P>       <p>33. Tabachnick,  B., &amp; Fidell, L. (1996). <i>Using  multivariate statistics</I> (3ª ed.). Northridge: HarperCollins College  Publishers.</P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>34. Taylor, J.  (1996). Intensity regulation and athletic performance. In J. Raalte &amp; B.  Brewer (Eds.), <i>Exploring sport and  exercise psychology</I> (pp. 75-106). Washington: American Psychological  Association.</P>      <p>35. Thomas, P.,  &amp; Over, R. (1994). Psychological and psychomotor skills associated with  performance in golf. <i>The Sport Psychologist, 8</I>, 73-86.</P>      <p>36. Vasconcelos-Raposo, J. (1993). <i>Os factores psico-sócio-culturais que  influenciam e determinam a busca da excelência pelos atletas de elite desportiva  portuguesa.</I> Unpublished Tese de Doutoramento, Universidade de Trás-os-Montes  e Alto Douro, Vila Real.</P>      <p>37. Vasconcelos-Raposo, J. (2000). Explorando as  limitações do conceito de ansiedade no desporto. <i>ALEU: Revista de Desporto da UTAD, 2</I>,  47-66.</P>      <p>38. Vasconcelos-Raposo, J. (2002). Motivação para a  competição e treino: O caso das selecções portuguesas de natação. In O.  Gonçalves &amp; J. Vasconcelos-Raposo (Eds.), <i>Estudos de psicologia do desporto e  saúde</I> (pp. 71-87). Montes Claros: Funorte.</P>      <p>39. Vasconcelos-Raposo, J. (2005). Motivação para a  competição e treino: O caso das selecções portuguesas de natação. <i>Estudos de Psicologia do Desporto, Saúde e  Actividade Física, 1</I>, 67-84.</P>      <p>40. Vasconcelos-Raposo, J. (Ed.). (1995). <i>Diferenças por classificação no nível de  ansiedade cognitiva, somática e auto-confiança</I>: UTAD.</P>      <p>41. Vasconcelos-Raposo, J., &amp; Aranha, A. (2000).  Algumas considerações sobre o treino mental. In J. Garganta (Ed.), <i>Horizontes e órbitas no treino de jogos  desportivos</I> Porto: Faculdade de  Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do  Porto.</P>      <p>42. Vealey, R.  (1986). Conceptualization of sport-confidence and competitive orientation:  Preliminary investigation and instrument development. <i>Journal of  Sport Psychology, 8</I>,  221-246.</P>      <p>43. Weinberg, R., &amp; Gould, D. (2001). <i>Fundamentos da psicologia do esporte e do  exercício</I> (2ª ed.). Porto Alegre: Artmed.</P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P>     <p>Data de submissão: <b>Maio 2007</B></P>     <p>Data de Aceite: <b>Julho 2007</B></P>      <p>&nbsp;</P>     <p>Correspondência:</P>     <p>José Vasconcelos-Raposo</P>     <p>Rua Dr. Manuel Cardona</P>     <p>5000–558 Vila Real. Portugal</P>     <p>E-mail: <a href="mailto:j.vasconcelos.raposo@gmail.com">j.vasconcelos.raposo@gmail.com</a>  </P>       ]]></body><back>
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<surname><![CDATA[Bandura]]></surname>
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