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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência do Alongamento no Estresse pré-competitivo em jogadores de futebol da categoria juvenil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Educação Física ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Soccer show a series of stress-generated situations. The streatching may contribut to decrease this stress negative effects. The pre-competitive moment is stress generator. Yhe objetive of this study was to verify the effects of strectch on pre-competitive stress in soccer players. To this, 17 juvenile soccer players were allocated into two groups: control group (CG) and strecth group (SG). All participants responsed to TEF (Stress soccer test) and GA stretching during 30 minutes while GC not realized any physical activity. After this, both groups responded to TEF and was inverted in the next game. The situations “sleep badly on previous night” and “Be damaged for arbitrator” was avaliated with more negative reponses while “ Himself charged to win” and “ The adversary is the favourite” was was avaliated with more positive reponses. SG showed positive avaliations increased copared to CG, decreased on nule response and decreased on -1 and -3 responses. GC showed decrease in -2 responses. Concluded that pre-competitive situation modify negatively the athletes avaliation while the strecth interfere positively in front the avaliation of stressor situations in juvenile players.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b>Influência do Alongamento no Estresse pré-competitivo em    jogadores de futebol da categoria juvenil </b></p>     <p align="center">&nbsp;</P>     <p align="center"> José Alexandre Curiacos de Almeida Leme<SUP>1</SUP>,  </P>     <p align="center">Ricardo Augusto Barberi <SUP>2</SUP>,&nbsp; </P>     <p align="center">Karina Junqueira Curiacos <SUP>3</SUP>, </P>     <p align="center">Priscila Valim Rogatto <SUP>4</SUP></P>     <p><SUP>&nbsp;</SUP></p>     <p align="center"><SUP>&nbsp;1 </SUP>Mestrando - Departamento de Educação Física,    UNESP - Rio Claro, Brasil.</p>     <p align="center"> <SUP>2</SUP> Graduando - Departamento de Educação Física, UNESP    - Rio Claro, Brasil.</P>     <p align="center"> <SUP>3</SUP> Graduada -&nbsp; Faculdade de Psicologia, Unimep    - Piracicaba, São Paulo, Brasil. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"> <SUP>4</SUP> Docente - Departamento de Educação Física, UFMG    - Cuiabá- Mato Grosso, Brasil. </P>     <p align="center">&nbsp;</P>     <p align="center">&nbsp;</P>     <p><b>RESUMO</b></P>     <p>O futebol apresenta uma séria de situações geradoras de estresse. O momento    pré-competitivo é altamente gerador de estresse. O alongamento pode contribuir    para diminuir estes efeitos negativos do estresse. O objetivo deste estudo foi    verificar os efeitos do alongamento no estresse pré-competitivo de jogadores    de futebol. Participaram deste estudo 17 atletas juvenis, distribuídos em dois    grupos: Grupo Controle (GC) e Grupo Alongamento (GA). Todos responderam ao TEF    e, em seguida, o GA praticou 30 minutos de alongamento enquanto o GC vivenciou    as situações habituais sem realização de atividade física. Logo após, os dois    grupos responderam novamente ao TEF, sendo invertidos os grupos na partida seguinte.    As situações “Dormir mal a noite anterior ao jogo” e “Ser prejudicado pelos    juizes” foram avaliadas com respostas mais negativas enquanto “Cobrança de si    mesmo&nbsp; para ganhar” e “O time adversário é o favorito” foram avaliadas    como respostas mais positivas. O GA obteve aumento no número de avaliações positivas    comparado ao GC, diminuição no nulo e diminuição na resposta –1 e –3, enquanto    o GC obteve diminuição no valor –2. Conclui-se que a situação pré-competitiva    modifica negativamente a avaliação dos atletas enquanto o alongamento interfere    positivamente frente à avaliação das situações estressoras em jogadores juvenis.</P>     <p><B>Palavras chave:</B> Alongamento, estresse e futebol</P>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     <p> <b>Stretch influence on pre-competitive stress on juvenile soccer players</b></p>     <p><b>ABSTRACT</b></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Soccer show a series of stress-generated situations. The streatching may contribut    to decrease this stress negative effects. The pre-competitive moment is stress    generator. Yhe objetive of this study was to verify&nbsp; the effects of strectch    on pre-competitive stress in soccer players. To this, 17 juvenile soccer players    were allocated into two groups: control group (CG) and strecth group (SG). All    participants responsed to TEF (Stress soccer test) and GA stretching during    30 minutes while GC not realized any physical activity. After this, both groups&nbsp;    responded to TEF and was inverted in the next game. The situations “sleep badly    on previous night” and “Be&nbsp; damaged for arbitrator” was avaliated with    more negative reponses while “ Himself charged to win” and “ The adversary is    the favourite”&nbsp; was was avaliated with more positive reponses. SG showed    positive avaliations increased copared to CG, decreased on nule response and    decreased on –1 and –3 responses. GC showed decrease in –2 responses. Concluded    that pre-competitive situation modify negatively the athletes avaliation while    the strecth interfere positively in front the avaliation of stressor situations    in juvenile players. </P>     <p><b>Keywords</b>: Stretching, stress and soccer</P>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     <p> Texto completo    dispon&iacute;vel apenas em PDF.</P>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p> <b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p>     <p>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 1- Brandão R (2000). Fatores  de estresse em jogadores de futebol profissional. Tese (Doutorado) Faculdade de  Educação Física, Universidade Estadual de Campinas,  Campinas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000033&pid=S1646-107X200800030000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>2- Samulski D,&nbsp; Chagas MH (1996). Análise do estresse psíquico na competição    em jogadores de futebol de campo das categorias juvenil e junior. Rev Assoc    Prof Educ Fís&nbsp; Lond 11: 3-11.</P>     <p>3-Bidutte, LC, Azzi, RG, Raposo, JV, Almeida, L. (2006). Agressividade em equipas    de futebol.Motricidade 2 (1): 13-22.</P>     <p>4- Valim PC, Bergamaschi EC, Volp CM, Deutsch S (2003). Redução de Estresse    pelo Alongamento: a Preferência Musical Pode Influenciar? Motriz v. 8, n. 2,    p. 51-56.</P>     <p>5- Phillips AC, Burns VE, Lord JM (2007). Stress and exercise: Getting the    balance right for aging immunity. Exerc Sport Sci Rev. 35(1):35-9. </P>     <p> 6-  Hassemen P, Koivula N, Uutela A (2000). Physical  exercise and psychological well-being: A population study in Finland.  Preventative  Medicine 30:17–25.</P>     <p> 7-  DeRose DJ (1998) Lista  de sintomas de “stress” pré-competitivo infanto-juvenil: elaboração e validação  de um instrumento. Rev Paul Educ Fís, ,  12(2): 126-33.</P>     <p>8- Villar,R, Zühl, CA (2006). Efeitos da idadecronológica e da maturação biológica    sobre a aptidão física em praticantes de futebol de 13 a 17 anos. Motricidade    2 (2): 69-79.</P>     <p>9- Corrêa DKA; Alchieri JC; Duarte LRS; Neves M (2002). Excelência na produtividade:    a performance dos jogadores de futebol profissional Psicol. Reflex. Crit.&nbsp;15(2)&nbsp;    447-460.</P>     <p>10- Sanches MAB, Casal HMV, Brandão MRF (2004). Fatores de estresse no futebol    Lecturas educacion fisica y deportes 10 (73) 1-18.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>11- Chagas MH. Análise do estresse psíquico na competição em jogadores de futebol    de campo das categorias juvenil e júnior. Belo Horizonte: Escola de Educação    Física da UFMG, Dissertação de mestrado em Ciências do Esporte, 1995.</P>     <p>12- Samulski D, Noce F (2002). Perfil psicológico de atletas paraolímpicos    brasileiros Rev Bras Med Esporte&nbsp;8(4): 157-166.</P>     <p>13- Girardello RJR (2004) A relação entre o cortisol sanguíneo e o estresse    pré- competitivo em lutadores de caratê de alto rendimento. Dissertação de Mestrado    em Educação Física. Universidade Federal do Paraná.</P>     <p>14- Nunomura M, Teixeira LAC, Caruso MRF (2004). Nível de estresse em adultos    após 12 meses de prática regular de atividade física. Rev Mack Educ Fís Esp    3(3):125-134.</P>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     <p><b>Correspond&ecirc;ncia:</b></P>     <p>Jos&eacute; Alexandre Curiacos de Almeida Leme, </P>     <p>Av. Armando Salles de Oliveira, 1574, ap.72, Piracicaba, S&atilde;o Paulo,    Brasil, Cep 13400-000. </P>     <p>E-mail: <a href="mailto:zecuriacos@terra.com.br">zecuriacos@terra.com.br</a></p>     ]]></body>
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