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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de tarefas cognitivas no controle postural de idosos: Uma revisão sistemática]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Demanding attention in order to keep postural balance increases with aging and with the presence of concurrent tasks that require information processing. Several studies have demonstrated that motor performance can be related to the complexity of the task and aging process, presenting a possible interaction between these factors. The aim of this review was to identify and analyze published papers about the effects of cognitive tasks on the postural control of elderly individuals. A systematic search in the Web of Science, SportDiscus, CINAHL, Science Direct on line, Biological Abstracts, PsycINFO, and Medline databases was made and 444 articles were found. Eight were selected that studied the variables of interest. These studies showed that postural control seems to be influenced by the individual's attention processes and that deficits in such ability may be associated to an increased risk of falls.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Efeitos de tarefas cognitivas no controle postural de idosos: Uma revisão    sistemática</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>L.P. Andrade <sup>1</sup>, F. Stella <sup>2</sup>, F.A. Barbieri <sup>1</sup>,    N.M. Rinaldi <sup>1</sup>, A.Y.Y. Hamanaka <sup>1</sup>, L.T.B. Gobbi <sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Departamento de Educação Física, Laboratório de Atividade Física    e Envelhecimento (LAFE) - Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro,    SP - Brasil.</p>     <p><sup>2</sup> Departamento de Educação, Laboratório de Atividade Física e Envelhecimento    (LAFE) - Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro, SP - Brasil.</p>     <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endereço para correspondência</a></i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A demanda exigida de atenção para a manutenção do equilíbrio postural aumenta    com o processo de envelhecimento, principalmente quando são realizadas duas    ou mais tarefas concomitantes que exijam processamento mental. Trabalhos que    têm abordado os efeitos de tarefas cognitivas no controle postural variam de    acordo com o tipo da tarefa cognitiva executada e com o processo de envelhecimento,    com possível interação destes dois componentes. O objetivo desta revisão foi    identificar e analisar artigos publicados sobre os efeitos de tarefas cognitivas    no controle postural de idosos. Para tanto, realizou-se uma busca sistemática    nas seguintes bases de dados: <i>Web of Science</i>, <i>SportDiscus</i>, <i>CINAHL</i>,    <i>Science Direct on line</i>, <i>Biological Abstracts</i>, <i>PsycINFO</i>    e <i>Medline</i>. Foram encontrados 444 artigos, dos quais oito foram selecionados    de acordo com os critérios de inclusão e exclusão previamente definidos. As    publicações mostraram que o controle postural tende a ser influenciado por tarefas    cognitivas do tipo atenção e que, em idosos, este fenômeno pode estar associado    ao aumento no risco de quedas. Sugere-se que a maior tendência de ocorrer quedas    em idosos é devido à execução simultânea de controle motor e processamento cognitivo    que aumenta o grau de complexidade da tarefa.</p>     <p><i>Palavras-chave</i>: tarefas cognitivas, controle postural, idosos, atenção,    tarefa dupla</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Effects of the cognitive tasks in the postural control of elderly: A systematic    revision</b></p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Demanding attention in order to keep postural balance increases with aging    and with the presence of concurrent tasks that require information processing.    Several studies have demonstrated that motor performance can be related to the    complexity of the task and aging process, presenting a possible interaction    between these factors. The aim of this review was to identify and analyze published    papers about the effects of cognitive tasks on the postural control of elderly    individuals. A systematic search in the <i>Web of Science</i>, <i>SportDiscus</i>,    <i>CINAHL</i>, <i>Science Direct on line</i>, <i>Biological Abstracts</i>, <i>PsycINFO</i>,    and <i>Medline</i> databases was made and 444 articles were found. Eight were    selected that studied the variables of interest. These studies showed that postural    control seems to be influenced by the individual's attention processes and that    deficits in such ability may be associated to an increased risk of falls.</p>     <p><i>Keywords</i>: postural control, dual task, cognitive tasks, attention, aged</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A capacidade de executar determinadas tarefas motoras diminui com o aumento    da idade (Kenny, Yardley, Martineau, &amp; Jay, 2008). O idoso é capaz de manter    o equilíbrio corporal quando está concentrado na realização de uma atividade    específica, mas pode não apresentar o mesmo padrão de execução quando precisa    realizar múltiplas tarefas simultaneamente (Jamet, Deviterne, Gauchard, Vançon,    &amp; Perrin, 2006; Voelcker-Rehage &amp; Alberts, 2007). A atenção divikdida<sup><a name="top1"></a><a href="#1">1</a></sup>    na realização concomitante de várias atividades pode gerar dificuldades no desempenho    motor e no equilíbrio (Jamet et al., 2006).</p>     <p>O controle postural é o processo de geração de padrões de atividades do sistema    nervoso central para regular o relacionamento entre o centro de massa e a base    de suporte (Shumway-Cook &amp; Woollacott, 2003). O envelhecimento proporciona    mudanças negativas no controle postural, causando perda da recepção sensorial,    lentidão do processamento cognitivo e dificuldade na execução da resposta motora    exigida (Maki &amp; Mcllroy, 1996; Duncan, Chandler, Studenski, Hughes, &amp;    Prescott, 1993). Os déficits nestas três funções do processamento e execução    das tarefas são causados por alterações em diferentes estruturas cerebrais,    tais como núcleo vestibular (Lopez, Honrubia, &amp; Baloh, 1997), cerebelo (Rauch,    Velásquez-Villasenõr, Dimitri, &amp; Merchant, 2001) e redução do tecido cerebral    que se observa pelo alargamento dos ventrículos cerebrais (Furman &amp; Redfern,    2001), podendo agravar a deficiência do equilíbrio. A redução da massa muscular    e da força (Mackey &amp; Robinovitch, 2006; Tell, Lefkowitz, Diehr, &amp; Elster,    1998), decorrentes do envelhecimento, também podem reduzir consideravelmente    o padrão de execução motora.</p>     <p>Particularmente, as alterações nos sistemas sensoriais e musculoesquelético    afetam de alguma forma o controle postural (Judge, 2003). Déficits nestes sistemas    podem interferir no controle antecipatório e reativo. Os componentes sensoriais    e musculo-esqueléticos contribuem para o controle da posição relativa dos segmentos    corporais entre si e com o ambiente, além do controle das forças que agem sobre    o corpo (Horak &amp; Macpherson, 1996). Para tentar integrar estes sistemas    e manter a postura ereta, os idosos apresentam maior deslocamento e variabilidade    do centro de pressão na direção ântero-posterior (Amiridis, Hatzitaki, &amp;    Arabatzi, 2003; Van Wegen, Emmerik, &amp; Riccio, 2002). Entretanto, nas posições    com o pé dominante à frente e unipodal há maior deslocamento do centro de pressão    na direção médio-lateral como forma de se evitar a queda (Amiridis et al., 2003;    Van Wegen et al., 2002).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A manutenção da postura ereta de idosos pode ser prejudicada quando mais de    uma tarefa é realizada, necessitando-se de ajustes apropriados e da integração    dos componentes do controle postural para evitar o fenômeno de queda. Quando    uma tarefa cognitiva é executada na postura ereta, a atenção tende a ser dividida    entre o controle postural e o processamento cognitivo (Woollacott &amp; Shumway-Cook,    2002). A execução de uma tarefa motora com demanda cognitiva relativamente baixa    pode beneficiar o controle postural, orientando o indivíduo a manter a atenção    neste tipo de controle, enquanto que uma demanda cognitiva elevada tende a prejudicar    a regulação da oscilação postural (Huxhold, Li, Schmiedek, &amp; Lindenberg,    2006). No entanto, há uma lacuna no entendimento do relacionamento entre os    processos e os componentes envolvidos na manutenção da postura aliada à execução    de uma tarefa cognitiva, sendo importante a realização de estudos que abordem    os aspectos motores e cognitivos relacionados ao controle postural desta população    (Fraizzer &amp; Mittra, 2007).</p>     <p>Neste contexto, o objetivo deste estudo é, por meio de uma revisão sistemática,    identificar e analisar a associação entre tarefas cognitivas e controle postural    em idosos. A revisão sistemática permite sintetizar informações disponíveis    sobre um determinado assunto, auxiliando clínicos e pesquisadores no seu cotidiano    de trabalho (Sampaio &amp; Mancini, 2007). O entendimento da influência de tarefas    cognitivas no controle postural de idosos pode favorecer a redução de quedas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>MÉTODO</b></p>     <p>Para se atingir o objetivo proposto, uma revisão com busca sistemática das    publicações sobre a influência de tarefas cognitivas no controle postural de    idosos foi realizada. A busca incluiu as seguintes bases de dados: <i>Web of    Science</i>, <i>SportDiscus</i>, <i>CINAHL</i>, <i>Science Direct on line</i>,    <i>Biological Abstracts</i>, <i>PsycINFO</i> e <i>Medline</i>. O período considerado    para a inclusão das publicações abrangeu todos os anos de edição dos periódicos    até março de 2008. Para a estratégia de identificação dos estudos, consideraram-se    as seguintes palavras-chave e operadores boleanos: (Posture control OR Static    Posture OR Posture) AND (Dual task<sup><a name="top2"></a><a href="#2">2</a></sup>    OR Cognitive task OR Attention<sup><a name="top3"></a><a href="#3">3</a></sup>)    AND (Elderly OR Older Adults OR Aged).</p>     <p>A seleção dos artigos baseou-se nos seguintes critérios de inclusão: estudos    controlados e randomizados que envolvessem, concomitantemente, tarefas motoras    que exigissem controle postural e tarefas cognitivas; estudos com sujeitos com    idade a partir de 65 anos; estudos que utilizassem plataforma de força para    se mensurar a oscilação do centro de pressão. Os critérios de exclusão adotados    foram: ausência de análise da interação do controle postural simultaneamente    com a execução de tarefas cognitivas; estudos de revisão da literatura.</p>     <p>De acordo com as palavras-chave e operadores boleanos foram identificados 444    artigos. Primeiramente, todos os artigos foram avaliados segundo informações    oriundas do título, resumo e palavras-chave. Posteriormente, analisaram-se na    íntegra os artigos que atendiam parcialmente aos critérios de inclusão, examinando-se    os seguintes itens desses artigos: a) objetivos; b) sujeitos; c) tarefas cognitivas;    d) procedimentos para coleta de dados tarefas motoras; e) resultados obtidos.    A maioria dos estudos comparou a influência da cognição no controle postural    entre jovens e idosos. Finalmente, com base nesta análise, oito artigos (Tabela    1) preenchiam integralmente os critérios de inclusão estabelecidos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Tabela 1</p>     <p><i>Descrição sucinta dos estudos que examinaram os efeitos da tarefa cognitiva    (TC) no controle postural (CP) de idosos</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/mot/v7n3/7n3a04t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p><i>Estudo 1</i> (Teasdale, Stelmach, Bard, &amp; Fleury, 1992): Neste estudo,    os autores avaliaram, comparativamente, em idosos e jovens a interferência da    manutenção da atenção em um determinado foco visual, com alternância da condição    de olhos abertos e de olhos fechados, na manutenção da postura em uma plataforma    de força. As oscilações corporais, nas direções antero-posterior e médio-lateral    foram registradas pela plataforma de força. Os participantes permaneceram em    pé, descalços, com os pés juntos, e com o olhar dirigido a três metros em um    ponto fixo. Cinco tentativas de 180 segundos foram coletadas. Para cada tentativa,    estímulos auditivos eram liberados, a fim de estimular os sujeitos a abrir e    fechar os olhos. Para análise dos dados, valores de referências, calculados    a partir das oscilações corporais avaliadas durante o experimento, foram utilizados.    As oscilações corporais obtidas, depois das transições sem visão e com visão,    foram comparadas com os valores de referências para determinar se os idosos    poderiam reintegrar rapidamente a adição do sistema sensorial visual, vestibular    e proprioceptivo. Para ambos os grupos, os valores obtidos das oscilações corporais,    depois das transições, foram sempre maiores que os de referência. Resultados    similares foram obtidos para a variabilidade do centro de pressão. Em comparação    com os jovens, os idosos apresentaram aumento da oscilação corporal. Na transição    com visão, os jovens estabilizaram a postura mais rapidamente, do que quando    comparados com os idosos. Além disso, os idosos apresentaram maior dispersão    do equilíbrio, após a transição sem visão/visão e depois da transição visão/sem    visão.</p>     <p><i>Estudo 2</i> (Teasdale, Bard, Larue, &amp; Fleury, 1993): O segundo estudo    encontrado é similar ao primeiro. O objetivo foi investigar se a demanda de    atenção, para manter a postura, aumenta com a idade e varia com a qualidade    das informações sensoriais disponíveis. A tarefa cognitiva realizada, neste    estudo, também foi de atenção, mensuradas por meio do tempo de reação, onde    os sujeitos eram orientados a apertar, tão rápido quanto possível, um botão    ao ouvirem um estímulo auditivo. Para isso, duas avaliações (sentada e em pé)    foram realizadas previamente para obter valores controles do tempo de reação.    Logo depois, o participante era convidado a ficar em pé novamente na plataforma    de força com os pés juntos e braços ao longo do corpo, com o olhar dirigido    a um alvo a três metros de distância. Os estímulos auditivos foram apresentados    de forma aleatória. Na condição em que eles permaneciam em pé na plataforma    de força, quatro situações experimentais foram empregadas: i) olhos abertos    e superfície normal; ii) olhos fechados e superfície normal; iii) olhos abertos    e superfície alterada (espuma de poliuretano 5 cm de espessura na plataforma    de força); e iv) olhos fechados e superfície alterada. Em comparação com os    jovens, os idosos apresentaram um grau maior de dificuldade de manutenção do    equilíbrio postural nas quatro condições, apresentando maior deslocamento do    centro de pressão. Com a diminuição da informação sensorial, a tarefa postural    tornou-se cada vez mais difícil para os idosos e exigiu mais da sua capacidade    de atenção, com aumento do tempo de reação<sup><a name="top4"></a><a href="#4">4</a></sup>.</p>     <p><i>Estudo 3</i> (Marsh &amp; Geel, 2000): Também neste estudo, os autores compararam    a manutenção do equilíbrio postural em idosas e jovens durante a exigência de    atenção visual e auditiva, em uma plataforma de força. O estímulo auditivo foi    aplicado para se aferir o tempo de reação. Duas tarefas foram empregadas: participantes    sentados (tarefa primária) e em pé (tarefa secundária). Na condição em pé e    descalços, quatro condições experimentais combinando os fatores visão (olhos    abertos e fechados) e superfície (rígida e com espuma) foram solicitadas. Houve    aumento da oscilação corporal nas condições com os olhos fechados e nas com    a superfície com espuma, em ambos os grupos. As idosas apresentaram maior deslocamento,    velocidade e área do centro de pressão quando se exigia informação visual, bem    como, apresentaram um maior tempo de reação ao estímulo auditivo.</p>     <p><i>Estudo 4</i> (Teasdale &amp; Simoneau, 2001): Neste estudo, idosos foram    comparados com adultos quanto à manutenção do equilíbrio postural na presença    de condições variáveis quanto à visão (olhos abertos e fechados) e proprioceptivos    (superfície regular e irregular), em uma plataforma de força. O objetivo do    estudo foi examinar se a reintegração das informações sensoriais prejudica o    equilíbrio e requer mais demanda atencional. Como tarefa dupla, os participantes    responderam em voz alta, o mais rápido possível, a um estímulo auditivo imprevisível,    apresentado antes ou após a reintegração sensorial e em condições de controle    (manutenção do equilíbrio corporal). O tempo de reação aos estímulos auditivos    foi utilizado para determinar as demandas de atenção para o sistema do controle    postural. A reintegração de propriocepção em ambas as condições de visão aumentou    a velocidade do centro de pressão para todos os participantes. Este efeito,    porém, era maior para os idosos do que para os jovens. Um aumento da demanda    de atenção foi observado para ambos os grupos, principalmente quando as informações    proprioceptivas foram alteradas. Os idosos foram mais lentos para responder    ao estímulo auditivo, à reintegração da propriocepção nas condições visão sem    visão.</p>     <p><i>Estudo 5</i> (Brauer, Woollacott, &amp; Shumway-Cook, 2002): Os autores    investigaram a interferência de uma tarefa cognitiva, com processamento atencional    auditivo e resposta verbal, com medida do tempo de reação, na manutenção do    equilíbrio postural em uma plataforma de força. Na plataforma de força foram    realizadas perturbações para a avaliação da manutenção na instabilidade postural.    Para tanto, jovens e idosos que não sofriam quedas rotineiras (não caidores)    e idosos que sofriam quedas rotineiras (caidores) foram avaliados. Os resultados    mostraram tempo de reação maior para todo os participantes na tarefa dupla.    Ao realizar a tarefa cognitiva concomitante com uma tarefa de recuperação de    equilíbrio, os idosos priorizaram a recuperação de equilíbrio com um passo.    Os idosos caidores utilizaram um passo ainda maior para recuperar o equilíbrio    do que quando comparados aos outros dois grupos (idosos não caidores e jovens).    Já os jovens conseguiram realizar as tarefas simulta-neamente. Entretanto, essas    diferenças não foram significativas entre o centro de pressão nos três grupos.</p>     <p><i>Estudo 6</i> (Jamet et al., 2006): Os autores investigaram, comparativamente,    idosos, adultos e jovens quanto à manutenção do equilíbrio postural em uma plataforma    de força em três condições: i) tarefa mental – cálculo regressivo de sete em    sete; ii) tarefa visuo-verbal com a ajuda do <i>Stroop Color Test</i>; e iii)    tarefa audioverbal. Na primeira condição, os idosos apresentaram maior deslocamento    e área do centro de pressão quando comparados com os adultos e os jovens. Na    segunda condição, houve melhora no controle postural nos jovens e nos adultos,    mas não nos idosos. Na terceira condição, não houve aumento significativo de    deslocamento e de área do centro de pressão nos três grupos. Entretanto, é importante    ressaltar que, nessa condição, os jovens apresentaram uma leve tendência de    melhora do controle postural. Houve correlação positiva entre o grau de dependência    visual e a tarefa cognitiva.</p>     <p><i>Estudo 7</i> (Huxhold et al., 2006): Este trabalho comparou idosos e adultos    quanto à manutenção do equilíbrio postural, em uma plataforma de força, com    e sem tarefa cognitiva que exigia atenção e verbalização. Três tarefas cognitivas    diferentes foram realizadas na plataforma de força. Em todas as tarefas os participantes    permaneciam em pé, segurando um botão em cada mão, e com os braços ao longo    do corpo. Na tarefa simples, os participantes permaneceram com o olhar dirigido    a um alvo. Na tarefa dupla os participantes deveriam apenas permanecer em pé,    assistindo uma série de 22 números aleatórios, permanecendo o mais estável possível.    As tarefas cognitivas foram a de tempo de reação, memória de trabalho e visuo-espacial.    A tarefa de tempo de reação consistia em mostrar 22 números, entre um e nove    na tela de um computador. Os números 1 e 3 estavam destacados. À medida que    os números eram apresentados aleatoriamente aos participantes, eles deveriam    apertar o botão com uma das mãos. Na tarefa de memória de trabalho, os participantes    deveriam lembrar e relatar os dois números anteriores aos números apresentados    com marcações. Na tarefa visuo-espacial, um ponto era inserido em alguma parte    de uma tabela de linhas e colunas com oito quadros. Vinte e dois pontos foram    inseridos aleatoriamente, no quadro, em diferentes localizações. Quando aparecia    um ponto marcado, o participante deveria lembrar os dois pontos imediatamente    anteriores. Quando os participantes realizaram tarefas cognitivas fáceis, a    demanda de atenção exigida se voltava para o controle postural, de modo que    o deslocamento do centro de pressão diminuía. Entretanto, nas tarefas de maior    demanda cognitiva, os idosos apresentaram maior deslocamento do centro de pressão.    Em relação à resposta ao tempo de reação, os idosos erraram mais, e foram mais    lentos quando comparados com os jovens.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Estudo 8</i> (Doumas, Smolders, &amp; Krampe, 2008): Nesta investigação,    foram comparados, idosos e adultos quanto à manutenção do equilíbrio postural,    em uma plataforma de força em duas sessões. Na primeira sessão, quatro condições    foram realizadas: i) postura estável; ii) com informação visual; iii) com informação    somatossensorial; e iv) tarefa de memória de trabalho de contagem regressiva.    Na segunda sessão, as condições 1 e 4 foram repetidas. Os participantes apresentaram    maior deslocamento do centro de pressão, nas condições com informações visuais    e somatossensoriais. No desempenho da tarefa dupla, os idosos apresentaram quase    40% de aumento da instabilidade postural, em comparação com a tarefa simples.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>DISCUSSÃO</b></p>     <p>Os estudos demonstraram que a manutenção da postura ereta concomitante com    tarefas que requerem atenção pode influenciar as oscilações corporais em idosos.    Consequentemente, a oscilação postural foi aumentada, sendo que o comprometimento    cognitivo, pode estar associado com o envelhecimento e considerado fator importante    para o aumento da oscilação no controle postural (Häkkinen, Pastinen, Karsikas,    &amp; Linnamo, 1995).</p>     <p>Aliado a isso, idosos apresentam dificuldades em captar a informação visual    para controlar as oscilações corporais (Paulus, Straube, Krafczyk, &amp; Brandt,    1989; Teasdale et al., 1992). Os idosos são mais instáveis que adultos jovens    nas condições que alteram as informações sensoriais, sendo que a diferença entre    as idades só aparece quando as informações sensoriais estão comprometidas (Teasdale    et al., 1992).</p>     <p>O processamento sensorial parece ser sensível ao declínio da idade, o que pode    ser verificado pela instabilidade postural. Quando a superfície de apoio foi    manipulada para realização da tarefa dupla, os idosos apresentaram aumento em    torno de 40% na instabilidade postural para tentar realizar a tarefa cognitiva    com sucesso (Doumas et al., 2008). Entretanto, quando a superfície de suporte    foi alterada (informação somatossen-sorial referenciada), a estabilidade postural    não foi modificada durante a realização de tarefa simples e dupla (Doumas et    al., 2008). Estes resultados sugerem que idosos são menos flexíveis cognitivamente,    pois não conseguiram controlar as instabilidades posturais. Isto é sugerido    nas experiências de exigência de atenção juntamente com a manutenção do equilíbrio    descritos nos artigos analisados.</p>     <p>Aliado às mudanças na instabilidade postural, idosos apresentam aumento no    tempo de reação quando expostos a estímulos visuais e auditivos se comparados    a jovens na realização de tarefas duplas. Este aumento no tempo de reação acontece    principalmente em tarefas cognitivas que demandam atenção e memória, referência    visual e somatossensorial (Tell et al., 1998; Häkkinen et al., 1995; Judge,    2003; Amiridis et al., 2003), indicando maior dificuldade e estratégias diferenciadas    dos idosos em relação a adultos jovens (Doumas et al., 2008). Os idosos priorizam    a manutenção do equilíbrio recuperado, pois não conseguem realizar a tarefa    de manutenção postural concomitante com tarefas cognitivas, enquanto que os    adultos jovens realizam estas tarefas simultaneamente (Brauer et al., 2002).    É provável que, devido ao processo de envelhecimento, déficits na integração    sensorial de idosos ocorrem, o que prejudica seus desempenhos nas tarefas duplas.    O aumento da idade reduz a capacidade no processamento cognitivo, com prejuízo    para a habilidade de dividir a atenção e transferir apropriadamente os recursos    entre tarefas concorrentes (Brauer et al., 2002; Chevignard, Taillefer, Poncet,    Picq, &amp; Pradat-Diehl, 2008; Häkkinen et al., 1995).</p>     <p>Os processos cognitivos, especialmente aqueles relacionados à atenção, influenciam    decisivamente no controle postural de idosos (Jamet et al., 2006). Os oito artigos    que compõem esta revisão indicaram este fato, especialmente quando jovens adultos    e idosos foram comparados. Nas situações em que o indivíduo divide sua atenção    na execução de uma atividade cognitiva concomitante com tarefas de manutenção    postural, parte dos recursos atencionais é deslocada para esta atividade cognitiva    (Huxhold et al., 2006). Com isso, o controle postural pode ficar comprometido    e tende a ocorrer aumento no número de quedas. Isto significa que o comprometimento    do controle postural de idosos está relacionado com o grau de exi-gência da    tarefa cognitiva (Jamet et al., 2006). Quanto mais exigente é a tarefa cognitiva,    maior é o aumento da oscilação do centro de pressão, porém quando a atividade    cognitiva com menor grau de exigência atencional é realizada concomitantemente    com tarefas de manutenção da postura ereta, atenuações na oscilação corporal    podem ser observadas (Woollacott &amp; Shumway-Cook, 2002).</p>     <p>Outro componente importante para o controle postural é a visão. Vários estudos    analisados evidenciaram que a manipulação da informação visual interfere no    desempenho dos idosos na tarefa de manutenção postural (Doumas et al., 2008;    Jamet et al., 2006; Marsh &amp; Geel, 2000; Teasdale et al., 1992; Teasdale    &amp; Simoneau, 2001;). Como resultado, os idosos aumentaram a oscilação do    centro de pressão quando realizaram a tarefa dupla de manutenção postural sem    visão e acionar um botão em função de um estímulo sonoro. Uma possível explicação    para este resultado é a reduzida capacidade de processamento de informação que    compromete a habilidade de se dividir a atenção entre duas tarefas. Ainda, a    reduzida sensibilidade periférica aumenta o grau de complexidade exigida pelos    mecanismos centrais de controle e, consequen-temente, esta sensibilidade alterada    afeta desfavoravelmente os recursos atencionais. Em função disto, o desempenho    da tarefa postural requer maiores níveis de atenção (Teasdale et al., 1992).</p>     <p>Além das tarefas apresentadas anterior-mente, também foi investigada a inserção    de outras funções cognitivas no estudo da associação entre demanda de atenção    e controle postural. A investigação de Woollacott e Shumway-Cook (2002) e dois    estudos incluídos nesta revisão, coordenados por Jamet et al. (2006) e por Doumas    et al. (2008) evidenciaram esta associação. Nesta linha de raciocínio, estes    estudos introduziram tarefas de memória ou cálculo, juntamente com demanda de    atenção, na execução do controle postural. Também foi verificado que a oscilação    do centro de pressão era maior quando as tarefas posturais exigiam processamento    cognitivo com maior grau de complexidade, como mostra o estudo de Huxhold et    al. (2006). Por exemplo, a manipulação da posição, em pé e sentado, e também    da visão, olhos abertos e fechados, pode aumentar a necessidade de recursos    cognitivos de idosos para controlar a postura. Desta forma, é importante inferir    que a combinação de restrições quanto à posição e à informação visual pode aumentar    o risco de quedas para idosos quando realiza duas tarefas concomitantes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Juntamente com a manipulação destes aspectos, o peso sensorial atribuído à    informação somatossensorial pode ser maior para os idosos do que para os jovens    (Teasdale &amp; Simoneau, 2001). Na ausência de visão, as informações somatossensorial    e vestibular devem ser reintegradas, com demanda adicional de atenção em ambos    os grupos. Em geral, mudanças no processamento das informações sensoriais reduzem    a capacidade de regulação pelos mecanismos centrais responsáveis pela organização    do controle postural de idosos, aumentando o risco de perda do equilíbrio (Teasdale    &amp; Simoneau, 2001). Com o envelhecimento, há redução na capacidade de alocação    dos recursos atencionais para a realização concomitante de tarefas diferentes    (Teasdale et al., 1992, 1993). Ainda, a diminuição da disponibilidade de informação    sensorial periférica também exige maior demanda de atenção em procedimentos    que requeiram controle postural (Teasdale et al., 1992). Os achados da presente    análise reforçam o conceito de que o controle postural é um fenômeno complexo    e que exige a interdependência de sistemas sensoriais e motores periféricos    e de ações cognitivas processadas em nível superior de controle (Teasdale et    al., 1992, 1993; Teasdale &amp; Simoneau, 2001). Neste paradigma de tarefas    duplas, os recursos de atenção alocados para a realização de tarefas cognitivas    podem influenciar o desempenho do controle postural (Teasdale et al., 1993;    Teasdale &amp; Simoneau, 2001).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>CONCLUSÕES</b></p>     <p>Os estudos analisados confirmam a existência de relação entre o controle postural    e desempenho em tarefas cognitivas. Tarefas cognitivas, especialmente as que    demandam atenção, exercem influência no controle postural quando estes dois    tipos de fenômenos são executados concomitantemente. Esta influência pode ser    constatada pelo aumento do tempo de reação a um estímulo visual ou auditivo    associado à manutenção da postura ereta. Neste procedimento, a inserção de tarefas    cognitivas que exigem atenção relacionou-se com as tarefas de controle postural.    Quando a manutenção da postura era efetuada concomitantemente com desempenho    em tarefas que exigiam atenção, cálculo e memória de trabalho, observou-se aumento    relevante da oscilação corporal nos idosos estudados. Portanto, o aumento na    oscilação corporal durante a manutenção da postura em pé, quando realizada concomitantemente    com tarefas cognitivas que exijam o processamento principalmente da atenção,    pode representar aumento relevante do risco de quedas em idosos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Amiridis, I. G., Hatzitaki, V., &amp; Arabatzi, F. (2003). Age-induced modifications    of static postural control in humans. <i>Neuroscience Letters, 350</i>, 137-140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S1646-107X201100030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brauer, S. G., Woollacott, M., &amp; Shumway-Cook, A. (2002). The influence    of a concurrent cognitive task on the compensatory stepping response to a perturbation    in balance-impaired and healthy elders. <i>Gait &amp; Posture, 15</i>(1), 83-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S1646-107X201100030000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Chevignard, M., Taillefer, C., Poncet, F., Picq, C., &amp; Pradat-Diehl, P.    (2008). The effect of age on executive functioning after acquired brain injury    in adults. <i>Revista de Neurología, 164</i>(12), 1018-1027.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1646-107X201100030000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Doumas, M., Smolders, C., &amp; Krampe, R. T. (2008). Task prioritization in    aging: Effects of sensory information on concurrent posture and memory performance.    <i>Experimental Brain Research, 187</i>, 275-281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1646-107X201100030000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Duncan, P., Chandler, J., Studenski, S., Hughes, M., &amp; Prescott, B. (1993).    How do physiological components of balance affect mobility in elderly men? <i>Archives    of Physical Medicine and Rehabilitation, 74</i>, 1343-1349.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-107X201100030000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fraizzer, E. V., &amp; Mittra, S. (2007). Methodological and interpretive issues    in posture-cognition dual-tasking in upright stance. <i>Gait &amp; Posture,    27</i>, 271-279.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201100030000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Furman, J. M., &amp; Redfern, M. S. (2001). Effect of aging on the otolith-ocular    reflex. <i>Journal of Vestibular Research, 11</i>, 91-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201100030000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Häkkinen, K., Pastinen, U.-M., Karsikas, R., &amp; Linnamo, V. (1995). Neuromuscular    perfor-mance in voluntary bilateral and unilateral contraction and during electrical    stimulation in men at different ages. <i>European Journal of Applied Physiology,    70</i>, 518-527.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201100030000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Horak, F. B., &amp; Macpherson, J. M. (1996). Postural orientation and equilibrium.    In L. B. Rowell &amp; J. T. Shepherd (Eds.), <i>Handbook of physiology: A critical,    comprehensive preservation of physiological knowledge and concepts</i> (pp.    255-292). New York: Oxford.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201100030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Huxhold, O., Li, S. C., Schmiedek, F., &amp; Lindenberg, U. (2006). Dual-tasking    postural control: Aging and the effects of cognitive demand in conjunction with    focus of attention. <i>Brain Research Bulletin, 69</i>(3), 294-305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201100030000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jamet, M., Deviterne, D., Gauchard, G., Vançon, G., &amp; Perrin, P. P. (2006).    Age-related part taken by attentional cognitive processes in standing postural    control in a dual-task context. <i>Gait &amp; Posture, 25</i>(2), 179-184.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201100030000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Judge, J. O. (2003). Balance training to maintain mobility and prevent disability.    <i>American Journal of Preventive Medicine, 25</i>(3), 150-156.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201100030000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kenny, G. P., Yardley, J. E., Martineau, L., &amp; Jay, O. (2008). Physical    work capacity in older adults: Implications for the aging worker. <i>American    Journal of Industrial Medicine, 51</i>, 610-625.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201100030000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lopez, I., Honrubia, V., &amp; Baloh, R. W. (1997). Aging and the human vestibular    nucleus. <i>Journal Vestibular Research, 7</i>, 77-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201100030000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mackey, D. C., &amp; Robinovitch, S. N. (2006). Mechanisms underlying age-related    differences in ability to recover balance with the ankle strategy. <i>Gait &amp;    Posture, 23</i>, 59-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201100030000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Magill, R. A. (2000). <i>Aprendizagem motora: Conceitos e aplicações</i> (5ª    ed.). São Paulo, SP: Editora Edgard Blücher.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201100030000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maki, B. E., &amp; McIlroy, W. E. (1996). Postural control in the older adult.    <i>Clinics in Geriatric Medicine, 12</i>, 635-658.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201100030000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Marsh, A. P., &amp; Geel, S. E. (2000). The effect of age on the attentional    demands of postural control. <i>Gait &amp; Posture, 12</i>(2), 105-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201100030000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Paulus, A., Straube, S., Krafczyk, &amp; Brandt, T. (1989). Differential effects    of retinal target displacement, changing size and changing disparity in the    control of anterior/posterior and lateral body sway. <i>Experimental Brain Research,    78</i>, 243-252.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201100030000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Purves, D., Augustine, G. J., Fitzpatrick, D., Hall, W. C., LaMantia, A.-S.,    McNamara, J. O., &amp; Williams, S. M. (2004). <i>Neuroscience</i> (3<sup>rd</sup>    ed.). Massachusetts: Sinauer Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201100030000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rauch, S. D., Velásquez-Villasenõr, L., Dimitri, P. S., &amp; Merchant, S.    N. (2001). Decreasing hair cell counts in aging humans. <i>Annals of the New    York Academy of Sciences, 942</i>, 220-227.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201100030000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sampaio, R. F., &amp; Mancini, M. C. (2007). Estudos de revisão sistemática:    Um guia para síntese criteriosa da evidência científica. <i>Revista Brasileira    de Fisioterapia, 11</i>, 83-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201100030000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Schmidt, R. A., &amp; Wrisberg, C. A. (2001). Processando informações e tomando    decisões. In R. A. Schmidt, &amp; C. A. Wrisberg (Eds.), <i>Aprendizagem e performance    motora: Uma abordagem da aprendizagem baseada no problema</i> (2ª ed., pp. 69-101).    Porto Alegre, RS: Artmed Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201100030000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Shumway-Cook, A., &amp; Woollacott, M. H. (2003). Controle postural. In A.    Shumway-Cook, &amp; M. H. Woollacott (Eds.), <i>Controle motor: Teoria e aplicações    práticas</i> (pp. 2-78). São Paulo: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201100030000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Teasdale, N., &amp; Simoneau, M. (2001). Attentional demands for postural control:    The effects of aging and sensory reintegration. <i>Gait &amp; Posture, 14</i>(3),    203-210.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201100030000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Teasdale, N., Bard, C., Larue, J., &amp; Fleury, M. (1993). On the cognitive    penetrability of posture control. <i>Experimental Aging Research, 19</i>(1),    1-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201100030000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Teasdale, N., Stelmach, G. E., Bard, C., &amp; Fleury, M. (1992). Posture and    elderly persons: Deficits in the central integrative mechanisms. In M. Woollacott,    &amp; F. Horak (Eds.), <i>Posture and gait: Control mechanisms</i> (vol. II,    pp. 203-207). Portland, Oregon: University of Oregon Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201100030000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Tell, G. S., Lefkowitz, D. S., Diehr, P., &amp; Elster, A. D. (1998). Relationship    between balance and abnormalities in cerebral magnetic resonance imaging in    older adults. <i>Archives of Neurology, 55</i>, 73-79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201100030000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Van Wegen, E. E. H., Emmerik, R. E. A., &amp; Riccio, G. E. (2002). Postural    orientation: Age-related changes in variability and time-to-boundary. <i>Human    Movement Science, 21</i>, 61-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201100030000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Voelcker-Rehage, C., &amp; Alberts, J. L. (2007). Effect of motor practice    on dual-task performance in older adults. <i>Journal of Gerontology: Psychological    Sciences, 62</i>(3), 141-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201100030000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Woollacott, M. H., &amp; Shumway-Cook, A. (2002). Attention and the control    of posture and gait: A review of an emerging area of research. <i>Gait &amp;    Posture, 16</i>, 1-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201100030000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>NOTAS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></sup> <i>Atenção dividida: Durante    o processo atencional, alternância do foco em mais de um estímulo relevante    ao mesmo tempo (Schmidt &amp; Wrisberg, 2001).</i></p>     <p><sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></sup> <i>Tarefa dupla: técnica de    pesquisa para “determinar as características e as solicitações da atenção em    duas tarefas diferentes desempenhadas simultaneamente” (Magill, 2000, p. 113).</i></p>     <p><sup><a name="3"></a><a href="#top3">3</a></sup> <i>Atenção: refere-se à seleção    de um estímulo sensorial particular ou de um processo mental para análise posterior    (Purves et al., 2004). No contexto do desempenho humano, atenção envolve processos    perceptivos, cognitivos e motores associados ao desempenho de habilidades (Magill,    2000).</i></p>     <p><sup><a name="4"></a><a href="#top4">4</a></sup> <i>Tempo de reação: Intervalo    entre a apresentação de um estímulo e o início da resposta (Schmidt &amp; Wrisberg,    2001).</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submetido: 28.12.2009 | Aceite: 24.10.2010</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i><a name="0"></a><a href="#top0">Endereço para correspondência</a>:</i> Lilian    Teresa Bucken Gobbi, Departamento de Educação Física, Universidade Estadual    Paulista (UNESP), Avenida 24-A, 1515 – Bela Vista, CEP: 13506-900 - Rio Claro/SP,    Brasil. <i>E-mail:</i> <a href="mailto:ltbgobbi@rc.unesp.br">ltbgobbi@rc.unesp.br</a></p>      ]]></body><back>
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